Usina São Francisco S.A. Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras em 31 de março de 2014

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1 Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras em 31 de março de 2014

2 Relatório dos auditores independentes sobre as demonstrações financeiras Aos Administradores e Acionistas Usina São Francisco S.A. Sertãozinho - SP Examinamos as demonstrações financeiras da Usina São Francisco S.A. ( Companhia ), que compreendem o balanço patrimonial em 31 de março de 2014 e as respectivas demonstrações do resultado, do resultado abrangente, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, assim como o resumo das políticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da administração sobre as demonstrações financeiras A administração da Companhia é responsável pela elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, assim como pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou por erro. Responsabilidade dos auditores independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelo auditor e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e das divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou por erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e adequada apresentação das demonstrações financeiras da Companhia para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia desses controles internos da Companhia. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das políticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. 2 PricewaterhouseCoopers, Av. Antônio Diederichsen, 400, 21º e 22º, Ed. Metropolitan Business Center, Ribeirão Preto, SP, Brasil T:(16) , Fax: (16) , (DC2) Uso Restrito na PwC - Confidencial

3 Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras acima referidas apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira da Usina São Francisco S.A. em 31 de março de 2014, o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo nessa data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. Outros assuntos Auditoria dos valores correspondentes ao exercício anterior O exame das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de março de 2013 preparadas originalmente antes dos ajustes descritos na Nota 2 (f), foi conduzido sob a responsabilidade de outros auditores independentes, que emitiram relatório de auditoria, com data de 18 de julho de 2013, com ressalva devido a não realização de procedimentos de auditoria sobre a empresa coligada PHB Industrial S.A. Como parte de nosso exame das demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de março de 2014, examinamos também os ajustes descritos na Nota 2 (f) que foram efetuados para alterar as demonstrações financeiras de 2013, apresentadas para fins de comparação. Em nossa opinião, tais ajustes são apropriados e foram corretamente efetuados. Não fomos contratados para auditar, revisar ou aplicar quaisquer outros procedimentos sobre as demonstrações financeiras da Companhia referentes ao exercício findo em março de 2013, portanto, não expressamos opinião ou qualquer forma de asseguração sobre as referidas demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Ribeirão Preto, 25 de julho de 2014 PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes CRC 2SP000160/O-5 F Rodrigo Ribeiro Viñau Contador CRC 1SP236048/O-1 3

4 Indice Balanço patrimonial 2 Demonstração do resultado 3 Demonstração do resultado abrangente 4 Demonstração das mutações do patrimônio líquido 5 Demonstração dos fluxos de caixa 6 financeiras 1 Contexto operacional 7 2 Base de preparação 7 3 Principais políticas contábeis 10 4 Determinação do valor justo 18 5 Caixa e equivalentes de caixa19 6 Contas a receber - Clientes 20 7 Contas a receber Copersucar 20 8 Estoques 20 9 Ativo biológico Impostos a recuperar Ativos e passivos fiscais diferidos Investimentos Ativo Imobilizado Fornecedores Empréstimos e financiamentos Outras contas a pagar Provisão para contingências Instrumentos financeiros Partes relacionadas Patrimônio líquido Receita operacional Despesas operacionais por natureza Outras (despesas) receitas operacionais líquidas Financeiras Compromissos de compra Cobertura de seguros 46 1 de 46

5 Balanço patrimonial em 31 de março Em milhares de reais Ativo Nota Passivo e Patrimônio Líquido Nota (reapresentado) (reapresentado) Circulante Circulante Caixa e equivalentes de caixa Fornecedores Títulos de capitalização Empréstimos e financiamentos Contas a receber - Clientes Financiamentos Copersucar Contas a receber Copersucar Salários e encargos sociais a pagar Estoques Impostos e contribuições a recolher Impostos a recuperar Outras contas a pagar Adiantamento a fornecedores Outras contas a receber Não circulante Empréstimos e financiamentos Não circulante Financiamentos Copersucar Realizável a longo prazo Outras contas a pagar Impostos a recuperar Provisão para contingências Depósitos judiciais Impostos parcelados Outras contas a receber Imposto de renda e contribuição social diferidos Investimentos Total do passivo Ativo biológico Imobilizado Patrimônio líquido 20 Capital social subscrito e integralizado Reserva de capital Reserva de reavaliação Ajuste de avaliação patrimonial (795) (2.840) Reserva de legal Reserva de lucros a realizar Prejuízos acumulados (11.741) (11.741) Dividendos a deliberar Total do patrimônio líquido Total do ativo Total do passivo e patrimônio líquido As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 2 de 46

6 Demonstração do resultado Exercícios findos em 31 de março Nota (reapresentado) Receitas Custo dos produtos vendidos ( ) ( ) Lucro bruto Vendas 22 (31.706) (24.863) Administrativas e gerais 22 (15.493) (13.499) Outras (despesas) receitas operacionais, líquidas (360) Resultado da equivalência patrimonial Resultado antes das receitas (despesas) financeiras liquidas e impostos Receitas financeiras Despesas financeiras (27.910) (18.492) Variação cambial, líquida (2.489) (4.051) Financeiras e cambiais, líquidas 24 (26.203) (19.540) Lucro antes do imposto de renda e da contribuição social Imposto de renda e contribuição do exercício 11 (36) (1.038) Imposto de renda e contribuição social diferidos 11 (750) (1.482) Lucro líquido do exercício Quantidade de ações no final do exercício (em milhares) Lucro líquido básico e diluído por lote de mil ações no final do exercício - R$ 14,71 11,94 As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 3 de 46

7 Demonstração do resultado abrangente Exercícios findos em 31 de março (reapresentado) Lucro líquido do exercício Ganho por aporte de capital em investida Resultado abrangente total As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 4 de 46

8 Demonstração das mutações no patrimônio líquido Em milhares de reais Reserva de capital Reserva de lucros Capital Prêmio na Reserva de Ajuste de Lucros subscrito e emissão reavaliação Reserva Reserva de avaliação (Prejuízos) Dividendos integralizado de debêntures em coligada legal lucros a realizar patrimonial acumulados a deliberar Total Saldos em 31 de março de (6.929) Aumento de capital social conforme AGO/E 27 de julho de (14.902) Dividendos propostos conf. AGO/E de 29 de julho de 2012 (1.060) (1.060) Constituição de Reserva de lucros a realizar (22.610) conf. AGO/E de 29 de julho de 2012 Transferência de saldo para a conta de lucros a realizar (23.806) Ganho por aporte de capital em investida Realização da reserva de reavaliação (295) 295 Lucro do exercício Ajuste de exercícios anteriores - Efeito da reapresentação (11.741) (11.741) Lucro do exercício reapresentado Destinações: Reserva legal (1.283) Dividendos obrigatórios (128) (128) Dividendos propostos (24.259) Saldos em 31 de março de 2013 (reapresentado) (2.840) (11.741) Realização da reserva de reavaliação (106) 106 Aumento de capital social conforme AGO/E de 26 de julho de (6.104) Dividendos propostos conf. AGO/E de 26 de julho de 2013 (381) (381) Constituição de Reserva de lucros a realizar conf. AGO/E de 26 de julho de (17.774) Transferência de saldo para a conta de lucros a realizar Ganho por aporte de capital em investida Realização da reserva de reavaliação Lucro líquido do exercício Destinações: Reserva legal 840 (840) Dividendos obrigatórios (84) (84) Dividendos propostos (15.978) Saldos em 31 de março de (795) (11.741) As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 5 de 46

9 Demonstração dos fluxos de caixa Exercícios findos em 31 de março Em milhares de reais (reapresentado) Fluxo de caixa das atividades operacionais Resultado do exercício antes do imposto de renda e contribuição social Ajustes para: Depreciação e amortização Diminuição do ativo biológico devido a colheita de cana-de-açúcar Juros e variação cambial Perdas não realizadas com instrumentos financeiros derivativos Mudança no valor justo do ativo biológico (9.462) Valor residual do imobilizado baixado Reversão de provisão para contingências, líquida (743) Provisão para perdas com estoques obsoletos 262 Resultado da equivalência patrimonial (18.352) (4.043) Variação dos ativos e passivos: Contas a receber (17.215) (9.951) Estoques (5.905) (12.652) Impostos a recuperar (5.539) (3.637) Outras contas a receber (1.677) Depósitos judiciais (514) (126) Fornecedores (2.897) Salários e contribuições sociais Impostos e contribuições a recolher (815) 827 Outras contas a pagar (2.827) (8.265) Pagamento de impostos (36) (1.038) Juros pagos ou recebidos (14.817) (12.288) Fluxo de caixa liquido decorrente das atividades operacionais Fluxo de caixa de atividades de investimento Aquisição de ações ou quotas em investidas (744) (2.632) Aquisição de ativo biológico (38.171) (20.782) Aquisição de imobilizado (39.708) (37.819) Dividendos recebidos de controladas e coligadas Fluxo de caixa decorrente das atividades de investimento (76.420) (57.062) Fluxo de caixa de atividades de financiamento Distribuição de dividendos (509) (1.264) Empréstimos e financiamentos bancários tomados Pagamentos de empréstimos e financiamentos - principal (86.473) (50.706) Caixa decorrente das atividades de financiamentos Aumento (redução) líquida em caixa e equivalentes de caixa (17.629) Demonstração da (redução) aumento do caixa e equivalentes de caixa No início do exercício No fim do exercício (17.629) As notas explicativas da administração são parte integrante das demonstrações financeiras. 6 de 46

10 1 Contexto operacional A Companhia, com sede na Fazenda São Francisco Zona Rural, cidade de Sertãozinho, Estado de São Paulo, Caixa Postal 537, tem como atividade as seguintes operações: A Companhia é cooperada da Cooperativa dos Produtores de Cana-de açúcar, Açúcar e Álcool do Estado de São Paulo - Copersucar cujo ato cooperado entre as partes implica na entrega, imediata e definitiva, da produção de açúcar e etanol nos estabelecimentos da Cooperativa. O resultado da comercialização desses produtos, no mercado interno e externo, é rateado para cada cooperado, em conformidade com o disposto no Parecer Normativo CST n 66, de 05 de setembro de A Companhia atua também na produção de açúcar e etanol orgânico que são comercializados pela própria Companhia. Aproximadamente 47,43% da cana-de-açúcar processada pela Companhia são cultivadas em terras próprias e de terceiros, mediante exploração de parceria agrícola. 2 Base de preparação (a) Declaração de conformidade As demonstrações financeiras foram preparadas e estão sendo apresentadas conforme as políticas contábeis adotadas no Brasil emitidas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPCs) e sua emissão foi autorizada pela administração da Companhia em 25 de julho de Um conjunto completo de demonstrações financeiras combinadas da Companhia e suas controladas e coligadas para o exercício de 31 de março de 2014, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, são apresentadas separadamente considerando que as demonstrações financeiras combinadas refletem a posição financeira e patrimonial do Grupo econômico Balbo. A apresentação dessas demonstrações financeiras combinadas atende os requerimentos do CPC 36 (R3) - Demonstrações Consolidadas, conseqüentemente o Grupo econômico optou por não apresentar demonstrações financeiras consolidadas no nível das entidades combinadas, sendo elas: Usina São Francisco S.A.; e Usina Santo Antônio S.A. (b) Base de mensuração As demonstrações financeiras foram preparadas com base no custo histórico com exceção dos seguintes itens materiais reconhecidos nos balanços patrimoniais: Os instrumentos financeiros derivativos mensurados pelo valor justo; Os ativos biológicos mensurados pelo valor justo deduzidos das despesas com vendas; Os investimentos em coligadas avaliados por equivalência patrimonial. 7 de 46

11 (c) Moeda funcional e moeda de apresentação Essas demonstrações financeiras são apresentadas em Real, que é a moeda funcional da Companhia. Todas as informações financeiras apresentadas em Real foram arredondadas para o valor mais próximo, exceto quando indicado de outra forma. (d) Uso de estimativas e julgamentos A preparação das demonstrações financeiras está de acordo com Pronunciamentos Técnicos do Comitê de Pronunciamentos Contábeis ( CPC ) as quais exigem que a Administração faça julgamentos, estimativas e premissas que afetam a aplicação de políticas contábeis e os valores reportados de ativos, passivos, receitas e despesas. Os resultados reais podem divergir dessas estimativas. Estimativas e premissas são revistas de uma maneira contínua. Revisões com relação a estimativas contábeis são reconhecidas no exercício em que as estimativas são revisadas e em quaisquer exercícios futuros afetados. As informações referentes ao uso de estimativas e julgamentos adotados e que apresentam efeitos sobre os valores reconhecidos na demonstração financeira da Companhia estão incluídas nas seguintes notas explicativas: Nota 3.5 (iii) Vida útil do ativo imobilizado Nota 18 Instrumentos financeiros As informações sobre incertezas relacionadas a premissas e estimativas que possuam um risco significativo de resultar em um ajuste material dentro do próximo exercício financeiro estão incluídas nas seguintes notas explicativas: Nota 9 Ativos biológicos Nota 11 Imposto de renda e contribuição social diferidos; Nota 17 Contingências (e) Mudanças nas políticas contábeis e divulgações CPC 40 (R1) - "Instrumentos Financeiros: Evidenciação" - essa alteração inclui novos requisitos de divulgação sobre a compensação de ativos e passivos. CPC 45 - "Divulgações de Participações em Outras Entidades" incluem os requerimentos de divulgação para todas as formas de participações em outras entidades, inclusive operações em conjunto, coligadas, entidades estruturadas e outros tipos de entidades-veículo não registradas no balanço. CPC 46 - "Mensuração do Valor Justo" tem por objetivo aprimorar a consistência e reduzir a complexidade da mensuração ao valor justo, fornecendo uma definição mais precisa e uma única fonte de mensuração do valor justo e suas exigências de divulgação. 8 de 46

12 (f) Retificação do cálculo dos ativos biológicos As demonstrações financeiras referentes ao exercício findo em 31 de março de 2013, originalmente emitidas em 18 de julho de 2013, estão sendo reapresentadas, em conformidade com o CPC 23 Politicas contábeis, mudanças de estimativas e retificação de erro, como parte do processo de refinamento dos controles contábeis e financeiros da Companhia, cujos efeitos líquidos totalizaram R$ , assim sumarizados: No ativo não circulante, na rubrica Ativos biológicos, relativo a ajuste na metodologia de cálculo adotada, o importe de R$ , decorrente de reversão de mais valia deste ativo. No Passivo não circulante, na rubrica Imposto de renda e contribuição social diferidos, o importe de R$ 6.048, decorrente de reversão de provisão destes impostos sobre mais valia do ativo biológico. No Patrimônio líquido, na rubrica Prejuízos acumulados, pelo reflexo líquido dos ajustes acima, no importe de R$ Ressaltamos que a mudança de cálculo foi adotada em virtude de divergência na interpretação da norma observada pelos atuais auditores em relação aos auditores que analisaram e aprovaram as demonstrações financeiras do exercício findo em 31 de março de Como os ajustes se referem apenas ao saldo e resultado do exercício findo em 31 de março de 2013, não se fez necessária a apresentação do saldo de abertura do referido exercício no Balanço patrimonial apresentado. A seguir demonstramos um resumo das demonstrações financeiras originalmente apresentadas, comparativa as demonstrações ora reapresentadas: 2013 Com o anteriorm ente apresentado Ajuste Reapresentado Ativ o Ativo circulante Ativo não circulante ( ) Total do ativo ( ) Passiv o Passivo circulante Passivo não circulante (6.048) Patrimônio líquido ( ) Total do passivo e patrimônio líquido ( ) de 46

13 2013 Com o anteriorm ente apresentado Ajuste Reapresentado Resultado Receitas Custo dos produtos vendidos ( ) ( ) ( ) Outras receitas e despesas operacionais (54.219) (54.219) Lucro operacional antes do im posto de renda e da contribuição social (17.789) Imposto de renda e contribuição social diferidos (8.568) (2.520) Lucro líquido do exercício ( ) Com o anteriorm ente apresentado Ajuste Reapresentado Fluxo de caixa das atividades operacionais Resultado do exercício antes do imposto de renda ( ) e da contribuição social Ajustes para: Mudança no valor justo do ativo biológico (27.251) (9.462) Fluxo de caixa liquido decorrente das ativ idades operacionais Fluxo de caixa de ativ idades de inv estim ento (65.322) (65.322) Fluxo de caixa de ativ idades de financiam ento Aum ento líquido em caixa e equivalentes de caixa Dem onstração do aum ento do caixa e equivalentes de caixa No início do exercício No fim do exercício Principais políticas contábeis As políticas contábeis descritas em detalhes abaixo têm sido aplicadas de maneira consistente a todos os exercícios apresentados nessas demonstrações financeiras. As políticas contábeis têm sido aplicadas de maneira consistente pela Companhia. 3.1 Investimentos em controladas Controladas são todas as entidades nas quais a Companhia detém o controle. A Companhia controla uma entidade quando está exposta ou tem direito a retorno variáveis decorrentes de seu envolvimento com a entidade e tem a capacidade de interferir nesses retornos devido ao poder que exerce sobre a entidade. As controladas são totalmente consolidadas a partir da data em que o controle é transferido para a Companhia. A consolidação é interrompida a partir da data em que a Companhia deixa de ter o controle. 10 de 46

14 Transações entre a Companhia e sua controlada, saldos e ganhos não realizados em transações entre empresas do Grupo são eliminados. Os prejuízos não realizados também são eliminados a menos que a operação forneça evidências de uma perda (impairment) do ativo transferido. As políticas contábeis da controlada são alteradas, quando necessário, para assegurar a consistência com as políticas adotadas pela Companhia. Os investimentos em controlada são contabilizados por meio do método de equivalência patrimonial e são reconhecidos inicialmente pelo custo. Os investimentos da Companhia incluem o ágio identificado na aquisição, líquido de quaisquer perdas acumuladas por redução ao valor recuperável. 3.2 Investimentos em coligadas As coligadas são aquelas entidades nas quais a Companhia, direta ou indiretamente, tenha influência significativa, mas não controle, sobre as políticas financeiras e operacionais. A influência significativa supostamente ocorre quando a Companhia, direta ou indiretamente, mantém entre 20 e 50 por cento do poder votante de outra entidade. Os investimentos em coligadas são contabilizados por meio do método de equivalência patrimonial e são reconhecidos inicialmente pelo custo. Os investimentos da Companhia incluem o ágio identificado na aquisição, líquido de quaisquer perdas acumuladas por redução ao valor recuperável. As demonstrações financeiras incluem receitas e despesas e variações patrimoniais de Companhias coligadas, após a realização de ajustes para alinhar as suas políticas contábeis com aquela da Companhia, a partir da data em que uma influência significativa ou controle conjunto começam a existir até a data em que aquela influência significativa ou controle conjunto cessam. Quando a participação da Companhia nos prejuízos de uma Companhia investida cujo patrimônio líquido tenha sido contabilizado exceda a sua participação acionária nessa Companhia registrada por equivalência patrimonial, o valor contábil daquela participação acionária, incluindo quaisquer investimentos de longo prazo, é reduzido à zero, e o reconhecimento de perdas adicionais é encerrado, exceto nos casos em que a Companhia tenha obrigações construtivas ou efetuou pagamentos em nome da Companhia investida, quando, então, é constituída uma provisão para a perda de investimentos. 3.3 Moeda estrangeira Transações em moeda estrangeira são convertidas para a moeda funcional da Companhia pelas taxas de câmbio nas datas das transações. Ativos e passivos monetários denominados e apurados em moedas estrangeiras na data de apresentação são reconvertidos para a moeda funcional à taxa de câmbio apurada naquela data. O ganho ou perda cambial em itens monetários é a diferença entre o custo amortizado da moeda funcional no começo do exercício, ajustado por juros e pagamentos efetivos durante o exercício, e o custo amortizado em moeda estrangeira à taxa de câmbio no final do exercício de apresentação. Ativos e passivos não monetários denominados em moedas estrangeiras que são mensurados pelo valor justo são reconvertidos para a moeda funcional à taxa de câmbio na data em que o valor justo foi apurado. As diferenças de moedas estrangeiras resultantes na reconversão são reconhecidas no resultado. 11 de 46

15 3.4 Instrumentos financeiros (i) Ativos financeiros não derivativos A Companhia reconhece os empréstimos e recebíveis e depósitos inicialmente na data em que foram originados. Todos os outros ativos financeiros são reconhecidos inicialmente na data da negociação na qual a Companhia se torna uma das partes das disposições contratuais do instrumento. A Companhia deixa de reconhecer um ativo financeiro quando os direitos contratuais aos fluxos de caixa do ativo expiram, ou quando a Companhia transfere os direitos ao recebimento dos fluxos de caixa contratuais sobre um ativo financeiro por meio de uma transação na qual essencialmente todos os riscos e benefícios da titularidade do ativo financeiro são transferidos. Eventual participação que seja criada ou retida pela Companhia nos ativos financeiros são reconhecidos como um ativo ou passivo individual. Os ativos ou passivos financeiros são compensados e o valor líquido é apresentado no balanço patrimonial quando, e somente quando, a Companhia tenha o direito legal de compensar os valores e tenha a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e liquidar o passivo simultaneamente. A Companhia classifica os ativos financeiros não derivativos como empréstimos e recebíveis. Empréstimos e recebíveis: Empréstimos e recebíveis são ativos financeiros com pagamentos fixos ou calculáveis que não são cotados no mercado ativo. Tais ativos são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, os empréstimos e recebíveis são mensurados pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos, decrescidos de qualquer perda por redução ao valor recuperável. Os empréstimos e recebíveis abrangem caixa e equivalentes de caixa, contas a receber e outras contas a receber. Caixa e equivalentes de caixa: Caixa e equivalentes de caixa abrangem saldos de caixa e investimentos financeiros com vencimento original de três meses, ou menos, a partir da data da contratação. Os quais são sujeitos a um risco insignificante de alteração no valor, e são utilizadas na gestão das obrigações de curto prazo. (ii) Passivos financeiros não derivativos Todos os passivos financeiros (incluindo passivos designados pelo valor justo registrado no resultado) são reconhecidos inicialmente na data de negociação na qual a Companhia se torna uma parte das disposições contratuais do instrumento. A Companhia baixa um passivo financeiro quando tem suas obrigações contratuais retiradas, canceladas ou vencidas. Os ativos e passivos financeiros são compensados e o valor líquido é apresentado no balanço patrimonial quando, e somente quando, a Companhia tenha o direito legal de compensar os valores e tenha a intenção de liquidar em uma base líquida ou de realizar o ativo e quitar o passivo simultaneamente. 12 de 46

16 Tais passivos financeiros são reconhecidos inicialmente pelo valor justo acrescido de quaisquer custos de transação atribuíveis. Após o reconhecimento inicial, esses passivos financeiros são mensurados pelo custo amortizado através do método dos juros efetivos. A companhia tem os seguintes passivos financeiros não derivativos: empréstimos e financiamentos, fornecedores e outras contas a pagar. (iii) Instrumentos financeiros derivativos Inicialmente, os derivativos são reconhecidos pelo valor justo na data em que um contrato de derivativos é celebrado e são, subsequentemente, remensurados ao seu valor justo. Certos instrumentos derivativos não se qualificam para a contabilização de hedge. As variações no valor justo de qualquer um desses instrumentos derivativos são reconhecidas imediatamente na demonstração do resultado em "Receitas financeiras ou Despesas financeiras. (iv) Capital social Ações ordinárias da Companhia são classificadas como patrimônio líquido. A Companhia não possui ações preferenciais. Os dividendos mínimos obrigatórios, conforme definido em estatuto, são reconhecidos como passivo. 3.5 Imobilizado (i) Reconhecimento e mensuração Itens do imobilizado são mensurados pelo custo histórico de aquisição ou construção, deduzido de depreciação acumulada e perdas de redução ao valor recuperável (impairment) acumuladas. O custo inclui gastos que são diretamente atribuíveis à aquisição de um ativo. Os custos de ativos construídos pela própria companhia inclui: O custo de materiais e mão de obra direta; Quaisquer outros custos para colocar o ativo no local e condição necessária para que esses sejam capazes de operar da forma pretendida pela Administração; Os custos de desmontagem e de restauração do local onde estes ativos estão localizados; e Custos de empréstimos sobre ativos qualificáveis. O software comprado que seja parte integrante da funcionalidade de um equipamento é capitalizado como parte daquele equipamento. Quando partes de um item do imobilizado têm diferentes vidas úteis, elas são registradas como itens individuais (componentes principais) de imobilizado. Ganhos e perdas na alienação de um item do imobilizado (apurados pela diferença entre os recursos advindos da alienação e o valor contábil do imobilizado), são reconhecidos em outras receitas/ despesas operacionais no resultado. 13 de 46

17 (ii) Custos subsequentes Gastos com manutenção que implicam em prolongamento da vida útil econômica dos bens do ativo imobilizado são capitalizados. Gastos com manutenção sem impacto na vida útil econômica dos ativos são reconhecidos como despesa quando realizados. Os itens substituídos são baixados. Os gastos com manutenção agrícola e industrial, incorridos no período de entressafra são levados ao imobilizado para serem apropriados ao custo de produção do açúcar e do etanol no decorrer da safra seguinte. (iii) Depreciação Itens do ativo imobilizado são depreciados pelo método linear no resultado do exercício baseado na vida útil econômica estimada de cada componente. Ativos arrendados são depreciados pelo menor período entre a vida útil estimada do bem e o prazo do contrato, a não ser que seja certo que a Companhia obterá a propriedade do bem ao final do arrendamento. Terrenos não são depreciados. Itens do ativo imobilizado são depreciados a partir da data em que são instalados e estão disponíveis para uso, ou em caso de ativos construídos internamente, do dia em que a construção é finalizada e o ativo está disponível para utilização. As vidas úteis estimadas, para os exercícios corrente e comparativo, são as seguintes: Edifícios e construções Máquinas, instalações e equipamentos Veículos 8 anos Máquinas e implementos agrícolas Móv eis e utensílios 10 anos 20 anos Entre 20 e 33 anos 20 anos Os métodos de depreciação, as vidas úteis e os valores residuais são revistos a cada encerramento de exercício financeiro e eventuais ajustes são reconhecidos como mudança de estimativas contábeis. 3.6 Ativos biológicos Os ativos biológicos são mensurados pelo valor justo, deduzidos das despesas de venda. Alterações no valor justo menos despesas de venda são reconhecidos no resultado. Custos de venda incluem todos os custos que seriam necessários para vender os ativos. A cana-de-açúcar em pé é transferida ao estoque pelo seu valor justo, deduzido das despesas estimadas de venda apurados na data de corte. 3.7 Estoques Os estoques são mensurados pelo menor valor entre o custo e o valor realizável líquido. Os custos dos estoques são avaliados ao custo médio de aquisição ou de produção e inclui gastos incorridos na aquisição de estoques, custos de produção e transformação e outros custos incorridos em trazê-los às suas localizações e condições existentes. No caso dos estoques manufaturados e produtos em elaboração, o custo inclui uma parcela dos custos gerais de fabricação baseado na capacidade operacional normal. 14 de 46

18 O valor realizável líquido é o preço estimado de venda no curso normal dos negócios, deduzido dos custos estimados de conclusão e despesas de vendas. 3.8 Redução ao valor recuperável (impairment) (i) Ativos financeiros (incluindo recebíveis) Um ativo financeiro não mensurado pelo valor justo por meio do resultado é avaliado a cada data de apresentação para apurar se há evidência objetiva de que tenha ocorrido perda no seu valor recuperável. Um ativo tem perda no seu valor recuperável se uma evidência objetiva indica que um evento de perda ocorreu após o reconhecimento inicial do ativo, e que aquele evento de perda teve um efeito negativo nos fluxos de caixa futuros projetados que podem ser estimados de uma maneira confiável. A evidência objetiva de que os ativos financeiros perderam valor pode incluir o não-pagamento ou atraso no pagamento por parte do devedor, a reestruturação do valor devido à Companhia sobre condições de que a Companhia não consideraria em outras transações, indicações de que o devedor ou emissor entrará em processo de falência, ou o desaparecimento de um mercado ativo para um título. Além disso, para um instrumento patrimonial, um declínio significativo ou prolongado em seu valor justo abaixo do seu custo é evidência objetiva de perda por redução ao valor recuperável. Ativos financeiros mensurados pelo custo amortizado: Uma redução do valor recuperável com relação a um ativo financeiro mensurado pelo custo amortizado é calculada como a diferença entre o valor contábil e o valor presente dos futuros fluxos de caixa estimados descontados à taxa de juros efetiva original do ativo. As perdas são reconhecidas no resultado e refletidas em uma conta de provisão contra recebíveis ou ativos mantidos até o vencimento. Os juros sobre o ativo que perdeu valor continuam sendo reconhecidos. Quando um evento subsequente indica reversão da perda de valor, a diminuição na perda de valor é revertida e registrada no resultado. A provisão para redução ao valor recuperável, quando necessária, é constituída em montante considerado suficiente pela Companhia para fazer face às eventuais perdas na realização dos créditos. (ii) Ativos não financeiros Os valores contábeis dos ativos não financeiros da Companhia, que não os ativos biológicos, estoques imposto de renda e contribuição social diferidos, são revistos a cada data de apresentação para apurar se há indicação de perda no valor recuperável. Caso ocorra tal indicação, então o valor recuperável do ativo é estimado. Uma perda por redução no valor recuperável é reconhecida se o valor contábil do ativo ou Unidade Geradora de Caixa exceder seu valor recuperável. O valor recuperável de um ativo ou unidade geradora de caixa é o maior entre o valor em uso e o valor justo menos despesas de venda. Ao avaliar o valor em uso, os fluxos de caixa futuros estimados são descontados aos seus valores presentes através da taxa de desconto antes de impostos que reflita as condições vigentes de mercado quanto ao período de recuperabilidade do capital e os riscos específicos do ativo ou UGC. Durante os exercícios encerrados em 31 de março de 2014 e 2013, a Companhia não identificou indicadores de que seus ativos estão registrados com valor acima do seu valor recuperável. 15 de 46

19 Uma perda por redução ao valor recuperável relacionada a ágio não é revertida. Quanto a outros ativos, as perdas de valor recuperável reconhecidas em períodos anteriores são avaliadas a cada data de apresentação para quaisquer indicações de que a perda tenha aumentado, diminuído ou não mais exista. Uma perda de valor é revertida caso tenha havido uma mudança nas estimativas usadas para determinar o valor recuperável. Uma perda por redução ao valor recuperável é revertida somente na condição em que o valor contábil do ativo não exceda o valor contábil que teria sido apurado, líquido de depreciação ou amortização, caso a perda de valor não tivesse sido reconhecida. 3.9 Benefícios a empregados Benefícios de curto prazo a empregados Obrigações de benefícios de curto prazo a empregados são mensuradas em uma base não descontada e são incorridas como despesas conforme o serviço relacionado seja prestado. O passivo é reconhecido pelo valor esperado a ser pago sob os planos de bonificação em dinheiro ou participação nos lucros de curto prazo se a Companhia tem uma obrigação legal ou construtiva de pagar esse valor em função de serviço passado prestado pelo empregado, e a obrigação possa ser estimada de maneira confiável Provisões Uma provisão é reconhecida, em função de um evento passado, se a Companhia tem uma obrigação legal ou construtiva que possa ser estimada de maneira confiável, e é provável que um recurso econômico seja exigido para liquidar a obrigação. As provisões são apuradas através do desconto dos fluxos de caixa futuros esperados a uma taxa antes de impostos que reflete as avaliações atuais de mercado quanto ao valor do dinheiro no tempo e riscos específicos para o passivo. Os custos financeiros incorridos são registrados no resultado Receita operacional (i) Venda de produtos Açúcar, etanol orgânico e demais produtos orgânicos A receita operacional da venda de bens no curso normal das atividades é mensurada pelo valor justo da contraprestação recebida ou a receber. A receita operacional é reconhecida quando existe evidência convincente de que os riscos e benefícios mais significativos inerentes à propriedade dos bens foram transferidos para o comprador, de que for provável que os benefícios econômico-financeiros fluirão para a entidade, de que os custos associados e a possível devolução de mercadorias podem ser estimados de maneira confiável, de que não haja envolvimento contínuo com os bens vendidos, e de que o valor da receita operacional possa ser mensurado de maneira confiável. (ii) Venda de produtos Açúcar e etanol As receitas auferidas e despesas incorridas pela Copersucar são apropriadas ao resultado do exercício com base em rateio, definido de acordo com a produção da Companhia em relação às demais cooperadas, em conformidade com o disposto no Parecer Normativo CST n 66, de 05 de setembro de de 46

20 3.12 Receita financeira e despesa financeira As receitas financeiras abrangem receitas de juros sobre fundos investidos e variações no valor justo de ativos financeiros mensurados pelo valor justo por meio do resultado. A receita de juros é reconhecida no resultado, através do método dos juros efetivos. As distribuições recebidas de investidas registradas por equivalência patrimonial reduzem o valor do investimento As despesas financeiras abrangem despesas com juros sobre empréstimos. Custos de empréstimo que não são diretamente atribuíveis à aquisição, construção ou produção de um ativo qualificável são mensurados no resultado através do método de juros efetivos. Os ganhos e perdas cambiais são reportados em uma base líquida Imposto de renda e contribuição social O Imposto de Renda e a Contribuição Social do exercício corrente e diferido são calculados, respectivamente, com base nas alíquotas de 15% (acrescidas do adicional de 10% sobre o lucro tributável excedente de R$ 240 para imposto de renda) e 9% sobre o lucro tributável, e consideram a compensação de prejuízos fiscais e base negativa de contribuição social limitada a 30% do lucro real. A despesa com imposto de renda e contribuição social compreende os impostos de renda correntes e diferidos. O imposto corrente e o imposto diferido são reconhecidos no resultado a menos que estejam relacionados a outros resultados abrangentes. O imposto corrente é o imposto a pagar ou a receber esperado sobre o lucro ou prejuízo tributável do exercício, as taxas de impostos decretadas ou substantivamente decretadas na data de apresentação das demonstrações financeiras e qualquer ajuste aos impostos a pagar com relação aos exercícios anteriores. O imposto diferido é reconhecido com relação ao prejuízo fiscal, base negativa de contribuição social e diferenças temporárias entre os valores contábeis de ativos e passivos para fins contábeis e os correspondentes valores usados para fins de tributação. O imposto diferido é mensurado pelas alíquotas que se espera serem aplicadas às diferenças temporárias quando elas revertem, baseando-se nas leis que foram decretadas ou substantivamente decretadas até a data de apresentação das demonstrações financeiras. Na determinação do imposto de renda corrente e diferido a Companhia leva em consideração o impacto de incertezas relativas a posição fiscais tomadas e se o pagamento adicional de imposto de renda e juros tenha que ser realizado. A Companhia acredita que a provisão para imposto de renda no passivo está adequada para com relação a todos os períodos fiscais em aberto baseada em sua avaliação de diversos fatores, incluindo interpretações das leis fiscais e experiência passada. Essa avaliação é baseada em estimativas e premissas que podem envolver uma série de julgamentos sobre eventos futuros. Novas informações podem ser disponibilizadas o que levaria a Companhia a mudar o seu julgamento quanto a adequação da provisão existente; tais alterações impactarão a despesa com imposto de renda no ano em que forem realizadas. Os ativos e passivos fiscais diferidos são compensados caso haja um direito legal de compensar passivos e ativos fiscais correntes, e eles se relacionam a impostos de renda lançados pela mesma autoridade tributária sobre a mesma entidade sujeita à tributação. 17 de 46

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