EIXOS DA POLÍTICA PÚBLICA DO ESPORTE PARA JUVENTUDE

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1 MINISTÉRIO DO ESPORTE EIXOS DA POLÍTICA PÚBLICA DO ESPORTE PARA JUVENTUDE APOLINÁRIO REBELO DANIELLE FERMIANO DOS SANTOS GRUNEICH Representantes do Ministério do Esporte no CONJUVE

2 Marco no Governo Lula: Esporte uma política de Estado Política Nacional de Esporte e Plano Nacional: Esporte - um direito social Desafio: CONSTRUIR UMA POLÍTICA DE ESPORTE PARA A JUVENTUDE

3 PRECEITOS Jovem como sujeito de direitos Sintonia entre a Política Nacional de Esporte e a Política Nacional de Juventude Valorização da juventude no Plano Nacional de Desenvolvimento do Esporte

4 PRIORIDADES DA CONFERÊNCIA NACIONAL DE JUVENTUDE 5º Prioridade: Ampliar e qualificar os programas e projetos de esporte, em todas as esferas públicas, enquanto políticas de estado, tais como os programas Esporte e Lazer da Cidade, Bolsa atleta e Segundo Tempo com núcleos nas escolas, universidades e comunidades, democratizando o acesso ao esporte e ao lazer a jovens, articulados com outros programas existentes.

5 Demais propostas: Criação de centros públicos e gratuitos de juventude, a partir da construção ou reutilização de espaços públicos, priorizando a descentralização dos municípios pólos, dotados de infra-estrutura de esporte (praças da juventude, quadras poli-esportivas, clubes aquáticos), lazer, cultura (locais para apresentação, sala de cinema e biblioteca) e acesso aos meios tecnológicos, respeitando a realidade local. Vinculação de, no mínimo, 1% do orçamento para o esporte, na União, nos Estados e Municípios.

6 POLÍTICA NACIONAL DE ESPORTE PARA A JUVENTUDE: passos concretos do ME Constituição de uma Coordenação específica de PPJ e esporte na SNEED/ME; Apoio a eventos como o Seminário Internacional de Políticas de Esporte para a Juventude - São Paulo, maio de 2008; Participação ativa no CONJUVE GTs e Câmaras; Participação do PROJOVEM junto à SEJUVE e demais parceiros; Atuação destacada na Conferência Nacional da Juventude; Implementação de ações de esporte para a juventude. 2

7 ESTATUTO DA JUVENTUDE ESPORTE E LAZER CAPITULO IX Do Direito ao Desporto e ao Lazer Art. 37. O jovem tem direito à prática desportiva destinada a Seu pleno desenvolvimento físico e mental, com prioridade para o desporto de participação. Art. 38. A política pública de desporto destinada ao jovem deverá considerar: I a realização de diagnóstico e estudos estatísticos oficiais acerca da educação física e dos desportos no Brasil;

8 II a criação, nos orçamentos públicos destinados ao desporto, de núcleos protegidos contra o contingenciamento ou o estabelecimento de reserva de contingência; III a adoção de lei de incentivo fiscal para o esporte, com critérios que evitem a centralização de recursos em determinadas regiões; IV - a valorização do desporto educacional; V a aquisição de equipamentos comunitários que permitam a prática desportiva. Parágrafo único. Consideram-se comunitários os equipamentos públicos de educação, cultura, saúde, lazer e similares. Art. 39. As escolas com mais de duzentos alunos, ou conjunto de escolas que agreguem esse número de alunos, terão, pelos menos, um local apropriado para a prática de atividades poliesportivas.

9 JUVENTUDE E PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO ESPORTE

10 DIRETRIZES DO PLANO NACIONAL DE ESPORTE COM FOCO NA JUVENTUDE 1. Democratização do acesso do jovem ao esporte e ao lazer, considerando a diversidade, os espaços e as territorialidades; 2. Participação juvenil em espaços decisórios do esporte e do lazer; 3. Formação e desenvolvimento humano apropriação juvenil do conhecimento científico e tecnológico do esporte e do lazer, tendo a cultura corporal como direito;

11 DIRETRIZES 4. Fortalecimento do esporte de alto rendimento, qualificando a carreira do jovem atleta para elevar o nível esportivo do País; 5. Articulação de políticas e programas intersetoriais para jovens que possibilitem a formação da cidadania, a promoção da saúde e a qualidade de vida; 6. Desenvolvimento do Sistema Nacional de Esporte e Lazer, demarcando eixos próprios para a juventude;

12 DIRETRIZES 7. Geração de emprego e renda para jovens na implementação da cadeia produtiva do esporte e do lazer, potencializando o crescimento do País; 8. Potencializar o desenvolvimento do esporte estudantil, com a participação dos movimentos juvenis em sua organização, contribuindo com a melhoria da qualidade de ensino e amplição da participação; 9. Ampliar e qualificar a infra-estrutura de esporte e do lazer no País.

13 EIXOS PLANO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DO ESPORTE Inclusão o Social pelo Esporte Desenvolvimento do Esporte de Rendimento Infra-estrutura esportiva Desenvolvimento Institucional

14 EIXO E AÇÕA ÇÕES Segundo Tempo Inclusão o Social pelo Esporte Pintando a Liberdade e Pintando a Cidadania Esporte e Lazer da Cidade

15 Segundo Tempo Programa Segundo Tempo no Ensino Médio e Superior: Criação de núcleos do PST nos Cefets/Escolas Agrícolas Federais; Criação de Núcleos do PST nas Universidades. Participação em Conferências Nacionais: Montagem da Praça da Juventude com atividades esportivas na Conferência Nacional de Juventude. Fomento a eventos de caráter educacional nacionais e internacionais: Apoiar a CBDE e CBDU em eventos de seus calendários; Apoiar eventos das Secretarias Estaduais e Municipais de Esporte.

16 OUTRAS AÇÕA ÇÕES ESTRATÉGICAS DE POLÍTICAS PÚBLICAS P DE ESPORTE PARA A JUVENTUDE NO PROGRAMA SEGUNDO TEMPO

17 PST E MODALIDADES Xadrez no PST; Projeto Navegar; Aeróbica Esportiva; Top 10: Atletismo, esportes aquáticos, ciclismo, tiro, hipismo, vela, voleibol, lutas (judô, box e luta olímpica). Vinculado ao projeto Brasil Olímpico da SNEAR. Visa oferecer essas modalidades no PST.

18 ESTRATÉGIAS DIFERENCIADAS NO PST PST Indígena PST Quilombola; PST para Jovens com Deficiência; PST em Comunidades Ribeirinhas; PST em Assentamentos Rurais; PST em Unidades Socioeducativas.

19 Pintando a Liberdade e Pintando a Cidadania Qualificar o Pintando a Liberdade, junto ao Ministério da Justiça; Ampliar as cooperativas de produção de material esportivo do Pintando a Cidadania com foco na juventude geração de emprego e renda; Articular o Pintando a Cidadania com os outros programas do ME e do Governo Federal PRONASCI.

20 Programa Esporte e Lazer da Cidade Núcleos de vivência de esporte e lazer experiência intergeracional - junto ao PRONASCI; Formação e Informação de Gestores, agentes de esporte e lazer e parceiros : formar agentes jovens de esporte e lazer; Esporte de Criação Nacional e Identidade Cultural estimular a participação juvenil nos Jogos Indígenas, prática da capoeira, etc; Produção e circulação do conhecimento apoio a pesquisas sobre juventude e eventos como o ENEEF, Juventude do Campo.

21 EIXO E AÇÕA ÇÕES Brasil no Esporte de Alto Rendimento Desenvolvimento do Esporte de Rendimento Futebol: Patrimônio do Brasil Promoçã ção o de Grandes Eventos Esportivos

22 Brasil no Esporte de Alto Rendimento Bolsa Atleta para jovens entre 15 a 29 anos (dados 2008): Categoria estudantil 85% jovens, dos 285 bolsistas Categoria Nacional - 57% jovens, dos 1104 atletas bolsistas Categoria Internacional 76% jovens dos 658 atletas bolsistas Categoria Olímpica e Paraolímpica 40% - 44 jovens dos 111 atletas bolsistas Esporte de Base de Alto Rendimento jovens entre 14 a 18 anos: 16 NEBs Região Sul 84 atletas, Centro Oeste 74 e Sudeste 650 atletas Implantar e modernizar Centros de Excelência Esportiva Instituto Federal de Excelência Esportiva IFEE Programa Medalha de Ouro preparação para o TOP 10 Jogos Nacionais e Internacionais Olimpiadas Escolares e Olimpiadas Universitárias Universíades

23 Futebol: Patrimônio do Brasil Implementar a Timemania ; Aprovar Lei para atender às garantias governamentais para realização da Copa do Mundo 2014; Divulgar e zelar pelo cumprimento da legislação de moralização e do Estatuto do Torcedor; Aprimorar o aparato normativo e a regulamentação do futebol; Aprovar PL 5.186/05 Valorização do clube formador.

24 Promoçã ção o de Grandes Eventos Esportivos Apoiar a realização dos Jogos da Lusofonia Rio Apoiar a participação nos Jogos Sul-americanos Escolares Apoiar a realização dos Jogos Mundiais Militares Rio Apoiar a candidatura do Brasil para sede dos Jogos Olímpicos Sediar Campeonatos Mundiais de modalidades: panamericanos e sul-americanos.

25 EIXO E AÇÕA ÇÕES Infra-estrutura Esportiva Equipamentos esportivos e de Lazer

26 Equipamentos Esportivos e de Lazer Ampliar e manter equipamentos esportivos e de lazer e garantir a adaptabilidade dos espaços físicos esportivos; Construir quadras esportivas nas escolas públicas com o MEC Mais Educação, e reformas em IES públicas e CEFETs; Construir praças de esporte para juventude: Praças da Juventude.

27 EIXO E AÇÕA ÇÕES Sistema Nacional do Esporte e Lazer Desenvolvimento Institucional Financiamento Indústria do Esporte no Brasil

28 Sistema Nacional do Esporte e Lazer- SNEL Elaboração do documento sobre o SNEL; Realizar a III Conferência Nacional de Esporte; Atualizar o Diagnóstico e Censo Esportivo Nacional e promover avaliação de Políticas Públicas de Esporte e Lazer; Aprimorar a legislação de esporte no País; Promover o fortalecimento institucional do esporte na implementação do SNEL.

29 Financiamento Garantir o funcionamento da Lei de Incentivo Fiscal ao Esporte; Fiscalizar a implementação dos projetos incentivados; Estimular a criação de leis de incentivo nos estados e Munícipios; Acompanhar a aplicação da Lei Agnelo/Piva; Ampliar o alcance da parceria com o CONANDA para o incentivo a projetos esportivos voltados a crianças e adolescentes.

30 Indústria do Esporte no Brasil Realizar levantamento situacional da dimensão econômica do esporte no Brasil; Promover e fomentar a indústria nacional de bens e serviços com parcerias, eventos, feiras e incentivo à produção e exportação de produtos nacionais.

31 III CONFERÊNCIA NCIA NACIONAL DO ESPORTE Inclusão da temática de esporte e juventude para a III Conferência, que será realizada em novembro de 2009.

32 Obrigado(a)! Contatos: DEPARTAMENTO DE ESPORTE ESTUDANTIL: Diretor Apolinário Rebelo Fone: : (61) Endereço Eletrônico nico: Coordenaçã ção de Projetos e Ações Especiais- - CGPAE Danielle Fermiano dos Santos Gruneich Fone: : (61) Endereço Eletrônico nico:

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