DIÁRIO DA REPÚBLICA 24.º SUPLEMENTO SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE S U M Á R I O. Sexta Feira, 28 de Dezembro de 2012 Número 159 GOVERNO

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1 Sexta Feira, 28 de Dezembro de 2012 Número 159 SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE DIÁRIO DA REPÚBLICA 24.º SUPLEMENTO GOVERNO Decreto n.º42/2012. Define as regras, procedimentos e calendário para o exercício de prestação de contas, mensal, trimestral e anual, conforme o estipulado nos artigos 2.º, 36.º, 56.º e Secção III da Lei do SAFE. S U M Á R I O

2 N.º de Dezembro de 2012 SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - DIÁRIO DA REPÚBLICA 2125 GOVERNO Decreto n.º42/2012 Exercício de Prestação de Contas Considerando que o Governo da República Democrática de São Tomé e Príncipe tem vindo a implementar, com sucesso, uma reforma do sistema de gestão das Finanças Públicas; Considerando que passos importantes foram dados na modernização dos sistemas, processos e rotinas da gestão das Finanças Públicas, enquanto se prepara simultaneamente a introdução de outras melhorias significativas, designadamente i) através da entrada em funcionamento pleno, no ano orçamental de 2012, do sistema electrónico de gestão administrativa e financeira SAFE-e, conforme referido no Artigo 73º da Lei nº3/2007, Lei da Administração Financeira do Estado e ii) através da introdução de técnicas orçamentais de médio prazo, com recurso à implementação dos Quadros de Despesa de Médio Prazo; Considerando que o exercício de prestação de contas por parte do Estado é uma etapa fundamental no processo de responsabilização deste perante os seus cidadãos, o Governo pretende implementar processos, procedimentos e instrumentos que permitam a retoma da elaboração da Conta Geral do Estado (CGE) que evidencia a execução orçamental, financeira e patrimonial e apresenta o resultado do exercício e a avaliação do desempenho dos órgãos do poder central, regional e local e das instituições públicas. Atendendo que a Conta Geral do Estado dá corpo ao previsto na alínea i) do Artigo 97 da Constituição da República, que estipula a competência da Assembleia Nacional em...tomar as Contas do Estado relativas a cada ano económico, mediada pelo parecer do Tribunal de Contas, conforme os prazos previstos no Artigo 61º da Lei nº3/2007, lei do SAFE. Atendendo a necessidade de se: a) Padronizar os procedimentos contabilísticos nos três níveis de governo (central, regional e local), com o objectivo de orientar e dar apoio à gestão orçamental, financeira e patrimonial como estabelecido na Lei n.º3/2007, nomeadamente no processo de prestação de contas em períodos infra-anuais; b) Elaborar demonstrações contabilísticas consolidadas e padronizadas com base no Plano de Oficial de Contabilidade Pública, a ser utilizado por todos os entes referidos acima; e c) Instituir um instrumento eficiente de orientação comum aos gestores da administração central, regional e local, mediante a definição de regras e procedimentos e um calendário para a prestação de contas de operações típicas do sector público; Havendo a necessidade de proporcionar uma maior transparência e celeridade no processo de elaboração das contas públicas, de forma a permitir a normalização na sua elaboração e apresentação; Torna-se por isso necessário regulamentar um conjunto de matérias relativas à prestação de contas por parte dos órgãos de soberania, dos órgãos do poder regional e local, bem como outras instituições do Estado, designadamente os Institutos e Agências Nacionais, conforme previsto na Lei nº3/2007, que aprova o Sistema de Administração Financeira do Estado (SAFE). Nestes termos, ao abrigo da alínea c) do artigo 111.º da Constituição da República, o Governo da República Democrática de São Tomé e Príncipe decreta e eu promulgo o : Artigo 1.º Objectivo e Âmbito 1. O presente Decreto define as regras, procedimentos e calendário para o exercício de prestação de contas, mensal, trimestral e anual, conforme o estipulado nos Artigos 2º, 36º, 56º e Secção III da Lei do SAFE 2. As presentes regras, procedimentos e calendário aplicam-se a todos os órgãos de soberania, aos órgãos do poder regional e local, bem como às outras instituições do Estado, designadamente os Institutos ou Agências Nacionais, nos termos do Artigo 2º da Lei do SAFE. 3. A prestação de contas por parte das Empresas Públicas é definida em diploma próprio. Artigo 2.º Serviço central responsável pela elaboração das Contas 1. A Direcção da Contabilidade Pública () é o serviço central do sistema de contabilidade pública, nos termos do capítulo III, da Secção I, da Lei SAFE. 2. À compete a coordenação e a centralização dos elementos necessários à prestação de contas, mensal, trimestral e anual, a constar dos Relatórios de Execução Orçamental Trimestral, bem como da Conta Geral do Estado. Artigo 3.º Prestação de Contas por parte de órgãos e instituições públicas com autonomia administrativa e financeira 1. Os órgãos e as instituições públicas com autonomia administrativa e financeira que não aderirem, no primeiro

3 2126 SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º de Dezembro de 2012 momento, à utilização do SAFE electrónico, deverão remeter à : a) Mensalmente Balancetes parciais mensais dos resultados da execução orçamental; b) Trimestralmente - Balancete Demonstrativo da execução Orçamental acompanhado dos comprovantes dos saldos bancários devidamente conciliados; c) Anualmente - mediante balanços e demonstração de resultados, acompanhado dos comprovantes dos saldos bancários devidamente conciliados e completados por anexos analíticos das operações e relatório de execução orçamental. 2. Os documentos acima referidos compreenderão as transferências recebidas do Estado, as receitas próprias arrecadadas, donativos e financiamentos obtidos, as despesas realizadas por conta dessas receitas, donativos e financiamentos, bem como os saldos bancários de inicio e fim de período, conforme modelo a ser aprovado por Despacho do Ministro das Finanças e Cooperação Internacional. 3. A gestão da prestação de contas será acompanhada mensalmente através de balancetes parciais organizados e consolidados pela Direcção da Contabilidade Pública. 4. A informação referida no nº1deverá ser remetida à Direcção da Contabilidade Pública, nos s prazos máximos: a) Até15 dias após o fim do mês a que se referem para a informação mensal; b) Até o último dia do mês subsequente ao final de cada trimestre para a informação trimestral; e c) Até ao dia 15 de Fevereiro do ano subsequente ao ano a que se refere o exercício orçamental para a informação anual. 5. Cabe à a verificação da congruência dos elementos referidos nos nº anteriores, de forma a procederse à incorporação dos respectivos saldos no SAFE-e e a produção fidedigna dos mapas contabilísticos gerais e elementos informativos à elaboração do relatório relativo ao órgãos e as instituições públicas com autonomia administrativa e financeira. 6. Os órgãos e as instituições públicas com autonomia administrativa e financeira que não enviarem, à, a informação no prazo estipulado no nº.4 acima, integrarão as contas trimestrais e a Conta Geral do Estado em situação de Pagamentos por regularizar. Artigo 4.º Informação a prestar pelos órgãos de Poder Regional e Local 1. Com o objectivo de permitir uma informação consolidada do conjunto do sector público administrativo, o Governo Regional do Príncipe e as Câmaras Distritais, deverão remeter nos termos e com a periodicidade abaixo indicadas, os s elementos: a) Trimestralmente Balancete Demonstrativo da execução Orçamental acompanhado dos comprovantes dos saldos bancários devidamente conciliados; b) Anualmente - mediante balanços e demonstração de resultados, acompanhado dos comprovantes dos saldos bancários devidamente conciliados e completados por anexos analíticos das operações e relatório de execução orçamental. 2. Os documentos acima referidos compreenderão as transferências recebidas do Estado, as receitas próprias arrecadadas, donativos e financiamentos obtidos, as despesas realizadas por conta dessas receitas, donativos e financiamentos, bem como os saldos bancários de inicio e fim de período, conforme modelo a ser aprovado por Despacho do Ministro de tutela. 3. A gestão da prestação de contas será acompanhada trimestralmente através de balancetes parciais organizados e consolidados pela Direcção da Contabilidade Pública. 4. A informação referida no nº1 deverá ser remetida à Direcção da Contabilidade Pública, nos s prazos máximos: a) Até o último dia do mês subsequente ao final de cada trimestre para a informação trimestral; e b) Até ao dia 15 de Fevereiro do ano subsequente ao ano a que se refere o exercício orçamental para a informação anual. 5. Cabe à a verificação da congruência dos elementos referidos nos nº anteriores, de forma a procederse à incorporação dos respectivos saldos no SAFE-e e a produção fidedigna dos mapas contabilísticos gerais e elementos informativos à elaboração do relatório relativo ao órgãos e as instituições públicas com autonomia administrativa e financeira. 6. Os órgãos de poder local e regional que não enviarem, à, a informação no prazo estipulado no nº 4 acima, integrarão as contas trimestrais e a Conta Geral do Estado em situação de Pagamentos por regularizar.

4 N.º de Dezembro de 2012 SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - DIÁRIO DA REPÚBLICA 2127 Artigo 5.º Prazos de análise e controlo de Conformidade pela Direcção da Contabilidade Pública 1. A tem um prazo máximo de 5 dias úteis para analisar e verificar a conformidade dos elementos referidos nos Artigos 3º e 4 º acima. 2. Não havendo a conformidade das informações, a, devolve o processo para efeito de correcção. 3. A rectificação da informação pelas entidades referidas no nº1, não poderá ultrapassar três dias úteis após a data da confirmação da recepção da respectiva devolução pela. Artigo 6.º Conta da Assembleia Nacional A conta da Assembleia Nacional é enviada, até 31 de Março do ano àquele a que respeita, ao Governo, para efeitos da sua integração na Conta Geral do Estado. Artigo 7.º Conta do Tribunal de Contas Depois de aprovada, a conta do Tribunal de Contas é remetida, até 31 de Março do ano àquele a que respeita, ao Governo, para efeitos da sua integração na Conta Geral do Estado. Artigo 8.º Conta da Presidência da República A conta da Presidência da República é enviada, até 31 de Março do ano àquele a que respeita, ao Governo, para efeitos da sua integração na Conta Geral do Estado Artigo 9.º Conta do Supremo Tribunal de Justiça/ Tribunal Administrativo Após a sua aprovação, a conta do Supremo Tribunal de Justiça/ Tribunal Administrativo é remetida, até 31 de Março do ano àquele a que respeita, ao Governo, para efeitos da sua integração na Conta Geral do Estado. Artigo 11.º Modelos de Relatórios Contabilísticos e Mapas Orçamentais 1. Para efeitos do disposto no Artigo 50º da Lei do SAFE, são aprovados os modelos, constantes dos anexos abaixo referidos que fazem parte integrante do presente diploma, referentes aos relatórios contabilísticos s: a) Balanço Orçamental Modelo constante do Anexo I; b) Balanço Financeiro Modelo constante do Anexo II; c) Balanço Patrimonial Modelo constante do Anexo III; e d) Quadro Demonstrativo das Variações Patrimoniais Modelo constante do Anexo IV. 2. A apresentação dos elementos relativos as alíneas c) e d), do nº anterior, será apenas obrigatória para os serviços integrados no SAFE-e e para os órgãos de soberania, aos órgãos do poder regional e local, bem como às outras instituições do Estado, designadamente os Institutos ou Agências Nacionais, que tiverem adoptado o Plano Oficial de Contabilidade Pública. 3. O formato dos Mapas Orçamentais de suporte à elaboração da CGE, serão aprovados por Despacho do Ministro das Finanças. Artigo 12.º Procedimento e Prazos para o encerramento do exercício 1. Os procedimentos abaixo definidos têm por finalidade normalizar os processos que visem a maior eficiência do processo de encerramento do exercício económico, a elaboração da Conta Geral do Estado e a abertura do ano orçamental. Assim, são aprovados os s processos a serem executados no SAFE-e, e respectivas data-limite de execução, bem como a entidade responsável para o efeito: Artigo 10.º Conta do Tribunal Constitucional Após a sua aprovação, a conta do Tribunal Constitucional é remetida, até 31 de Março do ano àquele a que respeita, ao Governo, para efeitos da sua integração na Conta Geral do Estado.

5 2128 SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º de Dezembro de 2012 Processos Mês de Execução Data-Limite Entidade Responsável 1. Cancelamento das Despesas Antes do encerramento do 22 de Dezembro de cada ano por Pagar e não pagas mês de Dezembro 2. Anulação de saldo de Cabimento Antes do encerramento do 22 de Dezembro de cada ano Unidade Gestora a Liquidar mês de Dezembro 3. Anulação de saldo de Précabimento a Cabimentar Antes do encerramento do mês de Dezembro 22 de Dezembro de cada ano Unidade Gestora 4. Cancelamento de programação financeira liberta e não utilizada 5. Inscrição de cabimentos liquidados em Despesa por Pagar Antes do encerramento do mês de Dezembro Antes do encerramento do mês de Dezembro 27 de Dezembro de cada ano Direcção do Tesouro (DT) 27 de Dezembro de cada ano /DAF 6. Encerramento do mês 12 Fim do mês de Dezembro Último dia útil do mês de Dezembro 7. Abertura do Exercício Mês de Janeiro do exercício Primeiro dia útil do mês de Janeiro do ano 8. Abertura do mês de acerto Durante o mês de acerto Primeiro dia útil do mês de Janeiro do ano 9. Conciliação das Contas do Durante o mês de acerto Até 16 de Janeiro do ano Tesouro 10. Incorporação de saldos no SAFE-e a. Dados dos órgãos de poder Durante o mês de acerto Até 15 de Fevereiro do ano local e regional b. Dados dos órgãos e as instituições públicas com autonomia administrativa e financeira c. Dados dos financiamentos externos 11. Apuramento do resultado do exercício económico 12. Encerramento do mês de acerto 13. Transposição de saldos das contas patrimoniais para o exercício 14. Encerramento do exercício económico 15. Inicio da preparação da Conta Geral do Estado 16. Submissão da CGE ao Tribunal de Contas Durante o mês de acerto Durante o mês de acerto Durante o mês de acerto Durante o mês de acerto Após encerramento do mês de acerto Após encerramento do mês de acerto Após encerramento do exercício Abril do ano àquele a que a referida conta respeite Até 15 de Fevereiro do ano Até 15 de Fevereiro do ano Até 02 de Março do ano Até 05 de Março do ano Até 06 de Março do ano Até 06 de Março do ano 3ª semana do mês de Março do ano Até ao dia 30 de Abril do ano àquele a que a referida conta respeite DT, DA e DI, DO, DT MF 2. O conteúdo dos processos referidos no nº1e as respectivas rotinas de implementação no SAFE-e, serão definidos pela Direcção da Contabilidade Pública e farão parte integrante do Manual de Contabilidade Pública aplicado ao SAFE- e.

6 N.º de Dezembro de 2012 SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - DIÁRIO DA REPÚBLICA 2129 Artigo 13.º Dúvidas Compete ao Ministro das Finanças e Cooperação Internacional interpretar as dúvidas que se suscitarem na execução do presente Decreto e, aprovar, por Despacho, as instruções necessárias à sua correcta aplicação. Artigo 14.º Revogação Ficam revogadas todos os preceitos legais que contrariem o presente Decreto. Artigo 15.º Entrada em Vigor As disposições do presente diploma entrarão em vigor nos termos legais. Visto e aprovado em Conselho de Ministros em S. Tomé, aos 15 de Setembro de O Primeiro - Ministro e Chefe do Governo, Dr. Patrice Emery Trovoada; Ministro da Justiça e da Reforma do Estado; Dr. Elísio d Alva Teixeira, Ministro Secretário - Geral do Governo, Dr. Afonso da Graça Varela da Silva; Ministro das Finanças e Cooperação Internacional; Dr. Américo D Oliveira dos Ramos, Ministro do Plano e Desenvolvimento, Dr. Agostinho Quaresma dos Santos Afonso Fernandes; Ministro das Obras Públicas e Recursos Naturais, Eng. Carlos Vila Nova. Promulgado em 11 de Dezembro de Publique-se O Presidente da República, Dr. Manuel Pinto da Costa.

7 2130 SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º de Dezembro de 2012 Anexo I A Estrutura do Balanço Orçamental Receitas Orçamentais Receita Corrente Tributárias Patrimonial Serviços Transferências Correntes Outras Receitas Correntes Receita de Capital Alienação de Bens Financiamento Transferências de Estado Outras Receitas de Capital Sub-Total das Receitas Refinanciamento Operações de Crédito Interna Operações de Crédito Externa Previsão Execução Despesas correntes Despesa com Pessoal Contribuições do Empregador Bens e Serviços Juros Subsídios Despesa Exercício Anterior Restituições Despesas de Capital investimento Transferência de Capital Despesas Financeiras Despesa Exercício Anterior Reserva Orçamental Outras Despesas de Capital Sub-Total das Despesas Amortização da Dívida/Ref. Amortização da Dívida Interna Amortização da Dívida Externa Despesas Orçamentais Dotação Inicial Dotação Autorizada Dotação Cabimentada Dotação Liquidada Despesa Paga Saldo de Dotação Total das Receitas Déficit Total Geral Total das Despesas Superávit Total Geral

8 N.º de Dezembro de 2012 SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - DIÁRIO DA REPÚBLICA 2131 BALANÇO FINANCEIRO Anexo II Estrutura do Balanço Financeiro FLUXOS DE CAIXA DAS ACTIVIDADES DAS OPERAÇÕES INGRESSOS RECEITAS DERIVADAS Receita Tributária Receita de Contribuições Outras Receitas Derivadas RECEITAS ORIGINÁRIAS Receita Patrimonial Receita de Serviços Outras Receitas Originárias RECEITAS DE TRANSFERÊNCIAS Do Governo Central (Tesouro) De Empresas Estatais De Instituições sem fins Lucrativos De Pessoas e Famílias Do Exterior DESEMBOLSOS PESSOAL E OUTRAS DESPESAS CORRENTES POR FUNÇÃO 01 Serviços Públicos Gerais 02 Defesa Nacional 03 Segurança Interna e Ordem Pública 04 Educação 05 Saúde 06 Segurança e Assistência Social 07 Habitação e Serviços Comunitários 08 Cultura e Desporto 09 Combustíveis e Energia 10 Agricultura e Pesca 11 Indústria e Recursos Minerais 12 Transportes e Comunicações 13 Comércio e Serviços 14 Trabalho 15 Ambiente 16 Outros Serviços Económicos 17 Encargos Financeiros 18 Reserva de Contingência JUROS E ENCARGOS DA DÍVIDA Juros da Dívida Interna Juros da Dívida Externa Outros Encargos da Dívida SUBSÍDIOS E TRANSFERÊNCIAS CORRENTES Subsídios Transferências Correntes DESPESAS DE EXERCÍCIOS ANTERIORES RESTITUIÇÕES DESPESA POR PAGAR CORRENTE - PAGA FLUXOS DE CAIXA LÍQUIDO DAS ATIVIDADES DAS OPERAÇÕES FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO INGRESSOS Alienação de Bens Amortização de Empréstimos e Financiamentos Concedidos Outras Receitas de Investimentos DESEMBOLSOS Aquisição de Activo Não Circulante Concessão de Empréstimos e Financiamentos Despesa por Pagar de Investimento - Paga Outras Despesas de Investimentos = FLUXO DE CAIXA LÍQUIDO DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO INGRESSOS Operações de Crédito DESEMBOLSOS Amortização/Refinanciamento da Dívida Despesa por Pagar de Financiamento - Paga = FLUXO DE CAIXA LÍQUIDO DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO APURAÇÃO DO FLUXO DE CAIXA DO PERÍODO GERAÇÃO LÍQUIDA DE CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA INICIAL CAIXA E EQUIVALENTE DE CAIXA FINAL Milhares (STD) Exercício Exercício Anterior Actual

9 2132 SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º de Dezembro de 2012 Anexo III Estrutura do Balanço Patrimonial ACTIVO Milhares (STD) Exercício Actual Exercício Anterior BALANÇO PATRIMONIAL PASSIVO Activo Circulante Passivo Circulante Caixa e Equivalente de Caixa Obrigações Trabalhistas Previdenciárias. a Pagar Curto Prazo Moeda Nacional Consignações Moeda Estrangeira Pessoal a Pagar Créditos Realizáveis de Contribuições do Empregador a Recolher Curto Prazo Tributos a Receber Empréstimos e Financiamentos Curto Prazo Arrecadação Rede Operações de Crédito Internas Bancária Demais Créditos e Valores Operações de Crédito Externas de Curto Prazo Devedores por Adiantamento Fornecedores e Contas a Pagar Curto Prazo Instituições e Agentes Fornecedores Devedores Depósitos Realizáveis Demais Contas a Pagar Recursos Especiais Recebidos Demais Obrigações de Curto Prazo Outros Créditos a Receber Depósitos de Diversas Origens Despesas Pagas Antecipadamente Adiantamentos recebidos Activo Não-Circulante Diversas Obrigações de Curto Prazo Dívida Activa Provisões de Curto Prazo Créditos Tributários Passivo Não Circulante Créditos Não Tributários Empréstimos e Financiamentos Longo Prazo Adiantamentos Concedidos Operações de Crédito Internas Outros Créditos Realizáveis Operações de Crédito Externas em Longo Prazo Investimentos Demais Obrigações de Longo Prazo Participação em Sociedade Depósitos Exigíveis Imobilizado Diversas Obrigações de Longo Prazo Bens Móveis Total do Passivo Bens Imóveis Património Líquido Outros Bens Saldo Patrimonial (-) Depreciação Acumulada Resultado do Exercício Intangível Resultado de Exercícios Anteriores Bens Incorpóreos Saldo Patrimonial Apurado (-) Amortização Acumulada Reservas de Capital Total Saldos dos Actos Potenciais do Activo Responsabilidade por Títulos e Valores Contratos Celebrados Capital Subscrito de Empresas Contratos de Dívidas Total Total do Património Líquido Total Saldos dos Actos Potenciais do Passivo Responsabilidade por Títulos e Valores Contratos Celebrados Capital Subscrito de Empresas Contratos de Dívidas Total Exercício Actual Milhares (STD) Exercício Anterior

10 N.º de Dezembro de 2012 SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - DIÁRIO DA REPÚBLICA 2133 Anexo IV Estrutura da Demonstração das Variações Patrimoniais Demonstração das Variações Patrimoniais Variações Patrimoniais Quantitativas Variações Patrimoniais Aumentativas Exercício ActuaL Exercício Anterior Receitas Orçamentais Efectivas Receitas Tributárias Imposto Taxas Contribuições Outras Receitas Tributárias Receitas Patrimoniais Rendimentos Imobiliários Rendimentos de Participações Rendimentos de Operações Financeiras Rendimentos de Financiamentos Rendimentos de Recursos Naturais Rendimentos de Outros Bens e Direitos Outras Receitas Patrimoniais Receitas de Serviços Serviços Comerciais Serviços Cons. Registo Notariado Serviços Comunitários Serviços Diversos Receitas de Transferências Correntes Transferências do Estado Transferências de Empresas Estatais Transferências de Instituições Sem Fins Lucrativos Transferências de Pessoas e Famílias Transferências do Exterior Receitas Correntes Diversas Multas e Outras Penalidades Indemnizações e Restituições Vendas Diversas ou Eventuais Lotarias e Sorteios Diversos Juros, Comissões e Bonificações Receita Cambial Outras Receitas Correntes Interferências Activas Transferências Financeiras Recebidas Receitas Extra-Orçamentais Efectivas Interferências Activas Transferências Financeiras Recebidas Transferências de Bens e Valores Recebidos Incorporação /Desincorporação de Saldos Acréscimos Patrimoniais Incorporação de Activos Desincorporação de Passivos Ajustes de Bens, Valores e Créditos Outros Acréscimos Patrimoniais Total das Variações Patrimoniais Aumentativas Variações Patrimoniais Diminutivas Exercício Actual Exercício Anterior Despesas Orçamentais Efectivas Despesas com Pessoal Pessoal Civil Pessoal Militar Despesas com Contribuições do Empregador Contribuições do Empregador para a Segurança Social Outras Contribuições do Empregador Despesas com Bens e Serviços Serviços Despesa com Juros Juros da Dívida Interna Juros da Dívida Externa Encargos Bancários da Dívida Subsídios e Transferências Correntes Subsídios Transferências Correntes

11 2134 SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - DIÁRIO DA REPÚBLICA N.º de Dezembro de 2012 Outras Despesas Correntes Despesas Correntes de Exercícios Anteriores Restituições Interferências Passivas Transferências Financeiras Concedidas Despesas Extra-Orçamentais Efectivas Interferências Passivas Transferências Financeiras Concedidas Transferências de Bens e Valores Concedidos Incorporação /Desincorporação de Saldos Decréscimos Patrimoniais Desincorporação de Activos Incorporação de Passivos Ajustes de Bens, Valores e Créditos Total das Variações Patrimoniais Diminutivas RESULTADO PATRIMONIAL DO PERÍODO VARIAÇÕES PATRIMONIAIS QUALITATIVAS (Factos Permutativos decorrentes da Execução Orçamental) Incorporação de Activos Desincorporação de Passivos Incorporação de Passivos Desincorporação de Activos

12 N.º de Dezembro de 2012 SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - DIÁRIO DA REPÚBLICA 2135 DIÁRIO DA REPÚBLICA AVISO A correspondência respeitante à publicação de anúncios no Diário da República, a sua assinatura ou falta de remessa, deve ser dirigida ao Centro de Informática e Reprografia do Ministério da Justiça, Administração Pública, Reforma do Estado e Assuntos Parlamentares Telefone: Caixa Postal n.º São Tomé e Príncipe. - S. Tomé.

Anexo 12 - Balanço Orçamentário

Anexo 12 - Balanço Orçamentário Anexo 12 - Balanço Orçamentário BALANÇO ORÇAMENTÁRIO EXERCÍCIO: PERÍODO (MÊS) : DATA DE EMISSÃO: PÁGINA: PREVISÃO PREVISÃO RECEITAS SALDO RECEITAS ORÇAMENTÁRIAS INICIAL ATUALIZADA REALIZADAS (a) (b) c

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