UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - UPE Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco FCAP Mestrado em Gestão do Desenvolvimento Local Sustentável

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1 9 UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - UPE Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco FCAP Mestrado em Gestão do Desenvolvimento Local Sustentável MARIA LUÍZA COSTA LIMA VIANA O herói como modelo de identificação dos jovens contemporâneos: uma contribuição para o fomento do debate sobre as leis e políticas públicas voltadas aos jovens do século XXI

2 10 Recife / PE UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO - UPE Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco FCAP Mestrado em Gestão do Desenvolvimento Local Sustentável 2011 Maria Luíza Costa Lima Viana O herói como modelo de identificação dos jovens contemporâneos: uma contribuição para o fomento do debate sobre as leis e políticas públicas voltadas aos jovens do século XXI

3 11 Dissertação apresentada à Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco - FCAP, da Universidade de Pernambuco - UPE como parte das exigências do programa de pósgraduação em Gestão de Desenvolvimento Local Sustentável, para obtenção do título de Magister Scientiae. Orientadora: Profª. Drª. Maria Cristina Alves de Almeida Recife / PE 2011 Maria Luíza Costa Lima Viana

4 12 O herói como modelo de identificação dos jovens contemporâneos: uma contribuição para o fomento do debate sobre as leis e políticas públicas voltadas aos jovens do século XXI Dissertação apresentada à Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco - FCAP, da Universidade de Pernambuco - UPE como parte das exigências do programa de pósgraduação em Gestão de Desenvolvimento Local Sustentável, para obtenção do título de Magister Scientiae. Orientadora: Profª. Drª. Maria Cristina Alves de Almeida APROVADA: 19 de dezembro de Profª Drª Andrea Karla Pereira da Silva (UPE) Profª Drª Luciana Rosa Marques (UFPE) Profª Drª Maria de Fátima Gomes da Silva

5 (UPE) 13

6 14 À minhas filhas, Gabriela e Clarissa; Meus pais, Osmar Costa Lima e Fernando Nunes. À Cristo. À todos os heróis e heroínas que, por ventura, perpassaram na minha vida e que me fizeram crer que o amor existe e a vida vale à pena. AGRADECIMENTOS Meu sincero agradecimento a todos aqueles que me ajudaram a construir este trabalho. Em especial aos professores Ivo Pedrosa e Andrea Karla Pereira, pela competência e a disponibilidade em procurar soluções. Sou profundamente agradecida ainda aos grandes profissionais e amigos que encontrei pelo caminho e que, cada um há seu tempo, me ofereceu uma luz nessa caminhada tão solitária. Albânia De Carli, a primeira a me dar um norte e Antônio Carlos Valença, meu mestre em pesquisa. Ana Lúcia Francisco, minha eterna mestra em psicologia, que me encaminhou na banca de qualificação. Fernando Nunes, por todas as intervenções e acolhimento nas horas difíceis ao longo da pesquisa. Valéria Pessoa e Osmar Costa Lima pela perspicácia na revisão. Gabriela Viana, por ter crescido em graça e em sabedoria e por participar da correção ortográfica... Obrigada, minha filha!

7 15 RESUMO Graças às mudanças sociais das últimas décadas, os jovens do século XXI passaram a gozar de bem mais poder que os das gerações anteriores, porém, também poderíamos dizer que suas dificuldades se evidenciaram: hoje, parecem ser mais agressivos, mais ousados, donos da situação. De fato, não foram os jovens que mudaram suas dificuldades sempre existiram. A grande modificação está mesmo na forma como o mundo de hoje enxerga o jovem, no valor que lhe é dado. A tecnologia ganha espaço através da Tv e da internet dentro do nosso cotidiano e atinge diretamente os jovens. A mídia nos impõe heróis e ídolos vendáveis, escravizados pela sua própria imagem e pela rapidez com que são superados e largados às margens de uma sociedade consumista e implacável àqueles que deixaram de dar lucros. Tidos como um espelho para a juventude, os heróis são vistos pelos estudiosos como os fieis depositários das necessidades e desejos do ser humano. Assim, esta pesquisa se propõe a debater os jovens do século XXI através da análise de alguns dos seus heróis ao longo das décadas. Intenta ainda contribuir para o fomento do debate acerca das concepções do jovem contemporâneo e do desenvolvimento de subsídios que possam auxiliar na construção de leis e políticas públicas compatíveis com a realidade da juventude do século XXI. Hoje, no lugar de Ídolos revolucionários e iconoclastas encontra-se muito mais o herói na forma de homens e mulheres comuns; os pais no lugar de Deus, o padre no lugar dos santos; médicos anônimos da cruz vermelha, enfim, o ser humano comum que

8 16 doa sua vida pelo bem da humanidade. Esta geração que aqui está não é mais a das lutas políticas e guerrilhas militares, mas o das causas sociais. Alguns dizem que os heróis contemporâneos impulsionam a violência: são desmedidos e instigam tais comportamentos, porém não é bem assim. A violência sempre existiu na história da humanidade; ela se reinscreve na sociedade e assume o papel que lhe exige cada época. Estudiosos, entidades não governamentais e o Estado lutam para mudar o cenário ao qual nossos jovens são submetidos. O grande passo já dado foi o reconhecimento dos jovens como cidadãos de direitos e a construção de normas e medidas que norteiem os cuidados dedicados a esta fase da vida, tanto pela família, como pela sociedade e pelo governo. No entanto ainda falta um longo caminho a ser percorrido na luta pelos direitos e garantias do jovem do século XXI. Palavras chaves: Herói; Juventude Contemporânea; Políticas Públicas. ABSTRACT Thanks to the social changes of recent decades, young twenty-first century began to enjoy much more power than previous generations, but we could also say that their difficulties were revealed: today, seem to be more aggressive, bolder, masters of the situation. In fact, there were young people who have changed - their difficulties have always existed. The major change is the same way the world sees today's young, the value given to it. The technology is gaining ground through the TV and the internet into our everyday life and directly affects the young. The media imposes salable heroes and idols, enslaved by his own image and the speed with which they are overcome and dropped the margins of a consumerist society and unforgiving to those who failed to make profits. Regarded as a mirror for the youth, the heroes are seen by scholars as the faithful custodians of the needs and desires of human beings. Thus, this research aims to discuss the youth of the twenty-first century by examining some of their heroes over the decades. Still intends to contribute to the promotion of debate about contemporary conceptions of young and developing grants that can assist in building laws and policies compatible with the reality of twenty-first century youth. Today, instead of Idols revolutionaries and iconoclasts is much more the hero in the form of ordinary men and women; parents in place of God the Father in the holy place; anonymous medical red

9 17 cross, finally, the average human being who gives his life for the good of humanity. This generation is here that is no longer the political struggles and military guerrillas, but the social causes. Some say that contemporary heroes impel violence: are rampant and instigate such behavior, but not quite. Violence has always existed in human history, it restores society and assume the role that demands every time. Scholars, non-governmental entities and state struggle to change the scenario to which our youth are subjected. The big step has already been given the recognition of young people as citizens with rights and building standards and measures that guide the care devoted to this phase of life, both for the family, as by society and the government. However there is still a long way to go in the fight for the rights and guarantees of the young century. Keywords: Hero; Contemporary Youth; Public Policy. SUMÁRIO INTRODUÇÃO SOBRE OS HERÓIS Em Busca das Raízes do Herói O Mito do Herói Grego O Retorno do Deus Pai AS NUANCES DA ADOLESCÊNCIA NA CONTEMPORANEIDADE O Processo do Adolescer A Construção do Sujeito Antissocial A Violência entre os Jovens Contemporâneos POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A JUVENTUDE... 49

10 Contradições das Políticas Públicas no Brasil Pesquisa: Risco e Proteção da Juventude Brasileira ANÁLISE DOS MODELOS JUVENIS NO UNIVERSO CONTEMPORÂNEO O Sujeito e a Violência na Época Contemporânea A Odisseia da Fratria A Cultura de Massa A mídia e o Jovem Os Impasses dos Heróis Contemporâneos CONCLUSÕES REFERÊNCIAS... 91

11 19 INTRODUÇÃO Atirador era calado, tímido e vivia na internet... Um rapaz introspectivo, que não se envolvia em confusão nem desrespeitava ordens. Na escola, na vizinhança e no trabalho, a descrição de W. M. O., de 23 anos, é a mesma, assim como a surpresa com a violência do ataque às crianças da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo 1, onde o atirador cursou o ensino fundamental. 2 No dia 7 de abril de 2011, os principais jornais do Brasil e do mundo apontaram um, entre muitos exemplos que podem justificar este estudo. A imprensa anunciou o que chamou de a tragédia de Realengo - palavra que, ironicamente, mostra certa ambiguidade em seus significados: digno de um rei e, ao mesmo tempo, em desordem; abandonado (BUENO, 1975). Os noticiários mostraram o perfil de um jovem pacato, que tinha em seu computador muitos jogos violentos e que idolatrava os terroristas do atentado de 11 de setembro. Em um cenário de horror, reacenderam-se antigas discussões e alertou-se para a necessidade de se manter um olhar mais atento para os indicadores de risco entre os jovens da nossa sociedade. Como esta tragédia poderia ter sido evitada? O que teria levado um rapaz 1 Bairro da periferia da cidade do Rio de Janeiro/RJ - Brasil. 2 (< timido-e-vivia-nainternet.html>. Acesso em: 15 de abril, 2011).

12 20 calmo, que nunca se envolveu em desordem, a cometer tal atrocidade? Aos poucos, as investigações policiais deram indícios dos motivos que levaram à tragédia de Realengo: o jovem era esquizofrênico e não se submetia a tratamento. No entanto, considerar o ocorrido uma fatalidade ou compreender que o assassino sofria de esquizofrenia, parece não ser suficiente para aquietar o coração aflito dos pais que precisam deixar seus filhos na escola todos os dias. Um evento deste porte provoca questionamentos sobre a juventude. Cenas isoladas de heroísmo, vandalismo, assassinato e suicídio entre os jovens têm aparecido de forma recorrente na mídia, o que acaba por fomentar uma atmosfera sensacionalista de poder e, ao mesmo tempo, um estereótipo de marginalidade e agressividade para o jovem contemporâneo. As últimas gerações precisaram se adaptar a uma vida paradoxal; deslizam entre dois tipos de valores: os arraigados à constância de uma tradição e os trazidos pela evolução tecnológica, com suas rápidas e prodigiosas mudanças constantes. Parece notório que os filhos desta época não mais reconheçam o saber dos seus ancestrais como ponto de partida para suas vidas. Os adolescentes fazem pouco caso de símbolos considerados sagrados pelas gerações anteriores: utilizam imagens religiosas como meros adereços; idolatram personagens demoníacos, se identificam com heróis robotizados e sem padrões familiares e sociais aceitáveis em épocas anteriores. Tidos como um espelho para a juventude, os heróis, segundo Otto Rank (1909) são os fieis depositários das necessidades e desejos do ser humano. Tudo que pareça humanamente impossível de se alcançar será projetado no herói, que, como criatura acima da humanidade, será o único capaz de realizar tais feitos. Assim, os heróis se tornam os modelos idealizados dos jovens e, em casos extremos como foi o do jovem pacato de Realengo, o indivíduo parece romper com a realidade e se achar capaz de realizar, sozinho, seus desejos incontroláveis: é quando a brincadeira sai do imaginário e passa para a vida real. A proposta deste estudo é fomentar o debate acerca da juventude contemporânea a partir da análise sócio-histórica dos modelos de identificação

13 21 os heróis - que marcaram as gerações ao longo das décadas, partindo-se da premissa de que ao estudar tais modelos estaremos também traçando o caminho que nos leva a um perfil da juventude contemporânea. É importante, ainda, frisar que, longe de tratar o exacerbo da agressividade na juventude e nos seus modelos como uma condição inerente a eles, vamos abordá-lo como um sintoma social um reflexo da mistura entre o indivíduo, o ambiente e a época em que vive esse jovem. Também se faz necessário esclarecer que, para efeito deste estudo, o herói aqui será considerado qualquer personagem, seja ele vivo ou morto, tenha sido criado da imaginação de um escritor ou existido de verdade, seja ele homem, mulher ou criança; animal ou ser humano. Todo e qualquer ser que tenha se dedicado a uma causa e que tenha influenciado uma ou mais pessoas em sua trajetória de vida. Esta pesquisa abrange uma metodologia exploratória de modo a proporcionar um aprofundamento das ideias sobre os problemas enfrentados pela juventude atual sem, contudo, ousar impor uma solução imediata ou definitiva às questões colocadas. Para tanto, o procedimento técnico utilizado no o seu desenvolvimento foi a pesquisa bibliográfica. Tem o objetivo de aprofundar o conhecimento sobre a juventude contemporânea através do estudo dos heróis como modelos de identificação, assim como oferecer uma contribuição para o fomento do debate sobre as leis e políticas públicas voltadas aos jovens do século XXI. Quem sabe então, discutindo com mais afinco sobre a problemática da juventude que aí está possamos nos antecipar aos acontecimentos e fazer algo além de procurar explicações para tragédias já ocorridas, como foi o caso de Realengo e tantos outros que ouvimos falar. Com relação à estrutura do trabalho, o primeiro capítulo contemplará uma revisão bibliográfica sobre o mito do herói e seus fundamentos; o segundo trará um breve histórico do conceito da adolescência, juventude e seus mitos. Esperando oferecer uma maior base para a análise dos heróis citados posteriormente, o terceiro e último capítulo da fundamentação teórica faz um breve histórico das políticas públicas dedicadas à juventude no Brasil. Por fim, um quarto capítulo será dedicado a aprofundar a análise sócio-histórica dos modelos juvenis dentro do universo contemporâneo, fazendo um contraponto entre os principais eventos ocorridos ao longo do último século, os códigos

14 22 internos que regeram o contexto de cada época e a imagem idealizada dos heróis das várias gerações. 1 SOBRE OS HERÓIS Refletir sobre os heróis do século XXI requer algumas discussões preliminares, algo que delimite e norteie os estudos que virão a seguir. O herói pode ser observado por vários ângulos e o que se faz necessário, por hora, é contextualizá-lo, contemplar com um pouco mais de profundidade o nosso majestoso sujeito. Discutir sua origem, estrutura e função para em um segundo momento implicá-lo na contemporaneidade. No dicionário de símbolos, J. Chevalier e A. Gheerbrant (1988) caracterizam o herói como o representante do Elã Evolutivo (o desejo essencial), como o resultado do conflito da psique humana perturbada pelo combate aos monstros da perversão. Os autores citam, ainda, que Bergson (apud CHEVALIER; GHEERBRANT, 1988) tem o herói como o motor da evolução humana. Na cultura de todas as estruturas sociais, sejam elas atuais ou primitivas, encontra-se a figura do herói como protagonista, seja pela arte, literatura ou religião, inscrevendo e perpetuando a história da humanidade. Junito Brandão (1987) destaca que, de modo geral, os heróis possuem características semelhantes, mesmo entre civilizações que nunca mantiveram contato entre si. Para explicar tal coincidência, o autor sugere que qualquer herói independentemente da origem mítica ou histórica, seja de ontem ou de hoje pode ser percebido como um arquétipo que nasceu para suprir as nossas deficiências psíquicas. Na busca de um contorno para a figura do herói, Otto Rank (1909) tenta detectar as similaridades entre os inúmeros personagens que, por

15 23 suas proezas, foram consagrados como heróis e resume o que chamou de Lenda Padrão do Herói. Na tentativa de montar uma espécie de modelo uniforme, Rank (1909) pressupõe o herói como um predestinado. Muitas vezes, antes mesmo do seu nascimento, é marcado por previsões de oráculos ou feiticeiros e abandonado pelos pais geralmente exposto em um monte ou, ainda, lançado em cesto ao rio ou ao mar. É criado por pessoas simples camponeses ou pescadores ou por animais. Ainda criança, demonstra sua natureza prodigiosa. Após muitas façanhas, retorna ao lar e vinga-se de quem o separou da família de origem; só então, casa-se e recebe as honras merecidas. Sua morte é, via de regra, trágica e sua glorificação só chega post mortem. Rank (1909) conclui que o mito do herói é uma projeção da novela familiar: a neurose infantil estancada. Representa a luta da criança contra o pai e suas tentativas de libertar-se. A partir do modelo acima, Rank (1909) faz uma analogia entre o Eu do sujeito e o herói do mito - uma vez que, em seu percurso, o herói revela um esforço para libertar-se e que este mesmo desejo povoa a fantasia individual de todo ser humano quando busca a sua emancipação, qualquer que seja a sua idade. Assim, o Eu da de cada indivíduo comporta-se como o herói do mito, que pode ser interpretado como o Eu coletivo dotado de todas as excelências. O herói então, já pode ser visto como o fiel depositário das nossas necessidades e desejos. O problema, porém, é que, no nosso mundo real, jamais poderemos realizar tais necessidades e tais desejos, sob a pena de ultrapassar a linha divisória que nos garante o status de ser humano comum. É aí que recorremos aos mitos. É na realidade do herói, representada no nosso mundo imaginário, que estão acumuladas as nossas mais diferentes verdades. Ao falar dos contos de fadas uma variante dos nossos heróis aclamados até hoje - Bruno Bettelheim (1980) defende que eles respondem a questões eternas: o que é realmente o mundo? Como posso realmente ser eu mesmo? Os contos se processam de forma consoante com a maneira que a criança pensa e experiencia o mundo e é um dos primeiros contatos que o indivíduo faz com o mundo dos heróis. Eles funcionam como uma preliminar, colocando ordem no caos interno de sua mente e preparando-a para perceber a realidade externa de forma congruente.

16 24 Fernand Comte (1994) assemelha a história da humanidade a uma imensa sinfonia orquestrada, na qual os temas vêm do fundo das eras e repetem-se obstinadamente. No entanto, no decorrer dos séculos, algumas modificações aparecem e vão dando vida nova à história, sem, obrigatoriamente, destruir sua identidade. Comte (1994) explica que os contos e mitos sempre possuem os mesmos temas com o foco de uma luz mais atual. Tentando fazer um paralelo entre a pessoa humana e o herói, o autor afirma que este último é dotado de qualidades e defeitos humanos, porém de uma forma desmedida. Assim, traz inicialmente a eterna necessidade humana de apreender as coisas e de cobiçar bens inacessíveis. Posteriormente, inscreve o ser humano como fazedor do mundo, logo, o herói torna-se um protótipo da invenção humana de sua iniciativa no universo. Por fim, Comte (1994) diz que os heróis vão trazer explicações míticas para a constatação de um fato que está irremediavelmente longe de ser explicado: o ser humano institui-se como sujeito através da relação dual e é na semelhança que faz a diferença entre si e o outro, que se percebe como único no mundo. A ciência, por mais que avance, jamais preencherá essa lacuna, que precisa, então, ser preenchida pelo imaginário dos mitos, que se torna a explicação possível para o fenômeno e mostra-se fundamental em todas as civilizações. Para melhor enfatizar a estreita relação entre o herói e o indivíduo, assim como a relação do herói de ontem com o de hoje, transcrevemos o próprio Comte (1994), que finaliza seu livro Os heróis míticos e o homem de hoje, dizendo: Assim se dá a busca longa e interminável dos homens pela pátria, pela felicidade, pela riqueza, pelo saber, pelo poder talvez. Jasão, Guilgamesh e outros reencarnaram hoje em dia em descobridores, aventureiros, sábios, atletas, etc. São os mesmos e são diferentes. Se a busca de ontem ilumina a de hoje, a de hoje dá seu eco à de ontem... Assim se dá com os artesãos, industriais, inventores de toda sorte, fazedores do mundo daqui e de lá. Uns e outros criaram, organizaram, e decoraram a casa do homem. Uns e outros metamorfosearam a vida. São heróis

17 25 civilizadores. Assim se dá com os homens que buscam o outro e aspiram o amor. Eles são nem mais nem menos Narciso, Afrodite ou Tristão sob outros céus, sob outras formas, por outros meios. O mito os interpela e os compreende Todos trazem sua nota pessoal à sinfonia do mundo. Todos, dos mais antigos os mais primitivos, os mais primordiais. aos mais atuais, aos mais contemporâneos, aqueles em que nos esbarramos todos os dias, combinam-se numa grandiosa harmonia e participam da música do universo. (p 221, 222) Com etimologia e origem não muito claras, apesar de muito discutidas, Brandão (1987) aponta que a palavra herói pode se aproximar da palavra indo-europeia servã, da raiz ser, significando ele guarda. Também do latim seruãre, ou conservar, defender, guardar, velar, ser útil. Dentro destas perspectivas, o herói seria o guardião, o defensor, o que nasceu para servir. Mesmo com a origem pouco demarcada, parece um consenso entre os estudiosos que é na Grécia que o herói vai desfrutar de maior prestígio religioso e vai possuir funções mais bem definidas. 1.1 Em Busca das Raízes do Herói Um dos povos antigos mais admirados por todos, os gregos obtiveram extraordinário desenvolvimento na sua civilização, além de uma vasta produção cultural. Segundo o historiador Antônio Alves (1981), sua religião caracterizava-se por ausência de preceitos morais e de dogmas (verdades de fé), pelo politeísmo e pelo antropomorfismo (deuses com forma humana, exceto Dionísio, que era meio homem, meio bode). Sua cultura surgiu da síntese de culturas orientais antigas, a partir das quais avançaram rumo à produção de conhecimento. Bulfinch (2001) explica que o povo da Grécia acreditava que a terra fosse redonda e achatada e ficasse no centro do mundo e que o Monte Olimpo, moradia dos deuses, ocupasse seu ponto central. Para eles, a esfera terrestre era dividida em duas partes iguais, separadas pelo mar o Mediterrâneo. Em torno da terra corria o rio oceano, cujo curso firme não era abalado nem

18 26 mesmo pelas mais violentas tempestades (era dele que o mar e todos os rios alimentavam suas águas). Supunham que a aurora, o sol, a lua e a maioria das estrelas se levantavam e deitavam no oceano, na sua parte oriental, atravessando o ar e oferecendo sua luz aos deuses e aos homens. O deus-sol era transportado por um barco alado até o lugar onde se levantava no nascente. As deusas-estações tomavam conta da porta das nuvens que levavam ao Monte Olimpo. Era por lá que passavam as divindades que iam e regressavam à terra. Cada deus tinha a sua morada - nas estrelas, nas águas, debaixo do mundo e, quando convocados, compareciam ao palácio de Zeus. Era lá, na morada do rei do Monte Olimpo, que se regalavam com ambrosia e néctar (comida e bebida das divindades) e discutiam assuntos relativos ao céu e à terra. Zeus (Júpiter, para os romanos), embora considerado o pai dos deuses e dos homens, também teve uma origem. Era filho de Cronos (Saturno) com Ops (Réia), que pertenciam à raça dos Titãs e eram filhos do Céu e da Terra. Existe, entretanto, outra versão para a criação, na qual a Terra, o Êrebo (a escuridão profunda) e Eros (amor) foram os primeiros seres. Eros nasceu do ovo da noite que flutuava no caos. Com suas setas e tochas, atingia e animava todas as coisas, espalhando vida e alegria. Os Titãs eram considerados deuses primitivos. As representações de Cronos não são bem definidas, alguns consideram que seu reino constituiu a idade do ouro da inocência, para outros era um monstro que devorava seus próprios filhos 3. Zeus, porém escapou do seu destino e, mais tarde, casou-se com Prudência (Métis), que fez Cronos vomitar os outros filhos. Rebelando-se, Zeus destronou o pai e dividiu seu reino com dois de seus irmãos: Posseidon (Netuno) ficou com os oceanos e Dis (Plutão), com o mundo dos mortos. A terra e o Monte Olimpo eram propriedades comuns. O rei dos deuses e dos homens tinha como arma o raio e um escudo chamado égide. Mais tarde, desposou Hera (Juno), que se tornou 3 Bulfinch (2001) explica que a inconsistência vem do fato de confundirem o Saturno dos romanos com o Cronos dos gregos (que traz um fim a todas as coisas que tiveram começo, assim sendo acusado de devorar os próprios filhos).

19 27 a rainha dos deuses. Zeus teve vários filhos com Hera, mas também os teve com outras deusas e com mortais. Para citar um exemplo clássico, poderíamos lembrar o grego Hércules (NOGEUIRA, 20012). Filho de Zeus com a mortal Alcmena, desde seu nascimento despertou a ira da deusa Hera, a qual costumava ser hostil com os filhos que seu marido tinha com mortais. Assim, ela mandou duas serpentes matá-lo no berço. Hércules, já demonstrando sua força prodigiosa, estrangulou as cobras com suas próprias mãos. Contudo, por obra de Hera, ficou submetido a Euristeus, que lhe impôs a realização de perigosíssimas façanhas, que ficaram conhecidas como os doze trabalhos de Hércules. Já na primeira tarefa cumprida trazer a pele do leão de Neméia, monstro que devastava certo vale Euristeus ficou impressionado e amedrontado com a força do herói. Assim, ordenou-lhe que, dali por diante, prestasse conta de todas as suas aventuras fora daquelas terras. Após a realização de suas doze façanhas, tarefas impossíveis para um mortal comum, Hércules, em um ímpeto de loucura, matou um amigo e foi condenado a ser escravo, por três anos, da rainha Onfale. Durante este tempo, ficou efeminado, enquanto a rainha usava sua pele de leão. Após esse período, casou-se com Dejanira e, pelas mãos dela - enganada por um inimigo do marido encontrou sua morte. Dejanira, percebendo o que fez, enforcou-se e Hércules - compreendendo que iria morrer - preparou uma pira funerária, enrolou-se em sua pele de leão e, com fisionomia serena, pediu para que lhe ateassem fogo. Até os deuses se consternaram com o fim do herói. Então Zeus - seu pai, agradecendo o pesar os seus fiéis súditos, explicou-lhes que, perecendo ali, estava apenas a parte materna do herói e que quem venceu tudo mais não seria por aquelas chamas derrotado. 1.2 O Mito do Herói Grego Os gregos buscavam nos mitos respostas para o que não conseguiam compreender. Procuravam a origem dos fatos, da humanidade e do mundo. Os heróis eram protagonistas, eram os principais responsáveis pela

20 28 transmissão dessas mensagens. Isso explica o motivo da produção de tantas lendas, mas não justifica sua origem. De fato, entre os estudiosos não existe uma posição bem definida, levando a se pensar que os heróis podem ter várias origens (FARNELL, apud BRANDÃO, 1987), as quais iriam desde a divindade até a criação por poetas. Brandão (1987) diz que Píndaro distingue três categorias de seres: os deuses, os heróis e os homens. Max Muller (apud COMTE, 1994) resume a origem do mito do herói colocando-o como um homem elevado acima da humanidade ou um deus rebaixado, ou, ainda, a mistura de um e de outro. Quanto à estrutura que envolve o mito, Brelich (apud BRANDÃO, 1987) afirma que, apesar das diferenças entre um herói e outro, é possível traçar-lhes um perfil e diz que, Virtualmente o herói é um personagem cuja morte apresenta um relevo particular e que tem relações estreitas com o combate, com a agonística, a arte divinatória e a medicina, com a iniciação da puberdade e os mistérios, é o representante protótipo das atividades humanas fundamentais e primordiais. Todas essas características demonstram sua natureza sobre-humana, enquanto, por outro lado, o personagem pode parecer como um ser monstruoso, como gigante ou anão, teriomorfo ou andróginon, fálico, sexualmente anormal ou imponente, voltado para a violência sanguinária, a loucura, a astúcia, o furto, o sacrilégio e para a transgressão dos limites e medidas que os deuses não permitem que sejam ultrapassadas pelos mortais. (p. 19) que estes: Nircéa Eliade (1972) completa o retrato dos heróis gregos colocando Compartilham uma modalidade existencial sui generis (sobre-humana, mas não divina) e atuam numa época primordial, precisamente aquela que acompanha a cosmogomia e triunfo de Zeus. A sua atividade se desenrola depois do aparecimento dos homens, mas num período dos começos, quando as estruturas não estavam definitivamente fixadas e as normas

21 29 não tinham sido suficientemente estabelecidas. O seu próprio modo de ser revela o caráter inacabado e contraditório do tempo das origens, (p. 19) Diante de tais afirmações, já é possível vislumbrar um perfil para o herói grego: um ser com característica humana e com uma missão sobrehumana a de desvelar mistérios impossíveis de serem compreendidos pelas pessoas daquela época. Sendo assim, já poderíamos aventurar uma explicação para os mistérios gregos serem sucesso até os dias de hoje: se nem todos os mistérios são passíveis de compreensão em nossos tempos, não é de admirar que estes heróis estejam com seu lugar garantido no imaginário humano, ainda hoje. Mas, quanto aos heróis gregos, se sabemos que almejavam desvelar determinados mistérios - alguns dos quais, já decifrados pela ciência atual, a pergunta que se pode fazer, agora, é: e quanto aos heróis contemporâneos, o que precisam desvelar? A resposta a esta questão, entretanto, será deixada para mais adiante, pois, por hora, o que interessa é, unicamente, analisar o que almejavam os heróis gregos. Fernand Comte (1994) afirma: os heróis são homens, mais do que homens, e se fundamenta no fato de que eles têm dos humanos as qualidades e os defeitos de maneira proeminente. O autor diz que podemos encontrar o herói em posição que a pessoa comum jamais poderia estar. Mesmo assim, são como todos nós, salvo pelo fato de que conseguem se safar dos perigos, proteger a sociedade, realizar façanhas inimagináveis e satisfazer a vida com uma plenitude invejável. Se, por um lado, os heróis gregos têm que, em um gesto sacrificado, abdicar de sua humanização, os humanos nunca poderão realizar seus feitos com tanta excelência, mesmo que estes correspondam a seu mais íntimo desejo. Realizá-los de tal forma seria a transgressão das leis que nos garantem a identidade humana. Para os gregos, corresponderia à violação das ordens dos deuses. Assim, o ser que, com uma ambição desmedida, realizar tal tarefa, destaca-se das outras criaturas, ficando à margem do seu grupo. Mas, assim como não existe nada sem perdas, também não existe sem ganhos. Então, recebe a imortalidade como recompensa e institui-se em uma nova ordem de seres: os heróis.

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