Relatório de Qualidade de Serviço. Ano Gás

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relatório de Qualidade de Serviço. Ano Gás 2009-2010"

Transcrição

1 Relatório de Qualidade de Serviço Ano Gás de Novembro de 21

2 Índice 1. Enquadramento Qualidade de Serviço Técnico - Continuidade e interrupção de Serviço Art. 15º Indicadores gerais para as redes de distribuição Número Médio de Interrupções por Cliente Duração Média das Interrupções por Cliente (Min/Cl) Duração Média das Interrupções (Min/Interrupção) Artº 17 Indicadores Individuais para as Redes de Distribuição Número Interrupções Duração de Interrupções Qualidade de Serviço Comercial Art. 35º - Indicadores Gerais de Natureza Comercial Tempo de Espera no Atendimento Presencial Tempo de Espera no Atendimento Telefónico Centralizado Frequência de Leitura dos Contadores Tempo de Resposta a Situações de Emergência Tempo de Resposta a Avarias na Alimentação Individual da Instalação do Cliente - Assistência Técnica Tempo de Resposta a Pedidos de Informação por Escrito Art. 42º - Indicadores Individuais de Natureza Comercial Activação de Fornecimento Visitas Combinadas Restabelecimento do Fornecimento Após Interrupção por facto imputável ao Cliente Resposta a Reclamações Outra Informação de Qualidade Comercial Compensações por Incumprimento dos Padrões Individuais de Qualidade Clientes Prioritários e Clientes com Necessidades Especiais Acções mais relevantes realizadas para melhoria da Qualidade de Serviço de 18

3 1. Enquadramento A TAGUSGÁS Empresa de Gás do Vale do Tejo, S.A., concessionária da distribuição e licenciada comercializadora retalhista regulada na região do Vale do Tejo, vem por este meio apresentar à ERSE (Entidade Reguladora do Sector Energético) o relatório anual previsto no capítulo IV do Regulamento de Qualidade de Serviço. Este Relatório diz respeito ao período compreendido entre 1 Julho de 29 a 3 Junho de 21. De acordo com DL 14/26, a Tagusgás por não ter valor superior a 1. Clientes não foi obrigada a uma separação jurídica, sendo uma empresa de distribuição integrada. Este Relatório é composto por 5 capítulos, onde estão evidenciados os indicadores previstos regularmente. 3 de 18

4 2.Qualidade de Serviço Técnico - Continuidade e interrupção de Serviço Os Indicadores de Qualidade de Serviço Técnico estabelecem padrões a cumprir para cada uma das classes de interrupção. Define-se interrupção de fornecimento de Gás Natural como a Ausência de Fornecimento de Gás Natural a uma infra-estrutura de rede ou a instalação de Cliente. Nos termos do Regulamento, a Interrupção do Serviço Prestado pelos Operadores das Redes que afecte o fornecimento de Gás Natural pode ocorrer pelas seguintes razões: a) Casos Fortuitos ou de Força Maior b) Razões de Interesse Público c) Razões de Serviço d) Razões de Segurança e) Facto Imputável ao Cliente f) Acordo com o Cliente Os Indicadores são determinados considerando a classe de interrupções de acordo com os dois critérios: Possibilidade ou não de avisar previamente os Clientes da ocorrência de interrupção Interrupção Prevista/ Interrupção Acidental Capacidade ou não de intervenção do operador da rede para evitar a ocorrência de interrupção - Interrupção Controlável / Interrupção não Controlável A Tagusgás não possui sistemas de informação desenvolvidos para que sejam contabilizados automaticamente as durações das interrupções cliente a cliente, pelo que assumiu que a duração média do corte aos clientes é o tempo médio de reposição de fornecimento entre o primeiro e o último cliente. 2.1 Art. 15º Indicadores gerais para as redes de distribuição Número Médio de Interrupções por Cliente Quociente do número total de interrupções a clientes, durante determinado período, pelo número total de Clientes existentes, no fim do período considerado Não Controláveis Controláveis Classe Clientes Previstas Acidentais Previstas Acidentais Domésticos,,116,, ND <= 1 m 3,,85,, ND > 1 m3 < 2 Mm 3,,52,, ND > 2 Mm 3,,,, 4 de 18

5 2.1.2 Duração Média das Interrupções por Cliente (Min/Cl) Quociente da soma das durações das interrupções nos clientes, durante determinado período, pelo número total de Clientes existentes, no fim do período considerado (unidade: min/cliente). Não Controláveis Controláveis Classe Clientes Previstas Acidentais Previstas Acidentais Doméstico, 1,43,, ND <= 1 m 3, 1,11,, ND > 1 m 3 < 2 Mm 3,,67,, ND > 2 Mm 3,,,, Duração Média das Interrupções (Min/Interrupção) Quociente da soma das durações das interrupções nos clientes, durante determinado período, pelo número total de Clientes existentes, no fim do período considerado Não Controláveis Controláveis Classe Clientes Previstas Acidentais Previstas Acidentais Dom. 124 ND <=1 m 3 13 ND >1 m3 < 2 Mm 3 13 ND > 2 Mm 3 A Tagusgás cumpre o indicador de acordo com o nº 1 do art. 16º do RQS. 2.2 Artº 17 Indicadores Individuais para as Redes de Distribuição O operador de redes de distribuição deve ainda registar os indicadores individuais de continuidade de serviço; nomeadamente os nº interrupções controláveis previstas, não controláveis e controláveis acidentais Número Interrupções Controláveis Previstas; não Controláveis e Controláveis Acidentais Não Controláveis Previstas Controláveis Acidentais Domésticos 38 Não domésticos <1 m 3 5 Não domésticos > 1 m3 e < 2 m 3 1 Não domésticos > 2 m 3 Na Tagusgás apenas 38 clientes domésticos e 6 não domésticos tiveram uma interrupção. 5 de 18

6 2.2.2.Duração de Interrupções Não Controláveis Previstas Controláveis Acidentais Domésticos 634 Não domésticos <1 m 3 1,83 Não domésticos >1 m 3 e < 2 m 3 2,17 Não domésticos >2 m 3 A Tagusgás totalizou 647 horas de interrupções, no decorrer de todo o ano gás. 3. Qualidade de Serviço Comercial A avaliação da qualidade de serviço comercial prestada pelo operador da rede de distribuição deve ser feita com base em indicadores de natureza comercial, nos quais a ERSE estabelece os padrões a cumprir. Os referidos Indicadores dizem respeito às modalidades de atendimento (presencial, telefónico centralizado e atendimento por escrito). 3.1 Art. 35º - Indicadores Gerais de Natureza Comercial Tempo de Espera no Atendimento Presencial O Tempo de Espera no Atendimento Presencial é o tempo que medeia entre o instante da atribuição do número de ordem de atendimento e o início do atendimento. Em cada ano gás, as entidades devem assegurar um tempo de espera no atendimento presencial inferior a 2 minutos em, pelo menos, 85% dos Atendimentos efectuados. As instalações de atendimento presencial devem ser dimensionadas de modo a assegurar um atendimento eficaz e um relacionamento comercial completo, permitindo nomeadamente a celebração de contratos, a realização de pagamentos, a requisição de serviços, a apresentação de pedidos de informação e de reclamações e a comunicação de avarias. O indicador relativo ao tempo de espera caracteriza os tempos de espera nos centros do operador da rede de distribuição ou do comercializador de último recurso retalhista. O indicador é determinado para os dois centros de atendimento com maior número de atendimentos. A Tagusgás conta com 6 lojas de atendimento ao público, nomeadamente em Entroncamento, Fátima, Santarém, Portalegre, Torres Novas e Abrantes. 6 de 18

7 De acordo com o RQS, anexo I, o indicador deve incidir sobre os dois centros de atendimento com maior número de atendimento, independentemente do tipo de centro. Neste sentido a Tagusgás passa a apresentar os dados relativos aos centros de Santarém e Entroncamento Nº Antendimentos Nº Atendimento com espera <2m Santarém Percentagem 95,23% 95,12% 93,57% 97,43% Nº Antendimentos Nº Atendimento com espera <2m Entroncamento Percentagem 88,56% 94,46% 93,21% 96,26% Podemos verificar que em ambos os centros foi cumprido o padrão exigido, ou seja, foi assegurado um tempo de espera no atendimento presencial inferior a 2 minutos em, pelo menos, 85% dos Atendimentos efectuados Tempo de Espera no Atendimento Telefónico Centralizado O Cálculo deste indicador consiste no tempo que medeia entre o primeiro sinal de chamada e o atendimento efectivo. 7 de 18

8 Em cada ano gás, as entidades devem assegurar um tempo de espera para atendimento telefónico centralizado inferior a 6 segundos em, pelo menos, 85% dos atendimentos efectuados. Os sistemas de atendimento telefónico centralizado devem ser dimensionados de modo a assegurar um atendimento eficaz e um relacionamento comercial completo, ressalvadas as situações de obrigatoriedade de atendimento presencial. O atendimento telefónico dos operadores das redes de distribuição e dos comercializadores de ultimo recurso retalhistas, para outras comunicações que não as leituras, emergências e avarias, encontra-se sujeito a um custo para o cliente que nao pode exceder o de uma chamada local Total Atendimentos Telefónicos Nº Chamadas Atendimento com espera <6 seg Tempo médio de espera no atendimento telefónico (segundos) % Chamadas com tempos de espera <6 seg ,19% 98,38% 98,65% 98,49% De acordo com os dados acima, a Tagusgás cumpriu o indicador, dado que a percentagem de chamadas atendidas com tempos de espera inferiores a 6 segundos, em todos os trimestres, está acima dos 85% Frequência de Leitura dos Contadores A frequência de leituras dos Contadores é aferida pelo quociente entre o somatório do número de intervalos de leituras com duração igual ou inferior a 6 dias e o produto do número total de contadores por seis, representada pela seguinte expressão: c intervalo 6 i = 1 1 Cmed 6 Em que: 8 de 18

9 Intervalo 6 Intervalo entre leituras consecutivas em que o numero de dias e igual ou inferior a 6. So sao considerados os intervalos em que a data de inicio do intervalo ocorre no ano gas em analise C Numero de contadores com contrato de fornecimento nesse ano gás Cmed Media aritmética simples do numero de contadores no final do ano gas e o numero de contadores no inicio do ano gás Este indicador não foi monitorizado no decorrer do ano gás A adequação da metodologia de cálculo não é particularmente evidente donde permanece em discussão, relativo a formato final de cálculo deste indicador Tempo de Resposta a Situações de Emergência Considera-se Situação de Emergência quando se encontram em risco pessoas ou bens. O Tempo de resposta a Situações de Emergência refere-se à prontidão do operador de redes de distribuição de gás natural face as situações de emergência. Esse mesmo Tempo de Resposta corresponde ao tempo que medeia entre a comunicação ao operador e o instante de chegada ao local. Por norma, em cada ano gás, o tempo de resposta a situações de emergência de cada operador de rede de distribuição deve ser inferior a 6 minutos em, pelo menos 8% das situações solicitadas. Nº Situações Nº Total Situações de emergência Nº Situações Emergência c/ tempo resposta até 6 minutos Percentagem 92,% 95,56% 91,% 96,12% Indicador Cumpre os objectivos propostos pelo RQS. 9 de 18

10 3.1.5 Tempo de Resposta a Avarias na Alimentação Individual da Instalação do Cliente - Assistência Técnica O Tempo de resposta a situações de avaria na alimentação individual da instalação do cliente refere-se ao tempo de chegada dos técnicos do operador de redes de distribuição à instalação do cliente. Em cada ano gás, o operador da rede de distribuição de gás natural deve responder às situações de avaria na alimentação individual da instalação dos clientes domésticos no tempo máximo de 4 horas em, pelo menos, 9% da situações de avaria na instalação individual destes clientes. Abaixo apresentamos os dados relativos ao ano gás da Tagusgás para este indicador: Clientes Domésticos Nº total Assistências Técnicas Nº Assistências Nº Assistências Técnicas efectuadas até 4 horas Percentagem 98,58% 99,37% 1,% 1,% Em todos os trimestres do ano gás a Tagusgás cumpriu o indicador. No que diz respeito a Clientes Não Domésticos, em cada ano gás, o operador da rede de distribuição de gás natural deve responder às situações de avaria na alimentação individual da instalação no tempo máximo de 3 horas em, pelo menos, 9% da situações de avaria na instalação individual destes clientes. 1 de 18

11 Clientes Não Domésticos Nº Assistências Nº total Assistências Técnicas Nº Assistências Técnicas efectuadas até 3 horas Percentagem 1,% 1,% 1,% 95,% Indicador Cumpre os objectivos propostos pelo RQS Tempo de Resposta a Pedidos de Informação por Escrito Todos os pedidos de informação efectuados por escrito devem ser respondidos num prazo máximo de 15 dias úteis Nº Pedidos Informação por Escrito 1º Trim 35 2º Trim 28 3º Trim 51 4º Trim 35 Nº Nº Pedidos Informação por Escrito respondidos até 15 dias úteis Percentagem 42,86% 85,71% 86,27% 85,71% Indicador não cumpre os objectivos propostos pelo RQS. 11 de 18

12 3.2 Art. 42º - Indicadores Individuais de Natureza Comercial Activação de Fornecimento O operador da rede de distribuição deve garantir aos clientes domésticos ou pequenas empresas que a visita combinada para a activação de fornecimento é agendada para uma data nos 3 dias úteis seguintes à data em que a activação de fornecimento é solicitada, caso contrário confere ao cliente o direito à compensação prevista no regulamento. Para efeitos de aplicação deste indicador, consideram-se as situações em que para efectuar a activação do fornecimento o operador da rede de distribuição necessita apenas a operações simplificadas, tais como, a instalação do contador ou abertura da válvula de corte Nº Activações Nº de activações de Fornecimento Nº de activações realizadas até 3 dias após a solicitação Percentagem 98,29% 99,36% 98,63% 99,62% Nº compensações pagas 2 1 Montante de compensações pagas 4 2 No período em análise foram realizadas 549 activações de fornecimento, no entanto não foi atingido o objectivo na sua plenitude, sendo que as compensações serão ajustadas no ano gás de 18

13 3.2.2 Visitas Combinadas A marcação das visitas combinadas às instalações dos clientes deve ser efectuada por acordo entre o comercializador de último recurso retalhista e o cliente. A Comunicação entre os intervenientes deve ser célere e expedita, através dos meios que estas entidades acordarem entre si. O cliente deve ser previamente informado de todos os encargos associados a realização da visita que lhe sejam imputáveis, bem como do direito a eventuais compensações aplicáveis. O operador de redes de distribuição deve iniciar a visita à instalação do cliente num dos seguintes prazos: a) Num intervalo de tempo previamente combinado, com a duração máxima de duas horas e meia. b) Num intervalo de cinco horas, se o operador garantir ao cliente um pré-aviso com a antecedência de uma hora, por via telefónica, relativamente ao intervalo de 15 minutos em que é expectável o início da visita. No caso do operador da rede de distribuição disponibilizar ambas as modalidades de visita, cabe ao cliente a escolha da modalidade pretendida Nº Visitas Nº de Visitas Combinadas Nº de Visitas Combinadas realizadas fora dos períodos previstos no RQS Nº compensações pagas 1 Montante de compensações pagas 2 No ano gás foram realizadas 5396 Visitas Combinadas; 888 não foram realizadas no período definido pela ERSE. A Tagusgás está a aguardar parecer da ERSE relativamente às 888 visitas que não foram efectuadas dentro do período definido. As compensações irão ser ajustadas no ano gás de 18

14 RELATÓRIO DE QUALIDADE DE SERVIÇO ANO GÁS O Incumprimento dos prazos referidos, por facto imputável ao operador da rede de distribuição, confere ao cliente o direito a compensação. Quando o incumprimento se deve a ausência do cliente este deve compensar o operador da rede de distribuição da rede em igual montante. Visitas Não Realizadas por Ausência do Cliente 6 Nº 4 2 Visitas Não Realizadas por Ausência Cliente Montante Encargos Cobrados a Clientes Restabelecimento do Fornecimento Após Interrupção por facto imputável ao Cliente O procedimento estabelecido na Tagusgás permite o restabelecimento de fornecimento por factos imputáveis aos clientes. Esses factos constam do RRC, que após resolução da situação que deu origem à interrupção do fornecimento, e efectuados todos os pagamentos determinados legalmente, o operador da rede de distribuição devem repor o fornecimento nos seguintes prazos: Até às 17 horas do dia útil seguinte aquele que se verificou a regularização da situação, no caso dos clientes domésticos e das pequenas empresas. Num período de 8 horas para os restantes clientes. No prazo de 4 horas caso o cliente pague para restabelecimento urgente A Tagusgás, por motivo de segurança, exige a presença física do cliente no local o que pode provocar situações de não cumprimentos por indisponibilidade de agenda do mesmo. 14 de 18

15 Número total de restabelecimentos de fornecimento após interrupção por facto imputável ao cliente Domésticos e pequenas empresas Restantes clientes Restabelecimentos urgentes Número de restabelecimentos de fornecimento após interrupção por facto imputável ao cliente, fora dos prazos regulamentares Domésticos e pequenas empresas Restantes clientes Restabelecimentos urgentes A Tagusgás, tanto nos clientes domésticos como nos não domésticos, não cumpriu o indicador proposto. As compensações serão ajustadas no ano gás Resposta a Reclamações Os operadores das redes de distribuição e o comercializador de último recurso retalhista devem responder às reclamações que lhe forem apresentadas, no prazo máximo de 2 dias úteis. 15 de 18

16 Nº total de reclamações Nº Reclamações respondidas até 2 dias úteis No período em análise a Tagusgás recebeu 1944 reclamações, 79 não cumpriram o prazo de resposta máximo de (2 dias) estabelecido pelo RQS. As compensações serão ajustadas no ano gás Outra Informação de Qualidade Comercial 4.1Compensações por Incumprimento dos Padrões Individuais de Qualidade O não cumprimento pelo operador de redes de distribuição (ORD)/(CUR) comercializador de último recurso retalhista dos Indicadores Qualidade Individuais de Natureza Comercial, confere ao cliente o direito de uma compensação no valor de 2 euros, por cada incumprimento. Os clientes estão obrigados ao pagamento de uma compensação as ORD/CUR, de igual montante ao indicado no parágrafo anterior, sempre que por factos que lhe sejam imputados não estejam presentes nas suas instalações nos intervalos acordados. A apresentação sucessiva de reclamações sobre um mesmo assunto só pode ter efeitos cumulativos, para efeitos de pagamento de compensações, desde que tenham sido ultrapassados os prazos estabelecidos no artigo anterior para resposta as reclamações anteriormente apresentadas. O cálculo deste indicador implicou uma análise da informação comercial que não foi concluída no período em análise. Contudo serão pagas as compensações devidas a clientes, pese embora esses pagamentos não ocorram de forma automática. 4.2 Clientes Prioritários e Clientes com Necessidades Especiais O RQS define que os clientes com necessidades especiais são aqueles possuem limitações do domínio da visão, audição, comunicação oral e olfacto, que carecem de medidas e de meios de comunicação adequados às suas 16 de 18

17 especificidades. tendo em vista garantir o exercício do direito daqueles à informação e a um relacionamento comercial de qualidade. Não foram solicitados quaisquer pedidos de registo de Cliente Especiais, no período do ano gás O mesmo RQS define ainda clientes prioritários como aqueles para quem a interrupção do fornecimento de gás natural causa graves alterações no normal funcionamento da entidade visada; tais como: Hospitais, centros de saúde ou outras entidades que prestem serviços equiparados Estabelecimento de ensino básico Instalações de segurança nacional Instalações destinadas ao abastecimento de gás natural de transportes públicos Bombeiros Protecção Civil Forças de Segurança Instalações penitenciárias No período em análise a Tagusgás conta com 44 clientes prioritários, identificados pela tipologia prevista no referido artigo Nº de hospitais, centros de saúde ou equiparados Nº de estabelecimentos de ensino básico Nº de instalações de segurança nacional Nº de instalações de bombeiros Nº de instalações de protecção civil Nº de instalações de forças de segurança Nº de instalações de instalações penitenciárias Outro tipo de instalações 1 17 de 18

18 5. Acções mais relevantes realizadas para melhoria da Qualidade de Serviço Na Tagusgás, durante o período em análise, foram tomadas algumas medidas que tinham como objectivo a melhoria da Qualidade de Serviço, nomeadamente: - Promoção de reuniões e acções de formação com os agentes associados aos serviços técnicos, ao nível das activações e religações; - Reforço da monitorização e realização de acções de sensibilização dos empreiteiros para o cumprimento dos prazos de marcação, a rapidez do processo entre contratação e a ligação do cliente; - Intensificação da fiscalização sobe as entidades externas, como garantia do cumprimento estrito das cláusulas contratuais, nomeadamente os tempos de resolução de Ordens de Serviço. 18 de 18

Relatório de Qualidade de Serviço do Sector do Gás Natural da Empresa Sonorgás, SA

Relatório de Qualidade de Serviço do Sector do Gás Natural da Empresa Sonorgás, SA Relatório de Qualidade de Serviço do Sector do Gás Natural da Empresa Sonorgás, SA Sonorgás Sociedade de Gás do Norte, S.A. [Escrever o nome da empresa] SBernardino Ano Gás 2009/2010 Índice 1 Introdução...

Leia mais

RELATÓRIO DE QUALIDADE DE SERVIÇO ANO 2014. GALP POWER, SA Comercializadora

RELATÓRIO DE QUALIDADE DE SERVIÇO ANO 2014. GALP POWER, SA Comercializadora RELATÓRIO DE QUALIDADE DE SERVIÇO ANO 2014, SA Comercializadora ÍNDICE 1. Sumário Executivo... 2 2. Indicadores Gerais de Natureza Comercial... 3 2.1. Tempo de Espera no Atendimento Presencial... 3 2.2.

Leia mais

CONDIÇÕES GERAIS. 3. Os comercializadores são responsáveis pelo cumprimento das obrigações decorrentes do acesso à RNTGN por parte dos seus clientes.

CONDIÇÕES GERAIS. 3. Os comercializadores são responsáveis pelo cumprimento das obrigações decorrentes do acesso à RNTGN por parte dos seus clientes. CONDIÇÕES GERAIS Cláusula 1ª Definições e siglas No âmbito do presente Contrato de Uso da Rede de Transporte, entende-se por: a) «Contrato» o presente contrato de uso da rede de transporte; b) «Agente

Leia mais

REGULAMENTO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SETOR DO GÁS NATURAL

REGULAMENTO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SETOR DO GÁS NATURAL REGULAMENTO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SETOR DO GÁS NATURAL Abril 2013 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 21 303 32 00 Fax: 21 303 32

Leia mais

REGULAMENTO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SECTOR DO GÁS NATURAL

REGULAMENTO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SECTOR DO GÁS NATURAL REGULAMENTO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SECTOR DO GÁS NATURAL Setembro 2006 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 21 303 32 00 Fax: 21 303

Leia mais

RELATÓRIO DA QUALIDADE DE SERVIÇO ANO GÁS 2011-2012

RELATÓRIO DA QUALIDADE DE SERVIÇO ANO GÁS 2011-2012 RELATÓRIO DA QUALIDADE DE SERVIÇO ANO GÁS 2011-2012 Novembro 2012 Índice SUMÁRIO EXECUTIVO... 3 INTRODUÇÃO... 4 CONTINUIDADE DE SERVIÇO E INCIDENTES MAIS SIGNIFICATIVOS... 5 CARACTERÍSTICAS DO GÁS NATURAL...

Leia mais

www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Distribuição, S.A.

www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Distribuição, S.A. www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Distribuição, S.A. Janeiro 2014 Enquadramento A promoção da melhoria contínua da qualidade de serviço no âmbito

Leia mais

REVISÃO DO REGULAMENTO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO GÁS NATURAL. Documento Justificativo

REVISÃO DO REGULAMENTO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO GÁS NATURAL. Documento Justificativo REVISÃO DO REGULAMENTO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO GÁS NATURAL Documento Justificativo Outubro 2009 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente e

Leia mais

ACERTOS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA

ACERTOS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA ACERTOS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA Parecer interpretativo da ERSE (ao abrigo do artigo 290.º do Regulamento de Relações Comerciais) Julho de 2005 ACERTOS DE FACTURAÇÃO DE ENERGIA ELÉCTRICA Parecer

Leia mais

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DIRECTIVA N.º 3/2011

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DIRECTIVA N.º 3/2011 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DIRECTIVA N.º 3/2011 Condições gerais dos contratos de uso das redes de distribuição e de transporte de gás natural e procedimentos para a interrupção e o restabelecimento

Leia mais

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. Directiva n.º 3/2011

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. Directiva n.º 3/2011 39846 Diário da República, 2.ª série N.º 193 7 de Outubro de 2011 PARTE E ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Directiva n.º 3/2011 Condições gerais dos contratos de uso das redes de distribuição

Leia mais

Diário da República, 2.ª série N.º 13 19 de Janeiro de 2011 3935

Diário da República, 2.ª série N.º 13 19 de Janeiro de 2011 3935 Diário da República, 2.ª série N.º 13 19 de Janeiro de 2011 3935 Despacho n.º 1550/2011 A mais recente revisão regulamentar do sector do gás natural, concretizada através do Despacho n.º 4878/2010, de

Leia mais

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS.

PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO INFRA-ESTRUTURAS DAS. Documento Justificativo ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. PROPOSTA DE REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS Documento Justificativo Fevereiro de 2007 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel:

Leia mais

QUALIDADE DE SERVIÇO DE NATUREZA TÉCNICA NO SECTOR ELÉCTRICO

QUALIDADE DE SERVIÇO DE NATUREZA TÉCNICA NO SECTOR ELÉCTRICO QUALIDADE DE SERVIÇO TÉCNICA A qualidade de serviço de natureza técnica no sector eléctrico está associada à análise dos seguintes aspectos: Fiabilidade do fornecimento da energia eléctrica (continuidade

Leia mais

RELATÓRIO DE QUALIDADE E SERVIÇO

RELATÓRIO DE QUALIDADE E SERVIÇO 1. ENQUADRAMENTO 2. QUALIDADE DE SERVIÇO TÉCNICO Art 15º - Indicadores Gerais de Natureza Técnica 2.1. Número Médio de Interrupções por Clientes 2.2. Duração média das Interrupções por Cliente (min/cl)

Leia mais

RELATÓRIO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SECTOR DO GÁS NATURAL ANO GÁS 2009-2010

RELATÓRIO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SECTOR DO GÁS NATURAL ANO GÁS 2009-2010 RELATÓRIO DA QUALIDADE DE SERVIÇO DO SECTOR DO GÁS NATURAL ANO GÁS 2009-2010 Março 2011 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente e verso Rua Dom

Leia mais

Caderno de Encargos Do Procedimento por Negociação, com publicação prévia de Anúncio

Caderno de Encargos Do Procedimento por Negociação, com publicação prévia de Anúncio Caderno de Encargos Do Procedimento por Negociação, com publicação prévia de Anúncio para celebração de contrato de cedência de utilização de diversos espaços, em edifícios municipais, para instalação

Leia mais

CONTRATO DE AQUISIÇÃO DE DIREITOS DE UTILIZAÇÃO DE CAPACIDADE DE INTERLIGAÇÃO VIP PORTUGAL-ESPANHA

CONTRATO DE AQUISIÇÃO DE DIREITOS DE UTILIZAÇÃO DE CAPACIDADE DE INTERLIGAÇÃO VIP PORTUGAL-ESPANHA CONTRATO DE AQUISIÇÃO DE DIREITOS DE UTILIZAÇÃO DE CAPACIDADE DE INTERLIGAÇÃO VIP PORTUGAL-ESPANHA ENTRE REN - GASODUTOS, S.A., na qualidade de concessionária da Rede Nacional de Transporte de Gás Natural

Leia mais

Regulamento das condições de utilização da Infraestrutura da RIS para efeitos de manutenção remota. Artigo 1º. Objeto

Regulamento das condições de utilização da Infraestrutura da RIS para efeitos de manutenção remota. Artigo 1º. Objeto Regulamento das condições de utilização da Infraestrutura da RIS para efeitos de manutenção remota Artigo 1º Objeto O presente regulamento define as condições de acesso e utilização da infraestrutura da

Leia mais

TARIFÁRIO DE VENDA DE ENERGIA ELÉCTRICA A CLIENTES FINAIS 2011

TARIFÁRIO DE VENDA DE ENERGIA ELÉCTRICA A CLIENTES FINAIS 2011 TARIFÁRIO DE VENDA DE ENERGIA ELÉCTRICA A CLIENTES FINAIS 2011 Despacho nº 15/2010 da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos, RT Regulamento tarifário RRC Regulamento de Relações comerciais Tarifário

Leia mais

www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A.

www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A. www.pwc.pt Auditoria nos termos do Regulamento da Qualidade de Serviço Relatório resumo EDP Serviço Universal, S.A. Janeiro 2014 Enquadramento A promoção da melhoria contínua da qualidade de serviço no

Leia mais

GUIA DO CONSUMIDOR DE ELECTRICIDADE NO MERCADO LIBERALIZADO

GUIA DO CONSUMIDOR DE ELECTRICIDADE NO MERCADO LIBERALIZADO GUIA DO CONSUMIDOR DE ELECTRICIDADE NO MERCADO LIBERALIZADO RESPOSTA ÀS QUESTÕES MAIS FREQUENTES Agosto 2006 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa

Leia mais

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007

Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Restituição de cauções aos consumidores de electricidade e de gás natural Outubro de 2007 Ponto de situação em 31 de Outubro de 2007 As listas de consumidores com direito à restituição de caução foram

Leia mais

Análise da proposta de. condições gerais do. Contrato de Uso das Redes - RARI

Análise da proposta de. condições gerais do. Contrato de Uso das Redes - RARI Análise da proposta de condições gerais do Contrato de Uso das Redes - RARI Junho de 2006 Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 21 303 32 00 Fax: 21 303 32 01 e-mail: erse@erse.pt www.erse.pt

Leia mais

Ligações às redes de energia eléctrica. Setembro de 2011

Ligações às redes de energia eléctrica. Setembro de 2011 Ligações às redes de energia eléctrica Setembro de 2011 Índice Competências da ERSE Princípios e conceitos gerais Potência requisitada Procedimentos para ligação de uma instalação à rede Ponto de ligação

Leia mais

Cláusulas gerais de fornecimento de gás e/ou eletricidade em mercado livre - segmento residencial e pequenos negócios

Cláusulas gerais de fornecimento de gás e/ou eletricidade em mercado livre - segmento residencial e pequenos negócios Cláusulas gerais de fornecimento de gás e/ou eletricidade em mercado livre - segmento residencial e pequenos negócios Cláusulas gerais de fornecimento de gás e/ou eletricidade em mercado livre - segmento

Leia mais

FW: Questões no âmbito da 42 Consulta Pública

FW: Questões no âmbito da 42 Consulta Pública Alexandra Paulo De: ERSE Enviado: quinta-feira, 20 de Dezembro de 2012 10:27 Para: Revisao Regulamento Gas Natural 2012 Assunto: FW: Questões no âmbito da 42 Consulta Pública Sinal. de seguimento: Estado

Leia mais

Mercado liberalizado da eletricidade e do gás natural. Guia Prático: perguntas com respostas

Mercado liberalizado da eletricidade e do gás natural. Guia Prático: perguntas com respostas Mercado liberalizado da eletricidade e do gás natural Guia Prático: perguntas com respostas Nota introdutória A liberalização dos mercados de eletricidade e do gás natural e a sequente extinção das tarifas

Leia mais

SISTEMA DE INTEGRADO DE GESTÃO DE INSCRITOS EM CIRURGIA - SIGIC - INDICADORES

SISTEMA DE INTEGRADO DE GESTÃO DE INSCRITOS EM CIRURGIA - SIGIC - INDICADORES SISTEMA DE INTEGRADO DE GESTÃO DE INSCRITOS EM CIRURGIA - SIGIC - I Introdução INDICADORES O SIGIC é um sistema regulador da actividade cirúrgica programada que visa melhorar o acesso à prestação de cuidados

Leia mais

GUIA DO CONSUMIDOR DE ELECTRICIDADE NO MERCADO LIBERALIZADO

GUIA DO CONSUMIDOR DE ELECTRICIDADE NO MERCADO LIBERALIZADO GUIA DO CONSUMIDOR DE ELECTRICIDADE NO MERCADO LIBERALIZADO RESPOSTA ÀS QUESTÕES MAIS FREQUENTES Dezembro 2010 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113

Leia mais

Ligações às redes de energia eléctrica de instalações consumidoras (em vigor a partir de 12 de maio de 2013)

Ligações às redes de energia eléctrica de instalações consumidoras (em vigor a partir de 12 de maio de 2013) Ligações às redes de energia eléctrica de instalações consumidoras (em vigor a partir de 12 de maio de 2013) Novembro de 2012 Índice Competências da ERSE Princípios e conceitos gerais Potência requisitada

Leia mais

CONTRATO TIPO DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉCTRICA PARA CLIENTES EM BTN

CONTRATO TIPO DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉCTRICA PARA CLIENTES EM BTN CONTRATO TIPO DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉCTRICA PARA CLIENTES EM BTN CONDIÇÕES GERAIS 1ª - Objecto do Contrato. Obrigações de serviço público e de serviço universal 1. O presente Contrato tem por objecto

Leia mais

RECOMENDAÇÃO N.º 1/2013 INFORMAÇÃO DO IMPOSTO ESPECIAL DE CONSUMO NA FATURA DE GÁS NATURAL

RECOMENDAÇÃO N.º 1/2013 INFORMAÇÃO DO IMPOSTO ESPECIAL DE CONSUMO NA FATURA DE GÁS NATURAL RECOMENDAÇÃO N.º 1/2013 INFORMAÇÃO DO IMPOSTO ESPECIAL DE CONSUMO NA FATURA DE GÁS NATURAL Janeiro 2013 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Este documento está preparado para impressão em frente

Leia mais

O período anual de férias tem a duração de 22 dias úteis, considerando-se úteis os dias de 2f.ª a 6f.ª, com excepção dos feriados.

O período anual de férias tem a duração de 22 dias úteis, considerando-se úteis os dias de 2f.ª a 6f.ª, com excepção dos feriados. TRABALHADORES EM CONTRATO INDIVIDUAL DE TRABALHO Lei 7/2009, de 12 de Fevereiro 1. Férias 1.1. Qual a duração do período de férias? O período anual de férias tem a duração de 22 dias úteis, considerando-se

Leia mais

REGULAMENTO DE BENEFÍCIOS do Montepio Geral Associação Mutualista Título II DISPOSIÇÕES PARTICULARES - MODALIDADES INDIVIDUAIS

REGULAMENTO DE BENEFÍCIOS do Montepio Geral Associação Mutualista Título II DISPOSIÇÕES PARTICULARES - MODALIDADES INDIVIDUAIS Artigo 1.º (Definições e Interpretação) 1. Nesta Secção, os termos e expressões iniciados por maiúsculas têm o significado que lhes é atribuído no Título VI (Glossário) do Regulamento. 2. Em caso de conflito

Leia mais

REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO

REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO REGULAMENTO DE SEMINÁRIO / ESTÁGIO DA LICENCIATURA EM ENGENHARIA ELECTROTÉCNICA E DE COMPUTADORES PREÂMBULO A disciplina de Seminário/Estágio, do 3º ano da Licenciatura em Engenharia Electrotécnica e de

Leia mais

Regulamento de Horário de Funcionamento e de Atendimento e Horário de Trabalho da Secretaria-Geral da Presidência da República

Regulamento de Horário de Funcionamento e de Atendimento e Horário de Trabalho da Secretaria-Geral da Presidência da República Regulamento de Horário de Funcionamento e de Atendimento e Horário de Trabalho da Secretaria-Geral da Presidência da República Considerando a necessidade de proporcionar aos Serviços da Secretaria-Geral,

Leia mais

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. Diretiva n.º 20/2013. Parâmetros de Regulação da Qualidade de Serviço do setor elétrico

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS. Diretiva n.º 20/2013. Parâmetros de Regulação da Qualidade de Serviço do setor elétrico Diário da República, 2.ª série N.º 227 22 de novembro de 2013 34305 PARTE E ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Diretiva n.º 20/2013 Parâmetros de Regulação da Qualidade de Serviço do setor elétrico

Leia mais

V A L E I N O V A Ç Ã O Page 1 VALE INOVAÇÃO (PROJETOS SIMPLIFICADOS DE INOVAÇÃO)

V A L E I N O V A Ç Ã O Page 1 VALE INOVAÇÃO (PROJETOS SIMPLIFICADOS DE INOVAÇÃO) V A L E I N O V A Ç Ã O Page 1 VALE INOVAÇÃO (PROJETOS SIMPLIFICADOS DE INOVAÇÃO) Março 2015 V A L E INO V A Ç Ã O Pag. 2 ÍNDICE 1. Enquadramento... 3 2. Objetivo Específico... 3 3. Tipologia de Projetos...

Leia mais

REGULAMENTO DE BENEFÍCIOS do Montepio Geral Associação Mutualista Título II DISPOSIÇÕES PARTICULARES - MODALIDADES INDIVIDUAIS

REGULAMENTO DE BENEFÍCIOS do Montepio Geral Associação Mutualista Título II DISPOSIÇÕES PARTICULARES - MODALIDADES INDIVIDUAIS Artigo 1.º (Definições e Interpretação) 1. Nesta Secção, os termos e expressões iniciados por maiúsculas têm o significado que lhes é atribuído no Título VI (Glossário) do Regulamento. 2. Em caso de conflito

Leia mais

Fw: Mailing List ERSE: ERSE lança consulta pública sobre revisão do Regulamento da Qualidade de Serviço do Setor Elétrico_R-Técnicos/1160 Anexos:

Fw: Mailing List ERSE: ERSE lança consulta pública sobre revisão do Regulamento da Qualidade de Serviço do Setor Elétrico_R-Técnicos/1160 Anexos: Maria Moura De: João Aguiar [Joao.Aguiar@edp.pt] Enviado: segunda-feira, 15 de Julho de 2013 12:51 Para: rqseletricidade2013 Assunto: Fw: Mailing List ERSE: ERSE lança consulta pública sobre revisão do

Leia mais

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com

PT PRIME - Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, S.A., pessoa colectiva nº 502 840 757, com Prime Soluções Empresariais SEDE: Rua de Entrecampos, 28, 1749-076 Lisboa Nº de Pessoa Colectiva 502 M 757 - N' de Matricula 08537 C.R.C.L Capital Social de EUR.; 30 000 000. I/ -I- CONTRATO DE PRESTAÇÃO

Leia mais

ERSE Audição Pública sobre os Regulamentos do Sector do Gás Natural. Lisboa, 26 de Julho de 2006

ERSE Audição Pública sobre os Regulamentos do Sector do Gás Natural. Lisboa, 26 de Julho de 2006 ERSE Audição Pública sobre os Regulamentos do Sector do Gás Natural Lisboa, 26 de Julho de 2006 O ponto de vista de uma Distribuidora Modelo proposto a Distribuidora apresenta um plano de desenvolvimento

Leia mais

Regulamento da Qualidade de Serviço

Regulamento da Qualidade de Serviço Regulamento da Qualidade de erviço CAPÍTULO I Disposições gerais ECÇÃO I Objecto, campo de aplicação e definições Artigo 1.º Objecto O presente Regulamento estabelece os padrões mínimos de qualidade, de

Leia mais

MECANISMO DE ATRIBUIÇÃO DA CAPACIDADE NO ARMAZENAMENTO

MECANISMO DE ATRIBUIÇÃO DA CAPACIDADE NO ARMAZENAMENTO MECANISMO DE ATRIBUIÇÃO DA CAPACIDADE NO ARMAZENAMENTO SUBTERRÂNEO DE GÁS NATURAL FEVEREIRO 2008 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel.: 21

Leia mais

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DESPACHO N.º 5/2010 O Regulamento Tarifário do Sector do Gás Natural (RT), com a última redacção que lhe foi dada pelo Despacho n.º 4 878/2010, publicado no

Leia mais

do Orçamento Familiar

do Orçamento Familiar Iniciativa Sessões de esclarecimento para consumidores Parceria Gestão MUDAR DE COMERCIALIZADOR DE ELETRICIDADE E GÁS NATURAL do Orçamento Familiar Susana Correia Olhão 4, Fevereiro de 2013 Liberalização

Leia mais

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º

ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Redacção anterior Nova redação DL 64/2012 Artigo 9.º ALTERAÇÕES AO REGIME DO DESEMPREGO (comparação artigo a artigo) Artigo 9.º Artigo 9.º Desemprego involuntário Desemprego involuntário 1 - O desemprego considera-se involuntário sempre que a cessação do

Leia mais

BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE

BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE ANEXO III DISPOSIÇÕES ESPECÍFICAS BOLSA INTERNACIONAL DE ENTRADA MARIE CURIE III. 1 - Definições FASE DE ENTRADA Para além das previstas no artigo II.1, aplicam-se à presente convenção de subvenção as

Leia mais

VALOR GARANTIDO VIVACAPIXXI

VALOR GARANTIDO VIVACAPIXXI VALOR GARANTIDO VIVACAPIXXI CONDIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I GENERALIDADES ARTº 1º - DEFINIÇÕES 1. Para os efeitos do presente contrato, considera-se: a) Companhia - a entidade seguradora,, que subscreve com

Leia mais

Que tipo de trabalhadores se encontra abrangido pelo seguro de acidentes de trabalho por conta de outrem?

Que tipo de trabalhadores se encontra abrangido pelo seguro de acidentes de trabalho por conta de outrem? Qual a importância do seguro de acidentes de trabalho? Desde 1913 que é reconhecida em Portugal a obrigatoriedade de as entidades empregadoras repararem as consequências dos acidentes de trabalho sofridos

Leia mais

BTN (Baixa Tensão normal)

BTN (Baixa Tensão normal) CONTRATO DE FORNECIMENTO DE ENERGIA ELÉCTRICA EM BTN (Baixa Tensão normal) CONDIÇÕES GERAIS 1ª - Objecto do Contrato. 1. O presente Contrato tem por objecto o fornecimento de energia eléctrica pela EDP

Leia mais

Gestão dos Processos de Interrupção e Restabelecimento do Fornecimento a Clientes Finais

Gestão dos Processos de Interrupção e Restabelecimento do Fornecimento a Clientes Finais Gestão dos Processos de Interrupção e Restabelecimento do Fornecimento a s Finais Os processos de interrupção e restabelecimento do de energia elétrica a clientes finais têm por base o contrato de uso

Leia mais

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS

ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS DESPACHO N.º 7 094/2011 Através do despacho n.º 9 178/2008, de 28 de Março, foram aprovadas pela ERSE as condições gerais que integram o contrato de fornecimento

Leia mais

TAXA GARANTIDA 3ª SÉRIE

TAXA GARANTIDA 3ª SÉRIE TAXA GARANTIDA 3ª SÉRIE PROSPECTO SIMPLIFICADO ICAE INSTRUMENTO DE CAPTAÇÃO DE AFORRO ESTRUTURADO (NÃO NORMALIZADO) Os elementos constantes deste Prospecto Simplificado reportam-se a 30 de Abril de 2009

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA. Março de 2015 4ª Edição

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA. Março de 2015 4ª Edição REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA Março de 2015 4ª Edição Índice 1 O DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO... 3 1.1. POLÍTICA E ESTRATÉGIA... 3 1.2. ESTRUTURA... 3 2 CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO DA

Leia mais

REGULAMENTO DE BENEFÍCIOS. Capítulo I - Disposições Gerais... 2. Capítulo II... 4. Secção I - Serviços de Saúde... 4

REGULAMENTO DE BENEFÍCIOS. Capítulo I - Disposições Gerais... 2. Capítulo II... 4. Secção I - Serviços de Saúde... 4 REGULAMENTO DE BENEFÍCIOS Capítulo I - Disposições Gerais... 2 Capítulo II... 4 Secção I - Serviços de Saúde... 4 Secção II - Complementos de Reforma... 5 Capítulo III - Benefícios suportados pelo Fundo

Leia mais

Vendas pela Internet, televisão, telefone, fax ou catálogos

Vendas pela Internet, televisão, telefone, fax ou catálogos Vendas pela Internet, televisão, telefone, fax ou catálogos Para assegurar os direitos dos consumidores relativos à informação dos produtos e identidade do vendedor, as empresas têm de cumprir regras sobre

Leia mais

CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉCTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO

CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉCTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO CONTRATO DE COMPRA DE ENERGIA ELÉCTRICA UNIDADES DE MICROPRODUÇÃO Entre F.., residente em.com o número de contribuinte, [ou 1 ] F..., com sede em,, com o capital social de. euros, matriculada na Conservatória

Leia mais

Condições contratuais gerais TVCABO?

Condições contratuais gerais TVCABO? Condições contratuais gerais TVCABO? 1. OBJECTO 1.1. As presentes Condições Gerais regulam, em conjunto com os seus Anexos e os demais elementos referidos nas mesmas (conjuntamente Condições dos Produtos

Leia mais

GUIA DO CONSUMIDOR DE ÁGUA

GUIA DO CONSUMIDOR DE ÁGUA Infomail GUIA DO CONSUMIDOR DE ÁGUA Índice Prestação do serviço de abastecimento de água Está sujeita a regras especiais? É obrigatória? O que é necessário? Como se processa a ligação à rede pública? Quem

Leia mais

Perguntas e respostas frequentes. Extinção das Tarifas Reguladas Eletricidade e Gás Natural

Perguntas e respostas frequentes. Extinção das Tarifas Reguladas Eletricidade e Gás Natural Perguntas e respostas frequentes Extinção das Tarifas Reguladas Eletricidade e Gás Natural 1. O que significa a extinção das tarifas reguladas? A extinção de tarifas reguladas significa que os preços de

Leia mais

RESUMO DAS CONDIÇÕES GERAIS EM PODER DA UNICRE SEGURO ONCOLOGIA APÓLICE Nº 3052 - DOENÇA GRUPO ARTIGO PRELIMINAR

RESUMO DAS CONDIÇÕES GERAIS EM PODER DA UNICRE SEGURO ONCOLOGIA APÓLICE Nº 3052 - DOENÇA GRUPO ARTIGO PRELIMINAR RESUMO DAS CONDIÇÕES GERAIS EM PODER DA UNICRE SEGURO ONCOLOGIA APÓLICE Nº 3052 - DOENÇA GRUPO ARTIGO PRELIMINAR O contrato de seguro estabelecido entre a GROUPAMA SEGUROS, S.A., adiante designada por

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Entre Primeira Contraente: Fundação de Serralves, pessoa colectiva de direito privado nº 502266643, instituída pelo Decreto-Lei nº 240-A/89, de 27 de Julho, com sede na

Leia mais

Despacho n.º 28777/2008, de 10 de Novembro Série II n.º 218

Despacho n.º 28777/2008, de 10 de Novembro Série II n.º 218 Despacho n.º 28777/2008, de 10 de Novembro Série II n.º 218 Regulamento de horário de trabalho aplicável aos trabalhadores da DGCI que prestam serviço no Edifício Satélite 1 - Em conformidade com o disposto

Leia mais

REGRAS PARA A CONCESSÃO DO ESTATUTO DE TRABALHADOR- ESTUDANTE. Artigo 1.º (Valorização pessoal e profissional)

REGRAS PARA A CONCESSÃO DO ESTATUTO DE TRABALHADOR- ESTUDANTE. Artigo 1.º (Valorização pessoal e profissional) REGRAS PARA A CONCESSÃO DO ESTATUTO DE TRABALHADOR- ESTUDANTE Artigo 1.º (Valorização pessoal e profissional) 1. A ERC compromete-se a criar as necessárias condições por forma a proporcionar iguais oportunidades

Leia mais

CÓDIGOS ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE ACESSO E DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE ORGANIZAÇÃO DE CAMPOS DE FÉRIAS

CÓDIGOS ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE ACESSO E DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE ORGANIZAÇÃO DE CAMPOS DE FÉRIAS CÓDIGOS ESTABELECE O REGIME JURÍDICO DE ACESSO E DE EXERCÍCIO DA ACTIVIDADE DE ORGANIZAÇÃO DE CAMPOS DE FÉRIAS TERMOS DE DISPONIBILIZAÇÃO E DE UTILIZAÇÃO A selecção dos textos legislativos disponibilizados

Leia mais

Regulamento Interno de Duração e Organização do Tempo de Trabalho da Direcção-Geral da Política de Justiça do Ministério da Justiça

Regulamento Interno de Duração e Organização do Tempo de Trabalho da Direcção-Geral da Política de Justiça do Ministério da Justiça Regulamento Interno de Duração e Organização do Tempo de Trabalho da Direcção-Geral da Política de Justiça do Ministério da Justiça Capítulo I Disposições gerais Artigo 1.º (Objecto e âmbito de aplicação)

Leia mais

Projecto ApoiarMicro - REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO

Projecto ApoiarMicro - REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO Regulamento de Funcionamento Preâmbulo Tendo como principal objectivo fomentar o empreendedorismo na Região da Lezíria do Tejo, a NERSANT Associação Empresarial em parceria com a Comunidade Intermunicipal

Leia mais

PROCEDIMENTOS DE MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR - CONSULTA PÚBLICA -

PROCEDIMENTOS DE MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR - CONSULTA PÚBLICA - PROCEDIMENTOS DE MUDANÇA DE COMERCIALIZADOR - CONSULTA PÚBLICA - 1. ENQUADRAMENTO Na sequência da consulta pública acima mencionada, promovida conjuntamente pelos reguladores português e espanhol, vem

Leia mais

I. Em primeiro lugar apresente a queixa à instituição seguradora autorizada

I. Em primeiro lugar apresente a queixa à instituição seguradora autorizada DECLARAÇÃO DE POLÍTICA A PROSSEGUIR NO TRATAMENTO DE QUEIXAS CONTRA SEGURADORAS, MEDIADORES DE SEGUROS E SOCIEDADES GESTORAS DE FUNDOS DE PENSÕES DE DIREITO PRIVADO Introdução 1. Ao abrigo do Estatuto

Leia mais

REGULAMENTO HORÁRIO DE TRABALHO (Aprovado na reunião do Executivo Municipal de 10/12/2007)

REGULAMENTO HORÁRIO DE TRABALHO (Aprovado na reunião do Executivo Municipal de 10/12/2007) REGULAMENTO HORÁRIO DE TRABALHO (Aprovado na reunião do Executivo Municipal de 10/12/2007) CAPÍTULO I NORMAS GERAIS Artigo 1.º Legislação Habilitante Lei nº 23/2004, de 22 de Junho; Decreto-Lei nº 100/99.

Leia mais

Condições de Oferta dos Serviços STV

Condições de Oferta dos Serviços STV Condições de Oferta dos Serviços STV ÍNDICE 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRESTADOR...2 2. INFORMAÇÃO SOBRE OS SERVIÇOS DE COMUNICAÇÕES ELETRÓNICAS ACESSÍVEIS AO PÚBLICO... 2 2.1) SERVIÇO DE TELEFONE VOZ FIXA...

Leia mais

REGULAMENTO N.º Procede à alteração do Regulamento n.º 46/2005, sobre qualidade de serviço.

REGULAMENTO N.º Procede à alteração do Regulamento n.º 46/2005, sobre qualidade de serviço. http://www.anacom.pt/template31.jsp?categoryid=208743 Deliberação de 4.10.2006 REGULAMENTO N.º Procede à alteração do Regulamento n.º 46/2005, sobre qualidade de serviço. O Regulamento n.º 46/2005, de

Leia mais

Contrato de Fornecimento de Energia Elétrica Para Cooperantes / Clientes em BTE ao abrigo do regime do mercado liberalizado

Contrato de Fornecimento de Energia Elétrica Para Cooperantes / Clientes em BTE ao abrigo do regime do mercado liberalizado Cooperativa Elétrica de Loureiro, C.R.L. Contrato de Fornecimento de Energia Elétrica Para Cooperantes / Clientes em BTE ao abrigo do regime do mercado liberalizado Condições Gerais: 1ª Objeto do contrato.

Leia mais

LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2012. Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro

LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2012. Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro LEI DO ORÇAMENTO DE ESTADO PARA 2012 Lei n.º 64-B/2011, de 30 de Dezembro Principais normas aplicáveis aos Municípios Este é um documento de trabalho que pretende agregar as principais normas aplicáveis

Leia mais

LEI N.º 23/96, DE 26 DE JULHO, ALTERADA PELA LEI N. O 12/2008, DE 26 DE FEVEREIRO, E PELA LEI N. O 24/2008, DE 2 DE JUNHO Serviços públicos essenciais

LEI N.º 23/96, DE 26 DE JULHO, ALTERADA PELA LEI N. O 12/2008, DE 26 DE FEVEREIRO, E PELA LEI N. O 24/2008, DE 2 DE JUNHO Serviços públicos essenciais LEI N.º 23/96, DE 26 DE JULHO, ALTERADA PELA LEI N. O 12/2008, DE 26 DE FEVEREIRO, E PELA LEI N. O 24/2008, DE 2 DE JUNHO Serviços públicos essenciais Artigo 1.º Objecto e âmbito 1 A presente lei consagra

Leia mais

Contrato de Fornecimento de Energia Eléctrica Para Cooperantes / Clientes em BTN ao abrigo do regime do mercado liberalizado

Contrato de Fornecimento de Energia Eléctrica Para Cooperantes / Clientes em BTN ao abrigo do regime do mercado liberalizado Cooperativa Eléctrica de Loureiro, C.R.L. Contrato de Fornecimento de Energia Eléctrica Para Cooperantes / Clientes em BTN ao abrigo do regime do mercado liberalizado Condições Gerais: 1ª Objeto do contrato.

Leia mais

f) Processamentos de dados em baixa tensão, designadamente estimativas de consumo e metodologia de aplicação de perfis de consumo.

f) Processamentos de dados em baixa tensão, designadamente estimativas de consumo e metodologia de aplicação de perfis de consumo. NOTA INFORMATIVA RELATIVA AO DESPACHO N.º 2/2007 QUE APROVA O GUIA DE MEDIÇÃO, LEITURA E DISPONIBILIZAÇÃO DE DADOS O Regulamento de Relações Comerciais (RRC) aprovado através do despacho da Entidade Reguladora

Leia mais

Dados estatísticos sobre energia eléctrica e gás natural referentes ao 3º trimestre

Dados estatísticos sobre energia eléctrica e gás natural referentes ao 3º trimestre Dados estatísticos sobre e gás natural referentes ao 3º trimestre De acordo com as estatísticas referentes ao 3.º trimestre de 2010, a carga máxima da rede subiu 3,67%, ou seja, 690,96 MW, comparativamente

Leia mais

Lei n. o 7/2013. Regime jurídico da promessa de transmissão. de edifícios em construção. Breve introdução

Lei n. o 7/2013. Regime jurídico da promessa de transmissão. de edifícios em construção. Breve introdução Lei n. o 7/2013 Regime jurídico da promessa de transmissão de edifícios em construção Breve introdução 1. O que regula essencialmente o Regime jurídico da promessa de transmissão de edifícios em construção?

Leia mais

1. Prestação do serviço de reboque ao abrigo da cobertura de assistência em viagem

1. Prestação do serviço de reboque ao abrigo da cobertura de assistência em viagem Estimado(a) Cliente, É com grande satisfação que a Açoreana Seguros, S.A. lhe dá as boas-vindas ao Pontual Auto. Estamos seguros que o nosso serviço vai fazer toda a diferença. Junto encontra a informação

Leia mais

REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS

REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS REGULAMENTO DE OPERAÇÃO DAS INFRA-ESTRUTURAS DO SECTOR DO GÁS NATURAL Fevereiro 2010 ENTIDADE REGULADORA DOS SERVIÇOS ENERGÉTICOS Rua Dom Cristóvão da Gama n.º 1-3.º 1400-113 Lisboa Tel: 213 033 200 Fax:

Leia mais

ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE. Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto (Aprova o Código do Trabalho)

ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE. Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto (Aprova o Código do Trabalho) ESTATUTO DO TRABALHADOR-ESTUDANTE Lei n.º 99/2003, de 27 de Agosto (Aprova o Código do Trabalho) Artigo 17.º (Trabalhador-estudante) O disposto nos artigos 81.º e 84.º do Código do Trabalho assim como

Leia mais

Condições Gerais de Prestação do Serviço Telefónico Acessível ao Público num Local Fixo através de Cartão Virtual de Chamadas 1.

Condições Gerais de Prestação do Serviço Telefónico Acessível ao Público num Local Fixo através de Cartão Virtual de Chamadas 1. Condições Gerais de Prestação do Serviço Telefónico Acessível ao Público num Local Fixo através de Cartão Virtual de Chamadas da MEO - Serviços de Comunicações e Multimédia, S.A., com sede na Av. Fontes

Leia mais

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS. Nota justificativa

PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS. Nota justificativa PROJECTO DE REGULAMENTO MUNICIPAL DE ATRIBUIÇÃO DE APOIOS FINANCEIROS E NÃO FINANCEIROS Nota justificativa A prossecução do interesse público municipal nas áreas da cultura, da acção social, das actividades

Leia mais

7010 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 287 9 de Dezembro de 2004 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA

7010 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 287 9 de Dezembro de 2004 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA 7010 DIÁRIO DA REPÚBLICA I SÉRIE-B N. o 287 9 de Dezembro de 2004 REGIÃO AUTÓNOMA DA MADEIRA Presidência do Governo Decreto Regulamentar Regional n. o 15/2004/M Aprova o Regulamento da Qualidade de Serviço

Leia mais

Acordo colectivo de trabalho n.º 8/2010

Acordo colectivo de trabalho n.º 8/2010 Acordo colectivo de trabalho n.º 8/2010 Acordo colectivo de entidade empregadora pública celebrado entre a Federação Nacional dos Sindicatos da Função Pública e a Administração Central do Sistema de Saúde,

Leia mais

CONDIÇÕES DE VENDA. 1. Prazo de entrega O prazo de entrega é o referido na confirmação da encomenda, salvo acordo em contrário.

CONDIÇÕES DE VENDA. 1. Prazo de entrega O prazo de entrega é o referido na confirmação da encomenda, salvo acordo em contrário. CONDIÇÕES DE VENDA A venda de produtos da Portucel Soporcel Fine Paper S.A. ( vendedor ) é regulada pelas condições abaixo descritas, em conformidade com as práticas em vigor na indústria e comércio de

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 835

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 835 Directriz de Revisão/Auditoria 835 Abril de 2006 Certificação do Relatório Anual sobre os Instrumentos de Captação de Aforro Estruturados (ICAE) no Âmbito da Actividade Seguradora Índice INTRODUÇÃO 1 4

Leia mais

ELETRICIDADE GÁS NATURAL

ELETRICIDADE GÁS NATURAL PEDIDO DE CONTRATO PLANO ENERGIA 3 Condições Particulares de Fornecimento de Eletricidade e/ou Gás Natural em Mercado Livre - Segmento Particulares CONDIÇÕES PARTICULARES - PLANO ENERGIA 3 1. Todas as

Leia mais

DESTAQUE I. INTRODUÇÃO

DESTAQUE I. INTRODUÇÃO DESTAQUE Maio de 2011 REGIME JURÍDICO DAS AGÊNCIAS DE VIAGENS E TURISMO DECRETO-LEI N.º 61/2011, DE 6 DE MAIO I. INTRODUÇÃO A presente nota incide sobre as principais alterações introduzidas no regime

Leia mais

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS

A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS A QUEM PODE DAR ORDENS PARA INVESTIMENTO COMO E ONDE SÃO EXECUTADAS NOVEMBRO DE 2007 CMVM A 1 de Novembro de 2007 o

Leia mais

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Despacho n.º 341/2015 de 6 de Fevereiro de 2015

S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Despacho n.º 341/2015 de 6 de Fevereiro de 2015 S.R. DA EDUCAÇÃO E CULTURA Despacho n.º 341/2015 de 6 de Fevereiro de 2015 Considerando que nos termos do disposto na Lei Geral do Trabalho em Funções Públicas o empregador público deve elaborar regulamentos

Leia mais

GERAIS DOS PRODUTOS E SERVIÇOS ZON 51, 9000-090 1. OBJECTO

GERAIS DOS PRODUTOS E SERVIÇOS ZON 51, 9000-090 1. OBJECTO CONDIÇÕES GERAIS DOS PRODUTOS E SERVIÇOS ZON Madeira 1. OBJECTO 1.1 As presentes Condições Gerais regulam, em conjunto com os seus Anexos e os demais elementos referidos nas mesmas (conjuntamente Condições

Leia mais

CONTRATO DE BOLSA Entre FUNDAÇÃO BIAL . Considerando I. II. III. IV. Primeira

CONTRATO DE BOLSA Entre FUNDAÇÃO BIAL . Considerando I. II. III. IV. Primeira CONTRATO DE BOLSA Entre FUNDAÇÃO BIAL, instituição de utilidade pública, com o número de identificação de pessoa colectiva 503 323 055, com sede na Avenida da Siderurgia Nacional, S. Mamede do Coronado,

Leia mais

FORMAÇÃO PROFISSIONAL A FORMAÇÃO CONTÍNUA DE TRABALHADORES NAS EMPRESAS

FORMAÇÃO PROFISSIONAL A FORMAÇÃO CONTÍNUA DE TRABALHADORES NAS EMPRESAS DEPARTAMENTO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA DE RECURSO HUMANOS FORMAÇÃO PROFISSIONAL A FORMAÇÃO CONTÍNUA DE TRABALHADORES NAS EMPRESAS OBJECTIVOS DA FORMAÇÃO PROFISSIONAL A Formação Profissional tem como objectivos:

Leia mais

Relatório da Qualidade de Serviço 2013

Relatório da Qualidade de Serviço 2013 Relatório da Qualidade de Serviço 2013 Grupo EDP EDP Distribuição Maio 2014 EDP Distribuição Energia, S.A. Rua Camilo Castelo Branco, 43 1050-044 LISBOA www.edpdistribuicao.pt Este relatório foi escrito

Leia mais