NR 4 - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO ( ) (Aprovada pela Portaria nº 33, de 27/10/1983)

Save this PDF as:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "NR 4 - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO ( ) (Aprovada pela Portaria nº 33, de 27/10/1983)"

Transcrição

1 NR 4 - SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO ( ) (Aprovada pela Portaria nº, de 7/10/198) Aprovado pela Portaria GM nº.14, de 08/06/ DOU de 06/07/78 Alterado pela Portaria SIT nº 18, de 11/1/009 - DOU de 14/1/009 Alterado pela Portaria SIT nº 76, de 1/11/008 - DOU de 5/11/008 Alterado pela Portaria MTE n 17, de 01/08/007 - DOU de 0/08/007 Alterado pela Portaria SSST nº 01, de 1/05/ DOU de 5/05/1995 Alterado pela Portaria SSST nº 08, de 01/06/199 - DOU de 0/06/199 Alterado pela Portaria SNT nº 04, de 06/0/199 - DOU de 1/0/199 Alterado pela Portaria DSST nº 04, de 08/10/ DOU de 10/10/1991 Alterado pela Portaria DSST nº 11, de 17/09/ DOU de 0/09/1990 Alterado pela Portaria SSMT nº 4, de 11/1/ DOU de 16/1/1987 Alterado pela Portaria SSMT nº 4, de 0/1/198 - DOU de 9/1/198 Alterado pela Portaria SSMT nº, de 7/10/198 - DOU de 1/10/ As empresas privadas e públicas, os órgãos públicos da administração direta e indireta e dos poderes Legislativo e Judiciário, que possuam empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, manterão, obrigatoriamente, Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, com a finalidade de promover a saúde e proteger a integridade do trabalhador no local de trabalho. ( / I) (Alterado pela Portaria SSMT nº, de 7 de outubro de 198) 4.. O dimensionamento dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho vincula-se à gradação do risco da, atividade principal e ao número total de empregados do estabelecimento, constantes dos Quadros I e II, anexos, observadas as exceções previstas nesta NR. ( / I1) (Alterado pela Portaria SSMT nº, de 7 de outubro de 198)

2 4..1. Para fins de dimensionamento, os canteiros de obras e as frentes de trabalho com menos de 1 (um) mil empregados e situados no mesmo estado, território ou Distrito Federal não serão considerados como estabelecimentos, mas como integrantes da empresa de engenharia principal responsável, a quem caberá organizar os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. ( / I) (Alterado pela Portaria SSMT nº, de 7 de outubro de 198) Neste caso, os engenheiros de segurança do trabalho, os médicos do trabalho e os enfermeiros do trabalho poderão ficar centralizados. (Alterado pela Portaria SSMT nº, de 7 de outubro de 198) Para os técnicos de segurança do trabalho e auxiliares de enfermagem do trabalho, o dimensionamento será feito por canteiro de obra ou frente de trabalho, conforme o Quadro II, anexo. ( / I1) (Alterado pela Portaria SSMT nº 4, de 0 de dezembro de 198) 4... As empresas que possuam mais de 50 (cinqüenta) por cento de seus empregados em estabelecimentos ou setores com atividade cuja gradação de risco seja de grau superior ao da atividade principal deverão dimensionar os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, em função do maior grau de risco, obedecido o disposto no Quadro II desta NR. ( / I1) (Alterado pela Portaria SSMT nº, de 7 de outubro de 198) 4... A empresa poderá constituir Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho centralizado para atender a um conjunto de estabelecimentos pertencentes a ela, desde que a distância a ser percorrida entre aquele em que se situa o serviço e cada um dos demais não ultrapasse a 5 (cinco) mil metros, dimensionando-o em função do total de empregados e do risco, de acordo com o Quadro II, anexo, e o subitem 4... (Alterado pela Portaria SSMT nº, de 7 de outubro de 198) Havendo, na empresa, estabelecimento(s) que se enquadre(m) no Quadro II, desta NR, e outro(s) que não se enquadre(m), a assistência a este(s) será feita pelos serviços especializados daquele(s), dimensionados conforme os subitens e e desde que localizados no mesmo estado, território ou Distrito Federal. ( / I) (Alterado pela Portaria SSMT nº 4, de 0 de dezembro de 198) Havendo, na mesma empresa, apenas estabelecimentos que, isoladamente, não se enquadrem no Quadro II, anexo, o cumprimento desta NR será feito através de Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho centralizados em cada estado, território ou Distrito Federal, desde que o total de empregados dos estabelecimentos no estado, território ou Distrito Federal alcance os limites previstos no Quadro II, anexo,

3 aplicado o disposto no subitem 4... ( / I1) (Alterado pela Portaria SSMT nº, de 7 de outubro de 198) Para as empresas enquadradas no grau de risco 1 o dimensionamento dos serviços referidos no subitem 4..5 obedecerá ao Quadro II, anexo, considerando-se como número de empregados o somatório dos empregados existentes no estabelecimento que possua o maior número e a média aritmética do número de empregados dos demais estabelecimentos, devendo todos os profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, assim constituídos, cumprirem tempo integral. ( / I1) (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) Para as empresas enquadradas nos graus de risco, e 4, o dimensionamento dos serviços referidos no subitem 4..5 obedecerá o Quadro II, anexo, considerando-se como número de empregados o somatório dos empregados de todos os estabelecimentos. ( / I1) (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) 4.. As empresas enquadradas no grau de risco 1 obrigadas a constituir Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho e que possuam outros serviços de medicina e engenharia poderão integrar estes serviços com os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho constituindo um serviço único de engenharia e medicina. (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) As empresas que optarem pelo serviço único de engenharia e medicina ficam obrigadas a elaborar e submeter à aprovação da Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho, até o dia 0 de março, um programa bienal de segurança e medicina do trabalho a ser desenvolvido. (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) As empresas novas que se instalarem após o dia 0 de março de cada exercício poderão constituir o serviço único de que trata o subitem 4..1 e elaborar o programa respectivo a ser submetido à Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho, no prazo de 90 (noventa) dias a contar de sua instalação. (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) As empresas novas, integrantes de grupos empresariais que já possuam serviço único, poderão ser assistidas pelo referido serviço, após comunicação à DRT. (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198)

4 4... À Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho fica reservado o direito de controlar a execução do programa e aferir a sua eficácia. (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) 4... O serviço único de engenharia e medicina deverá possuir os profissionais especializados previstos no Quadro II, anexo, sendo permitido aos demais engenheiros e médicos exercerem Engenharia de Segurança e Medicina do Trabalho, desde que habilitados e registrados conforme estabelece a NR 7. ( / I1) (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) O dimensionamento do serviço único de engenharia e medicina deverá obedecer ao disposto no Quadro II desta NR, no tocante aos profissionais especializados. ( / I1) (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) 4.4. Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão ser integrados por Médico do Trabalho, Engenheiro de Segurança do Trabalho, Enfermeiro do Trabalho, Técnico de Segurança do Trabalho e Auxiliar de Enfermagem do Trabalho, obedecendo o Quadro II, anexo.(*) Subitem 4.4 com redação dada p/ Port. nº 11 ( / I1) (Alterado pela Portaria DSST n.º 11, de 17 de setembro de 1990) Para fins desta NR, as empresas obrigadas a constituir Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão exigir dos profissionais que os integram comprovação de que satisfazem os seguintes requisitos: (Alterado pela Portaria DSST n.º 11, de 17 de setembro de 1990) a) engenheiro de segurança do trabalho - engenheiro ou arquiteto portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho, em nível de pósgraduação; (Alterado pela Portaria DSST n.º 11, de 17 de setembro de 1990) b) médico do trabalho - médico portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Medicina do Trabalho, em nível de pós-graduação, ou portador de certificado de residência médica em área de concentração em saúde do trabalhador ou denominação equivalente, reconhecida pela Comissão Nacional de Residência Médica, do Ministério da Educação, ambos ministrados por universidade ou faculdade que mantenha curso de graduação em Medicina; (Alterado pela Portaria DSST n.º 11, de 17 de setembro de 1990) c) enfermeiro do trabalho - enfermeiro portador de certificado de conclusão de curso de especialização em Enfermagem do Trabalho, em nível de pós-graduação, ministrado por universidade ou faculdade que mantenha curso de graduação em enfermagem; (Alterado pela Portaria DSST n.º 11, de 17 de setembro de 1990)

5 d) auxiliar de enfermagem do trabalho - auxiliar de enfermagem ou técnico de enfermagem portador de certificado de conclusão de curso de qualificação de auxiliar de enfermagem do trabalho, ministrado por instituição especializada reconhecida e autorizada pelo Ministério da Educação; (Alterado pela Portaria DSST n.º 11, de 17 de setembro de 1990) e) técnico de segurança do trabalho: técnico portador de comprovação de registro profissional expedido pelo Ministério do Trabalho. (Alterado pela Portaria SSST n.º 8, de 1 o de junho de 198) Em relação às Categorias mencionadas nas alíneas "a" e "c", observar-se-à o disposto na Lei nº 7.410, de 7 de novembro de (Alterado pela Portaria DSST n.º 11, de 17 de setembro de 1990) Os profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão ser empregados da empresa, salvo os casos previstos nos itens 4.14 e ( / I1) (Alterado pela Portaria DSST n.º 11, de 17 de setembro de 1990) 4.5. A empresa que contratar outra(s) para prestar serviços em estabelecimentos enquadrados no Quadro II, anexo, deverá estender a assistência de seus Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho aos empregados da(s) contratada(s), sempre que o número de empregados desta(s), exercendo atividade naqueles estabelecimentos, não alcançar os limites previstos no Quadro II, devendo, ainda, a contratada cumprir o disposto no subitem ( / I1) (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) Quando a empresa contratante e as outras por ela contratadas não se enquadrarem no Quadro II, anexo, mas que pelo número total de empregados de ambos, no estabelecimento, atingirem os limites dispostos no referido quadro, deverá ser constituído um serviço especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho comum, nos moldes do item ( / I) (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) Quando a empresa contratada não se enquadrar no Quadro II, anexo, mesmo considerando-se o total de empregados nos estabelecimentos, a contratante deve estender aos empregados da contratada a assistência de seus Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, sejam estes centralizados ou por estabelecimento. ( / I1) (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198)

6 4.5.. A empresa que contratar outras para prestar serviços em seu estabelecimento pode constituir SESMT comum para assistência aos empregados das contratadas, sob gestão própria, desde que previsto em Convenção ou Acordo Coletivo de Trabalho. (Subitem incluído pela Portaria MTE nº 17, de 01/08/007 - DOU DE 0/08/007) O dimensionamento do SESMT organizado na forma prevista no subitem 4.5. deve considerar o somatório dos trabalhadores assistidos e a atividade econômica do estabelecimento da contratante. (Subitem incluído pela Portaria MTE nº 17, de 01/08/007 - DOU DE 0/08/007) No caso previsto no item 4.5., o número de empregados da empresa contratada no estabelecimento da contratante, assistidos pelo SESMT comum, não integra a base de cálculo para dimensionamento do SESMT da empresa contratada. (Subitem incluído pela Portaria MTE nº 17, de 01/08/007 - DOU DE 0/08/007) O SESMT organizado conforme o subitem 4.5. deve ter seu funcionamento avaliado semestralmente, por Comissão composta de representantes da empresa contratante, do sindicato de trabalhadores e da Delegacia Regional do Trabalho, ou na forma e periodicidade previstas na Convenção ou Acordo Coletivo de Trabalho. (Subitem incluído pela Portaria MTE nº 17, de 01/08/007 - DOU DE 0/08/007) 4.6. Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho das empresas que operem em regime sazonal deverão ser dimensionados, tomando-se por base a média aritmética do número de trabalhadores do ano civil anterior e obedecidos os Quadros I e II anexos. ( / I1) (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) 4.7. Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão ser chefiados por profissional qualificado, segundo os requisitos especificados no subitem desta NR. ( / I1) (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) 4.8. O técnico de segurança do trabalho e o auxiliar de enfermagem do trabalho deverão dedicar 8 (oito) horas por dia para as atividades dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, de acordo com o estabelecido no Quadro II, anexo. ( / I1) (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) 4.9. O engenheiro de segurança do trabalho, o médico do trabalho e o enfermeiro do trabalho deverão dedicar, no mínimo, (três) horas (tempo parcial) ou 6 (seis) horas (tempo integral) por dia para as atividades dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, de acordo com o estabelecido no Quadro II, anexo, respeitada a legislação pertinente em vigor. ( / I1) (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198)

7 4.10. Ao profissional especializado em Segurança e em Medicina do Trabalho é vedado o exercício de outras atividades na empresa, durante o horário de sua atuação nos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. ( / I) (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) Ficará por conta exclusiva do empregador todo o ônus decorrente da instalação e manutenção dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. ( / I) (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) 4.1. Compete aos profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho: (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) a) aplicar os conhecimentos de engenharia de segurança e de medicina do trabalho ao ambiente de trabalho e a todos os seus componentes, inclusive máquinas e equipamentos, de modo a reduzir até eliminar os riscos ali existentes à saúde do trabalhador; b) determinar, quando esgotados todos os meios conhecidos para a eliminação do risco e este persistir, mesmo reduzido, a utilização, pelo trabalhador, de Equipamentos de Proteção Individual-EPI, de acordo com o que determina a NR 6, desde que a concentração, a intensidade ou característica do agente assim o exija; c) colaborar, quando solicitado, nos projetos e na implantação de novas instalações físicas e tecnológicas da empresa, exercendo a competência disposta na alínea "a"; d) d) responsabilizar-se tecnicamente, pela orientação quanto ao cumprimento do disposto nas NR aplicáveis às atividades executadas pela empresa e/ou seus estabelecimentos; e) manter permanente relacionamento com a CIPA, valendo-se ao máximo de suas observações, além de apoiá-la, treiná-la e atendê-la, conforme dispõe a NR 5; f) promover a realização de atividades de conscientização, educação e orientação dos trabalhadores para a prevenção de acidentes do trabalho e doenças ocupacionais, tanto através de campanhas quanto de programas de duração permanente; g) esclarecer e conscientizar os empregadores sobre acidentes do trabalho e doenças ocupacionais, estimulando-os em favor da prevenção; h) analisar e registrar em documento(s) específico(s) todos os acidentes ocorridos na empresa ou estabelecimento, com ou sem vítima, e todos os casos de doença ocupacional, descrevendo a história e as características do acidente e/ou da doença ocupacional, os fatores ambientais, as características do agente e as condições do(s) indivíduo(s) portador(es) de doença ocupacional ou acidentado(s); i) registrar mensalmente os dados atualizados de acidentes do trabalho, doenças ocupacionais e agentes de insalubridade, preenchendo, no mínimo, os quesitos descritos nos modelos de mapas constantes nos Quadros III, IV, V e VI, devendo a empresa encaminhar um mapa contendo avaliação anual dos mesmos dados à

8 Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho até o dia 1 de janeiro, através do órgão regional do MTb; j) manter os registros de que tratam as alíneas "h" e "i" na sede dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho ou facilmente alcançáveis a partir da mesma, sendo de livre escolha da empresa o método de arquivamento e recuperação, desde que sejam asseguradas condições de acesso aos registros e entendimento de seu conteúdo, devendo ser guardados somente os mapas anuais dos dados correspondentes às alíneas "h" e "i" por um período não- inferior a 5 (cinco) anos; l) as atividades dos profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho são essencialmente prevencionistas, embora não seja vedado o atendimento de emergência, quando se tornar necessário. Entretanto, a elaboração de planos de controle de efeitos de catástrofes, de disponibilidade de meios que visem ao combate a incêndios e ao salvamento e de imediata atenção à vítima deste ou de qualquer outro tipo de acidente estão incluídos em suas atividades Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverão manter entrosamento permanente com a CIPA, dela valendo-se como agente multiplicador, e deverão estudar suas observações e solicitações, propondo soluções corretivas e preventivas, conforme o disposto no subitem da NR 5. (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) As empresas cujos estabelecimentos não se enquadrem no Quadro II, anexo a esta NR, poderão dar assistência na área de segurança e medicina do trabalho a seus empregados através de Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho comuns, organizados pelo sindicato ou associação da categoria econômica correspondente ou pelas próprias empresas interessadas. (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) A manutenção desses Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho deverá ser feita pelas empresas usuárias, que participarão das despesas em proporção ao número de empregados de cada uma. (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho previstos no item 4.14 deverão ser dimensionados em função do somatório dos empregados das empresas participantes, obedecendo ao disposto nos Quadros I e II e no subitem 4..1., desta NR. (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198)

9 As empresas de mesma atividade econômica, localizadas em um mesmo município, ou em municípios limítrofes, cujos estabelecimentos se enquadrem no Quadro II, podem constituir SESMT comum, organizado pelo sindicato patronal correspondente ou pelas próprias empresas interessadas, desde que previsto em Convenção ou Acordo Coletivo de Trabalho. (Subitem incluído pela Portaria MTE nº 17, de 01/08/007 - DOU DE 0/08/007) O SESMT comum pode ser estendido a empresas cujos estabelecimentos não se enquadrem no Quadro II, desde que atendidos os demais requisitos do subitem (Subitem incluído pela Portaria MTE nº 17, de 01/08/007 - DOU DE 0/08/007) O dimensionamento do SESMT organizado na forma do subitem deve considerar o somatório dos trabalhadores assistidos. (Subitem incluído pela Portaria MTE nº 17, de 01/08/007 - DOU DE 0/08/007) No caso previsto no item 4.14., o número de empregados assistidos pelo SESMT comum não integra a base de cálculo para dimensionamento do SESMT das empresas. (Subitem incluído pela Portaria MTE nº 17, de 01/08/007 - DOU DE 0/08/007) O SESMT organizado conforme o subitem deve ter seu funcionamento avaliado semestralmente, por Comissão composta de representantes das empresas, do sindicato de trabalhadores e da Delegacia Regional do Trabalho, ou na forma e periodicidade previstas na Convenção ou Acordo Coletivo de Trabalho. (Subitem incluído pela Portaria MTE nº 17, de 01/08/007 - DOU DE 0/08/007) As empresas que desenvolvem suas atividades em um mesmo pólo industrial ou comercial podem constituir SESMT comum, organizado pelas próprias empresas interessadas, desde que previsto nas Convenções ou Acordos Coletivos de Trabalho das categorias envolvidas, considerar o somatório dos trabalhadores assistidos e a atividade econômica que empregue o maior número entre os trabalhadores assistidos. (Subitem incluído pela Portaria MTE nº 17, de 01/08/007 - DOU DE 0/08/007) No caso previsto no item , o número de empregados assistidos pelo SESMT comum não integra a base de cálculo para dimensionamento do SESMT das empresas. (Subitem incluído pela Portaria MTE nº 17, de 01/08/007 - DOU DE 0/08/007) O SESMT organizado conforme o subitem deve ter seu funcionamento avaliado semestralmente, por Comissão composta de representantes das empresas, dos sindicatos de trabalhadores e da Delegacia Regional do Trabalho, ou na forma e periodicidade previstas nas Convenções ou Acordos Coletivos de Trabalho. (Subitem incluído pela Portaria MTE nº 17, de 01/08/007 - DOU DE 0/08/007)

10 4.15. As empresas referidas no item 4.14 poderão optar pelos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho de instituição oficial ou instituição privada de utilidade pública, cabendo às empresas o custeio das despesas, na forma prevista no subitem (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) As empresas cujos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho não possuam médico do trabalho e/ou engenheiro de segurança do trabalho, de acordo com o Quadro II desta NR, poderão se utilizar dos serviços destes profissionais existentes nos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho mencionados no item 4.14 e subitem ou no item 4.15, para atendimento do disposto nas NR. (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) O ônus decorrente dessa utilização caberá à empresa solicitante Os serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho de que trata esta NR deverão ser registrados no órgão regional do MTb. ( / I1) (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) O registro referido no item 4.17 deverá ser requerido ao órgão regional do MTb e o requerimento deverá conter os seguintes dados: (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) a) nome dos profissionais integrantes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho; b) número de registro dos profissionais na Secretaria de Segurança e Medicina do Trabalho do MTb; c) número de empregados da requerente e grau de risco das atividades, por estabelecimento; d) especificação dos turnos de trabalho, por estabelecimento; e) horário de trabalho dos profissionais dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho.

11 4.18. Os Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho, já constituídos, deverão ser redimensionados nos termos desta NR e a empresa terá 90 (noventa) dias de prazo, a partir da publicação desta Norma, para efetuar o redimensionamento e o registro referido no item ( / I1) (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) A empresa é responsável pelo cumprimento da NR, devendo assegurar, como um dos meios para concretizar tal responsabilidade, o exercício profissional dos componentes dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho. O impedimento do referido exercício profissional, mesmo que parcial e o desvirtuamento ou desvio de funções constituem, em conjunto ou separadamente, infrações classificadas no grau I4, se devidamente comprovadas, para os fins de aplicação das penalidades previstas na NR 8. ( / I4) (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) 4.0. Quando se tratar de empreiteiras ou empresas prestadoras de serviços, considera-se estabelecimento, para fins de aplicação desta NR, o local em que os seus empregados estiverem exercendo suas atividades. (Alterado pela Portaria SSMT n.º, de 7 de outubro de 198) QUADRO I (Alterado pela Portaria SIT n.º 76, de 1 de novembro de 008) Relação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE (Versão.0)*, com correspondente Grau de Risco - GR para fins de dimensionamento do SESMT Códigos Denominação GR A AGRICULTURA, PECUÁRIA, PRODUÇÃO FLORESTAL, PESCA E AQÜICULTURA 01 AGRICULTURA, PECUÁRIA E SERVIÇOS RELACIONADOS 01.1 Produção de lavouras temporárias Cultivo de cereais Cultivo de algodão herbáceo e de outras fibras de lavoura temporária

12 Cultivo de cana-de-açúcar Cultivo de fumo Cultivo de soja Cultivo de oleaginosas de lavoura temporária, exceto soja Cultivo de plantas de lavoura temporária não especificadas anteriormente 01. Horticultura e floricultura Horticultura Cultivo de flores e plantas ornamentais 01. Produção de lavouras permanentes Cultivo de laranja Cultivo de uva Cultivo de frutas de lavoura permanente, exceto laranja e uva Cultivo de café Cultivo de cacau Cultivo de plantas de lavoura permanente não especificadas anteriormente 01.4 Produção de sementes e mudas certificadas Produção de sementes certificadas Produção de mudas e outras formas de propagação vegetal, certificadas 01.5 Pecuária Criação de bovinos Criação de outros animais de grande porte Criação de caprinos e ovinos Criação de suínos Criação de aves Criação de animais não especificados anteriormente 01.6 Atividades de apoio à agricultura e à pecuária; atividades de pós-colheita Atividades de apoio à agricultura Atividades de apoio à pecuária Atividades de pós-colheita 01.7 Caça e serviços relacionados Caça e serviços relacionados 0 PRODUÇÃO FLORESTAL 0.1 Produção florestal - florestas plantadas Produção florestal - florestas plantadas 0. Produção florestal - florestas nativas Produção florestal - florestas nativas 4 0. Atividades de apoio à produção florestal Atividades de apoio à produção florestal 0 PESCA E AQÜICULTURA 0.1 Pesca

13 Pesca em água salgada Pesca em água doce 0. Aqüicultura 0.1- Aqüicultura em água salgada e salobra 0.-1 Aqüicultura em água doce B INDÚSTRIAS EXTRATIVAS 05 EXTRAÇÃO DE CARVÃO MINERAL 05.0 Extração de carvão mineral Extração de carvão mineral 4 06 EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL 06.0 Extração de petróleo e gás natural Extração de petróleo e gás natural 4 07 EXTRAÇÃO DE MINERAIS METÁLICOS 07.1 Extração de minério de ferro Extração de minério de ferro Extração de minerais metálicos não-ferrosos Extração de minério de alumínio Extração de minério de estanho Extração de minério de manganês Extração de minério de metais preciosos Extração de minerais radioativos Extração de minerais metálicos não-ferrosos não especificados anteriormente 4 08 EXTRAÇÃO DE MINERAIS NÃO-METÁLICOS 08.1 Extração de pedra, areia e argila Extração de pedra, areia e argila Extração de outros minerais não-metálicos Extração de minerais para fabricação de adubos, fertilizantes e outros produtos químicos Extração e refino de sal marinho e sal-gema Extração de gemas (pedras preciosas e semipreciosas) Extração de minerais não-metálicos não especificados anteriormente 4 09 ATIVIDADES DE APOIO À EXTRAÇÃO DE MINERAIS 09.1 Atividades de apoio à extração de petróleo e gás natural Atividades de apoio à extração de petróleo e gás natural Atividades de apoio à extração de minerais, exceto petróleo e gás natural Atividades de apoio à extração de minerais, exceto petróleo e gás natural 4 C INDÚSTRIAS DE TRANSFORMAÇÃO 10 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS ALIMENTÍCIOS 10.1 Abate e fabricação de produtos de carne

14 Abate de reses, exceto suínos Abate de suínos, aves e outros pequenos animais Fabricação de produtos de carne 10. Preservação do pescado e fabricação de produtos do pescado Preservação do pescado e fabricação de produtos do pescado 10. Fabricação de conservas de frutas, legumes e outros vegetais Fabricação de conservas de frutas Fabricação de conservas de legumes e outros vegetais 10.- Fabricação de sucos de frutas, hortaliças e legumes 10.4 Fabricação de óleos e gorduras vegetais e animais Fabricação de óleos vegetais em bruto, exceto óleo de milho Fabricação de óleos vegetais refinados, exceto óleo de milho Fabricação de margarina e outras gorduras vegetais e de óleos não-comestíveis de animais 10.5 Laticínios Preparação do leite Fabricação de laticínios Fabricação de sorvetes e outros gelados comestíveis 10.6 Moagem, fabricação de produtos amiláceos e de alimentos para animais Beneficiamento de arroz e fabricação de produtos do arroz Moagem de trigo e fabricação de derivados Fabricação de farinha de mandioca e derivados Fabricação de farinha de milho e derivados, exceto óleos de milho Fabricação de amidos e féculas de vegetais e de óleos de milho Fabricação de alimentos para animais Moagem e fabricação de produtos de origem vegetal não especificados anteriormente 10.7 Fabricação e refino de açúcar Fabricação de açúcar em bruto Fabricação de açúcar refinado 10.8 Torrefação e moagem de café Torrefação e moagem de café Fabricação de produtos à base de café 10.9 Fabricação de outros produtos alimentícios Fabricação de produtos de panificação Fabricação de biscoitos e bolachas Fabricação de produtos derivados do cacau, de chocolates e confeitos Fabricação de massas alimentícias Fabricação de especiarias, molhos, temperos e condimentos Fabricação de alimentos e pratos prontos Fabricação de produtos alimentícios não especificados anteriormente 11 FABRICAÇÃO DE BEBIDAS 11.1 Fabricação de bebidas alcoólicas

15 Fabricação de aguardentes e outras bebidas destiladas Fabricação de vinho Fabricação de malte, cervejas e chopes 11. Fabricação de bebidas não-alcoólicas Fabricação de águas envasadas Fabricação de refrigerantes e de outras bebidas não-alcoólicas 1 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DO FUMO 1.1 Processamento industrial do fumo Processamento industrial do fumo 1. Fabricação de produtos do fumo Fabricação de produtos do fumo 1 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS TÊXTEIS 1.1 Preparação e fiação de fibras têxteis Preparação e fiação de fibras de algodão Preparação e fiação de fibras têxteis naturais, exceto algodão Fiação de fibras artificiais e sintéticas Fabricação de linhas para costurar e bordar 1. Tecelagem, exceto malha Tecelagem de fios de algodão 1.-7 Tecelagem de fios de fibras têxteis naturais, exceto algodão 1.-5 Tecelagem de fios de fibras artificiais e sintéticas 1. Fabricação de tecidos de malha Fabricação de tecidos de malha 1.4 Acabamentos em fios, tecidos e artefatos têxteis Acabamentos em fios, tecidos e artefatos têxteis 1.5 Fabricação de artefatos têxteis, exceto vestuário Fabricação de artefatos têxteis para uso doméstico Fabricação de artefatos de tapeçaria Fabricação de artefatos de cordoaria Fabricação de tecidos especiais, inclusive artefatos Fabricação de outros produtos têxteis não especificados anteriormente 14 CONFECÇÃO DE ARTIGOS DO VESTUÁRIO E ACESSÓRIOS 14.1 Confecção de artigos do vestuário e acessórios Confecção de roupas íntimas Confecção de peças do vestuário, exceto roupas íntimas Confecção de roupas profissionais Fabricação de acessórios do vestuário, exceto para segurança e proteção 14. Fabricação de artigos de malharia e tricotagem Fabricação de meias 14.- Fabricação de artigos do vestuário, produzidos em malharias e tricotagens, exceto meias

16 15 PREPARAÇÃO DE COUROS E FABRICAÇÃO DE ARTEFATOS DE COURO, ARTIGOS PARA VIAGEM E CALÇADOS 15.1 Curtimento e outras preparações de couro Curtimento e outras preparações de couro 15. Fabricação de artigos para viagem e de artefatos diversos de couro Fabricação de artigos para viagem, bolsas e semelhantes de qualquer material Fabricação de artefatos de couro não especificados anteriormente 15. Fabricação de calçados Fabricação de calçados de couro Fabricação de tênis de qualquer material Fabricação de calçados de material sintético Fabricação de calçados de materiais não especificados anteriormente 15.4 Fabricação de partes para calçados, de qualquer material Fabricação de partes para calçados, de qualquer material 16 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE MADEIRA Desdobramento de madeira 16. Fabricação de produtos de madeira, cortiça e material trançado, exceto móveis Fabricação de madeira laminada e de chapas de madeira compensada, prensada e aglomerada Fabricação de estruturas de madeira e de artigos de carpintaria para construção Fabricação de artefatos de tanoaria e de embalagens de madeira Fabricação de artefatos de madeira, palha, cortiça, vime e material trançado não especificados anteriormente, exceto móveis 17 FABRICAÇÃO DE CELULOSE, PAPEL E PRODUTOS DE PAPEL 17.1 Fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de papel Fabricação de celulose e outras pastas para a fabricação de papel 17. Fabricação de papel, cartolina e papel-cartão Fabricação de papel 17.- Fabricação de cartolina e papel-cartão 17. Fabricação de embalagens de papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado Fabricação de embalagens de papel Fabricação de embalagens de cartolina e papel-cartão Fabricação de chapas e de embalagens de papelão ondulado 17.4 Fabricação de produtos diversos de papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado Fabricação de produtos de papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado para uso comercial e de escritório Fabricação de produtos de papel para usos doméstico e higiênico-sanitário Fabricação de produtos de pastas celulósicas, papel, cartolina, papel-cartão e papelão ondulado não especificados anteriormente 18 IMPRESSÃO E REPRODUÇÃO DE GRAVAÇÕES 18.1 Atividade de impressão Impressão de jornais, livros, revistas e outras publicações periódicas

17 Impressão de material de segurança Impressão de materiais para outros usos 18. Serviços de pré-impressão e acabamentos gráficos Serviços de pré-impressão Serviços de acabamentos gráficos 18. Reprodução de materiais gravados em qualquer suporte Reprodução de materiais gravados em qualquer suporte 19 FABRICAÇÃO DE COQUE, DE PRODUTOS DERIVADOS DO PETRÓLEO E DE BIOCOMBUSTÍVEIS 19.1 Coquerias Coquerias 19. Fabricação de produtos derivados do petróleo Fabricação de produtos do refino de petróleo Fabricação de produtos derivados do petróleo, exceto produtos do refino 19. Fabricação de biocombustíveis Fabricação de álcool 19.- Fabricação de biocombustíveis, exceto álcool 0 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS QUÍMICOS 0.1 Fabricação de produtos químicos inorgânicos Fabricação de cloro e álcalis Fabricação de intermediários para fertilizantes Fabricação de adubos e fertilizantes Fabricação de gases industriais Fabricação de produtos químicos inorgânicos não especificados anteriormente 0. Fabricação de produtos químicos orgânicos Fabricação de produtos petroquímicos básicos 0.- Fabricação de intermediários para plastificantes, resinas e fibras Fabricação de produtos químicos orgânicos não especificados anteriormente 0. Fabricação de resinas e elastômeros 0.1- Fabricação de resinas termoplásticas 0.-1 Fabricação de resinas termofixas 0.-9 Fabricação de elastômeros 0.4 Fabricação de fibras artificiais e sintéticas Fabricação de fibras artificiais e sintéticas 0.5 Fabricação de defensivos agrícolas e desinfetantes domissanitários Fabricação de defensivos agrícolas Fabricação de desinfetantes domissanitários 0.6 Fabricação de sabões, detergentes, produtos de limpeza, cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal Fabricação de sabões e detergentes sintéticos 0.6- Fabricação de produtos de limpeza e polimento Fabricação de cosméticos, produtos de perfumaria e de higiene pessoal

18 0.7 Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes, lacas e produtos afins Fabricação de tintas, vernizes, esmaltes e lacas Fabricação de tintas de impressão Fabricação de impermeabilizantes, solventes e produtos afins 0.9 Fabricação de produtos e preparados químicos diversos Fabricação de adesivos e selantes Fabricação de explosivos Fabricação de aditivos de uso industrial Fabricação de catalisadores Fabricação de produtos químicos não especificados anteriormente Fabricação de produtos farmoquímicos 1. Fabricação de produtos farmacêuticos Fabricação de medicamentos para uso humano 1.-0 Fabricação de medicamentos para uso veterinário 1.-8 Fabricação de preparações farmacêuticas FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE BORRACHA E DE MATERIAL PLÁSTICO.1 Fabricação de produtos de borracha.11-1 Fabricação de pneumáticos e de câmaras-de-ar.1-9 Reforma de pneumáticos usados.19-6 Fabricação de artefatos de borracha não especificados anteriormente. Fabricação de produtos de material plástico.1-8 Fabricação de laminados planos e tubulares de material plástico.-6 Fabricação de embalagens de material plástico.-4 Fabricação de tubos e acessórios de material plástico para uso na construção.9- Fabricação de artefatos de material plástico não especificados anteriormente FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE MINERAIS NÃO-METÁLICOS.1 Fabricação de vidro e de produtos do vidro.11-7 Fabricação de vidro plano e de segurança.1-5 Fabricação de embalagens de vidro.19- Fabricação de artigos de vidro. Fabricação de cimento.0-6 Fabricação de cimento 4. Fabricação de artefatos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e materiais semelhantes.0- Fabricação de artefatos de concreto, cimento, fibrocimento, gesso e materiais semelhantes.4 Fabricação de produtos cerâmicos.41-9 Fabricação de produtos cerâmicos refratários Fabricação de produtos cerâmicos não-refratários para uso estrutural na construção (Grau de Risco alterado pela Portaria SIT n.º 18, de 11 de dezembro de 009).49-4 Fabricação de produtos cerâmicos não-refratários não especificados anteriormente 4.9 Aparelhamento de pedras e fabricação de outros produtos de minerais não-metálicos 4

19 .91-5 Aparelhamento e outros trabalhos em pedras.9- Fabricação de cal e gesso 4 4 METALURGIA 4.1 Produção de ferro-gusa e de ferroligas Produção de ferro-gusa Produção de ferroligas 4 4. Siderurgia Produção de semi-acabados de aço Produção de laminados planos de aço Produção de laminados longos de aço Produção de relaminados, trefilados e perfilados de aço 4 4. Produção de tubos de aço, exceto tubos sem costura Produção de tubos de aço com costura Produção de outros tubos de ferro e aço Metalurgia dos metais não-ferrosos Metalurgia do alumínio e suas ligas Metalurgia dos metais preciosos Metalurgia do cobre Metalurgia dos metais não-ferrosos e suas ligas não especificados anteriormente Fundição Fundição de ferro e aço Fundição de metais não-ferrosos e suas ligas 4 5 FABRICAÇÃO DE PRODUTOS DE METAL, EXCETO MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 5.1 Fabricação de estruturas metálicas e obras de caldeiraria pesada Fabricação de estruturas metálicas Fabricação de esquadrias de metal Fabricação de obras de caldeiraria pesada 5. Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras Fabricação de tanques, reservatórios metálicos e caldeiras para aquecimento central 5.-5 Fabricação de caldeiras geradoras de vapor, exceto para aquecimento central e para veículos 5. Forjaria, estamparia, metalurgia do pó e serviços de tratamento de metais Produção de forjados de aço e de metais não-ferrosos e suas ligas Produção de artefatos estampados de metal; metalurgia do pó Serviços de usinagem, solda, tratamento e revestimento em metais Fabricação de artigos de cutelaria, de serralheria e ferramentas Fabricação de artigos de cutelaria Fabricação de artigos de serralheria, exceto esquadrias Fabricação de ferramentas 5. Fabricação de equipamento bélico pesado, armas de fogo e munições Fabricação de equipamento bélico pesado, armas de fogo e munições 4

20 5.9 Fabricação de produtos de metal não especificados anteriormente Fabricação de embalagens metálicas Fabricação de produtos de trefilados de meta Fabricação de artigos de metal para uso doméstico e pessoal Fabricação de produtos de metal não especificados anteriormente 6 FABRICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE INFORMÁTICA, PRODUTOS ELETRÔNICOS E ÓPTICOS 6.1 Fabricação de componentes eletrônicos Fabricação de componentes eletrônicos 6. Fabricação de equipamentos de informática e periféricos 6.1- Fabricação de equipamentos de informática 6.-1 Fabricação de periféricos para equipamentos de informática 6. Fabricação de equipamentos de comunicação Fabricação de equipamentos transmissores de comunicação 6.-9 Fabricação de aparelhos telefônicos e de outros equipamentos de comunicação 6.4 Fabricação de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e vídeo Fabricação de aparelhos de recepção, reprodução, gravação e amplificação de áudio e vídeo 6.5 Fabricação de aparelhos e instrumentos de medida, teste e controle; cronômetros e relógios Fabricação de aparelhos e equipamentos de medida, teste e controle 6.5- Fabricação de cronômetros e relógios 6.6 Fabricação de aparelhos eletromédicos e eletroterapêuticos e equipamentos de irradiação Fabricação de aparelhos eletromédicos e eletroterapêuticos e equipamentos de irradiação 6.7 Fabricação de equipamentos e instrumentos ópticos, fotográficos e cinematográficos Fabricação de equipamentos e instrumentos ópticos, fotográficos e cinematográficos 6.8 Fabricação de mídias virgens, magnéticas e ópticas Fabricação de mídias virgens, magnéticas e ópticas 7 FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS, APARELHOS E MATERIAIS ELÉTRICOS 7.1 Fabricação de geradores, transformadores e motores elétricos Fabricação de geradores, transformadores e motores elétricos 7. Fabricação de pilhas, baterias e acumuladores elétricos Fabricação de pilhas, baterias e acumuladores elétricos, exceto para veículos automotores 7.-8 Fabricação de baterias e acumuladores para veículos automotores 7. Fabricação de equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica Fabricação de aparelhos e equipamentos para distribuição e controle de energia elétrica 7.-5 Fabricação de material elétrico para instalações em circuito de consumo 7.- Fabricação de fios, cabos e condutores elétricos isolados 7.4 Fabricação de lâmpadas e outros equipamentos de iluminação Fabricação de lâmpadas e outros equipamentos de iluminação 7.5 Fabricação de eletrodomésticos

21 Fabricação de fogões, refrigeradores e máquinas de lavar e secar para uso doméstico Fabricação de aparelhos eletrodomésticos não especificados anteriormente 7.9 Fabricação de equipamentos e aparelhos elétricos não especificados anteriormente Fabricação de equipamentos e aparelhos elétricos não especificados anteriormente 8 FABRICAÇÃO DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 8.1 Fabricação de motores, bombas, compressores e equipamentos de transmissão Fabricação de motores e turbinas, exceto para aviões e veículos rodoviários Fabricação de equipamentos hidráulicos e pneumáticos, exceto válvulas Fabricação de válvulas, registros e dispositivos semelhantes Fabricação de compressores Fabricação de equipamentos de transmissão para fins industriais 8. Fabricação de máquinas e equipamentos de uso geral Fabricação de aparelhos e equipamentos para instalações térmicas 8.-4 Fabricação de máquinas, equipamentos e aparelhos para transporte e elevação de cargas e pessoas 8.- Fabricação de máquinas e aparelhos de refrigeração e ventilação para uso industrial e comercial Fabricação de aparelhos e equipamentos de ar condicionado Fabricação de máquinas e equipamentos para saneamento básico e ambiental Fabricação de máquinas e equipamentos de uso geral não especificados anteriormente 8. Fabricação de tratores e de máquinas e equipamentos para a agricultura e pecuária 8.1- Fabricação de tratores agrícolas Fabricação de equipamentos para irrigação agrícola 8.-0 Fabricação de máquinas e equipamentos para a agricultura e pecuária, exceto para irrigação 8.4 Fabricação de máquinas-ferramenta Fabricação de máquinas-ferramenta 8.5 Fabricação de máquinas e equipamentos de uso na extração mineral e na construção Fabricação de máquinas e equipamentos para a prospecção e extração de petróleo Fabricação de outras máquinas e equipamentos para uso na extração mineral, exceto na extração de petróleo Fabricação de tratores, exceto agrícolas Fabricação de máquinas e equipamentos para terraplenagem, pavimentação e construção, exceto tratores 8.6 Fabricação de máquinas e equipamentos de uso industrial específico Fabricação de máquinas para a indústria metalúrgica, exceto máquinas-ferramenta 8.6- Fabricação de máquinas e equipamentos para as indústrias de alimentos, bebidas e fumo Fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria têxtil Fabricação de máquinas e equipamentos para as indústrias do vestuário, do couro e de calçados Fabricação de máquinas e equipamentos para as indústrias de celulose, papel e papelão e artefatos Fabricação de máquinas e equipamentos para a indústria do plástico

22 Fabricação de máquinas e equipamentos para uso industrial específico não especificados anteriormente 9 FABRICAÇÃO DE VEÍCULOS AUTOMOTORES, REBOQUES E CARROCERIAS 9.1 Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários Fabricação de automóveis, camionetas e utilitários 9. Fabricação de caminhões e ônibus Fabricação de caminhões e ônibus 9. Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para veículos automotores Fabricação de cabines, carrocerias e reboques para veículos automotores 9.4 Fabricação de peças e acessórios para veículos automotores Fabricação de peças e acessórios para o sistema motor de veículos automotores Fabricação de peças e acessórios para os sistemas de marcha e transmissão de veículos automotores 9.4- Fabricação de peças e acessórios para o sistema de freios de veículos automotores Fabricação de peças e acessórios para o sistema de direção e suspensão de veículos automotores Fabricação de material elétrico e eletrônico para veículos automotores, exceto baterias Fabricação de peças e acessórios para veículos automotores não especificados anteriormente 9.5 Recondicionamento e recuperação de motores para veículos automotores Recondicionamento e recuperação de motores para veículos automotores 0 FABRICAÇÃO DE OUTROS EQUIPAMENTOS DE TRANSPORTE, EXCETO VEÍCULOS AUTOMOTORES 0.1 Construção de embarcações Construção de embarcações e estruturas flutuantes Construção de embarcações para esporte e lazer 0. Fabricação de veículos ferroviários Fabricação de locomotivas, vagões e outros materiais rodantes 0.-6 Fabricação de peças e acessórios para veículos ferroviários 0.4 Fabricação de aeronaves Fabricação de aeronaves 0.4- Fabricação de turbinas, motores e outros componentes e peças para aeronaves 0.5 Fabricação de veículos militares de combate Fabricação de veículos militares de combate 0.9 Fabricação de equipamentos de transporte não especificados anteriormente Fabricação de motocicletas Fabricação de bicicletas e triciclos não-motorizados Fabricação de equipamentos de transporte não especificados anteriormente 1 FABRICAÇÃO DE MÓVEIS 1.0 Fabricação de móveis Fabricação de móveis com predominância de madeira Fabricação de móveis com predominância de metal

Anexo 1 - Estrutura detalhada da CNAE 2.0 (seções B, C e D): códigos e denominações

Anexo 1 - Estrutura detalhada da CNAE 2.0 (seções B, C e D): códigos e denominações (continua) B INDÚSTRIAS EXTRATIVAS 05 EXTRAÇÃO DE CARVÃO MINERAL 05.0 Extração de carvão mineral 05.00-3 Extração de carvão mineral 06 EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS NATURAL 06.0 Extração de petróleo e gás

Leia mais

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Normas Regulamentadoras MÄdulo 3 NR 04

Curso Técnico Segurança do Trabalho. Normas Regulamentadoras MÄdulo 3 NR 04 Curso Técnico Segurança do Trabalho Normas Regulamentadoras MÄdulo 3 NR 04 O dimensionamento dos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho vincula-se à gradação do risco

Leia mais

- NORMA REGULAMENTADORA Nº 4 SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO

- NORMA REGULAMENTADORA Nº 4 SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO - NORMA REGULAMENTADORA Nº 4 SERVIÇOS ESPECIALIZADOS EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E EM MEDICINA DO TRABALHO Aprovada pela Portaria GM/MTB nº.214 - DOU 06/07/1978. (vigência) 4.1 - As empresas privadas e

Leia mais

Núcleo Estadual de Ações Transversais nos APLs

Núcleo Estadual de Ações Transversais nos APLs DELIMITAÇÃO - ARRANJO PRODUTIVO LOCAL METALMECÂNICO E AUTOMOTIVO DA SERRA GAÚCHA DESCRIÇÃO DAS CLASSES DAS ATIVIDADES INDUSTRIAIS, SEGUNDO AS CNAES 2.0, CONTEMPLADAS NO APL METALMECÂNICO E AUTOMOTIVO DA

Leia mais

ANEXO XIV CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS SUMÁRIO

ANEXO XIV CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS SUMÁRIO - Sumário ANEXO XIV CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS SUMÁRIO Seção Divisões Descrição CNAE A 01-03 AGRICULTURA, PECUÁRIA, PRODUÇÃO FLORESTAL, PESCA E AQÜICULTURA B 05-09 INDÚSTRIAS EXTRATIVAS

Leia mais

315,57 441,80 631, , Atividades de apoio à pecuária

315,57 441,80 631, , Atividades de apoio à pecuária I - ATIVIDADES DE PESSOAS JURÍDICAS CLASSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES ANEXO V TABELA DE RECEITA IV TAXA DE FISCALIZAÇÃO DO FUNCIONAMENTO - TFF PARA VIGÊNCIA EM 2009 (EM REAL) A AGRICULTURA, PECUÁRIA, PRODUÇÃO

Leia mais

R$ R$ R$ R$ AGRICULTURA, PECUÁRIA, PRODUÇÃO A

R$ R$ R$ R$ AGRICULTURA, PECUÁRIA, PRODUÇÃO A ANEXO V TABELA DE RECEITA IV TAXA DE FISCALIZAÇÃO DO FUNCIONAMENTO - TFF ATUALIZADA PARA O EXERCÍCIO DE 2011, CONFORME DEC. Nº 21.517/10 I - ATIVIDADES DE PESSOAS JURÍDICAS CLASSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES

Leia mais

Setor produtivo G08 - Metalurgia (3). Contém estabelecimentos. DESCRIÇÃO DO CNAE /99 Extração de outros minerais não-metálicos não

Setor produtivo G08 - Metalurgia (3). Contém estabelecimentos. DESCRIÇÃO DO CNAE /99 Extração de outros minerais não-metálicos não Setor produtivo G08 - Metalurgia (3). Contém 1393107 estabelecimentos. CNAE DESCRIÇÃO DO CNAE 0899-1/99 Extração de outros minerais não-metálicos não especificados anteriormente 1091-1/01 Fabricação de

Leia mais

Acidentes de Trabalho no Setor de Atividade Econômico Transformação 2007.

Acidentes de Trabalho no Setor de Atividade Econômico Transformação 2007. Acidentes de Trabalho no Setor de Atividade Econômico Transformação 2007. Estatísticas de Acidente de Trabalho no Brasil BLOG DIESAT: Leia notícias atualizadas sobre Acidente de Trabalho: http://diesat.blogspot.com/search/label/acidente%20de%20trabalho

Leia mais

Setor produtivo G03 - Borracha e Plástico. Contém estabelecimentos. DESCRIÇÃO DO CNAE /01 Confecção de roupas profissionais, exceto sob

Setor produtivo G03 - Borracha e Plástico. Contém estabelecimentos. DESCRIÇÃO DO CNAE /01 Confecção de roupas profissionais, exceto sob Setor produtivo G03 - Borracha e Plástico. Contém 1114186 estabelecimentos. CNAE DESCRIÇÃO DO CNAE 1413-4/01 Confecção de roupas profissionais, exceto sob medida 1413-4/02 Confecção, sob medida, de roupas

Leia mais

AGRICULTURA, PECUÁRIA, PRODUÇÃO FLORESTAL, PESCA E AQÜICULTURA

AGRICULTURA, PECUÁRIA, PRODUÇÃO FLORESTAL, PESCA E AQÜICULTURA ANEXO V TABELA DE RECEITA IV TAXA DE FISCALIZAÇÃO DO FUNCIONAMENTO - TFF ATUALIZADA PARA O EXERCÍCIO DE 2013 CONFORME DEC. Nº 23.496/12 I - ATIVIDADES DE PESSOAS JURÍDICAS CLASSIFICAÇÃO DAS ATIVIDADES

Leia mais

NR4 Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho

NR4 Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho NR4 Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho A NR 4 diz respeito aos Serviços Especializados em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT)e tem como finalidade

Leia mais

Rendimento Medio nos Empregos nas Industrias (ano 2005) Região Administrativa de Franca

Rendimento Medio nos Empregos nas Industrias (ano 2005) Região Administrativa de Franca Rendimento Medio nos Empregos nas Industrias (ano 2005) Região Administrativa de Franca Franca Total da Indústria 740,14 647,67 Indústria Extrativa 848,98 X Indústria de Transformação 739,97 647,52 Extração

Leia mais

PROJETO DE ACOMPANHAMENTO MENSAL DO MERCADO DE TRABALHO FORMAL DE ARACAJU E DA PESQUISA NACIONAL DA CESTA BÁSICA DO DIEESE

PROJETO DE ACOMPANHAMENTO MENSAL DO MERCADO DE TRABALHO FORMAL DE ARACAJU E DA PESQUISA NACIONAL DA CESTA BÁSICA DO DIEESE PROJETO DE ACOMPANHAMENTO MENSAL DO MERCADO DE TRABALHO FORMAL DE ARACAJU E DA PESQUISA NACIONAL DA CESTA BÁSICA DO DIEESE TABELA 2 Trabalhadores admitidos e desligados em Aracaju Janeiro de 2008 Setor

Leia mais

ANEXO II "NOVA TABELA III" DA COBRANÇA DA TAXA DE LICENÇA, VERIFICAÇÃO FISCAL PARA LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO. Denominação

ANEXO II NOVA TABELA III DA COBRANÇA DA TAXA DE LICENÇA, VERIFICAÇÃO FISCAL PARA LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO. Denominação ANEXO II "NOVA TABELA III" DA COBRANÇA DA TAXA DE LICENÇA, VERIFICAÇÃO FISCAL PARA LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO A AGRICULTURA, PECUARIA, PRODUÇÃO FLORESTAL, PESCA E AQÜICULTURA 01 AGRICULTURA, PECUÁRIA

Leia mais

(continua) código CNAE 2.0 Seção Divisão Grupo Classe Subclasse

(continua) código CNAE 2.0 Seção Divisão Grupo Classe Subclasse (continua) A 01 AGRICULTURA, PECUÁRIA, PRODUÇÃO FLORESTAL, PESCA E AQÜICULTURA AGRICULTURA, PECUÁRIA E SERVIÇOS RELACIONADOS 01.1 Produção de lavouras temporárias 01.11-3 Cultivo de cereais 0111-3/01 Cultivo

Leia mais

REGIÃO LESTE. Fev.2016 INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS. Regional Vale do Aço - Ipatinga Regional Rio Doce Governador Valadares

REGIÃO LESTE. Fev.2016 INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS. Regional Vale do Aço - Ipatinga Regional Rio Doce Governador Valadares #2 INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS Fev.2016 REGIÃO LESTE Regional Vale do Aço - Ipatinga Regional Rio Doce Governador Valadares INDICADORES ANÁLISE SETORIAL TABELAS I N D I CADORES IN DUST RIAIS

Leia mais

Cultivo de outras oleaginosas de lavoura temporária não especificadas anteriormente

Cultivo de outras oleaginosas de lavoura temporária não especificadas anteriormente A AGRICULTURA, PECUÁRIA, PRODUÇÃO FLORESTAL, PESCA E AQÜICULTURA 01 AGRICULTURA, PECUÁRIA E SERVIÇOS RELACIONADOS 01.1 Produção de lavouras temporárias 01.11-3 Cultivo de cereais 0111-3/01 Cultivo de arroz

Leia mais

REGIÃO LESTE. Mar.2016 INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS. Regional Vale do Aço - Ipatinga Regional Rio Doce Governador Valadares

REGIÃO LESTE. Mar.2016 INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS. Regional Vale do Aço - Ipatinga Regional Rio Doce Governador Valadares #3 INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS Mar.2016 REGIÃO LESTE Regional Vale do Aço - Ipatinga Regional Rio Doce Governador Valadares INDICADORES ANÁLISE SETORIAL TABELAS I N D I CADORES IN DUST RIAIS

Leia mais

ANEXO III COMPOSIÇÃO DOS GRUPAMENTOS DE ATIVIDADE AGRÍCOLA

ANEXO III COMPOSIÇÃO DOS GRUPAMENTOS DE ATIVIDADE AGRÍCOLA ANEXO III COMPOSIÇÃO DOS GRUPAMENTOS DE ATIVIDADE CÓDIGO DENOMINAÇÕES Agricultura, pecuária e serviços relacionados com estas atividades 01101 Cultivo de arroz 01102 Cultivo de milho 01103 Cultivo de outros

Leia mais

Emprego Industrial em Mato Grosso do Sul

Emprego Industrial em Mato Grosso do Sul Comportamento do emprego formal na Indústria em Mato Grosso do Sul Julho registrou o quinto mês consecutivo com redução de postos de trabalho na Indústria sul-matogrossense. No mês, o saldo negativo para

Leia mais

Região Norte. Regional Maio 2015

Região Norte. Regional Maio 2015 Regional Maio 2015 O mapa mostra a divisão do estado de Minas Gerais para fins de planejamento. A região de planejamento Norte engloba a Fiemg Regional Norte, Vale do Jequitinhonha e Mucuri. Região Norte

Leia mais

Aspectos do comportamento da indústria brasileira no primeiro trimestre de Luiz Dias Bahia Nº 12

Aspectos do comportamento da indústria brasileira no primeiro trimestre de Luiz Dias Bahia Nº 12 Aspectos do comportamento da indústria brasileira no primeiro trimestre de 2013 Luiz Dias Bahia Nº 12 Brasília, julho de 2013 ASPECTOS DO COMPORTAMENTO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA NO PRIMEIRO TRIMESTRE DE

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO PORTARIA N.º 76, DE 1 DE NOVEMBRO DE 008 (DOU de 5/11/08 Seção 1 Págs. 7 a 77) Altera o Quadro I da Norma Regulamentadora n.º 4 A SECRETÁRIA

Leia mais

Nº 32 COMPORTAMENTO PRODUTIVO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA NO PRIMEIRO SEMESTRE DE Brasília, setembro de 2016.

Nº 32 COMPORTAMENTO PRODUTIVO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA NO PRIMEIRO SEMESTRE DE Brasília, setembro de 2016. COMPORTAMENTO PRODUTIVO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA NO PRIMEIRO SEMESTRE DE 2016 Luiz Dias Bahia Alexandre Messa Peixoto da Silva Nº 32 Brasília, setembro de 2016. As opiniões emitidas nesta publicação são

Leia mais

QUADRO Relação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE (Versão 2.0)

QUADRO Relação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE (Versão 2.0) QUADRO I (Alterado pela Portaria SIT n.º 76, de de novembro de 008) Relação da Classificação Nacional de Atividades Econômicas - CNAE (Versão.0)*, com correspondente Grau de Risco - GR para fins de dimensionamento

Leia mais

Região Norte. Regional Abril 2014

Região Norte. Regional Abril 2014 O mapa mostra a divisão do estado de Minas Gerais para fins de planejamento. A região de planejamento Norte engloba a Fiemg Regional Norte, Vale do Jequitinhonha e Mucuri. Região Norte GLOSSÁRIO Setores

Leia mais

Dados gerais referentes às empresas do setor industrial, por grupo de atividades - 2005

Dados gerais referentes às empresas do setor industrial, por grupo de atividades - 2005 Total... 147 358 6 443 364 1 255 903 923 1 233 256 750 157 359 927 105 804 733 1 192 717 909 681 401 937 511 315 972 C Indústrias extrativas... 3 019 126 018 38 315 470 32 463 760 4 145 236 2 657 977 35

Leia mais

Emprego Industrial em Mato Grosso do Sul

Emprego Industrial em Mato Grosso do Sul Comportamento do emprego formal na Indústria em Mato Grosso do Sul O emprego formal na Indústria sul-mato-grossense começou 2015 do mesmo modo que terminou 2014, com redução liquida de postos de trabalho.

Leia mais

Aspectos do Desempenho Produtivo da Indústria Brasileira no Primeiro Trimestre de Luiz Dias Bahia Nº 20. Brasília, junho de 2014

Aspectos do Desempenho Produtivo da Indústria Brasileira no Primeiro Trimestre de Luiz Dias Bahia Nº 20. Brasília, junho de 2014 1 Aspectos do Desempenho Produtivo da Indústria Brasileira no Primeiro Trimestre de 2014 Luiz Dias Bahia Nº 20 Brasília, junho de 2014 2 ASPECTOS DO DESEMPENHO PRODUTIVO DA INDÚSTRIA BRASILEIRA NO PRIMEIRO

Leia mais

Setor produtivo G12 - Outras Atividades Correlatas. Contém estabelecimentos. DESCRIÇÃO DO CNAE /01 Horticultura, exceto morango

Setor produtivo G12 - Outras Atividades Correlatas. Contém estabelecimentos. DESCRIÇÃO DO CNAE /01 Horticultura, exceto morango Setor produtivo G12 - Outras Atividades Correlatas. Contém 1286608 estabelecimentos. CNAE DESCRIÇÃO DO CNAE 0121-1/01 Horticultura, exceto morango 0132-6/00 Cultivo de uva 0141-5/01 Produção de sementes

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA Gabinete de Consultoria Legislativa DECRETO Nº 46.088, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008. (publicado no DOE nº 246, de 18 de dezembro de 2008) Modifica o Regulamento

Leia mais

IGP-M registra variação de 0,51% em março

IGP-M registra variação de 0,51% em março Segundo Decêndio Março de 2014 IGP-M registra variação de 0,51% em março O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) variou 0,51%, em março. Em fevereiro, o índice variou 1,29%. Em março de 2015, a variação

Leia mais

Emprego Industrial em Mato Grosso do Sul

Emprego Industrial em Mato Grosso do Sul Comportamento do emprego formal na Indústria em Mato Grosso do Sul A indústria voltou a registrar saldo positivo na geração de empregos. Até o momento, em 2016, o saldo das contratações nas atividades

Leia mais

lista setores 3 dig Lerner 3 dig IHH 3 dig correlação Aço Açúcar Açúcar e Álcool

lista setores 3 dig Lerner 3 dig IHH 3 dig correlação Aço Açúcar Açúcar e Álcool lista setores 3 dig Lerner 3 dig IHH 3 dig correlação Aço 0.260629942 0.100597642 0.219608483 Açúcar 0.055219472 0.258237853 Açúcar e Álcool Integradas 0.063122945 0.02834294 Administração de Imóveis Próprios

Leia mais

TABELA 1 Estoque de emprego formal em Aracaju 2008

TABELA 1 Estoque de emprego formal em Aracaju 2008 PROJETO DE ACOMPANHAMENTO MENSAL DO MERCADO DE TRABALHO FORMAL DE ARACAJU E DA PESQUISA NACIONAL DA CESTA BÁSICA DO DIEESE TABELA Estoque de emprego formal em Aracaju 28 Setor IBGE Empregados em 3/2/28

Leia mais

Emprego Industrial em Mato Grosso do Sul

Emprego Industrial em Mato Grosso do Sul Comportamento do emprego formal na Indústria em Mato Grosso do Sul Dezembro 2016 A indústria estadual regularmente apresenta saldos negativos de contratação no último mês do ano. E esse comportamento se

Leia mais

PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM NOVEMBRO DE 2003:

PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM NOVEMBRO DE 2003: PRODUÇÃO INDUSTRIAL EM NOVEMBRO DE 2003: CONDIÇÕES ADVERSAS DO MERCADO INTERNO LIMITAM A RECUPERAÇÃO INDUSTRIAL Segundo o IBGE, em novembro, a produção industrial cresceu 0,8% na comparação com o mês outubro,

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA FAZENDA LB% ATIVIDADE ECONÔMICA Comércio a varejo de automóveis, camionetas e utilitários novos

GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA FAZENDA LB% ATIVIDADE ECONÔMICA Comércio a varejo de automóveis, camionetas e utilitários novos GOVERNO DO ESTADO DO TOCANTINS SECRETARIA DA FAZENDA ANEXO ÚNICO À PORTARIA SEFAZ N o 1799, de 30 de dezembro de 2002. (Redação dada pela Portaria nº 011 de 11.01.07). CÓDIGO CÓDIGO 1.0 2.0 LB% ATIVIDADE

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Dezembro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Dezembro Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Dezembro 2013 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM 2013 Exportações A contabilização como exportação de três plataformas de petróleo e gás somou

Leia mais

CIRCULAR Nº 19/2009. NF-e NOTA FISCAL ELETRÔNICA: NOVOS SEGMENTOS OBRIGADOS A PARTIR DE 2010

CIRCULAR Nº 19/2009. NF-e NOTA FISCAL ELETRÔNICA: NOVOS SEGMENTOS OBRIGADOS A PARTIR DE 2010 São Paulo, 03 de novembro de 2009. Prezado Cliente, CIRCULAR Nº 19/2009 NF-e NOTA FISCAL ELETRÔNICA: NOVOS SEGMENTOS OBRIGADOS A PARTIR DE 2010 A Nota Fiscal Eletrônica NF-e, modelo 55, de âmbito nacional,

Leia mais

Dispõe sobre a adoção, pela SRF, do novo Código Nacional de Atividades Econômicas - CNAE.

Dispõe sobre a adoção, pela SRF, do novo Código Nacional de Atividades Econômicas - CNAE. SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL INSTRUÇÃO NORMATIVA SRF Nº 26, DE 26 DE MAIO DE 1995 Dispõe sobre a adoção, pela SRF, do novo Código Nacional de Atividades Econômicas - CNAE. Nota: Formalmente revogada,

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Julho Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Julho Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Julho 2015 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM JULHO Exportações As exportações da indústria atingiram o nível mais baixo desde 2006 para o

Leia mais

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Agosto Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS

Balança Comercial do Rio Grande do Sul Agosto Unidade de Estudos Econômicos UNIDADE DE ESTUDOS ECONÔMICOS Balança Comercial do Rio Grande do Sul Agosto 2015 Unidade de Estudos Econômicos O COMÉRCIO EXTERIOR DO RS EM AGOSTO Exportações As exportações da indústria registraram o nível mais baixo para o mês desde

Leia mais

IGP-M registra variação de 0,33% em abril

IGP-M registra variação de 0,33% em abril Segundo Decêndio Março de 2014 IGP-M registra variação de 0,33% em abril O Índice Geral de Preços Mercado (IGP-M) variou 0,33%, em abril. Em março, o índice variou 0,51%. Em abril de 2015, a variação foi

Leia mais

CADASTRO COMERCIAL. Regime de inscrição no cadastro dos estabelecimentos comerciais. Decreto-Lei nº 48/2011, de 1 de abril Artigo 14º

CADASTRO COMERCIAL. Regime de inscrição no cadastro dos estabelecimentos comerciais. Decreto-Lei nº 48/2011, de 1 de abril Artigo 14º CADASTRO COMERCIAL Regime de inscrição no cadastro dos estabelecimentos comerciais Decreto-Lei nº 48/2011, de 1 de abril Artigo 14º SUBSECÇÃO III Cadastro comercial Artigo 14.º Regime de inscrição no cadastro

Leia mais

SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO

SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO MÓDULO 11 SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO 11.1 SERVIÇO ESPECIALIZADO EM ENGENHARIA DE SEGURANÇA E MEDICINA DO TRABALHO DEPARTAMENTO DE PESSOAL MANUAL DE PROCEDIMENTOS SUMÁRIO ASSUNTO PÁGINA 11.1. SERVIÇO

Leia mais

DECRETO N , DE 29 DE NOVEMBRO DE 2004

DECRETO N , DE 29 DE NOVEMBRO DE 2004 D.O.M. de 29/11/04 DECRETO N. 15.358, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2004 Altera o Anexo I do Cadastro Geral de Atividades do Município (CGA) e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DO SALVADOR, CAPITAL DO

Leia mais

Alameda Carlos Lacerda, 449 Sala 102 e 103 Liberdade Tel.

Alameda Carlos Lacerda, 449 Sala 102 e 103 Liberdade Tel. Tabela do Simples Nacional - Completa Confira as Atividades, CNAE e alíquotas das atividades permitidas no Simples Nacional. atualizado em 06/11/2014 Tabela Simples Nacional - Completa *Alíquota inicial

Leia mais

Relação de códigos CNAE a que se refere o artigo 1º da Resolução SEFAZ nº 266/09.

Relação de códigos CNAE a que se refere o artigo 1º da Resolução SEFAZ nº 266/09. ANEXO ÚNICO Relação de códigos CNAE a que se refere o artigo 1º da Resolução SEFAZ nº 266/09. CNAE Descrição CNAE Início da obrigatoriedade 0722701 Extração de minério de estanho 0722702 Beneficiamento

Leia mais

Emprego Industrial em Mato Grosso do Sul

Emprego Industrial em Mato Grosso do Sul Comportamento do emprego formal na Indústria em Mato Grosso do Sul A indústria registrou mais um mês com saldo positivo na geração de empregos. Até o momento, em 2016, o saldo das contratações nas atividades

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA DA CPRH Nº 006/2015

INSTRUÇÃO NORMATIVA DA CPRH Nº 006/2015 INSTRUÇÃO NORMATIVA DA CPRH Nº 006/2015 Altera o Anexo Único da Instrução Normativa CPRH nº 005/2014. A Diretora Presidente da AGÊNCIA ESTADUAL DE MEIO AMBIENTE - CPRH, no uso da atribuição que lhe confere

Leia mais

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA DE ESTÍMULO À CIDADANIA FISCAL. Mês/Ano - Código de Nacional de Atividade Econômica - CNAE

CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA DE ESTÍMULO À CIDADANIA FISCAL. Mês/Ano - Código de Nacional de Atividade Econômica - CNAE CRONOGRAMA DE IMPLEMENTAÇÃO DO PROGRAMA DE ESTÍMULO À CIDADANIA FISCAL Mês/Ano - Código de Nacional de Atividade Econômica - CNAE OUTUBRO/2007 5611_2/01 - RESTAURANTES E SIMILARES NOVEMBRO/2007 4721_1/01

Leia mais

Ass.: Programa BNDES de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda BNDES Progeren

Ass.: Programa BNDES de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda BNDES Progeren Classificação: Documento Ostensivo Unidade Gestora: AOI CIRCULAR Nº 69/2012-BNDES Rio de Janeiro, 23 de novembro de 2012. Ref.: Produto BNDES Automático Ass.: Programa BNDES de Apoio ao Fortalecimento

Leia mais

Coeficientes de Exportação e Importação

Coeficientes de Exportação e Importação Coeficientes de Exportação e Importação Resultados de 2011 Roberto Giannetti da Fonseca Diretor Titular São Paulo, 07 de fevereiro de 2012 Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior -

Leia mais

ANEXO ÚNICO DA RESOLUÇÃO SEFAZ Nº 433/2011 (ART. 1º DA RESOLUÇÃO SEFAZ Nº 266/2009)

ANEXO ÚNICO DA RESOLUÇÃO SEFAZ Nº 433/2011 (ART. 1º DA RESOLUÇÃO SEFAZ Nº 266/2009) ANEXO ÚNICO DA RESOLUÇÃO SEFAZ Nº 433/2011 (ART. 1º DA RESOLUÇÃO SEFAZ Nº 266/2009) CNAE Descrição CNAE Início da obrigatoriedade 722701 Extração de minério de estanho 722702 Beneficiamento de minério

Leia mais

Triângulo Mineiro. Regional Setembro 2010

Triângulo Mineiro. Regional Setembro 2010 Triângulo Mineiro O mapa mostra a Divisão do estado de Minas Gerais para fins de planejamento. A região de planejamento Triângulo engloba as Regionais Fiemg Pontal do Triângulo, Vale do Paranaíba e Vale

Leia mais

ATIVIDADES IMPEDIDAS, PERMITIDAS E SEUS ANEXOS

ATIVIDADES IMPEDIDAS, PERMITIDAS E SEUS ANEXOS ATIVIDADES IMPEDIDAS, PERMITIDAS E SEUS ANEXOS Conforme previsto na lei complementar nº 123 de 2006, a pessoa jurídica enquadrada no Simples Nacional, deve considerar destacadamente cada atividade desenvolvida

Leia mais

PORTARIA SIT DSST Nº 01, DE

PORTARIA SIT DSST Nº 01, DE PORTARIA SIT DSST Nº 01, DE 12-05-1995 O Secretário-Adjunto de Segurança e Saúde no Trabalho, no uso de suas atribuições legais, e CONSIDERANDO o disposto no artigo 162 da Consolidação das Leis do Trabalho

Leia mais

#12. dez.2016 INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO FATURAMENTO REAL UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA

#12. dez.2016 INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO FATURAMENTO REAL UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA INDICADORES INDUSTRIAIS DE MINAS GERAIS #12 dez.2016 1 2 3 4 5 6 FATURAMENTO REAL HORAS TRABALHADAS NA PRODUÇÃO EMPREGO MASSA SALARIAL E RENDIMENTO MÉDIO REAL UTILIZAÇÃO DA CAPACIDADE INSTALADA ANÁLISE

Leia mais

Relatório Trabalhista

Relatório Trabalhista www.sato.adm.br 1987 legislação consultoria assessoria informativos treinamento auditoria pesquisa qualidade Relatório Trabalhista Nº 04 9/05/1995 GRAU DE RISCO - REDIMENSIONAMENTO DA CIPA E SESMT - ALTERAÇÃO

Leia mais

ANEXO II AO DECRETO N o

ANEXO II AO DECRETO N o ANEXO II AO DECRETO N o 22.831 Atividades de alto risco para empresas não enquadradas na Lei Complementar Federal n o 123/2006 Certificado de Vistoria do Corpo de Bombeiros obrigatório para Licença de

Leia mais

ano XVI, n 6, junho de 2012

ano XVI, n 6, junho de 2012 ,, junho de 2012 EM FOCO O índice de preços das exportações apresentou alta de 0,3% em maio na comparação com abril, causada pela evolução positiva em produtos básicos e manufaturados (0,4%). Contudo,

Leia mais

ANEXO II ATIVIDADES DE ALTO RISCO - EXCETO MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL CNAE DESCRIÇÃO

ANEXO II ATIVIDADES DE ALTO RISCO - EXCETO MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL CNAE DESCRIÇÃO Resolução Nº 022 - CGSIM ANEXO I ATIVIDADES DE ALTO RISCO - MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL CNAE DESCRIÇÃO 0161-0/01 Serviço de pulverização e controle de pragas agrícolas 1510-6/00 Curtimento e outras preparações

Leia mais

Setores - Produtos Importado

Setores - Produtos Importado Dados Setor Soma de 1996 Soma de 2007 Sementes 782,500.00 92,212,831.00 Cereais 34,227,662.00 9,718,570.00 Carnes - 9,364,400.00 Resíduos Metálicos 279,675.00 4,695,119.00 Leveduras 3,500.00 4,508,636.00

Leia mais

ESTIMATIVA DO PIB INDUSTRIAL DO ESTADO DO TOCANTINS 2002 A 2014

ESTIMATIVA DO PIB INDUSTRIAL DO ESTADO DO TOCANTINS 2002 A 2014 ESTIMATIVA DO PIB INDUSTRIAL DO ESTADO DO TOCANTINS 22 A 214 PALMAS - TO, Março de 216 Sistema Federação das Indústrias do Estado do Tocantins Estimativa do PIB Industrial do Estado do Tocantins 22 a 214

Leia mais

Relatório Trabalhista

Relatório Trabalhista Rotinas de Pessoal & Recursos Humanos www.sato.adm.br - sato@sato.adm.br - fone/fax (11) 4742-6674 Desde 1987 Legislação Consultoria Assessoria Informativos Treinamento Auditoria Pesquisa Qualidade Relatório

Leia mais

NR 5 COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES (CIPA)

NR 5 COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES (CIPA) NR 5 COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES (CIPA) Transcrito pela Nutri Safety * DO OBJETIVO 5.1 A Comissão Interna de Prevenção de Acidentes - CIP A - tem como objetivo a prevenção de acidentes e

Leia mais

... CIRCULAR 175... NOTA FISCAL ELETRÔNICA - OBRIGATORIEDADE Cronograma de implantação

... CIRCULAR 175... NOTA FISCAL ELETRÔNICA - OBRIGATORIEDADE Cronograma de implantação ... CIRCULAR 175......... NOTA FISCAL ELETRÔNICA - OBRIGATORIEDADE Cronograma de implantação Prezado Cliente: Foi publicado o Protocolo ICMS 42 do DOU de 15/07/2009 onde tem por objetivo escalonar a ampliação

Leia mais

LISTA DE EXERCÌCIOS 1

LISTA DE EXERCÌCIOS 1 Faculdade Anhanguera de Guarulhos Rua do Rosário, 300, Centro - Guarulhos SP. Data: / / 2014 Nota: Nome RA Assinatura Ergonomia e Segurança do Trabalho José Jorge Alcoforado Curso/Turma Disciplina Professor

Leia mais

2790-2/01 Fabricação de eletrodos, contatos e outros artigos de carvão e grafita para uso elétrico, eletroímãs 3 e isoladores

2790-2/01 Fabricação de eletrodos, contatos e outros artigos de carvão e grafita para uso elétrico, eletroímãs 3 e isoladores 1 ANEXO I Relação de atividades preponderantes e correspondentes graus de risco (conforme a classificação nacional de atividades econômicas) Notas: 1. As alíquotas deste Anexo aplicam-se a fatos geradores

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO. PORTARIA Nº 14, DE 21 DE JUNHO DE 2007 (DOU de 26/06/07)

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO. PORTARIA Nº 14, DE 21 DE JUNHO DE 2007 (DOU de 26/06/07) MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO PORTARIA Nº 14, DE 21 DE JUNHO DE 2007 (DOU de 26/06/07) Altera os Quadros II e III da Norma Regulamentadora nº 5 A SECRETÁRIA DE INSPEÇÃO

Leia mais

Indicadores selecionados do RS*

Indicadores selecionados do RS* 67 Indicadores selecionados do RS* Tabela 1 Taxas de crescimento da produção, da área colhida e da produtividade dos principais produtos da lavoura no Rio Grande do Sul /06 PRODUTOS / 2006/ (1) Produção

Leia mais

RELAÇÃO DE ATIVIDADES PREPONDERANTES E CORRESPONDENTES GRAUS DE RISCO (CONFORME A CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS) SAT / RAT

RELAÇÃO DE ATIVIDADES PREPONDERANTES E CORRESPONDENTES GRAUS DE RISCO (CONFORME A CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS) SAT / RAT RELAÇÃO DE ATIVIDADES PREPONDERANTES E CORRESPONDENTES GRAUS DE RISCO (CONFORME A CLASSIFICAÇÃO NACIONAL DE ATIVIDADES ECONÔMICAS) SAT / RAT CNAE.0 Descrição Alíquota 0-/0 Cultivo de arroz 0-/0 Cultivo

Leia mais

Apropriação Imediata de Crédito do Ativo Imobilizado por Indústria

Apropriação Imediata de Crédito do Ativo Imobilizado por Indústria Apropriação Imediata de Crédito do Ativo Imobilizado por Indústria Apresentação Com satisfação, a Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais coloca à disposição de seus Sindicatos e empresas associadas

Leia mais

ano XVIII, n 1, Janeiro de 2014

ano XVIII, n 1, Janeiro de 2014 ano XVIII, n 1, Janeiro de 2014 EM FOCO O índice de preços das exportações encerrou o ano de 2013 com queda de 3,2% em relação ao ano anterior. A redução dos preços de exportação foi generalizada, afetando

Leia mais

O PREFEITO MUNICIPAL DE SANTO ESTEVÃO, no uso de suas atribuições legais;

O PREFEITO MUNICIPAL DE SANTO ESTEVÃO, no uso de suas atribuições legais; LEI MUNICIPAL Nº 254/2009. "Altera a Lei Municipal nº 148, de 19 de dezembro de 2005, que institui o Código Tributário e de Rendas do Município de Santo Estevão e concede remissão de débitos tributários

Leia mais

Código Denominação ANEXO ALÍQUOTA INICIAL* Cultivo de arroz I 4,00% Cultivo de milho I 4,00% Cultivo de trigo I 4,00%

Código Denominação ANEXO ALÍQUOTA INICIAL* Cultivo de arroz I 4,00% Cultivo de milho I 4,00% Cultivo de trigo I 4,00% A seguir, você encontra a Tabela Simples Nacional completa, incluindo cnaes, atividades, alíquotas e respectivos anexos (Tabela Simples Nacional por segmento). *Alíquota inicial = Faturamento até R$ 180.000

Leia mais

Edição ALERTA GERENCIAL. NOTA FISCAL ELETRÔNICA NF-e

Edição ALERTA GERENCIAL. NOTA FISCAL ELETRÔNICA NF-e Edição 12-12.03.2009 ALERTA GERENCIAL NOTA FISCAL ELETRÔNICA NF-e A partir de 1º abril de 2009, conforme Decreto Estadual RS nº 46.088/08, entra em vigor a terceira fase da obrigatoriedade da Nota Fiscal

Leia mais

Ass.: Programa BNDES de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda BNDES Progeren

Ass.: Programa BNDES de Apoio ao Fortalecimento da Capacidade de Geração de Emprego e Renda BNDES Progeren Classificação: Documento Ostensivo Unidade Gestora: AOI CIRCULAR SUP/AOI Nº 13/2014-BNDES Rio de Janeiro, 22 de abril de 2014. Ref.: Produto BNDES Automático Ass.: Programa BNDES de Apoio ao Fortalecimento

Leia mais

RELAÇÃO DE CURSOS SUPERIORES DA ÁREA TECNOLÓGICA DO SISTEMA CONFEA-CREA

RELAÇÃO DE CURSOS SUPERIORES DA ÁREA TECNOLÓGICA DO SISTEMA CONFEA-CREA APÊNDICE I RELAÇÃO DE CURSOS SUPERIORES DA ÁREA TECNOLÓGICA DO SISTEMA CONFEA-CREA Agrimensor Engenheiro Aeronáutico Engenheiro Agrícola Engenheiro Agrimensor Engenheiro Agrônomo Engenheiro Ambiental Engenheiro

Leia mais

DECRETO Nº 077, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2013.

DECRETO Nº 077, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2013. ESTADO DA BAHIA PREFEITURA MUNICIPAL DE CAETITÉ GABINETE DO PREFEITO DECRETO Nº 077, DE 05 DE DEZEMBRO DE 2013. DISPÕE SOBRE AS ATIVIDADES DE ALTO RISCO PARA MICROEMPREENDEDOR INDIVIDUAL MEI E PARA MICRO-EMPRESAS

Leia mais

PROTOCOLO ICMS 42, DE 3 DE JULHO DE 2009.

PROTOCOLO ICMS 42, DE 3 DE JULHO DE 2009. Publicado no DOU de 15.07.09 PROTOCOLO ICMS 42, DE 3 DE JULHO DE 2009. Estabelece a obrigatoriedade da utilização da Nota Fiscal Eletrônica (NFe) em substituição à Nota Fiscal, modelo 1 ou 1-A, pelo critério

Leia mais

CULTIVO DE OUTRAS OLEAGINOSAS DE LAVOURA TEMPORÁRIA NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE

CULTIVO DE OUTRAS OLEAGINOSAS DE LAVOURA TEMPORÁRIA NÃO ESPECIFICADAS ANTERIORMENTE ANEXO ÚNICO Decreto nº 2560 Anexo Único 001113010 CULTIVO DE ARROZ 001113011 CULTIVO DE MILHO 001113012 CULTIVO DE TRIGO 001113990 CULTIVO DE OUTROS CEREAIS NÃO ESPECIFICADOS 001121010 CULTIVO DE ALGODÃO

Leia mais

Descrição /01 ABATE DE AVES /02 ABATE DE PEQUENOS ANIMAIS

Descrição /01 ABATE DE AVES /02 ABATE DE PEQUENOS ANIMAIS CNAE 1012-1/01 ABATE DE AVES 1012-1/02 ABATE DE PEQUENOS ANIMAIS Descrição 1531-9/02 ACABAMENTO DE CALCADOS DE COURO SOB CONTRATO 7312-2/00 AGENCIAMENTO DE ESPACOS PARA PUBLICIDADE, EXCETO EM VEICULOS

Leia mais

CNAE FISCAL 2.2. Inscrição Obrigatória se a resposta à pergunta for SIM DESCRIÇAO. Obrigatória?

CNAE FISCAL 2.2. Inscrição Obrigatória se a resposta à pergunta for SIM DESCRIÇAO. Obrigatória? Esta tabela não se aplica para o MEI - Microempreendedor Individual. Para o MEI se aplica o Anexo XIII da Resolução CGSN nº 94, de 29 de novembro de 2011. INSCRIÇÃO ESTADUAL 0111-3/01 Cultivo de arroz

Leia mais

Coeficiente de Especializaçao dos Empregos na Industria Região Administrativa de Franca

Coeficiente de Especializaçao dos Empregos na Industria Região Administrativa de Franca Coeficiente de Especializaçao dos Empregos na Industria Região Administrativa de Franca Franca Total da Indústria NA NA Indústria Extrativa 0,157899 0,018606 Indústria de Transformação 99,842101 99,981394

Leia mais

Base legal: artigo 423-A do RICMS/SP, Cláusula vigésima sexta do Convênio ICMS n 110/2007. Ato COTEPE/ICMS n 37/2015.

Base legal: artigo 423-A do RICMS/SP, Cláusula vigésima sexta do Convênio ICMS n 110/2007. Ato COTEPE/ICMS n 37/2015. AGENDA TRIBUTÁRIA ICMS/SP PARA O MÊS DE MARÇO 01/03 3 Feira Entrega, por transmissão eletrônica de dados, pelo Transportador Revendedor Retalhista TRR, das informações relativas às operações interestaduais

Leia mais

Boletim da Balança Comercial do RS Dezembro de 2016

Boletim da Balança Comercial do RS Dezembro de 2016 Boletim da Balança Comercial do RS Dezembro de 2016 Tópicos 1. Exportações do Rio Grande do Sul Dezembro Setores de atividade CNAE 2.0 Principais destinos 2. Importações do Rio Grande do Sul Dezembro Setores

Leia mais

Base legal: artigo 423-A do RICMS/SP, Cláusula vigésima sexta do Convênio ICMS n 110/2007. Ato COTEPE/ICMS n 37/2015.

Base legal: artigo 423-A do RICMS/SP, Cláusula vigésima sexta do Convênio ICMS n 110/2007. Ato COTEPE/ICMS n 37/2015. AGENDA TRIBUTÁRIA ICMS/SP PARA O MÊS DE FEVEREIRO 02/02 3 Feira Principal COMBUSTÍVEIS Arquivo Magnético Entrega, por transmissão eletrônica de dados, pelo Transportador Revendedor Retalhista TRR, das

Leia mais

Manual de Segurança do Trabalho

Manual de Segurança do Trabalho 23 Manual de Segurança do Trabalho PROCEDIMENTOS JANEIRO/23 Segurança e saúde do trabalho Segurança do trabalho é o conjunto de medidas que são adotadas visando minimizar os acidentes de trabalho, doenças

Leia mais

ATIVIDADES PELA DELIBERAÇÃO CONSEMA 01/2014 EMPREENDIMENTOS E ATIVIDADES QUE CAUSAM OU POSSAM CAUSAR IMPACTO AMBIENTAL LOCAL

ATIVIDADES PELA DELIBERAÇÃO CONSEMA 01/2014 EMPREENDIMENTOS E ATIVIDADES QUE CAUSAM OU POSSAM CAUSAR IMPACTO AMBIENTAL LOCAL ATENÇÃO Com a publicação da Deliberação Normativa CONSEMA nº 01/2014 foram estabelecidas as diretrizes para o licenciamento ambiental municipal de empreendimentos ou atividades de potencial impacto local.

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E TECNOLOGICO JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO PIAUÍ ATIVIDADES ECONÔMICAS

GOVERNO DO ESTADO DO PIAUÍ SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E TECNOLOGICO JUNTA COMERCIAL DO ESTADO DO PIAUÍ ATIVIDADES ECONÔMICAS Página: 001 / 052 S ECONÔMICAS A 01 011 0111-3 0111-3/01 0111-3/02 0111-3/03 0111-3/99 0112-1 0112-1/01 0112-1/02 0112-1/99 0113-0 0113-0/00 0114-8 0114-8/00 0115-6 0115-6/00 0116-4 0116-4/01 0116-4/02

Leia mais

Atividades de jardins botânicos, zoológicos, parques nacionais, reservas ecológicas e áreas de proteção ambiental

Atividades de jardins botânicos, zoológicos, parques nacionais, reservas ecológicas e áreas de proteção ambiental 26 Quadro 7 considerando o núcleo da indústria criativa Fabricação de instrumentos musicais 32205 Construção de obras de arte especiais 42120 Edição de livros 58115 Edição de jornais 58123 Edição de revistas

Leia mais

Sem plataformas de petróleo parcela exportada da indústria cairia em 2013.

Sem plataformas de petróleo parcela exportada da indústria cairia em 2013. Informativo trimestral 4º trimestre de 2013 Para mais informações www.fiesp.com.br São Paulo, 19 de fevereiro de 2014 Sem plataformas de petróleo parcela exportada da indústria cairia em 2013. Coeficiente

Leia mais

FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho. Módulo de Hospitalar e Agroindústria AULA 1 Prof.º Cleverson Luis

FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho. Módulo de Hospitalar e Agroindústria AULA 1 Prof.º Cleverson Luis FTST Formação Técnica em Segurança do Trabalho Módulo de Hospitalar e Agroindústria AULA 1 Prof.º Cleverson Luis Competências a serem trabalhadas nesta aula Conhecer o segmento econômico da Agroindústria

Leia mais

R$ ,50 R$ ,00 R$ ,50 19/08/ /08/ /2015 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DO ARROZ

R$ ,50 R$ ,00 R$ ,50 19/08/ /08/ /2015 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DO ARROZ Categoria do Convênio: Projeto Setorial - PS Objetivo: Promover as exportações e a internacionalização de empresas brasileiras 33-08/2015 ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DA INDÚSTRIA DO ARROZ R$ 1.991.957,50 R$

Leia mais

Anexo IV Tabela de alíquotas para cálculo da Taxa de Fiscalização de Localização, de Instalação e Funcionamento.

Anexo IV Tabela de alíquotas para cálculo da Taxa de Fiscalização de Localização, de Instalação e Funcionamento. Anexo IV Tabela de alíquotas para cálculo da Taxa de Fiscalização de Localização, de Instalação e Funcionamento. CNAE Serviço Descrição da Atividade TLLF (UFIR- RB) 0111-3/01- CULTIVO DE ARROZ 66.393 0111-3/02-

Leia mais

DECRETO Nº. 194/2014

DECRETO Nº. 194/2014 ANO. 2014 DO MUNICÍPIO DE CONCEIÇÃO DA FEIRA - BAHIA 1 A Prefeitura Municipal de Conceição da Feira, Estado Da Bahia Visando a Transparência dos Seus Atos Vem PUBLICAR. DECRETO Nº. 194/2014 Dispõe sobre

Leia mais

..:: FEPAM - Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luis... http://www.fepam.rs.gov.br/central/licenc_munic_ativ.asp?municipio...

..:: FEPAM - Fundação Estadual de Proteção Ambiental Henrique Luis... http://www.fepam.rs.gov.br/central/licenc_munic_ativ.asp?municipio... ..:: FEPAM - Fundação Estadual Proteção Ambiental Henrique Luis... http://www.fepam.rs.gov.br/central/licenc_munic_ativ.asp?municipio... 1 8 /10/01 13:36 CONVÊNIOS POR MUNICÍPIO E PORTE MUNICÍPIO: CANOAS

Leia mais