SIND 3.1 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS LTDA.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SIND 3.1 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS LTDA."

Transcrição

1 SIND 3.1 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS LTDA.

2 SUMÁRIO 1 - Introdução 2 - Administração de Vendas Distribuidores Demanda Regiões Marketing Preço de Venda Prazo de Venda Sazonalidade Índice de Crescimento Econômico Importação de Produtos Formas de Comercialização 3 - Administração da Produção Produtividade Tipos de Máquinas Compra e Venda de Máquinas Compra de Matérias-Primas Sistema de Custeio Gastos com Estocagem Depreciação 4 - Administração Financeira Tipos de Empréstimos Empréstimo Compulsório Empréstimo Programado Empréstimo Programado Financiamento Aplicações Imposto de Renda Participação nos Lucros Dividendos Atrasos Atrasos Bancários Atrasos com Fornecedores Atrasos de Outras Contas Concordata Condições para Aprovação da Concordata Vantagens em Conseqüência da Concordata Desvantagens em Conseqüência da Concordata Contabilização para a Concordata Falência Situações que Geram a Falência Finalização da Falência Possíveis Situações Financeiras da Empresa

3 5 - Administração de Recursos Humanos Motivação Remuneração Contratação Demissão Greve 6 - Bolsa de Valores 7 - Relatórios Emitidos Folha de Decisões Preenchimento pelo sistema de apoio às decisões Preenchimento Manual Relatório Individual Estoques Fluxo de Caixa Finanças Clientes Máquinas Recursos Humanos Demanda e Vendas por Região Decisões Tomadas pela Empresa Relatório Coletivo Balanço Patrimonial - BP Demonstração de Resultado do Exercício - DRE Relatório Coletivo Demanda e Venda Total por Região Venda Relativa de cada Empresa por Região Preço de Venda de cada Empresa por Região Bolsa de Valores Indicadores Macroeconômicos Jornal Gazeta Industrial ANEXOS Anexo A - Relatórios da Simulação Industrial Relatório Coletivo 1 Relatório Coletivo 2 Relatório Individual Folha de Decisões Gazeta Industrial Anexo B - Tabelas de Consulta Rápida do SIND 3.1 Administração de Vendas Administração da Produção Administração Financeira Administração de Recursos Humanos

4 Simulação Industrial - SIND 3.1 Bernard Sistemas 1 - INTRODUÇÃO O simulador empresarial SIND simula o ambiente empresarial do setor industrial. As empresas simuladas são sociedades anônimas de capital aberto tendo, portanto, suas ações cotadas na Bolsa de Valores. Estas ações irão variar de acordo com o desempenho das empresas, assim como a situação macroeconômica da simulação. Sugere-se que cada empresa seja formada por equipe de até quatro participantes. Cada membro da equipe deve ter uma função na administração da empresa. A divisão das funções pode ser relativa à Administração de Vendas, Administração da Produção, Administração Financeira e Administração de Recursos Humanos. As equipes representam as diretorias das empresas. A condução da simulação ficará a cargo de uma pessoa denominada Coordenador, que será o responsável pela definição das variáveis macroeconômicas da simulação. A simulação inicia com a distribuição de relatórios empresariais e de um jornal informativo, intitulado Gazeta Industrial, que é editado pelo coordenador. No primeiro período os relatórios empresarias são os mesmos para todas as empresas. Elas partem, portanto, de uma mesma situação inicial. Os relatórios empresariais e a Gazeta Industrial são os instrumentos básicos para que as empresas tomem decisões para o próximo período (trimestre). Outros relatórios e gráficos de desempenho também poderão ser distribuídos pelo coordenador para facilitar o processo da tomada de decisões. As decisões das empresas e do coordenador são então inseridas no simulador empresarial SIND, que as processa, gerando novos relatórios empresariais. O coordenador da simulação edita então um outro jornal que, juntamente com os novos relatórios, permitirão um novo processo da tomada de decisões. Esta dinâmica se repete de modo que durante a simulação possam ser simulados vários trimestres da administração de uma empresa industrial. O fluxograma da dinâmica do curso de Simulação Industrial é apresentado a seguir.

5

6 Simulação Industrial - SIND 3.1 Bernard Sistemas 2 - ADMINISTRAÇÃO DE VENDAS A administração de vendas é responsável pela execução da política comercial adotada pela empresa. Para tanto, ela deverá negociar com os canais de distribuição (distribuidores) da empresa. O conhecimento do mercado se torna fundamental para o bom gerenciamento das vendas. Os itens a seguir apresentam detalhes sobre os canais de distribuição, fatores que influenciam à demanda e as formas de comercialização dos produtos DISTRIBUIDORES A empresa produz e comercializa apenas um bem de consumo durável. Este produto tem a mesma qualidade, seja em relação aos concorrentes nacionais, seja em relação aos produtos importados. A qualidade não é, portanto, um fator de diferenciação dos produtos. O que pode diferenciar o produto, entretanto, é a sua presença no mercado, ou seja, as empresas com maiores vendas acumuladas nos períodos anteriores têm um peso maior quando da escolha do produto por parte do consumidor. Este peso é tanto maior, quanto maior for a participação nas vendas da empresa nos períodos passados. A menor presença no mercado da empresa, entretanto, pode ser compensada por uma política mais agressiva em relação a preço, prazo e/ou marketing (veja item 2.2). A comercialização deste produto se dá através de distribuidores. Estes distribuidores podem ser atacadistas, ou cadeias de lojas que compram diretamente da indústria. Todas as empresas da simulação têm acesso aos mesmos distribuidores. Estes canais de distribuição não diferenciam as empresas, ou seja, por serem produtos de igual qualidade, as negociações giram apenas em relação a preço, prazo e marketing (este último fator determina o efeito da propaganda nos consumidores finais) DEMANDA As vendas da empresa estão diretamente relacionadas com a demanda. A empresa deve procurar equilibrar a demanda com as vendas para evitar desperdiçar recursos. Quando a demanda total da empresa for superior aos produtos que ela tem para oferecer, será criada uma demanda insatisfeita. Parte desta demanda insatisfeita será transferida para a concorrência e o restante será perdida. Quando a demanda total da empresa for inferior às vendas, significa que parte de suas vendas foram para clientes das outras empresas. Nesse caso houve uma demanda não atendida pela concorrência. A demanda é determinada pela influência dos fatores: região, marketing, preço, prazo, sazonalidade, crescimento da economia e importação. Os fatores preço, prazo e marketing são controláveis pelas empresas. A sazonalidade, o crescimento da economia e a importação de produtos são variáveis macroeconômicas, não podendo ser controladas pelas empresas. Os itens a seguir fornecem maiores detalhes sobre cada fator que influencia à demanda REGIÕES Cada empresa está instalada em uma região, por exemplo, a empresa 1 está situada na região 1. Todas empresas podem comercializar nas demais regiões existentes, porém, na região onde a

7 empresa estiver instalada, as despesas com distribuição dos produtos (transporte, seguro, etc) é a metade. Além das regiões que têm empresas instaladas, ainda existe uma última região onde não existem empresas. Em todas regiões onde existem empresas instaladas a demanda inicial é a mesma. Na última região a demanda do início da simulação é 50% maior. A empresa pode influenciar diretamente na demanda por produtos de uma região através do marketing, preço e prazo de venda. As regiões são independentes em relação a essas três variáveis, ou seja, as decisões de quanto aplicar em marketing, preço e prazo de venda praticado em uma região somente influenciará nessa região MARKETING O marketing aplicado pela empresa é determinado basicamente pela propaganda realizada. A propaganda é realizada por agências e tem por objetivo atingir o consumidor final. Os distribuidores apenas expressam os desejos destes consumidores, buscando comprar em maior quantidade os produtos daquelas empresas que estão aplicando mais em marketing. Para cada período as agências de propaganda têm condições de realizar, por empresas, até 9 campanhas de marketing em cada região. A demanda é proporcional ao número de campanhas de marketing aplicado em cada região, ou seja, quanto maior o número de campanhas, maior será a demanda. Existe, porém, um efeito de saturação do marketing, onde ocorre um aumento muito pequeno na demanda em relação ao número de campanhas adicionais aplicadas. As empresas devem, então, determinar o número ótimo de campanhas de marketing para evitar o desperdício de recursos. Este número pode ser obtido através da experiência dos diretores, ou através da contratação de uma empresa de consultoria em marketing, que poderá ser fornecida pelo coordenador. O marketing realizado em um período tem seus efeitos distribuídos por três períodos. A maior parte do efeito se dá no próprio período de solicitação (período P), outra parte se dá no período P+1 e uma pequena parte influi na demanda do período P+2. Considera-se que, para um mesmo número de campanhas de marketing aplicadas, o seu efeito será o mesmo, independente do trabalho realizado. O consumidor não julga, portanto, a qualidade da campanha de propaganda realizada, nem a eficácia do meio de divulgação adotado PREÇO DE VENDA O preço negociado entre as empresas e os seus distribuidores são repassados para o consumidor final, aplicando uma margem fixa para todas as empresas. Esta política dos distribuidores resulta em uma mesma proporção de preços entre as empresas, seja no atacado, ou no varejo. O preço de venda praticado por uma empresa tem influência decisiva na demanda por seus produtos. O comportamento da demanda é inversamente proporcional ao preço, ou seja, a demanda diminui à medida que o preço aumenta. Se a empresa não quiser vender seus produtos em uma determinada região, basta colocar o preço igual a zero nessa região. O produto tem uma alta elasticidade-preço em relação à demanda, ou seja, pequenas variações no seu preço acarretam em uma grande variação na sua demanda. Nos períodos em que o crescimento da economia for negativo (ICE < 0), esta elasticidade será ainda maior. O preço da concorrência também influencia à demanda por produtos da empresa. Considerando que as demais variáveis que influenciam à demanda permaneçam constantes, a empresa que praticar os

8 menores preços terá uma demanda maior PRAZO DE VENDA Por ser um bem durável de alto valor, este produto requer um financiamento para que possa ser comprado pela maior parte dos consumidores finais. Para efeito da simulação, considera-se que este financiamento está disponível no comércio. O prazo de venda a ser negociado é entre a empresa e seus distribuidores. Grande parte destes distribuidores podem comprar à vista ou a prazo, dependendo das condições da venda. Prazo de pagamento, entretanto, é um fator de estímulo às vendas. Quando maior este prazo, maior o estímulo SAZONALIDADE A sazonalidade do produto é determinada pela elevação de sua demanda em determinado período do ano. No quarto trimestre de cada ano (períodos 4, 8 e 12) a demanda total tende a aumentar 50% se forem mantidas todas as condições que influenciam na demanda. Este percentual pode ser superior ou inferior, dependendo da política geral do setor em relação a preço, prazo e marketing além do índice de crescimento da economia e das importações. As importações não alteram a demanda total do setor, mas alteram a demanda total destinada às empresas deste setor. O efeito da sazonalidade é restrito ao último período de cada ano, retornando ao seu nível normal quando este período termina ÍNDICE DE CRESCIMENTO ECONÔMICO O índice de crescimento econômico - ICE é determinado em função do crescimento da economia como um todo. Um aumento de 2% no índice de crescimento econômico, por exemplo, indica que o mercado do qual as empresas fazem parte, cresceu 2%. Considerando que, com exceção da sazonalidade do produto, as demais variáveis que influenciam à demanda do produto não sofram variações, a demanda total pelo produto irá crescer também em 2%. Esta variável macroeconômica poderá ser negativa, nula ou positiva. Quando negativa, ela indica que a economia está em recessão. Nessa situação a sensibilidade da demanda às variações de preço é maior, ou seja, pequenas variações nos preços provocam grandes variações na demanda. Quando o ICE for nulo, indica que a economia está sem crescimento. Quando positivo, o ICE indica que a economia está em expansão. Nessas duas situações a sensibilidade da demanda às variações de preço tende a ser um pouco menor. O índice de crescimento econômico ocorrido em cada período é divulgado nos indicadores macroeconômicos do Relatório Coletivo IMPORTAÇÃO DE PRODUTOS A decisão de importar produtos ocorre por determinação do governo (coordenador) e tem por objetivo equilibrar a oferta e demanda, quando as empresas não conseguirem atender a demanda, ou estiverem praticando preços elevados (por margens de lucros ou custos elevados). A determinação de importar produtos será comunicada previamente às empresas através da Gazeta Industrial. A importação acarreta em queda na demanda por produtos da empresa FORMAS DE COMERCIALIZAÇÃO As vendas a prazo podem ser feitas em 1+1 (prazo 1) ou em 1+2 (prazo 2). Nessas vendas a empresa

9 pode estipular uma taxa de juros sobre as prestações. Esta taxa, se muito elevada, pode aumentar a inadimplência nos recebimentos. A seguir são apresentadas as formas de recebimento das vendas que a empresa pode adotar: Prazo 0 = À vista. Prazo 1 = 1+1 = 50% à vista + 50% em P+1 (corrigido pela taxa de juros da empresa). Prazo 2 = 1+2 = 40% à vista + 2 prestações constantes em P+1 e P+2 (corrigido pelos juros da empresa). Exemplo: Se a empresa vender unidades do seu produto a $ 340 utilizando 5% de juros, os valores a receber conforme as opções de prazo são: 0 = À vista $ ( unidades x $ 340). 1 = = $ ( unid. x $ 340 x 50%) + $ ( unid. x $ 340 x 50% x 1,05). 2 = = $ ( unidades x $ 340 x 40%) + 2 prestações constantes de $ ,95*1. *1 Prestação = ( ) x 0,05 x (1 + 0,05) 2 ( 2 é o nº de prestações ) (1 + 0,05) 2 ( 2 é o nº de prestações ) - 1

10 Simulação Industrial - SIND 3.1 Bernard Sistemas 3 - ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO A administração da produção é responsável pela fabricação dos produtos que serão destinados à venda. Para tanto, ela deverá manter a produção balanceada e com custos de produção mais baixos possíveis. A empresa produz somente um tipo de bem de consumo durável. Para a sua produção são necessárias 3 unidades da matéria-prima A e 2 unidades da matéria-prima B. A capacidade de produção da empresa depende do número de empregados da produção, de seu índice de produtividade, da quantidade e tipo de máquinas utilizadas, do nível de atividade e de uma eventual produção extra (lembrando que a greve pode diminuir a produção planejada). A produção extra poderá ser de até 25%. Para tanto, o nível de atividade da empresa deve estar em 100%. No caso da empresa optar por produção extra, as horas adicionais que os empregados da produção trabalharem, serão 50% mais caras. A empresa pode diminuir a sua produção no período, diminuindo o nível de atividade da produção. A diminuição deste nível tem por objetivo evitar produzir com matérias-primas do fornecedor especial (ver item 3.4) e/ou evitar ficar com estoques elevados de produtos acabados, diminuindo assim os gastos com estocagem. A desvantagem da diminuição do nível de atividade é que, com exceção das matérias-primas e manutenção de máquinas, os demais custos continuam fixos (Ex.: mão-de-obra, depreciação, etc...) PRODUTIVIDADE A produtividade dos empregados da produção é medida por dois indicadores: a produtividade propriamente dita e a produção média por homem (Produção/Homem). O indicador de produtividade da empresa inicia em 1.0 (período 0) e a partir deste período pode diminuir, ou aumentar, de acordo com as situações a seguir. Aumento da produtividade em função de: Treinamento: de acordo com os gastos realizados em cursos para os empregados da produção. O treinamento deve ser maior nos períodos em que a empresa estiver contratando novos empregados; Produção Repetitiva: decorrente da aprendizagem alcançada por produzir de forma repetitiva; Contratação: quando a produtividade dos novos empregados for superior à produtividade dos empregados existentes; Aumento da Motivação: provocada pelos fatores monetários e não-monetários. Diminuição da produtividade em função de: Contratação: quando a produtividade dos novos empregados for inferior à produtividade dos empregados existentes; Queda da Motivação: provocada pelos fatores monetários e não-monetários. A Produção/Homem indica a quantidade média de produtos fabricados por empregado do setor produtivo da empresa. Esse indicador é calculado dividindo-se a produção do período pela

11 quantidade de empregados do setor produtivo existente na empresa durante o período. Esse indicador pode ser utilizado para comparar a produção, por empregado, média da empresa com a produção média por homem do setor industrial em que a empresa está inserida (ver item Indicadores Macroeconômicos). A variável Produção Média/Homem do setor, apresentada no Relatório Coletivo 2, não leva em consideração eventuais horas extras realizadas pelas empresas. Portanto, se a empresa estiver praticando produção-extra, ela deve desconsiderá-la da sua produção média para poder comparar com a média do setor. Desta forma, a empresa poderá comparar a eficiência de seus empregados em relação aos demais empregados das empresas deste setor TIPOS DE MÁQUINAS Existem três tipos de máquinas que podem ser utilizadas no processo produtivo da empresa. As especificações de cada tipo de máquina estão descritas na tabela a seguir: TABELA DE ESPECIFICAÇÃO DAS MÁQUINAS *1 O preço inicial é dado em unidades monetárias e vale para o período zero da simulação. Para os demais períodos o jornal Gazeta Industrial divulgará os preços de aquisição das máquinas. *2 Esta é a produção média normal a um nível de atividade igual a 100% e sem produção extra. Considera-se, para tanto, que existam os empregados necessários para operar a máquina. Esta produção poderá sofrer variações, dependendo do nível de produtividade dos empregados. *3 Número de empregados necessários para operar cada tipo de máquina. Caso a empresa não tenha empregados suficientes para operar todas as máquinas, estes serão alocados primeiramente às máquinas Gama, Beta e finalmente Alfa. Para um mesmo tipo de máquina, a alocação de empregados se dará primeiramente às máquinas mais novas. A produção nas máquinas em que faltar empregados será proporcional ao número de empregados disponíveis. *4 O custo de manutenção das máquinas leva em consideração o nível de atividade e eventual produção-extra. O custo é dado percentualmente em relação ao preço de uma máquina nova e aumenta a cada período por meio de uma progressão aritmética. Por exemplo: uma máquina Alfa comprada por $ no período 0, terá custos de manutenção de $ no período 1 $ x 0.4% x 1 (idade em períodos) x 1 (nível de atividade de 100%) x 1 (produção extra igual a 0%), considerando que o preço de aquisição da máquina não seja reajustado nos dois próximos períodos, a empresa terá custos de $ no período 2, $ no período 3 e assim sucessivamente. Estes valores devem ser calculados para cada máquina, considerando seu tipo e idade. SUGESTÃO: Se a empresa possuir mais de uma máquina de diferente tipo, ela pode multiplicar a idade média de cada tipo de máquina pela sua quantidade total, para encontrar a idade total deste tipo de máquina. As empresas têm no início do período 1 apenas máquinas Alfa. A seguir são apresentados os dados referentes a cada uma destas máquinas: TABELA DAS MÁQUINAS EXISTENTES NA EMPRESA NO INÍCIO DO PERÍODO 1

12 *1 A idade das máquinas é dada em períodos. *2 Esta quantidade corresponde ao final do período 0. *3 O valor contábil e a depreciação acumulada estão expressos em unidades monetárias e são por máquina. *4 O total diz respeito à soma de todas as máquinas COMPRA E VENDA DE MÁQUINAS A empresa pode vender as suas máquinas em qualquer período. A compra das máquinas está condicionada à sua disponibilidade por parte dos fornecedores (eventuais faltas de máquinas novas para venda serão divulgadas na Gazeta Industrial). A quantidade a ser comprada, ou vendida, é definida pela empresa. Para compra de máquinas, a empresa recebe um financiamento do Banco de Desenvolvimento Industrial - BDI, conforme está explicado no item (Financiamento). A quantidade de máquinas a ser comprada não pode ultrapassar a capacidade máxima das instalações da empresa, que é de produzir unidades por período (sem produção-extra). As máquinas adquiridas no período P chegam apenas no final deste período e, não podem ser vendidas nesse período. As máquinas adquiridas no período P, por chegar no final do período, somente irão começar a produzir no início do período P+1. Caso a empresa deseje vender máquinas, os compradores estarão oferecendo de 80 a 120% do valor contábil das máquinas (este percentual poderá variar, sendo divulgado a cada período na Gazeta Industrial). Entende-se por valor contábil, o valor histórico de aquisição das máquinas menos a sua depreciação acumulada (nas simulações com Correção Monetária de Balanço existe atualização destas contas). A diferença entre o valor de venda e o valor contábil será computado como receita não operacional (quando o percentual for maior que 100%) ou como despesa não operacional da empresa (quando o percentual for menor que 100%). A empresa deve fazer um acompanhamento de suas máquinas, conforme exemplificado na tabela anterior para saber o valor contábil de suas máquinas. As máquinas mais velhas são vendidas em primeiro lugar. As máquinas vendidas no período P saem da empresa apenas no final deste período COMPRA DE MATÉRIAS-PRIMAS A empresa pode comprar as matérias-primas de dois fornecedores: o fornecedor programado e o fornecedor especial. O fornecedor programado exige que a matéria-prima a ser utilizada pela empresa seja solicitada com um período de antecedência. Assim, a matéria-prima a ser utilizada no período P+1 deve ser solicitada no período P, somente chegando no final deste período. Ela estará disponível para utilização no início do período P+1. A quantidade máxima de cada matéria-prima que o fornecedor programado pode vender, para cada empresa, é de unidades por período. O fornecedor programado vende seus produtos à vista (modo de pagamento = 0) ou a prazo (modo de pagamento = 1 ou 2). Para compras a prazo este fornecedor acrescenta uma taxa de juros. O preço à vista das matérias-primas, assim como a taxa de juros cobrada pelo fornecedor é divulgada a cada período na Gazeta Industrial. A seguir é apresentada as formas de pagamento das compras a prazo:

13 Prazo 1 = 1+ 1 = 50% à vista + 50% em P+1 (corrigido com os juros do fornecedor). Prazo 2 = 1+ 2 = 40% à vista + 2 prestações constantes em P+1 e P+2 (corrigidas com os juros do fornecedor) O fornecedor especial entrega seus produtos no momento em que começa a faltar matéria-prima para a produção. A compra deste fornecedor se dá automaticamente e somente na quantidade necessária para concluir a produção programada do período. Desta forma, não há estocagem destas matérias-primas na empresa, não existindo, portanto, custo de estocagem para estas matérias-primas. O fornecedor especial tem por objetivo vender matérias-primas para que não haja interrupção da produção por falta destes insumos. Os preços do fornecedor especial são 30% superiores ao preços do fornecedor programado, sendo as suas vendas efetuadas somente à vista. As compras no fornecedor especial são feitas quando houver erros nos pedidos de compras do fornecedor programado, ou quando a empresa precisar mais que as unidades de matéria-prima compradas no período anterior SISTEMA DE CUSTEIO O sistema de custeio utilizado pela empresa para as matérias-primas e produtos acabados é o custo médio ponderado. Por este sistema os estoques são avaliados em função dos vários preços de aquisição/produção. A ponderação é realizada de acordo com a quantidade existente em estoque para cada preço de aquisição/produção GASTOS COM ESTOCAGEM A manutenção de matérias-primas e de produtos acabados incorre em gastos adicionais para a empresa. A apropriação destes gastos é como custo de produção para matérias-primas e despesas de vendas para produtos acabados. Para as matérias-primas, os custos são calculados multiplicando-se a quantidade de estoques existentes no início do período, por 5% do seu preço de compra à vista no período (lembre-se que para as matérias-primas compradas do fornecedor especial não têm custo de estocagem). Para os produtos acabados a despesa com estocagem é de 10% de seu valor contábil no início do período. A seguir é apresentado a fórmula para o cálculo dos gastos com estocagem. *1 Qtde_MPA = Quantidade de matérias-primas A existentes em estoque no início do período. *2 Preço à Vista = Preço à vista da matéria-prima A no período em que o custo de estocagem está sendo calculado. *3 EIPA = Valor contábil dos estoques iniciais de produtos acabados DEPRECIAÇÃO O uso de prédios, instalações e máquinas acarreta em uma desvalorização de parte do patrimônio da empresa. Para representar esta desvalorização é computada, a cada período, uma despesa de depreciação (modo linear). A depreciação de prédios e instalações é de 1% ao período. Esta despesa de depreciação é rateada em 20% para o departamento administrativo, 10% para o departamento de vendas e 70% para o departamento de produção. A depreciação dos prédios e instalações é constante, independente do

14 nível de atividade e de eventual produção extra da empresa. A depreciação das máquinas é toda absorvida pelo departamento de produção. Esta depreciação é de 2,5% ao período, independente do nível de atividade da produção e eventual produção-extra.

15 Simulação Industrial - SIND 3.1 Bernard Sistemas 4 - ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA A administração financeira é responsável pelo controle de empréstimos e financiamentos, aplicação dos recursos, elaboração do fluxo de caixa da empresa, gerenciamento de atrasos de pagamento e, eventualmente, concordata. Todos os empréstimos e financiamentos do mercado são fixados a partir da Taxa Referencial de Juros - TR. Essa taxa determina os juros mínimos praticados pelo mercado financeiro em um determinado período. A Gazeta Industrial divulgará a Taxa Referencial de Juros em vigor para cada período TIPOS DE EMPRÉSTIMOS Existem quatro tipos de empréstimos disponíveis no mercado financeiro. Um empréstimo compulsório, dois empréstimos programados e um empréstimo para financiamento de máquinas. Os três primeiros empréstimos são concedidos com taxas de juros pré-fixadas. Os financiamentos, por sua vez, são concedidos com taxa de juros pós-fixada. No mesmo período a empresa pode receber até três tipos de empréstimos: o empréstimo compulsório, um empréstimo programado e o financiamento para aquisição de máquinas. Os empréstimos totais da empresa devem respeitar o limite estipulado pelos bancos, onde para cada 1 unidade monetária emprestada deve existir 1,3 unidades monetárias de Ativo Permanente (máquinas, prédios e instalações, cada um com a subtração de sua respectiva depreciação acumulada, mais os terrenos), para ser dado como garantia. Podem ocorrer situações em que, mesmo tendo limite de empréstimos, os bancos não concedam empréstimos à empresa. Tais situações, caso ocorram, serão divulgadas previamente na Gazeta Industrial. Por exemplo: se no período 2 as máquinas existentes totalizarem $ , com uma depreciação acumulada de $ , os prédios e instalações forem de $ , com uma depreciação acumulada de $ , os terrenos forem de $ , os empréstimos de curto e longo prazo no valor de $ , o limite de empréstimos para o próximo período seria de $ [( ,3 x ) / 1,3] EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO Esse empréstimo, também chamado de cheque especial, cobre as necessidades de caixa não programadas pela empresa. O empréstimo compulsório é concedido automaticamente, quando for verificado que a empresa não tenha recursos para cobrir suas despesas do período e ainda tenha limite de empréstimos. A quantia a ser liberada será igual ao valor das despesas a serem cobertas, ou o limite de empréstimo, caso este seja menor. Se a empresa, após utilizar todo o seu limite de empréstimos (caso exista), ainda tiver contas a pagar, estas irão como atrasos a serem pagos no período seguinte. Para o empréstimo compulsório é cobrada a TR pré-fixada mais um valor de 3 a 10%, valor este definido pelo coordenador no início da simulação. O montante emprestado, bem como os juros, deverão ser pagos no próximo período EMPRÉSTIMO PROGRAMADO 1

16 Nesse tipo de empréstimo, o principal da dívida deve ser pago no próximo período, acrescido da TR pré-fixada mais 2% (Ex: TR = 5%, juros para o empréstimo = 7%). O limite máximo de empréstimo programado 1 corresponde ao valor de empréstimos totais que a empresa pode solicitar no período. Este valor é o limite de empréstimo constante no Relatório Individual do período passado EMPRÉSTIMO PROGRAMADO 2 Nessa modalidade de empréstimo, o principal da dívida deve ser pago pelo Sistema de Amortização Constante - SAC em 4 parcelas sem período de carência. A taxa de juros cobrada é a TR pré-fixada mais 2% (Ex: TR = 5%, juros para o empréstimo = 7%) e incide sobre o saldo devedor. O limite para este empréstimo segue a mesma sistemática do empréstimo programado 1, sendo que a empresa somente pode solicitar um tipo de empréstimo programado por período FINANCIAMENTO Este tipo de empréstimo é concedido pelo Banco de Desenvolvimento Industrial - BDI e se destina exclusivamente para aquisição de máquinas. A empresa não precisa solicitar este financiamento, pois ele é liberado automaticamente quando da compra de máquinas. O valor liberado pelo BDI para este tipo de empréstimo corresponde a 60% do valor das máquinas a serem adquiridas no período (creditado na conta Empréstimos Normais do fluxo de caixa), respeitando o limite da capacidade das instalações que é de unidades por período. Os outros 40% devem ser desembolsados pela própria empresa ou solicitado um empréstimo programado junto a outras instituições financeiras. O Sistema de Amortização Constante - SAC também é utilizado nessa modalidade de empréstimo, mas nesse caso com 4 períodos de carência. Durante os períodos de carência, o único pagamento a ser efetuado é o dos juros. A taxa de juros cobrada é a TR pós-fixada de cada período. Após os períodos de carência a empresa deve pagar o financiamento em 4 períodos. Para o financiamento não importa o limite de empréstimo da empresa, pois as próprias máquinas financiadas são dadas como garantia. ATENÇÃO: No final do período zero todas as empresas obtiveram um financiamento de $ (juros pós-fixados). Este financiamento deve começar a ser amortizado no período 5 ($ ao período), finalizando no período 8. Os juros, entretanto, devem ser pagos a partir do período 1. Este financiamento destinou-se à construção de novas instalações, o que permitirá a empresa produzir até unidades por período (com produção normal, sem produção extra e um índice de produtividade dos empregados da produção igual a 1.0) APLICAÇÕES A previsão do excedente de caixa da empresa poderá ser aplicado no mercado financeiro. As taxas de juros oferecidas são iguais à taxa referencial de juros em vigor no período mais 1% (Ex: TR = 5%, juros com a aplicação = 6%). A aplicação é feita por período. O resgate do principal e dos juros se dá automaticamente no período seguinte. Uma vez feita esta aplicação, ela não poderá ser resgatada no mesmo período, a menos que a empresa estoure o caixa e não tenha limite de empréstimos suficientes para cobrir este estouro. Nesse caso, o valor aplicado será igual a diferença entre o valor do caixa estourado e o limite de empréstimos disponíveis da empresa (considerando que o valor aplicado seja suficiente para pagar o caixa a descoberto, senão não haverá aplicação).

17 4.3 - IMPOSTO DE RENDA Sobre o lucro líquido das empresas incide uma alíquota de imposto de renda. Este imposto é pago compulsoriamente no período seguinte ao da apuração do resultado do trimestre (período). O percentual do imposto de renda a ser pago pelas empresas será informado no início da simulação pelo coordenador, podendo variar de 5 a 50% PARTICIPAÇÃO NOS LUCROS Os empregados da produção podem receber, além dos salários, uma participação nos lucros como remuneração variável. Esta participação, segundo os estatutos das empresas, pode ser de no máximo 10% do lucro líquido da empresa após o imposto de renda. A participação nos lucros da empresa tem por objetivo aumentar a motivação dos empregados da produção, e por conseqüência, aumentar sua produtividade. Esta participação é paga no período seguinte ao da apuração do lucro DIVIDENDOS As empresas devem destinar, conforme consta de seus estatutos, 25% do lucro líquido do período para o pagamento de dividendos aos seus acionistas. Estes dividendos são pagos no período seguinte ao da apuração do lucro. Consta ainda dos estatutos que, caso a empresa esteja em concordata, não haverá distribuição de dividendos ATRASOS O pagamento das contas da empresa respeitam a seguinte prioridade: contas gerais em atraso (contas que seriam pagas à vista no período anterior acrescidas de juros), atrasos com fornecedores (inclusive juros), atrasos bancários (primeiro é pago os juros e depois a amortização), pagamentos das contas do período (primeiro as contas à vista, depois fornecedores e por último bancos). Caso a empresa não tenha recursos suficientes para pagar todas essas contas e nem limite de empréstimos, essas entrarão em atraso. Estes atrasos são comentados nos itens a seguir ATRASOS BANCÁRIOS Se a empresa não tiver dinheiro suficiente para pagar juros e/ou amortizar dívidas junto aos bancos, estes irão cobrar correção pela TR do período de atraso mais um valor de 3 a 10% (valor definido pelo coordenador no início da simulação) como multa pelo atraso. Caso a simulação permita a tomada de ativos (definido pelo coordenador no início da simulação), os valores em atraso, assim como os juros dele decorrentes, deverão ser pagos impreterivelmente no próximo período, caso contrário os bancos irão tomar ativos dados como garantia. O valor dos ativos será o de mercado para máquinas (valor contábil mais o prejuízo/lucro na venda das máquinas usadas) e o valor contábil para prédios, instalações e terrenos. Na tomada de ativos o banco cobra 30% a mais sobre o valor a tomar a título de serviços prestados. A tomada de ativos por parte dos bancos ocorre inclusive durante o processo de concordata da empresa. A seguir é exemplificada uma situação em que a simulação permite a tomada de ativos da empresa devedora. Máquina nº 1 = $ Depreciação Acumulada = $ Valor Líquido da Máquina = $

18 Idade da Máquina = 20 períodos Máquina nº 2 = $ Depreciação Acumulada = $ Valor Líquido da Máquina = $ Idade da Máquina = 10 períodos Prédios e Instalações = $ Depreciação Acumulada = $ Valor Líquido dos Prédios e Instalações = $ Valor do Atraso Bancário Sucessivo (2 períodos) = $ CÁLCULO: Para o atraso bancário sucessivo (2 períodos) de $ (neste valor já estão incluídos os juros sobre o atraso) o banco exigirá da empresa a entrega de ativos permanentes no valor de $ ( x 1,3) para quitar a dívida. Levando em consideração as informações dadas, a empresa deverá entregar a máquina nº1, pois é a mais antiga. Considerando que o valor de venda das máquinas usadas no período é igual ao seu valor contábil e este valor líquido é de $ , a empresa receberá, em caixa, a quantia de $ ( ), ficando $ computados como despesas não operacional ( ) na Demonstração de Resultado do Exercício - DRE. No Balanço Patrimonial da empresa sairá $ de Máquinas (máquina 1), $ de depreciação acumulada e $ de empréstimo de curto prazo. IMPORTANTE: Supondo que o valor da dívida fosse superior ao valor de mercado da máquina nº1 (a mais antiga), a empresa deveria entregar também a máquinas nº 2 para cobrir o valor dessa dívida. Se o valor da dívida ultrapassar o valor de venda (valor contábil mais o lucro/prejuízo na venda) das máquinas existentes na empresa, esta também deverá entregar parte de seus Prédios, Instalações e Terrenos para quitar o restante da dívida. Se a empresa, em determinado período, não possuir ativos em valor suficiente para quitar todos os atrasos bancários, terá a diferença adicionada no passivo (empréstimos de curto prazo) ATRASOS COM FORNECEDORES Se a empresa não tiver dinheiro suficiente para pagar os seus fornecedores, estes irão cobrar correção pela TR do período de atraso mais um valor de 3 a 10% (valor definido pelo coordenador no início da simulação) de multa pelo atraso. Caso a simulação tenha possibilidade de concordata e falência (definidas pelo coordenador no início da simulação), os valores em atraso (inclusive os juros sobre os atrasos), deverão ser pagos impreterivelmente no próximo período, caso contrário os fornecedores solicitarão a falência da empresa. Se, entretanto, a empresa não tiver dinheiro suficiente para pagar os fornecedores em atraso, ela pode solicitar a sua concordata para evitar o processo de falência ATRASOS DE OUTRAS CONTAS Se a empresa não tiver dinheiro suficiente para pagar as contas que são pagas normalmente à vista, estas serão corrigidas pela TR do período de atraso mais um valor de 3 a 10% (valor definido pelo coordenador no início da simulação) de multa pelo atraso. Caso a simulação tenha possibilidade de concordata e falência (definidas pelo coordenador no início da simulação), os valores em atraso (inclusive os juros sobre os atrasos), deverão ser pagos impreterivelmente no próximo período, caso contrário os credores da empresa solicitarão a sua falência. Se, entretanto, a empresa não tiver dinheiro suficiente para pagar estes credores no segundo período em atraso, ela pode solicitar a sua concordata para evitar o processo de falência.

19 4.7 - CONCORDATA No início da simulação o coordenador irá determinar se haverá possibilidade de concordata e falência das empresas. Caso afirmativo, a empresa poderá solicitar, através da folha de decisões, a concordata ao juíz (coordenador) em virtude de ter atrasado o pagamento de fornecedores e/ou demais contas no período anterior (observe que a concordata somente será aceita para atrasos de pagamento de credores sem garantias reais, o que não é o caso dos bancos). A empresa pode escolher a concordata do tipo 1 ou 2, dependendo da sua capacidade de pagamento. Durante os períodos de concordata a empresa não poderá, em princípio, comprar matérias-primas a prazo (com exceção do 1º período da concordata) e não poderá atrasar contas, senão é decretada a sua falência. A seguir são apresentadas as formas de pagamento de débitos na concordata. 1º PERÍODO - A empresa solicitará a concordata no início desse período, mas somente após ter comprado matéria-prima dos fornecedores (desta forma as compras de fornecedores ainda podem ser feitas a prazo). Com exceção de bancos, os demais credores da empresa até o período anterior, mesmo com contas sem atraso, terão seus débitos renegociados da seguinte forma: correção pela TR do período da concordata (apenas para as contas em atraso) e redução do principal das dívidas em 40% (concordata tipo 1), ou 25% (concordata tipo 2). Apenas as contas contraídas nesse período deverão ser pagas. Entretanto, se alguma destas contas não forem pagas (inclusive a parcela à vista das compras de matérias-primas feitas neste período), a empresa entrará em processo de falência. 2º PERÍODO - Pagamento de 100% (concordata tipo 1) ou 50% (concordata tipo 2) das dívidas renegociadas corrigidas pela TR do 2º período, conforme o tipo de concordata solicitado (os 50% restantes também serão corrigidos pela TR). Além destas contas, também deverão ser pagas todas as contas desse período. O não pagamento de qualquer uma destas contas levará a empresa ao processo de falência. 3º PERÍODO - O terceiro período de concordata somente existirá para a concordata do tipo 2. A empresa deverá pagar os 50% restantes das contas em atraso (corrigidas pela TR do 3º período). Além destas contas, também deverão ser pagas todas as contas desse período. O não pagamento de qualquer uma destas contas levará a empresa ao processo de falência CONDIÇÕES PARA APROVAÇÃO DA CONCORDATA - Possuir contas em atraso junto a fornecedores e/ou outros credores (com exceção dos bancos). - Não ter estado em concordata em períodos anteriores. - Ter a aprovação do Juiz (Coordenador) VANTAGENS EM CONSEQÜÊNCIA DA CONCORDATA - Renegociação de dívidas (exceto com bancos), inclusive as que não estão atrasadas. - Durante a concordata as contas renegociadas são corrigidas apenas pela TR (até o seu pagamento). - Redução do total da dívida (exceto com bancos) em 40% (concordata tipo 1), ou 25% (concordata tipo 2). - Caso a empresa tenha tido lucros nos períodos de concordata, não haverá distribuição de dividendos.

20 - Folga financeira, conforme cronograma de pagamento das contas renegociadas apresentado a seguir: DESVANTAGENS EM CONSEQÜÊNCIA DA CONCORDATA - Enquanto a empresa estiver nesse processo, os fornecedores, em princípio, somente aceitarão encomenda com pagamento à vista no 2º e 3º períodos da concordata. - A empresa perde o direito de negociar seus ativos, não podendo oferecê-los como garantia para pedir empréstimos junto a bancos. Portanto, ela não receberá empréstimos durante a concordata. O financiamento para aquisição de máquinas também estará, em princípio, suspenso. - As ações da empresa em concordata sofrem uma redução no seu valor enquanto a empresa estiver nessa situação, conforme tabela a seguir: CONTABILIZAÇÃO PARA A CONCORDATA No primeiro período da concordata ocorre um ajuste para contabilizar a redução da dívida renegociada. Esta redução, por não ser uma operação normal da empresa, será considerada como receita não operacional do período. Todas as dívidas referentes a Fornecedores e Contas a Pagar serão corrigidas pela TR. Do total da dívida, 40% (concordata tipo 1) ou 25% (concordata do tipo 2) será diminuído do passivo da empresa e considerado como Resultado Não Operacional. O valor a pagar das compras de matérias-primas feitas a prazo nesse período também terão uma redução equivalente de seu saldo devedor. No final do primeiro período da concordata os valores de Fornecedores e Contas a Pagar devem ser pagos integralmente no período seguinte (concordata tipo 1) ou 50% em P+1 e 50% em P+2 (concordata do tipo 2). Sobre o saldo devedor incide a correção pela TR. Durante a concordata, a empresa deve gerenciar corretamente o seu fluxo de caixa. Normalmente no primeiro período há lucro (em função do perdão das dívidas) e sobra recursos em caixa. No segundo e terceiro períodos (concordata do tipo 2) a situação se inverte, com a empresa tendo dificuldades para saldar as dívidas

21 renegociadas FALÊNCIA A falência é o processo de execução (venda) coletiva, em que todos os bens da empresa falida são arrecadados para uma venda judicial forçada, com a distribuição dos seus ativos entre todos os credores. O processo de falência é irreversível, não tendo como a empresa sair desta situação. A empresa deixará de existir e sua participação no mercado será distribuída entre as demais empresas. A existência da concordata e da falência será definida pelo coordenador no início da simulação SITUAÇÕES QUE GERAM A FALÊNCIA - Dois atrasos consecutivos no pagamento do mesmo débito junto a fornecedores ou demais credores (exceto bancos). - Atraso no pagamento de qualquer conta durante a concordata, com exceção de atrasos bancários FINALIZAÇÃO DA FALÊNCIA Uma vez ocorrida uma das situações citadas no item (Situações que Geram a Falência), a empresa entrará em processo de falência. No período seguinte todos os seus relatórios serão zerados (Balanço Patrimonial, Demonstração de Resultado do Exercício, Situação de Mercado e Relatório Individual) POSSÍVEIS SITUAÇÕES FINANCEIRAS DA EMPRESA Durante a simulação as empresa poderão apresentar uma das seguintes situações financeiras: Situação Normal: sem atrasos. Inadimplente: pagamentos em atrasos (bancos, fornecedores e/ou demais credores). Concordata Tipo 1: solicitada pela empresa para tentar melhorar sua situação financeira. Concordata Tipo 2: solicitada pela empresa para tentar melhorar sua situação financeira. Em Falência: dois períodos em atraso, ou atraso de pagamento durante a concordata. Falida: empresa fora da simulação.

22 Simulação Industrial - SIND 3.1 Bernard Sistemas 5 - ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS A administração de recursos humanos é responsável pela contratação, demissão e acompanhamento do nível de motivação dos empregados da empresa. Ela deve procurar meios para que esta motivação melhore para aumentar a produtividade e prevenir contra eventuais greves. A empresa tem 500 empregados no final do período zero. O departamento administrativo emprega 20 empregados e o departamento de vendas 10 deles. O restante dos empregados são do departamento de produção. Os empregados dos departamentos administrativo e de vendas são considerados como despesas fixas para a empresa. O seu número permanece constante, independente do nível de atividade da produção. Eles não fazem hora extra e a sua média salarial é quatro vezes o salário dos empregados da produção MOTIVAÇÃO Os empregados da produção podem apresentar cinco níveis de motivação: ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo. O nível de motivação determinará se a empresa estará em greve e, em parte, a produtividade dos empregados. A motivação tem influência na disposição ao trabalho, no retorno do treinamento realizado e na intensidade do ganho em função da produção repetitiva (ganho obtido pela aprendizagem). A motivação dos empregados da produção é determinada por fatores monetários e não monetários. O salário, e eventuais participações nos lucros, são as variáveis que determinam o fator monetário da motivação. Um aumento salarial acima da média do setor e/ou da inflação acumulada, eleva o nível da motivação dos empregados. Se, entretanto, a empresa reajustar seus salários abaixo do reajuste médio do setor ou da inflação acumulada, os empregados ficarão menos motivados. A participação nos lucros, por sua vez, elevará a motivação dos empregados da produção de duas formas: pela expectativa e pelo efetivo recebimento da participação após a realização do lucro no exercício. A segunda forma é a que tem mais influência na motivação. A motivação não monetária é determinada pelo investimento, por parte da empresa, em cursos de treinamento e desenvolvimento dos empregados da produção e, no caso inverso, pela demissão de empregados. Os gastos com treinamento devem ser realizados com base em um percentual do salário dos empregados da produção (desconsiderando as horas-extras e as despesas de demissão). Os gastos com treinamento se tornam mais importantes quando da contratação de novos empregados. A demissão de empregados acarreta em uma queda da motivação dos empregados, por considerarem que sua situação está ameaçada. Tanto o fator monetário, quanto o fator não monetário, atingem um patamar de saturação acima do qual um aumento de salários, ou dos gastos com treinamento, não irão resultar em elevação significativa da motivação REMUNERAÇÃO A empresa está proibida, por lei, de diminuir os salários, mesmo trabalhando a um nível de atividade menor que 100%. Portanto, o salário pago no período deve ser, no mínimo, igual ao salário pago no período anterior. A participação nos lucros, entretanto, poderá ser alterada a qualquer período.

23 A produção extra eleva a folha de pagamento dos empregados do setor produtivo. Haverá incidência, além do valor da hora normal, 50% a mais por hora-extra trabalhada. Por exemplo, para um aumento de 10% da produção em virtude de horas extras, haverá um aumento 15% da folha de pagamento (10% do aumento na produção + 50% de encargos em cima de 10%). Este cálculo é válido para todos aumentos na produção, em função das horas extras, que podem ser de 1 a 25% CONTRATAÇÃO A empresa pode alocar até 1500 empregados dentro de suas instalações, incluindo os empregados administrativos e de vendas. A contratação de empregados deve, portanto, respeitar o limite de capacidade das instalações da empresa. A efetivação da contratação dos empregados se dá inteiramente no mesmo período da solicitação. A qualidade destes empregados irá variar de 90 % a 110% da produtividade média dos empregados existentes. Esta variação de produtividade dos novos empregados dependerá do número de empregados a serem contratados, dos benefícios pagos pela empresa (salário e participação nos lucros), do treinamento inicial dado aos novos empregados e do índice de disponibilidade da mão-de-obra no mercado (Baixa, Média ou Alta). O índice de disponibilidade da mão-de-obra irá variar de acordo com a situação econômica, sendo divulgado a cada período nos indicadores macroeconômicos do Relatório Coletivo DEMISSÃO A empresa pode demitir quantos empregados do setor produtivo desejar. A demissão é efetuada no início do período, onerando a empresa com um custo de indenização de meio salário trimestral (salário base do período de demissão) para cada empregado demitido. O débito é feito no próprio período. No caso dos empregados administrativos a empresa não tem como demiti-los. A demissão acarreta em queda da motivação dos empregados, podendo ocorrer greve, caso a sua intensidade seja alta GREVE Dentro de cada empresa existe um movimento sindical que acompanha o nível de motivação dos empregados. Este movimento inicia uma greve quando a motivação dos empregados atingir o nível Péssimo, ou quando, por dois períodos consecutivos, a motivação estiver no nível Ruim. A greve começa no próprio período em que for verificado uma destas duas situações. A greve somente irá terminar quando a motivação dos empregados sair do nível Ruim, ou Péssimo, conforme o caso. O índice de produtividade dos empregados não diminui em função da greve, apenas a produção apresenta uma redução em virtude do tempo parado. No período em que a empresa estiver admitindo novos empregados, poderá haver greve mesmo que o Relatório Individual não apresente uma das duas situações citadas anteriormente. Este fato ocorre porque a motivação mostrada nesse relatório é a média ponderada entre os empregados existentes e os admitidos. Logo, a motivação dos empregados existentes pode resultar em greve, apesar do Relatório Individual não mostrar o nível de motivação necessária para tal.

24 Simulação Industrial - SIND 3.1 Bernard Sistemas 6 - BOLSA DE VALORES As ações das empresas sofrem dois tipos de influências que determinam suas oscilações na Bolsa de Valores. O primeiro tipo é a situação geral do mercado de capitais. As oscilações resultantes dessa situação são reflexos de indicadores macroeconômicos. Os aumentos, ou quedas, das ações resultantes dessa oscilação se darão em igual intensidade entre as empresas, não alterando a relação de preço entre as suas ações. O outro tipo de influência é o desempenho individual das empresas. Desempenho este, resultante da boa ou má gestão empresarial. Este desempenho é avaliado por meio dos indicadores empresariais que são apresentados a seguir: Endividamento: (Fornecedores + Contas a Pagar + Imposto de Renda a Pagar + Participações a Pagar + Dividendos a Pagar + Empréstimo Curto Prazo + Empréstimo Longo Prazo) / Total do Passivo Liquidez Corrente: (Caixa + Aplicação + Clientes + Estoques Produto Acabado + Estoque Matéria-Prima A + Estoque Matéria-Prima B) / (Máquinas + Terrenos + Prédios e Instalações - Depreciações Acumuladas de máquinas e prédios) Margem de Lucro: Lucro do Período / Receita de Vendas Participação nas Vendas: Quantidade de Produtos Vendidos pela Empresa / Quantidade de Produtos Totais Vendidos Patrimônio Líquido: Valor do Patrimônio Líquido Rentabilidade do Ativo: Lucro do Período / Ativo no Início do Período A avaliação do desempenho de cada empresa, será obtida pela soma do resultado alcançado pela mesma em cada um dos indicadores citados. Estes resultados serão encontrados da mesma forma para todos indicadores recebendo a nota 10 a empresa com melhor desempenho no indicador considerado, e as demais receberão nota proporcional, segundo o seu desempenho comparativo. Todos os indicadores possuem o mesmo peso, com exceção do Patrimônio Líquido que tem peso 2. A empresa que alcançar o melhor desempenho no conjunto destes indicadores terá a cotação das suas ações com maior valor na Bolsa de Valores.

25 ANEXO A - RELATÓRIOS DA SIMULAÇÃO INDUSTRIAL

26 Simulação Industrial - SIND 3.1 Bernard Sistemas 7 - RELATÓRIOS EMITIDOS Os relatórios emitidos contém todas as informações necessárias para a tomada de decisões das empresas. Estes relatórios são: Folha de Decisões, Relatório Individual, Relatórios Coletivos 1 e 2 e o Jornal Gazeta Industrial. A Folha de Decisões e o Relatório Individual são documentos confidenciais da empresa. Os Relatórios Coletivos e a Gazeta Industrial, por sua vez, são os mesmos para todas as empresas. Os relatórios citados anteriormente são indispensáveis para o processo de tomada das decisões. Outros relatórios poderão ser entregues esporadicamente pelo coordenador, tais como, os Relatórios Macroeconômicos, gráficos de desempenho das empresas e da economia, etc. Os itens a seguir apresentam o conteúdo de cada um dos documentos citados FOLHA DE DECISÕES Nessa folha devem estar contidas as decisões tomadas pela empresa para o próximo período. Todas as decisões devem ser valores positivos (com exceção do campo Diversos, que a princípio é uma despesa, mas se colocado um valor negativo, se transforma em receita). Os próximos dois itens apresentam o procedimento para preenchimento das decisões da empresa quando a simulação utiliza o sistema de apoio às decisões ou quando ela é feita de forma manual PREENCHIMENTO PELO SISTEMA DE APOIO ÀS DECISÕES Esta forma de preenchimento deve ser feita quando o curso de simulação empresarial for aplicado utilizando o sistema de apoio às decisões. Nesta situação a empresa deve entregar ao coordenador o resultado de suas decisões através de arquivo (é aconselhável que a empresa imprima uma cópia das decisões enviadas por arquivo para seu controle). Os campos a seguir apresentam as decisões que a empresa deve tomar para o período, através da opção Decisões da Empresa, assim como a faixa permitida para a entrada de dados: PREÇO: Preço de venda do produto para cada região. Se a empresa não quiser vender seus produtos em uma determinada região, basta colocar o preço igual a zero no espaço destinado à mesma. Este campo é editado apenas na linha n. 58 da Planilha de Orçamento, ficha Formação de Preços. PRAZO: Prazo de venda que a empresa deseja aplicar para vender os produtos em cada região. [ ] MKT: Número das campanhas de marketing aplicadas por região. [0.. 9] IMPORTANTE: Nas decisões do período 1 os valores colocados para Preço, Prazo e Marketing da região 1 serão repetidos para as demais regiões. Esta decisão é obrigatória para que todas empresas comecem com a mesma situação no período 1. ADMITIDOS: Número de empregados da produção a serem admitidos. Este campo é editado apenas na linha n. 2 da Planilha de Orçamento, ficha Produção.

27 DEMITIDOS: Número de empregados da produção a serem demitidos. Este campo é editado apenas na linha n. 3 da Planilha de Orçamento, ficha Produção. SALÁRIO: Piso salarial a ser pago aos empregados. Este salário não pode ser inferior ao salário pago pela empresa no período anterior. [Salário Anterior ] TREINAMENTO: Percentual aplicado sobre a folha de pagamento dos empregados da produção, desconsiderando gastos de demissão e eventuais horas-extras. [0.. 99] PARTICIPAÇÃO: Percentual de participação nos lucros da empresa a ser distribuído aos empregados da produção. Esta participação poderá ser de, no máximo, 10% sobre o lucro líquido após o imposto de renda. [0.. 10] DIVERSOS: Esta entrada de dados é destinada ao pagamento de consultorias solicitadas, e eventuais despesas estipuladas pelo coordenador do curso. Se o coordenador desejar, está entrada também pode ser utilizada para fornecer algum tipo de receita não definida. Para tanto, o valor a ser inserido deverá ser negativo. O valor editado em diversos substitui o valor da conta Diversos e Atrasos Gerais da Planilha de Fluxo de Caixa [ ] COMPRAS MP A: Número de unidades da matéria-prima A a ser comprada do fornecedor programado. Este campo é editado apenas na linha n. 17 da Planilha de Orçamento, ficha Estoques. COMPRAS MP B: Número de unidades da matéria-prima B a ser comprada do fornecedor programado. Este campo é editado apenas na linha n. 17 da Planilha de Orçamento, ficha Estoques. MODO PGTO MP: O modo de pagamento das matérias-primas pode ser: à vista, em 1+1 (opção 1) ou em 1+2 (opção 2). [ ] NÍVEL DE ATIVIDADE: Nível de atividade em (%) que a produção irá operar. Este campo é editado apenas na linha n. 12 da Planilha de Orçamento, ficha Produção. PRODUÇÃO EXTRA: Percentual de elevação na produção, caso o nível de atividade da empresa seja 100%. Este campo é editado apenas na linha n. 13 da Planilha de Orçamento, ficha Produção. EMPRÉSTIMO: Valor do empréstimo programado 1, ou programado 2, a ser solicitado junto a bancos. [0.. Limite de Empréstimo] TIPO DO EMPRÉSTIMO: Tipo do empréstimo solicitado, podendo ser do tipo 1 (programado 1) ou 2 (programado 2). Coloque o número 0 (zero) quando a empresa não solicitar empréstimos. [ ] APLICAÇÃO: Valor a ser aplicado no mercado financeiro. Este campo é editado apenas na Planilha de Fluxo de Caixa, Conta Aplicação. JUROS SOBRE VENDAS: Percentual de juros cobrado pela empresa sobre as vendas a

28 prazo. [0.. 20] VENDA: Quantidade de máquinas Alfa, Beta e Gama vendidas. [0.. 9] COMPRA: Quantidade de máquinas Alfa, Beta e Gama compradas. [0.. 9] PREENCHIMENTO MANUAL Esta forma de preenchimento deve ser feita quando o curso de simulação empresarial for aplicado de forma manual. Nesta situação a empresa deve entregar ao coordenador o resultado de suas decisões através da Folha de Decisões. Os campos a seguir apresentam as decisões que a empresa deve tomar para o período, assim como a faixa permitida para a entrada de dados: PREÇO - É o preço de venda do produto para cada região. Se a empresa não quiser vender seus produtos em uma determinada região, basta colocar o preço igual a zero. [ ]. PRAZO - É o prazo de venda que a empresa deseja usar para vender os produtos em cada região. [ ]. MARKETING - Número das campanhas de marketing aplicadas por região. [0.. 9]. ADMITIDOS - Número de empregados da produção a serem admitidos. [0.. Capacidade Máxima]. DEMITIDOS - Número de empregados da produção a serem demitidos. [0.. Empregados da Produção]. SALÁRIO - Piso salarial a ser pago aos empregados. Este salário não pode ser inferior ao salário pago pela empresa no período anterior. [Salário Anterior ]. TREINAMENTO - Percentual aplicado sobre o salário dos empregados da produção, desconsiderando as horas-extras e as despesas de demissão. Este valor será investido no treinamento e desenvolvimento dos empregados da produção da empresa. [0.. 99]. PARTICIPAÇÃO - Percentual de participação nos lucros da empresa a ser distribuído aos empregados da produção. Esta participação é de, no máximo, 10% sobre o lucro líquido após o imposto de renda. [0.. 10]. DIVERSOS - Esta entrada de dados é destinada ao pagamento de consultorias solicitadas, e eventuais despesas estipuladas pelo coordenador do curso. Se o coordenador desejar, esta entrada também pode ser utilizada para fornecer algum tipo de receita não definida. Para tanto, o valor a ser inserido deve ser negativo. [ ]. COMPRAS MP A - Número de unidades da matéria-prima A a ser comprada do fornecedor programado. [ ]. COMPRAS MP B - Número de unidades da matéria-prima B a ser comprada do fornecedor programado. [ ]. MODO PGTO MP - Modo de pagamento das matérias-primas, podendo ser à vista ou a prazo. [ ].

29 NÍVEL DE ATIVIDADE - Nível de atividade em que a produção irá operar. [ ]. PRODUÇÃO EXTRA - Elevação da produção caso o nível de atividade da empresa seja 100%. [0.. 25]. EMPRÉSTIMO - Valor total do empréstimo a ser solicitado, sendo que para cada valor monetário deve ter $ 1,3 de Ativo Permanente para ser dado como garantia (este ativo não pode estar comprometido com outros empréstimos). [0.. Limite de Empréstimo]. TIPO DO EMPRÉSTIMO - Tipo do empréstimo solicitado, podendo ser do tipo 1 (programado 1) ou 2 (programado 2). Coloque o número 0 (zero) quando a empresa não solicitar empréstimos. [ ]. APLICAÇÃO - Valor a ser aplicado no mercado financeiro. [ ]. JUROS SOBRE VENDAS - Percentual de juros cobrado pela empresa sobre as vendas a prazo. [0.. 20]. VENDA - Quantidade de máquinas Alfa, Beta e Gama vendidas. [0.. 9]. COMPRA - Quantidade de máquinas Alfa, Beta e Gama compradas. [0.. 9] RELATÓRIO INDIVIDUAL Cada empresa recebe o Relatório Individual do seu desempenho no período. As informações contidas nesse relatório são confidenciais e relativas a estoques, fluxo de caixa, finanças, clientes, máquinas, recursos humanos, demanda e vendas por região e as decisões tomadas pela empresa para o período simulado. A seguir são dadas maiores informações sobre cada um dos itens mencionados ESTOQUES ESTOQUE INICIAL - Quantidade inicial das matérias-primas A, matérias-primas B e de Produtos Acabados. COMPRAS PROGRAMADAS - Compras das matérias-primas A e B realizadas no fornecedor programado para uso no próximo período. COMPRAS ESPECIAIS - Compras das matérias-primas A e B realizadas no fornecedor especial, destinadas a suprir necessidades não programadas da produção, para o período. CONSUMO/PRODUÇÃO - Quantidade de matérias-primas A e B consumida no período, bem como a produção do período. VENDAS - Unidades de produtos acabados vendidas no período. ESTOQUE FINAL - Quantidade final das matérias-primas A, matérias-primas B e produtos acabados FLUXO DE CAIXA

30 Todas as contas apresentadas no fluxo de caixa estão em unidades monetárias. A seguir são discriminadas as contas que integram o fluxo de caixa: SALDO INICIAL DO PERÍODO - Quantia existente em caixa no início do período. VENDAS À VISTA - Valor recebido pelas vendas realizadas à vista. VENDAS A PRAZO - Valor recebido pelas vendas realizadas a prazo em períodos anteriores. RESGATE DA APLICAÇÃO - Quantia liberada da aplicação financeira efetuada no período anterior acrescido da TR pré-fixada mais 1%. VENDA DE MÁQUINAS - Valor recebido pela venda de máquinas, ou excedente em função da tomada de ativos por parte dos bancos (no caso da simulação ter tomada de ativos). EMPRÉSTIMOS NORMAIS - Valor recebido dos empréstimos programados e/ou financiamento para aquisição de máquinas. EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO - Valor recebido de empréstimo compulsório. FOLHA DE PAGAMENTO - Salário e indenizações de demissão pagos aos empregados. CAMPANHAS DE MARKETING - Quantia paga às agências de propaganda. DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS - Valor pago para distribuição dos produtos (transporte, seguro, etc.). DIVERSOS E ATRASOS GERAIS - Despesas ou Receitas diversas, e pagamento de contas gerais em atraso. GASTOS COM ESTOCAGEM - Valor desembolsado referente aos gastos com estocagem de matérias-primas e produtos acabados. PAGAMENTO A FORNECEDORES - Valor pago aos fornecedores pelas compras à vista, a prazo e atrasos de pagamentos junto aos mesmos. COMPRA DE MÁQUINAS - Quantia paga aos fornecedores de máquinas (valor total das máquinas). MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS - Valor pago referente às despesas de manutenção e reparos das máquinas. AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS - Quantia paga aos bancos referente a amortizações dos empréstimos, financiamentos e atrasos bancários. JUROS BANCÁRIOS - Remuneração paga aos bancos por empréstimos e financiamentos concedidos. TREINAMENTO - Gastos referentes a treinamento e desenvolvimento dos empregados da produção.

31 IMPOSTO DE RENDA - Valor pago referente a imposto de renda sobre o lucro do período anterior. DIVIDENDOS E PARTICIPAÇÕES - Remuneração paga aos acionistas em função do lucro no período anterior, bem como eventuais participações dos empregados da produção nos lucros da empresa do período anterior. APLICAÇÃO - Quantia investida pela empresa no mercado financeiro. SALDO FINAL DO PERÍODO - Valor final do caixa após contabilizadas todas as entradas e saídas FINANÇAS LIMITE DE EMPRÉSTIMOS PARA O PERÍODO X - Limite de empréstimos que a empresa pode obter em função das garantias reais que ela pode oferecer. Este limite não é considerado para efeito de financiamento para compra de máquinas. ATRASOS BANCÁRIOS - Atrasos no pagamento de empréstimos, financiamentos ou juros, junto a bancos. ATRASOS COM FORNECEDORES - Atrasos no pagamento das compras de matérias-primas. ATRASOS DE OUTRAS CONTAS - Demais atrasos de contas que normalmente seriam pagas à vista. SITUAÇÃO DA EMPRESA - Indica se a empresa está sem atrasos (normal), com atrasos (inadimplente), em concordata (tipo 1 ou tipo 2), em falência, ou falida CLIENTES VALOR A RECEBER NO PERÍODO X - Quantia que a empresa tem a receber no próximo período em função das vendas realizadas com prazo de recebimento tipo 1, ou 2 (nesse caso com vendas realizadas em dois períodos anteriores ao período X). VALOR A RECEBER NO PERÍODO Y - Quantia que a empresa tem a receber referente às vendas com prazo de recebimento do tipo 2. VALOR NÃO RECEBIDO - Quantia que a empresa não recebeu em função dos clientes inadimplentes. INADIMPLÊNCIA - Percentual das vendas a prazo que deixaram de ser recebidas no período e que acarretaram em prejuízos à empresa MÁQUINAS TIPO - Descrição dos tipos de máquinas existentes na empresa (Alfa, Beta e Gama).

32 QUANTIDADE - Número de máquinas de cada tipo instalado no parque fabril da empresa. IDADE MÉDIA - Idade média por tipo de máquina (idade em períodos) RECURSOS HUMANOS TOTAL DE EMPREGADOS - Número de empregados administrativos, de vendas e da produção existentes. ÍNDICE DE PRODUTIVIDADE - Índice de produtividade dos empregados da produção. MOTIVAÇÃO - Nível de motivação, dos empregados da produção (Ótimo, Bom, Regular, Ruim ou Péssimo). PRODUÇÃO/HOMEM - Indica a produção média por empregados da produção. GREVE - Indica se os empregados estão em greve e, caso afirmativo, o seu índice DEMANDA E VENDAS POR REGIÃO Demanda e vendas efetivas da empresa em cada região. A soma da demanda e venda de todas as empresas formará a demanda e venda total por região do Relatório Coletivo 2. Esta demanda representa o esforço de venda resultante do conjunto de fatores (preço, prazo, marketing, sazonalidade, índice de crescimento da economia e importações). A demanda pode ser maior, menor, ou igual às vendas. Se maior, indica que o esforço de vendas foi superior à quantidade de produtos disponíveis (nesse caso a demanda não atendida será transferida para a concorrência, ou perdida). Se menor, indica que faltou produto na concorrência e a empresa se beneficiou da situação, vendendo produtos que normalmente não venderia. Se a demanda for igual à venda, significa que a empresa conseguiu vender a exata quantidade de produtos de seu esforço de venda DECISÕES TOMADAS PELA EMPRESA Apresenta as decisões tomadas pela empresa para o período em questão. Algumas decisões apresentadas no Relatório Individual podem diferir das decisões solicitadas pela empresa. Para evitar erros no preenchimento da Folha de Decisões, a empresa deve observar atentamente as considerações feitas no item 7.1 (Folha de Decisões) RELATÓRIO COLETIVO 1 Este relatório apresenta o Balanço Patrimonial - BP e a Demonstração de Resultado do Exercício - DRE das empresas. A análise deste relatório pode trazer muitas informações importantes da empresa e de suas concorrentes BALANÇO PATRIMONIAL - BP CAIXA - Valor disponível em caixa no final do período.

33 APLICAÇÃO - Valor aplicado no mercado financeiro. CLIENTES - Valor a receber pelas vendas efetuadas a prazo (somatório dos valores a receber nos períodos X e Y do Relatório Individual). ESTOQUE PRODUTO ACABADO - Valor dos estoques de produtos acabados. ESTOQUE MATÉRIA-PRIMA A - Valor dos estoques da matéria-prima A. ESTOQUE MATÉRIA-PRIMA B - Valor dos estoques da matéria-prima B. MÁQUINAS - Valor contábil das máquinas. DEPRECIAÇÃO ACUMULADA - Valor da depreciação acumulada das máquinas. TERRENOS - Valor contábil dos terrenos. PRÉDIOS E INSTALAÇÕES - Valor contábil dos prédios e instalações. DEPRECIAÇÃO ACUMULADA - Valor da depreciação acumulada dos prédios e instalações. FORNECEDORES - Quantia devida aos fornecedores de matérias-primas (inclusive valores em atraso). CONTAS A PAGAR - Valor em atraso de credores que normalmente deveriam receber à vista. IMPOSTO DE RENDA A PAGAR - Valor do imposto de renda a ser pago no período seguinte em função do lucro obtido. PARTICIPAÇÕES A PAGAR - Quantia a ser paga aos empregados da produção, no próximo período, em função da distribuição dos lucros. DIVIDENDOS A PAGAR - Valor a ser pago aos acionistas, no próximo período, em função da distribuição dos lucros. EMPRÉSTIMO CURTO PRAZO - Valor devido pela empresa (em atraso, ou não) a ser pago em até quatro períodos (1 ano). EMPRÉSTIMO LONGO PRAZO - Valor devido pela empresa e com prazo de vencimento superior a quatro períodos (superior a 1 ano). São financiamentos específicos para aquisição de máquinas. CAPITAL SOCIAL - Valor do capital pertencente aos acionistas da empresa. No primeiro período de cada ano ( períodos 1, 5, 9 e 13) o lucro/prejuízo acumulado no ano anterior é incorporado ao capital social da empresa. Legalmente, os prejuízos acumulados no ano não devem ser incorporados ao capital social. Para efeitos da simulação, entretanto, não haverá prejuízos desta simplificação da realidade. LUCROS ACUMULADOS NO ANO - Lucro acumulado durante os quatro períodos do ano.

34 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO - DRE RECEITA DE VENDAS - Valor auferido pela venda (à vista e a prazo) dos produtos. CUSTO PROD. VENDIDO - CPV - O Custo do Produto Vendido é formado pelos custos com os empregados da produção (salários, treinamento e indenizações), matérias-primas (inclusive juros do fornecedor se existirem compras a prazo), depreciação da produção (100% do total das máquinas e 70% do total de prédios e instalações), custo com estocagem de matérias-primas e manutenção das máquinas. LUCRO BRUTO - Receita de vendas diminuída do CPV. DESPESAS OPERACIONAIS DE VENDAS - Despesas com marketing, distribuição dos produtos, salário dos empregados do departamento de vendas, depreciação de prédios e instalações (10% do total), inadimplência de clientes e estocagem de produtos acabados. DESPESAS OPERACIONAIS ADMINISTRATIVAS - Despesas referentes ao salário dos empregados administrativos e depreciação de prédios e instalações (20% do total). DESPESAS OPERACIONAIS FINANCEIRAS LÍQUIDAS - Despesas com juros pagos a bancos, somado a juros sobre atrasos (atrasos bancários, de fornecedores e de demais contas) diminuído dos juros recebidos das aplicações. LUCRO OPERACIONAL - Lucro bruto da empresa diminuído das despesas operacionais. RESULTADO NÃO OPERAC. - Resultado não operacional referente à venda de máquinas (despesa ou receita) e/ou demais receitas ou despesas diversas. LUCRO LÍQUIDO ANTES DO IR - Lucro operacional deduzido da despesa, ou acrescido da receita não operacional. PROVISÃO PARA O IR - Valor provisionado para pagamento, no próximo período, do imposto de renda. LUCRO LÍQUIDO APÓS O IMPOSTO DE RENDA - Lucro líquido antes do imposto de renda menos a provisão para o imposto de renda. PARTICIP. DOS EMPREGADOS - Percentual do lucro líquido após o imposto de renda a ser distribuído entre os empregados da produção como forma de participação nos lucros. LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO - Lucro Líquido após o imposto de renda diminuído de eventuais participações de empregados da produção. Este valor, diminuído do valor a pagar como dividendos, é adicionado à conta Lucros Acumulados no Ano do Balanço Patrimonial RELATÓRIO COLETIVO 2 Este relatório apresenta a situação geral do mercado (demanda e venda total por região), vendas relativas de cada empresa por região, preço de venda de cada empresa por região, Bolsa de Valores e indicadores macroeconômicos (conjuntura econômica e preços dos fornecedores).

35 DEMANDA E VENDA TOTAL POR REGIÃO Esta parte do Relatório Coletivo 2 apresenta a demanda total em cada região, bem como as quantidades totais vendidas pelas empresas. Eventuais importações de produtos não serão aqui consideradas. A demanda e a venda total de cada região corresponde ao somatório de todas as demandas e vendas das empresas em cada região VENDA RELATIVA DE CADA EMPRESA POR REGIÃO Este item descrimina, em percentuais, a venda de cada empresa por região. As diferenças de vendas entre as empresas se dá, normalmente, em função de diferenças no preço, prazo e marketing aplicados PREÇO DE VENDA DE CADA EMPRESA POR REGIÃO Nesse item são apresentados os preços de venda praticados pelas empresas em cada região, bem como o preço médio por região. A existência de algum preço igual a zero, significa que a empresa preferiu não vender o produto nessa região. Para efeito de cálculo do preço médio, as empresas que tiverem optado pelo preço igual a zero, serão desconsideradas BOLSA DE VALORES O Relatório Coletivo 2 também apresenta a cotação das ações das empresas na Bolsa de Valores. O valor destas ações é determinado analisando-se o investimento em ações com o restante das opções de negócios no mercado de capitais e as ações em função do desempenho comparativo das empresas INDICADORES MACROECONÔMICOS Os indicadores macroeconômicos apresentados são de conjuntura econômica e preço dos fornecedores. Os indicadores de conjuntura econômica são: índice de crescimento econômico - ICE, índice de inflação, juros bancários - TR, juros dos fornecedores, juros médios de vendas (não é o juros médios das empresas, e sim a média dos juros sobre as vendas realizadas a prazo), produção média/homem (produção média das empresas, desconsiderando eventuais produções extras), quantidade de produtos importados e nível de disponibilidade da mão-de-obra. O preço dos Fornecedores são de: matérias-primas, distribuição dos produtos, campanha de marketing, máquinas e salário médio do setor. Estes indicadores foram válidos para o período constante do relatório JORNAL GAZETA INDUSTRIAL Apesar do Jornal Gazeta Industrial não ser propriamente um relatório, é nesse documento que o coordenador divulga às empresas todas as suas decisões tomadas para a condução da simulação. As empresas encontram nesse jornal os preços de todos os fornecedores para o período, a taxa referencial de juros, a taxa de juros dos fornecedores, estimativa de importação de produtos, percentual de prejuízo ou lucro na venda de máquinas usadas, bem como as demais informações macroeconômicas necessárias para o processo de tomada das decisões. Algumas notícias relevantes do período anterior também são apresentadas nesse jornal (greve, concordata, falência de empresas, etc.).

36 Relatório Coletivo 1 Período 2 Bernard Sistemas Simulação Industrial - SIND 3.1 BALANÇO PATRIMONIAL - BP ATIVO EMPRESA 1 EMPRESA 2 EMPRESA 3 EMPRESA 4 EMPRESA 5 CAIXA APLICAÇÃO CLIENTES ESTOQUE PRODUTO ACABADO ESTOQUE MATÉRIA-PRIMA A ESTOQUE MATÉRIA-PRIMA B MÁQUINAS (-) DEPRECIAÇÃO ACUMULADA TERRENOS PRÉDIOS E INSTALAÇÕES (-) DEPRECIAÇÃO ACUMULADA TOTAL DO ATIVO PASSIVO EMPRESA 1 EMPRESA 2 EMPRESA 3 EMPRESA 4 EMPRESA 5 FORNECEDORES CONTAS A PAGAR IMPOSTO DE RENDA A PAGAR PARTICIPAÇÕES A PAGAR DIVIDENDOS A PAGAR EMPRÉSTIMOS CURTO PRAZO EMPRÉSTIMOS LONGO PRAZO PATRIMÔNIO LÍQUIDO CAPITAL SOCIAL LUCROS ACUMULADOS NO ANO TOTAL DO PASSIVO DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO DO EXERCÍCIO - DRE CONTAS EMPRESA 1 EMPRESA 2 EMPRESA 3 EMPRESA 4 EMPRESA 5 RECEITA DE VENDAS (-) CUSTO PROD. VENDIDO - CPV (=) LUCRO BRUTO (-) DESPESAS OPERACIONAIS: DE VENDAS ADMINISTRATIVAS FINANCEIRAS LÍQUIDAS (=) LUCRO OPERACIONAL (+ -) RESULTADO NÃO OPERAC (=) LUCRO LÍQUIDO ANTES DO IR (-) PROVISÃO PARA O IR (=) LUCRO LIQUIDO APÓS IR (-) PARTICIP. DOS EMPREGADOS (=) LUCRO LÍQUIDO DO PERÍODO Nome da Empresa Usuária Nome da Simulação

37 Relatório Coletivo 2 Período 2 Bernard Sistemas Simulação Industrial - SIND 3.1 DEMANDA E VENDA TOTAL POR REGIÃO (em unidades) REGIÃO 1 REGIÃO 2 REGIÃO 3 REGIÃO 4 REGIÃO 5 REGIÃO 6 DEMANDA VENDA VENDAS RELATIVAS DAS EMPRESAS POR REGIÃO (%) REGIÃO 1 REGIÃO 2 REGIÃO 3 REGIÃO 4 REGIÃO 5 REGIÃO 6 EMPRESA EMPRESA EMPRESA EMPRESA EMPRESA PREÇO DE VENDA DAS EMPRESAS POR REGIÃO ($) REGIÃO 1 REGIÃO 2 REGIÃO 3 REGIÃO 4 REGIÃO 5 REGIÃO 6 EMPRESA EMPRESA EMPRESA EMPRESA EMPRESA PREÇO MÉDIO 364,0 360,8 359,4 359,2 359,6 362,2 BOLSA DE VALORES ($) EMPRESA 1 EMPRESA 2 EMPRESA 3 EMPRESA 4 EMPRESA 5 COTAÇÃO DAS AÇÕES 62,77 58,00 40,19 69,94 62,84 INDICADORES MACROECONÔMICOS CONJUNTURA ECONÔMICA PREÇO DOS FORNECEDORES ($) ÍNDICE DE CRESCIMENTO ECONÔMICO - ICE 1,8 % MATÉRIA-PRIMA A 20,4 ÍNDICE DE INFLAÇÃO 2,3 % MATÉRIA-PRIMA B 41,6 JUROS BANCÁRIOS - TR 5,2 % DISTRIBUIÇÃO 50,5 JUROS DOS FORNECEDORES 7,1 % MARKETING ,0 JUROS MÉDIOS DE VENDAS 6,3 % MÁQUINA ALFA ,0 PRODUÇÃO MÉDIA / HOMEM (unidades) 24,87 MÁQUINA BETA ,0 PRODUTOS IMPORTADOS (unidades) MÁQUINA GAMA ,0 DISPONIBILIDADE DE MÃO-DE-OBRA MÉDIA SALÁRIO MÉDIO DO SETOR 1.320,0 Nome da Empresa Usuária Nome da Simulação

38 Relatório Individual Período 2 Bernard Sistemas Simulação Industrial - SIND 3.1 Empresa 1 ESTOQUE (em unidades) MATÉRIA-PRIMA A MATÉRIA-PRIMA B PRODUTO ACABADO ESTOQUE INICIAL (+) COMPRAS PROGRAMADAS (+) COMPRAS ESPECIAIS () CONSUMO/PRODUÇÃO () VENDAS ESTOQUE FINAL FLUXO DE CAIXA ($) FINANÇAS ($) SALDO INICIAL DO PERÍODO 0 LIMITE DE EMPRÉSTIMOS PARA O PERÍODO ATRASOS BANCÁRIOS 0 (+) ENTRADAS ATRASOS COM FORNECEDORES 0 VENDAS À VISTA ATRASOS DE OUTRAS CONTAS 0 VENDAS A PRAZO SITUAÇÃO DA EMPRESA SEM ATRASOS RESGATE DA APLICAÇÃO 0 VENDA DE MÁQUINAS 0 CLIENTES ($) EMPRÉSTIMOS NORMAIS EMPRÉSTIMO COMPULSÓRIO 0 VALOR A RECEBER NO PERÍODO VALOR A RECEBER NO PERÍODO ( ) SAÍDAS VALOR NÃO RECEBIDO FOLHA DE PAGAMENTO INADIMPLÊNCIA 3,1% CAMPANHAS DE MARKETING DISTRIBUIÇÃO DE PRODUTOS MÁQUINAS (em unidades) DIVERSOS E ATRASOS GERAIS 0 GASTOS COM ESTOCAGEM TIPO QUANTIDADE IDADE MÉDIA PAGAMENTO A FORNECEDORES ALFA 5 15,00 COMPRA DE MÁQUINAS 0 BETA 0 0,00 MANUTENÇÃO DE MÁQUINAS GAMA 0 0,00 AMORTIZAÇÃO DE EMPRÉSTIMOS JUROS BANCÁRIOS RECURSOS HUMANOS TREINAMENTO IMPOSTO DE RENDA TOTAL DE EMPREGADOS 430 DIVIDENDOS E PARTICIPAÇÕES ÍNDICE DE PRODUTIVIDADE 1,02 APLICAÇÃO 0 MOTIVAÇÃO REGULAR PRODUÇÃO / HOMEM 29,33 (=) SALDO FINAL DO PERÍODO GREVE NÃO DEMANDA E VENDA POR PRODUTO REGIÃO 1 REGIÃO 2 REGIÃO 3 REGIÃO 4 REGIÃO 5 REGIÃO 6 DEMANDA VENDA DECISÕES TOMADAS PELA EMPRESA REGIÃO 1 REGIÃO 2 REGIÃO 3 REGIÃO 4 REGIÃO 5 REGIÃO 6 PREÇO PRAZO MARKETING RECURSOS HUMANOS PRODUÇÃO FINANÇAS ADMITIDOS (Nº) 0 COMPRAS PROG. MP A (Nº) EMPRÉSTIMO ($) DEMITIDOS (Nº) 0 COMPRAS PROG. MP B (Nº) TIPO DO EMPRÉSTIMO ( ) 2 SALÁRIO ($) PAGAMENTO DAS MP ( ) 1 APLICAÇÃO ($) 0 TREINAMENTO (%) 5,0 NÍVEL DE ATIVIDADE (%) 100,0 JUROS NA VENDA A PRAZO (%) 6,0 PARTICIPAÇÃO (%) 10,0 PRODUÇÃO EXTRA (%) 15,0 MÁQUINAS ALFA BETA GAMA DIVERSOS ($) 0,0 VENDA (Nº) COMPRA (Nº) Nome da Empresa Usuária Nome da Simulação

39 Folha de Decisões Período 3 Bernard Sistemas Simulação Industrial - SIND 3.1 Empresa 1 Exemplo de preenchimento da Folha de Decisões: SALÁRIO ($) REGIÃO 1 REGIÃO 2 REGIÃO 3 REGIÃO 4 REGIÃO 5 REGIÃO 6 PREÇO ($) PRAZO ( ) MARKETING (0.. 9) RECURSOS HUMANOS PRODUÇÃO FINANÇAS ADMITIDOS (Nº). COMPRAS PROG. MP A (Nº). EMPRÉSTIMO ($).. DEMITIDOS (Nº). COMPRAS PROG. MP B (Nº). TIPO DO EMPRÉSTIMO ( ) SALÁRIO ($). PAGAMENTO DAS MP ( ) APLICAÇÃO ($).. TREINAMENTO (%), NÍVEL DE ATIVIDADE (%), JUROS NA VENDA A PRAZO (%), PARTICIPAÇÃO (%), PRODUÇÃO EXTRA (%), MÁQUINAS ALFA BETA GAMA DIVERSOS ($).. VENDA (Nº) COMPRA (Nº) Assinatura do Administrador Geral Data e Hora da Entrega: 31 de Julho de 1998, às 18:00 horas. OBSERVAÇÃO: Os Administradores devem tomar o maior cuidado com esta folha de decisões. As informações nela contidas são o instrumento básico para tomada de decisão da empresa. A folha de decisões não entregue no prazo estipulado, zera as decisões do período (com exceção do salário pago, que será igual ao salário pago no período anterior). Nome da Empresa Usuária Nome da Simulação

40 Gazeta Industrial Período 2 Bernard Sistemas Simulação Industrial - SIND 3.1 FLORIANÓPOLIS, 31 DE JULHO DE ECONOMIA SE MANTÉM AQUECIDA A economia do país cresceu 1,9% no período passado. Este índice é significativo e reverte as expectativas de crescimento negativo da economia, em virtude do endividamento dos consumidores. O que está preocupando o governo, entretanto, é a expectativa de aumento da inflação. No período passado ela foi de 2,5%, mas pode subir. PERÍODO SEM COMPRA DE MÁQUINAS As empresas produtoras de máquinas industriais estão comunicando às industriais que, em virtude do acúmulo de pedidos, elas não estarão aceitando encomendas para o período 2. Elas informam, ainda, que a aquisição de máquinas a serem feitas no período 3 virão, como de costume, financiadas em 60% pelo Banco de Desenvolvimento Industrial - BDI. BANCO ALERTA SOBRE FINANCIAMENTO O Banco de Desenvolvimento Industrial - BDI está informando às novas diretorias que estão assumindo que existe um empréstimo de $ para começar a ser amortizado no quinto período. Por enquanto as empresas estão pagando apenas os juros correspondente a TR. EMPOSSADAS NOVAS DIRETORIAS Esse período será marcado por troca de diretoria das principais industrias do setor de bens de consumo duráveis. Analistas prevêem que essas diretorias passarão por problemas nos dois primeiros períodos de sua gestão para arrumar a casa. Essas empresas, apesar do lucro no período passado, estão com sérios problemas nas áreas de produção e finanças. GOVERNO FIXA REGRAS O governo fixou as novas regras para o imposto de renda. As nova alíquota será de 15% sobre o lucro trimestral das empresas, devendo ser pago no período seguinte ao da apuração. Essa alíquota, segundo o governo, deverá ficar constante pelo menos nos próximos 3 anos. Já o congresso aprovou a nova lei de multas sobre atrasos. A multa será de 5% mais a variação da TR. Essa é a mesma taxa cobrada pelos empréstimos compulsórios dos bancos. INFORMAÇÕES PARA O PERÍODO 2 PREÇO DOS FORNECEDORES REAJUSTE (%) NOVO PREÇO TAXAS (%) MATÉRIA-PRIMA A 0,0 20,4 PREJUÍZO VENDA DAS MÁQUINAS 10,0 MATÉRIA-PRIMA B 4,0 41,6 JUROS BANCÁRIOS - TR 5,2 DISTRIBUIÇÃO 1,0 50,5 JUROS DOS FORNECEDORES 7,1 MARKETING 0, ,0 IMPORTAÇÃO PARA O PERÍODO 10,0 MÁQUINA ALFA 0, ,0 MÁQUINA BETA 0, ,0 MÁQUINA GAMA 0, ,0 Nome da Empresa Usuária Página 1 / 1 Nome da Simulação

41 ANEXO B - TABELAS DE CONSULTA RÁPIDA DO SIND 3.1

42 Bernard Sistemas TABELAS - SIND 3.1 ADMINISTRAÇÃO DE VENDAS Tabelas de Consulta Rápida do SIND 3.1

43 Bernard Sistemas ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO Tabelas de Consulta Rápida do SIND 3.1

44 Bernard Sistemas Tabelas de Consulta Rápida do SIND 3.1

45 Bernard Sistemas ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Tabelas de Consulta Rápida do SIND 3.1

46 Bernard Sistemas ADMINISTRAÇÃO DE RECURSOS HUMANOS Tabelas de Consulta Rápida do SIND 3.1

SIND 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS LTDA.

SIND 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS LTDA. SIND 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS LTDA. BERNARD SISTEMAS LTDA. Florianópolis, Fevereiro de 2007. Todos os direitos são reservados. Nenhuma

Leia mais

SIND PME 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS

SIND PME 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SIND PME 4.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL DE PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS LTDA. BERNARD SISTEMAS LTDA. Florianópolis, Julho de 2007. Todos os

Leia mais

FLUXOGRAMA DA DINÂMICA DO CURSO DE SIMULAÇÃO INDUSTRIAL

FLUXOGRAMA DA DINÂMICA DO CURSO DE SIMULAÇÃO INDUSTRIAL 4 1 INTRODUÇÃO O simulador empresarial SIMULADOR INDUSTRIAL A3 simula o ambiente empresarial do setor industrial. As empresas simuladas são sociedades anônimas de capital aberto tendo, portanto, suas ações

Leia mais

SIND 7.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS

SIND 7.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS SIND 7.0 SIMULAÇÃO INDUSTRIAL MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS BERNARD SISTEMAS LTDA. Florianópolis, Julho de 2015. Este Manual pode ser alterado sem aviso prévio. Este

Leia mais

7.2 - RELATÓRIO FINANCEIRO. 28 7.2.1 - ESTOQUES. 29 7.2.2 - FLUXO DE CAIXA. 29 7.2.3 - FINANÇAS. 31 7.2.4 - CLIENTES. 31 7.2.5 - MÁQUINAS. 32 7.2.2.

7.2 - RELATÓRIO FINANCEIRO. 28 7.2.1 - ESTOQUES. 29 7.2.2 - FLUXO DE CAIXA. 29 7.2.3 - FINANÇAS. 31 7.2.4 - CLIENTES. 31 7.2.5 - MÁQUINAS. 32 7.2.2. simulador industrial MANUAL DO ALUNO Revisão 8 Jan/2014 ÍNDICE 1 - INTRODUÇÃO... 4 2 - ADMINISTRAÇÃO DE VENDAS... 6 2.1 - DISTRIBUIDORES... 6 2.2 - DEMANDA... 6 2.2.1 - REGIÕES... 7 2.2.2 - PROPAGANDA...

Leia mais

SIMCO 5.0 SIMULAÇÃO COMERCIAL

SIMCO 5.0 SIMULAÇÃO COMERCIAL SIMCO 5.0 SIMULAÇÃO COMERCIAL MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS LTDA. BERNARD SISTEMAS LTDA. Florianópolis, Janeiro de 2008. Todos os direitos são reservados. Nenhuma

Leia mais

SISERV 7.0 SIMULAÇÃO DE SERVIÇOS MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS LTDA.

SISERV 7.0 SIMULAÇÃO DE SERVIÇOS MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS LTDA. SISERV 7.0 SIMULAÇÃO DE SERVIÇOS MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS SÃO RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS LTDA. BERNARD SISTEMAS LTDA. Florianópolis, fevereiro de 2010. Todos os direitos são reservados. Nenhuma

Leia mais

SIMCO 7.0 SIMULAÇÃO COMERCIAL MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS

SIMCO 7.0 SIMULAÇÃO COMERCIAL MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS SIMCO 7.0 SIMULAÇÃO COMERCIAL MANUAL DA EMPRESA TODOS OS DIREITOS RESERVADOS À BERNARD SISTEMAS BERNARD SISTEMAS LTDA. Florianópolis, Julho de 2015. Este Manual pode ser alterado sem aviso prévio. Este

Leia mais

Você está prestes a assumir a administração de uma empresa simulada. Aproveite esta oportunidade para desenvolver as suas habilidades gerenciais.

Você está prestes a assumir a administração de uma empresa simulada. Aproveite esta oportunidade para desenvolver as suas habilidades gerenciais. Você está prestes a assumir a administração de uma empresa simulada. Aproveite esta oportunidade para desenvolver as suas habilidades gerenciais. O que é? Simulação Gerencial - Simulação Empresarial Jogo

Leia mais

Simulação Industrial de Pequenas e Médias empresas (Sind PME 4.0)

Simulação Industrial de Pequenas e Médias empresas (Sind PME 4.0) Simulação Industrial de Pequenas e Médias empresas (Sind PME 4.0) Caro participante, Você está prestes a assumir a administração de uma empresa virtual. Aproveite esta oportunidade para desenvolver as

Leia mais

Simulação Comercial. Caro participante, Você está prestes a assumir a administração de uma empresa virtual.

Simulação Comercial. Caro participante, Você está prestes a assumir a administração de uma empresa virtual. Simulação Comercial Caro participante, Você está prestes a assumir a administração de uma empresa virtual. Aproveite esta oportunidade para desenvolver as suas habilidades gerenciais. Simulação Gerencial

Leia mais

Aspectos Sociais de Informática. Simulação Industrial - SIND

Aspectos Sociais de Informática. Simulação Industrial - SIND Aspectos Sociais de Informática Simulação Industrial - SIND Jogos de Empresas Utilizada com sucesso para o treinamento e desenvolvimento gerencial Capacita estudantes e profissionais de competência intelectual

Leia mais

Demonstrações Financeiras

Demonstrações Financeiras Demonstrações Financeiras BALANÇO PATRIMONIAL - BP Periodo ATIVO Empresa Empresa 2 Empresa Empresa 4 Empresa 5 Empresa 6 Empresa 7 Empresa 8 ATIVO.295.440,88.295.440,88.295.440,88.295.440,88.295.440,88.295.440,88.295.440,88.295.440,88

Leia mais

Simulação Comercial de Pequenas e Médias Empresas (Simco PME 5.0)

Simulação Comercial de Pequenas e Médias Empresas (Simco PME 5.0) Simulação Comercial de Pequenas e Médias Empresas (Simco PME 5.0) Caro participante, Você está prestes a assumir a administração de uma empresa virtual. Aproveite esta oportunidade para desenvolver as

Leia mais

Decisão Mensal. Abril/2013 (04) PUC-PR Marcio_7P CTEC. Diretor de Finanças. Diretor de Recursos Humanos. Diretoria de Produção.

Decisão Mensal. Abril/2013 (04) PUC-PR Marcio_7P CTEC. Diretor de Finanças. Diretor de Recursos Humanos. Diretoria de Produção. PUC-PR Decisão Mensal /213 (4) Diretoria de Recursos Humanos Diretoria de Finanças Admissões: 16 Empréstimo ($): 7. Demissões: Salário dos Empregados da Produção ($): Treinamento (%): Participação nos

Leia mais

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9

Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos Disciplina: Constituição de Novos Empreendimentos AULA 9 AULA 9 Assunto: Plano Financeiro (V parte) Prof Ms Keilla Lopes Mestre em Administração pela UFBA

Leia mais

Simulação Industrial. Descrição dos Custos e Despesas do Sind 4.0g. www.bernard.com.br

Simulação Industrial. Descrição dos Custos e Despesas do Sind 4.0g. www.bernard.com.br Simulação Industrial Descrição dos Custos e Despesas do Sind 4.0g Custos e Despesas 1 - Custos de Produção 1.1. Fixos Folha de pagamento dos empregados Treinamento dos empregados da produção Custos de

Leia mais

Administrando o Fluxo de Caixa

Administrando o Fluxo de Caixa Administrando o Fluxo de Caixa O contexto econômico do momento interfere no cotidiano das empresas, independente do seu tamanho mercadológico e, principalmente nas questões que afetam diretamente o Fluxo

Leia mais

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas:

Basicamente, o relatório de fluxo de caixa deve ser segmentado em três grandes áreas: CASHFLOW OU FLUXO DE CAIXA 1. CONCEITO É um demonstrativo que reflete dinamicamente o fluxo do disponível da empresa, em um determinado período de tempo. 2. FINALIDADES 2.1. Evidenciar a movimentação dos

Leia mais

Correção da Prova. Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46

Correção da Prova. Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46 Correção da Prova Questões: 7, 8, 12, 20, 21, 22, 24, 34, 45 e 46 Questão 7 Uma sociedade empresária mantém no seu estoque de mercadorias para revenda três tipos de mercadorias: I, II e III. O valor total

Leia mais

Projeções dos Demonstrativos Contábeis. Prof. Isidro

Projeções dos Demonstrativos Contábeis. Prof. Isidro Projeções dos Demonstrativos Contábeis Prof. Isidro Planejamento Financeiro O planejamento financeiro de uma empresa busca determinar suas necessidades de caixa e é feito em dois níveis: Curto prazo (operacional)

Leia mais

MATEMÁTICA FINANCEIRA COM O USO DA CALCULADORA HP 12.C CADERNO DE EXERCÍCIOS

MATEMÁTICA FINANCEIRA COM O USO DA CALCULADORA HP 12.C CADERNO DE EXERCÍCIOS MATEMÁTICA FINANCEIRA COM O USO DA CALCULADORA HP 12.C CADERNO DE EXERCÍCIOS Parte integrante do curso Conhecendo a Calculadora HP 12C Prof. Geraldo Peretti. Página 1 Cálculos aritméticos simples. A) (3

Leia mais

Administração Financeira: princípios,

Administração Financeira: princípios, Administração Financeira: princípios, fundamentos e práticas brasileiras Ana Paula Mussi Szabo Cherobim Antônio Barbosa Lemes Jr. Claudio Miessa Rigo Material de apoio para aulas Administração Financeira:

Leia mais

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00.

FINANÇAS A B C D A R$ 24.000,00. B R$ 12.000,00. C R$ 2.000,00. D R$ 0,00. ESPE/Un SERE 2013 Nas questões a seguir, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a Folha de Respostas, único documento válido para

Leia mais

5 Unidade de Pesquisa 2 Estudo de Casos

5 Unidade de Pesquisa 2 Estudo de Casos 109 5 Unidade de Pesquisa 2 Estudo de Casos Aqui serão apresentados os três estudos de caso referenciados nesta dissertação. Esses estudos foram feitos a partir da leitura do manual do aluno, resposta

Leia mais

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira

Prof. Cleber Oliveira Gestão Financeira Aula 2 Gestão de Fluxo de Caixa Introdução Ao estudarmos este capítulo, teremos que nos transportar aos conceitos de contabilidade geral sobre as principais contas contábeis, tais como: contas do ativo

Leia mais

Plataforma da Informação. Finanças

Plataforma da Informação. Finanças Plataforma da Informação Finanças O que é gestão financeira? A área financeira trata dos assuntos relacionados à administração das finanças das organizações. As finanças correspondem ao conjunto de recursos

Leia mais

www.editoraatlas.com.br

www.editoraatlas.com.br www.editoraatlas.com.br 6278curva.indd 1 04/04/2011 11:11:12 Equipe de Professores da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP Contabilidade Introdutória Manual do Professor Coordenação

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS O Conselho Federal de Contabilidade e o Comitê de Pronunciamentos Contábeis são responsáveis pela elaboração das normas contábeis comumente aceitas. Sobre essas normas, julgue

Leia mais

Introdução l Resumo Exercícios 15 Demonstrações Contábeis

Introdução l Resumo Exercícios 15 Demonstrações Contábeis Introdução l 1. l Um breve histórico l l.2 Definição do termo Contabilidade 2 1.3 O processo contábil 3 1.3.1 Posicionamento do contador em relação à empresa 4 l.4 Ramos de atuação da Contabilidade 5 l.4.

Leia mais

Em junho de 2012, foi apresentado o plano de recuperação judicial.

Em junho de 2012, foi apresentado o plano de recuperação judicial. REFRIGERAÇÃO CAPITAL LTDA. EM RECUPERAÇÃO JUDICIAL PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DO PLANO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL PROCESSO Nº 001/1.12.0063163-4 CNJ: 0080710-28.2012.8.21.0001 VARA DE DIREITO EMPRESARIAL, RECUPERAÇÃO

Leia mais

Análise das Demonstrações Contábeis

Análise das Demonstrações Contábeis Análise das Demonstrações Contábeis Prof. José MANOEL da Costa As demonstrações contábeis para usuário externo, publicadas aos usuários em geral, como já visto, são publicadas conforme princípios e normas

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC)

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) 1 de 5 31/01/2015 14:52 DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA (DFC) A Demonstração do Fluxo de Caixa (DFC) passou a ser um relatório obrigatório pela contabilidade para todas as sociedades de capital aberto

Leia mais

Métricas empresariais

Métricas empresariais Métricas empresariais 1 Índice 1. Lista de Indicadores Setoriais Pág. 4 2. Métricas de Marketing Geral Pág. 5. Métricas de Propaganda Pág. 4. Métricas de Promoção Pág. 7 5. Métricas de Distribuição Pág.

Leia mais

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA

DEMONSTRAÇÃO DOS FLUXOS DE CAIXA CAPÍTULO 33 Este Capítulo é parte integrante do Livro Contabilidade Básica - Finalmente Você Vai Entender a Contabilidade. 33.1 CONCEITOS A demonstração dos fluxos de caixa evidencia as modificações ocorridas

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Julgue os itens a seguir, a respeito da Lei n.º 6.404/197 e suas alterações, da legislação complementar e dos pronunciamentos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC). 71 Os gastos incorridos com pesquisa

Leia mais

Início do Jogo e Concorrentes... 2. Diretoria e Membros da Equipe... 9. Multa e Compra de Informações... 12. Eliminação da Equipe e Falência...

Início do Jogo e Concorrentes... 2. Diretoria e Membros da Equipe... 9. Multa e Compra de Informações... 12. Eliminação da Equipe e Falência... Início do Jogo e Concorrentes... 2 Diretoria e Membros da Equipe... 9 Multa e Compra de Informações... 12 Eliminação da Equipe e Falência... 14 Autobras... 15 Fábrica e Produção... 17 Matéria-Prima...

Leia mais

Como elaborar o fluxo de caixa pelo método indireto? - ParteII

Como elaborar o fluxo de caixa pelo método indireto? - ParteII Como elaborar o fluxo de caixa pelo método indireto? - ParteII Montando o fluxo de caixa pelo método indireto Situações especiais na montagem do fluxo de caixa Caso prático completo Como utilizar os quadros

Leia mais

2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E INFORMAÇÕES

2. DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS E INFORMAÇÕES 1. INTRODUÇÃO Referente à elaboração e divulgação de informações pelas instituições administradoras dos Fundos de Investimento Imobiliário, para o mercado de valores mobiliários e encaminhamento à Comissão

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE « CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS»CONTABILIDADE «21. A respeito das funções da Contabilidade, tem-se a administrativa e a econômica. Qual das alternativas abaixo apresenta uma função econômica? a) Evitar erros

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e Fundo de Investimento Imobiliário Península Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 3 Balanços patrimoniais em 31 de dezembro Ativo 2009 2008

Leia mais

AMORTIZAÇÃO E EMPRÉSTIMOS

AMORTIZAÇÃO E EMPRÉSTIMOS AMORTIZAÇÃO E EMPRÉSTIMOS Conceitos iniciais Antes de iniciarmos os estudos específicos em relação a cada metodologia de amortização, é necessário conceituar alguns termos utilizados pelo mercado: Amortização:

Leia mais

Plano de Contribuição Definida

Plano de Contribuição Definida Plano de Contribuição Definida Gerdau Previdência CONHEÇA A PREVIDÊNCIA REGIME DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR Oferecido pelo setor privado, com adesão facultativa, tem a finalidade de proporcionar uma proteção

Leia mais

Demonstrativo do Fluxo de Caixa. Atividades operacionais Atividades de investimento Atividades de financiamento

Demonstrativo do Fluxo de Caixa. Atividades operacionais Atividades de investimento Atividades de financiamento Demonstrativo do Fluxo de Caixa Atividades operacionais Atividades de investimento Atividades de financiamento Fluxo de Caixa Caixa = caixa em espécie, dinheiro em banco e investimentos de curto prazo.

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO

ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 ANÁLISE ECONÔMICA DE BALANÇO 1 QUOCIENTES DE RENTABILIDADE Os Quocientes de Rentabilidade servem para medir a capacidade econômica da empresa, isto é, evidenciam o grau de êxito econômico obtido pelo

Leia mais

capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO Senhores, aqui estão os relatórios financeiros do ano passado. Podemos pagar nossas dívidas?

capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO Senhores, aqui estão os relatórios financeiros do ano passado. Podemos pagar nossas dívidas? 22 capítulo 5 O CONTROLE FINANCEIRO DA ORGANIZAÇÃO A Contabilidade é o instrumento que as empresas usam para controlar suas finanças e operações. E os demonstrativos contábeis balanço patrimonial e demonstração

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.)

Fundo de Investimento Imobiliário Península (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo 2008 2007 Passivo e patrimônio líquido 2008 2007 Circulante Circulante Bancos 3 14 Rendimentos a distribuir 3.599 2.190 Aplicações financeiras de renda fixa

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS De acordo com o comando a que cada um dos itens de 51 a 120 se refira, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado com o código C, caso julgue o item CERTO; ou o campo designado com

Leia mais

. Natureza de saldo das contas

. Natureza de saldo das contas . Natureza de saldo das contas Introdução Prezado candidato/aluno é de extrema importância entendermos a natureza de saldo das contas em contabilidade, em razão disse devemos separar as contas patrimoniais

Leia mais

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi

Gestão Financeira. Prof. Eduardo Pozzi Gestão Financeira Prof. Eduardo Pozzi Finanças Corporativas Questões centrais na gestão financeira de uma empresa: Quais investimentos de longo prazo precisam ser feitos? Que tipo de instalações, maquinário

Leia mais

FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO

FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO FUNÇÃO FINANCEIRA DE UM EMPREENDIMENTO AGROPECUÁRIO Odilio Sepulcri 1 Conforme ROSE 1, pode-se representar a administração de uma empresa, de uma forma geral, dividindo em três níveis: operações, estratégia

Leia mais

AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE INVESTIMENTOS

AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE INVESTIMENTOS AVALIAÇÃO DE PROJETOS DE INVESTIMENTOS Danillo Tourinho Sancho da Silva, MSc AVALIAÇÕES Unidade I Fichamentos e Exercícios Avaliativos 2,0 Prova Escrita Individual 8,0 Unidade II Projeto Conceitual de

Leia mais

REGULAMENTO DE OPERAÇÕES

REGULAMENTO DE OPERAÇÕES 1 GENERALIDADES As operações de crédito da Cooperativa serão realizadas dentro das normas fixadas pelo Estatuto Social, pelas normas legais, as do Banco Central do Brasil e por este Regulamento. 2 OBJETIVO

Leia mais

Fundo de Investimento Imobiliário Hospital da Criança (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e

Fundo de Investimento Imobiliário Hospital da Criança (Administrado pelo Banco Ourinvest S.A.) Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e Fundo de Investimento Imobiliário Demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 2009 e de 2008 e parecer dos auditores independentes 2 Balanço patrimonial em 31 de dezembro Ativo 2009 2008 Passivo e patrimônio

Leia mais

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO CPC-O - 01. Entidades de Incorporação Imobiliária

COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO CPC-O - 01. Entidades de Incorporação Imobiliária COMITÊ DE PRONUNCIAMENTOS CONTÁBEIS ORIENTAÇÃO CPC-O - 01 Entidades de Incorporação Imobiliária Descrição Item Objetivo e alcance 1 Formação do custo do imóvel, objeto da incorporação imobiliária 2-9 Despesas

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN

PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PODER JUDICIÁRIO FEDERAL JUSTIÇA FEDERAL DE PRIMEIRO GRAU Seção Judiciária do Rio Grande do Norte Rua Dr. Lauro Pinto, nº 245, Lagoa Nova, Natal/RN PROCESSO SELETIVO PARA ESTÁGIO REMUNERADO EM CIÊNCIAS

Leia mais

DIAGNÓSTICO FINANCEIRO DE UMA PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA - CTAE

DIAGNÓSTICO FINANCEIRO DE UMA PEQUENA E MÉDIA INDÚSTRIA - CTAE UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL CTAE DIAGNÓSTICO

Leia mais

Perfis de Investimento. GEBSA Prev

Perfis de Investimento. GEBSA Prev Perfis de Investimento GEBSA Prev 2 GEBSA-PREV INTRODUÇÃO Esta cartilha reúne as principais informações relacionadas aos Perfis de Investimento da GEBSA PREV e vai lhe ajudar a identificar alguns aspectos

Leia mais

Contabilidade Básica Prof. Jackson Luis Oshiro joshiro@ibest.com.br Conceito Conta Nome dado aos componentes patrimoniais (bens, direitos, obrigações e Patrimônio Líquido) e aos elementos de resultado

Leia mais

IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS

IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS Page 1 of 14 IRPJ - REAVALIAÇÃO DE BENS BASE LEGAL PARA O PROCEDIMENTO DE AVALIAÇÃO DE BENS A Lei 6.404/76 (também chamada Lei das S/A), em seu artigo 8 º, admite a possibilidade de se avaliarem os ativos

Leia mais

No concurso de São Paulo, o assunto aparece no item 27 do programa de Contabilidade:

No concurso de São Paulo, o assunto aparece no item 27 do programa de Contabilidade: Olá, pessoal! Como já devem ter visto, dois bons concursos estão na praça: Fiscal do ISS de São Paulo e Auditor Fiscal do Ceará. As bancas são, respectivamente, a Fundação Carlos Chagas (FCC) e a Escola

Leia mais

Determinação do Capital de Giro

Determinação do Capital de Giro Determinação do Capital de Giro Foco da Palestra Orientar e esclarecer os conceitos básicos para determinação e gerenciamento do Capital de Giro da empresa. Classificar e analisar as fontes e aplicações

Leia mais

F NA N N A C N E C IRA

F NA N N A C N E C IRA MATEMÁTICA FINANCEIRA MATEMÁTICA FINANCEIRA MATEMÁTICA FINANCEIRA TRATA DO ESTUDO DO DINHEIRO AO LONGO DO TEMPO. OBJETIVO BÁSICO EFETUAR ANÁLISES E COMPARAÇÕES EFETUAR ANÁLISES E COMPARAÇÕES DOS VÁRIOS

Leia mais

1. CONCEITOS 2. OBJETIVOS

1. CONCEITOS 2. OBJETIVOS 1. CONCEITOS A Demonstração do Fluxo de Caixa demonstra a origem e a aplicação de todo o dinheiro que transitou pelo Caixa em um determinado período e o resultado desse fluxo (Iudícibus e Marion, 1999).

Leia mais

REGULAMENTO EMPRÉSTIMO CASANPREV

REGULAMENTO EMPRÉSTIMO CASANPREV REGULAMENTO EMPRÉSTIMO CASANPREV 1/9 CAPÍTULO I Do Objeto Art. 1º Este documento, doravante denominado Regulamento de Empréstimo, estabelece os direitos e as obrigações da CASANPREV, dos Participantes,

Leia mais

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA

FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Unidade II FUNDAMENTOS DA GESTÃO FINANCEIRA Prof. Jean Cavaleiro Objetivos Ampliar a visão sobre os conceitos de Gestão Financeira; Conhecer modelos de estrutura financeira e seus resultados; Conhecer

Leia mais

NORMA DE CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS AOS PARTICIPANTES

NORMA DE CONCESSÃO DE EMPRÉSTIMOS AOS PARTICIPANTES 1. OBJETIVO Esta norma tem por objetivo estabelecer os critérios e procedimentos a serem adotados para concessão e liberação de empréstimos aos participantes. 2. CAMPO DE APLICAÇÃO As operações de empréstimos

Leia mais

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade?

1 - Por que a empresa precisa organizar e manter sua contabilidade? Nas atividades empresariais, a área financeira assume, a cada dia, funções mais amplas de coordenação entre o operacional e as expectativas dos acionistas na busca de resultados com os menores riscos.

Leia mais

Perfis de Investimento

Perfis de Investimento Perfis de Investimento Manual Perfis de Investimento Manual Perfis de Investimento Índice Objetivo... 3 Introdução... 3 Falando sobre sua escolha e seu plano... 3 Perfis de Investimento... 5 Principais

Leia mais

Bacharelado CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Parte 6

Bacharelado CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Parte 6 Bacharelado em CIÊNCIAS CONTÁBEIS Parte 6 1 NBC TG 16 - ESTOQUES 6.1 Objetivo da NBC TG 16 (Estoques) O objetivo da NBC TG 16 é estabelecer o tratamento contábil para os estoques, tendo como questão fundamental

Leia mais

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação Profa. Patricia Maria Bortolon

Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação Profa. Patricia Maria Bortolon Elementos de Análise Financeira Matemática Financeira e Inflação O que é Inflação? Inflação É a elevação generalizada dos preços de uma economia O que é deflação? E a baixa predominante de preços de bens

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante)

FLUXO DE CAIXA. Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) FLUXO DE CAIXA Dinâmica: O que faço de diferente ou estranho. (Objetivo: Conhecer um pouco cada participante) Brainstorming: Chuva de ideias ou Toró de parpite: O QUE É FLUXO DE CAIXA? (Objetivo: Saber

Leia mais

Pessoal, ACE-TCU-2007 Auditoria Governamental - CESPE Resolução da Prova de Contabilidade Geral, Análise e Custos

Pessoal, ACE-TCU-2007 Auditoria Governamental - CESPE Resolução da Prova de Contabilidade Geral, Análise e Custos Pessoal, Hoje, disponibilizo a resolução da prova de Contabilidade Geral, de Análise das Demonstrações Contábeis e de Contabilidade de Custos do Concurso para o TCU realizado no último final de semana.

Leia mais

CONTABILIDADE E TURISMO NOÇÕES PRELIMINARES 25/10/2012. Informações iniciais. Definição de contabilidade. Grupos de interesse.

CONTABILIDADE E TURISMO NOÇÕES PRELIMINARES 25/10/2012. Informações iniciais. Definição de contabilidade. Grupos de interesse. CONTABILIDADE E TURISMO Glauber Eduardo de Oliveira Santos Informações iniciais Bibliografia básica IUDÍCIBUS, S. et al. Contabilidade Introdutória. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2006. 9 cópias na biblioteca

Leia mais

CONTABILIDADE E TURISMO

CONTABILIDADE E TURISMO Capítulo 1 CONTABILIDADE E TURISMO Glauber Eduardo de Oliveira Santos Capítulo 1 Informações iniciais Bibliografia básica IUDÍCIBUS, S. et al. Contabilidade Introdutória. 9 ed. São Paulo: Atlas, 2006.

Leia mais

Rotina de Contabilização

Rotina de Contabilização Trata a presente rotina dos procedimentos quanto ao registro de Financiamento Concedido a Mutuários do Sistema Financeiro de Habitação SFH, em substituição a Rotina CNRC/SUNOT/CGE nº 009/2009. Considerando,

Leia mais

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano.

PESQUISA DE JUROS. As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano. PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em dezembro/2013 sendo esta a sétima elevação do ano. Esta elevação é reflexo da elevação da Taxa Básica de Juros (Selic)

Leia mais

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A.

Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. Demonstrações Financeiras UPCON SPE 17 Empreendimentos Imobiliários S.A. 31 de dezembro de 2014 com o relatório dos auditores independentes Demonstrações financeiras Índice Relatório dos auditores independentes

Leia mais

Norma de Empréstimos Financeiros

Norma de Empréstimos Financeiros Gestão de Atendimento AFAF D.GA.03 1/11 ÍNDICE 1. Objetivo... 2 2. Responsabilidades... 2 3. Conceitos... 2 4. Critérios... 3 4.1. Modalidades de Empréstimos Financeiros... 3 4.2. Limite de Contratos...

Leia mais

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli

Unidade II. Mercado Financeiro e de. Prof. Maurício Felippe Manzalli Unidade II Mercado Financeiro e de Capitais Prof. Maurício Felippe Manzalli Mercados Financeiros Definição do mercado financeiro Representa o Sistema Financeiro Nacional Promove o fluxo de recursos através

Leia mais

FLUXO DE CAIXA. Administração Financeira aplicação de recursos. distribuição CONCEITOS. Fluxo de caixa previsão de: ingressos desembolsos

FLUXO DE CAIXA. Administração Financeira aplicação de recursos. distribuição CONCEITOS. Fluxo de caixa previsão de: ingressos desembolsos 1 FLUXO DE CAIXA O fluxo de caixa é o instrumento que permite a pessoa de finanças planejar, organizar, coordenar, dirigir e controlar os recursos financeiros de sua empresa para determinado período. captação

Leia mais

Caso o valor lançado seja superior ao mencionado acima, o valor excedente será utilizado para aumentar a atratividade de sua empresa naquela região.

Caso o valor lançado seja superior ao mencionado acima, o valor excedente será utilizado para aumentar a atratividade de sua empresa naquela região. FAQ Abandono de região - Podemos abandonar uma determinada região já aberta? Sim. Para abandonar uma região, isto é, deixar de vender lá, sua equipe deverá deixar em branco ou registrar zero, na Folha

Leia mais

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento

Unidade II Orçamento Empresarial. Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Unidade II Orçamento Empresarial Profª Msc Mary Wanyza Disciplina : Orçamento Referências Bibliográficas Fundamentos de Orçamento Empresarial Coleção resumos de contabilidade Vol. 24 Ed. 2008 Autores:

Leia mais

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em janeiro/2015. Estas elevações podem ser atribuídas aos seguintes

Leia mais

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito voltaram a ser elevadas em fevereiro/2015. Estas elevações podem ser atribuídas aos seguintes

Leia mais

I) o custo de aquisição de terrenos ou prédios, inclusive os tributos devidos na aquisição e as despesas de legalização;

I) o custo de aquisição de terrenos ou prédios, inclusive os tributos devidos na aquisição e as despesas de legalização; 3 FORMAÇÃO DO CUSTO O custo dos imóveis vendidos compreenderá obrigatoriamente: I) o custo de aquisição de terrenos ou prédios, inclusive os tributos devidos na aquisição e as despesas de legalização;

Leia mais

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS

CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS Nas questões de 31 a 60, marque, para cada uma, a única opção correta, de acordo com o respectivo comando. Para as devidas marcações, use a folha de respostas, único documento válido para a correção das

Leia mais

Interpretando a Variação da Necessidade de Capital de Giro

Interpretando a Variação da Necessidade de Capital de Giro Interpretando a Variação da Necessidade de Capital de Giro Por Carlos Alexandre Sá Neste trabalho vamos analisar um elemento importante do Fluxo das Atividades Operacionais: a necessidade de capital de

Leia mais

CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA

CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA January, 99 1 CONCEITOS BÁSICOS DE ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA Paulo César Leite de Carvalho 1. INTRODUÇÃO A administração financeira está estritamente ligada à Economia e Contabilidade, e pode ser vista

Leia mais

Contabilidade Financeira

Contabilidade Financeira Contabilidade Prof. Dr. Alvaro Ricardino Módulo: Contabilidade Básica aula 04 Balanço Patrimonial: Grupo de Contas II Aula 4 Ao final desta aula você : - Conhecerá os grupos de contas do Ativo e Passivo.

Leia mais

UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 18

UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 18 UP-TO-DATE. ANO I. NÚMERO 18 COMO FAZER RAPIDAMENTE PROJEÇÃO DE DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Projeção do Balanço, Resultado e do Caixa integrados Qual o melhor método para uma projeção rápida Finalidades

Leia mais

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC

Contabilidade Avançada Fluxos de Caixa DFC Contabilidade Avançada Demonstração dos Fluxos de Caixa DFC Prof. Dr. Adriano Rodrigues Normas Contábeis: No IASB: IAS 7 Cash Flow Statements No CPC: CPC 03 (R2) Demonstração dos Fluxos de Caixa Fundamentação

Leia mais

CONSIDERAÇÕES SOBRE A ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO EM UM PERÍODO INFLACIONÁRIO

CONSIDERAÇÕES SOBRE A ADMINISTRAÇÃO DO CAPITAL DE GIRO EM UM PERÍODO INFLACIONÁRIO UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS - UNICAMP INSTITUTO DE FILOSOFIA E CIÊNCIAS HUMANAS - IFCH DEPARTAMENTO DE ECONOMIA E PLANEJAMENTO ECONÔMICO - DEPE CENTRO TÉCNICO ECONÔMICO DE ASSESSORIA EMPRESARIAL

Leia mais

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL

INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL INSTRUMENTO DE APOIO GERENCIAL 0401 01 IDENTIFICAÇÃO Título: CONTABILIDADE E EFICIÊNCIA NA ADMINISTRAÇÃO DO NEGÓCIO Atributo: ADMINISTRAÇÃO EFICIENTE Processo: ACOMPANHAMENTO CONTÁBIL O QUE É : Este é

Leia mais

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária

NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária NBC TSP 10 - Contabilidade e Evidenciação em Economia Altamente Inflacionária Alcance 1. Uma entidade que prepara e apresenta Demonstrações Contábeis sob o regime de competência deve aplicar esta Norma

Leia mais

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS

CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS CONTABILIDADE: DEMONSTRAÇÃO DE LUCROS OU PREJUÍZOS ACUMULADOS (DLPA) PROCEDIMENTOS SUMÁRIO 1. Considerações Iniciais 2. Demonstração de Lucros ou Prejuízos Acumulados (DLPA) na Lei das S.A. 3. Demonstração

Leia mais

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1

ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 ANEFAC IMA Institute of Management Accountants 1 PESQUISA DE JUROS As taxas de juros das operações de crédito ficaram praticamente estáveis em janeiro/2013 frente a dezembro/2012. Pessoa Física Das seis

Leia mais