Adolescência e Puberdade. Adolescere Pubescere

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10 Síndrome da Adolescência Busca de si mesmo e da identidade adulta Tendência grupal Necessidade de intelectualizar e fantasiar-elaboração do luto Crises religiosas Deslocamento temporal Evolução sexual Normal

11 Síndrome da Adolescência Atitude social reivindicatória Contradições sucessivas em todas as manifestações de conduta Separação progressiva dos pais Constantes flutuações de humor e estado de ânimo Normal

12 DST

13 Fatores de Risco Início atividade sexual precoce Múltiplos parceiros sequenciais Uso correto e consistente do preservativo Aumentada suscetibilidade biológica a infecção Dificuldade acesso aos serviços de saúde Uso de drogas

14 Clamydia Trachomatis 335 mulheres anos, sexualmente ativas Amostra urina PCR para CT e NG 62% idade inferior 20 anos 53% solteiras Média início atividade sexual: 15,7 a Média parceiros sexuais: 2 25% uso preservativo Prevalência infecção CT 10.7% e NG 1,5% Piazzetta R C P, Carvalho NS, Andrade RP e cols. Prevalência da infecção por clamydia Trachomatis e neisseria Gonorrheae em mulheres jovens sexualmente ativas em uma cidade do sul do Brasil. RBGO 2011, 33(11)

15 Prevalência 5-50% 2801 pessoas Mulheres 27,7 anos (captura híbrida secreção vaginal) - 7,3% Homens 26,7anos (PCR urina) - 13,1% Estatisticamente significante em menores 20 anos - 11% Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Prevalências e frequências relativas de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) em populações selecionadas de seis capitais brasileiras, 2005 / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Programa

16 Chlamydia Trachomatis Bactéria intracelular Risco infecção por ato - 20% Perído incubação dias

17 Chlamydia Trachomatis Secreção muco purulenta uretral/cervical Disúria /ardência uretral Polaquiúria /noctúria Escapes menstruais Sinusiorragia Dispareunia profunda

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20 N. Gonorrhoeae Dipococo Gram negativo Risco de infeção por ato - 50% Coinfecção CT e NG % Prevalência 0,2-13% dependendo população

21 N. Gonorrhoeae Mulheres (captura híbrida)- 3,3% Homens (PCR urina)-18,5% Não houve diferença estatística em relação idade abaixo 20 anos Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Prevalências e frequências relativas de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) em populações selecionadas de seis capitais brasileiras, 2005 / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Programa Nacional de DST eaids. Brasília, 2008.

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23 HPV 241 mulheres Idade média 19,6 a PCR Prevalência HPV-27,4%( alto risco-18,7% ) HPV 16-6,2% HPV 31-4,1% HPV 66-3,7% Oliveira L H S e cols. Genótipo de papilomavírus humanos em mulheres jovens assintomáticas de escolas públicas do Rio de Janeiro, Brasil.Rev.Soc.Med. Trop. 2010,43(1)

24 HPV HPV Captura híbrida Mulheres 44,7% Homens 32,6% Risco 3x maior nos adolescentes Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. Programa Nacional de DST e Aids. Prevalências e freqüências relativas de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) em populações selecionadas de seis capitais brasileiras, 2005 / Ministério da Saúde, Secretaria de Vigilância em Saúde, Programa Nacional de DST e Aids. Brasília : Ministério da Saúde, 2008.

25 Verrugas Genitais 90% HPV 6-11 Sintomas Diagnóstico: Clínico Teste tipagem HPV - Não devem ser usados: Homens Parceiros de mulheres com Dx de HPV Mulheres abaixo 20 anos Rotina para DST Decisão sobre vacina HPV

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29 Haemophilus ducreyi Cancroide Incubação: 3-5 dias até 2s Risco de infecção por ato - 80% Úlcera genital única ou múltipla, dolorosa e adenopatia inguinal dolorosa ou supurativa

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32 Herpes Genital Infecção viral crônica No Brasil OMS estima caso por ano HSV 2 - maioria dos episódios genitais recorrentes HSV 1 - aumento da infecção genital ( mulheres jovens e MSM)

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35 Nascidos Vivos SINASC A A SC 0,65% 15,5% Blumenau 0,38% 12,2% Florianópolis 0,67% 12,3%

36 10-14A 15-19A Brasil 0,95% 18,3% Nordeste 1,27% 20,8% Sul 0,70% 16,4%

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