CICLONE EXTRATROPICAL MAIS INTENSO DAS ÚLTIMAS DUAS DÉCADAS PROVOCA ESTRAGOS NO RIO GRANDE DO SUL E NO URUGUAI

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1 CICLONE EXTRATROPICAL MAIS INTENSO DAS ÚLTIMAS DUAS DÉCADAS PROVOCA ESTRAGOS NO RIO GRANDE DO SUL E NO URUGUAI Entre os dias 22 e 23 de outubro de 2012 o processo de formação de um ciclone extratropical na região ciclogenética entre o nordeste da Argentina, Uruguai e sul do RS provocou condições de tempo severo. Este sistema atingiu núcleo de 975 hpa ao chegar no oceano Atlântico, caracterizando o ciclone extratropical mais intenso dos últimos vinte anos nesta região. No dia 22 houve registro de ventos de 99 km/h na barra do porto de Rio Grande-RS. Em Ibirubá-RS (fonte rbstv) houve alagamentos por causa da chuva forte. Em Santo Angelo vendaval derrubou árvores e destelhou casas por volta das 15h local do dia 22, também choveu granizo, sendo a localidade de Restinga Seca a mais atingida (zona rural), segundo os Bombeiros possivelmente foi um tornado (vídeo: Pela manhã houve alagamentos em Uruguaiana-RS. No dia 23 os ventos foram fortes no Uruguai entre às 05Z e às 19Z, com valores constantes de 70 km/h e rajadas de 180 km/h (às 15Z). No RS também ocorreram ventos fortes com rajadas de 70 km/h em Porto Alegre e na fronteira sul e oeste. As rajadas de vento de até 110 km/h também deixaram cerca de 80 mil consumidores sem energia elétrica no Estado. No início da tarde, a marinha suspendeu as operações em Rio Grande. Em São José do Norte, um navio graneleiro foi jogado contra o cais e destruiu parte de sua estrutura. Também houve registro de vento forte em Pelotas, Chuí e Jaguarão, no extremo Sul do Estado (mais 80 km/h em Jaguarão e no Chuí), Campanha (80 km em Bagé e 72 km/h em Dom Pedrito). FONTE: ZERO HORA

2 Foto de André Azeredo, Porto Alegre, RS. Fonte:g1.globo.com Vento jogou navio graneleiro contra cais onde estava aportado, em São José do Norte (RS) Thaize da Luz/Agência.Fonte: RBS Em Punta del Este, os vendavais chegaram até 181 Km/h, segundo o Departamento Nacional de Emergência do Uruguai, esse é o maior valor registrado no país desde agosto de Cerca de 170 pessoas ficaram desabrigadas e um homem morreu. Segundo informações do Corpo de Bombeiros do Uruguai, até às 7 horas da manhã do dia 22, 49 chamados foram atendidos, sendo 24 por queda de árvores e 21 por inundações. Até então, 155 pessoas tiveram que abandonar suas casas em todo país. Jornaldotempo.uol.com.br

3 Para o maior detalhamento da situação meteorológica que provocou estes estragos será elaborada uma análise sinótica e posteriormente uma análise da previsão numérica que deste evento. ANÁLISE SINÓTICA Na sequência de imagens de satélite a seguir (Figura 1) nota-se o processo de formação do sistema frontal, com a instabilidade mais aglomerada nas primeiras imagens e na sequência mais organizada, mostrando bem a circulação ciclônica com a nebulosidade em espiral. O ramo frontal deste sistema também provocou tempo severo em áreas de SC e PR, onde se notam células convectivas significativas. a b c d

4 e f Figura 1 Imagens de satélite GOES 12: (a) do dia 22/10 das 12UTC canal VIS; (b) do dia 22/10 das 18:15UTC canal VIS; (c) do dia 23/10 da 00UTC Canal IR realçada; (d) do dia 23/10 das 12UTC canal VIS; (e) do dia 23/10 das 18UTC canal IR realçada; e (f) do dia 24/10 da 00UTC canal IR realçada. As figuras seguintes (Fmostram o comportamento sinótico na alta, média e baixa troposfera entre o dia 22 às 12Z e à 00Z do dia 24. Em altitude (Figura 2) observa-se a passagem de um cavado entre o norte da Argentina, RS e Uruguai entre as latitudes 20 S e 30 S, aproximadamente. Este cavado é contornado pelo Jato Subtropical (JST) e ramo norte do Jato Polar (JPN), principal sistema que dá suporte ao sistema frontal. A sequência das figuras mostra o deslocamento e o desenvolvimento do cavado, que a partir das 12Z do dia 23 evoluiu para um vórtice ciclônico de altos níveis, o que explica a intensificação do ciclone na baixa troposfera. Este sistema continuou seu deslocamento para sudeste e no último horário mostrado começa a se desintensificar.

5 a b c d e f

6 Figura 2 Carta do nível de 250 hpa do dia 22/10 das 12UTC (a) e das 18UTC (b); do dia 23/10 da 00UTC (c), das 12UTC (d), e das 18UTC (e); e do dia 24/10 da 00UTC (f). Áreas sombreadas indicam ventos acima de 72 km/h (20 kts) representando os Jatos Subtropical (JST) em vermelho, ramos norte (em laranja) e sul (em branco) do Jato Polar (JPN e JPS). Linhas contínuas em branco representam a altura geopotencial. Linhas em azul continuas e finas representam as linhas de corrente. Na troposfera média (Figura 3) observa-se o reflexo da circulação ciclônica ao sul de 20 S no continente e já desde às 12Z do dia 22 nota-se um vórtice ciclônico centrado em torno 37 S/64 W no valor de 5560 mgp, reflexo do ciclone extratropical em questão. Nota-se significativo gradiente de altura geopotencial e ventos fortes (sombreado verde) sobre este cavado, o que indica baroclinia associada ao sistema. À medida que este sistema se desloca para sudeste, nota-se sua intensificação tanto no valor do núcleo, quanto na intensidade dos ventos e do gradiente de altura geopotencial, o que favoreceu a intensificação do sistema em superfície. a b c d

7 e f Figura 3 Carta do nível de 500 hpa - do dia 22/10 das 12UTC (a) e das 18UTC (b); do dia 23/10 da 00UTC (c), das 12UTC (d), e das 18UTC (e); e do dia 24/10 da 00UTC (f). Áreas sombreadas indicam ventos acima de 54 km/h (15 kts). Linhas contínuas em branco representam a altura geopotencial. Linhas em azul continuas e finas representam as linhas de corrente. No campo de 850 hpa (Figura 4) pode-se notar a intensa circulação ciclônica, com ventos bastante significativos na região afetada entre às 12Z do dia 22 até às 18Z do dia 23. Às 00Z do dia 24 os ventos intensos ficaram restritos apenas a costa do RS e parte do Uruguai, devido ao deslocamento do ciclone extratropical para o oceano que evoluiu nos horários subsequentes. Deslocamento este típico deste tipo de sistema, primeiramente para leste e posteriormente para sudeste. Além disso, a presença deste sistema reforçou o escoamento de norte, associado ao Jato de Baixos Níveis, o que favoreceu a advecção de ar mais quente e úmido, dando suporte termodinâmico significativo para a instabilidade observada. a b

8 c d e f Figura 4 Carta do nível de 850 hpa - do dia 22/10 das 12UTC (a) e das 18UTC (b); do dia 23/10 da 00UTC (c), das 12UTC (d), e das 18UTC (e); e do dia 24/10 das 12UTC (f). Linhas contínuas em amarelo representam a altura geopotencial. Linhas em azul contínuas e finas representam as linhas de corrente. Ventos são representados pelas barbelas. Linhas em preto representam o limite de temperaturas positivas e negativas, sendo a contínua a isoterma de zero grau, a norte a isoterma de 2C e a sul a isoterma de -2C. No campo de superfície (Figura 5) nota-se entre o processo de formação da onda entre as 12 e 18Z do dia 22. Entre às 00 e 12Z do dia 23 o sistema já estava bem formado, seu núcleo se encontra na costa entre o Uruguai e a Província de Buenos Aires, na Argentina, mas se estende para o leste da Argentina, Uruguai e boa parte do RS, onde se nota gradiente de pressão intenso e que gerou os ventos constantes e rajadas de vento significativas comentadas acima. Além disso, este sistema intenso também favoreceu os grandes

9 volumes de chuva, uma vez que teoricamente o volume de chuva mais significativo se encontra no centro do sistema de baixa pressão. Quanto mais intenso este sistema, maior os ventos, a convergência de umidade e consequentemente a condição de tempo severo. Como este sistema se formou e se deslocou em parte do continente, o tempo foi bastante severo nos setores onde atuou. Nos dias subsequentes o sistema se deslocou em direção ao oceano, mas ainda com influência bem na costa do RS e do Uruguai, e continuou sua intensificação, atingindo seu valor mínimo de pressão no centro de 975 hpa às 18Z do dia 23. a b c d

10 e f Figura 5 Carta de superfície - do dia 22/10 das 12UTC (a) e das 18UTC (b); do dia 23/10 da 00UTC (c), das 12UTC (d), e das 18UTC (e); e do dia 24/10 da 00UTC (f). Linhas contínuas em amarelo representam as isóbaras. Linhas tracejadas representam a altura geopotencial entre a superfície e 500 hpa. Símbolos de frentes frias em azul, frentes quentes em vermelho, frentes em oclusão em rosa. Linhas contínuas em laranja representam a ZCIT. Linhas tracejadas em amarelo representam cavados. A seguir serão apresentados os campos de previsão desde 24 h até 120 h dos modelos numéricos utilizados na previsão de tempo do CPTEC no momento de formação do ciclone sobrepostos à análise do dia em que o ciclone extratropical se formou. Este momento seria o mais importante de ser prognosticado, sendo de fundamental importância para se estabelecer a condição de tempo sobre a região afetada. No geral, todos os modelos subestimaram a intensidade do ciclone extratropical. Os modelos GFS e ETA15 obtiveram um melhor desempenho tanto na localização, quanto na proximidade da intensidade. O modelo GFS desde 120 h de previsão e o modelo ETA15 desde 72 h. Os demais modelos conseguiram captar um melhor sinal entre 48 h e 24 h de antecedência, apresentando um desempenho inferior aos modelos ETA15 e GFS.

11 Figura 6 Modelos ETA15, BRAMS 5 km e 20km, Global CPTEC (T299) e GFS e suas análises e comparação com a previsão para até 120 h antes do dia 23/10/2012 à 00UTC. Elaborado pelos meteorologistas Caroline Vidal e Luiz Kondraski de Souza

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