BOLSA DE ESTUDO PARA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO Perguntas Mais Frequentes

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1 BOLSA DE ESTUDO PARA CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO Perguntas Mais Frequentes Que norma regulamenta a concessão da bolsa de estudo? A Instrução Normativa nº 104, de 25 de janeiro de 2010, regulamenta a concessão de bolsa de estudo para curso de pós-graduação. Portanto, antes de se inscrever no processo seletivo, leia atentamente a referida norma. Quais cursos podem ser objeto da bolsa de estudo? As bolsas são concedidas para pós-graduação lato sensu e stricto sensu. Considera-se pós-graduação lato sensu o curso com caráter de educação continuada, carga horária mínima de 360 horas, realizado por instituição credenciada pelo Ministério da Educação para atuar nesse nível educacional e que cumpra, na íntegra, o disposto em normativo próprio do Conselho Nacional de Educação, vigente à época da realização do curso. Consideram-se pós-graduação stricto sensu os programas de mestrado e de doutorado autorizados e reconhecidos pelo Ministério da Educação. Serão aceitos cursos de pós-graduação lato sensu à distância, desde que sejam oferecidos por instituições credenciadas pela União para esse fim e incluam, necessariamente, provas presenciais e defesa presencial de monografia ou trabalho de conclusão de curso, conforme exigência do Ministério da Educação. O tema do curso solicitado pelo servidor deve, necessariamente, estar vinculado às áreas de interesse do Tribunal e às atribuições do cargo efetivo, função comissionada ou cargo em comissão ocupado pelo servidor, sob pena de ser automaticamente excluído do processo seletivo. Observação: Não serão aceitos, para concessão de bolsa de estudo, cursos de pós-graduação combinados com preparatórios para concursos públicos. Que servidor pode ser contemplado com a bolsa de estudo? Pode ser contemplado com a bolsa de estudo o servidor ocupante de cargo efetivo e o servidor em exercício provisório ou cedido ao STF para exercer função comissionada ou cargo em comissão no Tribunal. É vedada a concessão, pelo prazo de quatro anos a partir da data de entrega da monografia ou do trabalho final do curso à CDPE, de nova bolsa de estudo a servidor que já a tenha usufruído, salvo quando se referir a curso de nível mais elevado que o anteriormente cursado.

2 Que servidor não pode se candidatar à bolsa de estudo? Não pode se candidatar à bolsa de estudo o servidor que estiver usufruindo de licença, afastado, impedido de participar de eventos de capacitação, recebendo bolsa de estudos para curso de língua estrangeira ou de pós-graduação, bem como aquele que se enquadrar no período de carência (quatro anos) citado no item anterior. Servidores em estágio probatório podem ser contemplados com a bolsa de estudo? Sim, podem ser contemplados com a bolsa de estudo. Servidores do CNJ podem participar do processo seletivo? Não. O processo seletivo é pré-requisito constante de regulamentação interna do STF, portanto somente os seus servidores são submetidos a ele. Qual o valor da bolsa de estudo? A bolsa de estudo será custeada na forma de reembolso ao servidor, correspondente a 50% do valor da matrícula e das mensalidades do curso. O reembolso limita-se a R$ 7.000,00 (sete mil reais) para pós-graduação lato sensu e R$ ,00 (quatorze mil reais) para pós-graduação stricto sensu e o servidor responsabiliza-se pelo pagamento do valor que exceder esse limite. A bolsa de estudo terá efeito retroativo? Não. O STF só ressarcirá as mensalidades posteriores à homologação do processo seletivo. No entanto, quem já estiver com curso em andamento poderá solicitar a bolsa e, se contemplado, terá direito ao ressarcimento das mensalidades com vencimento posterior à data de homologação do processo seletivo. O curso será considerado válido para fins de adicional de qualificação? A certificação no curso de pós-graduação somente ensejará o pagamento de adicional de qualificação se atendidos os critérios da Instrução Normativa que o regulamenta. Qual o procedimento para solicitação da bolsa de estudo? O interessado na bolsa de estudo deve: Preencher o formulário de solicitação, à disposição no drive N: Normativos; Anexar ao formulário prospecto ou outro documento da entidade promotora do curso, mencionando período de inscrição para processo seletivo, objetivo do curso, conteúdo programático, carga horária, data de início e término, horário do curso, pré-requisitos, custo e forma de pagamento;

3 Submeter o formulário de solicitação à chefia imediata, para manifestação; Encaminhar o formulário à Central de Atendimento ao Servidor para análise até o dia 12 de fevereiro de Quais os critérios para a seleção dos servidores inscritos no processo seletivo? A classificação dos servidores inscritos no processo seletivo é baseada nos fatores que seguem: a) Situação Funcional: CRITÉRIOS DE CLASSIFICAÇÃO a.1) Servidor ocupante de cargo efetivo no STF 15 a.2) Servidor em exercício provisório ou cedido ao STF para exercer função comissionada ou cargo em comissão no Tribunal b) Tempo de efetivo exercício no STF: b.1) até 3 anos 5 b.2) de 3 anos e 1 dia a 6 anos 10 b.3) de 6 anos e 1 dia a 9 anos 15 b.4) acima de 9 anos 20 5 c) Cargo: c.1) Técnico Judiciário c.2) Analista Judiciário d) Não ter sido beneficiado pelo STF com bolsa de estudo para curso de pós-gradução anteriormente. e) Solicitação de bolsa de pós-graduação em área vinculada às atribuições da unidade do servidor. f) Ter atuado como instrutor interno no STF, nos termos de normativo próprio deste Tribunal, nos dois anos anteriores ao do processo seletivo em curso: f.1) em qualquer área f.2) em área correlata à especialização g) Ter atuado como voluntário no STF, nos termos de normativo próprio deste Tribunal, nos dois anos anteriores ao do processo seletivo em curso MÁXIMO DE PONTOS 100 A classificação do servidor não gera direito à bolsa de estudo e será válida, tão somente, para o processo seletivo pleiteado. Havendo igualdade na pontuação obtida pelos candidatos, serão adotados os seguintes critérios de desempate:

4 I ser servidor do quadro efetivo do STF; II ter sido classificado e não ter sido contemplado com bolsa no processo seletivo imediatamente anterior; III ter mais tempo de serviço no STF; IV ter maior idade; V perceber menor remuneração mensal. estudo? Quais as OBRIGAÇÕES do servidor contemplado com a bolsa de O servidor contemplado com a bolsa de estudo assume o compromisso de: Entregar à CDPE: Termo de Compromisso preenchido e assinado; cópia do contrato firmado com a instituição e comprovante de matrícula; histórico escolar e certificado ou diploma de conclusão, bem como cópia do trabalho de conclusão do curso impressa, com a menção conferida, e em meio eletrônico, em até 90 (noventa) dias da data de encerramento do curso constante do contrato; avaliação do curso, em formulário próprio, no prazo estipulado pela CDPE; Apresentar, com o apoio da CDPE e no prazo por ela estipulado, o trabalho de conclusão do curso, com duração aproximada de trinta minutos, para representantes da CDPE, servidores da unidade na qual está lotado e demais servidores interessados no tema; Compartilhar bibliografia, periódicos e monografias complementares com os colegas de trabalho, sempre que solicitado ou considerar relevante; Prestar informações e esclarecimentos a respeito do curso e da instituição de ensino, bem como de seu aproveitamento em cada disciplina, quando solicitado pela CDPE; Informar à CDPE a ocorrência de alteração da data de início e de conclusão do curso, constantes do contrato, apresentando documentação comprobatória em até trinta dias a contar da referida alteração, sob pena de incorrer nas penalidades previstas no art. 20 da IN nº 104. Observação 1: a data de início do curso não poderá extrapolar o ano de 2010 e a prorrogação do fim do curso não poderá ultrapassar um ano daquela estabelecida no contrato. Observação 2: o tema do trabalho exigido para conclusão do curso deve estar relacionado com as atividades do Tribunal e cópia do trabalho final ficará à disposição dos servidores na intranet e na Biblioteca do STF. Atenção: caso o servidor seja contemplado com a bolsa de estudo e, por motivo devidamente justificado (não aprovação do processo seletivo da instituição de ensino ou desistência da instituição em promover o curso), fique impedido de usufruir do benefício, deverá informar o fato à CDPE (

5 Como será realizado o reembolso? O reembolso será depositado na conta bancária do servidor em até dez dias após a apresentação à CDPE do comprovante do pagamento por ele efetuado, no qual deve constar: nome e CNPJ da instituição de ensino; valor pago; período a que se refere o pagamento; data de vencimento da matrícula ou mensalidade e atesto firmado pelo servidor quanto à efetiva prestação do serviço. O servidor perde o direito ao ressarcimento se não apresentar o comprovante de pagamento em até trinta dias após o vencimento da matrícula ou mensalidade. Em nenhuma hipótese o Tribunal é responsável pelo pagamento das parcelas às instituições de ensino. Observação: É vedado o ressarcimento das seguintes despesas: aquisição de material didático; disciplinas cursadas novamente por motivo de aproveitamento insuficiente; disciplinas cursadas em decorrência de atraso, por parte do servidor, na conclusão do curso; multas em razão de atraso na liquidação do débito; pagamentos realizados por pessoa jurídica; e outras despesas que venham a ocorrer, julgadas pelo STF como de exclusiva responsabilidade do servidor. É possível realizar trancamento do curso? O servidor poderá efetuar o trancamento do curso, mediante prévia comunicação à Secretaria de Recursos Humanos, em razão de licença para acompanhar cônjuge ou companheiro, licença médica que inviabilize a continuidade do curso ou licença à gestante ou à adotante. Nos demais casos, o servidor deverá solicitar prévia autorização do Diretor-Geral. Que casos resultarão em cancelamento da bolsa de estudo? O benefício será cancelado nos casos de: Retorno ao órgão de origem, quando se tratar de servidor cedido ou em exercício provisório no STF; Requisição ou cessão do servidor para outro órgão. Além de ter o benefício cancelado, o servidor fica impedido de receber nova bolsa de estudo para curso de pós-graduação nos dois anos subsequentes e deve recolher aos cofres públicos o valor despendido pelo STF nos casos de: não cumprimento do compromisso de entregar à CDPE os documentos previstos na IN nº 104 (art. 14, I), bem como a não apresentação do trabalho de conclusão do curso (art. 14, II); não-conclusão do curso; trancamento do curso sem prévia autorização ou comunicação, conforme o caso; não solicitação de reembolso por noventa dias consecutivos, salvo nos casos de trancamento previstos na IN;

6 constatação, a qualquer tempo, da existência de declarações inexatas ou irregulares na documentação apresentada para obtenção da bolsa de estudos. O servidor que não permanecer no STF no período, no mínimo, igual ao do curso, a contar do encerramento da bolsa, terá o benefício cancelado, devendo recolher aos cofres públicos o valor total reembolsado pelo STF, proporcionalmente ao período restante para o cumprimento do prazo, nos casos de: exoneração de cargo efetivo e de cargo em comissão; demissão; licença para atividade política; licença para tratar de interesses particulares; licença para mandato classista; afastamento para mandato eletivo; posse em outro cargo público inacumulável; retorno ao órgão de origem em caso de servidor cedido ou em razão de término do exercício provisório. Em que momento considera-se encerrada a bolsa de estudos? Considera-se encerrada a bolsa de estudos na data da entrega do histórico escolar e certificado ou diploma de conclusão, bem como cópia do trabalho de conclusão impressa, com a menção conferida, e em meio eletrônico, em até noventa dias da data de encerramento do curso constante do contrato, bem como da entrega da avaliação do curso, em formulário próprio. Não serão aceitas declarações ou certidões de conclusão de cursos. Observação: Os certificados de conclusão de cursos de pós-graduação lato sensu, na modalidade presencial ou à distância, devem ser obrigatoriamente registrados pela Instituição credenciada pelo Ministério da Educação e que efetivamente ministrou o curso.

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