Roberta Pires dit OUveira. tr.u:hl.ungul.tlce IEL - UNIC"""

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1 Roberta Pires dit OUveira tr.u:hl.ungul.tlce IEL - UNIC"""

2 Treba1hando em cursos de produ~50 de textos. em s1 tua~5es que envo1vism BlonDs de diferentes nlveis sociais e ruptura de aentido, quer por questoes sint~ticas. qu2r por questoes eemantlcas. Esse traba1ho e uma tentativa de descr1 descri~oes de "onde u Embora e questeo nao ~osse ten tar ade_ quar os textos produzidos pelos a1unos ~ gramatica tradicional, eeta foi 0 ponto de partide da analis~, poi. continhe ~ me ref1exbo sobre 0 tema, eo mesmo tempo em que estava disp~ nlvel aos eluno~.., Em todes es gramaticas anelisadas, ceres de dez,h~ vie concorrlancia quant~ ao emprego de"cnde": ere um adjunto _ adverbi"l de lugar. Varias gramaticas propunh~m e troce de onde por "~m que-, como criteria de viebilidade do ad~erbio. AD buscarmos as defini~oe8 de ~ em dicionarioa, notamos apenas um acrescimo as gramaticas feito por Aurelio Buarque de Holande, a n09bo de tempo. 0 autor ressalta que eese aspecto temporal e um uso limitado ao nordeate do Bre- A paftir desses pressupostos, aepere! trechoa que continhem um ruptura de sentldo por conta de um uso inadequ~ do de ~. Mols do que inadequedo, 0 uso de onde,oere vicario,

3 pols cumprla fun~oes dlversas. desds uma rela~&o anaf6rlca ate aspectos de pontua~ia. Dentre os CIISOS anallsados. podemos sallentar: java estsbelecer neo e de lugsr. ja que "alguns conservedores coa valor de pronome relatlvo & -A glrla ussda prlnclpalmante por jovens vem sendo crltlcada ou mesma atacada por alguns cen.ervadores 2D2! avallam como lncorreto 0 uso de glrla.- [ase exemplo demonstra que a relbq80 que 0 aluno des! funclona como sujelto de "avallam". Outros exemplos:.-mas:'.normsl que todo lndivlduo ao Bslr do c~iegibl tenhs ums certa llusao. arinal i um curso superlor onde lhe val dar condicdcs de ser um proflssional." b) no~80 de tempo - he casos em que ~ sp8~ce com urnva-- lo~ temporal. Esse &. 0 ~nlco caso que aparece descrlto como posslvel, embore seja apontbdo como urn reglonallsmo tlpico do nordeste.essa "troca de.2!!!!! por quando dave-se ao fato de ambos poderem ser expres50s por "em que";entretanto. BS r8laq088 semanticas direrem: um expresaa lugar. outro tempo. -Essas universldades roram criadbs para atender t~ da a popula~ao unlversltarlb. neo dlstingulndo-se cl~s as 80cial ao contr'rio do que scontece hoje. ~ a carpo dlcente, formado por alun08 que pertendam 8 cl.bse slta.- -Houve epoca ~ havla equivalencla total entre a a.crite e a fblta."

4 c) nocao de causa - he ainda casos nos quais onde estabelece ums releceo de explicac80 ou causal1dade, caractertstices.de 0.nlvel de ensino esta caindo, ~ estao sendo retlrsdos os bons profissionais~" DependemoB tambem do fator politico, ~ 0 pro - prl0 governo nao nos fornece verbas. d) noceo de sdicao - he um numero imenso de casos em que ~- ~ substitui uma conjuncao coordeneda aditiva. Defenderem ainda uma maior partlclpacao do aluno e melhores condicoea de estudo, ~ 0 ponto de part! de Berta enrlquecer e melhorar a blblioteca." 0 povo brasileiro eata vivendonum pats de JQ mu~ do, ~ esta preocupado em salvar-se~ e) pontuac80 - da mesms forms que he um grande numero de ~ - ~., como conjunqao aditiva, eperece urn numero enorme de ~ com func80 de pontuacbo. Os exemplos poderiam ser os mesmos jb der aquisitivo do brasileiro, ~ as particulares BeO onde se encontra a classe media de sociedede. f) conformidade - he rartssimos casos de ~ estabelecendo relaceo de conformidade 0 homem sofreu grande evolucao, ~ mostra a 6p C8 do paleolltico ap neolltico." g) caso.espec1al - he urn caso interessante que apresenta um

5 Soo muit09 os concorrentes que acabam por transfo mar os v8stlbulares numa especle de guerrilha, onde ~ lee p8s8am 0 ana todo, ou ate mals, se preparando em Cas' se mantenhsm as rel8~oes aintaticaa - estabelec! das ~or ~, verlflcaremos que 0 sentldo seria:., nessa ei p&cie de guerrl1ha que eles passam am media 8 ano todo. Sabemos, entre tanto, que na~ ~ esse 0 sentido que 0 sutor quer dsr eo texto, principalmente porque ssbemas que 0 vestibular (-especie de guerri1ha) nao dura 0 ano todo e slm os curainhos para 0 vestibular que eles peassm end toga Procurando descobrir qual 0 sent~do desse uso vlc! rl0, comecei ft dlscutlr os trechos problemeticos com os slunos. Qual nao foi s surpresa ao ~erceber que ~ alunob nag conseguism reconstrulr as freses, e, em muitos C~08, nem pe cebiam 0 p!oblema. ~oi entao que a questeo discursiva come~ou 8 ser retomeda. Multo mais do que problemas slntatlco-semantlcds, 0 usa excessivo de ~ refletls 0 jogo de imagens (Pecheux) constru!do pelos alunos. Tbmando 8 definl~eo de texto spresentada por En! Orla~ d! no projeto Ipe: um texto e ums unldade de sentido em relaveo & sit~avio. percebl que havle negligenciado, durante o primelro momento, aspecto das aondlqoes de produ~ao de8- aes textos. Havla que retomar as cond190es de prddu~ad como constltutivbs dos textos. j8 que 0 sentldo se fez entre Ints

6 A condl;lo mals gersl de produ~~o de um texto e 0 rato de pertencer 8 modelldede escflte de 11nguagem. que. c~ mo demostrou Haqulre Osekabe, ecerreta uma 8erl~ de Imagene dlferentes da orelldad8, Jl que sue.epeclflcldede eat' vlnculeda presen;a de um leitor virtuel, eo lapoo 8spe;o-temporal entre produq80 a percepqlo. 8 1mag~m de modalidada ~ Par8ce~-me baetants frutlfers ume incurslo ~elos jo- OOS imso'tlcos que peir~vem ne produ;80 dos text08. A lmagem ls 6bvie. e J' baatente diecu~lda, ere 8 do Interlccutor E18e eacreviam pare 8 pro'easor~, procurendo, ao maxlmo. pr~ encher equl10 ~ue imaginavem ear a minhe opin18o. Nlo oplnl- 10 qualquer. MeS oplnlso de um iugar eocial. qua detinhe 0 ps der de.scrlts. 0 professor de portugues. qua deveria evall- '-los pelo ctitsempenho. UngfthUco., 0 qus-.re, para De elunoa. um bom desempenho 7 Aoa elunoe foi pedldo pare que BSerevesesm ss caract! rlstlcaa do que coneideravem um taxto bem eserito. Oa 8ap~etos levantsdoe niq ae r~'erlem eo problema de eon8tru91o de aentido, mae 8 aepeeto8 forme18. Em prlmeiro,'f1cou seliente 0 uao de um pelavreado d1 flcll. Incomum. 8 flm de que a taxto fica8ee -ma18 bonlto- ImBgem ergu1ds pele 8acola que oeupe grande pert~ de Beu en. s1no opal8vras reraa ( A que8tlo de InterpreteQlo de textg.~.sume 8 ra 8velie~80 voc8bui8r). A eecrlta era, pare Os slunoe, -8rl.tocr6t1ca-, -erudite- "

7 fr curt.d.t 0 ueo 8busivo de conectlv08 fr8se. lon Per8ceu-_ lldequlldorefletir.sobre 0 UIIO de ond, -a par-,!r dllsa8 pre8.upaetoe. An8l1sando ~ dad08 verlficemoa a f.trevaglneia do U80 coordenedo a como pontusqlo.quer me PA ;'cer que aa elun08, n. tentativa de adequlrem'.eull textos l"gem de texta dlfundld. ~la , abusebam do conectiyo V.nderlei &erllldi,e.tudllnda 8valiaQlo e,colllr noli! ndi de 8lf'betlz'QID, maitre ca~ um texto que Prlvllegle 8! Plcta, for le, na medlde em que teprodul os moldee escolere ~ eproveda; enquento que 0 geroto que per" parll con! truq80 de,entido, pare II int~rlo~uq~., r,tldo.! Aaelm, eaool, eatarla functon.~~ como uma Instancle.llenant" nl medl~a em qua.r.eta ~.entido a.0.utor, InteL Pondo, entre 11ee. ume Im8~em de texta que n~ prlvl1egle a lnterlgcuqlo. Cumpr. lembrer que a.ecole nao i 0 ~nlco luger i.. I ande encontr~mo.. textoa. Se pensarmoa a questao d. Intertextualidllde. o~ sej&, um texto eempre um ponto dentro de um fluxo de dlecureoe, conclutmos que nao podemos tomer apenae o'dl,curso pedeg6g1co. De textoe refletem umb.1iena~lo de mundo, que let' presente em uma e'rle de outros dlecur.os I o de indo.tri, cultural, por exemplo.eclie Bosl, trsbalhando lelture de um grupo de oper~rleo do industria paullete, comente. ~esse llterature eq_otrede,r.xtinguem-s8 e. Inde9!,al'.abrl a Ixl.tlncle. entramos ne reotlo de. resposta. a- ve.lve., ded utamatlcsmentl. Apele_e. pere curloeldede equlnha e8m objetlva. Parde-ee 0 eentldo de subetanci.

8 plada a todo um sistema que impede a dispute do sentido. Conclu880 o percurso desenvolvido durante 0 proces80 de reflexbo sobre a que.taa de um uso supoatamente errado de ~. poia tentbr perceber os diversos usos que ~ poderia exercer nos textos. A segulr. houve 8 percep~eo de que 0 parametro utili zado era a gramatlca tradiclonal. A gram6tlca normatlva represent a tamb~m uma inst~ncla fun~ao em rela~ao a outroe dlscursos. 0 papel da gramatlca e guardar ums lingua stemporsl e shlstorlca. Nesse percurso. descobrl que B quested de trsbalhar compreender 8 necessidade de. no estudo de qualquer elemento do texto. observer oa jogos imsgetlcos que constltuem ~quele

9 A lmagem de texto produzlds pela e ns escols,privilegla aspectos formals db lingua, sem tomar conhecimento da.scrite como uma modallda~e de Interlocu~8a., Se he salda nesse trabalho e a rompimento de uma pas! Qlo idealists qusnta I lingua, que acreditava oer passivel vlnculada8 deb mecra-estrutursb que radeiam quslquer pradu- 910; e, asbumlr que s aliena~ao so se rompe ns medida em que leoamos em considers~ao ss condi~aes de" produ~aa de determi- Roberta PIres de Olive Irs Mestranda em LinguIstics IEL - UNICAMP

10 Culture ~ Hassas ~ Culture Popular - Lelturs de Oper&rls8, Ecles Bosl, Petropolls, Vozes, Gram&tlcas - V&r!e9 Llnguanem, [serite!.~, Maurizzio Gnerre, 5ao Pe.!!.. 10, Fontes, 1985 Projeto Ips - 5ao Peulo (Estado) Secret&rls da Educa- ~80,Coordenadorie de Estudos e Normas Pedag6g1cas. ~, Lelture! Redeeao Seo Paulo, SE/CENP, ~985,Enl Orlandi. Q ~ ~ ~ ~ ~ - Leitura!. ProduceD Joso Vanderlei Geraldi (org) Csscavel. 0550E5TE, Problemas ~ RedaGBo. Aleir Pecora; 5ao Paulo, fon_ tea, ~~ Estrutura 22 ~Olscurso, varios sutores, IELI UNICAMP, 1981 '.

11 .",' '~;: ': ;,', ','0.,',". - VOGT. C. 0 Intervalo semantlco~atlca. Sao Paulo, VOOT. C. epucrot.o. "De.."~~ls ~.Ma,El; wna Hlpotese Semantica" em Lingua8em~PragniaHea e J;deologla Hucltec-Funcamp.Sao P4Ul0. 111O.

ér co pe pa as le so se al tr on ro pr arc lie ond ase ete ole es ima ine red air o ca re uta mito K iro tei K bj or d orei ali tr tio seg as o em ocr at co arc h ong ab chl

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