Adamantina, 16 de novembro de Prezado cliente:

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Adamantina, 16 de novembro de 2011. Prezado cliente:"

Transcrição

1 Adamantina, 16 de novembro de Prezado cliente: Assunto: Procedimentos contábeis, administrativos e patrimoniais para o fechamento das contas do exercício de 2011 e abertura das contas de Dentro do nosso trabalho de consultoria e orientação, elaboramos um elenco de obrigações que deverão ser adotadas até o mês de dezembro principalmente nos lançamentos de encerramento das contas contábeis. Além dessas orientações, chamamos a atenção para outros itens que constam no calendário diário de obrigações elaborado por nossa empresa, o qual se encontra disponível no site Acreditando que estamos colaborando com a gestão pública, garantindo o fechamento das contas dentro dos princípios constitucionais e legais, colocamo-nos à inteira disposição para esclarecimento de dúvidas. Cordialmente, GEPAM

2 PROVIDÊNCIAS A SEREM ADOTADAS ATÉ 31 DE DEZEMBRO DE 2011 PARA O CORRETO PROCEDIMENTO CONTÁBIL 1 Restos a Pagar: Inscrever em Restos a Pagar - não liquidados, apenas aquelas despesas que estão em execução. Efetuar o empenhamento, mesmo que por estimativa, das despesas com pessoal, obrigações patronais, materiais, fornecimento de bens e serviços, obras em andamento, despesas com água, energia e telefone e demais obrigações financeiras do exercício (juros, amortização, parcelamentos), que se constituirão na conta Restos a Pagar, devendo, as demais, serem estornadas. 2 - Exame das contas de Consignações e Depósitos do Passivo Circulante: Realizar os ajustes necessários dos saldos das contas, corrigindo possíveis distorções; Verificar os valores entregues em confiança ou em consignações (aqueles retidos em folha de pagamento INSS ou RPPS, pensão alimentícia, planos de seguros, sindicatos, etc.); e Verificar os depósitos recebidos a título de exigíveis a curto prazo (Exemplo: depósitos, cauções, depósitos judiciais etc.) e as Receitas a classificar. 3 - Exame das contas do Passivo Permanente: Atenção especial para as contas da Dívida Fundada (parcelamentos de dívidas, financiamentos etc.) confrontando com as amortizações empenhadas do Balancete da Despesa; Atualizar as correções contratuais; e, Inscrever os novos precatórios e as novas dívidas. Inscrever todas as dívidas, independentes de seu pagamento; 4 - Para os Municípios que possuem RPPS: Conferir as contas de repasse das obrigações patronais e, em especial, a contabilização das Provisões Matemáticas, de acordo com o cálculo atuarial. 5 - Exames das contas de Aplicações: Conferir se os rendimentos do ano foram contabilizados individualmente por contas vinculadas (convênios, fundos etc.), pois o regime contábil para a receita, na área pública, é o regime de caixa, conforme estabelece o artigo 35, da Lei Federal n.º 4.320/64.

3 6 - Exame das contas do Grupo Créditos em Circulação: Realizar os ajustes da contas dos subgrupos Créditos Diversos a Receber, principalmente as contas do salário-família, salário-maternidade, salário-natalidade e auxílio doença/acidentes tendo, como contrapartida, a conta INSS a Recolher do Passivo Circulante. 7 - Exame das contas de Adiantamentos Concedidos: Encerrar todas as contas de adiantamentos concedidos, com a respectiva prestação das contas e/ou a devolução do numerário não utilizado. Atentar para o cumprimento do Comunicado do TCE SDG nº 19/ Examinar as contas de Estoques Internos: Almoxarifado: Realizar um inventário das contas de estoques internos, em especial da saúde, para verificação da validade dos medicamentos estocados. O mesmo deverá ser feito na Educação com o estoque da merenda escolar e demais materiais. Estes levantamentos dos gastos e saldos de estoques servirão de base para as compras do exercício seguinte. Nesse mesmo sentido, realizar levantamento do estoque do almoxarifado central referente aos materiais de consumo, materiais de construção, autopeças, materiais gráficos, de expediente e outros. 9 - Exame da Conta Dívida Ativa: Realizar todos os lançamentos de ajuste da conta, tais como: baixas, correções e novas inscrições de Dívida Ativa Tributária e Não Tributária, fazendo a provisão e o lançamento das perdas de dívidas Realizar os levantamentos das despesas nos seguintes itens: Saúde Aplicar no mínimo 15% da receita resultante de impostos Considerar a despesa liquidada. Educação Aplicar no mínimo 25% da receita resultante de impostos na educação básica (creche, pré-escola, fundamental, incluindo o EJA) Considerar apenas as despesas liquidadas. Atentar para o repasse que acontecerá no dia 09/12. Nele, estará a parcela a mais de 1% referente a Emenda Constitucional nº 55. Sobre esse valor não ocorrerá a retenção de 20% ao FUNDEB, todavia, no repasse decendial do dia 20/12, deverá ser calculado sobre esse valor o percentual de 25%.

4 Se sobrar despesas a pagar no final do ano, estas deverão ocorrer até 30/01/2012, devendo o saldo financeiro ficar depositado em banco, numa conta específica. FUNDEB Aplicar no mínimo 60% dos recursos recebidos com profissionais do magistério e, no máximo, 40% dos recursos em manutenção e desenvolvimento da educação básica. Considerar como aplicado somente a despesa liquidada. Obs.: Até 5% dos recursos recebidos do FUNDEB poderão ser utilizados no primeiro trimestre de 2012, mediante abertura de um crédito suplementar, conforme estabelece o 2º, do art. 21, da Lei nº , de 20 de junho de Caso sobre recursos do FUNDEB deverá ser aberto uma conta bancária específica do saldo. Tal conta deve ser aberta com a seguinte denominação: Parcela Diferida do FUNDEB - 2º, do art. 21, da Lei nº , de 20/06/ Bens Patrimoniais: O setor competente deverá fazer o inventário físico-financeiro dos bens móveis e imóveis, contendo os valores atualizados (reavaliações e depreciações) destacando as baixas, incorporações resultantes da execução do orçamento e as independentes do orçamento, bem como as baixas efetuadas por alienação ou em razão do bem ser inservível, conferindo o valor totalizado com o registrado na contabilidade. 12 Atenção para outras verificações: a)- Verificar os saldos bancários das contas do FUNDEB, das multas de trânsito (para aqueles municípios que as arrecadam), da CIDE e Royalties; b) Pagar (depositar) os precatórios conforme consta da EC 62. (Parcelamento anual para quem optou em 15 anos, ou parcelamento mensal vinculado a 1,5% da Receita corrente líquida). c) Verificar se os encargos sociais FGTS, INSS (ou Fundos Próprios) e PASEP foram devidamente pagos, ou, caso haja parcelamento, se os valores pagos estão corretos; e, d) Conferir se as receitas recebidas de outras esferas de governo, via transferências constitucionais e legais FPM, ICMS, CIDE, ITR, L.C. 87/96, IPVA, IPI/Exp., FUNDEB, PAB, Royalties, Merenda, Transporte de alunos, Salário educação foram contabilizadas corretamente e, na sua totalidade. e)- Certificar se todos os pagamentos feitos ao Tribunal de Justiça referentes aos Precatórios estão devidamente empenhados e pagos.

5 13 ALERTAS: a)- O projeto de Lei Orçamentária deverá ser devolvido para sanção até o encerramento da sessão legislativa, e sua publicação deverá se dar até 31 de dezembro de 2011; b)- Efetuar, se for o caso, o rateio (prêmio) dos resíduos dos 60% do FUNDEB, entre os profissionais do magistério em efetivo exercício de suas atividades na educação básica pública (creche, pré-escola e ensino fundamental), respeitados os critérios estabelecidos em Lei local, ou utilizar a regra de que até 5% dos recursos recebidos do FUNDEB poderão ser utilizados no primeiro trimestre de 2012, mediante abertura de um crédito suplementar, conforme estabelece o 2º, do art. 21, da Lei nº , de 20 de junho de 2007; c) Dar publicidade na imprensa escrita, até 31/12/2011, das leis que criaram ou aumentaram os tributos para 2012, observando que essas só produzirão efeitos após decorridos 90 (noventa) dias após a publicação da lei; d) Verificar o atendimento às Instruções e Resoluções do TCE; e) Elaboração da conciliação bancária com data de 30 de novembro de todas as contas que constam do boletim de caixa, providenciando a contabilização das diferenças e ou correções necessárias até 31/12/2011; f) Verificar os prazos da execução dos convênios, e, se for o caso, solicitar a prorrogação dos mesmos; g) Verificar se a Câmara Municipal irá efetuar a devolução dos recursos financeiros não utilizados. Se não devolver o saldo, reduzir do repasse de 2012, o montante disponível em 31/12/2011; e, h) Verificar os créditos especiais e extraordinários autorizados no último quadrimestre de 2011 e, se for o caso, reabri-los em 2012, nos limites de seus saldos, incorporando-os ao orçamento de 2012; i) iniciar as licitações para contratação das despesas habituais, tais como: combustíveis, merenda escolar, transporte de alunos, carnaval, medicamentos, materiais de escritório, informática e higiene e limpeza, etc. j) No repasse do FPM a ser creditado no dia 09 de dezembro, terá junto ao valor normal da parcela, o valor equivalente ao 1%, referente à Emenda Constitucional nº 55. Atentem que sobre essa parcela (1%) não ocorrerá o desconto automático de 20% ao FUNDEB. Assim, quando ocorrer o repasse decendial à conta da educação, no dia 20/12, esse será de 25% sobre essa parcela recebida a mais e não de 5% como acontece durante todo ano. Ainda referente a esse 1%, ele não entra na base de cálculo para aplicação na saúde.

6 CONCLUSÃO Os procedimentos aqui tratados deverão ser realizados antes do encerramento das contas do exercício, sendo fundamental, ainda, que seja determinada pelo(a) Gestor (a) uma data limite para a emissão de empenhos e para a realização de compras, adotando outros procedimentos necessários para resguardar a ocorrência de desequilíbrio financeiro no exercício, que poderá ocasionar o não atendimento da Gestão Fiscal. Por último, chamamos a atenção dos clientes para que observem todas as demais obrigações constantes do nosso calendário que estão disponíveis no site: GEPAM novembro de 2011.

TRIBUNAL DE CONTAS DE SANTA CATARINA - DMU

TRIBUNAL DE CONTAS DE SANTA CATARINA - DMU Alterações em relação ao arquivos publicados em 03/06/2014: Item alterado/incluído Motivo Regras de consolidação. b.8 Numeração errada. Regras de consistência, b Exclui-se as consignações do passivo financeiro

Leia mais

Assunto: Contabilização de Obrigações Tributárias Renegociadas

Assunto: Contabilização de Obrigações Tributárias Renegociadas NOTA TÉCNICA n. 007/2009/GECON Vitória, 03 de julho de 2009. Alterados os itens 1 e 6 em 19 de agosto de 2009. Assunto: Contabilização de Obrigações Tributárias Renegociadas Prezados (as) Senhores (as),

Leia mais

5 Análise do Balanço Patrimonial

5 Análise do Balanço Patrimonial 5 Análise do Balanço Patrimonial Essa análise tem por finalidade confrontar os dados e valores que constituem o Balanço Patrimonial correspondente ao exercício de 2002, com os do mesmo período de 2001,

Leia mais

Serviço Público Municipal Prefeitura Municipal de Ubatã Estado da Bahia CNPJ: 14.235.253/0001-59 PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015.

Serviço Público Municipal Prefeitura Municipal de Ubatã Estado da Bahia CNPJ: 14.235.253/0001-59 PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015. PORTARIA Nº 301 DE 09 DE DEZEMBRO DE 2015. Estabelece os procedimentos e as normas a serem adotados pelos órgãos e entidades da administração pública estadual direta e indireta, para o encerramento anual

Leia mais

TRIBUNAL DE CONTAS DE SANTA CATARINA - DMU

TRIBUNAL DE CONTAS DE SANTA CATARINA - DMU Alterações em relação aos arquivos publicados em 10/11/2014: Item alterado/incluído Evento 1.9 Evento 2.20.8 Evento 2.72.13 Motivo Obs: Os créditos relativos à Dívida Ativa podem ser registrados somente

Leia mais

CENTRAIS DE ABASTECIMENTO DE CAMPINAS S/A - CEASA/CAMPINAS CNPJ: 44.608.776/0001-64

CENTRAIS DE ABASTECIMENTO DE CAMPINAS S/A - CEASA/CAMPINAS CNPJ: 44.608.776/0001-64 1.... ATIVO 152.101.493,67 50.040.951,48 153.182.697,98 1.10... ATIVO CIRCULANTE 12.634.079,13 49.780.167,34 14.042.894,83 1.10.10.. DISPONIBILIDADES 10.621.727,62 40.765.261,82 12.080.213,47 1101001 BENS

Leia mais

PLANO DE CONTAS. - Plano 000001 FOLHA: 000001 0001 - INSTITUTO DE ELETROTÉCNICA E ENERGIA DA USP DATA: 18/08/2009 PERÍODO: 01/2007

PLANO DE CONTAS. - Plano 000001 FOLHA: 000001 0001 - INSTITUTO DE ELETROTÉCNICA E ENERGIA DA USP DATA: 18/08/2009 PERÍODO: 01/2007 PLANO DE S FOLHA: 000001 1 - ATIVO 1.1 - ATIVO CIRCULANTE 1.1.1 - DISPONÍVEL 1.1.1.01 - BENS NUMERÁRIOS 1.1.1.01.0001 - (0000000001) - CAIXA 1.1.1.02 - DEPÓSITOS BANCÁRIOS 1.1.1.02.0001 - (0000000002)

Leia mais

DEPARTAMENTO DE CONSULTORIA E CAPACITAÇÃO ORIENTAÇÃO TÉCNICA FECHAMENTO DO BALANÇO GERAL

DEPARTAMENTO DE CONSULTORIA E CAPACITAÇÃO ORIENTAÇÃO TÉCNICA FECHAMENTO DO BALANÇO GERAL DEPARTAMENTO DE CONSULTORIA E CAPACITAÇÃO ORIENTAÇÃO TÉCNICA FECHAMENTO DO BALANÇO GERAL 012/2011 Elaborada em 28/12/2011 Este documento descreve os procedimentos que devem ser adotados para o fechamento

Leia mais

ENCONTRO TÉCNICO MCASP - Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público

ENCONTRO TÉCNICO MCASP - Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público SISTEMA INTEGRADO DE CONTROLE E AUDITORIA PÚBLICA - SICAP/CONTÁBIL ENCONTRO TÉCNICO MCASP - Manual de Contabilidade Aplicado ao Setor Público Portaria Conjunta STN/SOF nº 02/2012 Portaria STN nº 437/2012

Leia mais

TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉD. ORÇAM. SUPLEMENTARES DESPESAS CORRENTES . PESSOAL E ENC.

TÍTULOS PREVISÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA TÍTULOS FIXAÇÃO EXECUÇÃO DIFERENÇA CRÉD. ORÇAM. SUPLEMENTARES DESPESAS CORRENTES . PESSOAL E ENC. 1 ANEXO III - PT/MPS Nº 95, DE 06 DE MARÇO DE 2007 DOU DE 07.03.07 MODELOS E INSTRUÇÕES DE PREENCHIMENTO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS SÃO AS EXTRAÍDAS DOS LIVROS, REGISTROS E

Leia mais

ATIVO FINANCEIRO 855.661.519,48 DISPONÍVEL

ATIVO FINANCEIRO 855.661.519,48 DISPONÍVEL GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ PÁGINA: 1 BALANÇO PATRIMONIAL CONSOLIDADO - 2005 ANEXO 14 ATIVO ATIVO FINANCEIRO 855.661.519,48 DISPONÍVEL 450.323.096,72 CAIXA 47.294,31 BANCOS CONTA MOVIMENTO 210.194.091,20

Leia mais

Balanço Patrimonial. Art. 105. O Balanço Patrimonial demonstrará: I o Ativo Financeiro

Balanço Patrimonial. Art. 105. O Balanço Patrimonial demonstrará: I o Ativo Financeiro Segundo o MCASP, o é a demonstração contábil que evidencia, qualitativa e quantitativamente, a situação patrimonial da entidade pública, por meio de contas representativas do patrimônio público, além das

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SERROLÂNDIA BAHIA CNPJ 14.196.703/0001-41

PREFEITURA MUNICIPAL DE SERROLÂNDIA BAHIA CNPJ 14.196.703/0001-41 DECRETO Nº. 075, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2015. Dispõe sobre os procedimentos para o encerramento do exercício financeiro de 2015 no âmbito da Administração Pública Municipal e dá outras providências. O PREFEITO

Leia mais

ENCERRAMENTO DE MANDATO. Heraldo da Costa Reis Professor da ENSUR/IBAM e do Departamento de Contabilidade da UFRJ.

ENCERRAMENTO DE MANDATO. Heraldo da Costa Reis Professor da ENSUR/IBAM e do Departamento de Contabilidade da UFRJ. ENCERRAMENTO DE MANDATO Professor da ENSUR/IBAM e do Departamento de Contabilidade da UFRJ. No ano em curso de 2008, dois fatos ocuparão as nossas atenções: O encerramento dos mandatos dos atuais prefeitos,

Leia mais

Art. 1º Aprovar Norma de Execução, na forma do Anexo a esta Portaria. ANEXO UNIDADE RESPONSÁVEL 31/12/2013 PROCESSO

Art. 1º Aprovar Norma de Execução, na forma do Anexo a esta Portaria. ANEXO UNIDADE RESPONSÁVEL 31/12/2013 PROCESSO PORTARIA Nº 2, DE 22 DE NOVEMBRO DE 2013 O AUDITOR-CHEFE DA AUDITORIA INTERNA DO MINISTÉRIO PÚBLICO DA UNIÃO, no uso de suas atribuições, e tendo em vista a competência que lhe foi atribuída pelo inciso

Leia mais

Demonstrações Contábeis

Demonstrações Contábeis Demonstrações Contábeis 12.1. Introdução O artigo 176 da Lei nº 6.404/1976 estabelece que, ao fim de cada exercício social, a diretoria da empresa deve elaborar, com base na escrituração mercantil, as

Leia mais

ROTEIRO DE AUDITORIA DE CONTABILIDADE PÚBLICA

ROTEIRO DE AUDITORIA DE CONTABILIDADE PÚBLICA SISTEMA ORÇAMENTÁRIO 1 - RECEITAS 1.1 - Orçamento da Receita 1.2 - Receita Prevista 1.3 - Execução Orçamentária da Receita ROTEIRO DE AUDITORIA DE CONTABILIDADE PÚBLICA I - Verificar se os registros das

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO AMAPA Sistema de Contabilidade BALANCETE DE VERIFICAÇÃO - PATRIMONIAL ATIVO Abril / 2013. Pág. : 1.

CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DO AMAPA Sistema de Contabilidade BALANCETE DE VERIFICAÇÃO - PATRIMONIAL ATIVO Abril / 2013. Pág. : 1. ATIVO Pág. : 1 1 ATIVO 1.267.635,99 199.024,16 243.515,58 1.223.144,57 D 1.1 ATIVO CIRCULANTE 407.941,54 177.708,38 222.564,32 363.085,60 D 1.1.1 CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 119.056,37 76.325,59 56.861,51

Leia mais

621.927,10 284.748,83 239.680,43 666.995,50 111115099000 F OUTRAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS DE LIQUIDEZ IMEDIATA

621.927,10 284.748,83 239.680,43 666.995,50 111115099000 F OUTRAS APLICAÇÕES FINANCEIRAS DE LIQUIDEZ IMEDIATA Código BALANCETE ANALÍTICO CONTÁBIL SIMPLIFICADO BALANCETE - JANEIRO DE 2015 Saldo Inicial Débito Crédito Movimentação Débitos Créditos 111111901000 F BANCOS CONTA MOVIMENTO - DEMAIS CONTAS 621.927,10

Leia mais

RELATÓRIO E PARECER DA COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO

RELATÓRIO E PARECER DA COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO RELATÓRIO E PARECER DA COMISSÃO DE CONTROLE INTERNO Na qualidade de responsáveis pelo órgão de Controle Interno do Município de Ilópolis/RS, apresentamos Relatório e Parecer sobre as contas do Poder Executivo,

Leia mais

COMPOSIÇÃO DO ATIVO REAL DO FUNDO - FEVEREIRO DE 2009

COMPOSIÇÃO DO ATIVO REAL DO FUNDO - FEVEREIRO DE 2009 I COMPOSIÇÃO DO ATIVO O Ativo Real corresponde ao somatório dos valores do Ativo Financeiro mais o Ativo Não-Financeiro, evidenciando as alterações patrimoniais ocorridas durante o exercício. COMPOSIÇÃO

Leia mais

Contabilidade Básica Prof. Jackson Luis Oshiro joshiro@ibest.com.br Conceito Conta Nome dado aos componentes patrimoniais (bens, direitos, obrigações e Patrimônio Líquido) e aos elementos de resultado

Leia mais

Decreto Nº 9.826, de 26 outubro de 2012. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE NATAL, no uso de suas atribuições constitucionais e legais,

Decreto Nº 9.826, de 26 outubro de 2012. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE NATAL, no uso de suas atribuições constitucionais e legais, Decreto Nº 9.826, de 26 outubro de 2012 Dispõe sobre procedimentos e prazos relativos ao encerramento do exercício de 2012 e dá outras providências. A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE NATAL, no uso de suas atribuições

Leia mais

Portaria Conjunta STN/SOF nº 3/2008 Manual de Despesa Nacional;

Portaria Conjunta STN/SOF nº 3/2008 Manual de Despesa Nacional; Código: MAP-DIFIN-001 Versão: 00 Data de Emissão: XX/XX/XXXX Elaborado por: Gerência de Contabilidade Aprovado por: Diretoria de Finanças e Informações de Custos 1 OBJETIVO Estabelecer os procedimentos

Leia mais

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar

1.1.2.07.001 Empréstimos a empregados 1.1.2.07.002 Empréstimos a terceiros 1.1.2.08 Tributos a Compensar 1.1.2.08.001 IR Retido na Fonte a Compensar A seguir um modelo de Plano de Contas que poderá ser utilizado por empresas comerciais, industriais e prestadoras de serviços, com as devidas adaptações: 1 Ativo 1.1 Ativo Circulante 1.1.1 Disponível 1.1.1.01

Leia mais

Itabuna PREFEITURA MUNICIPAL DE ITABUNA

Itabuna PREFEITURA MUNICIPAL DE ITABUNA D E C R E T O Nº 11.028, de 10 de novembro de 2014 EMENTA: Dispõe sobre os procedimentos e prazos para o Encerramento do Exercício Financeiro de 2014, no âmbito da Administração Pública Municipal e, dá

Leia mais

Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 005/2012

Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 005/2012 Conselho Federal de Contabilidade Vice-presidência de Controle Interno INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 005/2012 Brasília-DF Dezembro/2012 INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 005/2012 Processo CFC n.º 2012/000258

Leia mais

TCE-TCE Auditoria Governamental

TCE-TCE Auditoria Governamental TCE-TCE Auditoria Governamental Pessoal, vou comentar as questões da prova. 61. Considere as informações extraídas do Balanço Orçamentário, referentes ao exercício financeiro de 2014, de uma entidade pública:

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO CHECKLIST

ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO CHECKLIST ENCERRAMENTO DE EXERCÍCIO CHECKLIST Para auxiliar nas providências que devem ser tomadas para o encerramento de exercício, foi elaborada uma série de verificações, em formato de checklist, que devem ser

Leia mais

CURSO de CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Gabarito

CURSO de CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Gabarito UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE TRANSFERÊNCIA 2 o semestre letivo de 2006 e 1 o semestre letivo de 2007 CURSO de CIÊNCIAS CONTÁBEIS - Gabarito INSTRUÇÕES AO CANDIDATO Verifique se este caderno contém:

Leia mais

Prof. Msc.: Vitor Maciel dos Santos

Prof. Msc.: Vitor Maciel dos Santos Prof. Msc.: Vitor Maciel dos Santos Orientações Estratégicas para a Contabilidade Aplicada ao Setor Público no Brasil Aspectos práticos da CASP e a importância da estruturação setorial PREMISSAS Orientações

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE BIBLIOTECONOMIA - SP Sistema de Contabilidade BALANCETE DE VERIFICAÇÃO - PATRIMONIAL ATIVO Julho / 2015. Pág. : 1.

CONSELHO REGIONAL DE BIBLIOTECONOMIA - SP Sistema de Contabilidade BALANCETE DE VERIFICAÇÃO - PATRIMONIAL ATIVO Julho / 2015. Pág. : 1. ATIVO Pág. : 1 1 ATIVO 6.962.923,94 955.075,63 999.851,97 6.918.147,60 D 1.1 ATIVO CIRCULANTE 2.575.224,25 286.194,78 341.306,07 2.520.112,96 D 1.1.1 CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA 998.084,67 206.815,23

Leia mais

RELATÓRIO E PARECER DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO GESTÃO DOS RECURSOS VINCULADOS AO M.D.E.

RELATÓRIO E PARECER DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO GESTÃO DOS RECURSOS VINCULADOS AO M.D.E. RELATÓRIO E PARECER DO SISTEMA DE CONTROLE INTERNO GESTÃO DOS RECURSOS VINCULADOS AO M.D.E. O Órgão de Controle Interno do Município, atendendo ao que determina o art. 113, inciso II, letra b, da Resolução

Leia mais

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS.

ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. ABERTURA DAS CONTAS DA PLANILHA DE RECLASSIFICAÇÃO DIGITAR TODOS OS VALORES POSITIVOS. I. BALANÇO ATIVO 111 Clientes: duplicatas a receber provenientes das vendas a prazo da empresa no curso de suas operações

Leia mais

Contabilidade / Orçamento pag.: 4.1 Descrição dos Fluxos de Trabalho

Contabilidade / Orçamento pag.: 4.1 Descrição dos Fluxos de Trabalho Contabilidade / Orçamento pag.: 4.1 4.1.1 - FLUXOGRAMA ORÇAMENTO LEGISLAÇÃO. Planejamento e Orçamento PPA Audiência Pública Legislativo Apreciação Executivo - Sanção Audiência Pública LDO Legislativo -

Leia mais

Empresa Munic. de Transporte Urbano Presidente Figueiredo

Empresa Munic. de Transporte Urbano Presidente Figueiredo 03698709/000109 Exercício: 2015 BALANCETEISOLADO EMPRESA MUNICIPAL DE TRANSPORTE URBANO EMTU (UG:5) Página 1 de 5 100000000 05 ATIVO 343.632,70 139.134,52 114.972,75 367.794,47 110000000 05 ATIVO CIRCULANTE

Leia mais

Governo do Estado da Bahia Secretaria da Fazenda Plano de Contas 1 /44. Apresentação

Governo do Estado da Bahia Secretaria da Fazenda Plano de Contas 1 /44. Apresentação Governo do Estado da Bahia Secretaria da Fazenda Plano de Contas 1 /44 Apresentação Este Plano de Contas tem o propósito de atender, de maneira uniforme e sistematizada, ao registro contábil dos atos e

Leia mais

Relatório Controle Interno 2º. Quadrimestre 2015

Relatório Controle Interno 2º. Quadrimestre 2015 Relatório Controle Interno 2º. Quadrimestre 2015 1. APRESENTAÇÃO Nos termos do artigo 74 da Constituição Federal, artigo 59 da Lei Complementar nº. 59, artigos 63 a 66 da Lei Complementar nº. 33, de 28

Leia mais

Prefeitura Municipal de Ibertioga Balancete Financeiro (Consolidado) Página 1 Período: 01/08/2011 a 31/08/2011 18/10/2011 10:03:48

Prefeitura Municipal de Ibertioga Balancete Financeiro (Consolidado) Página 1 Período: 01/08/2011 a 31/08/2011 18/10/2011 10:03:48 Prefeitura Municipal de Ibertioga Balancete Financeiro (Consolidado) Página 1 ORCAMENTARIAS 1 Receitas Correntes 871.896,14 7.105.194,18 11 Receita Tributária 15.190,79 116.474,16 111 Impostos 14.948,39

Leia mais

Documento gerado em 28/04/2015 13:31:35 Página 1 de 42

Documento gerado em 28/04/2015 13:31:35 Página 1 de 42 DCA-Anexo I-AB Balanço Patrimonial - Ativo e Passivo Padrao Balanço Patrimonial Ativo - Ativo - 1.0.0.0.0.00.00 - Ativo 96.744.139,42 1.1.0.0.0.00.00 - Ativo Circulante 24.681.244,01 1.1.1.0.0.00.00 -

Leia mais

DECRETO 011 / 2012. ATENDER aos dispositivos da Portaria nº 828, de 14 de dezembro de 2011, da Secretaria do Tesouro Nacional, e;

DECRETO 011 / 2012. ATENDER aos dispositivos da Portaria nº 828, de 14 de dezembro de 2011, da Secretaria do Tesouro Nacional, e; DECRETO 011 / 2012 Institui o cronograma de execução das atividades a serem implementadas para o atendimento integral dos dispositivos constantes no Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público MCASP.

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RORAIMA

NOTAS EXPLICATIVAS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RORAIMA NOTAS EXPLICATIVAS AS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE RORAIMA 1. CONTEXTO ORGANIZACIONAL O Tribunal de Contas é um órgão com autonomia orçamentária e financeira de auxílio ao

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA ESTADO DE SANTA CATARINA TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DIRETORIA DE CONTROLE DOS MUNICÍPIOS DMU PROCESSO PCP 08/00199278 UNIDADE Município de Joinville RESPONSÁVEL Sr. Marco Antonio Tebaldi - Prefeito Municipal

Leia mais

Prefeitura Municipal de Marília Secretaria da Fazenda. Audiência Pública 3º Quadrimestre de 2014

Prefeitura Municipal de Marília Secretaria da Fazenda. Audiência Pública 3º Quadrimestre de 2014 Prefeitura Municipal de Marília Secretaria da Fazenda Audiência Pública 3º Quadrimestre de 2014 FUNDAMENTO LEGAL O artigo 9º, parágrafo 4 da Lei Complementar nº 101 de 04/05/2000 (Lei de Responsabilidade

Leia mais

Notas Explicativas das Demonstrações Financeiras

Notas Explicativas das Demonstrações Financeiras Notas Explicativas das Demonstrações Financeiras No ano de 2012 o Londrina Country Club atualizou o plano de contas de sua demonstração de resultado. O objetivo é atualizar a nomenclatura das contas permitindo

Leia mais

20/07/2015. Receitas. Receitas. Receitas

20/07/2015. Receitas. Receitas. Receitas Em sentido amplo, os ingressos de recursos financeiros nos cofres do Estado denominam-se receitas públicas, registradas como receitas orçamentárias, quando representam disponibilidades de recursos financeiros

Leia mais

CONTABILIZAR BENS MATERIAIS E PATRIMONIAIS DO TJERJ 1 OBJETIVO

CONTABILIZAR BENS MATERIAIS E PATRIMONIAIS DO TJERJ 1 OBJETIVO Proposto por: Equipe da Divisão de Classificação Contábil (DICLA) Analisado por: Diretor do Departamento Contábil (DECON) Aprovado por: Diretora-Geral da Diretoria-Geral de Planejamento, Coordenação e

Leia mais

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP

DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO - DCASP Novas Demonstrações Contábeis do Setor Público DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS DO SETOR PÚBLICO Englobam todos os fatos contábeis e atos que interessam

Leia mais

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil

Governo do Estado do Piauí Secretaria da Fazenda Unidade de Gestão Financeira e Contábil do Estado Gerência de Controle Contábil R I S C O S F I S C A I S (Artigo 4º, 3º da Lei Complementar nº 101/2000) A Lei Complementar n.º 101 de 2002 Lei de Responsabilidade Fiscal, estabelece que a Lei de Diretrizes Orçamentárias conterá o Anexo

Leia mais

Conselho Federal de Contabilidade

Conselho Federal de Contabilidade Processo CFC n.º 2015/000011 INSTRUÇÃO DE TRABALHO INT/VPCI Nº 10/2015 Assunto: Orientação para encerramento do Exercício de 2014, elaboração do processo de Prestação de Contas do Sistema CFC/CRCs e alteração

Leia mais

Metodologia de Elaboração dos Demonstrativos do Relatório de Gestão Fiscal RGF

Metodologia de Elaboração dos Demonstrativos do Relatório de Gestão Fiscal RGF Metodologia de Elaboração dos Demonstrativos do Relatório de Gestão Fiscal RGF 3º Quadrimestre/2008 Centro Administrativo do Governo Rodovia SC 401 - km. 5, nº 4600 Saco Grande II - Florianópolis - SC

Leia mais

41210.29.13 - Contribuição Previdenciária para Amortização do Déficit Atuarial. Origem dos dados/descrição LINHA DA DCA

41210.29.13 - Contribuição Previdenciária para Amortização do Déficit Atuarial. Origem dos dados/descrição LINHA DA DCA ANEXO II VARIAÇÕES PATRIMONIAIS AUMENTATIVAS QDCC_Sistn A planilha abaixo ilustra a aplicação da metodologia simplificada descrita no item 10 da Nota Técnica nº 4/2015/CCONF/SUCON/STN/MFDF ao Plano de

Leia mais

Tabela 10.2 - Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE - MUNICÍPIOS

Tabela 10.2 - Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE - MUNICÍPIOS Imprimir Tabela 10.2 - Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE - MUNICÍPIOS Riacho da Cruz - RN Relatório Resumido da Execução Orçamentária Demonstrativo

Leia mais

ANEXO I PLANO DE CONTAS BÁSICO

ANEXO I PLANO DE CONTAS BÁSICO ANEXO I PLANO DE CONTAS BÁSICO Conta do ATIVO 1 ATIVO 1. Circulante 1.. Disponível 1.. Realizável 1... Créditos 1... Estoques 1... Combustíveis 1... Lubrificantes 1... Peças, Acessórios, Materiais 1...

Leia mais

Tabela 10.2 - Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE - MUNICÍPIOS

Tabela 10.2 - Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE - MUNICÍPIOS Imprimir Tabela 10.2 - Demonstrativo das Receitas e Despesas com Manutenção e Desenvolvimento do Ensino - MDE - MUNICÍPIOS Ruy Barbosa - RN Relatório Resumido da Execução Orçamentária Demonstrativo das

Leia mais

Típicos da Administraçã. ção Pública. Agosto 2009

Típicos da Administraçã. ção Pública. Agosto 2009 Lançamentos amentos Contábeis Típicos da Administraçã ção Pública Agosto 2009 01. Previsão da Receita Orçamentária Lançamentos amentos TípicosT 02. Fixação da Despesa Orçamentária Lançamentos amentos TípicosT

Leia mais

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa

Fornecedores. Fornecedores de Serviços (passivo. circulante) Salários e ordenados a pagar. Pró-labore (resultado) Caixa V Pagamento de fornecedores Retenção de IRF sobre serviços Retenção de IRF sobre salários Pró-labore Integralização de capital em dinheiro Integralização de capital em bens Depreciação ICMS sobre vendas

Leia mais

Este Plano de Contas será atualizado pela Gerência de Normas da Diretoria da Contabilidade Pública Genor/Dicop.

Este Plano de Contas será atualizado pela Gerência de Normas da Diretoria da Contabilidade Pública Genor/Dicop. Governo do Estado da Bahia Secretaria da Fazenda P l a n o d e C o n t a s 1 /3 Apresentação Este Plano de Contas tem o propósito de atender, de maneira uniforme e sistematizada, ao registro contábil dos

Leia mais

1.0 ATIVO 1.1. ATIVO CIRCULANTE

1.0 ATIVO 1.1. ATIVO CIRCULANTE PLANO DE CONTAS Associações, Sindicatos e Outras Entidades. 1.0 ATIVO 1.1. ATIVO CIRCULANTE 1.1.1. Disponibilidades 1.1.1.1. Caixa 1.1.1.2. Bancos c/ Movimento 1.1.1.3. Aplicações Financeiras 1.1.2. Créditos

Leia mais

PCASP UNIÃO LANÇAMENTOS CONTÁBEIS

PCASP UNIÃO LANÇAMENTOS CONTÁBEIS PCASP UNIÃO LANÇAMENTOS CONTÁBEIS Data de Emissão: 28 de agosto de 2012 Coordenador Geral de Contabilidade e Custos da União Francisco Wayne Moreira Coordenadora de Contabilidade da União Bárbara Verônica

Leia mais

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1

Receita Orçamentária: Conceitos, codificação e classificação 1 Para mais informações, acesse o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público, Parte I Procedimentos Contábeis Orçamentários, 5ª edição. https://www.tesouro.fazenda.gov.br/images/arquivos/artigos/parte_i_-_pco.pdf

Leia mais

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SERGIPE - CIÊNCIAS CONTÁBEIS QUESTÕES

DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DE SERGIPE - CIÊNCIAS CONTÁBEIS QUESTÕES QUESTÕES 01) Fazem parte do grupo de contas do : A) Duplicatas a Receber Caixa Duplicatas a Pagar. B) Terrenos Banco Conta Movimento Credores Diversos. C) Duplicatas a Pagar Caixa Adiantamentos de Clientes.

Leia mais

Governo do Estado do Amazonas. Banco Interamericano de Desenvolvimento BID Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus PROSAMIM III 2676/OC-BR

Governo do Estado do Amazonas. Banco Interamericano de Desenvolvimento BID Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus PROSAMIM III 2676/OC-BR Governo do Estado do Amazonas Banco Interamericano de Desenvolvimento BID Programa Social e Ambiental dos Igarapés de Manaus PROSAMIM III 2676/OC-BR Plano de Contas Manaus Amazonas 2012 0 Índice 1. Introdução

Leia mais

ESTADO DE SANTA CATARINA

ESTADO DE SANTA CATARINA ESTADO DE SANTA CATARINA TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DIRETORIA DE CONTROLE DOS MUNICÍPIOS DMU PROCESSO : PCP 06/00076210 UNIDADE : Município de BALNEÁRIO CAMBORIÚ RESPONSÁVEL : Sr. RUBENS SPERNAU - Prefeito

Leia mais

BALANÇO FINANCEIRO ANO 2013

BALANÇO FINANCEIRO ANO 2013 ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANTANA DO LIVRAMENTO SECRETARIA DA FAZENDA BALANÇO FINANCEIRO ANO 2013 Receita Despesa ORÇAMENTÁRIA (1) ORÇAMENTÁRIA (5) Receitas Orçamentárias Despesas

Leia mais

A Geradora Aluguel de Máquinas S.A.

A Geradora Aluguel de Máquinas S.A. Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo Passivo e patrimônio líquido Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa 17.488 25.888 Fornecedores e outras obrigações 17.561 5.153 Contas a receber

Leia mais

Brito Amoedo Imobiliária S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes

Brito Amoedo Imobiliária S/A. Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Brito Amoedo Imobiliária S/A Demonstrações Contábeis acompanhadas do Parecer dos Auditores Independentes Em 30 de Junho de 2007 e em 31 de Dezembro de 2006, 2005 e 2004 Parecer dos auditores independentes

Leia mais

RREO - ANEXO VIII (Lei 9.394/1996, Art.72) R$ 1,00 RECEITAS DO ENSINO RECEITAS REALIZADAS

RREO - ANEXO VIII (Lei 9.394/1996, Art.72) R$ 1,00 RECEITAS DO ENSINO RECEITAS REALIZADAS Governo Municipal de Lagoa de Dentro DEMONSTR. DAS RECEITAS E DESPESAS Pag.: 0001 RREO - ANEXO VIII (Lei 9.394/1996, Art.72) R$ 1,00 RECEITAS DO ENSINO RECEITA RESULTANTE DE IMPOSTOS INICIAL ATUALIZADA

Leia mais

1 de Verificação - 2015 Subsist. C.Sup. Fin.Descrição

1 de Verificação - 2015 Subsist. C.Sup. Fin.Descrição 1 de Verificação - 2015 Subsist. C.Sup. Fin.Descrição 99.562,86D 118.646,81D 1/9 ATIVO CAIXA CONTA CIRCULANTE E ÚNICA EQUIVALENTES DE CAIXA EM MOEDA NACIONAL - CONSOLIDAÇÃO 97.962,86D 250.343,95 231.260,00

Leia mais

11 MODELO DE PLANO DE CONTAS

11 MODELO DE PLANO DE CONTAS 11 MODELO DE PLANO DE CONTAS Apresentamos a seguir uma sugestão de plano de contas, para as empresas de construção civil, utilizável também por aquelas que trabalham com obras por empreitada MODELO DE

Leia mais

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA

CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA www.editoraferreira.com.br CURSO DE CONTABILIDADE INTRODUTÓRIA Professor Humberto Fernandes de Lucena 6.1. Balanço Patrimonial Desde o início de nosso curso, vimos tratando sobre Balanço Patrimonial apenas

Leia mais

UESB RELATÓRIO CONTÁBIL

UESB RELATÓRIO CONTÁBIL RELATÓRIO CONTÁBIL Anexo I RELATÓRIO CONTÁBIL Análise das contas orçamentárias, financeiras, patrimoniais e das incorporações referentes aos balanços das unidades que compõe a no exercício de 2007. I APRESENTAÇÃO

Leia mais

Segue a relação das contas do Ativo e do Passivo Exigível mais utilizadas pela ESAF, organizadas por grupo de contas.

Segue a relação das contas do Ativo e do Passivo Exigível mais utilizadas pela ESAF, organizadas por grupo de contas. Segue a relação das contas do Ativo e do Passivo Exigível mais utilizadas pela ESAF, organizadas por grupo de contas. 1 - Ativo (Saldo devedor, exceto as contas retificadoras) 1.1 Ativo Circulante Adiantamento

Leia mais

Prefeitura Municipal de São José da Lapa

Prefeitura Municipal de São José da Lapa Estado de Minas Gerais Demostração das Variações Patrimoniais - Anexo 15 - Lei 4.320/64 ENTIDADE: 000 - CONSOLIDADO lilian@sonner.com.br 30-03-2015 13:44:25 400000000 VARIAÇÃO PATRIMONIAL AUMENTATIVA 300000000

Leia mais

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO

ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO 11º Congresso Catarinense de Secretários de Finanças, Contadores Públicos e Controladores Internos Municipais ANÁLISE DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS APLICADAS AO SETOR PÚBLICO 1 Professor João Eudes Bezerra

Leia mais

CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88

CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88 CAU - MT Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Mato Grosso CNPJ: 14.820.959/0001-88 Balanço Financeiro Período: 01/01/2012 a 31/12/2012 INGRESSOS DISPÊNDIOS ESPECIFICAÇÃO Exercício Anterior

Leia mais

Anexo 12 - Balanço Orçamentário

Anexo 12 - Balanço Orçamentário Anexo 12 - Balanço Orçamentário BALANÇO ORÇAMENTÁRIO EXERCÍCIO: PERÍODO (MÊS) : DATA DE EMISSÃO: PÁGINA: PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS SALDO RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS INICIAL ATUALIZADA REALIZADAS (a) (b) c

Leia mais

DECRETO Nº 037, DE 08 DE JANEIRO DE 2015

DECRETO Nº 037, DE 08 DE JANEIRO DE 2015 1 Gabinete do Prefeito DECRETO Nº 037, DE 08 DE JANEIRO DE 2015 Dispõe sobre critérios a serem adotados na execução orçamentária e financeira do Poder Executivo do Município de Goiânia para o exercício

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE UNAÍ

CÂMARA MUNICIPAL DE UNAÍ CÂMARA MUNICIPAL DE UNAÍ RELATÓRIO DO SISTEMA CONTROLE INTERNO Mês:: Janeiro/2014 Janeiro/2014 SUMÁRIO I APRESENTAÇÃO... II - AVALIAÇÃO DOS RESULTADOS QUANTO À EFICIÊNCIA E À EFICÁCIA DA GESTÃO ORÇAMENTÁRIA,

Leia mais

SIOPS. Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde. Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS

SIOPS. Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde. Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS SIOPS Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde Orçamento e Contabilidade aplicável ao SIOPS Departamento de Economia da Saúde e Desenvolvimento Secretaria Executiva / Ministério da Saúde

Leia mais

02.10 PROVISÕES, PASSIVOS CONTINGENTES E ATIVOS CONTINGENTES 02.10.01 INTRODUÇÃO

02.10 PROVISÕES, PASSIVOS CONTINGENTES E ATIVOS CONTINGENTES 02.10.01 INTRODUÇÃO 02.10 PROVISÕES, PASSIVOS CONTINGENTES E ATIVOS CONTINGENTES 02.10.01 INTRODUÇÃO A normatização dos procedimentos contábeis relativos a provisões, passivos contingentes e ativos contingentes foi elaborada

Leia mais

Tabela de Fatos - DCA 2014

Tabela de Fatos - DCA 2014 Tabela de Fatos - DCA 2014 Element siconfi-cor:p1.0.0.0.0.00.00 siconfi-cor:p1.1.0.0.0.00.00 siconfi-cor:p1.1.1.0.0.00.00 siconfi-cor:p1.1.1.1.0.00.00 siconfi-cor:p1.1.1.1.1.00.00 siconfi-cor:p1.1.1.1.2.00.00

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - DVA

DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - DVA DEMONSTRAÇÃO DO VALOR ADICIONADO - DVA Sumário 1. Considerações Iniciais 2. Estrutura da Demonstração do Valor Adicionado 2.1 - Grupo de Receita Bruta - Outras Receitas 2.2 - Grupo de Insumos Adquiridos

Leia mais

VOLUME II ANEXOS DA LEI 4.320/64

VOLUME II ANEXOS DA LEI 4.320/64 VOLUME II ANEXOS DA LEI 4.320/64 Apresentação Este volume compõe o Balanço Geral do Estado do exercício financeiro 2010. Nele são apresentados os anexos exigidos na LEI 4.320/64. LUIZ MARCOS DE LIMA SUPERINTENDENTE

Leia mais

Balancete. Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Piauí CNPJ: 14.882.936/0001-06. Créditos. Conta. Página:1/24

Balancete. Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Piauí CNPJ: 14.882.936/0001-06. Créditos. Conta. Página:1/24 Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Estado do Piauí CNPJ: 14.882.936/0001-06 Balancete Período: 01/05/2015 a 31/05/2015 Conta Anterior Débitos Créditos 1 - ATIVO 660.339,65D 383.449,46 379.045,53 664.743,58D

Leia mais

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011.

Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. Modelo de Projeto de Lei (Origem Poder Executivo) Dispõe sobre as diretrizes para a elaboração da lei orçamentária de 2011. CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1 o São estabelecidas, em cumprimento

Leia mais

Total 420.044.577,42 Total 420.044.577,42

Total 420.044.577,42 Total 420.044.577,42 Anexo 01 Demonstrativo da Receita e Despesa Segundo as Categorias Econômicas RECEITA DESPESA RECEITAS CORRENTES DESPESAS CORRENTES RECEITA PATRIMONIAL 1.324.567,17 JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA 0,00 RECEITA

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO SECRETARIA DE ECONOMIA E FINANÇAS PORTARIA Nº 36-SEF, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2014. EB: 64689.

MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO SECRETARIA DE ECONOMIA E FINANÇAS PORTARIA Nº 36-SEF, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2014. EB: 64689. MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO SECRETARIA DE ECONOMIA E FINANÇAS PORTARIA Nº 36-SEF, DE 17 DE NOVEMBRO DE 2014. EB: 64689.017297/2014-47 Aprova o Calendário para o Encerramento do Exercício Financeiro

Leia mais

10.936.971,00 3.2.4.3.1.00.00 - Benefícios Eventuais por Situações de Vulnerabilidade Temporária - Consolidação

10.936.971,00 3.2.4.3.1.00.00 - Benefícios Eventuais por Situações de Vulnerabilidade Temporária - Consolidação PREFEITURA DO RECIFE SECRETARIA DE FINANÇAS GERÊNCIA GERAL DA CONTABILIDADE DO MUNICÍPIO DEMONSTRAÇÃO DAS VARIAÇÕES PATRIMONIAIS - CONSOLIDADO - 2013 Demonstrativo das Variações Patrimoniais e Resultado

Leia mais

Balanço Geral Fundo de Manutenção da Iluminação Pública

Balanço Geral Fundo de Manutenção da Iluminação Pública Secretaria Municipal de Infra-Estrutura Contabilidade Geral do Município Balanço Geral Fundo de Manutenção da Iluminação Pública Exercício 2008 JÂNIO WASHINGTON BARBOSA DA CUNHA SECRETÁRIO DE INFRA-ESTRUTURA

Leia mais

a) Notas explicativas às demonstrações contábeis 1 Constituição, objetivo social e contexto operacional

a) Notas explicativas às demonstrações contábeis 1 Constituição, objetivo social e contexto operacional a) Notas explicativas às demonstrações contábeis 1 Constituição, objetivo social e contexto operacional O Conselho Regional de Administração de São Paulo, vinculado ao Conselho Federal de Administração,

Leia mais

DECRETO LEGISLATIVO Nº 002/2012

DECRETO LEGISLATIVO Nº 002/2012 DECRETO LEGISLATIVO Nº 002/ Institui o cronograma de execução das atividades a serem implementadas para o atendimento integral dos dispositivos constantes no Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público

Leia mais

SERPREL INFORMÁTICA. Ápice Contábil - Fechamento de Balanço/2014

SERPREL INFORMÁTICA. Ápice Contábil - Fechamento de Balanço/2014 SERPREL INFORMÁTICA. Ápice Contábil - Fechamento de Balanço/2014 SUMÁRIO MANUAL DE ENCERRAMENTO DO EXERCICIO 1 Introdução 1 1.1 Recomendações 1 2. Procedimentos de Encerramento de Exercício 1 2.1.01 Lançamento

Leia mais

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO E ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS

MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO E ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS MANUAL DE ORIENTAÇÃO PARA ENCERRAMENTO DO EXERCÍCIO E ELABORAÇÃO DAS DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS As orientações constantes deste manual devem ser observadas pelas Unidades Gestoras para encerramento do exercício,

Leia mais

112110103 FATURAS/ DUPLICATAS A RECEBER Sim DB 1211104 DIVIDA ATIVA NAO TRIBUTARIA - CLIENTES Sim DB 1211105 EMPRESTIMOS E FINANCIAMENTOS CONCEDIDOS

112110103 FATURAS/ DUPLICATAS A RECEBER Sim DB 1211104 DIVIDA ATIVA NAO TRIBUTARIA - CLIENTES Sim DB 1211105 EMPRESTIMOS E FINANCIAMENTOS CONCEDIDOS 112110103 FATURAS/ DUPLICATAS A RECEBER Sim DB 1211104 DIVIDA ATIVA NAO TRIBUTARIA - CLIENTES Sim DB 1211105 EMPRESTIMOS E FINANCIAMENTOS CONCEDIDOS NÆo DB 121110501 EMPRESTIMOS CONCEDIDOS A RECEBER Sim

Leia mais

RECEITAS CORRENTES DESPESAS CORRENTES 379.374,45 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS JUROS E ENCARGOS DA DIVIDA

RECEITAS CORRENTES DESPESAS CORRENTES 379.374,45 PESSOAL E ENCARGOS SOCIAIS JUROS E ENCARGOS DA DIVIDA ANEXO 1 da Lei nº 4.320, de 17 de março de 1964 DEMONSTRAÇÃO DA RECEITA E DESPESA SEGUNDO AS CATEGORIAS ECONÔMICAS Agosto / 2011 Orçamento Fiscal, da Seguridade Social e de Investimentos. Adendo II à Portaria

Leia mais

MUNICÍPIO DE SERRA DO NAVIO PODER LEGISLATIVO CÂMARA MUNICIPAL DE SERRA DO NAVIO

MUNICÍPIO DE SERRA DO NAVIO PODER LEGISLATIVO CÂMARA MUNICIPAL DE SERRA DO NAVIO Em cumprimento ao disposto na Legislação vigente, (Art.101 da Lei nº 4.320/64), os resultados gerais do exercício serão demonstrados no Balanço Orçamentário, Financeiro, Balanço Patrimonial, Demonstração

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PROCESSO SELETIVO PARA ESTÁGIO REMUNERADO EM CIÊNCIAS

Leia mais

LEI Nº 358/2011. Súmula: Institui o Fundo Municipal de Saúde e dá outras providências. Capitulo I. Objetivos

LEI Nº 358/2011. Súmula: Institui o Fundo Municipal de Saúde e dá outras providências. Capitulo I. Objetivos LEI Nº 358/2011 Faço saber a todos os habitantes que a Câmara Municipal de Cafeara, Estado do Paraná aprovou e eu sanciono a presente Lei, que revoga a Lei nº. 084/92 de 17/09/1992. Súmula: Institui o

Leia mais