Palavras-chave: HIV/AIDS; Maturidade; Velhice; Cotidiano; Discurso.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Palavras-chave: HIV/AIDS; Maturidade; Velhice; Cotidiano; Discurso."

Transcrição

1 ASPECTOS BIOPSICOSSOCIAIS DO COTIDIANDO DE PESSOAS SOROPOSITIVAS AO HIV/AIDS NA MATURIDADE E NA VELHICE Josevânia da Silva; Ana Alayde Werba Saldanha Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa PB, Brasil. Introdução: A vivência da AIDS na maturidade e na velhice caracteriza-se por vicissitudes que, se por um lado gera ganhos secundários em algumas dimensões da vida, também gera preconceitos e impactos negativos na vida afetivo-sexual, bem como demanda esforço contínuo para a manutenção do tratamento. Objetivo: Apreender os discursos acerca da convivência com a AIDS de pessoas soropositivas ao HIV/AIDS na maturidade e na velhice. Método: Participaram 10 pessoas, sendo 6 homens e 4 mulheres, com idades variando de 51 a 72 anos, atendidas em um hospital de referência no tratamento dessa patologia na cidade de João Pessoa-PB, Brasil. O tempo de diagnóstico variou de 1 a 14 anos. Como instrumento, utilizou-se um Questionário biodemográfico e clínico e Entrevista. Com os dados do questionário realizou-se uma análise descritiva, já para a análise dos dados das entrevistas, utilizou-se a Análise de Discurso. Resultados: A partir da análise dos discursos dos participantes, emergiu a classe temática Cotidiano com AIDS composta por 13 categorias, e 21 sub-categorias. As Categorias foram: Contágio, Diagnóstico, Percepção da AIDS, Relacionamento Afetivo-Sexual, Enfrentamento, AIDS na Velhice, Suporte, Preconceito, Trabalho e Perspectivas. Conclusão: A AIDS está vinculada com distintos tipos de vulnerabilidades quando se considera as questões de gênero, de renda, de níveis educacionais, de oportunidades de trabalho, de acesso aos bens materiais e simbólicos, entre outras. Ademais, verificou-se a dimensão ontológica da sexualidade, enquanto característica humana, não se limitando ao tempo e à idade, construindo-se no decorrer da trajetória existencial dessas pessoas e perpassada pela dimensão sociocultural. Palavras-chave: HIV/AIDS; Maturidade; Velhice; Cotidiano; Discurso. Nos últimos anos, os boletins epidemiológicos do Ministério da Saúde do Brasil têm demonstrado o continuado aumento dos casos de AIDS Síndrome da Imunodeficiência Adquirida em pessoas com idade igual ou superior a 50 anos. Se por um lado estes dados apontam para um público, até então, negligenciado nas campanhas de prevenção contra às doenças sexualmente transmissíveis (DST s), por outro, demonstra que, com o avançar da idade, as pessoas continuam vivenciando sua sexualidade e, consequentemente, são vulneráveis ao risco de contrair DST s, o que contradiz os mitos acerca da sexualidade na velhice. Nesse contexto, Ayres, França Jr e Calazans (1997) definiram a vulnerabilidade como sendo graus e naturezas de

2 susceptibilidade de indivíduos e coletividades à infecção, adoecimento e morte pela infecção por HIV (Vírus da Imunodeficiência Humana), segundo particularidades formadas pelo conjunto dos aspectos sociais, programáticos e individuais que os põem em relação com o problema e com os recursos para seu enfrentamento. Quando se considera o plano social e individual, a vulnerabilidade dos idoso à AIDS pode está relacionada à forma como se concebe o exercício da sexualidade na maturidade e velhice, uma vez que a atividade sexual não se restringe aos aspectos biológicos e físicos, possuindo, também, características psicológicas e biográficas do indivíduo, bem como do contexto sociocultural onde se insere o idoso. Sobre este aspecto, as propostas de ação, sugeridas pelo Programa Conjunto das Nações Unidas HIV/AIDS (UNAIDS, 2002), para diminuir o impacto do HIV/AIDS na população idosa compreendem aspectos como: a mudança do estigma acerca da sexualidade na velhice, a inclusão de serviços que abordem a questão do HIV, a criação de programas educativos específicos para essas pessoas e a inclusão de idosos em pesquisas sobre prevenção e assistência Na velhice, A AIDS, mais que patologia, emerge como questão social, causando impacto nas concepções existentes acerca da sexualidade, bem como apresenta características específicas por tratar-se de indivíduo com outras patologias associadas, consideradas como próprias da velhice, que mascaram o sintoma da doença, ocasionando, em alguns casos, segundo Saldanha e Araújo (2006), diagnóstico incerto ou inconclusivo. A vivência cotidiana da AIDS neste grupo etário gera preconceitos e impactos negativos na vida afetivo-sexual, bem como demanda esforço contínuo para a manutenção do tratamento. Nesse sentido, este trabalho teve por objetivo apreender os discursos acerca da convivência com a AIDS de pessoas soropositivas ao HIV/AIDS na maturidade e na velhice. Para tanto, participaram 10 pessoas, sendo 6 homens e 4 mulheres, com idades variando de 51 a 72 anos, atendidas em um hospital de referência no tratamento dessa patologia na cidade de João Pessoa-PB, Brasil. Como instrumento, utilizou-se um Questionário biodemográfico e clínico e Entrevista. Com os dados do questionário realizou-se uma análise descritiva, já para a análise dos dados das entrevistas, utilizou-se a Análise Categorial Temática.

3 A partir dos resultados, verificou-se que o perfil dos participantes é característico da pauperização da epidemia, uma vez que os participantes possuem, em sua maioria, renda familiar de um salário mínimo e escolaridade correspondente ao, no máximo, ensino fundamental incompleto. Todos os participantes eram aposentados e estão fora do mercado de trabalho, com exceção de um participante que recebe auxílio doença e ainda permanece no seu trabalho, mas com carga horária reduzida. Embora a maioria dos participantes morasse acompanhados com familiares, 5 pessoas afirmaram não possuir cuidador quando necessitados de acompanhamento à consultas ou internações, o que decorre do fato da família não saber do diagnóstico ou por morarem sozinhos. No momento da pesquisa, todos os participantes estavam fazendo uso da terapia antirretroviral e o tempo de diagnóstico variou de 1 a 14 anos. Assim, diante deste perfil, se por um lado os dados apontam para a eficácia da terapia antirretroviral na sobrevida dessas pessoas, por outro demonstra a dificuldade dos mesmos em permanecerem exercendo suas atividades ocupacionais, fato apresentado pelos participantes como motivo de angústia e sofrimento, acompanhada da sensação de improdutividade. Dos participantes, 07 já entraram na maturidade e velhice com a soropositividade ao HIV, 02 contraíram a doença após os 50 anos e 01 após os 60 anos. Além disso, a maioria dos participantes contraiu a doença através de relações sexuais, demonstrando a importância da vivência da sexualidade nessa fase da vida e, ao mesmo tempo, apresentando-se como a principal via de contágio. No caso das mulheres, todas eram casadas e contraíram a doença do parceiro, tendo, apenas, uma continuado o relacionamento com o parceiro após o diagnóstico. Todas as mulheres justificaram o não uso da camisinha em decorrência da confiança no parceiro e por se considerarem a mulher de casa e não a mulher de fora, fato também encontrado nos discursos de mulheres HIV+ entrevistadas no estudo de Saldanha (2003). Para esta autora, tais comportamentos são fundamentados nas crenças existentes entre as mulheres sobre o mito do amor romântico, as quais são construídas ao longo da história de vida dessas mulheres. A partir da análise dos discursos dos participantes, emergiu a classe temática

4 COTIDIANO COM AIDS composta pelas seguintes categorias: (1) Contágio, (2) Diagnóstico, (3) Percepção da AIDS, (4) Relacionamento Afetivo-Sexual, (5) Enfrentamento, (6) AIDS na Velhice, (7) Suporte, (8) Preconceito, (9) Trabalho e (10) Perspectivas. Na categoria Contágio, mais que apontar a maneira pela qual os participantes contraíram o HIV/AIDS, demonstrou indicadores de vulnerabilidade, a qual está relacionada aos aspectos coletivos e contextuais, não apenas individuais, da historia de vida dessas pessoas. A confiança no parceiro está presente nos discursos das mulheres como justificativa para a não prevenção. Além disso, a atribuição de culpa ao parceiro (a), acompanhada do sentimento de revolta, apresenta-se como característica dos discursos das pessoas que contraíram o HIV por meio da relação sexual. A categoria Diagnóstico demonstrou que uma das características do diagnóstico de soropositividade ao HIV em pessoas acima de 50 anos é sua revelação tardia. A passagem por vários profissionais, a realização de vários exames, bem como diagnósticos incertos foram relatados nos discursos, por exemplo:... cada médico que fizesse um tipo de exame. (...) Ninguém pediu teste pra saber dessas coisas de HIV. Tal discurso aponta para a AIDS enquanto fenômeno social perpassado por questões morais e, no caso de pessoas acima de 50 anos, tais questões estão relacionadas, principalmente, à sexualidade. Já na categoria Percepção da AIDS, foram citadas às dificuldades de se conviver com uma doença que não tem cura, bem como ao impacto negativo dos discursos de campanhas de prevenção, tendo como referência a percepção do portador....agora que era o bom de viver aí aparece essa doença que é um tormento. Um pesadelo na vida, tem que ter o remédio certo na hora certa, não pode passar da hora, qualquer coisa eu fico maluco... [72 anos] Na categoria AIDS na velhice, ao relatar sobre as suas vivências, os participantes discorrem sobre atributos positivos que os tornam distintos e com ganhos em relação aos mais jovens.

5 ...é claro que eu vou envelhecer, mas penso em fazer muita coisa boa, eu não tenho muito trauma em relação a idade. (...) Não tenho mais a vitalidade de um jovem, seja por conta da idade, seja devido a doença. Mas eu levo uma vida normal. [56 anos] A partir dos discursos, verifica-se que a AIDS na velhice apresenta-se como uma vantagem em relação aos jovens quando se considera o tempo de vida já decorrido, bem como o fato de já terem construído um futuro. No entanto, há que se considerar a presença, nestes discursos, da crença de que, depois de certa idade, não há muito que se viver. No entanto, ao longo dos anos, a expectativa de vida da população tem aumentado (Neri, 2001). Outro aspecto mencionado nos discursos dos participantes está presente na categoria Relacionamentos afetivo-sexuais que discorreu sobre o medo da descoberta do diagnóstico pelo parceiro ou de contaminá-lo. Daí quando eu penso no relacionamento, eu mesmo já desvio e caio fora porque vai chegar a um ponto, que eu não tenho o que dizer, eu vou ter que dizer a verdade, não tem como enganar, e caso ela pergunte eu vou ter que responder e falar do meu diagnóstico. Eu vivo sozinho... [58 anos] Após o momento em que se descobrem soropositivas para o HIV, as pessoas demonstram a necessidade de re-organizar a vida em seus vários aspectos. A partir dos discursos dos participantes, na categoria Enfrentamento, verifica-se que a nova condição foi incorporada de maneira diferenciada para essas pessoas, através de estratégias igualmente distintas, seja através da naturalização da doença, seja por meio da negação da doença. Já na categoria Suporte emergiram discursos sobre a ausência de apoio no enfrentamento da doença, seja de familiares ou mesmo de profissionais de saúde. Além da ausência de suporte social, na categoria Preconceito foi observado que a AIDS, mais que uma doença com impacto na saúde física e psicológica, é acompanhada por estigmas socialmente construídos, os quais estão relacionados com as crenças sociais sobre a doença (Ferreira & Figueiredo, 2006). Tais crenças equivocadas emergem nos discursos dos participantes como um dos fatores que contribuem para a discriminação sofrida. Verifica-se que no discurso muitas pessoas

6 não sabem, acham que só basta pegar na mão que já é contagioso... estão presentes as crenças elaboradas na sociedade, no inicio da epidemia, sobre as formas de contágio e que, ainda hoje, refletem no cotidiano dessas pessoas Para as pessoas entrevistadas, o Trabalho emergiu como um fator importante na manutenção da saúde. No entanto, a idade e o diagnóstico de AIDS apresentaramse como dificuldades para o exercício de atividades ocupacionais, seja em decorrência da saúde debilitada, seja por ausência de oportunidades no mercado de trabalho. Mas já é outro problema, quem vai dar ocupação pra um portador? Se for mais velho então, aí ta perdido. Mas trabalhar também ajuda na saúde. [56 anos] Por último, na categoria Perspectiva, a associação entre soropositividade ao HIV e vivência do diagnóstico depois dos 50 anos, nos discursos dos participantes, apresentou-se como fator potencializador de incertezas frente ao futuro, à morte e em relação à própria saúde. Verificou-se que estas pessoas necessitam, constantemente, reorganizar-se com relação aos seus sentimentos de esperança, aos seus papéis sociais e identidades, às suas relações interpessoais e à sua Qualidade de Vida. Verifica-se nos discursos destas pessoas que a vivência da AIDS na velhice, mesmo considerando o aumento da sobrevida com o uso da terapia antirretroviral, influencia na avaliação que elas fazem sobre seus planos para o futuro, bem como na reavaliação dos aspectos considerados essenciais. Conclui-se que a AIDS está vinculada com distintos tipos de vulnerabilidades quando se considera as questões de gênero, de renda, de níveis educacionais, de oportunidades de trabalho, de acesso aos bens materiais e simbólicos, entre outras. Ademais, verificou-se a dimensão ontológica da sexualidade, enquanto característica humana, não se limitando ao tempo e à idade, construindo-se no decorrer da trajetória existencial dessas pessoas e perpassada pela dimensão sociocultural. Referências

7 AYRES, J. R. C. M.; FRANÇA Jr., I.; CALAZANS, G. J. (1997). AIDS, Vulnerabilidade e Prevenção. II Seminário Saúde Reprodutiva em Tempos de AIDS - IMS/UERJ - ABIA, FERREIRA, R. C. M.; FIGUEIREDO, M. A. C. (2006). A reinserção no mercado de trabalho: barreiras e silêncio no enfrentamento da exclusão por pessoas com HIV/AIDS. Medicina (Ribeirão Preto), 39(4), NERI, A. L. (2001). Maturidade e Velhice. Campinas: Papirus Editora. SALDANHA, A. A. W. (2003). Vulnerabilidade e Construções de Enfrentamento da Soropositividade ao HIV por Mulheres Infectadas em Relacionamento Estável. Tese de Doutoramento não-publicada, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, São Paulo, Brasil. SALDANHA, A. A. W.; ARAÚJO, L. F. (2006). A AIDS na Terceira Idade na Perspectiva dos Idosos, Cuidadores e Profissionais de saúde. VII Congresso Virtual HIV/AIDS - O VIH/SIDA na Criança e no Idoso, 1(1), UNAIDS. (2002). Monitoring the Declaration of Commitment on HIV/AIDS: Guidelines on Constructions of Core Indicators. Geneva: UNAIDS. Josevânia da Silva Psicóloga, Mestre em Psicologia Social/UFPB; Doutoranda em Psicologia/UFPB. Ana Alayde Werba Saldanha Professora/Pesquisadora do Programa de Pós- Graduação em Psicologia Social da UFPB. Doutora em Psicologia pela FFCLRP- USP.

Palavras-chave: HIV/AIDS; Velhice; Crenças; Vulnerabilidade.

Palavras-chave: HIV/AIDS; Velhice; Crenças; Vulnerabilidade. AIDS É UMA DOENÇA DE JOVENS : VULNERABILIDADE AO HIV/AIDS EM PESSOAS NA MATURIDADE E VELHICE Josevânia da Silva; Katharine Silva Fontes; Ana Alayde Werba Saldanha Universidade Federal da Paraíba, João

Leia mais

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es).

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). CRENÇAS ACERCA DO CONTROLE SOBRE A SAÚDE EM PESSOAS SOROPOSITIVAS AO HIV/AIDS NA MATURIDADE E VELHICE Josevânia da Silva; Valdileia Carvalho de Sousa; Ana Alayde Werba Saldanha Universidade Federal da

Leia mais

AUTOAVALIAÇÃO DE SAÚDE E DOENÇA E ASPECTOS CLÍNICOS DE PESSOAS COM HIV/AIDS ABAIXO E ACIMA DE 50 ANOS

AUTOAVALIAÇÃO DE SAÚDE E DOENÇA E ASPECTOS CLÍNICOS DE PESSOAS COM HIV/AIDS ABAIXO E ACIMA DE 50 ANOS AUTOAVALIAÇÃO DE SAÚDE E DOENÇA E ASPECTOS CLÍNICOS DE PESSOAS COM HIV/AIDS ABAIXO E ACIMA DE 50 ANOS Regina Lígia Wanderlei de Azevedo FIP regina.azevedo@gmail.com Josevânia da Silva UNIPÊ josevaniasco@gmail.com

Leia mais

MULHERES IDOSAS E AIDS: UM ESTUDO ACERCA DE SEUS CONHECIMENTOS E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE

MULHERES IDOSAS E AIDS: UM ESTUDO ACERCA DE SEUS CONHECIMENTOS E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE MULHERES IDOSAS E AIDS: UM ESTUDO ACERCA DE SEUS CONHECIMENTOS E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE Karolayne Germana Leal e Silva e-mail: karolaynegermana@hotmail.com Magna Adriana de Carvalho e-mail: magnacreas@hotmail.com

Leia mais

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es).

Trabalho apresentado no III Congresso Ibero-americano de Psicogerontologia, sendo de total responsabilidade de seu(s) autor(es). A AIDS NA VELHICE NA PERSPECTIVA DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE Ana Alayde Werba Saldanha*; Isabel Cristina V. Oliveira**; Ludgleydson Fernandes de. Araújo***; Josevânia Silva* *Universidade Federal da Paraíba,

Leia mais

Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas

Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas Adolescentes e jovens preparados para tomar suas próprias decisões reprodutivas Andrea da Silveira Rossi Brasília, 15 a 18 out 2013 Relato de adolescentes e jovens vivendo com HIV Todo adolescente pensa

Leia mais

FEMINIZAÇÃO DO HIV/AIDS: UMA ANÁLISE (PERFIL) JUNTO A REDE NACIONAL DE PESSOAS VIVENDO E CONVIVENDO COM HIV/AIDS NÚCLEO CAMPINA GRANDE PB

FEMINIZAÇÃO DO HIV/AIDS: UMA ANÁLISE (PERFIL) JUNTO A REDE NACIONAL DE PESSOAS VIVENDO E CONVIVENDO COM HIV/AIDS NÚCLEO CAMPINA GRANDE PB FEMINIZAÇÃO DO HIV/AIDS: UMA ANÁLISE (PERFIL) JUNTO A REDE NACIONAL DE PESSOAS VIVENDO E CONVIVENDO COM HIV/AIDS NÚCLEO CAMPINA GRANDE PB Elizângela Samara da Silva 1 Adália de Sá Costa 2 Anna Marly Barbosa

Leia mais

SITUAÇÃO DO HIV/AIDS NO BRASIL E OS FATORES QUE INFLUENCIAM A INFECÇÃO

SITUAÇÃO DO HIV/AIDS NO BRASIL E OS FATORES QUE INFLUENCIAM A INFECÇÃO SITUAÇÃO DO HIV/AIDS NO BRASIL E OS FATORES QUE INFLUENCIAM A INFECÇÃO Jader Dornelas Neto 1 ; Daniel Antonio Carvalho dos Santos 2 ; Guilherme Elcio Zonta 3 ; Simone Martins Bonafé 4 RESUMO: O objetivo

Leia mais

INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB

INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB INFECÇÕES SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS E HIV/AIDS: CONHECIMENTOS E PERCEPÇÃO DE RISCO DE IDOSOS DE UMA COMUNIDADE EM JOÃO PESSOA-PB Nívea Maria Izidro de Brito (UFPB). E-mail: niveabrito@hotmail.com Simone

Leia mais

CARACTERISTICAS DA FEMINIZAÇÃO DA AIDS EM TRÊS LAGOAS 1 ANDRESSA MARQUES FERREIRA 2 MARIA ANGELINA DA SILVA ZUQUE

CARACTERISTICAS DA FEMINIZAÇÃO DA AIDS EM TRÊS LAGOAS 1 ANDRESSA MARQUES FERREIRA 2 MARIA ANGELINA DA SILVA ZUQUE CARACTERISTICAS DA FEMINIZAÇÃO DA AIDS EM TRÊS LAGOAS 1 ANDRESSA MARQUES FERREIRA 2 MARIA ANGELINA DA SILVA ZUQUE 1 Discente de graduação do curso de Biomedicina 2 Doutoranda Docente das Faculdades Integradas

Leia mais

Os Sentidos da Prevenção à Aids na Contemporaneidade

Os Sentidos da Prevenção à Aids na Contemporaneidade Os Sentidos da Prevenção à Aids na Contemporaneidade Congresso de Prevenção à Aids e de Saúde Sexual e Reprodutiva (Gapa-Bahia) Salvador, 19.03.07 Cristina Câmara Contexto social da aids no Brasil Democratização

Leia mais

O retrato do comportamento sexual do brasileiro

O retrato do comportamento sexual do brasileiro O retrato do comportamento sexual do brasileiro O Ministério da Saúde acaba de concluir a maior pesquisa já realizada sobre comportamento sexual do brasileiro. Entre os meses de setembro e novembro de

Leia mais

UMA REVISÃO SISTEMÁTICA: O PROFISSIONAL DE SAÚDE E SEU OLHAR SOBRE O IDOSO E A AIDS

UMA REVISÃO SISTEMÁTICA: O PROFISSIONAL DE SAÚDE E SEU OLHAR SOBRE O IDOSO E A AIDS UMA REVISÃO SISTEMÁTICA: O PROFISSIONAL DE SAÚDE E SEU OLHAR SOBRE O IDOSO E A AIDS Nayara Ferreira da Costa¹; Maria Luisa de Almeida Nunes ²; Larissa Hosana Paiva de Castro³; Alex Pereira de Almeida 4

Leia mais

Número de casos de aids em pessoas acima de 60 anos é extremamente preocupante

Número de casos de aids em pessoas acima de 60 anos é extremamente preocupante 22 Entrevista Número de casos de aids em pessoas acima de 60 anos é extremamente preocupante Texto: Guilherme Salgado Rocha Fotos: Denise Vida O psicólogo Nilo Martinez Fernandes, pesquisador da Fundação

Leia mais

O CONHECIMENTO BÁSICO DA COMUNIDADE ESCOLAR SOBRE HIV/AIDS

O CONHECIMENTO BÁSICO DA COMUNIDADE ESCOLAR SOBRE HIV/AIDS Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2010, v. 11, n. 11, p. 10 20 O CONHECIMENTO BÁSICO DA COMUNIDADE ESCOLAR SOBRE HIV/AIDS GONÇALVES, B.F.da S.¹; DE BRITO, D.M.¹; PEDRO, E. M. ¹; CALVO, F.L.M.¹; SPERLICH,

Leia mais

Gtp+ PROGRAMAS E PROJETOS Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo (GTP+) Fundação em 2000, Recife-PE O Grupo de Trabalhos em Prevenção Posithivo é a única ONG da Região Nordeste do Brasil coordenada

Leia mais

MS divulga retrato do comportamento sexual do brasileiro

MS divulga retrato do comportamento sexual do brasileiro MS divulga retrato do comportamento sexual do brasileiro Notícias - 18/06/2009, às 13h08 Foram realizadas 8 mil entrevistas com homens e mulheres entre 15 e 64 anos. A análise das informações auxiliará

Leia mais

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV

VIII Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV VIII Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV HEY, Claudia Maria 1 BONOMETO, Tatiane Caroline 2 TRENTINI, Fabiana Vosgerau 3 Apresentador (es): Claudia

Leia mais

¹Assistente Social da Associação Reviver do Portador do Vírus HIV, graduada pela Universidade Estadual de Ponta Grossa.

¹Assistente Social da Associação Reviver do Portador do Vírus HIV, graduada pela Universidade Estadual de Ponta Grossa. IX Jornada de Estágio de Serviço Social ASSOCIAÇÃO REVIVER DE ASSISTÊNCIA AO PORTADOR DO VÍRUS HIV HEY, Claudia Maria¹ BONOMETO, Tatiane Caroline² PREUSS, Lislei Teresinha³ Apresentador (a): Tatiane Caroline

Leia mais

VARIÁVEIS PREDITORAS DA AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA EM PESSOAS ACIMA DE 50 ANOS COM HIV/AIDS

VARIÁVEIS PREDITORAS DA AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA EM PESSOAS ACIMA DE 50 ANOS COM HIV/AIDS VARIÁVEIS PREDITORAS DA AVALIAÇÃO DE QUALIDADE DE VIDA EM PESSOAS ACIMA DE 50 ANOS COM HIV/AIDS Josevania da Silva UNIPÊ/UEPB josevaniasco@gmail.com Renata Pires Mendes da Nóbrega UNIPÊ - renata_pmn@hotmail.com

Leia mais

Terceira Idade: não leve um baile do HIV! Alexandre Ramos Lazzarotto alazzar@terra.com.br 9808-5714

Terceira Idade: não leve um baile do HIV! Alexandre Ramos Lazzarotto alazzar@terra.com.br 9808-5714 Terceira Idade: não leve um baile do HIV! Alexandre Ramos Lazzarotto alazzar@terra.com.br 9808-5714 Número de casos de AIDS no Brasil 77.639 433.067 37.968 13.200 572 Região Sul RS POA NH Localidades BRASIL.

Leia mais

HIV/AIDS EM IDOSOS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA

HIV/AIDS EM IDOSOS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA HIV/AIDS EM IDOSOS: UMA REVISÃO INTEGRATIVA DA LITERATURA Fabiana Medeiros de Brito (NEPB/UFPB). E-mail: fabianabrito_@hotmail.com Eveline de Oliveira Barros (NEPB/UFPB). E-mail: evinhabarros@gmail.com

Leia mais

O Protagonismo Feminino: Momentos de Prevenção á Saúde. segunda-feira, 19 de março de 12

O Protagonismo Feminino: Momentos de Prevenção á Saúde. segunda-feira, 19 de março de 12 O Protagonismo Feminino: Momentos de Prevenção á Saúde CENTRO DE APOIO SOLIDARIED AIDS É organização da sociedade civil, sem fins lucrativos fundada em 1996. Objetivo: Apoiar, atender, prevenir e promover

Leia mais

SEXUALIDADE E PREVENÇÃO ÀS DST E HIV/AIDS NA TERCEIRA IDADE

SEXUALIDADE E PREVENÇÃO ÀS DST E HIV/AIDS NA TERCEIRA IDADE SEXUALIDADE E PREVENÇÃO ÀS DST E HIV/AIDS NA TERCEIRA IDADE MARIA BEATRIZ DREYER PACHECO Membro do MOVIMENTO NACIONAL DAS CIDADÃS POSITHIVAS Membro do MOVIMENTO LATINO-AMERICANO E CARIBENHO DE MULHERES

Leia mais

AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE HIV/AIDS NA POPULAÇÃO MAIOR DE 50 ANOS EM CIDADES DO VALE DO PARAÍBA

AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE HIV/AIDS NA POPULAÇÃO MAIOR DE 50 ANOS EM CIDADES DO VALE DO PARAÍBA AVALIAÇÃO DO CONHECIMENTO SOBRE HIV/AIDS NA POPULAÇÃO MAIOR DE 50 ANOS EM CIDADES DO VALE DO PARAÍBA Silva, J. L.¹; Gomes, R. S.²; Filipini S. M. 3 ; Ferreira, F. C. 4 ; Univap/Enfermagem. Rua Alcides

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Prevenção PositHIVa. junho 2007. Ministério da Saúde

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Prevenção PositHIVa. junho 2007. Ministério da Saúde MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Programa Nacional de DST e Aids Prevenção PositHIVa junho 2007 Contexto 25 anos de epidemia; 10 anos de acesso universal à terapia anti-retroviral; Exames e insumos de

Leia mais

PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS USUÁRIOS DA REDE NACIONAL DE PESSOAS VIVENDO E CONVIVENDO COM HIV/AIDS NÚCLEO DE CAMPINA GRANDE- PB

PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS USUÁRIOS DA REDE NACIONAL DE PESSOAS VIVENDO E CONVIVENDO COM HIV/AIDS NÚCLEO DE CAMPINA GRANDE- PB PERFIL SOCIOECONÔMICO DOS USUÁRIOS DA REDE NACIONAL DE PESSOAS VIVENDO E CONVIVENDO COM HIV/AIDS NÚCLEO DE CAMPINA GRANDE- PB Elizângela Samara da Silva 1, Anna Marly Barbosa de Paiva 2, Adália de Sá Costa

Leia mais

AIDS EM PESSOAS IDOSAS: ASPECTOS DA VULNERABILIDADE

AIDS EM PESSOAS IDOSAS: ASPECTOS DA VULNERABILIDADE AIDS EM PESSOAS IDOSAS: ASPECTOS DA VULNERABILIDADE Lais Vasconcelos Santos (1); Maria Inês Borges Coutinho (2); Keiliane Ribeiro de Souza (3); Ádylla Maria Alves de Carvalho (4); Sheila Milena Pessoa

Leia mais

COMPORTAMENTO DE PARTICIPANTES DE UM PROJETO FRENTE AOS PORTADORES DE HIV/AIDS

COMPORTAMENTO DE PARTICIPANTES DE UM PROJETO FRENTE AOS PORTADORES DE HIV/AIDS 110. ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA COMPORTAMENTO DE PARTICIPANTES

Leia mais

E X P E D I E N T E. GIV Grupo de Incentivo à Vida Rua Capitão Cavalcanti, 145 Vila Mariana São Paulo Fone: 5084-0255 giv@giv.org.br www.giv.org.

E X P E D I E N T E. GIV Grupo de Incentivo à Vida Rua Capitão Cavalcanti, 145 Vila Mariana São Paulo Fone: 5084-0255 giv@giv.org.br www.giv.org. 1 2 E X P E D I E N T E GIV Grupo de Incentivo à Vida Rua Capitão Cavalcanti, 145 Vila Mariana São Paulo Fone: 5084-0255 giv@giv.org.br www.giv.org.br Diretoria: Gilvane Casimiro Edson Arata Luiz Donizete

Leia mais

AIDS DEPOIS DOS 50: UM NOVO DESAFIO PARA AS POLÍTICAS DE SAÚDE PÚBLICA

AIDS DEPOIS DOS 50: UM NOVO DESAFIO PARA AS POLÍTICAS DE SAÚDE PÚBLICA AIDS DEPOIS DOS 50: UM NOVO DESAFIO PARA AS POLÍTICAS DE SAÚDE PÚBLICA Introdução Desde o início da epidemia, nos anos 80, a Aids exige dos governos competência para levar a mensagem do sexo seguro ao

Leia mais

INCIDÊNCIA DE AIDS NA POPULAÇÃO IDOSA DO BRASIL

INCIDÊNCIA DE AIDS NA POPULAÇÃO IDOSA DO BRASIL INCIDÊNCIA DE AIDS NA POPULAÇÃO IDOSA DO BRASIL Tacilla Maria Rodrigues Pereira¹(tacilla90@hotmail.com) Milene Evaristo Pereira¹(Milene.trab@gmail.com) Nicole Cristine Diniz de Medeiros Dutra¹ (nicole_dutra@hotmail.com)

Leia mais

AIDS E ENVELHECIMENTO: UMA REFLEXÃO ACERCA DOS CASOS DE AIDS NA TERCEIRA IDADE.

AIDS E ENVELHECIMENTO: UMA REFLEXÃO ACERCA DOS CASOS DE AIDS NA TERCEIRA IDADE. AIDS E ENVELHECIMENTO: UMA REFLEXÃO ACERCA DOS CASOS DE AIDS NA TERCEIRA IDADE. Milca Oliveira Clementino Graduanda em Serviço social pela Universidade Estadual da Paraíba - UEPB milcaclementino@gmail.com

Leia mais

A INFLUÊNCIA DAS CRENÇAS MASCULINAS DE GÊNERO NOS CUIDADOS EM SAÚDE E SUAS IMPLICAÇÕES PARA A VULNERABILIDADE A AIDS

A INFLUÊNCIA DAS CRENÇAS MASCULINAS DE GÊNERO NOS CUIDADOS EM SAÚDE E SUAS IMPLICAÇÕES PARA A VULNERABILIDADE A AIDS A INFLUÊNCIA DAS CRENÇAS MASCULINAS DE GÊNERO NOS CUIDADOS EM SAÚDE E SUAS IMPLICAÇÕES PARA A VULNERABILIDADE A AIDS Michael Augusto Souza de Lima 1 Jéssica Oliveira Galvão² Ana Alayde Werba Saldanha³

Leia mais

ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO DOS FAMILIARES DE IDOSOS PORTADORES DO VÍRUS HIV

ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO DOS FAMILIARES DE IDOSOS PORTADORES DO VÍRUS HIV ESTRATÉGIAS DE ENFRENTAMENTO DOS FAMILIARES DE IDOSOS PORTADORES DO VÍRUS HIV Jamira Martins dos Santos (1); Camila Mendes da Silva (2); Gerlane Ângela da C. Moreira Vieira (3); Ana Claudia Torres de Medeiros

Leia mais

SEXUALIDADE E PREVENÇÃO DAS DST/AIDS NA TERCEIRA IDADE SEXUALIDADE E PREVENÇÃO DAS DST/AIDS NA TERCEIRA IDADE

SEXUALIDADE E PREVENÇÃO DAS DST/AIDS NA TERCEIRA IDADE SEXUALIDADE E PREVENÇÃO DAS DST/AIDS NA TERCEIRA IDADE SEXUALIDADE E PREVENÇÃO DAS DST/AIDS NA TERCEIRA IDADE SEXUALIDADE E PREVENÇÃO DAS DST/AIDS NA TERCEIRA IDADE Marília Viana Berzins Secretaria Municipal da Saúde /Cidade de São Paulo mariliaa@prefeitura.sp.gov.br

Leia mais

Feminização traz desafios para prevenção da infecção

Feminização traz desafios para prevenção da infecção Feminização traz desafios para prevenção da infecção Por Carolina Cantarino e Paula Soyama A epidemia de Aids no Brasil, em seu início, na década de 1980, se caracterizava por afetar mais os homens. Acreditava-se

Leia mais

Projeto Verão Sem AIDS Valorizando a Vida

Projeto Verão Sem AIDS Valorizando a Vida 1 Projeto Verão Sem AIDS Valorizando a Vida O PROJETO VERÃO SEM AIDS VALORIZANDO A VIDA foi idealizado por João Donizeti Scaboli, Diretor do da FEQUIMFAR. Iniciamos de forma pioneira em 1994, quando o

Leia mais

ATIVIDADE INVESTIGATIVA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO SOBRE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS

ATIVIDADE INVESTIGATIVA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO SOBRE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS ATIVIDADE INVESTIGATIVA COMO ESTRATÉGIA DE ENSINO SOBRE DOENÇAS SEXUALMENTE TRANSMISSÍVEIS Kátya Danielle de Freitas¹ Mayron Henrique de Morais¹ Taize Cristina Fonseca¹ Catarina Teixeira² ¹ Alunos do curso

Leia mais

AIDS Preocupa Terceira Idade 1. Giovanna Menezes FARIA 2 Hendryo ANDRÉ 3 Centro Universitário Autônomo do Brasil - UniBrasil, Curitiba, PR

AIDS Preocupa Terceira Idade 1. Giovanna Menezes FARIA 2 Hendryo ANDRÉ 3 Centro Universitário Autônomo do Brasil - UniBrasil, Curitiba, PR AIDS Preocupa Terceira Idade 1 Giovanna Menezes FARIA 2 Hendryo ANDRÉ 3 Centro Universitário Autônomo do Brasil - UniBrasil, Curitiba, PR RESUMO Os primeiros casos de HIV, vírus da síndrome da imunodeficiência

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS

EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM NA BUSCA E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS 1 ÁREA TEMÁTICA: ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA EXPOSIÇÃO DE RISCO DOS PARTICIPANTES DO PROJETO UEPG-ENFERMAGEM

Leia mais

BUSCA ATIVA DE POSSÍVEIS PORTADORES DE HIV/AIDS EM PROJETO EXTENSIONISTA E SEU PERFIL

BUSCA ATIVA DE POSSÍVEIS PORTADORES DE HIV/AIDS EM PROJETO EXTENSIONISTA E SEU PERFIL 9. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO (

Leia mais

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência de gênero

Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência de gênero Universidade do Estado do Rio de Janeiro Vice-Reitoria Curso de Abordagem da Violência na Atenção Domiciliar Unidade 2 Violência de gênero Nesta unidade, analisaremos os aspectos específicos referentes

Leia mais

Homens que fazem sexo com homens: vulnerabilidades a partir de comportamentos sexuais

Homens que fazem sexo com homens: vulnerabilidades a partir de comportamentos sexuais Homens que fazem sexo com homens: vulnerabilidades a partir de comportamentos sexuais Elisabeth Anhel Ferraz César Schwenck Inês Quental Palavras-chave: homossexualidade; comportamento sexual; Aids; risco.

Leia mais

Mitos e equívocos sobre sobreviventes de cancro infantil.

Mitos e equívocos sobre sobreviventes de cancro infantil. Mitos e equívocos sobre sobreviventes de cancro infantil. 1 MITO Crianças com cancro e sobreviventes de cancro infantil, representam um risco de saúde para a saúde das outras crianças / adolescentes. Eles

Leia mais

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae.

HIV. O vírus da imunodeficiência humana HIV-1 e HIV-2 são membros da família Retroviridae, na subfamília Lentividae. A Equipe Multiprofissional de Saúde Ocupacional da UDESC lembra: Dia 01 de dezembro é dia mundial de prevenção à Aids! Este material foi desenvolvido por alunos do Departamento de Enfermagem da Universidade

Leia mais

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA

O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA O ACONSELHAMENTO NO HIV EM UMA COMUNIDADE COMO MEDIDA PREVENTIVA Zardo L*¹ Silva CL*² Zarpellon LD*³ Cabral LPA* 4 Resumo O Vírus da Imunodeficiência humana (HIV) é um retrovírus que ataca o sistema imunológico.através

Leia mais

RESILIÊNCIA E QUALIDADE DE VIDA DE MÃES DE CRIANÇA COM CÂNCER

RESILIÊNCIA E QUALIDADE DE VIDA DE MÃES DE CRIANÇA COM CÂNCER RESILIÊNCIA E QUALIDADE DE VIDA DE MÃES DE CRIANÇA COM CÂNCER JULIANA RODRIGUES DE ALBUQUERQUE, Graduanda em Psicologia / Departamento de Psicologia - UFPB; e-mail: july_albuquerque@hotmail.com JOSEVÂNIA

Leia mais

Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH)

Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH) 15/07/2011 METALÚRGICO, 26 ANOS Não costumo fazer exame porque sinto meu corpo bom, ótimo. Nunca senti uma dor. Senti uma dor uma vez na

Leia mais

HIV/AIDS, Envelhecimento e Transtornos Mentais Comuns: um estudo exploratório

HIV/AIDS, Envelhecimento e Transtornos Mentais Comuns: um estudo exploratório HIV/AIDS, Envelhecimento e Transtornos Mentais Comuns: um estudo exploratório Josevânia da Silva UNIPE josevaniasco@gmail.com Jéssica Oliveira Galvão UFPB Jessica92.og@hotmail.com Ana Alayde Werba Saldanha

Leia mais

6. Considerações Finais

6. Considerações Finais 6. Considerações Finais O estudo desenvolvido não permite nenhuma afirmação conclusiva sobre o significado da família para o enfrentamento da doença, a partir da fala das pessoas que têm HIV, pois nenhum

Leia mais

DROGAS E FAMÍLIA: SOBRECARGA. Silvana C. Maciel UFPB

DROGAS E FAMÍLIA: SOBRECARGA. Silvana C. Maciel UFPB DROGAS E FAMÍLIA: SOBRECARGA Silvana C. Maciel UFPB CONCEITO DE DROGA Droga é qualquer substância que, não sendo produzida pelo organismo, tem a propriedade de atuar sobre um ou mais de seus sistemas,

Leia mais

QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS PORTADORES DE HIV/AIDS NO BRASIL*

QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS PORTADORES DE HIV/AIDS NO BRASIL* QUALIDADE DE VIDA DE IDOSOS PORTADORES DE HIV/AIDS NO BRASIL* MICHELLE OLIVEIRA NUNES, MARIA APARECIDA DA SILVA Resumo: revisão integrativa da literatura que consistiu na análise de oito artigos publicados

Leia mais

Os caminhos e descaminhos de uma epidemia global

Os caminhos e descaminhos de uma epidemia global Os caminhos e descaminhos de uma epidemia global Por Rodrigo Cunha 5 de junho de 1981. O Relatório Semanal de Morbidez e Mortalidade do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos

Leia mais

CONSCIENTIZAÇÃO DA IMPORTÂNCIA DA PREVENÇÃO DAS DST s/aids NO MUNICÍPIO DE PITIMBU/PB

CONSCIENTIZAÇÃO DA IMPORTÂNCIA DA PREVENÇÃO DAS DST s/aids NO MUNICÍPIO DE PITIMBU/PB CONSCIENTIZAÇÃO DA IMPORTÂNCIA DA PREVENÇÃO DAS DST s/aids NO MUNICÍPIO DE PITIMBU/PB Macilene Severina da Silva 1 (merciens@zipmail.com.br); Marcelo R.da Silva 1 (tcheillo@zipmail.com.br); Analice M.

Leia mais

Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave

Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave Diretrizes Consolidadas sobre Prevenção, Diagnóstico, Tratamento e Cuidados em HIV para as Populações-Chave Gabriela Calazans FCMSCSP, FMUSP II Seminário Nacional sobre Vacinas e novas Tecnologias de Prevenção

Leia mais

SAúDE e PReVENÇãO NaS ESCoLAS Atitude pra curtir a vida

SAúDE e PReVENÇãO NaS ESCoLAS Atitude pra curtir a vida SAúDE e PReVENÇãO NaS ESCoLAS Atitude pra curtir a vida UNAIDS/ONUSIDA Relatório para o Dia Mundial de Luta contra AIDS/SIDA 2011 Principais Dados Epidemiológicos Pedro Chequer, Diretor do UNAIDS no Brasil

Leia mais

ÁREA TEMÁTICA INTRODUÇÃO

ÁREA TEMÁTICA INTRODUÇÃO TÍTULO: PRÁTICAS E ATITUDES DE ESTUDANTES DE UMA ESCOLA PÚBLICA RELACIONADOS AS DSTS/AIDS AUTORES: Aline Salmito Frota, Luciana Soares Borba, Débora Silva Melo, José Ueides Fechine Júnior, Viviane Chave

Leia mais

Aids e Ética Médica. Dr. Eugênio França do Rêgo

Aids e Ética Médica. Dr. Eugênio França do Rêgo Dr. Eugênio França do Rêgo Aids e discriminação: 1. Deve o médico ter presente a natureza de sua profissão e, principalmente, sua finalidade. (CEM: 1 o ; 2 o e 6 o ) 2. Deve o médico buscar a mais ampla

Leia mais

ACOLHIMENTO DE PARTICIPANTES EM UM PROJETO: PERFIL DOS POSSÍVEIS PORTADORES DE HIV/AIDS

ACOLHIMENTO DE PARTICIPANTES EM UM PROJETO: PERFIL DOS POSSÍVEIS PORTADORES DE HIV/AIDS 110. ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( X ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA ACOLHIMENTO DE PARTICIPANTES

Leia mais

Juventude e Prevenção das DST/Aids

Juventude e Prevenção das DST/Aids 1 Juventude e Prevenção das DST/Aids Sandra Unbehaum 1, Sylvia Cavasin 2, Valéria Nanci Silva 3 A pesquisa Jovens do sexo masculino, Sexualidade, Saúde Reprodutiva: um estudo de caso na comunidade de Capuava

Leia mais

Cuidando da Minha Criança com Aids

Cuidando da Minha Criança com Aids Cuidando da Minha Criança com Aids O que é aids/hiv? A aids atinge também as crianças? Como a criança se infecta com o vírus da aids? Que tipo de alimentação devo dar ao meu bebê? Devo amamentar meu bebê

Leia mais

SEXUALIDADE, IDOSO E AIDS: NOTAS PARA O DEBATE 1

SEXUALIDADE, IDOSO E AIDS: NOTAS PARA O DEBATE 1 SEXUALIDADE, IDOSO E AIDS: NOTAS PARA O DEBATE 1 INTRODUÇÃO Andrea Macêdo 2 Ana Gabriela Victa 3 Daniele Oliveira 4 Com o advento do século XXI, em que imperam as eras da informação e tecnologia de ponta,

Leia mais

Programação visual e editoração eletrônica: A 4 Mãos Comunicação e Design Ltda.

Programação visual e editoração eletrônica: A 4 Mãos Comunicação e Design Ltda. Tudo dentro Produção: Associação Brasileira Interdisciplinar de AIDS (ABIA) Av. Presidente Vargas 446 13º andar Centro RJ Tel.: (021) 2223-1040 Fax: (21) 2253-8495 www.abiaids.org.br abia@abiaids.org.br

Leia mais

A PERCEPÇÃO DA AUTONOMIA FEMININA: SEXUALIDADE E HIV/AIDS EM UNIVERSITÁRIAS DO INTERIOR DE SÃO PAULO

A PERCEPÇÃO DA AUTONOMIA FEMININA: SEXUALIDADE E HIV/AIDS EM UNIVERSITÁRIAS DO INTERIOR DE SÃO PAULO A PERCEPÇÃO DA AUTONOMIA FEMININA: SEXUALIDADE E HIV/AIDS EM UNIVERSITÁRIAS DO INTERIOR DE SÃO PAULO Resumo DONATI, Fabiana Augusta 1 - UNESP DALLO, Luana 2 - UNESP PARREIRA, Graziela Vanessa 3 - UNESP

Leia mais

Sumário. Aids: a magnitude do problema. A epidemia no Brasil. Característica do Programa brasileiro de aids

Sumário. Aids: a magnitude do problema. A epidemia no Brasil. Característica do Programa brasileiro de aids Sumário Aids: a magnitude do problema A epidemia no Brasil Característica do Programa brasileiro de aids Resultados de 20 anos de luta contra a epidemia no Brasil Tratamento Prevenção Direitos humanos

Leia mais

TÍTULO: PERFIL SÓCIO DEMOGRÁFICO E PROVÁVEL FONTE DE INFECÇÃO DE MULHERES COM HIV/AIDS NO MUNICÍPIO DE CARAGUATATUBA-SP

TÍTULO: PERFIL SÓCIO DEMOGRÁFICO E PROVÁVEL FONTE DE INFECÇÃO DE MULHERES COM HIV/AIDS NO MUNICÍPIO DE CARAGUATATUBA-SP TÍTULO: PERFIL SÓCIO DEMOGRÁFICO E PROVÁVEL FONTE DE INFECÇÃO DE MULHERES COM HIV/AIDS NO MUNICÍPIO DE CARAGUATATUBA-SP CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: ENFERMAGEM INSTITUIÇÃO:

Leia mais

TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR

TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO:

Leia mais

Autor(es) TAINAH BARBOSA ALVES DE MORAES. Orientador(es) MIRIAM RIBEIRO CAMPOS. Apoio Financeiro FAPIC/UNIMEP. 1. Introdução

Autor(es) TAINAH BARBOSA ALVES DE MORAES. Orientador(es) MIRIAM RIBEIRO CAMPOS. Apoio Financeiro FAPIC/UNIMEP. 1. Introdução 18º Congresso de Iniciação Científica AIDS AVALIANDO COMPORTAMENTOS E VULNERABILIDADE EM ESTUDANTES DO ENSINO MÉDIO: IDENTIFICAÇÃO CONHECIMENTO SOBRE O CONTROLE, DISSEMINAÇÃO, RISCOS E PREVENÇÃO DO HIV/AIDS

Leia mais

A AIDS NA TERCEIRA IDADE: O CONHECIMENTO DOS IDOSOS DE UMA CASA DE APOIO NO INTERIOR DE MATO GROSSO

A AIDS NA TERCEIRA IDADE: O CONHECIMENTO DOS IDOSOS DE UMA CASA DE APOIO NO INTERIOR DE MATO GROSSO A AIDS NA TERCEIRA IDADE: O CONHECIMENTO DOS IDOSOS DE UMA CASA DE APOIO NO INTERIOR DE MATO GROSSO SATO, Camila Massae 1 Palavras-chave: Idoso, AIDS, conhecimento Introdução A população idosa brasileira

Leia mais

A ATUAÇÃO DA PASTORAL DA AIDS EM DUQUE DE CAXIAS E SÃO JOÃO DE MERITI E O DIÁLOGO DA SEXUALIDADE

A ATUAÇÃO DA PASTORAL DA AIDS EM DUQUE DE CAXIAS E SÃO JOÃO DE MERITI E O DIÁLOGO DA SEXUALIDADE A ATUAÇÃO DA PASTORAL DA AIDS EM DUQUE DE CAXIAS E SÃO JOÃO DE MERITI E O DIÁLOGO DA SEXUALIDADE Aluna: Sandra Regina de Souza Marcelino Orientador: Luís Corrêa Lima Introdução Este relatório tem por finalidade

Leia mais

O impacto da AIDS na Saúde Mental e Qualidade de Vida de pessoas na. maturidade e velhice. Josevânia da Silva

O impacto da AIDS na Saúde Mental e Qualidade de Vida de pessoas na. maturidade e velhice. Josevânia da Silva UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM PSICOLOGIA SOCIAL - DOUTORADO NÚCLEO DE PESQUISA VULNERABILIDADES E PROMOÇÃO DA SAÚDE O impacto da

Leia mais

Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo

Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Diminui a mortalidade por Aids no Estado de São Paulo Em 2012, ocorreram 2.767 óbitos por Aids no Estado de São Paulo, o que representa importante queda em relação ao pico observado em 1995 (7.739). A

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS CONFERÊNCIA SOBRE OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO

ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS CONFERÊNCIA SOBRE OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS CONFERÊNCIA SOBRE OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO Grupo de Trabalho 4: Fortalecendo a educação e o envolvimento da sociedade civil com relação ao vírus HIV, malária

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave: Saúde do adolescente; Síndrome de Imunodeficiência Adquirida; HIV.

RESUMO. Palavras-chave: Saúde do adolescente; Síndrome de Imunodeficiência Adquirida; HIV. SISTEMA DE INFORMAÇÃO EM SAÚDE: A EPIDEMIA DA AIDS EM ADOLESCENTES NO BRASIL, 2001-2010. KOGLIN, Ilivelton Martins 1 ; TASSINARI, Tais Tasqueto 2 ; ZUGE, Samuel Spiegelberg 3 ; BRUM, Crhis Netto de 3 ;

Leia mais

Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga

Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga Equipe: Ronaldo Laranjeira Helena Sakiyama Maria de Fátima Rato Padin Sandro Mitsuhiro Clarice Sandi Madruga 1. Por que este estudo é relevante? Segundo o relatório sobre a Carga Global das Doenças (Global

Leia mais

PRÁTICAS SEXUAIS DE MULHERES LÉSBICAS E BISSEXUAIS E A RELAÇÃO COM A PREVENÇÃO DAS DST/HIV/AIDS

PRÁTICAS SEXUAIS DE MULHERES LÉSBICAS E BISSEXUAIS E A RELAÇÃO COM A PREVENÇÃO DAS DST/HIV/AIDS PRÁTICAS SEXUAIS DE MULHERES LÉSBICAS E BISSEXUAIS E A RELAÇÃO COM A PREVENÇÃO DAS DST/HIV/AIDS Lorena Moraes 1 Marcelle Cristiane Esteves 2 A pesquisa apresentada colheu dados sobre lesbianidade e a vulnerabilidade

Leia mais

Construção de um sistema de monitoramento da epidemia de aids: Desafios e Lições Aprendidas

Construção de um sistema de monitoramento da epidemia de aids: Desafios e Lições Aprendidas Construção de um sistema de monitoramento da epidemia de aids: Desafios e Lições Aprendidas XVIII Congresso Mundial de Epidemiologia Porto Alegre, 21-24 de outubro 2008 Célia Landmann Szwarcwald celials@cict.fiocruz.br

Leia mais

REVELAÇÃO DIAGNÓSTICA. Eliana Galano Psicóloga Ambulatório de Pediatria CEADIPE - CRT-DST/AIDS - SP

REVELAÇÃO DIAGNÓSTICA. Eliana Galano Psicóloga Ambulatório de Pediatria CEADIPE - CRT-DST/AIDS - SP REVELAÇÃO DIAGNÓSTICA Eliana Galano Psicóloga Ambulatório de Pediatria CEADIPE - CRT-DST/AIDS - SP Cenário Eficácia dos esquemas terapêuticos Aumento do número de crianças que atingem a idade escolar e

Leia mais

I n f o r m e E p i d e m i o l ó g i c o D S T - A I D S 1

I n f o r m e E p i d e m i o l ó g i c o D S T - A I D S 1 1 2 GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE DO RIO DE JANEIRO SECRETÁRIO DE ESTADO DE SAÚDE José Leôncio de Andrade Feitosa SUPERINTENDENTE DE SAÚDE Angela Cristina Aranda SUPERINTENDENTE

Leia mais

HIV e Estigma: como estamos hoje

HIV e Estigma: como estamos hoje HIV e Estigma: como estamos hoje PROF. DR. CLAUDIO GARCIA CAPITÃO Advento da AIDS 1º Caso: Hospital Emílio Ribas, 1982 Circulação Silenciosa do Vírus em meados de 70 Isolamento do vírus: Luc montagner:

Leia mais

Briefing. Boletim Epidemiológico 2010

Briefing. Boletim Epidemiológico 2010 Briefing Boletim Epidemiológico 2010 1. HIV Estimativa de infectados pelo HIV (2006): 630.000 Prevalência da infecção (15 a 49 anos): 0,61 % Fem. 0,41% Masc. 0,82% 2. Números gerais da aids * Casos acumulados

Leia mais

REPRESENTAÇÕES DE GÊNERO E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE ÀS DST/AIDS NA ADOLESCÊNCIA

REPRESENTAÇÕES DE GÊNERO E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE ÀS DST/AIDS NA ADOLESCÊNCIA REPRESENTAÇÕES DE GÊNERO E SITUAÇÕES DE VULNERABILIDADE ÀS DST/AIDS NA ADOLESCÊNCIA Resumo: Íria Raquel Borges Wiese Lidianny do Nascimento Gonçalves Braga Ana Alayde Werba Saldanha Universidade Federal

Leia mais

ANÁLISE DO PERFIL IMUNOLÓGICO E VIRAL DOS PACIENTES HIV/AIDS ATENDIDOS NA UNIDADE DE SAÙDE JUNDIAÍ EM ANÁPOLIS GOIAS ENTRE OS ANOS 2002 E 2006.

ANÁLISE DO PERFIL IMUNOLÓGICO E VIRAL DOS PACIENTES HIV/AIDS ATENDIDOS NA UNIDADE DE SAÙDE JUNDIAÍ EM ANÁPOLIS GOIAS ENTRE OS ANOS 2002 E 2006. 1 ANÁLISE DO PERFIL IMUNOLÓGICO E VIRAL DOS PACIENTES HIV/AIDS ATENDIDOS NA UNIDADE DE SAÙDE JUNDIAÍ EM ANÁPOLIS GOIAS ENTRE OS ANOS 2002 E 2006. Adriana Paim da Silva 1,2 ; Andrea Brígida de Souza 1,2

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE OS GÊNEROS E O NÍVEL DE INFORMAÇÃO DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS EM RELAÇÃO AO HIV/AIDS

RELAÇÃO ENTRE OS GÊNEROS E O NÍVEL DE INFORMAÇÃO DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS EM RELAÇÃO AO HIV/AIDS RELAÇÃO ENTRE OS GÊNEROS E O NÍVEL DE INFORMAÇÃO DE ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS EM RELAÇÃO AO HIV/AIDS Maria Thereza Ávila Dantas Coelho 1 Vanessa Prado Santos 2 Márcio Pereira Pontes 3 Resumo O controle

Leia mais

Objetivo 2 Ampliar e qualificar o acesso integral e universal à prevenção das DST/HIV/aids para Gays, outros HSH e Travestis.

Objetivo 2 Ampliar e qualificar o acesso integral e universal à prevenção das DST/HIV/aids para Gays, outros HSH e Travestis. Histórico 1º semestre de 2008 Elaboração do Plano Nacional de Enfrentamento da Epidemia de Aids e das DST entre gays, hsh e travestis Agos/08 Oficina Macro Sudeste para apresentação do Plano Nacional Set/08

Leia mais

PROGRAMA DE SAÚDE SEXUAL GOVERNAMENTAL: CONTRIBUIÇÕES, DIFICULDADES E LIMITAÇÕES

PROGRAMA DE SAÚDE SEXUAL GOVERNAMENTAL: CONTRIBUIÇÕES, DIFICULDADES E LIMITAÇÕES PROGRAMA DE SAÚDE SEXUAL GOVERNAMENTAL: CONTRIBUIÇÕES, DIFICULDADES E LIMITAÇÕES MARTYRES, Thais Raffaela dos Faculdade de Ensino Superior Dom Bosco Acadêmica do Curso de Farmácia Membro do Grupo de Bolsista

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade

Contrata Consultor na modalidade Contrata Consultor na modalidade PROJETO 914/BRZ/1138 EDITAL Nº 10/2015 1. Perfil: Código: 20/ 2015 - Consultor em epidemiologia 3. Qualificação educacional: Nível superior completo na área da saúde. Pós-graduação

Leia mais

PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde

PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde PEP SEXUAL Recomendações para abordagem da exposição sexual ao HIV Um guia para profissionais de saúde O que é a PEP sexual? O emprego de antirretrovirais vem sendo discutido em todo mundo como estratégia

Leia mais

O PSICÓLOGO NA COMUNIDADE: UMA PESPECTIVA CONTEMPORÂNEA

O PSICÓLOGO NA COMUNIDADE: UMA PESPECTIVA CONTEMPORÂNEA O PSICÓLOGO NA COMUNIDADE: UMA PESPECTIVA CONTEMPORÂNEA (2011) Dayana Lima Dantas Valverde Psicóloga, graduada pela Faculdade de Tecnologia e Ciências de Feira de Santana, BA. Pós-graduanda em Saúde Mental

Leia mais

CÂNCER DE MAMA:PERSPECTIVAS SOBRE AS RELAÇÕES FAMILIARES

CÂNCER DE MAMA:PERSPECTIVAS SOBRE AS RELAÇÕES FAMILIARES V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 CÂNCER DE MAMA:PERSPECTIVAS SOBRE AS RELAÇÕES FAMILIARES Simone Lemos 1 ; Suzei Helena Tardivo Barbosa 2 ; Giseli

Leia mais