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1 Alcatel 1000 S12 (Load and InitializationSoftware) Descr.CD Manuals System Description P4: SW Funct. Descr FBBA TR Ed. 01

2 Status Released Change Note CNQ Short Title LOAD & INIT SW All rights reserved. Passing on and copying of this 2 / FBBA TR Ed. 01

3 All rights reserved. Passing on and copying of this Contents 1 Introdução Resumo Descriçãodo Software- Pacote de Inicializaçãode Disco Módulos Software do Pacote de Initialização de Disco Monitor de Inicialização de Disco Manejador de Atualização de Disco Descriçãodo Software- Carregadorde de Sistema via Barramentode Tons Introdução Fases da Carga Ativação Preparação Carregando o Carregador Escravo do Barramento de Tons Carregando os GLSs, DLSs e Dados Replicados Fim de Carregamento Módulos de Software Mestre Mestre de Fonte de Carga Carregador Escravo do Barramento de Tons Descriçãode Software- Carga de Rede Carregador central Carregador Delta Monitor de Patch Escravo Inicialização do Elemento de Controle Carga de OBC Executor de Carregamento em OBC Executor de Inicialização de OBC Controlador de Carga Online Carregamento (Down-Loading) Descriçãodo Software Controle de substituiçãodo pacote Descriçãodo Software Précarga de Arquivo de Mensagem Gravada Montagem de Memória de Mensagem Gravada Recurso de Montagem de Memória de Mensagem Gravada Descriçãodo Software Carga de SubsistemaMultiple Multiplex Administrador de Carga Multiplex Área de Carga Multiplex OperaçõesTípicas Abbreviations FBBA TR Ed / 30

4 Figures Figure 1 Pacote Software de Inicialização de Disco (Parte) Figure 2 Carregamento Simultâneo de CE e de OBC Figure 3 Carregador de Sistema via Barramento de Tons - Configuração Geral Figure 4 Software Carregador de Sistema Via Barramento de Tons Figure 5 Tarefas de Carregamento via Barramento de Tons Figure 6 Tarefas do Carregador de Fontes de Carga Figure 7 Software de Carregamento pela Rede Figure 8 Software de Précarga de Arquivo de Mensagem Gravada.. 25 Figure 9 Eventos de Transmissão de Dados de Massa All rights reserved. Passing on and copying of this 4 / FBBA TR Ed. 01

5 All rights reserved. Passing on and copying of this 1 Introdução Este documento descreve o Software de Carga e Inicialização used in Alcatel 1000 S12 centrais. O documento descreve as áreas funcionais principais do software e as funções por elas desempenhadas. Adicionalmente, são apresentados exemplos de operações típicas executadas pelo software. 2 Resumo Carga e Inicialização é o processo de carregar os programas e dados para a Memória de Acesso Aleatório (RAM) (Random Access Memory) de todos os módulos da central, descarregandoos ( down loading ) do disco de sistema. As principais funções desempenhadas pelo Software de Carga e Inicialização são as seguintes: Inicializar o disco de sistema. Inicializar o sistema ( system start-up ), carregando programas e dados, a partir do disco de sistema, para os: Elementos de Controle (CEs) (Control Elements) de todos os módulos da central e os módulos da Unidade Remota de Assinante (RSU) Remote Subscriber Unit Controladores de Placa (OBC) (On-BoardControllers) de todos os módulos da central e os módulos de RSU que tenham placas de terminal contendo OBC(s). Controlar uma inicialização de sistema a quente ( warm start-up) quando executada uma recarga do sistema ou uma substituição do pacote de software. Carregar em linha uma Fita de Carga de Ampliação (ELT) (Extension Load Tape) Recarregar CEs individualmente, quando solicitada uma recarga por razões de manutenção, por um dos CEs, pelo Software de Manutenção e Defesa, ou pelo pessoal da central. A geração de disco magnético é o mecanismo pelo qual um disco de sistema, que é conectado a um Módulo de Periférico de Computador (CPM) (Computer Peripherals Module), é formatado e carregado com o software da central. O software da central pode ser carregado no disco de sistema a partir de fita magnética ou disco óptico. O disco de sistema deve ser gerado antes, para que o carregamento dos programas e dados possa começar. Na inicialização do sistema, o requisito mínimo para descarga dos programas e dados é ter um CPM conectado com: um disco de sistema inicializado um dispositivo de comunicação homemmáquina, p. ex., uma Unidade Vídeo (VDU), (Visual Display Unit) com suporte adequado ao diálogo com o pessoal da central. A configuração normal para inicialização do sistema é formada por dois CPMs operando no modo ativostandby, em que ambos compartilham o processo de carga, e têm acesso a uma VDU e a uma impressora. As ações derecarregar osistema einicializar sãosempre disparadas por comandos de operador. Esses comandos de operador podem ser usados para efetuar recarga completa ou parcial de uma central. Uma recarga parcial poderia ser, por exemplo, de um grupo de CEs que tenham os mesmos programas genéricos, ou a carga de um grupo de CEs que estejam sendo equipados para ampliar a capacidade da central. A recarga e a inicialização podemser executadoscom os seguintes pontos de partida. Partida a frio ( Cold start-up ), quando o disco de sistema não está inicializado e/ou não há programas sendo executados em qualquer dos CEs. Partida a quente ( Warm start-up ), quando a central já está operacional, i.e., os CEs já estão rodando programas carregados previamente. Uma partida a quente é usada por ocasião de uma substituição parcial ou completa do pacote software. Adicionalmente às funções já introduzidas, o Software de Carga e Inicialização também desempenha as seguintes funções. Pré-carga do Módulo de Mensagens Gravadas Dinâmicas Integrados (DIAM) (Dynamic Integrated Announcement Module) com seus arquivos de mensagens gravadas, antes da inicialização do sistema. Isto significa que os DIAMs podemprover mensagens gravadas imediatamente após inicialização do sistema. Carga de software para um subsistema remoto, via um multiplexador FBBA TR Ed / 30

6 O Software de Carga e Inicialização é dividido nas seguintes áreas principais: Pacote de Inicialização de Disco Carregador de Sistema via Barramento de Tons Carga pela Rede Controle de substituição do pacote Controlador de Carga On-Line Précarga de Arquivo de Mensagem Gravada Carga de Subsistema via Multiplexador As áreas principais do software são descritas em tópicos separados. 3 Descrição do Software - Pacote de Inicialização de Disco O Software Pacote de Inicialização de Disco compreende um arranjo especial de módulos software que são carregados temporariamente, a partir de fita magnética ou de disco óptico, no processador do módulo CPM, para permitir que seja gerado um disco de sistema, i.e., primeiro inicializando o disco para depois carregálo. Estes módulos software incluem o seguinte: Software do Sistema Operacional, sob o qual roda o processador do CPM. Software da Base de Dados, que provê armazenamento e acesso para dados usados pelos outros módulos do software de Inicialização de Disco. Software de Comunicação HomemMáquina, que permite ao operador intervir durante a inicialização do Disco. Um subconjunto do Software de Entrada/Saída usado em operação normal que: aciona o VDU e a impressora usados para gerar informes durante a inicialização dodisco executa o manejo geral de arquivo durante a inicialização do Disco. Software Monitor de Inicialização de Disco, que controla a cópia dos arquivos, de fita magnética ou de disco óptico, para o disco de sistema. Há versões separadas do softwaremonitor deinicialização de Disco, para inicialização do disco de sistema a partir de fita magnética ou de disco óptico. Software Manejador de Atualização de Disco, que assegura a consistência dos dados nos arquivos de segurança e nos Segmentos de Carga de Dados (DLS) (Segmentos de Carga de Dados), quando o disco de sistema é gerado a partir de um back-up em fita magnética, ou back-up em disco óptico. Software de Serviço de Comunicação para Inicialização de Disco, que possibilita a comunicação entre o CPM ativo e o CPM isolado, ambos compartilhando os mesmosdispositivos decomunicação HomemMáquina (CHM). O software de Serviço de Comunicação para Inicialização de Disco é parte do Software de Entrada/Saída e sua descrição completa consta do documento descritivo de software com este título. Um disco de sistema pode ser gerado conforme se descreve a seguir: Numa inicialização a frio, i.e., que começacom o hardware desenergizado. Com a energização, ambos os CPMs vão para o estado de geração de disco e estão independentes um do outro. O programa bootstrap da Memória Só de Leitura (ROM) (Read Only Memory), é executado em ambos CPMs, e cada CPM envia uma mensagem para o VDU perguntando ao operador qual CPM deveserusadoparaainicialização dodisco desistema e qual o suporte (i.e., fita magnética ou disco óptico). Quando o operador responder, o Software Pacote de Inicialização de Disco, que éo primeiroarquivo na fita magnética (ou do disco óptico), passa a ser carregado na memória do processador do CPM escolhido. O Software do Sistema Operacional então começa as operações de geração de disco, usando para inicialização o CPM que fica isolado do resto da central. Numa inicialização a quente, solicitada pelo operador. Uma inicialização a quente significa que ambos CPMs estão operando no modo ativostandby, e ocpm ativoestá rodandoo softwarede operação normal. Para iniciar uma inicialização a quente, um operador deve: desativar o CPM que deverá ser usado para a inicialização do disco montar a fita magnética ou o disco óptico, (o que for aplicável) indicar, via VDU, qual o suporte que deve ser usado (i.e., fita magnética ou disco óptico). All rights reserved. Passing on and copying of this 6 / FBBA TR Ed. 01

7 All rights reserved. Passing on and copying of this Depois destas ações, o software de Inicialização de Disco é carregado na memória do processador do CPM escolhido, e a inicialização do disco começa do mesmo modo que na inicialização a frio. 3.1 Módulos Software do Pacote de Initializaçãode Disco Nas descrições que se seguem, somente são discutidos os módulos do Pacote Software de Inicialização de Disco que são utilizados exclusivamente para inicialização de disco, i.e., o software Monitor de Inicialização de Disco e o software Manejador de Atualização de Disco (ver figura 1). Os softwares usados na operação normal, p. ex., o Software do Sistema Operacional, o Software da Base de Dados, o Software de Comunicação HomemMáquina, etc., são descritos em outros documentos. Disco de Sistema Figure 1 Standby Ativo Elementode Controlede TerminalCPM Monitor de Inicialização de Disco Impressora Entrada / Saída (ver Nota) Manejador de Atualizaões de Disco Monitor (VDU) Unidade de Fita Magnética / Unidade de Disco Óptico Nota: O Software de Entrada/Saída mostrado é um subconjunto do Software de Entrada/Saída operacional Pacote Software de Inicialização de Disco (Parte) Monitor de Inicializaçãode Disco Para o propósito desta descrição, adotase como premissa que o Software Pacote de Inicialização de Disco, do qual o software Monitor de Inicialização de Disco é parte, está presente na memória do módulo CPM que executa a inicialização. O software Monitor de Inicialização de Disco compreende: Monitor de Inicialização de Disco (c/ Fita) Magnética Monitor de Inicialização de Disco - (c/ Disco) Óptico. Monitor de Inicializaçãode Disco-Magnético O softwaremonitor deinicialização dedisco - Magnética copia todas os arquivos a partir da fita magnética [p. ex., Fita de Carga de Sistema (SLT)(System Load Tape)] para um disco de sistema. Uma fita magnética de carga pode ser multi-volume, i.e., composta por duas ou mais fitas. Em tais casos, o operador especifica o número de fitas quando solicita a inicialização de disco. O software Monitor de Inicialização de Disco Magnética detecta uma indicação de fimdefita e aguarda até que a próxima fita seja montada. Quando o software Monitor de Inicialização de Disco Magnética é ativado, começa a geração do disco, pela transferência de alguns dos arquivos essenciais, numa seqüência fixa. Primeiro é transferido para o disco o arquivo com a tabela de descrição de arquivos. A tabela de descrição de arquivos contém as definições que permitem que o acesso aos arquivos seja feito na seqüência correta. O segundo arquivo transferido é o arquivo diretório da SLT, que dá a localização dos arquivos na SLT. Depois de terem sido copiados os arquivos essenciais, são executadas as seguintes etapas da geração de um disco de sistema: Transferência da SLT, em que o software Monitor de Inicialização de Disco Magnética copia todosos arquivos a partir da fita magnética para o disco de sistema. Os arquivos neste caso são principalmente os programas [i.e., os Segmentos Genéricos de Carga (GLSs)(Generic Load Segments )] e os dados (i.e., os Segmentos Genéricos de Dados (DLSs) (Data Load Segments) que eventualmente serão carregados nos CEs FBBA TR Ed / 30

8 Desmontagem da SLT, em que a fita magnética é rebobinada e removida da unidade de fita magnética pelo operador. Para fitas multi-volume, a próxima fita é montada. Finalização, que é quando o software Monitor de Inicialização de Disco Magnética dá por completa a geração do disco de sistema e passa a aguardar um comando de arranque ( boot ) de parte do operador. Quando o comando é recebido: o software Monitor de Inicialização de Disco - Magnética conclui sua tarefa o CPM é recarregado com o software a partir do disco de sistema recentemente gerado, o qual é gravado por cima do software Pacote de Inicialização de Disco temporário. Sincronização de DLSs, em que o software Monitor de Inicialização de Disco Magnética dispara o software Manejador de Atualização de Disco, para assegurar que sejam consistentes os DLSs e os dados dos arquivos de segurança, no caso de disco de sistema que tenha sido gerado tendo por fonte um back-up. Monitor de Inicializaçãode Disco Óptico O software Monitor de Inicialização de Disco Óptico gera um disco de sistema copiando os arquivos de um disco óptico. O disco óptico e o disco de sistema têm a mesma estrutura de diretório, por essa razão, a cópia dos dados é executada por meio de simples ações de leitura e escrita. Um buffer longo é solicitado ao Software do Sistema Operacional para acelerar o processo de transferência. A geração de um disco de sistema é completada seguindo um número de etapas, que sãobasicamente as mesmas da inicialização de disco a partir de fita magnética (ver descrição acima). Depois de copiados todos os arquivos, o software Monitor de Inicialização de Disco (magnético ou óptico) dispara o software Manejador de Atualização de Disco que executa um roll forward, isto é uma atualização, para assegurar que os dados nos DLSs e nos arquivos de segurança sejam consistentes. 4 Descrição do Software - Carregador de Sistema via Barramento de Tons O software Carregador de Sistema via Barramento de Tons utiliza o barramento de tons para descarregar, do disco de sistema: GLSs que são comuns a um grande número de tipos de processadores CE/OBC dados replicados (i.e., qualquer parte de um DLS que é replicado num grande número de CEs. O software Carregador de Sistema via Barramento de Tons utiliza a Rede de Comutação Digital (DSN)(Digital Switching Network) para descarregar, do disco de sistema: GLSs que são comuns a um reduzido número de tipos de processadores CE/OBC (dois ou quatro) DLSs. Para diminuir o temo de carga (e conseqüentemente otempoforadeserviçodurante ainicialização dosistema), osces eos OBCssão carregadossimultaneamente (ver figura 2). GLSs de OBC são carregados nos TCEs Carga de OBC local All rights reserved. Passing on and copying of this Manejador de Atualizaçãode Disco O software Manejador de Atualização de Disco destinase a assegurar que sejam mantidos consistentes os DLSs e os dados dos arquivos de segurança, quando o disco de sistema tiver sido gerado a partir de um back-up em fita magnética ou disco óptico. Uma comprovação é necessária porque, quando é feito um back-up em fita magnética ou disco óptico, os DLSs são copiados antes dos arquivos de segurança, e, então, seus conteúdos não são os mesmos. Figure 2 Carga de OBC remoto Carregamento de TCEs e de ACEs Carregamento Simultâneo de CE e de OBC t 8 / FBBA TR Ed. 01

9 All rights reserved. Passing on and copying of this O software Carregador de Sistema via Barramento de Tons (ver Figura 3) compreende as seguintes áreas principais: software Mestre software Mestre de Fonte de Carga Software Carregador Escravo do Barramento de Tons. A figura 3 mostra a distribuição do software Carregador de Sistema via Barramento de Tons entre os CEs e também os caminhos de dados que são usados durante o processo de carga. No curso desta descrição, a importância destes caminhos de dados ficará evidente. Standby TCE CPM Ativo CE Reserva Mestre Fonte de Carga Mestre CEs Fontes de Carga Disco de Sistema DSN Ativo TCE CPM Carregador Escravo do Barramento de Tons Porta de Tons Ativo (Ver Nota 4) CE CarregadorEscravo do Barramento de Tons Porta de Tons CEs Destinos de Carga Barramento de Tons Notas = Caminhos para dados de massa 3. CE = Elemento de Controle, CTM = Módulo de Relógio e Tons, DSN = Rede de Comutação Digital 4. Os canais da porta do barramento de tons são encaminhados, via Comutador de Acesso da DSN, até as portas da Rede do CE (ver tópico Carregador Escravo do Barramento de Tons) Figure 3 Carregador de Sistema via Barramento de Tons - Configuração Geral FBBA TR Ed / 30

10 4.1 Introdução O barramento de tons chega a todos os CEs de uma central, via o Sistema de Distribuição de Relógio e Tons. Assim, toda informação transportada pelo barramento de tons está presente simultaneamente em todos os CEs sem usar comutação na DSN. Estas características de distribuição do barramento de tons fazem dele o meio ideal para carregamentodos GLSs que são comuns a vários CEs ou OBCs, e também dos dados replicados em diversos CEs. Os CEs e OBCs são carregados em paralelo, pelo software Carregador de Sistema via Barramento de Tons permitindo reduzir o tempo que o sistema fica fora de serviço durante: a carga inicial da central (i.e., na inicialização do sistema) a recarga da central toda, ou de grupos de CEs e OBCs com novos GLSs e dados replicados (i.e., numa inicialização a quente ). As atividades de carga recebem o suporte de recursos aqui denominados fontes de carga. Estas fontes de carga são CEs de reserva, que são carregados, pelo software Mestre, com: o software Mestre de Fonte de Carga, destinado a suportar o processo de carregamento os GLSs comuns a uns poucos (dois ou quatro) tipos de processadores CE/OBC, e os DLSs. A transferência do software Mestre de Fonte de Carga, dos GLSs de CE/OBC, e dos DLSs, a partir das fontes, de carga acontece nos caminhos para dadosde massa, estabelecidos através da DSN (ver figura 3). 4.2 Fases da Carga O objetivo do software Carregador de Sistema via Barramento de Tons é carregar GLSs, DLSs e dados replicados nos CEs e OBCs, a partir do disco de sistema. Não obstante, antes que qualquer GLS efetivamente possa ser carregado, o software Mestre deve carregar o seguinte software: O software Mestre de Fonte de Carga carrega nas fontes de carga, viacaminhos dedados demassa na DSN, os DLSs e os GLSs (aqueles que são comuns somente a um pequeno número de tipos de processadores CE/OBC). O software Carregador Escravo do Barramento de Tons nos CEs alvos da carga, e no CE do Módulo de Relógio e Tons (CTM) (Clock e Tones Module), via Caminhos Controlado por Usuário (UCP) (User-Controlled Path) estabelecidos através da rede DSN. O software Carregador Escravo do Barramento de Tons é necessário nos CEs alvos, para que eles possam receber os programas, que são enviados em pacotes de carga especiais através da barramento de tons. No CTM, o software Carregador Escravo do Barramento de Tons prepara os pacotes de carga para serem enviados através do barramento de tons. Os parágrafos seguintes descrevem a seqüência das várias etapas envolvidas no processo completo de carga Ativação O software Mestre, que pode ser residente num CPM, ou carregado em overlay, é ativado por um comando de operador para começar o processo de carga. Quando ativado, o software Mestre executa um acesso aos arquivos da configuração hardware no disco de sistema, para obter as identidades de todos os CEs equipados, bem como seusendereços derede. A partir das informações obtidas, é produzido um arquivo de dados que é armazenado no disco de sistema. O software Mestre agora passa para o modo operacional autônomo, assumindo o controle do módulo CPM e fazendo parar o todo software que estava rodando nele. Esta ação assegura uma carga de sistema mais rápida, porque os recursos do processador do CE não mais estão disponíveis para qualquer outro software. O modo operacional autônomo é chamado assim porque o software Carregador de Sistema via Barramento de Tons não necessita, para desempenhar suas funções, de qualquer suporte operacional da central (p. ex., do Software do Sistema Operacional). O software Carregador de Sistema via Barramento de Tons tem seu próprio software de Sistema de Suporte Operacional Básico (escrito mais adiante), capacitado para executar operações de manejo de rede, com as quais é capaz de estabelecer caminhos através da rede DSN. All rights reserved. Passing on and copying of this 10 / FBBA TR Ed. 01

11 All rights reserved. Passing on and copying of this Preparação Depois de sua ativação e passagem para o modo autônomo, o software Mestre desempenha as seguintes funções de preparação. Ler o arquivo de dados (criado na etapa de ativação) e o converter para um formato adequado para carga. Isto inclui organizar osdados emtabelas ordenadas, onde, por exemplo, são reunidas as informações a respeito dos CEs e OBCs que necessitam os mesmos GLSs. Inicializar as fontes de carga estabelecendo um caminho UCP para cada fonte de carga que estiver correntemente rodando software operacional e enviar, através do UCP, uma mensagem com pedido de carga. Esta ação só é aplicável durante uma recarga de sistema, quando as fontes de carga estiverem rodando software operacional. Estabelecer um caminho para dadosdemassa para cada fonte de carga e carregar, via esse caminho: o software Mestre de Fonte de Carga (descrito mais adiante) o qual suporta a função de carga os GLSs e os DLSs reais, que devem ser carregados nos CEs alvos através da DSN. Carregar GLSs através da DSN, o que é restrito aos GLSs que são comuns somente a um pequeno número de tipos de processadores CE. Os GLSs que são comuns somente a um grande número de tipos de processadores CE. são sempre carregados via barramento de tons. Carregar DLSs via rede DSN, porque os dados que eles contêm, mesmo os de CEs do mesmo tipo, são largamente específicos de cada CE, p. ex., dados associados a assinantes num módulo de assinantes. Entretanto, quaisquer dados replicados, mesmo constituídos por partes de DLSs, são carregados via barramento de tons. Estabelecer um caminho UCP para cada CE alvo que esteja rodando correntemente software de sistema operacional e enviar, via caminho UCP, uma mensagem de pedido de boot. Esta ação só é aplicável durante uma recarga de sistema quando novos GLSs e dados devem ser carregados nos CEs que já estão rodando software de sistema operacional. Monitorar os resultados de todas as solicitações de boot. Um CE, ao receber a mensagem de solicitação de boot, cede o controle do seu processador para a memória firmware (i.e., ROM) e informa ao software Mestre que está pronto para receber o software Carregador de Sistema via Barramento de Tons Escravo através da rede DSN Carregandoo Carregador Escravo do Barramento de Tons O software Carregador Escravo do Barramento de Tons é capaz de receber os pacotes especiais de dados, por meio dos quais são transmitidos os GLSs comuns e dados replicados, via barramento de tons. Assim, antes que os CEs alvos possam receber estes pacotes de dados, eles devem ser carregados com o software Carregador Escravo do Barramento de Tons. O software Mestre no CPM e o software Mestre de Fonte de Carga nas fontes de carga compartilham a função de carregamento. O software Carregador Escravo do Barramento de Tons também descompacta os dados recebidos das fontes de carga através dos caminhos para dados de massa da DSN. A carga do software Carregador Escravo do Barramento de Tons é dividida em duas fases, como segue. Fase 1. O CEs alvos são carregados, em grupos de até 54 de cada vez, pelo software. Mestre de Fonte de Carga. A carga é executada, através da DSN, usando caminhos de carga simples. A ROM de cada CE alvo passa controles do processador através do recentemente carregado software Carregador Escravo do Barramento de Tons. Todos os CEs alvo informamo êxito, ou falha, da tentativa de carga de forma que o software responsável sabe quais dos CEs estão agora executando o software Carregador Escravo do Barramento de Tons. No caso de uma reposta negativa de um CE, a carga é tentada novamente. O CEs docentral estãoexecutando aparte dosoftware Carregador Escravo do Barramento de Tons que pode aceitar os pacotes do barramento de tons, e dados recebidos das fontes de carga através dos caminhos para dados de massa da DSN FBBA TR Ed / 30

12 Fase 2. Agora que os CEs alvo podem aceitar pacotes do barramento de tons, a segunda parte do software Carregador Escravo do Barramento de Tons é carregada, através da CTM e do barramento de tons, em todos os CEs em uma operação. Esta fase é executada apenas pelo software Mestre. A segunda parte do software Carregador Escravo do Barramento de Tons compreende o software Carregador Escravo de OBC e o software Depurador (ambos descritos adiante) Carregando os GLSs, DLSs e Dados Replicados Agora que o software Carregador Escravo do Barramento de Tons está presente nos CEs alvo, eles podem ser carregados com seus GLSs, DLSs e dados replicados como segue. As fontes de carga, carregadas com os GLSs (que são comuns apenas a um pequeno número de tipos de processador CE/OBC) e DLSs durante a fase de preparação, agora inicia a carga de cada um dos CEs alvos associados através decaminhos para dados de massa da DSN. Os GLSs e DLSs são enviados ao CEs em formato compactado, que é descompactado pelo software Carregador Escravo do Barramento de Tons e armazenado na área correta de memória do CEs. O software Mestre envia os GLSs comuns e os dados replicados através da DSN para o CTM para distribuição através do barramento de tons. Os GLSs e os dadosreplicados sãoenviados empacotes, que são recebidos pelo software Escravo Carregador de Sistema através do Barramento de Tons, e então armazenados na área de memória correta dos CEs. Os OBC GLSs são carregados pelo software Carregador Escravo de OBC (parte do software Carregador Escravo do Barramento de Tons) nos CEs com os OBCs associados Fim de Carregamento Cada CE alvo informao êxito, ou falha, de cadaprocesso de carregamento ao software Mestre. O carregamento do sistema termina com o software Mestre: enviando uma mensagem de difusão do barramento de tons, através do CTM, para todos os CEs alvos os instruindo a iniciar a execução dos GLSs recentemente carregados apresentando os informes do processo de carregamento na impressora do sistema (qualquer falha no carregamento é listada em grupos de tipos de CE) devolvendo o controle do CPM ao seu software operacional, o reiniciando e fazendo com que ele carregueseusoftwareoperacionaldodisco desistema. 4.3 Módulos de Software A figura 4 mostra um diagrama de blocos do software Carregador de Sistema através do Barramento de Tons Mestre O software Mestre controla e supervisiona a operação inteira de carregamento que envolve o seguinte. Carregamento das fontes de carga com o software Mestre de Fonte de Carga, carregar as tabelas, GLSs (não no barramento de tons) e DLSs. Carregamento, através de caminhos simplex da DSN, do software Carregador Escravo do Barramento de Tons nos CEs alvos. Carregamento, através do barramento de tons, os GLSs comuns e os dados replicados. O software Mestre (veja 4) compreende as seguintes áreas principais: Entrada Sistema de Suporte Operacional Básico Controle Mestre Inicialização Carregador Mestre Depurador Com a exceção do software de Entrada, todas as áreas de software acima são envolvidas quando se entra na fase independente. Entrada O software de Entrada executa funções de manipulação de comando e provê a interface entre o ambiente externo e os outros módulos de software do software Carregador de Sistema via Barramento de Tons. All rights reserved. Passing on and copying of this 12 / FBBA TR Ed. 01

13 All rights reserved. Passing on and copying of this O software de Entrada: aceita Tarefa Solicitada pelo Operador (ORJ) (Operator Requested Job) para iniciar ações de carregamento do sistema acessa a base de dados para obter as características de dispositivo do VDU e da impressora Controle de Fonte de Carga ganha o controle do CPM e para todos os softwares que são executados nele incapacita o carregamento de CE único enviando uma mensagem de inibição para o software deinicialização de CE em ambos os CPMs reajusta o equipamento do Processador do Canal Direto de Memória N CEs SoftwareCarregador CarregadorEscravo do Barramentode Tons Carregador de CE Carregador Escravo de OBC 1 Descompactador Depurador Standby De/para Suporte Básico Sistema de Operacional Reserva TCE CPM Ativo CEs Fontes de Carga Reserva Software Mestre Inicialização Carregador Mestre Software Mestre de Fontes de Carga Carregador de Fonte de Carga Entrada Controle Mestre Carregador de Fonte de Carga Sistema de Suporte Operacional Básico Sistema de Suporte Operacional Básico Depurador Depurador Figure 4 Software Carregador de Sistema Via Barramento de Tons incapacita as ações de manutenção enviando uma mensagem ao software de Manutenção e Defesa FBBA TR Ed / 30

14 acessa a base de dados para preparar arquivos de dados baseados em disco para serem usados durante a fase independente. ajusta o flag de teste na base de dados para indicar seo teste rápido deve ounão serexecutado nos processadores do CE proporciona para uma interface com o software do Sistema de Suporte Operacional Básico carrega (do disco de sistema)e executa os outros módulos de software do software Carregador de Sistema através do Barramento de Tons e então entra na fase independente. Sistema de Suporte OperacionalBásico O software do Sistema de Suporte Operacional Básico provê um sistema operacional de processador de temporeal, dirigido por eventos, que suportafunções de multitarefa e de controle de equipamento. O software é executado no CPM e nos CEs das fontes de carga. Como em todos os sistemas operacionais de processador, o software do Sistema de Suporte Operacional Básico provê memória e gerenciamento de recurso de tempo, gerenciamento do controle de interrupções, etc., para o software de usuário que é executado sob ele. Além disto, e mais especificamente no ambiente da carga do barramento de tons, o software do Sistema de Suporte Operacional Básico desempenha as seguintes funções principais. Funções de Entrada/Saída, que são dirigidas por interrupções do equipamento do Processador do Canal Direto de Memória e solicitações do software de Entrada/Saída, para suporta operações do disco de sistema e da impressora. Funções de manejo de Rede, que são dirigidas por interrupções do equipamento da Interface de Terminal e por solicitações de tarefas do software de usuário, para: estabelecer UCPs e caminhos simplex para carga do software Carregador Escravo do Barramento de Tons estabelecer caminhos de dados de massa entre o CPM e as fontes de carga, e entre as fontes de carga e os CEs alvo, para carga de GLSs, DLSs etc. não do barramento de tons transmite e recebe dados de massa (em formato compactado) através dos caminhos de dados de massa compacta dados de massa para transmissão e descompacta os dados de massa recebidos suporta a transmissão de dados através do barramento de tons. Funções Multitarefa, que trata tarefas em uma base de prioridade e provê uma interface de controle para administrar e compartilhar recursos de sistemas. Controle Mestre OsoftwaredeControle Mestresupervisiona asoperações de carga. O software de Controle Mestre: lê os arquivos de dados, criados pelo software de Entrada, para produzir as tabelas de carga e as variáveis globais divide as tarefas de carga que não são do barramento de tons entre o CPM e as fontes de carga para obter a carga paralela ótima solicita ao software do Sistema de SuporteOperacional Básico o estabelecimento de UCPs entre o CPM e as fontes de carga submete tarefas de inicialização para carregar as fontes de carga com o software Mestrede Fontede Carga submete tarefas de carga ao software Carregador Mestre. Inicialização O software de inicialização executa a inicialização e carga dos CEs alvo e fontes de carga com o software Carregador Escravo do Barramento de Tons. CarregadorMestre O software Carregador Mestre, que recebe tarefas de carga do Controle Mestre, trata da carga do barramento de tons de: Depuradores escravo e de software GLSs/Segmentos de Carga de patches (PLS)s (Segmentos de carga de patches )) dados replicados OBC GLSs. Assim que o software Carregador Escravo do Barramento de Tons é carregado nos CEs alvo, o software Carregador Mestre é designado para até quatro tarefas de carga pelo software de Tarefas de Controle (veja 5). Cada tarefa de carga é capaz de servir um grupo de sete canais de barramento de tons. (Para propósitos de carga, os canais dobarramento detons se agrupam em quatro grupos de sete canais.) All rights reserved. Passing on and copying of this 14 / FBBA TR Ed. 01

15 All rights reserved. Passing on and copying of this Controle Mestre Figure 5 Carregador Mestre Tarefas de Carregamento Cada tarefa serve a um grupo de sete canais do barramento de tons Tarefas de Carregamento via Barramento de Tons Uma tarefa de carga poderia ser, por exemplo, transmitir um GLS em um certo canal de um grupo de canais do barramento de tons. O software Carregador Mestre não espera pela conclusão de todas as quatro tarefas de carga antes de solicitar tarefas de carga adicionais. Ao invés disto, ele solicita uma tarefa adicional na conclusão de cada uma. A seqüência de carga é repetida até que todos os arquivos são transmitidos. A última tarefa de carga dada ao software Carregador Mestre é a mensagem para reiniciar os CEs. Para habilitar a carga, o software Carregador Mestre solicita ao software do Sistemade SuporteOperacional Básico para estabelecer tantos caminhos de DSN quanto requeridos para o CTM. Quando criados, estes caminhos são estabelecidos (por meio do protocolo de escoamento de Conversação e/ou Dados), até que eles sejam quebrados pelo CPM ou pelo CTM. Os pacotes de dados lançados através destes enlaces não usam métodos convencionais, i.e., eles são sempre lançados usando o protocolo de seleção, que não afeta os enlaces estabelecidos e assegura eles são unidos indiretamente (i.e., pela comuta de entrada e saída indireta) através do CTM para o barramento de tons. No CTM, o Carregador Escravo do Barramento de Tom força uma conversão de protocolo de forma que os pacotes escoem o protocolo normal do barramento de tons, i.e., Protocolo de Conversação e/ou Dados. Depurador O software Depurador provê um recurso de teste para depuração de software e opera da mesma maneira que o software Escravo de Monitoração de Teste do Multiprocessador (parte do software de Testability). O software Depurador recebe comandos do software Escravo de Monitoração de Teste do Multiprocessador. Estes comandos são enviados através dos UCPs e são recebidos pelo software do Sistema de Suporte Operacional Básico, que os passa para o software Depurador Mestre Mestre de Fonte de Carga O software Mestre de Fonte de Carga executa a carga, através dos caminhos de dados de massa da DSN, dos GLSs, DLSs, etc.não do barramento de tons, nos CEs alvos. O software Mestre de Fonte de Carga (veja 4) compreende: Controle da Fonte de Carga Carregador de Fonte de Carga Sistema de Suporte Operacional Básico Depurador O software do Sistema de Suporte Operacional Básico e o software Depurador já foram descritos na subcláusula software Mestre. Controle da Fonte de Carga O software de Controle de Fonte de Carga desempenha as seguintes funções. Suporta a carga do software Carregador Escravo do Barramento de Tons. Uma fonte de carga carregada com êxito indica esta condição ao software Mestre (através do UCP), que pode então enviar uma solicitação de tarefa e receber mensagens de conclusão através do UCP. Submissão de tarefas ao software Carregador de Fonte de Carga. Carregadorde de Fonte de Carga O software Carregador de Fonte de Carga recebe as tarefas carregadas do software de Controle de Fonte de Carga e lança, através de até cinco caminhos de FBBA TR Ed / 30

16 dados de massa, os GLSs, DLS, etc., para o CE alvo (veja 6). Figure 6 Controle de Fonte de Carga Carregador de Fonte de Carga Tarefas do Carregador Cada Tarefa de Controle serve a um caminho para dados de massa Tarefas do Carregador de Fontes de Carga O software Carregador de Fonte de Carga suporta a transmissão de arquivos em formato compactado ou descompactado Carregador Escravo do Barramento de Tons O software Carregador Escravo do Barramento de Tons é executado no CTM e nos CEs alvos. O software Carregador Escravo do Barramento de Tons (veja 4) compreende as seguintes áreas. O software Carregador de CE, que recebe os GLSs e DLSs da DSN e do barramento de tons os carrega na área de memória correta do CE. O software Carregador Escravo de OBC, que executa: carga dos OBC GLSs nos OBCs alvos (OBCs locais e remotos) designação do enlace de grupo para os OBCs locais designação do enlace de grupo para o Módulo de Interface Remoto para os OBCs remotos tratamento de dispositivo. O software de descompactação, que executa a descompactação dos dados que chegam nos caminhos de dados de massa. software Depurador (como descrito previamente). O software Carregador Escravo do Barramento de Tons é carregado em duas fases (refira a subcláusula Fases de Carga). A primeira fase carrega a parte que pode aceitar os pacotes de carga do barramento de tons. A segunda fase envolve a carga da parte do software Depurador e do software Carregador Escravo de OBC. Software CarregadorEscravo do Barramento de Tons sendo Executado no CTM O software Carregador Escravo do Barramento de Tons executado no CTM recebe cs GLSs e os arquivos de dados replicados do software Carregador Mestre no CPM. Estes arquivos são enviados em pacotes de dados que contêm o protocolo de seleção que assegura que eles são unidos indiretamente (i.e., pela comuta de entrada e saída indireta) através do CTM para o barramento de tons. No CTM, o software Carregador Escravo do Barramento de Tons força uma conversão de protocolo de forma que os pacotes escoem o protocolo normal do barramento de tons, i.e., Protocolo de Conversação e/ou Dados. O software CarregadorEscravo do Barramento de Tons sendo Executado nos CEs alvos O software Carregador Escravo do Barramento de Tons seno executado nos CEs alvos recebe os GLSs, DLSs e os dados replicados e então os carrega na área correta de memória dos CEs alvos. Também recebidos são os OBC GLSs que são carregados na memória do OBC (OBCs locais e remotos). A fonte dos GLSs, DLSs e dos dados replicados são os: caminhos de dados de massa da DSN paraglss, DLSs, etc não do barramento de tons. barramento de tons para GLSs replicados e os dados replicados barramento de tons para os OBC GLSs. Carga do OBC Local O software Carregador Escravo de OBC envia a solicitação de inicialização, através dos caminhos de grupo, para todos os OBCs que requerem a carga e espera pelas solicitações de carga dos OBCs. Os OBC GLSs são então carregados através dos caminhos de grupo. Carga do OBC Remoto A carga dos OBCs remotos é baseada no mesmo princípio da carga do OBC local. O software Carregador Escravo de OBC desempenha as seguintes funções. All rights reserved. Passing on and copying of this 16 / FBBA TR Ed. 01

17 All rights reserved. Passing on and copying of this Envia uma solicitação de inicialização, através de um caminho de grupo, para o Módulo de Interface Remoto e espera a solicitação de carga. Atribui até seis caminhos de carga ao Módulo de Interface Remoto. Carrega, na seguinte seqüência, a: Parte terminal do Módulo de Interface Remoto com seu GLS Parte terminal do Módulo de Interface Remoto com o OBC GLS destinado ao RSU. Dispara o Módulo de Interface Remoto para iniciar a carga dos OBC GLSs e então termina seu processo. Recepção do barramentode tons nos CEs alvos Todos os CEs alvos recebem os mesmos dados nas suas portas de tom. Porque a porta de tom de um CE não reconhece o padrão de bit de Início de Pacote (SOP)(Start of Packet), ele não pode inicializar nenhuma recepção de pacote do barramento de tons. Para habilitar a recepção de pacote, o softwarecarregador Escravo do Barramento de Tons em cada CE alvo invoca um caminho (através do Comutador de Acesso do DSN) que origina de e termina na porta de rede de sua interface de terminal (veja 3). (Os portas de rede reconhecem o padrão de bit de SOP.) Cada canal do barramento de tons é unido (indiretamente através do RAM de pacote) à porta de transmissão de rede, e então através do Comutador de Acesso, à porta de recepção de rede. Uma mudança de protocolo iniciada por software força o enlaçe recentemente estabelecido à escoar dados com o protocolo de Escape. Esta alteração de protocolo habilita a porta de recepção de rede a reconhecer o padrão de bit de SOP e assim iniciar a recepção de pacote. Um canal permanece em modo de recepção de pacote até ser forçado ao estado de controle pelo processador de CE. Uma vez retornando do estado de controle, o canal procurará um novo SOP. Pelo método acima, um pacote enviado pelo CPM é recebido simultaneamente por todos os CEs. 5 Descrição de Software - Carga de Rede O software de Carregamento pela Rede é principalmente envolvido nas atividades de carga que podem ser executadas online, por exemplo, carga de software overlay, recarregamento de um único CE ou OBC, introdução de um ELT, etc. O software de Carregamento pela Rede (veja 7), que desempenha suas funções de carga através da DSN, compreende o seguinte: Carregador central Carregador delta Monitor de Patch Escravo Inicialização de CE Carga de OBC Controlador de Carga Online. 5.1 Carregador central O software do Carregador Central controla a descarga (downloading ) do software overlay, do disco de sistema, para as áreas de memória de overlay dos CEs (incluindo o CPM). Uma aplicação de software, requerendo software overlay, envia uma mensagem através do Software do Sistema Operacional ao software do Carregador Central. Um número de solicitações simultâneas de descarga podem ser suportadas pelo software do Carregador Central como segue. Até quatro solicitações simultâneas podem ser suportadas quando os módulos de software overlay são para o Terminal Elemento de Controle (TCE) (Terminal Control Element) do CPM. Até duas solicitações simultâneas podem ser suportadas quando os módulos de software overlay são para outros CEs (i.e., não o TCE do CPM). Quando o software do Carregador Central recebe uma solicitação para descarga de de um módulo de software overlay, verifica se a solicitação é de seu próprio (CPM) TCE ou de outro CE e se o número máximo de solicitações simultâneas de descarga não é excedido. Se o número máximo de solicitações de descarga foi alcançado, a solicitação é rejeitada. Solicitações para a abertura e leitura de arquivos do disco de sistema são enviadas ao Software de Entrada/Saída. O módulo de software overlay é recuperado do disco de sistema e é carregado no CE que o solicitou. Quando um CPM está sendo carregado, o arquivos são carregados diretamente na memória de seu TCE. Quando outros CEs estão sendo descarregados, os arquivos são enviados, através da DSN, pelo Software do Sistema Operacional. O Software do Sistema Operacional usa um método de transferência de FBBA TR Ed / 30

18 dados apropriado para a quantia de dados ser transferida. 5.2 Carregador Delta O software Carregador Delta permite a um operador descarregar CEs com software (código) que modifica seus PLSs existentes. Este software, que é chamado um PLS delta, é usado para introduzir correções secundárias aos PLSs existentes. O PLS delta transmite estas correções secundárias em termos da diferença (i.e., delta) entre o PLS velho e o novo. Esta técnica evita substituir o PLS inteiro. Os PLSs delta são produzidos foradelinha e são carregados no disco de sistema em prontidão para descarga. Ao contrário da substituição de um PLS, que requereria uma recarga dos CEs alvos, a introdução de um PLS delta é feita enquanto os CEs estão online. Isto é alcançado através da descarga do PLS delta na área de memória de overlay dos CEs alvos. O software Carregador de Delta trabalha junto com o software Monitor de Patch Escravo que ele carrega, junto com o delta PLS, na área de memória de overlay dos CEs alvos. Até 50 CEs online podem ser carregados com um PLS delta e com o software Monitor de Patch Escravo, usando o mecanismo de difusão do software Software do Sistema Operacional. A difusão dos PLSs delta é executada na base do tipo de processador do CE, i.e., cada grupo de CEs alvos com o mesmo tipo de processador receberá o mesmo delta PLS. Os PLSs delta podem ser carregados, por um operador, dos seguintes modos. Carregando um PLS delta em um CE individual. Este tipo de carga é executada pelo software de Inicialização de CE e não pelo software Carregador de Delta. Quando o tipo de processador do CE designado é único (i.e., não pertencea umgrupo de CEs com o mesmo tipo de processador), a necessidade de carga por difusão pelo software Carregador de Delta e pelo software Monitor de Patch Escravo não é necessária. Carga do PLS delta em um número de CEs como especificado por um operador. Este tipo de carga é designada carga parcial e é executada pelo software Carregador de Delta. Carga do PLS delta em todos os CEs nos quais um PLS delta existe. Este tipo de carga é executada pelo software Carregador de Delta. Quando um comando ORJ é recebido, o software Carregador de Delta analisa os parâmetros do comando e verifica se: All rights reserved. Passing on and copying of this 18 / FBBA TR Ed. 01

19 All rights reserved. Passing on and copying of this Disco de Sistema CPM TCE Tratador de Dispositivo Comunicação Homem Máquina e Entrada/Saída Executor de Inicialização de OBC (parte do Carregador OBC) Carregador Central Carregador de Delta Controlador de Carga Em Linha Standby Active CEs Executor de Carga de OBC (parte do Carregador OBC) Software Usuário (ver Nota 3) Monitor de Patch Escravo 1 N Inicialização de CE Memória Só de Leitura Nota 1. Linhas tracejadas indicam outro software. Software de Manutenção e Defesa 2. Os Softwares do Sistema Operacional e da Base de Dados são omitidos para clareza. 3. Software de Usuário é definido como qualquer software residente em CE requisitando carga de software de overlay. Figure 7 Software de Carregamento pela Rede um PLS delta será carregado (i.e., se há umaindicação de delta presente no disco de sistema) o PLS delta é baseado no último PLS aceito pela central o arquivo do PLS delta se ajustarão na área de overlay dos CEs alvos um CE é identificado para receber o PLS delta. Um operador também pode especificar um dos seguintes modos para carga de PLS delta: introdução de PLS delta dúplex (ambos os CPMs tomam parte) introdução de PLS delta simplex do CPM auxiliar introdução de PLS delta simplex do CPM ativo. Quando todos os parâmetros de ORJ tiverem sido verificados, o software Carregador de Delta solicita ao software Inicialização de CE para pararqualquer carga que pode estar em progresso. Ao mesmo tempo, o Software de Manutenção e Defesa é informado de forma que possa conter (temporariamente) FBBA TR Ed / 30

20 qualquer atividade de manutenção relativa aos CEs alvos. O software Carregador de Delta agora inicia a carga por difusão. Quando todos os CEs alvos receberam seus PLSs delta, o estado de seu software Monitor de Patch Escravo muda de overlay para residente. O software Monitor de Patch Escravo assume controle de seu processador de CE e cópia o PLS delta para a memória do processador. Após copiar o PLS delta, o software Monitor de Patch Escravo reverte ao estado de overlay e cede o controle do processador de CE. 5.3 Monitor de Patch atch Escravo O software Monitor de Patch Escravo copia o PLS delta, recebido do software Carregador de Delta, na área de memória do CE. O software Monitor de Patch Escravo é difundido pelo software Carregador de Delta, junto como arquivodo PLS delta, para os CEs alvos. Quando todos o CEs alvos receberam seus PLSs delta, o estado de seu software Monitor de Patch Escravo muda de overlay para residente. O software Monitor de Patch Escravo assume controle de seu processador de CE e cópia o PLS delta para a memória do processador. Depois de copiar o PLS delta, o software Monitor de Patch Escravo reverte ao estado de overlay e cede o controle do processador de CE. 5.4 Inicializaçãodo Elemento de Controle O software de Inicialização de CE executa a recarga dos módulos de software operacional e do software de teste diagnóstico do CE para CEs individuais, i.e., ele não é envolvido na carga do sistema na inicialização do sistema ou na substituição do pacote de software. O software de Inicialização de CE é também envolvido quando um ELT é introduzido em uma central. Este envolvimento é descrito separadamente (refira à subcláusula do Controlador de Carga Online). O software de Inicialização de CE reduz a carga no Software do Sistema Operacional, proporcionando uma única interface com o de Software de Manutenção e Defesa durante os procedimentos de recuperação de CE, reinicialização de CE e posse de CE (troca rápida). Carga de software é executada em resposta à: Solicitações autônomas de recarga de CEs que estão no modo bootstrap (recarga) solicitações de recarga de um operador (para propósitos de manutenção) pela recarga forçada de um CE solicitações autônomas do Software de Manutenção e Defesa pelo carga de módulos de software de teste diagnóstico do CE em um CE. Uma recarga de CE é executada em um modo de irradiação de carga entre os CPMs ativos e os auxiliares (se estão disponíveis). Isto significa que o software de Inicialização de CE no CPM ativo passará a solicitação de carga para sua contraparte no CPM auxiliar. Se o CPM auxiliar não está disponível, a solicitação será tratada pelo CPM ativo. Solicitações de recarga são tratadas na seguinte ordem de prioridade: CPM associado CE Auxiliar (ACE) (Auxiliary CE) de Manutenção e Defesa CE de Relógio e Tons CE do Equipamento de Controle de Teste Permanente outros CEs em uma base de primeirovindo, primeiroservido. Quandoosoftware deinicialização dece recebeuma solicitação de recarga, ele recupera as características de carga do software de Gerenciamento de Configuração de Software (parte do Software de Manutenção e Defesa). As características de carga incluem as: identidades de arquivo dos GLS, DLS e PLS identidade do CE identidade do caminho virtual usado para alcançar o CE. Antes de recarregar (do disco de sistema), o software de Inicialização de CE ajusta o índice do caminho virtual do CE ser recarregado a 1 e então difunde esta informação para todos os outros CEs. O resultado é que nenhum CE tentará enviar mensagens ao CE sendo recarregado. Esta ação é requerida porque caso contrário a comunicação interce poderia resultar na falha do software de Inicialização de CE para adquirir um caminho virtual para o CE a ser recarregado. Depois de recarregar, o software de Inicialização de CE reajusta o índice do caminho virtual e difunde isto para todos os CEs para indicar a disponibilidade do CE recarregado. All rights reserved. Passing on and copying of this 20 / FBBA TR Ed. 01

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