BRISA Concessão Rodoviária, S.A. Quinta da Torre da Aguilha, Edifício Brisa, São Domingos de Rana Capital social de euros CRC sob o número

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1 BRISA Concessão Rodoviária, S.A. Quinta da Torre da Aguilha, Edifício Brisa, São Domingos de Rana Capital social de euros CRC sob o número único e de pessoa colectiva º

2 Contents 1 INTRODUÇÃO... 3 O Ano em Revista... 3 Perfil Empresarial... 4 Enquadramento Macroeconómico CARACTERÍSTICAS DA CONCESSÃO E ACTIVIDADE EMPRESARIAL RELATÓRIO FINANCEIRO EVOLUÇÃO PREVISÍVEL DA BCR GOVERNO SOCIETÁRIO GESTÃO DE RISCOS OBJECTIVOS E POLÍTICAS NOTA FINAL PROPOSTA DE APLICAÇÃO DE RESULTADOS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Demonstração da Posição Financeira Demonstração dos Resultados e de Outro Rendimento Integral Demonstração das Alterações no Capital Próprio Demonstração dos Fluxos de Caixa ANEXOS ÀS DEMONSTRAÇÃO FINANCEIRAS CERTIFICAÇÃO LEGAL DAS CONTAS RELATÓRIO E PARECER DO CONSELHO FISCAL ESTATÍSTICAS DE TRÁFEGO ORGÃOS SOCIAIS Página 2

3 1 Introdução O Ano em Revista ABRIL Contratação de empréstimo obrigacionista de 300 M a uma taxa de 3,876% JULHO Moody s actualiza o rating da BCR para Ba1, com positive outlook AGOSTO Contratação de programa de papel comercial de 50 M, a 3 anos, com o Deutsche Bank NOVEMBRO Moody s actualiza o rating da BCR para Baa3, com stable outlook DEZEMBRO Reembolso de uma emissão obrigacionista de 225 M Página 3

4 Perfil Empresarial A Brisa - Concessão Rodoviária, S.A. (BCR) foi criada para operar a concessão Brisa, na sequência da reorganização societária do Grupo Brisa. O seu objecto social prende-se com a construção, conservação e exploração de auto-estradas e respectivas áreas de serviço, em regime de concessão, bem como o estudo e realização de infra-estruturas de equipamento social. A história da concessão Brisa remonta a 1972, data da fundação do Grupo Brisa. Ao longo de quatro décadas, a sua actividade deu origem ao principal eixo rodoviário que liga o país de Norte a Sul e de Este a Oeste e com dois grandes eixos de acesso a Espanha. Nos termos do Contrato de Concessão, a Brisa Concessão Rodoviária irá operar esta rede fundamental até Dezembro de A BCR partilha a cultura empresarial do Grupo Brisa, baseada nos valores da Ética, Inovação e Excelência e fortemente vocacionada para a promoção da mobilidade e da acessibilidade interurbana, inter-regional e internacional, com importantes benefícios económicos e sociais para as actividades e as comunidades que serve. A responsabilidade social no Grupo Brisa é assumida numa perspectiva de longo prazo, tendo como objectivo a criação de valor para os vários stakeholders. Anualmente é publicado um Relatório de Sustentabilidade em que se comunica a política e principais vectores estratégicos, assim como o desempenho de vários indicadores nas vertentes económica, ambiental e social. Página 4

5 Enquadramento Macroeconómico No ano manteve-se a tendência de melhoria gradual dos principais indicadores macroeconómicos, iniciada no último trimestre de 2013 com os primeiros registos de crescimento tanto do produto como do consumo. Assim, e de acordo com as previsões mais recentes, o Produto Interno Bruto deverá ter crescido +0,9% e o Consumo Privado deverá ter registado uma variação mais expressiva, de +1,9%. Preços e Mercados Financeiros Em o índice de preços no consumidor registou uma taxa de variação média negativa de 0,3%. Em Dezembro de a taxa de inflação homóloga foi negativa em 0,4%, inferior aos 0,0% observados em Novembro. Com taxas de inflação muito próximos de zero, negativas por vezes, existe em Portugal e na zona Euro, o sombrio risco de deflação. Para fazer face a este efeito negativo, e no sentido de incentivar a recuperação económica da Europa, o Banco Central Europeu (BCE) anunciou já este ano (22 de Janeiro 2015) um programa de flexibilização da política monetária, através da compra de dívida pública e privada. Este programa, que deverá ter início em Março de 2015 e deverá continuar até Setembro de 2016, tem como finalidade combater a deflação, aumentando a liquidez e, consequentemente, o consumo e o investimento. Os preços deverão subir e, assim, caminhar para a meta de 2% de inflação no longo prazo. Em 2015 as previsões da taxa de inflação de várias instituições, como o Banco de Portugal e o Governo, rondam os 0,7%. Ao nível das taxas de juro destaca-se, como um dos eventos mais marcantes de, o corte que o BCE efectuou em Setembro na taxa de juro directora, de 0,15% para 0,05%, no sentido de evitar a deflação e impulsionar a actividade económica na zona euro. O Presidente do BCE fundamentou a medida no aumento de risco de estagnação da actividade económica, com repercussões negativas ao nível do investimento privado, com maior impacto na confiança empresarial e expectativas dos consumidores. Ao longo de verificou-se uma queda na taxa de câmbio do euro face ao dólar, tendo atingido no final de Dezembro o valor de 1,2141, o que representa uma desvalorização de quase 12% face ao final de Apesar desta Página 5

6 depreciação, sobretudo concentrada no segundo semestre de, a média anual desta taxa de câmbio manteve-se praticamente inalterada entre 2013 e, com 1,328 e 1,329, respectivamente. O custo da dívida soberana portuguesa desceu de forma quase ininterrupta ao longo de todo o ano, revelando a reacção positiva dos mercados de crédito à decisão de saída limpa do programa de assistência financeira por parte de Portugal e às subidas na notação de risco da República Portuguesa. O custo das obrigações com maturidade a 10 anos registou o máximo em torno dos 6,1% no início do ano e o mínimo de cerca de 2,7% coincidente com o final do ano. Ao nível dos Credit Default Swaps (CDS) houve uma evolução de 352 pontos base no início do ano para 202 pontos base no final do ano. Combustíveis Rodoviários Em intensificou-se a trajectória descendente, iniciada em 2013, do preço de venda ao público tanto da gasolina como do gasóleo. Evolução mensal do preço de venda ao público dos combustíveis rodoviários, Fonte: Direcção Geral de Energia e Geologia Página 6

7 Preço médio anual de venda ao público dos combustíveis rodoviários, TCA Gasolina 1,62 1,57-3,2% Gasóleo 1,39 1,30-6,0% TCA - Taxa de Crescimento Anual Verificou-se porém que, apesar da diminuição significativa do preço, as vendas totais acumuladas a Novembro de registaram uma variação quase nula (+0,3%), já que apesar do aumento das vendas de gasóleo (+0,7%), as vendas de gasolina diminuíram quase 1%. Evolução da venda dos combustíveis rodoviários, (quantidades acumuladas a Novembro) 1% 1% 0% -1% -1% -2% -2% -3% -3% -4% -4% 0.7% 0.3% -1.1% -2.5% -2.7% -3.4% Gasolina Gasóleo Total 2013 Fonte: Direcção Geral de Energia e Geologia Mercado Automóvel Em foram vendidos em Portugal aproximadamente 172 mil veículos, representando este volume um aumento nas vendas de 36%, três vezes superior ao aumento de 12% já registado em As vendas de veículos ligeiros cresceram 36%, tendo os veículos pesados registado um aumento de volume de vendas ligeiramente inferior (+31%). Página 7

8 Evolução mensal acumulada das vendas de veículos novos em Portugal, Fonte: ACAP, Associação Automóvel de Portugal Página 8

9 A14 A8 Mari nha Grande Figueira da Foz A15 Mira A17 Leiri a N14 Ma ia Ma tos in ho s A28 A20 Po rto Ga ia A4 A1 Es pin ho A41 A43 3 Av eiro Ca nta nhede Pombal Go nd om ar Coim bra RC 2 Características da Concessão e Actividade Empresarial Indicadores económicos: Proveitos Operacionais: 465,5 M EBITDA 1 : 342,1 M Margem EBITDA: 73,5% Número de trabalhadores:14 1 EBITDA=Resultados Operacionais+Provisões, Amortizações, Depreciações, Ajustamentos e Reversões Não inclui o rédito associado ao serviço de construção A14 A3 A1 A4 A rede concessionada à BCR é de 1 123,9 A1 km, incluindo o futuro acesso ao Novo Aeroporto de Lisboa, distribuída por 12 A5 A10 A13 A6 auto-estradas. Com a rede praticamente construída, encontram-se actualmente em A2 exploração directa 11 auto-estradas, num total de 1 100,2 km em operação, sendo 1 014,1 km constituídos por sublanços com portagem e 4,3 km pela ligação ao Alto da N 0 50 Kilometers Guerra, na A12, com um perfil de 2x1 via. A finalização da rede realizar-se-á com a construção da A33, correspondente ao acesso ao Novo Aeroporto de Lisboa, projecto actualmente a carecer de definição. A rede cobre o país de Norte a Sul e de Este a Oeste, abrangendo os seus principais eixos rodoviários - corredor litoral e ligação Lisboa - Madrid. Inclui também importantes vias radiais e circulares das Áreas Metropolitanas de Lisboa e do Porto. De acordo com o Contrato de Concessão, celebrado com o Estado Português, a concessão termina em Página 9

10 Características da concessão em Extensão (kms) AE sem port. com port. Total 2x1 vias 2x2 vias 2x3 vias 2x4 vias A1 - Auto-estrada do Norte A2 - Auto-estrada do Sul A3 - Auto-estrada Porto - Valença A4 - Auto-estrada Porto - Amarante A5 - Auto-estrada da Costa do Estoril A6 - Auto-estrada Marateca - Elvas A9 - Circular Regional Externa de Lisboa A10 - Auto-estrada Bucelas - Carregado - IC A12 - Auto-estrada Setúbal - Montijo A13 - Auto-estrada Almeirim - Marateca A14 - Auto-estrada Figueira da Foz - Coimbra (Norte) Total Investimento na rede: alargamentos, expansão e conservação Em relação aos novos investimentos previstos contratualmente, no 1º trimestre de concluiu-se a construção do Nó de Soure, no sublanço Pombal / Condeixa, da A1 - Auto-estrada do Norte, cuja abertura ao tráfego veio a ocorrer durante o 3º trimestre de. O processo relativo à Ligação à Plataforma Logística do Poceirão continua suspenso, em virtude do não desenvolvimento da própria plataforma. Prosseguiu-se o plano de alargamento do número de vias em sublanços que, de acordo com o previsto no contrato de concessão, se justificam. Foi formalizada a adjudicação da Empreitada para o Alargamento e Beneficiação para 2x3 vias do sublanço Carvalhos / Santo Ovídeo, da A1 Auto-estrada do Norte, no 1º trimestre de, cujo início veio a ocorrer no 3º trimestre de. A empreitada para a concepção/construção do Novo Túnel Norte de Águas Santas, inserido no processo de alargamento do sublanço Águas Santas / Ermesinde, da A4 Auto-estrada Porto / Amarante, foi igualmente adjudicada, Página 10

11 tendo-se concluído e aprovado o respectivo Projecto de Execução de Concepção / Construção, prevendo-se o seu início no 1º trimestre de Ao nível da conservação, para além de diversas intervenções localizadas, destaca-se a conclusão das seguintes empreitadas: Beneficiação do pavimento no sublanço Albergaria / Estarreja, da A1 - Auto-estrada do Norte; Beneficiação e reforço do pavimento no sublanço Valongo / Campo, da A4 - Auto-estrada Porto / Amarante; Beneficiação e reforço do pavimento no sublanço Estádio Nacional / Oeiras, da A5 - Auto-estrada da Costa do Estoril; Beneficiação do pavimento no sublanço Évora Poente / Évora Nascente, da A6 - Auto-estrada Marateca / Caia; Reparação de taludes instabilizados, entre o km e o km (sentidos S/N e N/S), no sublanço Santa Iria da Azóia / Alverca, da A1 - Auto-estrada do Norte; Reparação de taludes instabilizados, aos km's , Aterro (S/N), , Escavação (N/S) e , Muro M1 (S/N), no Sublanço Condeixa/Coimbra (Sul), da A1 - Auto-estrada do Norte; Reabilitação e Reforço Estrutural da Passagem Superior 282, no sublanço Coimbra Sul / Coimbra Norte, da A1- Auto-estrada do Norte; Reabilitação de Passagens Hidráulicas do Sistema de Drenagem Transversal Corrente, no sublanço Santo Tirso / Famalicão (km e km ) da A3 - Auto-estrada Porto / Valença, e no Sublanço Vila Verde / Santa Eulália (km e km ) da A14 - Auto-estrada Figueira da Foz / Coimbra; Conservação em obras de arte em diversos pontos da rede, nomeadamente na A1 Auto-estrada do Norte, na A4 - Auto-estrada Porto / Amarante e na A5 - Auto-estrada da Costa do Estoril. Em 31 de Dezembro de estavam em curso as seguintes empreitadas: Página 11

12 Beneficiação e reforço do pavimento nos sublanços Espinho (IC24) / Feiteira / Carvalhos, da A1 - Auto-estrada do Norte; Beneficiação e reforço do pavimento nos sublanços EN201 / Ponte de Lima Sul / Ponte de Lima Norte, da A3 - Auto-estrada Porto / Valença; Beneficiação do pavimento nos sublanços Ançã / Coimbra Norte (A1/A14) / Zombaria, da A14 - Auto-estrada Figueira da Foz / Coimbra Norte; Reparação de taludes instabilizados, aproximadamente ao km (sentidos N/S e S/N), no sublanço Torres Novas / Fátima da A1- Auto - estrada do Norte; Reparação de taludes instabilizados do ramo B do Nó de Leiria, ao km (sentido S/N), no sublanço Fátima / Leiria, da A1- Auto-Estrada do Norte; Reparação de taludes instabilizados entre os km s e (sentido Estádio Nacional/Alverca), no sublanço Radial da Pontinha / Radial de Odivelas, da A9 - CREL; Reparação de taludes instabilizados do ramo B do Nó de Sta. Eulália, ao km (sentido E/W), no sublanço Sta. Eulália / Montemor-o-Velho, da A14 - Auto-estrada Figueira da Foz / Coimbra Norte; Reabilitação e reforço estrutural de Passagens Hidráulicas no sublanço Maia / Santo Tirso (PH 026 e PH 037.1), da A3 - Auto-estrada Porto / Valença Construção do sistema de drenagem do viaduto de Santana da Carnota, no sublanço Arruda dos Vinhos / Carregado, da A10 - Auto-Estrada Bucelas / Carregado (A1) / IC3 (A13); Encontravam-se, ainda, em fase de consignação, as seguintes empreitadas: Reabilitação de Passagens Hidráulicas (Lote 1) no sublanço Almodôvar / S. Bartolomeu de Messines, da A2 - Auto-estrada do Sul; Reabilitação e Reforço dos Viadutos de Arapouco, Albergaria e Burgão, no sublanço Alcácer do Sal/Grândola Norte, da A2 - Auto-estrada do Sul; Reabilitação da Passagem Inferior 15.1 no sublanço Linda-a- Velha / Estádio Nacional, da A5 - Auto-estrada da Costa do Estoril; Página 12

13 Programando o futuro, encontram-se em fase de audiência prévia as propostas para as obras de Beneficiação e Reforço do pavimento no sublanço Nó A2/A6/A13 / Alcácer do Sal, da A2 - Auto-estrada do Sul. No ano em análise continuaram também as inspecções periódicas às infraestruturas, bem como a auscultação de pavimentos, observação e monitorização de taludes e estruturas de contenção e inspecção de obras de arte cuja informação, depois de introduzida nos Sistemas de Gestão de Pavimentos, Taludes ou de Obras de Arte, servirá de apoio aos estudos de beneficiação e reforço, estabilização e/ou reforço estrutural dos mesmos. Durante o primeiro semestre foi concluída a empreitada para a conclusão da concepção e construção das Barreiras Acústicas a executar nos sublanços Coina / Palmela / Nó de Setúbal (Nó A2/A12), da A2 - Auto-estrada do Sul. No final do segundo semestre foi concluída a empreitada para a concepção e construção das barreiras acústicas a executar nos sublanços Porto (VCI) / EN12 / Águas Santas e Famalicão/Cruz da A3 - Auto-estrada Porto/Valença e nos sublanços Penafiel / IP9 / Amarante, da A4 - Auto-estrada Porto / Amarante. O investimento directo na rede concessionada totalizou 26,9 M, maioritariamente afecto a obras de beneficiação e reforço de pavimentos. Considerado aqui como investimento, o valor de grandes reparações é contabilisticamente considerado como custo operacional. Investimento directo na concessão M Novos lanços - 13,8 17,7 6,8 0,6 0,3 Grandes reparações 7,2 11,5 16,8 10,5 12,7 15,6 Projectos complementares 69,7 58,5 37,4 21,1 10,6 5,9 Outros 15,2 18,3 11,2 5,8 5,0 5,1 Total 92,1 102,1 83,1 44,2 28,9 26,9 Página 13

14 Tráfego na rede Em, o Tráfego Médio Diário Anual (TMDA) na Brisa Concessão Rodoviária foi de veículos, correspondendo a um aumento de procura de +4,5% face a Ao nível dos quilómetros percorridos na rede (circulação), esta variação foi também de +4,5%, uma vez que não houve qualquer alteração da rede viária nem efeito do ano bissexto como sucedeu em 2013 (dia a menos de Fevereiro de 2013 face a 2012). Esta evolução positiva anual, que não se verificava desde 2008, deve-se principalmente à recuperação da conjuntura macroeconómica registada ao longo de, que se traduziu num aumento generalizado da procura de tráfego nacional. Em termos de evolução trimestral, o primeiro trimestre registou um crescimento menos expressivo, não só por ter sido negativamente afectado pelo mau tempo mas também pelo facto da Páscoa ter transitado do primeiro para o segundo trimestre (2013 vs. ), afectando-o positivamente. Evolução trimestral do crescimento de tráfego (circulação) O crescimento orgânico em foi de +4,2%, seguindo a tendência de recuperação já evidenciada desde o quarto trimestre de 2013, reflexo da recuperação económica que o país tem vivido ao longo de. Também em resultado deste facto, conjugado pela localização mais favorável dos dias feriados na semana, verificou-se um aumento das viagens de lazer face a 2013, resultando num efeito de calendário positivo de +0,3%. Página 14

15 Decomposição da variação da circulação anual Decom posição Crescimento orgânico 4,2% Efeito calendário 0,3% Crescim ento final 4,5% Análise por auto-estrada Como consequência dos factores atrás referidos, verificou-se que todas as autoestradas revelaram crescimento positivo, tendo este sido mais expressivo nas que combinam as funções profissionais e sazonais mais relacionadas com as viagens de lazer (como é o caso das auto-estradas A2, A6, A10 e A13). Refira-se, porém, que a auto-estrada que revelou maior crescimento em (A6) foi influenciada muito positivamente pela realização do jogo final da UEFA Champions League que ocorreu em Maio em Lisboa e que, como foi disputada entre duas equipas madrilenas, motivou um enorme volume de viagens com destino a Lisboa através da A6, fazendo com que nesse mês esta auto-estrada tivesse revelado um crescimento de tráfego de +24,4%. A auto-estrada A5, pelo seu caracter mais suburbano e pendular e, por isso, mais estável em termos de variações de tráfego, foi a que registou menor crescimento em, tendo também sido a que menores perdas sofreu em As restantes auto-estradas sofreram variações positivas, que variaram entre os +3,1% observados na A9 e os +5,8% registados na A3. Página 15

16 Variação da Circulação anual por auto-estrada Análise por classe de veículo A avaliação da distribuição de tráfego por tipo de veículo revela crescimento positivo tanto nos veículos ligeiros como nos pesados, embora nestes a variação tenha sido três vezes superior à dos ligeiros (+11,7% vs. +4,2%). Por este facto, a repartição de tráfego por classe de portagem revela um ligeiro reforço das classes 3 e 4, contribuindo para um pequeno aumento da percentagem de veículos pesados, que passou de 4,9% em 2013 para 5,2% em. Estrutura de tráfego por classe de portagem Classe 2013 CL1 84,8% 83,5% CL2 10,4% 11,3% CL3 0,6% 0,7% CL4 4,2% 4,5% Estrutura de tráfego por tipo de veículo Página 16

17 3 Relatório Financeiro Proveitos Operacionais No exercício de, os proveitos operacionais (não incluindo o rédito associado ao serviço de construção) aumentaram 5,9%, para 465,5 M, sendo a sua decomposição a seguinte: M 2013 Var. Receitas de portagem 427,5 451,1 5,5% Áreas de serviço 8,6 8,9 3,6% Outros 3,5 5,5 59,1% Total 439,6 465,5 5,9% O crescimento das Receitas de Portagem está directamente relacionado com o aumento de tráfego na rede BCR. De realçar que mais de 70% destas receitas são colectadas através da Via Verde, mantendo-se a tendência de crescimento gradual deste meio de pagamento. Registou-se também um aumento das receitas relacionadas com a actividade de recuperação (custos administrativos e coimas), decorrente, ainda que de forma indirecta, da intervenção da Autoridade Tributária no processo de recuperação de dívidas de portagem. Na Demonstração dos Resultados e de Outro Rendimento Integral encontra-se registado um valor de igual montante (11 M em ) em proveitos e em custos operacionais, que reflecte o reconhecimento do rédito e dos encargos associados aos serviços de construção no âmbito da concessão. Este registo decorre do cumprimento literal da norma IAS 11, de acordo com o artigo 14 da IFRIC 12. Assim, para uma leitura substantiva e com significado económico, o total dos proveitos e dos custos operacionais para determinação do EBITDA e das margens operacionais exclui o rédito e encargos reconhecidos pela aplicação da IAS 11. Custos Operacionais Os custos operacionais do exercício ascenderam a 283,2 M, com a seguinte composição: Página 17

18 M 2013 Var. Forn. e Serv. Externos 120,2 120,9 0,6% Custos com Pessoal 1,4 1,5 5,3% Outros 1,1 1,1-0,9% Sub-Total 122,7 123,5 0,7% Amortizações e provisões 154,5 159,7 3,4% Total 277,2 283,2 2,2% A rubrica de Fornecimentos e Serviços Externos reflecte essencialmente os custos de subcontratação dos serviços de Operação e Manutenção da rede de auto-estradas concessionadas, bem como os custos de cobrança electrónica de portagens. Em 31 de Dezembro de, a BCR contava com 14 colaboradores, não registando alteração face ao período homólogo. A rubrica de Amortizações e Provisões inclui 25,1 M de provisão, líquida de 8,9 M de reversões, constituída no âmbito da norma interpretativa IFRIC 12 e relacionada com custos que a concessionária terá de incorrer, no futuro, relacionados com grandes reparações a efectuar na rede. Resultados Financeiros Os Resultados Financeiros da BCR registaram em um valor negativo de 118,9 M, representando uma melhoria de 6 M em relação ao período homólogo anterior. M 2013 Var. Juros obtidos 4,8 4,2-12,7% Proveitos Financeiros 4,8 4,2-12,7% Juros suportados 104,0 98,4-5,3% Outros custos financeiros 26,2 24,6-6,0% Custos Financeiros 130,2 123,1-5,5% Res. relativos a investimentos 0,5 0,0-100,0% Resultados Financeiros -124,9-118,9-4,8% Os Proveitos Financeiros, que correspondem inteiramente à rúbrica de Juros Obtidos, atingiram 4,2 M, o que representa uma redução de 0,6 M face a Página 18

19 2013, reflectindo as baixas taxas de remuneração oferecidas pelos Depósitos Bancários, ainda que compensadas pelo elevado saldo de Disponibilidades. Os Custos Financeiros baixaram de 130,2 M para 123,1 M, com origem essencialmente na rubrica de Juros Suportados, cuja redução em 5,5 M se deve ao efeito conjugado de redução de dívida e de taxas médias de financiamento inferiores, motivadas principalmente pela emissão do Bond Resultado Líquido O resultado líquido ascendeu a 41,8 M positivos, derivado de resultado antes de impostos de 63,4 M. Posição Financeira No final de, o Activo Líquido total ascendia a M, sendo tal montante, essencialmente, relativo ao activo intangível respeitante à rede de auto-estradas da BCR. O Capital Próprio no final de ascendia a 727 M, sendo o Passivo Total de M. Em relação a 2013, o passivo total aumentou 48 M e o capital próprio aumentou 41 M. Dívida Financeira Após alguns anos de enquadramento relativamente adverso, no que aos mercados financeiros diz respeito, em a BCR conseguiu fortalecer a sua liquidez, reduzir o montante de dívida líquida e aumentar a maturidade da sua dívida, tendo para isso muito contribuído a realização de uma emissão de obrigações no montante de 300 M com maturidade em Adicionalmente, a BCR dispunha, à data de 31 de Dezembro de de programas para emissão de papel comercial que, no seu conjunto, ascendiam a um montante total de 270M. No final de a dívida líquida da BCR ascendia a 1 798,6 M, tendo diminuído 175,2 M em relação ao final do ano anterior. A BCR finalizou o ano com cerca Página 19

20 de 339,4 M de liquidez, estando cerca de 143,4 M colocados em contas de reserva. A 31 de Dezembro de a dívida bruta da BCR ascendia a 2 137,9 M, um aumento de cerca de 25,4 M em relação a 31 de Dezembro de A sua repartição por instrumento apresentava-se da seguinte forma: M 2013 Variação Obrigações 1 402, ,5 90,3 BEI 628,2 592,5-35,7 Papel Comercial 82,1 52,9-29,2 Dívida Bruta (a) 2 112, ,9 25,4 Disponibilidades 138,7 339,4 200,7 Dívida Líquida 1 973, ,6-175,2 (a) Este montante corresponde ao valor nominal da dívida, que em era de 2 159,7 M, líquido de juros decorridos e de custos associados à emissão e colocação dos financiamentos, os quais são reconhecidos pelo método do juro efectivo durante a vida dos financiamentos. Obrigações Durante o ano de, a BCR realizou uma emissão de obrigações no valor de 300 M e reembolsou 225 M referentes a uma emissão de obrigações que se venceu em Dezembro. No final do ano, a BCR apresentava 6 emissões de obrigações com um valor nominal total de 1 483,5 M, com as seguintes características: M Nominal Taxa Maturidade Bond ,5 6,400% 2015 Bond ,0 4,500% 2016 Bond ,0 6,875% 2018 Bond ,0 Var (Eur6M) 2020 Bond ,0 3,875% 2021 Bond ,0 6,000%* 2032 * Taxa de juro fixa de 6% nos primeiros cinco anos e remuneração indexada ao índice de preços do consumidor, excepto habitação, do sexto ano até à maturidade. Página 20

21 Empréstimos Bancários Relativamente aos empréstimos bancários, a BCR encontra-se financiada através de um único empréstimo junto do Banco Europeu de Investimento (BEI), sujeito a regime de taxa de juro variável com indexação à Euribor a 6 meses. Este empréstimo será reembolsado em prestações semestrais constantes no período de Junho de 2015 a Dezembro de A 31 de Dezembro de o montante registado em Balanço referente a este empréstimo ascendia a 592,5 M. Relativamente aos Programas de Papel Comercial, no final do ano, encontravamse emitidos 52,4 M. 700 Perfil de Amortização da Dívida M O vencimento das emissões de obrigações, com excepção do Bond 2032, está escalonado ao longo dos próximos 7 anos. De 2022 até 2030 a dívida da BCR apresenta um perfil de amortização constante, correspondendo às amortizações do empréstimo contratado junto do BEI. A BCR procede a um acompanhamento atento dos mercados financeiros com o objectivo de seleccionar criteriosamente as alternativas de financiamento mais eficientes, mantendo como objectivo o alongamento da maturidade média da dívida para a tornar mais consistente com os activos de longo prazo detidos pela BCR. Página 21

22 Estrutura por modalidade de taxa de juro 30% 70% Fixa Variável No final de cerca de 70% da dívida da BCR estava sujeito ao regime de taxa de juro fixa e cerca de 30% ao regime de taxa de juro variável. A taxa média ponderada da dívida (incluindo o impacto dos instrumentos financeiros derivados) era de 4,06%. As notações de Rating atribuídas à BCR são de BBB (Stable Outlook) pela Fitch Ratings e de Baa3 (Stable Outlook) pela Moody s. Agências Rating Outlook Moody's Baa3 (Stable Outlook) Fitch Ratings BBB (Stable Outlook) As notações da BCR foram afectadas, particularmente durante o ano de 2011, pela forte queda do rating de Portugal, tendo a Moody s reduzido a notação da BCR para o nível de sub-investment grade. Já durante o ano de, na sequência do reconhecimento pela Moody s do crescimento do tráfego verificado na rede da BCR e da diminuição da sua dívida, com a consequente melhoria dos rácios financeiros para níveis compatíveis com uma notação de rating de investment grade, a notação da BCR foi melhorada para Baa3. No dia 25 de Fevereiro de 2015, a Fitch reviu o Outlook da dívida da BCR de Negative para Stable. De realçar que, no final de, as notações atribuídas à BCR pelas duas agências eram superiores às correspondentes notações atribuídas à Página 22

23 República Portuguesa (um nível acima no caso da Moody s e dois no caso da Fitch). Este facto constitui um reconhecimento da solidez financeira da empresa e da protecção conferida aos credores pela estrutura contratual financeira da BCR. Por outro lado, a capacidade de endividamento da BCR e de utilização de fundos decorrentes de novos financiamentos encontra-se condicionada por certos factores, um dos quais diz respeito à manutenção de um rating mínimo de, pelo menos, Baa3/BBB-, situação que se verifica à data de 31 de Dezembro de. Existem também quatro covenants sob a forma de rácios financeiros (designados de Net Senior Debt/EBITDA, Historic ICR, Forward Looking ICR e CLCR), relativamente aos quais estão definidos dois limites - um sob forma de trigger event e outro sob forma de event of default - cuja ultrapassagem implica diferentes consequências. De referir que todos estes rácios se encontram, à data de 31/12/, dentro dos limites estabelecidos, sendo de destacar não só a melhoria no rácio Net Senior Debt/EBITDA - que evoluiu de 6,44 no final de 2013 para 5,38 no final de, ou seja, abaixo do limite máximo de 6,25 definido para o respectivo nível de trigger event -, como também a evolução bastante positiva no rácio Historic ICR - que evoluiu de 3,16 no final de 2013 para 3,51 no final de, ou seja, acima do limite mínimo de 2,25 definido para o respectivo nível de trigger event. Página 23

24 4 Evolução previsível da BCR No ano 2015 a actividade operacional da BCR deverá manter a tendência verificada em. Uma vez que as taxas de portagens se mantiveram inalteradas, o crescimento previsto para a circulação em auto-estradas representará um aumento de receitas da mesma magnitude. Os custos operacionais deverão manter-se estáveis. O investimento deverá registar um crescimento, directamente relacionado com o início de duas grandes obras de alargamento e com as diversas intervenções ao nível dos pavimentos e obras de arte que estão previstas em vários pontos da rede. A BCR procurará manter a sua forte posição financeira, estudando e implementando as soluções de financiamento mais eficientes na actual e futura conjuntura. 5 Governo Societário No sentido de assegurar e evidenciar a segregação, no contexto do Grupo Brisa, da totalidade dos direitos, obrigações, activos e passivos afectos à concessão cuja minuta foi aprovada pela Resolução do Conselho de Ministros nº 198- B/2008, de 31 de Dezembro, de que a BCR é a única titular, foi adoptada uma estrutura de governo que corporiza essa independência. ESTRUTURA DO CAPITAL O capital da Sociedade, integralmente subscrito e realizado, é de (setenta e cinco milhões de euros), estando representado por (quinze milhões) de acções com o valor nominal de 5 (cinco euros) cada, não estando cotadas, não existindo quaisquer diferentes categorias de acções ou de direitos. A cada acção corresponde um voto não havendo quaisquer limitações ao livre exercício do voto. As acções são detidas, indirectamente, na sua totalidade pela sociedade BRISA Auto-Estradas de Portugal, S.A. através da sua participação a 100% no capital Página 24

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