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1 RELATÓRIO DE ATIVIDADES 2014 portugaldigital.pt

2 RELATÓRIO DE ATIVIDADE 2014 INDICE 1. Introdução 2. Atividade Agenda Portugal Digital (APD)) 3. Ponto de situação / Resultados 4. Anexos 4.1. Resoluçãoo de Conselho de Ministros 112/ Atividade APD governação Regulamento Interno Subcomissões temáticas Coordenação Grupo Permanente Composição Grupos de Trabalho Técnico 4.3. Plano Anual de Implementação das Medidas da APD Indicadores APD 2014 (GTTI)

3 1. Introdução A Resolução de Conselho de Ministros nº 112/ /2012 de 31 de dezembro 1 aprova a Agenda Portugal Digital (APD) que, alinhada com a Agenda Digital Europeia e a Estratégia 2020, visa estimular a Economia Digital e o setor das tecnologias de Informação, comunicação e eletrónica. A RCM 112/12 define os objetivos para a Agenda Portugal Digital: a) Promover o desenvolvimento da infraestrutura de banda larga, de forma a permitir que todos os cidadãos possam ter acesso à banda larga de velocidade igual ou superior a 30 Mbps, até 2020; b) Promover o desenvolvimento da infraestrutura de banda larga, de forma a permitir que 50 % dos agregados familiares possam ter t acesso à Internet de banda larga de velocidade igual ou superior a 100 Mbps, até 2020; c) Criar as condições que permitam o aumento em 50 %, face aos a valores de 2011, do número de empresas que utilizam o comércio eletrónico em Portugal, até 2016; d) Promover a utilização doss serviços públicos online, para que sejam utilizados por 50 % da população, até 2016; e) Criar as condições que permitam o aumento em 20 % das exportações em Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC), em valores acumulados, até 2016, tendo como referência o ano de 2011; f) Promover a utilização das novas tecnologias, para que seja possível diminuir r para 30 % o número de pessoas que nunca utilizou a Internet, até Estabelecee as medidas iniciais a implementar até 2016, enquadradas nas seguintes seis áreas de intervenção: a) Acesso à banda larga e ao mercado digital; b) Investimento em Investigação e Desenvolvimento (I&D) e Inovação; c) Melhorar a literacia, qualificação e inclusão digitais; d) Combate à fraude e à evasão fiscais, contributivas e prestacionais; e) Resposta aos desafios societais; f) Empreendedorismo e internacionalizaçãoo do setor das TIC. Determina a criação de: a) Comissão Interministerial,, coordenada pelo membro do governo g responsável pela área da inovação, que assegura a monitorizaçã ão global da APD e, neste contexto, determina a elaboraçãoo de um relatório anual de progresso, monitorização e avaliação da implementação da Agenda Portugal Digital, a disponibilizar publicamente no Portal do Governo; 1 Anexo 4.1 RCM 112/2012 DR 1ª sériee nº 252 de 31 de Dezembro de

4 b) Comissão Técnica, presidida pelo IAPMEI e composta por representantes da Administração Pública e individualidades, que assessoria a Comissão Interministerial na monitorização e avaliação da implementação da APD e articula com entidades do sector privado com relevância na área das TIC. 2. Apresentação das atividades desenvolvidas. 2.1 Atividade da Comissão Técnica Agenda Portugal Digital (CT APD) Comissão Técnica A Comissão Técnica (CTAPD) tem como objetivo acompanhar, monitorizar e avaliar a implementação da Agenda Portugal Digital e reúne, em sessão plenária, com uma periodicidade trimestral. Durante 2014 realizaram se seis reuniões quatro regulares, conformee estabelecido no regulamento APD, e duas extra plano. As reuniões regulares da Comissão Técnica seguem uma estrutura consensualizada entre os diversoss organismos que a integram, organizando se em diferentes momentos que designamos por Espaços, assim temos: 1 Espaço Coordenação (5 a 15 minutos): dinamizado pelo IAPMEI, pretende fazer f passar informação relevante sobre: (i) as atividades levadas a efeito pelo IAPMEI, na qualidade de organismo coordenador da APD, (ii) as decisões tomadas emm sede do Grupo Permanente (iii) e outras informações de caracter geral desde que relacionadas com c a APD; 2 Espaço convidados (10 a 20 minutos): direcionado paraa a apresentação detalhada de um projeto que integre ou esteja relacionado com as iniciativas/ objetivos o da Agenda Portugal Digital. A título de exemplo refira se: B2A Compras Públicas eletrónicas (ESPAP); Banda Larga e Consolidação de Serviços TIC no Alentejo Central (CIMAC); European e Government Benchmark: Apresentação do Estudo e Resultados Nacionais (AMA); Governação da Internett (FCT /ISOC Portugal); Barómetro de Inovação Resultados de Portugal Análise das dimensões: Condições e Recursos (COTEC); European Multi Stakeholder Platform on ICT Standardisation (IPQ); 3 Espaço D GAN (5 a 10 minutos): da responsabilidade do Delegado D Nacional ao Grupo de Alto Nível da Agenda Digital para a Europa, dá nota de iniciativas no âmbito desta iniciativa da União Europeia; 4 Espaço GTTT (5 a 15 minutos): dinamizado pelo organismo coordenadorc r de cada um dos Grupos de Trabalho Técnico (GTT)) que coadjuvam nas diferentes atividades a cargo da Comissão Técnica: 5 Espaço Acompanhamento e Monitorizaçãoo (cerca dee 120 minutos) acompanhamento, monitorizaçãoo e avaliação da implementação da APD. Foram regularmente apresentados e debatidos os pontos de situação das medidas em desenvolvimento durante o ano de Este espaço foi ainda utilizado para apresentações efetuadas por entidades executoras dass medidas da APD mas que não integram a CT. Tal como já acontecera no ano transato, importa referir, que se manteve a preocupação dos representantes na Comissão Técnicaa relativamente aos objetivos a cumprir versus restriçõess orçamentais a que a generalidade das entidades se encontra vinculada. v 3

5 6 Espaço TIC (5 a 15 minutos): Auscultação da visão de entidades e não governamentais com relevância para o sector das TIC e membros da CT. As duas reuniões extraplano, tiveram como ponto único de ordem dee trabalhos: a análise e validação do documento base de suporte à redação da nova RCM e o Plano de Atividades da APD para o período Grupo Permanente O Grupo Permanente (GP) 2, nas 7 reuniões efetuadas, em 2014,, analisou, avaliou, coordenou as dinâmicas de operacionalização das diversass medidas previstas na referida Resolução de Conselho de Ministros. Alertou o organismo responsável e a CT para os desvioss de execução e/ou estrangulamentos identificados. Acompanhou a monitorização dos indicadores de execução e propôs p as adequadas medidas de correção com o objetivo de assegurar o melhor cumprimento dos planos p de trabalho pré definidos Grupos de Trabalho Técnico (GTT) Criados no âmbito da Comissão Técnica da Agenda Portugal Digita (APD) são unidades com uma atividade temática definida. As temáticas abordadas pelos GTT, bem como a sua duração, serão geridas em função da missão e necessidades da APD e de acordo com os interesses manifestados pelos organismos que os integram. Os GTT propostos ao Grupo Permanente e validados em Comissão Técnica, são constituídos por entidades da Comissão Técnica (CT) da APD, que manifestem interesse em participar, e organismoss externos à APD por convite quando seja considerado relevante o contributo que possam dar para os objetivos do GTI); Os GTT fazem se representar pela sua coordenação e participam nas reuniões sempre que seja considerado necessário. do Grupo Permanente, GTT Comunicação tem como objetivoo a promoção e dinamização da comunicação das diferentes atividades desenvolvidas no âmbito da APD (Agenda Portugal Digital) e/ou outras ações que estejam com ela relacionados. Este GTT: propõe conteúdos de comunicação daa APD em diferentes suportes de divulgação (ex: ppt, flyers e rol ups); gere o portal e a presença da APD em diferentes redes sociaiss (Facebook e Linkedin, etc) Durante 2014 participaram nas suas atividades: o IAPMEI e a AICEP que o liderou O GTT Indicadores tem como objetivoo a identificação de indicadores e recomendação de soluções de harmonização destes, a partir das medidas/ações/atividades consideradass na APD, assim como a articulação dos indicadores da APD com a Agenda Digital paraa a Europa (ADE).( 2 Anexo 4.2 Grupo Permanente Composição e atribuições 4

6 Composição: Sob a coordenação da FCT, integram este grupo de trabalho, representantes da AMA, ANACOM, DGEEC, IAPMEI e IGAC. Na qualidade de especialista, participa nas actividades deste GTT um representante do INE O GTT MSP TIC tem comoo objetivo acompanhar os trabalhos desenvolvidod os no âmbito da Plataforma Europeia de Normalização das TIC e promover a melhor articulação comm a Agenda Portugal Digital. Composição: Sob a orientação do IPQ integram ainda este GTT representantes da AMA, ANACOM, FCT e IAPMEI. 2.2 Coordenação da APD Enquanto coordenador da Comissão Técnica da Agenda Portugal Digital, o IAPMEI tem sido convocado a participar e/ou a contribuir em diversos fora e reportes. Durante 2014 destacamos: (i) Intervenções: Fórum Encomia Digital, Grand Coalition for Digital Jobs, Pré conferência CPLP de Governo Eletrónico, Missão Checa; (ii) reportes: OCDE Digital Economy, Digital l Agenda Scoreboard. 3 Ponto de situação: ações e resultados O acompanhamento e monitorização de resultados das medidas inscritas na RCMM 112/20122 constituem uma das áreas a que a Comissão Técnica confere maior relevância. Ao longo de 2014 foram desenvolvidoss os mecanismos de reporte, procurando assegurar ganhos de clareza e eficiência. Tratou se de um processo que evoluiu de forma diferenciada no conjuntoo das entidades envolvidas, consolidando se de forma mais rápida nuns casos que noutros. Esta circunstância, não deixa de afetar o nível de detalhe do reporte apresentado mas não invalida uma boa leitura sobre as dinâmicas de execução das medidas mais relevantes. Neste âmbito e, tal como já acontecera em 2013, merece especial referência o trabalho desenvolvido o pelo Grupo de Trabalho Técnico sobre Indicadores da Agenda Portugal Digital 3. Trata se de um Grupo de Trabalho especialmente dedicado à recolha, sistematização e harmonização dos indicadores mais significativos junto dos organismos/entidades que executam ou coordenam as ações da APD (Agenda Portugal Digital). Nos objetivoss deste grupo inclui se ainda a preocupação de assegurar a melhor ligação com as necessidades de reporte e de ligação à Agenda Digital para a Europa. Este documento reporta 72% das 60 medidass com atividade em 2014, referenciadas na RCM 112/2012 e constantes do Plano Anual de Implementação das Medidas da Agenda Portugal Digital De notar que, no Plano Anual de 2014, era reduzido o número de medidas com conclusão prevista paraa este período. Acresce referir que, no âmbito do Acordo de Parceria, PORTUGAL 2020, e da necessidade de assegurar o melhor alinhamento da Agenda Portugal Digital com os termos ali previstos (prazos e fundamentação estratégica), foi desencadeado um processo de revisão/atualização das medidas inicialmentee previstas e constantes da RCM 112/2012, a formalizar em nova Resolução de Conselho de Ministros. 3 Anexo 4.4 GTT Indicadores Indicadores APD Anexo 4.3 Plano Anual de Implementação das Medidas da Agenda Portugal Digital

7 Este exercício permitiu ainda reajustar desvios de execução e reprogramar a atividade para o período que decorre até

8 Objetivos gerais da Agenda Portugal Digital No que se refere aos objetivos gerais da APD, a tabela seguinte sistematiza a situação no final de Objetivos gerais APD Situação em ,1% (81,3%% em 2013) do território nacional comm cobertura de banda larga l fixa de velocidade igual ou superior a 30 Mbps e 91,3 % (89,7% em 2013) com cobertura de banda larga móvel de velocidadee igual ou superior s a 300 Mbps.. Promoverr o desenvolvimento da infraestrutura de banda larga, de forma a permitir que todos os cidadãos possam ter acesso à banda larga de velocidade igual ou superior a 30 Mbps, até Promoverr o desenvolvimento da criação de uma infraestruturaa de banda larga, de forma a permitir que 50% dos agregados familiares possam ter acesso à Internet de banda larga de velocidade igual ou superior a 100 Mbps, até Fonte: ANACOM; Nota: Os valores para 30 Mbps e para 100 Mbps são iguais uma vez que as tecnologias de banda largaa que suportamm velocidadess de download iguais ou superiores a 30 Mbps também suportamm velocidadess iguais ou superiores a 100 Mbps (FTTH / EuroDOCSIS 3.0 / LTE). 63,4% (61,6%% em 2013) das famílias dispõem de ligação à Internet em casa c através da banda larga. Fonte: INE, Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicaçãoo pelas Famílias 2013 Nota: Corresponde à proporção de agregados domésticos privados com pelo menos um indivíduo com idade entre 161 e 74 anos e com ligação à Internet em casa através de banda larga. Banda Larga: ligaçãoo que permitee veicular, a grande velocidade, quantidades consideráveis de informação, como por exemplo, imagens televisivas. Os tipos de ligação que fornecem ligação em banda larga são: XDSL (ADSL, SDSL, etc.), cabo, UMTS ou outras como satélite. 88,1% (81,3%% em 2013) do território nacional com cobertura de banda larga l fixa dee velocidade igual ou superior a 1000 Mbps e 91, 3% (89,7% em 2013) com cobertura de banda larga móvel de velocidade igual ou superior s a 100 Mbps. Fonte: ANACOM; Nota: Os valores para 30 Mbps e para 100 Mbps são iguais uma vez que as tecnologias de banda largaa que suportamm velocidadess de download iguais ou superiores a 30 Mbps também suportamm velocidadess iguais ou superiores a 100 Mbps (FTTH / Euro DOCSIS 3.0 / LTE). Os dados estatísticos disponíveis referem se a empresas com 10 e mais pessoas ao serviço, excluindo atividades financeirass que utilizaram comércio eletrónico e Criar as condições que permitam o aumento em 21,8% (22, 1% em 2013) das empresas com 10 e mais pessoas ao serviço excluindo atividades financeiras referem terr utilizado comércio eletrónico (efetuaram e/ /ou receberam encomendas pelo menos 1 por cento) nos últimos 12 meses. m Fonte: INE, Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicaçãoo nas Empresas 5 Anexo 4.4 GTT Indicadores Indicadores APD

9 50%, face aos valores de 2011, do número de empresas a utilizar o comércio eletrónico em Portugal, até Promoverr a utilização dos serviços públicos online, para que sejam utilizados por 50 % da população, até Criar as condições que permitam o aumento em 20% das exportações em TIC, em valores acumulados, tendo como referência o ano de 2011, até Promoverr a utilização das novas tecnologias, para que seja possível diminuir para 30% o número de pessoas que nunca utilizou a Internet até O peso das empresas com 10 e mais m pessoass ao serviço excluindo atividades financeiras que referem ter utilizadoo comércio eletrónico (efetuaram( e/ou receberam encomendas pelo menos 1 por cento) nos últimos 12 meses diminuiu 8% (6,8%% entre 2011 e 2013). Fonte: INE, Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicaçãoo nas Empresas Nota: A taxa de crescimento foi calculada pelo GTT Indicadores a partir dos dados do INE (Em 2011, a proporção de empresas comm 10 e mais pessoas ao serviço excluindo atividades financeiras que referem ter utilizado comércio c eletrónico (efetuar e/ou receber encomendas pelo menos 1 por cento) nos últimos 12 meses foi de 23,7%). 41% (38% em 2013) das pessoas com idade entre 16 e 74 anos contactam c com organismos públicoss através da Internet. Fonte: INE, Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicaçãoo pelas Famílias 2013 Nota: Corresponde à proporção de indivíduos que utilizaram a Internet para realizar pelo menos uma de três atividades relacionadas com contacto com organismos da administração pública/serviços públicos (OAP/SP): obter informação através de websites de OAP/SP; fazer download de formulários ou impressoss oficiais; preencher e enviar online formulários ou impressos oficiais para OAP/SP. O período de referência são os últimos 12 meses, e o universo de cálculo utilizado é o total da d população com idade entre 16 e 74 anos. Informação não disponível trabalhos em curso. 30% (33,1% em 2013) das pessoas com idade entre 16 e 74 anos nunca utilizou a Internet Fonte: INE, Inquérito à Utilização de Tecnologias da Informação e da Comunicaçãoo pelas Famílias 2013 Nota: Corresponde à proporção de indivíduos com idade entre 16 e 74 anos que nunca utilizaram a Internet. Principais ações e resultados 2014 Para facilidade de referência, organiza se o reporte por área de intervenção (cf RCM indicando, para cada área, as medidas em atividade e os principais resultados alcançados 7. o 6 112/2012), 6 Nos termos da RCM 112/ 2012, as áreas de intervençãoo são a) Acesso à banda larga e ao mercado digital b) Investimento em Investigação e desenvolvimento (I&D) e Inovação c) Melhorar a Literacia, Qualificações e Inclusão Digitais d) Combate à fraude e à evasão fiscais, contributivas e prestacionais e) Resposta aos desafios societais 8

10 3.1. Acesso à banda larga e ao mercado digital 8 em domíni Sem prejuízo de algumas ações preliminares os programados para uma fase posterior e, tal como previsto para o período agora em análise, a atividade desenvolveu se em torno dos temas já abordados em 2013: Banda Larga Rápida e Ultrarrápida (medida 3.1.2) Programa PME Digital (medida 3.1.3) Interoperabilidade e normas abertas (DGE) (medida 3.1.4) Plano Estratégico de Combate à violação de direitos de autor e direitos conexos (medida 3.1.5) B2A Compras Públicas Eletrónicas (medida 3.1.6) Diretório de serviços web nacionais (medida 3.1.7) Redes Inteligentes (medida 3.1.8) Confiança e Segurança dass redes e serviços (medida 3.1.9) Assim e, no que se refere à intervenção destinada a promover o acesso a à banda larga e ao mercado digital, as principais medidas, centradas na criação das infraestruturas (medida ) necessárias para a melhor cobertura nacional de banda larga, encontravam se amplo acesso das populações ao mercado digital. Com prazos de conclusão previstos entre 2015 e 2020, os resultados da atividadee desenvolvida em 2014, são os seguintes: Banda Larga rápida e ultrarrápida 9 (medidaa 3.1.2) velocidade igual ou superior a 30mbpss apesar da elevada concentração em Lisboa e no Norte do País, a rede fixa (fibra óptica e cabo) ) assegura a já em grande parte concluídas, assegurando uma cobertura de 99,7% do território. Manteve se, em 2014, o foco na promoção doo cobertura de 88,1% do território. No que se refere à rede móvel a taxa de cobertura ultrapassa os 90% do país. No domínio da banda larga ultrarrápida velocidade igual ou superior a 100 mbps (fibra óptica, cabo e móvel) e dado que a tecnologia utilizada é a mesma da banda larga rápida, os valores de cobertura a considerar são os mesmos. A banda larga móvel velocidade superior a 30 mbps assegura a cobertura em 480 freguesias, distribuída por três operadoress móveis (Optimus/NOS, TMN/MEO e Vodafone) Programa PME Digital 10 (medida 3.1.3) Sensibilização de PME e capacitação de agentes de promoçãoo da economia digital o Capacitação de agentes para a economia digital: 5 Workshops de capacitação de agentes para a economia digital realizados em 2014 (36 agentes formados). o As PME e a Economia Digital: 7 Workshops "As PME e a Economia Digital" " realizados em 2014 (97 PME participaram como formandas). o Roadshow PME Digital Workshops de divulgação: 46 Workshops "PME Digital" realizados em f) Empreendedorismo e internacionalização do TIC 7 Anexo 4.4 GTT Indicadores Indicadores APD Coordenação sob a responsabilidade do IAPMEI Agencia para a Competitividade e Inovação, I.P. 9 Entidade que reporta: ME/SEITC 10 Entidade que reporta: IAPMEI Agênciaa para a Competitividade e Inovação, I.P. 9

11 Ainda neste âmbito de intervenção e, com o objetivo de promover a criação de condições para o retornoo do investimento nos bens culturais e informativos nacionais, previa see na RCM 112/2012, a elaboração da Lei das entidades de gestão coletiva de direitos de autor e direitos conexos/lei da cópia privada/ legislação de combate à pirataria 11 (medida 3.1.5), com conclusão inicialmente prevista para 2013 e entretanto, parcialmente, recalendarizada. Foi cumprido o plano de d ação previsto com os seguintess resultados: Instituição das linhas políticas orientadoras do plano estratégicoo de combate à violação de direitoo de autor e dos direitos conexos: publicada Resoluçãoo de Conselho de Ministros n.º 52 A/ /2014, de 29 de agosto RCM que aprova o Plano Estratégico de Combate à Violação doo Direito de Autor e dos Direitos Conexos; determina a sua implementação e em articulação e cria a Comissão interministerial de Orientação Estratégica paraa o Direito de Autor (COEDA), definindo os respetivos objetivos. Execução do plano estratégico de combate à violação dos direitos de autor e dos direitos conexos: executado 10% do plano em Publicação de legislação nacional no âmbito do direito de autor e dos direitos conexos: Publicado diploma que define o regime de funcionamento doss espetáculos de natureza artística e de instalação e fiscalização de recintos fixos destinados à sua realizaçãoo e estabelece, ainda, o regime de classificação de espetáculos de natureza artística e de divertimentos públicos (Dec. Lei 23/2014, de 23 de Fevereiro); Publicado diploma que sistematiza e harmoniza (em diploma único) as matérias associadas ao registo de obras literárias e artísticas até agora dispersas emm diferentes textos legais, de modo a permitir a aplicação uniforme e coerente dos aspetos atinentes ao registo de obra, contribuindoc o assim para facilitar aos autores a apreensão do direito aplicável. Atribui, expressamente, à Inspeção Geral das Atividades Culturais (IGAC) a competência para este registo e regula os procedimentos exigíveis e aplicáveis à sua concretização (Dec. Lei 143/2014, de 26 de Setembro); Aguarda publicação: Lei da cópia privada. No âmbito da iniciativa B2A Compras Públicass Eletrónicas 12 (medida 3.1.6), que através da promoção do relacionamento desmaterializado entre as empresas fornecedoras e a Administração Pública, com o objetivo de estimular a colaboração, partilha da informação e comunicação eletrónica, através do desenvolvimento de uma plataforma de compras públicas de suporte ao ciclo integral de compras, objetiva cobrir o ciclo completoo de compras, tornar transparente a integração com as plataformas eletrónicas de compras, assegurar a integração com os Enterprise Resource Planning (ERP), nomeadamente, o Sistema de Gestão de Recursos Financeiros Públicos (GeRFiP),, assegurar a integração com o Portal BASE e ter uma visão global e permanentemente atualizada das compras públicas, salientam se o reportee dos seguintes resultados para 2014: Compras Públicas 1.º fase faturaçãoo eletrónica e auto faturação Construção do Business Case.. Definição da estratégia de implementação do Programa para a Faturação Eletrónica e auto faturação na Administração Pública. Identificação dos requisitos e elaboração de caderno de encargos; 11 Entidade que reporta: IGAC Inspeção Geral das Atividades Culturais / SEC 12 Entidade que reporta: ESPAP Entidadee dos Serviços Partilhados da Administração Publica, I.P. 10

12 Compras Públicas Gestão colaborativa fornecedoress Definição da estratégia de implementação do Programa para a Gestão Colaborativa comm os Fornecedores da Administração Pública; Compras Públicas Interoperabilidade entre o GeRFiP e as plataformas eletrónicas para o processo aquisitivo Evolução do Sistema de Gestão de Recursos Financeiros Públicos (GeRFiP) e integração com compras públicas (e procurement). O projetoo está em implementação (com taxaa de realização de 43%). Os requisitos em falta encontram se emm aprovação o e em desenvolvimento; Contratação, por 3 anos, de Plataforma Eletrónica de Contratação Pública para disponibilizaçãoo ao SNCP, com melhoria dos processos de recolha dee informação de gestão e com interoperabilidade assegurada com o GeRFIP, o CNCP e o SAC Elaboração do Caderno de Encargos e especificações técnicas para aquisição de Plataforma Eletrónica de Contrataçãoo Pública. O procedimento de Concurso Público foi lançado em 18/02/2015 e a interoperabilidade está asseguradaa com o SAC e SRVI. Elaboração de proposta de alteração legislativa em matéria de plataformas eletrónicas de contratação pública (DL 143 A/20088 e Portariaa 701 G/2008) A elaboração de proposta de alteração legislativa em matéria de plataformas eletrónicas de contratação pública (DL 143 A/ /2008 e Portaria 701 G/ /2008) foi concluída em A nova Lei das Plataformass Eletrónicas encontra se em Consulta Pública. Proposta de alteração legislativa em matéria de regulamentação doo Sistema Nacional de Compras Públicas (DL 37/ /2007) Proposta de alteração legislativa em matéria de regulamentação do Sistema Nacional de Compras Públicas (DL 37/2007) em articulação com o Gabinete da Secretária de Estado do Tesouro. Projeto de integração com portal Base para automatizaçãoo da recolhaa e feitura do REA_14 Integração com o portal Base concluída, encontrando se em e fase de implementação o novoo processo de feitura do REA (Relatório Estatístico Anual de compras públicas). No que se refere à promoção do desenvolvimento e operacionalização de uma plataforma aberta de fornecimentos de serviços web de âmbito nacional e, tal como previsto na medida Diretório de serviços web nacionais 13, com prazo de execução previsto até 2015, é possível reportar o seguinte: No início de 2014, foi lançada a 2ª versão da plataforma eletrónica e dee suporte ao Balcão do Empreendedor, que permite a submissão eletrónica de pedidos de licenciamento, liquidação e pagamento eletrónico de taxas, geração de notificações e tramitação de processos pelas entidades competentes. Em final doo ano, além dos processos de instalação, modificação e encerramento de estabelecimentos comerciais e de serviços, bem como de ocupação de espaço público, juntou se ao leque de serviços disponíveis um conjunto de outros dedicados ao registo de Alojamento Local. O Balcão do Empreendedor, o ponto único de acesso àss atividades económicas, disponibiliza toda a informação necessária para mais m de 22 mil formalidades. Acresce referir a atividade desenvolvida paraa melhorar a confiança e a segurança das redes e serviços 14 (medida 3.1.9), sublinhando as ações destinadas à criação do centro de reporte de incidentes e de gestão operacional agregada, das redes e serviços de comunicações eletrónicas, ncluindo a internet, ao 13 Entidade que reporta AMA Agência para a Modernização Administrativa, I.P. 14 Entidade que reporta: ANACOM Autoridade Nacional de Comunicações 111

13 planeamento de exercícios de preparação de redes e serviços (Cyber( Europe 2014) e as medidas destinadas à criação do Sistema Nacionall de Gestão de Risco. Todas as ações previstas foram desenvolvidas sob a liderança e coordenaçãoc o da ANACOM Autoridade Nacional de Comunicações, de acordo com os cronogramas definidos. Como principal resultado, refere se: Realização de exercícios de preparação das Redes e Serviços: realizado o exercício anual (2014). 3.2 Investimento em Investigação e Desenvolvimento (I&D) e Inovaçã Nos termos do programa definido e, das competências atribuídas, a Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT) assegura a coordenação e dinamizaçãoo desta área de intervenção, sistematizando a informaçãoo para reporte. Com prazos de conclusão previstos entre e 2020, o plano de trabalho para esta área de intervenção incluiu cinco temas: Fortalecer a investigação e a capacidade de inovação em TIC (medida 3.2.1) Estimular o desenvolvimento e a oferta de serviços avançados (medida 3.2.2) e Ciência, (medidas 3.2.3) Internet das Coisas e Internet do futuro (medida 3.2.4) TIC marítimas (medida 3.2.5) ão 15 Na intervenção definida com objetivos de Fortalecer a investigação e a capacidade de inovação em TIC 16 (medida 3.2.1), apoiar e estimular a investigação e inovação em áreas emergentes e promover a investigação aplicada, sublinham se os principais resultados, neste período: Projetos de I&D dos domínioss científicos TIC dos concursos da FCT: o Projetos de I& &D em curso nos domínios científicos TIC: 76 projetos p a decorrer durante 2014 (o financiamento aprovado para a totalidade da duração desse projetos totaliza 9,9 Milhões de Euros). o Projetos de I&D em pagamento nos domínios científicos TIC: 203 projetos receberam pagamentos durante 2014 (o pagamento a estes projetos totalizou t 5,55 Milhões de Euros, em 2014). Avaliação FCT de Unidades de I&D com atividades em domínios científicos TIC concurso 2013: 111 unidades de I&D avaliadas, em Financiamento FCT de unidades de I&D com atividades em domínios científicos TIC: 23 unidades de I&D financiadas em 2014 (correspondendoo a um financiamento dee 6,3 Milhõess de Euros). Participação de equipas portuguesas em projetos TIC no Horizonte 2020 (Programa Quadro da U.E.. para a I&D e Inovação): o Projetos TIC aprovados com c a participação de equipas portuguesas: 288 projetos, com c equipas portuguesas, aprovados pela Comissãoo Europeia, durante Coordenação e reporte sob a responsabilidade da FCT T Fundação para a Ciência e Tecnologia T 16 Entidade que reporta: FCT Fundação para p a Ciência e a Tecnologia, I. P. 12

14 o Projetos TIC liderados por equipas portuguesas: 4 projetos coordenados por equipas portuguesas aprovados pela Comissãoo Europeia, durante o Total de financiamento atribuído a equipas portuguesas: 12,49 Milhões de Euros atribuídos a equipas portuguesas participantes noss projetos TIC do Horizonte 2020, durante Projetos transnacionais de investigação e mobilidade focados, direta ou indiretamente, em TIC o Participação nacional no Programa Conjunto AAL (Ambient Assisted Living): Participações portuguesas aprovadas em projetos aoo abrigo do Programa Conjunto AAL (Ambient Assisted Living): 122 participações portuguesas aprovadas (11 financiadas), em 2014 (7 aprovadass e financiadas, em 2013). Cofinanciamento FCT para a participação nacional nas calls transnacionais ao abrigo do Programa Conjunto AAL (Ambient Assisted Living): 0,500 Milhões de Euros, em 2014 (0,615 Milhões de Euros, em 2013). o Participação nacional na JTI J ECSEL (Iniciativa Tecnológica Conjunta em Componentess Eletrónicos e Sistemas para uma Liderança Europeia): Participações portuguesas aprovadas em projetos aoo abrigo daa JTI ECSELL (Iniciativaa Tecnológica Conjunta em Componentes Eletrónicos e Sistemas s para uma Liderançaa Europeia): 7 participações portuguesas aprovadas e financiadas (em 2 projetos), em Cofinanciamento FCT para a participação nacional nas calls c transnacionais ao abrigo da JTI ECSEL (Iniciativa Tecnológica Conjunta Componentess Eletrónicos e Sistemas para uma Liderança Europeia) : 0,690 Milhões de Euros, em o Participação nacional na JTI ARTEMIS (Iniciativa Tecnológica Conjunta em Sistemas de Computação Incorporados): Projetos homologadoss ao abrigo da JTI ARTEMIS: 7 projetos com participação portuguesa homologados, em 2014 (6, em 2013). Cofinanciamento FCT para a participação nacional em novos projetos ao abrigo da JTI ARTEMIS: 1,17 Milhõess de Euros, em 2014 (0,8 Milhões de Euros, em 2013). o Participação nacional na JTI J ENIAC (Iniciativa Tecnológica Conjunta em Nanoeletrónica): Projetos homologados ao abrigoo da JTI ENIAC: 1 projeto com participação portuguesa homologado, em 2014 (3, em 2013). Cofinanciamento FCT para a participação nacional em novos projetos s ao abrigo da JTI ENIAC: : 0,295 Milhões de Euros, em 2014 (0,292 Milhões de Euros, em 2013). Iniciativas/programas internacionais foraa dos programas quadro da U.E. e que financiam atividades de I&II que contemplam as TIC: Ações COST apoio a custos de coordenação de redes de investigação naa área das TIC: 31 ações COST na área das TIC com participaçãoo portuguesa, em 2014 ( 35, em 2013) Ações CYTED implementação atividades conjuntas nas TIC: 4 ações CYTED na área das TIC com participação portuguesa, em 2014 (igual número em 2013) Parcerias internacionais em TIC o Cooperação CMU Portugal: Faculty Exchange Program: 57 bolsas atribuídas no âmbito do Faculty Exchange Program do Programa CMU Portugal, nos anos 2013 e Programa CMU Portugal: 3 bolsas de doutoramento em TIC atribuídas no âmbito do Programaa CMU Portugal, em 2014 (8, em 2013) 13

15 o Cooperação UTAustin Portugal: UTAustin Portugal em projetos financiadoss pela FCT no âmbito do Programaa Mapeamento da I&D e Inovação em TIC: constituída base de dados harmonizada com identificação de grupos/unidades de I&D participantes s em projetos TIC do 7º PQ (7º Programa Quadro de I&D da União Europeia) e do CIP ICT PSP (Competitiveness and Innovation Programme ICT Policy Support Programme), correspondendo ao registo de informação sobre 345 projetos e 178 equipas Portuguesas. Acompanhamento e reflexão sobre ações FCT com vista a estimular o desenvolvimento e a oferta de serviços avançados: constituído grupo de trabalho na FCT para o levantamento de ações e reflexão sobre a promoção da I&D e Inovação em TIC. Com a medida destinada a Estimular o desenvolvimento e a oferta de serviços avançados 17 (medida 3.2.2), a Agenda Portugal Digital pretende sobretudo, promover o desenvolvimd mento da produção e da oferta de aplicações com conteúdos e serviços que acrescentem valor económico e que utilizem o potencial oferecido pelas redes de nova geração (RNG). Referem se aqui as principais ações e resultados: Acompanhamento e reflexão sobre ações FCT com vista a estimular o desenvolvimento e a oferta de serviços avançados: constituído grupo de trabalho na n FCT para o levantamento de ações e reflexão sobre a promoção daa I&D e Inovação em TIC. Em matérias como a e Ciência 18 (medida 3.2.3) a Agenda Portugal Digital pretende estimular o desenvolvimento de instrumentos de apoioo às atividades da comunidade científica e à inovação, promoverr o apoio ao trabalho colaborativo à distância, computaçãoo científica voluntária, o acesso às bibliotecas científicas digitais e aos repositórios de acesso aberto, de resultados dos projetos I&D, outras publicações académicas e de dados, bem como promover a I&D na área da computação em nuvem. Os principais resultados a apresentar para 2014, são: Infraestruturas digitais no RNIE (Roteiro Nacional de Infraestruturas de Investigação de Interesse Estratégico paraa ) ): 4 infraestruturas digitais integradas no RNIE. Acesso a recursos e serviços na comunidade de ensino superior e de investigação em mobilidade Promoção da utilização do serviço eduroam em roaming: 17 Entidade que reporta: FCT Fundação para p a Ciência e a Tecnologia, I. P. 18 idem 14

16 Utilizadores distintos do serviço eduroam em roaming, por mês (2013 e 2014) Mês janeiro fevereiro março abril maio junho julho agostoo setembro outubro novembro dezembro Média anual Max. anual Bibliotecas científicas digitais e repositórios de acesso abertoo Promoçãoo da disponibilização da produção científica nacional em acesso aberto, via RCAAP: documentos disponibilizados em acesso aberto no portal RCAAP, em 2014 ( , em 2013). Desenvolvimento de instrumentos TICC de apoio às atividadess da comunidade científica e à inovação o Promoção do serviço de web conference "Colibri": sessões dee conferências na Web usando o "Colibri" ( sessões v sessões v2 ), realizadas em 2014 (6.578 em 2013, apenas v1 ). o Promoção do serviço de videoconferência na RCTS: sessões de videoconferências realizadas na RCTS, em 2014 (5. 503, em 2013). Produção e disponibilização de conteúdos para aprendizagemm à distânciaa (e learning) Promoção do registo de vídeos na plataforma "educast" o Vídeos produzidos: vídeos produzidos em 2014 (3.232, em 2013). o Visualizações: visualizações em 2014 ( , em 2013). o Horas de vídeo produzidas: horas de vídeo produzidas em 2014 (1.791 em 2013). Interligação com infraestruturas privadas empresariais nacionais o Certificação do serviço CERT.PTT junto do Trusted Introducer: Processo concluído em Novembro de 2014 (Certificaçãoo atribuída em 28 de janeiro de 2015). o Promoção de uma rede r nacional de equipas de repostaa a incidentes de segurança informática: 15

17 Entidades aderentes à rede nacional de equipas de reposta a incidentes de segurança informática (Listagens 2013 e 2014) CERT.PT CERT.PT NOS Cabovisão CC CRISI (EMGFA) Portugal Telecom Claranet Portugal CSIRT.UPORTO ONI communications Refer telecom Millennium bcp Caixa Económica da Misericórdia de Angra do Heroísmo IGFEJ Instituto de Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça, IP EDP Energias de Portugal NFSI Telecom INESC UTIS Dognaedis Caixa Geral de Depósitos PTServidor Vodafone NOS Cabovisão CC CRISI (EMGFA) Portugal Telecomm Claranet Portugal CSIRT.UPORTO ONI communications Refer telecom Millennium bcp Caixa Económicaa da Misericórdia de Angra do Heroísmo IGFEJ Instituto de d Gestão Financeira e Equipamentos da Justiça, IP EDP Energias de Portugal NFSI Telecom INESC UTIS Dognaedis Caixa Geral de Depósitos PTServidor Vodafone Layer 8 Centro Nacional de Cibersegurança (GNS) Políticas para Acesso Aberto para as Publicações e Dados resultantes de I&D financiada pela FCT: o Benchmarking nacional e internacional: analisados 19 documentos alusivos a políticas, ou declarações de posição, sobre o acesso aberto a publicações e dados, com origem noutros países e organizações (nacionais, europeias e internacionais, públicas ou privadas), durante 2014, finalizando um trabalho t iniciado em 2013 quando foram analisados 36 documentos. Esta contagem não inclui estudos académicos sobre a matéria. o Política da FCT sobre o Acesso Aberto a publicações de resultados dee projetos de I&D: política publicada em 2014 (https://www.fct.pt/documentos/politicaacessoaberto_publicacoes.pdf ). o Política da FCT sobre a disponibilização de dados e outross resultadoss de projetoss de I&D: política publicada em 2014 (https://www.fct.pt/documentos/politicaacessoaberto_dados.pdf). o Ações de sensibilização para as políticas de acesso abertoo à informação científica da FCT: 4 ações de sensibilização realizadas em 2014 (5, em 2013). 16

18 19 Entidade que reporta: FCT Fundação para p a Ciência e a Tecnologia, I. P. 20 Entidade que reporta: Pólo TICE. 21 Entidade que reporta: DGPM Direção Geral de Política do Mar / MAM. Iniciativas nacionais e internacionais relacionadas com políticas de infraestruturas digitais de apoio à investigação e de acesso à informação científica: 12 participaçõesp s da FCT em eventos relacionados com políticass de infraestruturas digitais de apoio à investigação e de acesso à informação científica, durante 2014 (16, em 2013) ). Indicadores sobre conetividade eletrónicaa do sistema português de ID&I e infraestruturas eletrónicas ao serviço da I&D e Inovação: : capítulo sobre e Ciênciaa da compilação de dados estatísticos Sociedade da informação em Portugal 2013, atualizado e entregue (a publicar pela DGEEC MEC). Acompanhamento e reflexão sobre açõess FCT com vista a estimular o desenvolvimento e a oferta de serviços avançados: constituído grupo de trabalho na FCT para o levantamento de ações e reflexão sobre a promoção da I&D e Inovação em TIC. Já no domínio da Internet das coisas e internet do futuro 19 (medida 3.2.4) a Agenda pretende promoverr a I&DT na Internet das Coisas, bem como uma indústria nacional de Coisas ligadas à Internet. Em simultâneo, refere se a promoção da criação de infraestruturas públicas p de coisas ligadas à Internett de diferentes domínios incluindo, por exemplo, os domínios das Cidades Inteligentes, Transportes s Inteligentes, Redes Energéticas Inteligentes e Cuidados de Saúde Inteligentes. Tendo presente estas linhas de intervenção, apresentam se as principais ações e resultados para 2014: Acompanhamento e reflexão sobre ações FCT com vista a estimular o desenvolvimento e a oferta de serviços avançados: constituído grupo de trabalho na n FCT para o levantamento de ações e reflexão sobre a promoção daa I&D e Inovação em TIC. Dinamização da interação entre entidades do Sistema C&T nacional n e o tecido empresarial sobre a Internet das Coisas 20 : realizado um Workshop com o objetivo dee fomentar a interação entre entidades do SCT nacional e o tecido empresarial do setor das TICE. No que se refere à intervenção no domínio das TIC marítimas 21 (medida 3.2.5) quee pretende promover um serviço de observação do mar e da atmosfera com componentes da d observação da terra, disponibilizando, através de serviços e redes que interliguem os sistemas de vigilância marítima, monitorização do ambiente marinho e da atmosfera, ao nível nacional e dos parceiros da UE, com c vista a assegurar critérios de interoperabilidade em domínios operacionais técnicos e legais. Os principais resultados a apresentar para 2014, são: Integração de serviço de observação da terra (mar e atmosfera) no nó nacional de partilha de informação sobre o mar: 4 ações realizadas para promover a integração i de serviços de observação da terra (mar e atmosfera) no nó nacional de partilha de informação sobre o mar. Lançamento de call para projetos sobre observação da terra no montante aproximado de 1 milhão de euros: 4 candidaturas abertas para projetos sobre observação o da terra. 17

19 3.3 Melhorar a Literacia, Qualificações e Inclusão Digitais Com o objetivo de Melhorar a Literacia, Qualificações e Inclusão Digitais (medida 3.3), a Agenda Portugal Digital identificou cinco medidas, prevendo a conclusão para No N período em análise, e tal como já acontecera em 2013, estiveram ativas as cincoo medidas definidas: Desenvolver competências para a Economia Digital (medida ) Promover a disponibilização e utilização de e books (livros eletrónicos) (medida 3.3.2) Promover a inclusão digital e a utilização regular da Internet (medida 3.3.3) Definir uma política de acessibilidade e para os conteúdos e plataformass digitais portuguesas a disponibilizar na Internet (medida( 3.3.4) Promover a criação e a digitalização massiva de conteúdos (medida 3.3.5) A intervenção destinada a Desenvolver competências para a Economia Digital 23 (medida 3.3.1), que pretende essencialmente promover a utilização das TIC na educação e na formação, desenvolvendoo qualificações avançadas e de talento para a Economia Digital, apresenta a os seguintess resultadoss principais: s 22 Criação de uma National Coalition para a Literacia e Empregabilidade TIC: o Grupo de Trabalho Interministerial: continuação das atividadess do grupo de trabalho (realizada 1 reunião). o Grupo de Trabalho Multistakeholder: implementaçãoo do grupo de trabalho (realizadas( 3 reuniões). o Sistema de Certificação de Competências TIC (objetivo 5 da Grand Coaliton for Digital Jobs): atividades integradas na proposta de Programaa de ação PORTUGAL + clique (em preparação). No âmbito da intervenção destinada a promover a inclusão digital e a utilização regular da Internet 24 (medida 3.3.3), os principais resultados, para este período, são apresentados por domínios: Rede TIC e Sociedade" o População que nunca utilizou a internet: proporção dee indivíduos com idade entre 16 e 74 anos que nunca utilizou a Internet desceu 2,6 p.p. emm 2014, facee a 2013 (de 33% passou para 30%) 25 o Telecentre Europe: formalização da adesão (1 termo de referência) e participação na conferência do Telecentre Europe (organização que, entre e outras atividades, presta apoioo na organização das local coalitions). o Entidades participantes: 280 entidades fazem parte da Rede TIC e Sociedade. Trans e Facilitator, projeto europeu para o reconhecimentoo da formação dos facilitadores de competências digitais (e facilitadores): 1 produto transferido (execuçãoo financeira do projetoo concluída, 60% em 2013 e 40% em 2014). 22 Coordenação e reporte sob a responsabilidade da FCT Fundação para a Ciência e Tecnologia 23 Entidade que reporta: FCT Fundação para p a Ciência e a Tecnologia, I. P. 24 idem 25 Fonte: INE, Estatísticas de Portugal I. P. 18

20 Diploma de Competências Básicas em Tecnologias de Informação: indivíduos certificados em 2014 (valores acumulados até 2014: ). PORTUGAL + clique Programa Nacional para a Inclusão e a Literacia Digitais (inclui Sistema de Certificação de Competências TIC): proposta de programa em preparação durante Prémio "Boas práticas de Inclusãoo e Literaciaa Digitais": realizado concurso e atribuídos 17 prémios, em Projetos premiados "Boas práticas de Inclusão e Literacia Digitais" Título do projeto Entidade promotora Tipologia 1 Projetos Altamente Meritórios As TIC em 3D, tecnologias 3D e multimédia no contexto do competências CTEM nos alunos Sei Ser Cidadão Digital, empowerment digital, atividades de caracter (in)formativo sobre a utilização segura da Internet Literacia Digital, Valores e Criatividade, promoção da literacia digital dos alunos, estimulo do espírito crítico e do uso criativo da tecnologia Informática Sénior, combate à info exclusãoo e isolamentoo social e promoção da participação social ativa da população sénior Para Todos, aquisição/ desenvolvimento de competências digitais, colmatando lacunas ao nível da ILD da comunidade locall CLDS AGIR Contrato Local de Desenvolvime ento Social, promoção da nfoinclusão dos habitantes do municípioo Clube Sobral Sénior Ativo, aulass de informática para seniores, paraa estimulo da autonomia e combate ao isolamento social Magic Hands, jogoo especialmente desenhado para intervenção em terapia ocupacional Agrupamento de Escolas Venda do Pinheiro Câmara Municipal de Odivelas Centro de Competência TIC " Entre Mar e Serra" S Município de Pampilhosa da Serra Biblioteca Municipal de Penalva do Castelo / Município de Penalva do Castelo Município de Proença a Novaa Município de Sobral de Monte Agraço Virtual Campus,, Lda Tipologia 2 Projetos Altamente Meritórios com replicação ou expansão SOSPhone, aplicação móvel (app) que permite contactar os serviços de emergência sem recurso a chamada de voz A Robótica Educativa como ferramenta de inclusão digital, atividades nas áreas da programação e da eletrónica, como forma de combate ao insucesso escolar e abandono escolar precoce GO! Mobilidade na Educação,, uso de tecnologias móveis em contextos educativos, desenvolvimento de competências digitais e educação para os valores e cidadania 4ALL Software Lda. Agrupamento de Escolas D.Dinis, Lisboa Centro de Competência TIC " Entre Mar e Serra S 19

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