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1 Esta síntese apresenta a linha de base dos indicadores referentes às metas do PNE. O documento consiste em análises descritivas das séries históricas dos indicadores selecionados pelo Ministério da Educação e pelo Inep para o monitoramento das metas no período de vigência do Plano. As informações foram extraídas dos dados provenientes dos censos e avaliações do Inep (Censo Escolar, Censo da Educação Superior, SAEB e Ideb), do IBGE (PNAD e Censo Demográfico) e da CAPES (dados da pós-graduação), disponíveis na data de promulgação da Lei do PNE, em 25 de junho de 204.

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3 LINHA DE BASE-SÍNTESE Apresentação Este documento é uma síntese dos estudos da Linha de Base do PNE ( ), desenvolvida pela Dired/Inep. Seu objetivo é oferecer uma contextualização das condições educacionais relacionadas a cada uma das metas do Plano no início de sua vigência, considerando os dados disponíveis na data de sua publicação. A Linha de Base foi construída a partir da análise descritiva das séries históricas contendo as trajetórias recentes dos indicadores selecionados pelo MEC e pelo INEP para o acompanhamento das metas do PNE. Nesta síntese são apresentados, para o Brasil, os resultados dos dados relativos aos indicadores no ano de 203 e suas respectivas séries históricas. Essas séries variam conforme a disponibilidade das bases de dados e da natureza do indicador. Assim, alguns intervalos têm início em 2004 e outros em 2008, 2009 ou 202. Além das informações constantes desta síntese, a publicação Linha de Base também apresenta desagregações territoriais e referentes a grupos sociais, como negros, residentes no campo e renda domiciliar, de forma a apreender diferenças no alcance das metas. Os resultados aqui apresentados são preliminares e poderão sofrer alterações em razão do aperfeiçoamento de indicadores em futuras publicações. Diretoria de Estudos Educacionais - Dired Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira - Inep

4 META Universalizar, até 206, a educação infantil na pré-escola para as crianças de 4 (quatro) a 5 (cinco) anos de idade e ampliar a oferta de educação infantil em creches de forma a atender, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das crianças de até 3 (três) anos até o final da vigência deste PNE. A - Percentual da população de 4 e 5 anos que frequenta a escola. B - Percentual da população de 0 a 3 anos que frequenta a escola. 90% Meta para 206: universalização 50% Meta para 2024: 50% 80% 70% 60% 6,5 62,8 67,5 70,0 72,7 74,8 77,4 78, 8,4 40% 30% 20% 3,4 3,0 5,4 7,0 8, 8,4 20,8 2,2 23,2 50% 0% 40% % Fonte: PNAD/IBGE Elaborado pela Dired/Inep. De 2004 a 203, registrou-se expansão do acesso à pré-escola em 9,9 pontos percentuais, alcançando, em 203, 8,4% das crianças de 4 a 5 anos. Apesar do crescimento verificado no período, persiste uma desigualdade de 0,7 pontos percentuais entre as crianças do campo e da cidade e de 6,3 pontos percentuais entre os grupos de renda (25% mais ricos e 25% mais pobres), o que impõe desafios à universalização do acesso escolar de forma mais equânime. O acesso das crianças à creche também aumentou no período de 2004 a 203. O aumento foi de cerca de 0 pontos percentuais, o que equivale a uma expansão de 73,%. Apesar dessa ampliação, a desigualdade de acesso à creche permaneceu elevada, especialmente para as crianças das regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, para as residentes nas áreas rurais, para a população negra e para as pertencentes ao grupo das famílias 25% mais pobres.

5 META 2 Universalizar o ensino fundamental de 9 (nove) anos para toda a população de 6 (seis) a 4 (quatorze) anos e garantir que pelo menos 95% (noventa e cinco por cento) dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada, até o último ano de vigência deste PNE. 2A - Percentual da população de 6 a 4 anos que frequenta a escola. 00% Meta para 2024: universalização 2B - Percentual de pessoas de 6 anos de idade com pelo menos o Ensino Fundamental concluído. Meta para 2024: 95% 00% 95% 96, 96,5 96,9 97,0 97,5 97,6 98,2 98,2 98,4 90% 90% 80% 85% 80% 75% 70% 60% 53,0 54,5 55,6 57,5 58,6 60,5 62,7 65,3 66,7 70% 50% Fonte: PNAD/IBGE Elaborado pela Dired/Inep. Com a evolução do processo de inclusão escolar ocorrido no período de 2004 a 203, o acesso da população de 6 a 4 anos à escola está praticamente universalizado. As desigualdades de acesso diminuíram, mas ainda existem. Todas as desagregações realizadas para o Indicador 2A (rural e urbano, sexo, raça/cor e renda) indicam uma tendência de redução das desigualdades nos últimos anos. Para os 25% mais pobres o indicador atingiu, em 203, 97,7%, e, para os mais ricos, 99,7%. Em relação ao Indicador 2B, verificou-se a melhoria na conclusão do Ensino Fundamental na idade certa (até os 6 anos) no período de 2004 a 203. Será preciso aumentar o ritmo de crescimento para que se atinja a meta mínima de 95% em 2024, principalmente para os residentes no campo, cujo percentual em 203 foi de 52,6% e para os negros, 60%.

6 META 3 Universalizar, até 206, o atendimento escolar para toda a população de 5 (quinze) a 7 (dezessete) anos e elevar, até o final do período de vigência deste PNE, a taxa líquida de matrículas no ensino médio para 85% (oitenta e cinco por cento). 3A - Percentual da população de 5 a 7 anos que frequenta a escola. Meta para 206: Universalização 3B - Taxa de escolarização líquida no Ensino Médio da população de 5 a 7 anos. Meta para 2024: 85% 00% 95% 90% 85% 80% 75% 70% 85,2 84, 83,7 84,2 84,3 8,8 8,6 82, 82, % 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 0% 0% 44,7 45,6 47,3 48, 50,6 5, 5,8 54,2 55, Fonte: PNAD/IBGE Elaborado pela Dired/Inep. O percentual de jovens de 5 a 7 anos que frequenta a escola variou pouco na última década, passando de uma cobertura de 8,8% para 84,3%. Em 203, os jovens negros (83%), residentes no campo (83,%) e grupos de menor renda (80,9%) possuíam percentuais de frequência à escola significativamente inferiores aos percentuais dos brancos (86,3%), dos residentes nas cidades (86,4)% e dos pertencentes aos grupos de maior renda (9,7%). Em 203, a taxa líquida de matrículas no Ensino Médio para os jovens de 5 a 7 anos era de 55,3%. Entre os jovens das regiões Norte (45,%) e Nordeste (46,4%), os valores eram menores do que os de outras regiões e bem abaixo dos resultados nacionais (55,3%). Entre os 25% mais pobres, o percentual era ainda menor (42,2%).

7 META 4 Universalizar, para a população de 4 (quatro) a 7 (dezessete) anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento (TGD) e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados. 4A - Percentual da população de 4 a 7 anos com deficiência que frequenta a escola. Meta para 2024: Universalização Resultado Brasil 200: 85,8% 4B - Percentual de matrículas em classes comuns do Ensino Regular e/ou EJA da Educação Básica de alunos de 4 a 7 anos de idade com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. Meta para 2024: Universalização 00% 90% 80% 77, 8,7 84,3 85,5 70% 69, 60% 50% Fonte: Censo Demográfico/ IBGE. Elaborado pela Dired/Inep. Ano: 203 Fonte: Censo da Educação Básica/Inep. Elaborado pela Dired/Inep. O Indicador 4A, calculado a partir dos dados do Censo Demográfico, revela que 85,8% população com deficiência de 4 a 7 frequentava a escola em 200. Os dados de acesso à escola entre a população de 4 a 7 anos com deficiência (Indicador 4A) apresentam números inferiores para os mais pobres (85,6%), os residentes no campo (8,9%) e os de cor/raça indígena (75,9%), preta (84,7%) ou parda (85,7%), em comparação aos mais ricos (90,6%), residentes nas áreas urbanas (86,7%) e brancos (86,2%) da mesma faixa etária. O Indicador 4B, calculado a partir do Censo da Educação Básica, mostra que, em 203, 83,5% das matrículas dos alunos de 4 a 7 anos de idade com deficiência, TGD e altas habilidades ou superdotação eram em classes comuns do ensino regular e/ou da EJA. Durante o período de 2009 a 203, as matrículas desses alunos em classes comuns aumentaram 6, pontos percentuais.

8 META 5 Alfabetizar todas as crianças, no máximo, até o final do 3o (terceiro) ano do ensino fundamental. TRAJETÓRIA DO INDICADOR BRASIL 5 - Taxa de alfabetização de crianças de 9 e 0 anos matriculadas ou que concluíram o 3º (terceiro) ano do ensino fundamental. 00% Meta até 2024: todas as crianças alfabetizadas até o final do 3º ano 98% 97,0 97,3 97,5 97,5 97,7 98, 98,3 97,9 98, 96% 94% 92% 90% Fonte: PNAD/IBGE Elaborado pela Dired/Inep. A análise das taxas de alfabetização de crianças de 9 e 0 anos que concluíram o 3º (terceiro) ano do ensino fundamental, no nível Brasil, mostrou que em 203 o país tinha se aproximado da universalização (98,%), demonstrando um processo de crescimento em relação ao ano de Entre os residentes no campo a taxa de alfabetização era de 95,3%, entre os negros, 97,6%, e entre os 25% mais pobres a taxa era de 96,2%.

9 META 6 Oferecer educação em tempo integral em, no mínimo, 50% (cinquenta por cento) das escolas públicas, de forma a atender, pelo menos, 25% (vinte e cinco por cento) dos (as) alunos (as) da educação básica. SITUAÇÃO DOS INDICADORES - BRASIL 6A - Percentual de escolas públicas com alunos que permanecem pelo menos 7h em atividades escolares. Meta para 2024: 50% das escolas públicas com oferta de educação em tempo integral 6B - Percentual de alunos que permanecem pelo menos 7h em atividades escolares. Meta para 2024: 25% dos alunos da educação básica em tempo integral 34,7% Brasil 203 3,2% Brasil 203 Fonte: INEP/Censo Escolar da Educação Básica. Elaboração: MEC Portal Planejando a Próxima Década Em 203, 34,7% de escolas públicas tinham pelo menos um aluno que permanecia pelo menos 7h em atividades escolares. No total, 3,2% dos alunos permaneciam em tempo integral em atividades escolares. As regiões Norte e Nordeste apresentaram os menores percentuais de escolas públicas com alunos que permanecem pelo menos 7h em atividades escolares, 20,0% e 27,5% respectivamente. Para o Centro-Oeste, Sul e Sudeste, os percentuais foram, respectivamente: 49,5%, 47,5% e 44,7%. No que diz respeito ao Indicador 6B, referente ao percentual de alunos que permanecem pelo menos 7h em atividades escolares, observou-se que, em 203, o Sul ocupou o primeiro lugar (4,9%) seguido pelo Nordeste (4,7%), Centro-Oeste (3,0%), Sudeste (2,0%) e Norte (0,8%).

10 META 7 Fomentar a qualidade da educação básica em todas as etapas e modalidades, com melhoria do fluxo escolar e da aprendizagem de modo a atingir as seguintes médias nacionais para o Ideb: IDEB Anos iniciais do ensino fundamental 5,2 5,5 5,7 6 Anos finais do ensino fundamental 4,7 5 5,2 5,5 Ensino médio 4,3 4,7 5 5,2 7A - IDEB dos anos iniciais do ensino fundamental. 7B - IDEB dos anos finais do ensino fundamental ,8 4,2 3,9 4,6 4,2 5,0 5,2 4,6 4,9 5,2 5,5 5,7 6, ,5 3,8 4,0 4, 4,2 3,5 3,7 3,9 4,4 4,7 5,0 5,2 5, Ideb Metas Ideb Metas 6 7C - IDEB do ensino médio ,4 3,5 3,6 3,7 3,7 3,4 3,5 3,7 3,9 4,3 4,7 5,0 5, Ideb Metas Fonte: Ideb/Inep Elaborado pela Dired/Inep As metas do Ideb estabelecidas para os Anos Iniciais do Ensino Fundamental vêm sendo alcançadas até 203 quando o a meta foi superada em 0,3 ponto. Para os Anos Finais do Ensino Fundamental, o Ideb foi de 4,2 em 203, 0,2 abaixo da meta estabelecida para aquele ano. Para o Ensino Médio, o Ideb foi de 3,7 em 203, ficando também a 0,2 ponto de atingir a meta daquele ano. Essa etapa foi a única a não apresentar crescimento entre 20 e 203.

11 META 8 Elevar a escolaridade média da população de 8 (dezoito) a 29 (vinte e nove) anos, de modo a alcançar, no mínimo, 2 (doze) anos de estudo no último ano de vigência deste Plano, para as populações do campo, da região de menor escolaridade no País e dos 25% (vinte e cinco por cento) mais pobres, e igualar a escolaridade média entre negros e não negros declarados à Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE A - Escolaridade média da população de 8 a 29 anos de idade. Meta 2024: 2 anos 8,3 8,5 8,8 9,0 9,2 9,4 9,5 9,7 9, C - Escolaridade média da população de 8 a 29 anos de idade entre os 25% mais pobres. 8B - Escolaridade média da população de 8 a 29 anos de idade residente em área rural Meta 2024: 2 anos 5,5 5,9 6,2 6,5 6,7 7,0 7,3 7,6 7, D - Razão entre a escolaridade média da população negra e da população não negra de 8 a 29 anos. Meta 2024: 2 anos Meta 2024: 00% 00% 95% 90% 79,7 80,9 8,3 82,4 83,3 84,0 85,6 85,6 86,6 85% 80% 75% 70% 65% 60% 55% 50% 45% 40% 5,7 5,9 6,3 6,6 6,8 7, 7,4 7,7 7, Fonte: PNAD/IBGE Elaborado pela Dired/Inep. No período de 2004 a 203 ocorreu um processo geral de ascensão na escolaridade média da população de 8 a 29 anos de idade, saindo de uma média de 8,3 anos em 2004 para 9,8 anos em 203. Em 203, as populações do campo apresentaram escolaridade média de 7,8 anos. Na região Nordeste, a escolaridade média das populações do campo era ainda menor, 7,3 anos. Em relação aos 25% mais pobres da população, a escolaridade média era de 7,9 anos em 203. O Indicador 8D é calculado pela razão entre a média da escolaridade da população negra e média da escolaridade da população não negra. Em 203, a escolaridade média dos negros era de 9,8 anos, enquanto a dos não negros era de 0,6 anos, o que equivale a uma razão de 86,6%.

12 META 9 Elevar a taxa de alfabetização da população com 5 (quinze) anos ou mais para 93,5% (noventa e três inteiros e cinco décimos por cento) até 205 e, até o final da vigência deste PNE, erradicar o analfabetismo absoluto e reduzir em 50% (cinquenta por cento) a taxa de analfabetismo funcional. 00% 95% 90% 85% 80% 9A - Taxa de alfabetização da população de 5 anos ou mais de idade. 88,5 88,9 Meta até 205: 93,5% Meta até 2024: 00% 89,5 89,9 90,0 90,3 9,4 9,3 9, % 45% 40% 35% 30% 25% 20% 5% 0% 5% 0% 9B - Percentual da população de 5 anos ou mais de idade sem os anos iniciais do ensino fundamental concluídos. 38,4 37,9 Meta para 2024: 5,3% 36,6 35,0 32,8 32, 28,3 30,6 29, Fonte: PNAD/IBGE Elaborado pela Dired/Inep. No intervalo analisado ( ), foi possível apreender um crescimento na taxa de alfabetização (Indicador 9A) da população de 5 anos ou mais, visto que ela se moveu de 88,5%, em 2004, para 9,5% no ano de 203, o que posicionou o indicador em 2 pontos percentuais abaixo do proposto pela meta. Em 203, a taxa de alfabetização era menor para a população residente no campo (79,2%), negros (88,5%) e para os 25% mais pobres (86,2%). Em relação à taxa de analfabetismo funcional (Indicador 9B), também foi observada uma tendência de queda ao longo do intervalo investigado, de modo que ela foi reduzida em 9 pontos percentuais, passando de 38,4%, em 2004, para 29,4% em 203. Em 203, a taxa de analfabetismo funcional era maior para as populações do campo (54,8%), para os 25% mais pobres (46,5%) e para os negros (35,8%).

13 META 0 Oferecer, no mínimo, 25% (vinte e cinco por cento) das matrículas de educação de jovens e adultos, nos ensinos fundamental e médio, na forma integrada à educação profissional. TRAJETÓRIA DO INDICADOR - BRASIL 0 - Percentual de matrículas de Educação de Jovens e Adultos na forma integrada à Educação Profissional. 25% Meta para 2024: 25% 20% 5% 0% 5% 0% 2,8 2,8 0,4 0,5,2, Fonte: Censo da Educação Básica/Inep. Elaborado pela Dired/Inep Observa-se um aumento do percentual de matrículas de Educação de Jovens e Adultos na forma integrada à Educação Profissional no Brasil entre 2008 e 203. A análise das Grandes Regiões do País revela que o Nordeste (4,5%) e o Norte (2,8%) são as maiores responsáveis pelo referido aumento. Em 203, ocorreu uma perda de participação das esferas federal (2,6%) e privada (6,5%), cujo espaço passou a ser ocupado pelas redes municipais (36,3%) e, principalmente, estaduais (44,6%). Entre aqueles que declararam raça/cor, em todos os anos analisados, a proporção de negros foi superior a de brancos. Em 203, os negros representavam 47,3% das matrículas, enquanto os brancos representavam 0,%. Um destaque pode ser conferido à variação positiva na proporção de indivíduos do sexo feminino matriculados no período. Em 2008, 50,5% das matrículas eram ocupadas por alunas e, em 203, este valor passou para 60,9%.

14 META Triplicar as matrículas da educação profissional técnica de nível médio, assegurando a qualidade da oferta e pelo menos 50% (cinquenta por cento) da expansão no segmento público. A - Matrículas em educação profissional técnica de nível médio. Meta para 2024: matrículas B - Matrículas em educação profissional técnica de nível médio na rede pública. Meta para 2024: matrículas Fonte: Censo da Educação Básica/Inep. Elaborado pela Dired/Inep O número absoluto de matrículas em Educação Profissional Técnica de Nível Médio aumentou entre 2008 e 203 no Brasil, partindo de matrículas em 2008 e totalizando matrículas em 203, ou seja, um aumento de matrículas ao longo de 5 anos. Em 203, as redes privadas eram responsáveis por 44,8% das matrículas, as redes estaduais por 38,3%, a rede federal por 5,% e as redes municipais por apenas 2,3%. Em relação à Educação Profissional Técnica de Nível Médio na rede pública, houve um crescimento no período entre 2008 e 203, partindo de para matrículas. Em 203, o segmento público era responsável por 56,2% do total dessas matrículas.

15 META 2 Elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% (cinquenta por cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população de 8 (dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão para, pelo menos, 40% (quarenta por cento) das novas matrículas, no segmento público. 2A - Taxa de escolarização bruta na educação superior da população de 8 a 24 anos. Meta para 2024: 50% 40% 30% 20% 8,6 9,9 22,5 24,2 25,5 26,7 27,8 28,7 30,3 0% 0% B - Taxa de escolarização líquida ajustada na educação superior da população de 8 a 24 anos. Meta para 2024: 33% 25% 20% 5% 0% 2,3 3, 4,6 5,5 6,2 7,5 8,3 8,8 20,2 2C Expansão das novas matrículas no segmento público. Meta para 2024: 40% 23,3% Brasil % 0% Fonte: PNAD/IBGE Elaborado pela Dired/Inep. No período observado ocorreu um crescimento quase constante da taxa de escolarização bruta e da taxa líquida de escolarização ajustada entre 2004 e 203. Em 203, a taxa líquida de escolarização ajustada era 20,2%. Houve uma redução das desigualdades relativas na oferta de Educação Superior entre as diferentes regiões. Houve também redução das desigualdades relativas no acesso à Educação Superior entre os grupos sociais historicamente desfavorecidos e os grupos mais privilegiados. Entretanto as desigualdades continuam grandes, tanto na oferta de Educação Superior nas diferentes localidades quanto no acesso de diferentes grupos sociais. Entre 2004 e 203, o segmento público foi responsável por 23,3% da expansão das matrículas.

16 META 3 Elevar a qualidade da educação superior e ampliar a proporção de mestres e doutores do corpo docente em efetivo exercício no conjunto do sistema de educação superior para 75% (setenta e cinco por cento), sendo, do total, no mínimo 35% (trinta e cinco por cento) doutores. TRAJETÓRIA DO INDICADOR - BRASIL 3A - Percentual de docentes na Educação Superior com Mestrado ou Doutorado. 3B - Percentual de docentes na Educação Superior com Doutorado. Metas para 2024: 75% de mestres ou doutores e 35% de doutores. 00% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 0% 0% 65, 67,2 69,6 7,8 6,4 27, 29,2 30,6 32,3 33, Indicador 3A Indicador 3B Fonte: Censo da Educação Superior/Inep. Elaborado pela Dired/Inep Entre 2009 e 203, o número de docentes com mestrado ou doutorado cresceu 0,4 pontos percentuais. Em 203, esse percentual era de 7,8%. O número de docentes com doutorado cresceu 6,7 pontos percentuais entre 2009 e 203. Em 203, esse percentual era de 33,8%. As análises mais aprofundadas apontam para algumas situações de desigualdade. A Região Norte apresenta os menores percentuais de docentes com mestrado ou doutorado (60,8%). No que diz respeito a organização acadêmica, as faculdades precisam avançar no que diz respeito ao percentual de mestres ou doutores (53,0%). Já os centros universitários necessitam ampliar a proporção de doutores (6,8%).

17 META 4 Elevar gradualmente o número de matrículas na pós-graduação stricto sensu, de modo a atingir a titulação anual de (sessenta mil) mestres e (vinte e cinco mil) doutores A - Número de títulos de mestrado concedidos por ano. Meta para 2024: 60 mil mestres titulados por ano Ano B - Número de títulos de doutorado concedidos por ano. Meta para 2024: 25 mil doutores titulados ao ano Fonte: GEOCAPES. Elaborado pela Dired/Inep Em 203, foram titulados 50.4 mestres, tendo quadruplicado o número de titulações anuais entre 998 e 203. O número de doutores titulados no ano 203 totalizou 5.287, triplicando o número de titulações anuais entre 998 e 203. Deverá ter-se sob foco a redução das assimetrias na distribuição geográfica, uma vez que o Sudeste concentrava 62,2% das titulações anuais de doutorados e 49,2% de mestrados em 203.

18 META 5 Garantir, em regime de colaboração entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, no prazo de (um) ano de vigência deste PNE, política nacional de formação dos profissionais da educação de que tratam os incisos I, II e III do caput do art. 6 da Lei no 9.394, de 20 de dezembro de 996, assegurado que todos os professores e as professoras da educação básica possuam formação específica de nível superior, obtida em curso de licenciatura na área de conhecimento em que atuam. SITUAÇÃO DO INDICADOR - BRASIL Proporção de docências com professores que possuem formação superior compatível com a área de conhecimento que lecionam na Educação Básica. Meta para 2024: 00% dos professores da educação básica com formação específica em nível superior 00% 90% 80% 70% 60% 50% 40% 30% 20% 0% 0% 55,7 52,4 50,5 46,2 42,2 Educação Infantil Anos Iniciais Anos Finais Ensino Médio Educação Básica Fonte: Censo da Educação Básica/Inep. Elaborado pela Dired/Inep A proporção de docentes com formação superior compatível com a área de conhecimento que leciona na Educação Básica foi de 50,5% para o ano de 203. Na análise detalhada por etapas, o Ensino Médio teve o melhor indicador com 55,7% de compatibilidades, seguido por Anos Iniciais, com 52,4% e Educação Infantil, com 42,2%. A maior parte das formações compatíveis contabilizadas, tanto para Anos Finais como para Ensino Médio, foi para a disciplina Português, respectivamente 66,3% e 84,2%. O Sul e Sudeste são as regiões com maior índice de formações superiores compatíveis com disciplinas lecionadas, apresentando no ano de 203 os percentuais de 6,0% e 58,4%, respectivamente. A pior situação foi para o Nordeste, com 35,9%. As escolas localizadas em áreas urbanas são as que apresentam maior percentual de compatibilidade entre as áreas de formação superior do docente e as disciplinas que ministram, com um percentual de 54,7% para o ano de 203. Nas escolas localizadas em áreas rurais, esse percentual era de 28,6% em 203.

19 META 6 Formar, em nível de pós-graduação, 50% (cinquenta por cento) dos professores da educação básica, até o último ano de vigência deste PNE, e garantir a todos (as) os (as) profissionais da educação básica formação continuada em sua área de atuação, considerando as necessidades, demandas e contextualizações dos sistemas de ensino. 6A - Percentual de professores da educação básica com pós-graduação lato sensu ou stricto sensu. 6B - Percentual de professores com Formação Continuada. Meta para 204: 50% Meta para 2024: 00% 35% 30% 25% 20% 5% 0% 5% 0% 30,2 28,5 26,8 24,6 24,4 24, % 45% 40% 35% 30% 25% 20% 5% 0% 5% 0% 29,4 30,6 7,7 8,7 9, 9, Fonte: Censo da Educação Básica/Inep. Elaborado pela Dired/Inep Em 203, 30,2% dos professores da Educação Básica eram pós-graduados. Em 203, as Grandes Regiões apresentaram as seguintes proporções de professores com pós-graduação: Sul (48,7%), Centro-Oeste (35,%), Sudeste (28,9%), Norte (9,3%) e Nordeste (24,5%). Em relação à dependência administrativa, em 203 a proporção de professores pós-graduados era: rede federal (69,7%), redes estaduais (37,2%), redes municipais (29,8%) e rede privada (23,3%).

20 META 7 Valorizar os (as) profissionais do magistério das redes públicas de educação básica de forma a equiparar seu rendimento médio ao dos (as) demais profissionais com escolaridade equivalente, até o final do sexto ano de vigência deste PNE. TRAJETÓRIA DO INDICADOR - BRASIL 7 - Razão entre salários dos professores da educação básica, na rede pública (não federal), e não professores, com escolaridade equivalente. 80% 75% 70% 65% 60% 55% 50% 45% 40% 59,3 60,6 66,0 65,2 68, Fonte: PNAD/IBGE Elaborado pela Dired/Inep. Meta para 2020: equiparação 70,6 72, 75,9 76,5 O salário médio dos professores da Educação Básica na rede pública (não federal) equivalia, em 203, à cerca de 76,5% do salário médio dos não professores com escolaridade equivalente. Comparado com 2004, quando a razão entre os salários médios de professores e não professores era de 59,3%, houve uma expansão de 7,2 pontos percentuais no período até 203. O relatório aponta que, em 203, a média salarial real do professor cresceu 32,8%, contra um crescimento de apenas 2,9% da média salarial real do não professor. Considerando o último ano da série 203 a maior média salarial dos professores era a do Distrito Federal (R$ 5.37,08) e a menor do Ceará (R$.778,99). Já a maior média salarial dos não professores também foi registrada no Distrito Federal (R$ 5.754,60) e a menor, também, no Ceará (R$ 2.287,96).

21 META 8 Assegurar, no prazo de 2 (dois) anos, a existência de planos de Carreira para os (as) profissionais da educação básica e superior pública de todos os sistemas de ensino e, para o plano de Carreira dos (as) profissionais da educação básica pública, tomar como referência o piso salarial nacional profissional, definido em lei federal, nos termos do inciso VIII do art. 206 da Constituição Federal. INDICADOR: 8 - Percentual de municípios com planos de carreira para os profissionais do magistério implementados. COMENTÁRIOS Está em curso o prazo para os estados e municípios elaborarem e aprovarem seus planos estaduais e municipais de educação. O prazo finda um ano após a promulgação da lei do PNE (Artigo 8º, Lei nº 3.005/204). O andamento da produção e aprovação dos planos de carreira dos profissionais da educação deve estar em conformidade com os respectivos planos e com a Lei nº.738/2008 que institui o piso salarial nacional dos profissionais do magistério, assim como reafirma a necessidade do respeito ao limite máximo de 2/3 da carga horária de interação com os educandos. Na meta 8, delimita-se o prazo de dois anos, a partir da aprovação do PNE, para a instituição dos planos de carreira para todos os profissionais da educação pública no Brasil. A expectativa é de que este indicador ajude na aferição do andamento da aprovação dos planos de carreira e seja um instrumento para que a Secretaria de Articulação dos Sistemas de Ensino (SASE MEC) assessore tecnicamente os entes federativos que ainda não concluíram seus planos.

22 META 9 Assegurar condições, no prazo de 2 (dois) anos, para a efetivação da gestão democrática da educação, associada a critérios técnicos de mérito e desempenho e à consulta pública à comunidade escolar, no âmbito das escolas públicas, prevendo recursos e apoio técnico da União para tanto. PROPOSTA DE INDICADORES INDIRETOS EM DISCUSSÃO: 9 - Percentual de municípios com diretores de escolas públicas de educação básica escolhidos por meio de seleção pública e/ou eleição. COMENTÁRIOS Gestão democrática é um conceito polissêmico e multidimensional em relação ao qual não há dados oficiais que permitam calcular de forma direta indicadores da Meta 9. Visando estabelecer indicadores indiretos e com base na legislação (CF/88, LDB/96 e PNE/204), propõe-se que o conceito de gestão democrática da escola esteja ancorado no fato da escolha de diretores ocorrer a partir de critérios técnicos de mérito e desempenho associados à participação da comunidade escolar; da escola possuir autonomia pedagógica, administrativa e gestão financeira e que a elaboração do projeto pedagógico, currículos escolares, planos de gestão escolar, regimentos escolares e constituição de conselhos escolares ou equivalentes envolvam a participação e consulta à comunidade escolar e local, assegurando a participação dos pais na avaliação de docentes e gestores escolares. Considerando que não existe base de dados disponível sobre a existência de gestores (diretores) escolares para todo o universo de escolas, foi proposta a adoção dos dados de questionários contextuais utilizados no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb/Inep) para a análise de indicadores de gestão democrática.

23 Participação do Investimento público em educação em relação META 20 Ampliar o investimento público em educação pública de forma a atingir, no mínimo, o patamar de 7% (sete por cento) do Produto Interno Bruto - PIB do País no 5o(quinto) ano de vigência desta Lei e, no mínimo, o equivalente a 0% (dez por cento) do PIB ao final do decênio. 20A Estimativa do percentual de investimento público total em educação em relação ao PIB. 20B Estimativa do percentual de investimento público direto em educação pública em relação ao PIB. 0% 9% 8% 7% 6% 5% 4% 3% 2% % 0% 4,5 4,5 3,8 3,9 Meta para 209: 7% do PIB Meta para 2024: mínimo 0% do PIB 4,9 5, 5,3 4,2 4,4 4,6 5,6 5,6 5,8 6,0 6,2 4,8 4,9 5,0 5, 5, Fonte: DEED/Inep Elaborado pela Dired/Inep. Investimento Público TOTAL em Educação Investimento Público DIRETO em Educação O Investimento Público Total em Educação representa a soma de todos os recursos aplicados pelo setor público (União, Estados e Municípios) em educação. Esse indicador, calculado pela DEED/Inep a partir de metodologia recomendada pela OCDE, foi da ordem de 6,2% do PIB em 203. O Investimento Público Direto em Educação Pública, correspondente à soma de todos os recursos dos governos aplicados na educação pública (Instituições de Ensino e despesas com a administração pública direta e indireta) foi de 5,2% do PIB em 203. Entre 2004 e 203, o Investimento Público Total em Educação Pública apresentou crescimento real de 26,4%, enquanto o Investimento Público Direto expandiu 22,2% no mesmo período. Está em construção um novo indicador para o acompanhamento e monitoramento da Meta 20 do PNE, de acordo com o parágrafo 4º do artigo 5º da Lei 3.005/4.

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