M AN U AL D O S P R O G R AM AS D E AV AL I AÇ ÃO D A C O N F O RM I DAD E D E C O M P O N E N T E S AU T O M O T I V O S

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "M AN U AL D O S P R O G R AM AS D E AV AL I AÇ ÃO D A C O N F O RM I DAD E D E C O M P O N E N T E S AU T O M O T I V O S"

Transcrição

1 O Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), em continuidade ao Programa de Certificação Compulsória de Componentes Automotivos, publica no Diário Oficial da União portarias que estabelecem os requisitos mínimos de segurança para componentes automotivos. Fabricantes, importadores e comércio têm prazos para se adequar às novas normas determinados pelas portarias. O grande potencial de risco de acidentes pelo não atendimento aos requisitos mínimos de segurança acarreta perda de competitividade da indústria, preocupada com a segurança dos usuários. Foi esse o principal motivo que levou o setor a solicitar ao Inmetro o estabelecimento de um programa de avaliação da qualidade dos componentes automotivos. A obrigatoriedade deve inibir o comércio ilegal de peças e acessórios falsificados. Dentre os componentes automotivos inseridos na portaria do Inmetro, destacamos: amortecedores da suspensão, bombas elétricas de combustível para motores do ciclo Otto, buzinas ou equipamentos similares utilizados em veículos rodoviários automotores, pistões de liga leve de alumínio, pinos e anéis de trava (retenção), anéis de pistão, bronzinas e lâmpadas para veículos automotivos, destinados ao mercado de reposição. Vidros de segurança de para-brisas (temperado e laminado) e rodas automotivas são produtos já regulamentados. O objetivo é tornar obrigatório o atendimento a requisitos mínimos de segurança para os componentes automotivos usados no mercado de reposição, já que os utilizados na fabricação de veículos são submetidos ao processo de qualificação de fornecedores, feito pelas montadoras. A medida, apesar de novidade no Brasil, já é adotada na União Europeia, nos Estados Unidos e na Austrália. O Inmetro baseou-se nas normas norte-americanas e europeias de certificação de componentes automotivos para elaborar a versão brasileira dos Requisitos de Avaliação da Conformidade para Componentes Automotivos. Página 1

2 Í N D I C E D E P R O D U T O S CONVERSORES CAT ALÍTICOS... 3 LÍQUIDO DE FREIO... 4 VIDRO LAMINADO... 7 VIDRO TEMPERADO... 9 RODAS AUTOMOTIVAS REQUISITOS GERAIS AMORTECEDOR BOMBA ELÉTRICA DE COMBUSTÍVEL BUZINA PISTÕES, PINOS E TRAV AS ANÉIS DE PISTÃO BRONZINAS LÂMP AD AS BATERIA TERMINAIS E BARRAS DE DIREÇÃO MATERIAL DE ATRITO PAR A FREIOS ANEXOS As informações contidas neste manual estão sujeitas a atualizações Consultar portarias e atualizações em: Página 2

3 CONVERSORES CAT ALÍTICOS DESTINADOS À REPOSIÇÃO PORTARI A N.º 547/ OBJETIVO Data-limite para fabricação e importação: 19/12/2015 Data-limite para estoque interno: 19/12/2016 Data-limite para venda no varejo: 19/12/2018 Revoga a Portaria Inmetro n.º 346/2008 em 19/12/2018 Estabelecer os critérios para o Programa de Avaliação da Conformidade para Conversores Catalíticos Destinados à Reposição, com foco no meio ambiente, através do mecanismo da Declaração do Fornecedor, atendendo à Resolução CONAMA nº 282/2001, visando propiciar confiança quanto às características de qualidade e durabilidade compatíveis com as necessidades de controle ambiental. Escopo de Aplicação: Estes Requisitos se aplicam somente aos conversores catalíticos destinados à reposição em veículos equipados com motores do Ciclo Otto, conforme Resolução CONAMA nº 282/2001. Estes Requisitos não se aplicam aos: a) conversores catalíticos originais destinados às linhas de montagem de veículos automotores, motocicletas, motonetas, ciclomotores e similares; b) conversores catalíticos originais destinados à reposição, conforme Resolução CONAMA nº 282/2001; c) conversores catalíticos destinados à reposição em veículos com motores de Ciclo Diesel. 2. SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE NO PRODUTO Logotipo do Inmetro + Nº registro VER ANEXO A DESTE MANUAL NA EMBALAGEM Logotipo do Inmetro + Nº registro VER ANEXO D DESTE MANUAL O Selo de Identificação da Conformidade deve ser aposto no corpo do produto, de forma clara, indelével e não violável, em baixo ou em alto relevo estampado no invólucro metálico. Além do Selo de Identificação da Conformidade, deve ser aposta no corpo do produto, de forma clara, indelével e não violável, em baixo ou em alto relevo estampado no invólucro metálico, a expressão VEA, seguidamente do seu valor na unidade cm³, a identificação do lote de produção ou número de série, a marcação do mês e do ano de fabricação, com altura de fonte mínima de 3 mm, permitindo sua identificação até o consumidor final. O Selo de Identificação da Conformidade deve ser aposto ou gravado na embalagem, de forma clara, indelével e não violável, impresso (em forma de adesivo ou não), podendo seguir um dos modelos descritos no Anexo D. Além do Selo de Identificação da Conformidade, deve ser gravada na embalagem, de forma clara, indelével e não violável, impresso (em forma de adesivo ou não), a expressão VEA, seguidamente do seu valor na unidade cm³, com altura de fonte mínima de 3 mm. Página 3

4 LÍQUIDOS PAR A FREIOS HIDRÁULICOS PAR A VEÍCULOS AUTOMOTORES PORTARI A Nº 078/ OBJETIVO Data-limite para venda no varejo: 07/02/2014 Estabelecer os critérios para o Programa de Avaliação da Conformidade para líquidos, do tipo não mineral, não siliconados, para freios hidráulicos para veículos rodoviários automotores, com foco na segurança, através do mecanismo de certificação compulsória, atendendo aos requisitos especificados na norma ABNT NBR 9292, visando reduzir os riscos de acidentes em vias públicas. Destinados ao mercado de reposição e montadoras. 2. DEFINIÇÃO Líquido destinado a transmitir pressões em circuitos hidráulicos de freio e embreagem automotiva, podendo ser dos tipos: TIPO 3 (DOT 3), TIPO 4 (DOT 4) e TIPO 5 (DOT 5.1). 3. SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE NO PRODUTO Logotipo do Inmetro + Nº registro + Logomarca OCP OU O Selo de Identificação da Conformidade, deve ser obrigatoriamente gravado no rótulo do produto e, quando aplicável, no lacre da embalagem. Página 4

5 4. ROTULAGEM 4.1 Embalagens contendo volumes inferiores a 20 Litros. As informações contidas na rotulagem devem ser indeléveis, visíveis, legíveis a olho nú e em cor contrastante com a cor da embalagem. O titular da certificação deve manter de forma obrigatória na embalagem que contém o produto a identificação de, no mínimo, as seguintes informações: a) nome e CNPJ do envasilhador/importador; b) selo de identificação da conformidade no rótulo principal e no lacre, quando aplicável; c) tipo do líquido para freios hidráulicos; d) data de fabricação (mês e ano); e) número do lote de fabricação e/ou número de lote da matéria prima; f) Indústria Brasileira ou o país de origem; g) composição do produto; h) especificações do produto; h) instruções de uso do produto; i) prazo de validade (máximo de três anos); j) frases de advertência geral; ATENÇÃO: Manter fora de alcance de crianças e animais domésticos. Em caso de INALAÇÃO remover para local arejado. Em caso de INGESTÃO, contato com a pele ou contato com os olhos lavar apenas com água em abundância. Em todos os casos, procurar assistência médica imediatamente. NOTA: Esta frase deve conter as palavras "ATENÇÃO", INALAÇÃO e INGESTÃO em letras maiúsculas e com tamanho de letra > 2 mm. Modo de usar: Siga as recomendações do fabricante do veículo. Não reutilizar esta embalagem para outros fins. k) recomendações gerais; Líquido higroscópico armazenar em local seco, ventilado e protegido do sol; Evitar derramar sobre a pintura do veículo; Evitar o contato do produto com óleo mineral, graxas e outros materiais; Verificar o nível do líquido no veículo pelo menos uma vez por mês; Substituir o líquido do veículo conforme manual do fabricante. Na ausência desta recomendação, trocar a cada 12 meses. Evitar o contato com lonas e pastilhas de freio l) Serviço de Atendimento ao Consumidor SAC do distribuidor. m) Conteúdo da embalagem conforme indicação metrológica quanto ao seu volume e tamanho de letra de acordo com a Portaria Inmetro n 157/2002. Página 5

6 4.2 Embalagens contendo volumes superiores a 20 Litros. As informações contidas na rotulagem devem ser indeléveis, visíveis, legíveis a olho nú e em cor contrastante com a cor da embalagem. O titular da certificação deve manter de forma obrigatória na embalagem que contém o produto a identificação de, no mínimo, as seguintes informações: a) nome e CNPJ do envasilhador/importador; b) selo de identificação da conformidade no rótulo principal e no lacre, quando aplicável; c) tipo do líquido para freios hidráulicos; d) data de fabricação (mês e ano); e) número do lote de fabricação e/ou número de lote da matéria prima; f) Indústria Brasileira ou o país de origem; g) prazo de validade (máximo de três anos); h) frases de advertência geral que devem constar obrigatoriamente na embalagem. Informações toxicológicas para primeiros socorros; informações aos médicos/primeiros socorros contendo os procedimentos para tratamento adequado de vítimas nos casos de inalação, contato com a pele, contato com os olhos e ingestão, recomendando sempre, para todos os casos, procurar assistência médica imediatamente; Cuidados com o meio ambiente; informações para o correto descarte do produto e da embalagem; A embalagem deve conter identificação indelével do material de que é constituída e o símbolo de reciclagem pertinente, quando aplicável, informando sempre os casos em que a mesma é reciclável, ou reutilizável ou não. i) Serviço de Atendimento ao Consumidor SAC do distribuidor. j) Conteúdo da embalagem conforme indicação metrológica quanto ao seu volume e tamanho de letra de acordo com a Portaria Inmetro n 157/2002 h) Responsável técnico com registro no CRQ. Nome do responsável técnico do produto e o número de seu registro no conselho profissional. Página 6

7 VIDRO DE SEGURANÇA L AMIN ADO DE PÁR A -BRISA DE VEÍCULO RODOVIÁRIO PORTARIA Nº 157/ OBJETIVO Data-limite para venda no varejo: 05/12/2014 Estabelecer requisitos mínimos para o Programa de Avaliação da Conformidade para Vidro de Segurança Laminado de Pára-brisa de Veículo Rodoviário Automotor, exclusivamente ao mercado de reposição, com foco na segurança, através do mecanismo de certificação compulsória, atendendo aos requisitos especificados na norma ABNT NBR 9491:1986, visando reduzir os riscos de lesões aos usuários de veículos em vias públicas em casos de colisões e acidentes. 2. DEFINIÇÃO Vidro constituído de duas ou mais folhas, uniformemente unidas por películas com espessura mínima de 0,76 mm, de material aderente de forma que, quando fraturado, tem tendência de manter os fragmentos presos a estas. 3. TIPOS DE VIDRO DE SEGURANÇA LAMINADO Categoria I II III Espessura e < 5,5 mm 5,5 mm < e < 6,5 mm e > 6,5 mm 4. SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE NO PRODUTO Página 7

8 O Selo de Identificação da Conformidade deve conter o logotipo do Inmetro, o número do OCP e a identificação da rastreabilidade, e deve ser aposto no Vidro de Segurança Laminado certificado de forma indelével. Dimensão mínima da marca do Inmetro: 6 mm. OU PARA BAIXO VOLUME VER ANEXO E. 5. BAIXO VOLUME DE IMPORTAÇÃO Para os componentes de baixos volumes foi instituído, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade SBAC, a Declaração de Conformidade do Fornecedor, compulsória, para os componentes automotivos importados. Esta declaração se aplica, exclusivamente, às montadoras nacionais ou estrangeiras que, através de seus representantes ou importadores oficiais, comercializem veículos no país. Determinar que os componentes automotivos de baixo volume só podem ser comercializados, diretamente ao consumidor final, pelas montadoras nacionais ou estrangeiras, ou através de seus representantes ou importadores oficiais, em suas respectivas concessionárias autorizadas. Esta declaração tem validade de 4 anos, com manutenção a cada 2 anos. 6. ESTÃO ISENTOS VIDROS LAMINADOS destinados às linhas de montagem de veículos automotores; a serem aplicados em veículos devido a recall; componentes automotivos de veículos de produção descontinuada até 31/12/1999; os componentes automotivos destinados exclusivamente a veículos que possuam relação potência/peso (RPP) maior que 140, calculado como RPP= (Pn/m)*1000kg/kW, sendo Pn a potência em quilowatts (kw) e m a massa em quilogramas (kg) (por exemplo: potência 315 cv e Kg, 315 cv / 1,36 = 231,6 KW 231,6 KW / 1350 = 0,17156 KW/Kg, 0,17156 KW/Kg x 1000 = 171,56 KW/Kg, ou seja, isento); destinados exclusivamente a veículos com peso a 3,5 toneladas e potência > que 195 kw ou 265 HP ou CV; destinados exclusivamente a veículos com peso a 3,5 toneladas e preço mínimo de venda de R$ ,00; que sejam importados como parte de um conjunto montado Página 8

9 VIDRO DE SEGURANÇA TEMPERADO DE VEÍCULO RODOVIÁRIO PORTARI A Nº 156/ OBJETIVO Data-limite para venda no varejo: 05/12/2014 Estabelecer requisitos mínimos para o Programa de Avaliação da Conformidade para Vidro de Segurança Temperado de Veículo Rodoviário Automotor, exclusivamente ao mercado de reposição, com foco na segurança, através do mecanismo de certificação compulsória, atendendo aos requisitos especificados na norma ABNT NBR 9491:1986, visando reduzir os riscos de lesões aos usuários de veículos em vias públicas em casos de colisões e acidentes. 2. DEFINIÇÃO Vidro constituído de uma única folha que, quando fraturado, se desintegra em pequenos fragmentos com arestas menos cortantes e, consequentemente, menos susceptíveis de causar ferimentos graves que os vidros recozidos, em iguais condições. 3. TIPOS DE VIDRO DE SEGURANÇA TEMPERADO Categoria I II III IV Espessura Nominal e < 3,5 mm 3,5 mm < e < 4,5 mm 4,5 mm < e < 6,5 mm e > 6,5 mm 4. SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE NO PRODUTO Página 9

10 O Selo de Identificação da Conformidade deve conter o logotipo do Inmetro, o número do OCP e a identificação da rastreabilidade, e deve ser aposto no Vidro de Segurança Temperado certificado de forma indelével. Dimensão mínima da marca do Inmetro: 6 mm. Determinar que a marcação da Semana de Fabricação seja um campo opcional. OU PARA BAIXO VOLUME VER ANEXO E 5. BAIXO VOLUME DE IMPORTAÇÃO Para os componentes de baixos volumes foi instituído, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade SBAC, a Declaração de Conformidade do Fornecedor, compulsória, para os componentes automotivos importados. Esta declaração se aplica, exclusivamente, às montadoras nacionais ou estrangeiras que, através de seus representantes ou importadores oficiais, comercializem veículos no país. Determinar que os componentes automotivos de baixo volume só podem ser comercializados, diretamente ao consumidor final, pelas montadoras nacionais ou estrangeiras, ou através de seus representantes ou importadores oficiais, em suas respectivas concessionárias autorizadas. Esta declaração tem validade de 4 anos, com manutenção a cada 2 anos. 6. ESTÃO ISENTOS VIDROS TEMPERADO destinados às linhas de montagem de veículos automotores; a serem aplicados em veículos devido a recall; componentes automotivos de veículos de produção descontinuada até 31/12/1999; os componentes automotivos destinados exclusivamente a veículos que possuam relação potência/peso (RPP) maior que 140, calculado como RPP= (Pn/m)*1000kg/kW, sendo Pn a potência em quilowatts (kw) e m a massa em quilogramas (kg) (por exemplo: potência 315 cv e Kg, 315 cv / 1,36 = 231,6 KW 231,6 KW / 1350 = 0,17156 KW/Kg, 0,17156 KW/Kg x 1000 = 171,56 KW/Kg, ou seja, isento); destinados exclusivamente a veículos com peso a 3,5 toneladas e potência > que 195 kw ou 265 HP ou CV; destinados exclusivamente a veículos com peso a 3,5 toneladas e preço mínimo de venda de R$ ,00; que sejam importados como parte de um conjunto montado Página 10

11 RODAS AUTOMOTIVAS PORTARIA N.º 445/2010 e N.º 17/ OBJETIVO Data-limite para venda no varejo: 01/01/2015 Estabelecer os critérios para o Programa de Avaliação da Conformidade para rodas de aço para automóveis, veículos de uso misto ou de cargas deles derivados, camionetas de uso misto seus rebocados, rodas e aros desmontáveis de aço e alumínio para camionetas de carga, caminhões, caminhões-tratores, ônibus, microônibus e seus rebocados e rodas de liga de alumínio para automóveis, comerciais leves e utilitários esportivos, simplesmente ora denominados como Rodas Automotivas, com foco na segurança, através do mecanismo de certificação compulsória, atendendo respectivamente aos requisitos especificados nas normas ABNT NBR 6750, ABNT NBR 6751 e ABNT NBR 6752, visando reduzir os riscos de acidentes em vias públicas. Para efeitos de fiscalização das rodas automotivas montadas em veículos será considerado como prazo único de adequação a data de 01 de janeiro de SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE NO PRODUTO Logotipo do Inmetro + Nº registro ANEXO A DESTE MANUAL O Selo de Identificação da Conformidade, especificado no ANEXO A deste manual deve ser gravado em alto ou baixo relevo em regiões não cobertas pelo pneu. O titular da certificação deve manter de forma obrigatória no produto a identificação de, no mínimo, as seguintes informações: a) selo de identificação da conformidade; b) tamanho do aro; c) nome do fabricante ou sua marca; d) data de fabricação (mês e ano); e) País de origem; f) número do lote de fabricação e/ou número de lote da matéria prima; g) código do produto. Determinar que as rodas de uso temporário só poderão ser comercializadas com a presença de etiqueta adesiva ou pintura, em sua parte frontal, contendo, no mínimo, as seguintes informações, no idioma português Brasil: a) RODA DESTINADA, EXCLUSIVAMENTE, AO USO TEMPORÁRIO, com caracteres de, no mínimo, 05 (cinco) mm de altura; b) Indicação da velocidade máxima permitida em km/h, com caracteres de, no mínimo, 10 (dez) mm de altura; c) Retorne ao serviço a roda substituída o mais breve possível, com caracteres de, no mínimo, 05 (cinco) mm de altura. OU PARA BAIXO VOLUME DE IMPORTAÇÃO VER ANEXO E Página 11

12 3. BAIXO VOLUME DE IMPORTAÇÃO Para os componentes de baixos volumes foi instituído, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade SBAC, a Declaração de Conformidade do Fornecedor, compulsória, para os componentes automotivos importados. Esta declaração se aplica, exclusivamente, às montadoras nacionais ou estrangeiras que, através de seus representantes ou importadores oficiais, comercializem veículos no país. Determinar que os componentes automotivos de baixo volume só podem ser comercializados, diretamente ao consumidor final, pelas montadoras nacionais ou estrangeiras, ou através de seus representantes ou importadores oficiais, em suas respectivas concessionárias autorizadas. Esta declaração tem validade de 4 anos, com manutenção a cada 2 anos. 4. ESTÃO ISENTOS Determinar que estão isentas de atendimento ao disposto na Portaria Inmetro nº 445/2010: a serem aplicados em veículos devido a recall; componentes automotivos de veículos de produção descontinuada até 31/12/1999; os componentes automotivos destinados exclusivamente a veículos que possuam relação potência/peso (RPP) maior que 140, calculado como RPP= (Pn/m)*1000kg/kW, sendo Pn a potência em quilowatts (kw) e m a massa em quilogramas (kg) (por exemplo: potência 315 cv e Kg, 315 cv / 1,36 = 231,6 KW 231,6 KW / 1350 = 0,17156 KW/Kg, 0,17156 KW/Kg x 1000 = 171,56 KW/Kg, ou seja, isento); destinados exclusivamente a veículos com peso a 3,5 toneladas e potência > que 195 kw ou 265 HP ou CV; destinados exclusivamente a veículos com peso a 3,5 toneladas e preço mínimo de venda de R$ ,00; as rodas automotivas destinadas, exclusivamente, ao uso temporário. 5. COMPONENTES AUTOMOTIVOS DE VEÍCULOS DE PRODUÇÃO DESCONTINUADA Descontinuada Produção/importação Situação Até Poderão ser comercializados até o Antes de 01/01/ /11/2010 término de seus estoques Deverão seguir os prazos -- Após 01/01/2013 estabelecidos As rodas automotivas de veículos de produção descontinuada, que forem compatíveis com as rodas automotivas de veículos citados nos dois casos acima, deverão atender aos prazos estabelecidos. Página 12

13 COMPONENTES AUTOMOTIVOS REQUISITOS GERAIS 1. PRODUTOS I AMORTECEDOR II BOMBA ELÉTRICA DE COMBUSTÍVEL III BUZINA IV PISTÕES, PINOS E TRAVAS V ANÉIS DE PISTÃO VI BRONZINAS VII LÂMPADAS VIII BATERIA IX TERMINAIS E BARRAS DE DIREÇÃO X MATERIAL DE ATRITO PARA FREIOS 2. APLICAÇÃO VER APLICAÇÕES EM CADA ANEXO EXPECÍFICO 3. ISENÇÕES Estão isentos desta Portaria, componentes automotivos, destinados às linhas de montagem de veículos automotores, exceto baterias; Os Anexos I a VII não se aplicam às motocicletas, ciclomotores, motonetas, bicicletas e similares; a serem aplicados em veículos devido a recall; componentes automotivos de veículos de produção descontinuada até 31/12/1999; os componentes automotivos destinados exclusivamente a veículos que possuam relação potência/peso (RPP) maior que 140, calculado como RPP= (Pn/m)*1000kg/kW, sendo Pn a potência em quilowatts (kw) e m a massa em quilogramas (kg) (por exemplo: potência 315 cv e Kg, 315 cv / 1,36 = 231,6 KW 231,6 KW / 1350 = 0,17156 KW/Kg, 0,17156 KW/Kg x 1000 = 171,56 KW/Kg, ou seja, isento); destinados exclusivamente a veículos com peso a 3,5 toneladas e potência > que 195 kw ou 265 HP ou CV; destinados exclusivamente a veículos com peso a 3,5 toneladas e preço mínimo de venda de R$ ,00; que sejam importados como parte de um conjunto montado, sendo: para amortecedores de suspensão, somente aqueles que forem fornecidos previamente montados no eixo do veículo e, também, aqueles destinados a outras partes do veículo que não seja suspensão; para bombas elétricas de combustível, somente aquelas montadas no tanque de combustível; para pistões, pinos, anéis trava, anéis de pistão e bronzinas, somente aqueles montados em motores completos, ou em motores parcialmente montados (constituídos, pelo menos, por bloco do motor, pela árvore de manivelas e por todos os pistões, pinos, anéis trava, anéis de pistão e bronzinas) ou destinados, exclusivamente, a compressores de ar. Página 13

14 4. MARCAÇÃO NOS PRODUTOS OU EM SUAS EMBALAGENS DEVE TER I) Mês e o ano de sua fabricação, a exceção de lâmpadas automotivas; II) Modelo, a marca e o ano dos veículos aos quais se aplicam, podendo estar em catálogos técnicos ou eletrônico nos pontos de venda. Inclusive de veículos de produção descontinuada III) Selo de Identificação da Conformidade IV) Nome do fornecedor e CNPJ V) País de origem VI) Código do produto 5. BAIXO VOLUME DE IMPORTAÇÃO Para os componentes de baixos volumes foi instituído, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade SBAC, a Declaração de Conformidade do Fornecedor, compulsória, para os componentes automotivos importados. Esta declaração se aplica, exclusivamente, às montadoras nacionais ou estrangeiras que, através de seus representantes ou importadores oficiais, comercializem veículos no país. Determinar que os componentes automotivos de baixo volume só podem ser comercializados, diretamente ao consumidor final, pelas montadoras nacionais ou estrangeiras, ou através de seus representantes ou importadores oficiais, em suas respectivas concessionárias autorizadas. Esta declaração tem validade de 4 anos, com manutenção a cada 2 anos. MARCAÇÃO NA EMBALAGEM OU PRODUTO VER ANEXO E 6. REGISTRO DE OBJETO Cientificar que os Componentes Automotivos abrangidos por esta Portaria deverão ter o devido Registro vigente junto ao Inmetro para serem comercializados no território nacional. O Certificado de Conformidade terá sua validade por 4 (quatro) anos a partir de sua emissão. Página 14

15 7. PRAZOS ESTABELECIDOS NAS PORTARIAS N. 301/2011, N. 16/2013 e N. 29/2015 PRODUTOS DATA-LIMITE PARA FABRICAÇÃO/IMPORTAÇÃO DATA-LIMITE NO VAREJO AMORTECEDOR 27/01/ /12/16 BOMBA DE COMBUSTÍVEL 27/07/ /12/16 BUZINA 27/01/ /12/16 PISTÕES, PINOS E TRAVAS 27/01/ /12/16 ANÉIS DE PISTÃO 27/01/ /12/16 BRONZINAS 27/01/ /12/16 LÂMPADAS 27/01/ /12/16 Página 15

16 ANEXO ESPECÍFICO I: Amortecedor Data-limite para venda no varejo: 31/12/ OBJETIVO Estabelecer os critérios específicos para o Programa de Avaliação da Conformidade para Amortecedores da Suspensão. Não se aplica às motocicletas, ciclomotores, motonetas, bicicletas e similares. 2. TIPOS A - Família de Amortecedor Convencional B - Família de Amortecedor Estrutural C - Família de Amortecedor Semi-estrutural D - Família de Amortecedor tipo Cartucho 3. SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE NO PRODUTO Logotipo do Inmetro + Nº registro NA EMBALAGEM Logotipo do Inmetro + Nº registro + Logomarca OCP VER ANEXO A DESTE MANUAL VER ANEXO B DESTE MANUAL A identificação da conformidade deve ser gravada no produto, de forma clara, indelével e não violável ou impressa (em forma de adesivo ou não), em baixo ou alto relevo, contendo o logotipo do Inmetro e o número de registro no Inmetro. A identificação da conformidade deve ser gravada na embalagem, de forma clara, indelével e não violável, impresso (em forma de adesivo ou não), contendo o selo com o logotipo do Inmetro, o número de registro e a logomarca do OCP. 4. MARCAÇÃO NOS PRODUTOS OU EM SUAS EMBALAGENS, ISENÇÕES, VALIDADE E BAIXO VOLUME DE IMPORTAÇÃO, VER EM REQUISITOS GERAIS 5. COMPONENTES AUTOMOTIVOS DE VEÍCULOS DE PRODUÇÃO DESCONTINUADA Descontinuada Produção/importação Situação Até 25/07/2011 Antes de 25/01/2013 Poderão ser comercializados até o término de seus estoques -- Após 25/01/2013 Deverão seguir os prazos estabelecidos Os componentes automotivos de veículos de produção descontinuada, que forem compatíveis com os componentes automotivos de veículos citados nos dois casos acima, deverão atender aos prazos estabelecidos. Página 16

17 ANEXO ESPECÍFICO II: Bomba elétrica de combustível 1. OBJETIVO Data-limite para venda no varejo: 31/12/2016 Estabelecer os critérios específicos para o Programa de Avaliação da Conformidade - PAC para Bomba Elétrica de Combustível para Motores do Ciclo Otto, para utilização interna no tanque de combustível do veículo. Não se aplica às motocicletas, ciclomotores, motonetas, bicicletas e similares. 2. DEFINIÇÃO Bomba elétrica de combustível para motores do ciclo Otto Motor elétrico acoplado a um dispositivo de bombeamento, responsável por gerar um fluxo de combustível para o sistema de alimentação do veículo, de acordo com a pressão determinada por este sistema. 3. TIPOS / FAMÍLIA Contempla as bombas elétricas de combustível que funcionam com álcool etílico hidratado combustível, gasolina ou qualquer mistura destes. E as bombas elétricas de combustível que funcionam somente com gasolina tipo C. 4. FIGURAS ILUSTRATIVAS Bomba Elétrica de Combustível Conjunto de Reparo ou Kit de Reposição Conjunto Bomba de Combustível (Módulo) Página 17

18 5. SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE NO PRODUTO Logotipo do Inmetro + Nº registro NA EMBALAGEM Logotipo do Inmetro + Nº registro + Logomarca OCP VER ANEXO A DESTE MANUAL VER ANEXO B DESTE MANUAL A identificação da conformidade deve ser gravada no produto, de forma clara, indelével e não violável impresso em baixo ou alto relevo, contendo o logotipo do Inmetro e o número de registro no Inmetro. * Devido à configuração do produto, o logotipo do Inmetro deve possuir no mínimo 2,5 mm. A identificação da conformidade deve ser gravada na embalagem, de forma clara, indelével e não violável, contendo o logotipo do Inmetro, o número de registro e a logomarca do OCP. 6. MARCAÇÃO NOS PRODUTOS OU EM SUAS EMBALAGENS, ISENÇÕES, VALIDADE E BAIXO VOLUME DE IMPORTAÇÃO, VER EM REQUISITOS GERAIS 7. COMPONENTES AUTOMOTIVOS DE VEÍCULOS DE PRODUÇÃO DESCONTINUADA Descontinuada Produção/importação Situação Até 25/07/2011 Antes de 25/07/2013 Poderão ser comercializados até o término de seus estoques -- Após 25/07/2013 Deverão seguir os prazos estabelecidos Os componentes automotivos de veículos de produção descontinuada, que forem compatíveis com os componentes automotivos de veículos citados nos dois casos acima, deverão atender aos prazos estabelecidos. Página 18

19 ANEXO ESPECÍFICO III: Buzinas 1. OBJETIVO Data-limite para venda no varejo: 31/12/2016 Estabelecer os critérios específicos para o Programa de Avaliação da Conformidade - PAC para Buzina utilizada em veículos rodoviários automotores. Não se aplica às motocicletas, ciclomotores, motonetas, bicicletas e similares. 2. TIPOS Buzina de funcionamento elétrico Buzina tipo corneta, caracol ou prato, acionada diretamente por corrente elétrica. Buzina de funcionamento eletropneumático Buzina tipo corneta ou caracol, acionada através de fonte de ar comprimido integrante do sistema ou incorporada, fonte esta acionada eletricamente. Buzina de funcionamento pneumático Buzina tipo corneta ou caracol, acionada somente por fonte de ar comprimido independente. 3. SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE NO PRODUTO Logotipo do Inmetro + Nº registro NA EMBALAGEM Logotipo do Inmetro + Nº registro + Logomarca OCP VER ANEXO A DESTE MANUAL VER ANEXO B DESTE MANUAL A identificação da conformidade deve ser gravada no produto, de forma clara, indelével e não violável ou impressa (em forma de adesivo ou não), em baixo ou alto relevo, contendo o logotipo do Inmetro e o número de registro no Inmetro. A identificação da conformidade deve ser gravada na embalagem, de forma clara, indelével e não violável, contendo o logotipo do Inmetro, o número de registro e a logomarca do OCP. 4. MARCAÇÃO NOS PRODUTOS OU EM SUAS EMBALAGENS, ISENÇÕES, VALIDADE E BAIXO VOLUME DE IMPORTAÇÃO, VER EM REQUISITOS GERAIS 5. COMPONENTES AUTOMOTIVOS DE VEÍCULOS DE PRODUÇÃO DESCONTINUADA Descontinuada Produção/importação Situação Até 25/07/2011 Antes de 25/01/2013 Poderão ser comercializados até o término de seus estoques -- Após 25/01/2013 Deverão seguir os prazos estabelecidos Os componentes automotivos de veículos de produção descontinuada, que forem compatíveis com os componentes automotivos de veículos citados nos dois casos acima, deverão atender aos prazos estabelecidos. Página 19

20 ANEXO ESPECÍFICO IV: Pistões, pinos e travas 1. OBJETIVO Data-limite para venda no varejo: 31/12/2016 Estabelecer os critérios específicos para o Programa de Avaliação da Conformidade - PAC para Pistões de liga leve de alumínio, Pinos e Anéis de Trava (retenção) utilizados em motores de combustão interna de veículos rodoviários automotores. Não se aplica às motocicletas, ciclomotores, motonetas, bicicletas e similares. 2. FIGURAS ILUSTRATIVAS Pistões Pinos Travas 3. SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE NO PRODUTO Logotipo do Inmetro NA EMBALAGEM Logotipo do Inmetro + Nº registro + Logomarca OCP VER ANEXO B DESTE MANUAL PISTÕES E PINOS: A identificação da conformidade deve ser gravada no produto, de forma clara e indelével, em baixo ou alto relevo, contendo o logotipo do Inmetro. Nota: Quando não for possível gravar o logotipo do Inmetro devido a pequena dimensão do pino (pinos com espessura de parede menor ou igual a 6 mm, sem chanfros) o selo de identificação da conformidade pode ser apenas impresso na embalagem. PISTÕES E PINOS E ANEIS TRAVA: A identificação da conformidade deve ser gravada na embalagem, de forma clara, indelével e não violável, contendo o logotipo do Inmetro, o número de registro e a logomarca do OCP. 4. MARCAÇÃO NOS PRODUTOS OU EM SUAS EMBALAGENS, ISENÇÕES, VALIDADE E BAIXO VOLUME DE IMPORTAÇÃO, VER EM REQUISITOS GERAIS 5. COMPONENTES AUTOMOTIVOS DE VEÍCULOS DE PRODUÇÃO DESCONTINUADA Descontinuada Produção/importação Situação Até 25/07/2011 Antes de 25/01/2013 Poderão ser comercializados até o término de seus estoques -- Após 25/01/2013 Deverão seguir os prazos estabelecidos Os componentes automotivos de veículos de produção descontinuada, que forem compatíveis com os componentes automotivos de veículos citados nos dois casos acima, deverão atender aos prazos estabelecidos. Página 20

21 ANEXO ESPECÍFICO V: Anéis de pistão 1. OBJETIVO Data-limite para venda no varejo: 31/12/2016 Estabelecer os critérios específicos para o Programa de Avaliação da Conformidade - PAC para Anéis de Pistão utilizados em motores de combustão interna de veículos rodoviários automotores. Não se aplica às motocicletas, ciclomotores, motonetas, bicicletas e similares. 2. FIGURA ILUSTRATIVA 3. SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE NA EMBALAGEM Logotipo do Inmetro + Nº registro + Logomarca OCP VER ANEXO B DESTE MANUAL A identificação da conformidade deve ser gravada na embalagem, de forma clara, indelével e não violável ou impresso (em forma de adesivo ou não), contendo o logotipo do Inmetro, o número de registro e a logomarca do OCP. 4. MARCAÇÃO NOS PRODUTOS OU EM SUAS EMBALAGENS, ISENÇÕES, VALIDADE E BAIXO VOLUME DE IMPORTAÇÃO, VER EM REQUISITOS GERAIS 5. COMPONENTES AUTOMOTIVOS DE VEÍCULOS DE PRODUÇÃO DESCONTINUADA Descontinuada Produção/importação Situação Até 25/07/2011 Antes de 25/01/2013 Poderão ser comercializados até o término de seus estoques -- Após 25/01/2013 Deverão seguir os prazos estabelecidos Os componentes automotivos de veículos de produção descontinuada, que forem compatíveis com os componentes automotivos de veículos citados nos dois casos acima, deverão atender aos prazos estabelecidos. Página 21

22 ANEXO ESPECÍFICO VI: Bronzinas 1. OBJETIVO Data-limite para venda no varejo: 31/12/2016 Estabelecer os critérios específicos para o Programa de Avaliação da Conformidade - PAC para Bronzinas Planas utilizadas em motores de combustão interna de veículos rodoviários automotores. Não se aplica às motocicletas, ciclomotores, motonetas, bicicletas e similares. 2. DEFINIÇÃO Componente mecânico que protege contra o desgaste provocado pela fricção entre componentes móveis. 3. FIGURA ILUSTRATIVA 4. SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE NA EMBALAGEM Logotipo do Inmetro + Nº registro + Logomarca OCP VER ANEXO B DESTE MANUAL A identificação da conformidade deve ser gravada na embalagem, de forma clara, indelével e não violável ou impresso (em forma de adesivo ou não), contendo o logotipo do Inmetro, o número de registro e a logomarca do OCP. 5. MARCAÇÃO NOS PRODUTOS OU EM SUAS EMBALAGENS, ISENÇÕES, VALIDADE E BAIXO VOLUME DE IMPORTAÇÃO, VER EM REQUISITOS GERAIS 6. COMPONENTES AUTOMOTIVOS DE VEÍCULOS DE PRODUÇÃO DESCONTINUADA Descontinuada Produção/importação Situação Até 25/07/2011 Antes de 25/01/2013 Poderão ser comercializados até o término de seus estoques -- Após 25/01/2013 Deverão seguir os prazos estabelecidos Os componentes automotivos de veículos de produção descontinuada, que forem compatíveis com os componentes automotivos de veículos citados nos dois casos acima, deverão atender aos prazos estabelecidos. Página 22

23 ANEXO ESPECÍFICO VII: Lâmpadas para veículos automotivos 1. OBJETIVO Data-limite para venda no varejo: 31/12/2016 Estabelecer os critérios específicos para o Programa de Avaliação da Conformidade - PAC para Lâmpadas para Veículos Automotivos aplicadas no sistema de iluminação de veículos rodoviários automotores. Não se aplica às motocicletas, ciclomotores, motonetas, bicicletas e similares (Ver aplicações). 2. TIPOS / FAMÍLIA Contempla as lâmpadas de filamento e as miniatura (Lâmpadas halógenas e não halógenas) 3. APLICAÇÃO 3.1 Estes requisitos se aplicam somente às seguintes categorias de lâmpadas automotivas: H1 (6/12/24V) H3 (6/12/24V) H4 (12V/24V) H7 (12V/24V) H21W (12V/24V) H27W/1 (12V) H27W/2 (12V) HB3 (12V) HB4 (12V) HS1 (6/12V) HS2 (6/12V) S2 (6/12V) S3 (6/12V) C5W (6/12/24V) P21W (6/12/24V) P21/4W P21/5W PY21W (12/24V) R5W (6/12/24V) R10W (6/12/24V) (6/12/24V) (6/12/24V) T4W W3W W5W (6/12/24V) W21W (12V) W21/5W (12V) (6/12/24V) (6/12/24V) C21W (12V) R2 (6/12/24V) S1 (6/12V) HB1 (12V) S4 (6/12V) H5 (12V) H2 (6/12/24V) HS3 (6V) H6 (12V) H6W (12V) T1.4W (12V) B1 13W (2.7V) B0 6W (6V) B2,4W (6V) T2W (6/12V) W2W (12V) W2.2W / SAE SAE 57 (12V) R4W / SAE1895 T3W (24V) 161 (12V) (12V) H5W (12V) H10W (12V) H20W (12V) W1.2W / SAE14 W2.5W (24V) (12V) TX1.4W (12V) 3.2 Estes requisitos não se aplicam às lâmpadas automotivas da categoria H4 35/35W (12V), assim como às demais categorias não listadas no item FIGURA ILUSTRATIVA Página 23

24 5. SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE NO PRODUTO Vide abaixo NA EMBALAGEM Logotipo do Inmetro + Nº registro + Logomarca OCP VER ANEXO B DESTE MANUAL No corpo de lâmpadas de filamento devem estar gravados, de forma clara e indelével, no mínimo, as seguintes informações: - nome comercial ou marca do fabricante ou distribuidor responsável; - tensão nominal; - designação internacional da categoria correspondente; - potência nominal (se lâmpadas de dois filamentos, filamento de alta potência e filamento de baixa potência, nesta ordem). No corpo de lâmpadas miniatura devem estar gravados, de forma clara e indelével, no mínimo, as seguintes informações: - nome comercial ou marca do fabricante ou distribuidor responsável; - tensão nominal e/ou designação internacional da categoria correspondente. A identificação da conformidade deve ser gravada na embalagem, de forma clara, indelével e não violável ou impresso (em forma de adesivo ou não), contendo o logotipo do Inmetro, o número de registro e a logomarca do OCP. Todas as lâmpadas automotivas, independentemente de estarem ou não abrangidas por esta Portaria, devem conter em sua embalagem a informação de designação internacional de categoria. 6. MARCAÇÃO NOS PRODUTOS OU EM SUAS EMBALAGENS, ISENÇÕES, VALIDADE E BAIXO VOLUME DE IMPORTAÇÃO, VER EM REQUISITOS GERAIS 7. COMPONENTES AUTOMOTIVOS DE VEÍCULOS DE PRODUÇÃO DESCONTINUADA Descontinuada Produção/importação Situação Até 25/07/2011 Antes de 25/01/2013 Poderão ser comercializados até o término de seus estoques -- Após 25/01/2013 Deverão seguir os prazos estabelecidos Os componentes automotivos de veículos de produção descontinuada, que forem compatíveis com os componentes automotivos de veículos citados nos dois casos acima, deverão atender aos prazos estabelecidos. Página 24

25 ANEXO ESPECÍFICO VIII: Baterias chumbo-ácido para veículos automotores Data-limite para venda no varejo: 18/6/2014 sem Símbolo Data-limite para fabricação e importação: 1º/1/16 com Símbolo Data-limite para venda no varejo: 1º/06/2016 com Símbolo Nota: Símbolo conforme Anexo F 1. OBJETIVO Estabelecer os requisitos de avaliação da conformidade específicos para o Programa de Avaliação da Conformidade para baterias ou acumuladores elétricos chumbo-ácido utilizadas em veículos automotores e motocicletas e suas derivações, exceto aquelas com tensão nominal de 6 e 8 Volts, com foco na segurança do usuário e desempenho do produto, visando a conformidade ao Regulamento Técnico da Qualidade específico do produto 2. SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE NO PRODUTO E NA EMBALAGEM Logotipo do Inmetro + Nº registro + Logomarca OCP O Selo de Identificação da Conformidade deve ser impresso, de forma clara, legível e indelével no rótulo da bateria, contendo o logotipo do Inmetro, a identificação do OCP e o número de registro da família do produto no Inmetro. No caso de baterias comercializadas embaladas, a embalagem também deverá apresentar o Selo de Identificação da Conformidade de forma clara, indelével e não violável impresso, contendo o logotipo do Inmetro, a identificação do OCP e o número de registro da família do produto no Inmetro. Página 25

26 3. MARCAÇÃO NO RÓTULO DO PRODUTO Cada bateria deve apresentar gravado em seu corpo, ou de forma impressa através da aplicação de rótulos indeléveis, em áreas facilmente visíveis e legíveis, em língua portuguesa, com resistência mecânica suficiente para suportar o manuseio e intempéries, visando assim preservar as informações nelas contidas durante toda a vida útil da bateria, no mínimo as seguintes informações: a) Razão social do fabricante ou importador; b) CNPJ do fabricante ou importador; c) Endereço do fabricante ou importador; d) País de origem, identificação e endereço do fabricante no exterior, em caso de produto importado; e) Denominação comercial (Marca); f) Data de fabricação (dia/mês/ano ou semana/ano)*; g) Tensão nominal em Volts; h) Capacidade nominal em Ampére-hora (Ah) a 25ºC (regime de descarga de 20 horas para automóveis e 10 horas para motocicletas), não sendo permitido informar no rótulo da bateria a capacidade nominal em outros regimes de descarga e não sendo admitida a utilização de informações alusivas a outros valores de capacidade nominal; i) Reserva de capacidade em minutos a 25ºC**; j) Corrente de partida a frio (CCA) (-18ºC para automóveis e -10ºC para motocicletas e tempo em segundos até a tensão de 6 Volts para baterias de moto); k) Classificação da tecnologia das baterias - para automóveis: Regulada por Válvula, ou se for Ventilada, usando os seguintes termos claramente expressos: Livre de Manutenção, Baixa Manutenção ou Com Manutenção conforme o caso - para motocicletas: Regulada por Válvula, ou Ventilada ; l) Serviço de Atendimento ao Consumidor SAC do detentor do registro do produto junto ao Inmetro; m) Texto informativo sobre a destinação adequada após seu uso: Devem ser devolvidas aos revendedores ou à rede de assistência técnica autorizada para repasse aos fabricantes ou importadores, segundo Resolução Conama 401/2008 ; n) Advertências sobre risco à saúde humana e ao meio ambiente, bem como simbologias sobre cuidados no manuseio do produto, de acordo com o Anexo I da Resolução Conama 401/2008; o) Selo de identificação da conformidade incorporado no rótulo do produto e, quando houver, na embalagem; p) Normas Técnicas da ABNT que a bateria deve atender; q) Peso da bateria na forma como ela é comercializada, em quilogramas (kg), declarado pelo fabricante; r) Simbologia de segurança conforme norma ABNT NBR para baterias para automóveis* s) Simbologia de segurança conforme norma ABNT NBR para baterias para motocicletas* * Esta informação pode opcionalmente ser gravada no corpo da bateria. ** Somente para baterias de automóveis. 4. APLICAÇÃO E ISENSÕES A Portaria 299/2012 determina que baterias chumbo-ácido quando destinadas às montadoras e ao mercado de reposição de veículos, inclusive os veículos de produção descontinuada, em qualquer data, deverão atender aos Requisitos de Avaliação da Conformidade aprovados. Página 26

27 ANEXO ESPECÍFICO IX Terminais de direção, barras de direção, barras de ligação e terminais axiais 1. OBJETIVO Data-limite para fabricação e importação: 29/11/2014 Data-limite para estoque interno: 29/05/2015 Data-limite para venda no varejo: 29/05/2016 Estabelecer os requisitos técnicos que devem ser atendidos no Programa de Avaliação da Conformidade para terminais de direção, barras de direção, barras de ligação e terminais axiais, utilizados em veículos rodoviários automotores, com foco na segurança, visando à prevenção de acidentes. 2. APLICAÇÃO A delimitação do escopo de aplicação destes Requisitos de Avaliação da Conformidade está definida na Portaria Inmetro n 301/2011 e em suas complementares, ou suas substitutivas. Esta portaria se aplica aos veículos rodoviários automotores, seus rebocados e combinados, enquadrados nas classificações: Automóveis, camionetas, caminhonetes, comerciais leves, caminhões, caminhões-tratores, ônibus e micro-ônibus. Esta portaria não se aplica a veículos com menos de quatro rodas, máquinas, implementos e equipamentos agrícolas. 3. SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE NA EMBALAGEM Logotipo do Inmetro + Nº registro + Logomarca OCP VER ANEXO B DESTE MANUAL Na embalagem a identificação da conformidade deve ser gravada, de forma clara, indelével e não violável, ter o logotipo do Inmetro, o número do registro e a logomarca do OCP. 4. MARCAÇÃO NOS PRODUTOS OU EM SUAS EMBALAGENS, ISENÇÕES, VALIDADE E BAIXO VOLUME DE IMPORTAÇÃO, VER EM REQUISITOS GERAIS 5. COMPONENTES AUTOMOTIVOS DE VEÍCULOS DE PRODUÇÃO DESCONTINUADA Descontinuada Produção/importação Situação Até 29/05/2013 Antes de 29/11/2014 Poderão ser comercializados até o término de seus estoques -- Após 29/11/2014 Deverão seguir os prazos estabelecidos Os componentes automotivos de veículos de produção descontinuada, que forem compatíveis com os componentes automotivos de veículos citados nos dois casos acima, deverão atender aos prazos estabelecidos. Página 27

28 ANEXO ESPECÍFICO X: Materiais de atrito destinados ao uso em freios de veículos rodoviários automotores 1. OBJETIVO Data-limite para fabricação e importação: 30/01/2016 Data-limite para estoque interno: 30/07/2016 Data-limite para venda no varejo: 30/07/2017 Estabelecer os requisitos que devem ser atendidos pelos Materiais de Atrito para Freios de Veículos Rodoviários Automotores, das categorias M, N e O (automóveis, camionetas, caminhonetes, comerciais leves, caminhões, caminhões-tratores, ônibus e micro-ônibus), destinados ao uso em vias públicas, com foco na segurança e visando a prevenção de acidentes no trânsito. Estes Requisitos não se aplicam a materiais de atrito destinados ao uso em freios de veículos da categoria L (veículo automotor com menos de quatro rodas), máquinas, implementos e equipamentos agrícolas. 2. FIGURA ILUSTRATIVA PASTILHAS DE FREIO LONAS DE FREIO 3. SELO DE IDENTIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE NO PRODUTO OU NA EMBALAGEM Logotipo do Inmetro + Nº registro + Logomarca da OCP VER ANEXO C DESTE MANUAL O Selo de Identificação da Conformidade deve ser impresso, de forma clara, legível e indelével no produto freio e/ou na embalagem. No caso de materiais de atrito comercializados embalados, a embalagem deverá apresentar o Selo de Identificação da Conformidade de forma clara, indelével e não violável. Caso as informações (Razão social do fabricante/importador, CNPJ do fabricante/importador, Endereço do fabricante e Denominações comerciais: marcas ou nomes fantasia) para Materiais de Atrito estejam gravadas apenas na embalagem, esta deve conter alguma informação que permita sua rastreabilidade com a respectiva peça que nela está contida. Página 28

29 Identificação e informações obrigatórias no produto/embalagem a) Nome do fornecedor ou sua marca, razão social, nome fantasia (quando constar no CNPJ) e CNPJ do fornecedor detentor do Registro de Objeto; b) Endereço do fornecedor; c) País de origem ou sua referência; d) Denominação comercial (Marca); e) Data de fabricação (mês e ano); f) número do lote de fabricação e/ou número de lote da matéria prima; g) Modelo e tipo de pastilha ou lona de freio; h) Aplicação: Linhas de veículos, eixos (dianteiro ou traseiro) e tipos de freios (este quando aplicável) para os quais o produto se destina (ver nota 2); i) Serviço de Atendimento ao Consumidor SAC do detentor do registro do produto junto ao Inmetro; j) Informações sobre destinação adequada após seu uso, em atendimento à legislação local, quando existente; k) Selo de Identificação da Conformidade gravado no produto e/ou na sua embalagem individual. 4. MARCAÇÃO NOS PRODUTOS OU EM SUAS EMBALAGENS, ISENÇÕES, VALIDADE E BAIXO VOLUME DE IMPORTAÇÃO, VER EM REQUISITOS GERAIS 5. COMPONENTES AUTOMOTIVOS DE VEÍCULOS DE PRODUÇÃO DESCONTINUADA Descontinuada Produção/importação Situação Até 30/01/2014 Antes de 30/01/2016 Poderão ser comercializados até o término de seus estoques -- Após 30/01/2016 Deverão seguir os prazos estabelecidos Os componentes automotivos de veículos de produção descontinuada, que forem compatíveis com os componentes automotivos de veículos citados nos dois casos acima, deverão atender aos prazos estabelecidos. Página 29

30 ANEXO A Logotipo do Inmetro Portarias Nº 16/2013 e 17/2013 Página 30

31 ANEXO B Selo da Identificação da conformidade Portarias Nº 16/2013 e 268/2013 Os componentes automotivos registrados e identificados conforme Portaria n 301/2011 e que não estejam conforme o estabelecido no caput deste artigo terão o prazo de 12 (doze) meses para adequação. Página 31

32 ANEXO C Selo da Identificação da conformidade Portaria Nº 55/2014 Página 32

33 ANEXO D Selo da Identificação da conformidade Portaria Nº 547/2014 Página 33

34 ANEXO E Selo da Identificação da conformidade Portaria Nº 472/2014 Página 34

35 ANEXO F Simbologia de segurança para automóveis e motocicletas Dimensão mínima 7 x 7 mm cada Página 35

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 275, de 31 de maio de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 239, de 09 de maio de 2012.

Portaria n.º 239, de 09 de maio de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 239, de 09 de maio de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 16, de 11 de janeiro de 2013.

Portaria n.º 16, de 11 de janeiro de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA -INMETRO Portaria n.º 16, de 11 de janeiro de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

Certificação Inmetro de Componentes Automotivos Garantia de segurança e qualidade.

Certificação Inmetro de Componentes Automotivos Garantia de segurança e qualidade. Certificação Inmetro de Componentes Automotivos Garantia de segurança e qualidade. ORIENTAÇÕES GERAIS SOBRE A CERTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA INMETRO - Portaria 301 Certificação Inmetro de Componentes Automotivos

Leia mais

Portaria n.º 17, de 11 de janeiro de 2013.

Portaria n.º 17, de 11 de janeiro de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 17, de 11 de janeiro de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

Baterias Chumbo-Ácido, Para Veículos Automotores

Baterias Chumbo-Ácido, Para Veículos Automotores Doc. 1001-CRC-007 Página: 1/12 Elaborado por: Joe Luiz Tolezano Verificado por: João Gustavo Lopes Junqueira Aprovado por: Regina Toscano Data Aprovação: 28/08/2018 1. OBJETIVO Estabelecer os requisitos

Leia mais

Portaria n.º 299, de 14 de junho de 2012.

Portaria n.º 299, de 14 de junho de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 299, de 14 de junho de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA FISCALIZAÇÃO DE AGENTE REDUTOR LÍQUIDO DE NOx AUTOMOTIVO ARLA 32 Portaria Inmetro 139/2011 - Código: 3469

PROCEDIMENTO PARA FISCALIZAÇÃO DE AGENTE REDUTOR LÍQUIDO DE NOx AUTOMOTIVO ARLA 32 Portaria Inmetro 139/2011 - Código: 3469 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria da Qualidade Dqual Divisão de Fiscalização e Verificação

Leia mais

AQUECEDORES DE ÁGUA A GÁS, DOS TIPOS INSTANTÂNEOS E DE ACUMULAÇÃO. Portarias Inmetro nº 119/2007, 67/2008, 182/2012 e 390/2013 Códigos 3379 e 3380

AQUECEDORES DE ÁGUA A GÁS, DOS TIPOS INSTANTÂNEOS E DE ACUMULAÇÃO. Portarias Inmetro nº 119/2007, 67/2008, 182/2012 e 390/2013 Códigos 3379 e 3380 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria da Qualidade Dqual Divisão de Fiscalização e Verificação

Leia mais

CERTIFICAÇÃO INMETRO. MAIS UMA GARANTIA DA NAKATA PARA VOCÊ.

CERTIFICAÇÃO INMETRO. MAIS UMA GARANTIA DA NAKATA PARA VOCÊ. CERTIFICAÇÃO INMETRO. MAIS UMA GARANTIA DA NAKATA PARA VOCÊ. A partir de 2013, alguns produtos automotivos devem estar certificados pelo Inmetro -- Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia.

Leia mais

Portaria nº. 220, de 29 de abril de 2013.

Portaria nº. 220, de 29 de abril de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria nº. 220, de 29 de abril de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

COMPONENTES DE BICICLETA DE USO ADULTO Portaria Inmetro 656/2012

COMPONENTES DE BICICLETA DE USO ADULTO Portaria Inmetro 656/2012 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria de Avaliação da Conformidade - Dconf Divisão de Fiscalização

Leia mais

Portaria n.º 579, de 1º de novembro de 2012. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 579, de 1º de novembro de 2012. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 579, de 1º de novembro de 2012. CONSULTA

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 257, DE 30 DE JUNHO DE 1999 * Revogada pela Resolução 401, de 4 de novembro de 2008.

RESOLUÇÃO Nº 257, DE 30 DE JUNHO DE 1999 * Revogada pela Resolução 401, de 4 de novembro de 2008. RESOLUÇÃO Nº 257, DE 30 DE JUNHO DE 1999 * Revogada pela Resolução 401, de 4 de novembro de 2008. O Conselho Nacional do Meio Ambiente - Conama, no uso das atribuições e competências que lhe são conferidas

Leia mais

A Indústria de Autopeças Brasileira. Elaboração: Assessoria de Economia

A Indústria de Autopeças Brasileira. Elaboração: Assessoria de Economia A Indústria de Autopeças Brasileira Elaboração: Assessoria de Economia São Paulo, maio de 2012 Números da indústria de autopeças Associadas Parque industrial Qualidade 494 empresas 749 unidades industriais

Leia mais

LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997

LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997 LEI Nº 9.503, DE 23 DE SETEMBRO DE 1997 Institui o Código de Trânsito Brasileiro. CAPÍTULO IX DOS VEÍCULOS Seção II Da Segurança dos Veículos Art. 105. São equipamentos obrigatórios dos veículos, entre

Leia mais

Portaria n.º 301, de 21 de julho de 2011.

Portaria n.º 301, de 21 de julho de 2011. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 301, de 21 de julho de 2011.

Leia mais

Considerando a necessidade de minimizar os impactos negativos causados ao meio ambiente pelo descarte inadequado de pilhas e baterias;

Considerando a necessidade de minimizar os impactos negativos causados ao meio ambiente pelo descarte inadequado de pilhas e baterias; NOVA RESOLUÇÃO DE PILHAS E BATERIAS Estabelece os limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio para pilhas e baterias comercializadas em território nacional e os critérios e padrões para o seu gerenciamento

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA - INMETRO Portaria n.º 536, de 21 de outubro de 2015. O PRESIDENTE

Leia mais

DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DE ALAGOAS - DETRAN/AL QUESTÕES SOBRE MECÂNICA

DEPARTAMENTO ESTADUAL DE TRÂNSITO DE ALAGOAS - DETRAN/AL QUESTÕES SOBRE MECÂNICA A quilometragem percorrida pelo veículo é indicada pelo: 1 velocímetro. 2 hodômetro. 3 manômetro. 4 conta-giros. O termômetro é utilizado para indicar a temperatura: 1 do motor. 2 do combustível. 3 no

Leia mais

Art. 1º Dar nova redação aos art. 4º e 5º da Portaria Inmetro n.º 105/2012, que passarão a vigorar com a seguinte redação:

Art. 1º Dar nova redação aos art. 4º e 5º da Portaria Inmetro n.º 105/2012, que passarão a vigorar com a seguinte redação: Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 184, de 31 de março de 2015. O PRESIDENTE

Leia mais

OBJETO: Regulamento de Avaliação da Conformidade para tanque de armazenamento subterrâneo de combustíveis em posto revendedor. ORIGEM: Inmetro/MDIC

OBJETO: Regulamento de Avaliação da Conformidade para tanque de armazenamento subterrâneo de combustíveis em posto revendedor. ORIGEM: Inmetro/MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 130, de 31 de julho de 2003. CONSULTA PÚBLICA

Leia mais

Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012.

Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

Danos aos Vidros Básica Assistência a Vidros (Reparos/Troca) Condições Gerais

Danos aos Vidros Básica Assistência a Vidros (Reparos/Troca) Condições Gerais Danos aos Vidros Básica Assistência a Vidros (Reparos/Troca) Condições Gerais CONDIÇÕES GERAIS DANOS AOS VIDROS BÁSICA ASSISTÊNCIA A VIDROS (REPARO/TROCA) Para utilização da Assistência Mutual Vidros basta

Leia mais

Portaria n.º 44, de 27 de janeiro de 2014.

Portaria n.º 44, de 27 de janeiro de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 44, de 27 de janeiro de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

PROCEDIMENTO PARA FISCALIZAÇÃO PARA AQUECEDORES DE ÁGUA A GÁS, DOS TIPOS INSTANTÂNEOS E DE ACUMULAÇÃO.

PROCEDIMENTO PARA FISCALIZAÇÃO PARA AQUECEDORES DE ÁGUA A GÁS, DOS TIPOS INSTANTÂNEOS E DE ACUMULAÇÃO. MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria da Qualidade Dqual Divisão de Fiscalização e Verificação

Leia mais

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica

Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica Ministério de Minas e Energia Consultoria Jurídica PORTARIA INTERMINISTERIAL N o 1.007, DE 31 DE DEZEMBRO DE 2010. OS MINISTROS DE ESTADO DE MINAS E ENERGIA, DA CIÊNCIA E TECNOLOGIA E DO DESENVOLVIMENTO,

Leia mais

Portaria n.º 17, de 10 de janeiro de 2014.

Portaria n.º 17, de 10 de janeiro de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 17, de 10 de janeiro de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

Resolução CONAMA nº 252, de 01 de fevereiro de 1999

Resolução CONAMA nº 252, de 01 de fevereiro de 1999 Resolução CONAMA nº 252, de 01 de fevereiro de 1999 Estabelece limites máximos de ruídos de poluentes e ruídos emitidos por veículos automotores. O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das

Leia mais

Portaria n.º 342, de 22 de julho de 2014.

Portaria n.º 342, de 22 de julho de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 342, de 22 de julho de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO

CERTIFICAÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO CERTIFICAÇÃO DE INSTALAÇÕES ELÉTRICAS DE BAIXA TENSÃO REQUISITOS DE AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE PROF. MARCOS FERGÜTZ ABRIL/14 INTRODUÇÃO - Legislação Portaria no. 51, de 28 de janeiro de 2014, do INMETRO,

Leia mais

PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO - DISPOSITIVOS DE RETENÇÃO PARA CRIANÇAS. Portaria Inmetro 38/2007 Código 3332

PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO - DISPOSITIVOS DE RETENÇÃO PARA CRIANÇAS. Portaria Inmetro 38/2007 Código 3332 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria da Qualidade Dqual Divisão de Fiscalização e Verificação

Leia mais

Art. 4º A responsabilidade pela inscrição e conteúdo dos pesos e capacidades, conforme estabelecido no Anexo desta Resolução será:

Art. 4º A responsabilidade pela inscrição e conteúdo dos pesos e capacidades, conforme estabelecido no Anexo desta Resolução será: RESOLUÇÃO Nº 290, DE 29 DE AGOSTO DE 2008 Disciplina a inscrição de pesos e capacidades em veículos de tração, de carga e de transporte coletivo de passageiros, de acordo com os artigos 117, 230- XXI,

Leia mais

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento D.O.U. Nº 225, sexta-feira, 24 de novembro de 2006. Pág. 10 SECRETARIA DE DEFESA AGROPECUÁRIA INSTRUÇÃO NORMATIVA No- 65, DE 21 DE NOVEMBRO

Leia mais

ARMANDO MARIANTE CARVALHO JUNIOR Presidente do INMETRO

ARMANDO MARIANTE CARVALHO JUNIOR Presidente do INMETRO Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDIC Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial - Inmetro Portaria INMETRO nº 157, de 19 de agosto de 2002 O PRESIDENTE

Leia mais

SINDICATO DAS EMPRESAS DE REVENDA E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE REFORMA DE PNEUS E SIMILARES DO ESTADO DE MINAS GERAIS

SINDICATO DAS EMPRESAS DE REVENDA E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE REFORMA DE PNEUS E SIMILARES DO ESTADO DE MINAS GERAIS SINDICATO DAS EMPRESAS DE REVENDA E DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE REFORMA DE PNEUS E SIMILARES DO ESTADO DE MINAS GERAIS TREINAMENTO TWI PALESTRANTE: VANDERLEI CARVALHO REPRESENTANTE TÉCNICO E INSTITUCIONAL

Leia mais

Descrever o princípio de funcionamento dos motores Ciclo Otto Identificar os componentes básicos do motor.

Descrever o princípio de funcionamento dos motores Ciclo Otto Identificar os componentes básicos do motor. Objetivos Descrever o princípio de funcionamento dos motores Ciclo Otto Identificar os componentes básicos do motor. Descrição Neste módulo são abordados os princípios de funcionamento do motor Ciclo Otto,

Leia mais

Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012.

Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 656, de 17 de dezembro de 2012. O PRESIDENTE

Leia mais

A N E X O RESOLUÇÃO ANP Nº 20, DE 3.4.2014 - DOU 4.4.2014. Brasília, 04 de abril de 2014. Prezado (a) Revendedor (a),

A N E X O RESOLUÇÃO ANP Nº 20, DE 3.4.2014 - DOU 4.4.2014. Brasília, 04 de abril de 2014. Prezado (a) Revendedor (a), CIRCULAR SINDICOMBUSTÍVEIS-DF Nº 043/2014 Brasília, 04 de abril de 2014. Prezado (a) Revendedor (a), Enviamos, abaixo, cópia da Resolução ANP 20, de 03 de abril de 2014, publicada no DOU de 04.04.2014,

Leia mais

PCP 001 Tanques de Armazenamento Subterrâneo de Combustíveis.

PCP 001 Tanques de Armazenamento Subterrâneo de Combustíveis. rev 06 06/01/2016 Aprovado por PAG 1 / 10 1 OBJETIVO Este procedimento tem como objetivo estabelecer as condições para a avaliação da conformidade do produto tanque de armazenamento subterrâneo de combustíveis,

Leia mais

Frutas e Hortaliças embaladas Aspectos Legais

Frutas e Hortaliças embaladas Aspectos Legais Frutas e Hortaliças embaladas Aspectos Legais A embalagem é instrumento de identificação, proteção, movimentação e exposição das frutas e hortaliças frescas. Ela identifica o produto e o seu responsável.

Leia mais

Portaria Inmetro nº 388/2012 Códigos SGI 03807, 03808 e 03809

Portaria Inmetro nº 388/2012 Códigos SGI 03807, 03808 e 03809 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria de Avaliação da Conformidade Dconf Divisão de Fiscalização

Leia mais

ORIENTAÇÃO SOBRE INFORMAÇÕES OBRIGATÓRIAS EM VESTIMENTAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL PARA RISCO QUÍMICO COM AGROTÓXICOS

ORIENTAÇÃO SOBRE INFORMAÇÕES OBRIGATÓRIAS EM VESTIMENTAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL PARA RISCO QUÍMICO COM AGROTÓXICOS ORIENTAÇÃO SOBRE INFORMAÇÕES OBRIGATÓRIAS EM VESTIMENTAS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL PARA RISCO QUÍMICO COM AGROTÓXICOS MÉTODO UTILIZADO As orientações constantes deste documento são uma compilação das exigências

Leia mais

PROCEDIMENTO FISCALIZAÇÃO

PROCEDIMENTO FISCALIZAÇÃO Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO CABOS DE

Leia mais

RTQ 32 - PÁRA-CHOQUE TRASEIRO DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS - CONSTRUÇÃO, ENSAIO E INSTALAÇÃO

RTQ 32 - PÁRA-CHOQUE TRASEIRO DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS - CONSTRUÇÃO, ENSAIO E INSTALAÇÃO RTQ 32 - PÁRA-CHOQUE TRASEIRO DE VEÍCULOS RODOVIÁRIOS PARA O TRANSPORTE DE PRODUTOS PERIGOSOS - CONSTRUÇÃO, ENSAIO E INSTALAÇÃO SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Siglas e Abreviaturas

Leia mais

Considerando que é dever do Estado prover a concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições:

Considerando que é dever do Estado prover a concorrência justa no País, resolve baixar as seguintes disposições: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior MDIC Instituto Nacional de Metrologia,Normalização e Qualidade Industrial - Inmetro Portaria n.º 158, de 29 de agosto de 2005. O PRESIDENTE

Leia mais

LOTE 01 CAMINHÃO LEVE PBT MÍNIMO DE 8T CS 4X2

LOTE 01 CAMINHÃO LEVE PBT MÍNIMO DE 8T CS 4X2 LOTE 01 CAMINHÃO LEVE PBT MÍNIMO DE 8T CS 4X2 SUMÁRIO 1 OBJETO... 3 2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MÍNIMAS DO VEÍCULO... 3 3 OBSERVAÇÕES NA PROPOSTA...4 4 FORNECIMENTO...5 5 GARANTIA...6 2/6 1 OBJETO Caminhão

Leia mais

5. Limitações: A argamassa Matrix Assentamento Estrutural não deve ser utilizada para assentamento de blocos silicocalcário;

5. Limitações: A argamassa Matrix Assentamento Estrutural não deve ser utilizada para assentamento de blocos silicocalcário; A argamassa Matrix Assentamento Estrutural é uma mistura homogênea de cimento Portland, agregados minerais com granulometria controlada e aditivos químicos. 3. Indicação: Excelente para assentamento de

Leia mais

Portaria n.º 301, de 21 de julho de 2011

Portaria n.º 301, de 21 de julho de 2011 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 301, de 21 de julho de 2011

Leia mais

PORTARIA N.º 034/2009, de 03 de agosto de 2009

PORTARIA N.º 034/2009, de 03 de agosto de 2009 PORTARIA N.º 034/2009, de 03 de agosto de 2009 Aprova o MANIFESTO DE TRANSPORTE DE RESÍDUOS MTR e dá outras providências. A DIRETORA PRESIDENTA DA FUNDAÇÃO ESTADUAL DE PROTEÇÃO AMBIENTAL HENRIQUE LUIZ

Leia mais

PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA CERTIFICAÇÃO DE ESCADA DOMÉSTICA METÁLICA

PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA CERTIFICAÇÃO DE ESCADA DOMÉSTICA METÁLICA PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA CERTIFICAÇÃO DE ESCADA DOMÉSTICA METÁLICA 1 OBJETIVO Este procedimento estabelece as condições necessárias para a concessão da Autorização para Uso do Selo de Identificação

Leia mais

PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO COMPONENTES DE BICICLETA DE USO ADULTO

PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO COMPONENTES DE BICICLETA DE USO ADULTO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria da Qualidade Dqual Divisão de Fiscalização e Verificação

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 14/98. CONSIDERANDO o art. 105, do Código de Trânsito Brasileiro;

RESOLUÇÃO Nº 14/98. CONSIDERANDO o art. 105, do Código de Trânsito Brasileiro; RESOLUÇÃO Nº 14/98 Estabelece os equipamentos obrigatórios para a frota de veículos em circulação e dá outras providências. O Conselho Nacional de Trânsito CONTRAN, usando da competência que lhe confere

Leia mais

Portaria n.º 45, de 27 de janeiro de 2014.

Portaria n.º 45, de 27 de janeiro de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 45, de 27 de janeiro de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O DIESEL S-50. Fonte: Metalsinter

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O DIESEL S-50. Fonte: Metalsinter DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O DIESEL S-50 1) O que são os Diesel S-50 e S-10? Significa Diesel de Baixo Teor de Enxofre. Aqui no Brasil são dois os tipos que serão utilizados em veículos: o S-50 e o S-10.

Leia mais

CADEIRA DE ALIMENTAÇÃO PARA CRIANÇAS Portaria n.º 683/2012, 51/2013 e 359/2014 Código SGI - 3816

CADEIRA DE ALIMENTAÇÃO PARA CRIANÇAS Portaria n.º 683/2012, 51/2013 e 359/2014 Código SGI - 3816 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria de Avaliação da Conformidade Dconf Divisão de Fiscalização

Leia mais

LOTE 01 CAMINHÃO LEVE PBT MÍNIMO DE 4T CS 4X2

LOTE 01 CAMINHÃO LEVE PBT MÍNIMO DE 4T CS 4X2 LOTE 01 CAMINHÃO LEVE PBT MÍNIMO DE 4T CS 4X2 SUMÁRIO 1 OBJETO...3 2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MÍNIMAS DO VEÍCULO...3 3 OBSERVAÇÕES NA PROPOSTA...5 4 FORNECIMENTO...5 5 GARANTIA...6 2/6 1 OBJETO Caminhão

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 007, de 11 de janeiro de 2007.

Leia mais

PROJETO CAVALO DE LATA CICLO PALESTRAS ABRALATAS 2013 BELO HORIZONTE MG

PROJETO CAVALO DE LATA CICLO PALESTRAS ABRALATAS 2013 BELO HORIZONTE MG PROJETO CAVALO DE LATA CICLO PALESTRAS ABRALATAS 2013 BELO HORIZONTE MG O QUE É O CAVALO DE LATA? O Cavalo de Lata é um sonho antigo, que depois de muitas pesquisas e conversas informais, se torna cada

Leia mais

Resolução 363/2010 (processo administrativo autuação)

Resolução 363/2010 (processo administrativo autuação) Resolução 363/2010 (processo administrativo autuação) SEM ALTERAÇÕES (VIDE COMENTÁRIOS EM www.bizuario.blogspot.com E www.bizuario.com ). Resolução 364/2010 (dispositivo antifurto) Capítulo 1.12 696-31

Leia mais

Índice da apresentação

Índice da apresentação Cenário da reparação de veículos 2013 Índice da apresentação 1. Indicadores 2. Ameaças e oportunidades 3. Cenário futuro Indicadores Total 5.565 Municípios NORTE 449 Amazonas 62 Pará 143 Rondônia 52 Acre

Leia mais

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O DIESEL S-50

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O DIESEL S-50 DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE O DIESEL S-50 1) O que são os Diesel S-50 e S-10? Significa Diesel de Baixo Teor de Enxofre. Aqui no Brasil são dois os tipos que serão utilizados em veículos: o S-50 e o S-10.

Leia mais

Contratos de Manutenção Mercedes-Benz para Veículos Comerciais. Bom para o seu veículo, rentável para o seu negócio. Mercedes-Benz

Contratos de Manutenção Mercedes-Benz para Veículos Comerciais. Bom para o seu veículo, rentável para o seu negócio. Mercedes-Benz Contratos de Manutenção Mercedes-Benz para Veículos Comerciais Bom para o seu veículo, rentável para o seu negócio. Mercedes-Benz Em um cenário competitivo, o sucesso não é determinado apenas pela oferta

Leia mais

É importante ressaltar que o uso, desgaste, lavagem e as condições ambientais afetarão o desempenho deste tecido refletivo.

É importante ressaltar que o uso, desgaste, lavagem e as condições ambientais afetarão o desempenho deste tecido refletivo. Boletim Técnico Material Refletivo 3M Scotchlite Tecido Refletivo Prata 8912 Descrição O Material Refletivo 3M Scotchlite Tecido Prata 8912 foi desenvolvido para uso em vestuários de segurança e em roupas

Leia mais

Este catálogo tem o objetivo de facilitar a identificação dos componentes, agilizando a reposição dos mesmos.

Este catálogo tem o objetivo de facilitar a identificação dos componentes, agilizando a reposição dos mesmos. PARA O USUÁRIO Este catálogo tem o objetivo de facilitar a identificação dos componentes, agilizando a reposição dos mesmos. PARA SOLICITAR AS PEÇAS Entre em contato com nosso representante mais próximo,

Leia mais

Portaria n.º 510, de 13 de outubro de 2015.

Portaria n.º 510, de 13 de outubro de 2015. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 510, de 13 de outubro de 2015. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013.

Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 5, de 8 de janeiro de 2013. O PRESIDENTE

Leia mais

Portaria n.º 466, de 16 de outubro de 2014.

Portaria n.º 466, de 16 de outubro de 2014. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 466, de 16 de outubro de 2014. O PRESIDENTE

Leia mais

Manual de Instruções do uso da Marca ABNT

Manual de Instruções do uso da Marca ABNT Pág. Nº 1/8 SUMÁRIO Histórico das revisões 1 Objetivo 2 Referências Normativas 3 Siglas 4 Marcas e certificados da ABNT Certificadora 5 Requisitos Gerais 6 Requisitos específicos para sistemas certificados

Leia mais

LOTE 01 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS CAMINHONETE DE CARGA MÉDIA CD 4X4 CARROCERIA ORIGINAL

LOTE 01 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS CAMINHONETE DE CARGA MÉDIA CD 4X4 CARROCERIA ORIGINAL LOTE 01 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS CAMINHONETE DE CARGA MÉDIA CD 4X4 CARROCERIA ORIGINAL SUMÁRIO 1 OBJETO... 3 2 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS MÍNIMAS DO VEÍCULO... 3 3 OBSERVAÇÕES NA PROPOSTA... 5 4 FORNECIMENTO...

Leia mais

RESOLUÇÃO - RDC Nº 40, DE 26 DE AGOSTO DE 2015. (DOU Seção 1, nº 164, pag. 47, 27.08.2015) (Retificação DOU Seção 1, nº 165, pag. 69, 28.08.

RESOLUÇÃO - RDC Nº 40, DE 26 DE AGOSTO DE 2015. (DOU Seção 1, nº 164, pag. 47, 27.08.2015) (Retificação DOU Seção 1, nº 165, pag. 69, 28.08. RESOLUÇÃO - RDC Nº 40, DE 26 DE AGOSTO DE 2015 (DOU Seção 1, nº 164, pag. 47, 27.08.2015) (Retificação DOU Seção 1, nº 165, pag. 69, 28.08.2015) Define os requisitos do cadastro de produtos médicos. A

Leia mais

CONTROLE DA POLUIÇÃO DO AR - PROCONVE/PROMOT RESOLUÇÃO CONAMA nº 15 de 1995

CONTROLE DA POLUIÇÃO DO AR - PROCONVE/PROMOT RESOLUÇÃO CONAMA nº 15 de 1995 RESOLUÇÃO CONAMA nº 15, de 13 de dezembro de 1995 Publicada no DOU n o 249, de 29 de dezembro de 1995, Seção 1, páginas 22876-22877 Correlações: Altera a Resolução n os 18/86 e 3/89 para os limites de

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 157, DE 22 DE ABRIL DE 2004 (com as alterações das Resoluções nº 223/07; nº 272/08 e nº 333/09)

RESOLUÇÃO Nº 157, DE 22 DE ABRIL DE 2004 (com as alterações das Resoluções nº 223/07; nº 272/08 e nº 333/09) RESOLUÇÃO Nº 157, DE 22 DE ABRIL DE 2004 (com as alterações das Resoluções nº 223/07; nº 272/08 e nº 333/09) Fixa especificações para os extintores de incêndio, equipamento de uso obrigatório nos veículos

Leia mais

O manipulador de alimentos tem que conferir todas as informações do rótulo?

O manipulador de alimentos tem que conferir todas as informações do rótulo? Os consumidores têm o direito de conhecer as características e a composição nutricional dos alimentos que adquirem. A legislação nacional estabelece algumas normas para registro dessas informações na rotulagem

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS <!ID546934-1> RESOLUÇÃO Nº 15, DE 17 DE JULHO DE 2006

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS <!ID546934-1> RESOLUÇÃO Nº 15, DE 17 DE JULHO DE 2006 AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS RESOLUÇÃO Nº 15, DE 17 DE JULHO DE 2006 Estabelece as especificações de óleo diesel e mistura óleo diesel/biodiesel - B2 de uso

Leia mais

Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5

Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5 Rev. 16/06/2015 Página 1 de 5 Este anexo aplica-se às certificações cujas quais não apresentam critérios específicos para definição de laboratórios no Programa de Avaliação da Conformidade. Nestes casos,

Leia mais

COMPLEMENTO DE REGRA DE CERTIFICAÇÃO CADEIRAS DE ALIMENTAÇÃO PARA CRIANÇAS

COMPLEMENTO DE REGRA DE CERTIFICAÇÃO CADEIRAS DE ALIMENTAÇÃO PARA CRIANÇAS Página 1 de 16 Elaborado por: Diego Alves de Oliveira Verificado por: Karen C. Martins Aprovado por: Maria Lucia Hayashi Data Aprovação: 02/06/2015 1 - OBJETIVO Estabelecer os requisitos para o Programa

Leia mais

PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO PARA TELHAS CERÃMICAS E TELHAS DE CONCRETO Portaria Inmetro nº 005/2013

PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO PARA TELHAS CERÃMICAS E TELHAS DE CONCRETO Portaria Inmetro nº 005/2013 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria de Avaliação da Conformidade- Dconf Divisão de Fiscalização

Leia mais

Palavras-chave: hidráulicas; pneumáticas; aprimoramento; produtividade.

Palavras-chave: hidráulicas; pneumáticas; aprimoramento; produtividade. Descrição de sistemas hidráulicos e pneumáticos em uma fábrica de colchões Valdevan da Silva MORAIS 1 ; Douglas Phillipe APARECIDO 1 ; Hector Helmer PINHEIRO 1 ; Lucélia COSTA 1 ; Warley Alves Coutinho

Leia mais

REGULAMENTO TÉCNICO PARA PRODUTOS SANEANTES A BASE DE HIPOCLORITOS ADITIVADOS (REVOGACAO DA RES. GMC Nº 57/98)

REGULAMENTO TÉCNICO PARA PRODUTOS SANEANTES A BASE DE HIPOCLORITOS ADITIVADOS (REVOGACAO DA RES. GMC Nº 57/98) MERCOSUL/XLIII SGT N 11/P. RES. N /15 REGULAMENTO TÉCNICO PARA PRODUTOS SANEANTES A BASE DE HIPOCLORITOS ADITIVADOS (REVOGACAO DA RES. GMC Nº 57/98) TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de

Leia mais

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA

MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE Conselho Nacional do Meio Ambiente-CONAMA Procedência: 45ª Reunião da Câmara Técnica de Assuntos Jurídicos Data: 30/09 e 1/10/2008 Processo n 02000.000611/2004-15 Assunto: Revisão

Leia mais

Este catálogo tem o objetivo de facilitar a identificação dos componentes, agilizando a reposição dos mesmos.

Este catálogo tem o objetivo de facilitar a identificação dos componentes, agilizando a reposição dos mesmos. PARA O USUÁRIO Este catálogo tem o objetivo de facilitar a identificação dos componentes, agilizando a reposição dos mesmos. PARA SOLICITAR AS PEÇAS Entre em contato com nosso representante mais próximo,

Leia mais

GP18-050LX. Fabricadas no Brasil. As empilhadeiras ideais para as mais variadas operações com carga de 1.800 até 2.500kg

GP18-050LX. Fabricadas no Brasil. As empilhadeiras ideais para as mais variadas operações com carga de 1.800 até 2.500kg GP18-050LX As empilhadeiras ideais para as mais variadas operações com carga de 1.800 até 2.500 Fabricadas no Brasil Empilhadeiras Contrabalançadas Nova família Yale LX contrabalançada com operador sentado

Leia mais

PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE EXTINTORES DE INCÊNDIO Portarias Inmetro 206/2011, 05/2011, 486/2010 e 500/2011 Códigos 3295 / 3310 / 3311

PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE EXTINTORES DE INCÊNDIO Portarias Inmetro 206/2011, 05/2011, 486/2010 e 500/2011 Códigos 3295 / 3310 / 3311 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria da Qualidade Dqual Divisão de Fiscalização e Verificação

Leia mais

Semana da Alimentação: CEAGESP Rotulagem e Segurança Alimentar Auditório Nélson Loda 25 de outubro de 2012 14 horas

Semana da Alimentação: CEAGESP Rotulagem e Segurança Alimentar Auditório Nélson Loda 25 de outubro de 2012 14 horas Semana da Alimentação: CEAGESP Rotulagem e Segurança Alimentar Auditório Nélson Loda 25 de outubro de 2012 14 horas Subgerência de Alimentos Martha Virgínia Gewehr Machado Maria Cristina Junqueira de Castro

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES ABRIDOR DE VINHOS ELÉTRICO SEM FIO BIVOLT

MANUAL DE INSTRUÇÕES ABRIDOR DE VINHOS ELÉTRICO SEM FIO BIVOLT MANUAL DE INSTRUÇÕES ABRIDOR DE VINHOS ELÉTRICO SEM FIO BIVOLT WO-50DBR INFORMAÇÕES IMPORTANTES Ao usar aparelhos elétricos, seguir sempre precauções básicas de segurança, incluindo o seguinte: AVISO 1.

Leia mais

PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE EXTINTORES DE INCÊNDIO Portarias Inmetro 206/2011, 05/2011, 486/2010, 412/2011 e 500/2011 Códigos 3295 / 3310 / 3311

PROCEDIMENTO DE FISCALIZAÇÃO DE EXTINTORES DE INCÊNDIO Portarias Inmetro 206/2011, 05/2011, 486/2010, 412/2011 e 500/2011 Códigos 3295 / 3310 / 3311 MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA- INMETRO Diretoria de Avaliação da Conformidade Dconf Divisão de Fiscalização

Leia mais

ANO CLII Nº 101. Brasília DF, sexta-feira, 29 de maio de 2015 págs 100 à 103. MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA

ANO CLII Nº 101. Brasília DF, sexta-feira, 29 de maio de 2015 págs 100 à 103. MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA ANO CLII Nº 101 Brasília DF, sexta-feira, 29 de maio de 2015 págs 100 à 103. MINISTÉRIO DE MINAS E ENERGIA AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO, GÁS NATURAL E BIOCOMBUSTÍVEIS Resolução nº 26, de 27 de maio de

Leia mais

O consumidor deve estar atento às informações do rótulo?

O consumidor deve estar atento às informações do rótulo? Os consumidores têm o direito de conhecer as características e a composição nutricional dos alimentos que adquirem. A legislação nacional estabelece algumas normas para registro dessas informações na rotulagem

Leia mais

VEJA AS NORMAS VIGENTES NO SETOR VIDREIRO

VEJA AS NORMAS VIGENTES NO SETOR VIDREIRO VEJA AS NORMAS VIGENTES NO SETOR VIDREIRO ABNT NBR 11706:1992 - Vidros na construção civil Esta norma especifica as condições exigíveis para vidros planos aplicados na construção civil. ABNT NBR 5932:1989

Leia mais

CERTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA DE PRODUTOS IQA/Inmetro CERTIFICAÇÃO. BENEFÍCIOS DO SEGMENTO AUTOMOTIVO

CERTIFICAÇÃO COMPULSÓRIA DE PRODUTOS IQA/Inmetro CERTIFICAÇÃO. BENEFÍCIOS DO SEGMENTO AUTOMOTIVO CERTIFICAÇÃO. BENEFÍCIOS DO SEGMENTO AUTOMOTIVO PROFILE Debora do Nascimento Bueno (debora.bueno@iqa.org.br) Auditora Líder da qualidade no IQA - Instituto da Qualidade Automotiva. Formação técnica: Técnica

Leia mais

FISPQ. FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 NOME DO PRODUTO: Solução Titulante

FISPQ. FICHA DE INFORMAÇÃO DE SEGURANÇA DE PRODUTO QUÍMICO NBR 14725 NOME DO PRODUTO: Solução Titulante NOME DO PRODUTO: Solução Titulante 1/12 FISPQ NRº. 28 1- IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome Comercial do Produto: Solução Titulante Nome Químico: Solução Ácida a 0,1 N Nome da Empresa: Hidroazul

Leia mais

É Semipesado. É Scania. É seu negócio sempre em movimento.

É Semipesado. É Scania. É seu negócio sempre em movimento. SCANIA Caminhões Semipesados É Semipesado. É Scania. É seu negócio sempre em movimento. Rentabilidade é o que nos move. Caminhões Semipesados Scania. Com um autêntico Scania, você sempre conta com resistência,

Leia mais

Art. 3º Para efeito deste Regulamento são adotadas as seguintes definições:

Art. 3º Para efeito deste Regulamento são adotadas as seguintes definições: Portaria SES-RS nº 767 DE 13/08/2015 Norma Estadual - Rio Grande do Sul Publicado no DOE em 26 ago 2015 Aprova os critérios e procedimentos para o recolhimento de alimentos, inclusive in natura, bebidas

Leia mais

PORTARIA Nº 127 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008

PORTARIA Nº 127 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 PORTARIA Nº 127 DE 17 DE DEZEMBRO DE 2008 Estabelece procedimento adicional à concessão de código marca/modelo/versão a veículos classificados na espécie misto, tipo utilitário, carroçaria jipe, com motores

Leia mais

O processo de destinação de embalagens vazias de defensivos agrícolas

O processo de destinação de embalagens vazias de defensivos agrícolas O processo de destinação de embalagens vazias de defensivos agrícolas O inpev - Instituto Nacional de Processamento de Embalagens Vazias - é uma entidade sem fins lucrativos que representa a indústria

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR-MDIC

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR-MDIC MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR-MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL- INMETRO Portaria INMETRO/DIMEL/Nº 094, de 24 de setembro de 1999.

Leia mais

* Produto deve ser usado por no máximo 6 horas continuas com intervalo de no mínimo 1 hora para resfriamento do motor. Manual Gerador Série ND7000

* Produto deve ser usado por no máximo 6 horas continuas com intervalo de no mínimo 1 hora para resfriamento do motor. Manual Gerador Série ND7000 * Produto deve ser usado por no máximo 6 horas continuas com intervalo de no mínimo 1 hora para resfriamento do motor. Manual Gerador Série ND7000 Termo de garantia A NTS do Brasil concede garantia

Leia mais

SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3

SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3 Página 1 de 21 SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3 6. QUALIFICAÇÃO DA EQUIPE DE AUDITORES...4 7. CONDIÇÕES GERAIS...4 8.

Leia mais

NOTA TÉCNICA SPEIS/VISA nº 02/2015

NOTA TÉCNICA SPEIS/VISA nº 02/2015 Prefeitura Municipal de Salvador- PMS Secretaria Municipal de Saúde- SMS Diretoria de Vigilância á Saúde- DVIS Subcoordenação de Vigilância Sanitária- VISA Setor de Produtos e Serviços de Interesse á Saúde-

Leia mais