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1 1 HÁBITO DE LEITURA DOS RÓTULOS DE ALIMENTOS LÁCTEOS POR CONSUMIDORES DE SUPERMERCADOS EM SINOP, MT Patrícia Gelli Feres de Marchi - Naiá Carla Marchi de Rezende-Lago 2 Juliana Aparecida de Souza Pachemshy 3 RESUMO O presente estudo teve como objetivo estudar o hábito de leitura dos consumidores em relação às informações contidas nos rótulos de alimentos lácteos de diferentes supermercados de Sinop, MT. Foram entrevistados 225 consumidores, de forma aleatória, o estudo mostrou que o leite foi o produto lácteo mais procurado pelos consumidores de ambos os sexos, sendo que a maioria dos entrevistados costumam ler o rótulos dos alimentos lácteos, porém a prática de leitura é principalmente o prazo de validade. Foi observado também que a leitura dos rótulos dos alimentos lácteos está relacionada com o nível de escolaridade dos consumidores. Palavras-chave: Rotulagem, produtos lácteos, legislação ABSTRACT This study aimed to investigate the reading habits of consumers in relation to the information contained in dairy food labels of different supermarkets of Sinop, Mt. were interviewed 225 consumers randomly, the study showed that the milk was dairy product most sought by consumers of both sexesthe majority of respondents tend to read the labels of foods milk, but the practice of reading is mostly the period of validity. It was noted also that reading the labels of foods milk is related to the level of education of consumers. Keywords: Labelling, dairy products, legislation 1. INTRODUÇÃO A legislação brasileira define rótulo como toda inscrição, legenda ou imagem, ou toda matéria descritiva ou gráfica, escrita, impressa, estampada, gravada, gravada em relevo ou litografada ou colada sobre a embalagem do alimento (ANVISA, 2002). Tais informações destinam-se identificar a origem, a composição e as características nutricionais dos produtos, permitindo o rastreamento dos mesmos, e constituindo-se, portanto, em elemento fundamental para a saúde pública. Cabe ressaltar que, no Brasil, as informações fornecidas através da rotulagem contemplam um direito assegurado pelo Código de Defesa do Consumidor. O código de defesa do consumidor deve ser uma arma eficiente contra abusos cometidos pelas empresas e pelos prestadores de serviços. Porém, para aquele que ele seja utilizado como instrumento de cidadania, é indispensável que a população esteja informada sobre o seu conteúdo e mecanismos, para que possa agir de forma correta nas reivindicações de seus direitos (GOES, 2000). A rotulagem dos alimentos permite orientar o consumidor sobre a qualidade e a quantidade dos constituintes nutricionais dos produtos, o consumidor tem o direito de saber quais os ingredientes, os valores nutricionais, a validade e informações adicionais sobre o produto, como o produto deve ser armazenado, visando promover uma melhor escolha da dieta por parte do consumidor (MANTOANELLI et al., 1999). O consumidor deve estar atento a todas as informações, principalmente o prazo de validade, Portanto a fidedignidade das informações é fator relevante para conferir segurança nutricional e alimentar (VALENTE, 2002). A rotulagem nutricional de alimentos é um apoio valioso para os consumidores, dando-lhes a oportunidade conhecer a composição do alimento, a segurança quanto à ingestão de nutrientes e energia, bem como informações importantes para a manutenção de sua saúde (FERREIRA e LANFER-MARQUEZ, 2007). A legislação brasileira tem por base o Codex Alimentarius, principal órgão internacional responsável pelo estabelecimento de normas sobre a segurança e a rotulagem de alimentos ( FERREIRA e LANFER- MARQUEZ, 2007). O Codex Alimentarius tem como objetivo a proteção da saúde do consumidor, fixando, para tanto, diretrizes relativas ao plantio, à produção e à comercialização de alimentos, que devem servir de orientação para os cerca de 165 países membros, entre eles o Brasil. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), ligada ao Ministério da Saúde, é responsável, entre outras atribuições, por fiscalizar a produção e a comercialização dos alimentos, além de normatizar a sua rotulagem. Nos anos de 2000 e 2001, a ANVISA elaborou a legislação que determina as informações nutricionais obrigatórias a serem veiculadas nos rótulos de alimentos ( ANVISA, 2001a, b). Essa legislação, juntamente com leis anteriores que estabeleciam padrões de qualidade, serve como baliza para as atividades de educação para o consumo saudável ( LIMA et al., 2003). Entretanto muitas informações contidas nos rótulos de alimentos, podem ser enganosas, com palavras ambíguas e termos vagos, podendo induzir o consumidor a adquirir um produto diferente do anunciado. Medidas legislativas, como regulamentações sobre rotulagem alimentar, promovem

2 190 a saúde e garante aos consumidores acesso a informações úteis e confiáveis (CELESTE, 2001). Um estudo realizado em Brasília, verificou-se, que apenas 25,7% dos consumidores nesse grupo liam os rótulos de todos os alimentos. Em geral a consulta se dava somente aos rótulos de alimentos específicos, como leites e derivados, enlatados, embutidos e produtos diet e light. Foram citados como os mais importantes objetivos da consulta aos rótulos o interesse acerca do número de calorias e da quantidade de gordura e sódio (MONTEIRO et al., 2005). Um estudo, realizado com freqüentadores de supermercados em Niterói, concluiu que 61% dos entrevistados liam os rótulos dos produtos que compravam; porém, a autora ressaltou que tal conduta referia-se, particularmente, àqueles consumidores com problemas de saúde ou de classe social mais elevada (MARTINS, 2004). Por outro lado, vários estudos identificaram a dificuldade do consumidor de compreender as informações disponibilizadas nos rótulos dos alimentos por não serem claras. Além disso, muitos consumidores não conheciam a rotulagem nutricional, e alguns não demonstraram interesse por esses dados (FERRAZ, 2001; MANDON, 2003; SILVA, 2003; MARTINS, 2004). Tendo em vista as grandes promoções de produtos lácteos ocorridas nos supermercados, principalmente quando eles se aproximam do prazo de validade, e a obrigatoriedade do cumprimento da legislação sobre a rotulagem por parte dos fabricantes, viu-se a importância de averiguar o comportamento do consumidor, diante das informações contidas nos rótulos durante a aquisição destes produtos. 2. MATERIAL E MÉTODOS O presente estudo será realizado no Município de Sinop, nos seguintes supermercados: Aurora, Machado e Tigre, da região central de Sinop. Foram abordados de forma aleatória pessoas freqüentadoras dos supermercados, consumidoras da seção de laticínios, totalizando uma amostra de 225 consumidores que responderam voluntariamente ao questionário (anexo 1). Esta prática terá como objetivo identificar o interesse do consumidor pelas informações contidas nas embalagens e traçar o perfil destes consumidores em relação às características sócio-econômicas. Os dados serão coletados ao longo de 4 semanas, no segundo semestre de 2008 por alunos da Universidade Federal de Mato Grosso, Campus de Sinop, devidamente treinados para esse fim. 3. RESULTADOS E DISCUSSÃO No Quadro 1 observa-se os dados das características sócio-econômicas dos consumidores de produtos lácteos entrevistados em supermercados de Sinop, MT, nota-se que em relação ao sexo, as mulheres representavam a maioria (64,15%) dos consumidores, quanto a faixa etária, 36,49% representavam consumidores até 30 anos de idade. Em relação à escolaridade, 29,86% dos entrevistados possuía o ensino fundamental incompleto e a grande maioria apresentava renda familiar de 1 a 5 salários mínimos (64,6 2%) e estado civil (66,98%) eram casados. O Quadro 2 mostra que o produto lácteo mais consumido foi o leite (65,9%) em relação ao número de questionários respondidos, e também foi o produto lácteo mais consumido tanto pelo sexo feminino (64,71%), quanto pelo sexo masculino (68,0%) (Quadro 3). O Quadro 4 mostra qual o produto lácteo consumido frequentemente pelas pessoas entrevistadas, segundo a renda, podemos observar que o leite foi o alimento mais consumido por aqueles que não possuíam nenhum tipo de renda (69,23%), enquanto que os consumidores de menos de 1 salário a 5 salários mínimos, os produtos mais consumidos foram o leite e a manteiga. Os de 6 a 10 salários mínimos consumiam de igual forma o leite e o yogurte (48,15%), já aqueles que ganhavam mais de 10 salários mínimos adquiriam com maior frequência o leite e a manteiga (61,54%), seguidos do yogurte e o queijo (53,85%). No Quadro 5 podemos observar que 43,80% dos entrevistados não consomem produtos lácteos diretamente do produtor, porém 32% ainda consomem produtos como o leite. Quanto à leitura dos rótulos dos produtos lácteos, 71,90% dos entrevistados costumam ler os rótulos dos alimentos e apenas 26,67% não leem (Quadro 6). A porcentagem de pessoas do sexo masculino que leem os rótulos dos alimentos é 70,27% e a do sexo feminino é de 72,79%, como mostra o Quadro 7. Pelo Quadro 8 podemos observar a maior porcentagem de pessoas que costumam ler frequentemente os rótulos dos alimentos, são aqueles com nível superior completo (68,0%) e os que possuem pós-graduação (96,15%), em relação aqueles que não leem os rótulos. A maior parte desses consumidores possuem renda de 6 a 10 salários mínimos (Quadro 9). As informações que os consumidores costumam ler frequentemente são o prazo de validade (86,90%) e as informações nutricionais (23,80%), como se observa no Quadro 10. Pelo Quadro 11 notase que 35,76% dos entrevistados acham que os rótulos esclarecem bem o conteúdo do produto, porém 36,36 acham que as informações neles contidas são confusas e 25,45% acham que essas mesmas informações não são suficientes (Quadro11). Oliveira e Marucci (1998) verificando a opinião dos consumidores em relação às informações contidas nos rótulos dos alimentos observaram que os consumidores dão mais atenção ao prazo de validade, conforme o presente estudo. As mulheres acharam que os rótulos são confusos, já os homens acharam que os rótulos esclarecem bem o conteúdo dos produtos. Fernandes (2000) estudando o comportamento dos consumidores em relação aos aditivos em óleos e gorduras observaram que o prazo de validade é a

3 191 grande preocupação por parte dos consumidores corroborando com o presente estudo. Freitas et al. (2004) analisaram o comportamento e perfil do consumidor em relação às informações contidas nos rótulos de produtos lácteos, em supermercados de diferentes distritos da cidade de Natal, RN e verificaram que existe uma prática de leitura, principalmente, do prazo de validade, o leite foi o produto mais procurado pelos entrevistados, de acordo com este estudo. O Quadro 12 mostra que 91,98% dos entrevistados nunca utilizou o serviço de atendimento ao consumidor e 8,02% já utilizou esse serviço, desses 64,71%, o tipo de solicitação utilizada foi reclamações referentes ao produto (Quadro13). Através dos resultados obtidos neste trabalho, sobre o hábito de leitura dos rótulos dos produtos lácteos por consumidores em supermercados de Sinop, MT, podemos concluir que: Conclui-se que o leite foi o produto lácteo mais procurado pelos consumidores de ambos os sexos. A maioria dos entrevistados costumam ler o rótulos dos alimentos lácteos, de ambos os sexos. A leitura dos rótulos dos alimentos lácteos está relacionada com o nível de escolaridade dos consumidores. A maioria dos consumidores entrevistados costumam ler somente o prazo de validade. Quadro 1: Características sócio-econômicas dos consumidores de produtos lácteos em supermercados de Sinop/MT Sexo % Masculino 35,85 Feminino 64,15 Faixa Etária % Até 30 anos 36,49 31 a 40 30,81 41 a 50 18,96 51 a 60 8,06 Mais de 60 5,69 Escolaridade % Fundamental incompleto 29,86 Fundamental completo 13,74 Médio incompleto 5,21 Médio Completo 21,80 Superior incompleto 12,32 Superior completo 12,32 Pós-graduado 4,74 Renda % Sem renda 12,26 Menos de 1 sal. * 4,25 1 a 5 sal. 64,62 6 a 10 sal. 12,74 Mais de 10 sal. 6,13 Estado civil % Solteiro 25,00 Viúvo 1,89 Casado 66,98

4 192 Outros 5,19 Divorciado 0,94 *sal. mín= salários mínimos Quadro 2: Produto lácteo consumido frequentemente. Produto lácteo % em relação ao nº de respostas* % em relação ao nº de questionários** Nata 2,30 4,30 Leite 35,80 65,90 Petit suisse 4,60 8,50 Manteiga 18,30 33,60 Queijo 12,60 23,20 Outros 1,80 3,30 Yogurte 19,10 35,10 Leite fermentado 2,80 5,20 Todos 2,60 4,70 Totais 100,00 183,90 * Valor calculado em relação ao número de respostas (Alguns entrevistados marcaram vários itens) ** Valor calculado em relação ao número de questionários respondidos. Quadro 3: Produto lácteo consumido frequentemente, segundo o sexo. Sexo Produto lácteo Masculino Feminino Total % % % em relação ao nº de questionários Nata 4,00 4,41 4,3 Leite 68,00 64,71 65,9 Petit suisse 2,67 11,76 8,5 Manteiga 34,67 33,09 33,6 Queijo 26,67 21,32 23,2 Outros 0,00 5,15 3,3 Yogurte 33,33 36,03 35,1 Leite fermentado 2,67 6,62 5,2 Todos 4,00 5,15 4,7 Total 176,00 188,24 183,90 Quadro 4: Produto lácteo consumido frequentemente, segundo a renda. Produto lácteo Sem renda Menos de 1 sal. Renda 1 a 5 sal. 6 a 10 sal. Mais de 10 sal. % % % % % % Nata 0,00 0,00 4,41 7,41 7,69 4,30 Leite 69,23 55,56 69,85 48,15 61,54 65,90 Petit suisse 7,69 0,00 8,82 3,70 23,08 8,50 Manteiga 34,62 55,56 32,35 18,52 61,54 33,60 Queijo 23,08 11,11 19,85 29,63 53,85 23,20 Outros 0,00 0,00 4,41 0,00 7,69 3,30 Yogurte 42,31 11,11 30,88 48,15 53,85 35,10 Total

5 193 Leite fermentado 11,54 22,22 2,21 7,41 7,69 5,20 Todos 3,85 11,11 3,68 11,11 0,00 4,70 Total 192,31 166,67 176,47 174,07 276,92 183,80 Quadro 5: Produtos lácteos consumidos diretamente do produtor. % em relação ao nº de Produto lácteo respostas % em relação ao nº de questionários Não consome 41,20 43,80 Nata 2,20 2,30 Leite 30,10 32,00 Manteiga 2,90 3,10 Queijo 21,30 22,70 Outros 1,50 1,60 Leite fermentado 0,70 0,80 Totais 100,00 106,30 Quadro 6: Leitura do rótulo dos produtos lácteos. Costuma ler? % Sim 71,90 Não 26,67 Às vezes 1,43 Total 100,00 Quadro 7: Leitura do rótulo dos produtos lácteos, segundo o sexo. Sexo Costuma ler? Masculino Feminino Total % % % Sim 70,27 72,79 71,90 Não 28,38 25,74 26,67 Às vezes 1,35 1,47 1,43 Total 100,00 100,00 100,00 Quadro 8: Leitura do rótulo dos produtos lácteos, segundo a escolaridade. Costuma ler? Fund. Incom. Fund. Comp. Médio incomp. Escolaridade Médio Comp. Superior incomp. Sup. Comp. Pósgrad. % % % % % % % % Sim 64,52 62,07 54,55 73,91 68,00 96,15 100,00 71,90 Não 33,87 31,03 45,45 26,09 32,00 3,85 0,00 26,67 Às vezes 1,61 6,90 0,00 0,00 0,00 0,00 0,00 1,43 Total 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 Total

6 194 Quadro 9: Leitura do rótulo dos produtos lácteos, segundo a renda. Costuma ler? Sem renda Menos de 1 sal. Renda 1 a 5 sal. 6 a 10 sal. Mais de 10 sal. % % % % % % Total Sim 57,69 55,56 70,59 96,15 76,92 71,90 Não 42,31 44,44 27,21 3,85 23,08 26,67 Às vezes 0,00 0,00 2,21 0,00 0,00 1,43 Total 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 100,00 Quadro 10: Informações que os consumidores costumam ler nos rótulos dos produtos lácteos. % em relação ao nº de Informações lidas nos rótulos respostas % em relação ao nº de questionários Prazo de validade 54,50 86,90 Ingredientes 11,60 18,50 Data de fabricação 8,60 13,70 Outros 3,00 4,80 Informações nutricionais 14,90 23,80 Registro do M. A.* 1,90 3,00 Nome e endereço do fabricante 5,60 8,90 Totais 100,00 159,50 M.A.= Ministério da Agricultura Quadro 11: Esclarecimento das informações contidas nos rótulos dos produtos lácteos. Informações dos rótulos % Esclarece bem o conteúdo do produto 35,76 São confusas 36,36 Não são suficientes 25,45 Outros 2,42 Total 100,00 Quadro 12: Utilização do serviço de atendimento ao consumidor. Já utilizou? N de entrevistados % Sim 17 8,02 Não ,98 Total ,00 Quadro 13: Solicitação utilizada através do serviço de atendimento ao consumidor. Já utilizou? N de entrevistados % Esclarecimento de dúvidas 5 29,41 Sugestões 1 5,88 Reclamações 11 64,71 Total ,00

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