Planejamento Tributário Empresarial

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1 Planejamento Tributário Empresarial Aula 12 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho

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3 Aula 12: Formas de exclusão do crédito tributário Objetivo: Introduzir no aprendizado do acadêmico os ensinamentos sobre a exclusão do crédito tributário. Agora vamos estudar as formas da exclusão do crédito tributário, matéria curta e simples, mas de grande importância e relevância dentro do cenário e para o nosso cotidiano. Não podemos deixar de frisar que a exclusão do crédito tributário está disciplinada no Código Tributário Nacional, em dois conceitos de natureza integral, conforme ensina Costa (2009), que são: a isenção e a anistia. Os conceitos são próprios e por muitas vezes se confundem, mas na realidade eles só se assemelham por serem formas de exclusão do crédito, que nada mais é a dispensa o contribuinte do pagamento de tributos e/ou de penalidades pecuniárias, como veremos a seguir. Embora a matéria venha disciplina no CTN, a Constituição Federal em seu artigo 150, 6º que dispõe: CF. art Sem prejuízo de outras garantias asseguradas ao contribuinte, é vedado à União, aos Estados, aos Municípios e ao Distrito Federal: 6º Qualquer subsídio ou isenção, redução de base de cálculo, concessão de crédito presumido, anistia, ou remissão, relativos a impostos, taxas ou contribuições, só poderá ser concedido mediante lei específica, federal, estadual ou municipal, que regule exclusivamente as matérias acima enumeradas ou o correspondente tributo ou contribuição, sem prejuízo do disposto no artigo 155, 2º, XII, g. Estas modalidades de exclusão do crédito tributário, isto é a isenção e a anistia, nada mais é que hipótese de renúncia de crédito pelo Poder Político, conforme dispõe o Artigo 175 do CTN. CTN. Art Excluem o crédito tributário: I a isenção. II a anistia. Parágrafo único. A exclusão do crédito tributário não dispensa o cumprimento das obrigações acessórias dependentes da obrigação principal cujo crédito seja excluído, ou dela consequente.

4 Vamos agora estudar estas modalidades de exclusão de créditos tributários: Da isenção Primeiramente, a isenção é a dispensa do tributo devido, ou que normalmente seria devido, dispensa, essa, feita por lei ordinária (FÜHRER, 2008). Assim, em princípio temos que a isenção é instituída por lei ordinária, aprovada pelo poder Político vinculado ao tributo. Gusmão nos ensina que a isenção é um instrumento de exoneração do ônus tributário e que a isenção pode ser classificada como OBJETIVA quando concedida em função da matéria tributável, ou SUBJETIVA, quando concedida em função da pessoa do contribuinte (GUSMÃO, 2008, p.04). Fonte: (GUSMÃO, 2008, p.95) A isenção, além de decorrer da Lei Ordinária, deve especificar as condições e requisitos exigidos para a sua concessão, os tributos a que se aplica e, sendo caso, o prazo de sua duração, conforme disposto no CTN em seus artigos 176 e 177: Art A isenção, ainda quando prevista em contrato, é sempre decorrente de lei que especifique as condições e requisitos exigidos para a sua concessão, os tributos a que se aplica e, sendo caso, o prazo de sua duração. Parágrafo único. A isenção pode ser restrita a determinada região do território da entidade tributante, em função de condições a ela peculiares. Art Salvo disposição de lei em contrário, a isenção não é extensiva: I às taxas e às contribuições de melhoria; II aos tributos instituídos posteriormente à sua concessão.

5 A isenção não é definitiva, ela poderá ser modificada ou revogada por lei a qualquer tempo, respeitado o direito adquirido do contribuinte. CTN. Art.178 A isenção, salvo se concedida por prazo certo e em função de determinadas condições, pode ser revogada ou modificada por lei, a qualquer tempo, observado o disposto no inciso III do art Vamos lembrar que esta forma de exclusão faz o contribuinte deixar de pagar o tributo (obrigação principal), entretanto, não está dispensado da obrigação acessória. Muitos acabam confundindo a isenção com a imunidade embora conduzam ao mesmo efeito prático, contudo, há uma facilidade de distinguir: enquanto a isenção decorre de lei ordinária, a imunidade decorre do princípio Constitucional. Melhor definimos a imunidade como forma de exoneração, fixada constitucionalmente a certas pessoas delimitadas na própria Constituição Federal. Já a isenção tem por fonte a lei, configurando norma impeditiva do exercício dessa mesma competência em determinadas situações (COSTA, 2009). Da anistia Nesta forma da exclusão do crédito tributário também somente poderá aplicada em decorrência de uma Lei e aproveita-se somente para as penalidades cometidas antes da vigência da Lei, conforme disposto no Artigo 97, VI do CTN. Somente a Lei pode estabelecer: VI - As hipóteses de exclusão, suspensão e extinção de créditos tributários ou de dispensa ou redução de penalidades. A matéria de disciplina a exclusão por meio da anistia vem prevista no CTN em seus artigos 180 a 182. A anistia poderá ser concedida em caráter Geral ou limitado. Sendo geral, no caso em que for concedido de modo incondicional sem qualquer requerimento do contribuinte (interessado) e será limitado conforme nos ensina Führer (2008) quando restringe:

6 A anistia em caráter limitado dependerá sempre do pedido do contribuinte (interessado) preenchimento de requerimento e somente deferida (aprovada) por autoridade competente por meio de despacho e preenchido os requisitos e as condições trazidas na Lei. Pronto! Mais uma etapa estudada. Na próxima aula você verá o que é planejamento tributário e suas formas, e com elas adentraremos nos crimes e infrações tributários e penais para, em seguida, estudarmos os tributos em espécie. Espero você lá. Para fixar o seu aprendizado vamos aos exercícios acessando a plataforma AVA. As dúvidas deverão ser levadas aos Fóruns e resolvidas com o professor.

7 REFERÊNCIAS Código Tributário Nacional. Códigos 3 em ed. São Paulo: Saraiva, Constituição Federal. Códigos 3 em ed. São Paulo: Saraiva, COSTA, Regina Helena. Curso de Direito Tributário. 1. ed. São Paulo: Saraiva, FÜHRER, Maximilianus Cláudio Américo; FÜHRER, Maximiliano Roberto Ernesto. Resumo de Direito Constitucional. 7. ed. São Paulo: Malheiros Editores, Resumo de Direito Tributário. 19. ed. São Paulo: Malheiros Editores, SCHOUERI, Luís Eduardo. Direito Tributário. 1. ed. São Paulo: Saraiva, SILLOS, Lívio Augusto de. Planejamento Tributário: Aspectos teóricos e práticos. São Paulo: Livraria e Editora Universitária de Direito LEUD, 2005.

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