FUNDAÇÃO NÚCLEO DE TECNOLOGIA INDUSTRIAL DO CEARÁ - NUTEC

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1 Número do documento livre: NUTEC FUNDAÇÃO NÚCLEO DE TECNOLOGIA INDUSTRIAL DO CEARÁ - NUTEC Cria o Núcleo de Inovação Tecnológica do NUTEC - NIT O presidente da Fundação Núcleo de Tecnologia Industrial do Ceará (NUTEC), no uso de suas atribuições legais que lhe confere o Estatuto do NUTEC e com fundamento na Lei nº 9.279, de 15 de maio de 1996, no Decreto nº 2.553, de 16 de abril de 1998, nos atos normativos e demais normas que regulam os direitos e obrigações relativos à propriedade industrial no país, adotados pela Presidência do Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI); na Lei nº 9.609, de 19 de fevereiro de 1998 que dá proteção ao programa de computador e sua comercialização regulamentado pelo Decreto nº 2.556, de 20 de abril de 1998; Lei nº 9.456, de 28 de abril de 1997 e Decreto nº 2.366, de 5 de novembro de 1997 que dispõem sobre a proteção de cultivares; Lei nº 9.610, de 19 de fevereiro de 1998, que dispõe sobre direitos autorais; Lei nº , de 31 de maio de 2007 que trata do registro de topografia de circuitos integrados; e CONSIDERANDO a necessidade de organizar, no âmbito do NUTEC, estrutura destinada a incentivar a inovação e a pesquisa científica e tecnológica nos ambientes produtivo e social, por força da Lei nº , de 02 de dezembro de 2004; CONSIDERANDO a necessidade de definir e regular uma política de proteção às invenções e aos resultados das pesquisas desenvolvidas pelos pesquisadores do NUTEC; CONSIDERANDO a necessidade de definir e regular uma política de proteção à pesquisa, desenvolvimento e inovação tecnológica das empresas incubadas pelo NUTEC Par Tec; e ainda, CONSIDERANDO que a patente e o registro de outras criações se constituem num patrimônio inestimável, e que a transferência (cessão e licenciamento de patente) e a comercialização de tecnologias se constituem numa fonte potencial de recursos adicionais para o NUTEC; RESOLVE, em substituição ao Grupo de Inovação Tecnológica do NUTEC GITEC, criar o Núcleo de Inovação Tecnológica do NUTEC - NIT NUTEC, fundamentado na Lei nº , de 02/12/2004 que dispõe sobre incentivo à inovação e à pesquisa científica e tecnológica nos ambientes produtivo e social, com vistas à capacitação e ao alcance da autonomia tecnológica e ao desenvolvimento industrial e sócio-econômico do país, regulamentado pelo Decreto nº /05, de 11/10/2005. I DO OBJETIVO DO NIT NUTEC Art. 1º Articular, promover e valorizar a atividade criativa desenvolvida no âmbito do NUTEC, por meio da proteção das criações (propriedade intelectual), da transferência e da comercialização de tecnologias que representem oportunidades de inovação tecnológica para empreendedores públicos e privados, em prol do desenvolvimento tecnológico, econômico e social do estado do Ceará. Parágrafo único Para a consecução de seu objetivo o NIT poderá se

2 articular com todas as instâncias técnicas e administrativas do NUTEC, mediante entendimento prévio com cada dirigente da respectiva área da instituição. II DOS CONCEITOS Art. 2º Para efeito desta portaria, são adotadas as seguintes conceituações, emanadas da Lei nº (Lei de Inovação), de 02 de dezembro de 2004 e do Decreto nº 5.563, de 11 de outubro de 2005, e outras, para facilitar a comunicação entre o NIT e seus clientes e usuários: I Agência de fomento: órgão ou instituição de natureza pública ou privada que tenha entre os seus objetivos o financiamento de ações que visem a estimular e promover o desenvolvimento da ciência, da tecnologia e da inovação; II Ciência: é o processo de geração de conhecimentos, e o conjunto organizado desses mesmos conhecimentos, relativos ao universo e a seus fenômenos naturais, ambientais e comportamentais. A geração de conhecimento científico se faz mediante a pesquisa ou investigação científica; III Contrato de comercialização de tecnologia: o conhecimento gerado está disposto em um produto e, ou, processo já acabado, pronto para ser comercializado, não necessitando de testes ou de transformação; IV Contrato de licenciamento: é quando o titular da patente autoriza outrem (a empresa licenciada) a usá-la ou explorá-la comercialmente, sem transferir a titularidade; V Contrato de licença exclusiva: quando uma única empresa é autorizada a explorar a patente, com exclusividade, por um período determinado de tempo; VI Contrato de transferência de tecnologia: prever o repasse do conhecimento gerado nas universidades e centros de pesquisa para as indústrias visando o aperfeiçoamento e otimização do conhecimento transferido; VII Criação: invenção, modelo de utilidade, desenho industrial, programa de computador, topografia de circuito integrado, nova cultivar ou cultivar essencialmente derivada e qualquer outro desenvolvimento tecnológico que acarrete ou possa acarretar o surgimento de novo produto, processo ou aperfeiçoamento incremental, obtida por um ou mais criadores; VIII Criador: pesquisador que seja inventor, obtentor ou autor de criação; IX Cultivares: variedade de qualquer gênero ou espécie vegetal superior que seja claramente distinguível de outras cultivares conhecidas por margem mínima de descritores, por sua denominação própria, que seja homogênea e estável quanto aos descritores através de gerações sucessivas e seja de espécie passível de uso pelo complexo agroflorestal, descrita em publicação especializada disponível e acessível ao público, bem como a linhagem componente de híbridos; X Desenho industrial: é a forma plástica ornamental de um objeto ou conjunto ornamental de linhas e cores que possa ser aplicado a um produto, proporcionando resultado visual novo e original na sua configuração externa e que possa servir de tipo de fabricação industrial; XI Direitos autorais: são as criações do espírito, tangível e intangível, como, obras artísticas, literárias ou científicas, textos, livros, pinturas, esculturas, músicas, ilustrações, projetos de arquitetura, gravuras e fotografias; XII Empresa de Base Tecnológica (EBT): empresa de qualquer setor cuja atividade mais importante seja a industrialização ou a utilização de criação, ou seja, que tenha na inovação tecnológica os fundamentos de sua estratégia competitiva; XIII Indicação geográfica: se obtém proteção sob a indicação de procedência (refere-se a centro de extração, produção ou fabricação de determinado produto ou de prestação de serviços) e sob a denominação de origem (designa produto ou serviço cujas qualidades ou características se devam exclusiva ou essencialmente ao meio geográfico, incluídos fatores naturais e humanos); XIV Inovação: é a introdução de novidade ou aperfeiçoamento, com êxito, no ambiente produtivo ou social que resulte em novos produtos, processos ou serviços. XV Inovação tecnológica: introdução de novidade ou aperfeiçoamento no ambiente produtivo ou social que

3 resulte em novos produtos, processos ou serviços, bem como em ganho de qualidade ou produtividade em produtos, processos ou serviços já existentes, visando a ampliar a competitividade no mercado; XVI Instituição Científica e Tecnológica (ICT): órgão ou entidade da administração pública que tenha por missão institucional, entre outras, formar recursos humanos e executar atividades ligadas à inovação tecnológica, à pesquisa científica e tecnológica, ao desenvolvimento tecnológico e à extensão tecnológica; XVII Instituição de apoio: instituições criadas sob o amparo da Lei n 8.958, de 20 de dezembro de 1994, com a finalidade de dar apoio a projetos de pesquisa, ensino e extensão e de desenvolvimento institucional, científico e tecnológico; XVIII Inventor independente: pessoa física, não ocupante de cargo efetivo ou função, cargo militar ou emprego público, que seja inventor, obtentor ou autor de criação; XIX Núcleo de Inovação Tecnológica: núcleo ou órgão constituído por uma ou mais ICT com a finalidade de gerir sua política de inovação; XX Novidade: a criação intelectual é considerada nova quando não estiver abrangida pelo estado da técnica. O estado da técnica é definido como sendo constituído por tudo aquilo tornado acessível ao público antes da data de depósito do pedido de patente, por descrição escrita ou oral, por uso ou qualquer outro meio, no Brasil ou no exterior. XXI Patente: é um título de propriedade temporária sobre uma criação outorgado pelo Estado, aos inventores ou autores ou outras pessoas físicas ou jurídicas detentoras de direitos sobre a criação; XXII Pesquisa aplicada: é uma investigação original ou um trabalho experimental executado com o objetivo de adquirir novos conhecimentos, com vistas ao desenvolvimento ou aprimoramento de produtos processos e sistemas, ou seja, dirigido em função de um fim ou objetivo prático específico. É realizada para determinar os possíveis usos para as descobertas da pesquisa básica ou para definir novos métodos ou maneiras de alcançar um certo objetivo específico e pré-determinado; XXIII Pesquisa básica: é um trabalho experimental ou uma investigação original executado com o objetivo de adquirir conhecimento novo quanto a compreensão de novos fenômenos, sem finalidade de aplicação ou chegar a um produto determinado; XXIV Pesquisador público: ocupante de cargo efetivo ou função, cargo militar ou emprego público que realize pesquisa básica ou aplicada de caráter científico ou tecnológico; XXV Prestador de serviços: é o trabalho realizado por autônomo, terceirizado e estagiário ou empresa contratada; XXVI Programas de computador: é a expressão de um conjunto organizado de instruções em linguagem natural ou codificada, contida em suporte físico de qualquer natureza, de emprego necessário em máquinas automáticas de tratamento da informação, dispositivos, instrumentos ou equipamentos periféricos, baseados em técnica digital ou análoga, para fazê-los funcionar de modo e para fins determinados; XXVII Propriedade industrial: é uma modalidade da propriedade intelectual que compreende a patente, o desenho industrial, a marca, a indicação geográfica, bem como os direitos decorrentes de outros sistemas de proteção de propriedade industrial que venham a ser adotados pela lei brasileira; XXVIII Propriedade intelectual: é toda a criação e expressão da atividade inventiva e da criatividade humana, em seus aspectos científicos, tecnológicos, artísticos e literários que compreende as modalidades de propriedade industrial, direitos autorais, cultivares, programa de computadores e topografia de circuitos integrados; XXIX Tecnologia: é o conjunto organizado de todos os conhecimentos científicos, empíricos ou intuitivos, empregados na produção e comercialização de bens e serviços; XXX Topografia de circuitos integrados: é a proteção à topografia que seja original, no sentido de que resulte do esforço intelectual do seu

4 criador ou criadores, e que não seja comum ou vulgar para técnicos, especialistas ou fabricantes de circuitos integrados no momento de sua criação; XXXI Transferência de tecnologia: é a transferência do conhecimento gerado nas universidades e centros de pesquisa, de forma a permitir ao receptor a absorção do conjunto de conhecimentos, adaptá-lo à condições locais, aperfeiçoá-lo e, eventualmente, criar novas tecnologias, de forma autônoma. Parágrafo único Equipara-se ao inventor independente, para efeito do disposto no inciso XVIII, o servidor público, civil, militar ou o empregado público, quando a invenção, obtenção ou a autoria de criação, cumulativamente: a) Não decorra do exercício das atribuições do cargo efetivo; b) Não obtiver, de qualquer forma, participação de órgão e/ou de entidade públicos na invenção, obtenção ou autoria de criação. III DA ESTRUTURA DO NIT NUTEC Art. 3º O NIT NUTEC se constituirá em núcleo assessor da Presidência do NUTEC para a implantação da política de inovação tecnológica do NUTEC, em consonância com a política de ciência e tecnologia do Estado do Ceará e as legislações estaduais e federais pertinentes. Art. 4º O NIT NUTEC será constituído pelos seguintes membros: I Diretor de Inovação Tecnológica; II Chefe da Divisão de Tecnologia de Alimentos e Química DITALQ; III Chefe da Divisão de Mecânica, Elétrica e Energia DIMEE; IV Chefe da Divisão de Materiais DIMAT; V Coordenador da UST Par Tec; VI Coordenador da UST NUTEC Export; VII Coordenador da UST Biocombustíveis; VIII Coordenador da UST Domissanitários e Cosméticos; IX Coordenador da UST Materiais e Construção Civil; X Coordenador da UST Medidas Elétricas; XI Coordenador da UST Análise e Certificação de Alimentos; XII Coordenador da UST Segurança Veicular; XIII Coordenador da UST Têxtil; XIV Coordenador da UST Química Ambiental; XV Coordenador da UST Tratamento de Superfície e Corrosão; XVI Coordenador da UST Rochas de Revestimento e Processos Cerâmicos; XVII Chefe da Divisão de Tecnologia da Informação XVIII Chefe da Divisão de Empreendedorismo XIX Assessor Jurídico IV DAS COMPETÊNCIAS DO NIT NUTEC Art. 5º O NIT NUTEC terá as seguintes competências: I Zelar pela manutenção da política institucional de estímulo à proteção das criações (propriedade intelectual), inovações e transferência de tecnologia; II Avaliar e classificar os resultados decorrentes de atividades e projetos de pesquisa e desenvolvimento para o atendimento das disposições da legislação estadual ; III Avaliar a solicitação de inventor independente para proteção de sua criação na forma do art. 23, do Decreto nº 5.563, de 11/10/2005; IV Estimular o patenteamento e o registro de demais criações e acompanhar o processo de proteção, nacional e/ou internacional, das criações desenvolvidas no NUTEC; V Emitir parecer sobre a viabilidade do depósito de patente e registro de demais criações; V promover ações para a transferência de tecnologia inovadora, sugerindo a celebração de instrumentos contratuais e congêneres pelo Nutec, e diligenciando toda e qualquer iniciativa que vise esse propósito; VI Emitir parecer quanto à conveniência de divulgação das criações desenvolvidas no NUTEC, passíveis de proteção intelectual; VII Acompanhar e zelar pela manutenção e defesa dos títulos de propriedade intelectual do NUTEC; VIII Propor à Presidência do NUTEC a contratação ou incorporação de colaboradores, quando necessário; IX Propor projetos de pesquisa e desenvolvimento, considerando as demandas do público alvo do NUTEC, bem como os editais públicos federal e estadual de projetos de pesquisa; X Criar e manter atualizado um banco de projetos de desenvolvimento tecnológico; XI Apoiar os colaboradores do NUTEC na preparação de projetos tecnológicos,

5 (cooperativos) nas suas diversas modalidades, e em acordos entre o NUTEC e seus parceiros; XII Divulgar, no NUTEC, os editais publicados pelas agências de fomento, convênios e outras fontes de recursos; XIII Propor mecanismos que viabilizem a captação de recursos que possam ser destinados a projetos de interesse do NUTEC; XIV Estimular parcerias estratégicas, através de convênios do NUTEC com empresas e entidades públicas e privadas, intensivas em inovação e conhecimento, de acordo com as normas internas e a legislação vigente; XV Estimular, apoiar e realizar ações conjuntas entre o NUTEC e entidades públicas e privadas na realização de cursos de formação de recursos humanos na área de inovação tecnológica, nas suas diversas modalidades; XVI Manter atualizada a base de dados sobre pesquisadores, consultores, clientes e parceiros do NIT NUTEC; XVII Criar e manter atualizada a página eletrônica do NIT NUTEC no site do NUTEC; XVIII Realizar pesquisas, periodicamente, junto ao setor produtivo público e privado para identificação da demanda tecnológica; XIX Emitir pareceres sobre assuntos de competência do NIT NUTEC; XX Elaborar, mensalmente, o relatório de atividade do NIT NUTEC; XXI Cumprir e fazer cumprir a presente portaria; XXIII Emitir parecer sobre a cessão de direitos sobre criação na forma do art. 11 da Lei nº , de 01/12/2004 e do art. 12 do Decreto nº ; de 11/10/2005; XXIV Gerir, organizar e fortalecer as ações de parceria do NUTEC com os setores público e privado, integrando as ações relacionadas à inovação e às pesquisas tecnológicas; XXV Apoiar pesquisas e desenvolvimentos de novas tecnologias; XXVI Atuar na divulgação e difusão do conhecimento gerado no NUTEC; XXVII Atuar em conjunto com órgãos municipais, estaduais e nacionais, com o objetivo de fortalecer os Parques Tecnológicos existentes na região de atuação; XXVIII Apoiar e estimular o empreendedorismo e a criação de novas empresas, de base tecnológica e de setores tradicionais, por intermédio do Parque Tecnológico do NUTEC (Partec) e participar do processo seletivo de novas empresas incubadas; XXIX Propor, apoiar e realizar eventos técnico-científicos; XXX Desenvolver estudo de viabilidade técnica e comercial do produto ou do processo desenvolvido no âmbito do NUTEC ou externamente; XXXI Desempenhar outras atividades correlatas. Art. 6º Ficará a critério do NIT NUTEC a aceitação, ou não, mediante justificativa fundamentada, de criações susceptíveis das ações previstas no art. 7º, observados os seguintes pressupostos: a) Quando a criação originar-se de inventor independente, não será cabível qualquer recurso contra decisão que negar a sua aceitação; b) Quando a criação originar-se de criador ou pesquisador público, serão admitidos os recursos previstos na legislação pertinente; c) Nenhum ressarcimento será devido, pelo NUTEC, em razão da negativa de aceitação de criação susceptível das ações previstas neste artigo. Art 7º O NIT NUTEC é coordenado pelo diretor de Inovação Tecnológica do NUTEC. 1º Na ausência ou impedimento do coordenador, assume a coordenação o integrante do NIT NUTEC indicado pelo Presidente do NUTEC. 2º Em caso de vacância do cargo de coordenador, o Presidente do NUTEC indica o novo titular. Art. 8º Compete ao coordenador: I Superintender, coordenar e orientar as atividades desenvolvidas no NIT NUTEC; II Responsabilizar-se pelas relações do NIT NUTEC no âmbito do NUTEC e externamente com os setores público e privado; III Responder junto a Presidência do NUTEC pelas atividades do NIT NUTEC; IV Representar o NIT NUTEC no âmbito da sua competência; V Executar e fazer cumprir as diretrizes de inovação tecnológica do NUTEC; VI Elaborar e apresentar anualmente à Presidência do NUTEC o plano de ação e o relatório anual de atividades do NIT NUTEC, até o dia 15 de janeiro do ano

6 subsequente; VII Cumprir e fazer cumprir a presente portaria; VIII Desempenhar outras atividades correlatas necessárias ao funcionamento do NIT NUTEC. V DO ESTÍMULO DO NUTEC AO PROCESSO DE INOVAÇÃO Art. 9º - O NUTEC poderá celebrar contratos de transferência de tecnologia para outorga de direito de uso ou de exploração de criação por ela desenvolvida, tanto a título exclusivo como não exclusivo. 1º A decisão sobre a exclusividade ou não da transferência de tecnologia cabe ao NUTEC, ouvido o NIT NUTEC. 2º A transferência de tecnologia (cessão e licenciamento) para outorga de direito de uso ou de exploração de criação reconhecida em ato do Governador do Estado e do Presidente da República ou de Ministro de Estado, por eles designados, como de relevante interesse público, somente poderá ser efetuada a título não-exclusivo, observado o disposto no 2º do art. 6º, do Decreto nº de 11/10/2005, em cada caso. 3º A exploração e a cessão da criação cujo objeto interesse à defesa nacional deve observar o disposto no 3º do art. 75 da Lei nº 9.279, de 14 de maio de Art. 10 É dispensável, nos termos do art. 24, inciso XXV, da Lei nº 8.666, de 21 de junho de 1993, a realização de licitação em contratação realizada pelo NUTEC para a transferência de tecnologia e para o licenciamento de direito de uso ou de exploração de criação protegida. 1º A contratação de que trata o caput deste artigo, quando for realizada com dispensa de licitação e houver cláusula de exclusividade, será precedida da publicação de edital com o objetivo de dispor de critérios para qualificação e escolha do contratado. 2º O edital conterá, entre outras, as seguintes informações: I Objeto do contrato de transferência de tecnologia ou de licenciamento, mediante descrição sucinta e clara; II Condições para a contratação, entre elas a comprovação da regularidade jurídica e fiscal do interessado, e sua qualificação técnica e econômico-financeira para a exploração da criação, objeto do contrato; III Critérios técnicos para qualificação da contratação mais vantajosa, consideradas as especificidades da criação; IV Prazos e condições para a comercialização e licenciamento da criação, objeto do contrato. 3º Em igualdades de condições, será dada preferência à contratação de empresas de pequeno porte. 4º O edital de que trata o 1º deste arquivo será publicado no Diário Oficial do Estado do Ceará e divulgado na rede mundial de computadores pela página eletrônica do NUTEC, tornando públicas as informações essenciais à contratação. 5º A empresa contratada, detentora do direito exclusivo de exploração de criação protegida, perderá esse direito caso não comercialize a criação dentro do prazo e condições estabelecidos no contrato, podendo o NUTEC proceder a novo licenciamento. 6º Quando não for concedida exclusividade ao receptor de tecnologia ou ao licenciado e for dispensada a licitação, a contratação prevista no caput deste artigo poderá ser firmada diretamente, sem necessidade de publicação de edital, para fins de exploração de criação que dela seja objeto, exigida a comprovação da regularidade jurídica e fiscal do contratado, assim como a sua qualificação técnica e econômico-financeira. Art. 11 O NUTEC poderá obter o direito de uso ou de exploração de criação protegida, mediante parecer favorável do NIT NUTEC, sendo imprescindível a elaboração de instrumento contratual para esse fim, no qual sejam estabelecidos os direitos e obrigações das partes. Parágrafo único Na elaboração de instrumento contratual serão observados os princípios e os dispositivos pertinentes a contratos administrativos regidos pela Lei nº , de 21 de junho de 1993, no que couber. VI DA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA Art. 12 O NUTEC prestará, dentro de sua competência, a instituições públicas ou privadas, serviços compatíveis com os objetivos da Lei no , de 02/12/2004, nas atividades

7 voltadas à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo. 1º O servidor envolvido na prestação de serviço previsto no caput deste artigo poderá receber retribuição pecuniária do NUTEC, através da remuneração por produtividade, sempre sob a forma de adicional variável e desde que custeado exclusivamente com recursos arrecadados no âmbito da atividade contratada. 2º O valor do adicional variável de que trata o 1º fica sujeito à incidência dos tributos e contribuições aplicáveis à espécie, vedado em qualquer hipótese a incorporação aos vencimentos, à remuneração ou aos proventos, da mesma forma que a referência como base de cálculo para qualquer benefício, adicional ou vantagem coletiva ou pessoal. 3º O adicional variável de que trata o 1º deste artigo, para fins do art. 28 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991, configura-se ganho eventual. 4º Somente poderá perceber o adicional variável o servidor que atue diretamente no objeto da contratação, de forma que o resultado esperado não seria alcançado se não houvesse a participação do servidor. VII DA PROPRIEDADE INTELECTUAL Art. 13 Pertencerão ao NUTEC os direitos relativos à propriedade intelectual resultantes de atividades realizadas nas suas dependências pelos servidores, bolsistas e prestadores de serviços e com aplicação de recursos humanos, materiais e financeiros do NUTEC. 1º Os responsáveis citados no caput deste artigo, pela criação, realização e geração da propriedade intelectual, são considerados autores e inventores. 2º O direito de propriedade mencionado no caput deste artigo poderá ser exercido em conjunto com outras instituições participantes do projeto gerador da criação, desde que, no documento contratual celebrado pelos participantes tenha havido expressa previsão de co-participação na propriedade. Art. 14 O NIT NUTEC será responsável pela formalização, encaminhamento e acompanhamento dos pedidos de depósitos de patentes do NUTEC e de outros registros junto ao INPI e a outros órgãos encarregados de registrar a propriedade intelectual no país e no exterior, para tanto, o NUTEC poderá contratar escritórios especializados em propriedade industrial para apoiá-lo tecnicamente. Art. 15 A análise do interesse do NUTEC no registro da criação deverá levar em conta ao Estudo de Viabilidade Técnica e Comercial (EVTC) do produto ou do processo desenvolvido pelo pesquisador. Parágrafo único Quando o resultado do EVTC apontar para a não viabilidade do pedido de patente ou registro de outra criação, o NUTEC poderá ceder gratuitamente seus direitos sobre criação, mediante manifestação expressa e motivada, a título não oneroso, para que o respectivo inventor ou autor os exerça em seu próprio nome e sob sua inteira responsabilidade, nos termos da legislação pertinente. Art. 16 O NUTEC poderá transferir (vender ou licenciar) ou realizar qualquer forma de acordo com terceiros, visando à exploração de sua patente ou registro, observados os limites de sua coparticipação, na hipótese do parágrafo 1º do art. 16 desta portaria. Art. 17 Antes da publicação dos resultados de projetos, pesquisas, inventos ou outros estudos realizados no NUTEC, faz-se necessário garantir a proteção destes, nos termos da legislação vigente. Art. 18 Os contratos, convênios, acordos e ajustes em que o NUTEC participar com o objetivo de pesquisa e desenvolvimento, conterão, obrigatoriamente, cláusulas reguladoras de propriedade intelectual, obedecidos os termos e condições desta portaria. VIII DO ESTÍMULO AO INVENTOR INDEPENDENTE Art. 19 Ao inventor independente é facultado solicitar a proteção de sua criação por intermédio do NIT NUTEC, que decidirá livremente quanto à conveniência e oportunidade da solicitação, visando a elaboração de projeto voltado à sua avaliação para futuro desenvolvimento, incubação, utilização e industrialização pelo setor produtivo. 1º O projeto de que trata o caput deste

8 arquivo pode incluir, entre outros, ensaios de conformidade, construção de protótipo, projeto de engenharia e análises de viabilidade técnica e comercial. 2º A criação será avaliada pelo NIT NUTEC, o qual submeterá o projeto à Presidência do NUTEC para decidir sobre o apoio à criação, mediante contrato. 3º O NIT NUTEC informará ao inventor independente, no prazo máximo de até três meses, a decisão quanto à proteção a que se refere o caput deste artigo. 4º Aprovada a criação, o inventor independente comprometer-se-á, mediante contrato, a compartilhar os ganhos econômicos auferidos com a exploração industrial da criação protegida. 5º O NIT NUTEC dará conhecimento ao inventor independente de todas as etapas do projeto, quando solicitado. IX DO SIGILO E CONFIDENCIALIDADE Art. 20 As informações, os direitos relativos à propriedade intelectual, contratos, convênios, os produtos ou processos de qualquer natureza, de atividades realizadas em conseqüência dos projetos e planos de trabalho decorrentes de toda e qualquer ação do NUTEC serão objeto de sigilo. 1º Qualquer informação sobre projetos de pesquisa ou outras ações relativas às criações em que haja a participação do NIT NUTEC, somente poderá ser objeto de divulgação ou publicação, após aprovação expressa e por escrito das partes envolvidas, obrigando-se, em caso de publicação, a consignar destacadamente todos os participantes diretamente envolvidos no projeto ou criação. 2º Os pesquisadores e inventores comunicarão ao NIT NUTEC seus projetos de pesquisa, obrigando-se, na defesa do interesse do NUTEC, a manterem confidencialidade, mediante termo de compromisso, sobre as mesmas e no apoio ao NIT NUTEC nas atividades de registro da propriedade intelectual. 3º Todas as pessoas que atuam nas ações do NIT NUTEC deverão manter sigilo e confidencialidade quanto aos resultados, processos, documentos, informações e demais dados de que tenham acesso, ressalvadas autorizações prévias e por escrito das partes diretamente interessadas. 4º Em contratos, acordos, convênios, ajustes, termos de compromissos e instrumentos afins, os partícipes deverão prever cláusula de sigilo e confidencialidade de modo a preservar os resultados passíveis de proteção. X DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 21 Todas as divulgações, comunicações, publicações e outras formas de transmissão de mensagens escritas, televisivas, radiofônicas, eletrônicas e assemelhadas, que se relacionem com as atividades do NIT deverão mencionar o nome deste, precedido da sigla e/ou do nome do NUTEC. Art. 22 Para o desenvolvimento das suas atividades, o NIT pode contar com auxílio de colaboradores internos ou externos, para a elaboração ou execução de projetos ou atividades de pesquisa e extensão, observados os trâmites necessários, de acordo com as normas internas e a legislação vigente. Art. 23 Para o seu funcionamento o NIT conta com espaço físico, equipamentos e servidores do NUTEC. Art. 24 Os casos omissos serão resolvidos pela Presidência do NUTEC. Art. 25 Esta portaria entra em vigor nesta data. FUNDAÇÃO NÚCLEO DE TECNOLOGIA INDUSTRIAL DO CEARÁ - NUTEC, em Fortaleza, 08 de outubro de João Pratagil Pereira de Araújo Presidente do NUTEC

9 René Teixeira Barreira Secretário da Ciência, Tecnologia e Educação Superior

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