Resoluções das atividades

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1 Resoluções das atividades Sumário Capítulo 15 Civilizações ameríndias...1 Capítulo 16 Colonialismo espanhol e inglês...2 Capítulo 17 Dos primeiros tempos à estrutura da economia colonial brasileira...4 Capítulo 18 Invasões no Brasil Colônia...7 Capítulo 19 Crise do Antigo Regime Revolução Inglesa...8 Capítulo 15 Civilizações ameríndias Atividades para sala 01 a) Astecas (ou incas) e tupi-guaranis (ou tupinambás, caraíbas e muitos outros). b) Porque se referem a populações indígenas com níveis técnicos e culturas diferentes. 02 a) O Poder Supremo ou Sapa Inca era adorado como um deus, descendente do Sol. Exercia o poder máximo político e religioso. b) A nobreza consistia em parentes do imperador e escolhidos para os postos de comando (governadores, chefes militares, sábios, juízes e sacerdotes). c) Trabalhadores eram funcionários públicos, trabalhadores especializados (marceneiros, ourives etc.) e camponeses. 03 a) O estilo de vida indígena diferia totalmente do modo de vida que os portugueses possuíam e do clima em que viviam, pois consideravam o seu modo de vida um modelo para toda a humanidade. b) Os povos mais submetidos às condições naturais eram aqueles que viviam nas regiões mais ricas em recursos, possibilitando a caça, a pesca e a coleta com relativa facilidade, ao contrário dos outros, que foram obrigados a organizar sistemas político-sociais para a realização de obras de impactação, barragens etc. 04 a) O texto enfatiza a visão eurocêntrica em relação aos indígenas americanos, sob a inluência de valores cristãos e capitalistas, que pressupõem a inferioridade do indígena frente ao europeu. b) De modo geral, as civilizações pré-colombianas organizavam-se em impérios teocráticos com predomínio da servidão coletiva nas atividades agrícolas praticadas em complexos sistemas de irrigação. Os astecas destacavam-se por seu militarismo. 05 Quando o colonizador Hernán Cortés chegou à sede do Império Asteca, foi tido como uma divindade, sendo recebido de forma cordial pelos nativos e mesmo pelo imperador. O relacionamento foi inicialmente amistoso, e os espanhóis aproveitaram-se da inserção no meio social asteca para iniciar o processo colonizador, submetendo o povo por meio da força física e simbólica. Atividades propostas 01 B O sistema colonial implantado a partir do século XVI pelas potências marítimas europeias tinha por base a instalação de feitorias ou enclaves em territórios estrangeiros, a implantação de colônias de povoamento e exploração e a estruturação de sistemas de governo coloniais. 02 E Os astecas cultuavam diversos deuses, especialmente da natureza (deus Sol, Lua, Trovão, Chuva), e uma deusa representada por uma serpente emplumada. Os sacrifícios humanos faziam parte de seus rituais, em que o coração, símbolo da vida, era ofertado aos deuses em sua homenagem. 03 A As maiores produções incaicas estão relacionadas à arquitetura e à engenharia. Por meio delas, foi possível construir pirâmides, palácios, pontes e cidades como Cuzco e Machu Picchu, que reuniam milhares de pessoas e mantinham uma rica ordem urbanística. Os famosos terraços irrigados nas serras e montanhas para a produção agrícola era outra característica da soisticação e complexidade da sociedade incaica. A construção e a ocupação de tais espaços foram deinidas a partir dos usos religiosos cotidianos. 04 D As principais cidades pré-colombianas possuíam uma estrutura urbana que em nada deixava a desejar às cidades europeias, pois possuíam praças, saneamento básico, abastecimento de água e grandes construções que, inclusive, impressionaram os conquistadores europeus. 05 D Muitas civilizações pré-colombianas estabeleceram características e marcas que incluíam assentamentos permanentes ou urbanos, agricultura e arquitetura cívica e monumental e complexas hierarquias sociais. 06 C Astecas Foram precedidos pelos olmecas e toltecas. Os olmecas foram assimilados pelos toltecas, que estenderam seu domínio pelo México, onde se encontravam os maias. 1

2 LIVRO 5 07 D Maias Habitavam a Guatemala e o México, praticavam a agricultura e o comércio e produziam cerâmica. Inicialmente, organizavam-se em clãs e tribos, passando para uma divisão em castas. Incas Viviam originalmente na orla do Pacíico sul-americano. O item I é verdadeiro, pois o militarismo e o trabalho compulsório eram a base asteca. O item II é falso, pois os incas não se fundamentavam na escravidão, e sim na servidão coletiva. O item III é falso, pois a agricultura era a base da economia inca, e o item IV é verdadeiro, pois o militarismo e a monarquia teocrática eram a base política dos astecas. 08 B Tendo como principal atividade econômica a agricultura, os incas dependiam das condições naturais favorecidas pelas encostas das montanhas e de uma complexa rede de canais para o transporte de água, que se estendia por quilômetros de distância. Beneiciados pelo conhecimento de técnicas agrícolas, os incas dispunham de um calendário que lhes permitia a produção de alimentos necessários à subsistência. 09 E Todo o desenvolvimento inca fundamentou-se no desenvolvimento da agricultura irrigada e da servidão coletiva, fundamentada no poder teocrático. 10 C A cidade de Cuzco era o centro político e econômico do Império Inca, sendo visto pelo seu povo como o centro do mundo. apenas pelo propósito da acumulação. O estabelecimento dos monopólios comerciais, as concessões na exploração de riquezas naturais e a desestruturação das formas de produção dos povos indígenas com a adoção da mita, da encomienda e da escravidão dão a dimensão do espírito colonialista nas colônias de exploração. 04 a) De acordo com o texto, a agricultura indígena foi prejudicada devido à prioridade dada pelos colonizadores espanhóis às criações de gado, de porcos, de carneiros e de cabras. O estímulo à pecuária por meio de leis e subsídios por parte do governo espanhol, sem levar em conta as culturas agrícolas locais, agravou os danos à economia dos indígenas. b) A conquista da América pelos espanhóis teve como principais consequências a destruição das civilizações pré-colombianas e a dizimação de parte das populações nativas pela submissão ao trabalho excessivo e exposição às doenças. Pode-se acrescentar, ainda, a marginalização dos indígenas em razão das formas de dominação econômica e política excludentes implementadas pelos colonos espanhóis. 05 O frei Bartolomé de Las Casas denunciava, em sua obra, as atrocidades praticadas pelos conquistadores, observando que a sociedade americana que começava a se constituir caracterizava-se pelas injustiças e pela falta de direitos elementares. Contrariamente a Las Casas, muitos acreditavam que a conquista da América era benéica para os indígenas, fundamentados na visão da superioridade da civilização europeia e na crença de que esta era necessária ao desenvolvimento dos nativos americanos. Capítulo 16 Colonialismo espanhol e inglês Atividades propostas pág. 15 Atividades para sala pág As causas foram as seguintes: regime de trabalho forçado, doenças para os quais os nativos não tinham proteção, maus-tratos e guerras. 02 O mercantilismo ou a prática mercantil conigurou-se como uma das políticas econômicas desenvolvidas por países ibéricos no contexto da expansão europeia do século XVI. Como características do mercantilismo, destacam-se: a intervenção do Estado na economia; a vinculação de tal prática com os Estados absolutos e com a sociedade do Antigo Regime; o metalismo, entre outras. 03 O espírito colonialista ao qual se refere o autor está inserido no contexto do desenvolvimento do capitalismo mercantilista e, portanto, a exploração europeia das colônias americanas na Idade Moderna, que levou ao estabelecimento de uma política predatória dos recursos naturais, orientada 01 A A primeira tarefa dos jesuítas consistia na proteção dos indígenas, organizando a vida dos grupos em aldeamentos, onde promoviam a conversão dos gentios, a alfabetização das crianças, o treinamento dos adultos para o trabalho e, até mesmo, a organização de grupos militares para a defesa dos aldeamentos. 02 B As lastimáveis condições de vida proporcionadas por esse tipo de relação de trabalho geraram uma severa diminuição na população indígena dessas regiões. Com o passar do tempo, a mita foi sendo substituída pela adoção da mão de obra livre. Nas regiões em que a escassez da mão de obra indígena se agravou, os espanhóis optaram pela utilização de escravos africanos trazidos pelos traicantes europeus. 03 C O etnocídio foi uma das marcas principais da colonização europeia na América Latina. A população indígena foi massacrada e, até hoje, os relexos são notados em toda a região. 2

3 04 E O processo de conquista espanhola nas Américas foi marcado pela violência simbólica (pautada pelo combate à cultura e à religiosidade dos nativos) e, da mesma forma, pelo combate armado contra os grupos que se opunham à submissão. A infecção dos nativos com doenças comuns aos colonizadores foi responsável pela mortandade descontrolada. A falta de unidade entre os povos que ocupavam as Américas, ainda, contribuiu para a conformação da conquista espanhola. 05 B (3) As audiências encarregavam-se da aplicação da justiça nas colônias. (1) a Casa de Contratação controlava o comércio com as colônias e arrecadava os impostos. (4) os Cabildos eram órgãos responsáveis pela administração econômica e política das cidades coloniais. (2) O Conselho das Índias era importantíssimo no apoio ao rei quanto às questões executiva, legislativa e judiciária com as colônias. 06 E Com o contato dos espanhóis com as civilizações pré-colombianas, as populações nativas foram praticamente exterminadas por causa das guerras, das doenças e da exploração de mão de obra. O processo foi semelhante em todo o continente. No México, os astecas foram arrasados em No Peru, a conquista e a destruição do Império Inca começaram em A exploração das minas de metais preciosos foi a principal atividade econômica das colônias espanholas. Os sistemas de trabalho forçado garantiram a utilização de mão de obra indígena. 07 D A exploração do trabalho indígena constituiu-se na base da exploração da América e utilizou-se de duas formas diferentes: a encomienda e a mita. É importante lembrar que o colonialismo e o escravismo foram características da política econômica mercantilista. 08 D O processo de colonização espanhola na América foi responsável pela prática de genocídio e etnocídio, ou seja, extermínio do povo e da cultura, respectivamente. 09 E Os Cabildos eram as câmaras municipais responsáveis pela administração local e eram compostos pelos descendentes de espanhóis, chamados de criollos. 10 D A mita e a encomienda foram os dois métodos de exploração da mão de obra indígena utilizadas pelos espanhóis na colonização da América. Atividades para sala pág O Norte dos Estados Unidos passou por mudanças de forma a adequar-se à nova dinâmica do mundo capitalista e, por isso, as relações sociais foram orientadas pelo uso de mão de obra livre, pela deinição de minifúndios e produção agrícola voltada para o mercado interno. Em contrapartida, o Sul dos Estados Unidos manteve, por prolongados anos, tradições fundadas no escravismo, no latifúndio, em práticas monocultoras, com produção para o mercado externo. 02 a) O comércio triangular era praticado com certa liberdade, pois não afetava os produtos ingleses e os produtos eram de menor interesse. Esse comércio envolvia as Colônias do Norte (peles, carnes e madeira), o Caribe (rum e melaço) e a África (escravos). b) O tabaco e o algodão eram produtos importantes para a Inglaterra, tendo uma maior iscalização, a qual impedia sua comercialização sem o controle da metrópole inglesa. 03 A política de cercamentos e o consequente empobrecimento de diferentes grupos da sociedade inglesa, bem como as disputas religiosas que culminaram com a Revolução de 1640, inluenciaram os luxos migratórios da Inglaterra para os Estados Unidos. 04 O processo de colonização inglês na América foi marcado por certas singularidades. Dentre elas, destacam-se: a ocupação tardia do território, se comparado às investidas ibéricas; e o referencial religioso protestante, que destoava da moralidade católica. 05 Na principal colônia inglesa, os Estados Unidos, o resultado da conquista foi o massacre dos povos indígenas, acompanhado de um processo de segregação racial. Atividades propostas pág C As Colônias do Sul eram estruturadas na composição de exploração, a im de atender aos anseios mercantilistas da metrópole, oferecendo uma produção escravista exportadora, principalmente de tabaco e algodão. 02 B O processo de colonização das Américas foi orientado pelos ideais de conquista e submissão dos povos nativos. A dimensão da conversão aos dogmas religiosos cristãos signiicava, a esse tempo, uma possibilidade de realização plena do ideário dominador, principalmente no que se refere ao disciplinamento e a conformação de corpos dóceis. 03 E A ocupação da região ocorreu principalmente por refugiados religiosos, e foi por isso que o pensamento liberal rapidamente enraizou-se, tanto do ponto de vista político como do religioso. Nova York, Pensilvânia, Nova Jersey e Delaware assemelhavam-se à Nova Inglaterra quanto à estrutura e à produção diversiicada, uma vez que se desenvolveram com base na agricultura e na criação de animais. 3

4 LIVRO 5 04 D 05 C 06 C 07 A 08 C 09 C 10 C As colônias de povoamento foram fundadas pelos europeus que fugiam de perseguições religiosas e acabaram fundando a Nova Inglaterra. A atividade comercial na Nova Inglaterra orientou as relações econômicas que deram às colônias inglesas, na América do Norte, uma pré-condição de autonomia. Esta construída a partir do comércio triangular que era feito entre Nova Inglaterra, Antilhas e África, passando também pelas Colônias do Sul que participavam da atividade comercial, seja comprando escravos, manufaturas ou ainda vendendo matérias-primas. O norte dos EUA formou uma colônia de povoamento que se caracterizava pela existência de minifúndios, policultura e uso da mão de obra livre familiar, possibilitando o desenvolvimento de seu comércio interno e dando-lhe maior autonomia. Enquanto a Europa importava produtos coloniais, trocava suas manufaturas (armas, pólvora, tecidos, ferros e rum) por mão de obra vinda da África. Os escravos eram a moeda com a qual os europeus pagavam os produtos vindos da América e das Antilhas para não precisar despender os metais preciosos, fundamento de toda a política mercantilista. Essa prática icou conhecida como comércio triangular. Plantation é um sistema agrícola baseado na monocultura, na exportação e na exploração. Tal sistema icou bastante conhecido na época do imperialismo europeu. As metrópoles, visando ao seu próprio lucro, exploravam as colônias por meio da plantation, originando, dessa forma, as colônias de exploração. As Colônias do Norte eram típicas de povoamento, utilizando mão de obra assalariada e tendo liberdade de comercializar seus produtos, já que não havia nenhum interesse da Coroa inglesa em explorar tal região em virtude de terem as mesmas condições climáticas da metrópole. As Colônias do Sul, consideradas de exploração, utilizavam mão de obra escrava, visavam ao mercado externo e tinham uma relação comercial mais estreita com a metrópole. Os negros escravizados contribuíram bastante para o desenvolvimento econômico das Colônias inglesas do sul da América do Norte, uma vez que nelas foi instalada a atividade monocultora baseada no latifúndio e no escravismo proveniente da África. Capítulo Não. Portugal enviou ao Brasil várias expedições exploratórias e comerciais e muitos portugueses icaram em terras brasileiras convivendo com a população indígena. 02 A expedição comandada por Martim Afonso de Sousa tinha como missões combater os corsários franceses, estabelecer núcleos de povoamento no litoral, tomar posse das terras em nome do rei, nomear funcionários e distribuir sesmarias. 03 a) Estão entre os principais motivos do fracasso das capitanias hereditárias a falta de apoio econômico, a grande distância para a metrópole, a falta de uma maior comunicação entre as capitanias, a falta de uniformização e o individualismo dos donatários. b) Em certa medida, é possível dizer que o sistema de capitanias seguia os mesmos moldes do sistema feudal, mas existiram diferenças básicas. Nas capitanias, optou-se pelo escravismo, enquanto nos feudos era a servidão o regime existente. O feudo era muito repartido e estratiicado, enquanto as capitanias eram grandes extensões de terras comandadas politicamente pelo donatário. 04 Tomé de Sousa Fundação de Salvador, chegada dos primeiros jesuítas, criação do primeiro bispado no Brasil e chegada dos primeiros bois. Duarte da Costa Fundação de São Paulo e invasão dos franceses à Baía de Guanabara. Mem de Sá Fundação do Rio de Janeiro, expulsão dos franceses e morte de Estácio de Sá. 05 As Câmaras Municipais tinham o poder de discutir sobre diversas questões referentes aos cuidados e às medidas dirigidas a uma determinada região. De forma geral, uma Câmara Municipal tinha a incumbência de controlar as rendas e os gastos da administração pública do local, regulamentar as atividades comerciais desenvolvidas nos arredores da cidade, cuidar da preservação e limpeza de todo o patrimônio público e empreender a realização de obras públicas. 01 A Dos primeiros tempos à estrutura da economia colonial brasileira Atividades para sala pág. 32 Atividades propostas pág. 33 Durante o Período Pré-Colonial, houve o envio de expedições ao litoral brasileiro para protegê-lo das invasões estrangeiras, fazer o reconhecimento e identiicar riquezas e explorar o pau-brasil por meio do escambo com os indígenas. 4

5 02 C O período de 1500 a 1530 é denominado Pré-Colonial, uma vez que Portugal não se interessou pela ocupação efetiva da terra, visto a maior importância dada ao comércio de especiarias com o Oriente. A partir de 1532, foram organizadas as capitanias hereditárias, porém somente em 1549 pode-se falar em organização política na colônia, com a instalação do Governo Geral em Salvador. 03 D Franceses, ingleses e holandeses nunca reconheceram o Tratado de Tordesilhas, ou seja, o domínio ibérico sobre as Américas e, por isso, empreenderam diversas invasões ao território. Os ingleses nunca fundaram colônias no Brasil; já os franceses tentaram se ixar duas vezes, entre 1555 e 1567, no Rio de Janeiro, e entre 1612 e 1615, no Maranhão. Os holandeses, por sua vez, dominaram o Nordeste entre 1630 e D O movimento renascentista entrava em uma fase de apogeu: o século XVI. A visão de mundo se ampliava com as Grandes Navegações e a conquista de novas terras. A visão quanto aos indígenas era a mais idílica e eurocêntrica possível, pois eram considerados verdadeiros seres selvagens abandonados à própria sorte pelo destino. A visão renascentista colocava o ser humano no centro das preocupações intelectuais. 05 V, V, V, F, V, F A divisão da América entre Portugal e Espanha nunca foi reconhecida por outros países europeus, o que ocasionou as várias invasões ao continente. Durante os trinta primeiros anos do século XVI, o extrativismo do pau-brasil foi a atividade econômica mais importante aqui realizada por portugueses e demais invasores. Nessa atividade, as relações entre indígenas e camponeses eram amistosas, por meio do escambo, isto é, a troca de quinquilharias pelo trabalho dos nativos. A introdução da mão de obra africana coincidiu com a queda na extração do pau-brasil frente à instalação dos primeiros e lucrativos engenhos de cana-de-açúcar. 06 C O texto faz nítida referência ao Período Pré-Colonial, os trinta primeiros anos do século XVI, que antecederam a colonização do Brasil propriamente dita. Nesse ínterim, o pau-brasil foi o produto extraído em maior quantidade e que, por isso mesmo, mais atraiu a presença de portugueses e outros povos europeus ao litoral brasileiro, extensão de terra por onde a tal árvore se encontrava mais abundante e facilmente. O Período Joanino, bem como a exploração do café (com acumulação interna de capital), apenas se dará no século XIX, portanto, bem depois do período citado. A atividade mineradora, pela mesma linha de raciocínio, está fora do Período Pré-Colonial, pois ela apenas será praticada a partir do século XVIII. 07 B Os primeiros contatos entre os nativos e os conquistadores portugueses foram amistosos, durante o Período Pré-Colonial, ou seja, antes do início efetivo da exploração. A partir do período em que os portugueses revelaram seus objetivos reais, escravizando e assassinando os indígenas, espalhando entre eles as doenças até então inexistentes nos trópicos e contra as quais os nativos não possuíam anticorpos, os indígenas começaram a rebelar-se. 08 D Metais preciosos não foram encontrados pelos portugueses no século XVI; na verdade, as primeiras jazidas só o serão no inal do século XVII, na região de Minas Gerais, ao contrário do que os espanhóis, mais afortunados, encontraram em diversas partes dos seus domínios americanos. O extrativismo pesqueiro não era atividade que despertasse em Portugal um atrativo ou um diferencial, pois já era uma atividade há muito desenvolvida na própria Europa. Calicute, na Índia, já era um entreposto dominado pelos portugueses. 09 D O Governo Geral não extinguiu as capitanias, antes, porém, buscou centralizar a administração. Foi uma espécie de solução para o problema que foi o fracasso das capitanias. 10 C A União Ibérica apenas se deu em 1580, isto é, bem após a criação do sistema de Governo Geral. A fundação de São Sebastião do Rio de Janeiro se deu no governo de Mem de Sá, isto é, depois do governo de Tomé de Sousa. O Tratado de Madri apenas se deu no século XVIII. Na verdade, as invasões francesas aconteceram antes e depois do governo de Tomé de Sousa insistentemente. A única opção que faz uma airmação direta e cronologicamente ligada ao governo em questão é a alternativa C. Atividades para sala pág a) No antigo sistema colonial (ou sistema colonial tradicional), a função das colônias era enriquecer as metrópoles, por meio do fornecimento de produtos e metais preciosos e da aquisição de escravos e manufaturas. b) As metrópoles comercializavam a produção das colônias no mercado europeu e nos mercados internos. c) A metrópole obtinha lucro por meio da comercialização dos produtos coloniais e do fornecimento de mão de obra às colônias. Por meio do tráico negreiro, as metrópoles fomentavam o mercantilismo, assegurando lucros ao Estado e à burguesia. 02 A Igreja adotava uma posição protecionista em relação aos indígenas, isto é, posicionava-se contra o projeto colonial de escravização dos nativos. Na verdade, a postura adotada pela Igreja, principalmente pelos jesuítas no Brasil, era um tanto dúbia, pois, apesar de não aceitar a exploração escrava da mão de obra nativa, ela própria fazia uso dos indígenas em certas atividades, como o lucrativo extrativismo de drogas do sertão na Região Amazônica. Enquanto isso, os negros icavam sob a indiferença da Igreja. 5

6 LIVRO 5 03 a) Patriarcalismo, escravismo e catolicismo. b) O emprego de novas tecnologias, sobretudo a partir da introdução de usinas movidas à energia elétrica. 04 a) Favoreceram a escolha do açúcar as ótimas condições geográicas encontradas no Brasil, principalmente no Nordeste (Pernambuco e Bahia), além da experiência dos portugueses com esse produto. b) A pecuária foi introduzida na colônia com o propósito de garantir o abastecimento do mercado interno, ao mesmo tempo em que serviu de instrumento de apoio para a produção de açúcar nos engenhos, quer como meio de transporte (movendo carroças), alimento (carne), vestuário (couro), fertilizante (esterco), quer como força motriz dos moinhos. 05 a) No século XVI, em meio à decisão portuguesa de iniciar a colonização do Brasil, teve início um sério movimento de ruptura interna na Igreja Católica. Tratava-se da Reforma Protestante, que assumiu as mais diversas feições sociais e políticas, dependendo do país em que aconteceu. A presença de clérigos católicos no Brasil teve por inalidade exatamente evitar a entrada dos ideais reformistas entre as populações nativas. b) O machismo atual advém, em grande parte, do caráter patriarcal da sociedade colonial, percebido, principalmente, nas mais diversas formas de discriminação e violência contra a mulher atualmente. Da mesma forma é o racismo, fruto direto da escravidão negra perpetrada ao longo de praticamente toda a formação histórica da sociedade brasileira. Por im, é possível citar os acentuados conlitos no campo, por conta da extrema concentração fundiária, herança dos tempos coloniais. Atividades propostas pág C O extrativismo do pau-brasil se deu de forma predatória e nômade, de modo que não houve preocupação com a preservação da madeira. Não houve formação de cidades a partir desse extrativismo. Foi empregada a mão de obra indígena em larga escala, de forma livre, a partir do escambo. Esse contrabando que outros povos travaram com os índios era realizado, principalmente, no litoral. 02 A O pau-brasil foi o produto que serviu de base econômica para a exploração pré-colonial; no entanto, o extrativismo predatório levou, em pouco tempo, a metrópole a declarar o estanco real, ou seja, sua extração somente poderia ocorrer com autorização por meio de arrendamento. Cabia, no entanto, ao arrendatário executar o negócio com seus próprios recursos, arcando com todos os riscos do empreendimento, cabendo à Coroa uma parcela dos lucros. O primeiro negociante a receber autorização régia para explorá-lo foi o cristão-novo Fernando de Noronha, em B A colonização portuguesa fundamentou-se no sistema de plantation, marcado pelo uso do latifúndio monocultor e da mão de obra escrava e pelo abastecimento do mercado externo, como era determinado pelos interesses mercantilistas fundamentados no exclusivismo comercial. 04 D Apesar de a sociedade colonial possuir semelhanças com a feudal, sua distinção social se dá pela cor da pele e pela condição econômica, e não apenas pela ordem de nascimento. 05 E O principal motivo da substituição da escravidão indígena pela negra africana foi a alta lucratividade com o tráico negreiro, apesar de existirem outros fatores. 06 A A pecuária foi introduzida na colônia a im de complementar a produção açucareira. Visava abastecer o mercado interno. A mão de obra empregada não era assalariada, embora não fosse escrava também. Na verdade, empregava-se o sistema de quarteação (a cada quatro bezerros nascidos, um pertencia ao trabalhador, o vaqueiro). 07 D Entre os séculos XVI e XVII, a economia colonial se sustentou na produção da cana-de-açúcar, em uma sociedade extremamente aristocrática, muito mais rígida do que a sociedade do gado no interior. A pecuária no Sul da colônia esteve associada à necessidade de complementar a produção mineradora no Sudeste. 08 A Estudos mais recentes sobre a história colonial do Brasil apontam novas relexões e entendimentos sobre a situação dos escravos. Uma delas é relativa à questão da brecha camponesa. Quando o escravo estava no tempo vago, ele trabalhava na sua roça, semelhante a um camponês. Isso ocorria, com autorização do senhor, aos domingos, quando plantava para complementar sua alimentação. 09 B O início da colonização foi amparado na grande propriedade rural monocultora do açúcar. O surgimento de cidades foi lento e anômalo. A mineração e a cafeicultura não fazem parte desse período. O fomento à cultura e à educação, como propõe o item E, só se deu a partir da vinda da família real, no século XIX. 10 B A escravidão nunca foi aceita por indígenas e africanos na colônia. Na verdade, a luta contra o cativeiro foi uma constante no processo histórico colonial. Nos aldeamentos, os indígenas até sofriam um sério processo de etnocídio realizado pelos jesuítas, mas nada que incluísse a ideia de escravização. A escravização de indígenas se estendeu por praticamente todo o Período Colonial, muito embora houvesse uma resistência da Coroa e dos jesuítas quanto a essa prática. 6

7 Capítulo 18 Invasões no Brasil Colônia Atividades para sala 01 a) Entre as razões para as invasões francesas e a tentativa de estabelecer uma colonização no Rio de Janeiro, em meados do século XVI, destacam-se a disputa pelo comércio colonial (basicamente o tráico do pau-brasil) e o controle sobre áreas de produção de gêneros tropicais. A ideia de um estabelecimento colonial nos moldes da França Antártica também vinculava-se à perspectiva da criação de um espaço geográico, político e social de refúgio para huguenotes e outros perseguidos religiosos. b) As invasões holandesas no Brasil do século XVII estavam inseridas nas disputas relativas ao controle sobre o comércio do açúcar. Existiam interesses comerciais diversos em jogo (investimentos nas montagens dos engenhos, controle quanto ao transporte do açúcar, tráico negreiro etc.), articulando a Companhia das Índias Ocidentais, as lutas e guerras na Europa e a ocupação de áreas coloniais sob o controle de Portugal. 02 a) Segundo o texto, a nobreza e os mercadores portugueses beneiciaram-se com o acesso aos mercados espanhóis, inclusive o da prata americana, e com a participação nas frentes que faziam o comércio entre a Espanha e suas colônias. Já os espanhóis beneiciaram-se com o acesso ao comércio e aos portos brasileiros e com o comércio com as colônias lusas da África e da Índia. b) O sebastianismo foi um movimento messiânico que acreditava na volta do rei D. Sebastião, cujo desaparecimento na batalha de Alcácer-Quibir, em 1578, deu início à crise dinástica que levaria ao surgimento da União Ibérica em O sebastianismo, portanto, era fruto da revolta e desilusão de amplos setores da sociedade portuguesa, inconformados com a queda de Portugal sob o domínio da Espanha. 03 a) O Brasil holandês corresponde ao Nordeste brasileiro, que foi ocupado pelos holandeses a partir das invasões na Bahia ( ) e em Pernambuco ( ), após a proibição do rei da Espanha, durante a União Ibérica, da participação holandesa no comércio do açúcar brasileiro. b) Durante a administração de Maurício de Nassau, banqueiros holandeses inanciavam a obtenção de escravos e a produção açucareira aos senhores de engenho, havendo uma relativa tranquilidade na convivência entre invasores e invadidos. 04 a) O conde de Nassau foi um administrador holandês no Brasil nomeado pela Companhia das Índias Ocidentais durante o domínio holandês ( ) no Nordeste açucareiro. b) O projeto apresentado diz respeito à modernização e à urbanização da cidade de Recife, rebatizada à época com o nome de Maurícia. 05 a) A mudança da política de tolerância e a execução das dívidas dos portugueses foram as principais razões da insurreição pernambucana contra os holandeses. b) As ocupações holandesas no Nordeste brasileiro, em meados do século XVII, explicam-se pelo interesse dos holandeses em controlar diretamente a produção açucareira, já que participavam do comércio em favor de Portugal e, após a União Ibérica, foram privados de tal comércio. Atividades propostas 01 B A proposição IV é falsa. O Período Nassoviano ( ) refere-se à administração holandesa sobre um território que se estendia de Alagoas ao Maranhão não incluindo, portanto, a Bahia. 02 E O conde Maurício de Nassau, administrador do Brasil holandês entre 1637 e 1644, estimulou a produção açucareira por meio de inanciamentos aos senhores de engenho, cujas propriedades haviam sido prejudicadas pelos combates anteriores contra os holandeses. Paralelamente, para ganhar o apoio da elite luso-brasileira, Nassau implantou uma política de tolerância religiosa e progresso cultural. 03 A Em 1540, Portugal libertou-se do domínio espanhol e foram criadas novas condições para a relação entre Holanda e Portugal, o que facilitou novos entendimentos diplomáticos. 04 C Os franceses invadiram o Rio de Janeiro e lá fundaram a França Antártica. Os portugueses, com o apoio dos índios Tamoios, expulsaram-nos ainda no século XVI, ocupando, em seguida, a região. Os franceses voltaram ao Rio de Janeiro, no início do século XVII. No Maranhão, ainda pelos franceses, foi fundada a França Equinocial. 05 B Impedidos desde a União Ibérica por sua arquirrival, a Espanha, de continuar a participar dos lucros da indústria açucareira brasileira, os holandeses fundaram, em 1621, a Companhia das Índias Ocidentais, que era uma empresa comercial cujo objetivo era centralizar e mobilizar os investimentos comerciais na área do Atlântico, especialmente os negócios com os produtores de açúcar do Brasil, os senhores de engenho. 06 B A denominada França Antártica abrigava colonos protestantes calvinistas e elementos católicos, que procuravam evitar as guerras religiosas, motivo de divisão na Europa. 07 E Com a invalidação do Tratado de Tordesilhas, a União Ibérica reforçou as ações coloniais que promoveram a interiorização do território brasileiro. Sob esse aspecto, destaca-se a grande contribuição dada pelo bandeirantismo e o desen- 7

8 LIVRO 5 volvimento da atividade pecuarista. Paralelamente, destaca-se também o processo de expulsão dos colonos franceses, que tentaram invadir as terras brasileiras na região do Rio de Janeiro. 08 V, F, V, V, F, F, V Os franceses tentaram uma ocupação no Brasil, em 1555, e a fundação da França Antártica, no Rio de Janeiro. Os franceses buscaram se ixar no litoral brasileiro. No Maranhão, procuraram fundar a França Equinocial. Em 1612, contudo, foi enviada uma expedição, cheiada por Daniel de La Touche, que fundou uma fortiicação. A primeira tentativa de ocupação holandesa deu-se no ano de 1624, na Bahia. Em 1625, os holandeses foram derrotados e expulsos da Bahia; e em 1630, instalaram-se em Pernambuco. O Brasil holandês foi governado por Maurício de Nassau, que permaneceu à frente do empreendimento de 1637 a 1644, momento em que a produção açucareira foi potencializada e Pernambuco passou por transformações urbanísticas. A expulsão dos holandeses do Brasil acarretou uma séria crise na economia colonial. Os holandeses implantaram a empresa açucareira nas Antilhas e passaram a concorrer com a produção brasileira. 09 B A Companhia das Índias Ocidentais holandesa desempenhou, em geral, importante papel na colonização holandesa da América e foi responsável pela ocupação de áreas no Nordeste brasileiro. Buscando reconstruir a economia açucareira que estava defasada, Maurício de Nassau concedeu uma série de empréstimos para a aquisição de engenhos e reconstrução dos destruídos. Com isso, parte dos colonos passou a manter relações cordiais com os invasores. 10 B Calabar foi o principal aliado dos holandeses. Apesar de tê-los combatido no início, percebeu que o domínio holandês poderia ser mais proveitoso para o Brasil. Capítulo 19 Crise do Antigo Regime Revolução Inglesa Atividades para sala 01 A Revolução Gloriosa foi uma das revoluções burguesas que contribuíram para a consolidação do sistema capitalista. Rompeu com o absolutismo e fortaleceu o Parlamento, introduzindo a monarquia constitucional com a Declaração de Direitos, o que deu aos ingleses mais liberdade de ação, na medida em que os monarcas submetiam-se às decisões da Câmara. 02 A decretação do primeiro Ato de Navegação (1651) determinou que o transporte de produtos importados pela Inglaterra deveria ser feito apenas em navios ingleses ou pertencentes aos países de origem dos respectivos produtos, ampliando o processo de acumulação de capitais. Constituíram ações políticas da República Puritana a dissolução do Parlamento; a conquista da Jamaica à Espanha; a supressão da Câmara dos Lordes; as vitórias militares contra a Holanda e a Espanha; a submissão da Irlanda e da Escócia, outra vez, à Inglaterra; o conisco do leilão das terras pertencentes à Igreja Anglicana e aos nobres que apoiaram o rei; a autoproclamação de Cromwell como lorde protetor das Repúblicas da Inglaterra, Escócia e Irlanda. 03 a) O texto revela as incertezas quanto aos rumos políticos da república inglesa diante das ameaças de um eventual retorno da monarquia. b) Esse texto insere-se no contexto da Revolução Puritana, particularmente, no período republicano ( ) conduzido por Oliver Cromwell. 04 Cromwell baixou o Ato de Navegação, dissolveu o Parlamento e agregou regiões, formando a Comunidade Britânica. 05 A partir daquele momento, o monarca inglês passou a se submeter a uma constituição e ao Parlamento. Surgiu, nesse momento, a frase: Na Inglaterra o rei reina, mas não governa. Atividades propostas 01 D A monarquia foi abolida entre 1649 e 1658, e o país tornou- -se uma república, que era, há muito tempo, uma raridade na Europa. A república foi chamada de Commonwealth of England. 02 E No campo econômico, Cromwell esforçou-se em barrar a concorrência holandesa com a aprovação dos Atos de Navegação. Segundo essa lei, nenhuma embarcação estrangeira, exceto as provenientes do mesmo país de origem do produto, poderia atracar no litoral inglês. Com essa medida, o governo buscava recuperar a economia britânica por meio do benefício dos setores burgueses. 03 B Oliver Cromwell, presidente do Conselho de Estado, dividia-se entre as ações administrativas e militares. No campo militar, ele combateu uma rebelião de católicos e monarquistas na Irlanda ( ) e derrotou tropas escocesas que apoiavam o ilho de Carlos I, pondo im à guerra civil. Na esfera político-administrativa, o governo extinguiu as taxações arbitrárias e expediu o primeiro Ato de Navegação, beneiciando os setores mercantis e a construção naval. 04 C Verdadeiramente, o Ato de Navegação foi a resposta do governo inglês ao poderio naval e comercial holandês em meados do século XVII. Foi também uma das mais importantes atitudes políticas tomadas pelo governo puritano de Oliver Cromwell, que derrubou a monarquia em 1649 e transformou a Inglaterra em uma república ditatorial por cerca de dez anos. 8

9 05 C O declínio da economia mineradora no Brasil coincidiu com a crise do Antigo Regime na Europa. O imaginário iluminista encontrou ancoradouro no processo que culminou com a Revolução Francesa, legitimando o desmantelamento do regime absolutista francês. Os pressupostos dessa revolução inluenciaram intelectuais e comerciantes das colônias ibéricas e foram expressos, por exemplo, na Inconidência Mineira. 06 D As Revoluções Inglesas do século XVII representaram um marco na vida europeia. Pela primeira vez na história do continente, a burguesia, aliada à pequena nobreza, assumiu o poder e lançou as bases para a consolidação de uma profunda mudança política na Inglaterra. Essa transformação exigiu uma série de rupturas. A primeira teve início com a Revolução Puritana, em 1640, e a segunda ocorreu com a Revolução Gloriosa, de Tais revoluções potencializaram a conformação de novos padrões sociais, os quais se tornaram possíveis com a abolição dos domínios feudais e a airmação da soberania popular. 07 A Exilado na Inglaterra, Voltaire publicou Cartas inglesas, com ataques ao absolutismo e à intolerância e elogios à liberdade existente na Inglaterra. 08 E A Revolução Gloriosa foi um dos eventos mais importantes na longa evolução dos poderes do Parlamento e da Coroa inglesa. Com a passagem no Parlamento da Bill of Rights (Declaração de Direitos), tornou-se impossível o retorno à monarquia por um católico e acabaram as tentativas recentes para o absolutismo monárquico, nas ilhas britânicas, ao circunscrever os poderes do monarca. 09 A O evento marcou a supremacia do Parlamento sobre a Coroa. Os novos monarcas passam a dever a sua posição ao Parlamento. 10 C As Revoluções Inglesas do século XVII foram as primeiras revoluções burguesas de caráter antiabsolutista na Europa. A Revolução Puritana derrubou a dinastia Stuart e implantou uma república parlamentar, depois ditatorial, sob o comando de Oliver Cromwell, que reprimiu os movimentos populares e impulsionou o comércio inglês a partir do Ato de Navegação (1651). Com a Revolução Gloriosa, a burguesia inglesa se libertou do Estado e de seu permanente intervencionismo, que era considerado uma barreira para o amplo acúmulo de capital pretendido pelos capitalistas. 9

10 Resoluções de ENEM e vestibulares 01 D Os nativos do continente americano viviam em sintonia com a natureza e praticavam rituais animistas em adoração às coisas da natureza. 02 E As diversas nações indígenas que habitavam o Brasil eram desprovidas de homogeneidade quanto à maneira de viver e de se associar socialmente. 03 A As diferentes etnias que habitavam o Brasil possuíam hábitos alimentares, religiosos e linguísticos diferentes, logo não se tinha, no espaço territorial que hoje compõe o Brasil, um único povo. 04 A Existia na sociedade indígena uma clara divisão de tarefas, cabendo às mulheres o exercício da agricultura no tocante ao plantio e à colheita. 05 C O Período Pré-Colonial é caracterizado pela existência de feitorias e pela prática da exploração do pau-brasil por meio do trabalho indígena. 06 B Nessa modalidade de trabalho, o salário era irrisório e os índios eram escolhidos por sorteio. Com esse salário, tinham de comprar comida ali mesmo, no armazém da mina. Como o salário era muito baixo, os índios ainda icavam devendo dinheiro ao proprietário e eram obrigados a continuar trabalhando para pagar suas dívidas. 07 B A mineração foi a responsável direta pelas incursões no interior do território brasileiro realizados pelos bandeirantes, em busca de metais preciosos e da captura de nativos para o trabalho escravo. 08 B Latifúndio, monocultura destinada a atender à metrópole e escravismo formaram a base da colonização portuguesa no Brasil. 09 B A Holanda participou do negócio do açúcar no Brasil com o inanciamento e o transporte, contribuindo para o aprimoramento dessa atividade comercial. O processo que icou conhecido como Restauração, cujo principal marco foi a Batalha dos Guararapes, marcou o enfrentamento entre colonos portugueses e holandeses e culminou com a expulsão destes do Brasil. 10 B A exploração e devastação de matas e lorestas são marcas indeléveis da colonização portuguesa no Brasil. 11 C A exploração do pau-brasil foi a primeira atividade econômica signiicativa no Brasil Colonial, enquanto a conversão dos nativos ao catolicismo pelos padres jesuítas foi a primeira tentativa de dominação cultural e religiosa. 12 B O processo de colonização do Brasil foi marcado pelo choque cultural e pela guerra simbólica. O catolicismo cumpriu um importante papel nesse processo na medida em que contribuiu para a hegemonização dos valores morais do colonizador e, consequentemente, para o esmaecimento das tradições nativas. A negação do outro se fez rotina ao longo do processo de legitimação da conquista. 13 A Antonil descreve a atividade da produção de açúcar do Brasil mostrando complexidade e levando em conta a violência empregada contra os escravos. 14 D A construção imaginária europeia, fundada nas tradições medievais, orientou os processos de navegações e conquistas. A produção imagética sobre o desconhecido e sobre o outro, neste sentido, foi determinada por essas referências e, ao longo do processo de conquista, esteve a serviço da agência colonizadora. Ou seja, a lógica cultural interna dos povos ameríndios, por exemplo, não foi identiicada pelos colonizadores, haja vista estes terem compreendido a cultura do outro a partir dos referenciais de suas próprias tradições, etnocentricamente. 15 E A distância e a falta de atrativos maiores não chamou a atenção da alta nobreza de Portugal, indo para a colônia apenas alguns idalgos aventureiros e em situação inanceira não tão boa. 16 A O Brasil foi colonizado pela ótica do latifúndio, monocultura e escravismo, dentro do âmbito mercantilista. 17 D As Revoluções Burguesas consolidaram o capitalismo e o poder da burguesia enquanto camada social. Essa passa a disputar com a nobreza o direito de gerir os destinos do Estado Moderno. 18 E As revoluções inglesas do século XVII ocorreram devido a uma mistura de interesses políticos e socioeconômicos, insulados, em grande medida, pelas questões religiosas que atingiram a Inglaterra a partir de meados do século XVI. Em 1640, foram os puritanos (calvinistas ingleses) que 1

11 LIVRO 5 lideraram a luta que levou à queda de Carlos I e à instalação da República de Cromwell. E em 1688 a reação à monarquia católica dos Stuart foi decisiva na aliança que possibilitou a Revolução Gloriosa que pôs im ao absolutismo na Inglaterra. 19 B A Revolução Industrial, a Revolução Cientíica e as ideias iluministas marcam a transição do Período Moderno para o mundo contemporâneo, no qual, cada vez mais, o saber signiica poder. 20 E Para Adam Smith, o trabalho era a força motriz impulsionadora de todas as riquezas. Suas ideias nortearam o princípio do liberalismo econômico, que sepultou de vez o mercantilismo refratário. 2

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