UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - UPE Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco FCAP Mestrado em Gestão do Desenvolvimento Local Sustentável

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - UPE Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco FCAP Mestrado em Gestão do Desenvolvimento Local Sustentável"

Transcrição

1 9 UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - UPE Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco FCAP Mestrado em Gestão do Desenvolvimento Local Sustentável MARIA LUÍZA COSTA LIMA VIANA O herói como modelo de identificação dos jovens contemporâneos: uma contribuição para o fomento do debate sobre as leis e políticas públicas voltadas aos jovens do século XXI

2 10 Recife / PE UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - UPE Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco FCAP Mestrado em Gestão do Desenvolvimento Local Sustentável 2011 Maria Luíza Costa Lima Viana O herói como modelo de identificação dos jovens contemporâneos: uma contribuição para o fomento do debate sobre as leis e políticas públicas voltadas aos jovens do século XXI

3 11 Dissertação apresentada à Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco - FCAP, da Universidade de Pernambuco - UPE como parte das exigências do programa de pósgraduação em Gestão de Desenvolvimento Local Sustentável, para obtenção do título de Magister Scientiae. Orientadora: Profª. Drª. Maria Cristina Alves de Almeida Recife / PE 2011 Maria Luíza Costa Lima Viana

4 12 O herói como modelo de identificação dos jovens contemporâneos: uma contribuição para o fomento do debate sobre as leis e políticas públicas voltadas aos jovens do século XXI Dissertação apresentada à Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco - FCAP, da Universidade de Pernambuco - UPE como parte das exigências do programa de pósgraduação em Gestão de Desenvolvimento Local Sustentável, para obtenção do título de Magister Scientiae. Orientadora: Profª. Drª. Maria Cristina Alves de Almeida APROVADA: 19 de dezembro de Profª Drª Andrea Karla Pereira da Silva (UPE) Profª Drª Luciana Rosa Marques (UFPE) Profª Drª Maria de Fátima Gomes da Silva

5 (UPE) 13

6 14 À minhas filhas, Gabriela e Clarissa; Meus pais, Osmar Costa Lima e Fernando Nunes. À Cristo. À todos os heróis e heroínas que, por ventura, perpassaram na minha vida e que me fizeram crer que o amor existe e a vida vale à pena. AGRADECIMENTOS Meu sincero agradecimento a todos aqueles que me ajudaram a construir este trabalho. Em especial aos professores Ivo Pedrosa e Andrea Karla Pereira, pela competência e a disponibilidade em procurar soluções. Sou profundamente agradecida ainda aos grandes profissionais e amigos que encontrei pelo caminho e que, cada um há seu tempo, me ofereceu uma luz nessa caminhada tão solitária. Albânia De Carli, a primeira a me dar um norte e Antônio Carlos Valença, meu mestre em pesquisa. Ana Lúcia Francisco, minha eterna mestra em psicologia, que me encaminhou na banca de qualificação. Fernando Nunes, por todas as intervenções e acolhimento nas horas difíceis ao longo da pesquisa. Valéria Pessoa e Osmar Costa Lima pela perspicácia na revisão. Gabriela Viana, por ter crescido em graça e em sabedoria e por participar da correção ortográfica... Obrigada, minha filha!

7 15 RESUMO Graças às mudanças sociais das últimas décadas, os jovens do século XXI passaram a gozar de bem mais poder que os das gerações anteriores, porém, também poderíamos dizer que suas dificuldades se evidenciaram: hoje, parecem ser mais agressivos, mais ousados, donos da situação. De fato, não foram os jovens que mudaram suas dificuldades sempre existiram. A grande modificação está mesmo na forma como o mundo de hoje enxerga o jovem, no valor que lhe é dado. A tecnologia ganha espaço através da Tv e da internet dentro do nosso cotidiano e atinge diretamente os jovens. A mídia nos impõe heróis e ídolos vendáveis, escravizados pela sua própria imagem e pela rapidez com que são superados e largados às margens de uma sociedade consumista e implacável àqueles que deixaram de dar lucros. Tidos como um espelho para a juventude, os heróis são vistos pelos estudiosos como os fieis depositários das necessidades e desejos do ser humano. Assim, esta pesquisa se propõe a debater os jovens do século XXI através da análise de alguns dos seus heróis ao longo das décadas. Intenta ainda contribuir para o fomento do debate acerca das concepções do jovem contemporâneo e do desenvolvimento de subsídios que possam auxiliar na construção de leis e políticas públicas compatíveis com a realidade da juventude do século XXI. Hoje, no lugar de Ídolos revolucionários e iconoclastas encontra-se muito mais o herói na forma de homens e mulheres comuns; os pais no lugar de Deus, o padre no lugar dos santos; médicos anônimos da cruz vermelha, enfim, o ser humano comum que

8 16 doa sua vida pelo bem da humanidade. Esta geração que aqui está não é mais a das lutas políticas e guerrilhas militares, mas o das causas sociais. Alguns dizem que os heróis contemporâneos impulsionam a violência: são desmedidos e instigam tais comportamentos, porém não é bem assim. A violência sempre existiu na história da humanidade; ela se reinscreve na sociedade e assume o papel que lhe exige cada época. Estudiosos, entidades não governamentais e o Estado lutam para mudar o cenário ao qual nossos jovens são submetidos. O grande passo já dado foi o reconhecimento dos jovens como cidadãos de direitos e a construção de normas e medidas que norteiem os cuidados dedicados a esta fase da vida, tanto pela família, como pela sociedade e pelo governo. No entanto ainda falta um longo caminho a ser percorrido na luta pelos direitos e garantias do jovem do século XXI. Palavras chaves: Herói; Juventude Contemporânea; Políticas Públicas. ABSTRACT Thanks to the social changes of recent decades, young twenty-first century began to enjoy much more power than previous generations, but we could also say that their difficulties were revealed: today, seem to be more aggressive, bolder, masters of the situation. In fact, there were young people who have changed - their difficulties have always existed. The major change is the same way the world sees today's young, the value given to it. The technology is gaining ground through the TV and the internet into our everyday life and directly affects the young. The media imposes salable heroes and idols, enslaved by his own image and the speed with which they are overcome and dropped the margins of a consumerist society and unforgiving to those who failed to make profits. Regarded as a mirror for the youth, the heroes are seen by scholars as the faithful custodians of the needs and desires of human beings. Thus, this research aims to discuss the youth of the twenty-first century by examining some of their heroes over the decades. Still intends to contribute to the promotion of debate about contemporary conceptions of young and developing grants that can assist in building laws and policies compatible with the reality of twenty-first century youth. Today, instead of Idols revolutionaries and iconoclasts is much more the hero in the form of ordinary men and women; parents in place of God the Father in the holy place; anonymous medical red

9 17 cross, finally, the average human being who gives his life for the good of humanity. This generation is here that is no longer the political struggles and military guerrillas, but the social causes. Some say that contemporary heroes impel violence: are rampant and instigate such behavior, but not quite. Violence has always existed in human history, it restores society and assume the role that demands every time. Scholars, non-governmental entities and state struggle to change the scenario to which our youth are subjected. The big step has already been given the recognition of young people as citizens with rights and building standards and measures that guide the care devoted to this phase of life, both for the family, as by society and the government. However there is still a long way to go in the fight for the rights and guarantees of the young century. Keywords: Hero; Contemporary Youth; Public Policy. SUMÁRIO INTRODUÇÃO SOBRE OS HERÓIS Em Busca das Raízes do Herói O Mito do Herói Grego O Retorno do Deus Pai AS NUANCES DA ADOLESCÊNCIA NA CONTEMPORANEIDADE O Processo do Adolescer A Construção do Sujeito Antissocial A Violência entre os Jovens Contemporâneos POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A JUVENTUDE... 49

10 Contradições das Políticas Públicas no Brasil Pesquisa: Risco e Proteção da Juventude Brasileira ANÁLISE DOS MODELOS JUVENIS NO UNIVERSO CONTEMPORÂNEO O Sujeito e a Violência na Época Contemporânea A Odisseia da Fratria A Cultura de Massa A mídia e o Jovem Os Impasses dos Heróis Contemporâneos CONCLUSÕES REFERÊNCIAS... 91

11 19 INTRODUÇÃO Atirador era calado, tímido e vivia na internet... Um rapaz introspectivo, que não se envolvia em confusão nem desrespeitava ordens. Na escola, na vizinhança e no trabalho, a descrição de W. M. O., de 23 anos, é a mesma, assim como a surpresa com a violência do ataque às crianças da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo 1, onde o atirador cursou o ensino fundamental. 2 No dia 7 de abril de 2011, os principais jornais do Brasil e do mundo apontaram um, entre muitos exemplos que podem justificar este estudo. A imprensa anunciou o que chamou de a tragédia de Realengo - palavra que, ironicamente, mostra certa ambiguidade em seus significados: digno de um rei e, ao mesmo tempo, em desordem; abandonado (BUENO, 1975). Os noticiários mostraram o perfil de um jovem pacato, que tinha em seu computador muitos jogos violentos e que idolatrava os terroristas do atentado de 11 de setembro. Em um cenário de horror, reacenderam-se antigas discussões e alertou-se para a necessidade de se manter um olhar mais atento para os indicadores de risco entre os jovens da nossa sociedade. Como esta tragédia poderia ter sido evitada? O que teria levado um rapaz 1 Bairro da periferia da cidade do Rio de Janeiro/RJ - Brasil. 2 (< timido-e-vivia-nainternet.html>. Acesso em: 15 de abril, 2011).

12 20 calmo, que nunca se envolveu em desordem, a cometer tal atrocidade? Aos poucos, as investigações policiais deram indícios dos motivos que levaram à tragédia de Realengo: o jovem era esquizofrênico e não se submetia a tratamento. No entanto, considerar o ocorrido uma fatalidade ou compreender que o assassino sofria de esquizofrenia, parece não ser suficiente para aquietar o coração aflito dos pais que precisam deixar seus filhos na escola todos os dias. Um evento deste porte provoca questionamentos sobre a juventude. Cenas isoladas de heroísmo, vandalismo, assassinato e suicídio entre os jovens têm aparecido de forma recorrente na mídia, o que acaba por fomentar uma atmosfera sensacionalista de poder e, ao mesmo tempo, um estereótipo de marginalidade e agressividade para o jovem contemporâneo. As últimas gerações precisaram se adaptar a uma vida paradoxal; deslizam entre dois tipos de valores: os arraigados à constância de uma tradição e os trazidos pela evolução tecnológica, com suas rápidas e prodigiosas mudanças constantes. Parece notório que os filhos desta época não mais reconheçam o saber dos seus ancestrais como ponto de partida para suas vidas. Os adolescentes fazem pouco caso de símbolos considerados sagrados pelas gerações anteriores: utilizam imagens religiosas como meros adereços; idolatram personagens demoníacos, se identificam com heróis robotizados e sem padrões familiares e sociais aceitáveis em épocas anteriores. Tidos como um espelho para a juventude, os heróis, segundo Otto Rank (1909) são os fieis depositários das necessidades e desejos do ser humano. Tudo que pareça humanamente impossível de se alcançar será projetado no herói, que, como criatura acima da humanidade, será o único capaz de realizar tais feitos. Assim, os heróis se tornam os modelos idealizados dos jovens e, em casos extremos como foi o do jovem pacato de Realengo, o indivíduo parece romper com a realidade e se achar capaz de realizar, sozinho, seus desejos incontroláveis: é quando a brincadeira sai do imaginário e passa para a vida real. A proposta deste estudo é fomentar o debate acerca da juventude contemporânea a partir da análise sócio-histórica dos modelos de identificação

13 21 os heróis - que marcaram as gerações ao longo das décadas, partindo-se da premissa de que ao estudar tais modelos estaremos também traçando o caminho que nos leva a um perfil da juventude contemporânea. É importante, ainda, frisar que, longe de tratar o exacerbo da agressividade na juventude e nos seus modelos como uma condição inerente a eles, vamos abordá-lo como um sintoma social um reflexo da mistura entre o indivíduo, o ambiente e a época em que vive esse jovem. Também se faz necessário esclarecer que, para efeito deste estudo, o herói aqui será considerado qualquer personagem, seja ele vivo ou morto, tenha sido criado da imaginação de um escritor ou existido de verdade, seja ele homem, mulher ou criança; animal ou ser humano. Todo e qualquer ser que tenha se dedicado a uma causa e que tenha influenciado uma ou mais pessoas em sua trajetória de vida. Esta pesquisa abrange uma metodologia exploratória de modo a proporcionar um aprofundamento das ideias sobre os problemas enfrentados pela juventude atual sem, contudo, ousar impor uma solução imediata ou definitiva às questões colocadas. Para tanto, o procedimento técnico utilizado no o seu desenvolvimento foi a pesquisa bibliográfica. Tem o objetivo de aprofundar o conhecimento sobre a juventude contemporânea através do estudo dos heróis como modelos de identificação, assim como oferecer uma contribuição para o fomento do debate sobre as leis e políticas públicas voltadas aos jovens do século XXI. Quem sabe então, discutindo com mais afinco sobre a problemática da juventude que aí está possamos nos antecipar aos acontecimentos e fazer algo além de procurar explicações para tragédias já ocorridas, como foi o caso de Realengo e tantos outros que ouvimos falar. Com relação à estrutura do trabalho, o primeiro capítulo contemplará uma revisão bibliográfica sobre o mito do herói e seus fundamentos; o segundo trará um breve histórico do conceito da adolescência, juventude e seus mitos. Esperando oferecer uma maior base para a análise dos heróis citados posteriormente, o terceiro e último capítulo da fundamentação teórica faz um breve histórico das políticas públicas dedicadas à juventude no Brasil. Por fim, um quarto capítulo será dedicado a aprofundar a análise sócio-histórica dos modelos juvenis dentro do universo contemporâneo, fazendo um contraponto entre os principais eventos ocorridos ao longo do último século, os códigos

14 22 internos que regeram o contexto de cada época e a imagem idealizada dos heróis das várias gerações. 1 SOBRE OS HERÓIS Refletir sobre os heróis do século XXI requer algumas discussões preliminares, algo que delimite e norteie os estudos que virão a seguir. O herói pode ser observado por vários ângulos e o que se faz necessário, por hora, é contextualizá-lo, contemplar com um pouco mais de profundidade o nosso majestoso sujeito. Discutir sua origem, estrutura e função para em um segundo momento implicá-lo na contemporaneidade. No dicionário de símbolos, J. Chevalier e A. Gheerbrant (1988) caracterizam o herói como o representante do Elã Evolutivo (o desejo essencial), como o resultado do conflito da psique humana perturbada pelo combate aos monstros da perversão. Os autores citam, ainda, que Bergson (apud CHEVALIER; GHEERBRANT, 1988) tem o herói como o motor da evolução humana. Na cultura de todas as estruturas sociais, sejam elas atuais ou primitivas, encontra-se a figura do herói como protagonista, seja pela arte, literatura ou religião, inscrevendo e perpetuando a história da humanidade. Junito Brandão (1987) destaca que, de modo geral, os heróis possuem características semelhantes, mesmo entre civilizações que nunca mantiveram contato entre si. Para explicar tal coincidência, o autor sugere que qualquer herói independentemente da origem mítica ou histórica, seja de ontem ou de hoje pode ser percebido como um arquétipo que nasceu para suprir as nossas deficiências psíquicas. Na busca de um contorno para a figura do herói, Otto Rank (1909) tenta detectar as similaridades entre os inúmeros personagens que, por

15 23 suas proezas, foram consagrados como heróis e resume o que chamou de Lenda Padrão do Herói. Na tentativa de montar uma espécie de modelo uniforme, Rank (1909) pressupõe o herói como um predestinado. Muitas vezes, antes mesmo do seu nascimento, é marcado por previsões de oráculos ou feiticeiros e abandonado pelos pais geralmente exposto em um monte ou, ainda, lançado em cesto ao rio ou ao mar. É criado por pessoas simples camponeses ou pescadores ou por animais. Ainda criança, demonstra sua natureza prodigiosa. Após muitas façanhas, retorna ao lar e vinga-se de quem o separou da família de origem; só então, casa-se e recebe as honras merecidas. Sua morte é, via de regra, trágica e sua glorificação só chega post mortem. Rank (1909) conclui que o mito do herói é uma projeção da novela familiar: a neurose infantil estancada. Representa a luta da criança contra o pai e suas tentativas de libertar-se. A partir do modelo acima, Rank (1909) faz uma analogia entre o Eu do sujeito e o herói do mito - uma vez que, em seu percurso, o herói revela um esforço para libertar-se e que este mesmo desejo povoa a fantasia individual de todo ser humano quando busca a sua emancipação, qualquer que seja a sua idade. Assim, o Eu da de cada indivíduo comporta-se como o herói do mito, que pode ser interpretado como o Eu coletivo dotado de todas as excelências. O herói então, já pode ser visto como o fiel depositário das nossas necessidades e desejos. O problema, porém, é que, no nosso mundo real, jamais poderemos realizar tais necessidades e tais desejos, sob a pena de ultrapassar a linha divisória que nos garante o status de ser humano comum. É aí que recorremos aos mitos. É na realidade do herói, representada no nosso mundo imaginário, que estão acumuladas as nossas mais diferentes verdades. Ao falar dos contos de fadas uma variante dos nossos heróis aclamados até hoje - Bruno Bettelheim (1980) defende que eles respondem a questões eternas: o que é realmente o mundo? Como posso realmente ser eu mesmo? Os contos se processam de forma consoante com a maneira que a criança pensa e experiencia o mundo e é um dos primeiros contatos que o indivíduo faz com o mundo dos heróis. Eles funcionam como uma preliminar, colocando ordem no caos interno de sua mente e preparando-a para perceber a realidade externa de forma congruente.

16 24 Fernand Comte (1994) assemelha a história da humanidade a uma imensa sinfonia orquestrada, na qual os temas vêm do fundo das eras e repetem-se obstinadamente. No entanto, no decorrer dos séculos, algumas modificações aparecem e vão dando vida nova à história, sem, obrigatoriamente, destruir sua identidade. Comte (1994) explica que os contos e mitos sempre possuem os mesmos temas com o foco de uma luz mais atual. Tentando fazer um paralelo entre a pessoa humana e o herói, o autor afirma que este último é dotado de qualidades e defeitos humanos, porém de uma forma desmedida. Assim, traz inicialmente a eterna necessidade humana de apreender as coisas e de cobiçar bens inacessíveis. Posteriormente, inscreve o ser humano como fazedor do mundo, logo, o herói torna-se um protótipo da invenção humana de sua iniciativa no universo. Por fim, Comte (1994) diz que os heróis vão trazer explicações míticas para a constatação de um fato que está irremediavelmente longe de ser explicado: o ser humano institui-se como sujeito através da relação dual e é na semelhança que faz a diferença entre si e o outro, que se percebe como único no mundo. A ciência, por mais que avance, jamais preencherá essa lacuna, que precisa, então, ser preenchida pelo imaginário dos mitos, que se torna a explicação possível para o fenômeno e mostra-se fundamental em todas as civilizações. Para melhor enfatizar a estreita relação entre o herói e o indivíduo, assim como a relação do herói de ontem com o de hoje, transcrevemos o próprio Comte (1994), que finaliza seu livro Os heróis míticos e o homem de hoje, dizendo: Assim se dá a busca longa e interminável dos homens pela pátria, pela felicidade, pela riqueza, pelo saber, pelo poder talvez. Jasão, Guilgamesh e outros reencarnaram hoje em dia em descobridores, aventureiros, sábios, atletas, etc. São os mesmos e são diferentes. Se a busca de ontem ilumina a de hoje, a de hoje dá seu eco à de ontem... Assim se dá com os artesãos, industriais, inventores de toda sorte, fazedores do mundo daqui e de lá. Uns e outros criaram, organizaram, e decoraram a casa do homem. Uns e outros metamorfosearam a vida. São heróis

17 25 civilizadores. Assim se dá com os homens que buscam o outro e aspiram o amor. Eles são nem mais nem menos Narciso, Afrodite ou Tristão sob outros céus, sob outras formas, por outros meios. O mito os interpela e os compreende Todos trazem sua nota pessoal à sinfonia do mundo. Todos, dos mais antigos os mais primitivos, os mais primordiais. aos mais atuais, aos mais contemporâneos, aqueles em que nos esbarramos todos os dias, combinam-se numa grandiosa harmonia e participam da música do universo. (p 221, 222) Com etimologia e origem não muito claras, apesar de muito discutidas, Brandão (1987) aponta que a palavra herói pode se aproximar da palavra indo-europeia servã, da raiz ser, significando ele guarda. Também do latim seruãre, ou conservar, defender, guardar, velar, ser útil. Dentro destas perspectivas, o herói seria o guardião, o defensor, o que nasceu para servir. Mesmo com a origem pouco demarcada, parece um consenso entre os estudiosos que é na Grécia que o herói vai desfrutar de maior prestígio religioso e vai possuir funções mais bem definidas. 1.1 Em Busca das Raízes do Herói Um dos povos antigos mais admirados por todos, os gregos obtiveram extraordinário desenvolvimento na sua civilização, além de uma vasta produção cultural. Segundo o historiador Antônio Alves (1981), sua religião caracterizava-se por ausência de preceitos morais e de dogmas (verdades de fé), pelo politeísmo e pelo antropomorfismo (deuses com forma humana, exceto Dionísio, que era meio homem, meio bode). Sua cultura surgiu da síntese de culturas orientais antigas, a partir das quais avançaram rumo à produção de conhecimento. Bulfinch (2001) explica que o povo da Grécia acreditava que a terra fosse redonda e achatada e ficasse no centro do mundo e que o Monte Olimpo, moradia dos deuses, ocupasse seu ponto central. Para eles, a esfera terrestre era dividida em duas partes iguais, separadas pelo mar o Mediterrâneo. Em torno da terra corria o rio oceano, cujo curso firme não era abalado nem

18 26 mesmo pelas mais violentas tempestades (era dele que o mar e todos os rios alimentavam suas águas). Supunham que a aurora, o sol, a lua e a maioria das estrelas se levantavam e deitavam no oceano, na sua parte oriental, atravessando o ar e oferecendo sua luz aos deuses e aos homens. O deus-sol era transportado por um barco alado até o lugar onde se levantava no nascente. As deusas-estações tomavam conta da porta das nuvens que levavam ao Monte Olimpo. Era por lá que passavam as divindades que iam e regressavam à terra. Cada deus tinha a sua morada - nas estrelas, nas águas, debaixo do mundo e, quando convocados, compareciam ao palácio de Zeus. Era lá, na morada do rei do Monte Olimpo, que se regalavam com ambrosia e néctar (comida e bebida das divindades) e discutiam assuntos relativos ao céu e à terra. Zeus (Júpiter, para os romanos), embora considerado o pai dos deuses e dos homens, também teve uma origem. Era filho de Cronos (Saturno) com Ops (Réia), que pertenciam à raça dos Titãs e eram filhos do Céu e da Terra. Existe, entretanto, outra versão para a criação, na qual a Terra, o Êrebo (a escuridão profunda) e Eros (amor) foram os primeiros seres. Eros nasceu do ovo da noite que flutuava no caos. Com suas setas e tochas, atingia e animava todas as coisas, espalhando vida e alegria. Os Titãs eram considerados deuses primitivos. As representações de Cronos não são bem definidas, alguns consideram que seu reino constituiu a idade do ouro da inocência, para outros era um monstro que devorava seus próprios filhos 3. Zeus, porém escapou do seu destino e, mais tarde, casou-se com Prudência (Métis), que fez Cronos vomitar os outros filhos. Rebelando-se, Zeus destronou o pai e dividiu seu reino com dois de seus irmãos: Posseidon (Netuno) ficou com os oceanos e Dis (Plutão), com o mundo dos mortos. A terra e o Monte Olimpo eram propriedades comuns. O rei dos deuses e dos homens tinha como arma o raio e um escudo chamado égide. Mais tarde, desposou Hera (Juno), que se tornou 3 Bulfinch (2001) explica que a inconsistência vem do fato de confundirem o Saturno dos romanos com o Cronos dos gregos (que traz um fim a todas as coisas que tiveram começo, assim sendo acusado de devorar os próprios filhos).

19 27 a rainha dos deuses. Zeus teve vários filhos com Hera, mas também os teve com outras deusas e com mortais. Para citar um exemplo clássico, poderíamos lembrar o grego Hércules (NOGEUIRA, 20012). Filho de Zeus com a mortal Alcmena, desde seu nascimento despertou a ira da deusa Hera, a qual costumava ser hostil com os filhos que seu marido tinha com mortais. Assim, ela mandou duas serpentes matá-lo no berço. Hércules, já demonstrando sua força prodigiosa, estrangulou as cobras com suas próprias mãos. Contudo, por obra de Hera, ficou submetido a Euristeus, que lhe impôs a realização de perigosíssimas façanhas, que ficaram conhecidas como os doze trabalhos de Hércules. Já na primeira tarefa cumprida trazer a pele do leão de Neméia, monstro que devastava certo vale Euristeus ficou impressionado e amedrontado com a força do herói. Assim, ordenou-lhe que, dali por diante, prestasse conta de todas as suas aventuras fora daquelas terras. Após a realização de suas doze façanhas, tarefas impossíveis para um mortal comum, Hércules, em um ímpeto de loucura, matou um amigo e foi condenado a ser escravo, por três anos, da rainha Onfale. Durante este tempo, ficou efeminado, enquanto a rainha usava sua pele de leão. Após esse período, casou-se com Dejanira e, pelas mãos dela - enganada por um inimigo do marido encontrou sua morte. Dejanira, percebendo o que fez, enforcou-se e Hércules - compreendendo que iria morrer - preparou uma pira funerária, enrolou-se em sua pele de leão e, com fisionomia serena, pediu para que lhe ateassem fogo. Até os deuses se consternaram com o fim do herói. Então Zeus - seu pai, agradecendo o pesar os seus fiéis súditos, explicou-lhes que, perecendo ali, estava apenas a parte materna do herói e que quem venceu tudo mais não seria por aquelas chamas derrotado. 1.2 O Mito do Herói Grego Os gregos buscavam nos mitos respostas para o que não conseguiam compreender. Procuravam a origem dos fatos, da humanidade e do mundo. Os heróis eram protagonistas, eram os principais responsáveis pela

20 28 transmissão dessas mensagens. Isso explica o motivo da produção de tantas lendas, mas não justifica sua origem. De fato, entre os estudiosos não existe uma posição bem definida, levando a se pensar que os heróis podem ter várias origens (FARNELL, apud BRANDÃO, 1987), as quais iriam desde a divindade até a criação por poetas. Brandão (1987) diz que Píndaro distingue três categorias de seres: os deuses, os heróis e os homens. Max Muller (apud COMTE, 1994) resume a origem do mito do herói colocando-o como um homem elevado acima da humanidade ou um deus rebaixado, ou, ainda, a mistura de um e de outro. Quanto à estrutura que envolve o mito, Brelich (apud BRANDÃO, 1987) afirma que, apesar das diferenças entre um herói e outro, é possível traçar-lhes um perfil e diz que, Virtualmente o herói é um personagem cuja morte apresenta um relevo particular e que tem relações estreitas com o combate, com a agonística, a arte divinatória e a medicina, com a iniciação da puberdade e os mistérios, é o representante protótipo das atividades humanas fundamentais e primordiais. Todas essas características demonstram sua natureza sobre-humana, enquanto, por outro lado, o personagem pode parecer como um ser monstruoso, como gigante ou anão, teriomorfo ou andróginon, fálico, sexualmente anormal ou imponente, voltado para a violência sanguinária, a loucura, a astúcia, o furto, o sacrilégio e para a transgressão dos limites e medidas que os deuses não permitem que sejam ultrapassadas pelos mortais. (p. 19) que estes: Nircéa Eliade (1972) completa o retrato dos heróis gregos colocando Compartilham uma modalidade existencial sui generis (sobre-humana, mas não divina) e atuam numa época primordial, precisamente aquela que acompanha a cosmogomia e triunfo de Zeus. A sua atividade se desenrola depois do aparecimento dos homens, mas num período dos começos, quando as estruturas não estavam definitivamente fixadas e as normas

21 29 não tinham sido suficientemente estabelecidas. O seu próprio modo de ser revela o caráter inacabado e contraditório do tempo das origens, (p. 19) Diante de tais afirmações, já é possível vislumbrar um perfil para o herói grego: um ser com característica humana e com uma missão sobrehumana a de desvelar mistérios impossíveis de serem compreendidos pelas pessoas daquela época. Sendo assim, já poderíamos aventurar uma explicação para os mistérios gregos serem sucesso até os dias de hoje: se nem todos os mistérios são passíveis de compreensão em nossos tempos, não é de admirar que estes heróis estejam com seu lugar garantido no imaginário humano, ainda hoje. Mas, quanto aos heróis gregos, se sabemos que almejavam desvelar determinados mistérios - alguns dos quais, já decifrados pela ciência atual, a pergunta que se pode fazer, agora, é: e quanto aos heróis contemporâneos, o que precisam desvelar? A resposta a esta questão, entretanto, será deixada para mais adiante, pois, por hora, o que interessa é, unicamente, analisar o que almejavam os heróis gregos. Fernand Comte (1994) afirma: os heróis são homens, mais do que homens, e se fundamenta no fato de que eles têm dos humanos as qualidades e os defeitos de maneira proeminente. O autor diz que podemos encontrar o herói em posição que a pessoa comum jamais poderia estar. Mesmo assim, são como todos nós, salvo pelo fato de que conseguem se safar dos perigos, proteger a sociedade, realizar façanhas inimagináveis e satisfazer a vida com uma plenitude invejável. Se, por um lado, os heróis gregos têm que, em um gesto sacrificado, abdicar de sua humanização, os humanos nunca poderão realizar seus feitos com tanta excelência, mesmo que estes correspondam a seu mais íntimo desejo. Realizá-los de tal forma seria a transgressão das leis que nos garantem a identidade humana. Para os gregos, corresponderia à violação das ordens dos deuses. Assim, o ser que, com uma ambição desmedida, realizar tal tarefa, destaca-se das outras criaturas, ficando à margem do seu grupo. Mas, assim como não existe nada sem perdas, também não existe sem ganhos. Então, recebe a imortalidade como recompensa e institui-se em uma nova ordem de seres: os heróis.

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

Curso de Discipulado

Curso de Discipulado cidadevoadora.com INTRODUÇÃO 2 Este curso é formado por duas partes sendo as quatro primeiras baseadas no evangelho de João e as quatro últimas em toda a bíblia, com assuntos específicos e muito relevantes

Leia mais

Os encontros de Jesus. sede de Deus

Os encontros de Jesus. sede de Deus Os encontros de Jesus 1 Jo 4 sede de Deus 5 Ele chegou a uma cidade da Samaria, chamada Sicar, que ficava perto das terras que Jacó tinha dado ao seu filho José. 6 Ali ficava o poço de Jacó. Era mais ou

Leia mais

CAPÍTULO 2. O Propósito Eterno de Deus

CAPÍTULO 2. O Propósito Eterno de Deus CAPÍTULO 2 O Propósito Eterno de Deus Já falamos em novo nascimento e uma vida com Cristo. Mas, a menos que vejamos o objetivo que Deus tem em vista, nunca entenderemos claramente o porque de tudo isso.

Leia mais

O PLANO CONTRA LÁZARO

O PLANO CONTRA LÁZARO João 12 Nesta Lição Estudará... Jesus em Betânia O Plano Contra Lázaro Jesus Entra em Jerusalém Alguns Gregos Vão Ver Jesus Anuncia a Sua Morte Os Judeus Não Crêem As Palavras de Jesus Como Juiz JESUS

Leia mais

O Antigo Testamento tem como seus primeiros livros a TORÀ, ou Livro das leis. É um conjunto de 5 livros.

O Antigo Testamento tem como seus primeiros livros a TORÀ, ou Livro das leis. É um conjunto de 5 livros. O Antigo Testamento tem como seus primeiros livros a TORÀ, ou Livro das leis. É um conjunto de 5 livros. A Torá é o texto mais importante para o Judaísmo. Nele se encontram os Mandamentos, dados diretamente

Leia mais

O PAI É MAIOR DO QUE O FILHO

O PAI É MAIOR DO QUE O FILHO O PAI É MAIOR DO QUE O FILHO O PAI É MAIOR DO QUE O FILHO Vós ouviste o que vos disse: Vou e retorno a vós. Se me amásseis, ficaríeis alegres por eu ir para o Pai, porque o Pai é maior do que eu. João

Leia mais

18 Estudos Bíblicos para Evangelismo e Discipulado

18 Estudos Bíblicos para Evangelismo e Discipulado LIÇÃO 1 - EXISTE UM SÓ DEUS 18 Estudos Bíblicos para Evangelismo e Discipulado A Bíblia diz que existe um único Deus. Tiago 2:19, Ef. 4 1- O Deus que Criou Todas as coisas, e que conduz a sua criação e

Leia mais

Direitos reservados Domingos Sávio Rodrigues Alves Uso gratuito, permitido sob a licença Creative Commons 1

Direitos reservados Domingos Sávio Rodrigues Alves Uso gratuito, permitido sob a licença Creative Commons 1 1 O caminho da harmonia. Colossenses 3 e 4 Col 3:1-3 Introdução: Portanto, já que vocês ressuscitaram com Cristo, procurem as coisas que são do alto, onde Cristo está assentado à direita de Deus. Mantenham

Leia mais

MEDITAÇÃO SALA LARANJA SEMANA 16 QUEDA E MALDIÇÃO Nome: Professor: Rebanho

MEDITAÇÃO SALA LARANJA SEMANA 16 QUEDA E MALDIÇÃO Nome: Professor: Rebanho MEDITAÇÃO SALA LARANJA SEMANA 16 QUEDA E MALDIÇÃO Nome: Professor: Rebanho VERSÍCULOS PARA DECORAR ESTA SEMANA Usamos VERSÍCULOS a Bíblia na PARA Nova DECORAR Versão Internacional ESTA SEMANA NVI Usamos

Leia mais

NOVENA À SAGRADA FAMÍLIA

NOVENA À SAGRADA FAMÍLIA NOVENA À SAGRADA FAMÍLIA Introdução: A devoção à Sagrada Família alcançou grande popularidade no século XVII, propagando-se rapidamente não só na Europa, mas também nos países da América. A festa, instituída

Leia mais

SAGRADA FAMÍLIA 28 de dezembro de 2014

SAGRADA FAMÍLIA 28 de dezembro de 2014 SAGRADA FAMÍLIA 28 de dezembro de 2014 Maria e José levaram Jesus a Jerusalém a fim de apresentá-lo ao Senhor Leituras: Genesis 15, 1-6; 21,1-3; Salmo 104 (105), 1b-2, 3.4-5.6.8-9 (R/ 7a.8a); Carta aos

Leia mais

7 E o Espírito é o que dá testemunho, porque o Espírito é a verdade. 8 Porque três são os que dão testemunho: o Espírito, e a água, e o sangue; e

7 E o Espírito é o que dá testemunho, porque o Espírito é a verdade. 8 Porque três são os que dão testemunho: o Espírito, e a água, e o sangue; e I João 1 1 O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e as nossas mãos apalparam, a respeito do Verbo da vida 2 (pois a vida foi manifestada, e nós

Leia mais

A grande refeição é aquela que fazemos em torno da Mesa da Eucaristia.

A grande refeição é aquela que fazemos em torno da Mesa da Eucaristia. EUCARISTIA GESTO DO AMOR DE DEUS Fazer memória é recordar fatos passados que animam o tempo presente em rumo a um futuro melhor. O povo de Deus sempre procurou recordar os grandes fatos do passado para

Leia mais

FEB EADE - Livro III - Módulo II Roteiro 2 A autoridade de Jesus

FEB EADE - Livro III - Módulo II Roteiro 2 A autoridade de Jesus OBJETIVOS 1) Analisar em que se resume a autoridade do Cristo. 2) Esclarecer como o Espiritismo explica essa autoridade. IDEIAS PRINCIPAIS 1) Sob a autoridade moral do Cristo, somos guiados na busca pela

Leia mais

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa.

A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Encontro com a Palavra Agosto/2011 Mês de setembro, mês da Bíblia 1 encontro Nosso Deus se revela Leitura Bíblica: Gn. 12, 1-4 A Bíblia seja colocada em lugar de destaque, ao lado de uma vela acesa. Boas

Leia mais

O NASCIMENTO DE JESUS

O NASCIMENTO DE JESUS Bíblia para crianças apresenta O NASCIMENTO DE JESUS Escrito por: Edward Hughes Ilustradopor:M. Maillot Adaptado por: E. Frischbutter; Sarah S. O texto bíblico desta história é extraído ou adaptado da

Leia mais

JESUS CRISTO PADECEU SOB PÔNCIO PILATOS, FOI CRUCIFICADO, MORTO E SEPULTADO

JESUS CRISTO PADECEU SOB PÔNCIO PILATOS, FOI CRUCIFICADO, MORTO E SEPULTADO JESUS CRISTO PADECEU SOB PÔNCIO PILATOS, FOI CRUCIFICADO, MORTO E SEPULTADO 25-02-2012 Catequese com adultos 11-12 Chave de Bronze Como se deu a entrada messiânica em Jerusalém? No tempo estabelecido,

Leia mais

HINÁRIO O APURO. Francisco Grangeiro Filho. www.hinarios.org 01 PRECISA SE TRABALHAR 02 JESUS CRISTO REDENTOR

HINÁRIO O APURO. Francisco Grangeiro Filho. www.hinarios.org 01 PRECISA SE TRABALHAR 02 JESUS CRISTO REDENTOR HINÁRIO O APURO Tema 2012: Flora Brasileira Araucária Francisco Grangeiro Filho 1 www.hinarios.org 2 01 PRECISA SE TRABALHAR 02 JESUS CRISTO REDENTOR Precisa se trabalhar Para todos aprender A virgem mãe

Leia mais

igrejabatistaagape.org.br [1] Deus criou o ser humano para ter comunhão com Ele, mas ao criá-lo concedeu-lhe liberdade de escolha.

igrejabatistaagape.org.br [1] Deus criou o ser humano para ter comunhão com Ele, mas ao criá-lo concedeu-lhe liberdade de escolha. O Plano da Salvação Contribuição de Pr. Oswaldo F Gomes 11 de outubro de 2009 Como o pecado entrou no mundo e atingiu toda a raça humana? [1] Deus criou o ser humano para ter comunhão com Ele, mas ao criá-lo

Leia mais

1ª Carta de João. A Palavra da Vida. Deus é luz. Nós somos pecadores. Cristo, nosso defensor junto a Deus

1ª Carta de João. A Palavra da Vida. Deus é luz. Nós somos pecadores. Cristo, nosso defensor junto a Deus 1ª Carta de João A Palavra da Vida 1 1 O que era desde o princípio, o que ouvimos, o que vimos com os nossos olhos, o que contemplamos e o que as nossas mãos apalparam da Palavra da Vida 2 vida esta que

Leia mais

HINÁRIO O APURO. Francisco Grangeiro Filho. Tema 2012: Flora Brasileira Araucária

HINÁRIO O APURO. Francisco Grangeiro Filho. Tema 2012: Flora Brasileira Araucária HINÁRIO O APURO Tema 2012: Flora Brasileira Araucária Francisco Grangeiro Filho 1 www.hinarios.org 2 01 PRECISA SE TRABALHAR Marcha Precisa se trabalhar Para todos aprender A virgem mãe me disse Que é

Leia mais

Felizes os puros de coração porque verão a Deus (Mt 5, 8)

Felizes os puros de coração porque verão a Deus (Mt 5, 8) Janeiro e Fevereiro 2015 Editorial Esta é a Síntese dos meses de Janeiro e Fevereiro, assim como a Palavra de Vida, em que o nosso diretor espiritual, Pe. Pedro, fala sobre Felizes os puros de coração

Leia mais

No princípio era aquele que é a Palavra... João 1.1 UMA IGREJA COM PROPÓSITOS. Pr. Cristiano Nickel Junior

No princípio era aquele que é a Palavra... João 1.1 UMA IGREJA COM PROPÓSITOS. Pr. Cristiano Nickel Junior No princípio era aquele que é a Palavra... João 1.1 UMA IGREJA COM PROPÓSITOS Pr. Cristiano Nickel Junior O propósito é que a Igreja seja um exército com bandeiras Martyn Lloyd-Jones No princípio era aquele

Leia mais

Como levar alguém a Jesus Cristo usando o Cubo Evangelístico (Use as setas do cubo para ajudá-lo a abrir as figuras)

Como levar alguém a Jesus Cristo usando o Cubo Evangelístico (Use as setas do cubo para ajudá-lo a abrir as figuras) Como levar alguém a Jesus Cristo usando o Cubo Evangelístico (Use as setas do cubo para ajudá-lo a abrir as figuras) Mostre o "Homem em Pecado" separado de Deus Esta luz (aponte para o lado direito) representa

Leia mais

Porque Deus mandou construir o tabernáculo?

Porque Deus mandou construir o tabernáculo? Aula 39 Área da Adoração Êxodo 19:5~6 Qual o significado de: vós me sereis reino sacerdotal? Significa que toda a nação, não parte, me sereis reino sacerdotal, povo santo, nação santa. Israel era uma nação

Leia mais

Bíblia para crianças. apresenta O SÁBIO REI

Bíblia para crianças. apresenta O SÁBIO REI Bíblia para crianças apresenta O SÁBIO REI SALOMÃO Escrito por: Edward Hughes Ilustradopor:Lazarus Adaptado por: Ruth Klassen O texto bíblico desta história é extraído ou adaptado da Bíblia na Linguagem

Leia mais

JOÁS, O MENINO REI Lição 65. 1. Objetivos: Ensinar que devemos permanecer fiéis a Deus embora nossos amigos parem de segui-lo.

JOÁS, O MENINO REI Lição 65. 1. Objetivos: Ensinar que devemos permanecer fiéis a Deus embora nossos amigos parem de segui-lo. JOÁS, O MENINO REI Lição 65 1 1. Objetivos: Ensinar que devemos permanecer fiéis a Deus embora nossos amigos parem de segui-lo. 2. Lição Bíblica: 2 Reis 11; 2 Crônicas 24.1-24 (Base bíblica para a história

Leia mais

OUTRAS ORAÇÕES PAI NOSSO ORAÇÃO A SÃO JERÔNIMO. Pai nosso que estais nos céus. Santificado seja o vosso nome. Venha a nós o vosso reino

OUTRAS ORAÇÕES PAI NOSSO ORAÇÃO A SÃO JERÔNIMO. Pai nosso que estais nos céus. Santificado seja o vosso nome. Venha a nós o vosso reino OUTRAS ORAÇÕES PAI NOSSO Pai nosso que estais nos céus Santificado seja o vosso nome Venha a nós o vosso reino Seja feita a vossa vontade Assim na Terra como no Céu O pão nosso de cada dia nos dai hoje

Leia mais

Manual de Respostas do Álbum Líturgico- catequético No Caminho de Jesus [Ano B 2015]

Manual de Respostas do Álbum Líturgico- catequético No Caminho de Jesus [Ano B 2015] 1 Manual de Respostas do Álbum Líturgico- catequético No Caminho de Jesus [Ano B 2015] Página 9 Na ilustração, Jesus está sob a árvore. Página 10 Rezar/orar. Página 11 Amizade, humildade, fé, solidariedade,

Leia mais

Documento do MEJ Internacional. O coração do Movimento Eucarístico Juvenil

Documento do MEJ Internacional. O coração do Movimento Eucarístico Juvenil Documento do MEJ Internacional Para que a minha alegria esteja em vós Por ocasião dos 100 anos do MEJ O coração do Movimento Eucarístico Juvenil A O coração do MEJ é a amizade com Jesus (Evangelho) B O

Leia mais

A Palavra de Deus. - É na Palavra de Deus que o homem encontra o conhecimento a respeito da Vida, de onde viemos e onde vamos viver a eternidade.

A Palavra de Deus. - É na Palavra de Deus que o homem encontra o conhecimento a respeito da Vida, de onde viemos e onde vamos viver a eternidade. A Palavra de Deus 2 Timóteo 3:16-17 Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver. 17 E isso

Leia mais

Leone Alves. O fim da cegueira intelectual. 1ª Edição. São Paulo - Brasil

Leone Alves. O fim da cegueira intelectual. 1ª Edição. São Paulo - Brasil Leone Alves O fim da cegueira intelectual 1ª Edição São Paulo - Brasil 2015 1 Apresentação O fim da cegueira intelectual é um livro filosófico que tem como objetivo despertar na sociedade a capacidade

Leia mais

I CONGRESSO DO CREMESP I JORNADA PAULISTA DE ÉTICA MÉDICA

I CONGRESSO DO CREMESP I JORNADA PAULISTA DE ÉTICA MÉDICA I CONGRESSO DO CREMESP I JORNADA PAULISTA DE ÉTICA MÉDICA MAKSOUD PLAZA SÃO PAULO 30/3 a 1/4 de 2006 CONSELHO REGIONAL DE MEDICINA DO ESTADO DE SÃO PAULO CONSELHOS DE MEDICINA E CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA

Leia mais

Obs.: José recebeu em sonho a visita de um anjo que lhe disse que seu filho deveria se chamar Jesus.

Obs.: José recebeu em sonho a visita de um anjo que lhe disse que seu filho deveria se chamar Jesus. Anexo 2 Primeiro momento: contar a vida de Jesus até os 12 anos de idade. Utilizamos os tópicos abaixo. As palavras em negrito, perguntamos se eles sabiam o que significava. Tópicos: 1 - Maria e José moravam

Leia mais

Cinco ensinamentos da Páscoa para nossa vida pessoal

Cinco ensinamentos da Páscoa para nossa vida pessoal Cinco ensinamentos da Páscoa para nossa vida pessoal Contribuição de Pr. Oswaldo F Gomes 12 de abril de 2009 igrejabatistaagape.org.br Cinco ensinamentos da Páscoa para nossa vida pessoal. A celebração

Leia mais

AULA 4 O MESSIAS: SATISFAÇÃO DEFINITIVA, ADORAÇÃO VERDADEIRA E EVANGELIZAÇÃO SEM FRONTEIRAS TEMA: A PRIORIDADE DA EVANGELIZAÇÃO TEXTO: JOÃO 4.

AULA 4 O MESSIAS: SATISFAÇÃO DEFINITIVA, ADORAÇÃO VERDADEIRA E EVANGELIZAÇÃO SEM FRONTEIRAS TEMA: A PRIORIDADE DA EVANGELIZAÇÃO TEXTO: JOÃO 4. AULA 4 O MESSIAS: SATISFAÇÃO DEFINITIVA, ADORAÇÃO VERDADEIRA E EVANGELIZAÇÃO SEM FRONTEIRAS TEMA: A PRIORIDADE DA EVANGELIZAÇÃO TEXTO: JOÃO 4.1-42 INTRODUÇÃO A narrativa da Mulher Samaritana se desenvolve

Leia mais

TEXTO BÍBLICO: Lucas 9, 51-52

TEXTO BÍBLICO: Lucas 9, 51-52 LECTIO DIVINA Domingo 27 de Junho de 2010 13º Domingo do Tempo Comum Ano C A tua palavra é lâmpada para guiar os meus passos, é luz que ilumina o meu caminho. Salmo 119,105 Os samaritanos não recebem TEXTO

Leia mais

Recomendação Inicial

Recomendação Inicial Recomendação Inicial Este estudo tem a ver com a primeira família da Terra, e que lições nós podemos tirar disto. Todos nós temos uma relação familiar, e todos pertencemos a uma família. E isto é o ponto

Leia mais

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar

MELHORES MOMENTOS. Expressão de Louvor Paulo Cezar MELHORES MOMENTOS Expressão de Louvor Acordar bem cedo e ver o dia a nascer e o mato, molhado, anunciando o cuidado. Sob o brilho intenso como espelho a reluzir. Desvendando o mais profundo abismo, minha

Leia mais

EVANGELIZAÇÃO É AMOR E LUZ É JESUS NO CORAÇÃO

EVANGELIZAÇÃO É AMOR E LUZ É JESUS NO CORAÇÃO EVANGELIZAÇÃO É AMOR E LUZ É JESUS NO CORAÇÃO Lenildo Solano EVANGELIZAÇÃO EM MÚSICA - Sequência Musical: 01- Aula de Evangelização 02- Deus 03- Jesus 04- Anjos da Guarda 05- Oração 06- Espiritismo 07-

Leia mais

Português. Sagrada Família de Jesus, Maria e José B. Leitura I Ben-Sirá 3,3-7.14-17a (gr. 2-6.12-14)

Português. Sagrada Família de Jesus, Maria e José B. Leitura I Ben-Sirá 3,3-7.14-17a (gr. 2-6.12-14) Português Sagrada Família de Jesus, Maria e José B Deus apareceu na terra e começou a viver no meio de nós. (cf. Bar 3,38) Leitura I Ben-Sirá 3,3-7.14-17a (gr. 2-6.12-14) Deus quis honrar os pais nos filhos

Leia mais

5. Autoconsciência e conhecimento humano de Jesus

5. Autoconsciência e conhecimento humano de Jesus 5. Autoconsciência e conhecimento humano de Jesus Através do estudo dos evangelhos é possível captar elementos importantes da psicologia de Jesus. É possível conjeturar como Jesus se autocompreendia. Especialmente

Leia mais

BOM DIA DIÁRIO. Guia: Em nome do Pai

BOM DIA DIÁRIO. Guia: Em nome do Pai BOM DIA DIÁRIO Segunda-feira (04.05.2015) Maria, mãe de Jesus e nossa mãe Guia: 2.º Ciclo: Padre Luís Almeida 3.º Ciclo: Padre Aníbal Afonso Mi+ Si+ Uma entre todas foi a escolhida, Do#- Sol#+ Foste tu,

Leia mais

A filha da mulher cananeia (Mateus 15:21-28). PREPARANDO MISSIONÁRIOS. O endemoniado gadareno (Marcos 5:1-20).

A filha da mulher cananeia (Mateus 15:21-28). PREPARANDO MISSIONÁRIOS. O endemoniado gadareno (Marcos 5:1-20). Lição 8-22 de agosto de 2015 O plano de Jesus era preparar primeiro o povo judeu como base para as missões para outras culturas. Não obstante, não disperdiçou as oportunidades que se apresentaram para

Leia mais

Naquele mesmo dia, dois deles estavam indo para um povoado chamado Emaús, a onze quilômetros de Jerusalém.

Naquele mesmo dia, dois deles estavam indo para um povoado chamado Emaús, a onze quilômetros de Jerusalém. 13 Naquele mesmo dia, dois deles estavam indo para um povoado chamado Emaús, a onze quilômetros de Jerusalém. O episódio relatado por Lucas aconteceu no dia da ressurreição, durante e após uma caminhada

Leia mais

A BENDITA ESPERANÇA DA IGREJA

A BENDITA ESPERANÇA DA IGREJA A BENDITA ESPERANÇA DA IGREJA Ap 21.9-11 - E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças cheias das sete últimas pragas, e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei a noiva, a esposa do Cordeiro.10

Leia mais

Segundo os Evangelhos, Jesus teria vivido toda sua infância, adolescência e juventude em Nazaré com sua família e com o povo dessa pequena aldeia.

Segundo os Evangelhos, Jesus teria vivido toda sua infância, adolescência e juventude em Nazaré com sua família e com o povo dessa pequena aldeia. Jesus e sua vida Segundo os Evangelhos, Jesus teria vivido toda sua infância, adolescência e juventude em Nazaré com sua família e com o povo dessa pequena aldeia. Seu nascimento foi no meio de muitas

Leia mais

A Identidade da Igreja do Senhor Jesus

A Identidade da Igreja do Senhor Jesus A Identidade da Igreja do Senhor Jesus Atos 20:19-27 (Ap. Paulo) Fiz o meu trabalho como Servo do Senhor, com toda a humildade e com lágrimas. E isso apesar dos tempos difíceis que tive, por causa dos

Leia mais

MEDITAÇÃO SALA LARANJA SEMANA 04 RESSURREIÇÃO DE DORCAS / CORNÉLIO E PEDRO Nome: Professor: Sala

MEDITAÇÃO SALA LARANJA SEMANA 04 RESSURREIÇÃO DE DORCAS / CORNÉLIO E PEDRO Nome: Professor: Sala MEDITAÇÃO SALA LARANJA SEMANA 04 RESSURREIÇÃO DE DORCAS / CORNÉLIO E PEDRO Nome: Professor: Sala VERSÍCULOS PARA DECORAR ESTA SEMANA VERSÍCULOS PARA DECORAR ESTA SEMANA Usamos a Bíblia na Nova Versão Internacional

Leia mais

Bíblia Sagrada N o v o T e s t a m e n t o P r i m e i r a E p í s t o l a d e S ã o J o ã o virtualbooks.com.br 1

Bíblia Sagrada N o v o T e s t a m e n t o P r i m e i r a E p í s t o l a d e S ã o J o ã o virtualbooks.com.br 1 Bíblia Sagrada Novo Testamento Primeira Epístola de São João virtualbooks.com.br 1 Capítulo 1 1 O que era desde o princípio, o que temos ouvido, o que temos visto com os nossos olhos, o que temos contemplado

Leia mais

Plano Pedagógico do Catecismo 6

Plano Pedagógico do Catecismo 6 Plano Pedagógico do Catecismo 6 Cat Objetivos Experiência Humana Palavra Expressão de Fé Compromisso PLANIFICAÇÃO de ATIVIDADES BLOCO I JESUS, O FILHO DE DEUS QUE VEIO AO NOSSO ENCONTRO 1 Ligar a temática

Leia mais

Meditação Crianças de 10 a 11 anos NOME: DATA: 17/03/2013 A QUEDA. Versículos para Decorar (Estamos usando a Bíblia na Nova Versão Internacional NVI)

Meditação Crianças de 10 a 11 anos NOME: DATA: 17/03/2013 A QUEDA. Versículos para Decorar (Estamos usando a Bíblia na Nova Versão Internacional NVI) Meditação Crianças de 10 a 11 anos NOME: DATA: 17/03/2013 A QUEDA Versículos para Decorar (Estamos usando a Bíblia na Nova Versão Internacional NVI) 1 - Sei que sou pecador desde que nasci, sim, desde

Leia mais

Pluralidade dos Mundos Habitados. Paulo Roberto de Mattos Pereira Centro Espírita Casa do Caminho - DF

Pluralidade dos Mundos Habitados. Paulo Roberto de Mattos Pereira Centro Espírita Casa do Caminho - DF Habitados Paulo Roberto de Mattos Pereira Centro Espírita Casa do Caminho - DF Jesus referiu-se em algum momento de suas pregações à existência de outros mundos habitados? Qualquer pessoa que pensa, ao

Leia mais

9.9 Jesus Cristo é homem perfeito

9.9 Jesus Cristo é homem perfeito 9.9 Jesus Cristo é homem perfeito Aula 48 Assim como é importante verificarmos na Palavra de Deus e crermos que Jesus Cristo é Deus, também é importante verificarmos e crermos na humanidade de Jesus após

Leia mais

O Baptismo Bíblico (Mateus 3:13-17)

O Baptismo Bíblico (Mateus 3:13-17) O Baptismo Bíblico (Mateus 3:13-17) Tivemos esta manhã a alegria de testemunhar vários baptismos bíblicos. Existem outras coisas e outras cerimónias às quais se dá o nome de baptismo. Existe até uma seita,

Leia mais

Vivendo a Liturgia Ano A

Vivendo a Liturgia Ano A Vivendo a Liturgia Junho/2011 Vivendo a Liturgia Ano A SOLENIDADE DA ASCENSÃO DO SENHOR (05/06/11) A cor litúrgica continua sendo a branca. Pode-se preparar um mural com uma das frases: Ide a anunciai

Leia mais

UM LÍDER DO TEMPLO VISITA JESUS

UM LÍDER DO TEMPLO VISITA JESUS Bíblia para crianças apresenta UM LÍDER DO TEMPLO VISITA JESUS Escrito por: Edward Hughes Ilustradopor:Byron Unger; Lazarus Adaptado por: M. Maillot; Sarah S. Traduzido por: Berenyce Brandão Produzido

Leia mais

Personal Commitment Guide. Guia de Compromisso Pessoal

Personal Commitment Guide. Guia de Compromisso Pessoal Personal Commitment Guide Guia de Compromisso Pessoal Nome da Igreja ou Evento Nome do Conselheiro Telefone 1. Salvação >Você já atingiu um estágio na vida em que você tem a certeza da vida eterna e que

Leia mais

MANUAL. Esperança. Casa de I G R E J A. Esperança I G R E J A. Esperança. Uma benção pra você! Uma benção pra você!

MANUAL. Esperança. Casa de I G R E J A. Esperança I G R E J A. Esperança. Uma benção pra você! Uma benção pra você! MANUAL Esperança Casa de I G R E J A Esperança Uma benção pra você! I G R E J A Esperança Uma benção pra você! 1O que é pecado Sem entender o que é pecado, será impossível compreender a salvação através

Leia mais

JESUS É A LUZ DO MUNDO João 8.12 Pr. Vlademir Silveira IBME 24/03/13

JESUS É A LUZ DO MUNDO João 8.12 Pr. Vlademir Silveira IBME 24/03/13 JESUS É A LUZ DO MUNDO João 8.12 Pr. Vlademir Silveira IBME 24/03/13 INTRODUÇÃO O Evangelho de João registra 7 afirmações notáveis de Jesus Cristo. Todas começam com Eu sou. Jesus disse: Eu sou o pão vivo

Leia mais

A CRUCIFICAÇÃO DE JESUS Lição 46

A CRUCIFICAÇÃO DE JESUS Lição 46 A CRUCIFICAÇÃO DE JESUS Lição 46 1 1. Objetivos: Mostrar que o Senhor Jesus morreu na cruz e foi sepultado. Ensinar que o Senhor Jesus era perfeito; não havia nada que o condenasse. Ensinar que depois

Leia mais

O CAMINHO PARA A ESPIRITUALIDADE

O CAMINHO PARA A ESPIRITUALIDADE José Carlos Pezini Luis Alexandre Ribeiro Branco O CAMINHO PARA A ESPIRITUALIDADE Uma Espiritualidade Cristocêntrica 1 Revisão: Bruna Perrella Brito 2 Prefácio Introdução 1 Índice O Que é Espiritualidade

Leia mais

ESCOLA BÍBLICA I. E. S.O.S JESUS

ESCOLA BÍBLICA I. E. S.O.S JESUS Data: 03/03/08 COMO A MORTE ENTROU NO MUNDO PECADO Significa errar o alvo, rebelião, desobediência. etc. HERMENEUTICA A arte de interpretar o sentido das palavras em leis, textos, Romanos, 5 : 12 12 Portanto,

Leia mais

Lembrança da Primeira Comunhão

Lembrança da Primeira Comunhão Lembrança da Primeira Comunhão Jesus, dai-nos sempre deste pão Meu nome:... Catequista:... Recebi a Primeira Comunhão em:... de... de... Local:... Pelas mãos do padre... 1 Lembrança da Primeira Comunhão

Leia mais

Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo ENSINO RELIGIOSO CONTEÚDO E HABILIDADES

Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo ENSINO RELIGIOSO CONTEÚDO E HABILIDADES CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO DO DIA Aula 5.1 Conteúdo: As grandes Religiões de matriz ocidental Judaísmo Cristianismo Islamismo 2 CONTEÚDO E HABILIDADES FORTALECENDO SABERES DESAFIO

Leia mais

CATEQUESE Sua Santidade o Papa Bento XVI Praça de São Pedro Vaticano Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2012

CATEQUESE Sua Santidade o Papa Bento XVI Praça de São Pedro Vaticano Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2012 CATEQUESE Sua Santidade o Papa Bento XVI Praça de São Pedro Vaticano Quarta-feira, 19 de Dezembro de 2012 Queridos irmãos e irmãs, No caminho do Advento a Virgem Maria ocupa um lugar particular como aquela

Leia mais

Toda bíblia é comunicação

Toda bíblia é comunicação Toda bíblia é comunicação Toda bíblia é comunicação de um Deus amor, de um Deus irmão. É feliz quem crê na revelação, quem tem Deus no coração. Jesus Cristo é a palavra, pura imagem de Deus Pai. Ele é

Leia mais

Um domingo além da razão

Um domingo além da razão Um domingo além da razão Leon Tolstói Confissão Minha pergunta - aquela que aos 50 anos quase me levou ao suicídio - era a mais simples das perguntas que habitam a alma de qualquer ser humano... uma pergunta

Leia mais

Caridade quaresmal. Oração Pai-nosso S. João Bosco Rogai por nós. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Bom dia a todos!

Caridade quaresmal. Oração Pai-nosso S. João Bosco Rogai por nós. Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Bom dia a todos! 2ª feira, 09 de março: Dar esmola Bom dia! Há gestos que nesta altura a quaresma, ganham uma dimensão ainda maior. Enchem-nos. Um dia, uma mulher vestida de trapos velhos percorria as ruas de uma aldeia

Leia mais

5ª Lição: O que o Islam? As Crenças Essenciais do Islam

5ª Lição: O que o Islam? As Crenças Essenciais do Islam 5ª Lição: O que o Islam? As Crenças Essenciais do Islam Existem muitos aspectos da crença nos quais aquele que adere ao Islam deve ter firme convicção. Desses aspectos, os mais importantes são seis, conhecidos

Leia mais

#93r. 11.7 O Apocalipse X Mateus 24

#93r. 11.7 O Apocalipse X Mateus 24 11.7 O Apocalipse X Mateus 24 #93r Há uma grande semelhança entre a sequência dos acontecimentos do período da Tribulação, descritos no livro do Apocalipse, com relação a Mateus 24. Vamos hoje, analisar

Leia mais

Cáritas Diocesana de Portalegre e Castelo Branco

Cáritas Diocesana de Portalegre e Castelo Branco 1 Cáritas Diocesana de Portalegre e Castelo Branco 25 Páscoa e Libertação P. Boa noite. Este é mais um programa da responsabilidade da Cáritas Diocesana de Portalegre e Castelo Branco. Elicídio Bilé, como

Leia mais

UMA VIDA DE PAZ, PACIÊNCIA E AMABILIDADE EM UM MUNDO HOSTIL.

UMA VIDA DE PAZ, PACIÊNCIA E AMABILIDADE EM UM MUNDO HOSTIL. UMA VIDA DE PAZ, PACIÊNCIA E AMABILIDADE EM UM MUNDO HOSTIL. Como sabemos o crescimento espiritual não acontece automaticamente, depende das escolhas certas e na cooperação com Deus no desenvolvimento

Leia mais

GRAÇA E FÉ por Rev. Fernando Almeida

GRAÇA E FÉ por Rev. Fernando Almeida 1 GRAÇA E FÉ por Rev. Fernando Almeida Introdução Muitos de nós ouvimos, com certa freqüência, pregadores que ao fazerem apelo, dizem coisas do tipo: dê uma chance para Jesus ou ainda deixe Jesus entrar

Leia mais

1ª Leitura - Ex 17,3-7

1ª Leitura - Ex 17,3-7 1ª Leitura - Ex 17,3-7 Dá-nos água para beber! Leitura do Livro do Êxodo 17,3-7 Naqueles dias: 3 O povo, sedento de água, murmurava contra Moisés e dizia: 'Por que nos fizeste sair do Egito? Foi para nos

Leia mais

A tecnologia e a ética

A tecnologia e a ética Escola Secundária de Oliveira do Douro A tecnologia e a ética Eutanásia João Manuel Monteiro dos Santos Nº11 11ºC Trabalho para a disciplina de Filosofia Oliveira do Douro, 14 de Maio de 2007 Sumário B

Leia mais

A BELA HISTORIA DE JESUS DE NAZARÉ

A BELA HISTORIA DE JESUS DE NAZARÉ A BELA HISTORIA DE JESUS DE NAZARÉ http://cachorritosdelsenor.blogspot.com/ A páscoa Volume 29 Escola: Nome : Professor (a): Data : / / 11 Ola Filhotes, vocês sabem o que é páscoa e quando ela começou?

Leia mais

EVANGELHO DE JOÃO, Cap. 3. Evangelho de João Cap. 3. 1 Havia, entre os fariseus, um homem chamado Nicodemos, um dos principais dos judeus.

EVANGELHO DE JOÃO, Cap. 3. Evangelho de João Cap. 3. 1 Havia, entre os fariseus, um homem chamado Nicodemos, um dos principais dos judeus. EVANGELHO DE JOÃO, Cap. 3 LEMBRETE IMPORTANTE: As palavras da bíblia, são somente as frases em preto Alguns comentários explicativos são colocados entre os versículos, em vermelho. Mas é apenas com o intuito

Leia mais

Faz um exercício de relaxamento coloca-te na presença de Deus. Reza um salmo (aquele que o teu coração pedir no momento).

Faz um exercício de relaxamento coloca-te na presença de Deus. Reza um salmo (aquele que o teu coração pedir no momento). O Caminho de Emaús Faz um exercício de relaxamento coloca-te na presença de Deus. Reza um salmo (aquele que o teu coração pedir no momento). Leitura: Lc 24, 13-35 Todos nós percorremos frequentemente o

Leia mais

Rudolf Steiner. Londres, 2 de Maio de 1913

Rudolf Steiner. Londres, 2 de Maio de 1913 Rudolf Steiner Londres, 2 de Maio de 1913 O Mistério do Gólgota é o mais difícil de se compreender de todos os Mistérios, mesmo para aqueles que alcançaram um estágio avançado no conhecimento oculto. Entre

Leia mais

Caminho, verdade e vida: Definições de Jesus; Marcas em seus discípulos (Jo.14:1-11)

Caminho, verdade e vida: Definições de Jesus; Marcas em seus discípulos (Jo.14:1-11) Caminho, verdade e vida: Definições de Jesus; Marcas em seus discípulos (Jo.14:1-11) Mensagem 1 A metáfora do Caminho Introdução: A impressão que tenho é que Jesus escreveu isto para os nossos dias. Embora

Leia mais

Celebração Comunitária do SACRAMENTO DO BAPTISMO

Celebração Comunitária do SACRAMENTO DO BAPTISMO Celebração Comunitária do SACRAMENTO DO BAPTISMO O Baptismo, porta da vida e do reino, é o primeiro sacramento da nova lei, que Cristo propôs a todos para terem a vida eterna, e, em seguida, confiou à

Leia mais

O Sr. ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO (Prona- SP) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, manifestamos o especial

O Sr. ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO (Prona- SP) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, manifestamos o especial O Sr. ELIMAR MÁXIMO DAMASCENO (Prona- SP) pronuncia o seguinte discurso: Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, manifestamos o especial sentimento de ocupar a tribuna para tecermos comentários

Leia mais

IGREJA DE CRISTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA ESCOLA BÍBLICA

IGREJA DE CRISTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA ESCOLA BÍBLICA IGREJA DE CRISTO INTERNACIONAL DE BRASÍLIA ESCOLA BÍBLICA MÓDULO I - O NOVO TESTAMENTO Aula XXII A PRIMEIRA CARTA DE PEDRO E REFLEXÕES SOBRE O SOFRIMENTO Até aqui o Novo Testamento tem dito pouco sobre

Leia mais

Lição 01 O propósito eterno de Deus

Lição 01 O propósito eterno de Deus Lição 01 O propósito eterno de Deus LEITURA BÍBLICA Romanos 8:28,29 Gênesis 1:27,28 Efésios 1:4,5 e 11 VERDADE CENTRAL Deus tem um propósito original e eterno para minha vida! OBJETIVO DA LIÇÃO Que eu

Leia mais

QUEM ANUNCIA AS BOAS NOVAS COOPERA COM O CRESCIMENTO DA IGREJA. II Reunião Executiva 01 de Maio de 2015 São Luís - MA

QUEM ANUNCIA AS BOAS NOVAS COOPERA COM O CRESCIMENTO DA IGREJA. II Reunião Executiva 01 de Maio de 2015 São Luís - MA QUEM ANUNCIA AS BOAS NOVAS COOPERA COM O CRESCIMENTO DA IGREJA II Reunião Executiva 01 de Maio de 2015 São Luís - MA At 9.31 A igreja, na verdade, tinha paz por toda Judéia, Galiléia e Samaria, edificando-se

Leia mais

KJV King James Bible Study Correspondence Course An Outreach of Highway Evangelistic Ministries 5311 Windridge lane ~ Lockhart, Florida 32810 ~ USA

KJV King James Bible Study Correspondence Course An Outreach of Highway Evangelistic Ministries 5311 Windridge lane ~ Lockhart, Florida 32810 ~ USA 1 Lição 0 Já nasceu de novo? (volte para a página 5) Perguntaram a John Wesley porque razão ele pregava várias vezes, acerca de devem nascer de novo. Ele respondeu, porque vocês devem nascer de novo! Já

Leia mais

O SENHOR É A NOSSA BANDEIRA. William Soto Santiago Sábado, 28 de Fevereiro de 2015 Vila Hermosa -Tabasco México

O SENHOR É A NOSSA BANDEIRA. William Soto Santiago Sábado, 28 de Fevereiro de 2015 Vila Hermosa -Tabasco México O SENHOR É A NOSSA BANDEIRA William Soto Santiago Sábado, 28 de Fevereiro de 2015 Vila Hermosa -Tabasco México Reverendo William Soto Santiago, Ph. D. CENTRO DE DIVULGAÇÃO DO EVANGELHO DO REINO http://www.cder.com.br

Leia mais

O chamamento de Levi (Mateus), Pedro, André, João e Tiago Maior

O chamamento de Levi (Mateus), Pedro, André, João e Tiago Maior O chamamento de Levi (Mateus), Pedro, André, João e Tiago Maior Roteiro 3 FEDERAÇÃO ESPÍRITA BRASILEIRA Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita Livro II Ensinos e Parábolas de Jesus Módulo V Aprendendo

Leia mais

www.ree.org.br Sobre as curas espirituais IEEWFM, 7 de maio de 2013

www.ree.org.br Sobre as curas espirituais IEEWFM, 7 de maio de 2013 Sobre as curas espirituais IEEWFM, 7 de maio de 2013 O diálogo a seguir envolve dois assuntos de grande interesse geral: a proteção oferecida pelos espíritos frente às diferentes situações a que somos

Leia mais

I DOMINGO DA QUARESMA

I DOMINGO DA QUARESMA I DOMINGO DA QUARESMA LITURGIA DA PALAVRA / I Gen 2, 7-9; 3, 1-7 Leitura do Livro do Génesis O Senhor Deus formou o homem do pó da terra, insuflou em suas narinas um sopro de vida, e o homem tornou-se

Leia mais

Mosaicos #2 Um Novo e superior Testamento Hb 1:1-3 Introdução: Se desejamos compreender o hoje, muitas vezes precisaremos percorrer o passado.

Mosaicos #2 Um Novo e superior Testamento Hb 1:1-3 Introdução: Se desejamos compreender o hoje, muitas vezes precisaremos percorrer o passado. 1 Mosaicos #2 Um Novo e superior Testamento Hb 1:1-3 Introdução: Se desejamos compreender o hoje, muitas vezes precisaremos percorrer o passado. Neste sentido a Carta aos Hebreus é uma releitura da lei,

Leia mais

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II

A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Meditação Crianças de 10 a 11 anos NOME: DATA: 03/03/2013 PROFESSORA: A CRIAÇÃO DO MUNDO-PARTE II Versículos para decorar: 1 - O Espírito de Deus me fez; o sopro do Todo-poderoso me dá vida. (Jó 33:4)

Leia mais

Carta de Paulo aos romanos:

Carta de Paulo aos romanos: Carta de Paulo aos romanos: Paulo está se preparando para fazer uma visita à comunidade dos cristãos de Roma. Ele ainda não conhece essa comunidade, mas sabe que dentro dela existe uma grande tensão. A

Leia mais

Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus

Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus Ensino - Ensino 11 - Anos 11 Anos Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus História Bíblica: Mateus 3:13 a 17; Marcos 1:9 a 11; Lucas 3:21 a 22 João Batista estava no rio Jordão batizando as pessoas que queriam

Leia mais

4. O princípio da palavra funciona como ponte entre dois mundos (natural/espiritual) e duas dimensões (física/sobrenatural).

4. O princípio da palavra funciona como ponte entre dois mundos (natural/espiritual) e duas dimensões (física/sobrenatural). O Poder das Palavras LEITURA: Marcos 11:12-14 12. E, no dia seguinte, quando saíram de Betânia, teve fome. 13. Vendo de longe uma figueira que tinha folhas, foi ver se nela acharia alguma coisa; e chegando

Leia mais

Preces POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS?

Preces POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS? Preces POR QUE NOSSAS PRECES NÃO SÃO ATENDIDAS? A grande maioria das pessoas só recorrem à oração quando estão com problemas de ordem material ou por motivo de doença. E sempre aguardando passivamente

Leia mais

A Bíblia afirma que Jesus é Deus

A Bíblia afirma que Jesus é Deus A Bíblia afirma que Jesus é Deus Há pessoas (inclusive grupos religiosos) que entendem que Jesus foi apenas um grande homem, um mestre maravilhoso e um grande profeta. Mas a Bíblia nos ensina que Jesus

Leia mais