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2 Introdução Este manual contém os critérios para concessão de financiamentos do FIES para bolsistas parciais do PROUNI e para bolsistas complementares. É um guia para consultas e orientações, que mostra de forma bem clara o passo a passo do Financiamento Estudantil. Bolsistas parciais são aqueles beneficiados com bolsas de 50% do ProUni Programa Universidade para Todos, e bolsistas complementares são os beneficiados com bolsas parciais de 25% oferecidas adicionalmente pelas instituições de ensino superior àquelas previstas nos termos de adesão ao ProUni. Os processos seletivos para a contratação de bolsistas e dos demais estudantes de ensino superior acontecerão separadamente, sendo que primeiramente será realizado o processo destinado aos bolsistas. Mudanças importantes foram realizadas nas regras do FIES com a publicação da Portaria Normativa MEC nº. 02/2008 de 31/03/2008. Entre elas destacamos a prioridade na concessão de financiamento, que inclui os bolsistas complementares, o percentual de financiamento diferenciado e a garantia a ser apresentada pelos candidatos quando da contratação. As informações contidas neste manual não substituem os instrumentos legais que regulamentam o FIES, que devem ser consultados caso pairem dúvidas a respeito de quaisquer procedimentos referentes ao Programa. 2

3 As informações sobre o ProUni foram extraídas do arcabouço legal que rege o programa, citado no corpo das dúvidas apresentadas, conforme informações disponibilizadas pelo MEC Ministério da Educação, no site do PROUNI. Mais detalhes sobre o ProUni devem ser obtidos diretamente na página do MEC na internet (http://portalmec.gov.br). INFORMAÇÕES GERAIS 1. O que é o ProUni? O ProUni - Programa Universidade para Todos, é um programa do MEC Ministério da Educação que se destina à concessão de bolsas de estudo integrais e bolsas de estudos parciais de 50% para estudantes de cursos de graduação e seqüenciais de formação específica, em instituições privadas de ensino superior, com ou sem fins lucrativos. 2. Como é feita a seleção dos candidatos ao ProUni? O estudante a ser beneficiado é pré-selecionado pelos resultados e pelo perfil socioeconômico do ENEM Exame Nacional do Ensino Médio, ou outros critérios a serem definidos pelo MEC e, na etapa final, selecionado pela instituição de ensino superior, segundo seus próprios critérios, à qual competirá, também, aferir informações prestadas pelo candidato. O beneficiário compromete-se a responder legalmente pela veracidade e autenticidade das informações por ele prestadas. 3. O que são bolsas complementares? 3

4 Caracterizam-se como Bolsas complementares as bolsas parciais de 25% oferecidas adicionalmente àquelas previstas nos termos de adesão ao ProUni. 4. O que é o FIES? O FIES Programa de Financiamento Estudantil foi criado em 1999 para substituir o antigo Programa de Crédito Educativo (PCE / CRE- DUC) e foi desenvolvido para financiar cursos de graduação, com o objetivo de propiciar a um maior número de estudantes o acesso à educação de nível superior. A partir do 2005, o FIES passou a financiar também os bolsistas parciais do ProUni, na parcela dos encargos educacionais não coberta pela bolsa. 5. A quem se destina o financiamento do FIES? O FIES destina-se a estudantes sem condições para arcar com os custos de sua formação, que estejam regularmente matriculados, ou seja, a matrícula não pode estar na condição de trancamento geral de disciplinas no semestre de abertura do Processo Seletivo, em instituições de ensino superior não gratuitas, devidamente credenciadas no programa e com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC. A ordem de prioridade na concessão do financiamento, de acordo com a Portaria Normativa MEC nº. 02, de 31 de março de 2008, é a seguinte: I. Bolsistas parciais de 50% do ProUni - Programa Universidade para Todos. 4

5 II. Estudantes beneficiários de bolsas complementares matriculados em cursos considerados prioritários. III. Estudantes beneficiários de bolsas complementares matriculados em nos demais cursos. IV. Estudantes não bolsistas matriculados em instituições de educação superior que tenham aderido ao ProUni. V. Estudantes não bolsistas matriculados em instituições de educação superior que não tenham aderido ao ProUni. Os processos seletivos para bolsistas e não bolsistas acontece separadamente, e os estudantes beneficiados por bolsas, seja do ProUni ou complementar, não concorrem às vagas para financiamento disponibilizadas nos processos seletivos regulares, que têm critérios para ingresso no FIES específicos. 6. Qual bolsista, do ProUni ou complementar, não pode concorrer ao financiamento do FIES? Ficam impedidos de se inscrever no Processo Seletivo do FIES para bolsistas, além dos estudantes cuja matrícula acadêmica esteja na situação de trancamento geral de disciplinas no segundo semestre de 2007, também aqueles já beneficiados pelo FIES ou pelo Programa de Crédito Educativo. Também os bolsistas matriculados em cursos seqüenciais e bolsistas integrais do ProUni não poderão contratar financiamentos do FIES. É vedada a concessão do financiamento a estudantes matriculados em cursos que tenham conceito inferior a 3 no ENADE Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes. É vedado, ainda, o benefício simultâneo de financiamento do FIES 5

6 e bolsa do ProUni, exceto se ambos se referirem ao mesmo curso na mesma instituição de ensino superior. 7. Qual bolsista não pode concorrer ao financiamento do FIES? Ficam impedidos de se inscrever, além dos estudantes cuja matrícula acadêmica esteja na situação de trancamento geral de disciplinas no segundo semestre de 2007, também aqueles já beneficiados pelo FIES. Os bolsistas parciais ou beneficiários de bolsas complementares que já tenham sido financiados pelo Programa de Crédito Educativo - PCE/CREDUC e estejam inadimplentes com o programa também não podem concorrer ao FIES. Os bolsistas matriculados em cursos seqüenciais e bolsistas integrais não poderão contratar financiamentos do FIES. É vedada a concessão do financiamento a estudantes matriculados em cursos que tenham conceito inferior a 3 no ENADE Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes. É vedado, ainda, o benefício simultâneo de financiamento do FIES e bolsa do ProUni, exceto se ambos se referirem ao mesmo curso na mesma instituição de ensino superior. 8. Qual o papel da CAIXA no ProUni? A CAIXA atua apenas como parceira do MEC na divulgação do ProUni. A administração e acompanhamento do andamento dos processos seletivos são de total responsabilidade do MEC, ao con- 6

7 trário do que acontece no FIES. Os bolsistas parciais do ProUni, assim como os beneficiários pro bolsas complementares, podem recorrer ao FIES, que é administrado pela CAIXA, para financiamento dos encargos educacionais não cobertos pela bolsa. 9. Como serão realizados os processos para bolsistas e não bolsistas? A contratação de beneficiários de bolsas parciais do ProUni e de bolsas complementares será realizada separadamente à contratação dos estudantes não bolsistas. Os bolsistas não podem participar dos processos seletivos regulares destinados aos não bolsistas, existindo períodos definidos pelo MEC específicos para concessão de financiamentos do FIES para cada público. Após a contratação do financiamento, para sua manutenção o estudante deve observar as regras do FIES. As mantenedoras devem firmar adesões em separado para cada modalidade de processo seletivo devido às diferenças de compromissos e atribuições nos respectivos Termos de Adesão. 10. O bolsista que perder a bolsa perde também o financiamento do FIES? Não necessariamente. Os benefícios são independentes e seguem regras distintas. Sendo assim, é possível que um estudante que possua bolsa e financiamento perca um dos benefícios e mantenha o 7

8 outro. Após a contratação do financiamento, para sua manutenção o estudante deve observar as regras do FIES. Se o bolsista perder a bolsa antes da concessão do financiamento, deve participar dos processos seletivos regulares. 11. Qual o percentual financiado pelo FIES para os bolsistas? O FIES cobrirá a integralidade dos encargos educacionais assumidos pelos estudantes bolsistas, ou seja, a parcela não coberta pela bolsa, nos seguintes casos: Bolsistas parciais de 50% do ProUni. Beneficiários de bolsas complementares matriculados em cursos prioritários. Beneficiários de bolsas complementares matriculados em cursos que tenham obtido conceito cinco ou quatro na última edição do ENADE. Para os bolsistas beneficiários de bolsas complementares matriculados em cursos que tenham obtido conceito três na última edição do ENADE o FIES cobrirá a metade dos encargos educacionais totais. Estudantes matriculados em cursos com conceito inferior a 3 na última edição do ENADE não poderão concorrer ao FIES. 12. Quais são os cursos considerados prioritários pelo MEC? Cursos de licenciaturas em química, física, matemática, biologia. Também os cursos de engenharia, medicina, geologia e os constantes do Catálogo Nacional de Cursos Superiores em Tecnologia 8

9 (a relação de cursos está disponível no site do MEC, no endereço 13. Qual o prazo do financiamento? O prazo máximo de utilização do FIES é igual ao período remanescente para a conclusão do curso pelo estudante, à época de seu ingresso no Programa, observada a duração regular do curso estabelecida pela instituição. Excepcionalmente, a pedido do estudante e com anuência formal da Comissão Permanente de Seleção e Acompanhamento, o prazo do financiamento poderá ser prorrogado por mais um ano. Caso o estudante se transfira de curso ou de instituição de ensino superior o prazo máximo de utilização será o período remanescente para a conclusão do curso de destino. 14. Quais são os encargos cobrados nos financiamentos do FIES? Para os contratos do FIES celebrados a partir de 1º de julho de 2006, a taxa efetiva de juros foi fixada pela Resolução CMN 3.415/2006 em: I. 3,5% a.a. (três inteiros e cinco décimos por cento ao ano), capitalizada mensalmente, aplicável exclusivamente aos contratos de financiamento de cursos de licenciatura, pedagogia, normal superior e cursos superiores de tecnologia, conforme definidos pelo Catalogo de Cursos Superiores de Tecnologia, instituído pelo Decreto nº , de 09 de maio de 2006; 9

10 II. 6,5% a.a. (seis inteiros e cinco décimos por cento ao ano), capitalizada mensalmente, para os contratos do FIES não relacionados no item I. Para os contratos do FIES celebrados antes de 1º de julho de 2006 aplica-se a taxa prevista no art. 6º da Resolução nº / 1999, de 9%a.a. No caso de transferência de curso ou IES serão aplicados os juros relativos ao curso de destino, mantendo-se a taxa de juros originalmente contratada até a data de transferência. A definição, no SIFES, da taxa de juros adequadas cada contrato é feita a partir de informações específicas recebidas do MEC, não tendo a CAIXA condições de avaliar ou responder por eventuais questionamentos sobre este tema recebidos das IES ou estudantes, que deverão ser direcionados a GEFUS para encaminhamento ao MEC. Na página do SIFES na internet (http://fies.caixa.gov.br) existe um simulador de financiamento para auxiliar o estudante. Ele apresenta na simulação as três faixas de taxas de juros existentes. 15. O estudante que é menor de idade pode obter Financiamento Estudantil? Sim, o estudante menor de idade pode ser beneficiado pelo FIES, devendo ser assistido pelo seu responsável legal quando da assinatura do contrato, se não for menor emancipado. 16. O estudante que já possui curso superior pode 10

11 financiar seu curso atual com o FIES? Depende de em que condições o estudante ingressa no FIES. Os estudantes que não são bolsistas e participam dos processos seletivos regulares podem ser beneficiados, mesmo que já tenham um curso superior completo, desde que o estudante não tenha sido beneficiado pelo Programa de Crédito Educativo (PCE/CREDUC) ou pelo próprio FIES. Os bolsistas parciais do ProUni não podem ser beneficiários do FIES se já houverem concluído um curso superior, já que uma das condições para obter a bolsa do é não ter finalizado o ensino superior. 17. Qual o procedimento que deve ser seguido pelos bolsistas para conseguir o contrato de financiamento do FIES? Para ter direito a contratar o financiamento o bolsista deverá finalizar o preenchimento de sua Ficha de Inscrição, que pode ser acessada no site do FIES (http://fies.caixa.gov.br). O acesso à Ficha de Inscrição será permitido mediante informação de seu CPF. Nas fichas de inscrição será incluída, na primeira etapa, checkbox para que os candidatos confirmem que têm conhecimento do Simulador e que já realizaram sua simulação ou que, pelo menos, tem consciência de que o FIES é um programa de crédito educativo, e não de bolsas de estudo. O link para acesso ao simulador de financiamento bem como exemplos de evolução de financiamentos do FIES estão disponíveis na página de acesso à Ficha de Inscrição. 11

12 No preenchimento da ficha de inscrição, o valor da mensalidade deve ser informado considerando inclusive a parcela coberta pela bolsa, ou seja, deve-se informar o valor integral da mensalidade, deduzidos os descontos normalmente praticados pela instituição de ensino, inclusive os de pontualidade. Para formalizar a contratação do financiamento, os estudantes, em período determinado pelo MEC, deverão comparecer à agência da Caixa Econômica Federal de sua escolha, munidos dos documentos necessários para efetivação da contratação. 18. Quais são as etapas e prazos para a obtenção do FIES pelos bolsistas? O cronograma com as etapas e prazos para obtenção do financiamento do FIES são divulgados pelo MEC através de Portaria Normativa, publicada a cada abertura de processo seletivo. Este cronograma pode ser verificado no site do MEC Adesão das IES 19. Como uma Instituição de Ensino Superior pode participar do FIES? Para que uma Instituição de Ensino Superior IES possa se credenciar no FIES, o primeiro passo é o cadastramento, no SIFES, de uma Mantenedora, de suas IES Mantidas e respectivos Campi ou Unidades Administrativas. Este cadastramento é feito automaticamente pela CAIXA a partir do banco de dados do Sistema de Informações do Ensino Superior SIEd-Sup, mantido pelo MEC/INEP. 12

13 As IES não gratuitas aderem ao FIES mediante a outorga de Termo de Adesão por sua Mantenedora, que deve ser comandado no SIFES, impresso, assinado e encaminhado por via postal à Gerência de Filial da CAIXA Administrar Fundos e Seguros Sociais (GIFUS) de vinculação da mantenedora. A Mantenedora deve outorgar um Termo de Adesão para cada campus ou unidade administrativa. O referido Termo é disponibilizado no SIFES, em período autorizado pelo MEC, por meio de publicação de Portaria no Diário Oficial da União. No caso da adesão realizada exclusivamente para contratação dos beneficiários de bolsas parciais do ProUni ou complementares não deverá ser informado o valor para novos financiamentos, e é obrigatória a inclusão de todos os cursos e habilitações em condições de participar do FIES na Adesão. A assinatura do Termo de Adesão implica na anuência da mantenedora para contratação de financiamento do FIES em favor de todos os estudantes bolsistas beneficiários do ProUni e de bolsas complementares que optarem por contratar o financiamento. A instituição informará ao MEC, por ocasião da adesão, o valor desejado para financiamento de novos estudantes, excetuando-se os financiamentos para os bolsistas. O Termo de Adesão é disponibilizado no SIFES, em período autorizado pelo MEC, por meio de publicação de Portaria no Diário Oficial da União. 13

14 20. E o que deve fazer uma Instituição de Ensino Superior que ainda não participou de nenhum processo seletivo do FIES? As mantenedoras de instituições de ensino superior não gratuitas que ainda não participaram de nenhum processo seletivo do FIES deverão, antes da emissão dos termos de adesão, cadastrarem-se no Sistema do Financiamento Estudantil - SIFES, disponível no endereço eletrônico e no site do FIES. As mantenedoras deverão, ainda, encaminhar ao agente operador, em conjunto com o Termo de Adesão os documentos exigidos quando da adesão: Contrato social, estatuto e atas (constituição da Mantenedora); Cópias autenticadas do CPF e RG do(s) representante(s) da Mantenedora; Ata de designação do(s) representante(s) da Mantenedora, com firmas reconhecidas; Cópias autenticadas do CPF e RG do(s) responsável(eis) pela movimentação financeira; Procuração original da Mantenedora em favor do(s) indicado(s) como responsável(eis) pela movimentação financeira, com firmas reconhecidas. 21. As Instituições de Ensino Superior devem se credenciar no MEC a cada processo seletivo? Sim, se desejarem ofertar novas vagas de financiamento para o processo seletivo. 14

15 22. O que é o Termo de Adesão? O Termo de Adesão é o documento por meio do qual uma Mantenedora informa ao MEC que deseja participar de um Processo Seletivo. A Instituição deve firmar um termo de adesão para cada modalidade de processo seletivo, já que eles possuem regras distintas. Deve ser outorgado um Termo de Adesão para cada campus ou unidade administrativa e, além dos dados cadastrais das IES, deve ser informado o valor total desejado para os novos financiamentos do FIES no semestre de referência, excetuando-se os financiamentos para os bolsistas. A assinatura do Termo de Adesão implica a anuência da mantenedora para a contratação de financiamento do FIES em favor de todos os estudantes bolsistas parciais do ProUni e beneficiários de bolsas complementares que optarem por contratar o financiamento. 23. Como a instituição de ensino pode firmar o Termo de Adesão? O Termo de Adesão deve ser firmado pela mantenedora da instituição de ensino no SIFES Sistema de Financiamento Estudantil, disponível na Internet e, após a confirmação da Adesão no SIFES, o Termo deve ser impresso e assinado pelos Representantes Legais da mantenedora e da instituição de ensino. Feito o reconhecimento das firmas, que é obrigatório, este documento deverá ser remetido, por via postal expressa, dentro do prazo estipulado em Portaria publicada pelo MEC, para a Gerência 15

16 de Filial da CAIXA - Administrar Fundos e Seguros Sociais (GIFUS) de vinculação da mantenedora, para validação. 24. O que é a validação da adesão? O Termo de Adesão deve ser outorgado e validado a cada Processo Seletivo. Em 2006, a validação do Termo de Adesão passou a ser realizada pela CAIXA, em nome do MEC, por meio de suas Gerências de Filial Administrar Fundos e Seguros Sociais. Para ser validado, o Termo de Adesão não pode conter rasuras e as informações e assinaturas nele contidas devem estar de acordo com a documentação pertinente à mantenedora, instituição de ensino superior e campus a que se refere. Até que sejam recebidos e validados pelas GIFUS, as inscrições aos Campi correspondentes serão bloqueadas. Caso seja averiguada qualquer inconsistência entre a documentação e o cadastro do SIEd Sup, a validação da adesão correspondente ficará suspensa até a regularização. Apenas após a validação do Termo de Adesão a instituição de ensino estará apta a participar do processo seletivo. A IES pode ser descredenciada do FIES por iniciativa da Secretaria de Ensino Superior SESu do MEC ou por solicitação própria. IMPORTANTE: A CAIXA, a partir de 2006, passou a realizar a validação dos Termos de Adesão em nome do MEC. Entretanto, é importante assinalar que as obrigações e compromissos das man- 16

17 tenedoras com relação ao FIES são assumidos perante o Ministério da Educação, não havendo qualquer relação contratual entre as mantenedoras e a CAIXA. 25. Qual o procedimento no caso da IES possuir mais de um campus ou unidade administrativa? Nesse caso deve ser outorgado um Termo de Adesão para cada uma dessas unidades. 26. Se uma instituição participou de um processo, ela participará de todos? Não. O Termo de Adesão deve ser outorgado pela mantenedora e encaminhado para validação, a cada processo seletivo. 27. Como deve proceder uma instituição que já participou de um processo e não deseja participar de outro? A Mantenedora desta instituição não deve outorgar o Termo de Adesão para os respectivos Campi ou unidades administrativas. 28. Neste caso, o que acontece com os alunos que já foram contratados? Fica assegurada aos estudantes contratados no FIES a continuidade do financiamento, observado o prazo máximo de conclusão do curso, e desde que cumpridas as condições do contrato. 29. Quando a IES é descredenciada do FIES? A IES pode ser descredenciada por iniciativa do MEC ou por solicitação própria. Em ambos os casos, fica assegurada a continuidade do financiamento aos estudantes contratados no FIES, desde que seja observado o prazo máximo de conclusão do curso, e que 17

18 sejam cumpridas as condições do contrato. 30. Que cursos podem participar? Somente podem participar os cursos autorizados e reconhecidos que tenham avaliação positiva nos processos conduzidos pelo MEC, e que tenham sido devidamente credenciados no FIES, com oferta de vagas, pelas respectivas instituições de Ensino Superior não gratuitas. 31. O que é considerado curso com avaliação positiva? É considerado curso com avaliação positiva, aquele que obteve conceito maior ou igual a 3 na edição mais atualizada do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes - ENADE. Os cursos não avaliados pelo ENADE poderão ser habilitados excepcionalmente para concessão do financiamento, a critério do MEC. Os cursos novos que ainda não foram submetidos ao processo de reconhecimento e aqueles que passaram por processo, mas que a avaliação não foi concluída, poderão ser cadastrados, também a critério do MEC. O curso que obtiver conceito 1 ou 2 na edição mais atualizada do ENADE será desabilitado do FIES pelo MEC, sendo vedada a concessão de financiamento a estudantes matriculados nestes cursos até que o mesmo obtenha avaliação positiva no ENADE, sendo garantida a manutenção do financiamento a estudantes já contemplados. 18

19 32. O que acontece quando um curso/habilitação tiver avaliação negativa? Caso a IES tenha uma habilitação com avaliação negativa, se quando da adesão o curso ao qual está vinculada tiver avaliação positiva, o curso pode ser credenciado para o Processo Seletivo, excluindo-se apenas a habilitação com avaliação negativa. No entanto, se o curso tiver uma avaliação negativa, todas as habilitações a ele vinculadas ficam impedidas de participar. 33. Quais são os deveres de uma instituição que participa do FIES? As IES que aderirem ao FIES comprometem-se, diretamente ou, no que couber, por intermédio da Comissão Permanente de Seleção e Acompanhamento a: Cumprir fielmente o disposto nas portarias que regulamentam este programa; Instituir, em cada campus ou unidade administrativa, Comissão Permanente de Seleção e Acompanhamento do FIES, com as atribuições e constituição definidas pelo MEC; Permitir a divulgação, inclusive via Internet, dos nomes dos componentes da Comissão Permanente de Seleção e Acompanhamento do FIES e do endereço eletrônico da comissão; Efetuar os procedimentos operacionais específicos para a concessão do financiamento, conforme determinado pelo MEC; Tornar públicos os critérios de classificação e demais condições adotadas para a seleção dos candidatos ao financiamento; Avaliar a cada período letivo o aproveitamento acadêmico dos estudantes financiados, conforme definição do MEC; Adotar, durante o período de matrícula dos estudantes já financiados, as providências necessárias ao aditamento, simplificado ou 19

20 não simplificado, dos respectivos contratos; Encaminhar ao(s) agente(s) financeiro(s) do FIES cópia dos Termos de Anuência em seu poder, na forma determinada pelo agente operador; Permitir e facilitar ao Ministério da Educação, por intermédio da Secretaria de Educação Superior, o acompanhamento de todas as atividades destinadas ao cumprimento dos compromissos assumidos neste Termo de Adesão; Manter arquivada toda a documentação relativa aos financiamentos concedidos a estudantes matriculados em suas unidades, pelo prazo de cinco anos, contados da data da assinatura dos instrumentos contratuais; Manter o Ministério da Educação, por intermédio da Secretaria de Educação Superior, informado sobre quaisquer eventos que dificultem ou interrompam o curso normal de execução dos compromissos assumidos neste Termo de Adesão; No final de cada semestre letivo, encaminhar ao Ministério da Educação, na forma estabelecida pelo agente operador, relatório com a listagem dos estudantes beneficiados pelo FIES que concluíram o curso, bem como daqueles com óbice à manutenção do financiamento, conforme definido pelo MEC; Não suspender a matrícula dos estudantes financiados pelo FIES, adimplentes com a parcela não financiada da mensalidade; Não cobrar parcela de anuidade ou semestralidade com valor integral, mesmo como adiantamento, dos estudantes financiados pelo FIES; Considerar, como valores dos encargos educacionais, inclusive matrícula e mensalidades, cobrados dos estudantes financiados pelo FIES, os resultantes dos descontos normalmente praticados, incluídos aqueles decorrentes de pontualidade no pagamento, 20

21 ficando vedada a cobrança de qualquer taxa adicional; Não substabelecer as obrigações ora assumidas sem anuência expressa do Ministério da Educação; Assumir todos os encargos e obrigações legais decorrentes da consecução dos compromissos assumidos neste Termo de Adesão. Em relação aos aditamentos: As IES prestarão ao agente financeiro, na forma e no prazo estabelecidos pelo agente operador, as informações necessárias ao aditamento, entre as quais: Período para efetivação da matrícula; Percentual de financiamento; Valor da semestralidade escolar de cada estudante financiado, considerados os descontos normalmente praticados perante o alunado; Rendimento acadêmico no último semestre cursado. Em relação ao risco de crédito: Conforme determina a Lei , de 12 de julho de 2001, as IES são obrigadas a participar do risco do financiamento no percentual de 5% (cinco por cento), sendo considerados devedores solidários no limite especificado. 34. O que acontece se a IES descumprir algum destes itens? O descumprimento de qualquer um destes itens implicará na impossibilidade da mantenedora, bem como de sua(s) mantida(s), aderir aos três próximos processos de ingresso do FIES. 21

22 Comissão Permanente de Seleção e Acompanhamento 35. O que é a Comissão Permanente de Seleção e Acompanhamento? A Comissão Permanente de Seleção e Acompanhamento, também chamada Comissão do FIES na IES é designada por ato do dirigente máximo da instituição e deve ser constituída por: Dois representantes da direção; Um do corpo docente; Dois da entidade máxima de representação estudantil da IES. A comissão pode ser formada por mais de cinco membros, desde que esta proporção seja mantida. Atendendo determinação TCU Tribunal de Contas da União, deverão ser incluídos pelas IES nos Termos de Adesão os nomes, CPF e representatividade dos membros das Comissões Permanentes de Seleção e Acompanhamento. 36. E nos casos em que não existe representação estudantil organizada? Não havendo entidade máxima de representação dos estudantes na IES, os representantes estudantis são escolhidos por voto direto dos estudantes, devendo o dirigente da IES organizar a eleição. 37. É possível aumentar o número de membros de uma Comissão? A Comissão pode ter um número maior de membros desde que respeitada a proporcionalidade entre as três representações, não sendo necessária sua renovação a cada processo de seleção de 22

23 candidatos. 38. Quais são as atribuições da Comissão Permanente de Seleção e Acompanhamento? Tornar públicos os critérios de classificação e demais condições adotadas para a seleção dos candidatos ao financiamento; Receber e confirmar no SIFES as inscrições dos candidatos do FIES, de acordo com os procedimentos definidos pelo MEC; Divulgar, afixando em local de grande circulação de estudantes, bem como no sitio eletrônico da instituição, a lista dos candidatos inscritos e, posteriormente, dos candidatos classificados dentro e fora do limite de seleção, bem como daqueles cujas as inscrições não foram processadas; Convocar e entrevistar os candidatos classificados dentro do limite de seleção, para analisar a documentação por eles apresentada e verificar o cumprimento das condições regulamentares de participação no FIES; Convocar e entrevistar os candidatos subseqüentes na ordem de classificação, para os fins previstos no item anterior, quando, em virtude da não aprovação de candidatos classificados, resultarem vagas e recursos disponíveis; Aprovar ou reprovar o candidato; Entregar aos candidatos aprovados na Entrevista, em via original datada e assinada, Declaração de Aprovação emitida no SIFES e assinada por todos os membros da Comissão a qual constituirá documento essencial para obtenção de financiamento junto ao agente financeiro. Avaliar, a cada período letivo, o rendimento acadêmico dos estudantes financiados; Adotar, durante o período de matrícula dos estudantes financia- 23

24 dos, todas as providências necessárias ao aditamento dos respectivos contratos, conforme definições do agente operador; Zelar pelo percentual de financiamento, conforme definido pelo MEC. Inscrição dos Estudantes 39. Como os bolsistas se inscrevem para contratar um financiamento do FIES? Em período fixado pelo MEC, os bolsistas deverão complementar os dados pessoais, acadêmicos e sócio-econômicos que não forem previamente carregados no SIFES a partir de informações fornecidas pelo MEC em Ficha de Inscrição específica, disponível no endereço O acesso à ficha de inscrição será determinado a partir do CPF informados pelo MEC como sendo dos bolsistas. Os bolsistas cujos CPF constarem na listagem deverão preencher a ficha de inscrição específica para os bolsistas. Se o CPF não constar na listagem a IES deverá entrar em contato com o MEC. Os bolsistas detentores de CPF que não constarem da listagem do MEC deverão contatar suas IES para regularização. Em nenhuma hipótese bolsistas deverão preencher a inscrição do processo seletivo regular, para não bolsistas, sob pena de terem a contratação do financiamento negada. No preenchimento da ficha de inscrição, o valor da mensalidade deve ser informado considerando inclusive a parcela coberta pela 24

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