Fabiano Oliveira Novaes DEGUSTAÇÃO. Nadja de Carvalho Moreira

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1 9 A Vacinação na Saúde da Criança e o Papel da Enfermagem PROTENF Ciclo 7 Volume 2 Resumo Amanda Souza Rodrigues Fabiano Oliveira Novaes Maria Inês Corrêa Cárcamo Nadja de Carvalho Moreira Suzana Curtinhas da Cunha O presente artigo pretende atualizar o profissional técnico em enfermagem em relação aos procedimentos/cuidados necessários na atividade de imunização na saúde da criança. Além disso, faz uma revisão sobre a importância da vacinação para a saúde da criança, como também sobre os conceitos básicos das doenças transmissíveis e a ação das vacinas no seu controle e na sua erradicação. Este artigo discute, ainda, as vacinas do Programa Nacional de Imunização (PNI), o calendário de vacinação infantil atual, com suas respectivas doses, indicações e particularidades, e os cuidados para evitar eventos adversos pós vacina. Além disso, estuda os aspectos que devem ser observados por quem trabalha em sala de vacina. A intenção deste estudo, além de instrumentalizar técnicamente e teoricamente o técnico em enfermagem, é sensibilizar o profissional para a importância da imunização na saúde infantil e na saúde pública. INTRODUÇÃO A vacinação na saúde da criança é uma das medidas mais importantes para controlar ou erradicar as doenças imunopreveníveis, e faz parte das ações pertencentes à Política de Atenção à Saúde da Criança.

2 10 PROTENF Secad A Vacinação na Saúde da Criança e o Papel da Enfermagem A imunização está associada com a redução da taxa de mortalidade infantil e é fundamental para a prevenção de várias doenças transmissíveis em crianças, principalmente no primeiro ano de vida. 1 Hoje não se questiona o papel das vacinas como uma das medidas mais importantes de prevenção em saúde. O impacto que os imunobiológicos tiveram e têm no controle de diversas doenças infecciosas pode ser observado em vários países do mundo, e têm se como exemplos marcantes de sucesso das imunizações a erradicação da varíola no mundo, em 1977, e a da poliomielite nas Américas. 2 Atualmente, estão bem definidos e aceitos os calendários de vacinação na infância, principalmente com as já consagradas vacinas recomendadas pelo Programa Ampliado de Imunizações da Organização Mundial da Saúde (OMS). A imunização contra as doenças transmissíveis, especialmente na criança, é o único componente da prevenção da saúde cuja eficácia está clara e amplamente documentada há muitos anos. O calendário de vacina dos órgãos oficiais da saúde é um procedimento obrigatório por parte dos profissionais e dos responsáveis. 2 Este ano, o PNI brasileiro completou 40 anos e tornou se uma referência mundial. No Brasil, nos últimos anos, foram controladas ou eliminadas todas as doenças imunopreveníveis por meio de vacinação. 3 A vacinação faz parte das atividades da Atenção Primária em Saúde e possui um forte impacto nas condições gerais da saúde infantil, podendo ser vista como um dos grandes avanços da tecnologia médica, considerando o baixo custo e os resultados expressivos no controle das doenças imunopreveníveis. 4 O trabalho em sala de vacina é atividade específica da equipe de enfermagem, assim é necessário que os profissionais que trabalham nessa função estejam devidamente capacitados para oferecer um serviço de qualidade para os usuários. OBJETIVOS Após a leitura deste artigo, o leitor deverá estar apto a: y compreender os aspectos operacionais da imunização e sua importância na saúde da criança; y identificar as vacinas necessárias de acordo com a faixa etária; y atuar corretamente nas questões referentes à imunização na sala de vacina.

3 Esquema conceitual Conceitos básicos História natural da doença A doença Doença transmissível Resistência 11 PROTENF Ciclo 7 Volume 2 Aspectos operacionais na sala de vacina Vacinação Planta física Aspectos técnicos na sala de vacina Vacinas do Programa Nacional de Imunização Procedimentos básicos na utilização dos refrigeradores Situações de emergência Arrumação das vacinas no refrigerador Vacinas que podem e que não podem ser congeladas Controle da temperatura BCG tuberculose Poliomielite Pneumocócica conjugada Meningocócica conjugada Rotavírus Pentavalente Hepatite B Haemophilus influenzae tipo B Febre amarela Sarampo, caxumba, rubéola e varicela Identificação dos fatores relacionados aos vacinados Eventos adversos pós vacina Caso clínico Conclusão Aspectos relacionados aos componentes da vacina Aspectos relacionados à técnica de aplicação da vacina

4 12 PROTENF Secad A Vacinação na Saúde da Criança e o Papel da Enfermagem CONCEITOS BÁSICOS História Natural da Doença A descrição da estrutura epidemiológica da doença, compreendendo as inter relações entre agente, hospedeiro e ambiente, é definida como a história natural da doença. Esses são elementos essenciais para o estudo das doenças transmissíveis. 5 A história natural da doença mostra que de um estado inicial de saúde passa se a uma situação interativa na qual o organismo sadio se encontra em presença de agentes patogênicos ou de fatores de risco que virão a perturbar sua normalidade ou contribuir para ela. 6 A Doença A doença pode ser definida como um desajustamento ou uma falha nos mecanismos de adaptação do organismo ou uma ausência de reação aos estímulos a que está exposto, produzindo uma perturbação da estrutura ou da função de um órgão, de um sistema ou de todo o organismo ou de suas funções vitais. 6 As doenças podem ser dividas em dois grupos: transmissíveis e não transmissíveis. 1. Em que momento da cadeia epidemiológica a vacina atua para interrompê la? A) Hospedeiro suscetível. B) Agente causal/infeccioso. C) Modo de transmissão do agente. D) Porta de saída do agente. Resposta no final do artigo 2. A vacinação está associada com A) a taxa de natalidade. B) a taxa de mortalidade infantil. C) o controle de pragas. D) as condições de higiene da população. Resposta no final do artigo

5 Doença transmissível Doença transmissível é definida pela Organização Pan americana da Saúde (1983) da seguinte forma: qualquer doença causada por agente infeccioso específico, ou por seus produtos tóxicos, que se manifesta pela transmissão desse agente ou de seus produtos, de uma pessoa ou animal infectados ou de um reservatório a um hospedeiro suscetível, direta ou indiretamente por meio de um hospedeiro intermediário, de natureza vegetal ou animal, de um vetor ou do meio ambiente inanimado. 13 PROTENF Ciclo 7 Volume 2 São exemplos de agentes infecciosos as bactérias, os vírus, os fungos, os vermes, entre outros. Pode se citar, como doenças transmissíveis, entre outras: 5,6 y a tuberculose; y o sarampo; y a febre amarela; y a caxumba; y a difteria; y a varicela. Na Figura 1, é demonstrada a cadeia epidemiológica das doenças transmissíveis. Ambiente 2 Reservatório 3 Porta de saída Ambiente 1 Agente causal/ infeccioso 6 Hospedeiro suscetível Ambiente 4 Modo de transmissão do agente 5 Porta de entrada no novo hospedeiro Figura 1 Cadeia epidemiológica das doenças transmissíveis. Fonte: Brasil (2001). 5

6 14 PROTENF Secad A Vacinação na Saúde da Criança e o Papel da Enfermagem Quando ocorre a penetração e o desenvolvimento ou a multiplicação de um patógeno no organismo de uma pessoa ou animal, isso é chamado de infecção, o que não é sinônimo de doença infecciosa/transmissível. 6 Observando a cadeia epidemiológica na Figura 1, percebe se que são necessários alguns processos para que se desenvolva uma doença transmissível, e que, uma vez estabelecida a infecção, pode haver ou não evolução para um estado mórbido, denominado doença transmissível/infecciosa. Pode se afirmar que para que ocorra uma doença transmissível/infecciosa é necessária, entre outras coisas, a suscetibilidade do novo hospedeiro. Ou seja, um indivíduo, pessoa ou animal, que, em condições naturais, penetrado por agentes patogênicos, permita o desenvolvimento e ou a sua multiplicação. 6 Os indivíduos que possuem resistência são aqueles em que o sistema de defesa do organismo reage aos agentes infecciosos que o invadiram e ou aos efeitos dos seus produtos tóxicos, impedindo o estabelecimento da doença. A resistência está relacionada, entre outros fatores: y ao estado de nutrição; y à integridade de pele e mucosas; y à capacidade de reação e adaptação aos estímulos do meio; y a fatores genéticos. Quanto à suscetibilidade, os indivíduos podem ser divididos em: 6 y indivíduo suscetível ou infectável é a pessoa ou animal sujeito a adquirir uma infecção; y indivíduo resistente é aquele que, por via de algum mecanismo natural ou por meio de imunização artificial, tornou se capaz de impedir o desenvolvimento, em seu organismo, de agentes infecciosos. Resistência A resistência natural ou inespecífica resulta de fatores intrínsecos do hospedeiro, anatômicos ou fisiológicos, podendo ser genética ou adquirida, permanente ou temporária. Essa resistência é chamada de natural e independe de anticorpos específicos para determinada doença. 6

7 Resistência específica ou imunidade é o estado de resistência geralmente associado à presença de anticorpos que possuem ação específica sobre o microrganismo responsável por determinada doença infecciosa ou sobre suas toxinas. 6 Imunidade passiva de curta duração pode ser obtida naturalmente, por transferência de mãe para filho, ou artificialmente, pela inoculação de anticorpos protetores específicos (soro hiperimune ou imunoglobulina humana) PROTENF Ciclo 7 Volume 2 Imunidade ativa pode ser adquirida naturalmente, em consequência de uma infecção com ou sem manifestações clínicas, ou artificialmente, mediante a inoculação de frações ou produtos do agente infeccioso, do próprio agente, morto ou atenuado, ou de suas variantes. 6 Vacinação O ato da vacinação constitui a administração de qualquer vacina ou toxoide. As vacinas são microrganismos/agentes infecciosos mortos ou atenuados ou frações deles. A vacinação tem como principal objetivo estimular o organismo de um indivíduo a desenvolver defesas imunológicas contra futuras exposições, o que se chama de imunidade ativa, rompendo, com isso, o ciclo da cadeia epidemiológica de uma doença transmissível específica. Alguns dos agentes podem conferir imunidade completa para toda a vida, e outros, proteção parcial, necessitando de reforços. 4,6 No Brasil, as vacinas preconizadas pelo PNI são oferecidas gratuitamente pelos serviços de saúde e seguem um calendário específico, que é modificado frequentemente. Os profissionais que trabalham na sala de vacina devem estar sempre atualizados sobre as mudanças. 3. Qual o tipo de resistência que a criança pode adquirir com a vacina? A) Resistência inespecífica. B) Resistência natural. C) Imunidade ativa. D) Imunidade passiva. Resposta no final do artigo

8 16 PROTENF Secad A Vacinação na Saúde da Criança e o Papel da Enfermagem 4. Quanto à resistência à doença, correlacione corretamente as colunas. (1) (2) (3) (4) Resistência natural Resistência específica Imunidade passiva Imunidade ativa ( ) É o estado de resistência geralmente associado à presença de anticorpos que possuem ação específica sobre o microrganismo responsável por determinada doença infecciosa ou sobre suas toxinas. ( ) Pode ser adquirida naturalmente, em consequência de uma infecção, com ou sem manifestações clínicas, ou artificialmente, mediante a inoculação de frações ou produtos do agente infeccioso. ( ) Resulta de fatores intrínsecos do hospedeiro, anatômicos ou fisiológicos, podendo ser genética ou adquirida, permanente ou temporária. ( ) Pode ser obtida naturalmente por transferência de mãe para filho, ou artificialmente, pela inoculação de anticorpos protetores específicos. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. A) B) C) D) ASPECTOS OPERACIONAIS NA SALA DE VACINA Os aspectos operacionais em salas de vacinas merecem uma atenção especial, pois tratam de medidas essenciais para a aplicação de um imunobiológico dentro de todos os padrões corretos de conservação, armazenagem e indicações clínicas. A enfermagem exerce um importante papel no tocante às imunizações por monitorar todos os aspectos técnicos e operacionais na sala de vacinas. São ações/aspectos operacionais da sala de vacinas: 7 y manter a qualidade do serviço; y solicitar as vacinas em quantidade necessária; y receber e distribuir vacinas na geladeira de estoque; y controlar a temperatura da geladeira; y aplicar os imunobiológicos corretamente; y avaliar os eventos adversos; y recomendar clientes faltosos e verificar esquemas incompletos de vacinas; y verificar possíveis faltas de energia elétrica; y manter treinamento contínuo da equipe de enfermagem.

9 A equipe de enfermagem depara se com os problemas de aspectos operacionais tanto no âmbito de indicação clínica quanto no de eventos adversos que possam surgir. Sendo assim, há a necessidade de um treinamento contínuo de toda a equipe para que se possa garantir um serviço de qualidade à população. Aspectos técnicos NA SALA DE VACINA 17 PROTENF Ciclo 7 Volume 2 A seguir, estão relacionados os aspectos técnicos na sala de vacina. 7 Planta física Com relação à planta física, 7 a sala de imunobiológicos deverá ser utilizada somente para a conservação e a aplicação das vacinas. Não é permitido que nessa mesma sala se realizem outros procedimentos, como curativos, inalações, etc. O tamanho da sala varia de acordo com o número da clientela atendida, ou seja, tem relação com a área de abrangência e varia de acordo com a localização dessa unidade, tanto na atenção hospitalar como nas Unidades Básicas de Saúde. A unidade de imunobiológicos deverá conter: 7 y uma pia, preferencialmente em aço inox, em mármore ou granito, para facilitar a limpeza; y um balcão para o preparo dos imunobiológicos; y piso lavável, preferencialmente granilite, por ser um piso de fácil limpeza. Não se devem utilizar pisos de madeira, carpetes, cortinas, etc., pois, nesses tipos de pisos e acessórios é grande a formação de fungos e de outros microrganismos. A sala de vacinação deverá ter, preferencialmente, paredes azulejadas na cor branca, o que facilita a desinfecção. O uso de tinta acrílica lavável também é aceitável. 7 Procedimentos básicos na utilização dos refrigeradores As vacinas, por sua própria composição, são produtos suscetíveis aos agentes físicos, tais como a luz e o calor. O calor é bastante prejudicial, por acelerar a inativação dos componentes das vacinas. É necessário, portanto, mantê las constantemente refrigeradas e, para isso, há a necessidade de uma supervisão constante e eficiente dos equipamentos usados na refrigeração, assim como na rede elétrica. 8

10 18 PROTENF Secad A Vacinação na Saúde da Criança e o Papel da Enfermagem A conservação das vacinas é feita por meio do sistema denominado rede ou cadeia de frio. Esse sistema inclui o armazenamento, o transporte e a manipulação de vacinas em condições adequadas de refrigeração, desde o laboratório produtor até o momento em que a vacina é aplicada. 8 O sistema, rede ou cadeia de frio é organizado em quatro níveis: 8 y nacional; y central estadual; y regional; y local. As câmaras de conservação ou geladeiras deverão ser usadas única e exclusivamente para os imunobiológicos. Não se deve permitir que sejam guardados alimentos, sangue e/ou derivados, bebidas etc. 8 A câmara deverá ficar longe de fontes de calor, como estufas, autoclaves, raios solares, etc. A fonte de energia elétrica deverá ser unicamente destinada ao refrigerador. Nunca ligá la em T ou com benjamin. 8 O refrigerador do tipo doméstico, com capacidade mínima para 280 litros, deverá ficar perfeitamente nivelado e afastado da parede pelo menos uns 30cm, para permitir a livre circulação de ar no condensador. Não são recomendadas geladeiras do tipo duplex, por serem mais instáveis em sua rede de frio. 8 A limpeza do refrigerador deverá ser feita, de preferência, quinzenalmente, ou quando houver excesso de gelo no congelador, mas, para isso, são necessários cuidados especiais para não deixar os imunobiológicos sofrerem alterações de temperatura. 8 Os seguintes cuidados se fazem necessários na limpeza das câmaras de conservação (Quadro 1). 8 Quadro 1 cuidados especiais na limpeza da câmara de conservação de vacinas y Providenciar outro refrigerador em bom funcionamento e regular esse refrigerador entre +2 e +8 C por um período de três horas antes de transferir os imunobiológicos. Esse controle é feito pelo termômetro de máxima e de mínima. Caso não se tenha disponível outra geladeira, deverá ser providenciada uma caixa térmica (isopor). Mas é indispensável o termômetro de máxima e de mínima, além de bolsas de gelo. y Desligar a tomada da geladeira e abrir a porta, até que todo gelo aderido se desprenda por si só. Não usar faca ou outro objeto pontiagudo para a remoção mais rápida do gelo, pois tal método pode danificar os tubos de refrigeração. y Limpar o refrigerador com um pano umedecido em solução de água com sabão neutro e enxugar com pano limpo e seco. Não jogar água no refrigerador. y Ligar, após a limpeza, o refrigerador e manter a porta fechada por mais ou menos três horas, verificando a temperatura no período. Quando ela estiver entre +2 e +8 C, devem se recolocar as vacinas, os diluentes, as garrafas e os recipientes para gelo.

11 19 5. Qual a maneira correta para utilizar a sala de imunobiológicos? A) Somente para a aplicação de vacinas. B) Para a aplicação de vacinas e curativos. C) Para a aplicação e a conservação das vacinas. D) Somente para a conservação de vacinas. PROTENF Ciclo 7 Volume 2 Resposta no final do artigo Situações de emergência Quando os equipamentos deixam de funcionar por motivo de corte de energia elétrica ou por outro defeito, as portas das geladeiras deverão permanecer fechadas até que a situação se normalize ou até que se verifique o tipo de problema. Quando o problema de falta de energia elétrica perdurar por um período maior do que 8 horas, ou quando não for possível prever sua duração, devem se tomar algumas providências, pois um corte de energia por mais de 8 horas pode inutilizar os produtos imunobiológicos. 8 O prazo de 8 horas só deve ser tolerado quando o equipamento estiver funcionando em perfeitas condições, isto é, quando for de uso exclusivo de vacinas e tenha controle diário de temperatura por meio do mapa de controle da temperatura. 8 As providências a tomar em caso de falta de energia elétrica por mais de 8 horas são: 8 y a colocação dos imunobiológicos em outro refrigerador que esteja funcionando adequadamente,; y o transporte dos imunobiológicos, em um isopor com gelox para o centro de referência, com o objetivo de se manter a temperatura até chegar ao destino. Arrumação das vacinas no refrigerador A arrumação das vacinas no refrigerador deve seguir o seguinte esquema: 8 y as prateleiras deverão estar limpas e organizadas, e devem ser retirados os vidros e as caixas vazias; y as vacinas devem ser arrumadas nas prateleiras centrais, em bandejas perfuradas tipo porta talher de plástico, e nunca em caixas térmicas ou em sacos plásticos; y as vacinas não devem ser guardadas na porta e na parte baixa da geladeira;

12 20 PROTENF Secad A Vacinação na Saúde da Criança e o Papel da Enfermagem y as gavetas plásticas, caso existam, devem ser retiradas, e em seu lugar devem ser colocadas garrafas com água, que contribuem para estabilizar a temperatura. A água colocada nas garrafas deverá ser colorida. Recomenda se o uso de um corante (azul de metileno, anil, violeta de genciana) para evitar que seja ingerida; y o congelador deve conter gelo reciclável ou recipiente de plástico. Esse gelo pode ser usado na caixa térmica da sala de vacinação ou no transporte das vacinas; y o termômetro de máxima e de mínima deve ser posicionado na prateleira central, em pé, e deve se verificar a temperatura duas vezes ao dia, em períodos diferentes, registrando a no mapa de controle diário de temperatura; y as vacinas, na embalagem original, devem ser arrumadas de forma a manter uma distância entre si de aproximadamente 3cm, e também das paredes do refrigerador visando à livre circulação do ar frio; y as vacinas com prazo de validade mais próximo devem ser colocadas na frente, para que sejam utilizadas primeiro. A ordem de colocação das vacinas é a seguinte: 8 y na primeira prateleira, devem ser colocadas as vacinas contra vírus; y na segunda prateleira, vacinas contra bactérias e toxinas; y na terceira prateleira, os soros. Vacinas que podem e que não podem ser congeladas Vacinas que podem congelar e que não se deterioram são: 8 y poliomielite do tipo Sabin; y sarampo; y caxumba; y rubéola; y vacina tríplice e dupla viral; y varicela; y febre amarela. Vacinas que não podem congelar, pois se deterioram, são: 8 y hepatites A e B; y vacina tríplice bacteriana (DTP), y dupla adulto (dt) e infantil (DT); y gripe, vacina contra raiva, tétano (TT); y febre tifoide; y contra poliomielite do tipo Salk; y bacilo Calmette Guérin (BCG); y Haemophilus influenzae; y meningococos; y pneumococos.

13 Os diluentes devem estar na mesma temperatura das vacinas no momento da aplicação e, para isso, devem também ser conservados no refrigerador. 8 Na Figura 2, é apresentada a forma correta da organização da geladeira. 21 PROTENF Ciclo 7 Volume 2 Controle da temperatura Figura 2 Organização da geladeira. Fonte: Arquivo de imagens dos autores. O termômetro de máxima e de mínima é um instrumento importante para verificar as variações de temperatura ocorridas em determinado ambiente em um período preestabelecido. O termômetro fornece três tipos de informações, a saber: 8 y temperatura mínima atingida (mais frio); y temperatura máxima atingida (mais quente); y temperatura no momento de observação.

14 22 PROTENF Secad A maneira correta de usar este termômetro é mantendo o sempre em pé, dentro do refrigerador, de preferência pendurado em uma prateleira central, pois, se estiver deitado, a coluna de mercúrio poderá partir se facilmente (Figura 3). 8 A Vacinação na Saúde da Criança e o Papel da Enfermagem 6. A arrumação das vacinas nas prateleiras do refrigerador, de modo que se evite a deterioração de alguns dos imunobiológicos, deverá respeitar alguns critérios, tais como: A) primeira prateleira vacinas contra vírus. B) segunda prateleira soros. C) terceira prateleira vacinas antibacterianas. D) quarta prateleira vacinas contra as toxinas. Figura 3 Termômetro de máxima e mínima. Fonte: Arquivo de imagens dos autores. Resposta no final do artigo

15 7. Para manter a qualidade e a eficácia de cada vacina, é necessário que se mantenham os imunobiológicos em uma variante de temperatura entre A) +4 e +8 C. B) +2 e +8 C. C) +4 e +9 C. D) +4 e +8 C por um período de três horas e depois diminuir o termostato do refrigerador para a temperatura média. 23 PROTENF Ciclo 7 Volume 2 Resposta no final do artigo 8. Uma das ferramentas mais importantes na sala de vacinas é o termômetro, e a maneira como ele deve estar disposto no refrigerador é A) entre as vacinas da primeira prateleira. B) enfiado na grade da primeira prateleira. C) pendurado entre a primeira e a segunda prateleira, de modo que permaneça sempre em pé. D) deitado na segunda prateleira. Resposta no final do artigo VACINAS DO PROGRAMA NACIONAL DE IMUNIZAÇÃO BCG: Tuberculose A vacina BCG (tuberculose) 9 deve ser aplicada em dose única. Passados seis meses, se não for confirmada a cicatriz no local da aplicação, recomenda se aplicar uma segunda dose da vacina. A vacina também é indicada para comunicantes domiciliares de hanseníase, com uma eficácia de 20 a 80%, sendo, até o momento, a única vacina contra hanseníase já aprovada para uso humano. 10 Após seis meses de aplicação, pode se aplicar uma segunda dose. Poliomielite As vacinas contra poliomielite consistem na vacina oral contra poliomielite (VOP) e na vacina injetável contra poliomielite (VIP). 11

16 24 PROTENF Secad A Vacinação na Saúde da Criança e o Papel da Enfermagem Desde agosto de 2012, o Brasil introduziu a vacina inativada contra poliomielite, a VIP. O novo esquema é constituído de duas doses sequenciais de VIP, seguidas de duas doses de VOP. A interrupção do uso da VOP deverá ser planejada com muito rigor, e a estratégia é o estabelecimento de uma vigilância ativa e a não interrupção da imunização com a vacina poliomielite inativada. As doses da VIP têm o objetivo de diminuir o risco incomum de paralisia associada à vacina. Apresentam, também, a capacidade de evitar surtos de poliomielite. As doses da VOP pretendem manter a imunidade populacional (de rebanho) contra o risco potencial de introdução de poliovírus selvagem. Pneumocócica conjugada A introdução da vacina pneumocócica 10 valente aconteceu por um acordo de transferência de tecnologia para o laboratório nacional Fiocruz, viabilizando a sustentabilidade da vacinação no país. 12 A introdução da 10 valente configurou se como importante avanço para a saúde pública brasileira, visto a capacidade de ela proteger as crianças menores de 2 anos de idade contra doenças invasivas e otite média aguda causadas por Streptococcus pneumoniae sorotipos 1, 4, 5, 6B, 7F, 9V, 14, 18C, 19F e 23F. A vacina pneumocócica 10 valente é indicada para todas as crianças de até 5 anos de idade. O esquema vacinal é constituído de três doses da vacina no primeiro ano de vida (2, 4 e 6 meses), e uma dose de reforço aos 15 meses de vida. Crianças saudáveis, que receberam as quatro primeiras doses com a vacina 7 ou 10 valente, podem receber uma dose adicional com a vacina 13 valente até os 5 anos de idade. As crianças que apresentam risco maior para doença pneumocócica invasiva (DPI), após 2 anos de idade, devem receber uma dose adicional com a vacina 13 valente. Meningocócica Conjugada A vacina meningocócica C (conjugada CRM197) 13 é indicada na prevenção das doenças provocadas pela bactéria Neisseria meningitidis do sorogrupo C, bactéria que pode causar infecções graves e até fatais, como a meningite e a sepse. Apesar da vacina meningocócica C conter a proteína diftérica CRM197, ela não é eficaz contra a difteria.

17 O esquema vacinal recomendado é de duas doses da vacina contra Meningococo C conjugada no primeiro ano de vida, seguida de uma dose de reforço entre 12 e 18 meses de idade, independentemente do fabricante. Caso a primeira dose da vacina meningocócica seja após o primeiro ano de vida, a recomendação é de que se aplique a vacina em dose única. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), é recomendada uma dose de reforço com a meningocócica C conjugada aos 5 anos de idade, em virtude da perda rápida de proteção. Um segundo reforço é recomendado aos 11 anos de idade, preferencialmente com a meningocócica A/C/Y/W PROTENF Ciclo 7 Volume 2 Rotavírus A vacina rotavírus 9 é disponibilizada nas formas mono e pentavalente. Os benefícios demonstrados com essa vacina superam os eventuais efeitos adversos associados. É recomendado que a vacina monovalente seja administrada em duas doses, de acordo com os seguintes critérios: y a primeira dose aos 2 meses, mínimo de 1 mês e 15 dias e máximo de 3 meses e 15 dias; y a segunda dose aos 4 meses, mínimo de 3 meses e 15 dias e máximo de 7 meses e 29 dias. 7 O intervalo mínimo entre as duas doses da vacina rotavírus é de quatro semanas Desde agosto de 2012, o esquema vacinal contra a poliomielite sofreu uma importante modificação. O esquema sequencial da VIP e da VOP deve ser o seguinte: A) uma dose de VIP e duas doses de VOP. B) duas doses de VIP e duas doses de VOP. C) duas doses de VIP e uma dose de VOP. D) um dose de VIP e três doses de VOP. Resposta no final do artigo

18 26 PROTENF Secad A Vacinação na Saúde da Criança e o Papel da Enfermagem Pentavalente 10. Qual das vacinas a seguir também é indicada para comunicantes domiciliares de hanseníase? A) Penoumocócica 10 valente. B) Meningocócica C. C) Rotavírus. D) BCG. Resposta no final do artigo 11. Apesar de essa vacina conter a proteína diftérica CRM197, ela não é eficaz contra a difteria. A qual vacina a assertiva se refere? A) Penoumocócica 10 valente. B) Meningocócica C. C) Rotavírus. D) BCG. Resposta no final do artigo A vacina pentavalente engloba vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis (DTP), hepatite B (recombinante HB) e Haemophilus influenzae tipo b (conjugada Hib). 9,14 Uma importante mudança no PNI aconteceu em 2012, com a inserção da vacina combinada DTP/Hib/HB, popularmente conhecida como pentavalente. A combinação DTP/HB/Hib é usada na vacinação primária de lactentes que já receberam a primeira dose de hepatite B ao nascimento. O esquema vacinal da pentavalente apresenta se da seguinte forma: aplicação de três doses, com intervalo de 60 dias (mínimo de 30 dias), a partir de 2 meses de idade (2, 4 e 6 meses). A vacina pentavalente conta com dois reforços a serem realizados com a vacina DTP. Aos 15 meses de idade administra se o primeiro reforço, aos 4 anos é aplicado o segundo. A idade máxima para aplicação da DTP é de 6 anos 11meses e 29 dias. É fundamental a aplicação, preferencialmente nas primeiras 24 horas de vida, da vacina HB (recombinante) para completar o esquema da pentavalente. O Ministério da Saúde pretende transformar a vacina pentavalente em heptavalente, em até quatro anos. Além das patologias prevenidas com a pentavalente, haverá a inclusão da proteção contra a poliomielite e a meningite C. Dessa forma, em apenas uma injeção, vários componentes imunobiológicos serão ofertados para as crianças. 14

19 Hepatite B Para as crianças que receberão a vacina contra hepatite B, 9 o esquema vacinal permanece com a primeira dose, preferencialmente nas primeiras 12 horas de vida, seguida da segunda dose com 1 ou 2 meses de vida e a terceira dose aos 6 meses. Crianças com peso de nascimento igual ou inferior a 2Kg ou idade gestacional < 33 semanas receberão quatro doses da vacina: a primeira dose ao nascer, a segunda dose um mês após a primeira, a terceira dose um mês após a segunda e a quarta dose seis meses após a primeira. Já as crianças e os adolescentes não vacinados devem receber a vacina no esquema 0, 1, 6 meses. 27 PROTENF Ciclo 7 Volume 2 Haemophilus influenzae tipo b Quando utilizadas as vacinas combinadas acelulares (DTPa/Hib/VIP, DTPa/Hib, DTPa/ Hib/VIP/HB, etc.), é necessária a aplicação de uma quarta dose da Hib 9 aos 15 meses de vida. Febre amarela O objetivo dessa vacina é contribuir com a diminuição do ressurgimento das doenças invasivas causadas pelo Hib a longo prazo. A vacina contra febre amarela 9 é indicada somente para os moradores e/ou viajantes com destino a áreas endêmicas, de transição e de risco potencial. O esquema vacinal é iniciado a partir dos 9 meses. Para as pessoas que permanecem em situação de risco, deve se fazer uma dose da vacina contra febre amarela a cada 10 anos. Crianças indígenas devem receber a dose inicial da vacina aos 9 meses de idade, independentemente da área onde residam. Não se recomenda a aplicação da vacina contra a febre amarela: y em nutrizes, visto o risco de transmissão do vírus vacinal para os lactentes; y em lactentes menores de 6 meses em aleitamento materno, cujas mães receberam vacina contra febre amarela: o aleitamento materno deverá ser suspenso por um período mínimo de 15 dias. Outro ponto a se observar é que essa vacina não deve ser administrada no mesmo dia que a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola), devido ao risco de interferência e de diminuição de imunogenicidade. O intervalo indicado entre elas é de 30 dias.

20 28 PROTENF Secad A Vacinação na Saúde da Criança e o Papel da Enfermagem Sarampo, Caxumba, Rubéola e Varicela As vacinas contra sarampo, caxumba, rubéola e varicela correspondem às vacinas tríplice viral (SCR), quádrupla viral (SCRV) e varicela. 14 O quadro vacinal apresentado neste artigo apresenta o esquema da vacina tríplice viral, mas o PNI ampliou o Calendário Básico de Vacinação da Criança no ano de A mudança acontece pela introdução da vacina tetra viral. 15 A vacina tetra viral tem o objetivo de evitar complicações, casos graves e óbitos por varicela no grupo alvo da vacinação, bem como a prevenção, o controle e a eliminação das doenças sarampo, caxumba e rubéola. A tetra viral (sarampo, caxumba, rubéola e varicela) substituirá a vacina tríplice viral (sarampo, caxumba e rubéola) para as crianças de 15 meses de idade. Dessa maneira, o PNI buscará diminuir o número de injeções para as crianças e melhorar a adesão e a cobertura vacinais. O esquema vacinal seguirá da seguinte forma: aos 12 meses deverá ser feita, no mesmo dia, a primeira dose das vacinas tríplice viral e varicela, em administrações separadas, ou com a vacina quádrupla viral. A segunda dose deverá ser realizada aos 15 meses, preferencialmente com a vacina SCRV, com intervalo mínimo de três meses da última dose de varicela e SCR ou SCRV. A SBP sugere a realização de uma segunda dose da vacina contra a varicela. Apesar de essa vacina mostrar se altamente eficaz na prevenção de formas graves da doença, trabalha se com a possibilidade do surgimento de formas leves da patologia em crianças que receberam dose única. No Quadro 2, é apresentado o Calendário Básico de Vacinação da Criança.

21 29 Quadro 2 calendário Básico Nacional de Vacinação da Criança (2013) Idade Vacinas Dose Doenças evitadas Agulha Via de adminis tração Local/dose Validade após a bertura Ao nascer BCG Dose única Tuberculose Formas miliar e meníngea. 13/3,8 Intradérmica Inserção inferior do deltoide direito/0,1ml 6 horas Ao nascer Hepatite B 1ª dose Hepatite pelo vírus B 27/7 e 25/8 02 meses VIP Poliomielite inativada paralisia 02 meses Pentavalente (DPT+Hib+HB 02 meses Pneumocócica DO valente 02 meses VORH vacina oral de rotavírus humano Intramuscular Vasto lateral da coxa direita. Butantan: 0 até 19 anos: 0,5mL. 20 anos: 1,0mL 1ª dose Poliomielite (paralisia infantil) 20/5,5 Intramuscular Vasto lateral da coxa direita/0,5ml 7 dias 1ª dose Difteria, Tétano, Coqueluche, Hepatite B e doenças causadas por Haemophilus influenzae tipo B 1ª dose Doenças invasivas e otite média aguda causadas por Streptococcus pneumoniae 20/5,5 Intramuscular Vasto lateral da coxa esquerda (menores de 2 anos)/0,5ml 20/5,5 Intramuscular Vasto lateral da coxa esquerda (menores de 1 ano)/0,5ml Até o final Administração imediata Administração imediata 1ª dose Diarreia por rotavírus Oral 1,5mL 24 horas 03 meses Meningite C 1ª dose Meningite C 20/5,5 Intramuscular Vasto lateral da coxa direita < 1 ano com agulha 20x5,5 > 1 ano com agulha 25x7/0,5 ml Administração imediata 04 meses VIP poliomielite inativada paralisia 1ª dose Poliomielite (paralisia infantil) 20/5,5 Intramuscular Vasto lateral da coxa direita/0,5ml 7 dias PROTENF Ciclo 7 Volume 2

22 30 A Vacinação na Saúde da Criança e o Papel da Enfermagem PROTENF Secad Idade Vacinas Dose Doenças evitadas Agulha Via de adminis tração Local/dose Validade após a bertura 04 meses Pentavalente (DPT+Hib+HB) 2ª dose Difteria, Tétano, Coqueluche, Hepatite B e doenças causadas por Haemophilus influenzae tipo B 20/5,5 Intramuscular Vasto lateral da coxa esquerda (menores de 02 anos) /0,5 ml Administração imediata 04 meses Pneumocócica DO valente 04 meses VORH vacina oral de rotavírus humano 2ª dose Doenças invasivas e otite média aguda causadas por Streptococcus pneumoniae 20/5,5 Intramuscular Vasto lateral da coxa esquerda (menores de 1 ano)/0,5ml Administração imediata 2ª dose Diarreia por rotavírus Oral 1,5mL 24 horas 05 meses Meningite C 2ª dose Meningite C 20/5,5 Intramuscular Vasto lateral da coxa direita < 1 ano com agulha 20x5,5 > 1 ano com agulha 25x7/0,5 ml 06 meses VOP vacina oral contra pólio 06 meses Pneumocócica DO valente 06 meses Pentavalente (DPT+Hib+HB) Administração imediata 3ª dose Poliomielite (paralisia infantil) Oral 2 gotas 05 dias 3ª dose Doenças invasivas e otite média aguda causadas por Streptococcus pneumoniae 3ª dose Difteria, Tétano, Coqueluche, Hepatite B e doenças causadas por Haemophilus influenzae tipo B 20/5,5 Intramuscular Vasto lateral da coxa esquerda (menores de 1 ano)/0,5 ml 20/5,5 Intramuscular Vasto lateral da coxa esquerda (menores de 2 anos) / 0,5 ml Administração imediata Administração imediata 09 meses Febre amarela Dose única Febre amarela 13/4,5 Subcutânea Região deltoide esquerdo / 0,5mL 04 horas

23 31 Idade Vacinas Dose Doenças evitadas Agulha Via de adminis tração Local/dose Validade após a bertura 12 meses Meningite Reforço (crianças que tomaram 1ª e 2ª doses) Meningite C Obs.: dose única para crianças de 12 a 24 meses que não tomaram as doses anteriores 20/5,5 Intramuscular Vasto lateral da coxa direita < 1 ano com agulha 20x5,5 > 1 ano com agulha 25x7/0,5 ml Administração imediata 12 meses SCR tríplice viral 1ª dose Sarampo, caxumba e rubéola 13/4,5 Subcutânea Região do deltoide/0,5ml 08 horas 15 meses Pneumocócica DO valente 15 meses VOP vacina oral contra pólio Reforço Doenças invasivas e otite média aguda causadas por Streptococcus pneumoniae 20/5,5 Intramuscular Vasto lateral da coxa esquerda/0,5ml Administração imediata Reforço Poliomielite (paralisia infantil) Oral 02 gotas 05 dias 12 meses SCR 1ª dose Sarampo, caxumba e rubéola 13/4,5 Subcutânea Região do deltoide / 0,5mL 08 horas 15 meses DTP tríplice bacteriana 1º reforço Difteria, tétano e coqueluche 20/5,5e 25x7 Intramuscular < 1 ano: vasto lateral da coxa esquerda com agulha 20x5,5. A partir de 1 ano com agulha 25x7. > 2 anos: deltoide com agulha 25x7 / 0,5 ml Até o final 4 anos SCR (tríplice viral) Reforço Sarampo, caxumba e rubéola 13/4,5 Subcutânea Região do deltoide/0,5ml 08 horas 4 anos DTP (tríplice bacteriana) 2º reforço Difteria, tétano e coqueluche 25/7 e 25/8 Intramuscular < 1 ano: vasto lateral da coxa esquerda com agulha 20x5,5. A partir de 1 ano com agulha 25x7. > 2 anos: deltoide com agulha 25x7 / 0,5 ml Até o final 10 anos Febre amarela Reforço Febre amarela 13/4,5 Subcutânea Região deltoide esquerdo / 0,5 ml 04 horas Fonte: Adaptado de Sociedade Brasileira de Pediatria (2013); 16 Brasil (2013). 16 PROTENF Ciclo 7 Volume 2

24 32 PROTENF Secad A Vacinação na Saúde da Criança e o Papel da Enfermagem 12. Não se recomenda a vacina contra febre amarela para: I moradores e/ou viajantes com destino a áreas endêmicas. II crianças abaixo dos 10 anos de idade. III nutrizes. IV lactentes menores de 6 meses, cujas mães receberam a vacina. Quais estão corretas? A) Apenas a I e a II. B) Apenas a II e a III. C) Apenas a III e a IV. D) Apenas a I e a IV. Resposta no final do artigo 13. Correlacione as colunas de acordo com as vacinas, suas vias e locais de administração. (1) Febre Amarela ( ) Intramuscular, vasto lateral da coxa D. (2) BCG ( ) Subcutânea, região de deltoide. (3) Meningocócica ( ) Intramuscular, vasto lateral da coxa E. (4) Pentavalente ( ) Intradérmica, inserção inferior do deltoide. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta. A) B) C) D) Resposta no final do artigo EVENTOS ADVERSOS PÓS VACINA Apesar do aprimoramento dos processos utilizados na produção das vacinas, e de serem consideradas produtos biológicos muito seguros e eficazes, sabe se que eventos adversos podem ocorrer após a aplicação, uma vez que são constituídas por agentes infecciosos atenuados ou inativados, ou por algum de seus produtos ou componentes. 15 Após a aplicação de uma vacina, qualquer sinal ou sintoma que ocorrer deve ser imediatamente associado à vacinação.

25 A relação que se estabelece entre o evento adverso e a vacinação denomina se associação temporal. Isto é, inicialmente, assume se que o evento ocorreu por causa da vacinação. Após ser analisada, essa relação poderá, ou não, ser confirmada. 17 Após a aplicação da vacina, poderiam surgir sinais e sintomas decorrentes de outra doença que estivesse em período de incubação. Nesse caso, seria um evento que ocorreu por coincidência e não devido à vacinação. 33 PROTENF Ciclo 7 Volume 2 Para se confirmar a relação do evento adverso com a vacinação, após a notificação, deve se proceder à investigação do caso. 17 Os eventos adversos pós vacinação podem acontecer devido a aspectos relacionados aos vacinados ou à vacinação. Consideram se aspectos relacionados aos vacinados aqueles que envolvem respostas do organismo da pessoa. Quanto aos aspectos relacionados à vacinação, estão sendo considerados os componentes da vacina, sua produção e a relação deles com a predisposição orgânica dos vacinados. Por outro lado, a técnica de preparo e de aplicação das vacinas também pode ocasionar eventos adversos. 15 No Quadro 3, está a relação dos eventos adversos pós vacinação: 17 Quadro 3 Fatores relacionados aos vacinados Fatores relacionados à vacina Fatores relacionados à administração relação dos eventos adversos pós vacinação Idade, sexo, doses prévias da vacina, doença anterior em função do agente causal, anticorpos adquiridos passivamente por via transplacentária, doenças concomitantes e deficiência imunitária. Incluem o tipo ou cepa, o número e o meio de cultivo dos microrganismos, o processo de inativação ou atenuação, adjuvantes, estabilizadores ou substâncias conservadoras. Armazenamento das vacinas, instrumental utilizado (agulha e seringa), ponto de inoculação, via de inoculação (intradérmica, subcutânea ou intramuscular), assepsia. Identificação dos fatores relacionados aos vacinados O acolhimento à família que chega à sala de vacinação é um momento fundamental, e deve ser feito logo na chegada do usuário na sala de vacinas. Os cuidados tomados pela equipe da sala de vacinas, no momento da triagem, podem prevenir ou diminuir o acontecimento de eventos adversos. 17

26 34 PROTENF Secad A Vacinação na Saúde da Criança e o Papel da Enfermagem É fundamental, durante a triagem, realizar um histórico sobre as condições de saúde da criança a ser vacinada. A seguir, uma lista de aspectos a consider nos indivíduos que serão vacinados: 17 y obter informações sobre as condições atuais de saúde de quem será vacinado; y saber se a criança tem tendência à convulsão quando apresenta febre alta. Perguntar ao responsável sobre o histórico de convulsões, febre ou outras doenças; y considerar a faixa etária, pois algumas vacinas não podem ser administradas em determinada idade; y perguntar se a criança é alérgica a algum componente das vacinas. E se apresentou reação alérgica em dose anterior; y perguntar se a pessoa possui algum comprometimento imunológico, seja por doenças ou por uso de corticosteroide (por mais de duas semanas; em doses de 2mg/kg/dia em crianças de até 10kg ou em dosagem de 20mg/dia em crianças com mais de 10kg e adultos). Verificar, ainda, o uso de radioterapia e outros medicamentos imunossupressores. Aspectos relacionados aos componentes da vacina Os eventos adversos induzidos pela vacina dependem das características próprias de seus componentes e de sua produção e, ainda, da relação deles com a resposta individual da pessoa vacinada. Alguns problemas relacionados aos fatores de produção da vacina, listados a seguir, podem gerar eventos adversos (Quadro 4). 17 Quadro 4 Tipo ou cepa O meio de cultivo Os antibióticos utilizados nos meios de cultura O processo de inativar/ atenuar Substâncias agregadas durante a preparação e purificação da vacina A fração do agente que entra na composição da vacina Meio onde o agente que fará parte da vacina será cultivado. Como a neomicina, kanamicina, etc., que impedem o crescimento de microrganismos. Processo de deixar sem atividade o microrganismo ou atenuar sua potência de produzir doença. É o caso do hidróxido de alumínio, que é agressivo a determinadas camadas do tecido orgânico, causando irritação e dor local. Aspectos relacionados à técnica de aplicação da vacina Nos aspectos relacionados à técnica de aplicação da vacina, devem ser consideradas a preparação, a manipulação e a aplicação da vacina. É necessário, também, que sejam obedecidas todas as normas de conservação que se faz por meio da cadeia

27 de frio, a qual vem desde o fabricante até a sala de vacina de sua unidade. Portanto, lembre se sempre da conservação adequada de cada vacina. 17 Na preparação, manipulação e aplicação das vacinas, alguns eventos adversos têm acontecido devido à contaminação durante essas fases, ocasionando abscessos. Assim, devem se observar cuidados essenciais para que tais eventos sejam evitados (Quadro 5) PROTENF Ciclo 7 Volume 2 Quadro 5 cuidados que devem ser observados na preparação, manipulação e aplicação das vacinas y Lavar as mãos, no mínimo, antes e após o preparo da vacina. y Ter atenção redobrada, durante o preparo, para que as seringas e as agulhas estéreis não entrem em contato com outras superfícies antes da aplicação da vacina. y Assegurar se de que o diluente está na temperatura adequada. y Verificar o prazo de validade da vacina e o tempo de uso recomendado após a abertura do frasco. y Diluir lentamente pela parede do frasco. y Agitar o frasco, ao acrescentar o diluente em movimentos circulares, para homogeneizar melhor a vacina. y Observar a forma adequada de segurar a criança para uma imobilização segura. y Aplicar via e dose de administração adequadas. y Observar o ângulo correto de acordo com a via de aplicação indicada. y Injetar o líquido lentamente ao fazer a aplicação da vacina. y Não massagear o local da aplicação. Fazer apenas uma leve compressão com algodão seco. y Identificar no cartão do cliente e no espelho, ao realizar aplicações simultâneas, o local de aplicação de cada vacina. Após a identificação dos eventos adversos, o passo seguinte é a notificação. A notificação é a comunicação da ocorrência do evento adverso pós vacinação ao serviço ou à unidade de saúde imediatamente superior. 14 O PNI possui uma área de Vigilância dos Eventos Adversos Pós vacina que tem a função de realizar o monitoramento desses eventos pela investigação das fichas de notificações recebidas. 13 Todos os eventos adversos que retornarem à unidade de saúde por demanda espontânea devem ser notificados. Isto é, tanto os eventos comuns e/ ou esperados, quanto os demais.

28 36 PROTENF Secad A Vacinação na Saúde da Criança e o Papel da Enfermagem CASO CLÍNICO 14. Quando surge um evento adverso, ele pode estar relacionado ao vacinado, à vacina ou à técnica de administração. Qual dos fatores abaixo está relacionado à vacina? A) Doença infecciosa em incubação. B) Tipo de cepa utilizada na fabricação da vacina. C) Alergia. D) Dose e via de administração. Resposta no final do artigo 15. São cuidados essenciais para que eventos adversos após a vacinação sejam evitados, EXCETO A) lavar as mãos, no mínimo, antes e após o preparo da vacina. B) utilizar a sala de procedimentos cirúrgicos para aplicação. C) ao acrescentar o diluente, agitar o frasco em movimentos circulares para homogeneizar melhor a vacina. D) não massagear o local da aplicação. Resposta no final do artigo Em 29/11/2013, pré escolar do sexo masculino (F.D.T), com 1 ano, 3 meses e 29 dias (data de nascimento 30/07/2012), é trazido pela mãe à Unidade da Estratégia Saúde da Família no bairro Boa Esperança (RJ) para realizar uma vacina que, segundo ela, estava atrasada. A agente comunitária responsável pela família alega que não consegue encontrar ninguém em casa quando faz as visitas domiciliares. O relato é passado para a mãe que diz trabalhar durante todo o dia e deixar a criança com a avó, em outro bairro. Ao avaliar o cartão, observa se que a criança realizou as seguintes vacinas (Quadro 6): y BCG 31/07/2012; y HB 31/07/ /09/ /03/2013; y VOP 01/10/ /12/ /02/2013; y rotavírus 01/10/ /12/2012; y tetravalente 01/10/ /12/ /02/2013; y antipneumocócica 01/10/ /12/ /02/2013; y antimeningocócica 05/11/ /01/2013. F.D.T. Data de Nascimento 30/07/12

29 Quadro 6 Rotavírus Pneumocócica Tetravalente BCG HB Anti Pólio Vacinas Doses Data: 01/10/12 Lote:54323 Cod. Unidade:001 Data:01/10/12 Lote:5678 Cod. Unidade:001 Data:01/10/12 Lote:7493 Cod. Unidade:001 Data: 01/10/12 Lote:874 Cod. Unidade: 001 Data:31/07/12 Lote:45601 Cod.Unid:001 1 Dose Data:31/07/12 Lote:09787 Cod. Unid.001 Data:02/12/13 Lote:6438 Cod. Unidade:001 Data:02/12/12 Lote:78694 Cod. Unidade:001 Data:02/12/12 Lote:9487 Cod. Unidade:001 Data:02/12/12 Lote:8463 Cod. Unidade:001 2 Dose Data:02/09/12 Lote:67851 Cod. Unidade: 001 Data:03/02/13 Lote:3748 Cod. Unidade:001 Data:03/02/13 Lote:84758 Cod. Unidade:001 Data:03/02/13 Lote:78372 Cod. Unidade:001 3 Dose Data:04/03/13 Lote: Cod. Unidade:001 REFORÇOS Poliomielite Pneumocócica Meningocócica C Tríplice Viral Febre amarela Dose Inicial DTP quadro de vacinas do paciente Data: Lote: Cod. Unidade: Data: Lote: Cod. Unidade: Data: Lote: Cod. Unidade: Data: Lote: Cod. Unidade: Data: Lote: Cod. Unidade: Data:05/11/12 Lote:6493K Cod.Unidade:001 1 Dose ou Reforço Meningocócica C de 10 em 10 anos Febre amarela 10 em 10 anos Data: Lote: Cod. Unidade: Data: Lote: Cod. Unidade: Data: Lote: Cod. Unidade: Data: Lote: Cod. Unidade: Data: Lote: Cod. Unidade: Data:07/01/13 Lote:8374J Cod. Unidade:001 2 Dose ou Reforço 37 PROTENF Ciclo 7 Volume 2

30 38 PROTENF Secad 16. De acordo com a descrição do caso e observando a cartão de vacina da criança, qual a conduta a ser estabelecida em relação ao seu quadro vacinal? A Vacinação na Saúde da Criança e o Papel da Enfermagem CONCLUSÃO Resposta no final do artigo A vacinação é uma estratégia prioritária na saúde da criança e tem grande impacto nas condições de saúde, ligado à diminuição da morbidade e mortalidade por doenças infecciosas na infância, sendo, também, uma das estratégias mais efetivas de saúde pública no Brasil. Para manter os resultados alcançados pela imunização no país, é necessário que os profissionais, entre eles os técnicos em enfermagem, ligados diretamente à prática da vacinação, estejam sempre atualizados e capacitados para exercer essa função. Acredita se que este material servirá para tirar dúvidas e atualizar os profissionais que atuam nos serviços de imunização. Respostas às atividades e comentários Atividade 1 Resposta: A Comentário: A vacina estimula o organismo do indivíduo a desenvolver resistência, ou seja, ele se torna capaz de combater o agente infeccioso que o invadiu, e assim a doença não se desenvolve ou acontece de uma forma muito mais branda. A vacina age no hospedeiro suscetível, passando a ser resistente e com isso interrompendo a cadeia epidemiológica da doença.

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