A Ciência do Bom Viver

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3 A Ciência do Bom Viver Ellen G. White Copyright 2013 Ellen G. White Estate, Inc.

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5 Informações sobre este livro Resumo Esta publicação ebook é providenciada como um serviço do Estado de Ellen G. White. É parte integrante de uma vasta colecção de livros gratuitos online. Por favor visite owebsite do Estado Ellen G. White. Sobre a Autora Ellen G. White ( ) é considerada como a autora Americana mais traduzida, tendo sido as suas publicações traduzidas para mais de 160 línguas. Escreveu mais de páginas numa vasta variedade de tópicos práticos e espirituais. Guiada pelo Espírito Santo, exaltou Jesus e guiou-se pelas Escrituras como base da fé. Outras Hiperligações Uma Breve Biografia de Ellen G. White Sobre o Estado de Ellen G. White Contrato de Licença de Utilizador Final A visualização, impressão ou descarregamento da Internet deste livro garante-lhe apenas uma licença limitada, não exclusiva e intransmissível para uso pessoal. Esta licença não permite a republicação, distribuição, atribuição, sub-licenciamento, venda, preparação para trabalhos derivados ou outro tipo de uso. Qualquer utilização não autorizada deste livro faz com que a licença aqui cedida seja terminada. Mais informações Para mais informações sobre a autora, os editores ou como poderá financiar este serviço, é favor contactar o Estado de Ellen G. i

6 White: (endereço de ). Estamos gratos pelo seu interesse e pelas suas sugestões, e que Deus o abençoe enquanto lê. ii

7 Conteúdo Informações sobre este livro i Seção 1 O verdadeiro médico-missionário ix Capítulo 1 Nosso exemplo Amor fraternal Serviço Pessoal Capítulo 2 Dias de ministério Atenção às Crianças Responsabilidade dos Pais Cinco Pãezinhos Alimentam a Multidão Capítulo 3 Com a natureza e com Deus Capítulo 4 O toque da fé Sua Misericórdia nos Salvou Podes Tornar-me Limpo Descanso Capítulo 5 A cura da alma Queres Ficar São? Não Peques Mais Eis que vos Dou Poder Capítulo 6 Salvo para servir Louvor Para Sempre De Graça Recebestes, de Graça Dai Seção 2 A obra do médico Capítulo 7 A cooperação do Divino com o humano A Fonte da Cura As Promessas de Deus Capítulo 8 O médico é um educador Educação nos Princípios de Saúde Remédios Naturais O Preparo Para a Luta da Vida O Poder do Exemplo O Médico e a Obra da Temperança Seção 3 Médicos-missionários e sua obra Capítulo 9 Ensinando e curando A Obra dos Discípulos iii

8 iv A Ciência do Bom Viver O Ensino dos Princípios de Saúde Vida Mais Ampla As Pequenas Oportunidades Missionários de Manutenção Própria Capítulo 10 Auxílio aos tentados Salvos por Esperança Capítulo 11 A obra em favor dos intemperantes O Poder da Vontade Decepções e Perigos Capítulo 12 Auxílio aos desempregados e aos destituídos de lar O Plano de Deus Para Israel Preparo Profissional A Consideração Para com os Pobres Princípios Comerciais Nos Bairros Pobres Famílias Missionárias Esperança e Ânimo As Melhores Coisas da Vida Capítulo 13 Os pobres desamparados A Família da Fé Viúvas e Órfãos Os Idosos Uma Prova de Caráter Dai, e Ser-vos-á Dado Capítulo 14 O ministério em favor dos ricos Seção 4 O cuidado dos doentes Capítulo 15 No quarto do doente Luz Solar, Ventilação e Temperatura Dieta Deveres dos Assistentes As Visitas aos Doentes A Enfermagem em Instituições Capítulo 16 Oração pelos doentes A Confissão dos Pecados Capítulo 17 O emprego de remédios Remédios Racionais O Repouso Como Remédio

9 Conteúdo v Capítulo 18 A cura mental O Controle de uma Mente sobre Outra Simpatia Princípios Bíblicos de Cura As Promessas de Restauração Cantar Louvores Mara e Elim Bendita Segurança Capítulo 19 Em contato com a natureza Seção 5 Princípios de saúde Capítulo 20 Higiene geral A Circulação do Sangue A Respiração Ventilação e Luz Solar Capítulo 21 Higiene entre os Israelitas A Prevenção da Doença Asseio Regime Regozijo Capítulo 22 Vestuário Independente da Moda Capítulo 23 O regime alimentar e a saúde Escolha de Alimento O Preparo do Alimento Maneiras Erradas de Comer Capítulo 24 A carne como alimento Razões para Rejeitar o Alimento Cárneo Capítulo 25 Extremos no regime Capítulo 26 Estimulantes e narcóticos Condimentos Chá e Café O Hábito do Fumo Bebidas Intoxicantes Os Intoxicantes Mais Brandos Capítulo 27 O comércio de bebidas e a proibição A Obra do Vendedor de Bebidas A Responsabilidade da Igreja Licenças

10 vi A Ciência do Bom Viver Proibição Seção 6 O lar Capítulo 28 O ministério do lar Oportunidades da Vida Capítulo 29 Os fundadores do lar Felicidade no Serviço Abnegado Capítulo 30 Escolha e preparo do lar Simplicidade no Mobiliário Belos Arredores Capítulo 31 A mãe Temperança e Domínio Próprio Excesso de Trabalho Boa Disposição O Privilégio dos Pais na Educação dos Filhos A Oportunidade da Mãe Capítulo 32 A criança O Cuidado da Criança O Regime Alimentar da Criança O Cuidado da Criança na Doença O Estudo da Fisiologia Capítulo 33 Influências do lar A Responsabilidade do Pai Capítulo 34 A verdadeira educação é um ensino Preparar Para o Serviço Amplo Fundamento A Obra da Escola Aprender Ensinando Seção 7 O conhecimento por excelência Capítulo 35 O verdadeiro conhecimento de Deus A Natureza Não é Deus A Criação da Terra A Personalidade de Deus Revelada em Cristo Revelado aos Discípulos O Caráter de Deus Revelado em Cristo A Glória da Cruz Era Cristo O Conhecimento que Transforma Capítulo 36 O perigo do conhecimento especulativo

11 Conteúdo vii Teorias Panteístas Pesquisas dos Mistérios Divinos Capítulo 37 O falso e o verdadeiro na educação Autores Incrédulos Saber Histórico e Teológico Os Clássicos A Literatura Sensacionalista Mitos e Contos de Fadas O Ensino de Cristo Capítulo 38 A importância de buscar o verdadeiro conhecimento A Obra que Exige Nosso Pensamento A Ciência a Ser Dominada Não Há Tempo a Perder A Necessidade de Auto-Renúncia Fonte do Verdadeiro Conhecimento Capítulo 39 O conhecimento recebido mediante a Palavra de Deus Mais Claras Revelações de Deus Educação na Vida Eterna Seção 8 As necessidades do obreiro Capítulo 40 Auxílio na vida diária A Disciplina da Prova Os Planos de Deus São os Melhores Uma Lição da Vida de Moisés Planos para o Futuro Salário Deus Proverá Capítulo 41 Em contato com os outros Consideração Pelos que Têm Responsabilidades Paciência Quando Ofendido Capítulo 42 Desenvolvimento e serviço Força de Caráter Sinceridade de Propósito Capítulo 43 Uma experiência mais alta No Monte com Deus O Privilégio da Oração O Divino Conselheiro

12 viii A Ciência do Bom Viver Confiança Permanecei em Mim Uma Coisa Faço

13 Seção 1 O verdadeiro médico-missionário O Espírito do Senhor Jeová está sobre Mim, porque o Senhor Me ungiu para pregar boas novas aos mansos; enviou-me a restaurar os contritos de coração, a proclamar liberdade aos cativos e a abertura de prisão aos presos; a apregoar o ano aceitável do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; a consolar todos os tristes. Isaías 61:1-2.

14 [17] [18] [19] Capítulo 1 Nosso exemplo Nosso Senhor Jesus Cristo veio a este mundo como o infatigável servo das necessidades do homem. Tomou sobre Si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças (Mateus 8:17), a fim de poder ajudar a todas as necessidades humanas. Veio para remover o fardo de doenças, misérias e pecado. Era Sua missão restaurar inteiramente os homens; veio trazer-lhes saúde, paz e perfeição de caráter. Várias eram as circunstâncias e necessidades dos que Lhe suplicavam o auxílio, e nenhum dos que a Ele se chegavam saía desatendido. DEle emanava uma corrente de poder restaurador, ficando os homens física, mental e moralmente sãos. A obra do Salvador não era restrita a qualquer tempo ou lugar. Sua compaixão desconhecia limites. Em tão larga escala realizava Ele Sua obra de curar e ensinar, que não havia na Palestina edifício grande o bastante para comportar as multidões que se aglomeravam ao Seu redor. Nas verdes encostas da Galiléia, nas estradas, à beiramar, nas sinagogas e em todo lugar a que os doentes Lhe podiam ser levados, aí se encontrava Seu hospital. Em cada cidade, cada vila por que passava, punha as mãos sobre os doentes e os curava. Onde quer que houvesse corações prontos a receber-lhe a mensagem, Ele os confortava com a certeza do amor de Seu Pai celestial. Todo o dia ajudava aos que a Ele iam; à tardinha atendia aos que tinham que labutar durante o dia pelo sustento da família. Jesus carregava o grande peso de responsabilidade da salvação dos homens. Ele sabia que, a menos que houvesse da parte da raça humana decidida mudança nos princípios e desígnios, tudo estaria perdido. Esse era o fardo de Sua alma, e ninguém podia avaliar o peso que sobre Ele repousava. Através da infância, juventude e varonilidade, andou sozinho. Todavia era um céu estar-se em Sua presença. Dia a dia enfrentava provas e tentações; dia a dia era posto em contato com o mal, e testemunhava o poder do mesmo 10

15 Nosso exemplo 11 sobre aqueles a quem buscava abençoar e salvar. Não obstante, não vacilava nem ficava desanimado. Em todas as coisas, punha Seus desejos em estrita obediência à Sua missão. Glorificava Sua vida por torná-la em tudo submissa à vontade do Seu Pai. Na Sua juventude, Sua mãe O encontrou na escola dos rabis e disse: Filho, por que fizeste assim para conosco? Lucas 2:48. Ele respondeu (e Sua resposta é a nota tônica de Sua obra vitalícia): Por que é que Me procuráveis? Não sabeis que Me convém tratar dos negócios de Meu Pai? Lucas 2:49. Sua vida foi de constante abnegação. Não possuía lar neste mundo, a não ser o que a bondade dos amigos Lhe preparava como peregrino. Ele veio viver em nosso favor a vida do mais pobre, e andar e trabalhar entre os necessitados e sofredores. Entrava e saía, não reconhecido nem honrado, diante do povo por quem tanto fizera. Era sempre paciente e bem-disposto, e os aflitos O saudavam como a um mensageiro de vida e paz. Via as necessidades de homens e mulheres, crianças e jovens, e a todos dirigia o convite: Vinde a Mim. Mateus 11:28. Durante Seu ministério, Jesus dedicou mais tempo a curar os enfermos do que a pregar. Seus milagres testificavam da veracidade de Suas palavras, de que não veio a destruir, mas a salvar. Aonde quer que fosse, as novas de Sua misericórdia O precediam. Por onde havia passado, os que haviam sido alvo de Sua compaixão se regozijavam na saúde, e experimentavam as forças recém-adquiridas. Multidões ajuntavam-se em torno deles para ouvir de seus lábios as obras que o Senhor realizara. Sua voz havia sido o primeiro som ouvido por muitos, Seu nome o primeiro proferido, Seu rosto o primeiro que contemplaram. Por que não haveriam de amar a Jesus, e proclamar- Lhe o louvor? Ao passar por vilas e cidades, era como uma corrente [20] vivificadora, difundindo vida e alegria. A terra de Zebulom e a terra de Naftali, Junto ao caminho do mar, além do Jordão, A Galiléia das nações, O povo que estava assentado em trevas Viu uma grande luz; E aos que estavam assentados na região e sombra da morte A luz raiou. Mateus 4:15-16.

16 12 A Ciência do Bom Viver [21] [22] [23] O Salvador tornava cada ato de cura uma ocasião para implantar princípios divinos na mente e na alma. Esse era o desígnio de Sua obra. Comunicava bênçãos terrestres, para que pudesse inclinar o coração dos homens ao recebimento do evangelho de Sua graça. Cristo poderia ter ocupado o mais elevado lugar entre os mestres da nação judaica, mas preferiu levar o evangelho aos pobres. Ia de lugar a lugar, para que os que se achavam nos caminhos e atalhos pudessem ouvir as palavras da verdade. Na praia, nas encostas das montanhas, nas ruas da cidade, nas sinagogas, Sua voz se fazia ouvir explicando as Escrituras. Muitas vezes ensinava no pátio do templo, a fim de os gentios Lhe poderem ouvir as palavras. Os ensinos de Cristo eram tão diferentes das explicações bíblicas feitas pelos escribas e fariseus que prendiam a atenção do povo. Os rabis apegavam-se à tradição, às teorias e especulações humanas. Muitas vezes, o que os homens haviam ensinado e escrito acerca das Escrituras era posto em lugar delas próprias. O tema dos ensinos de Cristo era a Palavra de Deus. Ele respondia aos inquiridores com um positivo Está escrito (Mateus 4:4), Que diz a Escritura? (Romanos 4:3), Como lês?. Lucas 10:26. Em todas as oportunidades, despertando-se em um amigo ou adversário qualquer interesse, Ele apresentava a Palavra. Proclamava a mensagem evangélica de maneira clara e poderosa. Suas palavras derramavam abundante luz sobre os ensinos dos patriarcas e profetas, e as Escrituras chegavam aos homens como uma nova revelação. Nunca antes haviam Seus ouvintes percebido na Palavra de Deus tal profundeza de sentido. Jamais houve um evangelista como Cristo. Ele era a majestade do Céu, mas humilhou-se para tomar nossa natureza, a fim de chegar até ao homem na condição em que se achava. A todos, ricos e pobres, livres e servos, Cristo, o Mensageiro do concerto, trouxe as boas novas de salvação. Sua fama como o grande Operador de curas espalhou-se por toda a Palestina. Os enfermos iam para os lugares por onde Ele devia passar, a fim de poderem encontrar auxílio. Iam também muitas criaturas ansiosas de Lhe ouvir as palavras e receber o toque de Sua mão. Assim ia de cidade em cidade, de vila em vila, pregando o evangelho e curando os enfermos o Rei da glória na humilde veste humana. Assistia às grandes festas anuais da nação, e falava das coisas celestes às multidões absortas nas cerimônias exteriores, trazendo a

17 Nosso exemplo 13 eternidade ao alcance de sua visão. Dos celeiros da sabedoria tirava tesouros para todos. Falava-lhes em linguagem tão simples que não podiam deixar de entender. Por métodos inteiramente Seus, ajudava a todos quantos se achavam em aflição e dor. Com graça e cortesia, ajudava a alma enferma de pecado, levando-lhe saúde e vigor. Príncipe dos mestres, buscava acesso ao povo por meio de suas mais familiares relações. Apresentava a verdade de maneira que daí em diante ela estaria sempre entretecida no espírito de Seus ouvintes com suas mais sagradas recordações e afetos. Ensinava-os [24] de maneira que os fazia sentir quão perfeita era Sua identificação com os interesses e a felicidade deles. Suas instruções eram tão diretas, tão adequadas Suas ilustrações, Suas palavras tão cheias de simpatia e animação, que os ouvintes ficavam encantados. A simplicidade e sinceridade com que Se dirigia aos necessitados santificavam cada palavra. Que vida atarefada levou Ele! Dia a dia podia ser visto entrando nas humildes habitações da miséria e da dor, dirigindo palavras de esperança aos abatidos, e de paz aos aflitos. Cheio de graça, sensível e clemente, andava erguendo os desfalecidos e confortando os tristes. Aonde quer que fosse, levava bênçãos. Enquanto ajudava os pobres, Jesus estudava também os meios de atingir os ricos. Procurava travar relações com o rico e culto fariseu, o nobre judeu e a autoridade romana. Aceitava-lhes os convites, assistia a suas festas, tornava-se familiar com os interesses e ocupações deles, a fim de obter acesso ao seu coração, e revelar-lhes as [25] imperecíveis riquezas. Cristo veio a este mundo para mostrar que, mediante o recebimento de poder do alto, o homem pode levar vida imaculada. Com incansável paciência e assistência compassiva, ia ao encontro dos homens nas suas necessidades. Pelo suave contato da graça, bania da alma o desassossego e a dúvida, transformando a inimizade em amor e a incredulidade em confiança. Podia dizer a quem Lhe aprouvesse: Segue-Me, e aquele a quem Se dirigia levantava-se e O seguia. Quebrava-se o encanto da fascinação do mundo. Ao som de Sua voz, fugia do coração o espírito de avidez e ambição, e os homens levantavam-se, libertos, para seguir o Salvador.

18 14 A Ciência do Bom Viver Amor fraternal [26] Cristo não conhecia distinção de nacionalidade, posição ou credo. Os escribas e fariseus desejavam fazer dos dons celestes um privilégio local e nacional, e excluir o resto da família de Deus no mundo. Mas Cristo veio derrubar todo muro de separação. Veio mostrar que Seu dom de misericórdia e amor é tão ilimitado como o ar, a luz ou a chuva que refrigera a terra. A vida de Cristo estabeleceu uma religião em que não há diferenças, a religião em que judeus e gentios, livres e servos são ligados numa fraternidade comum, iguais perante Deus. Nenhuma questão política Lhe influenciava a maneira de agir. Não fazia diferença alguma entre vizinhos e estranhos, amigos e inimigos. O que tocava Seu coração era uma alma sedenta pelas águas da vida. Não passava nenhum ser humano por alto como indigno, mas procurava aplicar a toda pessoa o remédio capaz de sarar. Em qualquer companhia em que Se encontrasse, apresentava uma lição adequada ao tempo e às circunstâncias. Cada negligência ou insulto da parte de alguém para com seu semelhante servia apenas para fazê-lo mais consciente da necessidade que tinham de Sua simpatia divino-humana. Procurava inspirar esperança aos mais rudes e menos promissores, prometendo-lhes a certeza de que haveriam de tornar-se irrepreensíveis e inocentes, alcançando um caráter que manifestaria serem filhos de Deus. Muitas vezes Jesus encontrava pessoas que haviam caído no poder de Satanás e que não tinham forças para romper os laços. A essas criaturas, desanimadas, doentes, tentadas, caídas, costumava dirigir palavras da mais terna piedade, palavras adequadas e que podiam ser compreendidas. Quando encontrava pessoas empenhadas numa luta renhida com o adversário das almas, Ele as animava a perseverar, assegurando-lhes que haviam de triunfar, pois anjos de Deus se achavam a seu lado e lhes dariam a vitória. À mesa dos publicanos Ele Se sentava como hóspede de honra, mostrando por Sua simpatia e benevolência social que reconhecia a dignidade humana; e os homens anelavam tornar-se dignos de Sua confiança. Sobre seu coração sedento, as palavras dele caíam com bendito poder vivificante. Novos impulsos eram despertados, e

19 Nosso exemplo 15 abria-se para esses excluídos da sociedade a possibilidade de vida nova. Conquanto fosse judeu, Jesus Se associava sem reserva com os samaritanos, deitando assim por terra os costumes farisaicos de Sua nação. Apesar de seus preconceitos, Ele aceitou a hospitalidade desse povo desprezado. Dormia com eles sob seu teto, comia à mesa deles compartilhando da comida preparada e servida por suas mãos ensinava em suas ruas e tratava-os com a maior bondade e cortesia. Enquanto lhes atraía o coração pelos laços de humana simpatia, Sua divina graça levava-lhes a salvação que os judeus rejeitavam. [27] Serviço Pessoal Cristo não negligenciava oportunidade alguma de proclamar o evangelho da salvação. Escutai Suas maravilhosas palavras àquela única mulher, de Samaria. Achava-Se sentado junto ao poço de Jacó, quando ela foi tirar água. Para surpresa dela, pediu-lhe um favor. Dá-Me de beber, disse Ele. João 4:7. Queria uma bebida refrigerante, e desejava também abrir o caminho pelo qual lhe pudesse dar a água da vida. Como, disse a mulher, sendo Tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (porque os judeus não [28] se comunicam com os samaritanos). Jesus respondeu e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus e quem é O que te diz: Dá-Me de beber, tu Lhe pedirias, e Ele te daria água viva.... Qualquer que beber desta água tornará a ter sede, mas aquele que beber da água que Eu lhe der nunca terá sede, porque a água que Eu lhe der se fará nele uma fonte de água a jorrar para a vida eterna. João 4:9, 10, Quanto interesse manifestou Cristo nessa única mulher! Quão fervorosas e eloquentes foram Suas palavras! Ao ouvi-las, a mulher deixou seu cântaro e foi à cidade, dizendo aos amigos: Vinde e vede um homem que me disse tudo quanto tenho feito; porventura, não é este o Cristo? João 4:29. Lemos que muitos dos samaritanos daquela cidade creram nele. João 4:39. E quem pode avaliar a influência que essas palavras exerceram para a salvação de pessoas nos anos que se passaram desde então?

20 16 A Ciência do Bom Viver [29] Onde quer que os corações se abram para receber a verdade, Cristo está pronto a instruí-los. Revela-lhes o Pai, e o serviço aceitável Àquele que lê o coração. Para esses não usa Ele de parábolas. Diz-lhes como à mulher junto à fonte: Eu o sou, Eu que falo contigo. João 4:26.

21 Capítulo 2 Dias de ministério No lar do pescador, em Cafarnaum, a mãe da esposa de Pedro estava enferma com muita febre; e rogaram-lhe por ela. Lucas 4:38. Jesus tocou-lhe na mão, e a febre a deixou; e levantou-se e serviu-os [ao Salvador e a Seus discípulos]. Mateus 8:15. A notícia se espalhou rapidamente. O milagre fora operado no sábado e, por medo dos rabis, o povo não ousava ir para ser curado antes do pôr-do-sol. Então, das casas, lojas e mercados, os habitantes da cidade dirigiram-se para a humilde habitação que abrigava Jesus. Os enfermos eram levados em padiolas, iam apoiados em bordões ou, amparados por amigos, cambaleavam debilmente até à presença do Salvador. Hora após hora, entravam e saíam; pois ninguém sabia se no dia seguinte ainda Se encontraria entre eles o Médico divino. Nunca antes testemunhara Cafarnaum um dia semelhante a esse. O ar estava cheio de vozes de triunfo e de exclamações de livramento. Enquanto o último sofredor não foi socorrido, Jesus não cessou Seu trabalho. Era tarde da noite quando a multidão partiu e se fez [30] silêncio em casa de Simão. Findara o longo dia cheio de agitação, e Jesus buscou repouso. Mas, enquanto a cidade se achava imersa no sono, o Salvador levantando-se de manhã muito cedo, estando ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava. Marcos 1:35. De manhã cedo, Pedro e seus companheiros foram ao encontro de Jesus, dizendo que o povo de Cafarnaum já O estava procurando. [31] Com surpresa, ouviram as palavras de Cristo: Também é necessário que Eu anuncie a outras cidades o evangelho do reino de Deus, porque para isso fui enviado. Lucas 4:43. Na agitação de que Cafarnaum se achava então possuída, havia perigo que se perdesse de vista o objetivo de Sua missão. Jesus não Se satisfazia em atrair a atenção para Si mesmo unicamente como um operador de maravilhas, ou alguém que curasse as doenças do corpo. Queria atrair as pessoas a Si como seu Salvador. O povo 17

22 18 A Ciência do Bom Viver [32] [33] estava ansioso de crer que Ele viera como rei para estabelecer um reino terrestre, mas Ele lhes desejava desviar a mente do terreno para o espiritual. Um êxito meramente mundano Lhe estorvaria a obra. E a admiração da descuidosa massa era chocante ao Seu espírito. Nenhum egoísmo tinha parte em Sua vida. A homenagem prestada pelo mundo à posição, à riqueza ou ao talento era coisa estranha ao Filho do homem. Jesus não Se servia de nenhum dos meios que os homens empregam para conseguir a lealdade ou atrair homenagem. Séculos antes de Seu nascimento, fora profetizado a Seu respeito: Não clamará, não Se exaltará, nem fará ouvir a Sua voz na praça. A cana trilhada não quebrará, nem apagará o pavio que fumega; em verdade, produzirá o juízo. Isaías 42:2-3. Os fariseus procuravam distinção por meio de seu escrupuloso cerimonialismo, e pela ostentação de seu culto e suas caridades. Provavam o zelo que tinham pela religião tornando-a objeto de discussões. As disputas entre as seitas oponentes eram ruidosas e longas, e não raro se ouvia nas ruas o som de irritadas questões entre doutores da lei. Em notável contraste com tudo isso estava a vida de Jesus. Nessa vida não se via nunca ruidosa disputa, nem ostentoso culto, nem atos que visassem a aplausos. Cristo estava escondido em Deus, e Deus era revelado no caráter de Seu Filho. Era a essa revelação que Jesus desejava dirigir a mente do povo. O Sol da Justiça não irrompia sobre o mundo em esplendor, para deslumbrar os sentidos com Sua glória. Está escrito de Cristo: Como a alva, será a Sua saída. Oseias 6:3. Calma e suavemente rompe a luz matinal sobre a terra, dissipando as trevas e despertando o mundo para a vida. Assim surgiu o Sol da Justiça, trazendo salvação nas Suas asas. Malaquias 4:2. Eis aqui o Meu Servo, a quem sustenho, O Meu Eleito, em quem Se compraz a Minha alma. Foste a fortaleza do pobre Isaías 42:1.

23 Dias de ministério 19 E a fortaleza do necessitado na sua angústia; Refúgio contra a tempestade e sombra contra o calor. Isaías 25:4. Assim diz Deus, o Senhor, Que criou os céus, e os estendeu, E formou a Terra e a tudo quanto produz, Que dá a respiração ao povo que nela está E o espírito, aos que andam nela. Eu, o Senhor, Te chamei em justiça, E Te tomarei pela mão, E Te guardarei, e Te darei por concerto do povo E para luz dos gentios; Para abrir os olhos dos cegos, Para tirar da prisão os presos E do cárcere, os que jazem em trevas. Isaías 42:5-7. E guiarei os cegos por um caminho que nunca conheceram, Fá-los-ei caminhar por veredas que não conheceram; Tornarei as trevas em luz perante eles E as coisas tortas farei direitas. Essas coisas lhes farei e nunca os desampararei. Isaías 42:16. Cantai ao Senhor um cântico novo E o Seu louvor, desde o fim da Terra, Vós que navegais pelo mar e tudo quanto há nele; Vós, ilhas e seus habitantes. Alcem a voz o deserto e as suas cidades, Com as aldeias que Quedar habita; Exultem os que habitam nas rochas E clamem do cume dos montes. Dêem glória ao Senhor E anunciem o Seu louvor nas ilhas. Isaías 42:10-12.

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