HIPOTIREOIDISMO CONGÊNITO

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1 TRIAGEM NEONATAL HIPOTIREOIDISMO CONGÊNITO TRIAGEM NEONATAL Cláudia Braga Triagem neonatal 1st Anual Meeting of The European Society for Pediatric Endocrinology, Espanha 1992 Incidência mundial 1:3000 a 4000 México 1:1480 Chile 1: 2414 Argentina 1: 4407 Brasil Programa Nacional de Triagem Neonatal Portaria 822/ Ministério da Saúde 1: 2800 a 3500 TRIAGEM NEONATAL Calcanhar X cordão umbilical TSH, T4 SEGUIDO DE TSH OU APENAS T4 TSH T4 Vantagens: identifica as formas compensadas de HC utilização de apenas uma dosagem Desvantagens: não identifica HC central raros falso-negativos (TSH com elevação tardia) Vantagens: detecta HC central Desvantagem: alto índice de falso-negativo T4 seguido de TSH 1

2 Ponto de corte para o TSH HIPOTIREOIDISMO CENTRAL TSH 10 a 25 mcu/ml TSH método imunofluorimétrico (DELFIA neonatal TSH,) 10mcU/mL TSH > 25 mcu/ml Minoria detectada por triagem Neonatal detection of congenital hypothyroidism of central origin. University of Amsterdam. JCEM 2005;90(6); Nova amostra em papel filtro Dosagem sérica de T4, T4livre e TSH Avaliação médica RN triados com TSH, T4 e TBG 19 casos de Hipotireoidismo central (1:20.263) 78% com múltiplas deficiências 53% alterações RNM HIPOTIREOIDISMO CONGÊNITO Etiologia Permanente: Primário Disgenesia tireoideana (agenesia, ectopia, hipoplasia) Iatrogênico: radioiodo Disormonogênese Secundário e terciário Resistência periférica aos hormônios tireoideanos Transitório: Deficiência de iodo Excesso de iodo Drogas antitireoideanas Anticorpos bloqueadores do TSH HIPOTIREOIDISMO CONGÊNITO Etiologia/ HC é doença genética? Contra: maioria casos esporádicos discordância em gêmeos monozigóticos maioria sem alteração nos fatores de transcripção A favor: maior incidência em consanguinidade, S.Down; comum em parentes de primeiro grau; diferenças étnicas; maior prevalência no sexo feminino. Disgenesia tireoideana Alterações moleculares nos fatores de transcripção Fator de transcripção TTF 1 Cr 14 Expressão também no pulmão (surfactante) e cérebro Interage com PAX8 no núcleo das células foliculares Clínica: Hipotireoidismo: glândula normal ou hipoplásica/ hipotireoidismo leve/ moderado/ severo ou hipertireotropinemia Sintomas respiratórios: predisposição a infecções respiratórias Sintomas neurológicos: gânglios da base ataxia, coréia antes dos 5 anos de idade JCEM 2006;91(5); Fator de transcripção FOXE 1 Clínica: Agenesia tireoideana Fenda palatina Atresia bilateral das coanas Epiglote bífida Alteração capilar spiky hair 2

3 Fator de transcripção PAX8 Expressão: tireóide e rim Clínica variável Tireóide normal/ hipoplásica Mutação no receptor do TSH Fenótipo variável: hipertireotropinemia assintomática a HC com hipoplasia grave HIPOTIREOIDISMO TRANSITÓRIO Exames iniciais: TSH: 15 a 331 mcu/ml (15,1/ 15,0/27,9/ 37,62/ 39,2/ 108,0/ 182,0/ 183,0/ 331,0) T4: média 2,62 ng/dl 2 mães com Hipotireoidismo (AAM negativo) 1 paciente com ânus imperfurado (TSH inicial 182,0 mcu/ml) Hipotireoidismo congênito e malformações congênitas associadas HC: 2,5 a 19% ( população geral: 3,2%) Defeitos congênitos: 8,56% Cardíacos 19.6% S.Down 28,4% Outras 52%( renais, gastrosquise, imperfuração anal, fenda palatina e lábio leporino) Hipotireoidismo congênito Quadro clínico 30 a 50% assintomáticos no primeiro mês de vida Hérnia umbilical: 47,29% Constipação: 31% Alteração de fâneros: 44,59% Choro rouco: 18,24% Fontanela posterior aberta: 27,02% Pele moteada: 21% Hipotonia: 16,37% Macroglossia: 25% Bradicardia: 7% Icterícia prolongada: 65% 3

4 Hipotireoidismo congênito Tratamento Início logo após o diagnóstico: T4<6,0/ TSH >10mcU/mL T4 normal em 20% dos casos Dose de levotiroxina: 10 a 15mcg/Kg Doses individualizadas (?): 8 a 10 mcg/kg Controle laboratorial em papel filtro após 10 dias 90 pacientes com HC em uso de LT4 Dosagem de T4 e TSH em papel filtro e soro (método imunofluorimétrico) Pareamento e regressão: T4 sérico de 10 a 16mcg/dL corresponde a 7,8 a 12,2mcg/dL em papel filtro. T4 e TSH em papel filtro 10 dias após início do tratamento; T4, T4livre e TSH mensal durante os 6 primeiros meses, bimensal até 18 meses, trimestral a seguir. T4 sérico ideal: 10 a 16 mcg/dl T4 TSH TSH ao longo do tratamento Hipotireoidismo congênito Prognóstico Idade de início do tratamento (< 14 dias) T4 inicial < 2mcg/dL Superfície das epífises distal do fêmur e proximal da tíbia <0,05 cm 3 Inteligência preservada mas com defasagem em áreas específicas com a linguagem, orientação visualespacial; Incoordenação motora fina ou grosseira, ataxia; Deficit auditivo neuro-sensorial 4

5 Situações especiais Prematuridade Elevação tardia do TSH principalmente em prematuros de muito baixo peso Conduta: colher na primeira semana / repetir após 2 a 3 semanas J Med screen 2005; 12(4):166-9 Transfusão Colher antes ou após 5 dias (90 dias para hempglobinopatias) Programa Nacional de Triagem Neonatal Até 2005: 25 Estados 2006: 27 Estados habilitados (Roraima e Amapá) Fase I: Hipotireoidismo congênito e Fenilcetonúria Fase II: Hipotireoidismo, Fenilcetonúria e Hemoglobinopatias Fase III: Hipotireoidismo, Fenilcetonúria, Hemoglobinopatias e Fibrose cística COBERTURA POPULACIONAL REGIÃO NV 2003* AMOSTRAS ** COBERTURA 2005 Idade ideal para coleta: após 48h de vida / primeira semana N % Região Até 7dias 8 a 29 dias > 30dias NE % SE % S % CO % TOTAL % Fonte: SINASC N NE CO SE S mediana 21,5 30, , ,4 53, ,5 51,6 5,8 9,4 3,3 5,0 2,0 5,0 Fonte: PNTN Idade do início do tratamento: ideal até 14 dias (máximo 21 dias) Casos de HC em acompanhamento nos SRTN Região N NE CO SE S Idade (dias) Região Número de casos N 271 NE 482 CO 360 SE 3205 S 1400 Total

6 OBRIGADA 6

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