ALGARMAT 2014 Encontro Regional de Professores de Matemática Ensino e Aprendizagem dos Números, Álgebra e Funções

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ALGARMAT 2014 Encontro Regional de Professores de Matemática Ensino e Aprendizagem dos Números, Álgebra e Funções"

Transcrição

1 ALGARMAT 2014 Encontro Regional de Professores de Matemática Ensino e Aprendizagem dos Números, Álgebra e Funções Escola Secundária Dr. Francisco Fernandes Lopes Olhão RESUMOS CONFERÊNCIAS PLENÁRIAS COM DISCUSSÃO CPD 01- Diferentes visões sobre a aprendizagem dos números racionais: Refletir para perspetivar práticas 1 Sexta, 27 junho, 11:00 auditório Joana Brocardo, Escola Superior de Educação de Setúbal, Instituto Politécnico de Setúbal No contexto atual, de grande valorização oficial dos exames, as escolas tendem a vincar uma uniformização das tarefas que os alunos devem saber resolver, incluídas nos testes que todos realizam. O conteúdo destes testes decorre, muitas vezes, da análise de tarefas matemáticas incluídas em exames, manuais e outro tipo de materiais disponíveis para o professor e resulta no tipo de coisas que os alunos devem saber fazer e que, por isso, devem ser trabalhadas e praticadas na aula. Note-se, no entanto, que com maior ou menor grau de uniformização, esta prática acaba por estar presente nas escolas, independentemente do contexto curricular do momento. Por isso, é fundamental poder analisar as tarefas e perceber, não os tipos de coisas diferentes que importa praticar, mas sim a Matemática que está subjacentes a cada tarefa e localizar o que se pergunta na progressão do desenvolvimento concetual dos conceitos e factos matemáticos. Nesta conferência proponho uma operacionalização deste tipo de análise a partir de fundamentos teóricos diferentes sobre a aprendizagem e das respostas de alunos a diversas tarefas matemáticas com números racionais. 1 Esta conferência decorre do trabalho realizado no âmbito do projeto Pensamento numérico e raciocínio flexível: Aspetos críticos e, em particular do trabalho realizado com Jean Marie Kraemer, Fátima Mendes e Catarina Delgado. 1

2 CPD 02- O ensino da Álgebra, uma abordagem transversal Sábado, 28 junho, 17:00 auditório Sandra Nobre, Agrupamento de escolas Professor Paula Nogueira & Unidade de Investigação do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa A Álgebra tem merecido especial destaque na agenda da investigação e são vários os estudos e documentos curriculares que emanam sugestões acerca do ensino e aprendizagem neste tema. Até há pouco anos atrás o ensino da Álgebra estava muito desfasado da realidade, estava reduzido a procedimentos rotineiros, desprovido de qualquer contextualização e sentido e sem grande utilidade para o futuro dos alunos. Atualmente, a maioria desses procedimentos são facilmente realizados através da utilização de um computador ou de uma calculadora. Tendo como propósito ilustrar algum trabalho, que pode ser feito em sala de aula, serão apresentadas tarefas potenciadoras da aprendizagem, bem como produções de alunos, que ilustram como é possível impulsionar o desenvolvimento do pensamento algébrico, utilizando diferentes recursos. 2

3 SESSÕES PRÁTICAS COM DISCUSSÃO SPD 01- Os números que fazem parte de mim, de ti e de nós 6ª feira, 27 de Junho, 14:00 Sala 1. Pré-escolar, 1.º e 2.º ciclos Maria da Conceição de Sousa Cipriano dos Santos, Agrupamento de Escolas de Montenegro, Faro As crianças pequenas chegam à escola com uma vasta experiência matemática e é a partir das suas noções, da sua linguagem própria que é necessário explorar a grande variedade das ideias matemáticas relacionadas com números, padrões, medidas, formas, entre outras. Nas idades mais jovens a própria curiosidade da criança é um fator favorável para que esta aprenda a dar sentido à matemática e, concomitantemente, amplie progressivamente as suas noções matemáticas. Nesta sessão prática com discussão apresentamos uma proposta de trabalho que tem o intuito de explorar ideias matemáticas, com níveis crescentes de aprofundamento, com incidência nos números que fazem parte do universo da criança. Começaremos por abordar situações matemáticas, no contexto do mundo real, a partir do corpo, do vestuário, dos gostos de cada um, do modo como cada criança vive o seu quotidiano. Propomos aos participantes a realização e discussão de várias tarefas/atividades que pretendem ser ferramentas que o educador poderá usar no sentido de ajudar cada criança a construir uma base sólida afetiva e cognitiva, no campo da matemática. 3

4 SPD 02 Da literatura à matemática: caminho pelos números e álgebra 6ª feira, 27 de Junho, 14:00 Sala 2. 1.º, 2.º e 3.º ciclos António Guerreiro, Escola Superior de Educação e Comunicação da Universidade do Algarve Paulo Silva, Professor de Matemática do 2.º Ciclo do Ensino Básico Existem conexões entre a literatura para a infância e a juventude e o ensino da matemática que têm sido trabalhadas por educadores e professores do ensino básico no desenvolvimento, em simultâneo, do gosto pelo estudo da língua portuguesa e pela aprendizagem da matemática. Nesta sessão prática com discussão vamos fazer conexões entre textos literários (não necessariamente de literatura para a infância e a juventude) e conteúdos matemáticos relacionados com os números e a álgebra. Esta sessão prática com discussão assume um formato de oficina de trabalho e integra a possibilidade dos participantes proporem igualmente textos literários (excertos de romances ou contos) para discussão sobre a sua utilização no contexto da aprendizagem da matemática, particularmente no estudo dos números, da álgebra e das funções. 4

5 SPD 03 Desenhar com funções (e outros objetos matemáticos) 6ª feira, 27 de Junho, 14:00 Sala Informática 3.º ciclo e Ensino Secundário Maria da Graça Marques, Departamento de Matemática, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade do Algarve; CELC, Universidade de Lisboa; CEDMES, Universidade do Algarve Marília Pires, Universidade do Algarve, Departamento de Matemática, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade do Algarve; CEDMES, Universidade do Algarve A arte dos cartoons pode ser usada como motivação para o estudo de funções e dos seus gráficos. De facto, usando gráficos de funções e/ou outros objetos geométricos é possível criar modelações matemáticas de objetos do quotidiano, de animais, plantas, etc., ainda que em forma naïf, como que se de um cartoon se tratasse. É ainda possível, usando vetores, imprimir a sensação de movimento a alguns desenhos, o que habitualmente estimula o aprofundamento dos conceitos envolvidos. Esta abordagem mobiliza conhecimentos e competências de vários temas que geralmente são ensinados de forma independente, levando a que os alunos percebam que em matemática não há temas estanques e que todos se interligam de forma harmoniosa, sempre que é necessário resolver um problema concreto. A nossa experiência tem-nos mostrado ser esta uma excelente ferramenta pedagógica para estimular a aprendizagem. Nesta sessão prática, após uma breve exposição da metodologia e objetivos, os participantes serão convidados a realizar várias atividades que poderão ser utilizadas em contexto de sala de aula, bem como a criar as suas próprias atividades. Todas as atividades propostas foram implementadas usando o programa GeoGebra, embora o mesmo tipo de atividades possa ser desenvolvido com outros softwares de geometria dinâmica. Para esta sessão prática é necessária a utilização de computador com o programa GeoGebra instalado que pode ser obtido gratuitamente em 5

6 SPD 04 Funções, Geometria e Estatística - iniciação com a TI- Nspire 6ª feira, 27 de Junho, 14:00 Sala 3. 3.º ciclo e secundário António Vidal Santos, Escola Secundária Júlio Dantas, Lagos Carlos Teixeira, Escola Secundária Gil Eanes, Lagos Alexandra Ferrão, Escola Secundária Poeta António Aleixo, Portimão Anete Ferreira, Escola Secundária Poeta António Aleixo, Portimão A TI NSPIRE permite uma abordagem diferente no ensino da Matemática, possibilitando a alunos e professores uma maior interação na aprendizagem da Matemática, de forma simples, mas interativa e motivante. Nesta Sessão Prática, iremos trabalhar diversas atividades, recorrendo às capacidades da TI- NSPIRE, nomeadamente na resolução de problemas simples, mas que permitam, por vezes, estabelecer Conexões com a Geometria, Funções, Folha de Cálculo e alguns com a Estatística; algumas das atividades propostas podem ser aplicadas na sala de aula. Se tiver uma TI-NSPIRE traga-a consigo, para usá-la ou atualizar o software com a última versão. Se não tiver, não se preocupe, apareça na mesma, que nós levamos uma para realizar as atividades. 6

7 SPD 05 Jogos matemáticos no Al-Andaluz 6ª feira, 27 de Junho, 14:00 Sala 4. Geral Luís Bernardino, Agrupamento de Escolas Nun Álvares, Seixal Marta Murta, Escola Secundária de Silves Paulo Dionísio, Escola Secundária de Silves Esta Ação surge na sequência da dinamização do Campeonato de Jogos Matemáticos Al- Andaluz (CJMAA), o qual se destina a alunos do 1º, 2º e 3º ciclos e secundário de todo o Algarve, contando com uma categoria destinada a alunos com necessidades educativas especiais. Iniciaremos com um pequeno resumo histórico do CJMAA e, seguidamente, apresentaremos os jogos que fazem parte da edição de 2014, referindo as regras e algumas das sua propriedades, bem como o trabalho que se pode fazer com alunos de diferentes cursos e com Necessidades Educativas Especiais. A fim de melhor se apreender as regras e particularidades dos jogos, os participantes serão convidados a jogar e a resolver situações que surjam no decorrer de cada jogo. 7

8 SPD 06 A matemática e a arte podem relacionar-se? Sábado, 28 de Junho, 9:30 Sala 1. Pré-escolar e 1.º ciclo Maria Eugénia Jesus, Escola EB1/JI Carmo, Faro Fátima Candeias, Jardim de Infância de Moncarapacho Será que estão próximas ou afastadas? O que as une ou separa? Será que a história nos pode ajudar? Que precisamos para descobrir interações? Poderemos estudar conteúdos dos currículos da matemática ao criar pontes entre as aprendizagens formais e não formais e ao experimentar percursos pela arte? Ao longo da história da humanidade, surge a preocupação do homem com o belo, com a harmonia das formas, que está presente nas edificações, nos pisos e paredes, nos objetos pessoais e de adorno, nas pinturas e esculturas. Através da história, percebe-se que Matemática e Arte andaram juntas e, no decorrer dos tempos, essa união apresentou-se de tal forma que, muitas vezes, estão implícitos conceitos matemáticos nas experiências artísticas ou vice-versa. Se por um lado foram desenvolvidos projetos nos quais a Matemática foi elemento fundamental e a partir dos quais foi necessário descobrir propriedades, criar fórmulas... por outro, algumas obras de arte constituem arranjos geométricos que despertaram atenção e curiosidade, provocando um questionamento sobre o conhecimento matemático a elas subjacente. A criatividade e beleza estética são visíveis nas composições geométricas de faixas decorativas e de pisos com ladrilhos, na lapidação de minerais, nas esculturas, etc. Visualizando e apreciando essas obras, percebe-se que, além da sensibilidade e criatividade do artista, houve, em alguns casos, a necessidade de um conhecimento matemático para a construção do objeto. Algumas aplicações da Matemática tornaram obras de arte mais perfeitas e belas. Os efeitos produzidos através de dobraduras e recortes, com o uso de simetrias, são, por exemplo, uma forma de demonstrar que Arte e Matemática estão associadas. Nesta sessão, iremos partir de tarefas simples para compreender as relações a que nos referíamos. 8

9 SPD 07 Regularidades, sequências e sucessões: reconhecer as permanências e estudar as mudanças. Sábado, 28 de Junho, 9:30 Sala 2. 1.º, 2.º e 3.º ciclos António Guerreiro, Escola Superior de Educação e Comunicação da Universidade do Algarve Cristolinda Costa, Escola Superior de Educação e Comunicação da Universidade do Algarve Sendo a Matemática a ciência dos padrões, sejam eles numéricos, de forma, movimento ou visuais, e considerando que os padrões abstratos são a verdadeira essência do pensamento e da comunicação, bem como facilitadores do desenvolvimento do raciocínio algébrico, propõese nesta sessão prática com discussão a análise de padrões figurativos e de outras situações problemáticas (mudanças e permanências) de modo a estudá-las e descrevê-las utilizando a intuição, mas também a linguagem e o simbolismo algébrico, e partir dessa descrição para o desenvolvimento de conceitos relacionados com funções e sucessões, em particular as progressões aritméticas e geométricas. 9

10 SPD 08 Ferramentas Gráficas, Dinâmicas e Interativas para o Estudo de Funções e Programação Linear Sábado, 28 de Junho, 9:30 Sala Informática 3.º ciclo e secundário Ana C. Conceição, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve Susana Fernandes, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve José Luís Pereira, Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade do Algarve Atualmente, é imprescindível o recurso aos mais variados conceitos gráficos para alcançar os objetivos e competências exigidos pelos programas de matemática modernos, nos diversos níveis escolares. Na aprendizagem de conceitos matemáticos, a utilização de ferramentas gráficas, dinâmicas e interativas, que facilitem/fomentem a conexão entre as representações algébricas, numéricas e gráficas, promove a construção do significado e consequente apropriação dos novos conceitos. Partindo desta hipótese de trabalho, os dinamizadores desta sessão prática desenvolveram várias aplicações de software educacional para o ensino da Matemática. Em 2012 e 2013, as aplicações desenvolvidas foram galardoadas com um prémio nacional e um prémio internacional, respetivamente, atribuídos pela Timberlake Consultants, empresa especializada em software científico. As aplicações foram concebidas como ferramentas gráficas, dinâmicas e interativas, cuja utilização permite estabelecer um contexto de ensino-aprendizagem onde alunos e professores são igualmente convidados a contribuir. Todas as ferramentas foram implementadas com recurso ao software Mathematica, o que permitiu criar aplicações autónomas, que podem ser obtidas e utilizadas a custo zero por qualquer pessoa com acesso a um computador pessoal. A sessão prática incluirá informação completa sobre todas as ferramentas atualmente disponíveis, desde o modo de obtenção até aos vários modos de utilização, com explicação e exemplificação exaustiva dos diversos conceitos matemáticos que cada ferramenta permite explorar. Os exemplos fornecidos foram concebidos para ilustrar como a utilização das aplicações pode inovar de forma positiva a experiência didática dos alunos e professores, promovendo uma abordagem de aprendizagem ativa onde a apropriação de vários conceitos fundamentais é realizada de uma forma dinâmica e interativa. Atualmente encontram-se disponíveis para livre utilização seis aplicações para as áreas de Pré- Cálculo e Cálculo Diferencial (F-Tool), que permitem explorar extensivamente as propriedades de várias classes típicas de funções reais (F-Linear; F-Quadratic; F-Exponential; F-Logarithm; F- Sine; F-Cosine) e uma ferramenta para a área de Investigação Operacional, que permite resolver graficamente problemas de programação linear a duas variáveis, definidos pelo utilizador (GLP-Tool). 10

11 Equipamento necessário: Um computador para cada participante com acesso à internet e permissão para instalar o CDF player e as F-Tool e GLP-Tool. As aplicações estão disponíveis nos seguintes links: CDF player: F-Linear: F-Quadratic: F-Exponential: F-Logarithm: F-Sine: F-Cosine: GLP-Tool: https://sapientia.ualg.pt/handle/ /2735 https://sapientia.ualg.pt/handle/ /2736 https://sapientia.ualg.pt/handle/ /2739 https://sapientia.ualg.pt/handle/ /2740 https://sapientia.ualg.pt/handle/ /2737 https://sapientia.ualg.pt/handle/ /2738 https://sapientia.ualg.pt/handle/ /

12 SPD 09 Iniciação à CASIO fx-cg20 no estudo de funções Sábado, 28 de Junho, 9:30 Sala 3. 3.º ciclo e secundário Ana Cristina Martins, Escola Secundária João de Deus, Faro Manuel Marques, Escola Secundária Gil Eanes, Lagos Sabe o que é possível fazer com uma calculadora gráfica de última geração? A evolução tecnológica das calculadoras gráficas nos últimos anos faz com que os docentes sintam necessidade de estarem atualizados. Atualmente, novas funcionalidades surgem com regularidade e fazem com que a calculadora seja um recurso em permanente evolução. Nesta sessão, será apresentada a calculadora gráfica CASIO fx-cg20. Este modelo pertence a uma nova geração de calculadoras gráficas que promove uma melhor compreensão de conceitos matemáticos. Venha conhecer a CASIO fx-cg20 e descubra como é possível estudar funções de forma dinâmica e inovadora. Esta sessão de iniciação destina-se, preferencialmente, a docentes que não estão familiarizados com esta calculadora, mas que têm curiosidade em conhecê-la. As calculadoras serão fornecidas aos formandos. 12

13 SPD 10 Movimento, Melodia e números Sábado, 28 de Junho, 14:00 Sala 1. Pré-escolar e 1.º ciclo Ana Tavares da Silva, Agrupamento de Escolas D. Dinis, Lisboa Maria da Conceição dos Santos, Agrupamento de Escolas de Montenegro, Faro O que é que acontece quando dançamos? Sequências rítmicas, que podemos desmontar em compassos que se medem em tempos, que por sua vez se podem contar, criam melodias que nos entram no ouvido e que induzem o nosso corpo a manifestar-se através do movimento, a dança. Talvez por isso os gregos definissem a música como `números em movimento. Diariamente `sentimos sequências de sons e silêncios, sequências lineares, que adquirem uma identidade própria. Para as crianças, os movimentos surgem espontaneamente, como que gerados por melodias que vivem dentro delas próprias. Esses movimentos existem na medida em que existe dentro de cada criança uma `matemática intrínseca. A sessão prática com discussão que se propõe surge a partir das recentes orientações curriculares das metas de aprendizagem na educação pré-escolar. Pretende-se, numa abordagem que integra a música e o movimento, que os educadores de infância encontrem caminhos que possam conduzir as crianças a aprendizagens matemáticas fundamentais para a continuidade do seu percurso educativo. Sempre com um enquadramento matemático, iremos explorar as diferentes alternâncias de sons e pausas, de uma maneira variada e num determinado tempo, obedecendo a um padrão. Os participantes experienciarão movimentos lentos/contínuos, balanceados/deslizantes, suaves/macios, quebrados/descontínuos e rápidos/percutidos, a partir de movimentos como o andar, correr, saltar, alongar, encolher, puxar, empurrar, tremer; e de sons como o do espirro, do apito, do vento, da ondulação, dos sinos e do motor do carro. Ao produzir e identificar composições rítmicas teremos uma verdadeira fonte de oportunidades para a abordagem dos números e suas relações Um corpo e mente de uma criança dificilmente conseguirão resistir à tentação dos sons, à vontade de balançar, tocar e até cantar. 13

14 SPD 11 Números racionais no 1º ciclo: Partilha de Experiências Sábado, 28 de Junho, 14:00 Sala 2. 1.º ciclo Guida Rocha, Agrupamento de Escolas Dr. Alberto Iria, Olhão Desde muito cedo experimentamos diferentes situações de partilha, a festa de aniversário em que repartimos o nosso bolo, os berlindes que trocamos com os colegas, as cartas que distribuímos no jogo, a parte do percurso que fiz sozinho até à escola, entre outros exemplos, pelo que é importante aprender a representar essas quantidades. À semelhança do que acontece com os nossos alunos, a partilha também faz parte do nosso dia-a-dia e é essencial para o nosso desenvolvimento pessoal e profissional. A partilha de conhecimentos e sobretudo de experiências permite-nos enriquecer o trabalho que desenvolvemos com os nossos alunos. Nesta sessão prática com discussão, pretende-se analisar algumas propostas de trabalho e sobretudo criar um momento de discussão com base na partilha de experiências dos participantes. 14

15 SPD 12 - A utilização das tecnologias digitais na resolução de tarefas matemáticas desafiantes Sábado, 28 de Junho, 14:00 Sala informática 3.º ciclo e secundário Nélia Amado, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade do Algarve & Unidade de Investigação do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa Sandra Nobre, Agrupamento de Escolas Prof. Paula Nogueira, Olhão & Unidade de Investigação do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa A importância das tarefas matemáticas é cada vez mais reconhecida como elemento chave na aprendizagem da Matemática. Existe a perceção de que os alunos quando são desafiados através de tarefas não rotineiras, apropriadas ao seu nível, desenvolvem as suas capacidades cognitivas e envolvem-se de forma mais intensa e profunda na aprendizagem da Matemática. A utilização de tarefas desafiadoras é particularmente adequada quando se pretende apresentar novos conceitos matemáticos. A seleção dessas tarefas deve ter em conta os conhecimentos dos alunos e as aprendizagens que pretendemos que eles atinjam. Atualmente, é recomendada a utilização das tecnologias digitais na resolução das tarefas matemáticas, na medida em que permite novas formas abordar o conhecimento matemático, promove o surgimento de representações dinâmicas e desenvolve a comunicação entre alunos/professor. Nesta sessão, iremos partir de uma tarefa simples e recorrendo às tecnologias digitais vamos progressivamente elevar o seu nível de complexidade estabelecendo conexões entre diversos tópicos matemáticos. 15

16 SPD 13 Estudar funções através de fotografias e vídeos com a CASIO fx-cg20 Sábado, 28 de Junho, 14:00 Sala 3. 3.º ciclo e secundário Ana Cristina Martins, Escola Secundária João de Deus, Faro Manuel Marques, Escola Secundária Gil Eanes, Lagos Através da sua tecnologia inovadora, a calculadora gráfica CASIO fx-cg20 permite interagir com imagens de elevada qualidade. A matemática que nos rodeia pode agora ser fotografada ou filmada para ser analisada na calculadora. A possibilidade de marcar pontos sobre uma imagem permite evidenciar a presença de modelos matemáticos, obtidos através de regressões, realçando as aplicações da matemática no quotidiano. O novo menu Plot Imagem dispõe de 54 fotografias e 9 vídeos com relevância matemática no estudo das funções: lançamento de uma bola de basquetebol, estruturas em forma de parábola, movimentos circulares, modelos exponenciais, etc. A simplicidade de comunicação entre a CASIO fx-cg20 e qualquer computador faz com que também possa editar e transferir as suas fotografias e vídeos para a calculadora. Venha explorar a nova funcionalidade Plot Imagem da CASIO fx-cg20. Esta sessão destina-se, preferencialmente, a docentes que estejam familiarizados com qualquer modelo da CASIO. As calculadoras serão fornecidas aos formandos. 16

17 MINICURSOS MC 01 - Promover o pensamento algébrico no 1.º Ciclo Sábado, 28 de Junho, 14:00 Sala 4. 1.º ciclo Célia Mestre, Agrupamento de Escolas Romeu Correia, Almada Este minicurso centra-se no desenvolvimento do pensamento algébrico no 1.º Ciclo do Ensino Básico, numa lógica de integração curricular com os temas matemáticos trabalhados neste nível de escolaridade. Desta forma, os conteúdos matemáticos podem ser trabalhados evidenciando o seu potencial algébrico, aportando significado, profundidade e coerência à aprendizagem. Nesta perspetiva, podem ser exploradas as relações e regularidades numéricas, as propriedades das operações, a relação de igualdade e sequências pictóricas com intencionalidade de promover a expressão e representação da generalização. Em simultâneo, podem ser desenvolvidas as capacidades transversais de raciocínio, resolução de problemas e comunicação através da exploração em sala de aula de tarefas matematicamente significativas. A metodologia do minicurso, de natureza teórico-prática, privilegiará a participação ativa dos participantes através da resolução de tarefas e da discussão sobre as suas potencialidades. Serão ainda analisadas resoluções de alunos de uma turma do 4.º ano do ensino básico que realizou uma experiência de ensino, ao longo de um ano letivo, com o propósito de desenvolvimento do pensamento algébrico. 17

18 MC 02 - Cálculo mental com números racionais na sala de aula Sábado, 28 de Junho, 14:00 Sala 5. 1.º, 2.º e 3.º ciclos Renata Carvalho, Agrupamento de Escolas Joaquim Inácio da Cruz Sobral & Unidade de Investigação do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa O cálculo mental contribui para a manutenção e desenvolvimento de competências necessárias em numerosos domínios, entre eles a vida quotidiana. Com alguma frequência aposta-se no desenvolvimento do cálculo mental nos primeiros anos do ensino básico com números naturais, descorando-se a importância do seu desenvolvimento nos 2.º e 3.º ciclos com outros conjuntos numéricos, em especial com os números racionais. O propósito principal deste minicurso é refletir acerca das potencialidades do desenvolvimento do cálculo mental na sala de aula, percebendo que mais-valias trás para a aprendizagem da Matemática. Os professores serão desafiados a calcular mentalmente, a refletir acerca das estratégias e erros dos alunos e acerca do modo como poderão realizar cálculo mental na sala de aula de forma sistemática e integrada. 18

Programa Livro de Resumos

Programa Livro de Resumos Programa Livro de Resumos 09h00 09h30 Receção e Entrega da documentação Secretariado, Auditório 09h30 09h50 Sessão de Abertura Auditório 09h50 10h45 Conferência Plenária Auditório PROGRAMAS DE MATEMÁTICA

Leia mais

Perfil do Aluno Final do 1.º Ciclo Ano letivo 2016/2017

Perfil do Aluno Final do 1.º Ciclo Ano letivo 2016/2017 Perfil do Aluno Final do 1.º Ciclo Ano letivo 2016/2017 Perfil de aprendizagens específicas do aluno à saída 1.º Ciclo do Ensino Básico Tendo em atenção as características estruturais e humanas das Escolas

Leia mais

Curso Profissional de Nível Secundário

Curso Profissional de Nível Secundário Curso Profissional de Nível Secundário Técnico Auxiliar de Saúde 2 TAS Ano Letivo: 2014/2015 Matemática (200 horas) 11º Ano PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO A7 Probabilidades Fenómenos aleatórios. 2 aulas Argumento

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE. DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Grupo 230. Planificação Anual / Critérios de Avaliação

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE. DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Grupo 230. Planificação Anual / Critérios de Avaliação DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS Grupo 230 Planificação Anual / Critérios de Avaliação Disciplina: Matemática 6.º ano 2016 / 2017 Domínio (Unidade/ Tema) Subdomínio/ Conteúdos Meta de

Leia mais

Agrupamento de Escolas do Fundão

Agrupamento de Escolas do Fundão Agrupamento de Escolas do Fundão MATEMÁTICA P GPI 13 12º Ano CURRÍCULO DA DISCIPLINA E Nº DE AULAS PREVISTAS Período PLANIFICAÇÃO ANUAL Módulos a leccionar + Conteúdos Programáticos Módulo A6- Taxa de

Leia mais

Programa de Matemática 1.º ano

Programa de Matemática 1.º ano Programa de Matemática 1.º ano Introdução A Matemática é uma das ciências mais antigas e é igualmente das mais antigas disciplinas escolares, tendo sempre ocupado, ao longo dos tempos, um lugar de relevo

Leia mais

ATAS. Grupo Educação e Formação de Professores Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo

ATAS. Grupo Educação e Formação de Professores Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo ATAS Grupo Educação e Formação de Professores Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Viana do Castelo Comissão organizadora do Encontro Coordenadora: Isabel Vale Ana Barbosa Ana Peixoto

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Departamento da Educação Pré-Escolar Planificação Mensal Ano Letivo 2015/2016

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Departamento da Educação Pré-Escolar Planificação Mensal Ano Letivo 2015/2016 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Departamento da Educação Pré-Escolar Planificação Mensal Ano Letivo 2015/2016 MÊS: maio Área de Conteúdo Domínio Objetivos Estratégias Formação Pessoal e Social

Leia mais

CONEXÕES E REGULARIDADES NO ENSINO DA MATEMÁTICA. Rudinei José Miola

CONEXÕES E REGULARIDADES NO ENSINO DA MATEMÁTICA. Rudinei José Miola CONEXÕES E REGULARIDADES NO ENSINO DA MATEMÁTICA Rudinei José Miola rmiola@positivo.com.br PARA INÍCIO DE CONVERSA ATIVIDADE MATEMÁTICA Por atividade matemática deve entender-se uma mescla entre tarefa,

Leia mais

RAZÕES JUSTIFICATIVAS DA AÇÃO:

RAZÕES JUSTIFICATIVAS DA AÇÃO: PLANO DE FORMAÇÃO A PLATAFORMA FITESCOLA COMO INSTRUMENTO DE APOIO AO DESENVOLVIMENTO DA APTIDÃO FÍSICA DOS ALUNOS NA DISCIPLINA DE EDUCAÇÃO FÍSICA E NO DESPORTO ESCOLAR RAZÕES JUSTIFICATIVAS DA AÇÃO:

Leia mais

Critérios de Avaliação Jardim de Infância

Critérios de Avaliação Jardim de Infância CASA DE INFÂNCIA DE SANTO ANTÓNIO Departamento Curricular de Creche e Jardim de Infância Critérios de Avaliação Jardim de Infância Horta 2016/2017 2 Critérios de Avaliação Jardim de Infância A avaliação

Leia mais

PLANEJAMENTO 1º TRIMESTRE/2015

PLANEJAMENTO 1º TRIMESTRE/2015 PLANEJAMENTO 1º TRIMESTRE/2015 TURMA: 2º ano PERÍODO: 23/02 a 22/05 DISCIPLINA/PROFESSOR/A OBJETIVO CONTEÚDOS Currículo Ana Paula Froes Língua Portuguesa: Língua Portuguesa: Realizar leituras acompanhando

Leia mais

PERFIL DE DESEMPENHO. PRÉ-ESCOLAR 4 anos

PERFIL DE DESEMPENHO. PRÉ-ESCOLAR 4 anos PRÉ-ESCOLAR 4 anos O aluno deverá ser capaz de: ÁREAS DE CONTEÚDO DOMÍNIO/COMPONENTES DESCRITOR Construção da identidade e autoestima - Saber dizer o seu nome próprio e a sua idade - Verbalizar as necessidades

Leia mais

1. Princípios orientadores e funções da avaliação Objetivos da avaliação Processos de avaliação Avaliação Diagnóstica 3

1. Princípios orientadores e funções da avaliação Objetivos da avaliação Processos de avaliação Avaliação Diagnóstica 3 Índice 1. Princípios orientadores e funções da avaliação 2 2. Objetivos da avaliação 2 3. Processos de avaliação 3 3.1. Diagnóstica 3 3.2. Formativa 3 3.3. Instrumentos de avaliação 4 3.3. Períodos de

Leia mais

Curso Técnico Subsequente em Materiais Didáticos Bilíngue (Libras/Português) MATRIZ CURRICULAR. Móduloe 1 Carga horária total: 400h

Curso Técnico Subsequente em Materiais Didáticos Bilíngue (Libras/Português) MATRIZ CURRICULAR. Móduloe 1 Carga horária total: 400h Curso Técnico Subsequente em Materiais Didáticos Bilíngue (Libras/Português) CÂMPUS PALHOÇA BILÍNGUE MATRIZ CURRICULAR Móduloe 1 Carga horária total: 400h Projeto Integrador I 40 Não tem Aprendizagem Infantil

Leia mais

Universidade dos Açores Campus de angra do Heroísmo Ano Letivo: 2013/2014 Disciplina: Aplicações da Matemática Docente: Ricardo Teixeira 3º Ano de

Universidade dos Açores Campus de angra do Heroísmo Ano Letivo: 2013/2014 Disciplina: Aplicações da Matemática Docente: Ricardo Teixeira 3º Ano de Universidade dos Açores Campus de angra do Heroísmo Ano Letivo: 2013/2014 Disciplina: Aplicações da Matemática Docente: Ricardo Teixeira 3º Ano de Licenciatura em Educação Básica - 1º Semestre O jogo é

Leia mais

A disciplina de Matemática A destina-se aos Cursos Científico-Humanísticos de Ciências e Tecnologia e Ciências Socioeconómicas.

A disciplina de Matemática A destina-se aos Cursos Científico-Humanísticos de Ciências e Tecnologia e Ciências Socioeconómicas. APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS 10.º ANO ENSINO SECUNDÁRIO MATEMÁTICA A INTRODUÇÃO A disciplina de Matemática A destina-se aos Cursos Científico-Humanísticos de Ciências e Tecnologia

Leia mais

Plano de formação e atividades ª fase Ações financiadas pela C.M. Sintra

Plano de formação e atividades ª fase Ações financiadas pela C.M. Sintra 1 Plano de formação e atividades 2016 1ª fase Ações financiadas pela C.M. Sintra - A emergência da escrita no pré-escolar. Uma abordagem à escrita em contexto pré-escolar Formadora: Manuela Guedes Destinatários:

Leia mais

POTENCIALIDADES DA BIOINFORMÁTICA NA SALA DE AULA: EXEMPLO PRÁTICO [OFICINA] ARDUINO E SCRATCH COMO FERRAMENTA NO ENSINO INTERDISCIPLINAR [OFICINA]

POTENCIALIDADES DA BIOINFORMÁTICA NA SALA DE AULA: EXEMPLO PRÁTICO [OFICINA] ARDUINO E SCRATCH COMO FERRAMENTA NO ENSINO INTERDISCIPLINAR [OFICINA] POTENCIALIDADES DA BIOINFORMÁTICA NA SALA DE AULA: EXEMPLO PRÁTICO Ana Martins [1,2], Pedro Albuquerque [2], Maria João Fonseca [2,3], Fernando Tavares [1,2] [1] Departamento de Biologia, Faculdade de

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ELIAS GARCIA CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 2016/2017 A AVALIAÇÃO EM EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR 1 INTRODUÇÃO Enquadramento Normativo Avaliar o processo e os efeitos, implica

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL. Documento(s) Orientador(es): Programa de Matemática dos Cursos Profissionais

PLANIFICAÇÃO ANUAL. Documento(s) Orientador(es): Programa de Matemática dos Cursos Profissionais TÉCNICO DE GESTÃO E PROGRAMAÇÃO DE SISTEMAS INFORMÁTICOS Ano Letivo 2015/2016 Ciclo de Formação: 2015-2018 Nº DO PROJETO: Clique aqui para introduzir o número do projeto. MATEMÁTICA 10ºANO PLANIFICAÇÃO

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE LOUSADA

ESCOLA SECUNDÁRIA DE LOUSADA ESCOLA SECUNDÁRIA DE LOUSADA 2012 2013 PLANIFICAÇÃO DA DISCIPLINA DE MATEMÁTICA Curso Profissional de Técnico de Multimédia ELENCO MODULAR A7 Probabilidades 28 A6 Taxa de variação 36 A9 Funções de crescimento

Leia mais

PLANO DE ENSINO DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR

PLANO DE ENSINO DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR PLANO DE ENSINO DADOS DO COMPONENTE CURRICULAR Nome: Educação Física Curso: Técnico em Meio Ambiente Integrado ao Ensino Médio Série: 1º, 2º, 3º Ano Carga Horária: 80h/a (67/H) Docente Responsável: EMENTA

Leia mais

MATEMÁTICA 6º ANO A/B. Números e cálculo. Geometria

MATEMÁTICA 6º ANO A/B. Números e cálculo. Geometria 1. COMPETÊNCIAS ESSENCIAIS MATEMÁTICA 6º ANO A/B COMPETÊNCIAS GERAIS Cger1. Mobilizar saberes culturais, científicos e tecnológicos para compreender a realidade e para abordar situações e problemas do

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS

Leia mais

Critérios Específicos de Avaliação Ano letivo de 2012/2013

Critérios Específicos de Avaliação Ano letivo de 2012/2013 Departamento de Expressões e Representação Ano Letivo 2012/2013 Disciplina de Modelação e Animação 3D - 11º e 12º ano Critérios Específicos de Avaliação Ano letivo de 2012/2013 1. Introdução à disciplina

Leia mais

Planificações 1º PERÍODO - 3/4 anos Educação Pré-escolar Ano lectivo 2016/2017

Planificações 1º PERÍODO - 3/4 anos Educação Pré-escolar Ano lectivo 2016/2017 Planificações 1º PERÍODO - 3/4 anos Educação Pré-escolar Ano lectivo 2016/2017 ÁREAS COMPONENTES OBJETIVOS ATIVIDADES/ESTRATÉGIAS ÁREA DA FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIA Construção da identidade e da auto estima

Leia mais

Desenho e cálculo do perímetro de polígonos utilizando o Scratch

Desenho e cálculo do perímetro de polígonos utilizando o Scratch Desenho e cálculo do perímetro de polígonos utilizando o Scratch 1.º ciclo /4.º ano Pedro Silva dezembro de 2011 Planificação das atividades Designação: Desenho e cálculo do perímetro de polígonos utilizando

Leia mais

Escola Básica do 1º Ciclo com Pré-Escolar da Nazaré. Atividade de Enriquecimento Curricular TIC. Pré-Escolar Nenúfares

Escola Básica do 1º Ciclo com Pré-Escolar da Nazaré. Atividade de Enriquecimento Curricular TIC. Pré-Escolar Nenúfares Escola Básica do 1º Ciclo com Pré-Escolar da Nazaré Atividade de Enriquecimento Curricular TIC Pré-Escolar Nenúfares Docente: Telma Sá Ano Letivo: 2015/2016 1 O saber é um processo, não é um produto. Jerome

Leia mais

Planificação a médio e longo prazo. Matemática B. 11º Ano de escolaridade. Total de aulas previstas: 193. Ano letivo 2015/2016

Planificação a médio e longo prazo. Matemática B. 11º Ano de escolaridade. Total de aulas previstas: 193. Ano letivo 2015/2016 Planificação a médio e longo prazo Matemática B 11º Ano de escolaridade. Total de aulas previstas: 193 Ano letivo 2015/2016 Professor responsável: Paulo Sousa I O programa Matemática B do 11º Ano - Página

Leia mais

Ensino e aprendizagem de números e álgebra

Ensino e aprendizagem de números e álgebra Ensino e aprendizagem de números e álgebra António Borralho 1, Pedro Palhares 2 1 Centro de Investigação em Educação e Psicologia da Universidade de Évora 2 CIEC, Instituto de Educação, Universidade do

Leia mais

O PAPEL DOS PROCESSOS MENTAIS NA VIDA QUOTIDIANA. Conhecimento, relacionamento e ação

O PAPEL DOS PROCESSOS MENTAIS NA VIDA QUOTIDIANA. Conhecimento, relacionamento e ação O PAPEL DOS PROCESSOS MENTAIS NA VIDA QUOTIDIANA Conhecimento, relacionamento e ação Conhecimento, relacionamento e ação A mente realiza-se através dos processos mentais, dos processos cognitivos, emocionais

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS

Leia mais

Seminário A infância em debate. Uma leitura a partir de Portugal: resposta educativa para as crianças dos 3 aos 6 anos. Salamanca 27 a 30 Abril 2015

Seminário A infância em debate. Uma leitura a partir de Portugal: resposta educativa para as crianças dos 3 aos 6 anos. Salamanca 27 a 30 Abril 2015 Seminário A infância em debate. Uma leitura a partir de Portugal: resposta educativa para as crianças dos 3 aos 6 anos. Salamanca 27 a 30 Abril 2015 Amélia de Jesus Marchão ameliamarchao@esep.pt 1 Objetivo

Leia mais

Destinatários. Alunos do 3 ciclo do Ensino Básico.

Destinatários. Alunos do 3 ciclo do Ensino Básico. Destinatários Alunos do 3 ciclo do Ensino Básico. Visão Geral Com esta atividade os alunos são desafiados a explorar o tema da alimentação, a nível cultural e fisiológico, tanto nas disciplinas de língua

Leia mais

Descrição do Perfil de Aprendizagem

Descrição do Perfil de Aprendizagem Critérios de Avaliação das Disciplinas de Tecnologias de Informação e Comunicação e de Oficinas de Multimédia 3º ciclo do Ensino Básico Departamento de Matemática e Informática Grupo 550-Informática Descrição

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio. Habilitação Profissional: Técnico em informática para Internet Integrado ao Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente Ensino Médio. Habilitação Profissional: Técnico em informática para Internet Integrado ao Ensino Médio Plano de Trabalho Docente - 2015 Ensino Médio Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Área de Conhecimento: Matemática Componente Curricular: Matemática Série: 1ª Eixo Tecnológico:

Leia mais

Cursos Profissionais de Nível Secundário

Cursos Profissionais de Nível Secundário Cursos Profissionais de Nível Secundário Técnico de Apoio à infância e Técnico de Turismo Ano Letivo: 2014/2015 Matemática (100 horas) 10º Ano PLANIFICAÇÃO A LONGO PRAZO A1 Geometria Resolução de problemas

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA. PLANIFICAÇÃO A LONGO/MÉDIO PRAZO - Ano Letivo 2014 / 2015 CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO TIPO 2 2.º ANO

ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA. PLANIFICAÇÃO A LONGO/MÉDIO PRAZO - Ano Letivo 2014 / 2015 CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO TIPO 2 2.º ANO ESCOLA SECUNDÁRIA DE AMORA PLANIFICAÇÃO A LONGO/MÉDIO PRAZO - Ano Letivo 2014 / 2015 CURSOS DE EDUCAÇÃO E FORMAÇÃO TIPO 2 2.º ANO MATEMÁTICA APLICADA Para estes estudantes, a disciplina de Matemática terá

Leia mais

ANEXO B INFORMAÇÕES PESSOAIS

ANEXO B INFORMAÇÕES PESSOAIS ANEXO B INFORMAÇÕES PESSOAIS Nome: Telefone: e-mail: 1. Sexo: a.( ) Masculino b. ( ) Feminino 2. Idade: a. ( ) 21 30 anos b. ( ) 31 40 anos c. ( ) 41 50 anos d. ( ) Mais de 50 anos FORMAÇÃO. Obs.: Caso

Leia mais

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO PARA O 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO

CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO PARA O 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO Agrupamento de Escolas Fernão de Magalhães Departamento Curricular do 1º Ciclo Ano Letivo 2015/2016 CRITÉRIOS ESPECÍFICOS DE AVALIAÇÃO PARA O 1º CICLO DO ENSINO BÁSICO Avaliação das Atitudes/Comportamentos

Leia mais

Plano Nacional de Leitura

Plano Nacional de Leitura 2012-2014 Plano Nacional de Leitura 1 I. O que motivou o projeto? Centralidade da leitura Leitura como ponto de partida para: - Aprender (competência transversal ao currículo) - Colaborar - Interagir /

Leia mais

Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Bragança. Mestrado Educação Pré-Escolar e Professor do 1.º Ciclo do Ensino Básico

Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Bragança. Mestrado Educação Pré-Escolar e Professor do 1.º Ciclo do Ensino Básico Escola Superior de Educação Instituto Politécnico de Bragança Mestrado Educação Pré-Escolar e Professor do 1.º Ciclo do Ensino Básico Unidade Curricular Didáctica da Matemática Algumas Tarefas 2008 / 2009

Leia mais

PLANIFICAÇÃO CURRICULAR Educação Pré-escolar Ano lectivo 2016/2017

PLANIFICAÇÃO CURRICULAR Educação Pré-escolar Ano lectivo 2016/2017 PLANIFICAÇÃO CURRICULAR Educação Pré-escolar Ano lectivo 2016/2017 ÁREAS COMPONENTES APRENDIZAGENS A PROMOVER Construção da identidade e da auto estima *Conhecer e aceitar as suas caraterísticas pessoais

Leia mais

Planejamento Anual 2015 Disciplina: Língua Portuguesa: Ação Série: 3º ano Ensino: Médio Professor: André

Planejamento Anual 2015 Disciplina: Língua Portuguesa: Ação Série: 3º ano Ensino: Médio Professor: André Objetivos Gerais: Planejamento Anual 2015 Disciplina: Língua Portuguesa: Ação Série: 3º ano Ensino: Médio Professor: André # Promover as competências necessárias para as práticas de leitura e escrita autônomas

Leia mais

PLANEJAMENTO Julho. Professor (a): Janete Neusa Perin NOME DO LIVRO: Objetivo geral:

PLANEJAMENTO Julho. Professor (a): Janete Neusa Perin NOME DO LIVRO: Objetivo geral: PLANEJAMENTO Julho NOME DO LIVRO: Estratégias de outras áreas do conhecimento A BRUXA SALOMÉ Leitura e escrita; Oralidade; Dias da Semana; Rimas. -Desenvolver o gosto pela leitura, valorizando a como fonte

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO DEPARTAMENTOS DE PEDAGOGIAA PLANO DE ENSINO DE MATEMÁTICA 2017

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO DEPARTAMENTOS DE PEDAGOGIAA PLANO DE ENSINO DE MATEMÁTICA 2017 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CENTRO DE ENSINO E PESQUISA APLICADA À EDUCAÇÃO DEPARTAMENTOS DE PEDAGOGIAA PLANO DE ENSINO DE MATEMÁTICA 2017 Disciplina: Matemática Nível: Ensino Fundamental Série: 2º Ano

Leia mais

Jardim de Infância Professor António José Ganhão

Jardim de Infância Professor António José Ganhão Jardim de Infância Professor António José Ganhão Jardim de Infância da Lezíria Jardim de Infância do Centro Escolar de Samora Correia Jardim de Infância do Centro Escolar de Porto Alto Jardim de Infância

Leia mais

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE PEDROUÇOS

AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE PEDROUÇOS AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE PEDROUÇOS ESCOLA E.B. /3 DE PEDROUÇOS DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS GRUPO DISCIPLINAR DE MATEMÁTICA º CICLO PLANIFICAÇÃO DE MATEMÁTICA 6º ANO Ano

Leia mais

- estabelecer um ambiente de relações interpessoais que possibilitem e potencializem

- estabelecer um ambiente de relações interpessoais que possibilitem e potencializem O desenvolvimento social e cognitivo do estudante pressupõe que ele tenha condições, contando com o apoio dos educadores, de criar uma cultura inovadora no colégio, a qual promova o desenvolvimento pessoal

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR 2ª versão A ÁREA DE MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR 2ª versão A ÁREA DE MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR 2ª versão A ÁREA DE MATEMÁTICA NO ENSINO FUNDAMENTAL Professor fabriciolassi@gmail.com MATEMÁTICA na BNCC COMPLEXIDADE crescente Resolução de Problemas Situações desafiadoras

Leia mais

CURSOS / OFICINAS DE ENSINO 1º SEMESTRE 2017 (2016.2)

CURSOS / OFICINAS DE ENSINO 1º SEMESTRE 2017 (2016.2) CURSOS / OFICINAS DE ENSINO 1º SEMESTRE 2017 (2016.2) MUNICIPIOS CURSO / OFICINA / CH OBJETIVO PÚBLICO ALVO DATAS Água Branca Amarante Anísio de Abreu Estatística Básica aplicada a Educação 30h Computação

Leia mais

Matemática. 1 Semestre. Matemática I 75h. Ementa: Estuda as noções de conjuntos e de funções polinomial, modular, racional, exponencial e logarítmica.

Matemática. 1 Semestre. Matemática I 75h. Ementa: Estuda as noções de conjuntos e de funções polinomial, modular, racional, exponencial e logarítmica. Matemática 1 Semestre Matemática I 75h Ementa: Estuda as noções de conjuntos e de funções polinomial, modular, racional, exponencial e logarítmica. Lógica 60h Ementa: Estuda proposições, análise e discussões

Leia mais

Educação Pré-Escolar

Educação Pré-Escolar Educação Pré-Escolar Sendo a primeira etapa na educação básica, as competências gerais para a Educação Pré Escolar constituem um conjunto de princípios para apoiar o Educador de Infância na sua prática,

Leia mais

CAMINHOS DA GEOMETRIA NA ERA DIGITAL

CAMINHOS DA GEOMETRIA NA ERA DIGITAL CAMINHOS DA GEOMETRIA NA ERA DIGITAL GT 05 Educação Matemática: tecnologias informáticas e educação à distância Tatiana Schmitz UNISINOS e-mail@sinos.net Ana Paula de Quadros UNISINOS anapauladequadros@gmail.com

Leia mais

1.1. Creche Objectivos gerais

1.1. Creche Objectivos gerais 1.1. Creche 1.1.1. Objectivos gerais Os processos de ensino e aprendizagem deverão contribuir nesta primeira etapa da Educação para a Infância, para que as crianças alcancem os seguintes objectivos: -

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS MATEMÁTICA 6.º ANO PLANIFICAÇÃO GLOBAL ANO LECTIVO 2011/2012 Compreender a noção de volume. VOLUMES Reconhecer

Leia mais

Aula 6 Livro físico.

Aula 6 Livro físico. Conteúdos da aula 1. Material didático 2. Formatos 3. 2 1. Material didático Nessa aula, teremos como foco a apresentação do material didático da etb Material didático pode ser definido amplamente como

Leia mais

PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR. Matemática 5º Ano

PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR. Matemática 5º Ano PLANO CURRICULAR DISCIPLINAR Matemática 5º Ano OBJETIVOS ESPECÍFICOS TÓPICOS SUB-TÓPICOS METAS DE APRENDIZAGEM 1º Período Compreender as propriedades das operações e usá-las no cálculo. Interpretar uma

Leia mais

UNIDADE 1 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADES 9 tempos de 45 minutos

UNIDADE 1 ESTATÍSTICA E PROBABILIDADES 9 tempos de 45 minutos EBIAH 9º ANO PLANIFICAÇÃO A LONGO E MÉDIO PRAZO EBIAH PLANIFICAÇÃO A MÉDIO PRAZO 9º ANO - 1º Período Integração dos alunos 1 tempo ESTATÍSTICA A aptidão para entender e usar de modo adequado a linguagem

Leia mais

PRAÇA SARAIVA, CENTRO CEP.: TERESINA - PIAUÍ Página 1

PRAÇA SARAIVA, CENTRO CEP.: TERESINA - PIAUÍ Página 1 AVALIAÇÃO DIFERENCIADA PARCIAL 2 II TRIMESTRE 2º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL PROFª TÁCIA/ DEYLLEN/ ANA LÚCIA/ CLÁUDIA/ LUCIANA/ SILVIA PROJETO FESTAS JUNINAS - AVALIAÇÃO PARCIAL Apresentação: A Avaliação

Leia mais

CLUBE de Informática e Robótica

CLUBE de Informática e Robótica (A PREENCHER PELA COMISSÃO DO PAA) Atividade Nº AGRUPAMENTO VERTICAL DE ESCOLAS DE FRAGOSO Projeto CLUBE de Informática e Robótica (CIR) Equipa Dinamizadora: Clara Fernandes Marina Ribeiro Ano letivo 2016/2017

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS MATEMÁTICA PLANIFICAÇÃO ANUAL 5.

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS MATEMÁTICA PLANIFICAÇÃO ANUAL 5. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS MATEMÁTICA PLANIFICAÇÃO ANUAL 5.º ANO ANO LECTIVO 2008/2009 1.º PERÍODO Avaliação diagnóstica. Poliedros

Leia mais

MATEMÁTICA PARA A VIDA

MATEMÁTICA PARA A VIDA MATEMÁTICA PARA A VIDA B3 6 Interpretar, organizar, analisar e comunicar informação processos e procedimentos matemáticos Sequencializar as tarefas elementares de um projecto; Usar relações de conversão

Leia mais

Colégio Valsassina. Modelo pedagógico do jardim de infância

Colégio Valsassina. Modelo pedagógico do jardim de infância Colégio Valsassina Modelo pedagógico do jardim de infância Educação emocional Aprendizagem pela experimentação Educação para a ciência Fatores múltiplos da inteligência Plano anual de expressão plástica

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS CASTRO DAIRE

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS CASTRO DAIRE 3º Período 2º Período 1º Período AGRUPAMENTO DE ESCOLAS CASTRO DAIRE Escola Secundária de Castro Daire Escola Básica N.º2 de Castro Daire Escola EBI de Mões Grupo de Recrutamento 500 MATEMÁTICA Ano letivo

Leia mais

Tecnologias de Informação e Comunicação 8.º Ano

Tecnologias de Informação e Comunicação 8.º Ano Tecnologias de Informação e Comunicação 8.º Ano Planificação Semestral de médio prazo (3 tempos de 5m) Conteúdos e avaliação diagnóstica 2 do programa da disciplina; apresentação das regras e normas da

Leia mais

Ensino Técnico Integrado ao Médio

Ensino Técnico Integrado ao Médio Ensino Técnico Integrado ao Médio FORMAÇÃO GERAL Ensino Médio Etec Plano de Curso nº 213 aprovado pela portaria Cetec nº 134 de 04/10/2012 Etec: Professora Maria Cristina Medeiros Código: 141 Município:

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS MATEMÁTICA 6.º ANO PLANIFICAÇÃO GLOBAL ANO LECTIVO 2012/2013 Compreender a noção de volume. VOLUMES Reconhecer

Leia mais

Planificação Anual. 0,5 Geometria no plano e no espaço II. 32 Avaliações escritas e respetivas correcções. 5 Auto-avaliação

Planificação Anual. 0,5 Geometria no plano e no espaço II. 32 Avaliações escritas e respetivas correcções. 5 Auto-avaliação 3º Período 2º Período 1º Período AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE CASTRO DAIRE Escola Secundária de Castro Daire Grupo de Recrutamento 500 MATEMÁTICA Ano lectivo 2012/2013 Planificação Anual Disciplina: Matemática

Leia mais

APOIO AO ESTUDO 1º CICLO LINHAS ORIENTADORAS 2015/ INTRODUÇÃO

APOIO AO ESTUDO 1º CICLO LINHAS ORIENTADORAS 2015/ INTRODUÇÃO APOIO AO ESTUDO DEPARTAMENTO CURRICULAR DO 1.º CICLO LINHAS ORIENTADORAS 2015/20164 1º CICLO 1. INTRODUÇÃO O despacho normativo nº7/2013 tem como objetivo conceder maior flexibilidade na constituição das

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS AGRUPAMENTO DE ESCOLAS De CASTRO DAIRE Escola Secundária de Castro Daire Grupo de Recrutamento 00 MATEMÁTICA Ano letivo 202/203 Planificação Anual Disciplina: Matemática A Ano: 0º Carga horária semanal:

Leia mais

O QUE AS PEDRAS NOS CONTAM

O QUE AS PEDRAS NOS CONTAM Outubro de 2015 AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE LOUSADA O QUE AS PEDRAS NOS CONTAM Referencial APRENDER COM A BIBLIOTECA ESCOLAR 2015/2016 Aprender com a biblioteca escolar: O que as pedras nos contam 1 Porque

Leia mais

Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Colectiva. Crianças e Adolescentes. Variável. Nome da prova: Autor(es): Versão: Portuguesa

Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Colectiva. Crianças e Adolescentes. Variável. Nome da prova: Autor(es): Versão: Portuguesa Nome da prova: Autor(es): Versão: Tipo de aplicação: População: Tempo de aplicação: Objectivos: Materiais incluídos no jogo (kit) completo: Construir o Futuro (I, II, III e IV) Pinto et al. Portuguesa

Leia mais

Sexta-feira, 15 de Fevereiro

Sexta-feira, 15 de Fevereiro Programa (versão longa) Sexta-feira, 15 de Fevereiro 9.00 Entrega da documentação (entrada do CIFOP) 9.30 Sessão de abertura (anfiteatro do CIFOP) Comissão organizadora, presidente do DDTE e coordenador

Leia mais

COMO É QUE APRENDES? TIPOS DE APRENDIZAGEM FORMAÇÃO

COMO É QUE APRENDES? TIPOS DE APRENDIZAGEM FORMAÇÃO F2 FORMAÇÃO APRENDES MELHOR ATRAVÉS DA OBSERVAÇÃO, OUVINDO OU PRATICANDO A INFORMAÇÃO QUE RECEBES? Todos somos diferentes quando se trata de aprendizagem e retenção de informação. Existem vários estilos

Leia mais

VISÃO GERAL DA DISCIPLINA

VISÃO GERAL DA DISCIPLINA VISÃO GERAL DA DISCIPLINA Antes eu não gostava de Matemática, mas agora a professora joga, conta história e deixa a gente falar né? Então é bem mais divertido, eu estou gostando mais. Pedro, 9 anos. Neste

Leia mais

Plano de Intervenção

Plano de Intervenção Plano de Intervenção 201415 Os agrupamentos de escolas que já integram a Rede aler+ são convidados a apresentarem um Plano de Intervenção que evidencie a centralidade da leitura e envolva os jardins de

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS - INEP DIRETORIA DE AVALIAÇÃO PARA CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS - INEP DIRETORIA DE AVALIAÇÃO PARA CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS - INEP DIRETORIA DE AVALIAÇÃO PARA CERTIFICAÇÃO DE COMPETÊNCIAS Exame Nacional de Certificação de Competências de Jovens e

Leia mais

Programa de Matemática 4º ano

Programa de Matemática 4º ano Programa de Matemática 4º ano Introdução: A Matemática é uma das ciências mais antigas e é igualmente das mais antigas disciplinas escolares, tendo sempre ocupado, ao longo dos tempos, um lugar de relevo

Leia mais

Metas Curriculares do Ensino Básico Matemática 2.º Ciclo. António Bivar Carlos Grosso Filipe Oliveira Maria Clementina Timóteo

Metas Curriculares do Ensino Básico Matemática 2.º Ciclo. António Bivar Carlos Grosso Filipe Oliveira Maria Clementina Timóteo Metas Curriculares do Ensino Básico Matemática 2.º Ciclo António Bivar Carlos Grosso Filipe Oliveira Maria Clementina Timóteo Princípios das Metas Curriculares de Matemática Os dois grandes eixos das Metas

Leia mais

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS

EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS. Linguagem Oral e Escrita. Matemática OBJETIVOS E CONTEÚDOS EDUCAÇÃO INFANTIL OBJETIVOS GERAIS Conhecimento do Mundo Formação Pessoal e Social Movimento Linguagem Oral e Escrita Identidade e Autonomia Música Natureza e Sociedade Artes Visuais Matemática OBJETIVOS

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS MATEMÁTICA PLANIFICAÇÃO ANUAL 7.

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS MATEMÁTICA PLANIFICAÇÃO ANUAL 7. AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO DEPARTAMENTO DE MATEMÁTICA E CIÊNCIAS EXPERIMENTAIS MATEMÁTICA PLANIFICAÇÃO ANUAL 7.º ANO ANO LECTIVO 2009/2010 DOMÍNIO TEMÁTICO: NÚMEROS E CÁLCULO 1.º PERÍODO

Leia mais

Mestrado em Matemática e Aplicações

Mestrado em Matemática e Aplicações Mestrado em Matemática e Aplicações Edição 2015/2016 No ano letivo 2015-16 funcionará no Departamento de Matemática da Universidade de Aveiro uma nova edição do Mestrado em Matemática e Aplicações. O Mestrado

Leia mais

DIFICULDADES DOS ALUNOS DO 6º ANO NA RESOLUÇÃO DE QUESTÕES PROBLEMATIZADAS ENVOLVENDO ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO COMO NÚMEROS NATURAIS: COMO PODEMOS INTERVIR?

DIFICULDADES DOS ALUNOS DO 6º ANO NA RESOLUÇÃO DE QUESTÕES PROBLEMATIZADAS ENVOLVENDO ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO COMO NÚMEROS NATURAIS: COMO PODEMOS INTERVIR? DIFICULDADES DOS ALUNOS DO 6º ANO NA RESOLUÇÃO DE QUESTÕES PROBLEMATIZADAS ENVOLVENDO ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO COMO NÚMEROS NATURAIS: COMO PODEMOS INTERVIR? Introdução Renata Karla da Silva Oliveira Universidade

Leia mais

ALUNO DIGITAL Formação para Estudantes Monitores do PROUCA Ensino Fundamental 6º, 7º e 8º 30 horas Erechim, maio de 2014.

ALUNO DIGITAL Formação para Estudantes Monitores do PROUCA Ensino Fundamental 6º, 7º e 8º 30 horas Erechim, maio de 2014. ALUNO DIGITAL Formação para Estudantes Monitores do PROUCA Ensino Fundamental 6º, 7º e 8º 30 horas Erechim, maio de 2014. Prefeitura de Erechim Prefeito Paulo Alfredo Polis Vice-Prefeita Ana Lúcia de Oliveira

Leia mais

Currículo da Oferta de Escola Música

Currículo da Oferta de Escola Música Departamento de Expressões Currículo da Oferta de Escola Música Competências Específicas As competências específicas a desenvolver na disciplina de Música são aqui apresentadas em torno de quatro grandes

Leia mais

INTRODUÇÃO 7.º ANO 3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO MATEMÁTICA APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS ALUNOS

INTRODUÇÃO 7.º ANO 3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO MATEMÁTICA APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS ALUNOS APRENDIZAGENS ESSENCIAIS ARTICULAÇÃO COM O PERFIL DOS 7.º ANO 3.º CICLO DO ENSINO BÁSICO MATEMÁTICA INTRODUÇÃO Finalidades do ensino da MATEMÁTICA Respeitando os princípios de equidade e qualidade, o ensino

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA, SANTIAGO DO CACÉM PLANIFICAÇAO DE OFICINA DE TEATRO ANO: 8º Ano ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/5

ESCOLA SECUNDÁRIA MANUEL DA FONSECA, SANTIAGO DO CACÉM PLANIFICAÇAO DE OFICINA DE TEATRO ANO: 8º Ano ANO LECTIVO: 2008/2009 p.1/5 p.1/5 SÓCIO-AFECTIVA 1. Dinâmica do Grupo 2. Dinâmica Individual 0. Aprofundar a dinâmica do Grupo Reconhecimento da nova realidade do Grupo. Comunicação com o outro e com o Grupo. Argumentação e negociação

Leia mais

Articulação vertical dos currículos de ciências no ensino básico: perspetivas dos professores de um Agrupamento de Escolas

Articulação vertical dos currículos de ciências no ensino básico: perspetivas dos professores de um Agrupamento de Escolas Articulação vertical dos currículos de ciências no ensino básico: perspetivas dos professores de um Agrupamento de Escolas Helena Moita de Deus 1 Gonçalo Nuno Carreira Pereira 2 1 - Centro de Formação

Leia mais

PLANO DE ARTICULAÇÃO. Agrupamento de Escolas Rio Arade. Ano letivo 2012/2013 [Escolha a data] Plano de Articulação / 2013

PLANO DE ARTICULAÇÃO. Agrupamento de Escolas Rio Arade. Ano letivo 2012/2013 [Escolha a data] Plano de Articulação / 2013 Agrupamento de Escolas Rio Arade PLANO DE ARTICULAÇÃO Ano letivo 2012/2013 [Escolha a data] 1 / 9 Índice Nota introdutória... 3 Objetivos Gerais... 4 Estratégias de intervenção... 5 Organização... 6 Procedimentos

Leia mais

período 5º Semana anterior ao Carnaval espírito natalício período 6º Promover o contacto com a cultura Norte-Americana

período 5º Semana anterior ao Carnaval espírito natalício período 6º Promover o contacto com a cultura Norte-Americana INGLÊS 2º CICLO PLANO DE ATIVIDADES DO DEPARTAMENTO DE LÍNGUAS 2012-2014-2015 ANO ATIVIDADE OBJETIVOS/ OPERACIONALIZAÇÃO CALENDARIZAÇÃO Christmas Cards / Christmas Promover o contacto com a cultura anglo-saxónica,

Leia mais

Serviço Educativo da Galeria dos Prazeres Estímulo e aprendizagem num encontro com a Arte

Serviço Educativo da Galeria dos Prazeres Estímulo e aprendizagem num encontro com a Arte Rua da Igreja - 9370-626 Prazeres - Calheta Madeira Portugal servicoeducativo@galeriadosprazeres.pt www.galeriadosprazeres.pt www.facebook.com/galeriadosprazeres Serviço Educativo da Galeria dos Prazeres

Leia mais

ÁREA DE FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL

ÁREA DE FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL PLANO CURRICULAR ÁREA DE FORMAÇÃO PESSOAL E SOCIAL Componentes Construção da identidade e da autoestima Conhecer e aceitar as suas características pessoais e a sua identidade social e cultural, situando-as

Leia mais

Palavras-chave: Tecnologias da Informação e Comunicação; Software GeoGebra; Formação de Professores.

Palavras-chave: Tecnologias da Informação e Comunicação; Software GeoGebra; Formação de Professores. POSSIBILIDADES E LIMITAÇÕES DO SOFTWARE GEOGEBRA COMO FERRAMENTA DE ENSINO E APRENDIZAGEM DA MATEMÁTICA Débora Janaína Ribeiro e Silva Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia da Paraíba debora_jr10@yahoo.com.br

Leia mais

Centro de Formação da Associação de Escolas de Sintra

Centro de Formação da Associação de Escolas de Sintra Inscrições até dia 18 de fevereiro Pessoal Docente 02.2016D 03.2016D A emergência da escrita no pré-escolar. Uma abordagem à escrita em contexto pré-escolar. Práticas Musicais: técnicas de execução instrumental

Leia mais

PLANO TIC E D U C A Ç Ã O P RÉ- E S C O L A R E 1 º C I C L O D O E N S I N O B Á S I C O 2012/2013. O Coordenador TIC. Manuel José Gouveia Alves

PLANO TIC E D U C A Ç Ã O P RÉ- E S C O L A R E 1 º C I C L O D O E N S I N O B Á S I C O 2012/2013. O Coordenador TIC. Manuel José Gouveia Alves PLANO TIC 2012/2013 E D U C A Ç Ã O P RÉ- E S C O L A R E 1 º C I C L O D O E N S I N O B Á S I C O O Coordenador TIC Manuel José Gouveia Alves [1] CARACTERIZAÇÃO DA ESCOLA ESCOLA Escola Básica do 1º Ciclo

Leia mais

MESTRADO DE QUALIFICAÇÃO PARA A DOCÊNCIA EM EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Planificação Curricular Anual

MESTRADO DE QUALIFICAÇÃO PARA A DOCÊNCIA EM EDUCAÇÃO PRÉ-ESCOLAR Planificação Curricular Anual Identificação do Estagiário: Ana Catarina Tarré Simões Pedro Ano lectivo 2013/2014 Tema do PCT: Do bairro ao espaço, um mundo por descobrir Nº de crianças 15 Idades 3/4/5/6 anos PROBLEMÁTICA/CAMPO DE AÇÃO

Leia mais

Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. Serviço Educativo. A equipa da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima dá as boas vindas ao novo ano

Biblioteca Municipal de Ponte de Lima. Serviço Educativo. A equipa da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima dá as boas vindas ao novo ano Serviço Educativo A equipa da Biblioteca Municipal de Ponte de Lima dá as boas vindas ao novo ano letivo apresentando um programa educativo que procura a articulação entre os planos escolares e a missão

Leia mais

AS PREOCUPAÇÕES METODOLÓGICAS. A participação do aluno na elaboração de seu conhecimento é um dos pontos

AS PREOCUPAÇÕES METODOLÓGICAS. A participação do aluno na elaboração de seu conhecimento é um dos pontos AS PREOCUPAÇÕES METODOLÓGICAS A participação do aluno na elaboração de seu conhecimento é um dos pontos fundamentais da concepção atual de aprendizagem. Esta participação deve, porém, ser orientada tendo

Leia mais