UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE TEOLOGIA

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1 UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE TEOLOGIA WALTERSON JUNIOR SIEWERT LANG O CONCEITO DE REINO DE SACERDOTES À LUZ DE ÊXODO 19.6 Canoas 2012

2 WALTERSON JUNIOR SIEWERT LANG O CONCEITO DE REINO DE SACERDOTES À LUZ DE ÊXODO 19.6 Trabalho de Conclusão de Curso Para a obtenção do grau em Bacharel em Teologia na Universidade Luterana do Brasil. Orientador: Prof. Dr. Acir Raymann Canoas 2012

3 A presente monografia O CONCEITO DE REINO DE SACERDOTES À LUZ DE ÊXODO 19.6, redigida pelo acadêmico WALTERSON JUNIOR SIEWERT LANG, foi examinada, julgada e aprovada pela Banca Examinadora em cumprimento ao Trabalho de Conclusão do Curso de Bacharelado em Teologia, na Universidade Luterana do Brasil, Canoas, RS. Professor Orientador: Prof. Dr. Acir Raymann Prof. Dr. Acir Raymann Examinadores: Prof. Ms. Clóvis Vitor Gedrat Prof. Ms. Egon Martim Seibert Prof. Ms. Clóvis Vitor Gedrat Prof. Ms. Egon Martim Seibert Canoas, Junho de 2012

4 DEDICATÓRIA A minha família, e namorada, que em todos os momentos apoiaram e incentivaram meus estudos com carinho, respeito, incentivo, cuidado emocional e amor intenso.

5 1 AGRADECIMENTOS Agradeço a Deus pela vida, cuidado e salvação gratuita em Cristo. Agradeço aos meus pais pelo amparo e proteção em todos os momentos. Agradeço à minha namorada pelo amor, paciência e compreensão. Agradeço aos meus familiares que tanto apoiam e incentivam meus estudos. Agradeço aos meus amigos, de longe e de perto, pelo empréstimo de seus ouvidos e ajuda mútua. Agradeço aos meus queridos colegas de turma que sempre dispuseram companheirismo e ajuda nos mais diversos momentos. Agradeço a minha congregação e paróquia do Paraguai, que me incentivaram e apoiaram meus estudos até o presente dia. Agradeço ao meu orientador pela atenção e dedicação. Agradeço aos meus professores pelo ensino. Agradeço à ULBRA pela oportunidade e incentivo.

6 O temor do SENHOR é o princípio do saber. (Provérbios de Salomão 1.7a) 2

7 3 RESUMO Este trabalho de pesquisa bibliográfica analisa o conceito de Reino de Sacerdotes e Nação Santa segundo Êxodo 19:6. Mostra a relevância de Israel ser sacerdotes de Deus, na sociedade, entre as nações pagãs e no mundo. Ressalta o povo de Israel como a propriedade peculiar, pessoal de Deus. Em o Novo Testamento o apóstolo Pedro retoma o termo Reino de Sacerdotes e Nação Santa usando a passagem de Êxodo. O apóstolo usa o termo sacerdotes reais. Sendo sacerdotes reais, eles têm uma posição elevada, graças ao Sumo Sacerdote, Cristo. O sacerdócio de todos os crentes vivencia o mesmo sacerdócio de Israel. Os cristãos fazem parte deste sacerdócio universal, a partir do santo batismo. Estes usam a Palavra como o meio, o instrumento comum dado por Deus a todos para comunicar a sua mensagem de salvação e perdão para todas as nações. Palavras-chave: Reino de Sacerdotes Israel Ministério público Sumo Sacerdote Batizado

8 4 ABSTRACT This bibliographic research paper analyzes the concept of "Kingdom of Priests" and "Holy Nation" according to Exodus 19:6. Presents the relevance of Israel being "priest" of God, before society, pagans nations and the world. Taking up Israel's people as a peculiar and personal property of God. In the New Testament the apostle Peter uses the term "Kingdom of Priests and Holy Nation" using a passage of Exodus. The apostle uses the term "real priesthood". Being real priesthood, they have an elevated position, because of the High Priest, Christ. The priesthood of all believers is the same priesthood of Israel. Christians are part of this universal priesthood, since of Holy Baptism. They use the Word as a mean, the common instrument given by God to everybody to communicate his message of salvation and forgiveness to all nations. Key-words: Kingdom of Priest - Israel - Public Ministry - High Priest - Baptized

9 5 SUMÁRIO INTRODUÇÃO O CONCEITO DE REINO DE SACERDOTES À LUZ DE ÊXODO CONTEXTO GEOGRÁFICO E TEOLÓGICO DE ÊXODO CONTEXTO SOCIOLÓGICO ISRAEL COMO UMA NAÇÃO SANTA ISRAEL COMO REINO DE SACERDOTES ISRAEL E O SACERDÓCIO REINO DE SACERDOTES E O NOVO TESTAMENTO CONTEXTO HISTÓRICO DA CARTA DE 1PEDRO O SACERDÓCIO SEGUNDO 1PEDRO O SACERDÓCIO DA IGREJA CRISTO COMO O SUMO SACERDOTE O SACERDÓCIO DO BATIZADO MINISTÉRIO PASTORAL PÚBLICO OFÍCIO DO SANTO MINISTÉRIO CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS... 38

10 10 INTRODUÇÃO O conceito de Sacerdócio ou Reino de Sacerdotes retrata o livre acesso que os cristãos têm ao seu Deus YHWH. Mediante o santo batismo, Deus age para que os cristãos façam parte do Sacerdócio de todos os crentes. Mediante o batismo, o Espírito Santo acende os corações dos homens, criando a fé e levando os crentes a crer e confessar Cristo como seu Salvador e Redentor. Os cristãos, assim como o povo de Israel, proclamam ao mundo essa boa nova de pertencerem a Deus, serem os sacerdotes do Rei dos Reis. Significando este sacerdócio como Robert Kolb diz que é o privilégio de ir diretamente até Deus como indivíduos, sem precisarem depender de ninguém para realizar os serviços de sacerdote, ou intermediário. 1 Esta é a visão que norteia a realidade existencial de acesso a Deus. Parece que o sacerdócio real, em comparação com o ministério pastoral, tem sido classificado ao longo da história como sendo inferior ou talvez que tenha menos dignidade diante de Deus. O sentido de todos os crentes serem chamados por Deus de Reino de Sacerdotes e Nação Santa é para proclamar, testemunhar e declarar os atos maravilhosos que Deus tem feito ao longo da história. Aquele que os chamou das trevas para sua maravilhosa luz (1Pe 2.9). O sacerdócio universal em nenhum aspecto é inferior ao ministério pastoral. Este sacerdócio é de todos. Tal como Kolb afirma: Sacerdote, pontifex, literalmente significa construtor de pontes. 2 Deus chama seu povo para construir pontes em direção daqueles que não conhecem a Boa-Nova da Salvação. Ponte esta que revela e apresenta a vontade de Deus, em salvar e acolher o perdido, tornando-o santo, parte da nação santa e do Reino Sacerdotal. Tal como foi com o povo de Israel, assim os cristãos hoje comunicam o santo Evangelho, sendo esta a missão suprema dos filhos de Deus. 1 KOLB, Robert. Comunicando o Evangelho Hoje. Tradução de Dieter Joel Jagnow. Porto Alegre: Concórdia, 2010, p Idem, p. 14

11 11 Esta é a missão dos filhos de Deus e que ocorre no testemunho cristão, através do anúncio da palavra viva e poderosa de Deus. A palavra é do próprio Deus; os cristãos a comunicam como seus instrumentos. Ajudam na construção de pontes que alcançam o coração dos descrentes. Contudo, a ação interna da Palavra, nos corações, sempre depende Deus. Sendo esta palavra de Deus comum a todos os cristãos, Deus chama dentre estas pessoas aqueles que serão os administradores da palavra. Os ministros são os que pregam a Palavra, administram os santos sacramentos e ensinam a pura palavra de Deus publicamente. E esta era também a realidade de Israel quando Deus escolheu Arão para o trabalho ministerial. Arão e os seus filhos também faziam parte do Reino de Sacerdotes mas, exerciam uma função única publicamente, sendo esta ordenada pelo próprio Deus.

12 12 1. O CONCEITO DE REINO DE SACERDOTES À LUZ DE ÊXODO 19.6 ו א ת ם ת ה י ו ל י מ מ ל כ ת כ ה נ ים ו ג וי ק ד ו ש א ל ה ה ד ב ר ים א ש ר ת ד ב ר א ל ב נ י י ש ר א ל Vós me sereis reino de sacerdotes e nação santa. São estas as palavras que falarás aos filhos de Israel. (Êxodo 19:6) 1.1. CONTEXTO GEOGRÁFICO E TEOLÓGICO DE ÊXODO 19 No terceiro mês da saída dos filhos de Israel da terra do Egito, no primeiro dia desse mês, vieram ao deserto do monte Sinai (Ex 19.1). Na saída do Egito, os Israelitas se posicionaram no monte Sinai também conhecido como Monte Horebe, situado entre os golfos de Suez e de Àcaba. Os israelitas chegam ao deserto do Sinai e não partirão dali até o momento indicado em Números A permanência no Sinai abarca, assim, a parte final do livro de Êxodo, todo o Levítico e o começo de Números. No Sinai, Deus entra em aliança com Israel, fazendo este povo reino de sacerdotes e nação santa conforme descrito no versículo 6. Retrata um período em que o povo de Israel percebe e vive a Teofania de Deus no monte Sinai. Esta teofania é retratada tanto com a imagem da fumaça vulcânica e fogo, bem como a da nuvem e trovões da tempestade. 3 Matthew Henry ao se referir a este episódio escreve que este capítulo 19, que apresenta a solenidade da entrega da lei no monte Sinai, foi um dos aspectos mais marcantes da glória divina já havida neste mundo. 4 A teofania de YHWH entende-se como uma manifestação de Deus seja em palavras, formas, sonhos. Aqui no contexto de Êxodo a Teofania ocorre mediante fogo ou nuvens como se observa no versículo 18 do capítulo 19 Todo o monte Sinai fumegava, porque o SENHOR descera sobre ele em fogo; a sua fumaça subiu como fumaça de uma fornalha, e todo o monte 3 CHILD, Brevard S. The Book of Exodus. A Critical, Theological Commentary: The Westminster. Philadelphia, 1974, p The theophany is portrayed both with the imagery of volcanic smoke and fire as well as with that of the cloud and thunder of a rainstorm. 4 MATTHEW Henry s Commentar. On the whole bible. Volume I. Genesis to Deuteronomy. New York Fleming H. Revell Company London and Edinburgh. p This chapter XIX introduces the solemnity of the giving of the law upon mount Sinai, which was one of the most striking appearance of the divine glory that ever was in this world.

13 13 tremia grandemente (Êx 19.18). Ali Deus apresenta uma graciosa proposta feita a eles 5, a saber, guardar a aliança de Deus, ser propriedade de Deus, ser o um reino para Deus, uma nação santa. YHWH chama Moisés para subir ao monte Sinai, falar à casa de Jacó e anunciar aos filhos de Deus esta proposta de um futuro ao lado e junto com Deus. Estas palavras, segundo Rolles, são uma expressão muito bonita das relações de Deus com o Seu povo. 6 Uma relação que começou na promessa feita em Gênesis, aos patriarcas, e vai acompanhar a história de Israel, ou seja, dum Deus que se aproxima dos seus em favor deles. Neste contexto de Êxodo 19 está presente também a aliança de Deus com o povo de Israel, aliança esta que se acha registrada de Êxodo 19 até o final de Deuteronômio. Já no passado Deus havia iniciado a sua aliança com os patriarcas prometendo a Abraão que Israel viria a ser uma nação numerosa e que multiplicaria sua descendência como as estrelas do céu e os grãos de areia do mar. Em Êxodo 6.5 Deus relembra sua aliança com o seu povo ao afirmar Ainda ouvi os gemidos dos filhos de Israel, os quais os egípcios escravizavam, e me lembrei da minha aliança. Deus recorda do seu plano de amor para com os filhos de Israel e os liberta da escravidão do Egito. Walter Roehrs escreve referente à aliança de Deus com Israel, dizendo: Movido pela misericórdia, Deus comprometeu-se em conceder a essa multidão heterogênea de refugiados continuada existência física como uma nação. Sua graça inesgotável também o levou a permitir que esses filhos e filhas pecadores de Adão a viver numa comunhão abençoada com ele e conceder-lhes o status imerecido de "um tesouro especial [...] um reino de sacerdotes e nação santa (Ex. 19.5ss)..7 5 Idem, p The gracious proposal God made to them. 6 DRIVER, Samuel Rolles. The book of Exodus / S. R Driver. Cambridge: University Press, 1953, p WALTER R. ROEHRS. Divine Covenants: Their Structure and Function. Concordia Journal, Saint Louis, v. 14, number 1, January 1988, p. 15.: Moved by mercy, God committed Himself to grant this motley crowd of refugees continued physical existence as a nation. His inexhaustible grace also prompted Him to allow these sinful sons and daughters of Adam to live is a blissful communion with Him and to grant them the undeserved status of "a special treasure [...] a kingdom of priests and holy nation (Ex. 19.5ff).

14 CONTEXTO SOCIOLÓGICO Temas de Êxodo como libertação do povo de Deus, saída do Egito, aliança de Deus, são, por vezes, interpretadas como paradigmas para uma teologia da libertação. 8 De fato, houve uma libertação do povo de Deus. Uma ordem social diferente começa a ser inaugurada pelo poder que Deus dá a Israel; contudo, essa liberdade que passam a usufruir é uma liberdade de servir a Deus, como o Senhor da vida. Estão agora diante dum novo Reinado que tem YHWH como Rei. A Bíblia não apresenta o Êxodo como um modelo social a ser seguido, como Paul Schrieber comenta: A Bíblia não apresenta o êxodo como um modelo para a reforma social ou revolução política. Nem a libertação do êxodo emerge como reação de Israel numa situação de opressão, já que nem tomou a iniciativa nem procurou a expurgação do regime do Faraó. Em resumo, o êxodo não foi essencialmente um movimento político. 9 Êxodo retrata um contexto de redenção ao povo de Israel. Israel é a propriedade de Deus, junto à liberdade que Deus oferece está o plano de redimir seu povo. Como Schrieber afirma: O resultado final não foi simplesmente liberdade social, mas liberdade para servir Yaweh como seus filhos redimidos [..] Yahweh redimiu Israel para que Eles possam servi-lo ao invés do Faraó. 10 Sendo o povo de Deus redimido e libertado do Egito, agora eles são a propriedade peculiar, pessoal de Deus. São a posse de Deus, dentre todos os povos. A ideia de posse também é registrada no Salmo Pois o SENHOR escolheu para si Jacó e a Israel, para sua possessão. Moisés lembrou que Deus escolhera e resgatara da escravidão o seu povo não pelo fato da bondade deste, mas tão só por Deus amar este povo e ser fiel às promessas feitas aos patriarcas (Dt 7.7-8). 8 GUITIÉRREZ, Gustavo. A theology of Liberation: History, Politics, and Salvation. Mayknoll, NY: Orbis Books, SCHRIEBER, Paul L. Liberation Theology and the Old Testament: An Exegetical Critique. Concordia Journal, Saint Louis, v. 13, number 1, January 1987, p. 32. The bible does not present the exodus as a model for social reform or political revolution. Nor did the exodus liberation emerge as the reaction of Israel in an oppressive situation, as they neither took the initiative nor sought the expungement of Pharaoh's regime. In short, the exodus was not essentially a political movement. 10 Idem, p. 33. The end result was not simply social freedom, but freedom to serve Yahweh as His redeemed sons [...] Yahweh redeemed Israel so they might serve Him instead of Pharaoh.

15 ISRAEL COMO UMA NAÇÃO SANTA Israel foi chamado de ג וי ק ד ו ש Nação Santa, um povo chamado e separado para a YHWH. O termo gôy denota ideia básica de um corpo específico, de um grupo de pessoas. No Antigo Testamento o termo está normalmente em contraste com,ע ם povo. Por isso, o termo gôy pode significar também gentio, pagão, nação. 11 O termo gôy é especialmente empregado para referir-se especificamente a grupos de pessoas em seu aspecto político, étnico ou territorial, sem o objetivo de atribuir a tais pessoas uma conotação religiosa ou moral específica. Desse modo, em Gênesis o escritor fala de grupos distintos de pessoas de acordo com seus territórios. Quando Deus fala a Abraão que o Egito é uma nação forte, usa-se o termo gôy. Eliseu orou para que aquele gôy que estava invadindo Israel, a saber, a Síria, fosse cegado (2 Rs 6.18). Nesse sentido étnico genérico, pode-se usar o vocabulário para designar até mesmo a semente de Abraão. Assim sendo, Deus disse a Abraão, de ti farei uma grande nação (Gn 12.2; 17.20; 21.18). Em Êxodo 33.13, Moisés, referindo-se a Israel, um grupo de pessoas com identidade própria, diz: este gôy (i.e., nação) é teu am (povo). 12 Em Êxodo 19.6 está claro que YHWH dirige estas palavras ao seu povo - sua possessão - através de Moisés. E assim como Ele os chama de sua nação, complementa dizendo que são uma nação Santa, sagrada. O termo Santo qualifica aquilo que é intrinsecamente sagrado ou que foi admitido no âmbito do sagrado por meio do rito divino ou ato público de culto. 13 Deus é o santo por excelência Eu sou o SENHOR, vosso Deus; portanto, vós vos consagreis e sereis santos, porque eu sou santo; e não vos contaminareis por nenhum enxame de criaturas que se arrastam sobre a terra (Lv 11.44). Na passagem de Êxodo 19.6, Deus chama o seu povo de santo, consagrado para YHWH. O adjetivo evoca a ideia de algo separado do uso comum profano. Israel é o povo que habita só e não será reputado entre as nações. Pois do cimo das penhas vejo Israel e dos outros outeiros o contemplo: eis que é povo que habita só e não será reputado entre as nações (Nm 23.9). Aquilo In: Dicionário Hebraico-Português e Aramaico-Português. Nelson Kirst; Nelson Kilpp; Milton Schwantes; Acir ג וי 11 Raymann; Rudi Zimmer, organizadores. 21 ed. São Leopoldo: Petrópoles/Vozes, VAN Groningem G. ג וי In: Dicionário Internacional Teologia Antigo Testamento / R. Laird Harris organizador; tradução Macio Loureiro Redondo, Luiz Alberto T. Sayão, Carlos Osvaldo C. Pinto. 1ed. São Paulo: Vida Nova, 1998, Idem.

16 16 que é santo não pode ser misturado, estar junto com o profano. É algo que está oposto ao que é profano. Deus, ao chamar o seu povo de nação santa, também espera e aguarda uma nova vida, uma nova obediência em relação a Ele. Nesse sentido é um grande privilégio, uma grande bênção para o povo de Israel o fato de ser designado, escolhido como povo santo. Skinner afirma este privilégio: Separada das demais nações, e santo para Jeová. A expressão implica não um privilégio apenas prometido, mas também um dever: Israel desfruta esse privilégio, é também (como se desenvolveu mais plenamente em Dt.) a obrigação de torná-lo uma realidade, para manter-se livre de tudo que é pagão, e cumprir o ideal de uma nação santa sobre a terra. 14 Israel foi privilegiado sem medida por seu Deus, YHWH. Deus os separou e os chamou a fim de serem santos na terra prometida por YHWH. Israel foi o povo redimido, acolhido por um Deus justo, Santo, que cumpre as suas promessas e oferece sua santidade para todo o seu povo. Moisés, em sua visão da terra que Deus daria aos Israelitas, escreve: Israel, pois, habitará seguro, a fonte de Jacó habitará a sós numa terra de cereal e de vinho; e os céus destilarão orvalho. Feliz és tu, ó Israel! Quem é como tu? Povo salvo pelo SENHOR, escudo que te socorre, espada que te dá alteza. Assim os teus inimigos te serão sujeitos, e tu pisarás os seus altos (Dt ). 1.4 ISRAEL COMO REINO DE SACERDOTES Israel fora escolhido como o povo de YHWH, um povo mediante o qual esse Deus dos Israelitas se tornaria conhecido nas demais nações. Como instrumento de Deus, seria um povo que daria testemunho e falaria das grandes coisas que Deus tinha feito para com eles. Israel como um todo seria o construtor de pontes para os povos pagãos. Em Êxodo 19. 6, מ מ ל כ ת Deus chama todo o seu povo de Reino de Sacerdotes e nação Santa. A expressão Reino de Sacerdotes no Antigo Testamento é hapax legomena, sendo a única כ ה נ ים 14 The Cambridge Bible for Schools and Colleges / with introduction and notes By J. Skinner. Cambridge: University Press, , p Separated from other nations, and holy to Jehovah. The expression implies not a promised privilege only, but also a duty: Israel enjoying this privilege, is also (as a developed more fully in Dt.) under the obligation to make it a reality, to keep itself free from everything heathen, and fulfill the ideal of a holy nation upon earth.

17 17 ocorrência desta expressão. Em Isaias 61.6 com relação ao que parece ser o mesmo termo, fala-se em sacerdotes do SENHOR, de YHWH ה נ י י הו ה.כ Alan Cole afirma a respeito da passagem: Tal expressão certamente implica na existência de um rei, e este rei só poderia ser YHWH. 15 Um Reinado em relação a Deus. Skinner, a respeito da mesma passagem, afirma: Reino cujos cidadãos são todos sacerdotes, que vivem em total serviço de Deus e sempre apreciando o direito de acesso a Ele. 16 Israel passaria a atuar como um representante de Deus no mundo em favor das demais nações. E para esta função, eles contariam com a vigilância permanente do SENHOR, protegendo-os e sustentando-os. Seriam os sacerdotes diante do Rei e estariam constantemente oferecendo sacrifícios de agradecimento a Deus. Sacrifícios em virtude do que YHWH já tinha feito por eles no deserto e no Egito. Servindo como os mediadores das bênçãos de Deus para as outras nações. Norman Nagel apresenta um paralelo entre o Reino de Sacerdotes e nação Santa, indicando a harmonia presente entre estes termos e explica: Reino é o lugar onde um rei é o rei - que somente pode ser o Senhor. Só por causa dele acontece o que vai ocorrer aqui, e ele faz o que faz com suas palavras ג וי ק ד ו ש em paralelo com מ מ ל כ ת כ ה נ ים.( Entre essas palavras estão 19:6,ה ד ב ר ים (. As referências pelo "povo e Reino" são, evidentemente, o mesmo. Santo e sacerdote se referindo a ambos, e por isso não pode ser entendida exceto pela harmonia que há entre eles. 17 O sacerdócio nunca é voltado para si mesmo. Está sempre relacionado com o próximo. Não é algo que repousa sobre o individuo, não se podendo colocar o sacerdócio sobre si mesmo. É obra exclusiva de Deus para beneficiar outros e ao próprio Deus. Assim como Nagel atesta: Ao falar acerca de sacerdotes sempre há dois pontos. Você não pode ser um sacerdote para si mesmo (sozinho). Um sacerdote é sempre em direção a alguém, em direção a não-sacerdotes. Em Êxodo 19 esta claro que é em direção a Deus, porque é ele quem é o Rei. Perdendo o rei você perde o reino; nenhum reino 15 COLE, R. Alan. Êxodo: introdução e comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1990, p The Cambridge Bible for Schools and Colleges / with introduction and notes By J. Skinner. Cambridge: University Press, , p. 171 Kingdom whose citizens are all priests, living wholly in God's service, and ever enjoying the right of access to Him. 17 NAGEL, Norman. Lutheran and the Priesthood of All Believers. Concordia Theological Quarterly, Fort Wayne, Indiana, v. 61, number 4, October 1997, p Kingdom is where a king is king - that can only be the Lord. Only because of him does what going on here occur, and he does what he does with his words ( ים.( 19:6,ה ד ב ר Among those words are מ מ ל כ ת כ ה נ ים in parallel with וי ק ד ו ש.ג Those referred to by "people and Kingdom" are evidently the same."holy" and "priest" refer than to both, and so cannot be understood expect in harmony with each other.

18 18 Sacerdotal é possível a menos que direcionado em direção ao rei, o Senhor; seu rei seu povo. 18 O povo de Israel contava com a bênção do Senhor e tinha um privilégio enorme sobre si, a saber, o privilégio especial de sacerdotes de aproximar Deus e realizar esta tarefa em direção ao mundo. 19 Fora do povo de Israel havia os que não eram sacerdotes, os demais povos e pessoas. Israel atuava na sua função sacerdotal diante de Deus, coram Deo seguindo a instituição do próprio Deus. Sacerdote pode ser entendido num sentido primário e secundário. No aspecto primário, Sacerdote denota algo que é individual, pois está realizando um serviço instituído pelo próprio Deus direcionado a outro. No sentido secundário, está o aspecto conjunto do povo e sacerdócio, empregando-se o plural. Nagel a respeito afirma: Mesmo no plural não indica ser universal, mas inclui apenas aqueles a quem o Senhor chama seu reino sacerdotal e seu povo santo. 20 Entretanto, mesmo que se entenda o sacerdócio como individual ou plural, ambos são coram Deo, cada um é o que é do Senhor, e isso não é intercambiável. Um não desloca ou subordina o outro ISRAEL E O SACERDÓCIO O fato relevante é que nem todos dentre o povo exerceriam o sacerdócio num sentido de ofício. Posteriormente estaria Arão e seus filhos nesta função. A passagem de Êxodo , é vista com certa controvérsia, pois fala em sacerdotes antes mesmo de Deus ordenar, escolher Arão e os seus filhos. Também os sacerdotes, que se chegam ao SENHOR, se hão de consagrar, para que o SENHOR não os fira (Êx ). A passagem diz algo sobre os sacerdotes que se acercam do Senhor. A importância de consagrarem-se consistia em manter a vida. Não há indícios de que Deus instituiu o ofício de sacerdotes antes de Arão. Do ponto de vista da crítica 18 Idem, p In talk of priests there are always two points. You cannot be a priest all by yourself. A priest is always toward someone else, toward a non-priest. In Exodus 19 it is clearly toward the Lord, for it is where he is king. Lose the king you lose the kingdom; no priestly kingdom is possible unless directed toward the king, the Lord; his kingdom his people. 19 Idem, p Israel is to have the special privilege of priests to "draw near" God, and is to do service for all of the world. 20 Idem, p Even so the plural is not a universal, but includes only those whom the Lord calls his priestly kingdom and his holy people. 21 Idem, p Each is what it is from the Lord, and that is not interchangeable. The one does not displace or subordinate the other.

19 19 liberal, o que aqui se tem é a presença de documentos que compõem a narrativa. Skinner, em seu comentário, afirma referente à passagem: Resulta esta passagem que J reconhece sacerdotes diante da legislação do Sinai assim como ele reconhece similarmente sacrifícios e altares ( por exemplo Gen. Xii, xiiil18, xxvi 25: em P os sacerdotes aparecem primeiro em Lev viii Referente aos documentos J e P, resulta esta passagem que as fontes J e P se referem aos documentos antigos do Pentateuco. As duas fontes mais antigas de que Êxodo é composta agora são aqueles comumente conhecidos como J e E. 23 O documento J fala do oferecimento de sacrifícios e não na existência de sacerdotes. A fonte P, a fonte usada em Êxodo é o que, a partir dos interesses sacerdotais evidentes nela, é comumente designado por "P": este é evidentemente o trabalho da escola sacerdotal. 24 Já Cole é bastante claro ao comentar a passagem, afirmando que não há qualquer prova de uma existência de sacerdotes em Israel antes do Sinai. Ele escreve: Talvez a palavra represente os anciões [...] Se a palavra sacerdote for mantida com seu sentido literal pleno, sejam eles quem forem, a ênfase do versículo é que, em ocasião tão solene, até mesmo aqueles que desfrutam de um relacionamento particular íntimo com Deus precisam se purificar, ao invés de se considerarem imunes em virtude de sua posição 25. O Êxodo como um todo deixa claro o período em que o sacerdócio começou a ser instituído junto com as suas funções, iniciando como um todo com Israel em Êxodo As referências aos sacrifícios que aconteceram antes como em Gênesis 22; 31;54; 46;1 no período dos patriarcas, não indicam nada oficial da instituição de YHWH. Os sacrifícios foram feitos pelo líder, ou chefe da família, que era responsável pelas funções da família como o oferecimento de sacrifícios a Deus. Oferecer sacrifício era algo sumamente importante para YHWH. Isso está registrado logo no início de Gênesis quando, após o dilúvio, Noé construiu um 22 The Cambridge Bible for Schools and Colleges / with introduction and notes By J. Skinner. Cambridge: University Press, , p It appears from this passage that J recognizes priests before the legislation of Sinai - just as he recognizes similarly sacrifices and altars (e.g Gen. xii. 7, xiii 18, xxvi. 25: in P priests appear first in Lev. viii Idem, p. 11, Introduction. The two oldest sources of which Exodus is composed are those now commonly known as 'J' and "E". 24 Idem, p. 11. The other source used in Exodus is the one which, from the priestly interests conspicuous in it, is commonly denoted by 'P': this is evidently the work of a priestly school. 25 COLE, R. Alan. Êxodo: introdução e comentário. São Paulo: Mundo Cristão, 1990, p.143.

20 20 altar e ofereceu sacrifícios. Também há referência ao cordeiro pascal e ao livramento do Egito (Êx 12.27). Com relação a Israel Schrieber afirma: Israel foi designado um "reino de sacerdotes" (ou "sacerdócio real") em Êxodos 19:6, nem todos eram obrigados a servir como sacerdotes. No lugar das pessoas e em seu nome o sacerdócio Aarônico serviu-lhes como substitutos e representantes perante Yahweh. Este papel de representação é indicado no sumo sacerdote tendo as tribos de Israel em seus ombros e peito (nas pedras preciosas). Arão era como a incorporação do Israel ante Yahweh. Em e através de Arão, todo o Israel era santo à Yahweh," como inscrito no seu turbante (Ex. 28:26) 26 Schrieber ressalta o papel de Israel como reino de sacerdote, que é diferente, mas ao mesmo tempo está conectado com o sacerdócio de Arão. As diferenças estão ligadas às funções, aos ofícios, bem como o que implica ser sacerdote diante de Deus e diante do mundo. 26 SCHRIEBER, Paul L.. Priests Among Priests: The Office of the Ministry in Light of the Old Testament Priesthood. Concordia Journal, Saint Louis, v. 14: number 1, July 1988, p Israel was designated a "kingdom of priests" (or "royal priesthood") in Exodus 19:6, not all were required to serve as priests. In the peoples,s place and on their behalf the Aaronic priesthood served them as their substitutes and representatives before Yahweh. This representation role is indicated in the high priest's bearing the tribes of Israel on his shoulders and chest ( in the gem stones). Aaron stood as the embodiment of Israel before Yahweh. In and through Aaron, all Israel was "holy to Yahweh," as inscribed on his turban (Ex. 28:26).

21 21 2. REINO DE SACERDOTES E O NOVO TESTAMENTO 2.1 CONTEXTO HISTÓRICO DA CARTA DE 1PEDRO Na primeira carta de Pedro o apóstolo oferece sua mensagem, aos eleitos que são forasteiros, (1Pe 1.1) referindo-se em primeiro lugar aos cristãos da diáspora, os dispersados do Ponto, Galácia, Capadócia, Ásia, Bitínia e aos eleitos. João Calvino escreve em seu comentário: Não é à toa que ele projetou esta epístola, especialmente para os judeus, porque sabia que ele foi nomeado para ser seu apóstolo, como Paulo ensina em Gal. 2,8. Nos países que ele enumera, ele inclui toda a Ásia Menor, do Mar Euxino na Capadócia. 27 Segundo ele, Pedro dirige especialmente sua carta aos judeus, baseando-se no texto de Gálatas 2.8. Ao tratar-se dos destinatários de Pedro deve-se levar em conta que o termo eleitos é bastante amplo, pode significar de dois a três grupos. Ênio Mueller explica melhor o uso do termo e afirma: O primeiro é eleitos (Gr. Eklektoi), que significa basicamente escolhido de dentro de determinada massa ou grupo... Era uma convicção do povo Judeu que Deus os havia pinçado dentre todas as nações para ser o seu povo especial...o segundo termo usado para descrever o grupo ou grupos para quais a carta foi enviada... é a palavra gr. parepidemos uma pessoa que se encontra pouco tempo num certo lugar, como forasteira (Barth) [...] A terceira coisa declarada sobre os destinatários de 1 Pedro é que se encontravam na Dispersão (gr. diaspora). Usualmente, este termo tem sido compreendido de duas maneiras: a) em termos geográficos, sendo um termo técnico do vocabulário judaico, designando os judeus residentes fora da Palestina [...] b) em sentido figurado, descrevendo a situação dos cristãos em qualquer lugar como pessoas que estão longe da pátria. 28 Os dados da primeira epístola de Pedro não oferecem uma exatidão que permita identificar os seus leitores imediatos. Tudo indica que se tratava provavelmente de pequenos 27 CALVIN S commentaries / John Calvin. Grand Rapids: W. B Eerdmans, , p It is no Wonder that he designed this Epistle especially for the Jews, because he knew that he was appointed to be their apostle, as Paul teaches in Gal In the countries which he enumerates he includes the whole of Asia Minor, from the Euxine Sea to Cappadocia. 28 ÊNIO R. Mueller. Comentários bíblicos. Novo Testamento: Introdução e comentário. São Paulo: Vida Nova, 1991, V. 17 Série Cultura Bíblica, p

22 22 grupos cristãos, judeus compostos por convertidos de origem gentílica e que assim faziam parte da diáspora. A referência ao Reino de Reino de Sacerdotes, segundo a passagem de Êxodo 19.6, é usada novamente no Novo Testamento. O apóstolo Pedro retoma este conceito e afirma: Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (1Pe 2.9). Este texto é retratado como sedes doctrinae, ou texto-base, para a doutrina do sacerdócio de todos os cristãos. 29 Considerando o contexto de Pedro ao escrever aos cristãos da diáspora, vê-se que ele está se referindo a um povo que não era maioria e também muito discriminado. Pedro referia-se também à igreja, mesmo que o termo igreja não apareça na carta. A respeito disso Scholz comenta: Pedro escreve em primeiro lugar aos cristãos da diáspora (1Pe 1.1) que são uma minoria discriminada pela sociedade. Esta foi a situação da igreja durante os três primeiros séculos. Esta é, em grande parte, a situação da igreja hoje. Em razão disso o texto de 1 Pedro fala bem perto à igreja de hoje. Em 1 Pedro aparece a palavra cristão (4.16), mas a palavra igreja não ocorre. Os cristãos são raça, povo, templo, rebanho, sacerdócio real. Sacerdócio santo e real é uma maneira de descrever a igreja. 30 Ser sacerdotes reais é sempre algo atual ligado ao seu relacionamento com o próximo, o mundo, dentro e fora da igreja, um sacerdócio pertencente ao Rei. Como a tradução NTLH traduziu os sacerdotes do Rei. Um sacerdócio que está ligado à igreja de Cristo, ao Rei dos Reis e por meio da qual se estende mundo afora O SACERDÓCIO SEGUNDO 1PEDRO 2.9 O sacerdócio como tratado em Êxodo é citado também na carta do apóstolo Pedro. Sacerdócio que implica a ideia de acesso a este Deus que acompanhou a história do seu povo, Israel. 29 SCHOLZ, Vilson. A Igreja como Sacerdócio Real. In: Revista Igreja Luterana. Volume 02, julho e dezembro de 1988, p Idem.

23 23 Jurgen Baehr aborda esse tema e sua importância, afirmando: Abrange a ideia de acesso a Deus em conhecimento íntimo, bem como do papel profético do sacerdócio ao proclamar o conhecimento de Deus. Complementa a ideia anterior de oferecer sacrifícios espirituais, agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo (1Pe 2:5). 31 Como esta escrito em 1Pe 2.5 também vós mesmos, como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo. Scholz explica o lugar do sacerdócio ao dizer: Em ambos os casos, o sacerdócio de todos os crentes toma o lugar do sacerdócio judaico, conforme o conceito da Epístola. É este também, na realidade o conceito de Êx Com isso vê-se que o conceito do Antigo Testamento é retomando nas palavras do apóstolo Pedro. O fato de Pedro chamar o sacerdócio de sacerdócio Real, βασίλειον, indica o sacerdócio que pertence ao rei, que serve ao rei, atua como coram Deo. Isto remete ao privilégio que agora os cristãos têm. Sendo sacerdotes reais, eles têm uma posição elevada, Graças ao Sumo Sacerdote Cristo. O termo ἱεράτευμα ocorre apenas na Septuaginta e em textos que dela dependem. William Arndt explica esta citação de Pedro e afirma: É universalmente reconhecido que nós estamos lidando com termos do Antigo Testamento Findlay (Portrait of Peter, p. 174) Diz corretamente: Pedro acumula uma das outras grandes passagens do Antigo Testamento e aplica aos seus leitores. É partir de várias do Antigo Testamento que os termos individuais são tomadas. Pedro emprega a tradução da Septuaginta. 33 Quando se refere ao sacerdócio, é importante tomá-lo com a convicção de que está se lidando com os termos que nasceram no Antigo Testamento. E como ele é entendido agora, a respeito do Sacerdócio real, Scholz explica: 31 Sacerdote. JURGEN Baehr. In: Dicionário Internacional Teologia Novo Testamento / Colin Brown, Lothar Coenen (orgs.); [tradução Gordon Chown]. 2ª ed. São Paulo: Vida Nova, 2000, p Idem. 33 ARNDT, William F. A Royal Priesthood, 1 Pet. 2:9. Concordia Theological Monthy, Saint Louis, v. 19, April 1948, p It is universally recognized that we are here dealing with Old Testament terms. Findlay (Portrait of Peter, p. 174) says correctly: Peter piles up one on the other great Old Testament titles of Israel and applies them to his readers. It is from various Old Testament passages that the individual terms are taken. Peter employs the Septuagint translation.

24 24 Sacerdócio real (basíleion hieráutema) é uma expressão tirada de Êxodo Pedro cita literalmente a tradução grega conhecida como Septuaginta. Um título dado a Israel é aplicado ao novo Israel. Sacerdócio é um conceito corporativo. O termo grego heiráteuma exprime isto. A ênfase não repousa sobre cada indivíduo, mas sobre a coletividade como sacerdócio. Todo o povo cristão forma uma corporação sacerdotal. Sacerdócio de modo nem um se refere a uns poucos separados da maioria. 34 Esta ligação com o Antigo Testamento é de extrema importância ao tratar-se do sacerdócio universal. No Antigo Testamento vê-se que o povo de Israel recusou o privilégio de ser um sacerdócio nacional, o povo optou por serem representados por Moisés e Arão Êxodo ; 20;18-21.Walter Kaiser explica esta recusa e afirma: O propósito original de Deus foi adiado (não desfeito ou derrotado para sempre) até os tempos do NT, quando, mais uma vez, foi proclamado o sacerdócio de todos os crentes ( 1 Pedro 2:9; Apocalipse 1:6; 5:10). Mesmo assim, o papel de Israel, de agente escolhido por Deus para ministrar às necessidades das nações, não foi rescindido 35. No Antigo Testamento, após os israelitas haverem deixado o privilégio de serem sacerdotes, pediram para Moisés para que Moisés se aproximasse de Deus novamente a favor deles, e ele assim o fez. Eis que consagrou Arão e os filhos deste para oficiarem no altar (Êx 28.1). Com isso, o que foi adiado, é retomado novamente graças à intervenção de Deus através Moisés No Novo Testamento os crentes continuam sendo os sacerdotes diante de Deus, uma coletividade que considera em primeiro lugar Cristo como o Sumo sacerdote. Em virtude te der Cristo como Sumo Sacerdote, o sacerdócio do Antigo Testamento foi cumprido. Os crentes são os construtores de ponte diante do mundo. Deus age para que haja essa corporação sacerdotal. Arndt argumenta que, Os cristãos foram feitos sacerdotes de Deus para o propósito de uma propaganda santa em que a grandeza e a bondade do Senhor seja exaltada SCHOLZ, Vilson. A Igreja como Sacerdócio Real. In: Revista Igreja Luterana. Volume 02, julho e dezembro de 1988, p KAISER, Walter C. Teologia do Antigo Testamento. Tradução de: Gordon Chown. 2ed. São Paulo: Vida Nova 2007, p ARNDT, William F. A Royal Priesthood, 1 Pet. 2:9. Concordia Theological Monthy, Saint Louis, v. 19, April. 1948, p The Christians have been made priest of God for the purpose of a holy propaganda in which the greatness and goodness of the Lord be exalted.

25 25 Pedro trata os cristãos como sendo um sacerdócio real. Tal expressão pode ser observada um pouco antes em 1Pedro 2. 4,5. Nesta passagem, Cristo é apresentado como uma pedra que vive, mesmo rejeitada pelos homens, foi eleita preciosa para com Deus. Como pedras que vivem, sois edificados casa espiritual para serdes sacerdócio santo, a fim de oferecerdes sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por intermédio de Jesus Cristo. O apóstolo está se referindo à nova vida que estes vivem a partir da obra de Cristo, e também da, oferece, algumas exortações a todos os cristãos em vista da nova vida. O sacerdócio dos cristãos não só se refere ao fato de que são os propagadores de Cristo dentro e fora da igreja, mas, vendo-se como segue o texto da primeira carta de 1Pedro, percebese que o sacerdócio também esta voltado para a vida exemplar, o servir em boas obras, estar sujeito às autoridades, a praticar o bem e viver uma vida como os servos de Deus ( 1Pe 11-17). Os cristãos uma vez como participantes da salvação graciosa pela fé em Cristo dão testemunho daquilo que Deus operou neles, falam do que Deus fez ao seu favor. Os cristãos, como sacerdotes reais, procuram continuar vivendo a sua fé e a praticar boas obras (2Pe 3.8). 2.3 O SACERDÓCIO DA IGREJA Ao tratar-se de igreja, observa-se que assim como os cristãos vivem Coram Deo, e Coram mundo. São os construtores de ponte para os não cristãos. A igreja como Coram Deo, e por estar constituída de indivíduos cristãos, vive na presença de Deus, espera alcançar o mundo com a Santa palavra de Deus. Charles Arand afirma isso ao dizer acerca da congregação e da Santa Igreja cristã: A assembleia que reúne ao redor do trono do cordeiro (coram Deo) e está oculta ao mundo também reúne neste mundo e realiza atividades em vista de pessoas dentro do mundo (coram mundo). Assim como o individuo cristão vive em dois relacionamentos, a igreja também vive em dois reinos distintos contudo inseparáveis.a igreja coram Deo vive a partir da Palavra de Deus, e coram mundo vive para entregar a Palavra de Deus aos outros CHARLES. P Arand. What Are Ecclesiologically Challenged Lutherans To Do?: Starting Points for a Lutheran Ecclesiology.Concordia Journal, Saint Louis, v. 34, number 3, July 2008, p The assembly that gathers around the throne of the lamb (coram Deo) and is hidden from the world also gathers within this world and carries out activities in plain sight of people within the world (coram mundo). So just as the individual Christian lives in two

26 26 Os cristãos vivem como igreja, como corpo de Cristo, na presença de Deus. São os santos sacerdotes por ter Cristo como cabeça, nele se firmam. Em razão do fato de estarem ligados a Cristo, eles são santos, sacerdotes reais. Assim como Arand afirma isso citando as confissões e também Lutero: Revestido da justiça de Cristo, vinculada à cabeça, Cristo, o encontro dos crentes é santo. Assim como o crente é justificado pela fé em Cristo, de modo que a Igreja é santa e sem defeito (Ap VII, 7). Lutero não hesita em chamar este encontro de santas pessoas cristãs, a comunidade dos santos,, e uma comunidade santa [...] Existe na terra um pequeno e santo rebanho e uma comunidade de santos puros sob uma cabeça, Cristo. 38 A igreja é o corpo de Cristo. A palavra é o veículo condutor da igreja, ou seja, A proclamação da Palavra é a única marca da igreja. O perdão dos pecados é encontrado em nenhum outro lugar no mundo. É a marca infalível para identificar a igreja no mundo. 39 A palavra de Deus, é o que define a igreja como Coram Deo, A palavra reúne como irmãos e irmãs (coram deo). Como uma família traz-nos juntos para cuidar de si. Como membros do corpo, os cristãos vivem numa comunidade de mútua união CRISTO COMO O SUMO SACERDOTE A partir do Novo Testamento, Cristo é visto como único Sumo Sacerdote da Igreja, o Messias prometido. Filho honrado e ordenado pelo seu Pai celestial. O autor aos Hebreus afirma Ninguém, pois, toma esta honra para si mesmo, senão quando chamado por Deus, como aconteceu com Arão. Assim, também Cristo a si mesmo não se glorificou para se tornar sumo sacerdote, mas o glorificou aquele que lhe disse: Tu és meu filho, eu hoje te gerei (Hb ). relationships, so the church also lives in two inseparable yet distinct realms. The church coram deo lives from the Word of God, and coram mundo it lives to deliver the Word of God to others. 38 Idem, p. 163 Clothed with the righteousness of Christ, bound to its head, Christ, the gathering of believers is holy. Just as the believer is righteous by faith in Christ, so the church is holy and without blemish (Ap VII, 7). Luther does not hesitate to call this gathering a holy Christian people, a community of saints, and a holy community There is on earth a holy little flock and community of pure saints under one head, Christ. 39 Idem, p The proclamation of the Word is the unique mark of the church. Forgiveness of sins is found nowhere else in the world. It is the infallible mark for identifying the church within the world. 40 Idem, p The Word gathers us together as brothers and sisters (coram deo). Like a family, it brings us together to look after each other. As members of that one body Christians live in a community of mutual union.

27 27 No Antigo Testamento o Sacerdócio, como Schrieber comenta, estava sujeito sob a autoridade do Moisés e aos termos da antiga aliança, enquanto o sumo sacerdócio de Cristo provém diretamente de Deus, à parte da antiga legislação (Hb 7;11-12). 41 É sacerdócio superior ao sacerdócio levítico, da ordem de Melquisedeque (Gn ; Sl 110.4). No Salmo 110 lê-se: Tu és sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque (Sl 110.4). Tais palavras se dirigem ao Rei, a quem são atribuídas funções sacerdotais. Segundo a capítulo 7 de Hebreus, pode-ser ver Melquisedeque como um tipo, um prefiguração do Cristo Rei-Sacerdote. Oscar Cullmann escreve referente ao capítulo 7 de Hebreus e afirma: O centro da Epístola aos Hebreus é o capítulo 7. Apoiando-se em Gênesis 14 e no Salmo 110, que Jesus mesmo havia citado, o autor, fundamentando-se sobre a Sagrada Escritura, designa a Jesus como o verdadeiro sumo sacerdote. Enquanto outros cristãos intentavam então provar com auxílio do Antigo Testamento, que Jesus era o Messias esperado pelos Judeus, o autor da Epístola aos Hebreus se esmera em demonstrar que Jesus, consuma, de forma absoluta, a função do sumo sacerdote judaico, i.e, que esta função tinha para os judeus só um caráter passageiro e imperfeito e que, em razão dessa mesma insuficiência, ela anuncia um sacerdócio que a supera. 42 O sacerdócio de Melquisedeque era mais importante que Abraão, e os sacerdócio dos levitas ( Hb ); Melquisedeque é visto como superior no fato de que apresenta uma ordem sumo-sacerdotal mais antiga e mais elevada que o sacerdócio levítico, de Arão e os seus filhos (Êx 28). O sacerdócio levítico e os seus sacrifícios eram sombra do que estava por vir. O sacerdócio levítico tem suas imperfeições e deficiências. O sacerdócio de Cristo preencheu essas falhas que havia no Antigo Testamento e no sistema de sacrifícios Araónico e Levítico. Martinho Lutero referente a Cristo como o Sumo Sacerdote afirma: O evangelho e toda a escritura apresentam a Cristo como o sumo sacerdote que, uma vez por todas, pela única oblação de si mesmo, tirou os pecados de todos e 41 SCHRIEBER Paul L.. Priests Among Priests: The Office of the Ministry in Light of the Old Testament Priesthood. Saint Louis: Concordia Journal, Saint Louis, v. 14, number 1, July 1988, p The priest was subject under the authority of Moses and the terms of the old covenant, while Christ's hight priesthood came directlly form God apart form the old legislation (Heb. 7: 7-12). 42 CULMANN, Oscar. Cristologia do Novo Testamento; tradução Daniel de Oliveira, Daniel Costa. São Paulo: Hagnos, 2008.p. 121.

28 28 consumou sua santificação em eternidade. Pois entrou uma vez no santuário por seu próprio sangue, adquirindo eterna redenção. 43 No Antigo Testamento o sacerdócio foi instituído sob Moisés, como o mediador da aliança oferecida por YHWH. Cristo é o mediador e Sumo Sacerdote da nova Aliança selada no seu próprio sangue, como descrito em Hebreus Por isso mesmo, ele é o Mediador da nova aliança, afim de que, intervindo a morte para remissão das transgressões que havia sob a primeira aliança, recebam a promessa da eterna aliança aqueles que têm sido chamado (Hb 7.15) O sacerdócio no Antigo Testamente não era definitivo e absoluto; este sacerdócio buscava algo perfeito, definitivo, uma novidade a fim de não precisar mais ser substituídos os sacerdotes. Uma nova aliança definitiva. O elemento novo é a realização deste sacerdócio na pessoa de Jesus Cristo: ele é o Sumo Sacerdote no sentido absoluto e definitivo; ele é o cumprimento de todo sacerdócio. 44 Em virtude do sumo sacerdócio de Cristo, o sacerdócio do Antigo Testamento é abandonado, no qual todos os cristãos vivem no status de sacerdotes. E nos constituiu reino, sacerdotes para o seu Deus e Pai a ele a glória e o domínio pelos séculos dos séculos (Ap 1.6). Visto todos os cristãos serem sacerdotes, Schrieber afirma referente ao sacerdócio: Assim como todos cristãos são sacerdotes (Ap.1:6; 5:10; 20:6; 1Pe 2:9) serviria também para considerar a nova vida cristã em termos de serviço sacerdotal. A ênfase de incluir o privilégio de todos, homens e mulheres no estudo da palavra de Deus, a oração, vida santificada, unidade fraternal, e oferecendo toda a vida como um sacrifício vivo inflamado pelo fogo do Espírito Santo, para levar a mensagem de reconciliação para o mundo. 45 Em Cristo, todos os cristãos recebem o privilégio de serem chamados sacerdotes. Firmados e ligados em Cristo, eles têm livre acesso ao Deus e Pai, ao qual por meio dele os cristãos vivem e existem (At ). 43 LUTERO, Martinho. Vida em comunidade: Ministério. Tradução de Walter O. Schlupp. OSel, Volume 7. São Leopoldo/Porto Alegre: Sinodal e Concórdia São Leopoldo: Comissão Interluterana de Literatura, p CULMANN, Oscar. Cristologia do Novo Testamento; tradução Daniel de Oliveira, Daniel Costa. São Paulo: Hagnos, 2008, p SCHRIEBER Paul L. Priests Among Priests: The Office of the Ministry in Light of the Old Testament Priesthood. Saint Louis: Concordia Journal, Saint Louis, v. 14, number 1, July 1988, p As all Christians are priests (Rev. 1:6; 5:10; 20:6; 1 Pet. 2:9), it would serve well to consider anew the Christian life in terms of priestly service. Emphasis would include the privilege of all, male an female in the study of God's Word, prayer, sanctified living, fraternal unity, and offering the entire life as a living sacrifice flamed by the fire of the Spirit, to bring the message of reconciliation to the world.

29 29 3 O SACERDÓCIO DO BATIZADO Todos os crentes são membros da Santa Igreja por meio do batismo. Através do batismo, o crente passa a fazer parte da família de Deus, do sacerdócio real. Aqueles que são batizados são sacerdotes, e recebem pela fé, o Cristo, o Sumo Sacerdote. A respeito disso Lutero afirma: Especialmente, no Novo Testamento, não se faz um sacerdote, ele nasce, não é ordenado, mas criado. No entanto, não nasce pelo nascimento de carne, mas do Espírito, no banho da regeneração. Pois todos os cristãos são sacerdotes e todos os sacerdotes são cristãos. Seja anátema quem afirma que o sacerdócio é algo diverso do que é o cristão. 46 O crente batizado, com o lavar regenerador do batismo, como sacerdócio Real e Santo, exerce sua vocação diante do mundo. Atua como a propriedade de Deus, na perspectiva horizontal, testemunhando o Cristo. Falando e vivendo da graça de Deus, daquele que os chamou das trevas para sua maravilhosa luz (1Pe 2.9). A partir do batismo, o crente é a propriedade exclusiva de Deus, e assim testemunha esse privilégio diante do mundo. Assim como escreve Arand: Em virtude do Batismo, cristãos recebem a tarefa de confessar o nome de Cristo em toda caminhada da vida. Todos os cristãos trazem mensagem de arrependimento e perdão dos pecados de maneira adequadas para as suas caminhadas de vida. Em outras palavras, Lutero enfatizou que, em virtude do batismo, cada cristão tinha a responsabilidade de compartilhar a Palavra de Deus com os outros. 47 Este privilégio de falar de Cristo, nunca ocorre num momento específico da vida. Está ligado ao dia-a-dia do cristão, em cada passo da vida. São testemunhas que alcançam o mundo através da palavra (At 1:8). 46 LUTERO, Martinho. Vida em comunidade: Ministério. Tradução de Walter O. Schlupp. OSel, Volume 7. São Leopoldo/Porto Alegre: Sinodal e Concórdia São Leopoldo: Comissão Interluterana de Literatura, p Charles. P Arand. The Ministry of the Church in Light of the Two Kinds of Righteouness. Concordia Journal, Saint Louis, v. 33, number 4, October 2007, p By virtue of their Baptisms, Christians are given the task of confessing the name of Christ within every walk of life. All Christians bring the message of repentance and forgiveness of sins in ways appropriate to their walks of life. In other words, Luther stressed that by virtue of Baptism, every Christian had the responsibility to share the Word of God with others.

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