PENSAR COM TECNOLOGIAS E PENSAR EM TECNOLOGIAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PENSAR COM TECNOLOGIAS E PENSAR EM TECNOLOGIAS"

Transcrição

1 1 PENSAR COM TECNOLOGIAS E PENSAR EM TECNOLOGIAS Giovane Hilário da Silva Alexandre Ferreira de Pinho Programa de Pós-Graduação (PPG) em Desenvolvimento, Tecnologias e Sociedade (DTecS) Universidade Federal de Itajubá Linha Temática: Tecnologias e Sociedade RESUMO Trata-se de reflexão sobre nossas relações com as tecnologias. Considera-se que nosso modo de vida sofre interferência direta e é definido também pelas tecnologias. O homem tem necessidade de desenvolver soluções para problemas pontuais, isso promove as tecnologias. O emprego das tecnologias promove em sequência: a aceitação e a naturalização que é a incorporação da tecnologia às estruturas do pensamento. Desse modo representações da realidade são tratadas como elementos reais importantes para nossas formas de perceber e interpretar o mundo. Discute-se a classificação de dois tipos de gente frente à utilização das tecnologias da informação e comunicação: os nativos e os imigrantes digitais. A justificativa para essa classificação reside no processo de transformação nas estruturas do pensamento motivado pela imersão na atual cultura digital em que são construídas as identidades dos nativos digitais em oposição ao universo impresso e analógico dos mais velhos, os imigrantes digitais. Palavras-chave: Tecnologia; Representação da realidade; Nativos digitais. ABSTRACT It is a reflection about our relationship with technology. It is considered that our way of life is under direct interference and is also defined by the technologies. Humans need to develop solutions to specific problems, it promotes technologies. The use of technologies promoted in sequence: the acceptance and naturalization which is the incorporation of technology to the structures of thought. Thus representations of reality are treated as important elements for how we perceive and interpret the real world. We discuss the classification of two types of people facing the use of information and communication technologies: natives and digital immigrants. The justification for this classification lies in the transformation of the structures of thought motivated by immersion in current digital culture process in which the identities are constructed for digital natives as opposed to print and analog universe of older digital immigrants. Key-words: Technology; Representation of reality; Digital natives. 1. QUEM SÃO OS NATIVOS DIGITAIS? Esse texto propõe uma reflexão sobre como a tecnologia imbricada no cotidiano determinam nossas vidas até de modo imperceptível. As tecnologias da informação e da comunicação (TIC) provocam alteração significativa no em nosso modo de pensar. O nosso envolvimento com as tecnologias, de forma consciente ou não, favorece que pensemos com as tecnologias sem notar suas presenças ou criticar nossas relações com elas. Como veremos pode ser o processo de internalizar um novo sistema de representação da realidade que caracteriza verdadeira revolução para o indivíduo afetado, mas também revolução para toda a humanidade. Em 2001 o professor dos Estados Unidos, Marc Prensky definiu duas modalidades de gente no célebre artigo "Nativos digitais, imigrantes digitais" quando tornou evidente que a interação constante com a emergente cultura digital vivenciada pelos jovens estudantes, nativos

2 digitais, dificulta as relações de aprendizagem geridas pelos maduros professores em geral categorizados como imigrantes digitais por suas procedências alheias a esse novo universo. Os imigrantes digitais têm a capacidade e possibilidade de absorção da cultura digital, mas não desvencilham das origens analógicas e impressas, explicitando sotaques remanescentes do processo de adaptação (PRENSKY, 2001). Especificamente trata-se da distinção entre usuários das tecnologias da informação e da comunicação. A cada dia mais, o tema é tratado por psicólogos, educadores, sociólogos, antropólogos, além de ser componente do rol de preocupações dos gestores de recursos humanos. Aqui a expressão TIC segue a definição de Guillermo Sunkel (2006, p.8) e significa conjunto de ferramentas e processos eletrônicos para acessar, recuperar, guardar, organizar, manipular, produzir, compartilhar e apresentar informações. Nesse sentido incluem-se equipamentos (hardwares) e programas (softwares) de computação e de telecomunicações com ênfase nos computadores e dispositivos de telefonia móvel além de consideração das tecnologias audiovisuais como televisão, videocassete, leitores de DVD, projetores de multimídia que constituem em si meios eletrônicos para registro, armazenagem, apresentação e compartilhamento de informações. O fosso abismal que separa esses dois grupos define-se pelas diferentes formas de construção do conhecimento, maneiras distintas de ver e perceber o mundo. Enquanto os imigrantes, ao longo de suas mais longas vidas tiveram contato com o mundo principalmente através de conteúdos impressos, os nativos digitais em seus ainda curtos períodos de existência, têm facilidade de acesso aos mesmos conteúdos e outros mais em opções de múltiplas plataformas, as multimídias. Essa diversidade dos documentos e principalmente o desembaraço no acesso das informações pode consistir em transformação tamanha no que diz respeito à percepção da realidade que talvez justifique a rotulagem. Esperamos desenvolver dois movimentos: primeiro identificar tecnologias que tão profundamente definiram nosso modo de pensar e agir afim de compreendermos a ubiquidade das tecnologias, principalmente algumas antigas, já internalizadas em nossos esquemas de pensamento; segundo, apontar indícios que reforcem as categorias propostas por Prensky no tangente às TIC. O sentido do termo nativo empregado por Prensky está além do vínculo com a localidade da origem do indivíduo e está ainda distante da ideia de traduzir alguma qualidade ou característica espontânea, natural e perceptível desde o surgimento do indivíduo. O conceito de nativo cunhado por Prensky diz respeito ao entremetimento do indivíduo com a cultura. Percebe-se, desse modo, distanciamento dos termos nativo e natural. Pois cultura diz respeito ao que é artificial, produzido e provocado pelo homem, enquanto indivíduo ou ser social, em oposição ao que é natural, livre da interferência humana. Temos, então, que a natividade, nesse sentido, não é correlata diretamente ao nascimento. Ainda que consolidada no início do percurso de vida a natividade, com o sentido proposto por Prensky, é caracterizada pelo ambiente e condições em que se desenvolve a identidade. Se aceitarmos que o termo nativo assume esse novo significado, consideramos a dinâmica da linguagem em processo de desterritorialização quando um termo perde os vínculos de suas origens, mas ganha possibilidade de ampliar seus sentidos e alicerçar novos conceitos (DELEUZE e GUATTARI, 2011). Igual exercício ocorre com o termo imigrante que não necessariamente diz respeito a deslocamento, troca de espaços físicos, mas descreve processo de adequação voluntário ou compulsório com vistas à inserção e permanência nos meios que naturalmente interagem em cultura digital. 2

3 3 2. REPRESENTAÇÃO DA REALIDADE E TECNOLOGIAS A compreensão da dimensão da interferência das tecnologias em nossas vidas é negligenciada e até desnecessária para nossa sobrevivência. Aproveitemos essa oportunidade para reflexão sobre a questão retomando o tempo remoto em que nossos ancestrais experimentaram uma classificação reconhecidamente significativa entre dois tipos de gente: os novos sedentários, nativos fixos com um endereço definitivo e os imigrantes desse novo jeito de viver em um só lugar. No curto período histórico de convivência entre os dois grupos, afinal os velhos morrem, deviam ser naturais as manifestações dos sotaques dos antigos nômades, os imigrantes, que apesar de reconhecer os benefícios da vida sedentária propiciada pelas colheitas programadas ou produção das crias recém domesticadas, não se desvencilhavam das origens errantes. Nesses primórdios em que sequer um sistema de numeração estava consolidado, pedras serviam para que de modo associativo um pastor de ovelhas registrasse controle sobre seus animais. A tecnologia disponível para controle dos rebanhos embasava-se em montinhos de pedras ou ranhuras em ossos. Entendimento importante construímos a partir disso: a tecnologia surge para atendimento de demandas específicas do homem. É simplista a concepção de tecnologia como uma substância, um aparelho ou um objeto. A origem grega da palavra denota um adjetivo, uma qualidade como astúcia ou manha, mais do que um substantivo, uma coisa ou a materialização de um artefato (PINTO, 2005, p.174). Tecnologia não é o amontoado de pedras, ou o osso com ranhuras, nem tampouco a ideia de produzir tais elementos. Tecnologia é a capacidade, a esperteza, a sapiência daquele que necessitado de solução para um problema pontual e presente, concebeu a ideia e materializou algum artifício para a resolução da vicissitude. Desse modo, em algum momento um homem por necessidade percebeu que poderia utilizar uma única pedra diferenciada para simbolizar um grupo de pedras comuns, ou poderia substituir um punhado de ranhuras no osso por uma ranhura distinta daquelas tantas basais. Nascia assim novo sistema de contagem que desembocaria no sistema de numeração decimal. O homem usou as referências do seu próprio corpo para delimitar a cardinalidade de um conjunto básico: dez elementos tal como o número de dedos nas suas mãos. Fossemos nós seres viventes com oito dedos nas mãos, provavelmente hoje os algarismos oito e nove não existiriam, assim como não existe um algarismo para simbolizar a dezena que se dá pela junção do um com o zero. Nessa hipótese absurda, nós com quatro em cada mão, teríamos o registro de sequência dos números naturais como: 0, 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 17, 20, e aprenderíamos sem nenhuma estranheza que 6+2=10 ou 11+7=20. Usaríamos o sistema de numeração octal que existe e tem utilidades específicas, mas em geral é abstração teórica incomum à nossa rotina diária decimal. Ao tempo em que falamos de tecnologia, falamos de um sistema de representação da realidade que dada a eficácia na resolução de questões cotidianas passa a ser aceito e transmitido, assim incorporado à própria vida do indivíduo que idealizou, aperfeiçoou ou simplesmente comprovou os seus benefícios com o uso. Monereo e Pozo (2010, p.106) definem isso como um processo de naturalização dos sistemas culturais de representação que ocorrem com a interiorização de formas convencionais de representação em princípio externas, seguida de reificação quando essas representações já tratadas como "construções mentais próprias" ganham perante o grupo social o estatuto de objeto real. Então, não se pensa mais na representação, que já é estrutura mental, mas o pensamento acontece com a tal estrutura. Exemplo claro e simples disso é o contraste entre o conceito e aplicação do número dois. O que

4 4 é o dois? Dois não é nada, senão representação simbólica de uma realidade qualquer que necessite do emprego da cardinalidade ou da ordinalidade "dois". 3. COMO O TEMPO EXISTE. SE É QUE ELE EXISTE... A convenção do sistema de numeração decimal arraigada hoje em nossas mentes nem sempre foi consenso. Há mais de dois mil anos, na Babilônia estava em voga o emprego de um sistema diferente de numeração. Trata-se do sistema sexagesimal. Isso não significa que os nativos babilônicos tivessem trinta dedos em cada mão, totalizando sessenta - o termo nativo aqui foi empregado com o sentido original em alusão ao território da origem, hoje iraquiano. Fica claro que a utilização de parâmetros do próprio corpo para definição de sistemas representativos numéricos não é unânime, apesar de bastante difundido e até compreensível. A preferência por tal sistema de numeração se justificou pela divisibilidade da base. Significa que é mais fácil dividir o número 60 em partes inteiras iguais do que dividir o número 10 nas mesmas condições. O número dez, base do nosso conhecido e difundido sistema decimal pode ser dividido pelos números naturais 1, 2, 5 e 10, portanto possui quatro divisores enquanto que o elenco de divisores do número sessenta conta com 1, 2, 3, 4, 5, 6, 10, 12, 15, 20, 30 e 60, são doze divisores, em termos quantitativos, uma vantagem considerável. A distinção favoreceu a utilização do sistema de base 60 para definição de dois sistemas utilizados até hoje: o registro e divisão do tempo e a demarcação de regiões polares, os ângulos. No caso do registro e controle do tempo é evidente a presença do sistema sexagesimal na divisão das horas em 60 minutos e dos minutos em 60 segundos. Mas também na divisão dos dias em dois períodos de 12 horas (60/5). Atualmente convivemos com esses dois sistemas de numeração: o decimal e o sexagesimal; tão distintos que podem causar alguma confusão de fácil resolução, como a representação de uma hora e meia que é 1,5 horas, usando a representação decimal ou 1h30 considerando a base 60. Tal incômodo de simples contorno no universo dos adultos causa angústias consideráveis às crianças que além de precisar compreender os distintos significados dos ponteiros dos relógios e suas posições, precisão distinguir 1,5 de 1:30, ainda que as duas representações numéricas expressem a mesma "coisa". Mas o tempo não é "coisa". É mais um sistema de representação a ser internalizado e reificado. Se não nos lembramos dessa angústia de nossas infâncias, nos processos de aprendizagem do sistema decimal de numeração e do registro e controle das horas, é porque o processo de reificação já ocorreu e o tempo já existe como "coisa" em nossa estrutura cognitiva. A angústia foi superada. Assim como o dois, o minuto não é nada, senão representação simbólica de uma realidade qualquer que necessite do registro de uma fração do "tempo". Similar é o caso do registro e controle dos ângulos, cuja unidade é o grau que representa uma fração de uma circunferência dividida pelo seu centro em 360 (6x60) partes iguais. Cada grau é dividido em 60 minutos que por sua vez é dividido em 60 segundos. Os termos minutos e segundos assumem aqui significados distintos aos do tempo, justificam-se talvez, pela similaridade em serem resultados da divisão em sessenta partes iguais. 4. A REVOLUÇÃO FRANCESA E AS CONVENÇÕES DECIMAIS O sistema de registro das horas, com base sexagesimal, não passou incólume à tentação humana de facilitar o controle através da utilização do amigável sistema decimal de numeração. Em tempos mais recentes quando surgiu a necessidade de controle sobre frações de tempo inferiores ao segundo, o recurso utilizado foi a definição dos décimos, centésimos e milésimos

5 de segundos, mas a preocupação com a padronização decimal é mais antiga e teve episódio importante por ocasião da Revolução Francesa (1789). Tentativas de representações arcaicas de medidas que usavam o corpo como parâmetro de unidade eram comuns em comunidades feudais, de onde persistem até hoje as polegadas, pés, braças, jardas além do palmo e do bíblico côvado. A difusão desses sistemas diferenciados com unidades arbitrárias foi geradora de muitos erros e dificuldades em transações comerciais. A França foi o primeiro país a efetivamente tentar solução através de um modelo unificado baseado no sistema decimal. Vale ressaltar, para nosso entendimento da importância dos sistemas representativos, que a proposta francesa de substituir unidades de medida padronizadas já internalizadas e reificadas pelo povo consistiu em importante quebra de paradigma e somente obteve êxito dada a insistência e morosos esforços dos governantes para transmissão dos novos modelos, de forma compulsória nas escolas, até que hábitos e costumes tradicionais, impregnados na cultura fossem substituídos. Daí vem o que hoje é utilizado pela maioria dos cientistas conhecido como Sistema Internacional de medidas. Para reforçar a ideia do peso da cultura na construção coletiva da naturalização das representações e sua influência determinante no pensamento e ação dos indivíduos é interessante menção à tentativa francesa de substituição das formas de controlar e registrar o tempo. Em 1792 o governo francês instituiu um calendário revolucionário que ditava 12 meses de 30 dias, com adição anual de 5 feriados para comemoração dos benefícios trazidos pela revolução. A proposta trocava as semanas de 7 dias por decâmeros, conjuntos de dez dias. Cada dia passaria a ser dividido em 20 horas, dez diurnas e dez noturnas. A divisão das horas seria em cem partes. Isso amenizaria a angústia das crianças em aprendizagem pela natural compatibilidade: 1,5 horas corresponderia a uma hora e 50 minutos. Tal sistema revolucionário de controle e registro do tempo figurou transformação muito radical e nunca foi efetivamente implementado. Dois fatores foram determinantes para o seu insucesso: a resistência do clero que evidentemente não simpatizava com os ideais da revolução, mas também e com grande peso a relutância popular que não acatou a substituição do controle sobre o tempo já naturalizado e culturalmente amalgamado ao cotidiano. O governo francês aboliu oficialmente o sistema em 1795, mas o evento serve aqui para indicar o quanto um sistema de representações internalizado e reificado implica em nossas vidas. Apesar da infelicidade de implantação de um novo sistema de controle do tempo, as padronizações decimais alcançadas nas medidas de comprimento, massa, temperatura, entre outras consistem em importante legado da Revolução de 1792 e contribuíram significativamente para melhorar a comunicação entre cientistas do mundo inteiro. Um indivíduo que nasceu nos anos seguintes à Revolução francesa pode ser considerado um nativo métrico, enquanto aqueles que presenciaram a revolução, acostumados com jardas, pés, polegadas, onças e outras convenções para suas atividades diárias formam o grupo dos imigrantes métricos. Outro acontecimento merecedor de nossa atenção na distinção dos nativos e imigrantes se deu com a criação dos tipos móveis utilizados como matrizes de impressão por Johannes Gutemberg, no século XV. Inspirado, talvez, pelas pegadas deixadas pelos trabalhadores das vinícolas, tal novidade com a persistência de Gutemberg para a melhoria das tintas, dos papéis e dos próprios dispositivos de impressão, revolucionou a transmissão das informações e possibilitou aos posteriores nativos leitores de impressos uma nova forma de contato com o mundo e consequentemente um novo modo de representar e pensar a realidade. Ainda que fosse possível aos temporários imigrantes adaptação ao novo modo de ler o mundo, é possível imaginar que a oferta de material impresso superava o número de leitores aptos às suas interpretações. 5

6 6 Destarte listamos ocorrências históricas reconhecidamente importantes que dividiram a população em dois grupos: nativos e imigrantes. A transição da vida nômade para a sedentária, a criação dos sistemas de numeração sexagesimal e decimal, o aprimoramento nas formas de controlar e registrar o tempo, a padronização dos sistemas de medidas e o advento dos tipos móveis de impressão mudaram as formas de interpretar a realidade, mas principalmente possibilitaram alterações na maneira de pensar. Notoriamente as formas de ensino e aprendizagem são distintas antes e depois de cada um desses marcos. Algumas revoluções menores acontecem envolvendo as vidas de poucas pessoas ou ainda de um grupo formado por contingente considerável, mas irrelevante no âmbito da população global. Uma mudança no regime de governo de uma nação pode categorizar seu povo e sua história em antes e depois do processo de transformação. Isso embora crucial para o povo local não pode ser generalizado para todos os homens. Em escala menor, os costumes de uma aldeia ou de uma vila, podem se perder com a morte dos anciãos se não forem criados registros e mecanismos de manutenção da memória e continuidade de rituais característicos contribuintes da coesão e caracterização daquele povo. Ainda num micro universo, tomemos o exemplo fictício de um trabalhador do campo que eventualmente se veja envolvido com a atividade de pesca. Esse trabalhador é evidentemente um imigrante pescador, capaz de absorver os conceitos e práticas principais para o exercício da atividade pesqueira sem nunca se livrar dos sotaques e marcas profundas trazidas do campesinato. Se esse homem procriar e sua prole crescer em meio ao ofício da pesca, certamente essa criança será um nativo pescador sem que tal fato tenha repercussão na vida de qualquer outra pessoa por pouco que for distante de seu núcleo de convivência. Pelas circunstâncias, trata-se de nativo pescador, mas a convivência com o pai, a mesma que lhe garante a imersão no mundo da pesca também oportuniza inevitável contato com os sotaques do pai camponês. Isso pode contribuir de forma rica para os saberes do filho, mas pode, por outro lado tornar confusa a constituição da identidade dessa criança. A depender se o pai tiver consciência da importância desse momento ímpar da consolidação da identidade do rebento, além de saber e conseguir direcionar todo processo até que se perceba base sólida na formação do indivíduo filho em sua contingente situação de nativo pescador. Tudo pode descambar para eclosão de conflitos e traumas capazes de comprometer a formação e o indivíduo permanecer num limbo em que se torna nativo bastardo, quando não é pescador nem camponês. 5. CONCLUINDO. COMO SE FOSSE POSSÍVEL CONCLUIR... Vem crescendo o debate acerca de que revolução significativa esteja em curso, modificando importante sistema de representação com interferências nos nossos modos de pensar e de agir. Trata-se de processo de transição da cultura impressa e analógica para um novo paradigma de representação multimidiática e digital (CASTELLS, 1999; LÉVY, 1993; LÉVY, 1999). As mudanças significativas percebidas a partir dos anos 70 do século XX afetam sobremaneira duas instâncias fundamentais da vida humana: o trabalho e a linguagem. O trabalho se modifica na medida em que as tecnologias impactam diretamente nas atividades intelectuais de modo quantitativo pelo volume de informações que qualquer homem se vê imerso e qualitativo pela possibilidade de processamento ampliada nos mecanismos automatizados nos processadores eletrônicos. A linguagem é dinamizada nos meios de comunicação facilitados pela instantaneidade que derruba a barreira da distância física e torna efêmero o intervalo entre a geração/transmissão e recepção das mensagens. Se em revoluções anteriores o homem percebia alteração em seu modo de vida pela expansão ou substituição da força física de trabalho que já acarretava a transição para um novo

7 modo de vida, a revolução atual em curso interfere também nas suas funções intelectuais transformando o modo de percepção da realidade com demanda exacerbada de interpretação de dados em volume antes inimaginável. A cultura digital preza e conduz ao individualismo, à competição e ao relativismo. A imersão do indivíduo, no universo da cultura digital pela utilização de aparatos tecnológicos provoca normatização de comportamentos, gera e controla demandas de produção e consumo, padroniza a maneira de acesso às informações que apesar da diversidade de meios dita uniformidade nas reações de enfrentamento da realidade. Além da desconstrução de um status quo e sua remodelação em novidade mediada pelas tecnologias no universo de cada indivíduo a revolução tecnológica em si promove constantes atualizações. Um exemplo de nova construção propiciada pela tecnologia e que como consequência impulsiona a geração de mais tecnologias foi o desenvolvimento do projeto interdisciplinar de mapeamento do genoma humano capitaneado pelos biólogos envolvendo profissionais da computação, da matemática, do direito, da filosofia (ética), da química, entre outros. A análise das informações geradas nesse projeto abriram amplo leque de possibilidades para desenvolvimento de projetos futuros em distintos campos do conhecimento de impossível previsibilidade e realização anterior. As interações entre as tecnologias e as ciências nessa instância da pesquisa decaem com consequências no universo de cada indivíduo que tem sua prática cotidiana redesenhada por novos produtos ou processos, alheio a todos esforços e trabalhos realizados nessa camada superior. Consideremos a experiência de um cidadão comum que se dirige à drogaria com intento de consumir um fármaco produzido a partir de estudos provenientes da análise da sequência de genes elucidada pelo consórcio do PGH (Projeto Genoma Humano). Sem reflexão crítica sobre as relações com as tecnologias, nossas práticas simples e rotineiras são transformadas e naturalizadas em intervalos relativamente curtos de tempo. Como exemplo simples, válido principalmente aos imigrantes digitais, consideremos que era comum nos meios urbanos a necessidade da presença em instituições financeiras para a mera quitação de uma fatura referente ao consumo de energia elétrica, água ou serviço de telefonia. As filas diante dos nossos semelhantes humanos operadores de caixa para a realização desses pagamentos tornaram-se escassas e raras. Em dado momento bastava uma visita do usuário devedor a um terminal eletrônico de auto atendimento que a seu modo estabelecia comunicação com os usuários através de mensagens em monitores e recepção de dados por teclados para que o serviço se concretizasse sem interação com outro ser humano. Ademais, sequer a presença na instituição é necessária dado que existe a possibilidade do pagamento remoto pelo acesso através de dispositivos de processamento e comunicação como computadores ou celulares, além da modalidade de débito automático em que o usuário simplesmente é notificado da transação realizada desobrigada de seus estímulos ou controle. A ubiquidade das TIC em nossas vidas é fato inquestionável e ao que tudo aponta, irreversível. Nossas vidas vêm sofrendo modificações significativas às quais nos adaptamos sem nítida noção das etapas dessas transformações. Como outro exemplo simples, tomemos uma nova forma de representar os números difundida na última década do século passado: os códigos de barras. Essa nova maneira de representar algarismos numéricos, longe de afetar o nosso já reificado sistema de numeração decimal contribuiu para revolucionar os controles sobre informações nos mais distintos segmentos da sociedade. A otimização dos processos percebeu evolução espantosa nos âmbitos quantitativo e qualitativo nas industriais, no setor de logística, no comercio e nos serviços. O que percebemos é a ponta do iceberg. A adoção do novo sistema de representação numérica interpretado por dispositivos de leitura óptica conectados a sistemas de informação em computadores cada vez mais velozes e capazes de processamento de um volume crescente de dados alterou gradativamente nossa rotina. Pensemos em uma dona de casa que houvesse feito sua última compra de mantimentos no 7

8 8 comercio local em 1979, se por algum motivo permanecesse em sono profundo e somente agora voltasse a comprar, sem considerarmos as diferenças no valor do dinheiro. Certamente tal senhora, ainda que não percebesse a presença daqueles traços impressos nas embalagens dos produtos, estranharia os procedimentos ao finalizar sua transação comercial; se você é um imigrante será capaz de vislumbrar esse contraste. A nossa percepção da mudança é lenta como no convívio diário com uma criança que não nos permite discernir as transformações em seu desenvolvimento físico. Tais transmutações são de imediato percebidas por um parente que há meses não tem contato com essa criança. Esse processo de crescente onipresença das TIC que tomou vulto na segunda metade do século XX vem a cada dia engrossando as filas de pessoas do mundo inteiro que são direta ou indiretamente, de forma consciente ou em total ignorância afetados. Tentamos entender e descrever as regras desse jogo em meio a sua realização. É difícil descrever a enormidade do fenômeno sendo presentes no olho do furacão. A distinção entre nativos e imigrantes digitais colabora no sentido de elucidar uma fração mínima da questão com respeito a grupos sociais que de alguma forma possuem acesso e são beneficiados pelas TIC. Do meio em que falamos isso é claro e notório. A questão que paira no ar e deve ser merecedora de nossa atenção é do quanto vivemos hoje essa transição como a dos nômades errantes que se tornaram sedentários agricultores ou pastores e em que medida somos agricultores aventureiros na arte da pesca correndo o risco de confundir o entendimento de nossos filhos comprometendo assim a constituição de suas identidades. REFERÊNCIAS CASTELLS, Manuel. A sociedade em rede - A era da informação: economia, sociedade e cultura; v.1; Trad. Roneide Venâncio Majer. São Paulo: Paz e Terra, DELEUZE, Gilles e GUATARRI, Félix. Mil Platôs: capitalismo e esquizofrenia 2, (v.1). Trad. Ana Lúcia de Oliveira, Aurélio Guerra Neto e Celia Pinto Costa. 2ª edição. São Paulo: Editora 34, LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática. Trad. Carlos Irineu da Costa. Rio de Janeiro: Editora 34, LÉVY, Pierre. Cibercultura. Trad. Carlos Irineu da Costa. Rio de Janeiro: Editora 34, MONEREO, Carles e POZO, Juan Ignacio. O aluno em ambientes virtuais: Condições, perfil e competências. In: COLL, César e MONEREO, Carles (org.), Psicologia da educação virtual: aprender e ensinar com as tecnologias da informação e da comunicação. Trad. Naila Freitas. São Paulo: Artmed, 2010, PINTO, Álvaro Vieira. O Conceito de tecnologia (v.1). Rio de Janeiro. Contraponto, PRENSKY, Marc. Digital natives, digital Imigrantes. In: PRENSKY, Marc. On the Horizon. Lincoln: NCB University Press, Vol. 9 No. 5, October, Disponível em: <http://www.marcprensky.com/writing/prensky - Digital Natives, Digital Immigrants - Part1.pdf>. Acesso em 24/Julho/2014. SUNKEL, Guillermo. Las tecnologías de la información y comunicación (TIC) en la educación en América Latina. Una exploración de indicadores. Santiago de Chile: CEPAL, División de Desarrollo Social, Serie Políticas Sociales 126, Giovane Hilário da Silva Alexandre Ferreira de Pinho Programa de Pós-Graduação (PPG) em Desenvolvimento, Tecnologias e Sociedade (DTecS) UNIFEI - Universidade Federal de Itajubá

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE UNICENTRO CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO KARINA DE NAZARÉ DA COSTA MARTINS PROFESSOR: PAULO GUILHERMITE

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE UNICENTRO CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO KARINA DE NAZARÉ DA COSTA MARTINS PROFESSOR: PAULO GUILHERMITE UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO OESTE UNICENTRO CURSO DE MÍDIAS NA EDUCAÇÃO KARINA DE NAZARÉ DA COSTA MARTINS PROFESSOR: PAULO GUILHERMITE O USO DA INTERNET NO PROCESSO EDUCACIONAL: O DESAFIO PARA OS PROFESSORES

Leia mais

12 Teoria de Vigotsky - Conteúdo

12 Teoria de Vigotsky - Conteúdo Introdução Funções psicológicas superiores Pilares da teoria de Vigotsky Mediação Desenvolvimento e aprendizagem Processo de internalização Níveis de desenvolvimento Esquema da aprendizagem na teoria de

Leia mais

Novas tecnologias X Trabalhos velhos

Novas tecnologias X Trabalhos velhos Novas tecnologias X Trabalhos velhos "O laboratório de computador: uma má ideia, atualmente santificada" Gavriel Salomon Há 20.000 anos, quando nossos ancestrais habitavam as cavernas, as crianças... Certo

Leia mais

Designer gráfico. elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade

Designer gráfico. elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade Rubens de Souza Designer gráfico O designer gráfico desenvolve projetos ou planejamentos a partir de elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade específica de atingir

Leia mais

A apropriação das Tecnologias Digitais pelos acadêmicos de licenciatura em Matemática da Universidade Estadual de Goiás (UEG-Anápolis)

A apropriação das Tecnologias Digitais pelos acadêmicos de licenciatura em Matemática da Universidade Estadual de Goiás (UEG-Anápolis) A apropriação das Tecnologias Digitais pelos acadêmicos de licenciatura em Matemática da Universidade Estadual de Goiás (UEG-Anápolis) Moema Gomes Moraes Universidade Estadual de Goiás (UEG)/ CEPAE-UFG

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas

Trabalhando Matemática: percepções contemporâneas CONSTRUINDO CONCEITOS SOBRE FAMÍLIA DE FUNÇÕES POLINOMIAL DO 1º GRAU COM USO DO WINPLOT Tecnologias da Informação e Comunicação e Educação Matemática (TICEM) GT 06 MARCOS ANTONIO HELENO DUARTE Secretaria

Leia mais

AVM Faculdade Integrada MBA Executivo em Marketing e Redes Sociais Aluno Max Diniz Cruzeiro O PODER DAS REDES SOCIAIS E SUA INFLUÊNCIA

AVM Faculdade Integrada MBA Executivo em Marketing e Redes Sociais Aluno Max Diniz Cruzeiro O PODER DAS REDES SOCIAIS E SUA INFLUÊNCIA AVM Faculdade Integrada MBA Executivo em Marketing e Redes Sociais Aluno Max Diniz Cruzeiro O PODER DAS REDES SOCIAIS E SUA INFLUÊNCIA BRASÍLIA - DF 2014 AVM Faculdade Integrada MBA Executivo em Marketing

Leia mais

Novas Tecnologias Aplicadas à Educação História da Informática na Educação e na Sociedade. Prof. Hugo Souza

Novas Tecnologias Aplicadas à Educação História da Informática na Educação e na Sociedade. Prof. Hugo Souza Novas Tecnologias Aplicadas à Educação História da Informática na Educação e na Sociedade Prof. Hugo Souza Continuando nossas aulas, após vermos um breve conceito de T.I. e T.I.Cs abordarmos a partir de

Leia mais

BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM

BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM BLOG: A CONSTRUÇÃO DE UM AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM Suzana Aparecida Portes FC UNESP- Bauru/SP E-mail: suzanaapportes@gmail.com Profa. Dra. Thaís Cristina Rodrigues Tezani FC UNESP- Bauru/SP E-mail:

Leia mais

O Paradigma da nova liderança

O Paradigma da nova liderança O Paradigma da nova liderança Robert B. Dilts Um dos mais importantes conjuntos de habilidades Um dos mais importantes conjuntos de habilidades necessárias num mundo em transformação são as habilidades

Leia mais

MÉTRICA PARA MÍDIAS SOCIAIS UM MAR DE POSSIBILIDADES. Parte I. Dinamize

MÉTRICA PARA MÍDIAS SOCIAIS UM MAR DE POSSIBILIDADES. Parte I. Dinamize MÉTRICA PARA MÍDIAS SOCIAIS UM MAR DE POSSIBILIDADES Parte I Dinamize Primeira edição - 2011 ÍNDICE INTRODUÇÃO... 2 VOCÊ DIGITAL... 4 TEMPO E ESPAÇO NO ONLINE... 6 O MUNDO MUDOU... 9 PRIMEIROS PASSOS...

Leia mais

Ciência Tecnologia - Inovação

Ciência Tecnologia - Inovação Ciência Tecnologia - Inovação Tecnologias da informação A Tecnologia da Informação assumiu nos últimos anos um papel imprescindível no contexto das Instituições de Ensino Superior. agilidade flexibilidade

Leia mais

Novas Tecnologias Aplicadas à Educação O Ensino e as Novas Tecnologias I. Prof. Hugo Souza

Novas Tecnologias Aplicadas à Educação O Ensino e as Novas Tecnologias I. Prof. Hugo Souza Novas Tecnologias Aplicadas à Educação O Ensino e as Novas Tecnologias I Prof. Hugo Souza Continuando nossas aulas, após verificarmos toda a integração histórica da informática para a educação, veremos

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

As Tecnologias de Informação e Comunicação para Ensinar na Era do Conhecimento

As Tecnologias de Informação e Comunicação para Ensinar na Era do Conhecimento As Tecnologias de Informação e Comunicação para Ensinar na Era do Conhecimento Nirave Reigota Caram Universidade Sagrado Coração, Bauru/SP E-mail: nirave.caram@usc.br Comunicação Oral Pesquisa em Andamento

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

relato êa internet como atividade integrante de uma prática docente

relato êa internet como atividade integrante de uma prática docente A internet como atividade integrante de uma prática docente Flávio Chame Barreto Instituto Educacional Vivenciando RJ flaviocbarreto@yahoo.com.br Resumo Um consenso entre os docentes do Ensino Fundamental

Leia mais

6. Considerações finais

6. Considerações finais 84 6. Considerações finais Nesta dissertação, encontram-se registros de mudanças sociais que influenciaram as vidas de homens e mulheres a partir da chegada das novas tecnologias. Partiu-se da Revolução

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP FACULDADE DE TECNOLOGIA FT PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP FACULDADE DE TECNOLOGIA FT PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS UNICAMP FACULDADE DE TECNOLOGIA FT PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Projeto Gene: Ambiente de Apoio à Aprendizagem de Genética Baseado em Tamagotchi

Leia mais

Educação à Distância: Possibilidades e Desafios

Educação à Distância: Possibilidades e Desafios Educação à Distância: Possibilidades e Desafios Resumo André Alves Freitas Andressa Guimarães Melo Maxwell Sarmento de Carvalho Pollyanna de Sousa Silva Regiane Souza de Carvalho Samira Oliveira Os cursos

Leia mais

de sistemas para recuperação de informação em interfaces de bibliotecas online.

de sistemas para recuperação de informação em interfaces de bibliotecas online. 1 Introdução Na época atual, as certezas definitivas já deram sinais de cansaço e à medida que avança a tecnologia, a sociedade se reformula. O conhecimento estabelecido durante séculos antes confinados

Leia mais

Como usar a robótica pedagógica aplicada ao currículo

Como usar a robótica pedagógica aplicada ao currículo 1 Congresso sobre práticas inovadoras na educação em um mundo impulsionado pela tecnologia Workshop: Como usar a robótica pedagógica aplicada ao currículo Palestrante: João Vilhete Viegas d'abreu Núcleo

Leia mais

NT 239 2015. Redes ópticas passivas para a rede de comunicação de equipamentos de ITS

NT 239 2015. Redes ópticas passivas para a rede de comunicação de equipamentos de ITS NT 239 2015 Redes ópticas passivas para a rede de comunicação de equipamentos de ITS Introdução Sun Hsien Ming Com o advento de ITS (Intelligent Transportation System), a necessidade de redes de comunicação

Leia mais

Sistema de Gestão de Aulas

Sistema de Gestão de Aulas Sistema de Gestão de Aulas criando cultura para o Ensino a Distância e melhorando o processo ensino-aprendizagem pela internet RICARDO CREPALDE* RESUMO O objetivo deste artigo é apresentar a experiência

Leia mais

Faturamento personalizado (Customer Engaged Billing)

Faturamento personalizado (Customer Engaged Billing) Faturamento personalizado (Customer Engaged Billing) Transforme suas comunicações mais lidas em participações multicanais altamente direcionadas que reduzem custos, aumentam a satisfação do cliente e geram

Leia mais

ANÁLISE DE PERFIL E NECESSIDADES DOS ALUNOS: FATORES DETERMINANTES PARA A MEDIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA TUTORIA DA EAD SEBRAE

ANÁLISE DE PERFIL E NECESSIDADES DOS ALUNOS: FATORES DETERMINANTES PARA A MEDIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA TUTORIA DA EAD SEBRAE ANÁLISE DE PERFIL E NECESSIDADES DOS ALUNOS: FATORES DETERMINANTES PARA A MEDIAÇÃO DA APRENDIZAGEM NA TUTORIA DA EAD SEBRAE Florianópolis - SC Abril 2015 Aline Linhares F. Silveira. IEA e-learning- aline.silveira@iea.com.br

Leia mais

PROGRAMA DE INTERIORIZAÇÃO DO TRABALHO EM SAÚDE (PITS) Curso de Internet para Profissionais de Saúde

PROGRAMA DE INTERIORIZAÇÃO DO TRABALHO EM SAÚDE (PITS) Curso de Internet para Profissionais de Saúde PROGRAMA DE INTERIORIZAÇÃO DO TRABALHO EM SAÚDE (PITS) INTRODUÇÃO UNIDADE 1 Módulo 1: Curso de Internet para Profissionais de Saúde Internet e a Ciência O papel da internet na formação dos profissionais

Leia mais

INCLUSÃO DIGITAL: A TERCEIRA IDADE E SUAS DIFICULDADES ASSOCIADAS AS NOVAS TECNOLOGIAS.

INCLUSÃO DIGITAL: A TERCEIRA IDADE E SUAS DIFICULDADES ASSOCIADAS AS NOVAS TECNOLOGIAS. INCLUSÃO DIGITAL: A TERCEIRA IDADE E SUAS DIFICULDADES ASSOCIADAS AS NOVAS TECNOLOGIAS. Cícero Gonçalves dos Santos Faculdade Sete de Setembro (FASETE), cycero_hsc@hotmail.com Denise Xavier Fortes Faculdade

Leia mais

Gestão escolar: revendo conceitos

Gestão escolar: revendo conceitos Gestão escolar: revendo conceitos Myrtes Alonso É um equívoco pensar que o desempenho da escola se expressa apenas nos resultados da aprendizagem obtidos nas disciplinas e que é fruto exclusivo do trabalho

Leia mais

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade

O caminho para o sucesso. Promovendo o desenvolvimento para além da universidade O caminho para o sucesso Promovendo o desenvolvimento para além da universidade Visão geral Há mais de 40 anos, a Unigranrio investe em ensino diferenciado no Brasil para cumprir com seu principal objetivo

Leia mais

SCRUM. Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM. Conhecimento em Tecnologia da Informação

SCRUM. Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação SCRUM Desafios e benefícios trazidos pela implementação do método ágil SCRUM 2011 Bridge Consulting Apresentação Há muitos anos, empresas e equipes de desenvolvimento

Leia mais

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web

Autoria Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação e Visão Geral sobre a Web Apresentação Thiago Miranda Email: mirandathiago@gmail.com Site: www.thiagomiranda.net Objetivos da Disciplina Conhecer os limites de atuação profissional em Web

Leia mais

Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Tecnologia e Gestão O principal papel da Tecnologia da Informação na Gestão do Conhecimento consiste em: Ampliar o alcance

Leia mais

MANUAL DO PROFESSOR MODERNO: 15 FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS PARA MELHORAR A SUA PRODUTIVIDADE

MANUAL DO PROFESSOR MODERNO: 15 FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS PARA MELHORAR A SUA PRODUTIVIDADE MANUAL DO PROFESSOR MODERNO: 15 FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS PARA MELHORAR A SUA PRODUTIVIDADE SUMÁRIO >> Introdução... 3 >> Não confie em sua memória: agendas e calendários online estão a seu favor... 5 >>

Leia mais

As 5 grandes tendências em tecnologia para Educação. Compartilhe este guia:

As 5 grandes tendências em tecnologia para Educação. Compartilhe este guia: As 5 grandes tendências em tecnologia para Educação 1 Introdução: A educação iniciou o século XXI de maneira bastante disruptiva. Uma série de inovações por parte de educadores e alunos fez com que os

Leia mais

Gestão de Armazenamento

Gestão de Armazenamento Gestão de Armazenamento 1. Introdução As organizações estão se deparando com o desafio de gerenciar com eficiência uma quantidade extraordinária de dados comerciais gerados por aplicativos e transações

Leia mais

Medidas e Grandezas em Física

Medidas e Grandezas em Física CMJF - Colégio Militar de Juiz de Fora - Laboratório de Física Medidas e Grandezas em Física MEDIDAS EM FÍSICA Uma das maneiras de se estudar um fenômeno é estabelecer relações matemáticas entre as grandezas

Leia mais

OS USOS DAS VIDEOCONFERÊNCIAS EM EAD: DIFICULDADES E POSSIBILIDADES DIDÁTICAS

OS USOS DAS VIDEOCONFERÊNCIAS EM EAD: DIFICULDADES E POSSIBILIDADES DIDÁTICAS OS USOS DAS VIDEOCONFERÊNCIAS EM EAD: DIFICULDADES E POSSIBILIDADES DIDÁTICAS São Luís MA maio de 2012 Categoria: C Setor Educacional: 3 Classificação das áreas de pesquisa em EAD Macro: C / Meso: J /

Leia mais

UMA INVESTIGAÇÃO COM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA SOBRE A MOBILIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS

UMA INVESTIGAÇÃO COM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA SOBRE A MOBILIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS UMA INVESTIGAÇÃO COM ALUNOS DE UM CURSO DE LICENCIATURA EM MATEMÁTICA SOBRE A MOBILIZAÇÃO DE CONHECIMENTOS MATEMÁTICOS Cintia Ap. Bento dos Santos Universidade Cruzeiro do Sul Programa de Pós Graduação

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA Autores : Agata RHENIUS, Melissa MEIER. Identificação autores: Bolsista IFC-Campus Camboriú;

Leia mais

Gestão do Conteúdo. 1. Introdução

Gestão do Conteúdo. 1. Introdução Gestão do Conteúdo 1. Introdução Ser capaz de fornecer informações a qualquer momento, lugar ou através de qualquer método e ser capaz de fazê-lo de uma forma econômica e rápida está se tornando uma exigência

Leia mais

:: Telefonia pela Internet

:: Telefonia pela Internet :: Telefonia pela Internet http://www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_telefonia_pela_internet.php José Mauricio Santos Pinheiro em 13/03/2005 O uso da internet para comunicações de voz vem crescendo

Leia mais

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva

Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva Marta Kohl de Oliveira Algumas Contribuições da Psicologia Cognitiva A criança que chega à escola é um indivíduo que sabe coisas e que opera intelectualmente de acordo com os mecanismos de funcionamento

Leia mais

O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM

O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM O USO DE TECNOLOGIAS NAS AULAS DE MATEMÁTICA E CRENÇAS SOBRE A SUA APRENDIZAGEM Justificativa ABREU,Tamires de Sá 1 BARRETO, Maria de Fátima Teixeira² Palavras chave: crenças, matemática, softwares, vídeos.

Leia mais

Plano de Estudo 3ª Etapa

Plano de Estudo 3ª Etapa Plano de Estudo 3ª Etapa NÍVEL DE ENSINO: ENSINO FUNDAMENTAL I ANO: 1º Srs. Pais, SAÚDE E PAZ! Esse plano de estudo tem como finalidade levá-los a conhecer melhor a proposta desenvolvida no 1º ano. Nele

Leia mais

Métodos e Práticas na Formação Inicial e Desenvolvimento Profissional do Professor de Matemática em uma Plataforma Digital

Métodos e Práticas na Formação Inicial e Desenvolvimento Profissional do Professor de Matemática em uma Plataforma Digital Métodos e Práticas na Formação Inicial e Desenvolvimento Profissional do Professor de Matemática em uma Plataforma Digital Carla de Araújo 1 GD13 Educação Matemática e Inclusão Resumo: Tendo em vista as

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

A Aplicação das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no Ambiente Escolar

A Aplicação das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no Ambiente Escolar A Aplicação das Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) no Ambiente Escolar Tatiana Medeiros Cardoso Faculdade Cenecista de Osório (FACOS) Rua 24 de Maio, 141 95.520-000 Osório RS Brasil tati.info@gmail.com

Leia mais

Estratégias para aumentar a rentabilidade. Indicadores importantes. Controle a produção. Reduza filas. Trabalhe com promoções.

Estratégias para aumentar a rentabilidade. Indicadores importantes. Controle a produção. Reduza filas. Trabalhe com promoções. Uma publicação: Estratégias para aumentar a rentabilidade 04 Indicadores importantes 06 Controle a produção 08 Reduza filas 09 Trabalhe com promoções 10 Conclusões 11 Introdução Dinheiro em caixa. Em qualquer

Leia mais

INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO

INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO INFLUÊNCIAS E POSSIBILIDADES DO USO DA TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO NA EDUCAÇÃO Gustavo Cançado de Azevedo O autor relaciona educação e tecnologia, tomando como ponto de partida a maneira com que os avanços

Leia mais

TÍTULO: Plano de Aula UMA FATIA DE PIZZA OU UMA BANDA DE INTERNET? Ensino Fundamental/ Anos Iniciais. 5º ano. Matemática

TÍTULO: Plano de Aula UMA FATIA DE PIZZA OU UMA BANDA DE INTERNET? Ensino Fundamental/ Anos Iniciais. 5º ano. Matemática Plano de Aula Org.: Claudio André - 1 Autora: Regina França TÍTULO: UMA FATIA DE PIZZA OU UMA BANDA DE INTERNET? Nível de Ensino: Ano/Semestre estudo de Ensino Fundamental/ Anos Iniciais 5º ano Componente

Leia mais

Princípios de Engenharia de Software 2004-1. Resumo 1 Semana 1 Versão 1.0 Data:11/03/2004

Princípios de Engenharia de Software 2004-1. Resumo 1 Semana 1 Versão 1.0 Data:11/03/2004 Princípios de Engenharia de Software 2004-1 Resumo 1 Semana 1 Versão 1.0 Data:11/03/2004 Alunos : Thoran Araguez Rodrigues; Bruno Schroeder; Bruno; Daniel Chicre; Walter H. Grupo : Fellowship of the Software

Leia mais

TECNOLOGIAS NO COTIDIANO: DESAFIOS À INCLUSÃO DIGITAL

TECNOLOGIAS NO COTIDIANO: DESAFIOS À INCLUSÃO DIGITAL TECNOLOGIAS NO COTIDIANO: DESAFIOS À INCLUSÃO DIGITAL O que é Tecnologia? O que é Tecnologia Educacional? Tecnologia e Tecnologia Educacional Histórico da Evolução da Tecnologia O homem foi utilizando

Leia mais

www.brasilitplus.com

www.brasilitplus.com www.brasilitplus.com (((internetdascoisas))) BRASSCOM Inteligência de Mercado www.brasscom.org.br BRASSCOM Associação Brasileira das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação 1 (Seu carro com

Leia mais

Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon

Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon Soraya Vieira SANTOS; Marília Gouvea de MIRANDA (PPGE/FE/UFG) soraya_vieira@hotmail.com marília.ppge@uol.com.br Palavras-chave: Wallon;

Leia mais

SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF

SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF 1 SEMI-PRESENCIALIDADE NO ENSINO SUPERIOR: ALGUNS RESULTADOS DESSA MODALIDADE NA FGF Fortaleza CE Junho/2009 Karla Angélica Silva do Nascimento - Faculdade Integrada da Grande Fortaleza karla@fgf.edu.br

Leia mais

Universidade Ubíqua: a UFPB Virtual ao seu alcance

Universidade Ubíqua: a UFPB Virtual ao seu alcance Universidade Ubíqua: a UFPB Virtual ao seu alcance SEVERO¹, Ana Beatrice Santana SILVA², Danielle Rousy Dias da ANJOS 3, Eudisley Gomes dos PRESTES 4, Mateus Augusto Santos FERNANDES 5, Raul Felipe de

Leia mais

Novas Mídias e Relações Sociais.

Novas Mídias e Relações Sociais. Novas Mídias e Relações Sociais. Eduardo Foster 1 1 Caiena Soluções em Gestão do Conhecimento, Av. 34-578, CEP 13504-110 Rio Claro, Brasil foster@caiena.net Resumo. A comunicação é uma disciplina que acompanha

Leia mais

Tópicos Avançados em Banco de Dados Espaços de Tabelas, Arquivos de Dados e Arquivos de Controle. Prof. Hugo Souza

Tópicos Avançados em Banco de Dados Espaços de Tabelas, Arquivos de Dados e Arquivos de Controle. Prof. Hugo Souza Tópicos Avançados em Banco de Dados Espaços de Tabelas, Arquivos de Dados e Arquivos de Controle Prof. Hugo Souza Após abordarmos os componentes lógicos, em uma síntese de dependências gradativas, vamos

Leia mais

TIC Domicílios 2007 Comércio Eletrônico

TIC Domicílios 2007 Comércio Eletrônico TIC Domicílios 2007 Comércio Eletrônico DESTAQUES 2007 O Estudo sobre Comércio Eletrônico da TIC Domicílios 2007 apontou que: Quase a metade das pessoas que já utilizaram a internet declarou ter realizado

Leia mais

Evolução dos Computadores. O que é computação? O que é computação? Dados. Processamento. Informações

Evolução dos Computadores. O que é computação? O que é computação? Dados. Processamento. Informações Evolução dos Computadores O que é computação? Dados Processamento Informações O que é computação? PEDIDO PROCESSAMENTO Obter o formulário Posiciona-lo na máquina Ler o pedido Datilografar Retirar o formulário

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem

Unidade 4: Contextualização de Objetos de Aprendizagem Coordenação: Juliana Cristina Braga Autoria: Rita Ponchio Você aprendeu na unidade anterior a importância da adoção de uma metodologia para a construção de OA., e também uma descrição geral da metodologia

Leia mais

TECNOLOGIA CONTRIBUINDO PARA INCLUSÃO? ESCOLA DE HACKERS

TECNOLOGIA CONTRIBUINDO PARA INCLUSÃO? ESCOLA DE HACKERS TECNOLOGIA CONTRIBUINDO PARA INCLUSÃO? ESCOLA DE HACKERS Ariane Mileidi Pazinato; Neuza Terezinha Oro; Eliamar Ceresoli Rizzon; Maria Elene Mallmann; Josiane Muller; Adriano Canabarro Teixeira; Jaqueline

Leia mais

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas

Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Projeto Político-Pedagógico Estudo técnico de seus pressupostos, paradigma e propostas Introdução A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional afirma que cabe aos estabelecimentos de ensino definir

Leia mais

Internet e Ensino: Saberes indispensáveis aos Imigrantes digitais

Internet e Ensino: Saberes indispensáveis aos Imigrantes digitais Internet e Ensino: Saberes indispensáveis aos Imigrantes digitais Cristina Novikoff c_novikoff@yahoo.com.br UNIGRANRIO Natália Xavier Pereira nxpereira@hotmail.com UNIGRANRIO Resumo:O uso da tecnologia

Leia mais

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação

MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL RESUMO. Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação MIDIA E INCLUSÃO: RELATO DE EXPERIÊNCIAS DE UMA PESSOA COM DEFICIÊNCIA VISUAL Fabiana Fator Gouvêa Bonilha Rede Anhanguera de Comunicação fabiana.ebraille@gmail.com RESUMO No presente trabalho, tenciona-se

Leia mais

Educação a Distância: Limites e Possibilidades

Educação a Distância: Limites e Possibilidades Educação a Distância: Limites e Possibilidades Bernardo de Azevedo Ramos Brillian Aquino Fernandes Lucas Fernandes Barbosa Rafael Castro e Abrantes RESUMO: O trabalho tem como meta avaliar a Educação a

Leia mais

HISTÓRIA EM QUADRINHO: A CRIAÇÃO E A EXPRESSÃO NA WEB

HISTÓRIA EM QUADRINHO: A CRIAÇÃO E A EXPRESSÃO NA WEB HISTÓRIA EM QUADRINHO: A CRIAÇÃO E A EXPRESSÃO NA WEB Luzivone Lopes GOMES - PPGFP UEPB luzivone@gmail.com Kennedy Machado OLIVIERA prof.kennedy@hotmail.com RESUMO: Este artigo trata de um relato de experiência

Leia mais

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA

UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA UNIDADE II METODOLOGIA DO FORMAÇÃO PELA ESCOLA Quando focalizamos o termo a distância, a característica da não presencialidade dos sujeitos, num mesmo espaço físico e ao mesmo tempo, coloca se como um

Leia mais

ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Instrutora: Aneliese Nascimento

ELABORAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS. Instrutora: Aneliese Nascimento Instrutora: Aneliese Nascimento O QUE É UM PROJETO? 4 Instrumento de comunicação. 4 Instrumento de intervenção em um ambiente ou situação para mudanças. 4 Instrumento para fazer algo inovador. O QUE DEVE

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a.

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a. Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Programa de Pós Graduação em Ciência da Informação Prof a. Lillian Alvares Tecnologia e Gestão O principal papel da Tecnologia

Leia mais

O desafio da interação no ensino-aprendizado de língua estrangeira no curso on-line da Evesp e nos presenciais CEL e Early Bird

O desafio da interação no ensino-aprendizado de língua estrangeira no curso on-line da Evesp e nos presenciais CEL e Early Bird O desafio da interação no ensino-aprendizado de língua estrangeira no curso on-line da Evesp e nos presenciais CEL e Early Bird Sandra Regina Silva Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho,

Leia mais

Módulo 1. Introdução. 1.1 O que é EAD?

Módulo 1. Introdução. 1.1 O que é EAD? Módulo 1. Introdução Cada vez mais o mundo social e do trabalho necessitam de sujeitos capazes de fazer a diferença através de suas ações e atitudes. A utilização do ambiente virtual, como meio de interação

Leia mais

Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares

Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Prof a Lillian Alvares Tecnologia e Gestão O principal papel da Tecnologia da Informação na Gestão do Conhecimento consiste em: Ampliar o alcance

Leia mais

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro

Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Guia de Estudos Metodologias Jovem de Futuro Precisamos reinventar a forma de ensinar e aprender, presencial e virtualmente, diante de tantas mudanças na sociedade e no mundo do trabalho. Os modelos tradicionais

Leia mais

PRANCHAS ESTÁTICAS E DINÂMICAS CONSTRUÍDAS COM SÍMBOLOS ARASAAC EM SOFTWARES DE LIVRE ACESSO

PRANCHAS ESTÁTICAS E DINÂMICAS CONSTRUÍDAS COM SÍMBOLOS ARASAAC EM SOFTWARES DE LIVRE ACESSO PRANCHAS ESTÁTICAS E DINÂMICAS CONSTRUÍDAS COM SÍMBOLOS ARASAAC EM SOFTWARES DE LIVRE ACESSO Autoras: Vera Lucia Vieira Souza; Miryam Bonadiu Pelosi Universidade Federal do Rio de Janeiro. Introdução A

Leia mais

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra

Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior. Sanmya Feitosa Tajra Utilização de recursos pedagógicos de ambientes virtuais como complemento para atividades presenciais no ensino superior Sanmya Feitosa Tajra Mestre em Educação (Currículo)/PUC-SP Professora de Novas Tecnologias

Leia mais

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA ÁREA DA CONSTRUÇÃO CIVIL: UMA EXPERIÊNCIA PROMISSORA

EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA ÁREA DA CONSTRUÇÃO CIVIL: UMA EXPERIÊNCIA PROMISSORA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA NA ÁREA DA CONSTRUÇÃO CIVIL: UMA EXPERIÊNCIA PROMISSORA Maria Inês Franco Motti Sonia Maria José Bombardi Fundacentro Fundação Jorge Duprat de Segurança e Medicina do Trabalho O mundo

Leia mais

Introdução. Gestão do Conhecimento GC

Introdução. Gestão do Conhecimento GC Introdução A tecnologia da informação tem um aspecto muito peculiar quanto aos seus resultados, uma vez que a simples disponibilização dos recursos computacionais (banco de dados, sistemas de ERP, CRM,

Leia mais

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens

Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens Academia de Tecnologia da IBM White paper de liderança de pensamento Novembro de 2010 Estratégias para avaliação da segurança da computação em nuvens 2 Proteção da nuvem: do desenvolvimento da estratégia

Leia mais

Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica

Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica Acesso aberto e repositórios institucionais: repensando a comunicação e a gestão da informação científica Fernando César Lima Leite fernandodfc@gmail.com 1. A comunicação científica e sua importância Qualquer

Leia mais

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY

O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY O DESENVOLVIMENTO E O APRENDIZADO EM VIGOTSKY Kassius Otoni Vieira Kassius Otoni@yahoo.com.br Rodrigo Luciano Reis da Silva prrodrigoluciano@yahoo.com.br Harley Juliano Mantovani Faculdade Católica de

Leia mais

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE

ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE ENSINO DA ARTE E EDUCAÇÃO AMBIENTAL: FORMAÇÃO DE CIDADÃOS VISANDO A SUSTENTABILIDADE Elaine Barbosa da Silva Xavier Faculdade de Ciências da Administração de Pernambuco - Mestranda Neuma Kelly Vitorino

Leia mais

O uso de blogs no ensino de Matemática 2

O uso de blogs no ensino de Matemática 2 Claudinei Flavia Batista Santos Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Brasil bs_flavia@hotmail.com Sirlândia Souza Santana sirlandiasantana@hotmail.com Resumo Este trabalho tem como principal objetivo

Leia mais

INCLUSÃO E DIVULGAÇÃO DAS ATIVIDADES DE GERAÇÃO DE RENDA DAS ALUNAS DO PROGRAMA MULHERES MIL DE SÃO JOÃO DA BARRA NAS REDES SOCIAIS

INCLUSÃO E DIVULGAÇÃO DAS ATIVIDADES DE GERAÇÃO DE RENDA DAS ALUNAS DO PROGRAMA MULHERES MIL DE SÃO JOÃO DA BARRA NAS REDES SOCIAIS INCLUSÃO E DIVULGAÇÃO DAS ATIVIDADES DE GERAÇÃO DE RENDA DAS ALUNAS DO PROGRAMA MULHERES MIL DE SÃO JOÃO DA BARRA NAS REDES SOCIAIS Resumo Solange da Silva Figueiredo; Isabel Cristina da Silva Gonçalves;

Leia mais

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO

A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino INTRODUÇÃO A Interdisciplinaridade como Metodologia de Ensino O bom professor é o que consegue, enquanto fala trazer o aluno até a intimidade do movimento de seu pensamento. Paulo Freire INTRODUÇÃO A importância

Leia mais

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna:

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna: TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 4 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÕES DE 11 A 25 11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na

Leia mais

Introdução à Arte da Ciência da Computação

Introdução à Arte da Ciência da Computação 1 NOME DA AULA Introdução à Arte da Ciência da Computação Tempo de aula: 45 60 minutos Tempo de preparação: 15 minutos Principal objetivo: deixar claro para os alunos o que é a ciência da computação e

Leia mais

> Folha Dirigida, 18/08/2011 Rio de Janeiro RJ Enem começa a mudar as escolas Thiago Lopes

> Folha Dirigida, 18/08/2011 Rio de Janeiro RJ Enem começa a mudar as escolas Thiago Lopes > Folha Dirigida, 18/08/2011 Rio de Janeiro RJ Enem começa a mudar as escolas Thiago Lopes Criado em 1998, o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), inicialmente, tinha como objetivo avaliar o desempenho

Leia mais

Lev Semenovich Vygotsky, nasce em 17 de novembro de 1896, na cidade de Orsha, em Bielarus. Morre em 11 de junho de 1934.

Lev Semenovich Vygotsky, nasce em 17 de novembro de 1896, na cidade de Orsha, em Bielarus. Morre em 11 de junho de 1934. Lev Semenovich Vygotsky, nasce em 17 de novembro de 1896, na cidade de Orsha, em Bielarus. Morre em 11 de junho de 1934. Lev Vygotsky, viveu na mesma época que Piaget (ambos nasceram em 1896 entanto Vygotsky

Leia mais

SOLUÇÕES EM EDUCAÇÃO 3.0

SOLUÇÕES EM EDUCAÇÃO 3.0 SOLUÇÕES EM EDUCAÇÃO 3.0 www.cisco.com.br/educação 2011 Cisco and/or its affiliates. All rights reserved. 1 Educação 1.0 Educação 2.0 Educação 3.0 Tecnológica Rural Tradicional 2011 Cisco and/or its affiliates.

Leia mais

2 Editoração Eletrônica

2 Editoração Eletrônica 8 2 Editoração Eletrônica A década de 80 foi um marco na história da computação. Foi quando a maioria dos esforços dos desenvolvedores, tanto de equipamentos, quanto de programas, foram direcionados para

Leia mais

Destaque Documento Base Parágrafo

Destaque Documento Base Parágrafo DOCUMENTO BASE NACIONAL PROPOSTA DE ALTERAÇÃO FÓRUM ESTADUAL DE EJA DO TOCANTINS Destaque Documento Base Parágrafo 1. Diante do quadro diagnóstico que se apresenta da educação de jovens e adultos (EJA)

Leia mais

FUNCIONAMENTO DOS CURSOS

FUNCIONAMENTO DOS CURSOS 1 SUMÁRIO Funcionamento dos Cursos... 03 Guia de Percurso... 05 Manual Acadêmico... 07 Ambiente Virtual de Aprendizagem... 09 Edição do Perfil... 12 Acessando as Atividades... 14 Iniciando o Semestre...

Leia mais