DIÁRIO OFICIAL. DO MUNICÍPIO - DOM Órgão de Comunicação Oficial da PMT Ano Nº de novembro de Atos do Poder Legislativo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DIÁRIO OFICIAL. DO MUNICÍPIO - DOM Órgão de Comunicação Oficial da PMT Ano 2007 - Nº 1.188-09 de novembro de 2007. Atos do Poder Legislativo"

Transcrição

1 DO MUNICÍPIO - DOM Órgão de Comunicação Oficial da PMT Ano Nº de novembro de 2007 Prefeitura Municipal de Teresina DIÁRIO OFICIAL Atos do Poder Legislativo LEI Nº 3.700, DE 7 DE NOVEMBRO DE Dispõe sobre serviços de saúde controle de vetores e pragas urbanas e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, ESTADO DO PIAUÍ Faço saber que a Câmara Municipal de Teresina aprovou e eu sanciono a seguinte Lei: Art. 1º O serviço de manejo orientado de vetores e pragas urbanas envolvendo a utilização de desinfestantes domissanitários de uso profissional somente poderá ser executado, dentro do Município de Teresina, por empresas especializadas em Atividades de imunização e controle de pragas, devidamente licenciadas junto à Autoridade Sanitária do Município de Teresina, e possuir responsável técnico de nível Superior, e estarem, empresa e responsável, devidamente registrados no Conselho de classe correspondente. Art. 2º As empresas especializadas no manejo orientado de vetores e pragas urbanas poderão atuar em domicílios e suas áreas comuns, no interior de instalações, em edifícios públicos ou privados, em estabelecimentos industriais, comerciais e de prestação de serviço de saúde, transportes coletivos, ambientes afins, inclusive em logradouros públicos. Art. 3 A empresa especializada no controle de vetores e pragas poderá atuar no município de Teresina, desde que atenda às Legislações Municipais de Teresina e esteja devidamente registrada na Prefeitura Municipal de Teresina, com alvará atualizado, junto ao Cadastro Municipal do Comércio CMC. Art. 4º A prestação de serviço de manejo orientado de vetores e pragas urbanas no Município de Teresina por empresas de outros Municípios de todos os estados membros brasileiros, implica que a empresa esteja capacitada tecnicamente e atenda as exigências legais para o transporte de desinfestantes domissanitários de uso profissional, segurança do trabalhador e proteção do meio ambiente, particularmente quanto ao descarte de embalagens. Parágrafo único. As empresas referidas no caput somente poderão atuar no Município de Teresina, se atenderem ás legislações municipais pertinentes e mantiverem cadastro na Prefeitura Municipal de Teresina, com seu respectivo registro no CMC cadastro municipal do comércio e devidamente licenciada junto a Vigilância Sanitária do Município de Teresina, e atenda todas as recomendações das Normas Técnicas para empresas especializadas no controle de vetores e pragas urbanas. Art. 5º A localização da sede da empresa controladora deve estar compatível com a Lei do Uso do Solo do Município de Teresina. 1 Em hipótese alguma será permitida sua localização em áreas predominantemente residenciais. 2 A empresa deverá instalar-se no imóvel de uso exclusivo para desenvolvimento da sua atividade, não sendo permitida a divisão do imóvel como escritório e residência ao mesmo tempo. 3 A empresa não poderá instalar-se em locais que tenham por vizinhança unidades de saúde, residências e estabelecimentos comerciais que manipulam alimentos. Art. 6º Toda empresa especializada no manejo orientado de vetores e pragas sinantrópicas para prestar os serviços típicos de sua categoria, no Município de Teresina, deverá estar cadastrada na PMT, com alvará e licença sanitária atualizados. Art. 7 Os procedimentos licitatórios para a contratação de empresas controladoras de vetores e pragas urbanas deverão ser individualizados e diferenciados daqueles de limpeza, conservação e qualquer outro que não seja especificamente o do objeto desta Lei. Art. 8 O manejo orientado de vetores deverá ser executado de acordo com as determinações dos órgãos governamentais que tenham competência para estabelecer a necessidade do referido controle, seja sob a forma de medidas de ações preventivas ou de controle, em locais aonde existam riscos de epidemia. Parágrafo único. Nos casos de epidemia previstos no caput, todos os munícipes deverão adotar o manejo orientado dos vetores em seus imóveis. Art. 9 A atuação das empresas controladoras, quando contratadas, compreenderá também o fornecimento de informações aos clientes, garantido lhes conhecimento específicos de conscientização da desinfestação feita, indicando, de forma clara, elementos de auxilio na implantação e no desenvolvimento do monitoramento e da metodologia da modalidade de manejo orientado que estará realizando. Art. 10. As empresas a exercerem a atividade de prestação de serviço em manejo orientado de Vetores e Pragas urbanas somente serão consideradas habilitadas ao exercício de atividade se preencherem os requisitos da Norma Técnica, vigente no Município de Teresina, para empresa de controle de pragas. Parágrafo único. Caberá a Gerência de Vigilância Sanitária de Teresina fiscalizar as empresas especializadas no controle de vetores e pragas urbanas. Art. 11. Toda empresa controladora de vetores deve manter em seu quadro de fun- Serviço Financeiro SALÁRIO MÍNIMO (R$) Abril ,00 Maio ,00 Junho ,00 Julho ,00 Agosto ,00 Setembro ,00 Outubro ,00 Novembro ,00 TAXA SELIC (%) Abril... 0,94 Maio... 1,03 Junho... 0,91 Julho... 0,97 Agosto... 0,99 Setembro... 0,80 Outubro... 0,93 Novembro... TJLP (% ao ano) Abril... 6,50 Maio... 6,50 Junho... 6,50 Julho... 6,25 Agosto... 6,25 Setembro... 6,25 Outubro... 6,25 Novembro... 6,25 POUPANÇA (% - 1º dia do mês) Abril... 0,6278 Maio... 0,6697 Junho... 0,5959 Julho... 0,6476 Agosto... 0,6473 Setembro... 0,5354 Outubro... 0,6148 Novembro... 0,5593 TR (% - 1º dia do mês) Abril... 0,1272 Maio... 0,1689 Junho... 0,0954 Julho... 0,1469 Agosto... 0,1466 Setembro... 0,0352 Outubro... 0,1142 Novembro... 0,0590 Sumário Atos do Poder Legislativo... 1 Atos do Poder Executivo Administração Direta Administração Indireta Comissão de Licitação Diário Oficial da Câmara... 50

2 2 Sexta-feira, 09 de novembro de 2007 DOM - Teresina - Ano nº cionários um responsável técnico, legalmente habilitado, de nível superior, que responderá pela qualidade, eficácia, segurança e supervisão dos serviços prestados, treinamento dos funcionários e especificação da aquisição e do uso de produtos desinfestantes domissanitários de uso profissional. Parágrafo único. Para a categoria de responsável técnico é obrigatória à contratação de profissional de nível superior, que detenha informações referentes à toxicologia, hábitos e características dos vetores e pragas urbanas, compreendendo o risco epidemiológico, equipamentos e métodos de aplicação, produtos, composição e uso, conhecedor de cautelas que objetivem evitar danos e minimizar os riscos à saúde do usuário do serviço, do operador, sem qualquer prejuízo ao meio ambiente. Art. 12. As empresas serão obrigadas a fornecer um comprovante de execução do serviço, imediatamente após a execução, contendo todas as informações do modelo proposto na norma técnica para o controle de pragas urbanas. Parágrafo único. O prazo de assistência técnica garantida para o serviço prestado dependerá da avaliação técnica efetuada pela empresa, e deverá constar na proposta de serviço, no certificado de garantia de execução de serviço, não podendo ser superior a noventa dias. Art. 13. As empresas especializadas em manejo orientado de vetores e pragas sinantrópicas deverão estar registradas nos Conselhos Regionais correspondentes à profissão do seu técnico responsável, que também deve manter registro junto ao respectivo conselho. Art. 14. Aplicadora de Saneantes Domissanitários é o termo empregado, exclusivamente, à empresa Controladora de Vetores e Pragas Sinantrópicas. 1 Para as finalidades desta Lei, a denominação referida no caput não inclui empresas prestadoras de serviço de higiene, asseio e conservação que utilizem produtos de limpeza também denominados saneantes domissanitários. 2 As empresas prestadoras de serviço de higiene, asseio e conservação, incluindo a limpeza de caixa d água, tratamento para degradação de matéria orgânica, redução de odores em sistemas sépticos, tubulações sanitárias e outros sistemas semelhantes com produtos biológicos; limpeza e manutenção de sistemas de climatização, estão sujeitas a Licença de Funcionamento junto à Gevisa e alvará da Prefeitura de Teresina e não podem realizar serviços de manejo orientado de vetores e pragas sinantrópicas. 3 A proibição do caput não se aplica a empresas credenciadas e licenciadas, na forma da lei, para a exploração de cada uma das atividades que se refere distintamente. Art. 15. As instalações das empresas deverão atender às exigências legais vigentes quanto à edificação e os requisitos técnicos concernentes aos estabelecimentos de trabalho em geral, definidos pelo Ministério do Trabalho, no que lhes for aplicável. Art. 16. A edificação terá ainda área e construção adequadas para facilitar as operações relativas ás atividades propostas a sua manutenção, com espaço suficiente para a guarda dos equipamentos de aplicação e de proteção individual, estocagem e diluição dos desinfestantes domissanitários de uso profissional, armazenagem de embalagens vazias. 1 É obrigatório, nas dependências da empresa, local independente armazenagem dos desinfestantes domissanitários de uso profissional, de acordo com a quantidade existente. 2 É obrigatório que a empresa mantenha em suas dependências local para a guarda dos equipamentos de aplicação e de proteção individual, devidamente identificados. 3 É obrigatório à manutenção pela empresa de um recinto especial e separado para armazenar substâncias inflamáveis com risco de explosão. 4 É obrigatório à existência de local para armazenagem adequada das embalagens vazias de produtos químicos. 5 A empresa deverá manter vestiário(s) com instalações sanitárias e chuveiros, de acordo com a legislação vigente; com armários individual para cada funcionário, dotado de dois compartimentos independentes, sendo um para a roupa limpa e outro para a roupa impregnada de desinfestantes domissanitários. 6 É imprescindível à instalação de equipamento de proteção coletiva contra incêndio e segurança do trabalho (lava-olhos, etc.) para os locais onde os desinfestantes domissanitários de uso profissional es- Municipal PrefeituraDOM de Teresina Órgão destinado à publicação de atos normativos CHARLES CARVALHO CAMILO DA SILVEIRA Secretário Municipal de Governo SÉRGIO WILSON LOPES SOARES Assistente Jurídico do Prefeito MARCÍLIO FERNANDO RÊGO Procurador Geral do Município CRISTIANE LIMA VENTURA Secretária Municipal de Comunicação Social LUCIANO NUNES SANTOS FILHO Sec. Mun. de Administração e Recursos Humanos FELIPE MENDES DE OLIVEIRA Secretário Municipal de Finanças ANTÔNIO DE ALMENDRA FREITAS NETO Sec. Municipal de Planejamento e Coordenação WASHINGTON LUIS DE SOUSA BONFIM Secretário Municipal de Educação e Cultura RENATO PIRES BERGER Secretário Municipal de Esportes e Lazer PEDRO FERREIRA DE LIMA Sec. Municipal de Desenvolvimento Econômico ESTADO DO PIAUÍ PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA FRANCISCO CARLOS NOGUEIRA DA COSTA Sec. Mun. do Trabalho, Cidadania e Assistência Social JOAQUIM DE ALENCAR BEZERRA FILHO Secretário Municipal da Juventude WALDEMAR RODRIGUES Sec. Mun. de Meio Ambiente e Recursos Hídricos SILVIO MENDES DE OLIVEIRA FILHO Prefeito Municipal de Teresina ELMANO FERRER DE ALMEIDA Vice-Prefeito JOÃO ORLANDO RIBEIRO GONÇALVES Presidente da Fundação Municipal de Saúde JOSÉ REIS PEREIRA Presidente da Fundação Cultural Mons. Chaves ANTONIO JOSÉ DE MIRANDA DANTAS Presidente da Fundação Wall Ferraz MIGUEL ANTONIO DE OLIVEIRA NETO Presidente da PRODATER ACELINO MARTINS PORTELA Presidente da ETURB RAIMUNDO EUGÊNIO BARBOSA DOS S. ROCHA Presidente do IPMT PAULO FERNANDES FORTES FILHO Superintendente de Desenvolvimento Rural JOSÉ JOÃO MAGALHÃES BRAGA JÚNIOR Superintendente de Desenvolvimento Urbano/ Centro-Norte MARCO ANTONIO PARENTE ELVAS COELHO Superintendente de Desenvolvimento Urbano/Sul MARCO ANTÔNIO AYRES CORRÊA LIMA Superintendente de Desenvolvimento Urbano/Leste JOÃO EULÁLIO DE PÁDUA Superintendente de Desenvolvimento Urbano/ Sudeste FRANCISCO GERARDO DA SILVA Superintendente da STRANS SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO DEPARTAMENTO DE IMPRENSA OFICIAL Rua Firmino Pires, Centro - Teresina - Piauí Diário Oficial do Município - Teresina Ano Nº de novembro de 2007 Luciano Nunes Santos Filho Secretário de Administração Sylvia Soares Oliveira Portela Diretora Gardene Batista Ferreira Divisão de Edição e Distribuição Impresso na PRODATER pelo sistema laser/digital INFORME ASSINATURA Serviço de Assinatura e Circulação do D.O.M. Telefone: ramal 310 Horário: 7:30 às 14:00 horas Preço unitário: R$ 2,00 TIRAGEM: 200 EXEMPLARES ESTA EDIÇÃO É COMPOSTA DE 52 PÁGINAS

3 DOM - Teresina - Ano nº Sexta-feira, 09 de novembro de tão armazenados ou são manipulados. 7 É imprescindível que as instalações da empresa tenham ventilação e iluminação adequadas, armações e armários específicos, aparelhos, utensílios e vasilhames necessários às suas finalidades. 8 O veículo da empresa deve ser adequado às finalidades que se destina e estar em perfeitas condições de funcionamento para a locomoção dos aplicadores, transporte dos equipamentos de aplicação e produtos. Art. 17. Toda empresa que explore o ramo de controle de vetores e pragas urbanas deverá ter Responsável Técnico, legalmente habilitado para o exercício das funções relativas aos aspectos técnicos de controle de pragas, devendo ser um profissional graduado em biologia, farmácia, química, engenharia química, engenharia agrônoma, engenharia florestal, ou em medicina veterinária. Parágrafo único. Nenhum profissional de nível médio poderá assumir as funções de Responsável Técnico por empresa especializada no controle de pragas urbanas. Art. 18. O responsável Técnico responde pela aquisição, utilização e manejo orientado dos produtos desinfestantes domissanitários de uso profissional utilizados, bem como pelo treinamento dos operadores. Art. 19. As empresas Especializadas em controle de vetores e pragas, somente poderão utilizar produtos desinfestantes domissanitários de uso profissional com registro junto ao órgão competente do Ministério da Saúde, observada a técnica de aplicação e concentração máxima especificada, atendendo as instruções dos fabricantes, contidas no rótulo e obedecendo a legislação pertinente. Art. 20. O descumprimento desta Lei, mesmo que parcialmente, sujeitará o infrator a aplicação de advertência e multa nos termos do Código Sanitário de Teresina. Art. 21. Para os fins do fiel cumprimento desta Lei fica aprovado o Manual de Normas Técnicas para Empresas Prestadoras de Serviços em Controle de Vetores e Pragas Urbanas anexo único desta Lei. Art. 22. Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação. Gabinete do Prefeito Municipal de Teresina (PI), em 7 de novembro de SÍLVIO MENDES DE OLIVEIRA FILHO Prefeito de Teresina Esta Lei foi sancionada e numerada aos sete dias do mês de novembro do ano dois mil e sete. CHARLES CARVALHO CAMILLO DA SILVEIRA Secretário Municipal de Governo NORMA TÉCNICA PARA EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇOS EM CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS NO MUNICÍPIO DE TERESINA LEI MUNICIPAL DE CONTROLE DE PRAGAS ANEXO ÚNICO 1- OBJETIVO A presente norma tem como objeto fixar diretrizes, definições, condições gerais e específicas para o funcionamento das empresas Controladoras de Vetores e Pragas Urbanas, visando o cumprimento das Boas Práticas Operacionais, a fim de garantir a qualidade e a segurança do serviço prestado, de forma a minimizar o impacto ambiental, o risco à saúde do usuário e do trabalhador. 2- DOCUMENTOS COMPLEMENTARES Na aplicação desta norma é necessário consultar: Lei Federal 6514 de 22 de dezembro de Lei Federal nº 6360 de 23 de setembro de 1976 Decreto Federal de 05 de janeiro de Lei de Crimes Ambientais n.º de 12 de fevereiro de Resolução RDC Nº 18/2000, de 29 de fevereiro de 2000 Para as finalidades desta norma são adotadas as seguintes definições: 3- DEFINIÇÕES Empresa Controladora de Vetores e Pragas Urbanas ou Entidade Especializada: Entende se por Controladoras de Pragas Urbanas as empresas licenciadas pela Autoridade Sanitária competente do Estado ou Município, especializadas na manipulação e aplicação de desinfetantes domissanitários (inseticidas, rodenticidas e repelentes), devidamente registrados no Ministério da Saúde, para o controle de insetos, roedores e de outros animais nocivos à saúde, em domicílios e suas áreas comuns, no interior de instalações, em edifícios públicos ou coletivos, em estabelecimentos industriais, comerciais e de prestação de Serviços de Saúde, transporte coletivo e ambientes afins, observadas as restrições de uso e segurança durante a sua aplicação e tendo um responsável técnico legalmente habilitado Pragas Urbanas - animais que infestam ambientes urbanos podendo causar agravos à saúde e/ou prejuízos econômicos Vetores - artrópodes ou outros invertebrados que transmitem infecções, através do carreamento externo (transmissão passiva ou mecânica) ou interno (transmissão biológica) de microorganismos Desinfetante Domissanitário ou Praguicida: Entende-se por Desinfetante, produto que mata, inativa ou repele organismos indesejáveis em plantas, em ambientes domésticos, sobre objetos e/ou superfícies inanimadas, e/ou ambientes. Compreende os inseticidas domissanitários, rodenticidas e repelentes Desinfetante domissanitário de uso profissional ou produto de venda restrita a entidades especializadas: São formulações que podem estar prontas para uso ou podem estar mais concentradas para posterior diluição ou outra manipulação autorizada, em local adequado e por pessoal especializado das empresas aplicadoras, imediatamente antes de serem utilizadas para a aplicação Ingrediente Ativo Substância presente na formulação para conferir eficácia do produto, segundo sua destinação Formulação Associação de ingredientes ativos, solventes, diluentes, aditivos, coadjuvantes, sinergistas, substancias inertes e outros componentes complementares para obtenção de um produto final útil e eficiente segundo seu propósito Controle Integrado de Pragas ou Manejo Integrado de Pragas: É um sistema que incorpora ações preventivas e corretivas destinadas a impedir que vetores e as pragas ambientais possam gerar problemas significativos. Visa minimizar o uso abusivo e indiscriminado de praguicidas. É uma seleção de métodos de controle e o desenvolvimento de critérios que garantam resultados favoráveis sob o ponto de vista higiênico, ecológico e econômico. Medidas preventivas - compreendem as Boas Práticas de Fabricação/Operação e os trabalhos de educação e treinamento, visando evitar infestações. Controle Químico - é aquele que visa eliminar as pragas a partir da utilização de praguicidas (desinsetização e desratização). O controle químico, apesar da ênfase maior em ações preventivas, também está presente, mas tem papel coadjuvante, complementar às orientações de limpeza e higiene. Medidas Corretivas - compreendem a implementação de barreiras físicas e armadilhas, sendo que tais medidas são complementadas pelo Controle Químico Licença de Funcionamento Habilita as empresas a exercerem a atividade de prestação de serviço em Controle de Vetores e Pragas Urbanas, e é concedida pelo Órgão Competente de Vigilância Sanitária do Município, atendidos os requisitos necessários estabelecidos na presente Norma Técnica. Os documentos exigidos para a solicitação de Licença constam de Portaria específica da Gerência de Vigilância Sanitária.

4 4 Sexta-feira, 09 de novembro de 2007 DOM - Teresina - Ano nº Representante Legal Sócio, diretor ou proprietário da empresa e que responde perante as autoridades legalmente estabelecidas, pelos atos da empresa Responsável Técnico Técnico legalmente habilitado, de nível superior, responsável pela qualidade, eficácia e segurança dos serviços prestados, sua supervisão, treinamento dos funcionários e aquisição de produtos desinfetantes domissanitários. A exigência de profissional de nível superior se justifica pela necessidade de amplo conhecimento para uma atuação responsável, incluindo informações referentes a toxicologia, hábitos e características dos vetores e pragas urbanas, equipamentos e métodos de aplicação, produtos composição e uso, considerando que o controle de pragas tem pôr finalidade evitar os danos ocasionados pelas pragas sem riscos à saúde do usuário do serviço, do operador e sem prejuízo ao meio ambiente Certificado ou Comprovante de Execução do serviço: Documento que as empresas são obrigadas a fornecer ao final de cada serviço executado, assinado pelo responsável técnico onde conste, pragas-alvo, nome e a composição qualitativa do produto ou associação utilizada, as proporções e a quantidade total empregada por área, bem como o antídoto a ser utilizado no caso de acidente, telefone do Centro de Controle de Intoxicação, situado no Município de Teresina, conforme modelo proposto no Anexo Proposta de Serviço ou Proposta Técnica Documento emitido pelas empresas, com numeração seqüencial, data, através do qual será apresentada a proposta de trabalho, contendo registro da avaliação técnica efetuada, especificando as pragas identificadas, definindo o tratamento a ser realizado, os produtos a serem utilizados e o método de aplicação dos mesmos, a possível data para a execução do serviço, bem como as orientações ao usuário referente ao preparo do local e as recomendações durante e após o tratamento. Este documento não tem a finalidade de orçamento comercial, porém a proposta técnica poderá acompanhar o orçamento comercial. O Anexo I apresenta o modelo da Proposta de Serviço. 4- DISPOSIÇÕES GERAIS Controle de pragas em grãos armazenados A execução do serviço de controle de pragas em grãos armazenados está sujeita a fiscalização do Ministério da Agricultura, pois requer a utilização de produtos agrotóxicos, portanto as empresas deverão estar devidamente legalizadas junto ao referido órgão, com técnico legalmente habilitado para esta atividade Aplicadora de Saneantes Domissanitários Termo empregado pela Norma Técnica Especial, aprovada pelo Decreto /78 à empresa Controladora de Vetores e Pragas Urbanas. Esta denominação induzia a erro pois, permitia por simples interpretação do título, a inclusão de empresas prestadoras de serviço de higiene, asseio e conservação, por utilizarem produtos de limpeza que também são denominados saneantes domissanitários. As empresas prestadoras de serviço de higiene, asseio e conservação, incluindo a limpeza de caixa d água, tratamento para degradação de matéria orgânica, redução de odores em sistemas sépticos, tubulações sanitárias e outros sistemas semelhantes com produtos biológicos; limpeza e manutenção de sistemas de climatização, não estão sujeitas a Licença de Funcionamento junto ao Órgão Competente de Vigilância Sanitária do Estado ou Município. 5- CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO As Empresas Controladoras de Vetores e Pragas Urbanas estão sujeitas a Licença de Funcionamento expedida pela Gerência de Vigilância Sanitária O serviço de controle de vetores e pragas envolvendo a utilização desinfestantes domissanitários de uso profissional, somente poderá ser executado por entidades especializadas devidamente licenciadas junto a Gerência de Vigilância Sanitária As Empresas Controladoras de Vetores e Pragas Urbanas poderão atuar em domicílios e suas áreas comuns, no interior de instalações, em edifícios públicos ou privados, em estabelecimentos industriais, comerciais e de prestação de serviços de saúde, transporte coletivo e ambiente afins, conforme definição do item Na execução de serviços de desinsetização e descupinização, a Empresa Controladora de Vetores e Pragas Urbanas deverá adotar as medidas necessárias para minimizar o impacto ambiental, considerando: Regiões onde o lençol freático for muito próximo do nível do solo, (particularmente regiões litorâneas). Áreas de preservação ambiental. Áreas de mananciais. Áreas onde há tratamento de esgoto individual, utilizando fossas sépticas Contrato Social: O contrato social deverá ter explícito no objeto social: atividades de Imunização e Controle de Vetores e Pragas Urbanas e ainda nele deverá constar o nome fantasia da empresa Localização A localização da controladora será compatível com o zoneamento municipal. Não será permitida sua localização em áreas predominantemente residenciais. Localizando-se em prédio de uso exclusivo para desenvolvimento desta atividade. 6- INSTALAÇÕES As instalações das empresas deverão atender as exigências legais vigentes quanto à edificação e os requisitos técnicos concernentes aos estabelecimentos de trabalho em geral, definidos pelo Ministério do Trabalho, no que lhes for aplicável. A edificação terá ainda área e construção adequada para facilitar as operações relativas às atividades propostas e sua manutenção, com espaço estocagem e diluição dos praguicidas, armazenagem de embalagens vazias, devendo obedecer as seguintes condições: suficiente para a guarda dos equipamentos de aplicação e de proteção individual, a) Local independente para armazenamento dos praguicidas, de acordo com o volume existente. b) Local para a guarda dos equipamentos de aplicação e de proteção individual, devidamente identificado. c) Recinto especial e separado para armazenar substâncias inflamáveis com risco de explosão; d) Local para armazenagem adequada de embalagens vazias. e) Local destinado à diluição ou fracionamento dos praguicidas ou ainda ao preparo de formulações com mesa ou bancada com tampo e pés revestidos com material liso, impermeável, lavável e resistente à ação dos solventes e demais produtos químicos. f) Tanque dotado de instalação hidráulica, para a lavagem do equipamento de aplicação e diluição de produtos. g) Vestiário, com instalações sanitárias, chuveiros, de acordo com a legislação vigente; e ainda com armário para cada funcionário, dotado de dois compartimentos independentes sendo um para a roupa limpa e outro para a roupa impregnada de praguicida. h) Equipamento de proteção coletiva contra incêndio e segurança do trabalho (lava-olhos, etc.) para os locais onde os praguicidas estão armazenados ou são manipulados. i) Ventilação e Iluminação adequada; j) Armações e armários adequados, aparelhos, utensílios, vasilhames necessários as suas finalidades. k) Veículo adequado em perfeitas condições de funcionamento para a locomoção dos aplicadores, transporte dos equipamentos de aplicação e produtos. 7- PESSOAL Responsável Técnico Toda empresa que atue neste setor deverá ter Responsável Técnico, de nível superior, legalmente habilitado, para o exercício das funções relativas aos aspectos técnicos do Serviço de Controle de Vetores e Pragas Urbanas, podendo ser os seguintes profissionais: biólogo, farmacêutico, químico, engenheiro químico, engenheiro agrônomo, engenheiro florestal, ou médico veterinário.

5 DOM - Teresina - Ano nº Sexta-feira, 09 de novembro de O Responsável Técnico responde pela aquisição, utilização e controle dos produtos desinfestantes domissanitários utilizados Aplicadores Os aplicadores de desinfestantes domissanitários deverão: a) estarem capacitados para desempenharem a função de, armazenamento manipulação, transporte e aplicação de desinfestantes domissanitários. Esta capacitação deverá ser atestada pelo Responsável Técnico. b) possuir obrigatoriamente cartão individual de identificação e habilitação Empresa Compete à empresa: Responsabilizar-se pelo treinamento dos seus funcionários, para habilitá-los à execução das atividades descritas no item a, mantendo registros dos treinamentos efetuados Atender as disposições legais estabelecidas pelo Ministério do Trabalho, em relação ao Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA -NR 9 Portaria 3214/78) considerando as medidas de controle e a necessidade da utilização de EPIs estabelecidas pelo mesmo, e ainda: a) Possuir normas de segurança escritas, incluindo procedimentos para o caso de ocorrência de acidentes durante qualquer atividade que envolva desinfestantes domissanitários. b) Selecionar o EPI adequado tecnicamente ao risco a que o trabalhador está exposto, considerando a atividade exercida. c) Estabelecer programa de treinamento dos aplicadores quanto procedimentos definidos pelas Normas de Segurança mencionadas e quanto à correta utilização e conservação dos EPIs, bem como orientar os funcionários sobre as limitações de proteção que o EPI oferece. d) Manter registro dos treinamentos citados no item c Adquirir e disponibilizar EPIs que atendam ao disposto na NR 6- Portaria 3214/78 do Ministério do Trabalho ou outra regulamentação vigente A elaboração do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO), conforme estabelece a NR 7 - Portaria 3214/ 78, o qual prevê a realização de exames médicos, admissional e periódico, como por exemplo o nível de colinesterase e protrombina Possibilitar aos aplicadores após a execução do serviço, a remoção dos resíduos de desinfestantes que possivelmente entraram em contato com a pele e com a vestimenta, através de banho e troca de roupa A responsabilidade pela lavagem dos uniformes utilizados no serviço de controle de vetores e pragas, podendo delega-la aos próprios funcionários ou a serviços especializados de terceiros Orientar e supervisionar esta lavagem, através de procedimentos escritos e registros, para que seja adequada e segura Motorista O motorista deverá ser capacitado especificamente para o transporte de produtos perigosos, conforme estabelece a legislação vigente do Ministério dos Transportes. 8 - PRODUTOS DESINFESTANTES DOMISSANITÁRIOS As empresas Controladoras de Vetores e Pragas Urbanas somente poderão utilizar produtos desinfestantes domissanitários com registro junto ao órgão competente do Ministério da Saúde, observada a técnica de aplicação e concentração máxima especificada, atendendo as instruções do fabricante, contidas no rótulo e obedecendo a legislação pertinente Somente serão permitidos desinfestantes domissanitários para venda a entidades especializadas produtos formulados cuja diluição final de uso apresente dose letal 50%, por via oral, para ratos brancos machos, superior a 2000 mg/kg de peso corpóreo para produtos sob a forma líquida, ou a 500 mg/kg de peso corpóreo para produtos sob a forma sólida, incluídos na classe III da Classificação de Pesticidas segundo Periculosidade, recomendada pela OMS excetuando-se os produtos rodenticidas com ação anticoagulante, ou conforme regulamentações estabelecidas pelo órgão competente do Ministério da Saúde. São permitidos para emprego em produtos rodenticidas domissanitários as substâncias ativas com monografia publicada pelo Ministério da Saúde conforme o uso domissanitário autorizado (item F.1 - Port /97). Estão proibidos os rodenticidas à base de alfanaftiltiouréia (ANTU), anidrido arsenioso, estrictinina, fosfetos metálicos, fósforo branco, monofluoroacetato (1080), monofluoroacetamida (1081), sais de bário e sais de tálio (item F.2 - Port /97). As formas de apresentação dos rodenticidas podem ser: a) Pós de contato. b) Iscas simples, parafinadas ou resinadas, na forma de grânulos, pellets ou blocos. Não são permitidas formulações líquidas, premidas ou não, póssolúveis, pós molháveis ou iscas em pó Os desinfestantes Domissanitários concentrados deverão ser armazenados em embalagem original, devidamente identificada com o rótulo do fabricante Qualquer embalagem contendo desinfestante domissanitário deverá ser armazenada adequadamente, devidamente identificada com o rótulo onde conste com exatidão a designação científica, a composição quali e quantitativa do conteúdo, além dos principais efeitos agudos e crônicos à saúde e o nome do fabricante Os solventes, propelentes e sinergistas utilizados pelas empresas, deverão obedecer ao Regulamento Técnico do Ministério da Saúde, (Portaria 321/97) Não permitida a utilização de substâncias aromatizantes ou outros atrativos associados às iscas rodenticidas que possibilite que o produto seja confundido com alimento. 9 - CONDIÇÕES DE OPERACIONALIZAÇÃO Condições de Armazenamento Deverão existir procedimentos de armazenagem e manuseio dos materiais, que estabeleçam as condições adequadas e evitem sua deterioração ou quaisquer danos aos mesmos, assim como os critérios de segurança para toda a operação Os produtos devem ser identificados a fim de evitar misturas e estarem dispostos de forma a favorecer sua utilização, em ordem cronológica de chegada, Os inseticidas deverão ser armazenados separados fisicamente dos rodenticidas O controle do estoque deverá ser realizado, estando devidamente registradas as entradas através das notas fiscais de compra e as saídas mediante as Propostas de Serviço e Certificados correspondentes Embalagens vazias, passíveis de tríplice lavagem, deverão ser armazenadas já limpas, para sua destinação posterior. As que não forem passíveis de lavagem serão armazenadas para serem destruídas através de processos como incineração, ou co-processamento em forno de clinquer. As embalagens, nas duas situações deverão estar devidamente identificadas A água utilizada na lavagem de frascos vazios deverá ser armazenada em recipiente adequado, podendo ser posteriormente utilizada na diluição de produtos, uma vez que esta água não pode ser descartada sem tratamento adequado Transporte de Produtos Desinfestantes Domissanitários O transporte de praguicidas, deverá atender às exigências da Regulamentação do Transporte de Produtos Perigosos, estabelecida pelo órgão competente do Ministério dos Transportes, sendo o Decreto nº de 18 de maio de 1998 e a Portaria nº 204 de 20 de maio de os regulamentos atualmente vigentes O transporte de praguicidas somente poderá ser feito em veículos de uso exclusivo da empresa, dotado de compartimento que isole os praguicidas dos ocupantes dos veículos O veículo apresentará, em local visível, identificação de que está transportando praguicida Os desinfestantes domissanitários somente poderão ser transportados para o local de aplicação de acordo com as informações

6 6 Sexta-feira, 09 de novembro de 2007 DOM - Teresina - Ano nº declaradas na Proposta de Serviço, na embalagem original do fabricante, ou fracionado em recipiente resistente para o transporte, tais como metálicos ou de plástico rígido reforçado, devidamente fechado e identificado, para diluição no local. O conteúdo deve ter dose única para diluição em pulverizador convencional. As iscas granuladas rodenticidas deverão estar acondicionadas em unidades de aplicação por foco e também devidamente identificadas Para cada desinfestante transportado existirá uma ficha de emergência, com as orientações e medidas de segurança, para o caso de acidente, bem como os materiais necessários para providenciar o isolamento da área e para as condutas de emergência em caso de acidente, conforme prevê o Regulamento do Ministério dos Transportes Os funcionários serão treinados para notificarem as autoridades competentes, aguardando socorro em casos de acidente e não abandonando o veículo no local Aplicação de Produtos Desinfestantes Domissanitários O equipamento de aplicação de desinfestantes domissanitários deverá ser adequado ao tipo de utilização e estar em perfeitas condições de uso Os equipamentos de aplicação e recipientes contendo desinfestantes domissanitários deverão ter rótulos que especifiquem a composição qualitativa e quantitativa do produto em questão A manipulação e aplicação de produtos só poderá ser efetuada por funcionários devidamente treinados, identificados, uniformizados e portando equipamentos de proteção individual (EPI) adequados A aplicação de produtos deverá ser supervisionada e orientada pelo Responsável Técnico Todas empresas deverão possuir Manual de Procedimentos, visando o cumprimento das Boas Práticas Operacionais, que contemple todas as etapas envolvidas no desenvolvimento desta atividade. O referido Manual deverá estar disponível a todos os funcionários. A seguir exemplificamos alguns tópicos: a) as condições adequadas para armazenamento/preparo dos desinfestantes domissanitários; b) métodos de aplicação, respectivos equipamentos e os cuidados para a manutenção dos mesmos; c) recomendações e cuidados prévios à aplicação, durante a execução dos serviços e após sua conclusão que visem a proteção à saúde do trabalhador e do usuário do serviço; d) procedimentos referentes ao manuseio e descarte das embalagens vazias dos desinfestantes e outros resíduos A manipulação e aplicação de desinfestantes domissanitários de uso profissional deverá ser efetuada de modo a garantir a segurança tanto dos operadores quanto dos usuários do serviço e do meio ambiente As embalagens vazias não devem ser deixadas no local de aplicação, devendo retornar à empresa prestadora de serviço para a adequada destinação final Eventuais acompanhantes dos serviços de aplicação deverão utilizar EPIs fornecidos pela empresa controladora Descarte de Embalagens, de Resíduos e Equipamentos provenientes desta atividade As embalagens, os recipientes e equipamentos utilizados no acondicionamento, formulação e aplicação de desinfestantes domissanitários, deverão ser tríplice lavados imediatamente após o uso e, quando de seu descarte, deverão ser previamente inutilizados. A tríplice lavagem deve ser aplicada a produtos que apresentem solubilidade em água, de modo que possam ser devidamente removidos da embalagem, seguindo os procedimentos da norma NBR Embalagem rígida vazia de agrotóxico - Procedimentos de lavagem - setembro de As embalagens, recipientes e equipamentos utilizados no acondicionamento, formulação e aplicação de desinfestantes domissanitários, devidamente tríplice lavados e destruídos, deverão ser dispostos de forma adequada à saúde humana e ao meio ambiente de acordo com as normas estaduais pertinentes e, na falta dessas, de acordo com as normas federais A água da tríplice lavagem deverá ser utilizada em novas diluições da mesma composição. Onde isto não for possível deverá ser neutralizada previamente à sua disposição final, a qual deverá estar em concordância com as especificações das normas estaduais de meio ambiente pertinentes ou, na falta dessas, de acordo com a normatização federal pertinente Os resíduos ocasionados pelo vazamento de embalagens, equipamentos de aplicação, e outras medidas de manipulação, deverão sofrer tratamento neutralizante adequado, de acordo com o grupo químico e recomendação do fabricante, antes do descarte, sendo destinados conforme a classificação desses resíduos segundo a NBR , para o local adequado de acordo com as normas estaduais de meio ambiente ou, na falta dessas, de acordo com as normas federais de meio ambiente pertinentes O descarte de produtos químicos com prazo de validade vencido ou sem especificação, deverá atender a Legislação Ambiental vigente Deverão ser providenciados treinamentos, orientações escritas de que em hipótese alguma será reaproveitada a embalagem de praguicida, para qualquer fim Para todas as ações acima descritas, deverão existir procedimentos escritos e os registros devidos. 10- PUBLICIDADE Será vedada a utilização de nome fantasia que não conste do contrato social; Será vedada qualquer alusão a propriedades de produtos que não estejam comprovadas cientificamente, afirmadas no processo de registo do produto e que possam se constituir em propaganda enganosa Será vedada a divulgação de métodos de formulação e aplicação de desinfestante domissanitários que não possam ser comprovadas cientificamente As firmas deverão mencionar em sua publicidade de qualquer tipo, o número da Licença de Funcionamento, concedida pelo órgão competente municipal ou estadual, sua razão social e endereço. DOS 11- QUANTO AO REGISTRO DOS SERVIÇOS EXECUTA Deverá ser realizada uma avaliação prévia, que determinará as pragas a serem controladas, bem como o trabalho a ser realizado, os produtos a serem empregados e os métodos de aplicação a serem utilizados. Esta avaliação dará origem a elaboração de uma proposta de serviço que deverá ser formalizada através de um documento denominado Proposta de Serviço, ou Proposta Técnica, conforme modelo, Anexo 1: Os serviços de Controle de Vetores e Pragas Urbanas só poderão ser executados, mediante o preenchimento da Proposta de Serviço, acima mencionada Deverá ser emitida uma Proposta de Serviço para cada imóvel a ser tratado, inclusive nos casos de contrato de serviço que envolva mais de um imóvel do mesmo cliente Os formulários da Proposta de Serviço deverão ser impressos tipograficamente, em formato A-4 da ABNT, de acordo com o modelo acima mencionado, com numeração seqüencial atribuída pelas empresas. A Proposta de Serviço devera ser emitida em duas vias, sendo a primeira entregue ao cliente, que registrará seu recebimento na segunda via Deverão ser anexadas à primeira via da Proposta de Serviço, as medidas constantes dos Anexos 2 a 17, referentes aos vetores e pragas urbanas cujo combate tenha sido realizado As segundas vias das Propostas de Serviço, bem como as vias inutilizadas deverão ser arquivadas na empresa, pelo período de 12 (doze) meses a contar da data da emissão As empresas deverão manter registro de qualquer ocorrência não prevista, acidentes que por ventura aconteçam durante o tratamento e as providências que foram adotadas.

7 DOM - Teresina - Ano nº Sexta-feira, 09 de novembro de As reclamações de clientes deverão ser devidamente registradas, bem como as providências originadas Todas as revisões de serviço, deverão ser registradas, identificando o problema ocorrido e as providências tomadas As empresas serão obrigadas a fornecer um CERTIFI- CADO OU COMPROVANTE DE EXECUÇÃO DO SERVIÇO, imediatamente após a execução do serviço, contendo todas as informações constantes do modelo proposto no Anexo O prazo de garantia do serviço prestado dependerá da avaliação técnica, efetuada pela empresa e poderá constar no CERTIFI- CADO OU COMPROVANTE DE EXECUÇÃO DO SERVIÇO ou em documento à parte, não podendo ser superior a noventa dias. ANEXO 1 A-) INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO E MODELO DA PROPOSTA DE SERVIÇO Os campos 1 a 11, assinalados no modelo da Proposta de Serviço apresentado no Anexo 1, deverão ser preenchidos de acordo com as seguintes instruções: Campo 1 Deverão ser impressos os dados da firma, na seguinte ordem: - razão social - endereço completo (rua, número, bairro, município e CEP) - telefone Campo 2 Deverão ser impressos os seguintes dizeres: PROPOSTA DE SERVIÇO Campo 3 Deverão ser impressos o número da Licença de funcionamento das empresas emitida pelo Órgão competente do estado ou Município e o número da Proposta de Serviço. Neste campo deverá constar ainda a data/período proposto para a execução dos serviços. Campo 4 Deverá ser preenchido com os dados do cliente. Caso o cliente seja uma firma, deverão constar a razão social da mesma, o nome da pessoa para contato e o endereço completo do imóvel a ser tratado. Campo 5 Deverão ser especificados os vetores e as pragas urbanas para os quais foram solicitados os serviços de controle. Campo O tipo de atividade o uso que tem o imóvel. Ex.: BAR, LANCHONETE, RESTAURANTE, SUPERMERCADO, DEPÓSITO, QUITANDA, HOTEL, POUSADA, RESIDÊNCIA, ETC Na descrição da área interna do imóvel deverá ser especificado o número de pavimentos e o número total de cômodos, por finalidade. Exemplo: prédio de12 pavimentos com 180 salas, 1 biblioteca, 1 central telefônica, 22 banheiros, 1 cozinha e 1 refeitório A descrição da área externa do imóvel será feita através dos seguintes códigos numéricos: 1 - não há 2 - pavimentada 3 - não pavimentada 4 - sem conservação 5 - riachos, canais e alagados 6 - criação de animais domésticos 7 - outros (especificar) 6.4- As características das áreas vicinais serão especificadas através dos seguintes códigos numéricos: 1 - área construída 2 - terreno baldio 3 - riachos, canais e alagados 4 - criação de animais domésticos 5 - favela 6 - encosta 7 - matas ou florestas 8 - outros (especificar) 6.5- A área total aproximada do local deve incluir áreas construídas e não construídas do local a ser tratado As condições especificadas de edificação serão definidas através dos seguintes códigos numéricos: 1 - ar condicionado central 2 - dutos elétricos ou de exaustão 3 - painéis e revestimentos de madeira 4 - teto rebaixado 5 - piso suspenso 6 - outros (especificar) Campo 7 Deverão ser especificados os vetores e as pragas urbanas encontradas Campo 8 Os desinfestantes domissanitários a serem empregados, deverão ser especificados de acordo com cada coluna do quadro. Os equipamentos deverão ser especificados através dos seguintes códigos numéricos: 1 - Polvilhadeira 2 - abrigo para iscas (ponto de envenenamento permanente) 3 - ratoeira 4 - pulverizador manual 5 - pulverizador motorizado 6 - outros (especificar) EXEMPLO Nome Comum Concentração de uso Diluente Volume Aplicado Animal Alvo Equipamento Praguicida A+ Praguicida B 0,5% + 1,0% água 60 litros baratas 4 Campos 9, 10 As duas vias da Proposta de Serviço deverão ser assinadas pelo técnico responsável e pelo cliente. B-) MEDIDAS PREVENTIVAS - INSTRUÇÕES DE PREEN- CHIMENTO Os campos 1 a 3 assinalados nos modelos de medidas de Medidas Preventivas constantes dos ANEXOS 2 a 17 deverão ser preenchidos de acordo com as seguintes instruções: 1- Campo 1 Deverá ser preenchido da mesma forma que o Campo 1 da Proposta de Serviço (Item 3.1). 2- Campo 2 Deverão ser assinaladas as medidas preventivas que se aplicam ao local tratado. 3- Campo 3 Deverá ser preenchido com o número da Proposta de Serviço a que as medidas preventivas serão anexada C-) MODELO (frente) DADOS GERAIS N.º DA LICENÇA DE FUNCIONAMENTO 2. PROPOSTA DE SERVIÇO DATA/PERÍODO PROPOSTO PARA A EXECUÇÃO DO SERVIÇO N.º PROPOSTA DE SERVIÇO 4. DADOS DO CLIENTE CLIENTE ENDEREÇO BAIRRO MUNICÍPIO cep TELEFONE CONTATO (em caso de firma) 5. VETORES E OUTROS ANIMAIS NOCIVOS CUJO COM- BATE FOI SOLICITADO [ ] barata [ ] rato [ ] ratazana [ ] camundongo [ ] CUPIM [ ] PULGA [ ] MOSCA [ ] CARRAPATO [ ] PERCEVEJO [ ] [ ] 6. CARACTERISTICAS DO LOCAL A SER TRATADO (instruções DE PREENCHIMENTO NO VERSO) tipo de atividade descrição da área interna do imóvel descrição da área externa do imóvel [ ] [ ] [ ] característica das áreas vicinais [ ] [ ] [ ] [ ] área total aproximada do local ( m 2 ) OBS.: condições específicas de edificação [ ] [ ] [ ] [ ] coleta de lixo [ ] não [ ] si m (periodicidade: dias) condições de estocagem de materiais [ ] adequados [ ] inadequados 7. VETORES E PRAGAS NOCIVOS ENCONTRADOS DU- RANTE A INSPEÇÃO 8. PRODUTOS QUÍMICOS E EQUIPAMENTOS EMPREGADOS (INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTOS NO VERSO) NOME COMUM CONCENTRAÇÃO DE USO DILUENTE 9. APLICADOR 10. TÉCNICO RESPONSÁVEL NOME NOME VOLUME APLICADO 11. CLIENTE VETOR ALVO EQUIPAMENTO RECEBI A PRESENTE ORDEM DE SERVIÇO E A RELAÇÃO DE MEDIDAS PREVENTIVAS NECESSÁRIAS EM ANEXO ASSINATURA ASSINATURA ASSINATURA

8 8 Sexta-feira, 09 de novembro de 2007 DOM - Teresina - Ano nº MODELO (verso) INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO TIPO DE ATIVIDADE: BAR, LANCHONETE, RESTAURANTE, SUPERMERCADO, DEPÓSITO, QUITANDA, HOTEL, POUSADA, RESIDÊNCIA E OU- TROS. DESCRIÇÃO DA ÁREA INTERNA DO IMÓVEL : Nº DE APARTAMENTOS, TOTAL DE CÔMODOS, POR FI- NALIDADE. DESCRIÇÃO DA ÁREA EXTERNA DO IMÓVEL : 1 - NÃO HÁ; 2 - PAVIMENTADA; 3 NÃO PAVIMENTADA; 4 - SEM CONSERVAÇÃO; 5 RIACHOS, CANAIS E ALAGADOS; 6 - CRIAÇÃO DE ANIMAIS DOMÉSTICOS; 7 - OUTROS (ESPECIFI- CAR). CARACTERÍSTICAS DAS ÁREAS VICINAIS: 1 - CONSTRUÍDA; 2 - TÉRREO BALDIO; 3 RIACHOS, CA- NAIS E ALAGADOS; 4 CRIAÇÃO DE ANIMAIS DOMÉSTICOS; 5 - FAVELA; 6 - ENCOSTAS; 7 - MATA OU FLORESTA; 8 - OUTROS (ESPECIFICAR). CONDIÇÕES ESPECÍFICAS DE EDIFICAÇÃO: 1 - AR CONDICIONADO CENTRAL; 2 - DUTOS ELÉTRI- COS OU DE EXAUSTÃO; 3 - PAINÉIS E REVESTIMENTOS DE MADEIRA; 4 - TETO REBAIXADO; 5 - PISO SUSPENSO; 6 - OU- TROS (ESPECIFICAR). MEDIDAS DE SEGURANÇA INSETOS ANTES DO TRATAMENTO: PROTEGER OS ALIMENTOS, LOUÇAS E UTENSÍLIOS DOMÉSTICOS, GUARDANDO-OS EM RECIPIENTES COM TAMPA OU COBRINDO-OS COM PLÁSTICO. DURANTE O TRATAMENTO: NÃO PERMITIR A PRESENÇA DE PESSOAS NO LOCAL. APÓS O TRATAMENTO: ANTES DE OCUPAR NOVAMENTE O RECINTO, ABRIR AS JANELAS PARA AREJAR O AMBIENTE. AGUARDAR RIGOROSA- MENTE O TEMPO DEFINIDO PELO RESPONSÁVEL TÉCNICO DA CONTROLADORA DE PRAGAS, PARA PERMITIR O INGRESSO DE PESSOAS E ANIMAIS. CRIANÇAS, PESSOAS IDOSAS E ALËRGICAS, DEVERÃO OBSERVAR UM PRAZO ESPECÍFICO, OU SOLICITAR ORIENTA- ÇÃO MÉDICA. LAVAR COM SABÃO AS LOUÇAS E UTENSÍLIOS DOMÉS- TICOS. LIMPAR O RECINTO TRATADO, ELIMINANDO RESPIN- GOS OU RESÍDUOS DE INSETICIDA, DE ACORDO COM A ORIEN- TAÇÃO DO RESPONSÁVEL TÉCNICO. ROEDORES PROTEGER AS ISCAS ENVENENADAS DO ACESSO DE CRIANÇAS E ANIMAIS DOMÉSTICOS. ANEXO MEDIDAS PREVENTIVAS PARA CONTROLE DE BARATAS DE ESGOTO (Periplaneta americana) E FRANCESINHA (Blattella germanica) ( ) Manter alimentos guardados em recipientes fechados. ( ) Conservar armários e despensas fechados, sem resíduos de alimentos. ( ) Verificar periodicamente, frestas e cantos de armários e paredes. ( ) Recolher restos de alimentos e qualquer outro tipo de lixo em recipientes adequados. ( ) Remover e não permitir que sejam amontoados: caixas de papelão e lixo em locais não apropriados. ( ) Manter caixas de gordura e galerias bem vedadas. ( ) Colocar tampas em ralos não sifonados. ( ) Colocar borracha de vedação na parte inferior externa das portas. ( ) Manter bem calafetados as junções de revestimentos de paredes e pisos. ( ) Ficar atento com os tetos rebaixados. ( ) Limpar periodicamente a parte posterior de quadros ou painéis. ( ) Remover e destruir ootecas (ovos de baratas). ( ) Excluir a prática de fazer pequenos lanches na mesa de trabalho, protegendo os teclados dos computadores das migalhas de pão, biscoitos, etc... ( ) Providenciar a vedação ou selagem de rachaduras, f restas, vasos, fendas, que possam servir de abrigo para as baratas. ( ) Praticar limpezas úmidas totais, tantas vezes por dia quanto necessário para manter desengordurados, pisos, coifas, fogões e maquinários. 3. Anexo à Proposta de Serviço N.º de cupins, durante as revoadas nupciais. ( ) Evitar estocagem inadequada de madeiras e seus derivados, principalmente em locais úmidos. ( ) Vistoriar periodicamente, rodapés, forros, armários, estantes, esquadrias e outras estruturas de madeira, a fim de detectar qualquer início de infestação, facilitando o controle. ( ) Retirar o madeiramento usado durante as obras imediatamente após o término das mesmas, a fim de evitar possíveis infestações no imóvel. ( ) Retirar e destruir madeiras infestadas, preferencialmente, queimando-as em lugares adequados. ( ) Em bibliotecas e arquivos, usar, sempre que possível, estantes metálicas. 3. Anexo à Proposta de Serviço N.º ANEXO MEDIDAS PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DE PULGAS (Ctenocephalides canis, Ctenocephalides felis, Xenopsylla brasiliensis, Xenopsylla cheopis, Pulex irritans, Poligenias sp.) ( ) Retirar o acúmulo de poeira e detritos em frestas de assoalho, carpetes, tapetes, etc... ( ) Manter o assoalho e as junções do rodapé calafetados e encerados, pois a cera tem efeito desalojante. ( ) Adotar medidas de prevenção e controle de roedores, para evitar instalação por pulgas provenientes dos mesmos. ( ) Cuidar da higiene dos cães, gatos e outros animais domésticos, mantendo sempre limpos seus locais de repouso. 3. Anexo à Proposta de Serviço N.º ANEXO MEDIDAS PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DE MOSCAS ( Musca domestica) ( ) Manter alimentos guardados em recipientes fechados. ( ) Recolher restos de alimentos, fezes de animais e qualquer outro tipo de lixo em recipientes adequados. ( ) Limpar diariamente os locais de refeição e preparo de alimentos. ( ) Não vazar lixo a céu aberto. ( ) Telar janelas, portas e instalar cortinas de vento. ( ) Desobstruir valas que retenham resíduos orgânicos e sirvam de atrativo para a proliferação de moscas. 3. Anexo à Proposta de Serviço Nº ANEXO MEDIDAS PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DE FORMIGAS DOMÉTICAS (Iridomyrmex sp). ( ) Recolher restos de alimentos e qualquer outro tipo de lixo em recipientes adequados. ( ) Vedar frestas de pisos, azulejos, portais e de outros locais que ofereçam condições de abrigo para as formigas. ( ) Não acumular madeira em locais úmidos. ( ) Observar a presença de formigueiros em vasos de plantas e jardineiras. ( ) Excluir a prática de fazer pequenos lanches na mesa de trabalho, protegendo os teclados dos computadores das migalhas de pão, biscoitos, etc Anexo à Proposta de Serviço N.º ANEXO ANEXO MEDIDAS PREVENTIVAS PARA CONTROLE DE LACRAIAS (Scolopendra sp) ( ) Vedar fendas, frestas ou buracos que possam servir de abrigos para as lacraias. ( ) Não acumular material que sirva para alimentar ou abrigar insetos, principalmente, baratas. ( ) Cortar ou afastar plantas ornamentais próximas às janelas. ( ) Empilhar caixas ou outros objetos sobre estrados, de forma a facilitar a limpeza. ( ) Manter limpos os ralos domésticos. 3. Anexo à Proposta de Serviço N.º MEDIDAS PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DE CARRAPATOS (Rhipicephalus sp,amblyomma sp) ( ) Lavar com frequência os abrigos de animais domésticos, passando desinfetante após a lavagem. ( ) Vistoriar com frequência os animais domésticos, principalmente quando estiverem inquietos e com muita coceira. ( ) Vedar frestas e buracos em pisos e paredes, principalmente, quando localizados nos abrigos de animais domésticos. ( ) Manter aparada a vegetação de jardins e quintais, não permitindo o crescimento de capim próximo às residências. ( ) Controlar os carrapatos dos animais domésticos com a orientação de um médico veterinário. 3. Anexo à Proposta de Serviço N.º ANEXO 3 1. ANEXO MEDIDAS PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DE CUPINS (Cryptotermes brevis, Coptotermes havilandi) E BROCAS DE MADEIRA (Lyctus lineares, Lyctus bruneus) 2. MEDIDAS PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DE RATAZANAS (Rattus norvegicus) ( ) Utilizar madeiras naturalmente inatacáveis por cupins, tais como: peroba do campo, peroba rosa, jacarandá, pau ferro, braúna, gonçalo alves, sucupira, copaíba, orelha de moça, roxinho e maçaranduba. ( ) Colocar telas com malha de 1,6 mm em portas, janelas, basculantes e outras aberturas para evitar a entrada de cupins, durante as revoadas nupciais. ( ) Evitar estocagem inadequada de madeiras e seus derivados, principalmente em locais úmidos. ( ) Limpar diariamente, antes do anoitecer, os locais de refeições e preparo de alimentos. Determinar um local comum para refeições e colocar os restos de alimentos em recipientes fechados. ( ) Recolher os restos alimentares em recipientes adequados, preferencialmente, sacos plásticos, que deverão ser fechados e recolhidos pelo serviço de coleta urbana. ( ) Colocar sacos fardos e caixas sobre estrados com altura mínima de 40 cm, afastados uns dos outros e

9 DOM - Teresina - Ano nº Sexta-feira, 09 de novembro de deverão ser fechados e recolhidos pelo serviço de coleta urbana. ( ) Colocar sacos fardos e caixas sobre estrados com altura mínima de 40 cm, afastados uns dos outros e das paredes, deixando espaçamentos que permitam uma inspeção em todos os lados. ( ) Não acumular objetos inúteis ou em desuso. ( ) Não utilizar terrenos baldios ou outras áreas a céu aberto para vazamento de lixo. ( ) Manter ralos e tampas de bueiros firmemente encaixados. ( ) Remover e não permitir que sejam feitos amontoados de restos de construções, lixo, galhos, troncos ou pedras. 3. Anexo à Proposta de Serviço N.º ANEXO Anexo à Proposta de Serviço N.º ANEXO ANEXO MEDIDAS PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DE CAMUNDONGOS (Mus musculus) ( ) Limpar diariamente, antes do anoitecer, os locais de refeições e preparo de alimentos. Determinar um local comum para refeições e colocar os restos de alimentos em recipientes fechados. ( ) Recolher os restos alimentares em recipientes adequados, preferencialmente, sacos plásticos, que deverão ser fechados e recolhidos pelo serviço de coleta urbana. ( ) Colocar sacos, fardos e caixas sobre estrados com altura mínima de 40 cm, afastados uns dos outros e das paredes, deixando espaçamentos que permitam uma inspeção em todos os lados. ( ) Não acumular objetos inúteis ou em desuso. ( ) Vistoriar carga e descarga de mercadorias para evitar o transporte passivo de camundongos. ( ) Manter armários e depósitos arrumados, sem objetos amontoados. ( ) Não deixar encostados em muros e paredes objetos que facilitem o acesso dos roedores. ( ) Buracos e vãos entre telhas devem ser vedados com argamassa adequada. ( ) Colocar telas removíveis em abertura de aeração, entradas de condutores de eletricidade ou vãos de adutores de qualquer natureza. 3. Anexo à Proposta de Serviço N.º 2. MEDIDAS PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DE PERCEVEJOS DE LEITO (Cimex lectularis) ( ) Limpar frequentemente os locais de alojamento de pessoas, especialmente em quartéis, hospitais, presídios. ( ) Manter o assoalho e as junções calafetados e encerados, pois as frestas no assoalho servem como locais de abrigo e de postura dos ovos. ( ) Vedar fendas e orifícios nas paredes, inclusive nos abrigos de animais domésticos. ( ) Cuidar da higiene pessoal. ( ) Manter limpos animais domésticos. ( ) Expor ao sol, periodicamente, roupas, colchões e camas, pois o calor e a luminosidade desabrigam os percevejos. ( ) Vistoriar frequentemente roupas, móveis e objetos que tenham sido transportados de outros locais, principalmente, se forem de locais infestados. 3. Anexo à Proposta de Serviço N.º ANEXO MEDIDAS PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DE TRAÇAS (Ctenolepisma ciliata) E FALSAS TRAÇAS (Tinea sp) ANEXO MEDIDAS PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DE RATOS DE TELHADO (Rattus rattus) ( ) Remover frequentemente a poeira dos móveis, estantes, quadros, cortinas e tapetes. ( ) Evitar o acúmulo de papéis e roupas velhas, guardando-os em locais protegidos e submetidos à limpeza constante. ( ) Vistoriar frequentemente, gavetas e móveis onde estejam guardados tecidos, roupas de cama e roupas de lã. ( ) Guardar cereais e massas alimentícias em recipientes fechados. 3. Anexo à Proposta de Serviço N.º ( ) Limpar diariamente, antes do anoitecer, os locais de refeições e preparo de alimentos. Determinar um local comum para refeições e colocar os restos de alimentos em recipientes fechados. ( ) Recolher os restos alimentares em recipientes adequados, preferencialmente, sacos plásticos, que deverão ser fechados e recolhidos pelo serviço de coleta urbana. ( ) Colocar sacos, fardos e caixas sobre estrados com altura mínima de 40 cm, afastados uns dos outros e das paredes, deixando espaçamentos que permitam uma inspeção em todos os lados. ( ) Não acumular objetos inúteis ou em desuso. ( ) Não deixar encostados em muros e paredes objetos que facilitem o acesso de roedores. ( ) Buracos e vãos entre telhas devem ser vedados com argamassa adequada. ( ) Colocar telas removíveis em aberturas de aeração, entradas de condutores de eletricidade ou vãos de adutores de qualquer natureza. 3. Anexo à Proposta de Serviço N.º ANEXO MEDIDAS PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DE ARANHAS (Phoneutria sp, Lycosa sp e Loxosceles sp) ( ) Manter limpos os jardins, aparando e cortando a vegetação excedente. ( ) Não plantar bananeiras próximo à residência. ( ) Em local muito arborizado, fechar portas e janelas da residência ao entardecer. ( ) Manter fechados armários e gavetas que se constituem em excelente local de abrigo. ( ) Examinar roupas e calçados antes de usá-los, principalmente quando tenham ficado expostos ou espalhados pelo chão. ( ) Observar a presença de aranhas em objetos e móveis que tenham sido guardados por períodos períodos prolongados em ambientes escuros. 3. Anexo à Proposta de Serviço N.º ANEXO MEDIDAS PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DE ESCORPIÕES (Tityus serrulatus, Tityus trivittatus). ( ) seguir as orientações sobre medidas preventivas para baratas. ( ) remanejar periodicamente materiais de construção que estejam armazenados, usando luvas de raspa de couro. ( )consertar rodapés despregados e colocar telas nas janelas. ( ) telar ralos de chão, pias ou tanques. ( ) Manter limpos os jardins, quintais e arredores, aparando a vegetação com freqüência. ( ) Limpar periodicamente terrenos baldios dos arredores. ( ) Não acumular lixo de varredura - folhas secas, gravetos e cascalhos. ( ) Vedar frestas em portas, janelas e muros, impedindo a entrada de escorpiões, principalmente ao anoitecer. ( ) Evitar que as paredes fiquem sem reboco, pois os buracos em tijolos servem de locais de abrigo para os escorpiões. ( ) Manter alimentos bem embalados de modo a evitar infestação de baratas, cuja a presença atrai escorpiões. ( ) Manter fechados armários e gavetas. ( ) Examinar roupas e calçados e antes de usá-los, principalmente quando tenham ficado expostos ou espalhados pelo chão. 3. Anexo à Proposta de Serviço N.º ANEXO MEDIDAS PREVENTIVAS PARA O CONTROLE DE BICHO DO PÉ (Tunga penetrans) ( ) Observar com frequência as patas dos animais domésticos, pois podem estar parasitados, (caso estiverem, procurar veterinário). ( ) Andar calçado em áreas de criação de animais principalmente, quando o solo for arenoso. ( ) Lavar abundantemente, com água e sabão, os locais infestados pelo bicho do pé. ( ) Limpar e encerar o assoalho frequentemente. 3. Anexo à Proposta de Serviço N.º MODELO DE CERTIFICADO OU COMPROVANTE DE EXECUÇÃO DO SERVIÇO (frente) 1 - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA NOME FANTASIA RAZÃO SOCIAL ENDEREÇO COMPLETO TELEFONE CPJ/ CCM/ IE 2 - LICENÇA DE FUNCIONAMENTO nº 3 - IDENTIFICAÇÃO DO LOCAL TRATADO NOME ENDEREÇO TELEFONE RESPONSÁVEL OU REPRESENTANTE LEGAL 4 - EXECUÇÃO DO SERVIÇO N.º DA PROPOSTA DE SERVIÇO DATA HORÁRIO INÍCIO: HORÁRIO TÉRMINO: APLICADORES: NOME E ASSINATURA PRODUTOS UTILIZADOS PRODUTO (S) e NÚMERO DE REGISTRO MS COMPOSIÇÃO QUÍMICA DO PRODUTO OU ASSOCIAÇÃO CONCENTRAÇÃO DE USO E VEÍCULO 5 - INDICAÇÕES PARA USO MÉDICO GRUPO QUÍMICO AÇÃO TÓXICA ANTÍDOTO E TRATAMENTO ADEQUADO 6 - PRAGAS ALVO: 7 - DATA E ASSINATURA DO DIRIGENTE DA EMPRESA E DO RESPONSÁVEL TÉCNICO INDICAR NOME E INSCRIÇÃO NO CONSELHO REGIONAL CORRESPONDENTE QUANTIDADE APLICADA POR ÁREA MODELO DE CERTIFICADO (verso) ENDEREÇO DOS CENTROS DE CONTROLE DE INTOXICAÇÃO DO MUNICIPIO DE TERESINA LOCAL Responsável Endereço/ Telefone HDIC Dr.... Instituto de Doenças Tropicais Natan Portella Rua Artur de Vasconcelos, 151 Sul Centro Teresina PI Telefones: , , ,

10 10 Sexta-feira, 09 de novembro de 2007 DOM - Teresina - Ano nº BOAS PRÁTICAS OPERACIONAIS PARA EMPRESAS CONTROLADORAS DE PRAGAS URBANAS ROTEIRO DE INSPEÇÃO 1 - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA 1.1. Nº do Processo: DIR: NRS: Município: 1.2. C.G.C. n.º 1.3. Razão Social: 1.4. Endereço: 1.5. CEP: 1.6. Bairro: 1.7. Município: 1.8. UF: 1.9. Fone: Fax: E.Mail: Responsável Técnico: CR / Inspetor (es) / n.º da Credencial: Pessoas contatadas: ITEM DESCRIÇÃO sim não n/a 2 ADMINISTRAÇÃO E INFORMAÇÃO GERAL 2.1 O responsável técnico está presente? 2.2 No objetivo social da empresa consta a atividade de Controle de Pragas Urbanas? Consta o nome Fantasia? 2.3 O estabelecimento está localizado em área permitida pelo zoneamento municipal? 2.4 O prédio é exclusivo para a atividade de controle de pragas? 2.5 Área do prédio. 2.6 Exerce atividade de limpeza, conservação e higienização de reservatório de água. 2.7 N.º total de empregados. (Relação nominal atualizada) 2.8 Relação dos praguicidas utilizados e equipamentos de aplicação. 2.9 Serviços Prestados: ( ) desinsetização ( ) tratamento contra cupins ( ) desratização ( ) tratamento de jardins ( ) tratamento de grãos e produtos armazenados. ( ) outros serviços (aves, pombos,...etc) Áreas de atuação : ( ) Estabelecimentos de saúde ( ) Escola, Creches e Hotéis ( ) Indústrias fabricantes de produto relacionados à saúde ( ) Estabelecimentos que manipulam alimentos ( ) Empresas de transporte coletivo ( ) Residências e condomínios ( ) Outros Atua em outros municípios ou estados? ITEM DESCRIÇÃO sim não n/a 3 INSTALAÇÕES FÍSICAS 3.1 DEPÓSITO Existe local adequado para o armazenamento dos praguicidas e equipamentos de aplicação? Área em m Esta área está identificada indicando a presença de praguicidas? O revestimento do piso é adequado? O revestimento das paredes é adequado? O revestimento do teto é adequado? As condições de iluminação são adequadas? As condições de ventilação são adequadas? As condições de instalações elétricas são adequadas? As condições de circulação são adequadas? A disposição do depósito é adequada? As condições de higiene são adequadas? Existe separação física distinta entre rodenticidas e inseticidas e produtos de outras categorias, para que não haja contaminação entre os agentes? Os praguicidas são mantidos em embalagens originais? Estão identificados? Estão localizados adequadamente para evitar misturas? Existe área separada para os praguicidas e ou solventes, com risco de incêndio ou explosão? Existe equipamento de Segurança? (para o combate de incêndios, lava-olhos ou chuveiro) Neste local estão armazenados os EPIs? O armazenamento é adequado, atendendo as recomendações do fabricante com relação a cada praguicidas? Existem informações visíveis, de cada praguicidas, contendo dados técnicos e medidas de segurança, para o caso de acidentes? Existem materiais neutralizantes para os casos de vazamentos ou outros acidentes? Estão identificados? É realizado o controle do estoque? Qual a periodicidade? São registradas as quantidades adquiridas (NF) e as quantidades de saída, conforme os serviços executados? É seguida uma ordem cronológica de uso dos, praguicidas de acordo com a sua entrada no depósito? ITEM DESCRIÇÃO sim não n/a 3.2 Área de manipulação : fracionamento e diluição Se houver o fracionamento ou preparo de formulações (calda), existe local específico para esta atividade? Esta área está identificada, indicando a manipulação de praguicidas tóxicos? Área em m O revestimento do piso é adequado? O revestimento das paredes é adequado? O revestimento do teto é adequado? As condições de iluminação são adequadas? As condições de ventilação são adequadas? As condições de instalações elétricas são adequadas? As condições de higiene são adequadas? Existe tanque dotado de instalação hidráulica completa para a lavagem do material utilizado na formulação e aplicação de defensivos químicos? Existem materiais e utensílios necessários à correta formulação dos praguicidas? material utilizado na formulação e aplicação de defensivos químicos? Existem materiais e utensílios necessários à correta formulação dos praguicidas? As caldas são preparadas e armazenadas para posterior utilização? Por quanto tempo? Existem equipamentos de segurança? (para o combate de incêndios, lava-olhos, chuveiro ) Existem EPIs como: máscara com filtro para gases orgânicos ou pó, luvas de nitrila ou neoprene, uniforme, avental e calçado fechado, disponíveis para serem utilizados no momento do preparo da formulação de defensivos químicos? Existem procedimentos escritos que orientem o uso de EPIs? ITEM DESCRIÇÃO sim não n/a 3.3 VESTIÁRIO A Empresa dispõe de vestiário com sanitários e chuveiros em número suficiente?(um chuveiro para cada cinco funcionários ) Possuem armários individuais para guarda de roupas, uniformes e EPIs? As condições sanitárias do mesmo são adequadas? ITEM DESCRIÇÃO sim não n/a 4 PESSOAL 4.1 N.º de funcionários envolvidos diretamente com a atividade. 4.2 A empresa elaborou o PPRA, conforme estabelece a NR-9 aprovada pela Portaria 3214/78? 4.3 A empresa elaborou o PCMSO conforme estabelece a NR-7 aprovada pela Portaria 3214/78? 4.4 Existe um programa de treinamento de pessoal que comprove a capacitação técnica de cada operador para armazenar, transportar, manipular ou aplicar praguicidas? 4.5 Existem registros destes treinamentos? 4.6 Nos treinamentos estão previstas as possibilidades de ocorrência de acidentes durante qualquer atividade que envolva praguicidas? 4.7 Existem orientações escritas de como proceder em caso de ocorrência de acidentes? 4.8 O responsável técnico ministra ou participa dos treinamentos? 4.9 Existem normas de segurança escritas? 4.10 Os funcionários são treinados para o uso correto e constante dos EPIs? Existem registros? 4.11 Os EPIs possuem Certificado de Aprovação expedido pelo Ministério do Trabalho, Conforme NR 6 Portaria 3214/78? 4.12 Especificar os EPIs utilizados: ( ) luvas de nitrila ou neopreme; ( ) respiradores com filtro para gases e pó; ( ) uniformes ou avental de manga longa; ( ) botas de cano longo e material impermeável; ( ) óculos protetores ou lâminas faciais de acetato ( ) abafadores ; ( ) boné ou chapéu de material impermeável; ( ) outros... quais? 4.13 Os EPIs são lavados e armazenados adequadamente após o uso? 4.14 Os filtros das máscaras são adequados e substituídos periodicamente? 4.15 Os funcionário são orientados a não comer, não beber e não fumar sempre que estiverem transportando, manipulando ou exercendo qualquer atividade com praguicidas Os uniformes são lavados pelos próprios funcionários ou em lavanderias? 4.17 Existem orientações escritas para a lavagem dos mesmos ITEM DESCRIÇÃO sim não n/a 5 TRANSPORTE 5.1 O transporte dos praguicidas é feito em veículo de uso exclusivo da empresa? 5.2 O veículo apresenta em local visível, identificação de que está transportando praguicidas? (desenho de um crânio e duas tíbias cruzadas) 5.3 É verificado o estado da carga, separando materiais danificados, antes do embarque dos defensivos químicos? Existem procedimentos escritos? 5.4 Os praguicidas são transportados acondicionados adequadamente em recipientes resistentes e em compartimento que os isolem dos ocupantes do veículo? 5.5 Como são acondicionadas as iscas granuladas rodenticidas? 5.6 São transportados praguicidas lacrados e em sua embalagem original, para preparo das formulações no local de tratamento? São adequadamente acondicionados? 5.7 No tocante ao pessoal, estão transportando os EPIs recomendados? Possuem uniforme sobressalente, para o caso de necessidade de troca do mesmo? 5.8 Existem fichas de emergência de cada praguicida transportado, com as orientações e medidas de segurança, para o caso de acidentes, conforme prevê a legislação do Ministério dos Transportes, para as cargas perigosas? 5.9 Encontram-se no veículo os materiais necessários para providenciar o isolamento da área,(cones e faixas) e para as condutas emergenciais em caso de acidente ou derramamento? 5.10 Os funcionários estão devidamente treinados, para notificarem as autoridades competentes, aguardando socorro em casos de acidente e não abandonando o veículo no local? ITEM DESCRIÇÃO sim não n/a 6 PRODUTOS 6.1 Os praguicidas: solventes, propelentes e sinergistas utilizados pela empresa estão de acordo com as exigências legais? 6.2 A empresa utiliza armadilhas adesivas. 6.3 Há utilização de substâncias aromatizantes ou outros atrativos associados às iscas rodenticidas? 6.4 A utilização das substâncias aromatizantes ou outros atrativos acima citados, não possibilita que o produto seja confundido com alimento? ITEM DESCRIÇÃO sim não n/a 7 EXECUÇÃO DOS SERVIÇOS 7.1 O cliente é orientado a designar local para a guarda dos produtos e equipamentos durante a execução dos trabalhos? 7.2 No caso da calda ser preparada no local :?? É verificado previamente a existência dos pontos de águas e ralos??? o local é identificado, e o acesso é restringido??? como é realizado o descarte dos resíduos? 7.3 Os equipamentos são verificados periodicamente, quanto a manutenção (lubrificação reapertos e regulagem de vazão) e condição de seus componentes: como mangueiras, filtros, hastes, bicos, reguladores e outros? (Para evitar a ocorrência de mal funcionamento e vazamentos ou outros acidentes) 7.4 Os equipamentos de aplicação e recipientes contendo praguicidas têm rótulos que especifiquem composição e concentração? As iscas têm rótulo, com indicação da composição? ITEM DESCRIÇÃO sim não n/a 8 RESÍDUOS E DESCARTES DE EMBALAGENS 8.1 Existem procedimentos escritos para a lavagem dos equipamentos e recipientes? 8.2 A água de lavagem dos equipamentos e recipientes é descartada ou armazenada? 8.3 Qual é o destino final dos resíduos? 8.4 Qual a justificativa e o procedimento de armazenamento? 8.5 Os resíduos ocasionados pelo vazamento de embalagens, equipamentos de aplicação,

11 DOM - Teresina - Ano nº Sexta-feira, 09 de novembro de Os resíduos ocasionados pelo vazamento de embalagens, equipamentos de aplicação, preparo de caldas e outras medidas de manipulação, sofrem tratamento neutralizante adequado, de acordo com o grupo químico e recomendação do fabricante? 8.6 Qual é o destino final dos resíduos? 8.7 Os recipientes utilizados no acondicionamento (embalagens) e formulação de produtos químicos, quando do seu descarte são descontaminados com tríplice lavagem e inutilizados? Existe procedimento para tal? 8.8 Existe a orientação de em hipótese alguma reaproveitar as embalagens de praguicidas para quaisquer fins? 8.9 Como é feito o descarte das embalagens? 8.10 Para o descarte de praguicidas com prazo de validade vencida ou fora de sua especificação, qual o procedimento adotado? ITEM DESCRIÇÃO sim não n/a 9 SISTEMA DE GARANTIA DA QUALIDADE 9.1 Como é feita a contratação do serviço? Por telefone ou diretamente no local? 9.2 A empresa veicula algum tipo de propaganda? Menciona na mesma o n.º da licença de funcionamento? 9.3 É realizada inspeção para avaliação do trabalho a ser executado? 9.4 É elaborada uma proposta de serviço quando da contratação do mesmo? 9.5 Esta é emitida em duas vias, sendo uma do cliente.? 9.6 A via da empresa é arquivada? (pelo menos 01ano) 9.7 Constam neste documento informações como:?? Razão social / endereço / n.º de licença de funcionamento da controladora / nome e endereço do cliente??? As pragas urbanas para as quais foram solicitadas os serviços de controle??? Características do local a ser tratado: Atividade, descrição das áreas internas (n.º de salas, cozinha, banheiro, etc.), externas e vicinais??? Pragas encontradas durante a inspeção??? Produtos químicos: nome / diluente / volume aplicado / concentração de uso / praga alvo / Equipamentos??? Orientações e precauções a serem tomadas pelo usuário do serviço de controle de pragas, antes, durante e após execução do mesmo (limpeza do local)??? Tempo que o local deve permanecer isolado. 9.8 Existem registros das reclamações dos clientes? 9.9 São realizados revisões nos serviços? Atos do Poder Executivo DECRETO N 7.443, DE 30 DE OUTUBRO DE O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, Estado do Piauí, no uso de sua competência privativa fixada no art. 71, inciso XXV, da Lei Orgânica do Município, e com base na Lei n 2.960/ 2000, de 26/12/2000 (e alterações posteriores), e nos termos constantes do Ofício n 1175/2007-GAB-SDU-LESTE, de 25 de outubro de 2007, resolve DESIGNAR VALMIRA ALVES RODRIGUES, matrícula nº , para responder pelo cargo de Gerente de Habitação da Superintendência de Desenvolvimento Urbano/Leste SDU/LESTE, sem prejuízo das atribuições do cargo que atualmente ocupa, enquanto durar o afastamento da titular, ROGÉRIA LÚCIA CLARA DE SOUSA, que entrou em gozo de férias regulamentares, no período de 22/10/ 2007 a 10/11/2007, retroagindo os efeitos deste Decreto a 22 de outubro de Gabinete do Prefeito Municipal de Teresina, em 30 de outubro de SÍLVIO MENDES DE OLIVEIRA FILHO Prefeito de Teresina CHARLES CARVALHO CAMILLO DA SILVEIRA Secretário Municipal de Governo DECRETO Nº 7.446, DE 01 DE NOVEMBRO DE 2007 Abre Crédito Suplementar no Orçamento-Programa vigente, no valor de R$ ,00 (TRÊS MILHÕES, SEISCENTOS E QUAREN- TA E UM MIL REAIS) O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, Estado do Piauí, no uso de suas atribuições legais e com suporte nas Leis n os 4.320, de 17 de março de 1964, 3.536, de 30 de junho de 2006 e de 27 de dezembro de 2006, D E C R E T A: Art. 1 Fica Aberto Crédito Suplementar no Orçamento-Programa vigente, no montante de R$ ,00(TRÊS MILHÕES, SEISCENTOS E QUARENTA E UM MIL REAIS), para ocorrer com as despesas abaixo discriminadas: LEGISLAÇÃO E CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO Obrigações Patronais IPMT R$ , PAGAMENTO DE SENTENÇAS JUDICIAIS Sentenças Judiciais R$ , CONSTRUÇÃO DE CALÇAMENTO Obras e Instalações R$ , RECUPERAÇÃO DE CALÇAMENTO Obras e Instalações R$ , MANUT. DE PARQUES, PRAÇAS, CANTEIROS CENTRAIS E PASSARELAS Obras e Instalações R$ , LIMPEZA PÚBLICA Outros Serviços de Terceiros P.Jurídica R$ , COLETA DE RESÍDUOS SÓLIDOS Outros Serviços de Terceiros P.Jurídica R$ , ATERRO SANITÁRIO Outros Serviços de Terceiros P.Jurídica R$ , INDENIZAÇÕES Indenizações e Restituições R$ , ADMINISTRAÇÃO DA FMS Obrig. Tributárias e Contributivas R$ , Equipamentos e Material Permanente R$ , CARNAVAL Contribuições R$ , ADMINISTRAÇÃO DA FWF Vencimentos e Vantagens Fixas P. Civil R$ , Outros Serviços de Terceiros P. Física R$ ,00 Art. 2 As despesas relacionadas no artigo anterior serão cobertas com recursos provenientes de superávit financeiro de recursos ordinário não vinculado (R$ ,00), fonte 100 e das anulações parciais de dotações orçamentárias abaixo discriminadas: LEGISLAÇÃO E CONTROLE DA ADMINISTRAÇÃO Outras Despesas Variáveis P.Civil R$ , REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA Aquisição de Imóvel R$ , IMPLANTAÇÃO DE REDE HIDRÁULICA Obras e Instalações R$ , MANUTENÇÃO DE CEMITÉRIOS Obras e Instalações R$ , AMPLIAÇÃO/ REFORMA/ CONSTRUÇÃO DE PRÉDIOS INSTITUCIONAIS Obras e Instalações R$ , PAVIMENT. ASFLÁTICA S/ REVESTIMENTO POLIÉDRICO OP (SDU-S) Obras e Instalações R$ , IMPLANTAÇÃO DE REDE HIDRÁULICA Obras e Instalações R$ , ADMINISTRAÇÃO DA FMS Outros Serviços de Terceiros P.Jurídica R$ , ADMINISTRAÇÃO DA FWF Obrigações Patronais R$ ,00 Art. 3 Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º Revogam-se as disposições em contrário. Gabinete do Prefeito Municipal de Teresina, em 01 de novembro de SÍLVIO MENDES DE OLIVEIRA FILHO Prefeito de Teresina CHARLES CARVALHO CAMILLO DA SILVEIRA Secretário Municipal de Governo ANTÔNIO DE ALMENDRA FREITAS NETO Secretário Municipal de Planejamento e Coordenação DECRETO N 7.447, DE 01 DE NOVEMBRO DE O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, Estado do Piauí, no uso de sua competência privativa fixada no art. 71, inciso XXV, da Lei Orgânica do Município, e tendo em vista os termos constantes do Ofício nº 409/2007-GAB/SDR, de 18 de outubro de 2007, resolve DESIGNAR JOÃOSUÉ DE AREA LEÃO, para responder pelo cargo de Gerente de Obras da Superintendência de Desenvolvimento Rural SDR

12 12 Sexta-feira, 09 de novembro de 2007 DOM - Teresina - Ano nº 1.188, sem prejuízo das atribuições do cargo que atualmente ocupa, enquanto durar o afastamento da titular, CLACEANA MARIA MONTEIRO ARA- ÚJO PINHEIRO LANDIM, que entrou em gozo de férias regulamentares, no período de 01/11/2007 a 30/11/2007. Gabinete do Prefeito Municipal de Teresina/PI, em 01 de novembro SÍLVIO MENDES DE OLIVEIRA FILHO Prefeito de Teresina CHARLES CARVALHO CAMILLO DA SILVEIRA Secretário Municipal de Governo DECRETO N 7.448, DE 01 DE NOVEMBRO DE O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, Estado do Piauí, no uso de sua competência privativa fixada no art. 71, inciso XXV, da Lei Orgânica do Município, e tendo em vista os termos constantes do Ofício nº 410/2007-GAB/SDR, de 18 de outubro de 2007, resolve DESIGNAR ANA CLEIDE PORTELA UCHÔA, para responder pelo cargo de Chefe de Gabinete da Superintendência de Desenvolvimento Rural SDR, sem prejuízo das atribuições do cargo que atualmente ocupa, enquanto durar o afastamento da titular, ANA VIRGÍNIA SANTOS DE OLIVEIRA, que entrou em gozo de férias regulamentares, no período de 01/11/2007 a 30/11/2007. Gabinete do Prefeito Municipal de Teresina/PI, em 01 de novembro SÍLVIO MENDES DE OLIVEIRA FILHO Prefeito de Teresina CHARLES CARVALHO CAMILLO DA SILVEIRA Secretário Municipal de Governo DECRETO N O 7.449, DE 7 DE NOVEMBRO DE Nomeia os membros do Conselho Municipal de Iluminação Pública, vinculado à Superintendência de Desenvolvimento Urbano - SDU/ Sudeste e criado pela Lei nº 3.414, de 28 de abril de 2005, com alteração através da Lei nº 3.684, de 26 de setembro de O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, Estado do Piauí, no uso das atribuições legais que lhe confere o inciso XXV, do art. 71, da Lei Orgânica do Município de Teresina, e, ainda, com base no 2º, do art. 2º, da Lei nº 3.414, de , e no Ofício n o 1.013/2007-Gab- SDU/Sudeste, de ; no Ofício GSF nº 1.081/2007, de ; no Ofício GS-SEMPLAN nº 456/07, de ; no Ofício Leg. Nº 0997/2007, de ; no CT/PR-217/ CEPISA, de ; no Ofício nº 280/ SINTEPI, de ; no Ofício nº 033/ FAMCC, de ; e no Ofício GP nº 317/ OAB-PI, de , D E C R E T A: Art. 1º Ficam nomeados para compor o Conselho Municipal de Iluminação Pública, vinculado à Superintendência de Desenvolvimento Urbano - SDU/Sudeste, com mandato de 2 (dois) anos, os membros titulares e suplentes, a seguir indicados: I - Representantes da Superintendência de Desenvolvimento Urbano SDU/Sudeste: a) João Eulálio de Pádua Titular b) Marcílio Bona Andrade Suplente II - Representantes da Secretaria Municipal de Finanças SEMF: a) Raimundo Alves Lima Titular b) Esdras Avelino Leitão Júnior Suplente III - Representantes da Secretaria Municipal de Planejamento e Coordenação SEMPLAN: a) Augusto César Basílio Soares Titular b) Carlos Antônio Alves Affonso Suplente IV - Representantes do Poder Legislativo, indicados pela Câmara Municipal de Teresina: a) Paulo Roberto Pereira Dantas Titular b) Inácio Henrique Carvalho Suplente V - Representantes da Companhia Energética do Piauí CEPISA: a) Edgar Coelho Pires Titular b) Ronaldo Rocha Sarmento Suplente VI - Representantes do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Urbanas do Estado do Piauí SINTEPI: a) Winston Barbosa de Sousa Titular b) José Paulo Sampaio Machado Suplente VII - Representantes da Federação das Associações de Moradores e Conselhos Comunitários do Piauí FAMCC: a) Maria da Cruz Reis Titular b) Maria Sandra Gomes de Sousa Suplente VIII - Representantes da Ordem dos Advogados do Brasil, secção Piauí OAB/PI: a) Kássio Nunes Marques Titular b) Lúcio Tadeu Ribeiro dos Santos Suplente Parágrafo único. O Presidente do Conselho Municipal de Iluminação Pública é o membro titular representante da SDU/Sudeste, na forma determinada pelo 3º, do art. 2º, da Lei nº 3.414, de , alterada pela Lei nº 3.684, de Art. 2º Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º Revogam-se as disposições em contrário. Gabinete do Prefeito Municipal de Teresina (PI), em 7 de novembro de SÍLVIO MENDES DE OLIVEIRA FILHO Prefeito de Teresina CHARLES CARVALHO CAMILLO DA SILVEIRA Secretário Municipal de Governo DECRETO Nº 7.450, DE 7 DE NOVEMBRO DE O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, Estado do Piauí, no uso de sua competência privativa fixada no inciso XXV, do art. 71, da Lei Orgânica do Município, e, ainda, com base no Decreto nº 7.144, de , resolve NOMEAR FRANCISCO ELLERY DO NASCIMENTO para o cargo de membro (Técnico Nível Superior I), do Grupo Especial de Trabalho para Acompanhamento das Políticas Administrativas no âmbito do Poder Executivo Municipal, vinculado à Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos - SEMA. Gabinete do Prefeito Municipal de Teresina (PI), em 7 de novembro de SÍLVIO MENDES DE OLIVEIRA FILHO Prefeito de Teresina CHARLES CARVALHO CAMILLO DA SILVEIRA Secretário Municipal de Governo DECRETO Nº 7.452, DE 07 DE NOVEMBRO DE 2007 Abre Crédito Suplementar no Orçamento-Programa vigente, no valor de R$ ,00 (HUM MILHÃO E OITENTA E QUATRO MIL REAIS). O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, Estado do Piauí, no uso de suas atribuições legais e com suporte nas Leis n os 4.320, de 17 de março de 1964, 3.536, de 30 de junho de 2006 e de 27 de dezembro de 2006, D E C R E T A: Art. 1 Fica Aberto Crédito Suplementar no Orçamento-Programa vigente, no montante de R$ ,00(HUM MILHÃO E OITENTA E QUATRO MIL REAIS), para ocorrer com as despesas abaixo discriminadas: MODERNIZAÇÃO DA COBRANÇA DA DÍVIDA ATIVA Equipamentos e Material Permanente R$ 2.000, ADMINISTRAÇÃO DA PROCURADORIA Outros Serviços de Terceiros P.Jurídica R$ , DIVULGAÇÃO OFICIAL Outros Serviços de Terceiros P.Jurídica R$ , IMPLEMENTAÇÃO/ MANUTENÇÃO DO PACS/ PSF Material de Consumo R$ 2.000,00 (215) - Transferência de Recursos SUS CAMPANHAS DE VACINAÇÃO

13 DOM - Teresina - Ano nº Sexta-feira, 09 de novembro de (215) - Transferência de Recursos SUS CAMPANHAS DE VACINAÇÃO Outros Serviços de Terceiros P.Jurídica R$ ,00 (215) - Transferência de Recursos SUS REDUÇÃO E CONTROLE DE DOENÇAS Material de Consumo R$ 4.785, Outros Serviços de Terceiros P. Física R$ , Outros Serviços de Terceiros P.Jurídica R$ ,20 (210) - Convênios ADMINISTRAÇÃO DO FUNDO DE PREVIDÊNCIA Vencimentos e Vantagens Fixas P. Civil R$ ,00 (207) - Contribuições Previdenciárias IMPLANTAÇÃO DE RUAS E AVENIDAS Obras e Instalações R$ , PRAÇAS, PARQUES, CANTEIROS E PASSEIOS Obras e Instalações R$ , LIMPEZA PÚBLICA Outros Serviços de Terceiros P.Jurídica R$ , ADMINISTRAÇÃO DA SDU SUDESTE Passagens e Despesas com Locomoção R$ 2.000, ADMINISTRAÇÃO DA SEMAM Equipamentos e Material Permanente R$ ,00 Art. 2 As despesas relacionadas no artigo anterior serão cobertas com recursos provenientes do convênio nº. 1218/2006-Ministério da Saúde/PMT(R$ ,00), fonte 210 e das anulações parciais de dotações orçamentárias abaixo discriminadas: ADMINISTRAÇÃO DA PROCURADORIA Material de Consumo R$ , Obrigações Tributárias e Contributivas R$ 2.000, AÇÕES DE MANUTENÇÃO SETORIAL DA MÁQUINA ADM. MUNICIPAL Material de Consumo R$ , PROESF Outros Serviços de Terceiros P.Jurídica R$ ,00 (215) - Transferência de Recursos SUS CENTRO DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL Outros Serviços de Terceiros P. Física R$ 2.000,00 (215) - Transferência de Recursos SUS RESERVA DO RPPS Reserva do RPPS R$ ,00 (207) - Contribuições Previdenciárias LIMPEZA PÚBLICA Locação de Mão-de-Obra R$ , ADMINISTRAÇÃO DA SDU SUDESTE Material de Consumo R$ , Despesas de Exercícios Anteriores R$ , MONITORAMENTO E CONTROLE AMBIENTAL Material de Consumo R$ , RECURSOS HÍDRICOS Material de Consumo R$ ,00 Art. 3 Este Decreto entra em vigor na data de sua publicação. Art. 4º Revogam-se as disposições em contrário. Gabinete do Prefeito Municipal de Teresina, em 07 de novembro de SÍLVIO MENDES DE OLIVEIRA FILHO Prefeito de Teresina CHARLES CARVALHO CAMILLO DA SILVEIRA Secretário Municipal de Governo AUGUSTO CÉSAR BASÍLIO SOARES Secretário Executivo de Planejamento e Coordenação PORTARIA N 619/2007 O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, Estado do Piauí, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 71, XXV, e pelo art. 106, II, a, ambos da Lei Orgânica do Município; com base no art. 44, IX, da Lei nº 2.138/1992 (Estatuto dos Servidores Públicos do Município de Teresina), e, ainda, tendo em vista o que consta do Processo nº /2007, de , contendo, às fls. 02, expressa solicitação, por parte da servidora requerente, de declaração de vacância de cargo, RESOLVE declarar vago o cargo efetivo de Técnico de Nível Médio da SEMA, ocupado por MARIA DOS REMÉ- DIOS CRUZ DO RÊGO MONTEIRO SOBRAL, matrícula nº , Nível 09, regime estatutário do quadro suplementar, lotada na Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos - SEMA, retroagindos os efeitos desta Portaria a 23 de outubro de Gabinete do Prefeito Municipal de Teresina (PI), em 25 de outubro de SÍLVIO MENDES DE OLIVEIRA FILHO Prefeito de Teresina LUCIANO NUNES SANTOS FILHO Secretário Municipal de Administração e Recursos Humanos PORTARIA N o 620/2007 O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, Estado do Piauí, no uso das atribuições que lhe confere o art. 71, XXV, e o art. 106, II, a, todos da Lei Orgânica do Município, e tendo em vista o que consta do Processo nº /2007, de , resolve APOSENTAR MANOEL DOS SANTOS I, servidor público municipal, ocupante do cargo de Trabalhador, Nível 07, matrícula nº , regime estatutário do quadro suplementar, lotado na Secretaria Municipal de Esportes e Lazer - SEMEL, voluntariamente, por idade, nos termos do art. 40, 1 o, III, b, e do art. 7 o, VII, c/c o art. 39, 3 o, todos da Constituição Federal, com os proventos proporcionais no valor de R$ 380,00 (trezentos e oitenta reais) mensais, na forma discriminada no verso, segundo cálculos elaborados pela Divisão de Pessoal do Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Teresina - IPMT. Gabinete do Prefeito Municipal de Teresina (PI), em 26 de outubro de SÍLVIO MENDES DE OLIVEIRA FILHO Prefeito de Teresina RENATO PIRES BERGER Secretário Municipal de Esportes e Lazer PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA Processo nº /2007 DISCRIMINAÇÃO E FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DE PROVENTOS MENSAIS SERVIDOR (A): MANOEL DOS SANTOS I MATRÍCULA: CARGO: Trabalhador NÍVEL: 07 LOTAÇÃO: SEMEL * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * 1) Vencimentos, de acordo com a Lei Municipal nº 3.639/ R$ 190,52 2) Adicional de Tempo de Serviço, conforme o art. 222-A, contido na Lei Municipal nº 3.121/2002 (14%)... R$ 26,67 3) Complementação, pelo art. 7 o, VII, c/c o art. 39, 3 o, da Constituição Federal/ R$ 162,81 TOTAL A RECEBER... R$ 380,00 Teresina, 26 de outubro de SÍLVIO MENDES DE OLIVEIRA FILHO Prefeito de Teresina CHARLES CARVALHO CAMILLO DA SILVEIRA Secretário Municipal de Governo PORTARIA N o 623/2007 O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, Estado do Piauí, no uso das atribuições que lhe confere o art. 71, XXV, e o art. 106, II, a, todos da Lei Orgânica do Município, e tendo em vista o que consta do Processo nº /2007, de , resolve APOSENTAR FRANCISCO PEREIRA DA SILVA VI, servidor público municipal, ocupante do cargo de Trabalhador, Nível 11, matrícula nº , regime estatutário do quadro suplementar, lotado na Superintendência de Desenvolvimento Urbano Sul (SDU-Sul), compulsoriamente, nos termos do art. 40, 1 o, II, e do art. 7º, VII, c/c o art. 39, 3º, todos da Constituição Federal, com os proventos proporcionais no valor de R$ 380,00 (trezentos e oitenta reais) mensais, na forma discriminada no verso, segundo cálculos elaborados pela Divisão de Pessoal do Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Teresina - IPMT. Gabinete do Prefeito Municipal de Teresina (PI), em 26 de outubro de SÍLVIO MENDES DE OLIVEIRA FILHO Prefeito de Teresina MARCOS ANTÔNIO PARENTE ELVAS COELHO Superintendente de Desenvolvimento Urbano SDU-Sul PREFEITURA MUNICIPAL DE TERESINA Processo nº /2007 DISCRIMINAÇÃO E FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DE PROVENTOS MENSAIS SERVIDOR (A): FRANCISCO PEREIRA DA SILVA VI MATRÍCULA: CARGO: Trabalhador NÍVEL: 11 LOTAÇÃO: SDU-Sul * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * * 1) Vencimentos, de acordo com a Lei Municipal nº 3.639/ R$ 273,50 2) Adicional de Tempo de Serviço, conforme o art. 222-A, contido na Lei Municipal nº 3.121/2002 (20%)... R$ 54,70 3) Complementação, pelo art. 7º, VII, c/c o art. 39, 3º, da Constituição Federal/ R$ 51,80 TOTAL A RECEBER... R$ 380,00 Teresina, 26 de outubro de SÍLVIO MENDES DE OLIVEIRA FILHO Prefeito de Teresina CHARLES CARVALHO CAMILLO DA SILVEIRA Secretário Municipal de Governo PORTARIA N 626/2007 O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, Estado do Piauí, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo art. 71, inciso XXV, da Lei Orgânica do Município; com base na Lei Complementar n 2.959, de 26/12/2000 (e alterações posteriores, em especial pela Lei Complementar n 3.640, de 25 de maio de 2007), e, ainda, tendo em vista os termos constantes do Ofício n 1702/2007/GAB/ SEMEC, resolve NOMEAR IRENE NUNES LUSTOSA, para exercer cargo de Chefe da Divisão em Gestão em Ensino Fundamental Zona Sudeste, Símbolo DAM-2, da Secretaria Municipal de Educação e Cultura SEMEC, retroagindo os efeitos desta Portaria a 01 de outubro de Gabinete do Prefeito Municipal de Teresina/PI, em 26 de outubro de SÍLVIO MENDES DE OLIVEIRA FILHO Prefeito de Teresina WASHINGTON LUÍS DE SOUSA BONFIM Secretário Municipal de Educação e Cultura

14 14 Sexta-feira, 09 de novembro de 2007 DOM - Teresina - Ano nº PORTARIA N o 627/2007 O PREFEITO MUNICIPAL DE TERESINA, Estado do Piauí, no uso das atribuições que lhe confere o art. 71, XXV, e o art. 106, II, a, todos da Lei Orgânica do Município, e tendo em vista o que consta do Processo nº /2007, de , resolve APOSENTAR MARIA DO SOCORRO BATISTA DA SILVA, servidora pública municipal, ocupante do cargo de Professor, Classe D, Nível 04, matrícula nº , regime estatutário do quadro suplementar, lotada na Secretaria Municipal de Educação e Cultura - SEMEC, voluntariamente, por idade e tempo de contribuição, garantida a paridade, nos termos do art. 3º, da EC n 47/2005, com os proventos integrais no valor de R$ 1.394,10 (hum mil trezentos e noventa e quatro reais e dez centavos) mensais, na forma discriminada no verso, segundo cálculos elaborados pela Divisão de Pessoal do Instituto de Previdência dos Servidores do Município de Teresina - IPMT. Gabinete do Prefeito Municipal de Teresina (PI), em 31 de outubro de SÍLVIO MENDES DE OLIVEIRA FILHO Prefeito de Teresina WA- SHINGTON LUÍS DE SOUSA BONFIM Secretário Municipal de Educação e Cultura Administração Direta Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos RETIFICAÇÃO Na Portaria nº 355/2007-GS-SEMA, datada 18 de outubro de 2007, que designar a servidora MARIA DO SOCORRO ALMEIDA O. PINHEIRO, matricula nº , para responder como Assistente de Apoio ao Gabinete, gratificação símbolo DAM-03, da Secretaria Municipal de Comunicação Social SEMCOM, enquanto durar o afastamento da titular, Maria Luiza Siqueira Rodrigues, que se encontra em gozo de licença especial, no período de a Onde se lê: Assistente de Apoio ao Gabinete, símbolo DAM-03 Leia se: Chefe de Divisão de Pessoal, símbolo DAM-02. Gabinete do Secretário Municipal de Administração e Recursos Humanos, em Teresina(PI), 05 de novembro de Luciano Nunes Santos Filho Secretário Municipal de Administração e Recursos Humanos RETIFICAÇÃO Na Portaria nº 356/2007-GS-SEMA, datada 24 de outubro de 2007, que designar a servidora YONARA MELO VIEIRA, matricula nº , para responder como Chefe da Assessoria Jurídica, gratificação Gerente Executivo, da Superintendência de Desenvolvimento Urbano SDU/LESTE, enquanto durar o afastamento do titular, que se encontra em gozo de férias, no período de a Onde se lê: ANTÔNIO SANTANA BARBOSA NETO. Leia se: ANTONINO SANTANA BARBOSA NETO. Gabinete do Secretário Municipal de Administração e Recursos Humanos, em Teresina(PI), 01 de novembro de Luciano Nunes Santos Filho Secretário Municipal de Administração e Recursos Humanos PORTARIA Nº 359/2007-GS-SEMA O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO E RECURSOS HUMANOS, no uso de suas atribuições legais e com base no Decreto nº de , e de acordo com o que consta no Processo nº /07, datado de ; RESOLVE Exonerar, a servidora Maria Vilma Guimarães Campelo, matricula nº , do cargo de Servidor 02 (dois) turnos, gratificação especial GE-01, da Secretaria Municipal de Educação e Cultura SEMEC, a partir desta data. Gabinete do Secretário Municipal de Administração e Recursos Humanos, em Teresina(PI), 01 de novembro de Luciano Nunes Santos Filho Secretário Municipal de Administração e Recursos Humanos PORTARIA Nº 360/2007-GS-SEMA O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO E RECURSOS HUMANOS, no uso de suas atribuições legais e com base no Decreto nº de , e de acordo com o que consta no Processo nº /07, datado de ; RESOLVE Exonerar, o servidor Moacir Escórcio de Brito, matricula nº , do cargo de Servidor 02 (dois) turnos, gratificação especial GE-01, da Secretaria Municipal de Educação e Cultura SEMEC, a partir desta data. Gabinete do Secretário Municipal de Administração e Recursos Humanos, em Teresina(PI), 02 de novembro de Luciano Nunes Santos Filho Secretário Municipal de Administração e Recursos Humanos PORTARIA Nº 362/2006-GS-SEMA O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO E RECURSOS HUMANOS, no uso de suas atribuições legais, e com base no Decreto nº de , e de acordo com o que consta no Memorando nº 006/2007, datado de ; RESOLVE Designar, o servidor Paulo Néri de Aguiar, matrícula nº , para responder como Presidente da Comissão Permanente de Licitação de Obras I, da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos SEMA, enquanto durar o afastamento do titular Manoel Borges de Andrade Neto, que se encontra em gozo de férias regulamentares, no período de a Gabinete do Secretário Municipal de Administração e Recursos Humanos, em Teresina, 06 de novembro de Francisco Canindé Dias Alves Secretário Executivo da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos PORTARIA Nº 363/2006-GS-SEMA O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO E RECURSOS HUMANOS, no uso de suas atribuições legais, e com base no Decreto nº de , e de acordo com o que consta no Memorando nº 006/2007, datado de ; RESOLVE Designar, a servidora Lilásia Chaves de Área Leão Reinaldo, matrícula nº , para responder como Presidente da Comissão Permanente de Licitação de Obras III, da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos SEMA, enquanto durar o afastamento da titular Dalva Veras Araújo Fortes, que se encontra em gozo de férias regulamentares, no período de a Gabinete do Secretário Municipal de Administração e Recursos Humanos, em Teresina, 06 de novembro de Francisco Canindé Dias Alves Secretário Executivo da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos EXTRATO DE TERMO ADITIVO Nº. 002 AO CONTRATO Nº 012/ 2007 (ref. ao Processo Licitatório nº /07 Sistema de Registro de Preços) CONTRATANTE: Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos SEMA CONTRATADA: Servi-San Vigilância e Transporte de Valores Ltda. OBJETO: Alteração da Cláusula Primeira DO OBJETO : ratificar o acréscimo de 04 (quatro) empregados na categoria vigilante ao quantitativo inicialmente convencionado e acrescentar o PARÁGRAFO ÚNICO que dispõe que o valor mensal do Posto de Segurança é de R$ 7.112,96 (sete mil, cento e doze reais e noventa e seis centavos) a ser pago com Recursos da Fundação Municipal de Saúde ASSINAM: PELA CONTRATANTE: Luciano Nunes Santos Filho PELA CONTRATADA: José Bezerra Veras EXTRATO DE CONTRATO Nº. 017/2007 (Referente Processo Licitatório nº /07 Pregão Presencial nº. 085/2007). CON- TRATANTE: Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos SEMA. CONTRATADA: Ômega Jeans Ltda-MEE. OBJETO: confecção de (cinqüenta mil) camisetas. PREÇO: R$ 4,10(quatro reais e dez centavos) a unidade. VIGÊNCIA. 12 (doze) meses a partir de sua assinatura em 25 de outubro de EXTRATO DE CONTRATO Nº. 018/2007 (Referente Processo Licitatório nº /07 Pregão Presencial nº. 084/2007). CON- TRATANTE: Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos SEMA. CONTRATADA: Ásia Computadores Ltda. OBJETO: venda de 27 (vinte e sete) computadores e 27 (vinte e sete) estabilizadores. PREÇO R$ ,97 (trinta e cinco mil, trezentos e noventa e nove reais e noventa e sete centavos). VIGÊNCIA: as contidas na cláusula oitava do presente contrato. Data de assinatura 25 de outubro de EXTRATO DE CONTRATO Nº. 019/2007. (Referente Processo Licitatório nº /07 Pregão Presencial nº. 084/2007). CON- TRATANTE: Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos SEMA. CONTRATADA: R. T. Distribuidora de Imóveis Ltda. OBJETO: 25 (vinte e cinco) televisores de 20 polegadas, 65 (sessenta e cinco) ventiladores de coluna e 40 (quarenta) bicicletas aro 26. PREÇO R$ ,97 (vinte e nove mil, seiscentos e noventa e nove reais e noventa e sete centavos). VIGÊNCIA: As contidas na cláusula oitava do presente contrato. Data de assinatura 25 de outubro de Secretaria Municipal de Finanças Portaria GSF nº 074/2007 Teresina, 05 de novembro de 2007 O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE FINANÇAS, no uso de suas atribuições legais, RESOLVE: Designar a servidora ROSANA MARTINS CAR-

15 DOM - Teresina - Ano nº Sexta-feira, 09 de novembro de NEIRO, matrícula nº , como Tomadora de Suprimento de Fundos - Exercício 2007, da Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos. Gabinete do Secretário Municipal de Finanças, em Teresina, 05 de novembro de Felipe Mendes de Oliveira SECRE- TÁRIO MUNICIPAL DE FINANÇAS Portaria GSF nº 075/2007 Teresina, 05 de novembro de 2007 O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE FINANÇAS, no uso de suas atribuições legais, e Considerando a necessidade de adequação do contribuinte na utilização da nova versão do ISSO - ISS ON Line 2.0. RESOLVE: Prorrogar para o dia 25 de novembro de 2007, o prazo de entrega das Declarações Mensais de Serviços - DMS s, referentes aos meses de julho, agosto, setembro e outubro/2007, com vencimentos de 15 de agosto, 15 de setembro, 15 de outubro e 15 de novembro de 2007, respectivamente. Gabinete do Secretário Municipal de Finanças, em Teresina, 05 de novembro de Felipe Mendes de Oliveira SECRETÁRIO MUNICIPAL DE FINANÇAS INSTRUÇÃO NORMATIVA GDR Nº 0010/2007 Teresina 29 de Outubro 2007 O DIRETOR DO DEPARTAMENTO DA RECEITA, da Secretaria Municipal de Finanças, no uso de suas atribuições legais, e tendo em vista o art. 122, do Decreto n 7232/07. RESOLVE: I - Aprovar o regime de estimativa fixa para o contribuinte do Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza - ISS, constante no Anexo Unico, conforme suas especificações. II - Fixar os períodos de durações das estimativas e os respectivos valores em REAIS, de acordo com o estabelecimento Anexo Unico. Gabinete do Diretor da Receita, Teresina 29 de Outubro de 2007 HENRY PORTELA LOPES Diretor de receita VISTO: SECRETÁRIO MUNICIPAL DE FINANÇAS ANEXO ÚNICO - IN GDR Nº 0010/2007 CMC RAZÃO PERÍODO R$ MARIA DE LOURDES SANTOS SILVA 01/11/ /10/ , FAUSTINO ALVES DOS REIS TRANSPORTE ALTERNATIVO 01/11/ /10/ , EDUCANDARIO MONTEIRO LOBATO LTDA 01/11/ /10/ , JOSE CLEODOMAR DE MENDONCA 01/11/ /10/ , ANFRISIO JOSE AVELINO DO LAGO 01/11/ /10/ , M J DOS SANTOS GOMES 01/11/ /10/ , P F MACEDO 01/11/ /10/ , M J MELO DE LIRA 01/11/ /10/ , J D FROTA 01/11/ /10/ , LAVAJATO LTDA 01/11/ /10/ , WALDECK BONA 01/11/ /10/ , COMERCIAL ESPERANTINA LTDA 01/11/ /10/ , MARIA LUCIA RODRIGUES DE OLIVEIRA 01/11/ /10/ , MAURICIO SOUSA MOURA 01/11/ /10/ , EDUCANDARIO JEAN PIAEG LTDA 01/11/ /10/ , VALDECI OLIVEIRA COSTA 01/11/ /10/ , JOAO CLAUDINO FERNANDES 01/11/ /10/ , EDUCANDARIO ABECE LTDA 01/11/ /10/ , ANTONIO BARBOSA DA SILVA/ TRANSP, ALTERNATIVO 01/11/ /10/ , DDL DECISAO E DESENVOLVIMENTO LTDA 01/11/ /10/ , ESCOLINHA E CRECHE SONHO AZUL LTDA 01/11/ /10/ , PRESTOBAT AUTOSERVICE LTDA 01/11/ /10/ , MARIA NOEMIA FERREIRA 01/11/ /10/ , AUTO CENTRO LAVAGEM LTDA 01/11/ /10/ , FRANCISCO XAVIER DE SOUSA TRANSPORTE ALTERNATIVO 01/11/ /10/ , A ALVES PRADO NETO 01/11/ /10/ , RENATO MENDES FEITOSA TRANSPORTE ALTERNATIVO 01/11/ /10/ , A L MORAIS DANCETERIAS 31/10/ /09/ , C E CARVALHO LTDA 01/11/ /10/ , MONACO PNEUS LTDA 01/11/ /10/ , FRANCISCO DAS CHAGAS SALES DE SOUSA 01/11/ /10/ , R R FOTO FILM LTDA 01/11/ /10/ , MICHELLE FARIAS DA SILVA 01/11/ /10/ , R R FOTO FILM LTDA 01/11/ /10/ , MICHELLE FARIAS DA SILVA 01/11/ /10/ , BONIFACIO TEIXEIRA LIMA/ TRANSP. ALTERNATIVO 01/11/ /10/ , RAIMUNDO NONATO DE SOUSA MACEDO FILHO 01/11/ /10/ , GERCIMAR RIOS DA SILVA 01/11/ /10/ , RONE DE SOUSA SILVA 01/11/ /10/ , S C AGUIAR ESTACIONAMENTO 01/11/ /10/ , PAULO HENRIQUE CRAVEIRO DO NASCIMENTO 01/11/ /10/ , FRANCISCO CARLOS CARDOSO DOS SANTOS 01/11/ /10/ , G S BARBOSA ESCOLA 01/11/ /10/ , LUIZ FERREIRA DE SOUSA FILHO 01/11/ /10/ , DELSON BENIGNO DOS SANTOS 01/11/ /10/ , PAULO ROBERTO DE ALMEIDA 01/11/ /10/ , DANIEL JOSE DA CRUZ 01/11/ /10/ , JOSE UILAMI FELIX 01/11/ /10/ , CRIATIVA COMERCIO E SERVICOS LTDA 01/11/ /10/ , TRAJANO PAULO NUNES SATURNINO TRANSP.ALTERNATIV 01/11/ /10/ , SUELI RODRIGUES TRANSPORTE ALTERNATIVO 01/11/ /10/ , MANOEL RODRIGUES BASTOS/ TRANSP. ALTERNATIVO 01/11/ /10/ , AGNELO MENDES FEITOSA FILHO TRANSP.ALTERNATIVO 01/11/ /10/ , JOSE LAZARO SOARES TRANSPORTE ALTERNATIVO 01/11/ /10/ , RAIMUNDO DE CASTRO LIMA 01/11/ /10/ , PAULINO GOMES DE ASSIS/ TRANSP, ALTERNATIVO 01/11/ /10/ , MANOEL ARAUJO BEZERRA FILHO/ TRANSP. ALTERNATIVO 01/11/ /10/ , WALTEIR BUENO DE SOUSA TRANSP. ALTERNATIVO 01/11/ /10/ , LUIZ SATURNINO NUNES/ TRANSP. ALTERNATIVO 01/11/ /10/ , G SOARES CARDOSO 01/11/ /10/ , VIRGINIA COSTA DE VASCONCELOS LIMA 01/11/ /10/ , RITA DE CASSIA FREITAS DE SOUSA 01/11/ /10/ , MECANICA DE IMPORTADOS BRUTHUS MOTORS LTDA 01/11/ /10/ , SISTEMA DE ENSINO ACADEMICKO`S LTDA 01/11/ /10/ , IRISDALVA DE SOUSA NUNES TRANSP. ALTERNATIVO 01/11/ /10/ , ERIMA LAGES FORTES NETO TRANSP.ALTERNATIVO 01/11/ /10/ , MACIEL FARIA DA COSTA 01/11/ /10/ , M L LEAL LEITE ME 01/11/ /10/ , LAGES CARVALHO & NOGUEIRA EMPREENDIMENTOS LTDA 01/11/ /10/ , PEDRO FERNANDO DE SOUSA 01/11/ /10/ , ETEVALDO MEDEIROS DE ARAUJO 01/11/ /10/ , ANTONIO S AMORIM 01/11/ /10/ , FRANKLIN & FRANKLIN LTDA 01/11/ /10/ , AUTO MOTO CORRETORA LTDA 01/11/ /10/ , ALZIRA V DE O SILVA 01/11/ /10/ , FRANCISCO DE ASSIS BARROSO DA SILVA 01/11/ /10/ , CURSO DIMENSAO LTDA 01/11/ /10/ , GESSIVALDO MENDES PESSOA 01/11/ /10/ , HELTON MENDES DE CARVALHO 01/11/ /10/ , ADRIANA CASTELLO BRANCO LAGES REBELLO E CASTRO 01/11/ /10/ , VENANCIO E MONTEIRO LTDA 01/11/ /10/ , HUDSON MOREIRA GOMES 01/11/ /10/ , ANTONIO GONCALVES DE AMORIM 01/11/ /10/ , LUCIANO CASANOVA MARQUES 01/11/ /10/ , ANTONIO FRANCISCO SOARES 01/11/ /10/ , FRANCISCO JACOB DE MESQUTA FILHO 01/11/ /10/ , PEDRO GOMES DA SILVA 01/11/ /10/ , BARTOLOMEU DE FATIMA SOUSA GASPAR 01/11/ /10/ , STANLEY DE SOUSA PATRICIO FRANCO 01/11/ /10/ , JOAO HENRIQUE FERREIRA DE ALENCAR PIRES REBELO 01/11/ /10/ , LAFAYETTE PERERIA ANDRADE 01/11/ /10/ , JOAO SOARES DE LIMA 01/11/ /10/ , JULIO MONTEIRO NETO 01/11/ /10/ , MARINETE COELHO ROSADO SOARES DE ARAUJO 01/11/ /10/ , FRANCISCO DAS CHAGAS VILAR 01/11/ /10/ , COOPERATIVA CENTRO DE LINGUAS E CULTURA 01/11/ /10/ , NOVO KART MONTREAL LTDA 01/11/ /10/ , CHRISTANY MAPURUNGA SILVANO 01/11/ /10/ , CHRISTIANY MAPURUNGA SILVANO 01/11/ /10/ , JORGE HENRIQUE DE ALMEIDA SOUSA 01/11/ /10/ , S N MACHADO LTDA 01/10/ /09/ , SOCIEDADE DE ENSINO PREPARATORIO PARA CONCURSOS 01/10/ /09/ , TOINHO CORRETORA DE VEICULOS LTDA 01/09/ /08/ ,39 Gabinete do Diretor do Departamento da Receita, em Teresina 26 de Outubro 2007 HENRY PORTELA LOPES VISTO: Diretor da Receita Secretário Municipal de Finanças PREF. MUN. TERESINA - CONSOLID ** RECEITAS ARRECADADAS SEGUNDO SUA NATUREZA ** COMPT: SET/07 EMISSAO:31/10/07 PAG.:0001 Conta Titulo Receita Prevista Arrecadada No Mes Arr.Mes Anterior Acumulado Ate o Mes Saldo RECEITAS CORRENTES , , , , , RECEITA TRIBUTARIA , , , , , Impostos , , , , , Imp. sobre o Patrimo , , , , , IPTU , , , , , Imp.s/ a Renda e Pro , , , , , IRRF s/ os Rendiment , , , , , IRRF Ativos ,00 0,00 0, , , IRRF Inativos , , IRRF Prest. Servi?s , , , , , ITBI , , , , , Imp.Sobre a Producao , , , , , Imp. s/ Serv. de Qua , , , , , ISS P. Juridica , , , , , ISS P. Fisica , , , , , ISS Fonte PJ , , , , , ISS Fonte PF ,00 0,00 0, , , ISS Parcelamento e R , , , , , Taxas , , , , , Tx. p/ Exerc.do Pode , , , , , Tx.Lic.p/ Func. Est , , , , , Tx.Publicidade Comer , , Tx.Lic.p/ Execucao d , ,00

16 16 Sexta-feira, 09 de novembro de 2007 DOM - Teresina - Ano nº Tx.Util. de Area de , , , , , Mercados e Feiras , , , , , Zona Verde , , , , , Out. Tx. pelo Exer , , Taxas pela Prestacao , , , , , Taxa de Cemiterios , , , , , Out. Tx pela Prestac , , , , , RECEITAS DE CONTRIBU , , , , , Contribuicoes Sociai , , , , , Contribuicoes Sociai , , , , , Cont. Previd. do Reg , , , , , CONT. PATORNAL ATIV. 0,00 829, , , , Contribuicao Servido , , , , , Contribuicao Servido , , , , , Contribuicao Pension , , , , , Compensacao Prev. en , , , , , Compensacao Previden , , , , , Contrib. p/ Assist , , , , , Contrib.Seg. p/fun , , , , , Fator Moderador , , , , , PLANTE , , , , , Contribuicoes Econom , , , , , Contribuicoes Econom , , , , , Contrib. Servi? Ilu , , , , , RECEITAS PATRIMONIAI , , , , , Receitas Imobiliaria , , , , , Alugueis , , , , , Foros , , , , , Laudemios , , , , , Tx de Ocupacao de Im ,00 546, , , , Receitas de Valores , , , , ,96 PREF. MUN. TERESINA - CONSOLID ** RECEITAS ARRECADADAS SEGUNDO SUA NATUREZA ** COMPT: SET/07 EMISSAO:31/10/07 PAG.:0002 Conta Titulo Receita Prevista Arrecadada No Mes Arr.Mes Anterior Acumulado Ate o Mes Saldo Juros de Titulos de , , Titulos de Respons , , T. Resp. Gov. Fed , , Dividendos , , Dividendos , , Dividendos IPMT ,19 952, DIVIDENDOS AAEES TEL 1.080, , Fundos de Investimem 0,00 0, F. Aplicacoes em Co 0,00 0, AplicaöFes em Cotas- 0,00 0, Remuneracao de Depos , , , , , Remun. Depositos de , , , , , Remuneracao de Depos 0, , , , , Rem.de Dep.Banc.Rec , , , , , Rem.de Dep. Recursos , , , , , Remun. Dep. Recursos , , , , , Remun. Dep. Recursos ,00 0, , , , Remun. de Outros Dep , , , , , Remun. Dep. Rec.nao , , , , , Remun. Dep. de Poupa , , , , , Remun.Outros Dep. na , , , , , RECEITAS DE SERVICOS , , , , , Receitas de Servicos , , , , , Receitas de Servicos , , , , , Servicos Financeiros , , , , , Servicos Administrat 0,00 577,00 475, , , Outros Servi?s Admi 0,00 577,00 475, , , TRANSFERENCIAS CORRE , , , , , Transf. Intergoverna , , , , , Transf. da Uniao , , , , , Participacao na Rece , , , , , Cota Parte do FPM , , , , , Cota Parte do ITR ,00 269, , , , Outras transferencia , , Demais Transferencia , , Transf. de Compensao , , , , , Cota Parte da Comp. 0, , , , , Cota Parte do Fundo , , , , , Transf.Rec.SUS Fundo , , , , , OUTROS PROGRAMAS FUN 3.109, , PAB FIXO , , , , , PSF , , , , , PACS , , , , , Epidemiologia e Cont , ,43 0, , , Farmacia Basica , , , , , Saude Bucal , , , , , Vigilancia Sanitaria , ,96 0, , , Media e Alta Complex , , , , , FAEC , , SAMU , , CEO , , CAPS , , C. Vacinacao , , Incentivo Prog. Nac , , , , ,20 PREF. MUN. TERESINA - CONSOLID ** RECEITAS ARRECADADAS SEGUNDO SUA NATUREZA ** COMPT: SET/07 EMISSAO:31/10/07 PAG.:0003 Conta Titulo Receita Prevista Arrecadada No Mes Arr.Mes Anterior Acumulado Ate o Mes Saldo Prog. Med. p/ Saude ,00 0,00 0, , , PROESF , , VIGUS II , , OUTROS PROGRAMAS 0, , , , , Transferencia FNAS , , , , , Transferencia FNDE , , , , ,91

17 DOM - Teresina - Ano nº Sexta-feira, 09 de novembro de Transf. Salario Educ , , , , , Transf. Diretas PDDE , , Transf. Diretas PNAE , , , , , Transf. Diretas PNAT , , , , , Outras Transf. Diret ,00 0, , , , Transf. Financeira L , , , , , Outras Transf. da Un , , , , , Transf. dos Estados , , , , , Participacao na Rece , , , , , Cota Parte do ICMS , , , , , Cota Parte do IPVA , , , , , Cota Parte IPI Exp , , , , , Cota Parte da CIDE , , Transf. Multigoverna , , , , , Transf. Rec. FUNDEF , , , , , Transf. Complemen. F , , , , , Transf. Instit. Priv , , , , , Transf. Instit. Priv , , , , , Doacoes p/f.m. Crian , , , , , Outras Transf. Inst , , , , , Transf. de Convenios , ,86 0, , , Transf.de Conv.Uniao , ,86 0, , , Transf. Conv. p/ o S , , Transf. Conv. p/ a E , , OutrasTransf. Conv , ,86 0,00 0, , Transf.Conv.Estad,DF , , Transf.Conv. E. DF e , , Transf. de Conv. de , , Transf. de Conv. de , , OUTRAS RECEITAS CORR , , , , , Multas/Juros de Mora , , , , , Multas/J.de Mora dos , , , , , Multas/J.de Mora IPT , , , , , Multas/J.de Mora ITB , , Multas/J.de Mora ISS , , , , , Multas/J.de Mora Out , , , , , Multas/J. de Mora da , , M/J. Mora Plano Seg , , Multas/J.de Mora Out 0,00 787,68 945, , , Multas de Outras Ori , , , , , Multas Prev. na Legi , , , , , Outras Receitas de M 6.115, , Indenizacoes e Resti , , , , , Indenizacoes , , Restituicoes 5.000, , , , , Receita da Divida At , , , , , Rec. Divida Ativa Tr , , , , , Rec. Div. Ativa IPTU , , , , ,35 PREF. MUN. TERESINA - CONSOLID ** RECEITAS ARRECADADAS SEGUNDO SUA NATUREZA ** COMPT: SET/07 EMISSAO:31/10/07 PAG.:0004 Conta Titulo Receita Prevista Arrecadada No Mes Arr.Mes Anterior Acumulado Ate o Mes Saldo Rec. Div. Ativa ITBI , , Rec. Div. Ativa ISS , , , , , Rec. Div. Ativa Outr , , , , , Rec. Div. Ativa nao ,00 0, , , , Receitas Diversas , , , , , Receitas Diversas , , , , , Rec.de Suc. de Acoes , , , , , Rec. Honorarios de A , , , , , Outras Receitas , , , , , Outras Receitas-IPMT , , , , , Outras Receitas-F.A , , Outras Receitas-FMS , , , , , Outras Rec. Diversas , , , , , RECEITAS DE CAPITAL , , , , , OPERACOES DE CREDITO , , Operacoes de Credito , , Operacoes de Credito , , ALIENACAO DE BENS , , Alienacao de Bens Mo , , AMORTIZACAO DE EMPRE , , , , , Amortizacao de Empre , , , , , Amortiz. de Empresti , , , , , TRANSF. DE CAPITAL , , , , , Transf. de Convenios , , , , , Transf.Conv.Uniao Su , , , , , Transf. Conv. p/ o S ,00 0,00 0, , , Transf. Conv. Uniao 0,00 0, , , , Outras Transf. Conv , , , , , Transf.Conv.Estad,DF , , Transf. Conv. Estado , , Transf. Conv. Instit , , Transf. de Conv. Ins , , OUTRAS RECEITAS DE C , , , , , Outras Receitas , , , , , RECEITAS CORRENTES I , , , , , RECEITAS DE CONTRIBU , , , , , Contribuicoes Sociai , , , , , Contribuicoes Sociai , , , , , Contrib. Previd. do , , , , , Contrib. Patronal do , , , , , Deducoes da Receita , , , , , DED RECEITA TRIBUTAR 0, , , , , Ded. Impostos 0, , , , , Ded. Imp.sobre o Pat 0, , , , , Ded. IPTU 0,00-269, , , , Ded. ITBI 0, , , , , Ded.Imp.Sobre a Prod 0,00-518,35-430, , , Ded.Imp. s/ Serv. de 0,00-518,35-430, , , Ded ISS P. Juridica 0,00-518,35 0, , ,24

18 18 Sexta-feira, 09 de novembro de 2007 DOM - Teresina - Ano nº Ded ISS P. Fisica 0,00 0,00-430,50-476,50 476, Ded Taxas 0,00-50,99 0,00-50,99 50, Ded Tx.p/ Exerc.do P 0,00-50,99 0,00-50,99 50, Ded Tx.Lic.p/Fun.Est 0,00-50,99 0,00-50,99 50, DED. REC. DE CONTRIB , , , , ,53 PREF. MUN. TERESINA - CONSOLID ** RECEITAS ARRECADADAS SEGUNDO SUA NATUREZA ** COMPT: SET/07 EMISSAO:31/10/07 PAG.:0005 Conta Titulo Receita Prevista Arrecadada No Mes Arr.Mes Anterior Acumulado Ate o Mes Saldo Ded Contribuicoes So , , , , , Contribuicoes Sociai , , , , , Ded Contrib. Previd , , , , , Ded Contrib. Servido , , , , , Ded Contrib. Serv. I , , Ded Contrib. Pension , , Ded Contrib. p/ Assi , , , , , Ded Contrib. Serv. p , , , , , Ded Fator Moderador -500,00-159,94-96,57-492,44 7, Ded PLANTE ,50 846, DED RECEITAS PATRIMO ,00-63, , , , Ded Receitas Imobili ,00-63, , , , Ded Laudemios 0,00 0, , , , Ded Tx Ocupacao de ,00-63,00 0,00-518,00 482, Ded Transferencias d 0, ,39 0, , , Ded Transferencia de 0, ,39 0, , , Ded.Trans.Conv.Uniao 0, ,39 0, , , Ded.Outra Trans. Con 0, ,39 0, , , Contas Ret. de Trans , , , , , Transf. Intergoverna , , , , , Transferencia da Uni , , , , , Ded. p/ o FUNDEF-Tra , , , , , Ded. p/o FUNDEF-FPM , , , , , Ded. cota Parte ITR 0,00-17,90-212, , , Ded. FUNDEF-Transf , , , , , Ded. p/ o FUNDEF-Tra , , , , , Ded. p/ o FUNDEF-ICM , , , , , Ded. cota parte IPV 0, , , , , Ded. do IPI Exp , , , , ,69 TOTAL GERAL , , , , ,38 PREF. MUN. TERESINA - CONSOLID ** DESPESAS REALIZADAS SEGUNDO SUA NATUREZA ** Competencia SETEMBRO Emissao 31/10/07 Pag 1 ** ** UNIDADE: GERAL ********* CREDITOS DESP.EMPENHADAS DESP.ANULADAS DESP.LIQUIDADAS DESP.PAGAS SALDOS CODIGO DA CONTA FIXADO(+) NO MES NO MES NO MES NO MES DISPONIVEL TITULO DA CONTA ATL.MONETARIA(+) ATE O MES ATE O MES ATE O MES ATE O MES A LIQUIDAR SUPLEMENTACAO(+) DEVOL NO MES A PAGAR ANULACAO(-) ATE O MES DESP.AUTORIZADA(=) , , , , , ,04 Despesas Correntes 0, , , , , , , , , , , , , , , , , ,14 Pessoal e Enc. Sociais 0, , , , , , , , , , , , , , , , , ,00 Aplicaþ es Diretas 0, , , , , , , , , , , , , ,13 0, , , ,64 Aposentadorias e Reformas 0, ,36 0, , ,57 0,00 0,00 0, ,79 0,00 0, , , ,09 0, , , ,63 Pens es 0, , , , ,37 0,00 0,00 0, , , ,28 0, , , ,05 Salßrio-Familia 0, ,91 150, , , , ,00 0, , ,58 0, , , , , , , ,36 Vencimentos e Vant.Fixas P. 0, , , , , , , , , , , , ,00 0, ,00 Vencimentos e Vant.Fixas P 0, ,00 0, , , ,00 0,00 0, ,00

19 DOM - Teresina - Ano nº Sexta-feira, 09 de novembro de PREF. MUN. TERESINA - CONSOLID ** DESPESAS REALIZADAS SEGUNDO SUA NATUREZA ** Competencia SETEMBRO Emissao 31/10/07 Pag 2 ** ** UNIDADE: GERAL ********* CREDITOS DESP.EMPENHADAS DESP.ANULADAS DESP.LIQUIDADAS DESP.PAGAS SALDOS CODIGO DA CONTA FIXADO(+) NO MES NO MES NO MES NO MES DISPONIVEL TITULO DA CONTA ATL.MONETARIA(+) ATE O MES ATE O MES ATE O MES ATE O MES A LIQUIDAR SUPLEMENTACAO(+) DEVOL NO MES A PAGAR ANULACAO(-) ATE O MES DESP.AUTORIZADA(=) , , , , , ,97 Obrigaþ es Patronais 0, , , , , , ,00 0, , ,95 0, , , , , , , ,84 Outras Despesas Varißveis P 0, , , , , , ,00 0, , ,64 0, , , ,34 0, , , ,72 Outras D.P. dec.contrato.te 0, ,28 0, , , , ,00 0, ,28 0,00 0, , ,00 0, ,00 Sentenþas Judiciais 0,00 0, , ,00 0, ,36 Despesas de Exercicios Ante 0, , , , ,25 0, ,39 0, , ,00 0, ,58 Indeniz. e Restituiþ es Tra 0, ,42 0, , ,42 0, ,00 0, , , ,87 0, , , ,85 Ressarcim. Desp.Pessoal Req 0, ,15 0, , , , ,00 0, ,08 0,00 0, , , ,60 0, , , ,14 Apl.Dir.Dec.de Oper.entre O 0, , , , , , ,00 0, , ,18 0, ,82 PREF. MUN. TERESINA - CONSOLID ** DESPESAS REALIZADAS SEGUNDO SUA NATUREZA ** Competencia SETEMBRO Emissao 31/10/07 Pag 3 ** ** UNIDADE: GERAL ********* CREDITOS DESP.EMPENHADAS DESP.ANULADAS DESP.LIQUIDADAS DESP.PAGAS SALDOS CODIGO DA CONTA FIXADO(+) NO MES NO MES NO MES NO MES DISPONIVEL TITULO DA CONTA ATL.MONETARIA(+) ATE O MES ATE O MES ATE O MES ATE O MES A LIQUIDAR SUPLEMENTACAO(+) DEVOL NO MES A PAGAR ANULACAO(-) ATE O MES DESP.AUTORIZADA(=) , ,60 0, , , ,14 Obrigaþ es Patronais IPMT 0, , , , , , ,00 0, , ,18 0, , , ,23 0, , , ,83 Juros e Encargos da Divida 0, , , , , ,35 0,00 0, , ,00 0, , , ,23 0, , , ,83 Aplicaþ es Diretas 0, , , , , ,35 0,00 0, , ,00 0, , , ,23 0, , , ,08 Juros s/ a Divida por Contr 0, , , , , ,35 0,00 0, , ,00 0, , ,00 0, ,75 Outros Enc. s/ a Div. por C 0,00 856,25 0,00 856,25 856,25 0, ,00 0, ,00

20 20 Sexta-feira, 09 de novembro de 2007 DOM - Teresina - Ano nº Despesas de Exercicios Ante 7.000,00 0,00 0, , , , , , ,07 Outras Despesas Correntes 0, , , , , , , , , , , , ,00 760,16 0,00 760,16 760, ,95 Transferencias Ó Uniao 0, ,05 0, , ,05 0,00 0,00 0, ,00 PREF. MUN. TERESINA - CONSOLID ** DESPESAS REALIZADAS SEGUNDO SUA NATUREZA ** Competencia SETEMBRO Emissao 31/10/07 Pag 4 ** ** UNIDADE: GERAL ********* CREDITOS DESP.EMPENHADAS DESP.ANULADAS DESP.LIQUIDADAS DESP.PAGAS SALDOS CODIGO DA CONTA FIXADO(+) NO MES NO MES NO MES NO MES DISPONIVEL TITULO DA CONTA ATL.MONETARIA(+) ATE O MES ATE O MES ATE O MES ATE O MES A LIQUIDAR SUPLEMENTACAO(+) DEVOL NO MES A PAGAR ANULACAO(-) ATE O MES DESP.AUTORIZADA(=) ,00 760,16 0,00 760,16 760, ,95 Contribuiþ es 0, ,05 0, , ,05 0,00 0,00 0, , ,00 0, ,00 Transferencias aos Estados ,00 0, , ,00 0, ,00 Contribuiþ es ,00 0, , , , , , , ,17 Tranf a Inst.Privad s/ Fins 0, , , , , , , , , , , , , , , , , ,48 Contribuiþ es 0, , , , , , ,58 0, , , , , , , , , , ,45 Subvenþ es Sociais 0, , , , , , , , , , , , ,00 0,00 75,24 Despesas de Exercicios Ante 0, ,76 0, , ,76 0, ,00 0, , , , , , , ,95 Aplicaþ es Diretas 0, , , , , , ,26 26, , , , ,66 PREF. MUN. TERESINA - CONSOLID ** DESPESAS REALIZADAS SEGUNDO SUA NATUREZA ** Competencia SETEMBRO Emissao 31/10/07 Pag 5 ** ** UNIDADE: GERAL ********* CREDITOS DESP.EMPENHADAS DESP.ANULADAS DESP.LIQUIDADAS DESP.PAGAS SALDOS CODIGO DA CONTA FIXADO(+) NO MES NO MES NO MES NO MES DISPONIVEL TITULO DA CONTA ATL.MONETARIA(+) ATE O MES ATE O MES ATE O MES ATE O MES A LIQUIDAR SUPLEMENTACAO(+) DEVOL NO MES A PAGAR ANULACAO(-) ATE O MES DESP.AUTORIZADA(=) , , , , , ,41 Outros Beneficios Previdenc 0, , , , , , ,00 0, ,54 0,00 0, , , ,75 0, , , ,25 Outros Beneficios Assistenc 0, ,75 0, , ,75 0, ,00 0, ,00

CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA PORTARIA Nº 09 DE 16 DE NOVEMBRO DE 2000

CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA PORTARIA Nº 09 DE 16 DE NOVEMBRO DE 2000 SISTEMAS DE GESTÃO DA QUALIDADE EM ALIMENTOS E BEBIDAS CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA PORTARIA Nº 09 DE 16 DE NOVEMBRO DE 2000 NORMA TÉCNICA PARA EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO EM CONTROLE DE VETORES

Leia mais

IT-1045.R-6 INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA EMISSÃO DE ORDENS DE SERVIÇO POR FIRMAS DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS.

IT-1045.R-6 INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA EMISSÃO DE ORDENS DE SERVIÇO POR FIRMAS DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS. IT-1045.R-6 INSTRUÇÃO TÉCNICA PARA EMISSÃO DE ORDENS DE SERVIÇO POR FIRMAS DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS. Edição Preliminar OBJETIVO Definir a Ordem de Serviço a ser adotada pelas firmas que

Leia mais

ROTEIRO EMPRESA DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS

ROTEIRO EMPRESA DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS ROTEIRO EMPRESA DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS ROTEIRO DE INSPEÇÃO PRESTADORA DE SERVIÇOS / DEDETIZADORAS Data: A - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA: 1-Razão Social: 2-Nome de Fantasia: 3-Alvará/Licença Sanitária:

Leia mais

BARATAS DE ESGOTO (Periplaneta americana) E FRANCESINHA (Blattella germanica)

BARATAS DE ESGOTO (Periplaneta americana) E FRANCESINHA (Blattella germanica) CONTROLE DE BARATAS DE ESGOTO (Periplaneta americana) E FRANCESINHA (Blattella germanica) - Manter alimentos guardados em recipientes fechados. - Conservar armários e despensas fechados, sem resíduos de

Leia mais

CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. PORTARIA Nº 09 de 16 de NOVEMBRO de 2000

CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA. PORTARIA Nº 09 de 16 de NOVEMBRO de 2000 CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA PORTARIA Nº 09 de 16 de NOVEMBRO de 2000 NORMA TÉCNICA PARA EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO EM CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS A Diretora do Centro de Vigilância Sanitária,

Leia mais

PORTARIA N 09, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2000

PORTARIA N 09, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2000 PORTARIA N 09, DE 16 DE NOVEMBRO DE 2000 NORMA TÉCNICA PARA EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO EM CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS A Diretora do Centro de Vigilância Sanitária, no uso de suas atribuições

Leia mais

Resolução RDC nº 52/2009 - SERVIÇO CONTROLE DE PRAGAS (DEDETIZAÇÃO) - FUNCIONAMENTO - NOVAS REGRAS - ADEQUAÇÃO EM 180 DIAS

Resolução RDC nº 52/2009 - SERVIÇO CONTROLE DE PRAGAS (DEDETIZAÇÃO) - FUNCIONAMENTO - NOVAS REGRAS - ADEQUAÇÃO EM 180 DIAS Resolução RDC nº 52/2009 - SERVIÇO CONTROLE DE PRAGAS (DEDETIZAÇÃO) - FUNCIONAMENTO - NOVAS REGRAS - ADEQUAÇÃO EM 180 DIAS Resolução - RDC nº 52, de 22 de outubro de 2009 Dispõe sobre o funcionamento de

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PRESTADORA DE SERVIÇOS / DEDETIZADORAS (VETORES E PRAGAS)

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PRESTADORA DE SERVIÇOS / DEDETIZADORAS (VETORES E PRAGAS) A - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA: 1-Razão Social: 2-Nome de Fantasia: 3-Alvará/Licença Sanitária: 4- Inscrição Municipal: 5-CNPJ 6- Inscrição Estadual 9-Endereço: 10- nº 11-E-mail 13-Bairro: 8-Fone: 14-Município:

Leia mais

DZ-1004. R-7 DIRETRIZ PARA CONCESSÃO E RENOVAÇÃO DE CERTIFICADO DE REGISTRO PARA FIRMAS DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS

DZ-1004. R-7 DIRETRIZ PARA CONCESSÃO E RENOVAÇÃO DE CERTIFICADO DE REGISTRO PARA FIRMAS DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS DZ-1004. R-7 DIRETRIZ PARA CONCESSÃO E RENOVAÇÃO DE CERTIFICADO DE REGISTRO PARA FIRMAS DE CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS 1. OBJETIVO Estabelecer, com base no disposto no parágrafo único do Artigo

Leia mais

PAC 07. Controle Integrado de Pragas CIP

PAC 07. Controle Integrado de Pragas CIP Página 1 de 10 Controle Integrado de Pragas CIP Página 2 de 10 1. Objetivo----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------03

Leia mais

Parte 3 CONTROLE INTEGRADO DE PRAGAS

Parte 3 CONTROLE INTEGRADO DE PRAGAS Parte 3 CONTROLE INTEGRADO DE PRAGAS Curso Integrado de Pragas JPGomes November 11th, 2006 Slide 1 Controle Integrado de Roedores e Insetos Instalações: O surgimento de roedores e insetos é conseqüência

Leia mais

ANVISA ABRE CONSULTA PUBLICA PARA NORMATIVA PARA CONTROLADORAS DE PRAGAS

ANVISA ABRE CONSULTA PUBLICA PARA NORMATIVA PARA CONTROLADORAS DE PRAGAS ANVISA ABRE CONSULTA PUBLICA PARA NORMATIVA PARA CONTROLADORAS DE PRAGAS A ANVISA (AGENCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITARIA) ABRIU A CONSULTA PUBLICA N. 76, DE 23 DE DEZEMBRO DE 2008, DOCUMENTO QUE SUBSTITUIRA

Leia mais

CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA NORMA TÉCNICA PARA EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO EM CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS

CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA NORMA TÉCNICA PARA EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO EM CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA PORTARIA Nº 09 DE 16 DE NOVEMBRO DE 2000 NORMA TÉCNICA PARA EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO EM CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS A Diretora do Centro de Vigilância Sanitária,

Leia mais

CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA NORMA TÉCNICA PARA EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO EM CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS

CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA NORMA TÉCNICA PARA EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO EM CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA PORTARIA Nº 09 DE 16 DE NOVEMBRO DE 2000 NORMA TÉCNICA PARA EMPRESAS PRESTADORAS DE SERVIÇO EM CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS A Diretora do Centro de Vigilância Sanitária,

Leia mais

POP 04 (Controle Integrado de Vetores e Pragas Urbanas) RESTAURANTE...

POP 04 (Controle Integrado de Vetores e Pragas Urbanas) RESTAURANTE... Página 1 POP 04 (Controle Integrado de Vetores e Pragas Urbanas) RESTAURANTE... Modelo sugerido por Márcia M M Paranaguá,, em conformidade com as leis da ANVISA Página 2 1. OBJETIVOS - Assegurar um controle

Leia mais

DZ-1004.R-8 DIRETRIZ PARA CONCESSÃO E RENOVAÇÃO DE CERTIFICADO DE REGISTRO PARA EMPRESAS DE CONTROLE DE VETORES DE PRAGAS URBANAS

DZ-1004.R-8 DIRETRIZ PARA CONCESSÃO E RENOVAÇÃO DE CERTIFICADO DE REGISTRO PARA EMPRESAS DE CONTROLE DE VETORES DE PRAGAS URBANAS DZ-1004.R-8 DIRETRIZ PARA CONCESSÃO E RENOVAÇÃO DE CERTIFICADO DE REGISTRO PARA EMPRESAS DE CONTROLE DE VETORES DE PRAGAS URBANAS Notas: Aprovada pela Deliberação CECA n. 3.619, de 24 de abril de 1997

Leia mais

Documento Assinado Digitalmente

Documento Assinado Digitalmente LICENÇA DE OPERAÇÃO LO N.º 5415 / 2011-DL Processo n.º A Fundação Estadual de Proteção Ambiental, criada pela Lei Estadual n.º 9.077, de 04/06/90, e com seus Estatutos aprovados pelo Decreto n.º 33.765,

Leia mais

NRR 5 - Produtos Químicos

NRR 5 - Produtos Químicos NRR 5 - Produtos Químicos 5.1. Esta Norma trata dos seguintes produtos químicos utilizados no trabalho rural: agrotóxicos e afins, fertilizantes e corretivos. 5.1.1. Entende-se por agrotóxicos as substâncias

Leia mais

NORMA TÉCNICA PARA EMPRESAS ESPECIALIZADAS NO CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS.

NORMA TÉCNICA PARA EMPRESAS ESPECIALIZADAS NO CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS. NORMA TÉCNICA PARA EMPRESAS ESPECIALIZADAS NO CONTROLE DE VETORES E PRAGAS URBANAS CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES INICIAIS Seção I Objetivo Art. 1º - A presente norma tem por objetivo fixar diretrizes, definições

Leia mais

COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA DE CONTROLE DE VETORES NO AMBIENTE HOSPITALAR

COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA DE CONTROLE DE VETORES NO AMBIENTE HOSPITALAR 1 COMISSÃO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR SERVIÇO DE CONTROLE DE INFECÇÃO HOSPITALAR ROTINA DE CONTROLE DE VETORES NO AMBIENTE HOSPITALAR Flávia Valério de Lima Gomes Enfermeira da CCIH / SCIH Jair

Leia mais

PUBLICADA NO DOC EM 26/JUN/2015 - Página 56

PUBLICADA NO DOC EM 26/JUN/2015 - Página 56 PUBLICADA NO DOC EM 26/JUN/2015 - Página 56 Aviso - Consulta Pública nº 002/2015 - COVISA São Paulo, 23 de junho de 2015. O Secretário Municipal de Saúde, no uso das atribuições que lhe são conferidas

Leia mais

Tania Pich Gerente Geral de Saneantes - ANVISA

Tania Pich Gerente Geral de Saneantes - ANVISA Funcionamento de empresas especializadas na prestação de serviço de controle de vetores e pragas urbanas Tania Pich Gerente Geral de Saneantes - ANVISA A Nova RDC 18 Objetivo e Abrangência Definições Requisitos

Leia mais

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários.

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Nº PROCESSO REQUERIMENTO RAZÃO SOCIAL IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO NOME DE FANTASIA NÚMERO DO CNPJ NÚMERO ÚLTIMO

Leia mais

Atualizada.: 19/04/2012 ANEXO 1 E

Atualizada.: 19/04/2012 ANEXO 1 E COORDENADORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E AMBIENTAL MEDIA COMPLEXIDADE ANEXO 1 E Ótica; Creches; Instituições de longa permanência para idosos; Instituições que prestem serviços de atenção a pessoas com

Leia mais

*RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009

*RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009 *RESOLUÇÃO SMSDC Nº 1.424 DE 16 DE FEVEREIRO DE 2009 O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE SAÚDE E DEFESA CIVIL, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela legislação em vigor, e CONSIDERANDO o Decreto Municipal

Leia mais

Documento Assinado Digitalmente

Documento Assinado Digitalmente LICENÇA DE OPERAÇÃO LO N.º Processo n.º 1944 / 2013-DL A Fundação Estadual de Proteção Ambiental, criada pela Lei Estadual n.º 9.077, de 04/06/90, e com seus Estatutos aprovados pelo Decreto n.º 33.765,

Leia mais

INSTRUÇÕES AO PROFISSIONAL

INSTRUÇÕES AO PROFISSIONAL INSTRUÇÕES AO PROFISSIONAL 1 RECEITA AGRONÔMICA 1.1. É registrada uma Anotação de Responsabilidade Técnica ART, para aquisição de cada bloco de 30 receitas (Ato 01/85 CREA-RJ), cujos dados formarão seu

Leia mais

Documento Assinado Digitalmente

Documento Assinado Digitalmente LICENÇA DE OPERAÇÃO LO N.º 2329 / 2014-DL Identificador de Documento 623205 Folha 1/4 LO N.º A Fundação Estadual de Proteção Ambiental, criada pela Lei Estadual n.º 9.077, de 04/06/90, e com seus Estatutos

Leia mais

ROTEIRO PARA AUTO INSPEÇÃO

ROTEIRO PARA AUTO INSPEÇÃO Secretaria Municipal da Saúde Coordenação de Vigilância em Saúde Gerência de Produtos e Serviços de Interesse da Saúde Subgerência de Produtos Para a Saúde, Saneantes Domissanitários e Cosméticos Roteiro

Leia mais

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725

FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 1/7 FISPQ NRº. 004 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome da Empresa: Hidroazul Indústria e Comércio Ltda Endereço: Rua João Dias Neto, 18 D Cataguases MG CEP: 36770-902. Telefone da Empresa: (32)

Leia mais

RESOLUÇÃO SESA Nº 374/2015 (Publicada no DOE nº 9546, de 30/09/15)

RESOLUÇÃO SESA Nº 374/2015 (Publicada no DOE nº 9546, de 30/09/15) RESOLUÇÃO SESA Nº 374/2015 (Publicada no DOE nº 9546, de 30/09/15) Dispõe sobre Norma Técnica para funcionamento de empresas especializadas na prestação de serviço de controle de vetores e pragas urbanas

Leia mais

Documento Assinado Digitalmente

Documento Assinado Digitalmente LICENÇA DE OPERAÇÃO LO N.º 5103 / 2014-DL Identificador de Documento 647141 Folha 1/4 LO N.º 5103 / 2014-DL A Fundação Estadual de Proteção Ambiental, criada pela Lei Estadual n.º 9.077, de 04/06/90, e

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO

PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS SECRETARIA MUNICIPAL DE GOVERNO PUBLICADO NO DOMP Nº 578 DE: 1º/08/2012 PÁG: 1 PREFEITURA MUNICIPAL DE PALMAS DECRETO Nº 293, DE 31 DE JULHO DE 2012 Dispõe sobre as normas sanitárias para o funcionamento das lavanderias em geral, de

Leia mais

FISPQ - Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos RATOKILL PÓ DE CONTATO

FISPQ - Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos RATOKILL PÓ DE CONTATO RATOKILL PÓ DE CONTATO CÓDIGOS : 313, 314, 325 e 326. Páginas 1 de 5 01 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO: Nome do produto... : RATICIDA RATOKILL PÓ DE CONTATO Fabricante... : INSETIMAX INDÚSTRIA QUÍMICA LTDA

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE COORDENADORIA GERAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE NORMA TÉCNICA 2/07

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE COORDENADORIA GERAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE NORMA TÉCNICA 2/07 PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE COORDENADORIA GERAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE NORMA TÉCNICA 2/07 Esta Norma dispõe sobre a Regulamentação e Controle das Condições Sanitárias

Leia mais

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES -

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES - ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES - 1. LEGISLAÇÃO SANITÁRIA ESPECÍFICA - Lei Federal 6.360/76 e Decreto Estadual (DE) 23.430 de 24/10/1974 (http://www.al.rs.gov.br/legis/);

Leia mais

Formalização do Funcionamento de. Nutrição. Profª. Mônica de Caldas Rosa dos Anjos

Formalização do Funcionamento de. Nutrição. Profª. Mônica de Caldas Rosa dos Anjos Formalização do Funcionamento de Unidades de Alimentação e Nutrição Profª. Mônica de Caldas Rosa dos Anjos A sobrevivência de agrupamentos humanos está diretamente relacionada à existência de objetivos

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE IDENTIFICAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES DAS ÁREAS DE VIVÊNCIA DOS CANTEIROS DE OBRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NO ESTADO DA BAHIA.

QUESTIONÁRIO DE IDENTIFICAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES DAS ÁREAS DE VIVÊNCIA DOS CANTEIROS DE OBRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. QUESTIONÁRIO DE IDENTIFICAÇÃO DAS PRINCIPAIS CONDIÇÕES DAS ÁREAS DE VIVÊNCIA DOS CANTEIROS DE OBRA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. O presente trabalho é resultado de um consenso estabelecido

Leia mais

RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13)

RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13) RESOLUÇÃO SESA Nº 465/2013 (Publicada no Diário Oficial do Estado nº 9036, de 04/09/13) O SECRETÁRIO DE ESTADO DA SAÚDE, usando da atribuição que lhe confere o Art. 45, Inciso XIV, da Lei Estadual nº 8.485

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA SSP Nº 03/2011. UNIDADE RESPONSÁVEL: Unidades de Saúde e Secretaria Municipal de Saúde.

INSTRUÇÃO NORMATIVA SSP Nº 03/2011. UNIDADE RESPONSÁVEL: Unidades de Saúde e Secretaria Municipal de Saúde. Fls.: 1 de 11 INSTRUÇÃO NORMATIVA SSP Nº 03/2011 VERSÃO: 01/2011 APROVAÇÃO EM: 20 de julho de 2011 ATO DE APROVAÇÃO: Decreto nº 20/2011 UNIDADE RESPONSÁVEL: Unidades de Saúde e Secretaria Municipal de

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA DAS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA DAS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS I IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Nome: Endereço: AP: Nome Fantasia: Inscrição Municipal: Nº do Processo: CNPJ: Tipo de Serviço: ( ) Municipal ( ) Filantrópico ( ) Conveniado SUS RJ ( ) Privado ( ) Estadual

Leia mais

IMPACTOS DOS AGROTÓXICOS NA SAÚDE DA POPULAÇÃO E SAÚDE AMBIENTAL

IMPACTOS DOS AGROTÓXICOS NA SAÚDE DA POPULAÇÃO E SAÚDE AMBIENTAL ATUALMENTE O BRASIL É O 1º CONSUMIDOR MUNDIAL DE AGROTÓXICOS E A BAHIA OCUPA O 7º LUGAR ENTRE OS ESTADOS DA FEDERAÇÃO IMPACTOS DOS AGROTÓXICOS NA SAÚDE DA POPULAÇÃO E SAÚDE AMBIENTAL Vamos conhecer mais

Leia mais

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS.

ANEXO I REGULAMENTO TÉCNICO PARA O TRANSPORTE DE ALIMENTOS, MATÉRIA- PRIMA, INGREDIENTES E EMBALAGENS. RESOLUÇÃO.../SESA/PR O Secretário Estadual de Saúde, no uso de suas atribuições legais e: CONSIDERANDO a Portaria nº 326/1997/SVS/MS, a Resolução RDC nº275/2002, a Resolução RDC nº 216/2004, da ANVISA,

Leia mais

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO, OBRAS, VIAÇÃO E TRANSPORTE COMISSÃO DO MEIO AMBIENTE. PROJETO DE LEI Nº 237/2012 Com o Substitutivo n o 1

COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO, OBRAS, VIAÇÃO E TRANSPORTE COMISSÃO DO MEIO AMBIENTE. PROJETO DE LEI Nº 237/2012 Com o Substitutivo n o 1 COMISSÃO DE DESENVOLVIMENTO URBANO, OBRAS, VIAÇÃO E TRANSPORTE COMISSÃO DO MEIO AMBIENTE PROJETO DE LEI Nº 237/2012 Com o Substitutivo n o 1 RELATÓRIO: De autoria do Vereador Amauri Cardoso, este projeto

Leia mais

DZ-351.R-2 - DIRETRIZ PARA CONCESSÃO E RENOVAÇÃO DE CERTIFICADO DE REGISTRO PARA EMPRESAS DE LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DE RESERVATÓRIOS DE ÁGUA.

DZ-351.R-2 - DIRETRIZ PARA CONCESSÃO E RENOVAÇÃO DE CERTIFICADO DE REGISTRO PARA EMPRESAS DE LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DE RESERVATÓRIOS DE ÁGUA. DZ-351.R-2 - DIRETRIZ PARA CONCESSÃO E RENOVAÇÃO DE CERTIFICADO DE REGISTRO PARA EMPRESAS DE LIMPEZA E HIGIENIZAÇÃO DE RESERVATÓRIOS DE ÁGUA. Notas: Aprovada pela Deliberação CECA nº 3.618, de 24 de abril

Leia mais

FARMÁCIAS E DROGARIAS

FARMÁCIAS E DROGARIAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE FARMÁCIAS E DROGARIAS Nome Fantasia: Razão Social: Endereço: Responsável Técnico: CRF: Telefone: CNPJ: Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana - Av. João Durval

Leia mais

Tatuagem e Colocação de Adornos

Tatuagem e Colocação de Adornos ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DIVISÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Centro Estadual de Vigilância em Saúde Núcleo de Estabelecimento de Saúde Tatuagem e Colocação de Adornos Ana Carolina Kraemer Enfermeira - Especialista

Leia mais

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO 18.4 Áreas de Vivência 18.4.1. Os canteiros de obras devem dispor de: a) instalações sanitárias; b) vestiário; c) alojamento; d)

Leia mais

BACTER PLUS LAVANDA DESINFETANTE BACTERICIDA - CONCENTRADO USO PROFISSIONAL

BACTER PLUS LAVANDA DESINFETANTE BACTERICIDA - CONCENTRADO USO PROFISSIONAL BACTER PLUS LAVANDA DESINFETANTE BACTERICIDA - CONCENTRADO USO PROFISSIONAL BACTER PLUS LAVANDA é um desinfetante bactericida concentrado de uso geral com formulação balanceada de ph Neutro, proporcionando

Leia mais

Ficha de informação de segurança de produto químico (FISPQ) DETERGENTE NEUTRO MALTEX

Ficha de informação de segurança de produto químico (FISPQ) DETERGENTE NEUTRO MALTEX Ficha de informação de segurança de produto químico (FISPQ) 01/06 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto:. Aplicação: Utilizado para limpeza manual de louças e remoção de resíduos de

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA

1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto Limpa ar condicionado Código interno de identificação 00.00.000.000 Nome da empresa Endereço Aeroflex Indústria de Aerosol Ltda. Rod. BR 116 km

Leia mais

18.4. Áreas de vivência

18.4. Áreas de vivência 18.4. Áreas de vivência 18.4.1. Os canteiros de obras devem dispor de: a) instalações sanitárias; (118.015-0 / I4) b) vestiário; (118.016-9 / I4) c) alojamento; (118.017-7 / I4) d) local de refeições;

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE 2012

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE 2012 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE

Leia mais

ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE

ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE ANEXO II EXIGÊNCIAS DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE 1. OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO Estas exigências definem os deveres e as responsabilidades da CONTRATADA e estabelecem as orientações, requisitos

Leia mais

PROPOSTA DE TEXTO DE PORTARIA DEFINITIVA

PROPOSTA DE TEXTO DE PORTARIA DEFINITIVA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO PROPOSTA DE TEXTO DE PORTARIA DEFINITIVA O PRESIDENTE

Leia mais

NORPACIFIC DO BRASIL LTDA. FUMISPORE

NORPACIFIC DO BRASIL LTDA. FUMISPORE NORPACIFIC DO BRASIL LTDA Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico Página 1 de 6 1. Identificação do Produto e da Empresa FUMISPORE Fabricante / Registrante: L.C.B. S.A. Laboratoire de Chimie

Leia mais

01 Identificação do produto e da Empresa. 02 Composição e informações sobre os ingredientes. 03 Identificação de perigos

01 Identificação do produto e da Empresa. 02 Composição e informações sobre os ingredientes. 03 Identificação de perigos Página: 01/05 01 Identificação do produto e da Empresa Natureza Química : Limpador de Uso Geral Autorização de Funcionamento / MS : nº 3.02.599-9 Registro no Ministério da Saúde : 3.2599.0103.001-4 Aceita

Leia mais

Rebrilhar Catalisador Ureia-Formol

Rebrilhar Catalisador Ureia-Formol 1 IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome comercial do Produto: Nome da Empresa: Rebrilhar Resinas e Vernizes Ltda. Endereço: Rua Luiz de Moraes Rego, nº. 505 Jardim do Bosque Leme/SP Telefones: 19-35186900

Leia mais

Classificação e Rotulagem de Perigo dos Ingredientes que Contribuem para o Perigo: N. A

Classificação e Rotulagem de Perigo dos Ingredientes que Contribuem para o Perigo: N. A Nome do Produto: VERCLEAN 900 FISQP N.º: 02 Página: 1/7 Última Revisão: 08/04/13 1. Identificação do Produto e da Empresa Nome do Produto: DETERGENTE VERCLEAN 900 Código Interno de Identificação: 101 Nome

Leia mais

O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais,

O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais, DECRETO N.º 23915, DE 13 DE JANEIRO DE 2004 DISPÕE SOBRE O LICENCIAMENTO SANITÁRIO A QUE ESTÃO SUJEITOS OS SALÕES DE CABELEIREIROS, OS INSTITUTOS DE BELEZA, ESTÉTICA, PODOLOGIA E ESTABELECIMENTOS CONGÊNERES;

Leia mais

WebSite da Vigilância Sanitária

WebSite da Vigilância Sanitária Página 1 de 5 SERVIÇOS MAIS ACESSADOS: Selecione um Serviço Página Principal Quem somos Regularize sua Empresa Roteiros Denúncias e Reclamações Vigilância e Fiscalização Sanitária em Indústrias de Alimentos

Leia mais

RESOLUÇÃO CONAMA nº 465, de 5 de Dezembro de 2014 Publicada no DOU n o 237, de 08 de dezembro de 2014, Seção 1, páginas 110-111

RESOLUÇÃO CONAMA nº 465, de 5 de Dezembro de 2014 Publicada no DOU n o 237, de 08 de dezembro de 2014, Seção 1, páginas 110-111 RESOLUÇÃO CONAMA nº 465, de 5 de Dezembro de 2014 Publicada no DOU n o 237, de 08 de dezembro de 2014, Seção 1, páginas 110-111 Correlação: Revoga a Resolução CONAMA nº 334/2003 Dispõe sobre os requisitos

Leia mais

6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS

6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS Universidade de Passo Fundo Faculdade de Agronomia e Medicina Veterinária Curso de Medicina Veterinária 6 CURSO DE CONTROLE DE QUALIDADE NA INDÚSTRIA DE ALIMENTOS Médico Veterinário Profº Dr. Elci Lotar

Leia mais

Gestão Ambiental. para Empresas de Pequeno Porte

Gestão Ambiental. para Empresas de Pequeno Porte Gestão Ambiental para Empresas de Pequeno Porte Setor de Alimentos Junho de 2014 Izabela Simões Analista em Gestão Ambiental A Evolução da Gestão Ambiental 1960 2009 Controle da poluição Poluidor pagador

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM HOTEIS E MOTEIS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM HOTEIS E MOTEIS SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

Ficha de informação de segurança de produto químico (FISPQ) LIMPEZA PESADA

Ficha de informação de segurança de produto químico (FISPQ) LIMPEZA PESADA 01/05 1. DENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto:. Aplicação: Limpa e desengordura superfícies laváveis, como fogões, coifas, azulejos, pisos, e similares. Diluição até 1:20 Telefone de emergência:

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS QUÍMICOS

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS QUÍMICOS FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA PARA PRODUTOS QUÍMICOS 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome Comercial do produto: CJI MASTER HARD SS Nome da empresa: Endereço: Rua Hermínio Poltroniere, 198

Leia mais

A - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA

A - IDENTIFICAÇÃO DA EMPRESA ANEXO II REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE INSUMOS PECUÁRIOS ROTEIRO DE INSPEÇÃO DAS BOAS

Leia mais

Checklist aplicável ao Fornecedor ou Subcontratado e Pontuação

Checklist aplicável ao Fornecedor ou Subcontratado e Pontuação Checklist aplicável ao Fornecedor ou Subcontratado e Pontuação Segue abaixo checklist que será utilizado na auditoria no fornecedor ou subcontratado das empresas signatárias.. Formalização da Empresa Peso.

Leia mais

HEMOCENTRO: Florianópolis Nº CP 321/15 OBJETO A CONTRATAR

HEMOCENTRO: Florianópolis Nº CP 321/15 OBJETO A CONTRATAR TERMO DE REFERÊNCIA/ESCOPO HMR.02.06.04 HEMOCENTRO: Florianópolis Nº CP 321/15 OBJETO A CONTRATAR CONTRATAÇÃO DE EMPRESA PARA A PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ESPECIALIZADOS DE SAÚDE AMBIENTAL (DESRATIZAÇÃO, DESCORPINIZAÇÃO

Leia mais

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (PGRSS)

PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (PGRSS) Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária Rio Grande do Norte PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (PGRSS) Drogarias Modelo Simplificado 0 RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DE ESTADO DA

Leia mais

Proteção para os prestadores de primeiros socorros: evitar contato cutâneo e inalatório com o produto durante o processo.

Proteção para os prestadores de primeiros socorros: evitar contato cutâneo e inalatório com o produto durante o processo. 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: OIL TREATMENT Aplicação: Aditivo concentrado para óleo de motor. Fornecedor: Orbi Quimica Ltda. Avenida Maria Helena, 600 - Leme SP Brasil - CEP

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Art. 1º - Por resíduos perigosos entende-se todo o lixo produzido por:

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Art. 1º - Por resíduos perigosos entende-se todo o lixo produzido por: 1 LEI Nº 897, DE 10 DE OUTUBRO DE 2013. DISPÕE SOBRE "PROCEDIMENTOS RELATIVOS AOS RESÍDUOS PERIGOSOS" E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito Municipal de Mangaratiba faz saber que a Câmara Municipal de Mangaratiba,

Leia mais

NR 24 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO

NR 24 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO NR 24 - INSTALAÇÕES SANITÁRIAS E DE CONFORTO NOS LOCAIS DE TRABALHO 24.1 Instalações Sanitárias 24.1.1 Todo estabelecimento deve ser dotado de instalações sanitárias, constituídas por vasos sanitários,

Leia mais

DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL DIRETORIA DE PORTOS E COSTAS CURSO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL PEQUENOS VETORES GRANDES PREJUÍZOS JOÃO MARCILIO DA SILVA REBOUÇAS RIO DE JANEIRO RJ 2005 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO... 3 PÚBLICO ALVO... 4 IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

DISPÕE SOBRE A POLÍTICA DE COLETA SELETIVA NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA ALTA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

DISPÕE SOBRE A POLÍTICA DE COLETA SELETIVA NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA ALTA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI Nº 1.223/2013 DE 16 DE ABRIL DE 2013. DISPÕE SOBRE A POLÍTICA DE COLETA SELETIVA NO MUNICÍPIO DE CACHOEIRA ALTA E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A CÂMARA MUNICIPAL DE CACHOEIRA ALTA, Estado de Goiás, por

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL

GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL GOVERNO DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL Secretaria de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo - SEPROTUR Agencia Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ - SESA SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA. Nota Técnica nº 08/13 DVVSA/CEVS/SESA 29 de agosto 2013.

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ - SESA SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA. Nota Técnica nº 08/13 DVVSA/CEVS/SESA 29 de agosto 2013. SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DO PARANÁ - SESA SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA Nota Técnica nº 08/13 DVVSA/CEVS/SESA 29 de agosto 2013. BOAS PRÁTICAS PARA COMÉRCIO AMBULANTE DE ALIMENTOS A Secretaria do

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA PRODUTO QUIMICO

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA PRODUTO QUIMICO SEÇÃO I Identificação do Produto Químico e da Empresa Nome do Produto: Nome da Empresa: IMPERCOTEPRIMER CITIMAT MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO LTDA. RUA COMENDADOR SOUZA 72/82 AGUA BRANCA SÃO PAULO SP CEP: 05037-090

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO - FISPQ

FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO - FISPQ FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO - FISPQ PRODUTO: BATERIA MOURA 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do produto: Nome da Empresa: Endereço: Bateria Moura Acumuladores Moura

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENAÇÃO DOS INSTITUTOS DE PESQUISA CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENAÇÃO DOS INSTITUTOS DE PESQUISA CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENAÇÃO DOS INSTITUTOS DE PESQUISA Portaria CVS 15, de 26 de Dezembro de 2002. Define diretrizes, critérios e procedimentos para a avaliação físico funcional de projetos

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS

FICHA DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA DE PRODUTOS QUÍMICOS Página: 1/10 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome comercial: ITA Anti Espumante. Nome químico do principal componente: Cola Coqueiro Granulada. Código interno de identificação do produto: ITA1228.

Leia mais

1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 2. COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES 2 3. IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS 2 4. PRIMEIROS SOCORROS 2

1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 2. COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES 2 3. IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS 2 4. PRIMEIROS SOCORROS 2 ÍNDICE 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 2 2. COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS INGREDIENTES 2 3. IDENTIFICAÇÃO DE PERIGOS 2 4. PRIMEIROS SOCORROS 2 5. MEDIDAS DE COMBATE A INCÊNDIO 3 6. MEDIDAS

Leia mais

Consultórios Médicos e Clínicas Médicas

Consultórios Médicos e Clínicas Médicas Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária Rio Grande do Norte PLANO DE GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SERVIÇOS DE SAÚDE (PGRSS) Consultórios Médicos e Clínicas Médicas Modelo Simplificado 0 RIO GRANDE DO

Leia mais

Ficha de informação de segurança de produto químico (FISPQ) LIMPA INOX MALTEX

Ficha de informação de segurança de produto químico (FISPQ) LIMPA INOX MALTEX Ficha de informação de segurança de produto químico (FISPQ) 01/05 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Limpa inox Maltex. Aplicação: O remove manchas e amarelados de utensílios de

Leia mais

Agrotóxicos Adjuvantes e Produtos Afins. Autor: Douglas Fernando Ferrari Auditor em Saúde e Segurança do Trabalho IAS/ABNT.

Agrotóxicos Adjuvantes e Produtos Afins. Autor: Douglas Fernando Ferrari Auditor em Saúde e Segurança do Trabalho IAS/ABNT. Agrotóxicos Adjuvantes e Produtos Afins Autor: Douglas Fernando Ferrari Auditor em Saúde e Segurança do Trabalho IAS/ABNT. AGROTÓXICOS DEFINIÇÃO: Agrotóxicos são produtos químicos utilizados para combater

Leia mais

Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos VEDAPREN FAST - TERRACOTA

Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos VEDAPREN FAST - TERRACOTA 1. Identificação do produto e da empresa Nome do produto: Códigos internos de identificação do produto: 111690, 111691, 121714 e 111689 Nome da empresa: Otto Baumgart Ind. e Com. S/A Endereço: Rua Coronel

Leia mais

FISPQ N 193 N da Revisão 04 FIREGUARD

FISPQ N 193 N da Revisão 04 FIREGUARD Página 1 de 5 1 - Identificação do Produto e da Empresa Nome do produto: Nome da empresa: Anchortec Industrial e Comercial Ltda. Endereço: Rua Tenente Onofre Rodrigues de Aguiar, 800, Mogi das Cruzes -

Leia mais

Oncologia. Aula 3: Legislação específica. Profa. Camila Barbosa de Carvalho

Oncologia. Aula 3: Legislação específica. Profa. Camila Barbosa de Carvalho Oncologia Aula 3: Legislação específica Profa. Camila Barbosa de Carvalho Legislações importante em oncologia - RDC n o. 220/2004 - RDC n o. 67/2007 - RDC n o. 50/2002 - RDC n o. 306/2004 - NR 32/2005

Leia mais

Concurso Público. Serviços de Limpeza na Sede e no Edifício Administrativo da Ala Oeste do Instituto do Desporto

Concurso Público. Serviços de Limpeza na Sede e no Edifício Administrativo da Ala Oeste do Instituto do Desporto Concurso Público Serviços de Limpeza na Sede e no Edifício Administrativo da Ala Oeste do Instituto do Desporto Requisitos para a prestação de serviços de limpeza 1. Serviços de limpeza da 1ª parte Fornecimento

Leia mais

Carlos Massaru Watanabe/ Marcos Gennaro Engenheiros Agrônomos

Carlos Massaru Watanabe/ Marcos Gennaro Engenheiros Agrônomos DEDETIZAÇÃO Carlos Massaru Watanabe/ Marcos Gennaro Engenheiros Agrônomos TRATAMENTO DOMISSANITARIO: MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS Carlos Massaru Watanabe Engenheiro Agrônomo Pragas Interesse Agrícola Interesse

Leia mais

Documentos Obrigatórios em UANs

Documentos Obrigatórios em UANs Documentos Obrigatórios em UANs Profa. Ms Kelly Ribeiro Amichi DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Para o funcionamento de uma UAN, existe a documentação obrigatória exigida pela legislação. Essa documentação deve

Leia mais

FISCALIZAÇÃO DO COMÉRCIO E USO DE AGROTÓXICOS NO RIO GRANDE DO SUL. Departamento de Defesa Agropecuária Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários

FISCALIZAÇÃO DO COMÉRCIO E USO DE AGROTÓXICOS NO RIO GRANDE DO SUL. Departamento de Defesa Agropecuária Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários FISCALIZAÇÃO DO COMÉRCIO E USO DE AGROTÓXICOS NO RIO GRANDE DO SUL Departamento de Defesa Agropecuária Divisão de Insumos e Serviços Agropecuários 1 O que são agrotóxicos e afins? DEFINIÇÃO (Art. 1, inciso

Leia mais

Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária

Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária Uma arte que deve andar lado a lado com a saúde. Secretaria de Saúde de Vila Velha Vigilância Sanitária objetivo Este manual estabelece os critérios de higiene e de boas práticas operacionais para o controle

Leia mais

INSPEÇÃO EM CLINICAS E CONSULTÓRIOS MÉDICOS I- DADOS CADASTRAIS

INSPEÇÃO EM CLINICAS E CONSULTÓRIOS MÉDICOS I- DADOS CADASTRAIS Prefeitura Municipal do Salvador Secretaria Municipal da Saúde Coordenadoria de Saúde Ambiental Subcoordenadoria de Vigilância Sanitária INSPEÇÃO EM CLINICAS E CONSULTÓRIOS MÉDICOS Razão Social: CGC/CNPJ/CPF:

Leia mais

PORTARIA CVS Nº 02, de 11/01/2010

PORTARIA CVS Nº 02, de 11/01/2010 PORTARIA CVS Nº 02, de 11/01/2010 Dispõe sobre Regulamento Técnico que estabelece requisitos sanitários para estabelecimentos destinados a eventos esportivos. A Diretora Técnica do Centro de Vigilância

Leia mais

DISTRIBUIDORA DE COSMÉTICOS

DISTRIBUIDORA DE COSMÉTICOS 1. Identificação do Estabelecimento Razão Social: Nome Fantasia: CNPJ: Endereço: Bairro: Município: CEP: Fone: Fax: E-mail: Responsável Legal: CPF: Responsável Técnico: CPF: CR : 2. Inspeção Data: Objetivo:

Leia mais

QUINTA-FEIRA, 31 DE DEZEMBRO DE 1998 MINISTÉRIO DA SAÚDE - SECRETARIA DE VIGILÂNCIA SANIT... PORTARIA Nº 1.051, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1998

QUINTA-FEIRA, 31 DE DEZEMBRO DE 1998 MINISTÉRIO DA SAÚDE - SECRETARIA DE VIGILÂNCIA SANIT... PORTARIA Nº 1.051, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1998 QUINTA-FEIRA, 31 DE DEZEMBRO DE 1998 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA PORTARIA Nº 1.051, DE 29 DE DEZEMBRO DE 1998 CONSULTA PÚBLICA O Secretário de Vigilância Sanitária do Ministério

Leia mais