Banco de Boas Práticas Ambientais: Cases de. Antônio Malard FEAM 09/06/2015

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1 Banco de Boas Práticas Ambientais: Cases de Reuso de Água Antônio Malard FEAM 09/06/2015

2 Sumário Legislações de Reuso; Consumo de Água na Indústria; Experiências de Sucesso: Banco de Boas Práticas Ambientais; Projetos de Reuso FEAM.

3 FEAM

4 Legislações de Reuso Resolução CNRH nº54/ Estabelece modalidades, diretrizes e critérios gerais para a prática de reuso direto não potável de água. Resolução CNRH n 121/2010 Estabelece diretrizes e critérios para a prática de reuso direto não potável de água na modalidade agrícola e florestal, definida na Resolução CNRH nº 54/2005.

5 Legislação em Minas Gerais Ainda não possui Leis que regulamentem o reuso; Projeto de Lei nº1621/ Cria o programa de captação da água da chuva; Projeto de Lei nº4608/ Dispõe sobre a obrigatoriedade da adoção de práticas e métodos sustentáveis na construção civil e dá outras providências; Projeto de Lei Nº1463/2015 Torna obrigatória a utilização de água de reuso pelo Corpo de Bombeiros do Estado de Minas Gerais. DN CERH nº 49/2015- Estabelece diretriz e critérios gerais para a definição de situação crítica de escassez hídrica e estada de restrição de uso de recursos hídricos superficiais nas porções hidrográficas no Estado de Minas Gerais.

6 Consumo de Água na Indústria Água: Consumo em Minas Gerais

7 Consumo de Água na Indústria Diagnóstico do Uso da Água Avaliação dos Processos Industriais: Dados de literatura; Documentação existente na unidade: fluxogramas de processo, documentos descritivos, procedimentos operacionais; Visitas de campo identificação de pontos de medição de água / efluentes e de desperdícios; Campanha de medição representativa (quantidade / qualidade); Requisitos de qualidade da água por aplicação.

8 Consumo de Água na Indústria Diagnóstico do Uso da Água Balanço Hídrico Diagrama de Uso da Água (pontos de maior demanda de água / geração de efluentes) Fonte: OLIVEIRA, 2011

9 Consumo de Água na Indústria Reuso Direto de Efluentes: ocorre quando os efluentes, após tratados, são encaminhados diretamente até o local do reuso, não sendo descarregados no meio ambiente. Reuso em cascata: o efluente originado em determinada etapa do processo industrial é diretamente utilizado em um processo subseqüente, pois as características do efluente disponível são compatíveis com os padrões de qualidade da água a ser utilizada. Reuso Indireto de Efluentes: ocorre quando os efluentes, depois de tratados, são lançados nos corpos de águas superficiais ou subterrâneas, para serem utilizados a jusante.

10 Consumo de Água na Indústria Reuso em cascata: indústria siderúrgica

11 Consumo de Água na Indústria Reuso Direto: Aquapolo Fonte: SABESP

12 Consumo de Água na Indústria Reuso: Limitações Técnicas: qualidade da água requerida x contaminantes (principalmente sais dissolvidos); Operacionais: instalações existentes, pessoal, etc.; Econômicas: investimento necessário + custos operacionais.

13 Consumo de Água na Indústria Crise Hídrica Perigo, momento de perigo Oportunidade Crise A crise, segundo a visão oriental, é um momento de grande expectativa que prenuncia a realização de um trabalho organizado.

14 Consumo de Água na Indústria Financiamento BNDES Aplicável a tecnologias para reuso de água, ETE, medidores de vazão, tanques,, filtros diversos, sistema de captação, painel de controle de vazão, bombas, válvulas limitadoras de vazão.

15 Banco de Boas Práticas Ambientais Iniciativa conjunta da FEAM e da FIEMG; Incentivar e divulgar o desenvolvimento de iniciativas voltadas para a ecoeficência dos processos; Promover um ambiente para divulgação de iniciativas e troca de experiências empresariais. Quem pode participar? Qualquer tipologia de atividade econômica (sujeita ou não aos procedimentos do licenciamento ambiental) desenvolvida no estado de Minas Gerais; Empresas regularizadas junto aos órgãos ambientais - caso se encontrem sujeitas a esse procedimento para a sua instalação e operação.

16 Banco de Boas Práticas Ambientais Como Participar? Formulário padrão: Documento autorizativo da publicação; Envio para: Informações: FEAM (Gerência de Produção Sustentável Tel.: ) ou FIEMG (Gerência de Meio Ambiente Tel.: ).

17 Banco de Boas Práticas Ambientais Revest Beneficiamento de quartzito; Utilização de água ( L/dia) no processo produtivo para o resfriamento das serras diamantadas; Os efluentes líquidos da serraria eram encaminhados para um sistema simples de decantação e depois para o sistema de drenagem do DI. Implementação de sistema de recirculação da água. Foram instaladas mais 6 câmaras de decantação em virtude da grande abrasividade do quartzito, que acarretaria um desgaste acentuado das serras diamantadas. Investimento: R$ ,00, sendo R$ ,00 em obras civis e R$ ,00 na aquisição de bombas e instalações elétricas e hidráulicas.

18 Banco de Boas Práticas Ambientais Revest

19 Banco de Boas Práticas Ambientais Revest: Benefícios Ambientais e Econômicos Captação diária de água em curso de água, passou para L, (referente reposição da água utilizada para aspersão do pátio e a perdida pela evaporação; Eliminação do lançamento de efluentes líquidos industriais; Melhor recuperação dos finos antes descartados. Esse material, por sua vez, resultou em um novo produto comercializado no mercado para composição de argamassas e rejuntes. Redução do consumo de energia elétrica, em aproximadamente 80%, uma vez que somente 1000 L/dia de água são bombeados a longa distância e em grande altura, ficando os 90% restantes no circuito interno; Tempo retorno de 4 anos.

20 Banco de Boas Práticas Ambientais Cecrisa Revestimentos cerâmicos; Construção de ETE para os efluentes gerados nos lavadores de gases e na limpeza dos pisos; ETE: tratamento físico-químico. Adição de floculantes seguido por decantadores; ETE: capacidade para tratar m³/mês de efluentes, sendo reutilizado 100% em circuito fechado nos lavadores de gases e na limpeza dos pisos e equipamentos.

21 Banco de Boas Práticas Ambientais Cecrisa Redução de 50% no consumo de água nova na unidade industrial. Geração mensal de 280 toneladas da torta de ETE. Tanque com o floculante Visão geral da ETE

22 Banco de Boas Práticas Ambientais Cecrisa Benefícios Ambientais e Econômicos Viabilidade do uso da torta gerada na ETE na massa para fabricação de porcelanato. Estrutura necessária: pesquisas e testes realizados na própria fábrica; implantação da infraestrutura, composta por um filtro prensa, para retirada da parte líquida da torta, e baias para estocagem do material a ser aproveitado. A reintrodução do material no processo, reduz a necessidade da extração de minerais diminuindo também impactos ambientais indiretos na lavragem. Custo: 400 mil reais. Economia anual: R$ reais

23 Banco de Boas Práticas Ambientais Itambé Beneficiamento de leite e fabricação de produtos de laticínios. Nas plantas de secagem de leite e de leite condensado usuais, a água retirada é encaminhada para o setor de caldeiraria. O restante é descartado. Implantação de sistema de reuso da água retirada do processo de evaporação das plantas de secagem do leite e de leite condensado, que antes era descartado. Tratamento feito por módulos de membrana, para retenção das partículas do leite presente na água. Água de reuso aproveitada para a higienização de pisos e tubulações. Reutilização de 356 mil m³ de água em 4 anos de implantação da ETE, correspondente à 22% de toda a água utilizada na empresa.

24 Banco de Boas Práticas Ambientais Itambé: Esquema antes da implantação do reuso Processo Produtivo Água retirada do processo de evaporação do leite Caldeira Torre de resfriamento ETE

25 Banco de Boas Práticas Ambientais Itambé: Esquema após a implantação do reuso Água retirada do processo de evaporação do leite Caldeira Rede de Condutivímetros Remoção das partículas do leite presentes na água Filtros de Carvão Torre de resfriamento Módulos de Membrana Reuso: higienização de pisos e tubulações

26 Banco de Boas Práticas Ambientais Itambé: Benefícios Ambientais e Econômicos A Itambé utiliza água de poços artesianos, portanto não há cobrança pelo uso. Há redução do efluente que seria encaminhado para a ETE e portanto menor gasto com o tratamento e consequentemente minimização do consumo de insumos, entre eles energia. Diminuição no consumo de água dos poços.

27 Projetos Reuso de Efluentes e Aproveitamento de Água Pluvial- FEAM Reuso de Efluentes Determinação do potencial de reuso dos efluentes tratados, no atual sistema de tratamento; Identificação da qualidade mínima da água de reuso necessária para um determinado processo ou operação industrial; Estudos de tratabilidade do efluente para produzir água de reuso; Implementação de projeto piloto.

28 Projetos Reuso de Efluentes e Aproveitamento de Água Pluvial -FEAM Aproveitamento de Águas Pluviais Levantamento dos índices pluviométricos da região; Aproveitamento de águas pluviais de telhados; Determinação dos possíveis usos para o aproveitamento das águas pluviais; Implementação de projeto piloto.

29 Obrigado! Antônio Malard (31)

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