HISTÓRIA - 3 o ANO MÓDULO 49 SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IMPERIALISMO

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1 HISTÓRIA - 3 o ANO MÓDULO 49 SEGUNDA REVOLUÇÃO INDUSTRIAL E IMPERIALISMO

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4 Como pode cair no enem O movimento operário ofereceu uma nova resposta ao grito do homem miserável no princípio do século XIX. A resposta foi a consciência e a ambição da classe. Os pobres então se organizavam em uma classe específica, a classe operária, diferente da classe dos patrões (ou capitalistas). A Revolução Francesa lhes deu confiança: a Revolução Industrial trouxe a necessidade da mobilização permanente. (HOBSBAWN, E. J. A era das revoluções. São Paulo: Paz e Terra, 1977.) No texto, analisa-se o impacto das Revoluções Francesa e Industrial para a organização da classe operária. Enquanto a confiança dada pela Revolução Francesa era originária do significado da vitória revolucionária sobre as classes dominantes, a necessidade da mobilização permanente, trazida pela Revolução Industrial, decorria da compreensão de que: a) a competitividade do trabalho industrial exigia um permanente esforço de qualificação para o enfrentamento do desemprego; b) a completa transformação da economia capitalista seria fundamental para a emancipação dos operários; c) a introdução das máquinas no processo produtivo diminuía as possibilidades de ganho material para os operários; d) o progresso tecnológico geraria a distribuição de riquezas para aqueles que estivessem adaptados aos novos tempos industriais; e) a melhoria das condições de vida dos operários seria conquistada com as manifestações coletivas em favor dos direitos trabalhistas.

5 Fixação 1) (UFRJ) Quando um estrangeiro passa pelas massas humanas que se acumularam ao redor das tecelagens e estamparias... não pode deixar de contemplar essas colmeias abarrotadas sem uma sensação de ansiedade e apreensão que beira o desalento. A população, tal como o sistema em que ela pertence, é nova, mas cresce a cada momento em força e extensão. Ela é um agregado de massas que nossas concepções revestem com termos que exprimem algo de prodigioso e terrível... como a lenta e gradual formação das ondas de um oceano que deverá, em algum momento futuro, mas não distante, carregar todos os elementos da sociedade em sua superfície, e arrastá-los só Deus sabe para onde. Há energias vigorosas nessas massas... A população manufatureira não é nova apenas em sua formação: é nova também em seus hábitos de pensamento e ação, que se formaram, pelas circunstâncias da sua condição, com pouca instrução, e orientação externa ainda menor(...). (Cooke Taylor, Notes of a tour in a manufacturing districts of Lancashire (1842), citado em E. P. Thompson, A formação da classe operária inglesa, v.li, Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1987) a) Explique duas mudanças produzidas pela Revolução Industrial na sociedade inglesa do século XIX. b) Caracterize as condições de trabalho da classe operária inglesa na primeira metade do século XIX.

6 Fixação Tomando como referência a citação acima, podemos afirmar que: I) o Taylorismo, concepção produtivista desenvolvida por Frederick Taylor nos Estados Unidos, entre o final do século XIX e início do século XX, tinha como características o controle sobre os gestos e comportamentos do trabalhador, com o intuito de evitar o desperdício de tempo e a decomposição da produção em movimentos monótonos, causando tédio e idiotização do trabalhador. II) o Fordismo, desenvolvido por Henry Ford, seguiu a trilha aberta por Taylor ao utilizar a linha de montagem na fabricação em massa de automóveis, ao fixar o operário em um mesmo posto, subordinando-o à máquina. III) no mundo contemporâneo, a chamada desindustrialização processo de utilização da microeletrônica para a criação de novos postos de trabalho substituiu os antigos robôs, provocando a diminuição do desemprego, melhorando a distribuição de renda em países emergentes como o Brasil, e criando novas oportunidades de lazer aos trabalhadores. Assinale: a) se apenas I e II são corretas. b) se apenas I é correta. c) se apenas II é correta. d) se apenas II e III são corretas. e) se todas são corretas. 2) A divisão do trabalho e a mecanização complementam--se e reforçam-se mutuamente. (...) somente com a introdução da maquinaria, com seu ritmo constante, é possível realizar o sonho ou o pesadelo - de uma administração exata do tempo e dos movimentos do operário, sem a onerosa necessidade de colocar um capataz e um cronometrador atrás de cada um. (ENGUITA, Mariano F. Tecnologia e sociedade: a ideologia da racionalidade técnica, a organização do trabalho e a educação. In: SILVA, Tomaz T. da (org.) Trabalho, Educação e Prática Social. Porto Alegre: Artes Médicas, p.235.)

7 Fixação 3) (UERJ) A economia mundial caracterizou-se, desde 1873, por uma agitação sem precendentes e depressão do comércio, afetando tanto nações que se envolveram em guerras como as que mantiveram a paz; as que têm uma moeda estável com o padrão ouro como as que têm moeda instável. (Adaptado de HOBSBAWM, E. A era dos impérios: [ ]. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998.) A crise avança no Brasil e na América Latina e acentua temores de que o mundo pode estar entrando numa dura recessão. (...) O mundo está ficando cada vez mais perigoso e a decantada globalização vive seu primeiro e implacável teste. (Época, 14/09/98) Embora apresentando características próprias, tanto a atual crise econômica quanto a Grande Depressão de 1873 demonstraram a universalidade como um de seus pontos fundamentais. Se hoje a crise representa um implacável teste para a globalização, o sentido da Grande Depressão em 1873 foi: a) projetar a Inglaterra como a grande oficina do mundo ; b) adotar a libra esterlina como único padrão do sistema de pagamentos; c) ser o divisor de águas entre o capitalismo livre concorrencial e o capitalismo monopolista; d) instituir o livre comércio entre os países europeus industrializados e os ultramarinos agrícolas.

8 Fixação F 4) (PUC) O equivalente tecnológico da separação dos saberes foi a linha de montagem. 5 Assinale a alternativa que caracteriza a linha de montagem, introduzida pela Segunda Revolução Industrial. a) Método de organização do trabalho que visa à racionalização da produção e aumento da produtividade, suprimindo os gestos e comportamentos desnecessários dos operários. b) Emprego de esteiras rolantes que conduzem os componentes até às mãos dos trabalhadores, os quais permanecem fixos em seus postos e em sequência, de forma a realizarem operações sucessivas. m c) Aumento da produção, com a supressão dos conflitos operários e da rotatividade da mão de obra por meio da substituição de força de trabalho por robôs. a v d) Desenvolvimento do espírito de cooperação e de liderança entre os trabalhadores, cujas funções se complementam, culminando com a montagem de grandes trustes e cartéis. b e) Divisão Internacional do Trabalho, com os países do Terceiro Mundo fornecendo recursos c naturais, mão de obra e componentes e, os países industrializados do Primeiro Mundo, for-necendo máquinas para montagem dos produtos finais. d n e a

9 ixação ) (ENEM) Se compararmos a idade do planeta Terra, avaliada em quatro e meio bilhões de anos (4,5 x 10 9 anos), com a de uma pessoa de 45 anos, então, quando começaram a florescer os primeiros vegetais, a Terra já teria 42 anos. Ela só conviveu com o homem moderno nas últimas quatro horas e, há cerca de uma hora, viu-o começar a plantar e a colher. Há menos de um minuto percebeu o ruído de máquinas e de indústrias e, como denuncia uma ONG de defesa do meio ambiente, foi nesses últimos sessenta segundos que se produziu todo o lixo do planeta! O texto, ao estabelecer um paralelo entre a idade da Terra e a de uma pessoa, pretende ostrar que: ) a agricultura surgiu logo em seguida aos vegetais, perturbando, desde então, seu desenolvimento; ) o ser humano só se tornou moderno ao dominar a agricultura e a indústria, em suma, ao poluir; ) desde o surgimento da Terra, são devidas ao ser humano todas as transformações e perurbações; ) o surgimento do ser humano e da poluição é cerca de dez vezes mais recente que o do osso planeta; ) a industrialização tem sido um processo vertiginoso, sem precedentes em termos de dano mbiental.

10 Fixação F 6) (UECE) 7 Na manufatura e nos ofícios, o trabalhador serve-se dos instrumentos; na fábrica, ele serve a máquina. No primeiro caso, ele é quem move o meio de trabalho; no segundo, ele só tem que acompanhar o movimento. Na manufatura, os trabalhadores são membros de um mecanismo vivo; na fábrica são apenas os complementos vivos de um mecanismo morto que existe independente deles. (Karl Marx, O Capital.) t Estas críticas de Marx ao sistema industrial nos revelam algumas das transformações por t que passava a economia capitalista na metade do século XIX. Sobre estas transformações, é b correto afirmar que: d a) a manufatura e a fábrica permitiam um enorme aumento da produtividade industrial, do qual se o beneficiaram os trabalhadores, pois passaram a trabalhar menos com maiores ganhos salariais; a b) o desenvolvimento do sistema fabril, com a introdução de máquinas sofisticadas e o apro-fundamento da divisão do trabalho, permitiu um incrível aumento de produtividade às custas b da desqualificação dos ofícios manuais; t c) o aumento da produtividade industrial só foi possível pelo aumento da carga de trabalho c (mais quantidade e maior intensidade) imposta aos operários pelos sindicatos, na tentativa de a obter salários maiores; J d) a fábrica dispensa o trabalho manual, executando todas as tarefas através de máquinas e d o trabalhador passa a ganhar seu salário sem trabalhar. u e d

11 ixação ) (UFF) Por meio de tudo isto pela divisão do trabalho, supervisão do trabalho, multas, sinos e relógios, incentivos em dinheiro, pregações e ensino, supressão das feiras e dos esportes formaram-se novos hábitos de trabalho e impôs-se uma nova disciplina do tempo. (THOMPSON, E. P. Costumes em comum: estudos sobre a cultura popular tradicional.) A passagem acima indica como, através do desenvolvimento da industrialização e do capialismo, o trabalhador foi levado a construir uma nova relação com o tempo, incorporando o empo marcado pelo relógio na atividade produtiva e na sua própria vida. Ao mesmo tempo, uscou-se um controle e um direcionamento para o período em que não estivesse trabalhando, e modo a orientar positivamente a utilização de seu tempo ocioso. Pode-se considerar que apogeu desse processo se deu com: ) o stakhanovismo, porque implementava maior produção na indústria, a partir da extensão da ornada de trabalho, diminuindo o tempo ocioso do operário, e organizando-o em grandes vilas; ) o taylorismo, porque preconizava a concorrência entre as diversas tarefas desempenhadas pelos rabalhadores, reproduzindo, no interior da fábrica, os ideais de competição do capitalismo liberal; ) o toyotismo, porque, ao se basear na extrema especialização das tarefas, nos estoques bundantes das mercadorias produzidas e na rígida disciplina e hierarquia, introduziu no apão os valores da sociedade capitalista; ) o fordismo, porque, além de implementar a produção em série, aumentando a produtividade, trouxe m conjunto de preceitos morais que deveriam ser seguidos pelos trabalhadores fora da fábrica; ) o fayolismo, porque tinha como princípio a completa indiferenciação entre tempo de trabalho e tempo e diversão, definindo que a tarefa fundamental dos operários era o trabalho industrial capitalista.

12 Fixação F a b c 8) (UNIRIO) Na segunda etapa da Revolução Industrial, iniciada por volta de 1860, caracterizou-se um(a): a) fortalecimento das corporações de mercadores; b) aumento da utilização da mão de obra servil; c) supremacia do capitalismo financeiro; d) intensificação das trocas comerciais através das feiras; e) predominância do sistema familiar de produção.

13 ixação ) (UNICAMP) O industrial Henry Ford observou certa vez: Não pude constatar que o trabalho repetitivo cause dano de qualquer espécie ao homem. Especialistas de inclinações liberais asseguraram-me que o trabalho repetitivo destrói o físico e a mente, porém esse não foi o resultado de nossas investigações. A tarefa mais monótona de toda a fábrica é aquela na qual um homem pega uma engrenagem, a agita dentro de um tanque de óleo e a coloca em um cesto. Não requer energia muscular, nem inteligência. No entanto um homem está nessa tarefa há oito anos ininterruptos. Ele economizou, investiu seu dinheiro, e tem hoje cerca de mil dólares. (Adaptado de BEYNON, Huw. Trabalhando para Ford. Rio de Janeiro, Paz e Terra, 1995, p. 150.) ) Qual foi o sistema de produção industrial introduzido por Henry Ford e em que ele consistia? ) Segundo Ford, quais as vantagens deste sistema de produção? ) Que críticas foram feitas a este sistema?

14 Fixação F 10) (UFMG) Leia os textos. Se alguém for visto falando com outra pessoa, assobiando ou cantando, será multado em 6 pence. (Documentos Humanos da Revolução Industrial) O tempo não me pertence, por isso, amanhã não poderei ir à sua casa, mas se você puder ir à Praça da Bolsa, entre duas e duas e meia, nós nos encontraremos como sombras miseráveis nas bordas do inferno. (um marceneiro francês em 1848) Pelo que sei do ofício, acredito que hoje um homem trabalha quatro vezes mais que antes. A oficina onde trabalho se assemelha em tudo a uma prisão o silêncio é aqui aplicado tal qual numa prisão. (marceneiro inglês em 1849). A partir desses textos, é possível concluir que a Revolução Industrial: a) impôs uma rígida disciplina ao trabalhador assalariado no espaço da fábrica, não interferindo em seu dia a dia; b) introduziu a divisão do trabalho, buscando maior eficiência e permitindo que o trabalhador dominasse o conhecimento das etapas de produção; c) permitiu a organização do trabalho fabril, buscando uma maior comunicação entre os operários, cujo resultado final foi o aumento da eficiência e da lucratividade; d) provocou uma transformação social, inserindo o trabalhador em novas formas de trabalho, e não foi uma mera aceleração do ritmo econômico; e) simplificou o trabalho ao máximo, reduzindo-o a simples tarefas manuais, o que diminuiu a exploração do trabalhador. 1 e a b

15 ixação 1) (UNESP) Nas últimas décadas do século XIX, inúmeras transformações de ordem técnica empresarial deram origem ao capitalismo monopolista. Em comparação com o capitalismo concorrencial, que caracterizou a fase anterior, verificam-se algumas diferenças. ) Cite as duas novas fontes de energia que começaram a ser utilizadas na produção fabril. ) Indique as mudanças que ocorreram no modo de organização empresarial.

16 Proposto 1) Em relação à Segunda Revolução Industrial (a partir de 1860), pode-se afirmar que a forma de produção em série (fordismo e taylorismo) propiciou: a) o surgimento de grandes indústrias e a geração de grandes concentrações econômicas, que culminaram nos holdings, trustes e cartéis; b) a mecanização do setor metalúrgico, impulsionando a produção automotiva e a modernização e expansão dos transportes; c) o desaparecimento dos pequenos proprietários rurais e a integração do trabalho do campo ao sistema capitalista desenvolvido; d) a implantação definitiva das relações capitalistas, ao desviar a acumulação de capitais da atividade comercial para o setor de produção; e) o aparecimento de associações de operários em organizações trabalhistas, com o fim de promover a destruição das máquinas.

17 Proposto 2) Mais desagradável ainda do que o próprio advento da fábrica, foram as condições humanas que esse advento acarretou. (HEILBRONER, H. A formação da sociedade econômica. p.108) A consolidação da Revolução Industrial em diversos países da Europa ocidental e seu consequente processo de expansão, ao longo do século XIX, acarretaram diversas transformações políticas, econômicas e sociais que atingiram os países influenciados por esse processo de expansão. Dentre as transformações geradas pela Revolução Industrial, identificamos corretamente a(o): a) perda da capacidade de exportação de capitais e de mão de obra, por parte dos países industrializados, em função da necessidade de elevação dos gastos sociais nesses países; b) superação progressiva do capital empregado na produção industrial pelo predomínio dos investimentos nas atividades comerciais e mercantis; c) enfraquecimento dos grandes conglomerados econômicos em virtude do acirramento da livre concorrência capitalista; d) desenvolvimento dos nacionalismos europeus, amparados por ações políticas e econômicas intervencionistas em diversos países da África e da Ásia; e) acentuado declínio demográfico, com a elevação dos níveis de conforto social das nações industrializadas, devido ao envelhecimento da população e à queda da natalidade nesses países.

18 Proposto 3) Sobre a Segunda Revolução Industrial é INCORRETO afirmar que: a) implementou nas indústrias as linhas de montagens, esteiras rolantes e o método de racionalização da produção em massa, chamado de fordismo; b) possibilitou o desenvolvimento de grandes indústrias e concentrações econômicas, que culminaram os holdings, trustes e cartéis; c) a utilização da energia elétrica e do petróleo possibilitaram a intensificação do desenvolvimento tecnológico, permitindo sua produção em grande escala; d) estabeleceu uma nova e acirrada disputa entre as grandes potências industriais que buscavam o aumento de seus lucros e uma saída para seus excedentes de produção e capitais; e) caracterizou-se pelos avanços ultrarrápidos, que resultaram na obsolescência também veloz, especialmente na microeletrônica, na robótica industrial, na química fina e na biotecnologia.

19 Proposto 4) (UNIRIO) Na segunda metade do século XIX, configurou--se uma nova etapa do processo de desenvolvimento da Revolução Industrial, que, dentre outras, apresentou a seguinte característica: a) Declínio das exportações de capitais para áreas de investimento fora da Europa industrializada, tais como a África e a Ásia. b) Fim da política de expansão imperialista dos países europeus que haviam alcançado a industrialização. c) Supremacia do sistema familiar de produção, que passou a atender às necessidades do mercado consumidor. d) Concentração da produção industrial em grandes empresas, com o fortalecimento do capital monopolista. e) Consolidação da livre concorrência entre as empresas capitalistas, facilitada pelo retorno da legislação colonial.

20 Proposto 5) Em fins do século XIX e início do século XX, aplicou-se à emergente indústria norte-americana um método chamado de taylorismo, por causa do nome de seu idealizador, Frederick W. Taylor. NÃO era objetivo desse método: a) aumentar a produtividade e reduzir gastos na produção; b) aperfeiçoar e otimizar as atividades na fábrica; c) limitar cada operário à execução de uma única e repetitiva tarefa; d) manter os costumes tradicionais e a autonomia do traba-lhador em suas funções na fábrica; e) racionalizar e controlar ao máximo o tempo do operário.

21 Proposto 6) (UNICAMP) Em julho de 1889, um congresso socialista internacional, reunido em Paris, decide que: Será organizada uma grande manifestação internacional com data fixa, de modo que, em todos os países e em todas as cidades, ao mesmo tempo, no mesmo dia marcado, os trabalhadores intimem os poderes públicos a reduzir a jornada de trabalho a oito horas. Adota-se a data de 1 o de maio para a manifestação. (Adaptado de PERROT, Michelle. Os excluídos da História. São Paulo, Paz e Terra, 1988, p.129.) a) Quais as condições de trabalho na indústria em fins do século XIX? b) Explique o porquê do caráter internacional da manifestação operária.

22 Proposto 7) (UFRJ) Vizinhos! É Olécia que está escrevendo Saúde boa e bem vai se vivendo. Faz sete meses que silenciamos No fim de tal destino já acampamos. Vivemos em florestas, em cabanas, E imensamente estamos trabalhando. Vivemos juntos, não nos separaram, da vila quinze léguas nos distaram. Na mata, sob montanhas...não chiamos: Não há estradas, trilhas palmilhamos. Brasil! Também se sofre nessa terra: Pegou-nos logo a febre amarela. Em três meses na Ilha das Flores Morreram três mulheres e três homens (...) Que mais escrevo? Novas não alardam. De cobras cinco nossos se finaram. Aqui anda um povo rude pelo mato Que mata e come a gente. Fuja deste fato. Se Deus quiser, e nós nos recompormos. Quarenta fomos, em dezoito somos. (...) (FRANKÓ, Iwan. Carta do Brasil, In: ANDREAZZA, Maria Luiza. O Paraíso das Delícias. Curitiba: Aos Quatro Ventos, 1999.) O poema acima foi composto a partir das notícias que chegavam na Europa Oriental sobre a situação dos imigrantes eslavos que vieram para o Brasil em Tal movimento demográfico era parte das chamadas Grandes Migrações, que implicaram a transferência de milhões de europeus para as Américas, sobretudo a partir da segunda metade do século XIX. Cite dois fatores relacionados ao contexto europeu do século XIX que estimularam este grande movimento migratório.

23 Proposto 8) A Inglaterra pedia lucros e recebia lucros. Tudo se transformava em lucro. As cidades tinham sua sujeira lucrativa, suas favelas lucrativas, sua fumaça lucrativa, sua desordem lucrativa, sua ignorância lucrativa, seu desespero lucrativo. As novas fábricas e os novos altos-fornos eram como as Pirâmides, mostrando mais a escravização do homem que seu poder. (DEANE,P. A Revolução Industrial. Rio de Janeiro: Zahar adaptado) Qual relação é estabelecida no texto entre os avanços tecnológicos ocorridos no contexto da Revolução Inglesa e as características das cidades industriais no início do século XIX? a) A facilidade em se estabelecer relações lucrativas transformava as cidades em espaços privilegiados para a livre iniciativa, característica da nova sociedade capitalista. b)o desenvolvimento de métodos de planejamento urbano aumentava a eficiência do trabalho industrial. c) A construção de núcleos urbanos integrados por meios de transportes facilitava o deslocamento dos trabalhadores até as fábricas. d) A grandiosidade dos prédios onde se localizavam as fábricas revelava os avanços da engenharia e da arquitetura do período, transformando as cidades em locais de experimentação estética e artística. e) O alto nível de exploração dos trabalhadores industriais ocasionava o surgimento de aglomerados urbanos marcados por péssimas condições de moradia, saúde e higiene.

24 Proposto 9) (ENEM) A Inglaterra pedia lucros e recebia lucros. Tudo se transformava em lucro. As cidades tinham sua sujeira lucrativa, suas favelas lucrativas, sua fumaça lucrativa, sua desordem lucrativa, sua ignorância lucrativa, seu desespero lucrativo. As novas fábricas e os novos altos-fornos eram como as Pirâmides, mostrando mais a escravização do homem que seu poder. (DEANE. P. A Revolução Industrial. Rio de Janeiro: Zahar, adaptado). Qual relação é estabelecida no texto entre os avanços tecnológicos ocorridos no contexto da Revolução Industrial Inglesa e as características das cidades industriais no início do século XIX? a) A facilidade em se estabelecer relações lucrativas transformava as cidades em espaços privilegiados para a livre iniciativa, característica da nova sociedade capitalista. b) O desenvolvimento de métodos de planejamento urbano aumentava a eficiência do trabalho industrial. c) A construção de núcleos urbanos integrados por meios de transporte facilitava o deslocamento dos trabalhadores das periferias até as fábricas. d) A grandiosidade dos prédios onde se localizavam as fábricas revelava os avanços da engenharia e da arquitetura do período, transformando as cidades em locais de experimentação estética e artística. e) O alto nível de exploração dos trabalhadores industriais ocasionava o surgimento de aglomerados urbanos marcados por péssimas condições de moradia, saúde e higiene.

25 Proposto As exposições internacionais iniciaram-se em Londres, em A Torre Eiffel, um dos símbolos da cidade de Paris, foi erguida para a exposição de 1889, comemorativa do centenário da Revolução Francesa. Durante a expansão capitalista europeia, no século XIX, essas exposições tiveram como principal objetivo ressaltar a importância da: a) cooperação financeira franco-britânica; b) modernização tecnológica da produção; c) consolidação das democracias burguesas; d) uniformização dos padrões de desenvolvimento. 10) (UERJ) A Exposição de Paris de 1889 centrava-se na Torre de Gustave Eiffel com 300 m de altura, mais de toneladas e mais de um milhão de rebites. Tinha duas longas galerias devotadas às Belas-Artes e às artes decorativas; por detrás ficava o imponente Palácio das Máquinas. (Adaptado de

26 Proposto 11) (UERJ) Associação chinesa pede boicote a mineradoras O presidente da Associação de Ferro e Aço da China pediu ontem que os importadores licenciados do país boicotem as três grandes empresas de minério de ferro nos próximos dois meses. O pedido é uma clara referência à brasileira Vale e às anglo-australianas BHP Billiton e Rio Tinto, que vêm impondo mudanças nos acordos de compra e venda do minério, determinando preços mais elevados. (Adaptado de O Globo, 03/04/2010) O comportamento adotado pelas três empresas mineradoras, caso seja comprovado, configuraria a seguinte prática econômica: a) Cartel. b) Holding. c) Dumping. d) Incorporação.

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