Veículo de Comunicação da AHERJ. Associação de Hospitais do Estado do Rio de Janeiro Ano XIII Nº 102 Novembro / Dezembro de 2011

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Veículo de Comunicação da AHERJ. Associação de Hospitais do Estado do Rio de Janeiro Ano XIII Nº 102 Novembro / Dezembro de 2011"

Transcrição

1 N /2010 DR/RJ Veículo de Comunicação da AHERJ. Associação de Hospitais do Estado do Rio de Janeiro Ano XIII Nº 102 Novembro / Dezembro de 2011 A DENGUE NO RIO As autoridades de saúde pública estão prevendo uma grande epidemia de Dengue em 2012 no Brasil. Acompanhe, nesta edição especial, o Plano de Contingência do Ministério da Saúde e as ações da Secretaria Estadual de Saúde, do Município do Rio e do interior, além da participação dos hospitais privados e planos de saúde. Acesse o site da AHERJ:

2 Iniciativa privada Estamos prestes a enfrentar, de acordo com o prognóstico emitido pelo secretário Estadual de Saúde, a maior epidemia de dengue, nos próximos meses. Necessário se torna que todo o Setor da Saúde, seja ele público ou privado, esteja devidamente preparado para enfrentar os tempos difíceis que, com certeza, hão de vir. Nós, como representantes de uma grande parcela de hospitais distribuídos por todo o Estado do Rio de Janeiro, asseguramos que, de nossa parte, envidaremos todos os esforços necessários para viabilizar o atendimento à nossa população procurando seguir fielmente, o protocolo sobre o assunto, emitido pelo Ministério da Saúde. Esperamos, contudo, que a indispensável parceria público-privada, em tão grave momento, se traduza em perfeita sintonia de planejamento e execução para o bem do nosso povo. Feliz Ano Novo!! Mansur José Mansur - Presidente da AHERJ 2

3 A Dengue no Rio Governo do Estado prevê grande epidemia em 2012 No dia 13 de setembro, o Secretário Estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, afirmou que há forte possibilidade de haver uma grande epidemia de dengue em Para ele, essa será talvez uma das piores epidemias da história do estado. As regiões mais propensas à epidemia de dengue são a Região Metropolitana, o Norte Fluminense e a Costa Verde. Desde o dia 2 de janeiro, segundo informações da SES, já foram notificados casos de dengue e registrados 137óbitos no Rio de Janeiro, até o dia 26 de novembro. O surgimento de 11 casos de dengue tipo 4, registrados no município de Niterói, também preocupa as autoridades de saúde. No entanto, cerca de 20 municípios ainda não enviaram à Secretaria mapas de risco e planos de contingência. Na opinião do Presidente da AHERJ, Mansur José Mansur, os hospitais privados de todo o Estado também já estão se preparando para a grande demanda nos atendimentos de emergência, exames e internação. Além da organização de rotina de cada hospital, a AHERJ e outras entidades do setor hospitalar do Estado do Rio de Janeiro estabeleceram uma parceria com a Secretaria Estadual de Saúde para capacitação dos profissionais de saúde do setor. Segundo o Coordenador-Geral do Programa Nacional de Controle da Dengue do Ministério da Saúde, Giovanini Evelim Coelho, com a previsão de epidemia de Dengue haverá uma enorme sobrecarga dos serviços de saúde no Estado do Rio de Janeiro. O Rio é uma prioridade para o Ministério da Saúde no atendimento à Dengue. É a maior cidade tropical do país e por isso tem alta vulnerabilidade para esse tipo de epidemia, até pelos históricos recentes, explicou. Por isso, o Ministério da Saúde e as Secretarias Estadual e Municipal de Saúde prepararam um plano para enfrentar a epidemia, como uma série de ações como treinamento de profissionais, revisão do Protocolo de Classificação de Riscos, novos agentes de saúde, centros de hidratação, combate aos focos do mosquito Aedes aegypti, pólos de atendimento, entre outros. 3

4 O atendimento no setor privado Entidades de classe defendem o Protocolo do MS Como sempre, o atendimento será feito com qualidade. O problema é o risco dos hospitais não receberem as consultas efetuadas decorrentes da obediência ao protocolo estabelecido pelo Ministério da Saúde. No entanto, estamos promovendo reuniões junto com as entidades e as empresas para chegarmos a um consenso, informa o presidente da AHERJ. Segundo o Diretor-executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), José Cechin, os contratos de planos de saúde celebrados na vigência da Lei 9.656/98 garantem a cobertura de todas as doenças listadas na Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados com a Saúde (CID) da OMS (Organização Mundial de Saúde). Se o procedimento estiver coberto no rol obrigatório da ANS ou no contrato e, se as carências foram cumpridas, o plano de saúde pagará essas despesas, explica. A Gerente-Geral de Regulação Assistencial da Agência Nacional de Saúde Suplementar, Martha Oliveira, ressalta que os planos de saúde e os prestadores devem atender normalmente aos usuários. Se isso não acontecer, será negativa de cobertura, ou seja, infração às normas da ANS, com previsão de multa. O Presidente do Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Casas de Saúde do Município do Rio de Janeiro (SIN- DHRIO), Fernando Boigues, explica que analisando as outras epidemias, principalmente a de 2008, tem a certeza de que as operadoras de planos de saúde tomarão atitudes diferenciadas, tais como uma reavaliação no índice de retorno das consultas nas emergências e nas autorizações de exames específicos, com exceção da sorologia para Dengue (IgM e IgG), que muitas das vezes pode ter um resultado falso negativo nos cinco primeiros dias da sintomatologia. Fernando Boigues observa que algumas operadoras de planos de saúde estão propondo uma reserva de leitos para os pacientes acometidos pela Dengue, prevendo o aumento de casos no primeiro quadrimestre de O Diretor Técnico da Amil, Antonio Jorge Kropft, disse que a operadora reconhece a importância do protocolo do Ministério da Saúde para a Dengue e que todos os atendimentos serão pagos. O Presidente da Federação de Hospitais e Estabelecimentos de Serviços de Saúde do Estado do Rio de Janeiro (FEHERJ), José Carlos Abrahão também reforça que todos os atendimentos de emergência estão cobertos pelas operadoras de saúde. A Diretora Técnica do Hospital Israelita, no Rio de Janeiro, Cristiane Rosa, lembra que a prioridade é atender o paciente, fazer o diagnóstico e instituir o tratamento rapidamente. Os planos de saúde também estão envolvidos neste atendimento e os custos de um atendimento eficiente são bem menores do que uma internação com complicações, ressalta. Atendimento no SUS O Coordenador-Geral do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Evelim Coelho, explica que em 2011 os estados do Amazonas, Ceará e Rio Grande do Norte receberam recursos adicionais para compensar o aumento da demanda nos atendimentos de emergência na Dengue, inclusive para a rede privada que atende ao SUS. Giovanini Coelho revela que a Secretaria de Atenção à Saúde do Minis- 4

5 tério da Saúde vai analisar a necessidade de fazer repasses em 2012, principalmente para o Rio de Janeiro. Os gestores municipais decidirão se será necessário utilizar a rede privada, com base em análises epidemiológicas e demais critérios, explica. Segundo a Secretaria de Saúde do Município do Rio de Janeiro, as unidades particulares só são contratadas para exames complementares que não estão disponíveis na rede o que não é o caso dos exames específicos para Dengue. De acordo com a Subsecretaria de Vigilância em Saúde, que comanda as ações de combate à Dengue no Governo do Estado, os recursos dos hospitais privados que atendem pelo SUS são repassados, em sua grande maioria, pelos próprios municípios. Mas assinala que não existe auxilio nem recurso extra da SES previstos para estes hospitais, em caso de dengue. A utilização do Protocolo do Ministério da Saúde A Federação Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde) e suas afiliadas apóiam a utilização dos protocolos clínicos, tanto pelas operadoras de planos privados de saúde como pelos profissionais de saúde. Segundo o diretor executivo da FenaSaúde, os protocolos elaborados a partir de evidências científicas constituem instrumentos importantes para qualificação da assistência à saúde, pois orientam e auxiliam a tomada de decisões. A orientação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), encaminhada por ofício durante vários anos para todas as operadoras médicas de planos de saúde, foi sempre a mesma: que os Prestadores de Serviços devem seguir as orientações e os protocolos do Ministério da Saúde, inclusive a obrigatoriedade de notificação dos casos suspeitos de Dengue, destaca a Gerente-Geral de Regulação Assistencial da Agência Nacional de Saúde Suplementar, Martha Oliveira. A representante da ANS lembra que os prestadores devem ficar atentos às mudanças de condutas, pois o Ministério da Saúde já está divulgando a atualização do guia Dengue diagnóstico e manejo clínico: adulto e criança 4ª edição e da construção do fluxograma para auxiliar os profissionais de saúde na condução dos pacientes. Este material já está disponível no site da SVS (www.saude.gov.br/svs). Segundo o Presidente da FEHERJ, José Carlos Abrahão, os hospitais privados mais uma vez estão se preparando para a demanda, que poderá acontecer em virtude de ser parte importante no atendimento das urgências e emergências no Rio de Janeiro. O protocolo é uma orientação das Secretarias Estadual e Municipal da Saúde em conjunto com o Ministério da Saúde e, por isso, deve ser seguido por todas as unidades de saúde, explica. A Diretora Técnica do Hospital Israelita Albert Sabin, Cristiane Rosa, informa que no atendimento de emergência do hospital, desde sua reinauguração em julho deste ano, já é realizada a classificação de risco para priorizar o atendimento de pacientes. Em relação à Dengue, o plano especial inclui identificação deste paciente já na triagem, com oferecimento de hidratação oral mesmo antes do atendimento médico. Planos não pagam exame NS-1 Presidente da Regional RJ da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas (SBAC), Jorge Fernando Teixeira Soares diz que os laboratórios de análises clínicas estão preparados para o aumento da demanda mas revela que os planos de saúde não estão pagando pelo NS-1, o exame mais recente de pesquisa do vírus da dengue em fase aguda, alegando que não se encontra nas tabelas de procedimentos. O Gerente Administrativo da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial ( SBPC/ ML), Marcos Cataldo, reforça a importância do exame, que detecta mais precocemente a presença do agente infeccioso. Frente à existência de um protocolo, como o publicado pelo Ministério da Saúde,só nos cabe ressaltar o uso do novo marcador (NS1), complementa. 5

6 O atendimento no setor público Ministério da Saúde elaborou Plano de Contingência O Ministério da Saúde elaborou um Plano de Contingência criando medidas para enfrentar a epidemia em todo o país, num trabalho integrado com estados e municípios. No Rio de Janeiro, o Ministério disponibilizará a estrutura de todos os hospitais federais no Rio, além do apoio às ações da Secretaria Estadual da Saúde, a Secretaria Municipal do Rio e também dos demais municípios do Estado. Além da intensificação no combate ao mosquito Aedes aegypti, o Coordenador-geral do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Evelim Coelho, destaca a capacitação de profissionais de saúde dos hospitais públicos e também dos hospitais da rede privada. É um projeto piloto, feito por enquanto, apenas no Rio e em Recife. O Coordenador-Geral explica que o programa prevê a sensibilização rápida de 15 minutos dos profissionais de saúde dos hospitais e que no Rio já há um esforço de capacitação da rede privada, que está se articulando com a Secretaria Estadual de Saúde. Partimos do princípio que os profissionais já têm conhecimento básico e por isso damos ênfase em pontos cruciais para o adequado manejo do paciente. O Ministério da Saúde também fez a revisão e atualização do Protocolo de Classificação de Risco. Um trabalho discutido por diversos especialistas, o documento é fundamental no atendimento, pois estabelece um fluxograma de classificação de riscos para identificar quem precisa ser atendido com urgência. Caravana Contra a Dengue A visita às regiões do estado para reforçar a necessidade de mobilização pelos 10 Minutos Contra a Dengue começou no dia 5 de outubro pelo Médio Paraíba. Volta Redonda, que Campanha 10 Minutos contra a Dengue O objetivo é estimular a população a investir 10 minutos da semana eliminando possíveis criadouros em suas casas, já que o ambiente doméstico concentra aproximadamente 80% dos focos. Idealizada por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/FIO- CRUZ), a iniciativa foi inspirada em uma das estratégias adotadas pelo governo de Cingapura para controlar o mosquito, conseguindo interromper a epidemia que o foi o município anfitrião deste importante encontro, mostrou a sua própria campanha dos 10 Minutos Contra a Dengue, realizada nas escolas da cidade. Também estiveram país enfrentou entre 2004 e O exemplo de controle dos casos de dengue em Cingapura serviu como base para que os especialistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/ Fiocruz) desenvolvessem o conceito das ações de combate ao mosquito transmissor. A campanha 10 Minutos Contra a Dengue foi implementada pela SES e vai ser o tom do alerta aos municípios e à população para evitar uma epidemia no próximo verão. presentes, entre prefeitos e secretários municipais, as cidades de Barra do Piraí, Barra Mansa, Itatiaia, Pinheiral, Rio Claro, Rio das Flores, Resende e Valença. 6

7 Capacitação dos profissionais de saúde A Secretaria de Estado de Saúde está capacitando médicos e enfermeiros de hospitais e UPAs com o objetivo de padronizar o atendimento de pacientes com a doença. A ideia é agilizar o diagnóstico e o tratamento da dengue, seguindo a nova proposta do Ministério da Saúde. O Rio é o estado pioneiro na implantação do projeto, que segue para as demais capitais em Com certificado emitido pela SES e duração de quatro horas, o Curso de Capacitação em Serviço Dengue em 15 Minutos vai preparar profissionais de saúde para que possam atuar como instrutores em suas unidades de trabalho. Eles terão a tarefa de repassar o conhecimento adquirido no curso para os demais componentes de suas equipes médicas. A capacitação nas unidades acontece durante o expediente e tem duração de apenas 15 minutos. Até dezembro, a SES pretende treinar 500 instrutores em todo o estado. Nos dias 15 e 16 do mesmo mês, a Secretaria ainda vai apresentar os detalhes do projeto precursor desenvolvido pelo estado fluminense no Ministério da Saúde. O modelo implantado no Rio de Janeiro servirá de base para a implantação nacional do curso. Além da capacitação, a Secretaria também vem realizando um seminário virtual pelo Telessaúde, da Universidade do Estado do Rio Janeiro, onde o programa 10 Minutos Contra a Dengue é apresentado para agentes de saúde do estado conectando municípios geograficamente afastados. A Conselheira Responsável pela Câmara Técnica de Doenças Infecciosas do CREMERJ, Marília de Abreu Silva, informa que a entidade vai montar um fórum para esclarecimento aos médicos. Em parceria com o MS, o CREMERJ promoveu, em junho de 2011, dois cursos de capacitação em diagnóstico e manejo clínico da dengue para médicos e enfermeiros de instituições privadas de São Paulo e Rio de Janeiro. Foram capacitados cerca de 100 profissionais nas duas cidades. O avanço do Vírus tipo 4 O Centro de Operações Rio vai funcionar como o Quartel General de combate à doença. O plano de ação da Prefeitura receberá o reforço de mais 40 carros fumacê e o aumento no quadro de agentes de vigilância em Saúde, que passará a ter agentes. A oferta de serviços será ampliada, com a instalação de 30 pólos de hidratação para atendimento à população, sendo dez com funcionamento 24 horas e 20 com horário de 12 horas. As unidades estarão distribuídas por todas as regiões da cidade. Como 82% dos criadouros do mosquito estão dentro de imóveis e, em 2/3 dos casos registrados de dengue, havia foco na casa dos doentes, um decreto municipal agiliza a entrada compulsória em imóveis com suspeita de focos (que pode acontecer em 24 horas), e estabelece multa em caso de reincidência. Além disso, a recusa da visita do agente de vigilância em Saúde passa a ser considerada crime de desobediência e está sujeita a infração. Números da dengue no Estado do Rio (Período: 2 de janeiro a 26 de novembro de 2011) Notificações: Janeiro: Fevereiro: Março: Abril: Maio: Junho: Julho: Agosto: Setembro: Outubro: Novembro: 559 7

8

Palavras- chave: Vigilância epidemiológica, Dengue, Enfermagem

Palavras- chave: Vigilância epidemiológica, Dengue, Enfermagem ANÁLISE DAS NOTIFICAÇÕES DE DENGUE APÓS ATUAÇÃO DO SERVIÇO DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA HOSPITALAR INTRODUÇÃO: A Dengue é uma doença infecciosa febril aguda de amplo espectro clínico e de grande importância

Leia mais

Relatório Atividades Comitê de Enfrentamento da Dengue IBEDESS Ações realizadas:

Relatório Atividades Comitê de Enfrentamento da Dengue IBEDESS Ações realizadas: Relatório Atividades Comitê de Enfrentamento da Dengue IBEDESS Ações realizadas: Inserção no site do IBEDESS e envio, para todas as entidades que compõem o Instituto, do material citado abaixo, incluindo

Leia mais

Programa Nacional de Controle da Dengue - PNCD PLANO DE CONTINGÊNCIA AREA DA ASSISTÊNCIA

Programa Nacional de Controle da Dengue - PNCD PLANO DE CONTINGÊNCIA AREA DA ASSISTÊNCIA Programa Nacional de Controle da Dengue - PNCD PLANO DE CONTINGÊNCIA AREA DA DENGUE: PLANO DE CONTINGÊNCIA - AREA DA DIRETRIZES GERAIS PARA ELABORAÇÃO E EXECUÇÃO DO PLANO DE CONTIGÊNCIA Apoio Ministério

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO PARA ENFRENTAMENTO DA DENGUE NO CEARÁ 2011

PLANO ESTRATÉGICO PARA ENFRENTAMENTO DA DENGUE NO CEARÁ 2011 2 PLANO ESTRATÉGICO PARA ENFRENTAMENTO DA DENGUE NO CEARÁ 2011 RISCO Pico Abril e Maio Desafios identificados na assistência Superlotação nas emergências dos hospitais (municípios estão concentrando o

Leia mais

CLIPPING IMPRESSO Página: -- Data: 04/10/2011. Enfoque: (X) Positivo ( ) Negativo ( ) Neutro NOTÍCIAS

CLIPPING IMPRESSO Página: -- Data: 04/10/2011. Enfoque: (X) Positivo ( ) Negativo ( ) Neutro NOTÍCIAS Editoria: Notícias www.manausonline.com.br Coluna: -- Prefeitura inicia programação do Outubro Rosa, movimento de prevenção ao câncer de mama ( ) Matéria articulada pela assessoria de imprensa -- NOTÍCIAS

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL

ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL ATRIBUIÇÕES DA EQUIPE MULTIPROFISSIONAL Das Atribuições dos Profissionais dos Recursos Humanos Atribuições comuns a todos os profissionais que integram a equipe: Conhecer a realidade das famílias pelas

Leia mais

Dengue: situação epidemiológica e estratégias de preparação para 2014

Dengue: situação epidemiológica e estratégias de preparação para 2014 Dengue: situação epidemiológica e estratégias de preparação para 2014 Secretaria de Vigilância em Saúde Jarbas Barbosa 11 de novembro de 2013 Casos Prováveis e internações por dengue/fhd Brasil, 1986-2013*

Leia mais

Detalhamento por Localizador

Detalhamento por Localizador Programa 2015 - Aperfeiçoamento do Sistema Único de Saúde (SUS) 20QI - Implantação e Manutenção da Força Nacional de Saúde Número de Ações 3 Esfera: 20 - Orçamento da Seguridade Social Função: 10 - Saúde

Leia mais

É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus A (H1N1).

É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus A (H1N1). INFLUENZA (GRIPE) SUÍNA INFLUENZA SUÍNA É uma doença respiratória aguda, causada pelo vírus A (H1N1). Assim como a gripe comum, a influenza suína é transmitida, principalmente, por meio de tosse, espirro

Leia mais

Vigilância em Saúde. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2014. Nesta Edição: ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15

Vigilância em Saúde. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2014. Nesta Edição: ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15 Diretoria de Epidemiológica Gerência de Doenças Imunopreveníveis e Programa de Imunizações ANO 4 Nº 01 ANUAL JANEIRO 15 Nesta Edição: 1. Perfil do Tétano em Alagoas de 2007 a 2. Intensificação das Ações

Leia mais

Programa Nacional de Segurança do Paciente: estado da arte e perspectivas

Programa Nacional de Segurança do Paciente: estado da arte e perspectivas Programa Nacional de Segurança do Paciente: estado da arte e perspectivas Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência

Leia mais

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html

http://bvsms.saude.gov.br/bvs/saudelegis/gm/2008/prt1559_01_08_2008.html Página 1 de 5 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Gabinete do Ministro PORTARIA Nº 1.559, DE 1º DE AGOSTO DE 2008 Institui a Política Nacional

Leia mais

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA Secretaria da Saúde do Estado da Bahia Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde

GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA Secretaria da Saúde do Estado da Bahia Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde GOVERNO DO ESTADO DA BAHIA Secretaria da Saúde do Estado da Bahia Superintendência de Vigilância e Proteção da Saúde NOTA TÉCNICA Nº 03/2015 DIVEP/LACEN/SUVISA/SESAB Assunto: Casos de ZIKA Vírus e de Doença

Leia mais

Secretaria de Estado de Saúde Pública UHE BELO MONTE AÇÕES MITIGADORAS NA REGIÃO DE SÁUDE DO XINGU

Secretaria de Estado de Saúde Pública UHE BELO MONTE AÇÕES MITIGADORAS NA REGIÃO DE SÁUDE DO XINGU Secretaria de Estado de Saúde Pública UHE BELO MONTE AÇÕES MITIGADORAS NA REGIÃO DE SÁUDE DO XINGU PLANO BÁSICO AMBIENTAL Saúde Equipamentos de saúde Controle da malária Saúde indígena O Plano de Saúde

Leia mais

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002.

Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. Portaria nº 339 de 08 de Maio de 2002. O Secretário de Assistência à Saúde, no uso de suas atribuições legais, Considerando a Portaria GM/MS nº 866, de 09 de maio de 2002, que cria os mecanismos para organização

Leia mais

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR

PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR PERGUNTAS FREQUENTES SOBRE O PARFOR 1. Como são os cursos ofertados pela plataforma freire e quais os benefícios para os professores que forem selecionados? O professor sem formação poderá estudar nos

Leia mais

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013

Seminário estratégico de enfrentamento da. Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS. Maio, 2013 Seminário estratégico de enfrentamento da Tuberculose e Aids no Estado do Rio de Janeiro PACTUAÇÃO COM GESTORES MUNICIPAIS Maio, 2013 1.Detecção de casos e tratamento da tuberculose 1.1. Descentralizar

Leia mais

DESAFIOS E INOVAÇÕES NO CONTROLE DA DENGUE

DESAFIOS E INOVAÇÕES NO CONTROLE DA DENGUE PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE / Secretaria Municipal de Saúde Coordenadoria Geral de Vigilância em Saúde DESAFIOS E INOVAÇÕES NO CONTROLE DA DENGUE Vigilância epidemiológica e controle vetorial

Leia mais

DOENÇA PELO VÍRUS EBOLA PLANO DE AÇÃO

DOENÇA PELO VÍRUS EBOLA PLANO DE AÇÃO Estado do Rio Grande do Sul Secretaria de Estado da Saúde Centro Estadual de Vigilância em Saúde Centro de Informações Estratégicas e Respostas em Vigilância em Saúde - CIEVS DOENÇA PELO VÍRUS EBOLA PLANO

Leia mais

Clipping Eletrônico Sexta-feira dia 14/11/2014

Clipping Eletrônico Sexta-feira dia 14/11/2014 Clipping Eletrônico Sexta-feira dia 14/11/2014 Jornal Em Tempo - Dia a Dia - Página C1 14/11/2014 Jornal Em Tempo - Dia a Dia - Página C5 14/11/2014 Portal Acrítica - Saúde - 13 de novembro de 2014 Av.

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 07/13 RELATÓRIO ANUAL DE GESTÃO - RAG ORIENTAÇÕES GERAIS Introdução O Planejamento é um instrumento de gestão, que busca gerar e articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas de

Leia mais

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello

SAÚDE. Coordenador: Liliane Espinosa de Mello Coordenador: Liliane Espinosa de Mello SAÚDE Visão: Que Santa Maria seja o principal Polo na Área de Saúde do interior do Rio Grande do Sul, contribuindo para a melhor qualidade de vida da população da

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE GRUPO HOSPITALAR CONCEIÇÃO AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) AGENDA ESTRATÉGICA DA GESTÃO (2012-2015) Este documento tem o propósito de promover o alinhamento da atual gestão

Leia mais

O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO

O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO SETOR NA CIDADE DE SÃO PAULO Januário Montone II Congresso Consad de Gestão Pública Painel 23: Inovações gerenciais na saúde O SISTEMA DE PARCERIAS COM O TERCEIRO

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SÃO PAULO PARECER COREN-SP GEFIS Nº 29 / 2010 Abordagem Sindrômica. Participação Legal do Enfermeiro. Programa de Controle das Doenças Sexualmente Transmissíveis. Programa de Atenção Integral em Doenças Prevalentes

Leia mais

A SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE-SVS e o DECRETO n 7.508/2011

A SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE-SVS e o DECRETO n 7.508/2011 A SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE-SVS e o DECRETO n 7.508/2011 Departamento de Gestão da Vigilância em Saúde-DAGVS Secretaria de Vigilância em Saúde dagvs@saude.gov.br 06/03/2012 IMPLEMENTAÇÃO DO DECRETO

Leia mais

Funcionamento das comissões hospitalares metropolitanas que funcionam sob a gestão do Imip RELATOR: Cons. Mauro Luiz de Britto Ribeiro

Funcionamento das comissões hospitalares metropolitanas que funcionam sob a gestão do Imip RELATOR: Cons. Mauro Luiz de Britto Ribeiro PARECER CFM nº 4/13 INTERESSADO: CRM-PE ASSUNTO: Funcionamento das comissões hospitalares metropolitanas que funcionam sob a gestão do Imip RELATOR: Cons. Mauro Luiz de Britto Ribeiro EMENTA: Em obediência

Leia mais

no Brasil O mapa da Acreditação A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais

no Brasil O mapa da Acreditação A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais O mapa da Acreditação no Brasil A evolução da certificação no país, desafios e diferenças entre as principais metodologias Thaís Martins shutterstock >> Panorama nacional Pesquisas da ONA (Organização

Leia mais

Seminário de Doenças Crônicas

Seminário de Doenças Crônicas Seminário de Doenças Crônicas LINHA DE CUIDADO DE HIPERTENSÃO ARTERIAL E DIABETES EXPERIÊNCIA DE DIADEMA SP Dra Lidia Tobias Silveira Assistente Gabinete SMS Diadema Linha de cuidado de HAS e DM Experiência

Leia mais

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA

EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA EDITAL DO CENTRO DE PROMOÇÃO DA SAÚDE TERMO DE REFERÊNCIA Nº 03/2012 COTAÇÃO PRÉVIA DE PREÇO Nº 03/2012 TIPO: QUALIFICAÇÃO TÉCNICA O Centro de Promoção da Saúde, entidade privada sem fins lucrativos, inscrita

Leia mais

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM

MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM MINUTA DE RESOLUÇÃO CFM Dispõe sobre a normatização do funcionamento dos prontos-socorros hospitalares, assim como do dimensionamento da equipe médica e do sistema de trabalho. O Conselho Federal de Medicina,

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME. Secretaria Nacional de Assistência Social MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME. Secretaria Nacional de Assistência Social MINISTÉRIO DA SAÚDE. Secretaria de Atenção à Saúde MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL E COMBATE À FOME Secretaria Nacional de Assistência Social MINISTÉRIO DA SAÚDE Secretaria de Atenção à Saúde Instrução Operacional Conjunta MDS - MS 1. INTRODUÇÃO A

Leia mais

Edital nº 002/2010/GSIPR/SENAD

Edital nº 002/2010/GSIPR/SENAD PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA GABINETE DE SEGURANÇA INSTITUCIONAL SECRETARIA NACIONAL DE POLITICAS SOBRE DROGAS MINISTÉRIO DA SAÚDE Comitê Gestor do Plano Integrado de Enfretamento ao Crack e Outras Drogas

Leia mais

Rede Nacional de Câncer Familial: Sub-rede de Epidemiologia

Rede Nacional de Câncer Familial: Sub-rede de Epidemiologia Fórum INCA-ASCO sobre Câncer Hereditário Predisposição Genética ao Câncer 21 e 22 de novembro de 2011 Hotel Novo Mundo Flamengo Rio de Janeiro Brasil Rede Nacional de Câncer Familial: Sub-rede de Epidemiologia

Leia mais

Capacitação dos gestores do serviço público em qualidade e segurança do paciente (com o uso da simulação realística)

Capacitação dos gestores do serviço público em qualidade e segurança do paciente (com o uso da simulação realística) Capacitação dos gestores do serviço público em qualidade e segurança do paciente (com o uso da simulação realística) Parceria da ANVISA com o Centro de Simulação Realística do Hospital Israelita Albert

Leia mais

FORTALECIMENTO DAS CAPACIDADES BÁSICAS EM PONTOS DE ENTRADA INDICADORES OMS

FORTALECIMENTO DAS CAPACIDADES BÁSICAS EM PONTOS DE ENTRADA INDICADORES OMS FORTALECIMENTO DAS CAPACIDADES BÁSICAS EM PONTOS DE ENTRADA INDICADORES OMS O Brasil vem trabalhando o fortalecimento das Capacidades Básicas para o Regulamento Sanitário Internacional RSI 2005, como Estado

Leia mais

CARGOS E FUNÇÕES APEAM

CARGOS E FUNÇÕES APEAM CARGOS E FUNÇÕES APEAM 1. PRESIDÊNCIA A Presidência possui por finalidades a representação oficial e legal da associação, coordenação e integração da Diretoria Executiva, e o acompanhamento, avaliação,

Leia mais

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA

RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA RELAÇÃO DE DOCUMENTOS NECESSÁRIOS PARA COMPROVAÇÃO DOS ITENS DE VERIFICAÇÃO - UPA Quando da apresentação de protocolos, manual de normas e rotinas, procedimento operacional padrão (POP) e/ou outros documentos,

Leia mais

Rastreamento Organizado para a Detecção Precoce do Câncer de Mama

Rastreamento Organizado para a Detecção Precoce do Câncer de Mama SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE Rastreamento Organizado para a Detecção Precoce do Câncer de Mama Programa Mulheres de Peito São Paulo, 24 de julho de 2014 Justificativas O câncer de mama é a primeira causa

Leia mais

OBSERVAÇÃO DOS CONHECIMENTOS E PRÁTICAS DA POPULAÇÃO, DE UMA MICROÁREA DE UM BAIRRO DO RECIFE-PE SOBRE DENGUE

OBSERVAÇÃO DOS CONHECIMENTOS E PRÁTICAS DA POPULAÇÃO, DE UMA MICROÁREA DE UM BAIRRO DO RECIFE-PE SOBRE DENGUE OBSERVAÇÃO DOS CONHECIMENTOS E PRÁTICAS DA POPULAÇÃO, DE UMA MICROÁREA DE UM BAIRRO DO RECIFE-PE SOBRE DENGUE TEIXEIRA, A.Q. (¹) ; BRITO, A.S. (²) ; ALENCAR, C.F. (2) ; SILVA, K.P. (2), FREITAS, N.M.C.

Leia mais

PREFEITURA DE NOVO HAMBURGO INFORMATIZA SERVIÇOS DE SAÚDE E TRAZ MELHORIAS PARA CIDADÃOS E PROFISSIONAIS DA REDE

PREFEITURA DE NOVO HAMBURGO INFORMATIZA SERVIÇOS DE SAÚDE E TRAZ MELHORIAS PARA CIDADÃOS E PROFISSIONAIS DA REDE Case de Sucesso Integrando CIOs, gerando conhecimento. PREFEITURA DE NOVO HAMBURGO INFORMATIZA SERVIÇOS DE SAÚDE E TRAZ MELHORIAS PARA CIDADÃOS E PROFISSIONAIS DA REDE Perfil A Secretaria Municipal da

Leia mais

Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI)

Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) Presidência da República Controladoria-Geral da União Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) PROGRAMA DE ERRADICAÇÃO DO TRABALHO INFANTIL (PETI) O PETI é um programa do Governo Federal que

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO DE JANEIRO

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO DE JANEIRO PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS RIO DE JANEIRO Objetivo 1 - Apresentar e difundir o Plano Enfrentamento do HIV/Aids e outras DST junto à

Leia mais

ANEXO V COMPETÊNCIAS DEFINIDAS

ANEXO V COMPETÊNCIAS DEFINIDAS ANEXO V COMPETÊNCIAS DEFINIDAS Compete as Unidades de Saúde (básica, secundária/ambulatórios follow up): 1. Realizar a identificação das crianças que cumprem os critérios estabelecidos para recebimento

Leia mais

SUP E RINT E NDÊ NCIA DE VIG IL ÂNCIA E M SAÚDE

SUP E RINT E NDÊ NCIA DE VIG IL ÂNCIA E M SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Gerência de Vigilância Epidemiológica Coordenação de Controle das Doenças Hídricas e Alimentares Av. 136, s/nº, Qd.F44, Lt 22 a 24, Edf. César Sebba, Setor Sul,

Leia mais

Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil

Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos. Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil Etapas para a Elaboração de Planos de Mobilidade Participativos Nívea Oppermann Peixoto, Ms Coordenadora Desenvolvimento Urbano EMBARQ Brasil Novo cenário da mobilidade urbana Plano de Mobilidade Urbana:

Leia mais

Controle do Aedes aegypti e ações intersetoriais

Controle do Aedes aegypti e ações intersetoriais II eminário DENGUE: desafios para políticas integradas de ambiente, atenção e promoção da saúde Controle do Aedes aegypti e ações intersetoriais Instituto Oswaldo Cruz FIOCUZ Laboratório Fisiologia e Controle

Leia mais

DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal

DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal DIREITO À VIDA A GESTÃO DA QUALIDADE E DA INTEGRALIDADE DO CUIDADO EM SAÚDE PARA A MULHER E A CRIANÇA NO SUS-BH: a experiência da Comissão Perinatal Grupo temático: Direito à vida, à saúde e a condições

Leia mais

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL

1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1 MINUTA DO PLANO DE COMUNICAÇÃO E PARTICIPAÇÃO SOCIAL 1.1 APRESENTAÇÃO O Plano de Comunicação e Participação Social subsidiará a elaboração do Plano Diretor de Mobilidade Urbana, criando as bases para

Leia mais

CARTA ACORDO Nº. 0600.103.002 Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo

CARTA ACORDO Nº. 0600.103.002 Fundação Arnaldo Vieira de Carvalho mantenedora da Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo Ao Ministério da Saúde Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde Departamento de Gestão da Educação na Saúde E-mail: deges@saude.gov.br - prosaude@saude.gov.br CARTA ACORDO Nº. 0600.103.002

Leia mais

Decreto 7.508 de 28/06/2011. - Resumo -

Decreto 7.508 de 28/06/2011. - Resumo - Decreto 7.508 de 28/06/2011 - Resumo - GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ Secretaria de Estado de Saúde Pública Sistema Único de Saúde SIMÃO ROBISON DE OLIVEIRA JATENE Governador do Estado do Pará HELENILSON PONTES

Leia mais

Dengue a mais nova endemia "de estimação"?

Dengue a mais nova endemia de estimação? Dengue a mais nova endemia "de estimação"? A Dengue, no Estado do Rio de Janeiro, encontra-se no 2 o ano do seu reconhecimento, tendo sido introduzida no início de 1986, talvez desde janeiro. Evoluiu,

Leia mais

Projeto Lobby Day. Isabel d Avila Coordenadora de Advocacy

Projeto Lobby Day. Isabel d Avila Coordenadora de Advocacy Projeto Lobby Day Isabel d Avila Coordenadora de Advocacy Lobby Day Origens O Projeto A que se pretende o Projeto... Lobby Day Congresso Nacional: Notificação Compulsória do Câncer de Mama Projeto de ação

Leia mais

Dengue, Chikungunya e Zika

Dengue, Chikungunya e Zika SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE DA PARAÍBA GERENCIA EXECUTIVA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Dengue, Chikungunya e Zika Nº 01/2016 Situação epidemiológica De 01 a 25 de janeiro de 2016 ( 4ª* semana epidemiológica

Leia mais

Ciclo do mosquito da Dengue

Ciclo do mosquito da Dengue DENGUE 2,5 bilhões de pessoas em risco 100 milhões de casos por ano Estimativa de 400.000 casos de FHD 100 mil óbitos por ano 100 países endêmicos 121 mil casos no RJ em 2008 103 óbitos (42% em crianças

Leia mais

A atenção obstétrica, neonatal, infantil e os desafios para alcançar os ODM 3, 4 e 5

A atenção obstétrica, neonatal, infantil e os desafios para alcançar os ODM 3, 4 e 5 A atenção obstétrica, neonatal, infantil e os desafios para alcançar os ODM 3, 4 e 5 A partir dos esforços para melhorar a saúde materno-infantil, tais como: Programa de Humanização do Parto e Nascimento

Leia mais

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR

ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR ANEXO I TERMO DE COMPROMISSO DE APOIO À ASSISTÊNCIA HOSPITALAR Pelo presente termo de compromisso, de um lado a Secretaria de Estado da Saúde do Estado do Rio de Janeiro/ Fundo Estadual de Saúde, com endereço

Leia mais

LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas

LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas LEI 13003 Manual Perguntas e Respostas APRESENTAÇÃO A Federação Baiana de Hospitais e a Associação de Hospitais e Serviços de Saúde do Estado da Bahia, cumprindo com a função de orientar e assessorar hospitais,

Leia mais

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006

Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Curso de Formação de Conselheiros em Direitos Humanos Abril Julho/2006 Realização: Ágere Cooperação em Advocacy Apoio: Secretaria Especial dos Direitos Humanos/PR Módulo III: Conselhos dos Direitos no

Leia mais

PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE SAÚDE - "A SANTA MARIA QUE QUEREMOS"

PLANILHA DE OBJETIVOS E AÇÕES VIABILIZADORAS FT DE SAÚDE - A SANTA MARIA QUE QUEREMOS 1 - Apoiar a construção coletiva e implementação do Plano Realizar a Conferência com uma ampla participação da comunidade Sugerir propostas não contempladas na proposta do Plano Conferência Municipal de

Leia mais

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA,

Carta de Campinas 1) QUANTO AO PROBLEMA DO MANEJO DAS CRISES E REGULAÇÃO DA PORTA DE INTERNAÇÃO E URGÊNCIA E EMERGÊNCIA, Carta de Campinas Nos dias 17 e 18 de junho de 2008, na cidade de Campinas (SP), gestores de saúde mental dos 22 maiores municípios do Brasil, e dos Estados-sede desses municípios, além de profissionais

Leia mais

Cronograma Credenciados JAN, FEV e MAR 2011

Cronograma Credenciados JAN, FEV e MAR 2011 Rio de Janeiro, 18 de novembro de 2010. PASA/CE 032/10 Assunto: Manual do Credenciado Médico do PASA/Vale Prezado(a) credenciado(a), O PASA, visando a melhoria constante do seu fluxo de processamento de

Leia mais

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento

Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Em busca da sustentabilidade na gestão do saneamento: instrumentos de planejamento Marcelo de Paula Neves Lelis Gerente de Projetos Secretaria Nacional de Saneamento Ambiental Ministério das Cidades Planejamento

Leia mais

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014

PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP. Maio de 2014 PROJETO DE ESTRUTURAÇÃO SAÚDE PÚBLICA Prefeitura Municipal de Itapeva - SP Maio de 2014 UMA RÁPIDA VISÃO DA SAÚDE PÚBLICA NO BRASIL HOJE Estrutura com grandes dimensões, complexa, onerosa e com falta de

Leia mais

PARECER CRM/MS N 16/2012 PROCESSO CONSULTA Nº 33/2011 INTERESSADO:

PARECER CRM/MS N 16/2012 PROCESSO CONSULTA Nº 33/2011 INTERESSADO: PARECER CRM/MS N 16/2012 PROCESSO CONSULTA Nº 33/2011 INTERESSADO: Dra. B. F. D./SECRETARIA DE ESTADO DA SAUDE/MS ASSUNTO/PALAVRA CHAVE: Sigilo medico. Prontuário Médico. Registro de Câncer de Base Populacional.

Leia mais

CAPACITAÇÃO PARA MULTIPLICADORES EM TESTES RÁPIDOS HIV E SÍFILIS, NO ÂMBITO DA RC

CAPACITAÇÃO PARA MULTIPLICADORES EM TESTES RÁPIDOS HIV E SÍFILIS, NO ÂMBITO DA RC MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS ÁREA TÉCNICA DE SAÚDE DA MULHER CAPACITAÇÃO PARA MULTIPLICADORES EM TESTES RÁPIDOS HIV E SÍFILIS, NO ÂMBITO

Leia mais

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense

PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense PROJETO Educação de Qualidade: direito de todo maranhense 1. DISCRIMINAÇÃO DO PROJETO Título do Projeto Educação de Qualidade: direito de todo maranhense Início Janeiro de 2015 Período de Execução Término

Leia mais

PROJETO TELESSAÚDERS. Projeto de Telemática e Telemedicina em Apoio à Atenção Primária à Saúde no Brasil: Núcleo Rio Grande do Sul.

PROJETO TELESSAÚDERS. Projeto de Telemática e Telemedicina em Apoio à Atenção Primária à Saúde no Brasil: Núcleo Rio Grande do Sul. PROJETO TELESSAÚDERS Projeto de Telemática e Telemedicina em Apoio à Atenção Primária à Saúde no Brasil: Núcleo Rio Grande do Sul. (TelessaúdeRS) O que é o TelessaúdeRS? É um serviço de suporte assistencial

Leia mais

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA

SECRETARIA DE SAÚDE SECRETARIA EXECUTIVA DE COORDENAÇÃO GERAL DIRETORIA GERAL DE PLANEJAMENTO - GERÊNCIA DE GESTÃO ESTRATÉGICA E PARTICIPATIVA NOTA TÉCNICA 03/13 PROGRAMAÇÃO ANUAL DE SAÚDE ORIENTAÇÕES GERAIS PARA ELABORAÇÃO - 2014 Introdução: O Planejamento é uma tecnologia de gestão que visa articular mudanças e aprimorar o desempenho dos sistemas

Leia mais

Informe Epidemiológico CHIKUNGUNYA N O 03 Atualizado em 24-11-2014, às 11h.

Informe Epidemiológico CHIKUNGUNYA N O 03 Atualizado em 24-11-2014, às 11h. Informe Epidemiológico CHIKUNGUNYA N O 03 Atualizado em 24-11-2014, às 11h. Vigilância Epidemiológica de Febre Chikungunya No Brasil, a febre chikungunya é uma doença de notificação compulsória e imediata,

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE REGULAÇÃO Portaria GM 1.559 01/08/08

POLÍTICA NACIONAL DE REGULAÇÃO Portaria GM 1.559 01/08/08 Secretaria de Estado da Saúde Coordenadoria das Regiões de Saúde SIMPÓSIO FAEPA Conquistas e Desafios na Atenção à Saúde Pública em Ribeirão Preto A IMPORTÂNCIA DA REGULAÇÃO DE FLUXO DE PACIENTES PARA

Leia mais

PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013. p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136

PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013. p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136 PORTARIA Nº 876/GM, DE 16 DE MAIO DE 2013 p. DOU, Seção1, de 17.5.2013, págs. 135/136 Dispõe sobre a aplicação da Lei nº 12.732, de 22 de novembro de 2012, que versa a respeito do primeiro tratamento do

Leia mais

MA160.MA.77/RT.001 3.18. PROGRAMA DE ATENDIMENTO MÉDICO SANITÁRIO PARA A POPULAÇÃO RESIDENTE NA AID

MA160.MA.77/RT.001 3.18. PROGRAMA DE ATENDIMENTO MÉDICO SANITÁRIO PARA A POPULAÇÃO RESIDENTE NA AID 3.18. PROGRAMA DE ATENDIMENTO MÉDICO SANITÁRIO PARA A POPULAÇÃO RESIDENTE NA AID 3.18.1. Introdução O quadro de saúde da região da área de influência direta do empreendimento traduzido pelas condições

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU. Nota Técnica nº 10

Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU. Nota Técnica nº 10 Estado do Rio Grande do Sul Secretaria da Saúde Complexo Regulador Estadual Central de Regulação das Urgências/SAMU Nota Técnica nº 10 LIBERAÇÃO E SOLICITAÇÃO DE AMBULÂNCIA DO SERVIÇO DE ATENDIMENTO MÓVEL

Leia mais

Apresentação do Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde (CIOCS)

Apresentação do Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde (CIOCS) Copa do Mundo FIFA Brasil 2014 Apresentação do Centro Integrado de Operações Conjuntas da Saúde (CIOCS) Arthur Chioro Ministro da Saúde Preparação conjunta com as cidades-sede Brasília DF Cuiabá MT Curitiba

Leia mais

ORIENTAÇÃO TÉCNICA Nº 02/2013

ORIENTAÇÃO TÉCNICA Nº 02/2013 ORIENTAÇÃO TÉCNICA Nº 02/2013 Aos: Senhores(as) Secretários(as) Municipais de Assistência Social e Conselheiros Municipais de Assistência Social. Referente: Elaboração do Plano Municipal de Assistência

Leia mais

IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS

IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS IV FÓRUM ÉTICO LEGAL EM ANÁLISES CLÍNICAS Brasília, 08 de junho de 2010. Cumprimento de Contratos das Operadoras com os Laboratórios Clínicos. DIRETORIA DE DESENVOLVIMENTO SETORIAL - DIDES Gerência de

Leia mais

DECRETO MUNICIPAL N O 2462/2015 Data: 28 de maio de 2015

DECRETO MUNICIPAL N O 2462/2015 Data: 28 de maio de 2015 DECRETO MUNICIPAL N O 2462/2015 Data: 28 de maio de 2015 HOMOLOGA REGIMENTO INTERNO DO COMITÊ MUNICIPAL DE MOBILIZAÇÃO E PREVENÇÃO NO CONTROLE A DENGUE DE ITAPOÁ. de suas atribuições legais, SERGIO FERREIRA

Leia mais

Clipping Eletrônico Sábado dia 25/10/2014

Clipping Eletrônico Sábado dia 25/10/2014 Clipping Eletrônico Sábado dia 25/10/2014 Jornal Diário do Amazonas Brasil Pág. 15-25 de outubro de 2014 Jornal Acrítica Brasil / Mundo Pág. A6-25 de outubro de 2014 Portal D24AM Saúde - 25 de outubro

Leia mais

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO UPA TORRÕES

RELATÓRIO DE EXECUÇÃO UPA TORRÕES DIRETORIA GERAL DE MODERNIZAÇÃO E MONITORAMENTO DA ASSISTÊNCIA À SAÚDE RELATÓRIO DE EXECUÇÃO UPA TORRÕES Período Junho a Agosto de 2013 Novembro 2013 2 INTRODUÇÃO O excesso de pacientes com problemas médicos

Leia mais

Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde

Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde Como a Tecnologia pode democratizar o acesso à saúde Smartcity Business América 2015 Curitiba PR Brazil Maio de 2015 Sociedades Inteligentes e Governaça Airton Coelho, MsC, PMP Secretário de Ciência e

Leia mais

Febre Amarela Silvestre, Brasil, 2009.

Febre Amarela Silvestre, Brasil, 2009. Febre Amarela Silvestre, Brasil, 2009. BOLETIM DE ATUALIZAÇÃO Dezembro/2009 Emergências em Saúde Pública de Importância Nacional (ESPIN) de Febre Amarela Silvestre em São Paulo e no Rio Grande do Sul e

Leia mais

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ

DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ DOCUMENTO FINAL 11ª CONFERÊNCIA DE SAÚDE DO PARANÁ EIXO 1 DIREITO À SAÚDE, GARANTIA DE ACESSO E ATENÇÃO DE QUALIDADE Prioritária 1: Manter o incentivo aos Programas do Núcleo Apoio da Saúde da Família

Leia mais

Secretaria de Vigilância em Saúde Informe Epidemiológico da Dengue Análise de situação e tendências - 2010

Secretaria de Vigilância em Saúde Informe Epidemiológico da Dengue Análise de situação e tendências - 2010 MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE Secretaria de Vigilância em Saúde Informe Epidemiológico da Dengue Análise de situação e tendências - 21 A Secretaria de Vigilância em Saúde, em trabalho

Leia mais

PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014

PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014 PORTARIA Nº 375, DE 10 DE MARÇO DE 2014 Regulamenta a aplicação das emendas parlamentares que adicionarem recursos à Rede SUS no exercício de 2014 para aplicação em obras de ampliação e construção de entidades

Leia mais

TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTAS Nº 01/03

TERMO DE AJUSTAMENTO DE CONDUTAS Nº 01/03 Inquérito Civil: Compromitente: Ministério Público do Estado de Mato Grosso Promotoria da Cidadania, Defesa Comunitária e do Consumidor Compromissados: Secretaria de Estado de Saúde e Fundação de Saúde

Leia mais

SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL

SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL -Principais serviços que a Assistência Social possui para atendimento de idosos: - Proteção Social Básica (atendimento preventivo) - Centro de Convivência do Idoso - atualmente

Leia mais

EDITAL Nº 03/2007 CHAMAMENTO PARA CREDENCIAMENTO DE LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS.

EDITAL Nº 03/2007 CHAMAMENTO PARA CREDENCIAMENTO DE LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS. EDITAL Nº 03/2007 CHAMAMENTO PARA CREDENCIAMENTO DE LABORATÓRIOS DE ANÁLISES CLÍNICAS. O MUNICÍPIO DE PALMAS, no Estado do Tocantins, através da Secretaria Municipal de Saúde, pela COMISSÃO ESPECIAL DE

Leia mais

Gestão da dengue no município de Niterói

Gestão da dengue no município de Niterói Gestão da dengue no município de Niterói Fundação Municipal de Saúde de Niterói Veronica Alcoforado de Miranda Coordenação do Núcleo de Educação Permanente e Pesquisa A questão da reemergência da dengue

Leia mais

Situação epidemiológica e medidas de preparação. Jarbas Barbosa da Silva Jr. Secretário de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde

Situação epidemiológica e medidas de preparação. Jarbas Barbosa da Silva Jr. Secretário de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Situação epidemiológica e medidas de preparação Jarbas Barbosa da Silva Jr. Secretário de Vigilância em Saúde Ministério da Saúde Vírus Ebola Família Filoviridae, gênero Ebolavirus A primeira espécie de

Leia mais

Registro de Produtos. Treinamento

Registro de Produtos. Treinamento Registro de Produtos Treinamento CENÁRIO REGULAMENTAR PARA REGISTRO DE PRODUTOS Cronologia das Resoluções referentes ao Produto Adequação, Registro e Manutenção. Atuação da Equipe Rede de Recursos quanto

Leia mais

WORKSHOP Registro e Manutenção dos Produtos RN 356 IN-DIPRO 45 IN-DIPRO 46

WORKSHOP Registro e Manutenção dos Produtos RN 356 IN-DIPRO 45 IN-DIPRO 46 WORKSHOP Registro e Manutenção dos Produtos RN 356 IN-DIPRO 45 IN-DIPRO 46 NORMATIVOS Resolução Normativa nº 356, de 2014 Altera a RN nº 85, de 2004. Altera a RN nº 89, de 2003. Altera a RN nº 309, de

Leia mais

RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA

RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA RIO GRANDE DO NORTE SECRETARIA DO ESTADO DA SAÚDE PÚBLICA NORMA TÉCNICA PARA FLUXO DE PACIENTES CIRÚRGICOS ENTRE HOSPITAIS GERAIS ESTADUAIS DE REFERÊNCIA DA REGIÃO METROPOLITANA E MOSSORÓ E AS UNIDADES

Leia mais

Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde

Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde Ministério da Saúde cria o Programa Nacional de Segurança do Paciente para o monitoramento e prevenção de danos na assistência à saúde Rede Sentinela Desde 2011, 192 hospitais da Rede Sentinela monitoram

Leia mais

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE. Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada

IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE. Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada IV CONGRESSO BRASILEIRO DE DIREITO E SAÚDE Os Impactos da Judicialização na Saúde Pública e Privada 25/11/2015 HISTÓRICO: Período anterior a CF de 1988 INAMPS População e procedimentos restritos Movimento

Leia mais

CURSO: O SUS PARA NOVOS SECRETÁRIOS DE SAÚDE. Início da Nova Gestão Diagnóstico, Planejamento e Controle Social.

CURSO: O SUS PARA NOVOS SECRETÁRIOS DE SAÚDE. Início da Nova Gestão Diagnóstico, Planejamento e Controle Social. CURSO: O SUS PARA NOVOS SECRETÁRIOS DE SAÚDE. Início da Nova Gestão Diagnóstico, Planejamento e Controle Social. TRANSIÇÃO Organograma Oficial da Secretaria com os atuais ocupantes, condição (efetivo ou

Leia mais

Perguntas e Respostas Influenza A (atualizado em 11/06/2009) MINISTÉRIO DA SAÚDE Assessoria de Comunicação

Perguntas e Respostas Influenza A (atualizado em 11/06/2009) MINISTÉRIO DA SAÚDE Assessoria de Comunicação Perguntas e Respostas Influenza A (atualizado em 11/06/2009) MINISTÉRIO DA SAÚDE Assessoria de Comunicação 1) Qual a diferença entre o nível 5 e o nível 6? O que difere os níveis de alerta 5 e 6 é o aumento

Leia mais

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1

TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 TEXTO BÁSICO PARA SUBSIDIAR TRABALHOS EDUCATIVOS NA SEMANA DE COMBATE À DENGUE 1 A Dengue A dengue é uma doença infecciosa de origem viral, febril, aguda, que apesar de não ter medicamento específico exige

Leia mais

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS INTEGRANTES DO PROGRAMA DE SAÚDE DA FAMÍLIA ATRIBUIÇÕES DO MÉDICO I- Realizar consultas clínicas aos usuários de sua área adstrita; II- Participar das atividades de grupos de controle

Leia mais