SISTEMA GERENCIADOR DE CONTEÚDO 2007: UMA PROPOSTA INOVADORA PARA O PORTAL EsAEx/CMS

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1 1 MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEP DEE - DEPA ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DO EXÉRCITO SISTEMA GERENCIADOR DE CONTEÚDO 2007: UMA PROPOSTA INOVADORA PARA O PORTAL EsAEx/CMS Salvador 2ØØ7

2 2 MINISTÉRIO DA DEFESA EXÉRCITO BRASILEIRO DEP - DEE - DEPA ESCOLA DE ADMINISTRAÇÃO DO EXÉRCITO 1 Ten Al Adalberto Roberto Nunes Ludtke 1 Ten Al Alexandre Magno Baqueiro Rangel Pinto 1 Ten Al Carolina Rodrigues Silveira 1 Ten Al Evaldo Galvão Mendonça 1 Ten Al Everton Sant'ana de Araujo 1 Ten Al Giovanni Evaristo Correa 1 Ten Al Márcio Siqueira do Nascimento 1 Ten Al Mateus Felipe Tymburibá Ferreira 1 Ten Al Milton Ribeiro da Costa Júnior 1 Ten Al Silvia Monnerat Mauricio Xavier 1 Ten Al Simone das Neves Fialho SISTEMA GERENCIADOR DE CONTEÚDO 2007: UMA PROPOSTA INOVADORA PARA O PORTAL EsAEx/CMS Projeto Interdisciplinar apresentado à Banca Examinadora, como exigência parcial para o término do Curso de Formação de Oficiais do Quadro Complementar do Exército, sob a orientação do Maj Éldman e 1 Ten Arruda. Salvador 2ØØ7

3 3 BANCA EXAMINADORA Ten Cel Francisco Pinheiro Rodrigues Silva NettoChefe da Divisão de Ensino/EsAEx Ten Cel Ary Jorge Basto Brasileiro Chefe da Seção de Coordenação e Doutrina Maj Édman de Olivaira Nunes Orientador 1º Ten Carlos Eduardo Arruda de Souza Orientador

4 4 DEDICATÓRIA Dedicamos este trabalho a Deus, por nos conceder paciência e persistência para superar os obstáculos que se fizeram presentes durante a nossa jornada.

5 5 AGRADECIMENTOS Agradecemos a todos que nos ajudaram na elaboração deste projeto. Algumas pessoas, porém, foram fundamentais para a concretização deste trabalho: o Maj Éldman e o Ten Arruda que, com paciência e dedicação, nos sinalizaram o caminho a ser trilhado; os oficiais instrutores e oficiais alunos pelas importantes informações e dados sugeridos, em especial ao Ten Al Andrade pela colaboração significativa na elaboração do abstract; toda a equipe do PI 2 pelo empenho dispensado às atividades desenvolvidas; os nossos amigos e familiares, por participarem indiretamente desse projeto e entenderem a nossa ausência; sobretudo Deus, nosso mestre, que nos guiou, protegeu e possibilitou a efetivação dos nossos trabalhos.

6 6 RESUMO O presente projeto tem como objeto de estudo o Sistema Gerenciador de Conteúdo da Escola de Administração do Exército e Colégio Militar de Salvador EsAEx/CMS, um software constituído das ferramentas necessárias à criação, administração e divulgação de informações em sites na Intranet e Internet. Apresenta como objetivos a disponibilização de uma solução, em software livre, isenta de erros, de fácil aprendizado e utilização e que permita aos seus usuários as ferramentas necessárias ao bom desenvolvimento de páginas da Internet e Intranet. Objetiva, ainda, oferecer dois níveis de segurança: um representado pela política de segurança da informação a ser desenvolvida e implementada, e em outro nível, a segurança do ponto de vista jurídico, ao fornecer um sistema e produtos do mesmo, que se mantenham enquadrados perante a legislação pertinente ao projeto em questão. Para alcançar tais objetivos, proceder-se-á a uma breve introdução que retrate os objetivos e metodologias empregadas e a organização do presente trabalho. Em seguida são expostos os pressupostos do SGC da EsAEx/CMS, é apresentada a definição de SGC e são feitas considerações sobre o atualmente utilizado nas Instituições. Visando identificar os óbices do sistema e os requisitos almejados pelos usuários ao novo SGC, realizou-se uma pesquisa de campo junto aos mesmos e foi processada uma análise do SGC atual do ponto de vista tecnológico e de segurança das informações. Essas informações fundamentaram a decisão sobre a viabilidade ou não de se prosseguir com o SGC atual. Tendo sido decidido pela última opção, procedeu-se a um estudo de viabilidades quanto à possibilidade de se construir um novo SGC ou de utilizar uma ferramenta de software livre já existente no mercado. Tal análise prendeu-se novamente aos aspectos tecnológicos e legais. Após a referida análise, e tendo sido adotada a opção de se empregar uma ferramenta já existente, passou-se à fase de seleção dentre as principais ferramentas existentes, a que melhor atendesse aos requisitos e peculiaridades das Instituições, sendo, para isso, necessária a descrição comparativa das características das principais ferramentas. O Joomla!, ferramenta selecionada, foi, então, oportunamente detalhado. Após o conhecimento da ferramenta selecionada, procedeu-se à estruturação do novo site da EsAEx/CMS, com base na análise do conteúdo das páginas atuais e considerando as inovações solicitadas pelos usuários do sistema e as julgadas pertinentes pela equipe de projeto. Foram, então apresentadas as estratégias de migração do conteúdo, o layout e estruturas empregados, os templates, módulos aplicados, entre outros recursos e extensões implementados. Para que o projeto seja viabilizado, foi apresentada uma estratégia de implementação do SGC 2007, onde constam os dados relativos à Política de Segurança da Informação, homologação e substituição das páginas, instalação dos sites no servidor, assim como a migração dos conteúdos, para que estejam em plenas condições de serem utilizados pelas Instituições. Todo o exposto implica em proporcionar à EsAEx/CMS uma ferramenta de excelência, que atenda aos requisitos dos usuários e resulte na maior quantidade e qualidade de informações divulgadas, e na conseqüente potencialização da divulgação das OM e de suas informações. Implica, ainda, em apresentar sites devidamente enquadrados juridicamente, e com seus conteúdos salvaguardados pela Política de Segurança implementada. Palavras-chaves: Sistema Gerenciador de Conteúdo. Joomla!. Software livre, Segurança da Informação.

7 7 ABSTRACT The current project has as object of study the Content Management System (CMS) of the Army Management School and Military School of Salvador (EsAEx/CMS), a software constituted by the necessary tools to the creation, management and marketing in sites at Internet and Intranet. It presents as objectives to make available a solution, in a free software, coming without mistakes, that is easy to learn and use, and that suplies its users with the necessary tools to the good development of Internet and Intranet pages. It also has as objective to offer two levels of security: one represented by the the of information security policies that will be developed and implemented, and in another level, the security of the juridic point of view in the moment that a system with its products is supplied, lining it with the laws related to this project. To reach such objectives, a brief introduction showing the objectives and used methodologies in the organization of this project will be made. Following, the requirements of CMS from EsAEx/CMS are exposed and it is presented the definition of CMS. We also make considerations about the system used nowadays at the Institutions. Aiming at idetifying the obstacles of the system and the requirements wished by the users related to the new CMS, an outdoor research with those users was made. Also, an analysis of the current CMS was processed focusing at the technological and security information point of view. These information are the basis for the decision about the how viable would be to go on with the current CMS. Choosing the last option, we made a study on the possibilities of building a new CMS or using a free software tool already available on the market. This analysis, once again, was tied to legal and technological aspects. After the cited analysis, and deciding to adopt the already available tool, we passed to the selection moment, trying to choose among the available tools in the market, one that could fit in the requirements and traits of the Institutions. For this, it was necessary the comparative description of the characteristics of the main tools. The Joomla!, the selected tool, was precisely delailed. After knowing the choosen tool, the new EsAEx/CMS site was structured, basing at the analysis of the current pages content and considering the inovations required by the system users and the ones judged pertinent by the project staff. Then, the content migration strategy, the layout and the structures used, the templates, applied modules, among other resources and implemented extensions were presented. In order to make the project viable, a CMS 2007 implementation strategy was presented, where the data related to the Information Security Policy can be consulted, besides that, we also included information about homologation and substitution of pages, installation of the servidor sites, as weel as the content migration in a way that they can be totally used by the Institutions. All the information presented here aims at giving to EsAEx/CMS a tool of excellence, that fits in the users needs and causes a bigger quantity and better quality of the distributed information, optimizing all this process. It also aims at presenting sites legally adequated and with contents protected by the Security Policy implemented. Keywords: Content Management System. Joomla!. Free Software. Information Security.

8 8 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO Objetivos Metodologia para Gerenciamento do Projeto Organização Considerações finais REFERENCIAL TEÓRICO Pressupostos do Sistema de Gerenciamento de Conteúdo Os Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo (SGC) O SGC A Metodologia Scrum Aplicação da Metodologia Gerencial Considerações finais ANÁLISE DO SGC Levantamento de Requisitos para o Sistema Algumas Sugestões dos Usuários Levantamento de Requisitos de Segurança para o Sistema Análise da Segurança do Servidor do SGC da EsAEx/CMS Resultados do Teste Considerações finais ESTUDO DE VIABILIDADES Aspectos Legais Conceitos Básicos de Softwares Livres e Proprietários A tutela jurídica dos softwares Softwares e os Princípios Constitucionais da Administração Pública Software Livre: vantagens e desvantagens Considerações Finais Aspectos Tecnológicos Banco de Dados Documentação Metodologia de Desenvolvimento Bugs de Sistema Resultados da Análise Estudo de propostas para o projeto Estudo da viabilidade do desenvolvimento de um novo sistema Viabilidade da adoção de uma ferramenta de mercado Considerações finais OS SISTEMAS GERENCIADORES DE CONTEÚDO Análise comparativa...59

9 PHP-Nuke Zope Publique Gencon WebGUI Mambo Joomla! A escolha do SGC Alinhamento à Política de Software Livre do EB A escolha do Joomla! Compatibilidade e estabilidade Considerações finais ESTUDO DO JOOMLA! Estrutura Últimas versões Recursos do Joomla! Considerações finais A CONSTRUÇÃO DO SITE DA ESAEX/CMS O conteúdo do site EsAEx/CMS O conteúdo abordado no novo site A estratégia para a migração do conteúdo O layout e a estrutura a serem utilizados Templates Componentes Módulos Mambots Ciclo de Desenvolvimento do site Gerenciamento de Templates Recursos e extensões implementadas Multi-sites DocMan Galerias de imagens Editor de conteúdos Avaliação da qualidade do projeto Análise dos requisitos levantados pelos usuários em relação ao nível de qualidade Pesquisa de satisfação dos usuários frente ao novo sistema uma proposta Considerações finais ESTRATÉGIAS PARA IMPLANTAÇÃO DO SGC 2007 NA ESAEX/CMS Segurança e Gerenciamento do sistema Descrição da solução Recursos Necessários Regras do Firewall Análise dos resultados Homologação e Substituição Hospedagem de Página Domínios virtuais no Apache Instalação do site no servidor Migração do site em produção...105

10 Política de utilização Edição em contexto Gerenciamento de conteúdo Painel Administrativo Considerações finais CONCLUSÃO REFERÊNCIAS APÊNDICE A CRONOGRAMA PARA A 1ª LINHA DE CONTROLE APÊNDICE B CRONOGRAMA PARA A 2ª LINHA DE CONTROLE APÊNDICE C CRONOGRAMA PARA A 3ª LINHA DE CONTROLE APÊNDICE D CRONOGRAMA PARA A 4ª LINHA DE CONTROLE APÊNDICE E - QUESTIONÁRIO DE CONFORMIDADE COM A ISO APÊNDICE F LISTA DE PRIORIDADES DE FUNCIONALIDADES APÊNDICE G QUESTIONÁRIO PARA LEVANTAMENTO DA SATISFAÇÃO DOS USUÁRIOS DO SGC APÊNDICE H POLÍTICA DE SEGURANÇA ANEXO A DIAGRAMA ENTIDADE RELACIONAMENTO ORIGINAL DO SGC ANEXO B DIAGRAMA ENTIDADE RELACIONAMENTO MAPEADO DO SGC ANEXO C - DIAGRAMA DO MODELO DE PROCESSOS ANEXO D CD ROM...168

11 11 LISTA DE ILUSTRAÇÕES FIGURA 1: ARQUITETURA BÁSICA DE UM CMS...21 FIGURA 2 TELA DE LOGIN...23 FIGURA 3 TELA INICIAL...24 FIGURA 5 PÁGINA PRINCIPAL DO BACKEND DO JOOMLA! 1.0.X...73 FIGURA 6 PÁGINA PRINCIPAL DO BACKEND DO JOOMLA! 1.5.X...75 FIGURA 6. TEMPLATE DO SITE...88 FIGURA 7. TEMPLATE DO ADMINISTRADOR...88 FIGURA 8. LISTA DE TEMPLATES...89 FIGURA 9: ROUTER E BRIDGE NO MODELO ISO/OSI...98 FIGURA 10: EDIÇÃO DE CONTEXTO FIGURA 11. USUÁRIOS DO SITE FIGURA 12. TIPOS DE CONTEÚDOS FIGURA 14. GERÊNCIA DO SITE...111

12 12 LISTA DE QUADROS QUADRO 1 CONTEÚDO DAS TABELAS DO SGC QUADRO 2 ESTRUTURA BÁSICA PARA IMPLANTAÇÃO SERVIDORES...56 QUADRO 3 ESTRUTURA BÁSICA PARA IMPLANTAÇÃO - MÓDULOS...56 QUADRO 4 PROFISSIONAIS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO...56 QUADRO 5. ARQUIVOS DO TEMPLATE...84 QUADRO 6: CONSIDERAÇÕES SOBRE O LAYOUT DE UM SITE DA WEB...87 QUADRO 7 REQUISITOS LEVANTADOS PELOS USUÁRIOS...94 QUADRO 8 ERRO/BUG LEVANTADOS PELOS USUÁRIOS...94 QUADRO 9 SUGESTÕES LEVANTADAS PELOS USUÁRIOS...94

13 13 1 INTRODUÇÃO O presente projeto apresenta como objeto de estudo o Sistema Gerenciador de Conteúdo (SGC) da Escola de Administração do Exército e Colégio Militar de Salvador (EsAEx/CMS). Este se caracteriza por ser um sistema que oferece ferramentas simples, acessíveis de qualquer navegador, que facilitam a criação, gerência, publicação e disponibilização das informações em sites web, sendo utilizado nas referidas Instituições para a construção e administração de suas páginas na Intranet e Internet. Atualmente, a EsAEx/CMS dispõem de um SGC desenvolvido pelos oficiais alunos do Curso de Formação de Oficiais (CFO-2004), que até a presente data atende às suas necessidades básicas. Contudo, no decorrer de sua utilização pelos usuários das Escolas, apresentou algumas incorreções ou erros (bugs) e sofreu a defasagem do tempo, tendo em vista que no segmento da Tecnologia da Informação, o aperfeiçoamento e as inovações ocorrem de forma quase que instantânea. Desta forma, a equipe designada para desenvolver este projeto identificou a necessidade de se verificar junto aos usuários do sistema, os requisitos desejados pelos mesmos, a fim de se analisar as necessidades/possibilidades de mudanças e implementar a solução que melhor atenda aos requisitos levantados; assim como, oferecer aos usuários das páginas da EsAEx/CMS um ambiente de consulta que permita as mais completas informações. 1.1 Objetivos Este trabalho tem como objetivos, identificar os requisitos desejados pelos usuários do sistema e a melhor forma de implementá-los, disponibilizando-lhes uma solução que lhes

14 14 permita as funcionalidades almejadas e a correção de erros existentes, de modo a oferecer aos usuários um sistema que seja de fácil aprendizado e utilização, sem erros e contendo as ferramentas julgadas necessárias ao bom desenvolvimento de páginas da Internet e Intranet para a EsAEx/CMS. Tem por objetivo, ainda, oferecer um sistema que seja completo não só por suas características tecnológicas, mas também, por sua viabilidade e enquadramento jurídico e por apresentar uma política de segurança que permita os níveis de segurança, necessários à salvaguarda e redução da vulnerabilidade das informações contidas nos sites da EsAEx/CMS. 1.2 Metodologia para Gerenciamento do Projeto Para o gerenciamento do presente projeto foi adotada a metodologia Scrum, utilizada para a gestão das atividades de projetos em informática, a qual é classificada como ágil e tem como objetivo fornecer um processo conveniente ao desenvolvimento do projeto, que deve estar orientado ao objeto. A Scrum está baseada no emprego de equipes pequenas e multidisciplinares, que trabalham com requisitos pouco estáveis ou desconhecidos, e necessitam de iterações curtas para promover visibilidade ao desenvolvimento, operando com conteúdos vulneráveis e variáveis. Desta forma, foi escolhida por se enquadrar, necessariamente, às peculiaridades e especificidades do projeto em questão. Ao desenvolvimento deste projeto foi aplicada, ainda, a metodologia da Escala Likert quando do preparo do questionário para coleta de dados. Tal método foi selecionado por oferecer maior precisão nos resultados da pesquisa ao permitir ao usuário uma escala com 5 (cinco) opções de resposta que minimizam as tendências de incorreções.

15 Organização Este trabalho está organizado em capítulos onde constam os principais tópicos a serem abordados pela equipe durante o desenvolvimento do referido projeto. O capítulo de Referencial Teórico fornecerá o embasamento bibliográfico a ser utilizado no desenvolvimento do projeto, bem como a forma como o mesmo será gerenciado. O capítulo seguinte apresentará a análise do SGC-2004, atualmente utilizado nas Escolas, a fim de se verificar quanto a operacionalidade de se continuar com o mesmo e buscar aperfeiçoá-lo. Posteriormente, será realizado um estudo de viabilidades quanto aos aspectos legais e tecnológicos do sistema a fim de decidir por desenvolver um novo SGC ou, ainda, utilizar uma ferramenta de código livre pronta, procedendo a adequação da mesma à regra de negócio da EsAEx/CMS. Em prosseguimento ao projeto serão abordadas as principais opções de ferramentas de SGC disponíveis, bem como proceder-se-á uma análise comparativa em vistas a selecionar a que melhor se enquadre às necessidades e especificidades das Instituições em questão. Após ter sido escolhida a ferramenta, será realizado um estudo sobre os suas estruturas, recursos e novas versões. Tendo em vista a preparação para a construção dos novos sites, serão estudados os conteúdos existentes nas páginas atuais, assim como a estratégia para migração para os novos sites, o layout e a estrutura a serem utilizados, os componentes, módulos, entre outros aspectos. Na fase da estratégia de implementação serão abordados aspectos relativos à segurança e gerenciamento do sistema, à política de homologação e substituição, instalação e migração, e por fim, a análise dos resultados entre outros. Por fim, serão apresentados os dados conclusivos sobre o projeto, considerando-se as decisões que serão tomadas e o SGC que será apresentado às Escolas, analisando-o quanto ao

16 16 alcance dos objetivos propostos, abordando as dificuldades que surgirem, oferecendo as vantagens e desvantagens do projeto, suas limitações e as possibilidades e indicações para trabalhos futuros. Aborda tais assuntos baseado na literatura de autores como Freitas, Cichini, Lemieux e Takeuchi. Ainda apresenta outras fontes de consulta como leis e regulamentos da Força sobre o tema e demais informações provenientes da Rede Mundial de Computadores, disponíveis em páginas do Comando do Exército, assim como outros sites sobre SGC, tendo em vista se tratar de ferramentas de informática que apresentam em suas comunidades na internet sua maior base literária. 1.4 Considerações finais A EsAEx/CMS é uma Organização Militar (OM) que apresenta caráter peculiar por se tratar de estabelecimentos de ensino, onde o ingresso em tais bancos escolares se dá através de concurso aberto ao público, exclusivamente para os candidatos à escola e, como uma das formas de acesso ao colégio. Apresentam, portanto, necessidades diversas de emprego dos seus sites, tais como: uma OM que apresenta peculiaridades e segue diretrizes inerentes as demais; um estabelecimento de ensino que divulga informações sobre concursos e resultados dos mesmos e, ainda, uma página que disponibiliza grande conteúdo de informações, que devem estar sempre atualizados, para se manter eficaz. Diante do exposto, o presente projeto demonstra sua relevância por objetivar proporcionar à EsAEx/CMS uma ferramenta de excelência, isenta de erros, com o maior número de funcionalidades almejadas pelos usuários do sistema, portando as ferramentas que facilitem a atualização dos seus conteúdos, o que resultará na maior quantidade de

17 17 informações divulgadas, com melhor qualidade das mesmas, e o conseqüente aumento da divulgação das OM e de suas informações. Torna-se relevante, ainda, por apresentar uma análise jurídica relativa a toda a legislação que envolva o projeto em questão, permitindo o seu enquadramento legal; bem como por permitir a salvaguarda das informações contidas nos seus sites, tendo em vista a política de segurança a ser proposta.

18 18 2 REFERENCIAL TEÓRICO No capítulo a seguir serão apresentados os pressupostos do sistema de gerenciamento conteúdo existente na EsAEx/CMS, a conceituação do que seja um SGC e uma breve descrição sobre o SGC Pressupostos do Sistema de Gerenciamento de Conteúdo A Escola de Administração do Exército e o Colégio Militar de Salvador são voltadas para a área de ensino e sob um único Comando. Devido às necessidades de disponibilização de informações por parte destes estabelecimentos de ensino à comunidade a qual atendem, a EsAEx/CMS se utilizam de um site de Internet administrado por um Sistema Gerenciador de Conteúdos (SGC), desenvolvido no ano de 2004 por alunos do Curso de Formação de Oficiais, como trabalho de conclusão de curso intitulado de Projeto Portal, apresentado à Banca Examinadora da EsAEx à época. 2.2 Os Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo (SGC) Atualmente existem no mercado inúmeras ferramentas que foram concebidas para a criação de novos sites e visam estruturar o design, o código HTML e outros componentes visuais, mas que não são ideais para gerenciar novos conteúdos diários. Entre as principais limitações destes sistemas, pode-se salientar: a) são comuns modificações acidentais nas páginas e em seus códigos, pois o

19 19 conteúdo, neste caso, está misturado com a lógica de programação. Isto pode resultar em links quebrados, problemas de formatação, alterações no design e até mesmo a indisponibilidade do site como um todo; b) ao longo do tempo, as páginas criadas no site ficam perdidas. Torna-se difícil implementar um mecanismo de pesquisa granular e organizar as informações em seções e categorias para que possam ser facilmente encontradas. A arquitetura da informação é comprometida, bem como a experiência e satisfação do usuário final. Em muitos casos, cientes dessas limitações, as empresas optam por contratar uma agência de construção de sites, delegando a ela a tarefa de publicar o conteúdo desejado e mantê-lo disponível na Internet. Grande parte das empresas que contratam esse tipo de serviço tem queixas constantes quanto à qualidade final, primeiramente pelo custo, seguido da falta de autonomia e muitas vezes do tempo de resposta para a publicação dos novos conteúdos. Afinal, as agências têm uma série de outros clientes e novos projetos com orçamentos maiores, além de não entenderem as prioridades das empresas tão bem quanto seus administradores. A solução atualmente mais difundida para os problemas citados é a utilização de um Sistema de Gerenciamento de Conteúdo (SGC), mais conhecido pela sigla em inglês CMS (Content Management System), cujo objetivo é exatamente o de estruturar e facilitar a criação, administração, distribuição, publicação e disponibilidade da informação. Um CMS oferece ferramentas simples, todas acessadas através de qualquer navegador, que permitem realizar todo o processo de gerência, desde a criação até o arquivamento do conteúdo. É comum estar incorporado aos gerenciadores de conteúdo a possibilidade de cuidar desde a aparência do site até os menus de navegação. Existe uma vasta gama de vantagens que um sistema de gerenciamento de conteúdo oferece, entre elas:

20 20 a) estruturação do processo de autoria, no qual diversos membros de uma equipe podem contribuir, cada um na sua área de atuação e conhecimento; b) diminuição do tempo necessário para a criação de novas páginas e atualizações das páginas já publicadas; c) harmonia estética com o resto do site e demais conteúdos; d) maior flexibilidade para acrescentar ou editar conteúdos de forma descentralizada e em qualquer lugar, em qualquer horário, dentro ou não do escritório da empresa; e) discriminação de permissões de acesso às informações publicadas; f) gerenciamento de versão dos conteúdos; g) diminuição dos custos de manutenção. Sistemas avançados de SGC possuem ainda muitos outros recursos adicionais. Em termos gerais, um Sistema de Gerenciamento de Conteúdo permite que a organização tenha total autonomia sobre o conteúdo e a evolução da sua presença na Internet e dispense a assistência de terceiros ou empresas especializadas para manutenções de rotina. Nem mesmo é preciso um funcionário dedicado, pois cada membro da equipe poderá gerenciar o seu próprio conteúdo, diluindo os custos com recursos humanos. Além disso, a habilidade necessária para trabalhar com esse tipo de ferramenta não ultrapassa os conhecimentos necessários para editar um texto. A Figura 1 representa uma arquitetura geral dos Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo, destacando os principais aspectos abordados pela maioria dos CMS existentes.

21 21 Figura 1: Arquitetura Básica de um CMS O administrador do sistema utiliza serviços Web (normalmente um simples navegador) para acessar o SGC e realizar as tarefas de administração dos conteúdos. Por se tratar de um sistema voltado para a Web, a instalação dos SGC pode ser realizada em qualquer sistema operacional que suporte a execução de um navegador para a Internet. O administrador tem também acesso a uma ferramenta de Template, responsável por definir o design padrão do site ou de partes específicas do site. Essa ferramenta é parte integrante dos Sistemas de Gerenciamento de Conteúdo e dependendo do sistema escolhido pode permitir a criação de novos Templates ou não. Esses Templates podem ser encarados como molduras, que formatam os conteúdos visando uma exibição padronizada para o usuário. Os SGC são dotados também de uma cache de páginas, cujo objetivo é unicamente melhorar a performance do sistema, durante o acesso a páginas recorrentes. Possuem ainda ferramentas dedicadas à tecnologia RSS/RDF, recurso desenvolvido em XML que permite aos responsáveis por sites divulgar notícias ou novidades que podem ser lidas por softwares apropriados.

22 22 Os SGC possuem uma estrutura bastante flexível, que permite incorporar novos plugins, bem como componentes, módulos e templates (CMTs) desenvolvidos por outras pessoas e disponibilizados na Internet. O mesmo acontece com as configurações de idioma, que na maioria dos casos podem ser estendidas por outras pessoas para qualquer idioma suportado pelo formato UTF-8. Finalmente, é necessário a existência de uma Camada de Interface de Persistência (CIP), responsável por prover ao CMS uma interface (métodos) para a recuperação dos dados disponíveis no Banco de Dados. Alguns CMS possuem uma CIP capaz de se conectar com diferentes tipos de Bancos de Dados relacionais (MySQL, PostgreSQL, MSSQL, etc), mas a maioria deles se atém a um único tipo de Banco de Dados. As informações referentes às diversas aplicações disponíveis nos SGCs (blogs, conteúdos dinâmicos, mensagens instantâneas, pesquisas, relatórios, dentre outros) ficam guardadas nesses Bancos de Dados. 2.3 O SGC 2004 O Sistema Gerenciador de Conteúdos (SGC 2004), desenvolvido pelos Oficiais Alunos da EsAEx no ano de 2004, foi projetado para atender à necessidade das OM do Exército de divulgarem seus trabalhos e outras informações relevantes na Internet, de forma rápida, fácil e descentralizada, porém gerenciável, utilizando-se para isto, militares sem a necessária capacitação técnica na área de informática. Até o ano de 2004 a EsAEx/CMS utilizava-se de um site de Internet administrado por sua Divisão Telemática (DT) para atender à necessidade de disponibilização de informações à comunidade a qual ela serve. Toda e qualquer nova informação a ser divulgada em seu site deveria ser entregue à DT em forma de arquivos digitais, encaminhados através de

23 23 documentos formais. De posse da nova informação a DT atualizava o site, disponibilizando o novo conteúdo aos interessados. Este contexto sempre colaborava para que os sites estivessem desatualizados, pois existia e existe um grande número de informações a serem atualizadas, vindas das mais variadas repartições da EsAEx/CMS, em formatos não padronizados, isto aliado a alguns fatores tais como: a burocracia e a conseqüente demora no trâmite de documentos, a indisponibilidade de pessoal capacitado para a execução das alterações nos sites e a conseqüente sobrecarga destes profissionais. Com o intuito de familiarizar o leitor com o Sistema, serão expostas a seguir algumas telas do SGC A figura 2 mostra a tela de login, enquanto a figura 3, a tela inicial. Figura 2 Tela de Login

24 24 Figura 3 Tela inicial 2.4 A Metodologia Scrum O método Scrum foi concebido por Takeuchi (1986) no livro The New Product Development Game inicialmente, como um estilo de gerenciamento de projetos para empresas de fabricação de automóveis e produtos de consumo. Reconhecendo que as equipes pequenas e multidisciplinares (cross-functional) produziam os melhores resultados, iniciaram os estudos sobre a aplicação destas equipes altamente eficazes a outras empresas, dentre as quais às de desenvolvimento de software. Atualmente, essa tem sido a principal aplicação do Scrum. Entretanto, pode ser aplicado a qualquer contexto que apresente um grupo de pessoas que necessitem trabalhar juntas para atingir um objetivo comum. Segundo Schwaber (2002, p.2, apud ZANATTA e VILAIN), o método ágil Scrum tem como objetivo: definir um processo para projeto e desenvolvimento de software orientado a objeto, que seja focado nas pessoas e que seja indicado para ambientes em que os requisitos surgem e mudam rapidamente.

25 25 De acordo com o autor, o método baseia-se em princípios como: a) equipes pequenas, em torno de 10 (dez) pessoas; b) requisitos pouco estáveis ou desconhecidos; c) iterações curtas; d) fragmentação do desenvolvimento em intervalos de tempos de, no máximo 30 (trinta) dias, chamados de sprints. O método está focado no gerenciamento do projeto, mediante o estabelecimento de conjuntos de regras e práticas gerenciais para seu sucesso, não especificando qualquer metodologia para o desenvolvimento do software em si. Schwaber (2002, p. 33 apud ZANATTA e VILAIN) define as práticas gerenciais relacionadas à área de requisitos no método Scrum como: Product Backlog, Daily Scrum, Sprint, Sprint Planning Meeting, Sprint Backlog e Sprint Review Meeting. Apresenta uma representação gráfica do seu funcionamento, conforme representado na figura 4. Figura 4 - Método Scrum O Product Backlog é o ponto inicial do Scrum, sendo considerada a prática responsável pela coleta dos requisitos, conforme afirma. Nesta prática, através de reuniões com todos os

26 26 stakeholders (pessoas que tem interesse, envolvidas no projeto), são apontados os itens com as necessidades do negócio e os requisitos técnicos a serem desenvolvidos, ou seja, o Product Backlog. Este consiste em uma lista de atividades que provavelmente serão desenvolvidas durante o projeto. O sprint é considerado a principal prática do Scrum, onde são implementados os itens de trabalho definidos no Product Backlog pela equipe Scrum, que pode durar de uma a quatro semanas. O sprint inclui as fases tradicionais do desenvolvimento de software: requisitos, análise, projeto e entrega. As equipes trabalham com base nas funcionalidades (requisitos) definidas no início de cada sprint, e são responsáveis pelo seu desenvolvimento. Diariamente, é realizada uma reunião de 15 (quinze) minutos, onde o grupo expõe à gerência o que foi feito no dia anterior, o que está sendo feito e o que será feito no próximo dia. Através dessas reuniões os gerentes podem levantar o progresso geral do desenvolvimento e os fatores de impedimento. O Scrum comporta 3 (três) papéis: dono do produto, Scrum master e desenvolvedor. O dono do produto em sintonia com o Scrum master, são responsáveis por manter o controle da lista dos requisitos priorizados que devam ser implantados. Todo o processo é facilitado pelo Scrum master, que funciona como um gerente-líder, que tem como objetivo principal remover qualquer impedimento aos desenvolvedores de entregar o objetivo do sprint Aplicação da Metodologia Gerencial Para o gerenciamento do presente projeto foi escolhida a metodologia Scrum por se enquadrar necessariamente às peculiaridades do mesmo, no tocante a vulnerabilidade e variabilidade de seu conteúdo, ao emprego de equipes multidisciplinares e ao seu curto

27 27 período de duração. Desta forma, foram apresentados à equipe de projeto os objetivos a serem alcançados para o cumprimento da missão e, em seguida, foram desdobrados em objetivos específicos, bem como em metas que pudessem ser quantificadas e para as quais se pudesse estabelecer datas de conclusão; foram estabelecidas as tarefas necessárias ao cumprimento dos objetivos citados, procedeu-se à análise das competências individuais e prosseguiu-se com a distribuição das tarefas segundo as competências dos componentes do grupo. Tendo em vista o controle do andamento do projeto, foram definidos sprints diários, com duração de 10 (dez) a 15 (quinze) minutos, durante o intervalo do almoço, com objetivo de verificar o andamento das tarefas do dia anterior, o que se pretende para o dia corrente, bem como para o dia seguinte. Algumas reuniões precisaram ser remanejadas para o fim do expediente, devido às incontingências transcorridas. Foram estabelecidas, ainda, reuniões semanais, conforme as disponibilidades dos calendários do curso, para que as necessidades, as sugestões e as observações inerentes ao projeto pudessem ser colocadas para todo o grupo; e, foram definidas reuniões gerais para atualização de todos os integrantes da equipe quanto ao desenvolvimento do trabalho, já que o mesmo abrange várias áreas de conhecimento, logo trabalhos paralelos que se complementam. Com o intuito de melhor gerenciar o projeto, foram estabelecidos cronogramas a cada linha de controle, constantes dos apêndices A, B, C e D, os quais estabelecem as datas limite e apresentam o tempo disponível para a conclusão de cada atividade designada aos integrantes do grupo. Permite, ainda, a visualização das inter-relações entre as tarefas, para que todos tenham ciência da relevância do cumprimento dos prazos ao perfeito desenvolvimento do projeto como um todo. A gerência do projeto está a todo o momento reavaliando os objetivos específicos e as metas estabelecidas visando sempre direcioná-los ao alcance do objetivo último.

28 28 Para tanto, se faz necessária a revisão dessas metas e objetivos, da distribuição das tarefas, bem como a implementação de cronogramas alternativos e o realinhamento dos cronogramas à realidade contingente, seja em função de novas orientações recebidas, seja em função de decisões revisadas pelos integrantes da equipe do projeto. O gerenciamento do projeto buscou da maneira mais eficiente e eficaz alcançar os objetivos do projeto e cumprir sua missão. Planejando cada linha de controle, organizando as tarefas entre os integrantes da equipe; coordenando o desenvolvimento das atividades em busca do suporte necessário aos seus executantes; controlando o cumprimento dos prazos e qualidade dos trabalhos; e realinhando cronogramas às contingências impostas. A metodologia Scrum mostrou-se, portanto, excelente ferramenta para a gestão do projeto em questão. Através do mecanismo de informação de status empregado, da divisão de tarefas dentro da equipe, bem como da fixação de prazos a serem cumpridos pelos membros das equipes de acordo com as linhas de controles do projeto, otimizou-se em muito a gerência do projeto, o que permitiu o alcance dos objetivos propostos à equipe do projeto em questão de forma eficiente e eficaz. 2.5 Considerações finais De posse do conhecimento básico sobre o sistema, objeto do presente trabalho, e de definida a estratégia de gerenciamento deste projeto através da metodologia apresentada, seguir-se-á a fase das análises necessárias á orientação do desenvolvimento das atividades do projeto.

29 29 3 ANÁLISE DO SGC-2004 Com o objetivo de se obter os dados necessários para o levantamento dos requisitos foi aplicado um questionário aos usuários do SGC dessa Instituição. O presente instrumento foi composto por sete questões. Dessas perguntas, três eram de múltipla escolha - baseada na metodologia da Escala Likert e quatro questões dissertativas, onde os usuários puderam expor com detalhes as suas dificuldades e anseios em relação ao trabalho diário com o sistema. A amostra utilizada na presente pesquisa foi composta por 10 (dez) pessoas, as quais compõem o quadro de usuários do SGC da EsAEx/CMS. 3.1 Levantamento de Requisitos para o Sistema Ao serem perguntados sobre quais recursos técnicos/ferramentas poderiam ser implementados no Sistema Gerenciador de Conteúdos desenvolvido pelos alunos do CFO/2004 que poderiam otimizar trabalho dos usuários dom SGS, emergiram as seguintes demandas a serem trabalhadas: a) inserir ferramentas de busca por palavras-chave; b) aprimorar a parte de confecção textual, aproximando os recursos atuais das ferramentas do Word; c) redefinir alguns browsers que não conseguem acessar os links a que se destinam. Ex: Mozilla; d) otimizar o funcionamento do componente de datas;

30 30 e) adicionar mais opções de layouts e templates; f) reorganizar os tópicos de forma correta; g) aperfeiçoar a interface ( usabilidade); h) agregar novos recursos que dispensem conhecimento em HTML; i) desmembrar a função SALVAR de modo que o usuário pudesse ir salvando e verificando aos poucos as alterações feitas antes de colocá-las no ar; j) possibilitar que o SGC se torne mais dinâmico, menos estático; k) exibir filmetes institucionais; l) desvincular a página da EsAEx da página do CMS; m) melhorar os recursos de destaque em avisos ( caixa de rolagem); n) acrescentar banco de gifs animados; o) impedir o uso de arquivos com nomes contendo caracteres especiais ( espaços em branco, acentuações ) que provocam problemas no servidor; p) acrescentar ferramentas que possibilitem a disposição das figuras/fotos e sua distribuição no site. Ao serem perguntados sobre a existência de algum erro nas funções já existentes, surgiram as seguintes questões: a) possibilitar a deleção das imagens que foram carregadas no servidor através do campo imagem logo ; b) reorganizar os tópicos. Quando na colocação do índice dos tópicos, estes ícones se desorganizam ficando em uma seqüência incorreta; c) o administrador da rede não consegue eliminar arquivos contendo caracteres especiais; d) existem alguns navegadores, como firefox, que não reconhecem os links da página criada (versão 4 do PMP no desenvolvimento do GC).

31 31 e) ao acrescentar um texto e salvar houve duplicações desse conteúdo no site. 3.2 Algumas Sugestões dos Usuários Seguem, abaixo, sugestões feitas pelos usuários do sistema: a) SGC deveria ser gerido por uma equipe única. O sistema, por ser manipulado por várias pessoas acaba por perder a sua identidade. Existem muitas padronagens que não estão em harmonia nos layouts; b) melhorar recursos disponíveis para a administração dos usuários, senhas e backups; c) melhorar recursos visuais e componentes; d) melhorar a interface e disponibilizar novos templates; e) fornecer o acesso a softwares auxiliares para a edição de imagens, compactação de arquivos; f) oferecer um novo treinamento para os usuários do Sistema. 3.3 Levantamento de Requisitos de Segurança para o Sistema Foi aplicado um teste desenvolvido como passo inicial ao desenvolvimento de um modelo de segurança para fazer com que a direção perceba o grau de aderência de sua organização às recomendações de Segurança da Informação da norma internacional ISO/IEC 17799:2000, ou de sua versão brasileira NBR ISO/IEC 17799:2001. Este questionário é desenvolvido para organizações, que cada vez mais dependem de informações para o desenvolvimento e manutenção das suas atividades, departamentos

32 32 organizacionais, empresas de consultoria na área de Segurança da Informação, profissionais ligados à área de Segurança da Informação, secretarias e organismos de segurança. Dessa forma, tem por objetivo verificar o grau de aderência da organização à norma internacional ISO/IEC 17799:2000; comparar os cuidados de diferentes divisões e seções dentro da organização com relação à informação, bem como a importância da informação para as atividades de tais divisões e seções; verificar pontos de vulnerabilidade da organização com relação ao tratamento da informação e o grau de risco destes pontos; e receber conselhos específicos referentes à segurança da Informação de acordo com o perfil definido nas questões. O profissional responsável pela divisão e/ou seção responde o questionário. Uma pontuação é atribuída a cada questão, conforme seu grau de importância. De acordo com as respostas coletadas, chega-se a um nível de pontuação que determina o resultado apresentado nas legendas condicionais. Os conselhos complementares são definidos de acordo com as questões individuais ou grupo de questões relacionadas. Deste modo, para termos dados referenciais da organização, é necessário contar com a colaboração do responsável pela organização, respondendo às questões constantes dos questionários encontrado no apêndice E Análise da Segurança do Servidor do SGC da EsAEx/CMS Resultados do Teste Este item tem relação com o resultado obtido no questionário constante no apêndice E. Este resultado pode ter sido alcançado de diversas formas. A EsAEx/CMS pode ter adotado quase que a totalidade dos controles, mas a maioria dos quesitos pode estar defasada, desatualizada ou inativa, o que demonstra um bom nível de consciência, mas também

33 33 deficiência na estrutura de gestão ou a falta de fôlego financeiro para subsidiar os recursos de administração. Poderia, ainda, ter uma parcela representativa dos controles em ordem, deixando os demais inoperantes, ou mesmo inexistentes. Diante disso, é conveniente alertar para a grande possibilidade de evolução, bem como a possibilidade de estagnação. Mais uma vez, a ausência de uma análise de riscos pode ser a causa para a desorientação dos investimentos e a dificuldade de priorização das atividades. 3.4 Considerações finais Tendo sido levantamentos os requisitos almejados pelos usuários e suas sugestões de melhorias para o novo sistema e considerando-se, ainda, a análise das condições de segurança necessárias ao SGC, a equipe de projeto passa a ter as condições/informações necessárias ao estudo das viabilidades quanto à possibilidade de o SGC atual atender às solicitações mencionadas.

34 34 4 ESTUDO DE VIABILIDADES Neste capítulo serão abordados os aspectos legais e tecnológicos da solução a ser implementada para suprir as necessidades apresentadas pelos usuários do site da EsAEx/CMS. 4.1 Aspectos Legais O Direito, como ciência que busca dirimir conflitos estudando as normas que balizam o comportamento das relações humanas, vem enfrentando, nas últimas décadas, uma séria e necessária discussão entre seus operadores a respeito dos avanços tecnológicos trazidos pela era da informática e a adoção do software livre. Muitos países e grandes empresas vêem-se atraídos pelas oportunidades e facilidades advindas da migração para os Softwares Livres, tais como: a) economia de custos a médio e longo prazo com software fechado; b) maior segurança, estabilidade e disponibilidade, proporcionadas pelo Software Livre; c) eliminação de mudanças compulsórias que os modelos fechados impõem, periodicamente, aos seus usuários, em virtude da descontinuidade de suporte a versões; d) independência tecnológica; e) desenvolvimento de conhecimento local;

35 35 f) possibilidade de verificação dos sistemas; g) independência de um único fornecedor Conceitos Básicos de Softwares Livres e Proprietários. A priori, deve-se esclarecer uma importante diferença entre coisa que é gratuita e coisa que o pode ser. Um software será livre, de acordo com quem o produz, se seu modo de produção e licenciamento interage às liberdades dos interessados, quais sejam: criador, usuário e distribuidor. Uma dessas liberdades é a gratuidade, contudo é imperioso ressaltar que esta não é sua definição. O equilíbrio está entre a liberdade do usuário em se utilizar de forma gratuita o programa, sem conflitar com a liberdade do distribuidor em lucrar com seu conhecimento de software, como também conciliando a liberdade do criador em controlar a evolução de sua obra. No software proprietário, o programador abre mão do controle de sua obra em troca de salário sob o compromisso de sigilo. Nesse contexto, o distribuidor ou fabricante passa a ser o legítimo dono do código-fonte, tido como segredo de negócio, e das cópias das versões executáveis que serão licenciadas ao usuário em regime draconiano, cuja eficácia apresenta custos crescentes, natural, pois a evolução das tecnologias da informação conta uma história de perpétuo rompimento dos mecanismos de controle do poder que as técnicas sobrepujadas permitem amealhar. Na produção dos free softwares, a Free Software Foundation (FSF), sob a liderança de Richard Stallman, foi responsável pela fixação das premissas básicas (liberdades) do modelo

36 36 mais aceito de software não-proprietário, ressalvando que neste campo não se pode confundir o software livre com o software de código aberto (open source). Embora o software livre implique necessariamente na abertura do seu código-fonte, tornando-se efetiva a liberdade de modificá-lo, nem todo programa de código aberto é livre. Há exemplos concretos em que, embora o código-fonte esteja disponível para exame, não se concede ao usuário a liberdade de uso, cópia, modificação e distribuição. São consideradas premissas básicas: a) executar o programa para qualquer propósito; b) estudar o funcionamento do programa e modificá-lo para atender as necessidades de cada usuário; c) liberar as modificações realizadas para beneficiar a comunidade dos usuários; d) redistribuir cópias como forma de ajudar cada usuário na realização de suas atividades com ou sem o pagamento de determinado valor (taxa, preço, etc). Assim, o software livre não é necessariamente gratuito. Convém destacar que o negócio do software livre envolve normalmente bens e serviços correlatos a ele, a exemplo da customização e do suporte técnico. Este modelo apresenta os seguintes benefícios: a) independência de um fornecedor único; b) custos extremamente baixos, notadamente quando comparado com a adoção de softwares proprietários; c) segurança (em relação aos procedimentos realizados pelo computador a partir do software); d) possibilidade de adequar o programa às necessidades do usuário; e) suporte abundante e com custos reduzidos.

37 37 O programador poderá abdicar de um canal de receita imediata pelo seu trabalho, em troca da preservação do controle dos termos de uso da sua obra. Em contrapartida, no caso de a obra possuir qualidades, agregará eficiência aos empreendimentos em torno dela. Seu valor tornar-se-á proporcional à magnitude do esforço colaborativo onde se insere, crescendo na medida em que a qualidade da funcionalidade acrescentada induz novos colaboradores. O código-fonte é aberto sob licença que preserva esta liberdade, enquanto a cópia executável é tida como propriedade do usuário A tutela jurídica dos softwares A definição legal de software ou programa de computador está sob a salvaguarda do artigo 1o da Lei no 9.609, de 19 de fevereiro de 1998 (Lei dos Softwares). Diz o referido dispositivo: é a expressão de um conjunto organizado de instruções em linguagem natural ou codificada, contida em suporte físico de qualquer natureza, de emprego necessário em máquinas automáticas de tratamento da informação, dispositivos, instrumentos ou equipamentos periféricos, baseados em técnica digital ou análoga, para fazê-los funcionar de modo e para fins determinados (BRASIL, 1998). Não encontramos no universo jurídico críticas a respeito desse conceito adotado pelo legislador, o que nos parece satisfatório. Sob o aspecto jurídico e sua forma negocial, o software proprietário é comercializado através de contrato de licença de uso, como assevera o artigo 9º da Lei nº 9.609/98 e seu parágrafo único: o uso de programa de computador no País será objeto de contrato de licença. Parágrafo único. Na hipótese de eventual inexistência do contrato referido no caput deste artigo, o documento fiscal relativo à aquisição ou licenciamento de cópia servirá para comprovação da regularidade do seu uso (BRASIL, 1998).

38 38 Por esse motivo, o usuário de um software proprietário não compra o programa, não é dono ou proprietário dele. O usuário firma somente o contrato de utilização do programa sob certas condições previstas na licença que aderiu. Quanto ao software não-proprietário, o tratamento jurídico não foi tão incisivo por não ser objeto de comercialização em massa, é nítido que a legislação foi elaborada baseada no modelo do software proprietário. O ponto de partida das considerações jurídicas é justamente o fato de que os programas de computador (proprietários ou não-proprietários) são protegidos pela legislação de direitos autorais. Segundo a legislação em vigor, os direitos autorais possuem uma dimensão patrimonial. Pois lidam com o produto da criação, bem jurídico imaterial resultado de investimento em mão-de-obra especializada, material adequado e tempo exigido para desenvolvimento do mesmo. Assim, inequivocamente o programa de computador possui um proprietário. Sob o prisma da lei civil o proprietário poderá, em relação ao bem usar, gozar ou dispor dele. Essa disposição pode ser parcial ou total, condicionada ou incondicionada. Em razão disso, o proprietário do programa tem o poder de estipular a maneira que bem lhe aprouver sobre a forma de utilização, distribuição ou comercialização do mesmo, bem como poderá inclusive, doá-lo ou vendê-lo, distribuí-lo de forma remunerada ou gratuita, liberar ou restringir o acesso ao código-fonte, podendo até mesmo preestabelecer condições para uso por terceiros. Seguindo esse raciocínio são, portanto, lícitas licenças extremamente restritivas, como as utilizadas pelo software proprietário, assim como são perfeitamente legais as licenças menos restritivas, como aquelas utilizadas pelo software não-proprietário, notadamente o software livre.

39 39 As licenças em questão funcionam como condicionamentos de uso formulados pelo autor (proprietário) do programa (proprietário ou não-proprietário) e aceitos pelo usuário. Imperioso advertir que as licenças de software não-proprietário ou softwares livre, são também restritivas, embora as restrições sejam construtivas, solidárias ou libertárias. Destaque que o programador não pode incorporar código-fonte de software livre num programa proprietário, sob pena de incorrer em crime de pirataria. A utilização ou aperfeiçoamento do software livre necessariamente precisar ser livre. A Lei do Software levou o Brasil ao avanço seguindo a tendência mundial de proteção dos softwares pelo direito autoral. Alguns estudiosos entendem que esta Lei retroagiu quando limitou a possibilidade de direitos morais do autor do programa, que ficaram restritos a reivindicação de autoria, às alterações não autorizadas, se essas ocasionarem deformação, mutilação ou modificação do programa de computador a ponto de prejudicar sua honra ou a reputação do autor. Outro ponto controverso é com relação à forma processual. Diversos processos que tramitam no Brasil, sobre a questão dos licenciamentos de software, despertam várias dúvidas quanto a sua condução. Conforme preceitua a Lei do software, é questão sine qua nom o autor de programas interpor medida cautelar de vistoria, com pedido de liminar "inaudita altera pars" cumulada com busca e apreensão, contra usuário suspeito de estar fazendo uso irregular de programas. É sabido, por todos, que a política de licenciamento de cada autor é extremamente diversa, confusa e mutante. Vários autores de software sequer cedem um certificado de licença aos usuários, que se valem na maioria das vezes, na ausência deste documento, da apresentação da nota fiscal de compra para comprovação de legalidade.

40 Softwares e os Princípios Constitucionais da Administração Pública O Governo brasileiro tem atuado na busca da inserção adequada do País na chamada Sociedade da Informação. Estimulando e adotando o software livre na administração Pública. Aqueles que são contrários à utilização dos softwares livres na Administração Pública, normalmente sustentam a tese que os free softwares não se enquadram nas normas gerais de licitação e contratação editadas pela União, que violariam o princípio constitucional da impessoalidade e garantia de igualdade de condições dos concorrentes em licitações, ferem os princípios da eficiência e da economia, além de violar o princípio da separação dos poderes e vício de iniciativa, todos da Constituição Federal. A notória carência de experiência legislativa dos Estados a respeito de determinados ramos do Direito decorrente do acelerado progresso vivenciado por todo o mundo, reclama cautelas redobradas do intérprete das normas. Cabe analisar o argumento normalmente suscitado pelos opositores do software não proprietário, no sentido de que eventuais normas dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios afirmariam que compete privativamente à União legislar sobre normas gerais de licitação e contratação, em todas as modalidades, para as administrações públicas diretas, autárquicas e fundacionais da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, para as empresas públicas e sociedades de economia mista, nos termos do artigo 173, parágrafo 1º, inciso III, em tese, elas carecem da prévia existência de lei federal sobre a matéria (BRASIL, 1988). A princípio, a Administração Pública não precisa de lei para licitar soluções de programas livres1, bastando constar nos editais licitatórios uma orientação pela forma de negócio de tais softwares. 1 Exemplo licitação para elaboração de um sistema de licitação e contratos para Governo Federal.

41 41 De qualquer forma, eventual legislação dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios não deve ser apreciada somente pela perspectiva única das normas constitucionais da licitação, devendo englobar a ótica da escolha estatal de perseguir os interesses públicos primários e secundários relacionados com os princípios e os objetivos da República. Ao priorizar os softwares livres, o ente público emprega seu poder aquisitivo criando e fomentando o mercado consumidor desses programas. Cuida-se de típica matéria de intervenção do Estado na seara econômica, ou seja, de Direito Econômico, conforme artigos 174 e 24, inciso I (BRASIL, 1988), em que o estabelecimento da legislação compete concorrentemente à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, acarretando no ambiente da questão em exame, a prescindibilidade de prévia edição de lei federal. Contudo, analisando a controvérsia sob aquele aspecto limitado, deve-se salientar desde logo, que não existe a inconstitucionalidade sugerida pelos opositores dos free softwares e que parte significativa dos projetos relacionados ao emprego de softwares livres pelo setor público que se encontra em tramitação no Congresso Nacional não se referem aos Estados nem ao Distrito Federal, tampouco aos Municípios, mas apenas à União. O Projeto de Lei no 3.051/2000 (WANDERER, 2000), em tramitação, determina a preferência a sistemas e programas abertos na aquisição e uso de programas de computadores pelos órgãos da Administração Pública Federal. As leis estaduais, distritais ou municipais nos limites das respectivas competências apenas dariam densidade ao princípio da padronização das compras, estatuído pelo artigo 15, inciso I, da Lei no 8.666/93. Desta feita, quaisquer normas infraconstitucionais que venham fixar a preferência em âmbito administrativo, pelo negócio do software aberto, não carece de prévia legislação da União sobre o tema, estando perfeitamente em conformidade com a Carta da República. Sobre o argumento de que a adoção do software livre pela Administração suscitaria

42 42 eventuais preferências legais não respeitando o princípio da isonomia entre os licitantes, previsto no mesmo artigo 37, inciso XXI, da Constituição Federal, veremos que tal argumentação não tem pertinência. No universo da tecnologia da informática, diferem-se radicalmente e, portanto, ostentam direito a tratamentos distintos os negócios de softwares livres e os de proprietários. Com efeito, no ambiente normativo da licitação onde se prega a igualdade de condições entre os concorrentes, não viola a isonomia qualquer norma que estipule preferência por uma determinada forma negocial. A distinção levada a efeito por eventual norma de semelhante conteúdo não se direciona a um produto ou a um tipo de produto específico, mas sim a sua forma de contratação, revelando a vontade estatal de atribuir densidade a certos valores constitucionais. Cumpre apontar que a adoção preferencial dos programas abertos pela Administração Pública não restringe as possibilidades de concorrência, nas licitações a um único produto ou a um fornecedor singular. Há diversidade de softwares livres existentes no mercado aptos a participarem dos certames. Mencione-se o ranking apresentado na matéria "O fenômeno do software Livre", da Revista Info, (2004/58) relativo aos principais programas de códigos abertos utilizados pelas grandes empresas, quais sejam Linux, Joomla, Apache, Tomcat, bibliotecas Java, Perl/Php, Jboss, Apache Struts, Mysql, Eclipse e outros. Importante perceber a distinção que se trava entre as formas de negócios e não propriamente entre os programas, a rigor ambos os programas negociados, em regra distintamente, seja o proprietário, seja o não proprietário, são idôneos a concorrer perante a Administração Pública, bastando que o titular daquele primeiro revele seu código fonte e admita a respectiva reprodução, modificação e distribuição. Em termos práticos, todo e qualquer software pode ser negociado sob a forma livre, inclusive os conhecidos como

43 43 proprietários. Deve-se perceber que as modalidades de programas em evidência são totalmente diferentes, não enquanto programas, mas com relação à forma negocial com que são disponibilizados aos usuários. A diferença se enquadra no plano da realidade objetiva, perceptível por qualquer pessoa. Isto posto, eventuais normas que atribuam prioridade à contratação de softwares livres pelo Estado não infringem o princípio da isonomia entre os licitantes. Se a opção pelos direitos emergentes dos programas abertos não se apresentasse como a melhor otimização de disponibilidades financeiras, bem como o meio mais seguro de desenvolvimento de atividades, sejam econômicas ou não, o ambiente empresarial em que a correta alocação de recursos norteia a lógica, não os acolheria nem os estimularia. Sendo assim no contexto do mercado, parece acertada a preferência do Estado pelos softwares não proprietários. É aqui que o princípio da eficiência se faz sentir de maneira mais forte. O mercado brasileiro de software movimentou mais de US$ 3,2 bilhões em 2000, desse montante US$ 1 bilhão se refere à aquisição de licenças de software proprietário, sendo o governo federal responsável por mais de R$ 200 milhões por ano. Uma vez que a adoção do software livre representa possibilidade real de redução de custos, da exigência do princípio da eficiência resta forçosa sua adoção pela administração, independentemente de outros fundamentos como a democratização do conhecimento, desenvolvimento da indústria local, independência tecnológica, soberania, segurança nacional e, com maior razão, se levarmos em consideração o tão propalado princípio da razoabilidade. Todavia o argumento econômico não orienta apenas a eficiência da eleição pelos softwares abertos. A princípio a segurança do armazenamento de informações e de dados públicos reclama o domínio dos códigos dos programas, bem assim a plena ciência dos

44 44 trâmites correspondentes, sob pena de o Estado ver infringido seus informes mais íntimos por sua própria rede de tecnologia, acessível por "portas traseiras", como fala o legislador português, unicamente pelo autor do programa fechado. Somente os softwares livres permitem a plena concretização do princípio democrático e da cidadania, por meio do compartilhamento do código fonte utilizado pelo ente estatal na consecução de certas tarefas, acarretando assim a transparência que deve permear a Administração. Essa eucaristia do código permite a interação criativa entre o agente público e o programa, de modo a permitir uma total adequação deste às necessidades materiais do órgão. Um dos obstáculos que os menos avisados levantam contra a economicidade e a eficiência da utilização de softwares livres pela Administração se refere a uma suposta ausência de responsável por ocasionais vícios ou falhas dos sistemas. Trata-se de premissa equivocada, pois ao licitar a aquisição de programas, o Estado pode se valer da faculdade de exigir do respectivo distribuidor as garantias necessárias à plena execução do objeto, nos termos do artigo 54, inciso VI, da Lei 8.666/93. Diante do exposto, mostra-se inegável o fato de o software livre ser, no universo informático, o principal meio, e, talvez, até o único, capaz de atender tanto ao princípio da eficiência, quanto ao da economicidade. Não apenas isso: os programas abertos, por todas as suas peculiaridades, constituem a necessária opção à qual deve proceder o Poder Público, cujos agentes efetivamente se pautam pela concretização dos valores estatuídos na Carta da República Software Livre: vantagens e desvantagens.

45 45 a) Vantagens Da perfunctória análise dos tópicos anteriores verifica-se a existência de diversos pontos favoráveis ao software livre e somando àqueles destacam-se: o aparecimento do software livre está vinculado a uma relativização dos direitos autorais, em prol do desenvolvimento da sociedade; ao lado da internet, os programas abertos concorrem para a disseminação da informação, buscando a tão almejada inclusão digital dos cidadãos; o conhecimento do código fonte do programa socialmente compartilhado, gera idôneas possibilidades de concreta participação do indivíduo no mundo contemporâneo da informática; a adoção de software livre ocasiona uma capilarização do desenvolvimento tecnológico, em virtude das pequenas e médias empresas, além dos indivíduos conhecedores dos respectivos códigos, poderem concorrer para a melhoria e o incremento da diversidade de programas disponíveis no mercado; a possibilidade de agregar novas funcionalidades, valorar e criar softwares não proprietários aquece o cenário econômico doméstico dos países em desenvolvimento, uma vez que propiciam alternativas de trabalho. Hoje, grandes corporações como a General Motors, a Boeing, órgãos governamentais como a NASA e grande parte do governo francês são usuários de software livre, assegurando desenvolvimento e crescimento não só econômico como também tecnológico, uma vez que possuem total domínio dos avanços alcançados por seu sistema de informações, o que possibilita facilidades nas auditorias sobre todos os passos realizados por determinado programa, o que não é possível quando se adquire um software vendido comercialmente. b) Desvantagens

46 46 Apesar de trazer uma série de vantagens, a utilização do software livre suscita uma série de problemas jurídicos específicos. Dentre outros, podem ser citados a exclusão da garantia; a exclusão da responsabilidade civil do criador; a ausência de proteção pelo código de defesa do consumidor e as especificação em editais de licitações promovidas pelo Poder Público Considerações Finais Feita esta análise, constata-se a oportunidade, com o implemento do software livre, do alinhamento das melhores soluções jurídicas e econômicas para a Administração Púbica. Os softwares livres demonstraram estar afinados com os princípios jurídicos nacionais, além de atenderem as necessidades financeiras do poder público, bem como prestigiar a propriedade intelectual, parte fundamental da infra-estrutura de uma nação. Nem mesmo os opositores do software livre são capazes negar os avanços nas áreas do conhecimento, social e econômica. Embasando sua argumentação em aspectos formais e interpretando a legislação vigente de forma limitada. Sendo assim, reputa-se o advento do software livre como uma grande ferramenta no implemento da eficiência na Administração Pública Brasileira. 4.2 Aspectos Tecnológicos Após levantadas as características do SGC 2004 e vistas todas suas aplicações, relacionando-as com as demandas surgidas por parte dos usuários, surgiram alguns óbices que serão apresentados abaixo, e servirão de base para a tomada de decisão sobre a continuação

47 47 ou não do projeto proposto: banco de dados não normalizado e com tabelas vazias e não referenciadas no código-fonte; falta de documentação do sistema, tanto do desenvolvedor, quanto do usuário; metodologia de desenvolvimento do sistema não identificada e não explicitada; código-fonte seqüencial e não documentado; dificuldade para a correção da grande quantidade de bugs do sistema e dificuldade para a implementação de novas funcionalidades Banco de Dados Dentro do desenvolvimento inicial do projeto SGC 2004, o Sistema Gerenciador de Banco de Dados (SGBD) adotado foi o Firebird, segundo critérios dos desenvolvedores e analistas à época, porém no momento da implantação do sistema na EsAEx/CMS, devido às restrições técnicas dos administradores que iriam geri-lo, foi decidido migrar o SGBD para o PostgreSQL, e dentro desta idéia, todo o código do SGC 2004 teve que ser reajustado. Tal ocorrência denota um erro de planejamento dentro do desenvolvimento do gerenciador de conteúdos, visto que a escolha do banco de dados era um fator crítico para o sucesso do sistema, e deveria ter sido feita dentro da realidade de disponibilidade técnica do pessoal existente, que futuramente iria gerenciá-lo e manuteni-lo. O retrabalho realizado tanto no código do sistema como na lógica do novo SGBD, resultou como conseqüência em uma estrutura de banco de dados diferente da proposta inicial, e tal diferença pode ser notada ao se analisar os Diagrama de Entidade Relacionamento (DER) do banco de dados desenvolvido no projeto inicial, anexo A, extraído do próprio trabalho resultado daquele projeto, e o DER do banco de dados, após migrado para o PostgresSql, anexo B, retirado do SGBD em uso atualmente, por meio de software de

48 48 engenharia reversa. Em uma simples comparação, pode-se perceber o surgimento no novo banco das entidades: documento, evento, evento_imagem, log, pagina, tipo_doc, demonstrando com isso certo refinamento feito sobre o SGBD anterior, porém não documentado e não planejado, já que não estava previsto no projeto inicial. Já numa análise mais minuciosa no banco de dados atual e no código-fonte, é possível constatar a tabela Adm_gerencia_site não sendo referenciada neste último. Verifica-se ainda, que várias tabelas estão pouco populadas, conforme dados da quadro 1, e que algumas não possuem sequer uma chamada no código. Este fato decorre da estrutura inadequada damodelagem do banco, onde se percebe redundância e inconsistência dos dados. Nome da Tabela Número de Linhas Adm_controla_topico 200 Adm_gerencia_site 0 Administrador 48 Conteudo_topico 0 Documento 8 Enquete 8 Evento 2 Evento_imagem 18 Link_obrigatorio 3 Log 953 Noticia 43 Om 1 Pagina 158 Resposta_enquete 7 Site 4 Tipodoc 5 Topico 113 Quadro 1 Conteúdo das Tabelas do SGC 2004 Desta forma, fica claro a existência de um banco de dados sem a devida normalização, pois entre outros, há a ocorrência de tabelas vazias, ou seja, referenciadas no código, porém não utilizadas; repetição de atributos nas entidades Site e OM, pois já que uma OM poderia ter mais de um site, e a entidade OM possui atributos sobre seu endereço, cada site não necessitaria ter um logradouro, estado, cep, ; e um banco de difícil manutenção, pela inexistência de documentos sobre o desenvolvimento e sobre os requisitos do mesmo.

49 Documentação Um outro fator limitador para a continuidade do projeto em questão é a inexistência de documentação sobre o mesmo, tanto da documentação do desenvolvedor - necessária para ajustes, manutenções e futuras implementações, de acordo com o surgimento das demandas por parte dos usuários - quanto da documentação voltada para o aprendizado dos usuários finais do sistema, que freqüentemente necessitam de materiais de consulta para dirimirem dúvidas sobre o sistema, bem como destinada ao treinamento dos novos usuários. No caso do SGC 2004, a documentação elaborada sobre o desenvolvimento do sistema, é totalmente simplória e pouco esclarecedora, e devido às alterações feitas no sistema, na condição atual, ela é totalmente desatualizada. Já a documentação voltada para o usuário final é bastante superficial e consta apenas em papel, onde o ideal seria, no mínimo a disponibilização em meios digitais, ou nativa no próprio SGC Metodologia de Desenvolvimento Quando analisada a documentação do sistema referente ao desenvolvimento do projeto propriamente dito, é possível encontrar apenas os seguintes documentos: um DER, ver anexo A, com seu respectivo dicionário de dados, e um Diagrama do Modelo de Processos, anexo C. Além disso, ressalta-se a falta de registros sobre a metodologia de desenvolvimento utilizada, que não é enunciada no decorrer do texto do trabalho, acredita-se que devido às restrições de tempo para o desenvolvimento daquele projeto.

50 50 Ao considerar que é um sistema desenvolvido na Linguagem PHP, esperar-se-ia um desenvolvimento baseado na Linguagem de Modelagem Unificada (UML) e no paradigma da Orientação a Objetos (OO), e com isso, a existência de documentos tais como: Diagramas de Casos de Uso, Diagramas de Seqüência, Diagramas de Classes, Diagramas de Estado, Diagramas de Componentes e de Distribuição, entre outros; porém, não consta nenhum destes documentos no trabalho elaborado, nem a existência de uma estrutura de classes no códigofonte, justamente por que o sistema com certeza não foi desenvolvido Orientado a Objetos. Ao se tentar identificar o paradigma de desenvolvimento utilizado, analisando-se o código fonte, depara-se apenas com arquivos nomeados com nomes de funções, sendo chamados uns pelos outros e incluídos pela função principal, contida no arquivo index.php dentro do subdiretório.../servidor, assim, o aplicativo executa como se fosse um grande seqüencial. Desta forma, o desenvolvimento de novas funcionalidades e a correção de erros no sistema atual, de modo consistente e não apenas como medidas paliativas e de curto prazo, tornam-se tarefas complexas, que iriam requerer uma grande demanda de tempo, retrabalho, custos operacionais, tudo isso com grandes possibilidades de insucesso, devido à obscuridade da metodologia de desenvolvimento e da falta de documentação Bugs de Sistema Como conseqüência do quadro 1 e a falta de uma metodologia no desenvolvimento do sistema, era de se esperar o surgimento de uma grande quantidade de erros, que se concretizam com os apresentados abaixo, encontrados durante realizações de testes no sistema e em entrevistas com usuários:

51 51 a) erro na implementação do botão "Pesquisar", pois existe em todas as telas Operadores, Conteúdo, Páginas, etc, porém apenas executa pesquisas em tópicos, direcionando sempre os resultados para a tela Tópicos ; b) ao se fazer uma pesquisa usando o botão pesquisa, os critérios da pesquisa permanecem no campo e só são apagados se o usuário assim solicitar. Mesmo mudando de janela o campo "Pesquisar" permanece preenchido; c) a opção "Alterar senha" gerou usuário e senha inválidos. Sendo preciso intervir no banco de dados para recuperar uma senha válida; d) o CPF não é validado quando na opção Cadastrar e "Alterar" em "Dados Pessoais"; e) os componente de Seleção de Data deveriam apresentar como sugestão a data atual do sistema operacional, e não um calendário de Estes componentes também deveriam, apresentar uma forma de navegar pelos anos, e não apenas pelo mês; f) quando na Ordenação de Sub Tópicos, o sistema apresenta como resultado da ordenação a tela Tópicos ; g) na exclusão de um tópico, estando na tela Excluir Tópico e após clicado no ícone Excluir, deveria ser apresentado o alterar o do ícone Confirmar e não Salvar ; h) falta tela de confirmação para exclusão de Enquetes ; i) ao se tentar adicionar vários documentos em um mesmo tópico, apenas o último permanece visível; j) o link Editar Conteúdo não deveria ser apresentado na tela Excluir Página ; k) impossibilidade de se navegar no site gerado, utilizando o Navegador de Internet Mozilla Firefox; l) erro na reordenação de tópicos.

52 52 Além disso, a correção dos erros citados serviria apenas como medidas paliativas e como uma pequena prolongação do ciclo de vida do sistema, e com isso uma solução parcial para o problema, já que suas maiores deficiências continuariam a existir, pela falta de uma base sólida do projeto, culminando, em um futuro próximo, com o abandono do mesmo por se tornar cada vez mais difícil sua manutenção e defasado pela não implementação de novas funcionalidades, ao ser comparado com sistemas de mercado. 4.3 Resultados da Análise Tendo em vista todo o apresentado sobre o SGC 2004, decide-se não continuar no desenvolvimento do projeto em questão, pois o custo operacional e a demanda de tempo necessários à elaboração de toda documentação do sistema com bases metodológicas, à normalização do SGBD, à correção dos bugs existentes e finalmente, ao desenvolvimento de novas funcionalidades e implementações das mesmas, seriam suficientes para o desenvolvimento de um novo projeto sólido e dentro dos padrões esperados para projetos de desenvolvimento de softwares, seja no desenvolvimento, com a utilização da Linguagem de Modelagem Unificada (UML) e da Orientação a Objetos, por se tratar de um sistema desenvolvido em PHP, com os modelos e paradigmas adequados à situação, seja na modelagem adequada do ambiente de dados, com uma escolha acertada do SGBD. 4.4 Estudo de propostas para o projeto Com a interrupção do projeto do SCG 2004 surgem duas propostas de solução em software para o gerenciamento dos sites da Internet mantidos por este estabelecimento de ensino:

53 53 a) o desenvolvimento de uma nova ferramenta ou b) a aquisição/adoção de um entre os diversos softwares Gerenciadores de Conteúdo existentes e disponíveis no mercado. Para isso, serão analisadas a relação custo benefício e as vantagens e desvantagens de ambas as opções, decidindo-se pela que melhor se enquadrar nas necessidades da EsAEx/CMS Estudo da viabilidade do desenvolvimento de um novo sistema Como em qualquer projeto, o desenvolvimento ou não de um software envolve o estudos de viabilidade de desenvolvimento, envolvendo principalmente os seguintes parâmetros: os custos, tempo disponível, os benefícios e a disponibilidade técnica para o desenvolvimento do mesmo. Os custos e o tempo envolvidos para o desenvolvimento de um novo SGC estão diretamente ligados ao tamanho e escopo do mesmo, e para determiná-los, buscou-se parâmetros e fundamentos técnico-científicos. Atualmente tais medições são baseadas num conceito chamado Análise por Pontos por Função (APF), criada por Alan Albrecht da IBM na década de 70, que pode ser vista como uma técnica que permite dimensionar o tamanho de um software a ser desenvolvido, melhorado ou adquirido. Ou ainda, uma técnica para realizar estimativas de custo e recursos para o desenvolvimento e manutenção de softwares. Para a mensuração do projeto em questão, utilizou-se dados pesquisados e divulgados no trabalho de Parreiras e Bax (2005), que realizaram um estudo sobre o desenvolvimento de Sistemas Gerenciadores de Conteúdo utilizando-se de softwares Livres e repositórios de soluções prontas, onde fizeram a medição do tamanho de um SGC e obtiveram como

54 54 resultado o valor de 207 pontos por função ajustados (PFA), exigindo um esforço de desenvolvimento de 10 horas/ponto por função, como conseqüência, 2070 horas, que divididas por 6 horas diárias de trabalho, resultariam em 345 dias de trabalho. E considerando o valor de R$ 20,00/hora (vinte reais) trabalhada de um desenvolvedor, chegar-se-ia ao total de R$ ,00 (quarenta e um mil e quatrocentos reais). Porém, fica claro perceber que os custos da solução em questão restringir-se-iam a custos operacionais, tendo em vista a existência de mão-de-obra técnica do próprio estabelecimento, o que poderia até refletir diretamente no desenvolvimento de outras tarefas, em detrimento destas. Da mesma forma que também se faz necessário salientar a não existência de técnicos especialistas em banco de dados, e nem em linguagem PHP e UML, o que poderia estender tais custos, refletindo na duração e qualidade do projeto. Outro problema a ser considerado é que tal desenvolvimento sofreria uma quebra de continuidade, com a troca da equipe de desenvolvedores, em virtude do término do curso dos Oficiais Alunos que iniciariam o projeto, podendo ocasionar problemas para a continuação e andamento do mesmo. Os benefícios de um novo desenvolvimento seria a existência de um sistema com bases sólidas, documentação, com possibilidades de novas funcionalidades, capaz de responder aos anseios dos usuários em relação às suas solicitações e inexistência de bugs, além de ter condições de oferecer um produto visualmente mais atrativo para os usuários dos sites da EsAEx/CMS, em comparação com o SGC Viabilidade da adoção de uma ferramenta de mercado Tendo como parâmetros os dados apresentados acima, serão feitas comparações simples entre tais valores e outros pesquisados sobre ferramentas existentes.

55 55 Sobre o custo, pouco se necessita discorrer, pois logo de início se descarta a viabilidade da aquisição da licença de um software de algum fornecedor, tendo em vista a existência de soluções prontas, totalmente adaptáveis às diversas necessidades da EsAEx/CMS e sem a necessidade de se pagar qualquer quantia por elas, ferramentas de software livre. Essas ferramentas livres são licenciadas sob a General Public Lisence (GPL), baseada na legislação internacional de copyright, o que garante cobertura legal para os softwares por ela licenciados, cuja licença tem como principais características a permissão para qualquer um usar, copiar e distribuir o software em questão, seja na sua forma original ou com modificações. Para a mensuração dos custos do Projeto SGC 2007, este trabalho considerou as necessidades requeridas para a implementação do projeto na Escola, destacando o custo relativo aos equipamentos, bem como à mão-de-obra. Para esse aspecto, assim como para a valoração das horas trabalhadas, foram consideradas para quantificá-las e valorizá-las, a experiência dos profissionais envolvidos no projeto, tendo em vista a equipe ser composta por profissionais altamente qualificados e que possuem conhecimento vivencial no mercado de trabalho em questão. Os custos serão apresentados nos quadros 2, 3 e 4 que se seguem. ESTRUTURA BÁSICA PARA IMPLANTAÇÃO SERVIDORES SITUAÇÃO CUSTO NA PARA VALOR ITEM TIPO DESCRIÇÃO QTD EsAEx(E= EsAEx/CMS (R$) existência ou I=inexistência Xeon dual core de ,00 Máquina GHz, HD Scsi Raid ,00 E Servidora Gb, memória de 2 Gb, rede de 1 Gb. Xeon dual core de ,00 Máquina GHz, HD Scsi Raid ,00 E Reserva Gb, memória de 2 Gb, rede de 1 Gb. 3 Máquina Sistema operacional 1 200,00 E 00,00

56 56 4 OpenBSD 4.1, duas placas de rede, HD de Firewall no mínimo 2 Gb e memória de no mínimo 64 Mb Domínio na Presença na Internet Internet com IP válido 1 39,00 mensais E 00,00 Quadro 2 Estrutura básica para implantação Servidores ESTRUTURA BÁSICA PARA IMPLANTAÇÃO MÓDULOS SITUAÇÃO CUSTOPAR NA A EsAEx VALOR ITEM TIPO DESCRIÇÃO QTD EsAEx(E= (R$) existência ou I=inexistência Mínimo 64 Mb RAM, 00,00 Computador 1 HD 4 Gb, processador 1 500,00 E Editor tipo Pentium II Mínimo 64 Mb RAM, 00,00 Computador 2 HD 4 Gb, processador 1 500,00 E Revisor tipo Pentium II Quadro 3 Estrutura básica para implantação - Módulos PROFISSIONAIS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO ITEM TIPO Programador PHP My SQL Web Designet DESCRIÇÃO Configurar o código em conformidade com a regra do negócio Configurar o Layout externo Desenvolver e Analista de configurar a política de segurança segurança para o SGC 2007 Profissional com Treinamento dos conheciment usuários do SGS 2007 o do JOMLLA TOTAL QTD QTD H/ site VALOR UM VALOR TOTAL 2.000, , , , , ,00 600,00 Quadro 4 Profissionais de tecnologia da informação 2.500, ,00

57 57 Isso tudo representa ganhos diretos e expressivos em relação ao tempo necessário para a execução e conclusão do projeto, e para economia de recursos operacionais, possibilitando a alocação de tais recursos em outras atividades de interesse. Em relação à viabilidade técnica e qualidade do sistema, além de tais sistemas serem desenvolvidos sob a coordenação de equipes de programadores experientes, existe o fator trabalho em comunidade, idealizado na década de 1980 por Richard Stallman, realizado via Internet, onde o software livre passa por um processo de validação por toda a comunidade de desenvolvedores e usuários, que em sua maioria são bons conhecedores de informática, e quando identificam qualquer bug, utilizam de sistemas padronizados para o envio de mensagens de erros, que rapidamente são corrigidos e versões mais maduras dos sistemas são disponibilizadas. É importante salientar que quando um novo projeto de software livre surge e ganha um número expressivo de usuários, é por que existe real necessidade daquela solução, refletindo numa maior preocupação sobre a solidez, garantia da qualidade e funcionalidade do mesmo, além da formação de uma comunidade de usuários ao redor daquele software, onde é possível encontrar extensões para o incremento de novas funcionalidades, documentação técnica sobre o seu desenvolvimento e sobre sua utilização, formando-se com isso relações de suporte mútuo entre os usuários. Com todo o exposto acima, decide-se a favor da adoção de uma solução livre e de mercado, que exigirá metade do tempo requerido para o desenvolvimento de uma solução semelhante, permitindo a concentração dos trabalhos no campo da pesquisa de uma ferramenta adequada, no estudo das políticas da Instituição e necessidades dos usuários que utilizarão o sistema, com benefícios para aqueles que utilizarão o produto final do sistema, os sites da OM.

58 Considerações finais Com base na decisão adotada pela equipe e projeto, serão abordadas no capítulo seguinte as principais ferramentas de SGC disponíveis no mercado e suas características para que seja realizada uma avaliação que indique a que melhor atende às peculiaridades da EsAEx/CMS.

59 59 5 OS SISTEMAS GERENCIADORES DE CONTEÚDO Desde que começaram a ser desenvolvidos, no final dos anos 90, os SGC vêm progressivamente diminuindo de preço e ampliando seus recursos. Hoje existem alternativas comerciais, e de código aberto, de excelente qualidade, e uma diversidade enorme de soluções. Essas soluções disponíveis diferem muito entre si, o que torna necessário um processo bastante criterioso de escolha de um SGC para um determinado projeto. 5.1 Análise comparativa Foram estudados 7 (sete) Gerenciadores de Conteúdo, que figuram atualmente entre os sistemas mais utilizados no mundo para a administração de sites dinâmicos. Eles foram selecionados baseados na sua popularidade em diferentes fóruns on-line e listas de discussões, respeitando a orientação do Plano de Migração para o Software Livre (EXÉRCITO BRASILEIRO, 2007) para priorizar a utilização de sistemas de código livre. A seguir, relatase sucintamente as características e especificidades de cada um dos CMS avaliados PHP-Nuke A partir de um sistema de publicação (Nuke), desenvolvido em Perl, surgiu a idéia de criação de um dos primeiros sistemas de gerenciamento, o PHP-Nuke. Algumas variantes atuais do PHP-Nuke que se destacam são o PostNuke e, mais recentemente, o Xoops.

60 60 Este software é um sistema de portal bastante completo com uma estrutura modular, que facilita a integração rápida de novas ferramentas. Ele é um sistema de publicação de notícias automatizado, em PHP e MySQL. O sistema é totalmente configurável, através de uma interface Web. É uma ferramenta gratuita que segue a licença GPL. Sua instalação é extremamente fácil e rápida, por não exigir grandes conhecimentos em informática e tão pouco a compra da licença. É facilmente adaptável e instalável em serviços de hospedagem de sites. Seu objetivo principal é criar facilmente um portal com uma comunidade virtual para seus usuários, com um site automatizado onde editores podem enviar notícias, fazer comentários e criar novos tópicos. Possui diversos módulos, como notícias, FAQ, busca e mensagens privativas. Exemplos de sites criados com a ferramenta: a) BluePortal - b) Fountain Art Studio Zope O Zope é um ambiente de desenvolvimento para Web utilizado para a construção de gerenciadores de conteúdo, portais e aplicações configuráveis. Esse software data de 1996 e tinha o nome de Bobo Web Object System. Foi desenvolvido pela Digital Creations, que precisava criar uma intranet onde qualquer pessoa pudesse ter controle do conteúdo. Para isso, eles começaram a estudar quais as melhores ferramentas disponíveis na época. O Zope é um dos primeiros projetos, ligado à comunidade de código aberto, a implementar um servidor de aplicações, integrado com um servidor de banco de objetos, visando criar sites e aplicações dinâmicas na Web. O termo ZOPE vem de Z Open

61 61 Environment. Sua aplicação é quase ilimitada para o desenvolvimento de sites de conteúdo na Internet. Em contrapartida, ele é considerado um software bastante poderoso, mas muito complicado. Os programadores podem utilizar tanto a linguagem Phyton quanto uma linguagem de script do Zope para desenvolvimento das aplicações, além de um banco de dados próprio. Dentre as principais vantagens oferecidas pelo Zope, destaca-se o fato de que ele é leve e portável entre inúmeros sistemas operacionais, servidores Web e Bancos de Dados. Ele também disponibiliza alto desempenho às aplicações na Internet, com baixos investimentos em hardware. É administrado através de uma interface Web, com HTML GUI, modelado através de uma interface semelhante à do administrador de arquivos Windows Explorer, o que imprime uma boa usabilidade ao sistema. Plone é o nome do mais conhecido CMS escrito em Zope. Além de um sistema de gerenciamento de conteúdo, ele pode ser usado como um sistema para publicação de documentos, portal e ferramenta de groupware para colaboração entre grupos de localidades distantes. Exemplos de sites criados com a ferramenta: a) Tchezope - b) Plone Publique O Publique é um sistema desenvolvido pela empresa brasileira Fábrica Digital e se destina a administrar grandes volumes de informação, gerenciando conteúdo em diversos

62 62 tipos de projetos, como portais, sites, departamentos, informativos on-line, catálogos e centrais de atendimento. O destaque do programa é a facilidade de definição dos templates. O Publique oferece um conjunto de modelos de páginas para que o designer estabeleça toda a estrutura do site. Esse é o meio mais rápido de criar o layout. Mas se o site já estiver funcionando, e o usuário desejar manter o desenho das páginas, é preciso gastar muito tempo e o trabalho de um profissional de programação para ajustar o Publique ao formato existente. A variedade e a facilidade das ferramentas para a redação e a edição de notícias são pontos positivos. Contudo, o fluxo de trabalho entre o designer, editor e autor é controlado pelo programa. Essa seqüência rígida de andamento dos trabalhos pode não estar de acordo com a hierarquia das equipes envolvidas na produção de notícias. Exemplos de sites criados com a ferramenta: a) Rio Centro - b) Instituto Eco Brasil - c) CPRM Serviço Geológico do Brasil Gencon Gencon é o nome de uma empresa inglesa especializada em aplicativos Web, principalmente sistemas voltados para o comércio eletrônico. A empresa trabalha no desenvolvimento e na manutenção de soluções de e-commerce e e-business específicas para outras empresas contratantes. Ela destaca que praticamente todas as soluções que oferece envolvem o desenvolvimento de um SGC que possibilite ao próprio cliente administrar o site do seu negócio. A organização trabalha com uma versão base de um sistema denominado v-

63 63 creator para prover os aplicativos Web, mas não esclarece detalhes das implementações e funcionalidades das ferramentas CMS que oferece. Exemplos de sites criados com a ferramenta: a) Party Directory - b) Portico - c) The Pier WebGUI O WebGUI foi originalmente construído como um framework para aplicações da empresa Plain Black Software para auxiliar o trabalho de adaptação e padronização dos sistemas Web desenvolvidos na organização, de acordo com as necessidades específicas de cada cliente. Com o passar do tempo ele foi se tornando uma ferramenta de Gerenciamento de Conteúdo extremamente popular, o que contribuiu para a vasta gama de aplicações que ele incorpora atualmente. Esse SGC tem uma interface muito amigável onde é possível alterar a posição dos elementos da página apenas arrastando-os. Além disso, ele já vem com vários componentes que facilitam a vida do administrador, como enquete, fórum, calendário de eventos, gerenciador de arquivos, geração automática de formulários e mapa automático do site. Possui versão para Windows e Linux. Sua versão para Windows conta ainda com um instalador, o All-In-One, que instala e configura automaticamente todos os programas necessários para a sua execução: Apache, PHP, MySQL, MySQLAdmin, Perl, ImageMagik e, opcionalmente, o suporte ao OpenSSL. Apesar desta comodidade, o WebGUI também pode ser utilizado com outros servidores Web, como o IIS, da Microsoft.

64 64 Exemplos de sites criados com a ferramenta: a) Gerdau AmeriSteel's - b) Brunswick New Technologies - brunswick-new-technologies Mambo O Mambo é um dos mais populares sistemas de gestão de conteúdo disponíveis atualmente. O sistema possui uma interface bastante amigável, mas não apresenta funcionalidades para a descrição do layout (formato) do site. Esse layout é definido por arquivos de templates e o administrador precisa importar esses templates (folhas de estilo CSS) para alterar a apresentação das páginas. Existem inúmeros sites na internet que oferecem milhares de templates com um visual bastante atraente, muitos deles gratuitos. Contudo, a construção de novos templates requer um bom conhecimento de linguagens de programação voltadas para a internet. A instalação do Mambo é extremamente simples. A interface gráfica, bem documentada e intuitiva, facilita a obra até de quem nunca trabalhou com um script. Embora o Mambo imponha alguns requisitos, a maior parte dos servidores profissionais cumpre-os automaticamente, sem necessidade de intervenção por parte do Webmaster. A navegação no site criado é tão simples como o administrador a conseguir fazer, pois é possível criar vários menus e colocá-los nas mais variadas posições nas páginas. A navegação dentro da seção de administração, por sua vez, é conseguida e facilitada pela integração de um menu em javascript e CSS que disponibiliza um acesso fácil a qualquer seção da

65 65 administração. A qualidade gráfica da área de administração é surpreendente, assemelhandose a softwares de escritório para desktops. Focando a segurança do sistema, o Mambo é tido como um dos SGC mais seguros. Uma de suas poucas desvantagens é o fato de que o excesso de recursos pode requerer um tempo relativamente longo de treinamento para familiarização com a ferramenta e distinção dos recursos úteis. Exemplos de sites criados com a ferramenta: a) MEC Ministério da Educação - b) Mitsubishi Motors - c) Samuel L Jackson Joomla! O Joomla! foi criado em 2005, a partir do Mambo, e está se tornando um dos mais populares SGC, com uma comunidade atuante e crescente. Além de herdar grande parte do código do Mambo, o projeto é compatível com muitos dos módulos e componentes daquele. Algumas virtudes e defeitos do Joomla! são semelhantes às características relativas ao Mambo, já comentadas, justamente pelo fato da recente separação dos projetos. Destaca-se a atuação da comunidade envolvida no desenvolvimento, manutenção e expansão do Joomla!, que aponta para a perspectiva de que esse SGC deve despontar como a principal ferramenta SGC de código-livre nos próximos anos. O Joomla! é a ferramenta SGC que apresenta o melhor resultado na avaliação de especialistas em SGC. Exemplos de sites criados com a ferramenta: a) Sentando a Pua -

66 66 b) Porsche Brasil - c) Guitar Tools A escolha do SGC A escolha de um determinado SGC para a sua utilização em um projeto qualquer requer uma avaliação minuciosa das opções existentes no mercado, a fim de escolher um Sistema de Gerenciamento de Conteúdo em conformidade com as características específicas necessárias a cada projeto. O primeiro passo consiste em estabelecer prioridades para as diversas características e funcionalidades que os SGC oferecem, de acordo com as exigências estabelecidas pela arquitetura, licença de utilização e funcionalidades que se esperam presentes no projeto em questão. Tendo em vista que o presente projeto busca aperfeiçoar o processo de publicação de conteúdo pela EsAEx/CMS na internet e na intranet, seja pelo processo de melhoria do sistema atual ou pela sua substituição por um sistema mais adequado, faz-se necessário o reconhecimento das diversas funcionalidades oferecidas pelos SGC existentes no mercado, bem como a sua priorização quanto às necessidades apontadas pelos usuários da OM, a fim de fornecer subsídios para a proposta de solução a ser apresentada. Por exemplo, é primordial que o sistema esteja disponível através de uma licença de código-livre, já que futuramente podem ser necessárias alterações no código do software para a sua adaptação a novas necessidades ou exigências da Força. Foram estabelecidos 3 níveis de prioridade para as funcionalidades avaliadas: a) 0 opcional b) 1 desejável c) 2 essencial

67 67 Norteando-se pelos requisitos levantados, citados nas seções anteriores, os valores acima foram atribuídos para as funcionalidades disponíveis nos SGC conforme a lista constante do apêndice F. Através da análise da lista de prioridades de funcionalidades apresentadas, é possível constatar que a maior parte dos requisitos considerados essenciais ou desejáveis são oferecidos pelos SGC. Alguns deles incorporam, inclusive, todas as funcionalidades consideradas essenciais, como é o caso do WebGUI, Mambo e Joomla!. Diante do exposto, foi necessário distinguir entre essas três opções aquela que proporcionasse maiores benefícios para a EsAEx/CMS, a médio e longo prazos. O Joomla! apresenta enorme flexibilidade, podendo ganhar funcionalidades por pacotes avulsos, o que se traduz em menos tempo de desenvolvimento e menor quantidade de código sub-utilizado. Para dar conta de tantos recursos, apresenta também uma interface sofisticada, empregando uma combinação de menus em cascata, abas e ícones com transparência e bordas suavizadas, o que lhe confere um acabamento profissional. Unindo-se a tudo isso, destaca-se a sua numerosa comunidade de desenvolvimento, que de forma contínua e freqüente lança novos módulos e evoluções do sistema. Por todos os aspectos levantados, optou-se por implantar e utilizar o Joomla! no contexto da EsAEx/CMS, a fim de atender aos principais requisitos levantados e, ao mesmo tempo, possibilitar boas condições de flexibilidade para eventuais extensões e adaptações do sistema empregado Alinhamento à Política de Software Livre do EB

68 68 O uso do Software Livre no EB é regulado em seu Plano de Migração para o Software Livre (2007) pautado no Guia Livre - Referência de Migração para Software Livre âmbito Governo Federal (2005), tendo como finalidades precípuas regular a estratégia para a consolidação da implantação do Software Livre em todos os escalões do EB. Um dos princípios norteadores adotados quando da opção do uso de Software Livre pelo EB é a sua irreversibilidade. Deve-se perquirir o máximo índice de utilização do Software Livre, em detrimento as soluções fechadas, em todas as unidades do EB sem qualquer prejuízo a operacionalidade das atividades-fins. Não se pode olvidar que o prazo para a sua realização dependerá da disponibilidade de recursos humanos especializados e habilitados, o que demandará apoio do escalão superior, dando-se ênfase às OM não dotadas de técnicos na área de informática. O Plano de Migração para Software Livre do EB tem como escopo, entre outros, alcançar os seguintes objetivos: a) apresentar uma proposta de reformulação dos processos que envolvam a utilização e a aquisição de software no Exército Brasileiro; b) propiciar uma substancial economia de custo de aquisição e manutenção de softwares; c) restringir o crescimento do legado baseado em tecnologia proprietária; d) priorizar a aquisição de hardware compatível às plataformas livres; e) permitir o compartilhamento do conhecimento, fomentando a criação de uma Base Interna de Conhecimento em Software Livre, prioritariamente focada em soluções de problemas advindos da utilização das ferramentas de software livre. Com isso exposto, observa-se toda uma conjuntura de políticas e medidas que estão sendo tomadas no sentido de criar e direcionar ações e esforços para a adoção e uma maior

69 69 aceitação do Software Livre por parte dos Recursos Humanos da Força Terrestre. Neste contexto o SGC escolhido, como solução viável ao gerenciamento do portal da EsAEx/CMS da Internet, se enquadra perfeitamente no perfil requerido tanto pela qualidade técnica, quanto por ser licenciado com base na General Public License podendo ser usado, distribuído, adaptado e alterado de acordo com as necessidades das regras de negócio estabelecidas por este estabelecimento de ensino. 5.3 A escolha do Joomla! O Joomla! é capaz de implementar todos os recursos utilizados hoje pelo SGC 2004 da EsAEx/CMS. Um protótipo para o site da EsAEx/CMS foi implementado utilizando-se o Joomla! e conseguiu-se reproduzir todos os recursos do site original. Através de extensões livres, disponibilizadas pela grande e produtiva comunidade do Joomla! (JOOMLA!, 2007), tem-se uma série de recursos que podem ser a qualquer momento implantados no site da EsAEx/CMS, elevando significativamente a experiência de utilização deste site, com um esforço mínimo por parte dos administradores e grande usabilidade por parte dos autores, editores, publicadores e mesmo visitantes Compatibilidade e estabilidade O Joomla! segue fielmente o padrão W3C, comportando-se bem na maioria dos navegadores, entre eles o Mozilla, Opera e Internet Explorer. Além disso, sua versão estável já é bastante madura e confiável. Por exemplo, o SGC 2004 da EsAEx/CMS tem problemas de compatibilidade com

70 70 outros navegadores que não o Internet Explorer, apresentando bugs nos nome dos arquivos, não realizando buscas, não exibindo links de menu, e possui problemas de navegação na interface do administrador. A documentação disponível é vasta, tanto para os administradores quanto para os usuários. A quantidade de templates disponíveis é enorme, o aprendizado e o desenvolvimento foram rápidos e sem transtornos. 5.4 Considerações finais Avaliadas as ferramentas destacadas acima e tendo sido decidido pela adoção do Joomla!, o capítulo seguinte apresentará com mais detalhes sua estrutura, suas versões e recursos.

71 71 6 ESTUDO DO JOOMLA! O Joomla! começou a ser criado a partir de agosto de 2005, e é o resultado de uma dissidência da equipe principal de desenvolvedores do Mambo, outro SGC famoso que já se encontrava na versão (JOOMLA!, 2007). Esta separação ocorreu porque a empresa Miro Corporation, criadora da fundação Mambo Fundation, que dava suporte a comunidade que desenvolvia o Mambo, tentou aplicar restrições a licença do produto que, eventualmente, poderia deixar de ser GPL pura. Esse não era o desejo de grande parte dos principais desenvolvedores do Mambo, que eram ideologicamente contra qualquer restrição a GPL. Estes decidiram abandonar o projeto Mambo e criar um novo projeto, o Joomla!, que passaria a ser mantido por uma instituição, a Open Source Matters (OSM), que garantiria a utilização permanente e ostensiva da licença GPL (BEUTELS e WILCOX, 2007). Assim, o Joomla! já nasceu na versão 1.0, e com uma grande e ativa comunidade de desenvolvedores. Em abril de 2007, o fórum oficial do Joomla!, forum.joomla!.org, contava com mais usuários cadastrados e validados (Joomla!, 2007). No momento em que este trabalho é escrito, agosto de 2007, a versão estável mais recente do Joomla! é a Vale ressaltar que já está disponível a versão 1.5 Release Candidate 1. ambas com versões em Português do Brasil. Sua comunidade e equipe de apoio, composta por membros-chave criadores do Mambo, está fortemente comprometida com o projeto e disposta a modernizar o software continuamente, deixando-o ainda mais completo. O Joomla! é atualmente um dos SGC com mais recursos disponíveis e está se tornando rapidamente um dos mais populares do mercado. Ele é escrito em PHP, utiliza como banco de dados o MySQL, e roda em servidores Web Apache, todos softwares livres amplamente

72 72 testados e confiáveis, com vasta documentação e versões para vários sistemas operacionais. O nome Joomla! tem origem em uma palavra Swahili (idioma bantu, falado em países africanos), Jumla, e significa todos juntos. Existe vasta documentação sobre o Joomla! e o mesmo é considerado poderoso e com baixa curva de aprendizado. 6.1 Estrutura O Joomla! é conceitualmente dividido em duas partes, o backend e o frontend (JOOMLA!, 2007). O backend é a parte administrativa do site, onde os administradores trabalham conforme figura 5. Neste ambiente pode-se verificar uma série de informações gerenciais sobre o site, como número de usuários logados, páginas mais visitadas e últimos artigos postados. A instalação de novos recursos e configuração de todos estes recursos também é realizada nesta interface.

73 73 Figura 5 Página principal do backend do Joomla! 1.0.x. O frontend é a parte visual do site, visível aos visitantes. Pode variar amplamente, de acordo com o tipo de usuário que esta acessando o conteúdo, seja ele cadastrado ou não. A principal característica do frontend provavelmente é a adequação aos temas definidos. Os temas modificam o layout do frontend do site. Eles podem definir tamanho, cores, estilos e outros atributos de fontes, posicionamento de objetos, e diversos outros recursos. Um único site pode apresentar diversos temas que podem ser mudados a qualquer momento, inclusive pelos usuários visitantes, desde que está opção seja habilitada pelos administradores. Finalmente, através de sistema de extensões, podem-se adicionar componentes, módulos e plugins (também conhecidos como mambots) que acrescentam novos recursos as páginas do Joomla! (JOOMLA, 2007). Componentes são sistemas completos, que podem ou não necessitar de complementação por módulos ou extensões. Um componente agrega funcionalidades específicas ao conteúdo

74 74 das páginas do Joomla!. Há componentes para os mais variados fins: fóruns, loja de comércio eletrônico, blogs, galerias de fotos, sistemas de tradução, gerenciadores de formulários, etc. Os módulos são pequenos blocos de sistemas que podem ser colocados nas regiões, ou lacunas, especificadas dos temas. Podem ser definidos como uma aplicação que obtém informação de um componente e a exibe em trechos de páginas que podem ser movidos. Um plugin é uma aplicação que trabalha em conjunto com componentes. Normalmente, interage com o editor de texto do Joomla!. O próprio editor é um plugin. Em termos de conteúdo, além das páginas estáticas, o Joomla! trabalha com uma hierarquia composta por Seções que contêm Categorias que contêm Itens de Conteúdo. Seções são continentes que abrigam uma ou mais Categorias. Categorias são continentes que abrigam um ou mais Itens de Conteúdo. Itens de Conteúdo são os artigos que efetivamente fazem o conteúdo de seu site. 6.2 Últimas versões No momento em que este projeto foi desenvolvido, a última versão estável do Joomla! era , com data de lançamento de 21 de julho de A equipe de desenvolvimento do Joomla! já está desenvolvendo versão 1.5 do Joomla!. Na realidade, houve uma decisão de se chamar a versão 1.1 de 1.5, devido ao grande trabalho realizado no core do sistema e da internacionalização do mesmo (JOOMLA, 2007). A versão 1.5 do Joomla! se encontra na Release Candidate 1, em 21 de julho de 2007 (JOOMLA!, 2007), conforme a figura 6.

75 75 Figura 6 Página principal do backend do Joomla! 1.5.x. 6.3 Recursos do Joomla! Entre várias das características do Joomla!, podemos destacar as seguintes: a) é multiplataforma, podendo ser instalado em diversas plataformas, inclusive em Linux e Windows; b) apesar de possuir instalação muito simples, algum conhecimento técnico é necessário. Porém, a documentação é vasta, inclusive em português, além da própria comunidade espalhada por diversos grupos de discussão; c) possui código aberto por definição, licença pura GPL, sendo inclusive este um dos motivos de sua criação; d) possui um sistema simples de fluxo de aprovação de conteúdo, mas que pode ser customizado através de extensões e componentes; e) pode arquivar conteúdos não utilizados (Lixeira); f) gerencia banners promocionais;

76 76 g) possui eficiente sistema de publicação para o conteúdo; h) gera sumário de conteúdo no formato RSS; i) implementa mecanismos de busca otimizada (qualquer palavra registrada); j) tradução de Front-End e Back End em várias línguas; k) fácil instalação de novos templates, módulos e componentes; l) hierarquiza grupos de usuários; m) gera estatísticas de visitantes; n) pode trabalhar com diversos editores de conteúdo WYSIWYG. Permite inclusive a escolha do editor; o) para qualquer página de conteúdo existe a possibilidade de imprimir, salvar a página em PDF e indicar a página; p) possui sistemas de enquete simples e com resultados em tempo real e índices de avaliação; q) gerencia documentos eletrônicos, notícias e artigos. Muitos outros podem ser incluídos, pois são inúmeras as extensões, componentes e templates disponíveis, inclusive de código livre. A criação de novas extensões deve ser feita por um programador. Mas existem muitas extensões prontas que podem ser facilmente instaladas e utilizados por um leigo (JOOMLA!, 2007). Existem vários pacotes de templates gratuitos, mas para criar o seu próprio design será necessária a intervenção de um programador de interface ou de um designer. 6.4 Considerações finais

77 77 Diante do conhecimento adquirido sobre a ferramenta a ser utilizada, a equipe se encontra em condições de iniciar, de fato, a implementação da mesma. Para tanto, no capítulo que segue serão abordados os conteúdos existentes nos sites atuais, será definido o novo conteúdo das referidas páginas assim como serão apresentadas a estratégia para migração dos conteúdos, o layout, recursos e extensões implementadas e proceder-se-á a uma avaliação do grau de conformidade aos requisitos levantados, ou seja, sua adequação em qualidade.

78 78 7 A CONSTRUÇÃO DO SITE DA ESAEX/CMS Neste capítulo serão abordados os aspectos referentes ao que se espera encontrar no conteúdo do site da EsAEx/CMS, a estratégia para a migração dos dados, o layout a ser utilizado, os recursos e extensões a serem implementados e a metodologia utilizada na fase de implantação, de modo a oferecer uma visão sobre a implementação do novo sistema da OM. 7.1 O conteúdo do site EsAEx/CMS. Para que um site atinja seu objetivo, ele deve disponibilizar o conteúdo que interessa aos seus usuários, de modo que possam encontrar as informações de que necessitam. Sendo assim, seus autores têm a missão de fazer com que o site seja o mais completo possível, de forma a não deixar faltar tópicos que sejam do interesse de seus usuários, deixando-os satisfeitos com o que é oferecido. Considerando o acima exposto, pode-se considerar que o site do Colégio Militar de Salvador é bastante eficiente, apresentando conteúdo variado e possuindo um menu muito completo. Inicialmente, o usuário pode encontrar informações gerais sobre o colégio, como seu histórico, canção e uniformes. Além disso, a página apresenta informações sobre o concurso de admissão ao colégio. O site também proporciona ao aluno uma enorme variedade de assuntos que são de grande interesse, como apoio pedagógico, notas, recuperação, calendário e avisos, podendo o discente, inclusive, ter acesso ao seu boletim. No que tange ao ensino, além de sua proposta e legislação pertinente, apresenta detalhes sobre os programas de inovações e melhorias que vêm sendo implementados pelo colégio. Traz, ainda, informações sobre a banda de música, a associação de pais e mestres e os diferentes grêmios. Finalmente, há espaço para os ex-alunos, o museu do Colégio Militar de

79 79 Salvador e links variados, não só para colégios e sites militares, mas também para outros sites direcionados ao público alvo, como por exemplo, portais de educação e dicionários on-line, bem como páginas de vestibulares. Dessa maneira, pode-se afirmar que a página eletrônica do Colégio Militar de Salvador permite aos seus usuários, sendo eles professores, alunos ou responsáveis, ter um grande rol de informações pertinentes ao seu alcance. Ao compará-lo a outros sites de Colégios Militares, como os de Curitiba, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, por exemplo, é possível perceber que o site do Colégio Militar de Salvador é um dos que apresenta mais conteúdo, em face de outros que disponibilizam sessões mais básicas, como aquelas relacionadas ao concurso de admissão, fotos de eventos, mensagens, ensino e corpo de alunos. Não obstante, há oportunidades de melhoria, visto que existem conteúdos interessantes das páginas dos outros Colégios que poderiam ser utilizados no site do Colégio Militar de Salvador. Primeiramente, há sites como os dos Colégios de Porto Alegre e Belo Horizonte que possibilitam ao usuário ter uma conta de , bem como fazer o seu login na página principal, otimizando o seu acesso. Pode-se destacar também a sessão relacionada à Divisão de Ensino que existe na página do Colégio Militar de Porto Alegre, onde são encontradas, entre outras, informações sobre a biblioteca, as seções de ensino e psicopedagógica. Outro recurso de grande valia encontra-se no site do Colégio Militar de Fortaleza: uma seção de mídias, que disponibiliza vídeos, além de canções militares com seus respectivos áudios. Por último, vale ressaltar que o site do Colégio Militar de Campo Grande possui instrumentos de interação com seus alunos, como o Cantinho do Português, que possibilita a tirada de dúvidas; o Clube do Inglês, que propicia a prática do idioma em diferentes níveis; bem como iniciação científica. Em relação à página da EsAEx, fica evidente a necessidade de melhorias, se comparado aos sites dos Colégios Militares de um modo geral. Apesar de atingirem públicos diferentes, a

80 80 EsAEx também é uma instituição de ensino e, dessa maneira, sua página poderia atender ainda mais aos interesses de seus alunos, de forma que eles tivessem acesso a facilidades como calendário de provas e eventos, suas notas, as NGA (Normas Gerais de Ação) e o Plano de Disciplina do curso. Entretanto, podem ser ressaltados pontos positivos, como a parte de eventos, que oferece fotos e notícias constantemente atualizadas, além do informativo O Berimbau, que divulga as diversas atividades realizadas no estabelecimento de ensino. 7.2 O conteúdo abordado no novo site Apesar da constatação da possibilidade de acréscimo de alguns conteúdos ao site atual da EsAEx, como forma de aproximá-lo das necessidades dos alunos do Curso de Formação de Oficiais, este trabalho foca-se no aprimoramento de recursos atualmente disponíveis, a fim de proporcionar um serviço mais eficiente, através de um site moderno e com recursos que proporcionem maior usabilidade. Mais ainda, prima-se pelo desenvolvimento de uma estrutura que propicie condições adequadas para uma constante atualização dos conteúdos das páginas, bem como oportunidades para a incorporação de novas funcionalidades e sistemas ao site, de maneira simples e flexível. A mesma filosofia é na implementação do site do Colégio Militar de Salvador. Dessa forma, todo o conteúdo dos sites do Colégio e da EsAEx é replicado no Joomla! e formatado para atingir os objetivos supracitados, incorporando-os aos diversos módulos e extensões disponibilizados no SGC. A estrutura de menus é parcialmente mantida conforme se apresenta nesses sites, assim como os sub-menus e seus conteúdos, com fotos, textos, arquivos para downloads e links. Em alguns casos, como nas galerias de fotos, altera-se apenas a forma de apresentação do conteúdo, utilizando-se meios mais velozes, fáceis de usar e com uma aparência profissional. Tudo com o intuito de aliar a satisfação dos usuários do

81 81 site, à facilidade de atualização e à velocidade de operação do sistema por parte dos seus administradores. 7.3 A estratégia para a migração do conteúdo A partir do momento em que a nova ferramenta é escolhida, os primeiros trabalhos a serem realizados são: a migração do conteúdo dos sites da EsAEx/CMS atualmente disponíveis na internet transferindo-os para o novo site criado; a definição dos requisitos e dos layouts que atendam às necessidades apresentadas, de modo a comportar a estrutura do site e a disposição adequada dos aplicativos; e ainda, a definição dos aplicativos, ou seja, extensões do Joomla!, que irão proporcionar a adequação deste SGC às peculiaridades e regras de negócio da EsAEx/CMS. Após a seleção do conteúdo a ser migrado, o próximo passo é a criação das respectivas seções e categorias necessárias à organização dos conteúdos, isso, como consta no Manual do Administrador e do Usuário do Joomla!, anexo D, é uma forma de organizar os conteúdos semelhante à organização existente nos diretórios (pastas) de arquivos em um computador. Várias seções podem ser criadas, e dentro de cada seção podem ser criadas várias categorias, exemplo: na seção chamada A EsAEx são criadas as categorias Histórico, Canções, Patrono, Dados Estatísticos e Notícias. É importante salientar que o trabalho de organização e classificação dos conteúdos podem e devem ser feitos no decorrer de todo o ciclo de vida do sistema. Novas seções e categorias podem ser criadas e administradas de acordo com a necessidade da época. A criação dos conteúdos é baseada na edição de textos e figuras, sejam estes na forma de notícias, blogs, links, arquivos para downloads, ou até mesmo, criação e edição de textos.

82 82 Cada conteúdo tem como pré-requisito a existência de no mínimo uma seção e uma categoria para que ele possa ser classificado. Como próximo passo, existe necessidade de se efetuar a disponibilização dos conteúdos nos sites, para isso a principal ação é a criação dos menus laterais e superiores, tendo cada menu, itens de menu a ele relacionados. Da mesma forma que os conteúdos, os itens de menu têm como pré-requisitos para sua criação, a existência de seções e categorias para a organização dos mesmos, e ainda a pré-existência dos conteúdos que serão mostrados no momento em que cada item de menu for acionado na interface do usuário que está navegando na internet. Um mesmo conteúdo pode estar relacionado a diversos itens de menu, da mesma forma que um item de menu pode estar vinculado a diversos conteúdos, este é o caso da formatação de uma página do tipo blog. Outro ponto importante sobre os menus e seus respectivos itens, é que eles, da mesma forma que os conteúdos, podem ser alterados, mantidos no sistema sem estarem publicados, serem excluídos e reincluídos de acordo com a necessidade do administrador, a qualquer momento da criação ou administração dos sites. Da forma acima descrita, todos os conteúdos, principalmente os textuais são migrados para os novos sites, ficando para um estudo mais minucioso apenas estruturas e aplicações específicas, que são descritas no item 7.5 deste capítulo. De modo genérico, funcionalidades existentes no SGC 2004 que não são contempladas na instalação padrão do Joomla! são implementadas através extensões que atendam àquelas funcionalidades existentes e necessárias, buscando-se a superação em qualidade, usabilidade e facilidade de uso. Na implementação dos novos sites são feitas melhorias consideráveis em relação aos sites anteriores, nos quesitos dinamização e performance:

83 83 a) dinamização de conteúdos, através de ferramentas que possibilitem maior interatividade dos sites com os internautas, e da disponibilização de conteúdos multimídia; b) performance, pela implementações de ferramentas que possibilitem melhor disposição de imagens nas páginas, pois foi verificado a existência de páginas sobrecarregadas com mais de 120 (cento e vinte) fotos, refletindo diretamente na performance no site. Tais fotos poderiam ser mostradas sob demanda. Da forma apresentada acima, pode-se observar que existe uma grande demanda de tarefas a serem desenvolvidas, que requerem conhecimento conceitual e gerencial de um site. Assim a concepção inicial dos sites deve ser de incumbência de profissionais da área de informática, sendo ainda essencial o real conhecimento das necessidades dos usuários do SGC, dos anseios dos internautas e das regras de negócio da EsAEx/CMS. Porém, passada a fase inicial da concepção e formatação dos sites, a administração deve ser de incumbência dos detentores das informações. 7.4 O layout e a estrutura a serem utilizados. Após a instalação do Joomla!, devem-se seguir alguns conceitos sobre os diferentes elementos que constitui o site Templates O template e os seus arquivos associados provêem o visual característico do site e são mantidos separadamente do conteúdo do site. Isto é armazenado no bando de dados MySQL.

84 84 Uma instalação típica do Joomla! vem com dois templates pré-instalados chamados de madeyourweb e rhuk_solaflare_ii. Os arquivos de Template estão localizados na pasta templates, no diretório raiz, e cada um consiste basicamente dos arquivos apresentados no quadro 5. Nome do Arquivo Detalhes index.php Este arquivo é constituído por códigos HTML, PHP e/ou JavaScript que provê a estrutura do modelo do site. Em combinação com os arquivos.css e image (imagem), ele constrói todo o layoute e dispõe os elementos de conteúdo do seu site. templatedetails.xml Este arquivo é quem autoriza o emprego do template e contém referências para todos os arquivos empregados, por exemplo: index.php, o arquivo.css e etc. Este arquivo é usado pelo gerenciador de template para prover, se acessível, uma pequena figura de representação, template_thumbnail.png, do modelo do site. Para tanto, deve existir o arquivo template_thumbnail.png no diretório raiz da pasta template. template_css.css Localizado na pasta css, este arquivo de folha de estilo, Cascading Style Sheets (CSS), possui o código que manipula os elementos visuais do site, por exemplo: tamanho da fonte, cores e etc. Pode existir tantos arquivos CSS quanto desejado, desde que providas as referências HTML apropriadas no arquivo index.php. Image files Estes arquivos estão localizados na pasta images e as imagens podem ser do tipo.gif,.jpg, ou.png. Elas provêem os elementos gráficos do modelo do site. Quadro 5. Arquivos do Template 22222Componentes Componentes são os elementos centrais das funcionalidades do Joomla! e são apresentados no corpo principal do template do site. O código para o corpo principal aparecerá no template como se segue: <?php mosmainbody();?>. Dependendo do estilo do template em uso, isto normalmente estará no centro da página do site.

85 85 Uma instalação típica do Joomla! vem com os seguintes componentes: Banners (Anúncios), Contacts (Contatos), News Feeds (Suprimento de Notícias), Polls (Pesquisas) e Web Links (Links da Web). Os membros da comunidade Joomla! produzem diversos outros componentes continuamente. Nos sites ou existe uma listagem de componentes adicionais para download Módulos Módulos ampliam as possibilidades do Joomla! oferecendo ao programa novas funcionalidades. Um Módulo é uma pequena parte de um conteúdo que pode ser disposta em qualquer lugar que o seu template permita. Módulos são muitos fáceis de serem instalados na Seção do Administrator (Administrador), na área de manutenção. Os Módulos do Joomla! Incluem: Main Menu (Menu Principal), Top Menu (Menu Superior), Template Chooser (Selecionador de Template), Polls (Pesquisas), Newsflash (Resumo de Notícias), Hit Counter (Contadores de Acesso), etc. Os membros da comunidade Joomla! produzem, também, módulos freqüentemente. Eles são disponibilizados para download em ou Um exemplo de um código de módulo PHP é: <?php mosloadmodules ( 'user1' );?> Mambots

86 86 Um Mambot é uma pequena função, orientada por tarefa, que intercepta e manipula conteúdos, de alguma forma, antes de apresentá-los. O Joomla! provê um relativo número de Mambots no pacote de sua distribuição, sendo indicados por: {mospagebreak}, {mosimage} e etc Ciclo de Desenvolvimento do site Esta seção trata do ciclo de desenvolvimento do site da EsAEx/CMS e provê uma lista de verificação simples de perguntas e considerações tomadas no desenvolvimento do site. Há dois aspectos distintos para o desenvolvimento de site com o Joomla!. O primeiro é o conteúdo e o segundo é o template: a aparência do site. Embora independentes, algumas considerações aproximam ambos, conforme discriminado no quadro 6. Aparência do Template Conteúdo do Site Deve-se considerar todos os requisitos da aparência do site, por exemplo: tipo formal, desenhado, colorido, etc. Produzir uma lista de tópicos e informações que serão incluídas no site. Organizar a lista em agrupamentos de tópicos com uma estrutura hierárquica, se apropriado, por exemplo, um mapa do site. Neste ponto, não se deve preocupar em como, eventualmente, a informação será apresentada, por exemplo, um calendário ou um diário podem ser itens de conteúdo que requeiram a instalação de um componente adicional. Deve-se considerar todo o conjunto de informações que serão apresentadas, incluindo o posicionamento do(s) menu(s), conteúdo principal, conteúdo secundário, por exemplo, uma lista de novos itens, logomarcas, anúncios, direitos autoriais, etc. Considerar cada grupo de informação para determinar como elas serão dispostas nas Seções, Categorias e Itens da estrutura, se apropriado. Considerar quais os componentes centrais que serão necessários. Deve-se considerar os requisitos de Considerar quais os Componentes adicionais que apresentação a serem levados em serão necessários. conta no arquivo.css. Considerar quais os Componentes customizados,

87 87 que deverão ser programados, que serão necessários. Considerar quais os Módulos centrais que serão necessários. Considerar quais Módulos adicionais serão necessários. Considerar quais Módulos customizados, que deverão ser programados, que serão necessários. Considerar quais Mambots serão necessários. Deve-se considerar o efeito do posicionamento dos Módulos no desenho do template. Deve-se considerar os requisitos dos Montar as Seções, Categorias e Itens. gráficos e produzir rascunhos. Deve-se produzir rascunhos de Digitar textos de rascunhos da(s) descrição(ões) template e arquivo.css, incluindo de das Seção(ões), Categoria(s) e item(ns). gráficos. Instalar Componentes, Módulos e Mambots adicionais e insirir as informações pertinentes. Deve-se considerar como o conteúdo será combinado e/ou arrumado no template. Deve-se produzir o template final e o Fazer a revisão final do conteúdo e alterar o que arquivo.css, incluindo os gráficos for necessário. finais. Deve-se rever e revisar o template, como necessário, para adequá-lo ao conteúdo. Quadro 6: Considerações sobre o layout de um site da Web 22222Gerenciamento de Templates Há dois tipos de templates, o Site Templates (Templates do Site), conforme figura 6 e Administrator Templates (Templates do Administrador), conforme figura 7. O Template do Site controla a aparência da Área de visualização do site, enquanto o Template do Administrador controla a área de administração na Área de manutenção.

88 88 Figura 6. Template do Site Figura 7. Template do Administrador O Gerenciamento de Template disponibiliza uma plataforma para instalar e manipular templates. A vista inicial provê uma lista de templates instalados (Site e Administrador). Um marcador verde será mostrado adjacente ao nome do template publicado no momento, conforme ilustra a figura 8. Algumas informações fornecidas sobre cada template também são mostradas.

89 89 Figura 8. Lista de Templates Templates podem ser especificados para partes diferentes do site, assim como os módulos também podem. Se tiver muitos templates instalados no sistema, pode-se ter a vantagem de todos eles. Pode-se especificar um template diferente para cada página específica. Os arquivos CSS e HTML do Template podem ser editados, também com a finalidade de personalizar o site para o ambiente onde está sendo usado. O projeto do site da EsAEx/CMS possui uma lista de templates já instalados e configurados para que o Comando tenha opção de mudança do layout caso ache necessário. 7.5 Recursos e extensões implementadas Devido às diretrizes da EsAEx/CMS refletidas diretamente nas regras de negócio do gerenciamento dos sites, foi necessária a realização de pesquisas no sentido de buscar extensões para oferecer as funcionalidades requeridas regras supracitadas.

90 Multi-sites Com o objetivo de criar diferentes sites de uma mesma instalação do Joomla!, a ferramenta encontrada e selecionada entre outras no próprio site de extensões do Joomla!, foi a Multi-sites. Com uma instalação simples e após alguns testes, foi possível chegar ao resultado desejado: os compartilhamentos de templates, de contas de usuários e extensões instaladas, dentro de sites diferentes DocMan A utilização desta extensão surgiu da necessidade de se organizar, controlar e permitir aos Autores de conteúdos carregarem arquivos e documentos considerados de interesse do público, dentro de categorias e subcategorias pré-estabelecidas, possibilitando aos Publicadores de conteúdo a capacidade de autorizarem ou não a disponibilização dos arquivos postados, e aos usuários dos sites, a possibilidade de efetuarem downloads dos arquivos desejados. O aplicativo pode ser acessado via frontend através de um item de menu, e via backend pelo administrador do site, para criação de novas categorias e organização dos arquivos. Da mesma forma que as demais extensões, o DocMan foi encontrado no site oficial de extensões do Joomla!, task,viewlink/link_id,82/itemid,35/, foi instalado facilmente, através do aplicativo nativo deste SGC e, com ajuda de um tutorial simples, foram criadas categorias como Berimbaus,

91 91 para o site Início e Concursos para o site da EsAEx, de modo que dentro destas categorias foram dispostos os arquivos a elas relacionados Galerias de imagens O uso de galerias de imagens como o Simple Image, surgiu como alternativa à incorreta disponibilização de muitas fotos em uma mesma página, ocasionando lentidão no carregamento da mesma e pouco ganho de conteúdo e transmissão de mensagens. Assim, com uma simples chamada direcionada para o Simple Image é possível criar e carregar dentro de um conteúdo (texto), uma janela com uma foto à mostra, no tamanho desejado, com mini-fotos abaixo da principal, e setas dando opção de navegar para frente e para traz pelas fotos contidas em um determinado diretório, especificado na configuração da galeria em questão. Outra aplicação que surgiu como alternativa viável para a questão de administração de imagens nos sites foi a utilização de um item de menu, direcionado para um componente chamado Exposé 4, disponível para download em expose. Tal aplicativo possibilita a criação de galerias de imagens por categorias e assuntos, com um resultado gráfico espetacular, tanto na navegação entre as categorias, quanto na disponibilização das imagens Editor de conteúdos

92 92 O editor padrão do Joomla! foi substituído pelo JCK, semelhante a um editor de textos como o word, pelo fato da equipe considerar mais fácil a utilização deste último, possibilitanto a criação de conteúdos em outros lugares, sendo copiados para o documento aberto, e principalmente no que diz respeito às possibilidades de configuração e carregamento de imagens dentro de um conteúdo. 7.6 Avaliação da qualidade do projeto No decorrer do gerenciamento do projeto, foram analisou-se minuciosamente a ferramenta em funcionamento na EsAEx. Posteriormente, foram elencados os claros existentes entre as funcionalidades que o sistema atual oferece, bem como suas condições de funcionamento e, foram traçadas comparações com os requisitos levantados juntamente aos usuários do sistema através de pesquisa de campo realizada pela equipe de projeto. Além dos requisitos levantados pelos usuários, foram verificadas outras incorreções no sistema, deficiências com relação ao seu suporte documental, bem como, com relação à atualização ou melhoria do sistema atual. Após a decisão por se adotar uma ferramenta de software livre existente no mercado, foram realizados estudos sobre quais das ferramentas existentes no mercado melhor se adequariam às exigências da Escola (regra do negócio e dos usuários) e aos -requisitos levantados pelos usuários do SGC. O Joomla foi a ferramenta que mais se adequou, dentro das existentes no mercado, às regras do negócio, à disponibilidade de documentação do sistema e do usuário, e à grande capacidade de implementação de novas funcionalidades e, atende às normas de utilização da Internet pelas Organizações Militares do Exército Brasileiro.

93 93 Com o intuito de verificar o grau de adequação da ferramenta em questão ao atendimento dos requisitos levantados, estabeleceu-se uma avaliação de fatores de qualidade que visa identificar a eficácia da equipe de projeto em atender às especificações dos clientes através da ferramenta selecionada Análise dos requisitos levantados pelos usuários em relação ao nível de qualidade Da comparação entre os requisitos levantados pelos usuários e as características da nova ferramenta selecionada, obteve-se os resultados expostos a seguir nos quadros 7, 8 e 9. ORDEM REQUISITOS - FUNCIONALIDADES Inserir ferramentas de busca por palavras-chave Aprimorar a parte de confecção textual, aproximando os recursos atuais das ferramentas do Word; Redefinir alguns browsers que não conseguem acessar os Links a que se destinam. Ex: Mozilla; Otimizar o funcionamento do componente de datas Adicionar mais opções de layouts e templates Reorganizar os tópicos de forma correta Aperfeiçoar a interface (usabilidade) Agregar novos recursos que dispensem conhecimento em HTML Desmembrar a função SALVAR de modo que o usuário Sim X X X X X X X X 09 pudesse ir SALVANDO e verificando aos poucos as alterações X feitas antes de colocá-las no ar Possibilitar que o SGC se torne mais dinâmico, menos estático Exibir filmetes institucionais Melhorar os recursos de destaque em avisos (caixa de rolagem) Acrescentar banco de gifts animados Impedir o uso de arquivos com nomes contendo caracteres X X X X 14 especiais (espaços em branco, acentuações) que provoca X problemas no servidor Não

94 94 15 Acrescentar ferramentas que possibilitem a disposição das X figuras / fotos e sua distribuição no site Quadro 7 Requisitos levantados pelos usuários ORDEM 1 2 REQUISITOS - ERROS Possibilitar a deleção das imagens que foram carregadas no servidor através do campo imagem logo Reorganizar os tópicos. Quando na colocação do índice dos tópicos, estes ícones se desorganizam ficando em uma sequência incorreta Existem alguns navegadores, 3 4 Sim como firefox, que Não X X não reconhecem os LINKS da página criada ( versão 4 do PMP no desenvolvimento do GC) Ao acrescentar um texto e salvar houve duplicações desse conteúdo no site X X Quadro 8 Erro/bug levantados pelos usuários ORDEM REQUISITOS - SUGESTÕES Melhorar recursos disponíveis para a administração dos usuários, senhas e backups Melhorar recursos visuais e componentes Melhorar a interface e disponibilizar novos templates Fornecer o acesso a softwares auxiliares para a edição de imagens, compactação de arquivos Sim Não X X X X Quadro 9 Sugestões levantadas pelos usuários Diante do exposto, observa-se que o SGC 2007 atende às diversas funcionalidades exigidas pelos usuários do SGC da EsAEx, bem como satisfaz às necessidades apontadas pelos usuários da EsAEx/CMS. O Joomla!, criado 2005, destaca-se dentro da comunidade envolvida no desenvolvimento, manutenção e expansão do mesmo, que aponta para a perspectiva de que esse SGC deve despontar como a principal ferramenta CMS de códigolivre nos próximos anos.

95 Pesquisa de satisfação dos usuários frente ao novo sistema uma proposta Com o intuito de investigar se as implementações executadas no SCG pela equipe de informática do CFO/2007 atingiram as expectativas dos usuários desse Sistema, foi elaborado um instrumento de pesquisa. Esse instrumento, em forma de um questionário, pretende, ainda, verificar o nível de satisfação dos usuários com o novo SGC. A aplicação desse instrumento de pesquisa, conforme apêndice G, acontecerá após a implementação do Projeto Interdisciplinar da equipe de alunos do CFO QC/07 com o intuito de fornecer um feedback à equipe de projeto sobre a consistência dos resultados obtidos na execução dos trabalhos propostos por esse grupo. 7.7 Considerações finais Estando os sites em condições de serem implementados, torna-se necessário a elaboração de uma estratégia que oriente a migração dos conteúdos, homologação e substituição dos sites, instalação dos novos sites no servidor, implementação da política de segurança proposta e apresentação da política de utilização do novo sistema, que constituem o tema do próximo capítulo..

96 96 8 ESTRATÉGIAS PARA IMPLANTAÇÃO DO SGC 2007 NA ESAEX/CMS Este capítulo descreve as estratégias a serem utilizadas para a implantação do site desenvolvido com o SGC Joomla! na EsAEx/CMS. A implantação tem como requisito principal a segurança e a continuidade do site em produção, de forma que não exista queda da produtividade na substituição dos sistemas. A primeira seção deste capítulo trata da estratégia de gerenciamento e segurança do sistema, a segunda trata da estratégia de homologação do novo site e substituição do existente, e a terceira trata da estratégia de utilização do sistema pelos usuários da EsAEx/CMS. 8.1 Segurança e Gerenciamento do sistema Como recomendação visando desenvolver um modelo completo de segurança da informação para a EsAEx/CMS, com mecanismos, práticas e normas, seguindo as recomendações abordadas anteriormente nos pontos a melhorar, é necessário primeiramente, a atualização da Política de Segurança da OM segundo a proposta apresentada no apêndice H, conforme preconiza a ABNT (2002), envolvendo a segurança em pessoas, processos e recursos, de forma que a informação - recurso mais valioso da OM - esteja sempre preservada. Esta seção apresenta uma proposta para o gerenciamento e a segurança do site baseada em Software Livre. Esta iniciativa, desenvolvida no laboratório de informática da Seção de Ensino 2 da EsAEx/CMS, consiste em utilizar um computador pessoal (PC) de baixo poder de processamento com um Sistema Operacional robusto, voltado para a segurança, o OpenBSD. Instalado em conjunto com ferramentas de gerência e segurança de redes open source, deve ser disponibilizado entre a rede da EsAEx/CMS e o servidor do SGC 2007, garantindo assim,

97 97 a otimização na segurança e gerência do sistema. A abordagem baseia-se num Firewall do tipo Bridge, conhecido também como invisível por não possuir endereçamento Internet Protocol (IP), uma vez que trabalha na camada de enlace de dados (nível 2) do modelo ISO/OSI, utilizando um PC com duas placas de rede ethernet 10/100Mbps e softwares livres. A tecnologia implementada possibilita uma solução dita caixa-preta, de modo que a Divisão de Telemática não necessite quaisquer alterações na arquitetura e configuração de sua rede Descrição da solução Em termos técnicos, a proposta de gerenciamento e segurança consiste em instalar uma Bridge com firewall entre a rede e o servidor do site da EsAEx/CMS. Este mecanismo é encarregado de realizar as seguintes funções: a) Segmentação da Rede A Bridge Firewall deve dividir o cenário em duas partes, assim designadas: rede externa e DMZ2 (CHAPMAN, 1995). A rede externa é composta por tudo o que não pertence à DMZ, ou seja, a rede da EsAEx/CMS. A DMZ contém apenas os serviços necessários ao site, que precisam estar acessíveis pela EBNet, Internet e rede interna. b) Firewall do tipo Bridge A implementação de um filtro de pacotes empregando a abordagem de uma bridge (TANENBAUM, 1999) permite criar um Firewall do tipo caixa preta, de existência imperceptível e de implantação bastante simples em qualquer ambiente, conforme mostra a figura 9. Isto pode ser feito com o OpenBSD, que de acordo com Freitas (2005) é um sistema operacional UNIX de código aberto, originalmente desenvolvido na Universidade da Califórnia em Berkley. Foi desenhado para ter uma capacidade de segurança e criptografia 2 Zona Desmilitarizada.

98 98 extremamente alta e para ser muito resistente a ataques. Um de seus grandes trunfos é a facilidade de implementar bridges. É considerado o sistema operacional mais seguro do mundo e de acordo com os mantenedores do projeto: Somente duas falhas remotas na instalação padrão em mais de 10 anos! (OPENBSD, 2007). Figura 9: Router e Bridge no modelo ISO/OSI É possível implantar a solução sem a necessidade de qualquer reconfiguração nas máquinas da rede interna e da DMZ com relação ao endereço do gateway default (TANENBAUM, 1999). Também é possível estabelecer planos de contingência para falhas neste equipamento, pois não existe a necessidade de alteração na configuração dos equipamentos da rede local. O software utilizado para filtragem de pacotes baseia-se no Packet Filter (PF) do OpenBSD, um filtro de pacotes statefull (FREITAS, 2005). c) Detecção de Intrusão Com a utilização do Snort, ferramenta especializada em detecção das tentativas de ataque em rede (SNORT, 2007), é possível manter um banco de dados de todo o território nacional, com informações centralizadas contendo o registro completo de ocorrências deste tipo. Esta tecnologia possui eficácia comprovada, uma vez que permite detectar inúmeras tentativas de ataque com origem na internet ou na intranet das OM contra serviços disponíveis.

99 99 d) Análise de tráfego Com a instalação da solução, obtém-se um ponto de controle do site. É possível analisar o tráfego, por meio do emprego da ferramenta, pode-se realizar diagnósticos de problemas de tráfego, identificar gargalos de comunicação, identificar serviços mais utilizados (TCP e UDP), hosts que mais utilizam o site, tamanho médio de pacotes entre várias outras informações e, também, ataques do tipo negação de serviço. Para isto é utilizado o NTOP (Network Traffic Probe) (NTOP, 2007), que fornece praticamente as mesmas informações que poderiam ser obtidas por um agente de monitoração RMON Recursos Necessários A solução proposta possibilita o reaproveitamento de hardware já existente e considerado obsoleto. Em termos de capacidade de processamento, a Bridge Firewall necessita de um PC usando sistema operacional OpenBSD 4.1, duas placas de rede, disco rígido com pelo menos 2 Gb e memória de no mínimo 64 Mb. Complementando a configuração, são necessários os seguintes softwares (open source): a) Detector de Intrusos Snort, versão 2.7; b) Servidor Proxy Squid, versão 2.6; c) Ferramenta de Análise de Tráfego Ntop, versão Regras do Firewall 3 Protocolo de Gerenciamento de Redes.

100 100 De acordo com a ABNT (2002), utiliza-se a regra do menor privilégio, ou seja, tudo que não é devidamente liberado está negado. Com base nesta organização, é possível controlar o fluxo através da Bridge em cada um dos sentidos indicados: a) Rede DMZ: Liberado apenas para os serviços do site disponíveis às redes Interna, EBNet e Internet; b) DMZ Rede: Negado; 22222Análise dos resultados A partir da instalação do sistema pode-se ter como resultado a criação de um Banco de Dados contendo todos os incidentes de segurança envolvendo o site da EsAEx/CMS, a partir de relatórios de atividades de tentativa de roubo de informação, ataques de negação de serviço e exploração de falhas na implementação dos softwares servidores. Estas informações podem ser consultadas por meio de uma ferramenta para visualização, o ACID (Analysis Console for Intruder Detection) (BEALE & CASWELL, 2004). Em conjunto com o Snort, o Guardian pode ser utilizado eficazmente para bloquear as tentativas de ataques automaticamente agindo nas regras do Firewall. Isto torna possível ações reativas em caso de intrusão e prevenção de ataques futuros. É possível fazer uma monitoração e gerência completas sobre o tráfego de rede por host, protocolo, etc. geradas pelo Ntop através de gráficos para interface Web (NTOP, 2007). 8.2 Homologação e Substituição Para a homologação do site da EsAEx/CMS, é necessário seguir a IR 20-26, onde cada OM pode dispor de um site Internet a fim de disponibilizar, por meio de um endereço

101 101 eletrônico e da própria página, informações e serviços para o público em geral (EXERCITO, 2001). Na elaboração da página eletrônica, a EsAEx/CMS responsabiliza-se pela coerência, exatidão e pertinência das informações difundidas, bem como pela observância dos aspectos de segurança. Segundo a IR, sob hipótese alguma devem ser disponibilizados dados ou informações que possam comprometer a segurança orgânica da Instituição (Ex: fotos aéreas, endereços dos integrantes da Unidade, telefones particulares, escala de serviço, etc.). Devem ser utilizados apenas programas aplicativos (softwares) adquiridos ou desenvolvidos pelo Exército, licenciados de acordo com a legislação vigente, ou de domínio público, desde que homologados pelo DCT. A página eletrônica deve conter, pelo menos, as seguintes informações: símbolo e nome completo da OM; mensagem de boas-vindas; histórico; subordinação; endereço físico da OM; endereço de correio eletrônico ( ) do responsável pelo conteúdo do sítio Internet (Web site); ato ou documento, data e autoridade responsável pela autorização para publicação da página eletrônica; ponteiro para o sítio oficial do Exército Brasileiro (www.exercito.gov.br); e outras informações julgadas úteis, a critério da OM e sujeitas à aprovação Hospedagem de Página A publicação na Internet da página eletrônica da EsAEx/CMS deve obedecer a seguinte sistemática:

102 102 a) a autorização para publicação deve ser solicitada, por meio da cadeia de comando, ao Departamento de Ensino e Pesquisa, Órgão de Direção Setorial enquadrante, ou à Secretaria Geral do Exército. O DEP ou a SGEX autorizará ou proibirá a disponibilização das informações contidas nas páginas eletrônicas da EsAEx/CMS, indicando, ainda, as alterações necessárias; b) o DEP, analisará o conteúdo com o auxílio do Centro de Inteligência do Exército e do Centro de Comunicação Social do Exército e aprovarão as respectivas páginas eletrônicas; c) para que ocorra modificação ou atualização que altere substancialmente a estrutura e/ou o conteúdo da página eletrônica, deverá ser obedecida a mesma sistemática observada para a aprovação inicial; d) após a aprovação do conteúdo da página, a EsAEx poderá colocar o site no ar, cabe ao Comandante a responsabilidade por alterações na página eletrônica de sua OM, segundo a IR. De acordo com a política da EsAEx/CMS, os sites da EsAEx, do CMS e o site inicial, EsAEx/CMS, devem ser independentes. Conforme esse requisito, foram desenvolvidos os três sites, com estruturas independentes, possibilitando o gerenciamento isolado. Segundo a arquitetura implementada, os domínios devem sofrer uma pequena modificação de forma que o site inicial, EsAEx/CMS, fique registrado como o site da EsAEx, e o CMS, atendendo a cada público alvo de maneira mais otimizada. Para alcançar esse objetivo, deve-se fazer contato com administrador do domínio ensino.eb.br, para que possa registrar os três subdomínios apresentados, e também deve-se configurar o servidor apache de forma que ele responda pelos domínios e disponibilize o site

103 103 requisitado no browser do cliente, para tanto deve-se criar domínios virtuais no servidor Web apache para os sites acima Domínios virtuais no Apache Domínio virtual, ou Virtual Hosts, é a capacidade de hospedar mais do que um Web site numa única máquina, com um endereço IP ou mais. Nesta seção serão apresentados os fundamentos básicos para se configurar virtual hosts no servidor. Abra o arquivo /etc/hosts e acrescente as seguintes linhas: esaexcms esaex cms esaexcms esaex cms Abra o /etc/apache2/sites-available/default e no final do arquivo, acrescente as linhas abaixo e reinicie o apache: NameVirtualHost * <VirtualHost *> ServerName DocumentRoot /var/www/esaexcms </VirtualHost> <VirtualHost *> ServerName DocumentRoot /var/www/esaexcms/esaex </VirtualHost> <VirtualHost *> ServerName DocumentRoot /var/www/esaexcms/cms </VirtualHost>

104 Instalação do site no servidor Para instalar o site a partir do CD-ROM (anexo D), é preciso instalar primeiro o Apache, PHP e o MySQL no Debian, não é objetivo deste trabalho descrever os passos para instalação do Debian e o conjunto LAMP (Linux, Apache, MySQL e PHP). Deverá ser instalado com o seguinte comando: # apt-get install server-5.0 php5-mysql apache2 php5 libapache2-mod-php5 mysql- a) Modificações Necessárias Em seguida, será necessário ligar a extensão do MySQL. Para fazê-lo deve-se editar o arquivo /etc/php5/apache2/php.ini, descomentando a linha: ;extension=mysql.so b) Instalação do site O próximo passo é descompactar o arquivo esaexcms.tar.gz do CD-ROM no diretório /var/www/esaexcms para realizar os testes. Após a criação do banco de dados deve-se mudar as permissões do site para o usuário do apache www-data da seguinte forma: # chmod 777 -R /var/www/esaexcms Deve-se configurar o servidor apache de forma que o seu diretório root seja o site esaexcms, abrindo o arquivo /etc/apache2/sites-available/default substituindo DocumentRoot /var/www/ por /var/www/esaexcms Finalizada a descompactação será preciso carregar o banco de dados de backup do CR-ROM, usa-se o seguinte comando, onde esaexcms é o nome do banco de dados, e backup.sql é o arquivo texto que conterá o backup.

105 105 # mysqladmin -u root -p create esaexcms # mysqldump -u root -p esaexcms > backup.sql É necessário, também, criar um usuário com senha e privilégios para acessar o banco de dados. Para fazê-lo utilize os seguintes comandos, lembrando que esaexcms é o nome da base de dados, e que o usuário escolhido tem o nome usuario e a senha senha_do_usuario : # mysql -u root -p mysql> IDENTIFIED BY GRANT ALL PRIVILEGES ON esaexcms.* TO usuario 'senha_do_usuario'; mysql> quit Feitos esses passos é só acessar o site a partir do browser no 8.4 Migração do site em produção Para a substituição do site da EsAEx/CMS, deve-se em primeiro momento instalar o site, a partir do CD-ROM anexo a este trabalho, em outra máquina, para disponibilização aos usuários por um período determinado a realização de testes, adaptações e sugestões dos usuários, quanto a aceitação do produto final, para tanto deve-se criar um link no atual site, contendo um pequeno texto e uma chamada para que o usuário possa avaliar e testar o novo site antes que seja substituído o antigo, após essa aceitação, deve-se migrar para o servidor definitivo. Para isto devem-se seguir três passos: a) enviar os arquivos do site para o novo servidor; b) fazer um backup do banco de dados para o novo servidor; c) receber os dados e o banco de dados no novo servidor alterando os caminhos do servidor antigo para o novo

106 106 Estes passos estão explicados com mais detalhes a seguir: a) migração dos arquivos Para migrar os dados, basta copiar o diretório onde o site foi instalado /var/www/esaexcms e colocá-lo no novo diretório onde ficará no servidor definitivo; b) migração do banco de dados A migração do banco de dados é feita facilmente com o comando mysqldump, que cria um texto contendo todas as informações do banco de dados. Este texto pode ser convertido em um arquivo texto, que pode depois ser interpretado para a reconstrução do banco de dados à partir do arquivo. Para criar o arquivo de backup, usa-se o seguinte comando, onde esaexcms é o nome do banco de dados, e backup.sql é o arquivo texto que conterá o backup. # mysqldump -u root -p esaexcms > backup.sql Depois da criação deste arquivo, envie-o para o servidor definitivo. c) instalação do site no novo servidor Recebidos os arquivos das etapas anteriores, resta agora modificar os caminhos do site para o novo servidor e popular o banco de dados. Primeiro deve-se editar o arquivo /etc/apache2/sites-available/default. Neste arquivo existem algumas definições de variáveis que são usadas pelos módulos e pelo site de uma forma geral. Apenas procure todas as ocorrências do endereço antigo, por exemplo, e troque ou para ainda o o endereço endereço novo, por exemplo, absoluto, por exemplo, /var/www/esaexcms pelo endereço absoluto do novo servidor. Logo após, resta mudar algumas referências do banco de dados. Para isto, deve-se editar o arquivo de backup criado anteriormente, e fazer o mesmo que foi feito com o arquivo default, mas deve-se ter um problema um pouco maior uma vez que este arquivo costuma ser

107 107 muito grande para fazer esta alteração manualmente. Portanto, será necessário utilizar a ferramenta de Procurar/Substituir de algum editor de texto. Após a modificação, agora se deve povoar o banco de dados com o arquivo de backup. Para isso precisa-se criar o banco de dados novamente com o mesmo nome e criar o mesmo usuário que tinha criado anteriormente. Deve-se fazer isso de forma idêntica a que foi feito na primeira instalação. Depois resta apenas utilizar o seguinte comando que irá importar os dados para o novo banco de dados: # mysql -u root -p esaexcms < backup.sql Terminados estes dois passos, o site deverá funcionar normalmente no novo servidor. 8.5 Política de utilização Esta seção trata dos diferentes tipos de usuários do sistema, seus níveis de acesso, e a regra do negócio para ultilização na EsAEx/CMS. Os usuários do sistema podem ser divididos em duas categorias: a) convidados; b) usuários registrados. Guests (Convidados) são os visitantes normais ou corriqueiros do site, alguns conteúdos somente podem ser acessados por Usuários Registrados, ou seja, conteúdos referentes aos serviços internos da EsAEx/CMS, como por exemplo, notas de alunos, notícias internas, etc...enquanto que os visitantes somente podem ter acesso a uma limitada quantidade de conteúdo, ostensivo aos usuários externos. Registered Users (Usuários Registrados) registraram-se no site para obter um nome de usuário (username) e uma senha (password). Este nome de usuário e senha possibilitará ao

108 108 Usuário Registrado acessar o site, receber privilégios especiais, não disponíveis para os convidados. Os Usuários Registrados são divididos em dois grupos: a) usuários de Frontend (área de visualização ou de acesso); b) usuários de Backend (área de manutenção ou administração) Edição em contexto Como visto anteriormente, é possível definir diversos níveis de usuários para o gerenciamento do site, e com isso descentralizar a responsabilidade de gerenciamento de conteúdo. Os perfis AUTOR, EDITOR e PUBLICADOR podem editar o conteúdo do site EM CONTEXTO conforme figura 10. Figura 10: Edição de Contexto Após registrado no site, será visualizado um User Menu (Menu de Usuário) específico quando se logar. Independente das permissões que tiver, isto é, se usuário Registered

109 109 (Registrado), Author (Autor), Editor (Editor), ou Publisher (Publicador) verá o mesmo Menu de Usuário. Contudo, as funções disponíveis no menu poderão variar dependendo das permissões de acesso que tenha. Nesta seção é definida a estratégia de: a) gerenciamento de conteúdo; b) submeter Links da Web; c) verificar Itens Gerenciamento de conteúdo Em geral, o gerenciamento de conteúdo consistirá nas três seguintes operações: a) submeter novo conteúdo para o sistema (Item de Conteúdo); b) revisão de leitura e edição do conteúdo, se necessário; c) publicação de conteúdo. Na regra do negócio do site, Autores são responsáveis por submeter conteúdo, Editores, fazem a revisão e/ou a edição do conteúdo, e os Publicadores fazem a publicação do conteúdo, para que seja disponibilizado no front end. Contudo, ambos, os Editores e Publicadores, podem submeter conteúdos e o Publicador pode editá-lo, também conforme figura 11.

110 110 Figura 11. Usuários do Site Para os propósitos da EsAEx/CMS, os Autores, que apenas podem criar o conteúdo mostrado na figura 12, são os auxiliares das várias divisões/seções, cada seção pode ter um ou mais autores. Os Editores, que corrigem ou revisam o conteúdo criado por seus auxiliares, são os chefes das divisões/seções. Os Publicadores, que publicam o conteúdo, são os últimos usuários que manipulam a notícia antes que seja publicada. Tendo em vista que o conteúdo disponível no site é altamente sensível para a imagem da OM, o Publicador deve ser um militar capacitado as funções de Relações Públicas, devendo ser no caso da EsAEx/CMS o Oficial de Comunicação Social, como exemplifica a figura 13. Figura 12. Tipos de Conteúdos

111 111 Figura 13. Fluxo do Conteúdo 22222Painel Administrativo Os usuários ADMINISTRADORES acessam um painel onde podem controlar praticamente todo site, esta função fica a cargo do pessoal que da Divisão de Telemática. As funções da área de manutenção mostras na figura 14 são disponibilizadas a partir do logging na área de manutenção, acessando a URL Figura 14. Gerência do Site

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