RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Ano letivo º e 2º semestres

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1 RELATÓRIO DE AUTO AVALIAÇÃO COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Ano letivo º e 2º semestres Campinas 2015

2 Faculdade São Leopoldo Mandic COMISSÃO PRÓPRIA DE AVALIAÇÃO Coordenadora: Profa. Dra. Flávia Martão Flório (docente) Prof. Dr. Rui Barbosa de Brito Junior (pesquisador institucional) Prof Wander Edney de Brito (docente medicina) Juliana Olivo Rossi (representante discente Medicina) Vandressa de Marco (representante discente Odontologia) Christiane Ciasca (representante dos funcionários) Leonardo Duart Bastos (representante da comunidade externa) 2

3 APRESENTAÇÃO A Declaração Mundial sobre Educação Superior no Século XXI afirma que, neste nível de ensino, qualidade é um conceito multidimensional, o qual implica, no caso das universidades, todas as funções e atividades da instituição, todas as suas ações nos campos do ensino, da pesquisa e da extensão, bem como a estrutura disponível para que essas ações possam se desenvolver a contento. A auto-avaliação é um fator fundamental para a garantia da qualidade. Somente através de um rigoroso e contínuo processo de auto avaliação a IES poderá responder às demandas que lhe são impostas e exercer a função antecipatória da qual depende a sua sobrevivência no futuro. A SLMandic, dentro dos limites de sua história recente, está criando uma tradição de auto avaliação muito rica. Esta prática vem sendo entendida como algo indispensável ao processo de planejamento, independentemente das solicitações oriundas do Ministério da Educação. O Processo de Avaliação na IES configura-se com as seguintes características: a) é uma atividade intrínseca ao processo de planejamento; b) é um processo contínuo, geral, específico e busca integrar ações; c) faz a crítica de suas ações e dos resultados obtidos; d) procura conhecer e registrar as limitações e possibilidades do trabalho avaliado; e)é democrática, apresenta a priori os aspectos a serem avaliados, envolvendo a participação dos sujeitos; f) é transparente quanto aos seus fundamentos, seu enfoque e, principalmente, no que se refere à utilização dos seus resultados. O Relatório de Auto Avaliação que ora apresentamos, elaborado a partir da experiência adquirida nesse campo, representa mais um importante passo no caminho da IES que todos nós desejamos. Prof Dr José Luiz Cintra Junqueira Diretor Geral 3

4 SUMÁRIO 1. Contextualização da IES Objetivos Metodologia Cronograma Resultados e Discussão Melhorias Alcançadas em Metas previstas para Bibliografia

5 Relatório de Auto Avaliação Institucional 1. CONTEXTUALIZAÇÃO DA IES A Mantenedora A Sociedade Regional de Ensino e Saúde S/C Ltda é uma sociedade simples limitada com atividade econômica principal na área de organizações associativas profissionais com fins lucrativos, situada a Rua Abolição 1827 município de Campinas, Estado de São Paulo registrada no Registro Privativo de Pessoas Jurídicas de Campinas-SP - microfilme nº A Instituição A Faculdade São Leopoldo Mandic e o Instituto de Pesquisas Odontológicas São Leopoldo Mandic, tiveram sua origem no Centro de Estudos Odontológicos Frei Leopoldo Mandic, fundado em 1968 por um grupo de cirurgiões-dentistas com o intuito de realizarem discussões clínicas e estudos na área de Odontologia. A associação de estudos evolui para o oferecimento de cursos de especialização normatizados pelo Conselho Federal de Odontologia. Consolidada como instituição de renome junto à classe odontológica, em 1999 apresentou projeto de mestrado profissional em Odontologia na CAPES/MEC tendo sido o programa aprovado e posteriormente reconhecido por meio da portaria ministerial nº2530 de 04 de setembro de Decorridas duas avaliações trienais da agencia (CAPES) com obtenção de conceitos crescentes alcançando a nota cinco, a IES enviou no inicio de 2003 o projeto de curso de graduação em Odontologia que culminou com o credenciamento da Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic, aprovação do seu regimento e projeto de desenvolvimento institucional (PDI) e autorização de funcionamento do referido curso por meio da portaria ministerial nº3112 de 31 de outubro de

6 O curso de graduação em Odontologia foi reconhecido por meio da portaria nº498 de 17 de agosto de 2006 pela Secretaria de Educação Superior (SESU/MEC). A portaria ministerial no 2688 de 29 de julho de 2005 credenciou a Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic a oferecer cursos de pós-graduação lato sensu à distância, nas suas áreas de competência acadêmica e, o Despacho Ministerial de 05/06/12 (DOU 06/06/12, Seção 1, número 109, pg. 42), com base no processo / , credenciou a Faculdade para a oferta de todos os cursos superiores na modalidade a distância, incluindo-se os cursos de graduação, pós-graduação lato sensu, entre outros. O curso de graduação a distância em Administração, a partir desse credenciamento, foi autorizado por meio da portaria no 90, de 15 de Junho de 2012, pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (SERES/MEC). O curso de graduação em Medicina foi autorizado por meio da portaria nº 132 de 20 de Março de 2013 pela Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (SERES/MEC). O programa de mestrado acadêmico em Odontologia foi recomendado pela CAPES com conceito quatro de acordo com o ofício nº285/2003/ctc/capes de 12 de dezembro de Em 21 de Dezembro de 2004 por meio do ofício nº628/2004/ctc/capes foi recomendado o programa de doutorado em Odontologia com conceito quatro. Os programas de pós-graduação foram reconhecidos pela portaria ministerial nº2878 de 24 de agosto de 2005 fundamentado pelo parecer nº179/2005 da Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação, o qual foi renovado pela portaria ministerial N o 1.077, de 31 de Agosto de 2012 publicado no Diário Oficial da União. Em 2009, a IES foi submetida à Avaliação Institucional, um dos componentes do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes) e obteve nota 5,0. 6

7 Considerando o Índice Geral de Cursos IGC, desde a adoção desta medida como indicador de qualidade da instituições de ensino superior no país (2007), a São Leopoldo Mandic vem sendo incluída no grupo de instituições com nota máxima (5). Na última avaliação trienal ( ) o Programa de Mestrado Profissionalizante recebeu a nota 4 e o Programa de Mestrado Acadêmico e Doutorado recebeu nota 4. Em 2013, o Conceito ENADE da Faculdade de Odontologia São Leopoldo Mandic foi 5,0. Ensino 1. A IES oferece os cursos de graduação: Odontologia Medicina Administração 2. Cursos de pós-graduação stricto sensu : a) Programa de Mestrado Profissional em Odontologia, áreas de concentração: Ortodontia Implantodontia Radiologia Odontológica e Imaginologia Prótese Dentária Saúde Coletiva Disfunção Temporo-Mandibular Patologia e Estomatologia Bucal Periodontia Odontopediatria 7

8 Dentística Endodontia b) Programa de Mestrado Acadêmico em Odontologia, áreas de concentração: Implantodontia Ortodontia Clínicas Odontológicas c) Programa de Doutorado em Odontologia, áreas de concentração: Implantodontia Ortodontia Clínicas Odontológicas 3. Cursos de Especialização lato sensu em Odontologia: Radiologia Odontológica e Imaginologia Cirurgia e Traumatologia Buco-Maxilo-Faciais Implantodontia Periodontia Dentística Odontologia Estética Prótese Dentária Disfunção Temporomandibular e Dor Orofacial Odontologia para pacientes com necessidades especiais Sedação Consciente Ortodontia Acupuntura Sistêmica Cirurgia Plástica Periodontal e Periimplantar Odontopediatria Saúde Coletiva (EAD) 8

9 Odontologia do Trabalho (EAD) Odontologia Legal (EAD) Cirurgia Bucal Avançada Endodontia Pesquisa O Instituto e Centro de Pesquisas São Leopoldo Mandic, com personalidade jurídica própria, tem por objetivo realizar pesquisas na área de saúde e não tem fins lucrativos. Os recursos para as pesquisas são oriundos da mantenedora da Faculdade São Leopoldo Mandic e das agências de fomento por meio de projetos elaborados pelos grupos de pesquisa ou individualmente pelo pesquisador. A instituição celebrou convênio de cooperação técnica com o CNPq publicada pelo diário Oficial da união nº54 de 20 de março de No diretório dos grupos de Pesquisa no Brasil do CNPq estão cadastrados os seguintes grupos: Grupo de Pesquisa em DTM/DOF Prof Dr Antonio Sérgio Guimarães Grupo de Biomateriais na Área da Saúde Prof Dr Carlos Eduardo da Silva Bueno Grupo de Saúde Coletiva Profa Dra Flávia Martão Flório Grupo de Epidemiologia, diagnóstico e tratamento das doenças bucais infantojuvenis Profa Dra Luciana Butini Oliveira Grupo de Relação entre alterações bucais e alterações genéticas Prof. Dr. Rui Barbosa de Brito Jr. Grupo de Odontologia Estética, adesiva e de Materiais Dentários Profa Dra Roberta Tarkany Basting Höfling Grupo de Neoplasias de Glândulas Salivares Profa Dra Vera Cavalcanti de Araújo 9

10 Grupo de Imunomodulação das doenças inflamatórias Prof. Dr. Marcelo Henrique Napimoga Grupo de Pesquisa Doenças do Envelhecimento Vesical Profa Dra Miriam Dambros A agência FAPESP fomenta bolsas de iniciação científica, mestrado e doutorado e diversos projetos dos pesquisadores, permitindo meios de divulgação para o desenvolvimento e conclusão destes. As pesquisas dos discentes dos programas stricto sensu são realizadas por meio dos projetos de dissertação, teses e patentes requeridas sob orientação do corpo docente permanente dos Programas Stricto sensu da instituição. 10

11 2. Objetivos Garantir um processo de auto avaliação com transparência, participação sobre o que faz a SLMandic, estabelecendo um contraponto entre a missão, os objetivos e as ações que efetivamente desenvolve, na busca de melhor qualidade acadêmica. Fornecer estudos e orientações que subsidiem o processo de Planejamento e a implementação de medidas que conduzam à execução de um projeto acadêmico socialmente legitimado e relevante quanto a sua repercussão junto à comunidade interna e a sociedade em geral. Consolidar uma sistemática de avaliação contínua que permita o constante reordenamento das ações da SLMandic. Identificar fragilidades e acertos com vista ao aprimoramento e a reformulação do Plano de Desenvolvimento Institucional PDI. 11

12 3. Metodologia Para que a comunidade acadêmica fizesse uma reflexão sobre as suas diversas atividades podendo conhecer-se e analisar-se criticamente em sua globalidade, permitindo a instituição de medidas corretivas que visam o aprimoramento da qualidade acadêmica. O eixo norteador das discussões repousou na possibilidade de comparar a missão, os objetivos, as políticas institucionais e seus programas estruturais com o que vem de fato realizando. Este processo de auto avaliação foi desenvolvido com a participação dos diversos segmentos docentes, técnico-administrativos, discentes, dirigentes e representantes da sociedade sob a coordenação da CPA. Um processo de auto avaliação deste porte incluiu, necessariamente, a negociação e a participação dos envolvidos tanto nas decisões relativas aos indicadores previstos quanto ao que diz respeito à definição das medidas decorrentes dos resultados obtidos. A Comissão Própria de Avaliação CPA, coordenou o processo de auto avaliação por meio das sub-comissões relativas a cada Dimensão (art. 3º da lei /04). A Avaliação contemplou as percepções dos membros envolvidos com a prática institucional e com representantes da sociedade. Foi utilizado uma abordagem qualitativa, oficinas e seminários, cujo ponto central é o debate em grupo, para a coleta de percepções, expectativas e desejos da comunidade universitária a respeito do papel e futuro da SLMandic. Esta metodologia qualitativa/participante foi versátil, pois foi, ao mesmo tempo, um instrumento de coleta de dados e um instrumento de intervenção e participação das pessoas numa reflexão sistematizada sobre o que faz a Instituição, sempre contextualizando e situando nos propósitos da SLMandic. Os questionários foram aplicados no computador, por meio de programa específico e as opções de respostas seguiram a seguinte gradação, considerando 12

13 que a opção dada ao voluntário que não quisesse avaliar determinado item, era a nota 6 (R6): R1 R2 R3 R4 R5 Insuficiente (nota 1) Regular (nota 2) Bom (nota 3) Muito Bom (nota 4) Excelente (nota 5) A avaliação do primeiro semestre de 2014 foi aplicada em junho de 2014, período precedido pela sensibilização, realizada por meio de cartazes e s aos envolvidos, valendo-se da fundamental importância dos discentes neste processo. A avaliação do segundo semestre foi aplicada em dezembro de 2014, também precedida pela sensibilização realizada por cartazes, s e de contato verbal com todos os segmentos envolvidos. Nestas avaliações, os alunos avaliaram as disciplinas em que eram matriculados no período e à instituição. Além disso, os professores avaliaram a instituição. No presente relatório serão apresentados os dados referentes às medidas de tendência central e de dispersão das avaliações realizadas, tanto no primeiro quanto no segundo semestre de

14 4. CRONOGRAMA Abr 14 Mai 14 Jun 14 Jul 14 Ago 14 Set 14 Out 14 Nov 14 Dez 14 Fev 15 Mar 15 Primeira etapa: sensibilização, preparação e divulgação Segunda etapa: desenvolvimento Terceira etapa: auto avaliação Quarta etapa: relatório final de auto avaliação e divulgação dos resultados 14

15 5. RESULTADOS E DISCUSSÃO CURSO DE ODONTOLOGIA 1º semestre letivo Quadro 1 - Escore da avaliação das disciplinas. Questões Mediana Média Desvio Padrão A exposição dos objetivos da disciplina é realizada de forma 4,1 3,8 0,8 O programa da disciplina é seguido de forma 4,1 3,8 0,8 A contextualização da disciplina, considerando o mercado de trabalho, é 4,1 3,9 0,8 A exposição, indicação ou exposição dos temas é realizada de maneira 4,0 3,8 0,8 A relação entre as aulas e conteúdos práticos e teóricos é realizada de forma 3,9 3,7 0,8 Os professores demonstram um domínio do conteúdo teórico e prático 4,2 4,0 0,7 Nas avaliações realizadas, os conteúdos trabalhados foram exigidos de forma 3,9 3,8 0,8 O estabelecimento e a divulgação dos critérios de avaliação com adequada antecipação é 4,0 3,8 0,8 A contribuição da plataforma de ensino para o desenvolvimento das atividades é 3,8 3,6 0,8 A objetividade na resposta e solução das dúvidas é 4,0 3,8 0,8 Quanto à adequação, os recursos didático-pedagógicos são utilizados de forma 4,0 3,7 0,8 O estímulo à participação dos alunos é 3,9 3,6 0,8 O conhecimento prévio do aluno ao desenvolver a matéria é considerado de forma 3,9 3,7 0,7 A pontualidade no início das aulas é 4,3 4,0 0,7 A pontualidade na finalização das aulas é 4,1 3,9 0,8 O respeito na relação dos alunos com o(-s) professor(-es) é 3,9 3,8 0,8 As correções dos erros de forma construtiva é 4,1 3,8 0,8 A aceitação das contribuições dos alunos é 3,9 3,7 0,9 Quadro 2 - Avaliação da infraestrutura institucional por docentes e discentes. Questões DOCENTES DISCENTES Média Mediana Média Desvio Padrão Sala de aula 4,0 3,6 3,6 0,6 Laboratórios 4,2 3,2 3,3 0,8 Biblioteca 4,3 3,9 3,9 0,3 Equipamentos em salas de aula 3,6 3,3 3,3 0,4 Equipamentos em clínicas 4,9 3,4 3,6 1,1 Plataforma de ensino 4,3 3,1 3,1 0,8 15

16 Questões DOCENTES DISCENTES Média Mediana Média Desvio Padrão Xerox 4,2 2,6 2,5 0,6 Restaurante 3,4 1,9 2,1 0,9 Direção 4,6 3,5 3,6 0,7 Coordenação 4,8 3,7 3,7 0,6 Funcionários da secretaria de graduação 4,8 4,1 4,2 0,4 Estacionamento 2,6 1,9 2,1 0,8 Orientação Psicológica e Pedagógica / Didática 4,9 4,1 4,2 0,5 Segurança 3,5 3,8 3,7 0,4 Manutenção 3,9 3,6 3,6 0,2 Portaria / Recepção 4,0 3,5 3,4 0,3 Informática 4,2 3,0 3,0 0,6 Qualidade da internet 3,1 1,4 1,6 0,6 Site da instituição 4,2 3,5 3,6 0,5 Comunicação (novidades, normas, regras e condutas) 4,2 3,2 3,3 0,6 Política de incentivo à pesquisa 4,3 3,7 3,6 0,2 Política de incentivo às atividades complementares 4,5 3,2 3,2 0,5 2º semestre letivo Quadro 3 - Escore da avaliação das disciplinas. Questões Mediana Média Desvio Padrão A exposição dos objetivos da disciplina é realizada de forma 3,9 3,8 0,7 O programa da disciplina é seguido de forma 3,9 3,8 0,7 A contextualização da disciplina, considerando o mercado de trabalho, é 4,0 3,9 0,6 A exposição, indicação ou exposição dos temas é realizada de maneira 3,9 3,8 0,7 A relação entre as aulas e conteúdos práticos e teóricos é realizada de forma 3,9 3,8 0,7 Os professores demonstram um domínio do conteúdo teórico e prático 4,1 4,0 0,6 Nas avaliações realizadas, os conteúdos trabalhados foram exigidos de forma 3,9 3,8 0,7 O estabelecimento e a divulgação dos critérios de avaliação com adequada antecipação é 3,9 3,7 0,7 A contribuição da plataforma de ensino para o desenvolvimento das atividades é 3,9 3,8 0,7 A objetividade na resposta e solução das dúvidas é 3,9 3,8 0,7 Quanto à adequação, os recursos didático-pedagógicos são utilizados de forma 3,9 3,8 0,7 O estímulo à participação dos alunos é 3,8 3,6 0,8 O conhecimento prévio do aluno ao desenvolver a matéria é considerado de forma 3,8 3,7 0,6 A pontualidade no início das aulas é 4,0 4,0 0,5 16

17 Questões Mediana Média Desvio Padrão A pontualidade na finalização das aulas é 4,0 3,9 0,6 O respeito na relação dos alunos com o(-s) professor(-es) é 3,7 3,7 0,7 As correções dos erros de forma construtiva é 3,9 3,8 0,7 A aceitação das contribuições dos alunos é 3,9 3,7 0,7 Quadro 4 - Avaliação da infraestrutura institucional por docentes e discentes. Questões DOCENTES DISCENTES Média Mediana Média Desvio Padrão Sala de aula 4,3 3,5 3,6 0,6 Laboratórios 4,6 2,9 3,2 0,8 Biblioteca 4,6 3,6 3,6 0,3 Equipamentos em salas de aula 4,4 3,5 3,3 0,6 Equipamentos em clínicas 5,2 2,9 3,2 0,7 Plataforma de ensino 4,6 2,7 2,9 0,8 Xerox 4,5 2,4 2,3 0,4 Restaurante 3,4 2,3 2,1 0,7 Direção 4,8 3,5 3,6 0,3 Coordenação 4,7 4,0 3,9 0,3 Funcionários da secretaria de graduação 4,8 4,3 4,2 0,4 Estacionamento 2,5 1,7 2,2 1,1 Orientação Psicológica e Pedagógica / Didática 4,7 4,1 3,7 0,7 Segurança 3,7 3,3 2,7 1,0 Manutenção 4,3 3,6 3,5 0,3 Portaria / Recepção 4,4 3,5 3,5 0,2 Informática 4,2 3,4 3,1 0,6 Qualidade da internet 3,2 1,6 1,8 0,7 Site da instituição 4,4 3,6 3,5 0,5 Comunicação (novidades, normas, regras e condutas) 4,2 3,5 3,5 0,4 Política de incentivo à pesquisa 4,3 4,0 4,0 0,4 Política de incentivo às atividades complementares 4,4 4,0 3,7 0,6 Egressos O espaço de ex-alunos no sítio eletrônico da IES, permitiu oficialização do contato com os egressos, mas ainda não se mostrou satisfatório como o contato que desejamos ter. Em 2015 nova estrategia nessa linha esta sendo planejada. 17

18 Figura 1 - Aparência do sítio institucional com ênfase à janela destinada aos ex-alunos. CURSO DE MEDICINA 1º semestre letivo Quadro 5 - Escore da avaliação das disciplinas. Questões Mediana Média Desvio Padrão A exposição dos objetivos da disciplina é realizada de forma 3,9 3,8 0,5 O programa da disciplina é seguido de forma 4,0 4,0 0,4 A contextualização da disciplina, considerando o mercado de trabalho, é 3,9 3,9 0,3 A exposição, indicação ou exposição dos temas é realizada de maneira 3,9 3,8 0,5 A relação entre as aulas e conteúdos práticos e teóricos é realizada de forma 3,9 4,0 0,4 Os professores demonstram um domínio do conteúdo teórico e prático 4,1 4,1 0,5 Nas avaliações realizadas, os conteúdos trabalhados foram exigidos de forma 3,8 3,8 0,4 O estabelecimento e a divulgação dos critérios de avaliação com adequada antecipação é 3,8 3,8 0,4 A contribuição da plataforma de ensino para o desenvolvimento das atividades é 3,7 3,7 0,4 A objetividade na resposta e solução das dúvidas é 3,9 3,9 0,5 Quanto à adequação, os recursos didático-pedagógicos são utilizados de forma 3,9 3,8 0,4 18

19 Questões Mediana Média Desvio Padrão O estímulo à participação dos alunos é 3,7 3,8 0,5 O conhecimento prévio do aluno ao desenvolver a matéria é considerado de forma 3,8 3,9 0,4 A pontualidade no início das aulas é 3,8 3,7 0,5 A pontualidade na finalização das aulas é 3,9 3,8 0,5 O respeito na relação dos alunos com o(-s) professor(-es) é 4,1 4,1 0,4 As correções dos erros de forma construtiva é 4,0 4,1 0,4 A aceitação das contribuições dos alunos é 4,0 4,0 0,4 Quadro 6 - Escore da avaliação das disciplinas. Questões DOCENTES DISCENTES Média Mediana Média Desvio Padrão Sala de aula 4,3 3,5 3,5 0,2 Laboratórios 4,6 4,2 4,2 0,2 Biblioteca 4,6 3,1 3,1 0,9 Equipamentos em salas de aula 4,4 3,3 3,3 0,5 Plataforma de ensino 4,6 3,3 3,3 0,6 Xerox 4,5 2,6 2,6 0,3 Restaurante 3,4 2,6 2,6 0,9 Direção 4,8 3,1 3,1 0,3 Coordenação 4,7 2,9 2,9 0,0 Funcionários da secretaria de graduação 4,8 3,1 3,1 0,6 Estacionamento 2,5 2,1 2,1 0,3 Orientação Psicológica e Pedagógica / Didática 4,7 3,7 3,7 0,9 Segurança 3,7 3,1 3,1 0,8 Manutenção 4,3 3,3 3,3 0,1 Portaria / Recepção 4,4 3,5 3,5 0,1 Informática 4,2 2,7 2,7 0,4 Qualidade da internet 3,2 1,8 1,8 0,4 Site da instituição 4,4 3,1 3,1 0,4 Comunicação (novidades, normas, regras e condutas) 4,2 2,4 2,4 0,7 Política de incentivo à pesquisa 4,3 3,0 3,0 0,4 Política de incentivo às atividades complementares 4,4 2,9 2,9 0,6 19

20 2º semestre letivo Quadro 7 - Escore da avaliação das disciplinas. Questões Mediana Média Desvio Padrão A exposição dos objetivos da disciplina é realizada de forma 4,0 3,6 0,8 O programa da disciplina é seguido de forma 3,9 3,7 0,7 A contextualização da disciplina, considerando o mercado de trabalho, é 4,1 3,6 0,7 A exposição, indicação ou exposição dos temas é realizada de maneira 3,9 3,6 0,8 A relação entre as aulas e conteúdos práticos e teóricos é realizada de forma 3,9 3,6 0,8 Os professores demonstram um domínio do conteúdo teórico e prático 4,1 3,9 0,6 Nas avaliações realizadas, os conteúdos trabalhados foram exigidos de forma 3,9 3,5 0,8 O estabelecimento e a divulgação dos critérios de avaliação com adequada antecipação é 3,9 3,4 0,9 A contribuição da plataforma de ensino para o desenvolvimento das atividades é 4,0 3,5 0,7 A objetividade na resposta e solução das dúvidas é 4,1 3,7 0,7 Quanto à adequação, os recursos didático-pedagógicos são utilizados de forma 4,1 3,7 0,7 O estímulo à participação dos alunos é 3,9 3,6 0,7 O conhecimento prévio do aluno ao desenvolver a matéria é considerado de forma 3,9 3,6 0,7 A pontualidade no início das aulas é 4,0 3,7 0,7 A pontualidade na finalização das aulas é 4,0 3,6 0,8 O respeito na relação dos alunos com o(-s) professor(-es) é 4,2 3,8 0,6 As correções dos erros de forma construtiva é 4,1 3,7 0,7 A aceitação das contribuições dos alunos é 4,1 3,7 0,7 Quadro 8 - Avaliação da infraestrutura institucional por docentes e discentes, Questões DOCENTES DISCENTES Média Mediana Média Desvio Padrão Sala de aula 4,0 4,0 4,0 0,2 Laboratórios 4,2 4,3 4,3 0,0 Biblioteca 4,3 3,2 3,2 0,1 Equipamentos em salas de aula 3,6 3,5 3,5 0,5 Plataforma de ensino 4,3 3,3 3,3 0,9 Xerox 4,2 2,3 2,3 0,2 Restaurante 3,4 2,4 2,4 0,9 Direção 4,6 2,7 2,7 0,2 Coordenação 4,8 2,5 2,5 0,1 Funcionários da secretaria de graduação 4,8 2,9 2,9 0,1 Estacionamento 2,6 1,9 1,9 0,4 20

21 Orientação Psicológica e Pedagógica / Didática 4,9 3,7 3,7 0,8 Segurança 3,5 2,9 2,9 0,9 Manutenção 3,9 3,4 3,4 0,4 Portaria / Recepção 4,0 3,6 3,6 0,0 Informática 4,2 3,1 3,1 1,0 Qualidade da internet 3,1 2,6 2,6 0,5 Site da instituição 4,2 3,3 3,3 0,4 Comunicação (novidades, normas, regras e condutas) 4,2 2,5 2,5 0,5 Política de incentivo à pesquisa 4,3 2,8 2,8 0,2 Política de incentivo às atividades complementares 4,5 2,5 2,5 0,1 CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Não houve participação dos discentes do curso de Administração. As avaliação docentes representam os 3 cursos. 5, Variáveis e Indicadores Quantitativos SITUAÇÃO DOCENTE E DOS TÉCNICOS ADMINISTRATIVOS Nº de docentes do Quadro Permanente com qualificação e carga horária; R: Segue figuras com os dados, 7% 27% 66% Doutorado Mestrado Especialização Figura 2 - Distribuição dos docentes em função da titulação, 21

22 14% 13% 81% Horista Tempo parcial Tempo integral Figura 3 - Distribuição dos docentes em função do regime de trabalho, Nº de docentes substitutos e visitantes com qualificação e carga horária; R: 1 Doutor 2 horas/aula (Prof. Dr. Marcelo Sperândio) Nº de professores com previsão de saída para qualificação; R: Curso de odontologia - 07 docentes cursando Doutorado Professores em cargos de direção na SLMandic e em outros órgãos conforme relação abaixo discriminada: Presidente do CONSU / Diretor Geral: Prof Dr José Luiz Cintra Junqueira Membros do CONSU: Prof Dr José Luiz Cintra Junqueira Prof Dr Ney Soares de Araujo Prof Dr Marcelo Henrique Napimoga 22

23 Prof, Ms, Paulo Eduardo de Lacerda Direção: Prof Dr Ney Soares de Araújo Coordenação de Pós-Graduação Stricto sensu: Prof Dr Marcelo Henrique Napimoga Coordenação de Pós-Graduação Lato sensu: Profa Dra Luciana Butini de Oliveira Coordenação Pedagógica: Profa Dra Maria Ines Fini Coordenação do curso de Odontologia: Prof Dr Rui Barbosa de Brito Júnior Coordenação do curso de Medicina: Prof. Dr. Guilherme de Menezes Succi Coordenador Associado do Curso de Medicina: Profa Dra Cinira Santana Soledade Coordenação do curso de Administração: Prof Ms André Luiz Oda Presidente da CPA: Profa Dra Flávia Martão Flório Membros do CPA: Profa Dra Flávia Martão Flório Prof Dr Rui Barbosa de Brito Junior Prof Wander Edney Brito Coordenador de Monografia: Prof Dr Rogério Heládio Lopes Motta Coordenador de Estágio Supervisionado: Profa Dra Flávia Martão Flório Coordenador de Atividades Complementares: 23

24 Curso de Odontologia: Profa Dra Arlete Maria Gomes Oliveira Curso de Medicina: Profa Dra Miriam Dambros Comissão de Avaliação Profa Dra Elizabeth Ferreira Martinez Profa Dra Luciana Satie Okajima Prof Dr Rogério Heládio Lopes Motta Prof Dr Gabriel Rocha Campos Membros da Comissão de Biossegurança: Profa Dra Juliana Cama Ramacciato Profa Dra Almenara de Souza Fonseca Silva Profa Dra Flávia Martão Flório Prof Dr Rui Barbosa de Brito Júnior Prof Dr Rogério Heládio Lopes Motta Prof Dr Paulo de Camargo Moraes Membros da Comissão de Ética em Pesquisas em Humanos: Profa Dra Fernanda Lopes da Cunha (Presidente) Prof Dr Helio Almeida de Moraes Prof Ms Robson Tetsuo Sasaki Prof Dr Rui Barbosa de Brito Júnior Prof Dr Gustavo de Souza Profa Dra Daiane Cristina Peruzzo Profa Dra Cecilia Pedroso Turssi Profa Dra Fabiana Mantovani Gomes França Profa Dra Miriam Dambros Lorenzetti Membros da Comissão do Programa de Iniciação Cientifica: Profa Dra Vera Cavalcanti de Araujo Profa Dra Miriam Dambros Lorenzetti Profa Dra Cecilia Pedroso Turssi 24

25 Profa Dra Roberta tarkany Basting Hofling Membros da Comissão de Ética em Pesquisas em Animais: Prof Dr Rogério Heládio Lopes Motta (Presidente) Profa. Dra. Mara Dambros Comissão de Residência Médica Coordenador: Prof. Dr. Sérgio Bisogni Vice Coordenador: Prof. Dr. Péricles Mendonça Dias da Motta Coordenadora do Laboratório de Habilidades Médicas e Simulação Realística Profa Dra Cinira Santana Soledade Coordenador do Laboratório de Técnicas Cirúrgicas Prof Dr Renato Nardi Pedro Nº de professores que já cumprem as condições legais para aposentadoria: R: Zero Nº de funcionários em exercício por nível de escolaridade e carga horária: Os funcionários técnico-administrativos caracterizam-se por ser um grupo relativamente jovem (33±11 anos), predominantemente feminino (76,5%) e com media de vinculo institucional recente (3,5±3,3 anos, máximo 17 anos), São contratados em regime de trabalho celetista, com carga horária semanal e nível de escolaridade distribuídos de acordo com o quadro a seguir: 25

26 Quadro 9 - Distribuição dos funcionários técnico administrativos em função da escolaridade e carga horária. CARGA HORÁRIA SEMANAL ESCOLARIDADE n Ensino fundamental incompleto Ensino fundamental completo (0%) (1%) Ensino médio incompleto (2%) Ensino médio completo (57%) Educação superior incompleta Educação superior completa (9%) (24%) Pós graduação completa (8%) Total (%) 8 (7%) 2 (2%) 9 (7%) 2 (2%) 100 (81%) 123 (100%) Ensino Nº de turmas oferecidas por semestres nos cursos de graduação; R: 01 Turma (entrada anual) Nº de bolsistas na SLMandic: R: 14 alunos com 3% de desconto 15 alunos com 5% de desconto 01 aluno com 15% de desconto 03 alunos com 30% de desconto 01 aluno com 50% de desconto 03 alunos com 100% de desconto (bolsa Procampis) 26

27 integrais. Todos os alunos da primeira turma do curso de Administração são bolsistas Pesquisa Nº de bases de pesquisa / nº de projetos financiados com vigência no período: 1. Processo FAPESP (Auxílio Regular) 2012/ (Vigência: Dezembro de 2012 a Novembro de 2014): R$ 132,315,60 Prof Dr Fabrício Passador Santos, 2. Processo FAPESP (Auxílio Regular) 2012/ (Vigência: Maio de 2012 a Abril de 2014): R$ 85,406,31 Profa Dra Andresa Soares Borges, 3. Processo CNPq (Universal) / (Vigência: Janeiro de 2014 a Dezembro de 2016): R$ 29,193,00 Profa Dra Adriana de Jesus Soares, 4. Processo CNPq (Universal) / (Vigência: Janeiro de 2014 a Dezembro de 2016): R$ 47,492,00 Prof Dr Marcelo Henrique Napimoga, 5. Processo CNPq (Universal) / (Vigência: Janeiro de 2014 a Dezembro de 2016): R$ 30,000,00 Prof Dr Elizabeth Ferreira Martinez, 6. Processo FAPESP (Auxílio Regular) 2014/ (Vigência: Outubro de 2014 a Setembro de 2015): R$ 181,984,90 Prof Dr Marcelo Henrique Napimoga, 7. Fabiana M, G, França - Auxílio Regular, Valor R$ 88,737,50 (2014/ ), Vigência: 01/04/2014 a 30/03/ Roberta T, B, Höfling - Auxílio Regular, Valor R$ 42,932,29 (2014/ ), Vigência: 01/10/2014 à 30/09/ Cecília P, Turssi - Auxílio Regular, Valor R$ 65,829,61 (2014/ ), Vigência: 01/11/2014 à 31/10/

28 Bolsistas de Iniciação Cientifica FAPESP 1- Aline Tivelli Albertini, TÍTULO DO TRABALHO: Estudo de ensaio de invasão tecidual in vitro de células de carcinoma epidermóide de língua utilizando o modelo do mioma, ORIENTADOR: Fabricio Passador Santos, (processo FAPESP 2014/ vigência 01/11/ /10/2015), 2- Nicola Christine Renz, TÍTULO DO TRABALHO: Influência da aplicação de etanol na resistência e longevidade de união de sistema adesivo autocondicionante à dentina hígida e afetada por cárie, ORIENTADORA: Fabiana Mantovani Gomes França, (processo FAPESP 2014/ vigência 01/09/ /08/2015), 3- Mariana Boanova Lourenço, TÍTULO DO TRABALHO: O processo de trabalho dos auxiliares em saúde bucal no serviço publico de Campinas, ORIENTADORA: Fabiana Mantovani Gomes França, (processo FAPESP 2014/ vigência 01/08/ /07/2015), 4- Isabella Spinardi Furlan, TÍTULO DO TRABALHO: Microdureza do esmalte dental submetido ao tratamento com clareadores contendo peróxido de hidrogênio de alta ou baixa concentrações adicionados de cálcio e/ou fluoretos, ORIENTADORA: Roberta Tarkany Basting Hofling, (processo FAPESP 2014/ vigência 01/08/ /07/2015), 5- Natália Russo Carlos, TÍTULO DO TRABALHO: Avaliação da eficiência e de parâmetros clínicos da técnica clareadora com peróxido de hidrogênio 10% dispensado em moldeiras individuais ou pré-carregadas, ORIENTADORA: Roberta Tarkany Basting Hofling, (processo FAPESP 2014/ vigência 01/08/ /07/2015), 6- Ana Victória Dourado Pinto, TÍTULO DO TRABALHO: Quantificação de cálcio e fósforo no esmalte dentário submetido a agentes clareadores contendo peróxido de hidrogênio de alta e baixa concentrações, ORIENTADORA: 28

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