Nova Sistemática de Tributação no Mercado Financeiro para 2005

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Nova Sistemática de Tributação no Mercado Financeiro para 2005"

Transcrição

1 Nova Sistemática de Tributação no Mercado Financeiro para 2005 Ana Carolina Pereira Monguilod e Mário Shingaki Consultores tributários da Levy & Salomão Advogados No final do ano de 2004, o Governo Federal editou diversas medidas de incentivo ao alongamento dos prazos de investimentos no mercado financeiro, criando, nestas bases, a possibilidade de redução da carga tributária incidente sobre aplicações e fundos de investimento de renda fixa. Como resultado, o regime de tributação anterior, que era baseado na cobrança do imposto de renda à alíquota de 20%, foi substituído por uma sistemática de alíquotas regressivas, incidentes sobre os rendimentos produzidos por aplicações e operações financeiras de renda fixa e variável, determinadas conforme o prazo do investimento, nos termos das regras introduzidas pelas Leis nº , de 21 de dezembro de 2004 (lei de conversão da Medida Provisória nº 206, de 6 de agosto de 2004), e nº , de 29 de dezembro de 2004 (produto da conversão da MP nº 209, de 26 de agosto de 2004). A Secretaria da Receita Federal ( SRF ) regulamentou tais regras através da Instrução Normativa nº 487, de 30 de dezembro de 2004, recentemente alterada pela Instrução Normativa nº 489, de 7 de janeiro de Aplicações ou Operações de 1 Renda Fixa Rendimentos Produzidos A Partir de 2005: a nova sistemática de tributação prevê a incidência do imposto de renda na fonte IRF - a alíquotas regressivas para as aplicações e operações de renda fixa, variáveis de acordo com o prazo de investimento, em faixas de 22,5% (até 180 dias), 20% (de 181 dias até 360 dias), 17,5% (de 361 a 720 dias) e 15% (por mais de 720 dias). IRF DE OPERAÇÕES E APLICAÇÕES DE RENDA FIXA A PARTIR DE 2005 PRAZO ALÍQUOTA até 180 dias 22,5 % de 181 a 360 dias 20,0 % de 361 a 720 dias 17,5 % mais de 720 dias 15,0 % Aplicações ou Operações de Renda Fixa Já Existentes em : a incidência do IRF se dará de acordo com os prazos dos investimentos, contados a partir: (i) de 1º de julho de 2004, no caso de aplicação efetuada até 22 de dezembro de 2004 e (ii) da data da aplicação, para as operações efetuadas após 22 de dezembro de APLICAÇÕES FEITAS ATÉ RENDIMENTOS PRODUZIDOS IRF até de a de a ,5% de em diante 15,0% dias Contagem dos prazos a partir de % 20% 17,5% 15% 8. Disclosure das Transações Financeiras janeiro 2005 Disclo_109_dezembro.indd 8 22/3/2006, 11:09:43

2 v APLICAÇÕES FEITAS APÓS RENDIMENTOS PRODUZIDOS IRF até A partir de : até 180 dias 22,5% A partir de : de 181 a 360 dias A partir de : de 361 a 720 dias 17,5% A partir de : acima de 720 dias 15,0% Contagem dos prazos a partir da data de aplicação Operações Equiparadas a Renda Fixa: conforme dispõe a IN nº 487/04, sujeitar-se-ão à mesma tributação os rendimentos obtidos: (i) nas operações conjugadas que permitam a obtenção de rendimentos predeterminados (tais como as realizadas: (a) nos mercados de opções de compra e de venda em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros (box); (b) no mercado a termo nas bolsas de que trata a alínea anterior, em operações de venda coberta e sem ajustes diários; e (c) no mercado de balcão; (ii) pela entrega de recursos a pessoa jurídica, sob qualquer forma e a qualquer título, independentemente de ser ou não a fonte pagadora instituição autorizada a funcionar pelo Banco Central do Brasil; (iii) nas operações de mútuo de recursos financeiros entre pessoas jurídicas ou entre pessoa jurídica e pessoa física; e (iv) no reembolso ou na devolução dos valores retidos referentes à CPMF; (v) nas operações de transferência de dívidas realizadas com instituição financeira e demais instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. As operações de swap, embora não sejam aplicações de renda fixa sujeitar-se-ão às alíquotas regressivas (de 22,5% a 15% conforme o prazo). Fundos de Investimento de 2 Renda Fixa Rendimentos Produzidos A Partir de 2005: para fins de tributação dos rendimentos os fundos de renda fixa foram classificados em fundos de curto prazo (carteira constituída por títulos com prazo médio igual ou inferior a 365 dias) e de longo prazo (carteira constituída por títulos com prazo médio superior a 365 dias), conforme o prazo médio dos títulos de suas carteiras. PRAZO DA APLICAÇÃO FUNDO DE LONGO PRAZO Aplicações em Fundos de Renda Fixa de Longo Prazo Já Existentes em : a incidência do IRF se dará de acordo com os prazos dos investimentos, contados a partir: (i) de 1º de julho de 2004, no caso de aplicação efetuada até 22 de dezembro de 2004 e (ii) da data da aplicação, para as operações efetuadas após 22 de dezembro de FUNDO DE CURTO PRAZO até 180 dias 22,5 % 22,5 % de 181 a 360 dias 20,0 % 20,0 % de 361 a 720 dias 17,5 % - Acima de 720 dias 15,0 % - IRF Semestral ou Come quotas : no caso de fundos de longo prazo (mais de 365 dias), o chamado come-quotas semestral (IRF incidente no último dia útil de maio e novembro de cada ano) passou a ser aplicado à alíquota de 15% (e não mais a 20%, conforme sistemática anterior). Segundo a IN nº 487/ 04, em relação à incidência do come-quotas de maio de 2005, o imposto deverá ser apurado à alíquota de 20% sobre a parcela de rendimentos produzidos até 31 de dezembro de 2004, aplicando-se a nova alíquota de 15% tãosomente janeiro 2005 Disclosure das Transações Financeiras. 9 Disclo_109_dezembro.indd 9 22/3/2006, 11:09:43

3 sobre os rendimentos produzidos a partir de 1º de janeiro de Quando tais fundos contemplarem prazos de carência de até 90 dias para o resgate de quotas com rendimento, a incidência do come-quotas deverá ocorrer na data em que se completar cada período de carência, também à alíquota de 15%. Em ambos casos, por ocasião do resgate das quotas, poderá haver a incidência de IRF a uma alíquota complementar, de maneira a atingir a tributação prevista na tabela de alíquotas regressiva (que vão de 22,5% a 15%). Por outro lado, para os fundos de investimento de curto prazo (cujas carteiras de títu- los tenham prazo médio igual ou inferior a 365 dias), devem ser adotadas as regras da Lei nº /04, nos termos da qual a alíquota do imposto sobre os rendimentos apropriados semestralmente (come-quotas semestral) será de 20%. No resgate, haverá a possibilidade da cobrança de imposto complementar, considerando uma tributação global sobre referidos rendimentos às alíquotas de: (i) 22,5%, para aplicações com prazo de até 6 meses; ou (ii) 20%, para aplicações com prazo acima de 6 meses (contados da data da aplicação). Na hipótese de aplicações efetuadas até 30 de dezembro de 2004, tais prazos serão contados a partir de 1º de julho de Como a tributação dos fundos de investimento dependerá do prazo médio de sua carteira de títulos, os aplicadores em fundos com carteiras compostas por papéis de curto e médio prazo (inferiores a 365 dias) não se beneficiarão das alíquotas reduzidas de 17,5% e 15%, previstas pela Lei nº / 04. Com efeito, na prática, entendemos que poucos fundos conseguirão enquadrarse nas alíquotas reduzidas de 17,5% e 15%, uma vez que o giro dos papéis que compõem as respectivas carteiras são, em grande parte, formadas por papéis de curto prazo. FUNDO DE RENDA FIXA - CURTO PRAZO 1. Aplicações feitas até (contagem do prazo a partir de ). Come quotas semestral para rendimentos produzidos até , IRF no último dia útil de maio e novembro de cada ano, ou no resgate, se ocorrido antes). Rendimentos a partir de Sobre os rendimentos apropriados semestralmente ( come-quotas ). No resgate das quotas (aplicação de alíquota complementar conforme tabela): resgate efetuado a partir de 01/01/ Aplicações feitas a partir de (contagem a partir da data da aplicação). Sobre os rendimentos apropriados semestralmente ( come-quotas ). No resgate das quotas aplicação da alíquota complementar: Aplicação com prazo de 180 dias/resgate em até 180 dias, contados da data da aplicação ou do último come-quotas. Aplicação com prazo acima de 180 dias/ Resgate após 180 dias, contados da data da aplicação ou do último come-quotas. 0% 22,5% FUNDO DE RENDA FIXA - LONGO PRAZO 1. Rendimentos Produzidos até Come quotas semestral para rendimentos produzidos até , IRF no último dia útil de maio e novembro de cada ano, ou no resgate, se ocorrido antes). 2. Rendimentos a partir de Sobre os rendimentos apropriados semestralmente ( come-quotas ) Sobre os rendimentos de fundos com prazo de carência até 90 dias ( comequotas na data que completar cada período de carência). 3. Aplicação feitas a partir de Aplicação da alíquota complementar no resgate das quotas Aplicação com prazo de 180 dias/resgate em até 180 dias, contados da data da aplicação. Aplicação no prazo de 181 até 360 dias/ Resgate de 181 até 360 dias, contados da data da aplicação. Aplicação no prazo de 361 até 720 dias/ Resgate de 361 até 720 dias, contados da data da aplicação. Aplicação no prazo acima de 720 dias/ Resgate após 720 dias, contados da data da aplicação. 20,0 % 15,0 % 15,0 % 22,5 % 20,0 % 17,5 % 15,0 % 10. Disclosure das Transações Financeiras janeiro 2005 Disclo_109_dezembro.indd 10 22/3/2006, 11:09:43

4 Metodologia de Cálculo do Prazo Médio: a IN nº 487/04 (com alterações pela IN nº 489/ 05) determinou a metodologia de cálculo do prazo médio da carteira do fundo, adotando os seguintes critérios: (i) prazo de cada vencimento de principal e juros: prazo remanescente de cada evento financeiro, entendido como sendo o número de dias contínuos entre a data para a qual se calcula o valor da quota do fundo e a data de cada vencimento, excluindo-se na sua contagem o dia de início e incluindo-se o de vencimento; (ii) prazo médio do título: média dos prazos de cada vencimento de principal e de juros ponderados pelos respectivos valores nominais na data para a qual se calcula o valor da quota do fundo, sem considerar qualquer projeção de índice; (iii) prazo médio da carteira: média, ponderada pelos respectivos valores financeiros, dos prazos médios dos títulos da carteira; (iv) valor financeiro: valor contábil, diariamente avaliado, utilizado para o cálculo da quota do fundo. Ainda de acordo com a IN nº 487/04, o cálculo do prazo médio da carteira do fundo apenas deverá considerar os seguintes títulos ou valores mobiliários e operações assemelhadas:(i) depósitos à vista; (ii) operações compromissadas, lastreadas em títulos, públicos ou privados;(iii) títulos públicos federais; (iv) títulos privados: Certificados de Depósitos Bancários (CDB), debêntures e outros títulos privados de renda fixa autorizados pela Comissão de Valores Mobiliários a compor as carteiras dos fundos de investimento; (v) operações conjugadas, que permitam a obtenção de rendimentos predeterminados, realizadas nos mercados de opções de compra e de venda em bolsas de valores, de mercadorias e de futuros (box), no mercado a termo nas bolsas de valores, de mercadorias e de futuros, em operações de venda coberta e sem ajustes diários, e no mercado de balcão; e (vi) quotas de outros fundos de investimento. Por outro lado, referido normativo determinou que devem ser excluídos do cálculo do prazo médio da carteira do fundo: (i)os títulos ou operações com data de vencimento ou liquidação indeterminada; (ii)as operações com renda variável;(iii)operações com Certificados de Depósito Bancários ( CDB ) de emissão do administrador, do gestor e de empresas dos respectivos conglomerados financeiros; (iv) as quotas de fundos e clubes de investimento em ações; (v)operações com direitos creditórios, conforme definição dada pela Comissão de Valores Mobiliários; e (vi) operações com Cédulas de Crédito Bancário ( CCB ). Fundos de Investimentos Fechados: quanto aos fundos de investimentos fechados, entendemos que, como os mesmos não admitem resgate durante o prazo de sua duração, continuarão não sujeitos ao chamado come-quotas, conforme já determina a legislação vigente. Contudo, a nosso ver, estarão sujeitos às alíquotas regressivas acima mencionadas, conforme sua classificação como fundo de longo prazo (às alíquotas de 22,5% a 15%) ou de curto prazo (às alíquotas de 22,5% a 20%), o que será determinado com base no prazo médio de suas carteiras de títulos. Fundo de Investimento Imobiliário: ademais, a nosso ver, essas novas regras de tributação não se aplicam aos fundos de investimento imobiliário que, por não estarem sujeitos a períodos de carência e nem a resgates (mas a distribuições compulsórias mínimas semestrais de rendimentos), continuariam sujeitos à legislação vigente (como regra geral, os rendimentos distribuídos a qualquer beneficiário estão sujeitos ao imposto de renda à alíquota de 20%). Fundos de Investimento de 3 Renda Variável As Leis nº /04 e nº /04 mantiveram o tratamento diferenciado atribuído aos investimentos em fundos de renda variável que, por motivos de ordem econômica (ex: incen- janeiro 2005 Disclosure das Transações Financeiras. 11 Disclo_109_dezembro.indd 11 22/3/2006, 11:09:43

5 tivo ao mercado de capitais), são geralmente tributados a alíquotas menores que aquelas atribuídas aos fundos de renda fixa.assim, a nova sistemática de tributação, baseada em alíquotas regressivas, não se aplica aos fundos e clubes de investimento em ações, cujos rendimentos serão tributados exclusivamente no resgate das quotas, à alíquota de 15% (quinze por cento). Vale lembrar que, conforme legislação vigente, há o benefício da tributação exclusivamente no resgate (sem come-quotas) para os fundos ou clubes de investimento em ações cujas carteiras sejam constituídas por, no mínimo, 67% de ações negociadas no mercado à vista de bolsa de valores ou entidade assemelhada, bem como de recibos de subscrição de ações, certificados de depósito de ações, Brazilian Depositary Receipts ( BDR s), quotas dos fundos de ações e quotas dos fundos de índice de ações negociadas em bolsa de valores ou mercado de balcão organizado, que foram equiparados às ações para fins do cálculo da referida proporção. De acordo com a Lei nº / 04, quando o fundo ou clube de investimento deixar de observar referida proporção mínima, o mesmo sujeitar-se-á, a partir do momento do desenquadramento da carteira, às novas regras aplicáveis aos fundos de investimento de renda fixa (come-quotas de 15% e tributação pelas alíquotas regressivas complementares). Não obstante, será mantido o benefício da tributação apenas no resgate se: (i) referida proporção não ultrapassar o limite de 50% (cinqüenta por cento) do total da carteira; (ii) a situação for regularizada no prazo máximo de 30 (trinta) dias; e (iii) o fundo ou clube não incorrer em nova hipótese de desenquadramento no período de 12 (doze) meses subseqüentes. Investidores Estrangeiros : 4 como regra geral, a tributação dos residentes no Brasil aplica-se aos investidores residentes ou domiciliados no exterior, no mercado financeiro e de capitais no País, em todas as modalidades de renda fixa e variável, inclusive em fundos de investimento. As novas regras mantiveram o regime especial de tributação aplicável ao investidor residente ou domiciliado no exterior, individual ou coletivo, que realizar operações financeiras nos mercados de renda fixa ou de renda variável no País, de acordo com as normas e condições estabelecidas pelo Conselho Monetário Nacional (ex-anexos). Nesse caso, continuam isentos os ganho de capital nas operações realizadas em bolsa de valores, e mercadorias, de futuros e assemelhadas e ouro, ativo financeiro, fora de bolsa; serão tributados à alíquota de 10% os rendimentos em fundos de investimento em ações, swap e operações em mercado de liquidação futura, fora de bolsa; e à alíquota de 15% nos demais casos, inclusive em operações financeiras de renda fixa. Outros Dispositivos Relevantes 5 Ganhos em Bolsas: Os ganhos líquidos auferidos em operações realizadas em bolsa de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas (inclusive day trade) permanecerão sujeitos à legislação vigente antes da edição das Leis nºs /04 e /04, sendo tributadas às alíquotas de: (i) 20% (com o imposto retido na fonte à alíquota de 1%, como antecipação) no caso das operações de day trade; e (ii) 15%, nas demais modalidades (ex: mercados à vista, de opções, a termo e futuros). No entanto, haverá a incidência de IRF à alíquota de 0,005% sobre referidas operações (exceto no caso de day trade e quando do exercício de opção), bem como sobre aquelas realizadas: (i) no mercado de balcão, com intermediação, tendo por objeto valores mobiliários e ativos negociados nos mercados à vista (ações, ouro ativo financeiro e outros valores mobiliários neles negociados); e (ii) em mercados de liquidação futura fora de bolsa. 12. Disclosure das Transações Financeiras janeiro 2005 Disclo_109_dezembro.indd 12 22/3/2006, 11:09:43

6 Isenção dos Ganhos Capital em Ações e Ouro: destacamos, ainda, o aumento da isenção atribuída ao ganho de capital auferido por pessoas físicas em operações no mercado à vista de ações, nas bolsas de valores e em operações com ouro ativo financeiro. Agora, o ganho de capital estará isento sempre que o valor das alienações, realizadas em cada mês, for igual ou inferior a R$ ,00, para o conjunto de ações e de ouro, respectivamente. Antes, o valor limite desta isenção era de R$ 4.143,50. Isenção de Títulos Imobiliários: a Lei nº /04 também isentou as pessoas físicas do imposto de renda sobre a remuneração produzida por letras hipotecárias, certificados de recebíveis imobiliários e letras de crédito imobiliário. RESUMO DA TRIBUTAÇÃO NO MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS MODALIDADE 1. Aplicações de Renda Fixa: CDB, RDB, TDA, debêntures, LTN, NTN, caderneta de poupança, letras hipotecárias (LH), certifi cados de recebíveis imobiliários (CRI) e letras de crédito imobiliário (LCI), Notas Promissórias, Cédulas de Crédito, export note, Operações Equiparadas à Renda Fixa: Operações conjugadas com rendimentos predeterminados (Box) realizadas em bolsas, no mercado a termo em operação coberta e sem ajustes diários e no mercado de balcão; mútuos de recursos fi nanceiros entre pessoas jurídicas e de pessoa jurídica para pessoa física, mútuo de ouro, compra vinculada à revenda (overgold), assunção de dívida, Fundos de Investimento em Renda Fixa: FIDC (aberto), FIF, DI, referenciado, cambial, mutimercado, Fiex e demais fundos cujas carteiras não sejam constituídas por, no mínimo, 67% de ações, recibos de subscrição de ações, certifi cados de depósito de ações, BDR, quotas dos fundos de ações e quotas dos fundos de índice de ações negociadas em bolsa de valores ou mercado de balcão organizado. 4. Fundos de Investimento em Renda Variável: fundo ou clube cujas carteiras sejam constituídas por, no mínimo, 67% de ações, recibos de subscrição de ações, certificados de depósito de ações, BDR, quotas dos fundos de ações e quotas dos fundos de índice de ações negociadas em bolsa de valores ou mercado de balcão organizado. TRIBUTAÇÃO Sujeitas ao imposto de renda na fonte às alíquotas regressivas de 22,5%, 20%, 17,5% e 15% conforme o prazo de investimento (aplicação e o resgate ou liquidação). Pessoas físicas possuem isenção para poupança, LH, CRI e LCI. Sujeitas ao Imposto de Renda na Fonte às alíquotas regressivas de 22,5%, 20%, 17,5% e 15% conforme o prazo do investimento (entre data da aplicação e resgate ou liquidação) Fundos de longo prazo: come-cotas à 15% e resgate sujeito a 22,5%, 20%, 17,5% e 15%; Fundos de curto prazo: come-quotas a 20% e resgate sujeito a 22,5% ou 20%; Fundos fechados não estarão sujeitos ao come-cotas semestral, mas às alíquotas regressivas conforme sua classificação de longo e curto prazo; Fundo de investimento imobiliário continua com as regras vigentes: rendimento sujeito ao IR fonte de 20%. Sujeitam-se à alíquota de 15% somente no resgate das cotas. janeiro 2005 Disclosure das Transações Financeiras. 13 Disclo_109_dezembro.indd 13 22/3/2006, 11:09:44

7 5. Demais Modalidades de Renda Variável: mercado à vista de ações ou ouro, operação a termo, futuro e de opções realizadas nas bolsa de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas, bem como operações de liquidação futura fora de bolsa 6. Investidores Residentes ou Domiciliados no Exterior 7. Investidores Residentes ou Domiciliados no Exterior Regime Especial de Tributação 15% pago pelo próprio beneficiário, sendo retido 0,005% na fonte como antecipação. Day-trade continua sujeito ao IR fonte de 1% e 20% sobre ganhos líquidos mensalmente; Pessoas físicas passam a ter ganhos líquidos sobre venda de ações no mercado à vista nas bolsa de valores, inclusive ouro isentos desde que o valor da alienação seja até R$ 20 mil/mês. Regra geral sujeitam-se às mesmas normas aplicáveis aos investidores nacionais (15% na renda variável, inclusive fundos dessa natureza, e de 22,5% a 15% em modalidades de renda fixa, inclusive em fundos). Isenção sobre ganho de capital em bolsa; 10% no fundo de renda variável, swap e operações de liquidação futura fora de bolsa; e 15% nos demais rendimentos, inclusive em operações de renda fi xa realizadas em mercado de balcão ou em bolsa. Exceção: se benefi ciário for domiciliado em paraísos fi scais estará sujeito às mesmas normas aplicáveis aos investidores nacionais. 14. Disclosure das Transações Financeiras janeiro 2005 Disclo_109_dezembro.indd 14 22/3/2006, 11:09:44

TRIBUTAÇÃO. Atualizado em 12/2011

TRIBUTAÇÃO. Atualizado em 12/2011 TRIBUTAÇÃO Atualizado em 12/2011 1 Tributação dos Fundos de Investimento Instruções Normativas SRF nº 487 (30/12/04) e nº 489 (07/01/05) Lei nº 11.033/04 2 Base de Incidência de IR Base de incidência:

Leia mais

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/aplicfinanrenfi...

http://www.receita.fazenda.gov.br/pessoafisica/irpf/2008/perguntas/aplicfinanrenfi... Page 1 of 8 Aplicações Financeiras - Renda Fixa e Renda Variável 617 Quais são as operações realizadas nos mercados financeiro e de capital? Nesses mercados são negociados títulos, valores mobiliários

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 19, DE 2015

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 19, DE 2015 PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 19, DE 2015 Altera a Lei nº 11.033, de 21 de dezembro de 2004, para acabar com a tributação semestral sobre os rendimentos das aplicações em fundos de investimento. O CONGRESSO

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.022, de 05.04.2010 - DOU 1 de 07.04.2010

Instrução Normativa RFB nº 1.022, de 05.04.2010 - DOU 1 de 07.04.2010 Instrução Normativa RFB nº 1.022, de 05.04.2010 - DOU 1 de 07.04.2010 Dispõe sobre o imposto sobre a renda incidente sobre os rendimentos e ganhos líquidos auferidos nos mercados financeiro e de capitais.

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos MEDIDA PROVISÓRIA Nº 206, DE 6 DE AGOSTO 2004. Altera a tributação do mercado financeiro e de capitais, institui o Regime Tributário

Leia mais

Curso Preparatório CPA20

Curso Preparatório CPA20 Página 1 de 8 Você acessou como Flávio Pereira Lemos - (Sair) Curso Preparatório CPA20 Início Ambiente ) CPA20_130111_1_1 ) Questionários ) Passo 2: Simulado Módulo IV ) Revisão da tentativa 3 Iniciado

Leia mais

Normas Sistema Gestão da Informação

Normas Sistema Gestão da Informação Normas Sistema Gestão da Informação Visão Anotada INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1585, DE 31 DE AGOSTO DE 2015 (Publicado(a) no DOU de 02/09/2015, seção 1, pág. 37) Dispõe sobre o imposto sobre a renda incidente

Leia mais

Em complemento às normas

Em complemento às normas A Nova Sistemática de Tributação dos Planos de Previdência Privada Luca Priolli Salvoni e Mário Shingaki Consultores Tributários do Levy & Salomão Advogados Em complemento às normas editadas no final do

Leia mais

Tributação. Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas

Tributação. Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas Tributação Mercado de Derivativos, Fundos e Clubes de Investimentos, POP e Principais Perguntas 1 Índice Imposto de Renda para Mercado de Opções 03 Exemplos de Apuração dos Ganhos Líquidos - Antes do Exercício

Leia mais

Normas Sistema Gestão da Informação

Normas Sistema Gestão da Informação Normas Sistema Gestão da Informação Visão Anotada INSTRUÇÃO NORMATIVA RFB Nº 1585, DE 31 DE AGOSTO DE 2015 (Publicado(a) no DOU de 02/09/2015, seção 1, pág. 37) Dispõe sobre o imposto sobre a renda incidente

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.022, de 5 de abril de 2010

Instrução Normativa RFB nº 1.022, de 5 de abril de 2010 Instrução Normativa RFB nº 1.022, de 5 de abril de 2010 DOU de 7.4.2010 Dispõe sobre o imposto sobre a renda incidente sobre os rendimentos e ganhos líquidos auferidos nos mercados financeiro e de capitais.

Leia mais

Imposto de Renda 2012 MANUAL DE INFORMAÇÕES

Imposto de Renda 2012 MANUAL DE INFORMAÇÕES Imposto de Renda 2012 MANUAL DE INFORMAÇÕES Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física 2012: consulte as informações em seu Informe de Rendimentos Fator (IRF), Ano Calendário de 2011. Elaboramos este

Leia mais

Instrução Normativa RFB nº 1.022, de 5 de abril de 2010

Instrução Normativa RFB nº 1.022, de 5 de abril de 2010 Instrução Normativa RFB nº 1.022, de 5 de abril de 2010 DOU de 7.4.2010 Dispõe sobre o imposto sobre a renda incidente sobre os rendimentos e ganhos líquidos auferidos nos mercados financeiro e de capitais.

Leia mais

TRIBUTAÇÃO DA CARTEIRA DO FUNDO

TRIBUTAÇÃO DA CARTEIRA DO FUNDO TRIBUTAÇÃO As informações apresentadas abaixo constituem um resumo das principais considerações fiscais da legislação brasileira que afetam o Fundo e seus investidores e não têm o propósito de ser uma

Leia mais

Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão: 2014-2015

Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão: 2014-2015 Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo Presidente: Claudio Avelino Mac-Knight Filippi Gestão: 2014-2015 Resenha de Matérias Técnicas Nº. 847, de 08 10 2015 Matéria Especial: IMPOSTO

Leia mais

Subseção V. dos fatos geradores.

Subseção V. dos fatos geradores. I - o Capítulo I dispõe sobre a tributação das aplicações em fundos de investimento de residentes ou domiciliados no País; II - o Capítulo II dispõe sobre a tributação das aplicações em títulos ou valores

Leia mais

Guia de Declaração de IR 2014- Investimentos

Guia de Declaração de IR 2014- Investimentos Guia de Declaração de IR 2014- Investimentos BRASIL Guia de Declaração IR 2014- Investimentos O dia 30/04/2014 é último dia para entrega da declaração anual do Imposto de Renda 2014 e com o objetivo de

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 ATO DAS DISPOSIÇÕES CONSTITUCIONAIS TRANSITÓRIAS Art. 90. O prazo previsto no caput do art. 84 deste Ato das Disposições Constitucionais Transitórias

Leia mais

Guia de Declaração IR 2014. Investimentos. Março de 2014. Brasil

Guia de Declaração IR 2014. Investimentos. Março de 2014. Brasil Guia de Declaração IR 2014 Investimentos Março de 2014 Brasil Guia de Declaração IR 2014 - Investimentos O prazo de entrega da declaração anual do Imposto de Renda 2014 tem início no dia 6 de março e o

Leia mais

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS CONSULTA PÚBLICA RFB Nº 03/2015. Brasília, 20 de maio de 2015. Assunto: Minuta de Instrução Normativa que dispõe sobre o imposto sobre a renda incidente sobre os rendimentos e ganhos líquidos auferidos

Leia mais

Imposto de Renda 2013 MANUAL DE INFORMAÇÕES

Imposto de Renda 2013 MANUAL DE INFORMAÇÕES Imposto de Renda 2013 MANUAL DE INFORMAÇÕES Declaração de Imposto de Renda Pessoa Física 2013: consulte as informações em seu Informe de Rendimentos Fator (IRF), Ano Calendário de 2012. Elaboramos este

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 25, de 6 de Março de 2001

Instrução Normativa SRF nº 25, de 6 de Março de 2001 Instrução Normativa SRF nº 25, de 6 de Março de 2001 DOU de 13.3.2001 Dispõe sobre o imposto de renda incidente nos rendimentos e ganhos líquidos auferidos em operações de renda fixa e de renda variável.

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 25, de 6 de Março de 2001 DOU de 13.3.2001 Dispõe sobre o imposto de renda incidente nos rendimentos e ganhos líquidos

Instrução Normativa SRF nº 25, de 6 de Março de 2001 DOU de 13.3.2001 Dispõe sobre o imposto de renda incidente nos rendimentos e ganhos líquidos Instrução Normativa SRF nº 25, de 6 de Março de 2001 DOU de 13.3.2001 Dispõe sobre o imposto de renda incidente nos rendimentos e ganhos líquidos auferidos em operações de renda fixa e de renda variável.

Leia mais

GUIA DE TRIBUTAÇÃO OPERACIONAL V1. 04_2012

GUIA DE TRIBUTAÇÃO OPERACIONAL V1. 04_2012 GUIA DE TRIBUTAÇÃO OPERACIONAL V1. 04_2012 O objetivo deste material é prestar ao investidor uma formação básica de conceitos e informações que possam auxiliá-lo na tomada de decisões antes da realização

Leia mais

INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA NO BRASIL

INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA NO BRASIL JANEO 2013 INVESTIMENTOS EM INFRAESTRUTURA NO BRASIL MEDIDA PROVISÓRIA 601/2012: BENEFÍCIOS FISCAIS DE FIDCS DE PROJETOS DE INVESTIMENTO (INCLUSIVE INFRAESTRUTURA) A. Introdução 1. A fim de aprimorar os

Leia mais

Fundo multimercado que tem como objetivo buscar rentabilidade acima do Certificado de Depósito Interbancário - CDI.

Fundo multimercado que tem como objetivo buscar rentabilidade acima do Certificado de Depósito Interbancário - CDI. LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS 1. Público-alvo dezembro/2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o CSHG VERDE FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO.

Leia mais

Capítulo 9 Aspectos sobre Tributação no Mercado Financeiro

Capítulo 9 Aspectos sobre Tributação no Mercado Financeiro Capítulo 9 Aspectos sobre Tributação no Mercado Financeiro 9.1 Apresentação do capítulo O objetivo deste capítulo é apresentar as principais características e definições da tributação de operações realizadas

Leia mais

Dispõe sobre o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF).

Dispõe sobre o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF). Instrução Normativa RFB nº 907, de 9 de janeiro de 2009 DOU de 13.1.2009 Dispõe sobre o Imposto sobre Operações de Crédito, Câmbio e Seguro, ou relativas a Títulos ou Valores Mobiliários (IOF). A SECRETÁRIA

Leia mais

Guia Declaração Imposto de Renda 2013. Investimentos. Março de 2013. Brasil

Guia Declaração Imposto de Renda 2013. Investimentos. Março de 2013. Brasil Guia Declaração Imposto de Renda 2013 Investimentos Março de 2013 Brasil Guia de Declaração IR 2013 -Investimentos 2 O dia 30/04/2013 é último dia para entrega da declaração anual do Imposto de Renda 2013

Leia mais

Capítulo 9 Aspectos sobre Tributação no Mercado Financeiro

Capítulo 9 Aspectos sobre Tributação no Mercado Financeiro Capítulo 9 Aspectos sobre Tributação no Mercado Financeiro 9.1 Apresentação do capítulo O objetivo deste capítulo é apresentar as principais características e definições da tributação de operações realizadas

Leia mais

Perguntas Frequentes - Tributação

Perguntas Frequentes - Tributação 1. Tributação do Ganho de Capital Perguntas Frequentes - Tributação 1.1 - Como é feita a tributação dos ganhos obtidos com a alienação de ações? A tributação é feita em bases mensais, ou seja: o ganho

Leia mais

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.4- Fundos de Investimentos 2ª parte:

Conhecimentos Bancários. Item 2.1.4- Fundos de Investimentos 2ª parte: Conhecimentos Bancários Item 2.1.4- Fundos de Investimentos 2ª parte: Conhecimentos Bancários Item 2.1.4- Fundos de Investimentos: São condomínios, que reúnem aplicações de vários indivíduos para investimento

Leia mais

Alterações na Poupança

Alterações na Poupança PRODUTOS E SERVIÇOS FINANCEIROS INVESTIMENTOS POUPANÇA A conta de poupança foi criada para estimular a economia popular e permite a aplicação de pequenos valores que passam a gerar rendimentos mensalmente.

Leia mais

COMUNICADO AOS CLIENTES TRIBUTÁRIO 3.9.2015. IN 1.585/15 Tributação no Mercado Financeiro e de Capitais

COMUNICADO AOS CLIENTES TRIBUTÁRIO 3.9.2015. IN 1.585/15 Tributação no Mercado Financeiro e de Capitais COMUNICADO AOS CLIENTES TRIBUTÁRIO 3.9.2015 IN 1.585/15 Tributação no Mercado Financeiro e de Capitais A Instrução Normativa nº. 1.585 de 2.9.2015 ( IN 1.585/15 ) regulamentou a tributação no Mercado Financeiro

Leia mais

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas)

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas) 1. Contexto operacional O CLUBE DE INVESTIMENTO COPACABANA ( Clube ) constituído por número limitado de cotistas que tem por objetivo a aplicação de recursos financeiros próprios para a constituição, em

Leia mais

Capítulo 9 Aspectos sobre Tributação no Mercado Financeiro

Capítulo 9 Aspectos sobre Tributação no Mercado Financeiro Capítulo 9 Aspectos sobre Tributação no Mercado Financeiro 9.1 Apresentação do capítulo O objetivo deste capítulo é apresentar as principais características e definições da tributação de operações realizadas

Leia mais

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de

F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de F.Q.S. DI - Fundo de Aplicação em Quotas de Fundos de Investimento Financeiro Demonstrações financeiras em 31 de março de 2004 e de 2003 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 298, de 12 de fevereiro de 2003

Instrução Normativa SRF nº 298, de 12 de fevereiro de 2003 Instrução Normativa SRF nº 298, de 12 de fevereiro de 2003 Aprova o formulário Resumo de Apuração de Ganhos - Renda Variável, para o exercício de 2004, ano-calendário de 2003. O SECRETÁRIO DA RECEITA FEDERAL,

Leia mais

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Come-Cotas Aplicações Financeiras

Parecer Consultoria Tributária Segmentos Come-Cotas Aplicações Financeiras Parecer Consultoria Tributária Segmentos Come- 20/08/2015 Sumário Título do documento 1. Questão... 3 2. Normas Apresentadas pelo Cliente... 3 3. Análise da Consultoria... 3 3.1. Portaria MF 264/1999...

Leia mais

Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2007.

Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2007. ITAUVEST PERSONNALITÉ CURTO PRAZO FUNDO DE INVESTIMENTO EM Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2007. Mercado / % sobre Aplicações/Especificação Quantidade Realização

Leia mais

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas)

Notas explicativas da Administração às demonstrações financeiras Em 31 de dezembro de 2014 e 2013 (Valores em R$, exceto o valor unitário das cotas) 1. Contexto operacional O CLUBE DE INVESTIMENTO CAPITAL SEGURO ( Clube ) constituído por número limitado de cotistas que tem por objetivo a aplicação de recursos financeiros próprios para a constituição,

Leia mais

LEI Nº 13.043, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2014 LEI DE CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 651 ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA

LEI Nº 13.043, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2014 LEI DE CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 651 ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA LEI Nº 13.043, DE 13 DE NOVEMBRO DE 2014 LEI DE CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 651 ALTERAÇÕES NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA A Medida Provisória (MP) nº 651/14 promoveu diversas alterações na legislação tributária

Leia mais

Lei nº 11.053. Dispõe sobre a tributação dos planos de benefícios de caráter previdenciário e dá outras providências.

Lei nº 11.053. Dispõe sobre a tributação dos planos de benefícios de caráter previdenciário e dá outras providências. Lei nº 11.053 Dispõe sobre a tributação dos planos de benefícios de caráter previdenciário e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono

Leia mais

GUIA PRÁTICO SAIBA COMO DECLARAR O IMPOSTO DE RENDA 2014

GUIA PRÁTICO SAIBA COMO DECLARAR O IMPOSTO DE RENDA 2014 GUIA PRÁTICO SAIBA COMO DECLARAR O IMPOSTO DE RENDA 2014 GUIA PRÁTICO PARA DECLARAÇÃO DE IMPOSTO DE RENDA 2014 1. INTRODUÇÃO Este material foi desenvolvido com o objetivo de auxiliar nossos clientes no

Leia mais

Assunto: Informações sobre administradores de carteira previstas na Instrução CVM nº 306/99

Assunto: Informações sobre administradores de carteira previstas na Instrução CVM nº 306/99 OFÍCIO CIRCULAR/CVM/SIN/Nº 003 /2000 Rio de Janeiro, 11 / 05 /2000 Assunto: Informações sobre administradores de carteira previstas na Instrução CVM nº 306/99 Prezados Senhores, O artigo 12 da Instrução

Leia mais

Como investir em 2012 Entenda como funciona cada produto financeiro : O Globo 2/fev/2012

Como investir em 2012 Entenda como funciona cada produto financeiro : O Globo 2/fev/2012 Como investir em 2012 Entenda como funciona cada produto financeiro : O Globo 2/fev/2012 Analistas indicam quais cuidados tomar no mercado financeiro em 2012 e quais investimentos oferecem menor probabilidade

Leia mais

Guia Declaração. Investimentos. Março de 2012. Brasil

Guia Declaração. Investimentos. Março de 2012. Brasil 1 Guia Declaração Imposto de Renda 2012 Investimentos Março de 2012 Brasil Guia de Declaração IR 2012 - Investimentos 2 O dia 30/04/2012 é ultimo dia para entrega da declaração anual do Imposto de Renda

Leia mais

Incentivos Fiscais na Emissão de Debêntures - Lei nº 12.431/2011. Fernando Tonanni. 16 de Agosto de 2011

Incentivos Fiscais na Emissão de Debêntures - Lei nº 12.431/2011. Fernando Tonanni. 16 de Agosto de 2011 Incentivos Fiscais na Emissão de Debêntures - Lei nº 12.431/2011 Fernando Tonanni 16 de Agosto de 2011 1 A Lei nº 12.431/2011 Publicada em 27 de junho de 2011; conversão em Lei da Medida Provisória nº

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O VITÓRIA RÉGIA FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ: 05.384.841/0001-63. Informações referentes à MAIO de 2014

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O VITÓRIA RÉGIA FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ: 05.384.841/0001-63. Informações referentes à MAIO de 2014 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O Informações referentes à MAIO de 2014 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o VITÓRIA RÉGIA FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES. As informações

Leia mais

Resolução nº 3.305/2005 2/8/2005 RESOLUÇÃO BACEN Nº 3.305, DE 29 DE JULHO DE 2005 DOU 02.08.2005

Resolução nº 3.305/2005 2/8/2005 RESOLUÇÃO BACEN Nº 3.305, DE 29 DE JULHO DE 2005 DOU 02.08.2005 Resolução nº 3.305/2005 2/8/2005 RESOLUÇÃO BACEN Nº 3.305, DE 29 DE JULHO DE 2005 DOU 02.08.2005 Altera a Resolução 3.121, de 2003, que estabelece as diretrizes pertinentes à aplicação dos recursos dos

Leia mais

Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Vale do Rio Doce (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30

Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Vale do Rio Doce (Administrado pelo Banco Safra S.A.) Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30 Safra Fundo Mútuo de Privatização FGTS Vale do Rio Doce Demonstrações Financeiras em 31 de março de 2004 e em 30 de setembro de 2003 e parecer dos auditores independentes Parecer dos auditores independentes

Leia mais

Art. 2º Fica alterado o art. 1º da Resolução 3.042, de 28 de novembro de 2002, que passa a vigorar com a seguinte redação:

Art. 2º Fica alterado o art. 1º da Resolução 3.042, de 28 de novembro de 2002, que passa a vigorar com a seguinte redação: RESOLUCAO 3.308 --------------- Altera as normas que disciplinam a aplicação dos recursos das reservas, das provisões e dos fundos das sociedades seguradoras, das sociedades de capitalização e das entidades

Leia mais

Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2008.

Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2008. Demonstração da Composição e Diversificação das Aplicações em 31 de maio de 2008. Mercado / % sobre Aplicações/Especificação Quantidade Realização Patrimônio R$ Mil Líquido 1.DISPONIBILIDADES 8 0,03 Depósitos

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR Diretoria Colegiada

MINISTÉRIO DA SAÚDE. AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR Diretoria Colegiada MINISTÉRIO DA SAÚDE 1 AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR Diretoria Colegiada RESOLUÇÃO NORMATIVA-RN Nº 67, DE 4 DE FEVEREIRO DE 2004 (*) Dispõe sobre a diversificação dos ativos das Operadoras de Planos

Leia mais

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN n.º xx, de xx de xxxx de 2003.

RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN n.º xx, de xx de xxxx de 2003. Página 1 de 9 RESOLUÇÃO NORMATIVA - RN n.º xx, de xx de xxxx de 2003. Dispõe sobre a diversificação dos ativos das Operadoras de Planos de Assistência à Saúde para aceitação como garantidores e altera

Leia mais

Lâmina de informações essenciais sobre o Fundo SUMITOMO MITSUI FIC DE FIM BTG PACTUAL HIGH YIELD CNPJ: 07.442.466/0001-96

Lâmina de informações essenciais sobre o Fundo SUMITOMO MITSUI FIC DE FIM BTG PACTUAL HIGH YIELD CNPJ: 07.442.466/0001-96 Lâmina de informações essenciais sobre o Fundo SUMITOMO MITSUI FIC DE FIM BTG PACTUAL HIGH YIELD Informações referentes a setembro de 2015 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre

Leia mais

Alternativas de Funding para Infraestrutura no Mercado de Capitais Brasileiro

Alternativas de Funding para Infraestrutura no Mercado de Capitais Brasileiro Alternativas de Funding para Infraestrutura no Mercado de Capitais Brasileiro DEBÊNTURES DE INFRAESTRUTURA - CONCEITO Debêntures: título de crédito, representativo de dívida da companhia emissora (art.

Leia mais

Comprovante de Rendimentos Financeiros

Comprovante de Rendimentos Financeiros Comprovante de Rendimentos Financeiros INFORME DE RENDIMENTOS FINANCEIROS MINISTÉRIO DA FAZENDA SECRETARIA DA RECEITA FEDERAL INFORME DE RENDIMENTOS FINANCEIROS DE IMPOSTO DE RENDA PESSOA FÍSICA 1. IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e de capitais.

Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e de capitais. RESOLUCAO 2.689 --------------- Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e de capitais. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro

Leia mais

FUNDOS DE INVESTIMENTO EM AÇÕES E FUNDOS MULTIMERCADO

FUNDOS DE INVESTIMENTO EM AÇÕES E FUNDOS MULTIMERCADO I Curso de Férias do Grupo de Estudos de Direito Empresarial - Direito UFMG EM AÇÕES E FUNDOS MULTIMERCADO Fernanda Valle Versiani Mestranda em Direito Empresarial pela Universidade Federal de Minas Gerais,

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O CTM ESTRATÉGIA FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ: 18.558.694/0001-42

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O CTM ESTRATÉGIA FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ: 18.558.694/0001-42 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O Informações referentes à setembro de 2015 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o CTM Estratégia FIA. As informações completas sobre esse

Leia mais

a) mercados de derivativos, tais como, exemplificativamente, índices de ações, índices de preços, câmbio (moedas), juros;

a) mercados de derivativos, tais como, exemplificativamente, índices de ações, índices de preços, câmbio (moedas), juros; CREDIT SUISSE HEDGINGGRIFFO 1. Públicoalvo LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS dezembro/2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o CSHG EQUITY HEDGE LEVANTE FUNDO DE INVESTIMENTO

Leia mais

RESOLUÇÃO N 1.927. Art. 2º. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º. Revogar a Resolução nº 1.848, de 31.07.91.

RESOLUÇÃO N 1.927. Art. 2º. Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação. Art. 3º. Revogar a Resolução nº 1.848, de 31.07.91. RESOLUÇÃO N 1.927 Dá nova redação ao regulamento anexo V à Resolução nº 1.289, de 20.03.87, que autoriza e disciplina os investimentos de capitais estrangeiros através do mecanismo de "DEPOSITARY RECEIPTS"

Leia mais

FUNDOS DE INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS

FUNDOS DE INVESTIMENTOS IMOBILIÁRIOS I Curso de Férias do Grupo de Estudos de Direito Empresarial - Direito UFMG S IMOBILIÁRIOS Luis Fellipe Maia Advogado Formado pela UFMG Sócio da Vivá Capital Membro do Conselho Diretor da Júnior Achievement/MG

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTO - 2015

POLÍTICA DE INVESTIMENTO - 2015 POLÍTICA DE INVESTIMENTO - 2015 A presente Política de Investimento tem como objetivo principal estabelecer condições para que os recursos dos Planos de Benefícios desta Entidade sejam geridos visando

Leia mais

RESOLUCAO 2.689. Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e capitais.

RESOLUCAO 2.689. Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e capitais. RESOLUCAO 2.689 Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e de capitais. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9. da Lei n. 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna

Leia mais

Tributação. Mercado à Vista e Day Trade, Compensação de Perdas e Declaração no Informe do Imposto Renda

Tributação. Mercado à Vista e Day Trade, Compensação de Perdas e Declaração no Informe do Imposto Renda Tributação Mercado à Vista e Day Trade, Compensação de Perdas e Declaração no Informe do Imposto Renda Índice Quem recolhe o Imposto? 3 Prazo para Recolhimento 3 Como calcular o Imposto 3 Imposto de Renda

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 2689. I - constituir um ou mais representantes no País; II - preencher formulário, cujo modelo constitui o Anexo a esta Resolução;

RESOLUÇÃO Nº 2689. I - constituir um ou mais representantes no País; II - preencher formulário, cujo modelo constitui o Anexo a esta Resolução; RESOLUÇÃO Nº 2689 Dispõe sobre aplicações de investidor não residente nos mercados financeiro e de capitais. O BANCO CENTRAL DO BRASIL, na forma do art. 9º da Lei nº 4.595, de 31 de dezembro de 1964, torna

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005)

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005) INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 497 SRF, DE 24/01/2005 (DO-U, DE 09/02/2005) Dispõe sobre plano de benefício de caráter previdenciário, Fapi e seguro de vida com cláusula de cobertura por sobrevivência e dá outras

Leia mais

INVESTIMENTOS 1ª aula

INVESTIMENTOS 1ª aula INVESTIMENTOS 1ª aula Regis Klock - Graduação em Ciências Econômicas Pontifícia Universidade Católica - Pós-Graduação em Didática e Metodologia do Ensino Superior UMC - Universidade Mogi das Cruzes Experiência

Leia mais

Parágrafo 2º As operações de crédito contratadas a taxas prefixadas passam a ser informadas, a partir de 01.07.95

Parágrafo 2º As operações de crédito contratadas a taxas prefixadas passam a ser informadas, a partir de 01.07.95 CIRCULAR Nº 2568/95 Altera a classificação de fatores de risco de operações ativas, bem como os procedimentos para contabilização de operações de cessão de crédito e de receitas e despesas a apropriar.

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O GRADIUS HEDGE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CNPJ: Nº 10.446.951/0001-42

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O GRADIUS HEDGE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CNPJ: Nº 10.446.951/0001-42 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O GRADIUS HEDGE FUNDO DE INVESTIMENTO MULTIMERCADO CNPJ: Nº Informações referentes à Abril de 2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o

Leia mais

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº. 140, DE 2004. Dispõe sobre as instituições de mercado de capitais, e dá outras providências. AUTOR: Deputado EDUARDO VALVERDE RELATOR:

Leia mais

FUNDOS IMOBILIARIOS O GUIA DEFINITIVO

FUNDOS IMOBILIARIOS O GUIA DEFINITIVO 1 FUNDOS IMOBILIARIOS O GUIA DEFINITIVO Autor: Jonatam César Gebing Abril de 2015 2 FUNDOS IMOBILIÁRIOS: O GUIA DEFINITIVO MODULO 01 FUNDOS IMOBILIÁRIOS: O QUE SÃO Fundos Imobiliários, o Guia Definitivo.

Leia mais

3.3.2.2. O objetivo do FRONT é proporcionar ganhos de capital de longo prazo aos seus cotistas, através de um portfolio diversificado de aplicações.

3.3.2.2. O objetivo do FRONT é proporcionar ganhos de capital de longo prazo aos seus cotistas, através de um portfolio diversificado de aplicações. 1. Públicoalvo LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS dezembro/2013 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o CSHG GLOBAL CURRENCIES HEDGE FUNDO DE INVESTIMENTO EM COTAS DE FUNDOS DE INVESTIMENTO

Leia mais

Fundos de Investimento

Fundos de Investimento Gestão Financeira Prof. Marcelo Cruz Fundos de Investimento 3 Uma modalide de aplicação financeira Decisão de Investimento 1 Vídeo: CVM Um fundo de investimento é um condomínio que reúne recursos de um

Leia mais

Transferência da administração de recursos e alocação de ativos para profissionais especializados;

Transferência da administração de recursos e alocação de ativos para profissionais especializados; Guia de Fundos de Investimento A CMA desenvolveu o Guia de Fundos de Investimento para você que quer se familiarizar com os princípios básicos do mercado financeiro, ou que tem interesse em aprofundar

Leia mais

Evolução do Mercado de Renda Fixa Local

Evolução do Mercado de Renda Fixa Local Evolução do Mercado de Renda Fixa Local Dyogo Henrique de Oliveira Secretário-Executivo Adjunto Ministério da Fazenda IV Seminário ANBIMA de Finanças Corporativas 1 24 de maio de 2012 1. Intermediação

Leia mais

Curso Preparatório ANBIMA - CPA-10 Curso Preparatório ANBIMA - CPA-20

Curso Preparatório ANBIMA - CPA-10 Curso Preparatório ANBIMA - CPA-20 Solange Honorato Curso Preparatório ANBIMA - CPA-10 Curso Preparatório ANBIMA - CPA-20 Módulo VI CPA10 Demais produtos de Investimentos Pg 70 De 8 a 13 Questões na prova (15% a 25%) Demais produtos de

Leia mais

R e s o l u ç ã o. B a n c o C e n t r a l d o B r a s i l

R e s o l u ç ã o. B a n c o C e n t r a l d o B r a s i l R e s o l u ç ã o 3 7 9 0 B a n c o C e n t r a l d o B r a s i l S u m á r i o SEÇÃO I: DA ALOCAÇÃO DOS RECURSOS E DA POLÍTICA DE INVESTIMENTOS... 1 Subseção I: Da Alocação dos Recursos... 1 Subseção

Leia mais

Fundos de Investimento Imobiliário. 09 de abril de 2010

Fundos de Investimento Imobiliário. 09 de abril de 2010 Fundos de Investimento Imobiliário 09 de abril de 2010 Introdução Histórico No Brasil, os fundos imobiliários foram inspirados nos Real Estate Investment Trusts americanos, tendo sido constituídos na forma

Leia mais

Newsletter Edição Extra 118 - Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados Associados VGL NEWS. Edição Extra nº 118-04 de janeiro de 2011

Newsletter Edição Extra 118 - Velloza, Girotto e Lindenbojm Advogados Associados VGL NEWS. Edição Extra nº 118-04 de janeiro de 2011 Page 1 of 6 VGL NEWS Edição Extra nº 118-04 de janeiro de 2011 Alterações na Legislação Tributária " Medida Provisória nº 517, de 30/12/2010 ( MP 517/10 ) e Decreto nº 7.412, de 30/12/2010 ( Decreto 7.412/10

Leia mais

RESOLUÇÃO 3.922 -------------------------

RESOLUÇÃO 3.922 ------------------------- RESOLUÇÃO 3.922 ------------------------- Dispõe sobre as aplicações dos recursos dos regimes próprios de previdência social instituídos pela União, Estados, Distrito Federal e Municípios. O Banco Central

Leia mais

Restrições de Investimento:.

Restrições de Investimento:. Página 1 de 7 LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O FIC DE FIS EM AÇÕES BRB AÇÕES 500 31.937.303/0001-69 Informações referentes a 11/2015 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre

Leia mais

INFORMATIVO 14/2014 LEI Nº 13.043/2014: CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 651/2014

INFORMATIVO 14/2014 LEI Nº 13.043/2014: CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 651/2014 Novo Hamburgo, 14 de novembro de 2014. INFORMATIVO 14/2014 LEI Nº 13.043/2014: CONVERSÃO DA MEDIDA PROVISÓRIA Nº 651/2014 Foi publicada hoje, no Diário Oficial, a Lei nº 13.043/2014, resultante da conversão,

Leia mais

Banco do Brasil - Cartilha de CDB CDB

Banco do Brasil - Cartilha de CDB CDB CDB O que é?... 2 Pré ou pós-fixado... 2 CDI... 3 Indicação... 3 Taxa de administração... 3 Segurança... 3 Modalidades de CDB... 4 Valor mínimo... 5 Rentabilidade... 4 Prazos... 5 Vencimento... 6 Final

Leia mais

Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015

Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015 www.pwc.com Decretos Federais nº 8.426/2015 e 8.451/2015 PIS e COFINS sobre receitas financeiras Maio, 2015 Avaliação de Investimento & Incorporação, fusão, cisão Breve histórico da tributação pelo PIS

Leia mais

Lei nº 11.033, de 21 de dezembro de 2004 DOU 22.12.2004

Lei nº 11.033, de 21 de dezembro de 2004 DOU 22.12.2004 Lei nº 11.033, de 21 de dezembro de 2004 DOU 22.12.2004 Altera a tributação do mercado financeiro e de capitais; institui o Regime Tributário para Incentivo à Modernização e à Ampliação da Estrutura Portuária

Leia mais

Anexo ao Ato Declaratório Executivo Cofis n o 20/2015 Manual de Orientação do Leiaute da ECF Atualização: Março de 2015

Anexo ao Ato Declaratório Executivo Cofis n o 20/2015 Manual de Orientação do Leiaute da ECF Atualização: Março de 2015 A.1.1.1.2. L100B - Financeiras 1.0.3.9.9.99.99 ATIVO GERAL 01012014 S 1 01 1.1.0.0.0.00.00 ATIVO 01012014 S 1.0.0.0.0.00.00 2 01 1.1.1.0.0.00.00 CIRCULANTE E REALIZÁVEL A LONGO PRAZO 01012014 S 1.1.0.0.0.00.00

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O VIDA FELIZ FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ 07.660.310/0001-81 OUTUBRO/2015

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O VIDA FELIZ FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ 07.660.310/0001-81 OUTUBRO/2015 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o Vida Feliz Fundo de Investimento em Ações. As informações completas sobre esse fundo podem ser obtidas no Prospecto e no Regulamento do fundo,

Leia mais

CARTILHA Previdência. Complementar REGIMES TRIBUTÁRIOS

CARTILHA Previdência. Complementar REGIMES TRIBUTÁRIOS CARTILHA Previdência Complementar REGIMES TRIBUTÁRIOS Índice 1. Os planos de Previdência Complementar e os Regimes Tributários... Pág. 3 2. Tratamento tributário básico... Pág. 4 3. Características próprias

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 554, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2014, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 564/15.

INSTRUÇÃO CVM Nº 554, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2014, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 564/15. INSTRUÇÃO CVM Nº 554, DE 17 DE DEZEMBRO DE 2014, COM AS ALTERAÇÕES INTRODUZIDAS PELA INSTRUÇÃO CVM Nº 564/15. Inclui, revoga e altera dispositivos na Instrução CVM nº 155, de 7 de agosto de 1991, na Instrução

Leia mais

BICBANCO STOCK INDEX AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS

BICBANCO STOCK INDEX AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS BICBANCO STOCK INDEX AÇÕES FUNDO DE INVESTIMENTO EM TÍTULOS E VALORES MOBILIÁRIOS (Administrado pelo Banco Industrial e Comercial S.A.) DEMONSTRAÇÕES CONTÁBEIS REFERENTES AO EXERCÍCIO FINDO EM 30 DE SETEMBRO

Leia mais

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SPINELLI FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ 55.075.238/0001-78 SETEMBRO/2015

LÂMINA DE INFORMAÇÕES ESSENCIAIS SOBRE O SPINELLI FUNDO DE INVESTIMENTO EM AÇÕES CNPJ 55.075.238/0001-78 SETEMBRO/2015 Esta lâmina contém um resumo das informações essenciais sobre o Spinelli Fundo de Investimento em Ações. As informações completas sobre esse fundo podem ser obtidas no Prospecto e no Regulamento do fundo,

Leia mais

Semana Nacional de Educação Financeira Tema. Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação

Semana Nacional de Educação Financeira Tema. Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação Tema Opções de investimentos em um cenário de juros em elevação Apresentação JOCELI DA SILVA SILVA Analista Administrativo/Gestão Pública Lotado na Assessoria de Coordenação 3ª CCR Especialização UNB Clube

Leia mais

Programa de Atualização Certificação Profissional ANBIMA Série 10 (CPA-10) Versão 2.2

Programa de Atualização Certificação Profissional ANBIMA Série 10 (CPA-10) Versão 2.2 Programa de Atualização Certificação Profissional ANBIMA Série 10 (CPA-10) Versão 2.2 OBJETIVOS DA ATUALIZAÇÃO DA CPA-10 A Atualização dos profissionais certificados CPA-10 é parte do Código de Regulação

Leia mais

Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005

Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005 Instrução Normativa SRF nº 588, de 21 de dezembro de 2005 DOU de 26.12.2005 Dispõe sobre a tributação dos planos de benefício de caráter previdenciário, Fapi e seguros de vida com cláusula de cobertura

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº 117, DE 3 DE MAIO DE 1990.

INSTRUÇÃO CVM Nº 117, DE 3 DE MAIO DE 1990. Dispõe sobre a carteira própria de valores mobiliários das sociedades corretoras e dá outras providências. O PRESIDENTE DA COMISSÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS torna público que o Colegiado, em sessão realizada

Leia mais

Definição. A sua criação baseia-se em dois princípios distintos

Definição. A sua criação baseia-se em dois princípios distintos Definição Pode ser definido como sendo um conjunto de instituições e de instrumentos que negociam com titulos e valores mobiliarios, tendo como objetivo a canalização de recursos de agentes compradores

Leia mais

Introdução: Mercado Financeiro

Introdução: Mercado Financeiro Introdução: Mercado Financeiro Prof. Nilton TÓPICOS Sistema Financeiro Nacional Ativos Financeiros Mercado de Ações 1 Sistema Financeiro Brasileiro Intervém e distribui recursos no mercado Advindos de

Leia mais