SIMULAÇÃO HARDWARE-IN-THE-LOOP (HIL) USANDO HARDWARE COMPUTACIONAL NA CONFIGURAÇÃO MESTRE-ESCRAVO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SIMULAÇÃO HARDWARE-IN-THE-LOOP (HIL) USANDO HARDWARE COMPUTACIONAL NA CONFIGURAÇÃO MESTRE-ESCRAVO"

Transcrição

1 SIMULAÇÃO HARDWARE-IN-THE-LOOP (HIL) USANDO HARDWARE COMPUTACIONAL NA CONFIGURAÇÃO MESTRE-ESCRAVO José Raimundo de Oliveira Silva - IC Karl Heinz Kienitz - PQ Resumo: Este trabalho estudou a possibilidade de aplicar o hardware computacional na configuração mestre-escravo em simulações hardware-in-the-loop (HIL), sendo o controle efetuado por um micro-clp. Além do mais, buscou identificar fatores que limitam a aplicação desse sistema, propondo a tentativa de usá-lo para o controle de um modelo físico conhecido: um sistema de levitação magnética. Abstract: This work studied the possibility to apply the computational hardware in the configuration master-slave in simulation hardware-in-the-loop (HIL), being the control made by a micro-clp. In addition, it searched to identify factors that limit the application of this system, considering the attempt to use it for the control of a known physical model: a system of magnetic levitation. 1. INTRODUÇÃO Dada a importância do uso de simulação hardware-in-the-loop (HIL) com o objetivo de se reduzir tempos, custos e esforços em concepção e projeto de sistemas dinâmicos, fatores diretamente relacionados com o uso de hardware e software apropriados, associou-se o hardware computacional na configuração mestre-escravo a esse tipo de simulação. O hardware mestre-escravo compõe-se de dois PCs, sendo um deles (escravo) equipado com placas de conversão A/D e D/A da Computer Boards, comunicando-se via interface serial para compartilhamento de tarefas controlado pelo mestre. Como meio de avaliar características relevantes de performance, estudou-se a viabilidade da implementação de controladores com o micro-clp World. Mais precisamente, a possibilidade de usar o CLP como controlador em um modelo conhecido (o kit levitador magnético da Feedback). Conhecidas as vantagens em termos de acessibilidade e baixos custos dessa técnica, foi abordado o questionamento sobre a que tipo de sistema físico a aplicação desse controlador é indicada.. SIMULAÇÃO DE SISTEMAS DINÂMICOS Sendo possível equacionar os fatores que governam um processo, é viável utilizar-se o computador para resolver as equações matemáticas envolvidas e, por meio de quantificações, chegarse a previsões da influência de cada fator nos resultados do processo. A título de ilustração, pode-se considerar que planejando a construção de uma máquina, um engenheiro tem como inserir num programa de simulação suas principais características e estudar os efeitos do trabalho a que ela se presta e eventuais erros de cálculo do projeto, bem antes de experimentar construir um protótipo para testes de campo. Consegue ainda analisar nesse mesmo programa vários sistemas de controle do funcionamento de seu artefato, podendo escolher o que apresentar melhores resultados. É por isso que tanto no contexto industrial quanto no contexto educacional, o uso e estudo da simulação têm se expandido. Outro item a ser considerado é a variedade de recursos propiciada pelo equipamento a ser usado na simulação. Um desses recursos, utilizado no projeto, é a possibilidade de montar um sistema híbrido, em que parte do controle se dá virtualmente, simplesmente por processamento de dados pelo computador que representa corpos físicos, como dispositivos eletro-eletrônicos, por ferramentas matemáticas que representam na simulação seu comportamento real, enquanto outra parte é real, montada externamente ao computador, trocando com ele informações analógicas, devidamente convertidas por placas periféricas com essa função específica. 1

2 Essa configuração facilita bastante os trabalhos por permitir a identificação pontual de falhas, uma vez que o sistema não é testado apenas de maneira global, mas também parcialmente. Abre espaço ainda para uma terceira etapa: a substituição do computador por outro tipo de máquina mais adequada ao projeto, seja por portabilidade, custo, simplicidade, ou por uma reunião desses fatores. Por exemplo, depois de ser utilizado na fase de testes, o PC pode ter suas funções desempenhadas por um Controlador Lógico-Programável (CLP) ou mesmo uma placa de circuito impresso, consideradas as devidas limitações de equipamento. Uma solução tradicional é o uso de um kernel de tempo real com placa DSP (Digital Signal Processing) e conversores A/D e D/A, para rodar o software de implementação das simulações. Acontece que a grande especificidade e a necessidade de muitos recursos disponíveis nas placas colaboram para elevar seu custo, a um ponto de limitar seu acesso a algumas grandes empresas e instituições de pesquisa. Além disso, tem-se que os PCs se propõem a uma vasta gama de trabalhos, executando diversos tipos de aplicativos num mesmo tempo compartilhado. Contudo, nas ações de simulação a que se fez referência, é interessante ao usuário poder estipular um tempo de amostragem tão pequeno quanto possível, limitado normalmente pelos detalhes físicos do meio externo ao processador, como até mesmo as ligações elétricas aos sensores e atuadores. Enfim, é interessante dispor de uma configuração em que o gargalo não seja o fato de o processador precisar perder tempo realizando ações que não colaboram diretamente com a simulação, como rotinas intrínsecas a seu complexo sistema operacional, no gerenciamento de drivers estranhos à atividade ou mesmo rodando o programa de interface com o usuário. Na solução proposta, o PC escravo, assim chamado por não se realizar nele essa interface, apenas obedecendo a ordens do mestre e fazendo o trabalho pesado por assim dizer, desempenha o papel da placa de DSP. No lugar de um programa específico, tem-se a opção de atuar com o software comercial ou não da escolha do usuário. Neste trabalho, as ferramentas Simulink e Real-Time Workshop do Matlab foram utilizadas. 3. RECURSOS DE SOFTWARE E HARDWARE Por atender às principais exigências conceituais e ser bastante difundido no meio acadêmico, o Matlab foi adotado. Software destinado a fazer cálculos com matrizes (MATLAB = MATrix LABoratory), possui comandos bem próximos da forma como são escritas expressões algébricas, o que simplifica seu uso. Além disso, integra: Funções de tratamento numérico de alta performance; Sofisticados recursos de geração de gráficos para visualização de dados; Poderosa linguagem de programação de alto nível. Sua ferramenta de simulação interativa, o Simulink, é baseada em estrutura de diagrama de blocos, técnica bastante difundida por facilitar a observação dos detalhes do sistema e ocultar os detalhes mais técnicos, notadamente das relações matemáticas entre cada parte, como ganho função de transferência, sob uma interface bem eficiente e ainda garantir o fácil reaproveitamento de código de programação. Tendo em vista a idéia de otimizar os resultados da simulação aproximando-a em tempo de processamento a um processo com resposta em tempo real, o código executável é gerado usando os componentes Real-Time Workshop e o RealLink 3, que em background utilizam um compilador Watcom C/C++. Para o PC escravo, cria até mesmo um pequeno sistema operacional apropriado a sua comunicação com o mestre, carregado diretamente através de um disco flexível como disco de inicialização. Sendo o PC escravo dedicado a uma tarefa só, não possuindo periféricos e dispondo de memória suficiente, o xpc Target consegue aproveitar bem seus recursos, obtendo condições de boa estabilidade e maior performance no sistema. O PC escravo utilizado possui um processador Pentium II, 333 MHz, de 64 MB de memória RAM equipado com placas conversoras CIO-DAS16/Jr (A/D) e CIO-DDA06/1 (D/A), da Computer Boards; ligado ao PC mestre por cabo serial.

3 4. O SISTEMA FÍSICO DA SIMULAÇÃO O sistema físico usado como motivação foi o kit levitador magnético da Feedback. Os componentes desse dispositivo, fabricado com objetivos especificamente educacionais, estão esquematizados na figura 4.1. O modelo matemático que descreve seu funcionamento parte dos conceitos físicos relacionados, sendo eles basicamente a força da gravidade e a força de atração magnética exercida pelo eletroímã, com o detalhe de que o controle obviamente se dá em cima da segunda, diretamente relacionada com a corrente que passa por seu circuito. O sensor de posição infravermelho informa ao controlador a altura da bola, enquanto ele decide pelo aumento ou diminuição da corrente circulando pela bobina, no intuito de aumentar ou diminuir a força de atração eletromagnética sobre a bola. Figura 4.1 Esquematização do kit levitador magnético di A tensão e sobre a bobina é dada pela expressão e= R i+ L Além disso, obtém-se a dt d x i equação eletro-mecânica de movimento da bola como m = mg C, C uma constante. dt x Tomando os termos lineares da expansão em série de Taylor dessa equação, teremos, usando os índices 0 para o valor das variáveis no ponto de operação e 1 para as variáveis na vizinhança do i ponto de operação, fazemos a derivada parcial do termo C em relação à corrente e à posição: x d x1 Ci0 Ci0 => m = i 1+ x 3 1 dt x0 x0 Usando as técnicas de transformada de Laplace, uma vez que se trata de sistema contínuo, tem-se como equação característica de controle: 3 Q() s = x Lms + x Rms ki Ls ki R + G () s kx B = c 0 Essa equação demonstra que o sistema é instável. É então a partir que se lança mão, por exemplo, da técnica de compensação. Toda a análise matemática até aqui não se dá em cima de nenhum tipo de controlador. Até porque o que se pretendeu construir é digital microprocessado, enquanto que o controlador que acompanha o aparato de levitação propriamente dito é do tipo analógico. Em lugar desse controlador, um outro foi implementado no Simulink, cujo diagrama de s + 40 bloco está representado na figura 4.3, tendo Gc(s) = 50. Os parâmetros de cada bloco podem s ser visualizados, num modelo mais completo, na figura

4 Figura 4. Diagrama de blocos do controlador Esse diagrama foi implantado no Simulink e simulado com sucesso. Realmente o modelo apresentou uma estabilidade satisfatória. O próximo passo foi experimentar o mesmo modelo tendo a lei de controle executada no micro-clp, integrado ao microcomputador. A nova idéia consistia em colocar os computadores na configuração mestre-escravo executando um modelo do levitador magnético e o micro-clp conteria um programa com o controlador já testado e simulado no Matlab. 5. USO DO CLP COMO CONTROLADOR Um primeiro teste direcionado do CLP partiu da equa equação diferencial correspondente à função de transferência do controlador utilizado nas simulações. A relação entre a saída Y e a entrada X era: Y(s) = [50(s+40)/(s+400)]X(s) => sy(s) + 400Y(s) = 50sX(s) + 000X(s) dy() t dx() t => yt ( ) = xt ( ) dt dt dy() t dx() t => = xt ( ) 500 yt ( ) dt dt Logo, essa equação diferencial teria de rodar no CLP. Não foi considerada então a possibilidade de manipular a função de transferência de modo a suprimir a necessidade de um procedimento derivador no código a ser executado no CLP, alternativa que na ocasião ainda não havia sido estudada. Testou-se assim a realização do derivador por meio de um algoritmo de primeira ordem. O código-fonte usado foi o que segue, em que as amostragens de tempo de são ms, valor em cima da de que é calculada a taxa de variação temporal linearizada do valor de tensão lido na porta de entrada analógica 1. A manipulação algébrica utilizada no último comando limita o valor da derivada aproximada a uma escala de [0 ; 5] (V). ************************************************************** #use vdriver.lib main(){ int ent1,ent; VdInit(); // inicialização para as rotinas de threads while(1){ costate{ ent1 = up_adcal(1); waitfor(delayms()); ent = up_adcal(1); up_daccal(abs(33*(ent-ent1)+500)); } } } ************************************************************** 4

5 Ainda que realizando satisfatoriamente a função de programa proposta, quando o CLP foi posto em substituição ao derivador usado no modelo montado no Simulink, o sistema perdeu sua estabilidade. Observando-se os sinais mostrados pelos osciloscópios na entrada e saída do derivador, foi constatada a existência de um atraso na resposta do CLP, mesmo estando esse executando um programa elementar de simplesmente colocar na saída o que ele observava na entrada, o que indicou um atraso intrínseco à própria estrutura do CLP (da ordem de 3ms), que foi um elemento limitador do sucesso da experiência. Figura 4.3 Modelo do controlador com funções abertas Voltando ao modelo totalmente montado no computador, e dispondo de um derivador associado diretamente a um bloco de atraso, a simulação mostrou que em que condições de atraso maiores que 0.3ms o sistema inapelavelmente perderia a condição de estabilidade. A instabilidade que se apresenta já a partir da inserção de um atraso de 0.ms mostra que o atraso intrínseco do CLP precisaria ser da ordem de dezenas de microssegundos para tornar possível seu uso como controlador de um sistema que exige respostas tão rápidas. Em virtude dessa constatação, mostrando que não há solução ao dentro do que fora planejado para a idéia de se usar o CLP como controlador de um modelo para o levitador magnético simulado no Matlab, foi proposta pelo orientador a observação do que mudaria se em vez do levitador tivesse sido utilizado um outro sistema, com inércia suficientemente grande de modo a tornar desprezíveis as mesmas limitações do CLP que inviabilizaram a continuação dos trabalhos com o sistema eletromagnético. Usando um outro kit de simulação de experiências de controle, semelhante ao levitador mas não baseado em princípios eletromagnéticos e sim em um processo termodinâmico, ficou claro esse conceito. O kit consiste num dispositivo aquecedor do ar que se faz percorrer um tubo semi-aberto, em que se pode acoplar em diferentes posições um sensor de temperatura termopar, cuja resposta funciona como entrada do controlador contido no próprio equipamento. De modo semelhante ao outro, pode-se usar esse kit ligando à parte controlada seu próprio controlador ou um controlador externo. A variável controlada da montagem é a temperatura medida pelo sensor. O valor em que se quer estabilidade é ajustado por meio de botão. De fato, realizando essa experiência, mesmo que com o controlador analógico do kit (cujas propriedades, portanto, não se pode alterar), foi possível verificar que alguns segundos eram demandados sempre que o valor de referência era alterado até que o sistema se estabilizasse de maneira a não mais se perceber variação na temperatura medida. 5

6 6. CONCLUSÃO Para simulações que exigem de um computador pessoal mais do ele pode oferecer, torna-se necessário o planejamento de uma alternativa que deixe a cargo de um outro dispositivo o processamento das informações relativas à simulação. Normalmente isso se dá pela necessidade de se poder escolher tempos de amostragem tão pequenos quanto se queira, aproximando ao máximo a experiência da referência teórica de tempo real. Esse trabalho responde por um período de estudos em que se objetivou a análise das potencialidades de um sistema alternativo ao que se tem usado com esse propósito: a atribuição da simulação a placas com DSPs e conversores A/D e D/A, que têm como principal desvantagem o alto custo. O outro sistema consiste no uso de dois computadores, dispostos numa configuração mestreescravo, em que o mestre faz a interface com o usuário e desempenha as tarefas de um sistema operacional mais próximo a ele e com recursos gráficos, como o Windows, enquanto escravo assume as funções dessas placas com DSP. O barateamento está no fato de esse escravo ser um PC comum, de custo mais acessível devido a sua popularização. Estudando-se meios de utilizar um micro-clp na função de controlador do modelo construído nos computadores a partir do sistema físico real, com vistas a uma posterior substituição dos PCs pelo kit levitador magnético, contendo a experiência em que os trabalhos foram baseados, um fato levou a um resultado dos trabalhos diferente do previsto: a constatação, realizando-se testes de desempenho, de que o sistema que se tomou como motivação da pesquisa, apresenta, em termos de pequeno tempo de resposta, um comportamento tal que a limitação física imposta pelo atraso intrínseco do CLP impossibilita, dentro dos métodos utilizados, o uso desse equipamento como controlador do modelo para o kit levitador magnético construído e simulado usando a ferramenta Simulink, do Matlab, não sendo finalidade deste trabalho discutir meios de se tentar compensar esse atraso, mas sim a constatação de que o CLP apresenta limitações de uso como controlador de sistemas intolerantes a atraso da ordem de milissegundos, como o equipamento eletromagnético utilizado. AGRADECIMENTOS Ao Prof. Dr. Karl Heinz Kienitz e aos professores membros da comissão do PIBIC (Programa institucional de bolsa de iniciação científica) CNPq / ITA. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS [1] BORGES, E. L., BORGES, M. A. F., Baranauskas, M. C. C., Da Simulação à Criação de Modelos - Um Contexto para a Aprendizagem na Empresa. VI Simpósio Brasileiro de Informática na Educação apud 1995; p155. [] ARRUDA, L. V. R, LŰDERS, R., AMARAL, W. C., GOMIDE, F. A. C., A Knowledge- Based Environment for Intelligent Design and Supervision for Control Systems; IEEE Systems apud 1994, 3; p [3] OGATA, K., Engenharia de Controle Moderno. Prentice-Hall, 1990,. [4] ADADE Fº., A., Análise de Sistemas Dinâmicos. São José dos Campos - SP, CTA-ITA- IEMP, 199. [5] WONG, T. H., Design of a Magnetic Levitation Control System An Undergraduate Project. IEEE Transactions on Education, 1986, E-9, 4 6

OTIMIZAÇÃO DE CONTROLADORES USANDO HARDWARE COMPUTACIONAL NA CONFIGURAÇÃO MESTRE-ESCRAVO (I) Alexandre Rodrigues Mesquita Karl Heinz Kienitz IC

OTIMIZAÇÃO DE CONTROLADORES USANDO HARDWARE COMPUTACIONAL NA CONFIGURAÇÃO MESTRE-ESCRAVO (I) Alexandre Rodrigues Mesquita Karl Heinz Kienitz IC OTIMIZAÇÃO DE CONTROLADORES USANDO HARDWARE COMPUTACIONAL NA CONFIGURAÇÃO MESTRE-ESCRAVO (I) Alexandre Rodrigues Mesquita Karl Heinz Kienitz IC Resumo: Este trabalho avaliou o potencial e a flexibilidade

Leia mais

Modelagem no Domínio do Tempo. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello cabm@cin.ufpe.br 1

Modelagem no Domínio do Tempo. Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello cabm@cin.ufpe.br 1 Carlos Alexandre Mello 1 Modelagem no Domínio da Frequência A equação diferencial de um sistema é convertida em função de transferência, gerando um modelo matemático de um sistema que algebricamente relaciona

Leia mais

Palavras-chave: turbina eólica, gerador eólico, energia sustentável.

Palavras-chave: turbina eólica, gerador eólico, energia sustentável. Implementação do modelo de uma turbina eólica baseado no controle de torque do motor cc utilizando ambiente matlab/simulink via arduino Vítor Trannin Vinholi Moreira (UTFPR) E-mail: vitor_tvm@hotmail.com

Leia mais

SISTEMA DE TREINAMENTO EM CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL

SISTEMA DE TREINAMENTO EM CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL SISTEMA DE TREINAMENTO EM CONTROLADOR LÓGICO PROGRAMÁVEL MODELO: CARACTERÍSTICAS 32 Pontos de Entrada / 32 Pontos de Saída. 3 Módulos Básicos: Controlador de Entrada, Simulador de Saída, Contador & Simulador

Leia mais

Introdução ao Scilab

Introdução ao Scilab Programação de Computadores 1 Capítulo 1 Introdução ao Scilab José Romildo Malaquias Departamento de Computação Universidade Federal de Ouro Preto 2014.2 1/35 1 MATLAB e Scilab 2 O ambiente Scilab 2/35

Leia mais

Modelos Variáveis de Estado

Modelos Variáveis de Estado Modelos Variáveis de Estado Introdução; Variáveis de Estados de Sistemas Dinâmicos; Equação Diferencial de Estado; Função de Transferência a partir das Equações de Estados; Resposta no Domínio do Tempo

Leia mais

Controladores Lógicos Programáveis (CLPs)

Controladores Lógicos Programáveis (CLPs) Controladores Lógicos Programáveis (CLPs) A UU L AL A Uma empresa fabrica clipes em três tamanhos: grande, médio e pequeno. Seus clientes consomem os produtos dos três tamanhos, mas a empresa nunca conseguiu

Leia mais

Sistemas Embarcados. Introdução aos sistemas embarcados

Sistemas Embarcados. Introdução aos sistemas embarcados Sistemas Embarcados Introdução aos sistemas embarcados Introdução aos Sistemas embarcados Definição de um sistema embarcado Exemplos de sistemas embarcados Processadores utilizados em sistemas embarcados

Leia mais

Apresentação MATLAB Simulink & Toolboxes

Apresentação MATLAB Simulink & Toolboxes Apresentação MATLAB Simulink & Toolboxes Tel: (011)816-3144 / Fax:(011)816-7864 Email: info.vendas@opencadd.com.br 24.08.1999. Programa da Apresentação MATLAB 5.3: conceitos Toolboxes Symbolic Math Toolbox;

Leia mais

SIMULADOR DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO, CONTROLE E SUPERVISÃO: UMA FERRAMENTA PARA CAPACITAÇÃO DA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO.

SIMULADOR DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO, CONTROLE E SUPERVISÃO: UMA FERRAMENTA PARA CAPACITAÇÃO DA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO. SIMULADOR DE SISTEMAS DE PROTEÇÃO, CONTROLE E SUPERVISÃO: UMA FERRAMENTA PARA CAPACITAÇÃO DA OPERAÇÃO E MANUTENÇÃO. J. A. P. MOUTINHO Centrais Elétricas do Norte do Brasil S/A ELETRONORTE Brasil RESUMO

Leia mais

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS

EXERCÍCIOS RESOLVIDOS ENG JR ELETRON 2005 29 O gráfico mostrado na figura acima ilustra o diagrama do Lugar das Raízes de um sistema de 3ª ordem, com três pólos, nenhum zero finito e com realimentação de saída. Com base nas

Leia mais

APOSTILA DE USO DO SOFTWARE COMPUTACIONAL ModSym

APOSTILA DE USO DO SOFTWARE COMPUTACIONAL ModSym UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO E AUTOMAÇÃO APOSTILA DE USO DO SOFTWARE COMPUTACIONAL ModSym Prof. André Laurindo Maitelli 28 de

Leia mais

Utilização do Real-Time Windows Target do SIMULINK

Utilização do Real-Time Windows Target do SIMULINK Sumário Utilização do Real-Time Windows Target do SIMULINK Laboratório de Controle II Profs: Oumar Diene Lilian Kawakami Departamento de Engenharia Elétrica Escola Politécnica Universidade Federal do Rio

Leia mais

Fundamentos da Informática

Fundamentos da Informática 1 PROCESSAMENTO DE DADOS I - FUNDAMENTOS A) CONCEITO DE INFORMÁTICA - é a ciência que estuda o tratamento automático e racional da informação. B) PROCESSAMENTO DE DADOS 1) Conceito Processamento de dados

Leia mais

Sistemas de Controle I (Servomecanismo) Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello cabm@cin.ufpe.br 1

Sistemas de Controle I (Servomecanismo) Carlos Alexandre Mello. Carlos Alexandre Mello cabm@cin.ufpe.br 1 Sistemas de Controle I (Servomecanismo) Carlos Alexandre Mello 1 O que são sistemas de controle Um sistema de controle é um conjunto de componentes organizados de forma a conseguir a resposta desejada

Leia mais

6 - Gerência de Dispositivos

6 - Gerência de Dispositivos 1 6 - Gerência de Dispositivos 6.1 Introdução A gerência de dispositivos de entrada/saída é uma das principais e mais complexas funções do sistema operacional. Sua implementação é estruturada através de

Leia mais

Identificação e Controle Adaptativo

Identificação e Controle Adaptativo Identificação e Controle Adaptativo Prof. Antonio A. R. Coelho 1 Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC Grupo de Pesquisa em Tecnologias de Controle Aplicado, GPqTCA Departamento de Automação e Sistemas,

Leia mais

REAL LACOS: CONTROLE DIGITAL EM TEMPO REAL

REAL LACOS: CONTROLE DIGITAL EM TEMPO REAL REAL LACOS: CONTROLE DIGITAL EM TEMPO REAL Andreya Prestes da Silva 1, Rejane de Barros Araújo 1, Rosana Paula Soares Oliveira 1 e Luiz Affonso Guedes 1 Universidade Federal do ParáB 1 Laboratório de Controle

Leia mais

1. CAPÍTULO COMPUTADORES

1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1. CAPÍTULO COMPUTADORES 1.1. Computadores Denomina-se computador uma máquina capaz de executar variados tipos de tratamento automático de informações ou processamento de dados. Os primeiros eram capazes

Leia mais

UM LABORATÓRIO WEB PARA ENSINO ORIENTADO A AUTOMAÇÃO E CONTROLE

UM LABORATÓRIO WEB PARA ENSINO ORIENTADO A AUTOMAÇÃO E CONTROLE UM LABORATÓRIO WEB PARA ENSINO ORIENTADO A AUTOMAÇÃO E CONTROLE Cleonilson Protásio de Souza 1 e José Tarcísio Costa Filho 2 Universidade Federal do Maranhão 1 Departamento de Engenharia de Eletricidade

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DE SENSOR INERCIAL E APLICAÇÃO EM BARCO AUTÔNOMO. José Maria Cipriano Torres (IC) Elder Moreira Hemerly (PQ)

CARACTERIZAÇÃO DE SENSOR INERCIAL E APLICAÇÃO EM BARCO AUTÔNOMO. José Maria Cipriano Torres (IC) Elder Moreira Hemerly (PQ) CARACTERIZAÇÃO DE SENSOR INERCIAL E APLICAÇÃO EM BARCO AUTÔNOMO José Maria Cipriano Torres (IC) Elder Moreira Hemerly (PQ) Resumo: Este trabalho teve por objetivo caracterizar sensores inerciais, especialmente

Leia mais

Engenharia Eletrônica

Engenharia Eletrônica Engenharia Eletrônica Contribuíram para esta apresentação: Prof. Euler de Vilhena Garcia Prof. Edson Mintsu Hung Prof. Sandro Augusto Pavlik Haddad A PARTIR DA ESTRUTURA DE DESIGN DE INSTRUMENTAÇÃO A PARTIR

Leia mais

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES

INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1 INSTRUMENTAÇÃO INDUSTRIAL 1. INTRODUÇÃO / DEFINIÇÕES 1.1 - Instrumentação Importância Medições experimentais ou de laboratório. Medições em produtos comerciais com outra finalidade principal. 1.2 - Transdutores

Leia mais

Guião do Trabalho Laboratorial Nº 3 Análise do Comportamento de uma Suspensão de Automóvel

Guião do Trabalho Laboratorial Nº 3 Análise do Comportamento de uma Suspensão de Automóvel SISEL Sistemas Electromecânicos Guião do Trabalho Laboratorial Nº 3 Análise do Comportamento de uma Suspensão de Automóvel GRIS Group of Robotics and Intelligent Systems Homepage: http://www.dee.isep.ipp.pt/~gris

Leia mais

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA

O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Quim. Nova, Vol. 38, No. 3, S1-S6, 2015 O USO DE UM SENSOR DE LUZ LINEAR COMO RECURSO DIDÁTICO PARA DEMONSTRAR PRINCÍPIOS DE DIFRAÇÃO E ESPECTROSCOPIA Fernando Arruda Mendes de Oliveira a,b, Eduardo Ribeiro

Leia mais

CIRCUITO PARA MEDIÇÃO DE CORRENTES ELEVADAS

CIRCUITO PARA MEDIÇÃO DE CORRENTES ELEVADAS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA DISCIPLINA: INSTRUMENTAÇÃO ELETRÔNICA PROFESSOR: LUCIANO FONTES CAVALCANTI CIRCUITO PARA MEDIÇÃO DE

Leia mais

Desenho Técnico Fundamentos do desenho técnico; Construções geométricas; Desenho eletroeletrônico;

Desenho Técnico Fundamentos do desenho técnico; Construções geométricas; Desenho eletroeletrônico; EMENTA DE CONTEÚDOS Eletricidade Conceitos fundamentais da eletricidade; Circuitos elétricos de corrente contínua; Tensão alternada; Gerador de funções; Operação do osciloscópio; Tensão e corrente alternadas

Leia mais

6 Conclusões e Trabalhos futuros 6.1. Conclusões

6 Conclusões e Trabalhos futuros 6.1. Conclusões 6 Conclusões e Trabalhos futuros 6.1. Conclusões Neste trabalho estudou-se o comportamento do sistema que foi denominado pendulo planar com a adição de uma roda de reação na haste do pendulo composta de

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE EXPERIMENTOS LABORATORIAIS PARA O ENSINO DE AUTOMAÇÃO DA MEDIÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA

DESENVOLVIMENTO DE EXPERIMENTOS LABORATORIAIS PARA O ENSINO DE AUTOMAÇÃO DA MEDIÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA DESENVOLVIMENTO DE EXPERIMENTOS LABORATORIAIS PARA O ENSINO DE AUTOMAÇÃO DA MEDIÇÃO NO CURSO DE ENGENHARIA MECÂNICA Gilva Altair Rossi gilva@demec.ufmg.br José Maria Galvez jmgalvez@ufmg.br Universidade

Leia mais

Controle avançado com Controladores Programáveis para Automação (PACs) Marcos Cardoso Engenheiro de Vendas Osvaldo Santos Engenheiro de Aplicações

Controle avançado com Controladores Programáveis para Automação (PACs) Marcos Cardoso Engenheiro de Vendas Osvaldo Santos Engenheiro de Aplicações Controle avançado com Controladores Programáveis para Automação (PACs) Marcos Cardoso Engenheiro de Vendas Osvaldo Santos Engenheiro de Aplicações 2 Agenda PACs Plataforma para Aplicações de Controle Avançado

Leia mais

Alessandro F. Cunha O que são sistemas embarcados?

Alessandro F. Cunha O que são sistemas embarcados? Alessandro F. Cunha O que são sistemas embarcados? 1. Introdução Alguma vez você já se deu conta que o microondas de sua casa tem uma capacidade computacional maior do que tinha o projeto Apolo, que levou

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior

Arquitetura de Computadores. Professor: Vilson Heck Junior Arquitetura de Computadores Professor: Vilson Heck Junior Agenda Conceitos Estrutura Funcionamento Arquitetura Tipos Atividades Barramentos Conceitos Como já discutimos, os principais componentes de um

Leia mais

- Aula 1 - ARQUITETURA DE COMPUTADORES

- Aula 1 - ARQUITETURA DE COMPUTADORES - Aula 1 - ARQUITETURA DE COMPUTADORES Em arquitetura de computadores serão estudados aspectos da estrutura e do funcionamento dos computadores. O objetivo é apresentar de forma clara e abrangente a natureza

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

A Evolução dos Sistemas Operacionais

A Evolução dos Sistemas Operacionais Capítulo 3 A Evolução dos Sistemas Operacionais Neste capítulo, continuaremos a tratar dos conceitos básicos com a intensão de construirmos, agora em um nível mais elevado de abstração, o entendimento

Leia mais

O AMPLIFICADOR LOCK-IN

O AMPLIFICADOR LOCK-IN O AMPLIFICADOR LOCK-IN AUTORES: MARCELO PORTES DE ALBUQUERQUE LEONARDO CORREIA RESENDE JORGE LUÍS GONZALEZ RAFAEL ASTUTO AROUCHE NUNES MAURÍCIO BOCHNER FEVEREIRO 2008 SUMÁRIO RESUMO... 3 1. INTRODUÇÃO...

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UMA PLATAFORMA PARA SIMULAÇÃO DE SATÉLITES. Angelo dos Santos Lunardi 1 ; Rodrigo Alvite Romano 2.

DESENVOLVIMENTO DE UMA PLATAFORMA PARA SIMULAÇÃO DE SATÉLITES. Angelo dos Santos Lunardi 1 ; Rodrigo Alvite Romano 2. DESENVOLVIMENTO DE UMA PLATAFORMA PARA SIMULAÇÃO DE SATÉLITES Angelo dos Santos Lunardi 1 ; Rodrigo Alvite Romano 2. 1 Aluno de Iniciação Científica da Escola de Engenharia Mauá (EEM/CEUN-IMT); 2 Professor

Leia mais

UNITROL 1000 Regulador compacto de tensão para máquinas síncronas menores UNITROL 1000-15 e UNITROL 1000-40

UNITROL 1000 Regulador compacto de tensão para máquinas síncronas menores UNITROL 1000-15 e UNITROL 1000-40 UNITROL 1000 Regulador compacto de tensão para máquinas síncronas menores UNITROL 1000-15 e UNITROL 1000-40 Copyright 2000 Photodisc, Inc. 5812-01 A ampla gama de aplicações do UNITROL 1000-15 O UNITROL

Leia mais

1 - Processamento de dados

1 - Processamento de dados Conceitos básicos sobre organização de computadores 2 1 - Processamento de dados O que é processamento? O que é dado? Dado é informação? Processamento é a manipulação das informações coletadas (dados).

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Profª Danielle Casillo

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Profª Danielle Casillo UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO SEMI-ÁRIDO CURSO: CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Profª Danielle Casillo Nome: Automação e Controle Créditos: 4 60 horas Período: 2010.2 Horário: quartas e sextas das 20:40 às 22:20

Leia mais

Ler e interpretar simbologias elétricas. Elaborar diagramas elétricos em planta baixa. Ler e interpretar Planta Baixa.

Ler e interpretar simbologias elétricas. Elaborar diagramas elétricos em planta baixa. Ler e interpretar Planta Baixa. : Técnico em Informática Descrição do Perfil Profissional: O profissional com habilitação Técnica em Microinformática, certificado pelo SENAI-MG, deverá ser capaz de: preparar ambientes para a instalação

Leia mais

Sistema de Aquisição de Dados

Sistema de Aquisição de Dados Sistema de Aquisição de Dados Versão 2013 RESUMO Nesta experiência será desenvolvido o projeto de um sistema de aquisição e armazenamento de dados analógicos em formato digital. O sinal de um sensor de

Leia mais

Curso Técnico de Nível Médio

Curso Técnico de Nível Médio Curso Técnico de Nível Médio Disciplina: Informática Básica 3. Software Prof. Ronaldo Software Formado por um conjunto de instruções (algoritmos) e suas representações para o

Leia mais

Simulação Computacional de Sistemas, ou simplesmente Simulação

Simulação Computacional de Sistemas, ou simplesmente Simulação Simulação Computacional de Sistemas, ou simplesmente Simulação Utilização de métodos matemáticos & estatísticos em programas computacionais visando imitar o comportamento de algum processo do mundo real.

Leia mais

XIX Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 13 a 17/08/2012 São Carlos-SP Artigo CREEM2012 SENSOR DE TEMPERATURA WIRELESS

XIX Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 13 a 17/08/2012 São Carlos-SP Artigo CREEM2012 SENSOR DE TEMPERATURA WIRELESS XIX Congresso Nacional de Estudantes de Engenharia Mecânica - 13 a 17/08/2012 São Carlos-SP Artigo CREEM2012 SENSOR DE TEMPERATURA WIRELESS Antonio Carlos Lemos Júnior, Ednaldo Lopes Rosa e Leandro Aureliano

Leia mais

Módulo FGM721. Controlador P7C - HI Tecnologia

Módulo FGM721. Controlador P7C - HI Tecnologia Automação Industrial Módulo Controlador P7C - HI Tecnologia 7C O conteúdo deste documento é parte do Manual do Usuário do controlador P7C da HI tecnologia (PMU10700100). A lista de verbetes consta na versão

Leia mais

Simplifique a complexidade do sistema

Simplifique a complexidade do sistema 1 2 Simplifique a complexidade do sistema Com o novo controlador de alto desempenho CompactRIO Rodrigo Schneiater Engenheiro de Vendas National Instruments Leonardo Lemes Engenheiro de Sistemas National

Leia mais

SENSORES DE TEMPERATURA

SENSORES DE TEMPERATURA UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLOGIA TECNOLOGIA EM AUTOMATIZAÇÃO INDUSTRIAL DISCIPLINA DE INSTRUMENTAÇÃO SENSORES DE TEMPERATURA PROFESSOR: Valner Brusamarello COMPONENTES:

Leia mais

Fontes de Alimentação CC Programáveis de Alta Potência Série PVS

Fontes de Alimentação CC Programáveis de Alta Potência Série PVS Especificações Técnicas As fontes de alimentação CC programáveis PVS10005, PVS60085 e PVS60085MR fornecem potências de até 5,1kW, excelente regulação e características que permitem rápidas transições de

Leia mais

Centro Universitário Positivo - UnicenP Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas NCET Engenharia da Computação

Centro Universitário Positivo - UnicenP Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas NCET Engenharia da Computação Centro Universitário Positivo - UnicenP Núcleo de Ciências Exatas e Tecnológicas NCET Engenharia da Computação MINI OSCILOSCÓPIO DIGITAL PORTÁTIL BASEADO EM MICROCONTROLADOR PIC Curitiba 2004 1 Ederson

Leia mais

5 Sistema Experimental

5 Sistema Experimental 5 Sistema Experimental Este capitulo apresenta o sistema experimental utilizado e é composto das seguintes seções: - 5.1 Robô ER1: Descreve o robô utilizado. É dividida nas seguintes subseções: - 5.1.1

Leia mais

Conceitos Básicos de Automação. Exemplo Motivador

Conceitos Básicos de Automação. Exemplo Motivador Conceitos Básicos de Automação Prof. Jeferson L. Curzel 2011/02 Exemplo Motivador Para uma furação manual o operador usava os olhos, o tato e a contração de seus braços para avaliar a evolução do furo

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE CIRCUITOS CONVERSORES DIGITAL-ANALÓGICOS PARA CONTROLE DE POLARIZAÇÃO

DESENVOLVIMENTO DE CIRCUITOS CONVERSORES DIGITAL-ANALÓGICOS PARA CONTROLE DE POLARIZAÇÃO DESENVOLVIMENTO DE CIRCUITOS CONVERSORES DIGITAL-ANALÓGICOS PARA CONTROLE DE POLARIZAÇÃO Aluno: Joaquim Masset Lacombe Dias Garcia Aluna: Ana Sofia Viotti Daker Aranha Orientador: Guilherme Penello Temporão

Leia mais

OTIMIZAÇÃO EM TEMPO DE EXECUÇÃO DE CONTROLADORES USANDO HARDWARE COMPUTACIONAL NA CONFIGURAÇÃO MESTRE-ESCRAVO

OTIMIZAÇÃO EM TEMPO DE EXECUÇÃO DE CONTROLADORES USANDO HARDWARE COMPUTACIONAL NA CONFIGURAÇÃO MESTRE-ESCRAVO OTIMIZAÇÃO EM TEMPO DE EXECUÇÃO DE CONTROLADORES USANDO HARDWARE COMPUTACIONAL NA CONFIGURAÇÃO MESTRE-ESCRAVO Alexandre Rodrigues Mesquita Divisão de Engenharia Eletrônica Instituto Tecnológico de Aeronáutica

Leia mais

HORÁRIO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA

HORÁRIO SEGUNDA TERÇA QUARTA QUINTA SEXTA 1º A 2016 Noturno Central 1S/2016 Introdução à Engenharia de Controle à Automação Lógica e Matemática Discreta Física Geral Física Geral Fundamentos de Cálculo Lógica e Matemática Discreta Algoritmos e

Leia mais

AULA1 Introdução a Microprocessadores gerais

AULA1 Introdução a Microprocessadores gerais AULA1 Introdução a Microprocessadores gerais Disciplina: Aplicações Avançadas de Microprocessadores (AAM) Prof. Eduardo Henrique Couto ehcouto@hotmail.com 2014/1 Apresentação do Professor: Cronograma:

Leia mais

Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas

Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas Permite a coleta de dados em tempo real dos processos de produção, possuindo, também, interfaces para a transferência dos dados para os sistemas administrativos da empresa. Nessa configuração, o PC é a

Leia mais

Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET

Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET Hardware de Computadores Questionário II 1. A principal diferença entre dois processadores, um deles equipado com memória cache o

Leia mais

Sensores - Encoder. Encoder linear Mesmo princípio de funcionamento dos encoders rotativos; Podem ser incremental ou absoluto.

Sensores - Encoder. Encoder linear Mesmo princípio de funcionamento dos encoders rotativos; Podem ser incremental ou absoluto. Sensores - Encoder Encoder linear Mesmo princípio de funcionamento dos encoders rotativos; Podem ser incremental ou absoluto. Sensores - Resolvers Usado para medição de posição angular. Princípio de funcionamento

Leia mais

PLACA DE AQUISIÇÃO DE DADOS PARA REGISTRO E MONITORAMENTO EM TEMPO REAL

PLACA DE AQUISIÇÃO DE DADOS PARA REGISTRO E MONITORAMENTO EM TEMPO REAL PLACA DE AQUISIÇÃO DE DADOS PARA REGISTRO E MONITORAMENTO EM TEMPO REAL Bruno Bezerra Siqueira - brunobs@ee.ufpe.br Laboratório de Dispositivos e Nanoestruturas Departamento de Eletrônica e Sistemas Universidade

Leia mais

LABORATÓRIO 3 Análise dinâmica do controle do motor PARTE 1. ANÁLISE DO CONTROLE DE VELOCIDADE

LABORATÓRIO 3 Análise dinâmica do controle do motor PARTE 1. ANÁLISE DO CONTROLE DE VELOCIDADE LABORATÓRIO 3 Análise dinâmica do controle do motor OBJETIVOS: - analisar a resposta transitória a mudanças degrau pelas variações de ganho, pela inclusão de atraso e pelo aumento do momento de inércia;

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CENTRO DE ENGENHARIA ELÉTRICA E INFORMÁTICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA ELÉTRICA ELETRÔNICA SÉRIE DE EXERCÍCIO #A22 (1) O circuito a seguir amplifica a diferença de

Leia mais

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional

Figura 01 Kernel de um Sistema Operacional 01 INTRODUÇÃO 1.5 ESTRUTURA DOS SISTEMAS OPERACIONAIS O Sistema Operacional é formado por um Conjunto de rotinas (denominado de núcleo do sistema ou kernel) que oferece serviços aos usuários e suas aplicações

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CURVE TRACER

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CURVE TRACER PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E TECNOLÓGICAS ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO CURVE TRACER CURITIBA 2011 GUSTAVO MURILO SCHMITT MASSANEIRO CURVE TRACER Documentação apresentada

Leia mais

Automação Industrial. Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki. http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html

Automação Industrial. Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki. http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html Automação Industrial Prof. Ms. Getúlio Teruo Tateoki http://www.getulio.eng.br/meusalunos/autind.html -Duas Aulas quinzenais -Datas: Engenharia Elétrica 08 e 18 de agosto 01, 15, 29 de setembro 13 e 27

Leia mais

Universidade Federal de Goiás Escola de Engenharia Elétrica e de Computação Laboratório de Máquinas Especiais

Universidade Federal de Goiás Escola de Engenharia Elétrica e de Computação Laboratório de Máquinas Especiais Aspectos Relacionados ao Acionamento e Controle de Velocidade de um Motor Linear a Relutância Variável. MARIANO, Rodrigo Leandro; SANTOS, Euler Bueno. Universidade Federal de Goiás Escola de Engenharia

Leia mais

Título: Controle de um sistema Bola- Barra com realimentação através de imagem

Título: Controle de um sistema Bola- Barra com realimentação através de imagem Título: Controle de um sistema Bola- Barra com realimentação através de imagem Autores: Caio Felipe Favaretto, Henrique Corrêa Ramiro, Rômulo de Oliveira Souza e Marcelo Barboza Silva Professor orientador:

Leia mais

VII CONGRESO BOLIVARIANO DE INGENIERIA MECANICA Cusco, 23 al 25 de Octubre del 2012

VII CONGRESO BOLIVARIANO DE INGENIERIA MECANICA Cusco, 23 al 25 de Octubre del 2012 1 VII CONGRESO BOLIVARIANO DE INGENIERIA MECANICA Cusco, 23 al 25 de Octubre del 2012 CONTROLE DE UMA AUTOCLAVE CLÍNICA UTILIZANDO CLP José Maria Galvez 1, Gilva Altair Rossi de Jesus 2, Gleberson Marques

Leia mais

1º Estudo Dirigido. Capítulo 1 Introdução aos Sistemas Operacionais

1º Estudo Dirigido. Capítulo 1 Introdução aos Sistemas Operacionais 1º Estudo Dirigido Capítulo 1 Introdução aos Sistemas Operacionais 1. Defina um sistema operacional de uma forma conceitual correta, através de suas palavras. R: Sistemas Operacionais são programas de

Leia mais

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador

11/3/2009. Software. Sistemas de Informação. Software. Software. A Construção de um programa de computador. A Construção de um programa de computador Sistemas de Informação Prof. Anderson D. Moura Um programa de computador é composto por uma seqüência de instruções, que é interpretada e executada por um processador ou por uma máquina virtual. Em um

Leia mais

Universidade Gama Filho Campus Piedade Departamento de Engenharia de Controle e Automação

Universidade Gama Filho Campus Piedade Departamento de Engenharia de Controle e Automação Universidade Gama Filho Campus Piedade Departamento de Engenharia de Controle e Automação Laboratório da Disciplina CTA-147 Controle I Análise da Resposta Transitória (Este laboratório foi uma adaptação

Leia mais

TUTORIAL DE PROGRAMAÇÃO. Configuração do cartão de entrada / saída analógica CP1W-MAD11.

TUTORIAL DE PROGRAMAÇÃO. Configuração do cartão de entrada / saída analógica CP1W-MAD11. TUTORIAL DE PROGRAMAÇÃO Configuração do cartão de entrada / saída analógica CP1W-MAD11. 1.0 Alocação de memória Antes de utilizar o cartão, é necessário conhecer a forma como a linha CP1 aloca as memórias

Leia mais

Informática I. Aula 19. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 19-20/11/06 1

Informática I. Aula 19. http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 19-20/11/06 1 Informática I Aula 19 http://www.ic.uff.br/~bianca/informatica1/ Aula 19-20/11/06 1 Ementa Histórico dos Computadores Noções de Hardware e Software Microprocessadores Sistemas Numéricos e Representação

Leia mais

EVOLUÇÃO DOS COMPUTADORES

EVOLUÇÃO DOS COMPUTADORES EVOLUÇÃO DOS COMPUTADORES 1951/1959 - Computadores de primeira geração Circuitos eletrônicos e válvulas Uso restrito Precisava ser reprogramado a cada tarefa Grande consumo de energia Problemas devido

Leia mais

Controle de Vazão utilizando PID desenvolvido em linguagem gráfica LabVIEW e Transmissor Virtual

Controle de Vazão utilizando PID desenvolvido em linguagem gráfica LabVIEW e Transmissor Virtual Controle de Vazão utilizando PID desenvolvido em linguagem gráfica LabVIEW e Transmissor Virtual Leonardo de Carvalho Vidal leonardo.carvalho.vidal@hotmail.com AEDB, UBM, UNIFEI Tiago Martins de Oliveira

Leia mais

Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados

Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados Laboratório de Máquinas Elétricas Utilizando um Sistema de Aquisição de Dados Mauricélio Alves de Sousa, Eng o Fernando Luiz Marcelo Antunes, PhD Ricardo Silva Thé Pontes, MSc Grupo de Processamento de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Faculdade de Computação Curso de Introdução à Informática Prof: Anilton Joaquim da Silva / Ezequiel Roberto Zorzal

UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Faculdade de Computação Curso de Introdução à Informática Prof: Anilton Joaquim da Silva / Ezequiel Roberto Zorzal UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA Faculdade de Computação Curso de Introdução à Informática Prof: Anilton Joaquim da Silva / Ezequiel Roberto Zorzal AULA Informática: Aplicações e Benefícios Advocacia

Leia mais

Sistema de excitação

Sistema de excitação Sistema de excitação Introdução Introdução A função do sistema de excitação é estabelecer a tensão interna do gerador síncrono; Em consequência,o sistema de excitação é responsável não somente pela tensão

Leia mais

Controle Digital. Henrique C. Ferreira. Universidade de Brasília. 2 o semestre 2015

Controle Digital. Henrique C. Ferreira. Universidade de Brasília. 2 o semestre 2015 Controle Digital Henrique C. Ferreira Universidade de Brasília 2 o semestre 2015 Henrique C. Ferreira (UnB) Controle Digital 2 o semestre 2015 1 / 25 Motivação Os sistemas de controle estudados até o momento

Leia mais

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2. Cursos de Computação

Sistemas Operacionais. Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira. Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2. Cursos de Computação Cursos de Computação Sistemas Operacionais Prof. M.Sc. Sérgio Teixeira Aula 05 Estrutura e arquitetura do SO Parte 2 Referência: MACHADO, F.B. ; MAIA, L.P. Arquitetura de Sistemas Operacionais. 4.ed. LTC,

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais UNIVERSIDADE BANDEIRANTE DE SÃO PAULO INSTITUTO POLITÉCNICO CURSO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Sistemas Operacionais Notas de Aulas: Tópicos 7 e 8 Estrutura do Sistema Operacional São Paulo 2009 1 Sumário

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO NACIONAL DE ESTUDOS E PESQUISAS EDUCACIONAIS ANÍSIO TEIXEIRA PORTARIA Nº 235, DE 2 DE JUNHO DE 2014 O Presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais

Leia mais

Sistemas Operacionais

Sistemas Operacionais Sistemas Operacionais Sistemas de Entrada/Saída Princípios de Hardware Sistema de Entrada/Saída Visão Geral Princípios de Hardware Dispositivos de E/S Estrutura Típica do Barramento de um PC Interrupções

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN

SISTEMAS OPERACIONAIS. Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN SISTEMAS OPERACIONAIS Apostila 03 Estrutura do Sistema Operacional UNIBAN 1.0 O Sistema Operacional como uma Máquina Virtual A arquitetura (conjunto de instruções, organização de memória, E/S e estrutura

Leia mais

SISTEMAS OPERACIONAIS 2007

SISTEMAS OPERACIONAIS 2007 SISTEMAS OPERACIONAIS 2007 VISÃO GERAL Sumário Conceito Máquina de Níveis Conceituação de SO Componentes do SO Visões do SO Conceito de Sistemas O que se espera de um sistema de computação? Execução de

Leia mais

TRATAMENTO E ANÁLISE DE SINAIS DE BAIXA FREQUÊNCIA PARA EMULAÇÃO DE CANAL RÁDIO

TRATAMENTO E ANÁLISE DE SINAIS DE BAIXA FREQUÊNCIA PARA EMULAÇÃO DE CANAL RÁDIO TRATAMENTO E ANÁLISE DE SINAIS DE BAIXA FREQUÊNCIA PARA EMULAÇÃO DE CANAL RÁDIO Davi Schmutzler Valim Faculdade de Engenharia Elétrica CEATEC davi_valim@puccampinas.edu.br Resumo: O trabalho trata de fazer

Leia mais

Nível 3 Sistema Operacional

Nível 3 Sistema Operacional Nível 3 Sistema Operacional Universidade Tuiuti do Paraná UTP Faculdade de Ciências Exatas - FACET Tecnologia de Análise e Desenvolvimento de Sistemas Organização de Computadores Prof. André Luiz 1 Nível

Leia mais

TÍTULO: BRAÇO MECÂNICO AUTOMATIZADO USANDO UM CONTROLADOR ARDUINO GUIADO POR UM SENSOR DE COR RGB

TÍTULO: BRAÇO MECÂNICO AUTOMATIZADO USANDO UM CONTROLADOR ARDUINO GUIADO POR UM SENSOR DE COR RGB TÍTULO: BRAÇO MECÂNICO AUTOMATIZADO USANDO UM CONTROLADOR ARDUINO GUIADO POR UM SENSOR DE COR RGB CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: CENTRO UNIVERSITÁRIO

Leia mais

Projetando Controladores Digitais com FPGA César da Costa

Projetando Controladores Digitais com FPGA César da Costa Projetando Controladores Digitais com FPGA César da Costa Novatec Editora Capítulo 1 Introdução No primeiro capítulo é feita uma introdução geral sobre controladores digitais baseados em microprocessador

Leia mais

Informática Aplicada Revisão para a Avaliação

Informática Aplicada Revisão para a Avaliação Informática Aplicada Revisão para a Avaliação 1) Sobre o sistema operacional Windows 7, marque verdadeira ou falsa para cada afirmação: a) Por meio do recurso Windows Update é possível manter o sistema

Leia mais

ESTUDO DE CASO WINDOWS VISTA

ESTUDO DE CASO WINDOWS VISTA ESTUDO DE CASO WINDOWS VISTA História Os sistemas operacionais da Microsoft para PCs desktop e portáteis e para servidores podem ser divididos em 3 famílias: MS-DOS Windows baseado em MS-DOS Windows baseado

Leia mais

Introdução à Eletrônica de Potência

Introdução à Eletrônica de Potência Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Santa Catarina Departamento Acadêmico de Eletrônica Eletrônica de Potência Introdução à Eletrônica de Potência Florianópolis, setembro de 2012. Prof.

Leia mais

Monitoramento, Controle, Registro e Supervisão de Processos Industriais

Monitoramento, Controle, Registro e Supervisão de Processos Industriais L I N H A D E P R O D U T O S PA R A Monitoramento, Controle, Registro e Supervisão de Processos Industriais Índice Apresentação 03 Características Individuais Controlador de Processos C702 Aquisitor de

Leia mais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais

Arquitetura de Computadores. Introdução aos Sistemas Operacionais Arquitetura de Computadores Introdução aos Sistemas Operacionais O que é um Sistema Operacional? Programa que atua como um intermediário entre um usuário do computador ou um programa e o hardware. Os 4

Leia mais

Estudos Iniciais do Sistema didático para análise de sinais no domínio da frequência DSA-PC: tipos de janelas temporais.

Estudos Iniciais do Sistema didático para análise de sinais no domínio da frequência DSA-PC: tipos de janelas temporais. Estudos Iniciais do Sistema didático para análise de sinais no domínio da frequência DSA-PC: tipos de janelas temporais. Patricia Alves Machado Telecomunicações, Instituto Federal de Santa Catarina machadopatriciaa@gmail.com

Leia mais

Controladores Lógicos Programáveis CLP (parte-3)

Controladores Lógicos Programáveis CLP (parte-3) Controladores Lógicos Programáveis CLP (parte-3) Mapeamento de memória Na CPU (Unidade Central de Processamento) de um CLP, todas a informações do processo são armazenadas na memória. Essas informações

Leia mais

Controle remoto por Bluetooth

Controle remoto por Bluetooth Controle remoto por Bluetooth Introdução Esse tutorial tem como objetivo, facilitar a montagem do controle e drive de potência voltado a modalidades que necessitam de controle remoto, seja robô sumo de

Leia mais

AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL. Sistema Integrado de Teste em Umbilicais

AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL. Sistema Integrado de Teste em Umbilicais BI AUTOMAÇÃO E INSTRUMENTAÇÃO VIRTUAL Sistema Integrado de Teste em Umbilicais Objetivos da Apresentação Demonstrar a Arquitetura de hardware e software da National Instruments utilizada na solução; Discutir

Leia mais

Manual de funcionamento Esteira transportadora

Manual de funcionamento Esteira transportadora Manual de funcionamento Esteira transportadora Sumário 1. DESCRIÇÃO DO SISTEMA... 2 2. ITENS DO SISTEMA... 3 2.1. PLACA DE COMANDO... 3 2.1.1. Sinalizador... 3 2.1.2. Botão pulsador... 3 2.1.3. Chave comutadora...

Leia mais

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel

4 Estrutura do Sistema Operacional. 4.1 - Kernel 1 4 Estrutura do Sistema Operacional 4.1 - Kernel O kernel é o núcleo do sistema operacional, sendo responsável direto por controlar tudo ao seu redor. Desde os dispositivos usuais, como unidades de disco,

Leia mais