Diário Oficial NESTA EDIÇÃO GABINETE DO PREFEITO SECRETARIAS. Do Município de Ananindeua SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO

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1 Diário Oficial Do Município de Ananindeua Quinta-feira, 22 de novembro de 2012 ANO XIX ANANINDEUA PARÁ N PODER EXECUTIVO HELDER BARBALHO Prefeito Municipal de Ananindeua ADMINISTRAÇÃO DIRETA NESTA EDIÇÃO SECRETARIADO: PAULO ROBERTO DOS SANTOS LIMA Chefe de Gabinete do Prefeito PAULA BARREIROS E SILVA Controlador Geral do Município - Interina LAURA MARIA MARANHÃO PONTES Procuradora Geral do Município OTAVIO OLIVA NETO Secretário Municipal de Administração DANIELA LIMA BARBALHO Secretária Municipal de Cidadania, Assistência Social e Trabalho FLÁVIO BITAR VASCONCELOS Secretário Municipal de Cultura, Esporte, Lazer e Juventude FRANCILDO MAUÉS NOBRE Secretário Municipal de Desenvolvimento ELIETH DE FÁTIMA DA SILVA BRAGA Secretária Municipal de Educação MARCOS RODRIGUES DE MATOS Secretário Municipal de Gestão Fazendária NELITO CORRÊA LOPES Secretário Municipal de Gestão de Governo ZINDA LOBATO NUNES Secretaria Municipal de Habitação CELSO KAZUHIKO MOTOKI Secretário Municipal de Meio Ambiente HANA SAMPAIO GHASSAN Secretária Municipal de Planejamento, Orçamento e Finanças. PAULO SÉRGIO DE MELO GOMES Secretário Municipal de Saneamento e Infraestrutura IVETE GADELHA VAZ Secretária Municipal de Saúde ANTÔNIO FERNANDO DA COSTA JÚNIOR Secretário Municipal de Segurança e Defesa Social CÉLIO RODRIGUES SILVA Secretário Municipal de Transporte e Trânsito ADMINISTRAÇÃO INDIRETA LUIZ GUILHERME MACHADO DE CARVALHO Presidente do Instituto de Previdência e Assistência dos Servidores do Município de Ananindeua PODER LEGISLATIVO RAIMUNDA NONATA ROCHA TEIXEIRA - PMDB - PRESIDENTE FRANCISCO DE SOUSA BARROS PRP - VICE- PRESIDENTE WALDEMIRO EDUARDO DE ASSIS SANOVA NASCIMENTO PDT - 1 SECRETÁRIO CARLOS CORRÊA LIMA PMDB 2 SECRETÁRIO JOSÉ DUARTE LEITE PSC 3 SECRETÁRIO FRANCILDA PEREIRA DA SILVA PSDB 4 SECRETÁRIO RUI BEGOT DA ROCHA - PR LEILA CARVALHO FREIRE PMDB CARLOS BEGOT DA ROCHA PP ARLINDO PENHA DA SILVA PRB ED WELLINGTON DE ALMEIDA PEREIRA PMDB LIVIO RODRIGUES DE ASSIS JÚNIOR - PMDB AFONSO ROMILDO PIMENTEL DE ALMEIDA PSC RONALDO PROENÇA SEFER PR PAULO RAIMUNDO EVANGELISTA DE MACEDO PT do B LUIS CLÁUDIO PINTO DA SILVA PMDB ALMIR JOSÉ FERREIRA DOS SANTOS - PSDB JORGE SAINT-CLAIR BRASIL SERIQUE PRP PEDRO SOARES LEÃO PT Dr. RAIMUNDO RODRIGUES SANTANA Diretor do Fórum PODER JUDICIÁRIO Dr. OTAVIO DOS SANTOS ALBUQUERQUE Juiz Titular da 1ª vara Cível Dr. ADRIANO GUSTAVO VEIGA SEDUVIM Juiz Titular da 2ª Vara Cível Drª VALERIA MEDEIROS MENDONCA Juíza Titular da 3ª Vara Penal Drª. VALDEISE MARIA REIS BASTOS Juíza Titular da 4ª Vara Cível Drª. ANDRÉA LOPES MIRALHA Juíza Titular da 5ª vara Penal Drª. GUISELA HAASE DE MIRANDA MOREIRA Juíza Titular da 6ª Vara Penal Drª. MARILIA LOURIDO DOS SANTOS Juíza Titular da 7ª Vara Cível Dr. SERGIO RICARDO LIMA DA COSTA Juíza Titular da 8ª Vara da Infância e Juventude Drª. ANA ANGÉLICA ABDULMASSIH OLEGÁRIO Juíza Titular da 9ª Vara Penal Dr. RAIMUNDO RODRIGUES SANTANA Juiz Titular da 10ª vara Penal GABINETE DO PREFEITO LEI COMPLEMENTAR (Dispõe sobre a consolidação, alteração e atualização do Código Administrativo (Posturas) do Município de Ananindeua)...Pág. 3 a 37 DECRETOS (Exonerações)...Pág. 37 SECRETARIAS SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRAÇÃO PORTARIA (Remoção)...Pág. 38 CONCURSO PÚBLICO Nº CAP PMA EDITAL DE CONVOCAÇÃO...Pág. 38 CONCURSO PÚBLICO Nº CAP PMA EDITAL DE CONVOCAÇÃO...Pág. 38, 39 SECRETARIA MUNICIPAL DE GESTÃO FAZENDÁRIA EXTRATO DE CONTRATO...Pág. 39 TERMO DE HOMOLOGAÇÃO...Pág. 39 SECRETARIA MUNICIPAL DE SANEAMENTO E INFRAESTRUTURA ERRATA (Contrato)...Pág. 39 SECRETARIA MUNICIPAL DE TRANSPORTE E TRÂNSITO EDITAIS DE NOTIFICAÇÃO DE INFRAÇÕES DE TRÂNSITO...Pág. 40 a 49 EDITAIS DE NOTIFICAÇÃO DE PENALIDADE DE INFRAÇÕES DE TRÂNSITO...Pág. 49 a 67 Diário Oficial Órgão Oficial do Município de Ananindeua Criado pela Lei Nº de 29 de janeiro de 1993 Prefeitura Municipal de Ananindeua Av. Magalhães Barata, 1515 Ananindeua Pará Fone: / / Site:

2 CHEFE DE GABINETE: PAULO ROBERTO DOS SANTOS LIMA Endereço: Av. Magalhães Barata n 1515 CEP: Tel: , CONTROLADORIA GERAL DO MUNICIPIO CGM PAULA BARREIROS E SILVA CONTROLADOR GERAL DO MUNICÍPIO - INTERINA Avenida Mário Covas n. 11 Coqueiro CEP: Tel.: PROCURADORIA GERAL DO MUNICIPIO PROGE. LAURA MARIA MARANHÃO PONTES PROCURADORA GERAL DO MUNICÍPIO DE ANANINDEUA Endereço: Av. Magalhães Barata n 1515 CEP: Tel: SECRETARIA MUNICIPAL DE TRANSPORTE E TRÂNSITO - SEMUTRAN CÉLIO RODRIGUES SILVA - SECRETÁRIO Avenida Mário Covas, 11, Viaduto. CEP: Tel: ADMINISTRAÇÃO INDIRETA INSTITUTO DE PREVIDÊNCIA E ASSISTÊNCIA DOS SERVIDORES DO MUNICÍPIO DE ANANINDEUA IPMA. LUIZ GUILHERME MACHADO DE CARVALHO PRESIDENTE Rod. BR 316, km 8, Rua Júlia Cordeiro, 67 - CENTRO CEP: Tel.: CONSELHOS MUNICIPAIS SECRETARIA MUNICIPAL DE ADMINISTRACÃO SEMAD. OTAVIO OLIVA NETO SECRETÁRIO Rod. Br 316, Km 08, Rua Júlia Cordeiro, 112 CEP: Tel: / Fax: SECRETARIA MUNICIPAL DE CIDADANIA, ASSISTÊNCIA SOCIAL E TRABALHO SEMCAT. DANIELA LIMA BARBALHO SECRETÁRIA Rod. Br 316, Km 08, Rua Júlia Cordeiro, 67 CEP: Fone: (91) / FAX: SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA, ESPORTE, LAZER E JUVENTUDE - SECEL FLÁVIO BITAR VASCONCELOS SECRETÁRIO Ginásio de Esportes João Paulo ABACATÃO Cidade Nova 7 WE 73 com AV. D. Zico (Antiga Arterial 18) CEP: Contatos: (91) SECRETARIA MUNICIPAL DE DESENVOLVIMENTO SEDES FRANCILDO MAUÉS NOBRE - SECRETÁRIO Rod. Br 316, Km 03,Av. Magalhães, 26, Guanabara CEP: Tel: (091) SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO SEMED ELIETH DE FÁTIMA DA SILVA BRAGA - SECRETÁRIA Rod. Br 316, Km 03,Av. Magalhães, 26, Guanabara CEP: Tel: Fax: SECRETARIA MUNICIPAL DE GESTÃO FAZENDÁRIA SEGEF. MARCOS RODRIGUES DE MATOS - SECRETÁRIO Conj. Cidade Nova IV, WE 21, 111 CEP: Tel: / / SECRETARIA MUNICIPAL DE GESTÃO DE GOVERNO SEGOV NELITO CORRÊA LOPES - SECRETÁRIO Endereço: Av. Magalhães Barata n 1515 CEP: Tel: SECRETARIA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO SEHAB. ZINDA LOBATO NUNES - SECRETÁRIA Av. Cláudio Saunders, 1000 CEP: Tel: / fax: SECRETARIA MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE - SEMA. CELSO KAZUHIKO MOTOKI SECRETÁRIO Av. Cláudio Saunders, 2100 CEP: Tel.: / SECRETARIA MUNICIPAL DE PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E FINANÇAS SEPOF. HANA SAMPAIO GHASSAN - SECRETÁRIA Cidade Nova VIII, Estrada da Providência, n.º 316, bairro do Coqueiro, Cep: Tel.: Fax SECRETARIA MUNICIPAL DE SANEAMENTO E INFRAESTRUTURA SESAN. PAULO SÉRGIO DE MELO GOMES SECRETÁRIO Avenida Mário Covas, 11, Viaduto. CEP: Tel: / CONSELHO TUTELAR I COORDENADOR: JORGE FRANÇA DOS SANTOS Rua Cláudio Saunders, 1174 Centro. CEP: Tel.: CONSELHO TUTELAR II COORDENADORA: ROSANGELA BARROS DOS SANTOS Travessa WE 51 Cidade Nova IV/VIII Coqueiro CEP: Tel.: CONSELHO TUTELAR III COORDENADORA: MARIA CELIA AMARAL MACHADO Rod. BR 316 km 08 Rua Julia Cordeiro nº. 67, anexo I Bairro Centro - Ananindeua Tel.:: , CONSELHO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL CMAS. RONALDO TRINDADE CAVALCANTE PRESIDENTE Conjunto Cidade Nova II, Travessa WE 20, Nº Coqueiro Tel.: (91) CONSELHO MUNICIPAL DE DEFESA DA MULHER - CMDM CLÉA DIAS GOMES PRESIDENTE Cidade Nova II, WE 20, nº 221 Coqueiro Tel: CONSELHO MUNICIPAL DE DIREITOS DA PESSOA IDOSA CMDPI HELOISA PEREIRA DA SOUSA SILVA PRESIDENTE Cidade Nova II, WE 20, nº 221 Coqueiro Tel: (091) CONSELHO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE COMDICA. ELZA MONTEIRO MAGALHÃES - PRESIDENTE Av. Três corações, em frente a praça da bíblia Coqueiro Tel.: CONSELHO MUNICIPAL DE MEIO AMBIENTE DE ANANINDEUA COMAM RUI BEGOT DA ROCHA PRESIDENTE Rua Claudio Saunders n Maguari Tel.: CONSELHO MUNICIPAL DE ALIMENTACAO ESCOLAR - CAE. IVANEZ CEREJA DE SOUZA PRESIDENTE Rod. Br 316, Km 08, 1140, Centro CEP: Tel.: CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CME. Profº. FRANCISCO WILLAMS CAMPOS LIMA - PRESIDENTE Rod. Br 316, Km 08, 1140, Centro CEP: Tel.: CONSELHO MUNICIPAL DE ACOMPANHAMENTO E CONTROLE SOCIAL DO FUNDO DE MANUTENÇÃO DE DESENVOLVIMENTO E VALORIZAÇÃO DO PROFISSIONAL DA EDUCAÇÃO BÁSICA CMFUNDEB Profª. MARINETE SILVA SAMPAIO DANTAS - PRESIDENTE Rod. Br 316, Km 08, 1140, Centro CEP: Tel.: CONSELHO PREVIDENCIÁRIO DO MUNICÍPIO DE ANANINDEUA HANA SAMPAIO GHASSAN PRESIDENTE Rod. Br 316, Km 08, Rua Júlia Cordeiro, 67 CEP: Tel.: SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE SESAU. IVETE GADELHA VAZ SECRETÁRIA Avenida Mário Covas, 11, Viaduto CEP: Tel: / SECRETARIA MUNICIPAL DE SEGURANÇA E DEFESA SOCIAL - SESDS. ANTÔNIO FERNANDO DA COSTA JÚNIOR SECRETÁRIO Cidade Nova V WE 31, n 782 esquina com a SN 19. Cep: CONSELHO MUNICIPAL DE SAÚDE - CMS IVETE GADELHA VAZ PRESIDENTE Rua A, Vila Boa Esperança nº. 3 Levilandia. CEP: Tel.: CONSELHO MUNICIPAL DO PATRIMONIO CULTURAL MARIA IRANILSE BRASIL DIAS PINHEIRO PRESIDENTE Rua Cláudio Saunders, 75, Centro. CEP: Tel:

3 GABINETE DO PREFEITO LEI COMPLEMENTAR Nº 2.603, DE 20 DE NOVEMBRO DE Dispõe sobre a consolidação, alteração e atualização do Código Administrativo (Posturas) do Município de Ananindeua, e dá outras providências. O PREFEITO MUNICIPAL DE ANANINDEUA faz saber que a Câmara Municipal aprovou e ele sanciona a seguinte Lei: TÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - Fica instituído o Código de Posturas do Município de Ananindeua. Art. 2º - Este Código tem como finalidade instituir as medidas de polícia administrativa de competência do Município no que diz respeito a ordem pública, higiene, do bem-estar público, da localização, instalação e funcionamento de equipamentos, estabelecimentos comerciais, industriais e prestadores de serviços, bem como as correspondentes relações jurídicas entre o Poder Público Municipal e os Munícipes, com os seguintes objetivos: Assegurar condições adequadas às atividades básicas do homem quanto à habitação, circulação, recreação e trabalho; Preservação do meio ambiente, garantindo condições mínimas de conforto, higiene, segurança e bem estar público nas edificações,instalação de equipamentos e ocupações do espaço urbano dentro do município; I Disciplinar os projetos e a execução de edificações no município garantindo a preservação do espaço visual; IV - Instrumentalizar as ações de fiscalização da execução dessas operações. ALINHAMENTO Linha divisória entre o terreno e o logradouro público. ALVARÁ Documento que licencia a execução, instalação ou funcionamento de equipamentos e atividades sujeitas à fiscalização municipal. ÁREA COBERTA Medida de superfície de qualquer edificação coberta, onde se incluem as superfícies de projeções de paredes, pilares, marquises, beirais e demais componentes das fachadas. ÁREA LIVRE Superfície do lote não ocupada pela edificação, considerando-se esta em sua projeção horizontal. ÁREA ÚTIL Superfície utilizável de uma edificação, excluída as paredes e pilares. BEIRA, BEIRAL ou BEIRADO Prolongamento da cobertura que sobressai das paredes externas de uma edificação. CONSTRUIR Realizar qualquer obra nova. COMÉRCIO AMBULANTE - comércio de produtos comestíveis, ou não, de pequeno volume, sem instalações fixas, realizado em via ou espaço público, a título precário, na forma estabelecida em norma municipal. COMÉRCIO EVENTUAL O que é exercido em determinadas épocas do ano, por ocasião de festejos e comemorações populares, em locais previamente autorizados pela Prefeitura. CYBER CAFÉ (LAN HOUSE) são os estabelecimentos comerciais de acesso a internet e jogos por computador que admitem ou não disputa entre usuários. EMBARGO Ato administrativo de competência municipal que determina a paralisação de uma obra. ESTACIONAMENTO Espaço reservado a estacionar veículos de qualquer natureza. FACHADA Designação de cada face de uma edificação. FAIXA NON AEDIFICANDI Área do terreno aonde não será permitida qualquer construção ou instalação de equipamentos. FISCALIZAÇÃO - Atividade desempenhada pelo Poder Público em obra, serviço ou qualquer outra atividade, com o objetivo de cumprir e fazer cumprir as determinações estabelecidas em Lei. LARGURA DE UMA VIA Distância entre os alinhamentos da via. LOGRADOURO PÚBLICO Parte da cidade destinada ao uso público, assim reconhecida oficialmente e designada por um nome. MARQUIZE Coberta em balanço (sem apoio) aplicada às fachadas de um edifício. MEIO FIO Bloco de cantaria ou concreto que separa o passeio da faixa de rodagem. MURO Parede que divide espaços externos. PASSEIO ou CALÇADA Parte do logradouro destinada ao trânsito de pedestres. RECUO Distância medida entre o plano da fachada e o alinhamento e ou a divisa do lote. TAPUME Vedação provisória usada durante a construção, reforma, reconstrução ou demolição. VISTORIA Inspeção efetuada pelo Poder Público com o objetivo de verificar as condições explicitadas em lei para uma edificação, obra ou atividade. TÍTULO II DA HIGIENE PÚBLICA Art. 3º - Ao gestor do Executivo e aos servidores públicos municipais em geral competem cumprir e fazer cumprir as prescrições deste Código. Art. 4º - Toda pessoa física ou jurídica, sujeita às prescrições deste Código, fica obrigada a facilitar, por todos os meios, a fiscalização municipal no desempenho de suas funções legais. CAPÍTULO II DAS DEFINIÇÕES Art. 5º - Para efeito desta Lei, ficam admitidos os seguintes termos: ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas, cujos dispositivos fazem parte integrante desta Lei, quando com ela relacionados. ACESSO Ingresso, entrada, aproximação, trânsito, passagem, modo pelo qual se chega a um lugar ou se passa de um local para o outro. ACRÉSCIMO ou AUMENTO Ampliação de uma edificação feita durante a construção ou após a sua conclusão. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 6º - Compete à Prefeitura zelar pela higiene pública, visando a melhoria do ambiente, da saúde e o bem-estar da população favoráveis ao seu desenvolvimento social e ao aumento da expectativa de vida. Art. 7º - A fiscalização sanitária abrangerá especialmente a higiene e limpeza das vias públicas, das habitações particulares e coletivas, da alimentação, incluindo todos os estabelecimentos onde se fabriquem ou vendam bebidas e produtos alimentícios. Art. 8º - Em cada inspeção em que for verificada irregularidade, apresentará o funcionário competente um relatório circunstanciado, sugerindo medidas ou solicitando providências à bem da higiene pública. Parágrafo único. A Prefeitura tomará as providências cabíveis ao caso, quando este for da alçada do governo municipal, ou remeterá cópia do relatório às autoridades 3

4 federais ou estaduais competentes, quando as providências necessárias forem da alçada desses governos. CAPITULO II DA HIGIENE DAS VIAS PÚBLICAS Art. 9º - O serviço de limpeza das ruas, praças e logradouros públicos será executado diretamente pela Prefeitura ou por concessão a terceiros, observadas as prescrições legais próprias. Art A Prefeitura manterá o serviço regular de coleta e transporte de lixo nas ruas e demais logradouros públicos da cidade e executará mediante o pagamento do preço do serviço público, fixado nas tabelas oficiais vigentes, a coleta e remoção dos seguintes materiais: a) Resíduos com volume total superior a 100 (cem) litros por dia; b) Móveis, colchões, utensílios de mudanças e similares; c) Restos de limpeza e podagem de jardins; d) Entulhos, terra e sobras de material de construção; Art O transporte de terra agregados, adubos, lixo e qualquer material a granel, deverá ser executado de forma a evitar o derramamento na via pública, respeitadas as seguintes exigências: a) Os veículos com terra, escória, agregados e materiais a granel deverão trafegar com carga rasa, limitada à borda da caçamba, sem qualquer coroamento, coberto por lona e ter seu equipamento de rodagem limpo, antes de atingir a via pública; b) Serragem, adubo, fertilizantes, argila e similares deverão ser transportadas com cobertura que impeça seu espalhamento; c) Ossos, sebo, vísceras, resíduos de limpeza ou de esvaziamento de fossas ou poços absorventes e outros produtos pastosos ou que exalem odores desagradáveis, somente poderão ser transportados em carrocerias totalmente fechadas, e com as devidas documentações inerentes ao transporte desse tipo de carga. Art Os resíduos provenientes de hospitais, casas de saúde, sanatórios, ambulatórios e similares, deverão ser manejados e tratados conforme a RDC nº. 306, de 07 de dezembro de Art Os moradores são responsáveis pela limpeza do passeio e sarjetas fronteiriças à sua residência. 1º - A lavagem ou varredura do passeio e sarjeta deverá ser efetuada em hora conveniente e de pouco trânsito. 2º - É absolutamente proibido, em qualquer caso, varrer lixo ou detritos sólidos de qualquer natureza para os ralos dos logradouros públicos. Art É proibido fazer varredura do interior dos prédios, dos terrenos e dos veículos para a via pública, e bem assim despejar ou atirar papéis, anúncios, reclames, sacos e garrafas plásticas ou quaisquer detritos sobre o leito de vias e logradouros públicos. Art A ninguém é lícito, sob qualquer pretexto, impedir ou dificultar o livre escoamento das águas pelos canos, valas, sarjetas ou canais das vias públicas, danificando ou obstruindo tais servidões. Art É proibido depositar no passeio ou leito de vias e logradouros públicos, em praças, canteiros e jardins, em qualquer terreno, assim como ao longo ou no leito dos rios, canais, córregos, lagos e depressões, lixo, resíduos sólidos ou orgânicos, detritos, animais mortos, material de construção e entulhos, mobiliário usado, folhagem, material de podações, resíduos de limpeza de fossas, ou de poços absorventes, óleo, gordura, graxa, tintas e qualquer material ou sobras. Art Para preservar de maneira geral a higiene pública fica terminantemente proibido: Lavar roupas em chafarizes, fontes ou tanques situados nas vias públicas; Escoar águas servidas das residências para a rua; I Transportar, sem as precauções devidas, quaisquer materiais que possam comprometer o asseio das vias públicas; IV - Queimar, mesmo nos próprios quintais, lixo ou quaisquer corpos em quantidade capaz de molestar a vizinhança; V - Aterrar vias públicas, com lixo, materiais velhos ou quaisquer detritos; Art É proibido comprometer, por qualquer forma, a limpeza das águas destinadas ao consumo público ou particular. Parágrafo único. A coleta dos resíduos citados neste artigo, deverá ser feita em veículos de cor branca e estar devidamente identificado com rótulo de fundo branco, desenho e contorno preto, contendo símbolo universal de substância infectante, baseado na norma ABNT e a inscrição (Risco Biológico). Art É expressamente proibida a instalação dentro do perímetro urbano da cidade, de indústrias que pela natureza dos produtos, pelas matérias-primas utilizadas, pelos combustíveis empregados, ou por qualquer outro motivo possam prejudicar a saúde pública. Art É proibido preparar ou despejar concreto e argamassa diretamente sobre os passeios e leitos dos logradouros públicos. Parágrafo único. Poderá ser utilizado o passeio para esse fim, desde que o preparo seja feito em caixas e tabuados apropriados, dentro dos limites dos tapumes. Art Os executores de obras ou serviços em logradouros públicos deverão manter os locais de trabalho permanentemente limpos. 1º - Todo material remanescente dessas obras ou serviços deverá ser removido imediatamente após a conclusão dos mesmos, e providenciada a limpeza e varrição do local. 2º - A Prefeitura poderá executar os serviços de limpeza previstos neste artigo, cobrando o respectivo custo de acordo com as tabelas oficiais em vigor. Art O Poder Executivo definirá os locais para onde deverá ser destinado o resíduo sólido removido por particulares, não podendo o mesmo ser depositado em local não autorizado nem em desacordo com o disposto nesta Lei. Art Os vendedores ambulantes e os feirantes deverão dispor de recipientes para o acondicionamento do resíduo sólido resultante de suas vendas. Parágrafo único. A administração municipal manterá nos mercados públicos e locais reservados a feiras, recipientes destinados à colocação do resíduo sólido produzido nessas unidades. Art Qualquer ato que perturbe, prejudique ou impeça a execução da varrição ou outros serviços de limpeza pública, sujeitará o infrator às sanções previstas. Parágrafo único. Deverá ser prontamente atendida a solicitação de retirada de veículos estacionados, que impeçam a execução dos serviços de limpeza pública, sob pena 4

5 de remoção do veículo de forma compulsória, pagamento das despesas dela decorrentes, sem prejuízo das multas devidas. Art Os proprietários de terrenos não edificados são obrigados a zelar para que seus imóveis não sejam usados como depósito de resíduo sólido, detritos e similares. 1º - Aos proprietários de terrenos nas condições previstas neste artigo, será concedido o prazo de quinze dias, a partir da intimação ou da sua autuação ou da publicação destes instrumentos através de edital no Diário Oficial do Município, para que procedam a sua limpeza e, quando for o caso, a remoção de lixo neles depositado. 2º - Expirado o prazo a Prefeitura poderá executar os serviços de limpeza e remoção de resíduo sólido, exigindo dos proprietários além da multa, o pagamento das despesas efetuadas, inclusas a taxa de administração e eventual correção monetária a partir da execução dos serviços até a data do efetivo pagamento. Art Na infração de qualquer artigo deste capítulo, será imposta a multa constante do Anexo I desta lei. CAPITULO III DA HIGIENE DAS HABITAÇÕES Art Os prédios residenciais urbanos ou aqueles destinados á produção, comércio, indústria e prestação de serviços, situados na sede do município, deverão ser sempre mantidos em boas condições de uso. 1º - Não se incluem neste artigo os prédios residenciais e/ ou comerciais com revestimento nobre, nos quais se procederá, sempre que possível, a limpeza preventiva. IV - As consideradas ilegais, que por seu uso causam dependência tóxica. 1º - Ficam igualmente proibidos o plantio e conservação de vegetação com espinhos ou formação assemelhada na área correspondente ao passeio público. 2º - As plantas que comprovadamente atentem contra o disposto neste artigo deverão ser retiradas pelo proprietário ou inquilino, no prazo de até trinta dias após regular notificação pelo Poder Público Municipal. Art A emanação de fumaça, poeira, odores, ruídos incômodos, o uso de agrotóxicos ou que por qualquer outro fato que possa comprometer a salubridade das habitações vizinhas, a saúde e o bem estar de seus moradores dentro do perímetro urbano da cidade e áreas limítrofes das vilas e dos povoados, não poderá estar em desacordo com os parâmetros ambientais estabelecidos em lei. Art As chaminés de qualquer espécie de fogões, fornos e churrasqueiras de casas particulares ou de estabelecimentos comerciais, industriais e de prestadores de serviço de qualquer natureza, terão altura suficiente para que a fumaça ou outro resíduo que possam expelir não incomodem os vizinhos. Parágrafo rafo único. As chaminés dos estabelecimentos comerciais e industriais serão dotadas de equipamentos antipoluentes, ou trocadas por aparelhos que produzam idêntico efeito e substituídas sempre que necessário. Art O resíduo sólido das habitações será acondicionado em recipientes apropriados, mantendo a separação do material reciclável e resíduo sólido orgânico em acondicionamento distintos e depositados nas lixeiras domiciliares, para remoção pelo serviço de limpeza pública nos dias pré-estabelecidos para a coleta. 2º - O material a ser utilizado para caiação ou pintura, não poderá ser do tipo refletivo ou ofuscante. Art Os proprietários, inquilinos ou outros ocupantes de imóveis são obrigados a conservar as residências em perfeito estado de asseio e habitabilidade, zelando por seus quintais, pátios, prédios e terrenos. 1º - Os proprietários, inquilinos, seus procuradores e prepostos, são obrigados a facilitar aos Agentes Municipais a visita a qualquer dependência da edificação. 2º - Não é permitida a existência de terrenos cobertos de mato, pantanosos ou servindo de depósito de lixo dentro dos limites da cidade, vilas e povoados. Art É licito a qualquer proprietário ou inquilino reclamar à Prefeitura e dela exigir a vistoria em edificações vizinhas, que estejam sendo construídas ou utilizadas contra a expressa determinação desta Lei, e em qualquer caso em que as condições de saúde, sossego e comodidade possam vir a ser afetadas, ou ainda quando o seu imóvel sofrer restrições quanto ao seu valor, em conseqüência do mau uso da propriedade vizinha. Parágrafo único. No caso do presente artigo, o interessado acompanhará as diligências ocasião em que deverá apresentar as plantas e projetos aprovados para construção que serão confrontados com os dispositivos legais cuja infração deu lugar ao pedido de vistoria. Art São proibidos nos quintais, pátios, datas, lotes e terrenos da cidade, das vilas e dos povoados o plantio e a conservação de plantas que: Possam constituir focos de mosquitos e outros insetos nocivos à saúde; Pelo seu desenvolvimento, ameaçam a integridade dos prédios vizinhos ou sobre eles projetem sombra incômoda, folhas, galhos, frutos ou ramos secos; I Em queda acidental possam causar vítimas ou danos às propriedades; Parágrafo único Não serão considerados como lixo os resíduos de fábricas e oficinas, ou restos de materiais de construção, os entulhos provenientes de demolições, as palhas e outros resíduos das casas comerciais, bem como terra, folha e galhos dos jardins e quintais particulares, os quais serão removidos à custa dos respectivos inquilinos ou proprietários. Art As casas de apartamentos e prédios de habitação coletiva deverão ser dotadas de compartimento externo para coleta de resíduo sólido, convenientemente dispostos em área a frente do imóvel, perfeitamente vedados e dotados de dispositivos para limpeza e lavagem. 1º - Os prédios de habitação coletiva terão abastecimento de água, banheiros e instalações sanitárias em número proporcional ao dos seus moradores. 2º - Não serão permitidas nos prédios da cidade, das vilas e dos povoados, providos de rede de abastecimento de água, a abertura ou a manutenção de poços ou cisternas sem a autorização do órgão ambiental competente. Art Na infração de qualquer artigo deste capítulo será imposta a multa constante do Anexo I desta Lei. CAPITULO IV DA HIGIENE DA ALIMENTAÇÃO Art A Secretaria Municipal de desenvolvimento Econômico exercerá, em colaboração com as autoridades sanitárias do Município e do Estado, severa fiscalização sobre a produção, o comércio e o consumo de gêneros alimentícios em geral. Parágrafo único. Para os efeitos deste Código, consideram-se gêneros alimentícios todas as substâncias, sólidas ou líquidas, destinadas a ingestão pelo homem, excetuados os medicamentos. Art Não será permitida a produção, exposição ou venda de gêneros alimentícios deteriorados, falsificados, adulterados ou nocivos à saúde, os quais serão 5

6 apreendidos pelos funcionários encarregados da fiscalização e removidos para o local destinado à inutilização dos mesmos. As salas de preparo de produtos com janelas e aberturas teladas e à prova de moscas. 1º - A inutilização dos gêneros não eximirá a fábrica ou estabelecimento comercial do pagamento das multas e demais penalidades que possam sofrer em virtude da infração. 2 - Serão igualmente apreendidos e encaminhados á autoridade sanitária competente, mediante a lavratura de termo próprio, os produtos alimentícios industrializados, sujeitos à registro em órgão público especializado e que não tenham a respectiva comprovação. I 3º - É obrigatório o uso de embalagem individual e descartável, de papel alumínio ou similar, para os alimentos e condimentos fornecidos nos restaurantes, lanchonetes, bares e similares, bem como para o comércio ambulante de gêneros alimentícios, lanches ou outros alimentos preparados ou industrializados. 4º - Fica expressamente proibida a utilização de dispensadores de uso repetido, para condimento de molhos e temperos. 5º - A reincidência na prática das infrações previstas neste artigo determinará a cassação da licença para o funcionamento do estabelecimento, fábrica ou casa comercial. Art Nas quitandas e casas congêneres, além das disposições gerais concernentes aos estabelecimentos de gêneros alimentícios, deverão ser observadas as seguintes: O estabelecimento terá, para depósito de verduras que devam ser consumidos sem cocção (cozimento a vapor), recipientes ou dispositivos de superfície impermeável e à prova de moscas, mosquitos, poeiras e quaisquer contaminações; As frutas expostas à venda serão colocadas sobre mesas ou estantes, rigorosamente limpas e afastadas um metro no mínimo das ombreiras das portas externas; I As gaiolas para aves serão de fundo móvel, para facilitar a sua limpeza, que será feita diariamente. Parágrafo único. É proibido utilizar-se para outro qualquer fim os depósitos de hortaliças, legumes ou frutas. Art É proibido ter em depósito ou exposto à venda animais doentes e produtos de origem vegetal e animal impróprios para o consumo. Art Nos locais de fabricação, preparação, beneficiamento, acondicionamento ou depósito de alimentos, não será permitida a guarda ou a venda de substâncias que possam corrompê-los, adulterá-los ou avariá-los. Art Toda a água que venha a ser utilizada na manipulação ou preparo de gêneros alimentícios bem como, para a fabricação de gelo destinado ao uso alimentar, ainda que provenha do abastecimento público deve ser comprovadamente adequada ao consumo humano. Art Sob pena de apreensão e inutilização sumária, os alimentos destinados ao consumo imediato, tenham ou não sofrido processo de cocção (cozimento a vapor), só poderão ser expostos á venda devidamente protegidos. Art As fábricas de doces e de massas, as refinarias, padarias, confeitarias e os estabelecimentos congêneres deverão ter: O piso e as paredes das salas de elaboração dos produtos, revestidos de lajotas até a altura mínima de dois metros. Art Os vendedores ambulantes autorizados para comercializar gêneros alimentícios, além das prescrições deste Código que lhes são aplicáveis, deverão observar ainda o seguinte: Estar devidamente credenciados pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento SEDES para exercer a atividade a que se propõe em espaço público; Ter carrinhos de acordo com os modelos oficiais da Prefeitura; Oferecer gêneros que estejam em perfeitas condições para o consumo humano, sob pena de multa e de apreensão das referidas mercadorias, que serão inutilizadas; IV - Ter os produtos expostos à venda conservados em recipientes apropriados, para isolá-los de impurezas e de insetos; V - Usar vestuário adequado e limpo. 1º - É expressamente vedado o comércio de produtos nas calçadas e passeios públicos do Município. 2º - Os vendedores ambulantes de alimentos preparados não poderão estacionar em locais que seja fácil a contaminação dos produtos expostos à venda. Art A venda ambulante de sorvetes, refrescos, doces, guloseimas, pães e outros gêneros alimentícios, de ingestão imediata, só será permitida em carros apropriados, caixas ou outros recipientes fechados, devidamente vistoriados pela Prefeitura, de modo que a mercadoria seja inteiramente resguardada da poeira e da ação do tempo ou de elementos maléficos de qualquer espécie sob pena de multa e de apreensão das mercadorias. 1º - É obrigatório que o vendedor ambulante justaponha, rigorosamente e sempre, as partes das vasilhas destinadas à venda de gêneros alimentícios de ingestão imediata, de modo a preservá-los de qualquer contaminação. 2º - O acondicionamento de balas, confeitos e biscoitos providos de envoltórios poderá ser feito em vasilhas abertas. Art Na infração de qualquer artigo deste capítulo será imposta a multa constante do anexo I desta Lei. CAPITULO V DA HIGIENE DOS ESTABELECIMENTOS SEÇÃO I DOS HOTÉIS, MOTÉIS, PENSÕES E SIMILARES. SUBSEÇÃO I REGRAS GERAIS Art As instalações para hotéis, pensionatos, casas de pensão, motéis e similares são as que se destinam à hospedagem, de permanência temporária, com existência de serviços comuns. Art Conforme as características e finalidades das atividades, as edificações de que trata o artigo anterior poderão ser: I IV - Hotéis; Motéis; Pensionatos; Casas de pensão 6

7 Art As edificações de que trata este Capítulo, deverão dispor de instalações sanitárias para uso dos hóspedes e dos empregados, em número correspondente à área do andar, mais a dos eventuais andares contíguos atendidos pela instalação. Art Os compartimentos destinados a copas e cozinhas deverão dispor de pia com água corrente. Art Os compartimentos destinados à recepção ou espera, e a refeições, terão, pelo menos, o piso revestido de material durável, liso, impermeável e resistente a freqüentes lavagens. Parágrafo único. Nesses compartimentos ou próximo deles deverá haver instalação de pias com água corrente. A lavagem da louça e talheres deverá fazer-se em água corrente, não sendo permitida sob qualquer hipótese a lavagem em baldes, tonéis ou vasilhames; A higienização da louça e talheres deverá ser feita preferencialmente com água fervente; I IV - Os guardanapos e toalhas serão de uso individual ou de materiais descartáveis; A louça e os talheres deverão ser guardados em armários, com portas e ventilados, não podendo ficar expostos à poeiras e a insetos de qualquer natureza; SUBSEÇÃO II DOS HOTÉIS E PENSIONATOS Art Os hotéis, pensionatos, casas de estudantes e outras modalidades de hospedagem semi-permanente deverão satisfazer, as exigências para a categoria, constantes da Seção I do presente Capítulo, devendo ter pelo menos, salas de estar, ou visitas e compartimentos destinados às refeições, cozinhas, despensa, lavanderia e escritório do encarregado. Parágrafo único. Os compartimentos de que trata o caput deste artigo poderão ser distribuídos pelos respectivos setores ou andares, observadas as proporcionalidades e os totais obrigatórios, bem como a área mínima de cada compartimento, fixados nos incisos do mencionado parágrafo. SUBSEÇÃO III DOS MOTÉIS Art Os motéis, que se caracterizam pelo estacionamento dos veículos próximos às respectivas unidades distintas e autônomas destinadas a hospedagem, deverão satisfazer, as exigências para a categoria. SEÇÃO II DOS RESTAURANTES, LANCHONETES, BARES, CONFEITARIAS E PADARIAS. SUBSEÇÃO I REGRAS GERAIS Art.54 - Os estabelecimentos contidos nesta Seção deverão ter os compartimentos destinados ao trabalho, fabrico, manipulação, cozinha despensa, depósito de matéria prima ou gêneros, à guarda de produtos acabados e similares, bem como os compartimentos destinados á exposição, venda e atendimento ao público, com pisos, paredes e pilares, os cantos e as aberturas até a altura de 1,50m revestidos de material durável (lajota), liso, impermeável e resistente a freqüentes lavagens. Art.55 - Os estabelecimentos deverão possuir geladeiras para a guarda dos alimentos e balcões frigoríficos para exposição de produtos acabados com capacidade adequada. Art.56 - As edificações deverão dispor de instalações sanitárias para uso dos empregados e do público em número correspondente a área de cada andar construído e dos anexos abrangidos pela instalação do estabelecimento. SUBSEÇÃO II DOS RESTAURANTES Art.57 - Os hotéis, restaurantes, bares, cafés, botequins e estabelecimentos congêneres deverão observar o seguinte: V - O uso de copos descartáveis a critério do cliente. Art.58 - Os estabelecimentos a que se refere o artigo anterior são obrigados a manter seus empregados ou garçons, convenientemente trajados, limpos e de preferência uniformizados. Art.59 - Fica expressamente proibido fumar no interior de restaurantes, bares, hotéis, salões de conferências. 1º - Os estabelecimentos abrangidos no caput deste artigo deverão fixar a proibição em local visível e destinar área específica na parte externa do estabelecimento aos fumantes. 2º - Os infratores serão convidados a deixar o recinto. SUBSEÇÃO III LANCHONETES, BARES, CONFEITARIAS E PADARIAS. Art. 60. Para os fins a que se propõe esta Lei, o horário para funcionamentos de bares, e similares do tipo adegas, chopperias, snack bares, whiskerias, conveniências, entre outros, passará a ser em caráter diferenciado por categoria e dia de funcionamento. Art. 61. Em razão do disposto no art. 58, o horário de funcionamento de bares e estabelecimentos similares será: a) De segunda a quinta feira das 06:00 horas às 24:00 horas; b) As sextas feiras, sábados e vésperas de feriados - das 06:00 horas às 01:00 hora; c) Aos domingos e feriados das 06:00 as 24:00 horas Art. 62. Para os fins a que se propõe este ordenamento municipal, entende-se como Casas de Show, Casas de Espetáculos, salões de dança, boates, danceterias, o espaço destinado à promoção de danças e apresentação de artes cênicas, que por sua especificidade de atendimento, deverão obrigatoriamente funcionar de portas fechadas, com isolamento acústico para impedir a propagação de sons e ruídos ao meio externo, os quais deverão possuir além das Licenças dos órgãos Municipais, e da Policia Administrativa, segurança própria, devidamente regularizada perante a Policia Federal, e revestimento acústico que respeite o limite de decibéis da NBR e Art. 63. Em razão do disposto no caput do artigo anterior, as Casas de Show, Casas de Espetáculos, danceterias e boates, terão seu funcionamento limitado da forma seguinte: a) De segunda a quinta feira das 20:00 as 01:00 hora do dia seguinte; b) Nas sextas, sábados e vésperas de feriado - das 20:00 até as 03:00 horas do dia seguinte; c) Aos domingos e feriados - das 20:00 as 24:00 horas do mesmo dia. 7

8 1º - Os horários estabelecidos neste artigo, em casos e/ou ocasiões sazonais (carnaval, quadra junina, etc.), poderão a requerimento do proprietário, ser antecipado ou prorrogado, conforme as peculiaridades do estabelecimento, localização de instalação e o interesse público. 2º - O alvará Especial de Funcionamento não ensejará a cobrança diferenciada dos produtos comercializados no estabelecimento, pois visa apenas a prorrogação de horário, respeitados os direitos dos demais cidadãos. Art. 64. Será obrigatória a utilização de sistema de vigilância eletrônica nos estabelecimentos que atendam acima de 150 (cento e cinquenta) pessoas, simultaneamente, por evento. Art Os açougues e peixarias deverão dispor de um compartimento destinado à exposição e venda atendimento do público e desossa, com área não inferior a 10,00 m². Art A venda de produtos comestíveis de origem animal não industrializado só poderá ser feita através de açougues, casas de carne e supermercados devidamente instalados com sua exposição e conservação preservada em câmaras frigoríficas. Parágrafo único. Além das exigências que lhe forem aplicáveis e relativas aos demais estabelecimentos comerciais, os açougues e casas de carne deverão atender aos seguintes requisitos: As pias e lavatórios, terão ligação sifonada para a rede de esgoto; Art. 65. Para a alteração de que trata o 2º do art. 61 desta Lei e objetivando a prevenção à violência e manutenção da segurança deverão ser respeitados os seguintes requisitos: I. Licença expedida pela Vigilância Sanitária; II. Licença da Diretoria de Posturas da SESAN; III. Acesso para as pessoas portadoras de deficiência; IV. Laudo de vistoria do Corpo de Bombeiros; V. Segurança particular contratada, para garantia da integridade física dos clientes; VI. Licença da Secretaria Municipal de Meio Ambiente. Art. 66. A fiscalização do cumprimento dos dispositivos desta Lei, e a aplicação das penalidades será exercida pela Diretoria de Posturas, sem prejuízo da autuação pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente no que lhe couber, que poderá solicitar auxílio da Segurança Pública do Estado. Parágrafo único Os estabelecimentos de que trata a presente Lei, sujeitar-seão, por ocasião de seu licenciamento e fiscalização as normas edilícias do Código de Obras e Edificações do Município, devendo seu enquadramento por categoria estar incluso no CNAE Cadastro Nacional de Atividade Econômica, que será ratificado pela Secretaria Municipal de Saneamento e Infraestrutura por ocasião da fiscalização, para efeitos de licenciamento junto aos demais órgãos constantes deste artigo. Art. 67. Fica proibida a venda de bebidas alcoólicas em carrinhos de lanche, quiosques localizados em praças e vias públicas, postos de combustíveis e lojas de conveniências, bem como a permanência nesses locais de veículos particulares ou não que façam uso de equipamentos sonoros com propagação de ruídos para o meio externo, de forma contínua ou intermitente que ultrapassem os limites estabelecidos pelas normas do CONAMA e ABNT, NBR s / e Art. 68. Aos infratores será aplicada a penalidade prevista no art. 3º, incisos de I a III da Lei Complementar nº 2.426/2010, devendo-se levar em conta a gravidade da infração, o porte do estabelecimento e a reincidência da infração. Art.69 - Nas lanchonetes, bares, a exposição, venda ou consumo, de refeições ligeiras quentes ou frias, deverá ser realizada em recipientes descartáveis ou conservados para pronto serviço em vasilhames que mantenham a temperatura do alimento a ser servido. Art Nas confeitarias e padarias, a exposição, venda, trabalho, manipulação de alimentos deverá observar as mesmas exigências contidas no caput do art. 68. Parágrafo único. As sacas de matéria prima para o fabrico desses produtos deverão ser armazenadas sobre pillots impermeabilizados com altura mínima de 15,00 cm do piso em locais secos e com as aberturas devidamente teladas. SEÇÃO III AÇOUGUES E PEIXARIAS As câmaras frigoríficas terão capacidade suficiente para a conservação de carnes devidamente setorizadas e sem acúmulo. Art Os açougueiros e proprietários da casas de carne ficam obrigados a: manter o estabelecimento em completo estado de asseio e higiene; entregar em domicílio somente carnes transportadas em veículos ou recipientes apropriados para manter a refrigeração e garantir a preservação do produto. Art.74 - Aos açougueiros e proprietários da casas de carne é expressamente vedado: admitir ou manter no seu estabelecimento, empregados que não sejam portadores de Carteira Sanitária atualizada expedida pelo órgão competente, e devidamente uniformizado com aventais e gorros brancos, sempre em perfeito estado de asseio; vender produtos não industrializados fora do estabelecimento comercial e das especificações para sua embalagem; I vender ou depositar qualquer outro produto no recinto destinado ao retalhamento e venda de carne, assim como sobre os balcões e vitrines destinados a esse fim. Art.75 - Aos açougues, casas de carne e supermercados, é permitida a venda de aves abatidas, destinadas ao consumo público, devidamente acondicionadas câmaras frigoríficas. Parágrafo único. Fica permitida a venda de assados, devidamente acondicionados, nos estabelecimentos de que trata este artigo. Art As disposições deste Capítulo se aplicam no que couber às peixarias e aos abatedouros de aves. Art.77 - Não será permitido destinar ao consumo, carne fresca de bovinos, suínos, caprinos e outros animais de açougue, que não tenham procedência autorizada pelo órgão fiscalizador competente da União, do Estado ou do Município sob pena de apreensão do produto além da multa prevista neste código. Art.78 - Todos os estabelecimentos fabris, de indústria animal ficam obrigados a instalar esgoto industrial, aprovado pelos órgãos técnicos de proteção ao meio ambiente, para evitar que as águas servidas poluam córregos, represas ou terrenos adjacentes. SEÇÃO IV MERCEARIA, EMPÓRIOS E QUITANDAS. Art.79 - Nos estabelecimentos onde se trabalhe com produtos in natura ou se efetue a manipulação ou preparo de gêneros alimentícios, deverá haver compartimento 8

9 exclusivo para esse fim e que satisfaça as condições próprias previstas neste Capítulo para a modalidade. Parágrafo único Fica expressamente vedada a venda de peixes, carnes ou desossa, nesses tipos de estabelecimentos. Art.80 - Havendo compartimento destinado a despensa ou depósito de gêneros alimentícios, deverá estar ligado diretamente ao compartimento de trabalho ou manipulação e ter área mínima de 2,00m². SEÇÃO V MERCADOS E SUPERMERCADOS SUBSEÇÃO I DOS MERCADOS Art.81 - Os mercados caracterizam-se pela venda de produtos variados distribuídos em recintos semi-abertos, como bancas ou boxes voltados para acessos que apresentem condições de trânsito de pessoas e veículos. Art A localização do comércio ambulante, de que trata o artigo anterior, será determinado pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento SEDES, órgão competente da Prefeitura, sem prejuízo do tráfego, trânsito, circulação e segurança dos pedestres e conservação e preservação paisagística dos logradouros públicos. Parágrafo único. Fica expressamente vedada a prática de comércio ambulante de produtos de qualquer natureza, nas calçadas e passeios públicos, nestes inclusos a Rodovia BR 316 dentro da jurisdição do Município de Ananindeua. Art A solicitação para a comercialização ou exposição de produtos deverá especificar: I IV - Nome do vendedor ou expositor; Local ou locais de comercialização ou exposição; Período e horário; Natureza e tipo dos produtos. Art O exercício do comércio ambulante dependerá de licença, bem como de matrícula concedida a título precário, para o vendedor ambulante. Art.82 - Os mercados deverão satisfazer além das exigências normatizadas neste Código, aos requisitos determinados pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente SEMA. SUBSEÇÃO II DOS SUPERMERCADOS Art.83 Os supermercados caracterizam-se pela venda de produtos variados distribuídos em balcões, gôndolas ou prateleiras, sem formação de bancas ou boxes e com acesso somente para pessoas, as quais se servirão diretamente das mercadorias. Parágrafo único. Os supermercados deverão ter seções distintas para comercialização, de cereais, legumes, verduras e frutas frescas, carnes, lacticínios, conservas, frios e gêneros alimentícios enlatados. SEÇÃO VI SALÕES DE BARBEIROS E CABELEIREIROS Art.84 Nos salões de barbeiros e cabeleireiros é obrigatório o uso de toalhas e golas individuais para os clientes e a esterilização ou desinfecção dos utensílios para cortes e penteados antes de cada aplicação.. Art.85 - Somente poderão usar produtos químicos devidamente registrados e autorizados pela ANVISA. Parágrafo único. Os serviços de manicure e pedicure, deverão obrigatoriamente utilizar material esterilizado e descartável quando couber. TÍTULO III DA LICENÇA DO COMÉRCIO AMBULANTE E FEIRAS LIVRES. CAPÍTULO I DO COMÉRCIO AMBULANTE Art O exercício do comércio ambulante, caracterizado através da comercialização ou exposição de produtos como cigarros, livros, revistas, bombons, sorvetes, sanduíches, refrescos, pipocas e outros produtos congêneres, bem como a venda ou exposição de carnês de sorteio, loterias e ingressos, depende de licença prévia, a título precário, a ser concedida, de acordo com as normas vigentes, pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento SEDES competente. Parágrafo único. O prazo para da licença para o exercício do comércio ambulante será de um ano, com Alvará concedido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento SEDES, podendo ser renovada, a juízo do órgão competente da Prefeitura. 1º - Considera-se comércio eventual o que é exercido em determinadas épocas do ano, por ocasião de festejos e comemorações populares, em locais previamente autorizados pela Prefeitura. 2º - Considera-se comércio ambulante a atividade comercial ou a prestação de serviços em logradouro público, sem instalação fixa. Art O requerimento de licença deverá ser instruído com os elementos seguintes: carteira de identidade; carteira de saúde para os que negociarem com gêneros alimentícios; I atestado de antecedentes; IV - especificação dos meios que serão utilizados para o exercício da atividade. 1º - A Prefeitura estabelecerá, quando da concessão da licença, os locais e horários de estacionamento dos veículos a serem utilizados para o exercício da atividade do comércio eventual e ambulante, quando for o caso. 2º - Na concessão da licença para os centros comerciais, a Prefeitura considerará de modo especial, as características do logradouro público em que será exercida a atividade comercial eventual, ou que será percorrido pelo comerciante ambulante, quanto à estética urbana, trânsito e outros elementos adequados. 3º - Com base nos elementos de que tratam os parágrafos 1º e 2º deste artigo, poderá a Prefeitura, ao licenciar comerciantes ambulantes, estabelecer impedimento ao exercício da respectiva atividade em determinados logradouros públicos, os quais deverão expressamente constar da correspondente licença. Art O local indicado para o exercício do comércio eventual deverá ser mantido em perfeitas condições de asseio e limpeza, ficando o comerciante ou prestador de serviço obrigado à utilização de recipientes adequados para a coleta do lixo ou resíduos provenientes do exercício da atividade. Art Os que exercerem o comércio eventual ou ambulante em logradouro público devem apresentar-se decentemente trajados, em perfeitas condições de higiene, sendo obrigatório aos vendedores de gêneros alimentícios o uso de uniforme ou guarda-pó. Art Os vendedores ambulantes deverão sempre portar a licença para o exercício da atividade e sua carteira de saúde. Art O vendedor ambulante que exercer irregularmente essa atividade sem estar devidamente matriculado e no local autorizado para o comércio, será autuado pela 9

10 fiscalização e seus produtos serão apreendidos e encaminhados ao depósito da Secretaria Municipal de Desenvolvimento SEDES, sem prejuízo da multado na forma e valor constante do Anexo I desta Lei. 1º - Os produtos constantes dos itens b a e, se apreendidos, serão destruídos em ato público. Os demais serão destruídos no ato da apreensão. Art. 95. As mercadorias e/ou produtos apreendidos terão a seguinte destinação: Os produtos perecíveis (alimentos, frutas, refrigerantes, sucos, etc), serão doados de forma imediata a creches e entidades filantrópicas do Município, através de Termo de Doação a cargo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento SEDES; Produtos pirateados (CD s e DVD s) serão destruído em prazo não superior a trinta dias, em ato público; I Demais mercadorias/equipamentos (brinquedos, aparelhos sonoros, jogos eletrônicos, roupas, calçados, sombrinhas, etc...) serão objeto de doação a Secretaria Municipal de Cidadania, Assistência Social e Trabalho para destinação em programas sociais e abrigos municipais. CAPÍTULO II DAS FEIRAS LIVRES Art As atividades comerciais nas feiras livres destinam-se ao abastecimento supletivo de gêneros alimentícios essenciais à população especialmente os de origem hortigranjeira. Art A atividade de feirante somente será exercida pelos interessados que obtiverem a devida licença, após estar matriculado na Prefeitura. 1º - O requerimento de matrícula será instruído com os seguintes documentos: a) carteira de identidade; b) carteira de saúde; c) atestado de antecedentes; d) especificação dos meios que serão utilizados para o exercício das atividades. 2º - A matrícula para o exercício da atividade será concedida a título precário, podendo ser suspensa ou cassada nos termos da presente lei. Art As feiras serão localizadas em áreas ou logradouros públicos, previamente estabelecidos pela Prefeitura, que disciplinará seu funcionamento, de modo a não prejudicar o trânsito e acesso fácil para aquisição de mercadorias. Art As mercadorias serão expostas à venda em barracas padronizadas desmontáveis ou tabuleiros, em perfeitas condições de higiene e apresentação. Art À hora fixada para o encerramento da feira, os feirantes V suspenderão as vendas, procedendo à desmontagem das barracas, balcões, tabuleiros e rspectivos pertences e a remoção rápida das mercadorias, de forma a ficar o recinto livre e pronto para o início imediato da limpeza. Art feiras livres: a) bebidas alcoólicas, b) cd s e dvd s piratas; c) fogos de artifício; d) materiais de alta combustão; e) substâncias tóxicas; f) carvão; g) alimentos assados em carvão; h) carnes e aves fora das câmaras frigoríficas. É expressamente proibida a venda dos seguintes produtos nas 2º - Fica expressamente vedada a instalação nos espaços destinados a feiras e mercados, a instalação de caça níqueis e jogos de azar. Os equipamentos apreendidos serão encaminhados juntamente com os seus proprietários a delegacia de Polícia Civil competente. Art Os feirantes, por si ou por seus prepostos, são obrigados a: a) acatar as determinações regulamentares feitas pelo fiscal e guardar decoro para com o público; b) manter em perfeito estado de higiene as suas barracas ou balcões e aparelhos, bem como os utensílios empregados na venda dos seus artigos; c) não iniciar a venda de suas mercadorias antes do horário regulamentar, nem prolongá-lo além da hora do encerramento; d) não ocupar área maior que a que lhes for concedida na distribuição de locais; e) não deslocar as suas barracas ou tabuleiros para pontos diferentes que lhes forem determinados; f) manter os produtos protegidos de moscas e outros insetos, conservando-os em embalagens apropriadas (plásticos). Art A licença para o funcionamento e localização das feiras livres, será de competência da Secretaria de Desenvolvimento SEDES. Art Para o exercício da atividade em feira livre, além da licença, o feirante deverá ser previamente cadastrado no órgão competente da Prefeitura, além de ser portador da Carteira de Saúde devidamente atualizada. Art A colocação das bancas, que deverão ser padronizadas e devidamente numeradas, obedecerá ao critério de prioridade, realizando-se o agrupamento dos feirantes por classes similares de mercadorias. Art nas feiras: São obrigações comuns a todos os que exercerem atividades Usar de urbanidade e respeito para com o público em geral, bem como acatar as ordens emanadas da autoridade competente; Possuir, em suas barracas, balanças, pesos e medidas devidamente aferidos, sem vício ou alteração com que possa levar o consumidor; I Não jogar lixo na via pública ou nas imediações de sua banca; IV - Manter em sua banca um recipiente para coleta de lixo; V - Manter a banca em perfeito estado de asseio e higiene; V Não apregoar as mercadorias com algazarras nem usar dizeres ofensivos ao decoro público; Não ocupar com suas barracas local diferente do concedido dentro do seu grupo de feira; VI Não colocar os gêneros alimentícios em contacto direto com o solo. Art A Prefeitura poderá autorizar, sem cobrança de qualquer taxa, a pintores, escultores, livreiros, artesãos e entidade culturais ou de assistência social a realizarem, em logradouros públicos, a prazo certo, exposição de livros ou de trabalhos de natureza artística, cultural e artesanal. Art O pedido de autorização será dirigido ao chefe de poder Executivo Municipal e indicará o local, natureza, caráter e prazo da exposição. Art O local da exposição deverá ser mantido limpo, sendo o interessado responsável por qualquer dano porventura causar ao logradouro ou a bem público. TITULO IV 10

11 DOS ESTABELECIMENTOS DE LOCAÇÃO DE COMPUTADORES (CYBER CAFÉ E LAN Parágrafo rafo único Os avisos de que trata o caput do artigo anterior deverão ser HOUSE) PARA ACESSO A INTERNET confeccionadas preferencialmente no tamanho de 21 cm de altura por 42 cm de largura. Art. 110 São consideradas como casas de jogos por computador e de acesso à Internet, também denominadas LAN HOUSE e CYBER-CAFÉ, respectivamente, os estabelecimentos empresariais que dispõem, para locação, computadores ligados em rede, utilizados para jogos ou acesso à Internet e que admitem ou não disputa entre usuários. Art. 111 Para que seja considerado o funcionamento regular desse tipo de estabelecimento, é obrigatório a criação de um cadastro de freqüentadores/usuários no qual deverá constar: nome completo, data de nascimento, filiação, endereço domiciliar ou comercial completo e número de telefone do usuário. 1º - Se os freqüentadores/usuários forem estudantes, o cadastro além das informações exigidas no caput do art. 106, deverá contemplar: nome e endereço e telefone para contato; escola e turno em que estuda, horário de entrada e saída, além do início e do término do uso do equipamento. 2º - Os dados de que trata o caput deste artigo, deverão ser armazenados, preferencialmente em meio eletrônico por um prazo nunca inferior a 24 (vinte e quatro) meses. 3º - O responsável pelo cadastramento deverá exigir dos usuários a exibição dos documentos necessários no ato do cadastramento. 4º - O usuário no uso do computador deverá apresentar o documento de identificação de acordo com o cadastro. Art O cadastro a que se refere o art. 106 deverá ser mantido em arquivo pelo prazo de dois anos e não poderá ser divulgado, salvo quando solicitado pelos pais ou responsáveis, no caso de menores de quinze anos, Juizado da Infância e Juventude, Ministério Público, Conselho Tutelar e demais autoridades credenciadas. Art. 113 Fica expressamente proibido o acesso de crianças e adolescentes, menores de 18 (dezoito) anos a jogos que contenham cenas de violência, sexo ou que atentem contra a moral e os bons costumes. Art A entrada e permanência de pessoas nos estabelecimentos de que trata esta Lei se dará de acordo com as seguintes regras: I. Crianças até 10 (dez) anos de idade incompletos devem ser acompanhadas pelos pais ou responsáveis estes com autorização; II. A entrada de menores a partir de 11 (onze) anos até 15 (quinze) anos incompletos que não estiverem acompanhadas pelos pais ou responsáveis, fica condicionada à apresentação de autorização escrita destes; III. Fica limitado o tempo de permanência de menores nesses estabelecimentos ao seguinte horário: a) até às 18:00 horas do dia para crianças de 10 (dez) anos a 12 (doze) anos incompletos; b) até às 21:00 horas para jovens de 18 (dezoito) anos incompletos e c) até às 23:00 horas para pessoas com idade superior a 18 (dezoito) anos completos; IV. O tempo de uso dos equipamentos não poderá exceder a duas horas ininterruptas, devendo haver uma pausa de pelo menos trinta minutos entre um período e outro de utilização. Art Não serão permitidas apostas de cunho pecuniário no interior dos estabelecimentos de que trata esta Lei, jogos de azar ou que envolvam valores ou prêmios, bem como, a venda ou o consumo de bebidas alcoólicas, cigarros ou assemelhados. Art O estabelecimento deverá fixar em local visível aviso informando as proibições previstas nesta Lei, bem como dos informativos relativos a segurança e prevenção quanto a possíveis investidas criminosas. Art A ação ou omissão que resulte em descumprimento de qualquer dispositivo desta Lei, constitui infração administrativa e sujeitarão o infrator as sanções previstas no Anexo I, sem prejuízo da suspensão das atividades ou cassação da licença. TÍTULO V DO PODER DE POLÍCIA, SEGURANÇA E ORDEM PÚBLICA. CAPÍTULO I DA MORALIDADE E DO SOSSEGO PÚBLICO Art É expressamente proibida às casas de comércio ou aos ambulantes, a exposição ou venda de gravuras, livros, revistas ou jornais pornográficos ou obscenos fora das embalagens de vedação. Parágrafo único. A reincidência na infração deste artigo determinará a cassação da licença de funcionamento. Art Não será fornecido ou renovado o alvará de funcionamento de clubes sociais que não mantenham permanentemente, em cada uma de suas piscinas, no mínimo, um salva-vidas habilitado com formação específica ou curso superior de Educação Física. Art Os proprietários de estabelecimentos em que se vendem bebidas alcoólicas serão responsáveis pela manutenção da segurança e ordem nos mesmos. Parágrafo único. As desordens, algazarra ou barulho porventura verificado nos referidos estabelecimentos, sujeitarão os proprietários à multa, podendo ser cassada a licença para seu funcionamento nas reincidências. Art É expressamente proibido perturbar o sossego público com ruído ou sons excessivos, evitáveis, tais como: I. Os de explosão de motores desprovidos de silenciosos ou com estes em mau estado de funcionamento; II. Os de buzinas, clarins, tímpanos, campainhas ou quaisquer outros aparelhos; III. A propaganda realizada com alto-falantes, carros e bicicletas adaptadas com caixas de sons (bocas de ferro), etc., sem prévia autorização da Prefeitura; IV. Os produzidos por arma de fogo; V. Os de morteiros, bombas e demais fogos ruidosos; VI. Os de apitos ou silvos de sirene de fábrica, ou estabelecimentos outros, por mais de 30 segundos ou depois das 22:00 horas; VII. Os batuques, congados e outros divertimentos congêneres, sem licença das autoridades. I Parágrafo único - Excetuam-se das proibições deste artigo: Os tímpanos, sinetas ou sirenes dos veículos de Ambulâncias, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e Civil, Guarda Municipal e Departamento de Trânsito quando em serviço; Os apitos das rondas e guardas policiais; Alto-falantes destinados à propaganda de partidos políticos, durante a campanha eleitoral e na forma disposta em legislação especifica sobre o assunto; IV - Alto-falantes destinados a transmissão de ato de culto religioso e músicas sacras, e de reuniões cívicas ou solenidades públicas, nos locais de sua realização, desde que com volume não superior ao disposto na NBR

12 Art É proibido executar qualquer trabalho ou serviço que produza ruído, antes das 7:00 horas e depois das 18:00 horas, nas proximidades de hospitais, escolas, asilos e residências. Art As instalações elétricas só poderão funcionar quando tiverem dispositivos capazes de eliminar, ou pelo menos reduzir ao mínimo, as correntes parasitas, diretas ou induzidas, as oscilações de alta freqüência, chipas e ruídos prejudiciais à rádio recepção. Art A emissão de sons e ruídos em decorrência de quaisquer atividades industriais, comerciais, sociais, religiosas, culturais e esportivas, inclusive as de propaganda, obedecerá, no interesse da saúde, da segurança e do sossego público, aos padrões e critérios abaixo: Atinjam, no ambiente exterior do recinto em que têm origem, nível de som de mais de 50 (cinquenta) decibéis (db), na curva (A), acima do ruído de fundo existente no local, sem tráfego de veículos; Independente do ruído de fundo, atinjam no ambiente exterior do recinto em que têm origem, mais de 50 (cinquenta) decibéis (db), na curva (A), após as 22 horas; I Para medição dos níveis de som considerados nesta seção, o aparelho medidor de nível de som, conectado à resposta lenta, deverá estar com o microfone afastado no mínimo um metro e cinqüenta centímetros da divisa do imóvel que contém a fonte de som e ruído, e à altura de um metro e vinte centímetros do solo ou no ponto de maior nível de intensidade de sons e ruídos do edifício reclamante; IV - O microfone do aparelho medidor de nível de som deverá estar sempre afastado, no mínimo, um metro e vinte centímetros de quaisquer obstáculos, bem como guarnecido com tela de vento; V - Os demais níveis de intensidade de sons e ruídos fixados por esta seção atenderão às normas da Associação Brasileira de Normas Técnicas ABNT, e NBR e serão medidos por decibelímetro padronizado pela Prefeitura. IV - da SEDES, quando o evento for realizado nas praças e espaços públicos Parágrafo único. O requerimento de licença para funcionamento de qualquer casa de diversão será instruído com a prova de terem sido satisfeitas as exigências regulamentares referentes à construção e higiene do edifício, e procedida à vistoria do Corpo de Bombeiros para lavratura do HABITE-SE. Art Em todas as casas de diversões púbicas serão observadas as seguintes disposições, além das estabelecidas pelo Código de Obras e Edificações e pela Legislação urbanística municipal. Tanto as salas de entrada como as de espetáculo serão mantidas higienicamente limpas; As portas e os corredores para o exterior serão amplos e conservar-se- ão sempre livres de grades, móveis ou quaisquer objetos que possam dificultar a retirada rápida do público em caso de emergência; I Todas as portas de saída serão encimadas pela inscrição SAÍDA, legível à distância e luminosa de forma suave, quando se apagarem as luzes da sala; IV - V - V fácil acesso; Os aparelhos destinados à renovação do ar deverão ser conservados e mantidos em perfeito funcionamento; Instalações sanitárias independentes para homens e mulheres; Serão tomadas todas as precauções necessárias para evitar incêndios, sendo obrigatória à adoção de extintores de incêndio em locais visíveis e de V Durante os espetáculos as portas de acesso e saída, deverão conservar- se abertas, vedadas apenas com reposteiros ou cortinas; VI Deverão apresentar certificado de pulverização de inseticidas, emitido por empresa credenciada no ramo, atualizado anualmente; Parágrafo único. As máquinas e aparelhos que, a despeito da aplicação de dispositivos especiais, não apresentarem diminuição sensível das perturbações, não poderão funcionar até sua completa regularização. Art Na infração de qualquer artigo desde capítulo, será imposta a multa constante no Anexo I desta lei. CAPÍTULO II DOS DIVERTIMENTOS PÚBLICOS Art Divertimentos públicos, para os efeitos deste Código, são os que se realizarem nas vias públicas, ou em recintos fechados de livre acesso ao público. Art Nenhum divertimento público poderá ser realizado sem licença da Prefeitura, a cargo dos seguintes órgãos: da Secretaria Municipal de Meio Ambiente quanto a propagação sonora e o impacto no meio ambiente; da SEMUTRAN quanto a liberação e ordenamento do tráfego de veículos e pedestres com segurança; I da SESAN quanto as instalações e edificações a serem utilizadas na realização do evento. IX - O mobiliário será mantido em perfeito estado de conservação. Parágrafo único. É proibido aos espectadores, sem distinção de sexo, assistir aos espetáculos fumando no local das funções. Art As casas de espetáculos de sessões consecutivas (cinemas), que não tiverem exaustores suficientes, deverão, entre a saída e a entrada dos espectadores fazer decorrer o tempo mínimo de 20 (vinte) minutos para efeito de renovação do ar ambiente. Art Os programas anunciados serão executados integralmente não podendo os espetáculos iniciar-se em hora diversa da marcada. 1º - Em caso de modificação do programa ou de horário o empresário devolverá aos espectadores o preço integral do ingresso. 2º - As disposições deste artigo aplicam-se inclusive às competições esportivas para as quais se exija o pagamento de ingressos. Art Os ingressos não poderão ser vendidos por preço superior ao anunciado e em número excedente à lotação do teatro, cinema, circo ou sala de espetáculos. Art Não serão fornecidas licenças para a realização de jogos, festas ou diversões ruidosas em locais compreendidos em área formada por um raio de 300 metros de hospitais, casas de saúde, igrejas, capelas mortuárias ou maternidades. 12

13 Art Para funcionamento de teatros, além das demais disposições aplicáveis deste Código, deverão ser observadas as seguintes: A parte destinada ao público será inteiramente separada da parte destinada aos artistas, não havendo, entre as duas, mais que as indispensáveis comunicações do serviço; A parte destinada aos artistas deverá ter, quando possível, fácil e direta comunicação com as vias públicas, de maneira que assegure saída ou entrada franca, sem dependência da parte destinada à permanência do público. Art. 134 Para funcionamento dos cinemas serão ainda observadas as seguintes disposições: Deverão funcionar preferencialmente em pavimentos de fácil acesso a pessoas com deficiência física; Art. 141 As edificações para locais de reuniões de fins religiosos destinam-se às atividades abaixo relacionadas: I Templos religiosos; Salões de agremiações religiosas; Salões de culto. Art As igrejas e templos para se instalarem no município deverão apresentar a licença fornecida pela Prefeitura a cargo da Secretaria Municipal de Saneamento e Infraestrutura - SESAN, bem como a comprovação do recolhimento da Taxa de Licença para Localização e Funcionamento, expedida pela Secretaria Municipal de Gestão Fazendária SEGEF. Art As igrejas, os templos e as casas de culto são locais tidos e havidos por sagrados e, por isso, devem ser respeitados sendo proibido pichar suas paredes e muros, ou neles colocar cartazes. Os aparelhos de projeção ficarão em cabines de fácil saída, construídas de materiais incombustíveis; Art A armação de circos ou parque de diversões só poderá ser permitida em locais previamente autorizados pela Prefeitura, a cargo da Secretaria Municipal de Desenvolvimento SEDES e da Secretaria Municipal de Meio Ambiente - SEMA e mediante apresentação do laudo de vistoria do Corpo de Bombeiros. 1º - A autorização de funcionamento dos estabelecimentos de que trata este artigo não poderá ser por prazo superior a seis meses. 2º - Ao conceder a autorização, poderá a Prefeitura estabelecer as restrições que julgar convenientes, no sentido de assegurar a ordem, a segurança e a moralidade dos divertimentos e o sossego da vizinhança. 3º - A seu juízo poderá a Prefeitura não renovar a autorização de um circo ou parque de diversões, ou obrigá-los a novas restrições ao conceder-lhes a renovação pedida. Art Para permitir armação de circos ou barracas em logradouros públicos, poderá a Prefeitura exigir, se julgar conveniente, cobrar um depósito do valor de 300 UPF/PA, como garantia de despesa com a eventual limpeza e recomposição do logradouro. Art Nas igrejas, templos ou casas de culto, os locais franqueados ao público deverão ser conservados limpos, iluminados e arejados. Art As igrejas, templos e casas de culto não poderão contar maior número de assistentes, a qualquer de seus ofícios, do que a lotação comportada por suas instalações. Art Não será permitida a utilização de divulgação de sons para o exterior através de auto-falantes, caixas acústicas ou similares, que ultrapassem o limite legal de 50 (cinquenta) decibéis (db) (NBR-10152). Art Na infração de qualquer artigo deste capítulo, será imposta a multa constante do Anexo I desta Lei. CAPITULO IV DOS LOCAIS DE REUNIÕES SEÇÃO I RECREATIVAS E SOCIAIS Art Os locais de reuniões recreativas e sociais destinam-se às atividades abaixo relacionadas: Art Na localização de casas de shows, casas de recepção ou de estabelecimentos de diversões noturnas, a Prefeitura terá sempre em vista a segurança, o bem estar e o sossego da população. I Clubes recreativos ou sociais; Sedes de associação em geral (sindicatos, entidades, e outros); Boates e outros. Art Os espetáculos, bailes ou festas de caráter público dependem, para realizar-se, de prévia licença da Prefeitura a cargo da Secretaria Municipal de Meio Ambiente SEMA, sem prejuízo das normas de competência da Delegacia de Polícia Administrativa Civil DPA. Parágrafo único. A critério da Prefeitura Municipal, através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente SEMA, excetuam-se das disposições deste artigo as reuniões de qualquer natureza, sem convites ou entradas pagas, levadas a efeito por clubes ou entidades de classe, em sua sede, ou as realizadas em residências particulares. Art É expressamente proibido durante os festejos carnavalescos, atirar substância tóxica ou não, que possa molestar os transeuntes. Art Na infração de qualquer artigo deste capítulo, será imposta a multa constante do Anexo I, desta Lei. CAPÍTULO III DOS LOCAIS DE CULTO Art A instalação deverá dispor, pelo menos, de compartimentos, ambientes ou locais para: Aquisição de ingressos ou acesso as dependências; Circulação de pessoas; I Circulação de materiais e serviços de manutenção e abastecimento; IV - Instalações sanitárias. SEÇÃO II CULTURAIS Art As instalações para locais de reuniões de fins culturais destinam-se às atividades abaixo relacionadas: Cinemas; Auditórios e salas de concertos; I Biblioteca, discotecas, cinematecas; IV - Museus; 13

14 V - Teatros cobertos; V Teatros ao ar livre; Art Os espaços de estacionamento ou as garagens e os espaços de V Teatro de arena. carga e descarga, bem como seus respectivos acessos, deverão satisfazer, além do disposto em legislação competente. Art As instalações deverão dispor, pelo menos, de compartimentos, ambientes ou locais para: Passagens de pedestres, separadas e protegidas das faixas para acesso e circulação de veículos. As passagens de pedestres deverão ser acima do nível das faixas de Ingresso ou recepção; circulação de veículos; Acesso e circulação de pessoas; I Instalações sanitárias; Os acessos para passagem de veículos deverão ser localizados a uma IV - Serviços; distância mínima de 8,00m (oito metros) do alinhamento das ruas laterais, podendo essa distância ser reduzida para 6,00m (seis metros), no caso de V - Administração; habitações unifamiliares; V Espectadores; V Acesso e estacionamento de carros. I A abertura de passagem de veículos (automóveis ou utilitários) terá a largura mínima de 3,00m (três metros). Tratando-se de uma única abertura, Parágrafo único As atividades constantes dos incisos VI e VII do art. 144, ficarão para entrada e saída de veículos, esta deverá ser alargada para um mínimo de 5,00m isentas do cumprimento das exigências constantes dos incisos I a III do art (cinco metros). Excluídas as aberturas para residências unifamiliares; I Art As instalações deverão satisfazer, aos requisitos seguintes: Próximo à porta de ingresso haverá um compartimento ou ambiente para recepção, ou sala de espera; Se houver balcão, este deverá também dispor de sala de espera própria; Não poderão ser contados, na área exigida pelos parágrafos anteriores, quaisquer espaços da sala de espera utilizados para bomboniere, vitrinas, mostruários ou instalações similares; IV - No caso da sala de espetáculos situar-se em andar inferior ou superior da edificação, além do exigido nos incisos precedentes, deverá existir junto à porta de ingresso, ao nível do solo, outra sala de espera, com área mínima; V - As rampas de acesso, deverão ter patamar intermediário com profundidade, pelo menos, igual à largura; V com filtro; Próximo aos agrupamentos de instalações sanitárias de uso do público, deverá haver com acesso de uso comum ou coletivo, bebedouros providos V Se existir serviço de refeições, como restaurantes, bares e similares, deverão ser observadas as normas próprias estabelecidas; VI A sala de espetáculos deverá satisfazer às condições: a) Se forem previstas iluminação e ventilação através de aberturas para o exterior, que estas estejam voltadas para orientação que ofereça ao ambientes condições adequadas de iluminação, de modo a evitar ofuscamento ou sombras prejudiciais, tanto para os apresentadores quanto para os espectadores; b) Que haja ampla visibilidade da tela ou palco, por parte de espectador situado em qualquer um dos lugares. c) Que existam obrigatoriamente cadeiras, poltronas ou outra modalidade de permanência sentada. CAPÍTULO V ESPAÇOS DE ESTACIONAMENTO, DE CARGA E DESCARGA SEÇÃO I REGRAS GERAIS IV - Os acessos para os espaços de carga e descarga terão largura mínima de 3,50m (três metros e cinqüenta centímetros). Tratando-se de uma única abertura, para entrada e saída de veículos, esta deverá ser alargada para 7,00m (sete metros); V - O rebaixamento do meio-fio poderá estender-se longitudinalmente até 1,00m (hum metro) além da largura da abertura de acesso e de cada lado desta, devendo o rebaixamento resultante ficar inteiramente dentro do passeio fronteiro ao imóvel; V Os acessos deverão ser providos de sinalização sonora e luminosa de advertência como também de sinalização horizontal; V As aberturas com largura dupla para comportar o trânsito nos dois sentidos deverão ter sua separação demarcada com "taxas", "capacetes" ou outros material apropriado; VI As aberturas ficarão sempre distanciadas por intervalos mínimos de 5,00m (cinco metros). Parágrafo único. Não serão utilizados para estacionamento ou carga e descarga, os espaços de acesso, circulação e manobras, nem a área de acumulação de veículos, que será localizada junto à entrada. Essa área de acumulação deverá ter capacidade para comportar, no mínimo, 5% (cinco por cento) do número total de vagas e não poderá embaraçar a saída dos veículos. SEÇÃO II ESTACIONAMENTOS E GARAGENS Art As garagens e estacionamentos coletivos deverão dispor de compartimentos, ambientes ou locais para: I IV - V - V V Acesso e circulação de pessoas; Acesso e circulação de veículos; Estacionamento ou guarda de veículos; Instalações sanitárias; Vestiários; Depósitos; Administração e serviços. 1º - Os espaços de acesso e circulação principal de veículos deverão satisfazer, aos requisitos seguintes: Terão, para cada sentido de trânsito, largura mínima de 2,70m, em garagens ou estacionamentos com capacidade não superior a 60 veículos, será permitida faixa 14

15 dupla, para comportar o trânsito nos dois sentidos, com largura mínima de 5,50m, desde que o seu traçado seja reto e tenham separação demarcada com "taxas", "capacetes" ou outro material apropriado; Não deverão ter curvas com raio inferior a 5,50m. As faixas de circulação geral, com desenvolvimento em curva de raio inferior a 12,00m, terão sua largura aumentada de acordo com a fórmula: L(M) = 3,00(M) + 12,00(M) R(M) 12 onde L é a largura da faixa, em metros e R o raio da curva, em metros, sendo admitidas outras soluções equivalentes: IV - O início das rampas ou a entrada para movimentação dos veículos não poderá ficar a menos de 3,00m (três metros) do alinhamento dos logradouros, e pé-direito de 2,40m (dois metros e quarenta centímetros) no mínimo. 2º - As vagas e as faixas de acesso e circulação geral serão dispostas de forma adequada à finalidade prevista, bem como à lotação fixada e à segurança dos usuários. As aberturas de acessos aos veículos deverão ter capacidade para absorver amplamente o fluxo de entrada e de saída nas horas de mais intenso movimento do logradouro e da garagem ou estacionamento. guarda ou expedição de explosivos ou inflamáveis, as disposições constantes do Capítulo específico da presente Lei. CAPÍTULO VI TERMINAIS RODOVIÁRIOS E POSTOS DE SERVIÇOS SEÇÃO I REGRAS GERAIS Art As edificações para terminais rodoviários, edifícios-garagem e postos de serviços destinam-se às atividades relacionadas com transporte. Art Conforme as características e finalidades das atividades, as edificações de que trata o artigo anterior poderão ser: I Terminais rodoviários (de passageiros e de cargas); Postos de serviços (de abastecimento, de lavagem e lubrificação e de lavagem automática); Edifícios garagem, destinados a estacionamentos temporários ou de rotatividade. 3º - Os espaços para guarda e estacionamento de veículos terão pé-direito mínimo de 2,40m (dois metros e quarenta centímetros), sendo tolerado o pé-direito mínimo de 2,20m (dois metros e vinte centímetros) nas cavas e subsolos. 4 - O Poder Executivo Municipal em até 90 (noventa) dias da entrada em vigor desta lei normatizará através de Decreto Municipal as exigências mínimas necessárias para o funcionamento de garagens de menor porte não abrangidos por esta Lei. SEÇÃO III PÁTIOS DE CARGA E DESCARGA Art. 155 Nos espaços de carga e descarga, as faixas de acesso e circulação principal, bem como os locais de parada, boxe e estacionamento de veículos de transporte deverão satisfazer, além das exigências para a categoria, aos seguintes requisitos: 1º - As edificações de que trata o artigo 151, quando constituírem unidade distinta e autônoma, formando parte, com destinação exclusiva, destacada do restante do conjunto arquitetônico, deverão ter acesso próprio e separado dos acessos de uso comum ou coletivo, e que dê diretamente para logradouro ou espaço externo do imóvel. 2º - Nas edificações de terminais rodoviários e de postos de serviços, devido a sua natureza, os eventuais andares superiores ou inferiores ao do nível do solo, deverão ter somente a mesma destinação e, ainda, dispor de acesso adequado à movimentação interna dos veículos. Art Essas edificações, além do disposto neste Capítulo, deverão observar as condições previstas no Capítulo Espaços de Estacionamento, de Carga e Descarga e as exigências contidas na Legislação de Parcelamento, Uso e ocupação do Solo. O pavimento do logradouro poderá prosseguir até o interior do imóvel, interrompendo o Passeio na parte correspondente, estritamente, às aberturas de acesso, através de meios-fios que concordem horizontalmente em curva de raio mínimo de 3,00m, e desde que a concordância fique inteiramente dentro do trecho do passeio fronteiro ao imóvel objeto da edificação; Art passageiros e cargas. SEÇÃO II TERMINAIS RODOVIÁRIOS As edificações para terminais rodoviários destinam-se a I As aberturas de acesso terão para cada sentido de trânsito, a largura mínima de 3,50m, sendo admitida a largura de 7,00m, para comportar o trânsito nos dois sentidos; O início das rampas de acesso não poderá ficar a menos de 4,00m do alinhamento dos logradouros; IV - As rampas de acesso terão declividade máxima de 8%, tomada no eixo para os trechos retos e na parte interna, mais desfavorável, para os trechos em curva. A sobre elevação da parte externa ou declividade transversal não será superior a 2%; V - Os espaços de acesso e circulação geral deverão ter capacidade, para absorver amplamente os fluxos de entrada e de saída de veículos nas horas de mais intenso movimento; V Os trechos ou espaços que forem cobertos terão pé-direito livre de 4,00m, no mínimo. Parágrafo único. Conforme a natureza das encomendas ou cargas manipuladas no local deverão ser obedecidas as normas relativas a depósitos, e se houver recebimento, Art A edificação deverá dispor, pelo menos, de compartimentos, ambientes ou locais para: I IV - V - V V VI IX - Acesso e circulação de pessoas; Acesso e circulação de veículos de transporte; Parada ou ponto de veículos de transporte; Acesso e estacionamento de carros; Recepção, espera ou atendimento do público; Instalações sanitárias diferenciadas (masculino, feminino e cadeirantes); Vestiários; Administração e serviços; Estacionamento de veículos de transporte. Art Nos locais de embarque e desembarque de pessoas ou de carga haverá pistas para a circulação e parada de veículos e passeios exclusivos para a circulação ou espera de pessoas, separadas, as primeiras das segundas, por um desnível mínimo de 0,15m, as pistas de circulação e parada de veículos terão as condições previstas nos incisos I a VIII do artigo 167 e os passeios ou espaços de circulação e espera de pessoas terão os requisitos previstos nos incisos I, II e III do artigo anterior. 15

16 Art A edificação deverá possuir salas de recepção, espera e atendimento, bem como o local de parada ou ponto de veículos, os quais se cobertos deverão ter iluminação de emergência. 2º - As normas dispostas no presente artigo não se aplicam a postos de abastecimento já existentes enquanto mantiverem as licenças válidas. Parágrafo único - A edificação poderá ser dotada de acomodações destinadas à permanência diurna e pernoite do pessoal empregado. Tais compartimentos deverão satisfazer às condições de permanência prolongada e ter área mínima de 4,00m². SEÇÃO III POSTOS DE SERVIÇOS Art Os postos de serviços, abastecimentos, lubrificação ou lavagem de veículos destinam-se às atividades de abastecimento, de lavagem e lubrificação e de lavagem automática. Art A área mínima dos terrenos para instalação e exploração dessas atividades de forma individualizada terão as seguintes dimensões: 500,00 m² para abastecimento de combustível; 100,00 m² para lavagem e lubrificação de veículos. Parágrafo único. Quando exploradas conjuntamente as áreas mínimas das atividades individuais se acumulam. Art Os postos de abastecimento de combustível explorados individualmente ou associados a qualquer das demais atividades regulamentadas nesta seção, deverão dispor de compartimentos, ambientes ou locais para: I IV - V - V Acesso e circulação de pessoas; Acesso e circulação de veículos; Abastecimento e serviços; Instalações sanitárias; Vestiários; Administração. Art Os postos de serviços deverão satisfazer, as exigências contidas na Lei Federal nº 6.938, de 31 de agosto de 1981, Resolução CONAMA n. 273, de 29 de novembro de Art Não será permitida a construção, instalação, autorização e o funcionamento de postos de abastecimento de veículos automotores com combustíveis líquidos ou em estado gasoso (GNV), bem como a venda ou estocagem de combustíveis derivados de petróleo de qualquer natureza, ainda que observadas as normas ambientais, nos seguintes casos: nos pontos definidos pela Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito ou pela Diretoria de Posturas do Município, como cruzamentos importantes para o sistema viário e em áreas consideradas de risco, tais como, viadutos, túneis, subestações, instalações militares ou depósitos de explosivos e munições; nas proximidades de locais incompatíveis com este tipo de comércio, como cemitérios, hospitais, unidades de conservação e áreas de proteção ambiental; I em locais que distem menos de 500m (quinhentos metros), medidos a partir do ponto de estocagem do posto de abastecimento mais próximo já existente. 1º - A norma disposta no inciso III não será aplicável no caso de avenidas municipais com canteiro central, desde que o posto de abastecimento seja instalado em via de sentido contrário, ficando, entretanto, o licenciamento nesses casos, condicionado à emissão de parecer técnico do Corpo de Bombeiros relativo à análise de riscos. CAPÍTULO VII OFICINAS E INDÚSTRIAS SEÇÃO I REGRAS GERAIS Art As edificações ou instalações para oficinas e indústrias que exploram as atividades de manutenção, consertos ou confecção de máquinas e equipamentos, ou a extração, transformação, beneficiamento ou desdobramento de materiais, além do disposto nesta Lei, devem obedecer as exigências contidas na Legislação de Parcelamento e Uso do Solo. Art Conforme as características e finalidades, as oficinas e indústrias classificam-se em: I IV - V - Oficinas; Indústrias em geral; Indústrias de produtos alimentícios; Indústrias químicas e farmacêuticas; Indústrias extrativas. 1º - As edificações de que trata o artigo anterior, quando constituírem unidade distinta e autônoma, formando parte, com destinação exclusiva, destacada do restante do conjunto arquitetônico, deverão ter acesso próprio e separado dos acessos de uso comum ou coletivo e, ainda, dando diretamente para o logradouro ou espaço externo do imóvel. 2º - Essas edificações não poderão ter andares superiores ou inferiores, com outras destinações além daquelas previstas neste Capítulo. 3º - Quando a edificação se destinar a mais de uma das finalidades mencionadas neste artigo, cada parte deverá obedecer às exigências das respectivas normas específicas. Art. 170 As edificações para oficinas e indústrias deverão dispor, pelo menos, de compartimentos, ambientes ou locais para: I IV - V - V V VI IX - Recepção, espera ou atendimento do público; Acesso e circulação de pessoas; Trabalho; Armazenagem; Administração e serviços; Instalações sanitárias; Vestiários; Acesso e estacionamento de veículos; Pátio de carga e descarga. Art As aberturas para iluminação e ventilação dos compartimentos de trabalho ou atividades terão área correspondente, pelo menos, a 1/5 da área do compartimento que deverá satisfazer às condições de permanência prolongada. Essas aberturas deverão ser dispostas de modo a possibilitar a distribuição uniforme da iluminação natural. 1º - No mínimo, 60% da área exigida para a abertura de iluminação, deverá permitir a ventilação natural permanente. 16

17 2º - Quando a atividade exercida no local exigir o fechamento das aberturas para o exterior, o compartimento deverá dispor de instalações de renovação de ar ou de ar condicionado. Art Assiste à Prefeitura através da SEMUTRAN o direito de impedir o trânsito de qualquer veículo ou meio de transporte que possa ocasionar danos à via pública. Art Os compartimentos destinados a trabalho, armazenagem e outros fins, terão o piso e as paredes, pilares ou colunas, revestidos de material durável, liso, impermeável e resistente a freqüentes lavagens. 1º - Os compartimentos destinados a refeições e lazer, bem como os espaços de acesso e circulação de uso comum ou coletivo, terão o piso revestido de material durável, liso, impermeável e resistente a freqüentes lavagens. 2º - Conforme a natureza do trabalho, o piso deverá ser protegido por revestimento especial e feito de forma a suportar as cargas das máquinas e equipamentos, bem como a não transmitir vibrações às partes ou edificações vizinhas, acima dos limites admissíveis. 3º - As edificações para indústria em geral deverão obedecer, as Normas Técnicas Oficiais. CAPÍTULO VIII V DO TRÂNSITO PÚBLICO SEÇÃO I DISPOSIÇÕES GERAIS Art O trânsito, de acordo com as leis vigentes, é livre, e sua regulamentação tem por objetivo manter a ordem, a segurança e o bem-estar dos transeuntes e da população em geral. Art É proibido embaraçar ou impedir, por qualquer meio, o livre trânsito de pedestres ou veículos nas ruas, praças, passeios, estradas e caminhos públicos, exceto para efeito de obras públicas ou quando exigências policiais o determinarem. Parágrafo único. Sempre que houver necessidade de interromper o trânsito, deverá ser colocada sinalização vermelha claramente visível de dia e luminosa à noite. Art Compreende-se na proibição do artigo anterior o depósito de quaisquer materiais, inclusive de construção, o estacionamento de veículos em fila dupla nas frentes de escolas, academias, hospitais, o estacionamento em frente a garagens residências, ou em locais identificados como proibidos nas vias públicas em geral. 1º - Tratando-se de materiais cuja descarga não possa ser feita diretamente no interior dos prédios, será tolerada a descarga e permanência na via pública, com o mínimo prejuízo ao trânsito, por tempo não superior a 3 (três) horas. 2º - Nos casos previstos no parágrafo anterior, os responsáveis pelos materiais depositados na via pública deverão advertir os veículos, à distância conveniente, dos prejuízos causados ao livre trânsito. Art É expressamente proibido nas ruas e avenidas da cidade: Conduzir animais ou veículos em disparada; Conduzir animais bravios sem a necessária precaução; I Atirar à via pública ou logradouros públicos corpos ou detritos que possam incomodar ou causar danos aos transeuntes. Art É expressamente proibido danificar ou retirar sinais colocados nas vias, estradas ou caminhos públicos, para advertência de perigo ou impedimento de trânsito. Art meios como: III - É proibido embaraçar o trânsito ou molestar os pedestres por Conduzir, pelos passeios e calçadas, volumes de grande porte; Conduzir ou estacionar, nos passeios e calçadas, veículos de qualquer espécie; Patinar, a não ser nos logradouros a isso destinados; IV - Amarrar animais em postes, árvores, grades ou portas; V - Conduzir ou conservar animais sobre os passeios ou jardins; V Colocar mesas e cadeiras nas calçadas e vias públicas como extensão de bares e restaurante, dificultando a circulação de pedestres; V Utilizar a via pública como extensão do estabelecimento para efeito de estacionamento de veículos pertencentes a sua clientela. Parágrafo único - Excetuam-se ao disposto no item II, deste artigo, carrinhos de crianças ou de cadeirantes e, em ruas de pequeno movimento, triciclos e bicicletas de uso infantil. Art Na infração de qualquer artigo deste capítulo, quando não prevista pena no Código Nacional de Trânsito, será imposta a multa constante do Anexo I desta lei. Art SEÇÃO II DAS MEDIDAS REFERENTES AOS ANIMAIS É proibida a permanência de animais nas vias públicas. Art Os animais encontrados nas ruas, praças, estradas ou caminhos públicos, serão recolhidos ao depósito da Municipalidade. Art O animal recolhido em virtude do disposto neste capítulo será retirado dentro do prazo máximo de 7 (sete) dias, mediante pagamento da multa e da taxa de manutenção respectiva, caso tratar-se de animal doméstico. 1º - Serão restituídos aos proprietários, apenas os animais que sejam considerados sadios, e que não ofereçam riscos a saúde pública. Os animais identificados como silvestres que não possuam autorização do IBAMA para criação em cativeiro, serão entregues ao órgão estadual competente, para as providências a seu cargo. 2º - Não sendo retirado o animal nesse prazo a Prefeitura o disponibilizará para doação a terceiros interessados, precedida da necessária publicação do ato. Art da sede municipal. É proibida a criação ou engorda de porcos no perímetro urbano Parágrafo único. Aos proprietários de cevas atualmente existentes na sede municipal, fica marcado o prazo de 90 (noventa) dias, a contar da data de publicação deste Código, para a remoção dos animais. Art É igualmente proibida a criação, no perímetro urbano da sede municipal, de qualquer espécie de gado. Art Os cães que forem encontrados nas vias públicas da cidade serão apreendidos e recolhidos ao depósito da Prefeitura, ficando à disposição de seu dono para retirada no prazo máximo de 7 (sete) dias, mediante o pagamento da multa respectiva. Art Ficam proibidos os espetáculos de feras e as exibições de cobras e quaisquer animais perigosos. 17

18 I Art É expressamente proibido: Criar abelhas nos locais de maior concentração urbana; Criar galinhas nos porões e no interior das habitações; Criar pombos nos forros das casas de residências; Art É expressamente proibido a qualquer pessoa maltratar os animais ou praticar de crueldade contra os mesmos, tais como: Apresentarem perfeitas condições de segurança; Terem a largura do passeio, até o máximo de 2/3 do passeio; I Não causarem dano às árvores, aparelhos de iluminação e redes telefônicas e da distribuição de energia elétrica. Art Poderão ser armados coretos ou palanques provisórios nos logradouros públicos, para comícios políticos, festividades religiosas, cívicas ou de caráter popular, desde que sejam observadas as condições seguintes: Transportar, nos veículos de tração animal, carga ou passageiros de peso superior às suas forças; Carregar animais com peso superior a 150 quilos; I Montar animais que já tenham a carga permitida; IV - Fazer trabalhar animais doentes, feridos, extenuados, aleijados, enfraquecidos ou extremamente magros; V - Obrigar qualquer animal a trabalhar mais de 6 (seis) horas, contínuas sem descanso, sem água e alimento apropriado; V Martirizar animais para deles alcançar esforços excessivos; V Castigar de qualquer modo o animal caído, com ou sem veículo, fazendo-o levantar à custa de castigo e sofrimentos; VI Castigar com rancor e excesso qualquer animal; IX - Conduzir animais com a cabeça para baixo, suspensos pelos pés ou asas, ou em qualquer posição anormal que lhes possa ocasionar sofrimento; X - Transportar animais amarrados à traseira de veículo ou atados um ao outro pela cauda; X Abandonar, em qualquer, ponto animais doentes, extenuados, enfraquecidos ou feridos; X Amontoar animais em depósitos insuficientes ou sem água, ar, luz e alimentos; XI Usar do chicote, para estímulo e correção de animais; XIV - Empregar arreios que possam constranger ferir ou magoar o animal; XV - Usar arreios sobre partes feridas, contusões ou chagas do animal; XV Praticar todo e qualquer ato, mesmo não especificado neste Código, que acarretar violência e sofrimento para o animal. Art Na infração de qualquer artigo deste capítulo será imposta a multa constante do Anexo I desta Lei ou com base na legislação federal em vigor. Parágrafo único. Qualquer cidadão poderá denunciar os infratores, devendo o fato ser comunicado a Secretaria Municipal de Meio Ambiente. SEÇÃO III DO EMPACHAMENTO DAS VIAS PÚBLICAS Art Nenhuma obra, inclusive demolição, quando feita no alinhamento das vias públicas, poderá dispensar o tapume provisório, que deverá ocupar uma faixa de largura, no máximo, igual á metade do passeio. 1º - Quando os tapumes forem construídos em esquinas, as placas de nomenclatura dos logradouros serão neles afixadas de forma bem visível. 2º - Dispensa-se o tapume quando se tratar de: Construção ou reparos de muros ou grades com altura não superior a dois metros; Pinturas ou pequenos reparos. 3 - O licenciamento será concedido por prazo determinado, compatível com o volume da obra a ser executava, especificada no requerimento do interessado, impondo a desmobilização de qualquer estrutura de apoio estabelecida no passeio público, se a obra paralisar por mais de 60 (sessenta) dias, ou se por idêntico período de tempo se estender além do prazo de validade da licença. Art Os andaimes deverão satisfazer as seguintes condições: Serem aprovados pela Prefeitura, quanto à sua localização; Não ocasionarem danos ao patrimônio público nem prejudicarem o escoamento das águas pluviais, correndo por conta do responsável pelo evento o custo e reparo do bem público cedido para sua realização. I Serem removidos no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas, a contar do encerramento dos festejos. IV - Assinar com o promotor do evento Termo de Autorização e Conduta, no qual se comprometa a cumprir a legislação pertinente, as condicionantes específicas para a realização do evento, o custo e os reparos eventuais por danos materiais ao patrimônio publico em decorrência da realização do mesmo, inclusive reconhecendo o direito da Prefeitura de cobrar por esses danos materiais no valor que esse dano importar. Parágrafo único. Uma vez findo o prazo estabelecido no item IV a Prefeitura promoverá a remoção do coreto ou palanque, cobrando ao responsável as despesas de remoção, dando ao material removido o destino que entender. Art Nenhum material poderá permanecer nos logradouros públicos, exceto nos casos previstos no Art. 185 deste Código. Art Os postes de iluminação e força, as caixas postais, os hidrantes para combates de incêndio, postos de polícia e as balanças para pesagem de veículos só poderão ser colocados nos logradouros públicos mediante autorização da Prefeitura, a cargo da Secretaria Municipal de Saneamento e Infraestrutura - SESAN, que indicará as posições convenientes e as condições da respectiva instalação. Art As colunas ou suportes de anúncios, as caixas de papéis usados, os bancos ou os abrigos de logradouros públicos somente poderão ser instalados mediante licença prévia da Prefeitura, através da Secretaria Municipal de Saneamento e Infraestrutura - SESAN. Art As bancas para a venda de jornais e revistas poderão ser permitidas, nos logradouros públicos, desde que satisfaçam às seguintes condições: I IV - Terem sua localização aprovada pela Prefeitura através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico-SEDES; Apresentarem bom aspecto quanto à sua construção; Não perturbarem o trânsito público; Serem de fácil remoção. Art Os estabelecimentos comerciais não poderão ocupar, com mesas e cadeiras, as vias da malha de tráfego de veículos e o passeio destinado ao trânsito público de pedestres. Art Os relógios, estátuas, fontes e quaisquer monumentos somente poderão ser colocados nos logradouros públicos se comprovado o seu valor artístico ou cívico, e a juízo da Prefeitura. 1º - Dependerá, ainda, de aprovação, o local escolhido para a fixação dos monumentos. 2º - No caso de paralisação ou mau funcionamento de relógio instalado em logradouro público, seu mostrador deverá permanecer coberto. 18

19 Art Na infração de qualquer artigo deste Capítulo será imposta a multa constantes do Anexo I desta Lei. CAPITULO IX DOS INFLAMÁVEIS E EXPLOSIVOS SEÇÃO I REGRAS GERAIS Art As edificações ou instalações de inflamáveis e explosivos além de obedecer as exigências contidas na Legislação Urbanística municipal, destinam-se à fabricação, manipulação ou depósito de combustível, inflamáveis ou explosivos, uns e outros em estado sólido, líquido ou gasoso. 1º - Segundo as suas características e finalidades, as edificações ou instalações de que trata este Capítulo poderão ser: I Fábricas ou depósitos de inflamáveis; Fábricas ou depósitos de explosivos; Fábricas ou depósitos de produtos químicos e agressivos. 2º - Além das exigências deste Capítulo, as edificações ou instalações deverão observar as normas técnicas oficiais e as normas especiais emanadas da autoridade competente. I IV - V - V V Recepção, espera ou atendimentos do público; Acesso e circulação de pessoas; Armazenagem; Serviços, inclusive de segurança; Instalações sanitárias; Vestiários; Pátio de carga e descarga. 1º - Se houver fabricação ou manipulação, o estabelecimento deverá conter ainda, compartimentos, ambientes ou locais para: I IV - Armazenagem de matéria-prima; Trabalho; Administração; Refeitório. 2º - As atividades previstas nos incisos V e VI deste artigo e item IV do parágrafo anterior deverão ser exercidas em compartimentos próprios e exclusivos separados dos demais. 3º - As utilizações referidas no item III deste artigo e nos incisos I e II do 1º, terão pavilhão próprio separado dos demais, sendo um ou mais para cada espécie. Art Observar-se-á, ainda, o seguinte: 3º - Não estão sujeitos às exigências deste Capítulo os reservatórios de combustíveis que fizerem parte integrante dos motores de combustão interna, ficando a eles aderentes, bem como as autoclaves destinadas à fusão de materiais gordurosos, limpeza a seco e instalações congêneres, desde que apresentem capacidade limitada e condições adequadas fixadas pelas normas técnicas oficiais. Art Sem prejuízo do disposto no 2º do artigo anterior, nenhuma fábrica ou depósito de inflamável, explosivo ou produto químico agressivo poderá ser construído ou instalado, sem prévio exame e pronunciamento das autoridades, especialmente quanto à localização, isolamento e condições especiais da construção, dos equipamentos ou das instalações, bem como sobre as quantidades máximas de cada espécie. 1º - A construção ou instalação de estabelecimentos onde se pretenda comercializar inflamáveis, explosivos, produtos químicos agressivos, miciadores de munições ou materiais similares ficam igualmente sujeitas a todas as exigências deste artigo. 2º - O Poder Executivo poderá, á qualquer tempo, ordenar: O armazenamento em separado de combustíveis, inflamáveis ou explosivos que, por sua natureza, ou volume, possam oferecer perigo quando guardados em conjunto: Os requisitos necessários à concretização da medida acautelatória prevista no item anterior; I A execução de obras e serviços, ou a adoção das providências consideradas necessárias à proteção de pessoas, propriedades e logradouros. SEÇÃO II DAS EDIFICAÇÕES E ARMAZENAMENTO Art Devido a sua natureza as edificações e instalações somente poderão ocupar imóvel de uso exclusivo, completamente isolado e afastado de edificações residenciais ou instalações vizinhas, bem como do alinhamento dos logradouros públicos. Art As edificações deverão conter, pelo menos, compartimentos, instalações ou locais para: As edificações e os depósitos serão dispostos lado a lado, não podendo, em nenhuma hipótese, ficar uns sobre quaisquer outros ainda que se trate de tanques subterrâneos; Será obrigatória a instalação de aparelhos de alarme de incêndio, ligados ao local da recepção, do vigia ou guarda; I Haverá instalações e equipamentos especiais de proteção contra fogo, que levarão em conta a natureza dos materiais de combustão, do material a ser utilizado como extintor, bem como as instalações elétricas e industriais previstas, tudo de acordo com as normas oficiais vigentes; IV - Os edifícios pavilhões ou locais, destinados à manipulação, transformação, reparos, beneficiamento ou armazenagem de matéria- prima ou produtos, serão protegidos contra descargas elétricas atmosféricas. Os tanques metálicos e as armaduras dos de concreto armado serão ligados eletricamente na terra; V - Haverá suprimento de água, sob pressão, proveniente da rede urbana ou de fonte própria; os reservatórios terão capacidade proporcional à área total de construção, bem como ao volume e natureza do material armazenado ou manipulado. Art SEÇÃO III DOS TIPOS DE INFLAMÁVEIS E EXPLOSIVOS São considerados inflamáveis: O fósforo e os materiais fosforados; A gasolina e demais derivados de petróleo; I O éter, álcool, a aguardente e os óleos em geral; IV - Os carburetos, o alcatrão e as matérias betuminosas líquidas; V - Toda e qualquer outra substância cujo ponto de inflamabilidade seja acima de cento e trinta e cinco graus centígrados (135ºC) I Art Consideram-se explosivos: Os fogos de artifício; A nitroglicerina e seus compostos e derivados; A pólvora e o algodão-pólvora; 19

20 IV - V - V As espoletas e os estopins; Os fulminatos, cloratos, formiatos e congêneres; Os cartuchos de guerra, caça e minas. Art SEÇÃO IV DAS PROIBIÇÕES É absolutamente proibido: Art A instalação de postos de abastecimentos de veículos, bombas de gasolina e depósitos de outros inflamáveis fica sujeita à licença especial da Prefeitura, através das Secretarias Municipais de Meio Ambiente SEMA e Saneamento e Infraestrutura. 1º - A Prefeitura poderá negar a licença se reconhecer que a instalação do depósito ou da bomba irá prejudicar, de algum modo, o meio ambiente, o tráfego e a segurança pública. Fabricar explosivos sem licença especial e em local não determinado pela Prefeitura; Manter depósito de substâncias inflamáveis ou de explosivos sem atender às exigências legais, quanto à construção e segurança; I Depositar ou conservar nas vias públicas, mesmo provisoriamente, inflamáveis ou explosivos. 1º - Aos varejistas é permitido conservar, em cômodos apropriados, em seus depósitos ou lojas, a quantidade fixada pela Prefeitura, na respectiva licença de material inflamável ou explosivo que não ultrapassar a venda provável de vinte dias. 2º - Os fogueteiros e exploradores de pedreiras poderão manter depósito de explosivos correspondentes ao consumo de 30 dias, desde que os depósitos estejam localizados a uma distância mínima de 250 metros da habitação mais próxima e a 150 metros das ruas ou estradas. Se as distâncias a que se refere este parágrafo forem superiores a 500 metros, é permitido o depósito de maior quantidade de explosivos. Art Os depósitos de explosivos e inflamáveis só serão construídos em locais especialmente designados pela Prefeitura, preferencialmente em áreas isoladas do perímetro urbano. 1º - Os depósitos serão dotados de instalação para combate ao fogo e de extintores de incêndio portáteis, em quantidade e disposição convenientes. 2º - Todas as dependências e anexos dos depósitos de explosivos inflamáveis serão construídos de material incombustível, admitindo-se o emprego de outro material apenas nos caibros, ripas e esquadrias. Art Não será permitido o transporte de explosivos ou inflamáveis sem as precauções devidas. 1º - Não poderão ser transportados simultaneamente, no mesmo veículo, explosivos e inflamáveis. 2º - Os veículos que transportarem explosivos ou inflamáveis não poderão conduzir outras pessoas além do motorista e dos ajudantes. Art É expressamente proibido: Queimar fogos de artifícios, bombas, busca-pés, morteiros e outros fogos perigosos, nos logradouros públicos ou em janelas e portas que deitarem para os mesmos logradouros; Soltar balões em toda a extensão do Município; I Fazer fogueiras, nos logradouros públicos, sem prévia autorização da Prefeitura; IV - Utilizar, sem justo motivo, arma de fogo dentro do perímetro urbano do Município; 1º - A proibição de que tratam os incisos I, II e III, poderá ser suspensa mediante licença da Prefeitura, em dias de regozijo público ou festividades religiosas de caráter tradicional. 2º - Os casos previstos no parágrafo 1º serão regulamentados pela Prefeitura, que poderá inclusive estabelecer, para cada caso, as exigências que julgar necessárias ao interesse da segurança pública. 2º - A Prefeitura poderá estabelecer, para cada caso, as exigências que julgar necessárias no interesse da segurança. Art Na infração de qualquer artigo deste capítulo será imposta a multa com base na legislação em vigor (Decreto Federal nº e alterações) sem prejuízo da responsabilização civil ou criminal do infrator, se for o caso. CAPITULO X DO MONITORAMENTO DA VEGETAÇÃO ÁRBOREA E PRESERVAÇÃO DE ÁREAS VERDES NAS ÁREAS URBANAS DO MUNICÍPIO SEÇÃO I DAS ÁRVORES ISOLADAS Art Entende-se por arvore, todo espécime e representante do reino vegetal que possua sistema radicular, tronco, estirpe ou caule lenhoso e sistema foliar, independentemente do diâmetro, altura e idade. Art É vedado o corte, derrubada ou a prática de qualquer ação que possa provocar dano, alteração do desenvolvimento natural ou morte de árvore em bem público ou terreno particular. SEÇÃO II DA ÁRBORIZAÇÃO URBANA Art Compete à Prefeitura através da Secretaria Municipal de Meio Ambiente SEMA, a elaboração dos projetos e, em colaboração com seus munícipes, a execução e conservação da arborização e ajardinamento dos logradouros públicos. 1º - Os passeios das vias, em zonas residenciais, mediante licença da Secretaria Municipal de meio Ambiente - SEMA, poderão ser arborizados pelos proprietários das edificações fronteiras, às suas expensas, obedecidas as exigências legais. 2º - Caberá a Secretaria Municipal de Meio Ambiente decidir sobre a espécie vegetal que mais convenha a cada caso, bem como sobre o espaçamento entre as árvores. Art Não será permitido o plantio de árvores ou qualquer outra vegetação que por sua natureza possa dificultar o trânsito ou a conservação das vias públicas. Art Não serão aprovadas edificações em que o acesso para veículos, aberturas de "passagem" ou marquises e toldos venham prejudicar a arborização pública existente. Art É atribuição exclusiva da Prefeitura a cargo da Secretaria Municipal de Meio Ambiente, podar, cortar, derrubar ou sacrificar as árvores de arborização pública. Parágrafo único - Por cortar ou sacrificar a arborização pública será aplicada ao responsável multa correspondente a valores de referência ou unidades fiscais, por árvore, conforme o caso e a juízo da autoridade municipal competente. Art São proibidas quaisquer obras, serviços ou atividades em logradouros públicos que venham a prejudicar a vegetação existente. 20

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