Metodologia de Atuação da Rede de Mentores

Save this PDF as:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Metodologia de Atuação da Rede de Mentores"

Transcrição

1 Metodologia de Atuação da Rede de Mentores (Projeto Mentor - Rede de Apoio ao Empreendedorismo) 1. Processo de Constituição da Rede de Mentores O Conselho Empresarial do Centro CEC/CCIC e a AIMinho, na qualidade de entidades copromotoras do projeto Mentor-Rede de Apoio ao empreendedorismo e entidades cogestoras da Rede de Mentores criada no âmbito do mesmo, convidaram um conjunto de profissionais de reconhecido mérito e experiência profissional para integrar esta Rede, assumindo o papel de Mentores. Aquando o convite, foi dado a conhecer aos Mentores o documento Regulamento da Rede de Mentores do projeto Mentor, que reflecte as responsabilidades subjacentes ao desempenho do papel de Mentor no âmbito desta rede. A colaboração dos Mentores com a rede é desenvolvida em regime de voluntariado. A rede constituída será continuamente alargada, sendo que cada co-promotor deverá garantir a adesão à Rede de 40 mentores, no período de execução do projeto, assegurando assim que a Rede disponha de uma pool de 80 mentores disponíveis para apoiar empreendedores. Depois da aceitação do convite para integrar a rede, cada Mentor é inserido na plataforma do projeto, incluindo um conjunto de informações sumárias de caracterização do perfil do Mentor (solicitadas ao próprio pelas entidades gestoras da rede e por ele facultadas no momento de aceitação do convite endereçado), as quais serão disponibilizadas na área pública da plataforma ao público em geral. Adicionalmente, cada entidade gestora responsável pelo convite, atribui ao Mentor um utilizador e password de acesso, que lhe permitirá aceder à área privada e visualizar os projetos submetidos, bem como apresentar manifestação de interesse em apoiar através do mentoring um ou mais projetos. Para além do convite remetido pelas entidades aos mentores e respetiva resposta de aceitação, a adesão do Mentor à rede é também formalizada através da celebração de um protocolo de colaboração entre o mentor e a entidade promotora representante da Rede. 2. Submissão de candidaturas pelos empreendedores Os empreendedores interessados em beneficiar do apoio de mentoring manifestam essa intenção, submetendo o projeto a ser apoiado através da plataforma do projeto sito em Página 1 de 6

2 Para o efeito, deverão proceder ao registo na plataforma no menu Registo do empreendedor, sendo-lhe atribuído um utilizador e password de acesso. Uma vez registado, o empreendedor pode submeter um ou mais projetos da sua responsabilidade. As candidaturas terão de ser obrigatoriamente submetidas através da plataforma. De realçar que antes de submeterem o projeto, os empreendedores deverão tomar conhecimento do regulamento da Rede de Mentores que se encontra disponível na área pública da plataforma. As entidades promotoras disponibilizam na plataforma um mecanismo de apoio e esclarecimentos sobre o projeto ou qualquer uma das suas atividades em concreto (menu pedido de informações da plataforma) que pode ser utilizado pelos empreendedores. Os co-promotores poderão definir fases de receção de candidaturas, a serem anunciadas através da área pública da plataforma e de outros canais de ampla divulgação, caso se considere adequado. 3. Processos de captação/ angariação de projetos Sendo uma das atribuições das entidades promotoras do projeto e gestoras da rede, a promoção e divulgação do mesmo, poderão ser estabelecidos contactos com diversas entidades de apoio ao empreendedorismo tais como incubadoras, business angels, promotores de concursos de ideias, parques de ciência e tecnologia, universidades e institutos politécnicos, clubes de empreendedorismo, associações empresariais, pólos e clusters, centros de emprego, para divulgação do projeto e captação de empreendedores, uma vez que estas entidades constituem potencialmente excelentes fontes de projetos empresariais a serem apoiados. A responsabilidade de validação do projeto submetido cabe ao CEC/CCI, se o projeto registado for proveniente da região centro, ou à AIMinho, se o projeto registado for proveniente da região Norte. Antes de proceder à validação dos projetos, os copromotores deverão verificar o preenchimento da informação necessária para caracterizar o projeto. A submissão de projetos incompletos ou incoerentes poderá determinar a sua não validação pelos co-promotores, devendo esta decisão ficar fundamentada. Uma vez validados pela entidade co-promotora responsável, os projetos passam a estar acessíveis para visualização aos mentores, através de consulta da plataforma do projeto Página 2 de 6

3 Os mentores poderão manifestar interesse em acompanhar um determinado projeto, via plataforma, seleccionando o menu específico, o qual gera o envio de uma mensagem de manifestação de interesse aos co- promotores do projeto Mentor. 4. Critérios de seleção dos projetos A seleção dos projetos que receberão o apoio de mentoring é da responsabilidade dos co-promotores. Em situações específicas, os co-promotores poderão solicitar contributos a especialistas (os mentores e/ ou outros profissionais), no decorrer do processo de seleção dos projetos a serem apoiados. O mérito do projeto será avaliado através dos dados de caracterização do empreendedor e do projeto, tendo em conta um conjunto de dados de base solicitados, no decorrer do processo de registo do empreendedor e nas fases subjacentes ao preenchimento e submissão de projetos. Em circunstâncias específicas, os promotores reservam-se o direito de solicitar informação complementar sobre o seu perfil e o projeto. A avaliação dos projetos com vista à sua validação para receberem o apoio de mentoring terá por base os seguintes critérios: Localização territorial: projetos em curso ou a desenvolver nas regiões Norte e Centro de Portugal Área de atividade - Projetos enquadráveis em CAE s elegíveis no âmbito do COMPETE, nos termos artigo 9.º do Decreto-Lei n.º 65/2009, de 20 de março. São consideradas áreas preferenciais, mas não exclusivas, as TIC, Saúde, Energia, Ambiente, Biotecnologia Coerência/qualidade do projeto Perfil do empreendedor Estado de maturação da ideia/ Ponto de situação dos projetos. Potencial de emprego subjacente ao projeto Página 3 de 6

4 5. Processo de matching entre mentores e empreendedores Considerando que o mentoring se define como o estabelecimento de uma relação pessoal única entre mentor e mentorando, foi definida a seguinte metodologia de atuação para o projeto: A) Metodologia preferencial de emparelhamento - o processo de matching deverá incluir um momento de contacto pessoal entre os potenciais mentores e os mentorandos, sob o acompanhamento da coordenação do programa. Este primeiro contacto poderá assumir diferentes formatos, tais como: 1. Sessões de pitch onde os empreendedores apresentam aos mentores e às equipas dos promotores, as suas características, ideias, projetos e propostas de valor, as quais poderão integrar-se nas atividades delineadas para o projeto ou ocorrer autonomamente; 2. Reuniões bilaterais entre mentores e empreendedores, para promover um conhecimento mútuo. Após este momento de aproximação inicial, os empreendedores manifestam junto dos promotores o seu interesse em ser acompanhados por um determinado mentor. O promotor responsável pelo convite ao mentor identificado avalia a solicitação, sendo que em caso de aprovação, submete de seguida a proposta à apreciação do mentor. A decisão de atribuição de mentor a cada projeto é decidida após o contacto inicial entre mentor e mentorando e validada pela coordenação do programa. De realçar que a atribuição carece ainda da aceitação do Mentor em acompanhar o projeto em questão. Só depois destes dois momentos de validação, os promotores poderão concluir essa atribuição na plataforma, alterando o estado do projeto para Mentor atribuído. B) Metodologia de matching alternativa- Em situações de carácter urgente, em que não seja possível a utilização da metodologia anterior descrita, o emparelhamento será efetuado pelos co-gestores da Rede, com base na informação secundária (mediante a análise do perfil do empreendedor necessidades e expetativas do empreendedor e características do projeto e perfil de competências do mentor (características e interesses dos mentores). Nesta situação a atribuição do Mentor ao empreendedor e o subsequente processo de mentoring, requerem na mesma a aceitação prévia por ambas as partes (mentor e Mentorando). Página 4 de 6

5 Caso um Mentor se veja impossibilitado de continuar a participar na Rede deverá informar por escrito, o promotor que o convidou, invocando os motivos que lhe estão subjacentes. Caso um empreendedor decida interromper o processo de mentoring, deverá informar por escrito, os promotores do projeto, dessa decisão, invocando os motivos que lhe estão subjacentes. No âmbito do projeto e face ao tempo de execução subjacente, por princípio, um empreendedor pode solicitar o apoio de apenas um Mentor da Rede, por projeto submetido. Um Mentor poderá apoiar mais do que um projeto, mas uma vez que o fator disponibilidade é fundamental para o bom desenvolvimento do processo de mentoring, esta situação deverá ser submetida à apreciação do mentor. Por regra, um Mentor da Rede não poderá acompanhar mais do que 2 a 3 projetos apresentados à rede, salvo em situações excecionais devidamente justificadas e aprovadas pelos promotores da rede. Um empreendedor poderá solicitar o apoio de mentoring de um Mentor da região de onde advém o seu projeto ou da outra região, porém atendendo a que o mentoring pressupõe atividades presenciais o critério proximidade geográfica deverá ser tido em consideração como algo a ter em consideração no processo de matching. Página 5 de 6

6 PLANO DE AÇÃO DO PROGRAMA DE MENTORING O programa de mentoring do projeto Mentor prevê as seguintes ações: 1. Ações de divulgação, promoção do programa 2. Contactos com stakeholders regionais com vista à divulgação do projeto e captação de empreendedores e mentores 3. Cals para participação de ideias e startups que procurem mentoring e receção contínua de projetos através da plataforma 4. Processo de identificação de mentores 5. Definição de metodologia de Matching da Rede de Mentores 6. Acompanhamento do ciclo de mentoring e do programa 7. Divulgação da execução do programa 8. Atividades de animação e desenvolvimento do programa Mentor programa de eventos 9. Desenvolvimento de atividades de encerramento. Documentos de suporte ao processo de mentoring Regulamento Acordo de colaboração do Mentor Registo de reuniões Relatórios e outros documentos de suporte à avaliação Outros documentos a definir Página 6 de 6

Regulamento. Prémio Desafio OUSAR: Criar a minha Empresa

Regulamento. Prémio Desafio OUSAR: Criar a minha Empresa Regulamento Prémio Desafio OUSAR: Criar a minha Empresa 2011/2012 Artigo 1º Organização e objetivo A AIMinho Associação Empresarial (AIMinho) leva a efeito o Prémio Desafio OUSAR: Criar a minha Empresa

Leia mais

Regulamento da Rede de Mentores

Regulamento da Rede de Mentores Regulamento da Rede de Mentores 1. Enquadramento A Rede de Mentores é uma iniciativa do Conselho Empresarial do Centro (CEC) e da Associação Industrial do Minho (AIMinho) e está integrada no Projeto Mentor

Leia mais

VORTALbonus PROGRAMA '15 REGULAMENTO

VORTALbonus PROGRAMA '15 REGULAMENTO VORTALbonus PROGRAMA '5 REGULAMENTO 0. QUEM PODE PARTICIPAR? 0. O QUE É NECESSÁRIO PARA PARTICIPAR? 03. QUE TRANSAÇÕES NA PLATAORMA DÃO DIREITO A VORTALbonus? 0.. Todos os utilizadores registados na plataforma

Leia mais

Preâmbulo. Artigo 1º Objetivos. São objetivos do concurso SpinUM:

Preâmbulo. Artigo 1º Objetivos. São objetivos do concurso SpinUM: Regulamento Preâmbulo A TecMinho Associação Universidade-Empresa para o Desenvolvimento, em parceria com a Associação Spinpark Incubadora de Empresas de Base Tecnológica, doravante designados por Organização,

Leia mais

REGULAMENTO. Objetivos Estratégicos do Concurso SITESTAR.PT:

REGULAMENTO. Objetivos Estratégicos do Concurso SITESTAR.PT: REGULAMENTO O Concurso SITESTAR.PT desafia os jovens portugueses, empreendedores e criativos a desenvolver websites e blogs originais com conteúdos em português e sob o domínio.pt. Os espaços digitais

Leia mais

REGULAMENTO. Artigo 1º. Objeto e âmbito

REGULAMENTO. Artigo 1º. Objeto e âmbito REGULAMENTO O presente regulamento estabelece os procedimentos associados à medida «Passaporte para o Empreendedorismo», regulamentada pela Portaria n.º 370-A/2012, de 15 de novembro de 2012, estabelecida

Leia mais

REGULAMENTO INTRODUÇÃO OBJETIVOS PÚBLICO-ALVO

REGULAMENTO INTRODUÇÃO OBJETIVOS PÚBLICO-ALVO REGULAMENTO INTRODUÇÃO O DNS.PT e a DECO promovem a 3ª edição do Concurso Sitestar.pt, uma iniciativa nacional que convida a comunidade educativa a desenvolver sites em português e sob domínio.pt durante

Leia mais

Concurso de Ideias Empreende +

Concurso de Ideias Empreende + Concurso de Ideias Empreende + REGULAMENTO Preâmbulo A Universidade de Aveiro, através da sua Unidade de Transferência de Tecnologia (UATEC), a seguir denominada Organização, promove o «Concurso de Ideias

Leia mais

REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO

REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO REGULAMENTO DO PASSAPORTE PARA O EMPREENDEDORISMO Artigo 1º Âmbito Ao abrigo do n.º 1 do artigo 8.º da Portaria n.º 370-A/2012, de 15 de novembro de 2012, o presente regulamento estabelece os procedimentos

Leia mais

CONVITE PARA EXPRESSÕES DE INTERESSE PARA PROJETOS POLARES EM TODAS AS ÁREAS CIENTÍFICAS 2015-2016

CONVITE PARA EXPRESSÕES DE INTERESSE PARA PROJETOS POLARES EM TODAS AS ÁREAS CIENTÍFICAS 2015-2016 CONVITE PARA EXPRESSÕES DE INTERESSE PARA PROJETOS POLARES EM TODAS AS ÁREAS CIENTÍFICAS 2015-2016 1. Enquadramento A Comissão de Coordenação do Programa Polar Português (PROPOLAR), que gere a Campanha

Leia mais

Concurso. Regulamento

Concurso. Regulamento Concurso Regulamento Depois do sucesso da 1ª edição, o Concurso SITESTAR.PT está de regresso para lançar um novo desafio. A DECO e a DNS juntam-se para distinguir os jovens que desenvolvam websites originais

Leia mais

Passaporte para o Empreendedorismo

Passaporte para o Empreendedorismo Passaporte para o Empreendedorismo Enquadramento O Passaporte para o Empreendedorismo, em consonância com o «Impulso Jovem», visa através de um conjunto de medidas específicas articuladas entre si, apoiar

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS

PERGUNTAS E RESPOSTAS Fundo de Eficiência Energética PERGUNTAS E RESPOSTAS Aviso 09 - Auditoria Elevadores Edifícios Serviços 2015 Perguntas e Respostas Aviso 09 - Auditoria Elevadores Edifícios Serviços 2015 v0 0 ÍNDICE ÂMBITO

Leia mais

1º Call for Ideas. Artigo 1º. Artigo 2º. [Type text] [Type text] [Type text] - Criação do Próprio Emprego, Negócio ou Empresa - Regulamento.

1º Call for Ideas. Artigo 1º. Artigo 2º. [Type text] [Type text] [Type text] - Criação do Próprio Emprego, Negócio ou Empresa - Regulamento. 1º Call for Ideas - Criação do Próprio Emprego, Negócio ou Empresa - Regulamento Artigo 1º Âmbito 1. O 1º Call for Ideas Criação do Próprio Emprego, Negócio ou Empresa é um programa de candidaturas para

Leia mais

REGULAMENTO BOLSA DE ÁRVORES AUTÓCTONES

REGULAMENTO BOLSA DE ÁRVORES AUTÓCTONES REGULAMENTO BOLSA DE ÁRVORES AUTÓCTONES 1 REGULAMENTO BOLSA DE ÁRVORES AUTÓCTONES PROJETO FLORESTA COMUM PREÂMBULO Tendo por base o protocolo celebrado entre a AFN Autoridade Florestal Nacional, o ICNB,

Leia mais

Regulamento. Preâmbulo

Regulamento. Preâmbulo Regulamento Preâmbulo As Empresas e os Empreendedores são a espinha dorsal de qualquer economia, em termos de inovação, de criação de emprego, de distribuição de riqueza e de coesão económica e social

Leia mais

Programa de Parcerias e Submissão de Propostas 2014/15

Programa de Parcerias e Submissão de Propostas 2014/15 DEPARTAMENTO DE INFORMÁTICA Programa de Parcerias e Submissão de Propostas 2014/15 O Departamento de Informática (DI) da Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa (FCUL) procura criar e estreitar

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO O presente Regulamento pretende enquadrar as principais regras e linhas de orientação pelas quais se rege a atividade formativa da LEXSEGUR, de forma a garantir

Leia mais

iup25k Concurso de Ideias de Negócio da Universidade do Porto

iup25k Concurso de Ideias de Negócio da Universidade do Porto iup25k Concurso de Ideias de Negócio da Universidade do Porto REGULAMENTO Preâmbulo A Universidade do Porto tem vindo a desenvolver esforços para fomentar o empreendedorismo, criando para tal estruturas

Leia mais

Regulamento de acesso à Startup Braga

Regulamento de acesso à Startup Braga Regulamento de acesso à Startup Braga Artigo 1º Âmbito A Startup Braga é uma iniciativa da InvestBraga e localiza- se no Edifício GNRation na Praça Conde Agrolongo, número 123, em Braga. O presente regulamento

Leia mais

Artigo 2º. Objetivos. Artigo 3º. Fases de Atuação

Artigo 2º. Objetivos. Artigo 3º. Fases de Atuação REGULAMENTO A TecMinho Associação Universidade-Empresa para o Desenvolvimento, em parceria com o Departamento de Produção e Sistemas da Universidade do Minho, promove o IdeaLab Laboratório de Ideias de

Leia mais

Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Regulamento de Atribuição de Bolsa de Apoio Social

Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico de Viana do Castelo. Regulamento de Atribuição de Bolsa de Apoio Social Serviços de Acção Social do Instituto Politécnico de Viana do Castelo Regulamento de Atribuição de Bolsa de Apoio Social O Conselho de Ação Social do Instituto Politécnico de Viana do Castelo, atento à

Leia mais

Regulamento do Concurso de Ideias

Regulamento do Concurso de Ideias Regulamento do Concurso de Ideias 1. Apresentação O Concurso de Ideias e a Conferência Internacional sobre Prevenção e Controlo do Tabagismo, que vai ter lugar em Lisboa, de 14 a 15 de novembro de 2013,

Leia mais

BANCO DE INOVAÇÃO SOCIAL - BIS NORMAS DE PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO

BANCO DE INOVAÇÃO SOCIAL - BIS NORMAS DE PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO BANCO DE INOVAÇÃO SOCIAL - BIS NORMAS DE PARTICIPAÇÃO NO PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO 1 Artigo 1 º (PROGRAMA DE APOIO AO EMPREENDEDORISMO) O BIS promove um Programa de Apoio ao Empreendedorismo

Leia mais

REGULAMENTO. Programa de Bolsas de Estágio Santander Universidades. Introdução

REGULAMENTO. Programa de Bolsas de Estágio Santander Universidades. Introdução REGULAMENTO Programa de Bolsas de Estágio Santander Universidades Introdução O Banco Santander Totta, S.A., em parceria com as Instituições de Ensino Superior aderentes (doravante «IES»), e através da

Leia mais

PROJETO DE REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA

PROJETO DE REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA PROJETO DE REGULAMENTO DO CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO NOTA JUSTIFICATIVA Em conformidade com os poderes regulamentares que lhes são atribuídos pelo artigo 241.º, da Lei Constitucional, devem os municípios

Leia mais

PRÉMIO FUNDAÇÃO ILÍDIO PINHO

PRÉMIO FUNDAÇÃO ILÍDIO PINHO PRÉMIO «CIÊNCIA NA ESCOLA» REGULAMENTO DO PRÉMIO 11ª Edição 2013/14 Página 1 de 7 REGULAMENTO DO PRÉMIO "CIÊNCIA NA ESCOLA CAPÍTULO 1 Disposições gerais Artigo 1.º 1. A Fundação Ilídio Pinho, o Ministério

Leia mais

2015/2016 INTRODUÇÃO

2015/2016 INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO A concepção de um Prémio Distrital da Qualidade surgiu na sequência da experiência e resultados alcançados com o Programa de Modernização Administrativa das Autarquias de Setúbal (PROMAAS),

Leia mais

PROPOSTAS PARA ATIVIDADES ADICIONAIS

PROPOSTAS PARA ATIVIDADES ADICIONAIS AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS PARA ATIVIDADES ADICIONAIS EM PROJETOS APOIADOS PELO PROGRAMA CIDADANIA ATIVA Os cerca de 7,5 milhões postos à disposição do Programa Cidadania Ativa pelos países financiadores

Leia mais

REGULAMENTO NOSSA SENHORA DO MANTO

REGULAMENTO NOSSA SENHORA DO MANTO REGULAMENTO NOSSA SENHORA DO MANTO ACORDO DE PARCERIA ENTRE A SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE LISBOA E A UNIÃO DAS MISERICÓRDIAS PORTUGUESAS A SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE LISBOA E A UNIÃO DAS MISERICÓRDIAS

Leia mais

5ª Edição do Prémio SIC Esperança Escola Solar Regulamento

5ª Edição do Prémio SIC Esperança Escola Solar Regulamento A SIC Esperança promove anualmente a entrega de um prémio a um projeto inovador ainda não implementado, que tenha como objetivo a melhoria da qualidade de vida, em particular de pessoas socialmente desfavorecidas.

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ESTARREJA

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ESTARREJA REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ESTARREJA Aprovado em Câmara Municipal a 26 de fevereiro de 2015 Aprovado em Assembleia Municipal a 30 de abril 2015 Projeto de Regulamento

Leia mais

Complemento ao Manual de Utilizador Plataforma de Estágios TIC

Complemento ao Manual de Utilizador Plataforma de Estágios TIC Complemento ao Manual de Utilizador Plataforma de Estágios TIC Direccionado para as escolas www.estagiostic.gov.pt Índice 1. Objectivo da Plataforma... 2 2. Acesso restrito... 2 3. Perfis... 2 3.1. O administrador...

Leia mais

REGULAMENTO MARÇO 2013

REGULAMENTO MARÇO 2013 PROGRAMA DE VOLUNTÁRIO E ESTAGIÁRIOS MUSEU NACIONAL DE HISTÓRIA NATURAL E DA CIÊNCIA UNIVERSIDADE DE LISBOA REGULAMENTO MARÇO 2013 1 CONDIÇÕES GERAIS DE ADMISSÃO Voluntariado 1. Qualquer cidadão maior

Leia mais

MANUAL DO UTILIZADOR

MANUAL DO UTILIZADOR MANUAL DO UTILIZADOR SISTEMA DE INFORMAÇÃO FORMAÇÃO CONTÍNUA (Art.21.º do Decreto-Lei n.º22/2014, de 11 de fevereiro) 6 de julho de 2015 Índice 1. ENQUADRAMENTO... 5 1.1 Objetivo... 5 1.2 Contactos Úteis...

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS E PLANOS DE NEGÓCIO ARRISCA C 2016

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS E PLANOS DE NEGÓCIO ARRISCA C 2016 REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS E PLANOS DE NEGÓCIO ARRISCA C 2016 1. Este concurso visa estimular o desenvolvimento de conceitos de negócio em torno dos quais se perspetive a criação de novas empresas.

Leia mais

CRIAR 2008 Regulamento. Capítulo I Disposições gerais

CRIAR 2008 Regulamento. Capítulo I Disposições gerais CRIAR 2008 Regulamento Capítulo I Disposições gerais Artigo 1.º Organização 1. O CRIAR 2008 é uma iniciativa da Liberty Seguros, S.A., com o objectivo de identificar e apoiar ideias de negócio inovadoras

Leia mais

Aviso de abertura do exercício de avaliação das Unidades de I&D 2013

Aviso de abertura do exercício de avaliação das Unidades de I&D 2013 Aviso de abertura do exercício de avaliação das Unidades de I&D 2013 Aviso de abertura do exercício de avaliação das Unidades de I&D 2013 A. Âmbito e objetivos do exercício de avaliação A Fundação para

Leia mais

INSTITUCIONAL. Eixo Prioritário 5 GOVERNAÇÃO E CAPACITAÇÃO. Operações no Domínio da Administração em Rede

INSTITUCIONAL. Eixo Prioritário 5 GOVERNAÇÃO E CAPACITAÇÃO. Operações no Domínio da Administração em Rede Eixo Prioritário 5 GOVERNAÇÃO E CAPACITAÇÃO INSTITUCIONAL Operações no Domínio da Administração em Rede Aviso para apresentação de candidaturas - Eixo Prioritário V Governação e Capacitação Institucional

Leia mais

Guia do Candidato. http://www.dges.mec.pt/wwwbeon/

Guia do Candidato. http://www.dges.mec.pt/wwwbeon/ http://www.dges.mec.pt/wwwbeon/ Recomendações Gerais para Preenchimento do Formulário de Candidatura: Reunir informação: Para o correcto preenchimento do formulário de candidatura deverá ter consigo os

Leia mais

III PROGRAMA DE ESTÁGIOS DE VERÃO AEFFUL

III PROGRAMA DE ESTÁGIOS DE VERÃO AEFFUL III PROGRAMA DE ESTÁGIOS DE VERÃO AEFFUL 1 Enquadramento O Gabinete de Estágios e Saídas Profissionais (GESP) tem o objectivo de estabelecer uma plataforma de comunicação entre estagiários e recém-mestres

Leia mais

PRÉMIO DE BOAS PRÁTICAS EM SAÚDE

PRÉMIO DE BOAS PRÁTICAS EM SAÚDE PRÉMIO DE BOAS PRÁTICAS EM SAÚDE REGULAMENTO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Edição de 2015 1 Introdução A edição do ano de 2015 do Prémio de Boas Práticas em Saúde (PBPS), pretende, como sempre, acompanhar

Leia mais

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS

REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS REGULAMENTO CONCURSO DE IDEIAS Artigos: 1º OBJECTIVOS São objectivos do Concurso : a) Estimular o empreendedorismo qualificado e inovador junto da comunidade empresarial e académica da região Norte, Centro

Leia mais

MANUAL DA INCUBADORA DO TAGUSPARK

MANUAL DA INCUBADORA DO TAGUSPARK MANUAL DA INCUBADORA DO TAGUSPARK Data: Outubro de 2013 Índice 1. Introdução... 1 2. Âmbito... 1 3. Modelo de incubação... 2 3.1 Pré-Incubação... 2 3.2 Incubação... 3 3.3 Desenvolvimento Empresarial...

Leia mais

Programa Gulbenkian Inovar em Saúde

Programa Gulbenkian Inovar em Saúde REGULAMENTO DO CONCURSO Concurso para financiamento de projetos em Literacia em Saúde 2013 Artigo 1º Objeto O presente Regulamento estabelece as normas de acesso ao concurso para financiamento de projetos

Leia mais

Empreendedorismo Negócios

Empreendedorismo Negócios CONCURSO DE IDEIAS Empreendedorismo Negócios Enquadramento O Concurso de Ideias apresenta como objetivo desenvolver o espírito empreendedor da população em geral, contribuindo desta forma para a promoção

Leia mais

Registo de Produtores de Pilhas e Acumuladores

Registo de Produtores de Pilhas e Acumuladores MANUAL DE PROCEDIMENTOS Registo de Produtores de Pilhas e Acumuladores Ecopilhas Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores, Lda. JUNHO 2011 Índice 1. Início do Registo de Produtor de Pilhas

Leia mais

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO -

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL DE OURÉM - CLASO - CAPITULO I DISPOSIÇÕES GERAIS Artigo 1º Objecto O presente regulamento interno destina-se a definir e dar a conhecer os princípios a que obedece a constituição,

Leia mais

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORI- ZAÇÃO PROFISSIONAIS

REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORI- ZAÇÃO PROFISSIONAIS REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORI- ZAÇÃO PROFISSIONAIS Documento aprovado por deliberação do Conselho Superior em 16 de julho de 2014 P á g i n a 0 REGULAMENTO DA FORMAÇÃO E DA VALORIZAÇÃO PROFISSIONAIS

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO Introdução O presente Regulamento foi concebido a pensar em si, visando o bom funcionamento da formação. Na LauTraining Formação e Consultoria, vai encontrar um ambiente de trabalho e de formação agradável

Leia mais

REGULAMENTO DE APOIO AOS PROJETOS SOCIOEDUCATIVOS

REGULAMENTO DE APOIO AOS PROJETOS SOCIOEDUCATIVOS REGULAMENTO DE APOIO AOS PROJETOS SOCIOEDUCATIVOS CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1º Objeto O presente regulamento tem como objetivo a definição dos tipos de apoio e res- petivas condições de acesso

Leia mais

Eixo Prioritário V Assistência Técnica

Eixo Prioritário V Assistência Técnica Eixo Prioritário V Assistência Técnica Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência Técnica no Âmbito da Delegação de Competências com os Organismos Intermédios na gestão dos

Leia mais

REGULAMENTO DO PROCESSO ESPECIAL DE ACREDITAÇÃO/RENOVAÇÃO DA ACREDITAÇÃO DE ENTIDADES CANDIDATAS À AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES

REGULAMENTO DO PROCESSO ESPECIAL DE ACREDITAÇÃO/RENOVAÇÃO DA ACREDITAÇÃO DE ENTIDADES CANDIDATAS À AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES REGULAMENTO DO PROCESSO ESPECIAL DE ACREDITAÇÃO/RENOVAÇÃO DA ACREDITAÇÃO DE ENTIDADES CANDIDATAS À AVALIAÇÃO E CERTIFICAÇÃO DOS MANUAIS ESCOLARES CAPÍTULO I Âmbito de aplicação Artigo 1.º Objeto e âmbito

Leia mais

CSSnet - candidaturas on-line

CSSnet - candidaturas on-line CSSnet - candidaturas on-line Passamos a apresentar, os passos que deverá seguir para realizar a sua candidatura on-line, chamando a atenção para alguns aspetos a ter em conta. Leia, atentamente, todas

Leia mais

CONCURSO DE IDEIAS PARA A CRIAÇÃO DE EMPRESAS INOVADORAS REGULAMENTO

CONCURSO DE IDEIAS PARA A CRIAÇÃO DE EMPRESAS INOVADORAS REGULAMENTO REGULAMENTO Artigo 1.º - Enquadramento O Concurso de Ideias para a Criação de Empresas Inovadoras é uma iniciativa do BICMINHO no âmbito da execução da operação n.º NORTE-07-0364-FEDER-000006 Apoio à Criação

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ALENQUER

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ALENQUER REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE ALENQUER Preâmbulo A Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro, regulamentada pelo Decreto Lei n.º 389/99, de 30 de Setembro, define as bases do enquadramento

Leia mais

Perguntas Frequentes sobre a Rede de Apoio ao Consumidor Endividado

Perguntas Frequentes sobre a Rede de Apoio ao Consumidor Endividado Perguntas Frequentes sobre a Rede de Apoio ao Consumidor Endividado A Direção-Geral do Consumidor (DGC) apresenta um conjunto de respostas às perguntas suscitadas com maior frequência. Em caso de dúvida,

Leia mais

REGULAMENTO DO PRÉMIO. CAPÍTULO 1 Disposições gerais Artigo 1.º

REGULAMENTO DO PRÉMIO. CAPÍTULO 1 Disposições gerais Artigo 1.º REGULAMENTO DO PRÉMIO CAPÍTULO 1 Disposições gerais Artigo 1.º 1.A Fundação Ilídio Pinho, o Ministério da Educação e Ciência e Ministério da Economia celebraram um Protocolo com vista à instituição de

Leia mais

OCUPAÇÃO CIENTÍFICA DE JOVENS NAS FÉRIAS

OCUPAÇÃO CIENTÍFICA DE JOVENS NAS FÉRIAS OCUPAÇÃO CIENTÍFICA DE JOVENS NAS FÉRIAS 2015 REGULAMENTO Artigo 1º Âmbito e Enquadramento A Ciência Viva Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica promove o programa Ocupação Científica

Leia mais

Perguntas Frequentes

Perguntas Frequentes Perguntas Frequentes Campanha de Recolha de suportes de informação descartáveis usados Vamos Gravar esta Ideia! ENQUADRAMENTO 1. Qual é o enquadramento legal para a Campanha Vamos Gravar esta ideia!? A

Leia mais

«atrevo.me 13» concurso de ideias de negócio. REGULAMENTO Preâmbulo

«atrevo.me 13» concurso de ideias de negócio. REGULAMENTO Preâmbulo «atrevo.me 13» concurso de ideias de negócio REGULAMENTO Preâmbulo A Universidade de Évora, através da Divisão de Projetos e Informação (SCC-DPI), enquanto parte integrante do Serviço de Ciência e Cooperação,

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÕES

MANUAL DE INSTRUÇÕES DIRECÇÃO GERAL DOS RECURSOS HUMANOS DA EDUCAÇÃO DIRECÇÃO DE SERVIÇOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO MANUAL DE INSTRUÇÕES (APENAS PARA ESCOLAS) MANIFESTAÇÃO DE NECESSIDADES PARA COLOCAÇÕES CÍCLICAS ANO ESCOLAR

Leia mais

Programa Centros Associados para o Fortalecimento da Pós-Graduação Brasil/Argentina - (CAFP/BA) Edital CGCI n. 028 /2007

Programa Centros Associados para o Fortalecimento da Pós-Graduação Brasil/Argentina - (CAFP/BA) Edital CGCI n. 028 /2007 Programa Centros Associados para o Fortalecimento da Pós-Graduação Brasil/Argentina - (CAFP/BA) Edital CGCI n. 028 /2007 1 Do programa e objetivo 1.1 O Programa CAFP/BA (Centros Associados para o Fortalecimento

Leia mais

Programa Local de Responsabilidade Social de Ferreira do Alentejo

Programa Local de Responsabilidade Social de Ferreira do Alentejo Regulamento do Programa Local de Responsabilidade Social de Preâmbulo O projeto Ferreira Solidária, financiado pelo Programa dos Contratos Locais de Desenvolvimento Social, prevê, no eixo 1, a implementação

Leia mais

CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO.

CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO. CRIAR UM EMPREGO CRIA MUITO MAIS DO QUE UM EMPREGO O emprego tem uma enorme importância tanto para os indivíduos como para a sociedade Para além de ser uma fonte de rendimento, uma forma de ocupação e

Leia mais

REGULAMENTO. Ideias de Pedra. Concurso de Ideias Criativas (de negócios, de produto ou serviço) em Pedra Natural

REGULAMENTO. Ideias de Pedra. Concurso de Ideias Criativas (de negócios, de produto ou serviço) em Pedra Natural REGULAMENTO Ideias de Pedra Concurso de Ideias Criativas (de negócios, de produto ou serviço) em Pedra Natural 1. Âmbito O presente regulamento estabelece um conjunto de normas para a realização do Concurso

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DA INCUBADORA DA UTAD

REGULAMENTO INTERNO DA INCUBADORA DA UTAD REGULAMENTO INTERNO DA INCUBADORA DA UTAD 2013 Artigo 1º (Âmbito) No presente regulamento definem-se todos os procedimentos de funcionamento da Incubadora da UTAD desde os processos de candidatura, avaliação

Leia mais

Artigo 2º. Objetivos. Artigo 3º. Fases de Atuação

Artigo 2º. Objetivos. Artigo 3º. Fases de Atuação REGULAMENTO A TecMinho Associação Universidade-Empresa para o Desenvolvimento, em parceria com o Departamento de Produção e Sistemas da Universidade do Minho, promove o IdeaLab Laboratório de Ideias de

Leia mais

Smart efficiency. O presente Regulamento estabelece as regras a que deve obedecer a disponibilização do serviço waterbeep da EPAL.

Smart efficiency. O presente Regulamento estabelece as regras a que deve obedecer a disponibilização do serviço waterbeep da EPAL. 1. Objeto O presente Regulamento estabelece as regras a que deve obedecer a disponibilização do serviço waterbeep da EPAL. 2. Âmbito O serviço waterbeep é disponibilizado a todos os clientes da EPAL, independentemente

Leia mais

Licenciatura em Biologia

Licenciatura em Biologia Licenciatura em Biologia Regulamento de Estágio Profissionalizante Para dar cumprimento ao estipulado no Despacho n.º 22 420/2001 da Reitoria da Universidade de Aveiro, publicado no Diário da República

Leia mais

I Concurso InovCluster de Produtos Alimentares Inovadores Regulamento. Regulamento. Financiamento. Apoio. Página 1 de 5

I Concurso InovCluster de Produtos Alimentares Inovadores Regulamento. Regulamento. Financiamento. Apoio. Página 1 de 5 I Concurso InovCluster de Produtos Alimentares Inovadores Página 1 de 5 Preâmbulo O I Concurso InovCluster de Produtos Alimentares Inovadores é uma iniciativa da InovCluster - Associação do Cluster Agroindustrial

Leia mais

Sistema de Gestão de Ciclo de Vida de Farmácias AVP003. Manual de Utilizador Externo - Entregas ao Domicílio e Vendas via Internet

Sistema de Gestão de Ciclo de Vida de Farmácias AVP003. Manual de Utilizador Externo - Entregas ao Domicílio e Vendas via Internet Sistema de Gestão de Ciclo de Vida de Farmácias AVP003 Manual de Utilizador Externo - Entregas ao Domicílio e Vendas via de Índice 1 Introdução... 4 1.1 Objetivo...4 1.2 Funcionalidades...5 1.3 Autenticação...5

Leia mais

2014/15. Nesta. A quem se dirige? O Projeto Nós. municípios onde. locais; Geografia; Quem

2014/15. Nesta. A quem se dirige? O Projeto Nós. municípios onde. locais; Geografia; Quem Projetoo Nós Propomos! Cidadania, Sustentabilidadee e Inovação na Educação Geográfica 2014/15 Quem o promove? Nesta sua 4ª edição, o Projeto Nós Propomos! Cidadania, SustentabiliS idade e Inovação na Educação

Leia mais

---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor:

---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor: - Conselho Municipal de Educação de Vila Real - Proposta de Regulamento ---------- 23. - Presente à reunião proposta do Vereador José Maria Magalhães do seguinte teor: A Lei de Bases do Sistema Educativo

Leia mais

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA

EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA EIXO PRIORITÁRIO VI ASSISTÊNCIA TÉCNICA Convite Público à Apresentação de Candidatura no Domínio da Assistência Técnica aos Organismos Intermédios Eixo Prioritário VI - Assistência Técnica Convite para

Leia mais

Regulamento Interno. Voluntariado

Regulamento Interno. Voluntariado Regulamento Interno Voluntariado Elaborado por/data Departamento de Gestão da Qualidade/novembro 2012 Aprovado por/data Direção/14.11.2012 Revisto por/data Índice Capitulo I... 4 Disposições Gerais...

Leia mais

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS

SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS AGÊNCIA PARA A MODERNIZAÇÃO ADMINISTRATIVA SAMA2020 OPERAÇÕES TEMÁTICAS 1 DE JULHO DE 2015 OPERAÇÕES TEMÁTICAS OPERAÇÃO TEMÁTICA M/C DOTAÇÃO ORÇAMENTAL CAPACITAÇÃO PARA AVALIAÇÕES DE IMPACTO REGULATÓRIO

Leia mais

Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal

Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal Regulamento do NNIES Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal 1 Preâmbulo O Ninho de Novas Iniciativas Empresariais de Setúbal, adiante designado por NNIES, é um equipamento municipal criado

Leia mais

ERP AIRC. Adesão ao Formato SEPA - Transferências a Crédito. Apresentado por: AIRC

ERP AIRC. Adesão ao Formato SEPA - Transferências a Crédito. Apresentado por: AIRC Apresentado por: AIRC Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1 ÂMBITO... 3 1.2 VERSÕES MÍNIMAS REQUERIDAS... 3 2. PROCEDIMENTOS... 4 2.1 ATIVAÇÃO DO SEPA... 4 2.1.1 Condições prévias... 4 2.1.1.1 Pasta de documentos

Leia mais

(Consulta Real em Ambiente Virtual)

(Consulta Real em Ambiente Virtual) BEM-VINDO AO C R A V (Consulta Real em Ambiente Virtual) A partir de hoje o Arquivo Nacional da Torre do Tombo oferece um novo serviço. O CRAV faculta uma nova forma de obter informação, produtos e serviços

Leia mais

PROCESSO DE MANUTENÇÃO DA CERTIFICAÇÃO Linhas de orientação

PROCESSO DE MANUTENÇÃO DA CERTIFICAÇÃO Linhas de orientação PROCESSO DE MANUTENÇÃO DA CERTIFICAÇÃO Linhas de orientação DSQA / Agosto 2015 Este documento tem como objetivo orientar as entidades formadoras certificadas pela Direção-Geral do Emprego e das Relações

Leia mais

MECANISMO DE APOIO À ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO

MECANISMO DE APOIO À ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO MECANISMO DE APOIO À ELABORAÇÃO DE PROJETOS DE COOPERAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO Na sequência dos trabalhos desenvolvidos pelo Fórum para a Cooperação, implementado em 2008, e reconhecendo o papel que

Leia mais

SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC)

SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC) AVISO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS Nº 01 / SIAC / 2012 SISTEMA DE APOIO A ACÇÕES COLECTIVAS (SIAC) PROGRAMA ESTRATÉGICO +E+I PROMOÇÃO DA PARTICIPAÇÃO NO 7.º PROGRAMA-QUADRO DE I&DT (UNIÃO EUROPEIA)

Leia mais

CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS REGULAMENTO GERAL

CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS REGULAMENTO GERAL CERTIFICAÇÃO DE PESSOAS REGULAMENTO GERAL 1. INTRODUÇÃO Este regulamento: Descreve os requisitos referentes à Certificação de Pessoas da SGS ICS; Complementa o documento PTD6850 - Processo de Certificação

Leia mais

GSI ACCELERATORS STARTUP CHALLENGE A OBJECTIVOS E ORGANIZAÇÃO. Artº 1. Definição e âmbito

GSI ACCELERATORS STARTUP CHALLENGE A OBJECTIVOS E ORGANIZAÇÃO. Artº 1. Definição e âmbito GSI ACCELERATORS STARTUP CHALLENGE A OBJECTIVOS E ORGANIZAÇÃO Artº 1 Definição e âmbito 1. O GSI Accelerators Startup Challenge é uma iniciativa promovida pela Leadership Business Consulting que visa seleccionar

Leia mais

Instruções aos requerentes Submissão de pedidos de Autorização de Introdução no Mercado

Instruções aos requerentes Submissão de pedidos de Autorização de Introdução no Mercado Instruções aos requerentes Submissão de pedidos de Autorização de Introdução no Mercado O presente documento tem como objetivo clarificar aspetos relativos à submissão ao INFARMED Autoridade Nacional do

Leia mais

Manual de Utilizador Utentes 2015-01.V01 DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL

Manual de Utilizador Utentes 2015-01.V01 DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DEPARTAMENTO DE FORMAÇÃO PROFISSIONAL DIREÇÃO DE SERVIÇOS DE QUALIFICAÇÃO Centro Nacional de Qualificação de Formadores Manual de Utilizador Utentes 2015-01.V01 Índice Índice... 2 1. Introdução... 4 1.1.

Leia mais

Aviso - ALG-28-2015-11

Aviso - ALG-28-2015-11 Eixo Prioritário 5 Investir no Emprego OT 8 Promover a Sustentabilidade e a Qualidade do Emprego, e Apoiar a Mobilidade dos Trabalhadores PI 8.9 Apoio ao crescimento propício ao emprego, através do desenvolvimento

Leia mais

MANUAL DO FORMANDO FORMAÇÃO À DISTÂNCIA 2015. Introdução

MANUAL DO FORMANDO FORMAÇÃO À DISTÂNCIA 2015. Introdução Introdução MANUAL DO FORMANDO Este manual pretende fornecer aos formandos as informações necessárias para realizar todas as tarefas da formação à distância, incluindo os materiais de apoio e o acompanhamento

Leia mais

Normas Internas Lourinhã, maio de 2015

Normas Internas Lourinhã, maio de 2015 Normas Internas Lourinhã, maio de 2015 1 Introdução 1.1 A Incubadora Startup Lourinhã é uma iniciativa da Câmara Municipal da Lourinhã e localiza-se no, na Lourinhã. 1.2 As presentes Normas Internas destinam-se

Leia mais

Programa de Bolsas de Estágio Santander Universidades

Programa de Bolsas de Estágio Santander Universidades Programa de Bolsas de Estágio Santander Universidades REGULAMENTO 1. Introdução O Banco Santander Totta, em parceria com as Instituições de Ensino Superior ( IES ), criou um programa para atribuição de

Leia mais

Regulamento do concurso Fora da Caixa

Regulamento do concurso Fora da Caixa Regulamento do concurso Fora da Caixa Artigo 1 - Enquadramento O Concurso de Ideias de Negócio denominado Fora da Caixa é uma iniciativa do Ministério da Ciência e Tecnologia da República de Moçambique

Leia mais

Eixo Prioritário IV Qualificação do Sistema Urbano. Promoção da Mobilidade Urbana. Aviso para apresentação de candidaturas CIMC/MT/02/2010 -

Eixo Prioritário IV Qualificação do Sistema Urbano. Promoção da Mobilidade Urbana. Aviso para apresentação de candidaturas CIMC/MT/02/2010 - Eixo Prioritário IV Qualificação do Sistema Urbano Promoção da Mobilidade Urbana Aviso para apresentação de candidaturas - Eixo Prioritário IV Qualificação do Sistema Urbano Promoção da Mobilidade Urbana

Leia mais

PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL MANUAL OPERACIONAL

PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL MANUAL OPERACIONAL 2015 PRÉMIOS EUROPEUS DE PROMOÇÃO EMPRESARIAL 2015 MANUAL OPERACIONAL Prémios Europeus de Promoção Empresarial 2015 2/13 ÍNDICE 1. DEFINIÇÃO E JUSTIFICAÇÃO... 3 1.1. Um prémio que reconhece a excelência

Leia mais

NORMAS DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE LAGOA. Preâmbulo

NORMAS DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE LAGOA. Preâmbulo NORMAS DE FUNCIONAMENTO DO BANCO LOCAL DE VOLUNTARIADO DE LAGOA Preâmbulo O decreto lei nº 389/99, de 30 de setembro, no art.º 21º, atribui ao Conselho nacional para a Promoção do Voluntariado (CNVP) competências

Leia mais

Normas de Funcionamento para o Apoio à Criação de Empresas

Normas de Funcionamento para o Apoio à Criação de Empresas Normas de Funcionamento para o Apoio à Criação de Empresas 1 Preâmbulo Tendo como principal objetivo fomentar o empreendedorismo na Região do Médio Tejo, a Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT)

Leia mais

Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral

Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral AVISO/CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS PROGRAMA OPERACIONAL REGIONAL 2014-2020 (MADEIRA14-20) EIXO PRIORITÁRIO 7 Promover o Emprego e Apoiar a Mobilidade Laboral PRIORIDADE DE INVESTIMENTO (PI)

Leia mais

A Acta Reumatológica Portuguesa disponibiliza em www.actareumatologica.pt uma plataforma online de submissão e revisão dos artigos submetidos.

A Acta Reumatológica Portuguesa disponibiliza em www.actareumatologica.pt uma plataforma online de submissão e revisão dos artigos submetidos. A Acta Reumatológica Portuguesa disponibiliza em www.actareumatologica.pt uma plataforma online de submissão e revisão dos artigos submetidos. Quer através do acesso directo à plataforma, quer seguindo

Leia mais

Regulamento PAPSummer 2015

Regulamento PAPSummer 2015 Regulamento PAPSummer 2015 Artigo 1º Objectivos do programa, montante e designação das bolsas 1. O programa PAPSummer pretende dar a oportunidade a estudantes portugueses (Estudante) de desenvolver um

Leia mais

SECRETARIA DE INOVAÇÃO

SECRETARIA DE INOVAÇÃO SECRETARIA DE INOVAÇÃO EDITAL Nº 01, DE 30 DE JANEIRO DE 2013 SEGUNDA CHAMADA PARA A APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS DE COOPERAÇÃO TECNOLÓGICA ENTRE BRASIL E ISRAEL O SECRETÁRIO DE INOVAÇÃO DO MINISTÉRIO DO

Leia mais