MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO

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1 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO Relatório de Gestão 2006

2 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO RELATÓRIO DE GESTÃO 2006 SUMÁRIO APRESENTAÇÃO 1. DADOS GERAIS DA UNIDADE JURISDICIONADA 1.1. Nome completo e oficial do órgão 1.2. Número do CNPJ 1.3. Natureza jurídica 1.4. Vinculação ministerial 1.5. Endereço completo da sede 1.6. Endereço da página institucional na Internet 1.7. Unidades gestoras (UGs) e gestões utilizadas no Siafi 1.8. Norma(s) de criação e finalidade 1.9. Norma(s) que estabelecem a estrutura orgânica Publicação no DOU do Regimento Interno ou Estatuto 2. OBJETIVOS E METAS 2.1. Identificação do programa governamental e/ou das ações administrativas do plano de ação do período de que trata as contas 2.2. Descrição do programa, projeto/atividade ou ação administrativa em termos do objetivo geral, dos objetivos específicos e dos beneficiários Indicadores utilizados para avaliar o desempenho do programa, projeto/atividade ou ação administrativa Metas físicas e financeiras previstas na Lei Orçamentária e/ou pactuadas com o supervisor ministerial para o período sob exame das contas 3. INDICADORES DE GESTÃO 3.1. Nome do indicador ou parâmetro utilizado para avaliar o desempenho da gestão sob exame nas contas 3.2. Descrição (o que pretende medir) e tipo de indicador (de Eficácia, de Eficiência ou de Efetividade) 3.3. Fórmula de cálculo e método de medição 3.4. Responsável pelo cálculo/medição 4. ANÁLISE CRÍTICA DO RESULTADO ALCANÇADO 4.1. Identificação do programa, projeto/atividade ou ação administrativa

3 4.2. Indicadores ou parâmetro utilizados na análise 4.3. Metas físicas e financeiras realizadas (valor alcançado) 4.4. Avaliação do resultado, indicando as causas do sucesso ou insucesso 5. MEDIDAS ADOTADAS PARA SANEAR DISFUNÇÕES DETECTADAS 5.1. Identificação do programa, projeto/atividade ou ação administrativa 5.2. Disfunção estrutural ou situacional que prejudicou ou inviabilizou o alcance dos objetivos e metas colimados 5.3. Medidas implementadas e/ou a implementar para tratar as causas de insucesso 5.4. Responsáveis pela implementação das medidas 6. TRANSFERÊNCIAS DE RECURSOS (CONVÊNIOS) 6.1. Dos Programas de Trabalho Decorrentes de Convênios.

4 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO RELATÓRIO DE GESTÃO 2005 APRESENTAÇÃO O presente Relatório tem por objetivo fornecer os resultados obtidos na Gestão desta Universidade, em 2006, considerando os seguintes instrumentos legais: Lei n /2004, de 11/08/2004, Plano Plurianual do Governo Federal ( ); atualizada pela Lei no , de 5/7/2006, Lei n , de 20/09/2005, Diretrizes Orçamentárias do Governo Federal, e Lei n , de 16/05/2006, que trata do Orçamento da União de No que se refere aos aspectos formais, este relatório analisa os aspectos mais relevantes da gestão da UFPE durante o exercício de 2006, tomando por referência os seguintes instrumentos: a) Instrução Normativa TCU n. 47/2004, de 27/10/2004, que estabelece normas de organização e apresentação de processos de tomada e prestação de contas; b) Decisão Normativa TCU no. 81/2006 de 6/12/2006, que define as unidades jurisdicionadas cujos responsáveis devem apresentar contas relativas ao exercício de 2006,, especificando as organizadas de forma consolidada e agregada; os critérios de risco, materialidade e relevância para organização dos processos de forma simplificada; o escalonamento dos prazos de apresentação; o detalhamento do conteúdo das peças que compõem os processos de contas; e critérios de aplicabilidade e orientações para a remessa de contas por meio informatizado; e Portaria no. 555, de 28/12/2006 da CGU Controladoria Geral da União, que aprovou a Norma de Execução no. 3/ A análise e comentários das contas da UFPE estarão sempre abordando, de forma minimamente parametrizada e de maneira transparente, o cumprimento de suas competências regimentais, suas execuções programáticas e as ocorrências gerenciais relevantes do exercício. As dificuldades enfrentadas pela instituição na implementação da sua programação, no que diz respeito à execução orçamentária e financeira, serão também comentadas. O crescimento da instituição, em termos quantitativos e qualitativos, e a elevação dos preços dos principais insumos utilizados têm pressionado as despesas, exigindo do gestor medidas permanentes de redução de custos, de forma que a sua programação não seja comprometida substancialmente. 1. DADOS GERAIS DA UNIDADE JURISDICIONADA 1.1. Nome completo do órgão: Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) 1.2. Número do CNPJ: / Natureza jurídica: Autarquia Educacional 1.4. Vinculação ministerial: Ministério da Educação 1.5. Endereço completo da sede: Av. Prof. Moraes Rego, 1235 Cidade Universitária, Recife PE, CEP Endereço da página institucional na Internet: Unidades gestoras (UGs) e gestões utilizadas no SIAFI UG Gestão: Norma de criação e finalidade

5 A UFPE foi criada em 1946, através do Decreto-lei n , de 20 de junho, tendo sido instalada em 11 de agosto do mesmo ano, inicialmente sob a denominação de Universidade do Recife, e passando a ser a primeira Universidade do Norte e Nordeste brasileiros, constituindo-se no grande Centro Universitário de ambas as regiões. Sua origem advém da agregação das seis Escolas Superiores então existentes no Recife: Faculdade de Direito, Escola de Engenharia, Escola de Farmácia, Faculdade de Medicina, Escola de Belas Artes de Pernambuco e a Faculdade de Filosofia do Recife. As atividades fins da instituição são constituídas de ensino, pesquisa, extensão e assistência, serviços esses prestados, preferencialmente, no estado de Pernambuco e na região Nordeste. No que diz respeito ao ensino, a instituição conta com alunos de cursos de graduação, pósgraduação stricto sensu (mestrado e doutorado) e lato sensu (cursos de especialização). As atividades de extensão envolveram um público de pessoas beneficiadas numa grande variedade de projetos. A assistência desenvolveu-se, sobretudo, através do Hospital das Clínicas, alcançando pessoas atendidas através de consultas ambulatoriais. Quadro 1 Evolução do Número de Alunos Matriculados A 2006 Descrição Graduação (1) Especialização Mestrado (2) Doutorado Total Fonte: Proplan Coordenação de Informações Gerenciais. (1) Refere-se a alunos vinculados; (2) Inclui os alunos de Mestrado Profissionalizante A identificação do público alvo dos resultados da atividade de pesquisa é mais complexa, pois há um longo caminho entre as ações da pesquisa e as suas conseqüências na vida da sociedade em termos de adoção das tecnologias geradas. A localização espacial desses resultados não está circunscrita ao Estado de Pernambuco e nem à região Nordeste. Todavia, os dados divulgados indicam que a UFPE está entre as dez maiores nacionais no que diz respeito à produção científica, com participação em projetos regionais, nacionais e internacionais em diversas áreas do conhecimento científico Normas que estabelecem a estrutura orgânica A UFPE tem por missão: contribuir para transformar a sociedade, produzindo conhecimento e oferecendo uma educação cada vez melhor, permanentemente adaptada ao saber contemporâneo e à realidade social, econômica e cultural do Nordeste e do Brasil. Especificamente, de acordo com os seus Estatuto e Regimento, no cumprimento dessa missão, a UFPE deverá: a) ministrar o ensino em grau superior, realizar pesquisa e estimular atividades criativas nos campos das Ciências, das Letras, das Artes e das Técnicas, contribuindo para a formação de profissionais e especialistas, e ampliando os campos do conhecimento humano; b) ofertar ensino, pesquisa e extensão à comunidade, através de cursos ou serviços especiais; c) refletir sobre a realidade brasileira colaborando com o desenvolvimento do Brasil e do Nordeste em particular, em consonância com poderes públicos e articulados com a iniciativa privada; d) promover o intercâmbio científico e cultural, de acordo com programas oficiais de cooperação nacional e internacional; e

6 e) propiciar a complementação da formação cultural, moral e cívica dos seus discentes, proporcionando-lhes educação física e coerente assistência social e material. A administração da UFPE é exercida por órgãos deliberativos, consultivos e normativos, e pela Reitoria como órgão executivo central. Os órgãos deliberativos superiores compreendem os Conselhos Universitário, o Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão, o de Administração e o de Curadores. A UFPE é constituída por 10 Centros Acadêmicos, compostos pelos seus 68 Departamentos, oferecendo cursos nas diversas áreas de conhecimento. Todavia, a partir de 2006 dois novos Centros foram criados, um em Caruaru e outro em Vitória de Santo Antão, dentro do Programa de Expansão das Instituições Federais de Ensino Superior do Governo Federal, que resultou na criação de oito cursos de graduação. Para o melhor desempenho de suas atividades, a Universidade conta também com 09 órgãos suplementares: Biblioteca Central, Editora Universitária, Hospital das Clínicas, Núcleo de Educação Física e Desportos, Núcleo de Tecnologia da Informação, Núcleo de Televisão e Rádio, NUSP-Núcleo de Saúde Pública e Desenvolvimento Social, a Prefeitura da Cidade Universitária e Laboratório de Imunopatologia Keizo Asami. Os recursos humanos da instituição compõem-se de docentes, dos quais pertencem ao quadro permanente, e técnico-administrativos, sendo lotados no Hospital das Clínicas. Fica evidente a redução no quadro de professores visitantes, quando se verifica que em 2002 a instituição contava com 26 docentes, enquanto que atualmente não há nenhum docente contratado nessa categoria, pela inexistência de um programa com esse objetivo no MEC, apesar da sua importância dentro de uma política de apoio a áreas estratégicas de pós-graduação e de pesquisa. Quadro 2 Evolução do Quadro de Recursos Humanos(1) 2002 a 2006 Classe Docentes (2) Efetivos Substitutos Visitantes Técnico- Administrativos Hospital das Clínicas Demais órgãos Total Fonte: Proplan/Coordenação de Informações Gerenciais (1) Inclui afastados e cedidos. (2) Inclui os docentes do Colégio de Aplicação. Na realidade, o quadro de recursos humanos é superior àquele acima demonstrado, tendo em vista que parte dos serviços é executada através de contratos terceirizados, envolvendo 913 trabalhadores, ou, seja, 15,3% da força de trabalho da instituição, conforme constante do quadro a seguir.

7 Quadro 3 Estimativa de Pessoal Contratado por Empresas Prestadoras de Serviços à UFPE em 2006 Contrato/Serviço UFPE S/HC HC Total Limpeza predial Limpeza externa Manutenção predial Controle de trafego Manutenção de áreas ajardinadas Serviços bibliotecários Manutenção elétrica e hidráulica IDSTP CBL- manutenção CBL- serviços auxiliares Total Fonte: Proplan, Prefeitura da Cidade Universitária (PCU) e Hospital das Clínicas (HC). Em conseqüência dos programas de capacitação para docentes da instituição e da política de contratação de docentes com doutorado, tem aumentado significativamente a quantidade de doutores nos últimos anos. Assim é que se observa o acréscimo de 138 doutores no quadro de docentes. Quadro 4 Evolução do Corpo Docente efetivo por titulação (1) 2002 a 2006 Titulação Doutores Mestres Especialistas Graduados Total Fonte: NTI e Proplan (Coordenação de Informações Gerenciais). (1) Inclui afastados e cedidos e docentes do Colégio de Aplicação. No Quadro 5, verifica-se a composição do orçamento da instituição, onde os recursos do Tesouro representam em média 85,5 % do orçamento global. Fica evidente também a sua redução ao longo do período considerado, com sinais de uma mudança de tendência em Quadro 5 Evolução do Orçamento Executado 2002 A 2006 (R$ a preços de 2006) Anos Tesouro Próprio Convênios Total Tes/Total , , , , ,9 Media ,5 Fonte: PROPLAN

8 1.10. Publicação no DOU do Regimento Interno ou Estatuto O Estatuto da UFPE foi aprovado pelo Conselho Universitário a , pelo Conselho Federal de Educação aos , homologado pelo Ministério da Educação e Cultura, com despacho de (D.O.U., ), foi publicado, pela primeira vez, no B.O. /UFPE, nº 2 esp., de 23 de abril de Atual publicação incorporou as alterações introduzidas pelos seguintes atos: Lei 8.420/77, regulamentada pelo Decreto /77, e Res. 01 de , do Conselho Universitário, que lhes dá cumprimento. (B.O. nº 03 esp., de ); Resolução nº 01/79 do Conselho Universitário, publicada no B.O. nº 10, de ; Parecer nº 02/76 do Conselho Universitário, aprovado pelo Parecer nº de , do Conselho Federal de Educação; Parecer nº 11/79 do Conselho Coordenador de Ensino, Pesquisa e Extensão, de Parecer nº 02/81 do Conselho Universitário em , por força do Decreto-Lei nº 1820 e do Decreto nº 85487, ambos de 11/12/80, e do Decreto-Lei nº 1858, de 16/02/81. Portaria nº 57, de 01/02/82, publicada no D.O.U. em 03/02/ OBJETIVOS E METAS 2.1. Identificação do programa governamental e/ou das ações administrativas do plano de ação do período de que trata as contas Os programas e as ações de Governo constantes do Plano Plurianual de Atividades (PPA) estão no quadro abaixo: quatro programas finalísticos (Universidade do Século XXI, Desenvolvimento da Pós-Graduação e da Pesquisa Científica, Desenvolvimento do Ensino Fundamental e Desenvolvimento do Ensino Médio) e cinco de áreas-meio (Pagamento de Inativos e Pensionistas da União, Gestão da Participação em Organismos Internacionais, Apoio Administrativo, Gestão da Política de Educação e Operações Especiais: Cumprimento de Sentenças Judiciais). Quadro 6 Orçamento de 2006 Relação dos programas Programa/Ação 1. PAGAMENTO DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIÃO 1.1. Pagamento de Aposentadorias e Pensões Servidores Civis 2. DESENVOLVIMENTO DA PÓS-GRADUAÇÃO E DA PESQUISA CIENTÍFICA 2.1. Pesquisa Universitária e Difusão de seus Resultados 2.2. Funcionamento de Cursos de Pós-graduação 3. GESTÃO DA PARTICIPAÇÃO EM ORGANISMOS INTERNACIONAIS 3.1. Contribuição a Organização Universitária Interamericana OUI

9 Programa/Ação 4. APOIO ADMINISTRATIVO 4.1. Assistência Pré-Escolar aos Dependentes dos Servidores e Empregados 4.2. Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados 4.3. Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados 5. OPERAÇÕES ESPECIAIS CUMPRIMENTO DE SENTENÇAS JUDICIAIS 5.1. Cumprimento de Sentença Judicial Transitada em Julgado (Precatório) devida pela União, Autarquias e Fundações Públicas 6. GESTÃO DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO 6.1. Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação 7. UNIVERSIDADE DO SÉCULO XXI 7.1. Serviços a Comunidade por Meio da Extensão Universitária 7.2.Acervo Bibliográfico Destinado as IFES e Hospitais de Ensino 7.3. Funcionamento de Cursos de Graduação 7.4.Assistência Hospitalar e Ambulatorial a População 7.5. Universidade Aberta e a Distância 7.6. Modernização e Recuperação da Infra-Estrutura das IFES e Hospitais de Ensino 7.7. Contribuição da União, de suas Autarquias e Fundações para o Custeio do Regime de Previdência dos Servidores públicos Federais 8. DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL 8.1. Funcionamento do Ensino Fundamental na Rede Federal 9. DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MÉDIO 91. Funcionamento do Ensino Médio na Rede Federal 2.2. Descrição do programa, projeto/atividade ou ação administrativa em termos do objetivo geral, dos objetivos específicos e dos beneficiários Apresentam-se em seguida os objetivos dos programas constantes do PPA e executados por esta Unidade Gestora. (a) Programa Universidade do Século XXI Este é o programa finalístico que abrange a maioria das ações da instituição: ensino de graduação, pós-graduação, extensão, assistência hospitalar e ambulatorial à população, ensino à distância, acervo bibliográfico e modernização e recuperação da infra-estrutura. Seu objetivo, de acordo com o PPA, é reformar a Educação Superior e estruturar as instituições federais de ensino, preparando-as para as tendências de futuro, ampliando com qualidade o acesso ao ensino de graduação e pós-graduação, à pesquisa e à extensão, disseminando o conhecimento e promovendo as condições para o desenvolvimento sustentável do País, com vistas às transformações sociais pelas quais deve passar, necessariamente, nos próximos anos.

10 (b) Programa Desenvolvimento da Pós-Graduação e da Pesquisa Científica O programa conta com as ações: a) Funcionamento de Cursos de Pós-Graduação, tendo por objetivo formar pessoal de alto nível, com vistas à produção do conhecimento científico, para a solução dos grandes desafios educacionais, econômicos e sociais do Brasil. Parte significativa dos recursos financeiros é oriunda de Convênio; e (b) Pesquisa Universitária e Difusão dos seus Resultados, que tem por objetivo expandir e aperfeiçoar a infra-estrutura técnico-científica e apoiar a execução de pesquisas científicas e tecnológicas que possam contribuir com o desenvolvimento econômico e social do País. (c) Programa Desenvolvimento do Ensino Fundamental O programa conta com uma ação relacionada com o funcionamento do ensino fundamental do Colégio de Aplicação e tem por objetivo garantir, com melhoria de qualidade, o acesso e a permanência de crianças, adolescentes, jovens e adultos na Educação Básica. (d) Programa Desenvolvimento do Ensino Médio O programa contém uma ação relacionada com o funcionamento do ensino médio do Colégio de Aplicação e tem por objetivo garantir, com melhoria de qualidade, o acesso e a permanência de crianças, adolescentes, jovens e adultos na Educação Básica. (e) Programa Gestão da Política de Educação O programa abriga a ação de capacitação dos servidores da instituição, constando do PPA o objetivo de coordenar o planejamento e a formulação de políticas setoriais e a avaliação e controle dos programas na área da educação. (f) Programa Gestão da Participação em Organismos Internacionais O programa garante recursos orçamentários (próprios) para pagamento de contribuições a organismos internacionais da área de educação, conforme o objetivo do PPA: assegurar a presença do governo brasileiro nos organismos internacionais de seu interesse. (g) Programa Pagamento de Inativos e Pensionistas da União O programa conta com apenas uma ação, viabilizando os recursos para pagamento de aposentadorias e pensões, tendo por objetivo assegurar os benefícios previdenciários legalmente estabelecidos aos servidores inativos da União e seus pensionistas e dependentes. (h) Programa Apoio Administrativo O programa tem por objetivo prover os órgãos da União dos meios administrativos para a implementação e gestão de seus programas finalísticos, compreendendo as seguintes ações: assistência pré-escolar, auxílio transporte, auxílio alimentação e assistência médica e odontológica. (i) Programa Operações Especiais: Cumprimento de Sentenças Judiciais Este programa tem por objetivo a viabilização de orçamento para pagamento de precatórios.

11 2.3. Indicadores utilizados para avaliar o desempenho do programa, projeto/atividade ou ação administrativa Conforme acima mencionado, a instituição executa quatro programas finalísticos e cinco de áreasmeio, aos quais correspondem vinte e uma ações. Os programas centrais, e ações correspondentes, a serem analisados, devem se restringir à Universidade do Século XXI (que reúne as principais ações finalísticas da instituição: ensino de graduação, extensão universitária, ensino à distância, assistência hospitalar e ambulatorial, acervo bibliográfico, modernização e recuperação da infraestrutura e instrumental para ensino e pesquisa), ao Desenvolvimento da Pós-graduação e da Pesquisa Científica, ao Desenvolvimento do Ensino Fundamental e ao Desenvolvimento do Ensino Médio. De acordo com os dados do quadro 6, os recursos orçamentários estão concentrados em dois programas (96% dos recursos): Universidade do Século XXI (61 %) e Pagamento de Inativos e Pensionistas (35%). Tendo em vista que este segundo programa diz respeito apenas a pagamento de aposentadorias e pensionistas, não há razão para análise de seu desempenho. Quanto ao Programa Universidade do Século XXI, quando da elaboração da proposta orçamentária, os recursos de pessoal ativo e a maior parte das despesas de custeio têm sido alocados à Ação Funcionamento dos Cursos de Graduação, razão pela qual o orçamento do Programa Universidade do Século XXI está quase que integralmente alocado a esta ação. Os recursos para as atividades de extensão universitária, à exceção das despesas de pessoal e das despesas básicas, são obtidos através de captações de projetos com órgãos governamentais e não governamentais (ONGs), empresas e organismos internacionais. Da mesma forma, a Ação Assistência Hospitalar e Ambulatorial, apesar de incluir as pessoas atendidas ao longo do ano pelo Hospital das Clínicas, não compreende os recursos dos diversos Convênios (a exemplo do SUS), que garantem o custeio daquela unidade, mas apenas a receita obtida através de recursos próprios, em geral, inexpressiva quando confrontada com o orçamento daquele Órgão Suplementar. Obviamente, os recursos destinados às despesas de pessoal estão incluídos na Ação Funcionamento de Cursos de Graduação. Os recursos alocados à Ação Universidade Aberta e à Distância têm sido muito insignificantes para que possam merecer uma maior consideração sobre resultados alcançados. A expectativa é que em 2006 esta ação consiga maior desenvolvimento, sobretudo, com recursos de Convênios. Quanto ao Programa Desenvolvimento do Ensino da Pós-graduação e da Pesquisa Científica, os recursos destinados à ação Funcionamento de Cursos de Pós-graduação, à exceção daqueles voltados para atendimento das despesas de pessoal e das despesas básicas (energia, limpeza, etc.) já incluídas na Ação Funcionamento de Cursos de Graduação, são oriundos de recursos extraorçamentários (Convênios) ou de receita própria, no caso de cursos de pós-graduação lato sensu (cursos de especialização). Portanto, a avaliação do desempenho dos programas da instituição não pode ser feita de forma mecânica, tendo em vista a descrição acima da alocação de recursos orçamentários a esses diversos programas e ações, o que se deve levar em consideração, sobretudo, porque a análise de desempenho implica numa comparação dos recursos e dos resultados. Se outros recursos são aportados à execução de um programa/ação e não são contabilizados, a avaliação dos resultados fica comprometida do ponto de vista da mensuração da eficácia, eficiência ou efetividade. De acordo com as considerações acima, o sistema orçamentário em curso superestima os recursos da Ação Funcionamento de Cursos de Graduação e subestima os recursos das Ações Funcionamento de Cursos de Pós-graduação, Serviços à Comunidade por meio da Extensão Universitária,

12 Assistência Hospitalar e Ambulatorial e Produção e Melhoria da Pesquisa Universitária e Difusão de seus Resultados. A análise de desempenho deve se restringir aos programas/ações, que se destaquem pelos seguintes fatores: tamanho (em termos de orçamento), relevância (em função da missão e dos objetivos da instituição) e relação dos recursos alocados no orçamento com aqueles efetivamente utilizados na obtenção dos resultados, ou seja, até que ponto as metas físicas estão associadas apenas ao orçamento alocado, não considerando, portanto, recursos extra-orçamentários, a exemplo de Convênios. A análise de desempenho deve ter como referência a busca da eficiência e eficácia. O bom governo é o que faz o que anuncia, no prazo certo, com a melhor qualidade, para o maior número de pessoas, ao menor custo possível 1. Eficácia é o grau em que se atingem os objetivos e as metas de uma ação orientada para um alvo particular, em um determinado período de tempo, independentemente dos custos nos quais se incorra, ou seja, as variáveis básicas são meta e tempo. Por outro lado, a eficiência é a relação existente entre os produtos resultantes da realização de uma ação governamental programada e os custos incorridos diretamente em sua execução, ou seja, envolve uma comparação dos custos programados e realizados da ação. Assim sendo, a análise de desempenho dos programas/ações será feita com base em indicadores, que retratem o cumprimento das metas físicas e financeiras, sempre com o entendimento de que as metas financeiras não são sinalizadores de custos das ações, pelas razões já expostas acima no que diz respeito a subestimativas (ex. Ação Funcionamento de Cursos de Pós-Graduação) e superestimativas (ex. Ação Funcionamento de Cursos de Graduação) dos recursos alocados a essas ações e programas. A mensuração do cumprimento da meta física será feita através do Índice de Execução Física (IEF), que é igual a quantidade física executada / quantidade física planejada. O grau de alcance da meta financeira será avaliado pelo Índice de Execução da Despesa (IED), obtido pela relação Despesa realizada / Orçamento aprovado. Ambos os índices foram calculados para todas as ações dos dez programas institucionais e constam do Quadro 13. Outros indicadores específicos para cada ação constante dos programas finalísticos da instituição são os seguintes 2 : (a) Graduação (a.1) Relação Diplomado / Docente = Número de Diplomados na Graduação / Docente em Tempo Integral (com a inclusão dos docentes temporários); (a.2) Relação Aluno / Docente = Aluno Tempo Integral / Docente em Tempo Integral; (a.3) Taxa de sucesso = Número de diplomados no tempo t / Número de ingressantes no tempo t i, onde i é o tempo de duração do curso. Um indicador relacionado com este seria a taxa de evasão. (a.4) Taxa de matrícula noturna = Número de matrículas em cursos noturnos / número total de matrículas. 1 Ver Ronaldo Coutinho Garcia, em Subsídios para organizar avaliações da ação governamental, Revista Planejamento e Políticas Públicas, no. 23, junho, Alguns desses indicadores constam do documento Indicadores de Gestão publicado em novembro de 2003 pelo Fórum de Pró-Reitores das Instituições Federais de Ensino Superior.

13 (a. 5) Densidade Processo Seletivo de Ingresso = Número de inscritos nos processos seletivos / Número de vagas oferecidas nos processos seletivos. (b) Pós-Graduação stricto sensu (b. 1) Taxa de excelência na pós-graduação (também denominado Conceito CAPES para a Pós- Graduação, conforme classificação pelo TCU) = conceito de todos os cursos de pós-graduação / Número de cursos de pós-graduação. (b. 2) Taxa de Matrícula na Pós-Graduação = Número de matrículas na pós-graduação / Número de matrículas na graduação e na pós-graduação. O TCU propõe, para atender o mesmo objetivo, o indicador Grau de envolvimento com a pós=graduação, trabalhando, todavia, com o conceito aluno em tempo integral. (c) Pesquisa (c.1) Taxa de Produção Intelectual = Número de produções intelectuais ponderadas pela sua importância / Número de docentes em dedicação exclusiva. (c.2) Taxa de alunos com bolsa de pesquisa = Número de alunos bolsistas (PIBIC, PET, FAPs, outras de pesquisa) / Número de alunos matriculados na graduação e na pós-graduação. (c. 3) Taxa de Patenteamento, o que seria obtido através de duas relações: TPL = Número de patentes licenciadas / Número de patentes concedidas e TPC = Número de patentes concedidas / Número de patentes depositadas. Esses indicadores serão calculados para o relatório de gestão de 2005, uma vez que a sua implementação ainda necessita de trabalho adicional. (d) Extensão Universitária Os indicadores das ações de extensão ainda não se encontram adequadamente estabelecidos. Em princípio, poderiam ser propostos os seguintes: (d.1) Taxa de alunos executores de ação de Extensão = Número de alunos executores de ações de Extensão / Número de alunos matriculados na graduação e na pós-graduação; (d.2) Taxa de docentes executores de ações de Extensão = Número de docentes executores de ações de Extensão / Número Total de Docentes. Devido ao fato de haver necessidade de trabalho adicional na definição desses indicadores, os mesmos não serão ainda utilizados neste relatório. (e) Assistência Hospitalar e Ambulatorial O conjunto de indicadores relativos ao Hospital Universitário deve explicitar, entre outros, diversos enfoques como a dimensão do HU frente às demandas institucionais e da população em geral; a qualidade de suas atividades e a sua produção em alguns aspectos. Há propostas de vários indicadores, havendo a necessidade de selecioná-los para, em seguida, calculá-los.

14 2.4. Metas físicas e financeiras previstas na Lei Orçamentária e/ou pactuadas com o supervisor ministerial para o período sob exame nas contas Quadro 7 Participação dos programas no orçamento executado (Tesouro/Próprios) Programa/Ação Despesa % realizada (R$) 1. PAGAMENTO DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIÃO 1.1. Pagamento de Aposentadorias e Pensões Servidores Civis ,49 35,37 2. GESTÃO DA PARTICIPAÇÃO EM ORGANISMOS INTERNACIONAIS 2.1. Contribuição à Organização Universitária Interamericana - OUI 4.450,00 0,00 3. APOIO ADMINISTRATIVO 3.1. Assistência Pré-Escolar aos Dependentes dos Servidores e ,10 0,10 Empregados 3.2. Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados ,63 0, Auxílio-Alimentação aos Servidores e Empregados ,65 1,64 4. OPERAÇÕES ESPECIAIS CUMPRIMENTO DE SENTENÇAS JUDICIAIS 4.1. Cumprimento de Sentença Judicial Transitada em Julgado (Precatório) devida pela União, Autarquias e Fundações Públicas GESTÃO DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO 5.1. Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação ,00 0,04 6. UNIVERSIDADE DO SÉCULO XXI 6.1. Contribuição da União, de suas Autarquias e Fundações ,00 8, Serviços a Comunidade por Meio da Extensão Universitária ,41 0, Acervo Bibliográfico Destinado as IFES e Hospitais de Ensino ,00 0, Funcionamento de Cursos de Graduação ,00 51, Assistência Hospitalar e Ambulatorial a População ,77 0, Universidade Aberta e a Distância ,00 0, Modernização e Recuperação da Infra-Estrutura das IFES e Hospitais de Ensino ,44 1,49 7. DESENVOLVIMENTO DA PÓS-GRADUAÇÃO E DA PESQUISA CIENTÍFICA 7.1. Funcionamento de Cursos de Pós-Graduação ,55 0, Pesquisa Universitária e Difusão de seus Resultados ,00 0,03 8. DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL 8.1. Funcionamento do Ensino Fundamental na Rede Federal ,74 0,00 9. DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MÉDIO 9.1. Funcionamento do Ensino Médio na Rede Federal ,00 0,00 Total ,78 100,00 O quadro 8 contém as metas físicas e orçamentárias por programa e ação.

15 Quadro 8 Metas Físicas e Orçamentárias Realizadas Meta Meta Orçamentária Programa/Ação Unidade de Medida Física (R$) 1. PAGAMENTO DE INATIVOS E PENSIONISTAS DA UNIÃO 1.1. Pagamento de Aposentadorias e Pensões - Servidores Civis Pessoa beneficiada ,49 2. GEST]ÃO DA PARTICIPAÇÃO EM ORGANISMOS INTERNACIONAIS 2.1. Contribuição à Organização Universitária Interamericana - OUI ,00 3. APOIO ADMINISTRATIVO 3.1. Assistência Pré-Escolar aos Dependentes dos Servidores e Criança de 0 a 6 anos Empregados atendidas , Auxílio-Transporte aos Servidores e Empregados Servidor beneficiado , Auxílio-Alimentação aos Servidores e Emrpegados Servidor beneficiado ,65 4. OPERAÇÕES ESPECIAIS - CUMPRIMENTO DE SENTENÇAS JUDICIAIS 4.1. Cumprimento de Sentença Judicial Transitada em Julgado 5. GESTÃO DA POLÍTICA DE EDUCAÇÃO 5.1. Capacitação de Servidores Públicos Federais em Processo de Qualificação e Requalificação Servidor capacitado ,00 6. UNIVERSIDADE DO SÉCULO XXI 6.1. Contribuição da União, de suas Autarquias e Fundações , Serviços a Comunidade por Meio da Extensão Universitária Pessoa beneficiada , Acervo Bibliográfico Destinado as IFES e Hospitais de Ensino Volume disponibilizado , Funcionamento de Cursos de Graduação Aluno matriculado , Assistência Hospitalar e Ambulatorial a População Pessoa atendida , Universidade Aberta e a Distância Aluno matriculado , Modernização e Recuperação da Infra-Estrutura Área das IFES e Hospitais de Ensino modernizada/recuperada ,44 7. DESENVOLVIMENTO DA PÓS-GRADUAÇÃO E DA PESQUISA CIENTÍFICA 7.1. Funcionamento de Cursos de Pós-Graduação Aluno matriculado , Pesquisa Universitária e Difusão de seus Resultados Pesquisa publicada ,00 8. DESENVOLVIMENTO DO ENSINO FUNDAMENTAL 8.1. Funcionamento do Ensino Fundamental na Rede Federal Aluno matriculado ,74 9. DESENVOLVIMENTO DO ENSINO MÉDIO 9.1. Funcionamento do Ensino Médio na Rede Federal Aluno matriculado ,00 Total ,78

16 3. INDICADORES OU PARÂMETROS DE GESTÃO 3.1. Nome do indicador ou parâmetro utilizado para avaliar o desempenho da gestão sob exame nas contas Os seguintes indicadores foram utilizados para avaliação do desempenho da gestão: (a) Custo corrente / aluno equivalente (com e sem HU) (b) Aluno tempo integral / Professor equivalente (c) Aluno tempo integral / funcionário equivalente (com e sem HU) (d) Funcionário equivalente / Professor equivalente (com e sem HU) (e) Grau de Participação Estudantil (f) Grau de Envolvimento com Pós-Graduação (g) Conceito CAPES/MEC para a Pós-graduação (h) Índice de Qualificação do Corpo Docente (i) Taxa de Sucesso na Graduação 3.2. Descrição (o que pretende medir) e tipo de indicador (de Eficácia, de Eficiência ou de Efetividade) (a) Custo corrente / aluno equivalente: objetiva mensurar as despesas correntes por aluno, como indicador de eficiência. (b) Aluno Tempo Integral / Professor equivalente: é um indicador de produtividade de recursos docentes da instituição. (c) Aluno Tempo Integral / Funcionário equivalente: é um indicador de produtividade de recursos técnico-administrativos da instituição. (d) Funcionário equivalente / Professor equivalente: é um indicador complementar dos dois acima referidos (b e c), que dimensiona a composição dos recursos humanos utilizados. (e) Grau de Participação Estudantil: tem como principal objetivo exprimir em que grau os alunos se utilizam da capacidade instalada na Universidade e a velocidade da integralização curricular. (f) Grau de Envolvimento com Pós-graduação: tem por objetivo retratar o grau de envolvimento em atividades de pesquisa e pós-graduação. (g) Conceito CAPES/MEC para Pós-Graduação: é um indicador de avaliação da qualidade dos cursos de pós-graduação. (h) Índice de Qualificação do Corpo Docente: é um indicador da qualidade do corpo docente, em termos de sua titulação. (i) Taxa de Sucesso na Graduação: é um indicador que fornece o índice de alunos que concluem o curso no tempo de duração prevista para cada curso.

17 3.3. Fórmula de cálculo e método de medição 3 (a) Custo Corrente / Aluno Equivalente = A Custo Corrente E + A TI A G PG + R TI (com e sem HU) (b) A G TI + A PGTI + A RTI AlunoTempo Integral / Professor Equivalente = Número de Professores equivalentes A G TI + A TI + A TI Número de Funcionários equivalentes PG R (c) AlunoTempo Integral / Funcionário Equivalente = (com e sem HU) (d) (e) Funcionári o Equivalente / Professor Equivalente = Grau de Participação Estudantil = A G A TI G Nº. de Funcionários equivalentes Nº. de Professores equivalentes (com e sem HU) (f) A PG Grau de Envolvimento com Pós - Graduação = A + A G PG (g) Conceito CAPES para a Pós - Graduação = conceito de todos os cursos de pós - graduação Nº. de cursos de pós - graduação (h) Índice de Qualificação do Corpo Docente = ( 5D + 3M + 2E + G) ( D + M + E + G) (i) Nº. de diplomados Taxa de Sucesso na Graduação = Nº total de alunos ingressantes As variáveis utilizadas, com as respectivas definições, foram as seguintes: Custo corrente: (a) com HU - representa as despesas correntes da Universidade (conta SIAFI no ) deduzidas as seguintes despesas: (a) 65% das despesas correntes do HC; (b) aposentadorias e reformas (Conta SIAFI no ); (c) pensões (conta SIAFI no ); (d) sentenças judiciais (conta SIAFI no ); (e) despesas com pessoal cedido docente; (f) despesa com pessoal cedido técnico administrativo; (g) despesa com afastamento do País/Exterior docente; (h) despesa com afastamento País/Exterior técnico administrativo. Custo corrente (b) sem HU com a mesma definição acima, com alteração apenas no item (a), por excluir 100% das despesas correntes do HU. Número de alunos de graduação em tempo integral (A G TI): é calculado pela fórmula: A G TI = Σtodos os cursos {(N DI *D PC ) (1 + [fator de retenção]) + ((N I N DI ) /4*D PC )}, onde N DI = número de diplomados em cada curso; D PC =duração padrão do curso; N I =número de alunos que ingressaram em cada curso, com o fator de retenção para os diferentes cursos estabelecido pela SESu/MEC 4. 3 Calculados de acordo com a metodologia do TCU, conforme Orientações para o cálculo dos Indicadores de Gestão, versão revisada em março de Ver documento do TCU Orientações para o Cálculo de Indicadores de Gestão, versão revisada em março de 2004.

18 Número de alunos equivalentes da graduação (A G E): é obtido através do produto do número de alunos de graduação tempo integral pelos respectivos pesos de cada curso, sendo os pesos definidos pela SESu/MEC, ou seja: A G E = Σ todos os cursos {( N DI * D PC ) (1 + [Fator de Retenção]) + ((N I N DI )/4) * D PC } * [ Peso do grupo em que se insere o curso]. Número de alunos tempo integral de pós-graduação (A PG TI) e de residência médica (A R TI), calculados da seguinte forma: A PG TI = 2 * A PG e A R TI = 2 * A R, onde A PG é o número de alunos matriculados no mestrado e doutorado; e A R é o número alunos na residência médica. Número de professores equivalentes: considera-se como referência o docente de tempo integral (40 horas/semana, com ou sem dedicação exclusiva, com os de 20 horas com peso 0,5. São contabilizados os professores em exercício efetivo, substitutos e visitantes, deduzidos os afastados para capacitação ou cedidos para outros órgãos. Número de funcionários equivalentes: (a) com HU - considera como referência o servidor de tempo integral, inclusive os vinculados ao HU (40 horas/semana, convertendo-se proporcionalmente os que se enquadrem em outros regimes de trabalho (20 horas, com peso 0,5 e 30 horas, com peso 0,75. Não são contabilizados os afastados para capacitação ou cedidos para outros órgãos. Número de funcionários equivalentes: (b) sem HU o mesmo conceito acima, com a exclusão dos técnico-administrativos vinculados ao HU Responsável pelo cálculo/medição Profa. Maria Cristina Falcão Raposo, Coordenadora da Coordenação de Informações Gerenciais da PROPLAN, cujo endereço eletrônico é 4. ANÁLISE CRÍTICA DO RESULTADO ALCANÇADO 4.1. Identificação do programa, projeto/atividade ou ação administrativa (a) Programa Universidade do Século XXI Ação: Funcionamento de Cursos de Graduação As ações na área da graduação se concentraram em medidas voltadas para a melhoria da qualidade do ensino e da assistência estudantil. Com esse foco de qualidade, foram desenvolvidas ações diretamente voltadas para os professores e para os estudantes, bem como em relação à infraestrutura física e material da instituição. Em relação ao corpo docente, as seguintes atividades foram desenvolvidas: novas contratações, a partir de detalhado diagnóstico do esforço docente, em termos de atividades de ensino, pesquisa e extensão; realização de cursos de atualização didáticopedagógica, numa perspectiva de garantir a formação continuada do docente, apoio às reformas curriculares dos cursos, em particular das licenciaturas, em função das exigências das novas diretrizes curriculares, apoio à participação dos professores em eventos acadêmicos e científicos. Para o estudante, forte apoio foi dado à realização de excursões didáticas, à participação em eventos científicos, estudantis e culturais, assim como a realização dos mesmos.. No que diz respeito à infra-estrutura física e material, foi feito um importante investimento na aquisição de material bibliográfico para a graduação, ampliação e melhoria de salas de aula e levantamento das necessidades para atualização dos laboratórios de informática dos alunos.

19 As ações destinadas à assistência estudantil com vistas ao fortalecimento da permanência e à melhoria da convivência estiveram centradas nas seguintes atividades: definição e implementação de uma política de apoio estudantil, viabilização de instrumental técnico para os estudantes em cursos específicos (odontologia, por exemplo), promoção de cursos de língua estrangeira para os estudantes carentes economicamente, apoio a eventos estudantis, incentivo à prática esportiva, garantia e melhoria das residências estudantis, manutenção de programa de bolsas estudantis, sobretudo, para alunos de situação sócio-econômica mais precária. Importante ressaltar a atualização do valor da bolsa de manutenção acadêmica, destinada aos alunos em situação sócioeconômica precária. Pautados em uma política de inclusão social, foi dado apoio particular aos cursos preparatórios gratuitos realizados na Universidade para estudantes de escolas públicas no sentido de melhoria das suas condições de acesso às Universidades Públicas. De grande relevância foram as iniciativas voltadas para a viabilização da construção do Restaurante Universitário, tendo sido elaborado o projeto arquitetônico e obtido os recursos financeiros para a sua construção. De acordo com o cronograma já estabelecido, a execução da obra ocorrerá ao longo de Consolidando o compromisso social desta instituição com a sociedade pernambucana, foi dado início ao processo de interiorização da Universidade, através da instalação dos campi do Agreste, em Caruaru, e de Vitória, em Vitória de Santo Antão. Além de levar o conhecimento ao interior do estado, este investimento corresponde a um aumento real de oferta de vagas desta instituição. Foram elaborados ambos os projetos e captada parte dos recursos (R$ 14 milhões), de um montante total preliminarmente estabelecido de R$ 17 milhões a ser liberado no período 2005 a Os recursos correspondentes a 2005 foram viabilizados através de Convênios. 580 novos alunos foram selecionados, através do Vestibular unificado com o Campus do Recife, para o Campus do Agreste. Foram também realizados os concursos para contratação dos docentes que irão atuar neste Campus, cujo início das atividades está prevista para o dia 20 de março de O campus do Agreste está funcionando com os seguintes cursos: Administração, Economia, Design, Pedagogia e Engenharia Civil. O campus de Vitória tem cursos de bacharelado (Nutrição e Enfermagem) e de Licenciatura em Ciências Biológicas. Ação: Serviços à Comunidade por meio da Extensão Universitária Em se tratando do segundo ano de gestão, procurou-se consolidar as bases estabelecidas no primeiro ano, quando foram desenvolvidas ações na busca do conhecimento do papel da extensão, realizadas através de seminários internos, visitas a Centros e Departamentos Acadêmicos e reuniões com professores, estudantes e representações internas. As políticas globais norteadoras da extensão foram as seguintes: (a) Revisar e ampliar o conceito de extensão, tendo em vista a criação e fortalecimento de espaços que busquem a indissociabilidade do Ensino/Pesquisa/Extensão; (b) Formular políticas de atuação conjunta com os municípios do Estado, no sentido de contribuir com a interiorização de ações da extensão universitária; (c) Promover a participação da UFPE em fóruns locais, regionais e nacionais; (d) Atualizar as normas que regem as atividades de extensão na UFPE. Em conseqüência das políticas acima definidas, as seguintes ações institucionais foram mantidas:

20 (a) Realizar convênios com os Governos Estadual e Municipais, de maneira a identificar problemas e propor soluções por meio de ações conjuntas; (b) Atuar junto com a iniciativa privada na busca de soluções para problemas formulados em termos de Pesquisa e Desenvolvimento, elaborando propostas de melhorias da formação; (c) Articular-se com Organizações não Governamentais a fim de participar de ações conjuntas de interesse do Estado; (d) Buscar maior interação com os movimentos artísticos e culturais da sociedade; (e) Reavaliar os programas atuais da Pró-reitoria de Extensão e identificar os principais obstáculos e limitações, de maneira a ampliá-los e a garantir sua efetiva interação com a sociedade; (f) Ampliar e fortalecer o programa de bolsas de extensão; (g) Implantar juntamente com a Proacad e a Propesq ações articuladas e integradas para fortalecer a formação acadêmica do aluno; (h) Articular as ações de extensão com o sistema de informação da UFPE; (i) Implantar o museu da UFPE, aberto a todas as áreas do conhecimento e acessível ao público, incluindo a informação sobre a história da universidade; Ação: Assistência Hospitalar e Ambulatorial à População Na perspectiva de uma reestruturação técnico-gerencial das unidades funcionais do HU, devem ser ressaltados os seguintes aspectos: (a) a certificação como Hospital Universitário no âmbito do programa de reestruturação dos Hospitais Universitários e de Ensino, MEC/MS dezembro de 2004 e a assinatura de novo contrato de gestão com a Secretaria Estadual de Saúde de Pernambuco janeiro 2005; (b) a formalização do HC como Centro de Referência para o ensino e a assistência em alta complexidade em várias áreas e/ou campos do conhecimento. Quanto a intervenções realizadas com recursos próprios na infra-estrutura dos serviços e das unidades funcionais foram realizadas reformas, recuperações e adequações de áreas físicas para serviços essenciais, tais como: pediatria, farmácia, medicina nuclear, bloco cirúrgico, unidade neonatal, quimioterapia, nutrição, arsenal de equipamentos e no serviço de arquivo médico e estatístico. Foram adquiridas ainda uma ambulância e uma ampola para tubo de Raio-X para o equipamento de hemodinâmica. Foram aprovados pelo Ministério da Saúde, com recursos liberados, projetos para assegurar o incremento da resolutividade assistencial de alguns serviços: Nefrologia, Dermatologia, Patologia, Doenças Infecciosas e Parasitárias, Hematologia e Hemoterapia, compreendendo o valor aproximado de R$ ,00. Outros projetos, considerados estratégicos, foram aprovados pelo MS e estão com os respectivos orçamentos liberados para 2006, no valor aproximado de R$ ,00: implantação da Urgência e Emergência para Hospital Geral Tipo II; recuperação das fachadas e melhoria das condições de acessibilidade, incluindo sinalização de rota e adequação de instalações para portadores de necessidades especiais; recuperação do bloco dos ambulatórios; reforma e aquisição de equipamentos para humanização do HC, com construção de um Centro de Convivência.

21 Encontra-se aprovado tecnicamente e aguardando liberação de recursos o projeto de ampliação da UTI de adultos e de construção/equipamentos da UTI pediátrica. Ação: Acervo Bibliográfico O investimento em acervo bibliográfico foi bastante reduzido, tendo em vista que no ano anterior se fez um aporte de recursos substancial em relação ao comportamento histórico da instituição nesse particular e também devido à necessidade de investimentos em programas específicos de melhoria da graduação e da pós-graduação, com base no Plano de Ação Institucional. Ação: Modernização e Recuperação da Infra-estrutura Procurou-se melhorar a infra-estrutura, através do aumento de recursos para obras, mobiliário e equipamentos para laboratórios e salas de aula, com montantes superiores aos observados em anos anteriores. (b) Programa Desenvolvimento do Ensino da Pós-Graduação e da Pesquisa Científica O programa objetiva formar pessoal de alto nível no país e no exterior, com vistas à produção do conhecimento científico, para a solução dos grandes desafios educacionais, econômicos e sociais do Brasil. É compatível com o desafio de ampliar, desconcentrar regionalmente e fortalecer as bases científicas e tecnológicas de sustentação do desenvolvimento, democratizando o seu acesso. Ação: Funcionamento de Cursos de Pós-graduação Na realidade, as ações ligadas à pós-graduação também estão integradas com a pesquisa, apesar da ação da pesquisa estar inserida dentro de outro programa (Promoção da Pesquisa e do Desenvolvimento Científico e Tecnológico). Tendo em vista que o ano de 2005 se constituiu no segundo ano da atual gestão, uma atividade muito importante realizada nessa área foi a elaboração de um diagnóstico da situação de todos os cursos de pós-graduação stricto sensu (mestrado e doutorado), com vistas à identificação de pontos de estrangulamento, cuja superação é essencial para a melhoria de sua qualidade. Os seguintes projetos foram executados ao longo do ano: (a) apoio à manutenção da qualidade do sistema de pós-graduação, através da concessão de passagens; (b) concessão de bolsas-ufpe para alunos de mestrado; (c) concessão de bolsas-ufpe para alunos de doutorado; (d) apoio à publicações científicas; (e) apoio à infra-estrutura de programas consolidados; e (f) apoio à infraestrutura de programas em consolidação. Muita energia foi despendida na avaliação dos cursos de pós-graduação lato sensu (cursos de especialização), no sentido da melhoria da sua institucionalização e do marco regulatório de seu funcionamento. As seguintes ações prioritárias fizeram parte da agenda de trabalho durante o ano de 2005: (a) manutenção e consolidação dos grupos de excelência acadêmico-científica; (b) apoio a grupos de pesquisa e pós-graduação para atingir níveis de excelência; (c) formulação de ações para a melhoria e a manutenção da infra-estrutura necessária para o desenvolvimento da pesquisa e pós-graduação, levando em conta as especificidades das diversas áreas do conhecimento; (d) integração das ações de pesquisa para a solução dos problemas regionais e discussão da implantação de Núcleos Temáticos, que envolvam grupos de pesquisa interdisciplinares na UFPE.

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