PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Pós-Graduação Strictu Sensu em Relações Internacionais

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1 PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE MINAS GERAIS Programa de Pós-Graduação Strictu Sensu em Relações Internacionais A IMPORTÂCIA DOS REGIMES INTERNACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO BRASILEIRA: a UNESCO e o Plano Nacional de Educação de 2001 Carolina Senra Nogueira da Silva Belo Horizonte 2011

2 Carolina Senra Nogueira da Silva PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTU SENSU EM RELAÇÕES INTERNACIONAIS A IMPORTÂCIA DOS REGIMES INTERNACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO BRASILEIRA: a UNESCO e o Plano Nacional de Educação de 2001 Dissertação de mestrado apresentada ao Programa de Pós-graduação Stricto Sensu em Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Linha de Pesquisa: Desenvolvimento e desigualdades internacionais. Orientador: Prof. Dr. Otávio Soares Dulci Belo Horizonte 2011

3 FICHA CATALOGRÁFICA Elaborada pela Biblioteca da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais S586i Silva, Carolina Senra Nogueira da A importâcia dos regimes internacionais para a educação brasileira: a UNESCO e o Plano Nacional de Educação de 2001/ Carolina Senra Nogueira da Silva. Belo Horizonte, f. : il. Orientador: Otávio Soares Dulci Dissertação (Mestrado) Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais. 1. Educação internacional. 2. Plano Nacional de Educação (Brasil). 3. UNESCO. I. Dulci, Otávio Soares. II. Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais. III. Título. CDU:

4 Carolina Senra Nogueira da Silva A IMPORTÂCIA DOS REGIMES INTERNACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO BRASILEIRA: a UNESCO e o Plano Nacional de Educação de 2001 Dissertação apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Relações Internacionais da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, como requisito parcial para obtenção do título de Mestre em Relações Internacionais. Professor Doutor Otávio Soares Dulci (ORIENTADOR) PUC Minas Professor Doutor Cristiano Garcia Mendes (COORIENTADOR) PUC Minas Professora Doutora Lusia Ribeiro Pereira (PROFESSOR EXTERNO) PUC Minas Professora Doutora Matilde de Souza (SUPLENTE) PUC Minas Belo Horizonte, 28 de fevereiro de 2011.

5 A Deus, força criadora de toda vitória e de toda uma vida; à minha querida família, ao meu único e incansável Márcio, pelo carinho, força, conhecimento e amor incondicionais; ao meu professor, Doutor Otávio Soares Dulci; e a todos aqueles que acreditam, assim como Khalil Gibran que afirmou: a sabedoria é a única riqueza que os tiranos não podem expropriar e a simplicidade é o último degrau da sabedoria.

6 AGRADECIMENTOS A Deus, por tornar possível e concreta a vida, bem maior. A Ele, toda a glória! Aos meus pais, Martha e João Carlos, pelo amor incondicional e pela vida, pelos exemplos e pelas advertências, muitas vezes mal compreendidas, todavia estrategicamente direcionadas: a formação de uma pessoa cada vez melhor. Ao meu querido Márcio Eduardo, exemplo de amor e dedicação ao conhecimento; agradeço imensamente pelo imensurável amor, carinho e dedicação em todos os momentos, sendo, ainda, meu maior e único incentivador, a quem dedico todas as páginas desse trabalho, assim como todas as páginas da minha vida. Aos meus irmãos João Carlos e Bernardo, frutos de um mesmo ventre. A família Pedrosa Morais, por me acolher de maneira tão afetuosa. À minha querida e pequena Lilica, companheira de muitos momentos de alegria e brincadeiras. Ao meu Orientador, Professor Doutor Otávio Soares Dulci, quem não apenas me ajudou neste estudo, mas em todo o curso. Não foi apenas um orientador, mas um grande amigo, paciente, competente e dedicado. A Professora Doutora Lusia Ribeiro Pereira, pela importante presença na banca, engrandecendo-a. Aos meus professores, por me ensinarem que o conhecimento é o caminho e que realmente ele pode mudar uma história. Especialmente aos professores Doutores Cristiano Garcia Mendes, Matilde de Souza, e a todos os outros docentes do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Relações Internacionais da Pontifica Universidade Católica de Minas Gerais, pela missão árdua, todavia, bela, de ensinar. Aos funcionários, colegas e amigos da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais. A todos que, mesmo sem saberem, ajudaram-me na concretização de mais esta fase (ainda inicial) da minha caminhada acadêmica.

7 A aprendizagem é a nossa própria vida, desde a juventude até a velhice, de fato quase até a morte; ninguém passa dez horas sem nada aprender. Paracelso

8 RESUMO Objetiva-se analisar, por intermédio do presente trabalho, o tema A IMPORTÂCIA DOS REGIMES INTERNACIONAIS PARA A EDUCAÇÃO BRASILEIRA: a UNESCO e o Plano Nacional de Educação de Tal estudo iniciar-se-á com uma abordagem histórica acerca dos conceitos de educação e de cidadania, discorrendo acerca da importância da educação na consolidação da cidadania. Após esse estudo, analisar-se-á a educação no Brasil contemporâneo, tendo-se como referencial a Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 CRFB/88, tendo-se em vista ser a educação um direito fundamental do indivíduo. No que se refere às bases da educação brasileira contemporânea, é importante salientar terem sido as mesmas instituídas por intermédio da Lei de Diretrizes e Bases da Educação, a qual originou o Plano Nacional de Educação de Assim, após um breve ensaio histórico acerca da educação brasileira, abordar-se-á o conceito de Regimes Internacionais e a questão da efetividade para então se verificar a efetividade da UNESCO com relação à Declaração de Dakar e assim entender os resultados do Plano Nacional de Educação de Palavras-chave: Brasil. Declaração de Dakar. Declaração Mundial sobre Educação para Todos. Educação. Plano Nacional de Educação. Regimes Internacionais. UNESCO.

9 ABSTRACT It aims to examine, through the present work, the theme THE IMPORTANCE OF INTERNATIONAL REGIMES FOR BRAZILIAN EDUCATION: the UNESCO and the National Education Plan of This study will begin with a historical overview about the concepts of education and citizenship, discussing about the importance of education in the consolidation of citizenship. After this study, will examine education in contemporary Brazil, taking as reference the Constitution of the Federative Republic of Brazil in 1988 CRFB/88, keeping in view that education is a fundamental right of the individual. With regard to the bases of contemporary Brazilian education is important to note they have been instituted through the Law of Directives and Bases of Education, which led the National Education Plan So after a brief historical essay on the Brazilian education, will address the concept of International Regimes and the question of effectiveness so as to verify the effectiveness of UNESCO with respect to the Dakar Declaration and thus to understand the results of the National Education Plan Keywords: Brazil. Dakar Declaration. World Declaration on Education for All. Education. National Education Plan. International Regimes. UNESCO.

10 LISTA DE ABREVIATURAS Abr. Abril Ago. Agosto Dez. Dezembro Ed. Edição Jan. Janeiro Jun. Junho Jul. Julho N. Número Nov. Novembro Org. Organizador Out. Outubro P. Página Rev. Revista Set. Setembro Trad. Tradução V. Volume

11 LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 Dados da Educação brasileira FIGURA 2 Taxa de Atendimento no Ensino Fundamental FIGURA 3 Matrículas no ensino Fundamental de 9 anos e oferta de EJA entre 2001 e FIGURA 4 Acesso à Educação Infantil FIGURA 5 Salário Médio dos professores (em reais)

12 LISTA DE SIGLAS ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas CONAE Conferência Nacional de Educação CRFB/88 Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 EJA Educação de jovens e adultos EPT Educação para Todos IBGE Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IDH Índice de Desenvolvimento Humano INEP Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais MEC Ministério da Educação e da Cultura ONG Organização Não-Governamental ONU Organização das Nações Unidas PNAD Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios PNE Plano Nacional de Educação PUC MG Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais SAEB Sistema de Avaliação da Educação Básica SF Senado Federal UNESCO United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization

13 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO A EDUCAÇÃO COMO FATOR DE UNIVERSALIZAÇÃO DA CIDADANIA Por um conceito de educação Por um conceito de cidadania A EDUCAÇÃO NO BRASIL CONTEMPORÂNEO: O LEGADO DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA A educação no Brasil-Colônia A educação no Brasil-Império A educação na república brasileira A educação na Constituição de A educação na Constituição de A educação na Constituição de A educação na Constituição de A educação na Constituição de A Constituição brasileira de 1988 e a consagração da educação como um direito fundamental A Nova Lei de Diretrizes e Base para a Educação O Plano Nacional de Educação de POR UMA DEFINIÇÃO DE REGIMES INTERNACIONAIS A interdependência e cooperação Teoria da Estabilidade Hegemônica O que são regimes internacionais Análise crítico-conceitual de regimes internacionais A questão da efetividade dos Regimes Internacionais Neoliberalismo e regimes internacionais Os regimes internacionais e sua efetividade...71

14 5 O REGIME INTERNACIONAL DA EDUCAÇÃO: A UNESCO E A EDUCAÇÃO BRASILEIRA A importância da UNESCO no fomento da educação mundial Breves considerações sobre a UNESCO Diretrizes da Declaração Mundial Sobre Educação Para Todos Diretrizes da Declaração de Dakar A UNESCO e a educação brasileira A situação atual da educação brasileira Os dados referentes à educação brasileira Os resultados do Plano Nacional de Educação de Quanto à efetividade da UNESCO no desenvolvimento da educação mundial CONCLUSÕES REFERÊNCIAS ANEXO 1 - LEI N.º , DE 9 DE JANEIRO DE ANEXO 2 - DECLARAÇÃO DE DAKAR ANEXO 3 METAS DO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

15 12 1 INTRODUÇÃO Objetiva-se por intermédio do presente trabalho discorrer sobre a importância da UNESCO (United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization) no desenvolvimento da educação no Brasil, especificamente sobre sua influência no Plano Nacional de Educação de Tal estudo possui relevância tendo em vista ser a educação um dos pilares de sustentação do desenvolvimento de todos os Estados, sendo importante para o progresso social. Neste sentido, a importância da educação na sociedade atual é inegável, uma vez que o grau de conhecimento dos indivíduos afeta diretamente a dinâmica social e econômica de um país. John W. Meyer (1977) analisa a educação considerando-a uma instituição, já que para o mesmo, a educação constitui um mecanismo central no que se refere ao aspecto público de uma pessoa e na organização social, influenciando as mudanças nas vidas dos cidadãos e criando novas competências e capacidades. Nestes termos: Educação é um elemento central na biografia pública dos indivíduos, afetando grandemente as chances em suas vidas. Também é um elemento central na tabela da organização social, construindo competências e ajudando a criar profissões e profissionais. Tal instituição claramente tem um impacto na sociedade sob e sobre as imediatas experiências sociais que oferece aos jovens. (MEYER, 1977, p. 55, tradução nossa). Durante a Segunda Guerra Mundial evidenciou-se a necessidade de se fortalecer o planejamento na área econômica. A educação, desde então, tem-se destacado nas discussões no cenário internacional devido à sua importância para o desenvolvimento social e econômico dos países, como salientado. Haja vista tal relevância, diversos acordos internacionais para o desenvolvimento da educação foram celebrados, o direito à educação tornou-se, em pouco tempo, uma questão não só de diretrizes internas, mas também e, sobretudo internacionais. Marx e Engels (1980) já falavam em uma internacionalização do conhecimento: Em lugar do antigo isolamento de regiões e nações que se bastavam a si próprias, desenvolve-se um intercâmbio universal, uma universal interdependência das nações. E isso se refere tanto à produção material como à produção intelectual. As criações intelectuais de uma nação tornamse propriedade comum de todas. A estreiteza e o exclusivismo nacionais tornam-se cada vez mais impossíveis; das inúmeras literaturas nacionais e

16 13 locais, nasce uma literatura universal. (MARX; ENGELS apud OTRANTO,1980, p.13) Um importante marco histórico para o Brasil no campo da educação, no que se refere à interpolação entre o nacional e internacional, foi sua participação em 1990 em Jomitien, na Tailândia, na elaboração da Declaração e Programa de Ação da Conferência Mundial sobre Educação para Todos, assinando-a logo em seguida. Desde então, o direito à educação passou a ser encarado não só como uma política de governo, mas também e sobretudo, uma política de Estado, com a participação brasileira em várias conferências sobre o tema. Destarte, notar-se-á que as instituições e as normas internacionais são relevantes como também possuem um papel influenciador no cenário internacional. As Organizações Internacionais, apesar de serem criadas pelos seus Estados membros, tem certa autoridade sobre eles, sendo influenciadores da dinâmica internacional. Nestes termos, as Organizações Internacionais não podem ser vistas como um mero produto das vontades dos Estados, dos interesses de seus membros. Elas angariam certa autonomia e são capazes de modificar as expectativas de seus membros e influenciar não somente suas políticas internacionais, mas também no âmbito nacional. É nestes termos, que se analisa, por intermédio do presente trabalho, a participação da UNESCO no incentivo e desenvolvimento da educação brasileira, especificamente no que se refere ao Plano Nacional de Educação, Lei n.º de , Plano este que foi implementado no governo do presidente Fernando Henrique Cardoso. É importante também salientar que este não foi o primeiro plano para educação criado pelo governo federal. A primeira Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, aprovada em 1961, instituiu o primeiro Plano Nacional de Educação. Tal plano não foi proposto na forma de um projeto de lei, mas apenas como uma iniciativa do Ministério da Educação e Cultura, iniciativa essa aprovada pelo então Conselho Federal de Educação. O referido plano consistia basicamente num conjunto de metas quantitativas e qualitativas a serem alcançadas num prazo de oito anos. Em 1965, o mesmo sofreu uma revisão, quando foram introduzidas normas descentralizadoras e estimuladoras 1 Vide anexo1.

17 14 da elaboração de planos estaduais. Em 1966, uma nova revisão, que se chamou Plano Complementar de Educação, introduziu importantes alterações na distribuição dos recursos federais, beneficiando a implantação de ginásios orientados para o trabalho e o atendimento de analfabetos com mais de dez anos. (BRASIL, 2009). Em relação ao histórico do Plano de 2001, diversas entidades foram consultadas para sua elaboração, tendo teoricamente a participação de vários organismos nacionais ligados à educação, como também entidades internacionais como a UNESCO. Nestes termos: Em 11 de fevereiro de 1998, o Poder Executivo enviou ao Congresso Nacional a Mensagem 180/98, relativa ao projeto de lei que "Institui o Plano Nacional de Educação". Iniciou sua tramitação na Câmara dos Deputados como Projeto de Lei n.º 4.173, de 1998, apensado ao PL n.º 4.155/98, em 13 de março de Na Exposição de Motivos destaca o Ministro da Educação a concepção do Plano, que teve como eixos norteadores, do ponto de vista legal, a Constituição Federal de 1988, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, de 1996, e a Emenda Constitucional n.º 14, de 1995, que instituiu o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério. Considerou ainda realizações anteriores, principalmente o Plano Decenal de Educação para Todos, preparado de acordo com as recomendações da reunião organizada pela UNESCO e realizada em Jomtien, na Tailândia, em Além deste, os documentos resultantes de ampla mobilização regional e nacional que foram apresentados pelo Brasil nas conferências da UNESCO constituíram subsídios igualmente importantes para a preparação do documento. Várias entidades foram consultadas pelo MEC, destacando-se o Conselho Nacional de Secretários de Educação - CONSED e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação - UNDIME. (BRASIL, 2009). Destarte essa nova lei educacional dispõe de vários objetivos e metas que seriam alcançados em um prazo de dez anos, período de validade do plano. Ou seja, uma lei temporária, o que consta expressamente em seu texto, especificamente no seu primeiro artigo, salientando que várias dessas metas e objetivos são decorrentes de metas estipuladas pela UNESCO. Estados e municípios ficaram responsáveis pela elaboração de planos correspondentes aos dispositivos da nova lei, e a comunidade em acompanhar, incentivando uma maior participação da mesma no processo educativo. Com a internacionalização dos direitos humanos, várias questões que anteriormente se limitavam à esfera nacional, foram trazidas para as discussões através de conferências internacionais. Assim, a educação, questão de relevância no que se refere aos direitos fundamentais foi tema importante em diversos debates com o objetivo de pensá-la de forma mais ampla em um contexto internacional.

18 15 Neste sentido, estruturalmente, a dissertação se divide em quatro seções. Na primeira seção será realizada uma abordagem teórica e histórica acerca dos conceitos de educação e de cidadania, tendo-se como foco a importância da educação na consolidação da cidadania. Na seção seguinte será feito um esboço histórico da educação no Estado brasileiro, desde o período colonial à Constituição de Por sua vez, na terceira seção, discorrer-se-á sobre a estrutura e gênese dos regimes internacionais, com o objetivo de tecer elementos para se analisar a importância da UNESCO, tendo-se em vista o fato de a mesma ser um regime internacional, para que, na quarta seção, possa-se analisar a importância da UNESCO no desenvolvimento da educação no Brasil, especificamente sobre sua influência no Plano Nacional de Educação de 2001, que é o objeto do presente trabalho. A princípio, para a efetivação do estudo proposto, serão utilizados vários dados secundários, como uma ampla bibliografia nas áreas de História (principalmente no que ser refere à história da educação no Brasil), Direito (educação como um Direito Humano, Constituições brasileiras) e principalmente de Relações Internacionais (Debate Neo-Neo, interdependência e cooperação, e sobretudo, a respeito de Regimes Internacionais). Além dessas fontes, serão utilizados dados gerais, como documentos oficiais, tanto na esfera nacional (Lei de Diretrizes e Bases para Educação e o Plano Nacional de Educação de 2001) como também internacional (Declaração Mundial Sobre Educação para Todos e Declaração de Dakar). Será necessário, ainda, um levantamento de dados estatísticos junto ao Ministério da Educação e outros órgãos nacionais e internacionais com a finalidade de avaliar os resultados do Plano Nacional de Educação de 2001 como também da educação brasileira em aspecto amplo. Destarte, é através dessa metodologia (utilização de dados gerais, estatísticos e secundários) que objetivar-se-á analisar a importância da educação, seu aspectos históricos e sociais, averiguando-se a satisfatoriedade ou não, no que se refere aos resultados do Plano Nacional de Educação de 2001, relacionando esses resultados com a efetividade ou não da UNESCO no que tange à Declaração de Dakar.

19 16 2 A EDUCAÇÃO COMO FATOR DE UNIVERSALIZAÇÃO DA CIDADANIA Objetiva-se nesta seção abordar a educação como fator de universalização da cidadania. Assim, num primeiro momento, será apresentado um esboço histórico da educação na história da civilização, tendo em vista o seu conceito; em seguida será apresentado o conceito de cidadania, para posteriormente se analisar a relação entre educação e cidadania. 2.1 Por um conceito de educação De acordo com Nicola Abbagnano (2007) denomina-se como educação a: [...] transmissão e o aprendizado das técnicas culturais, que são as técnicas de uso, produção e comportamento, mediante as quais um grupo de homens é capaz de satisfazer suas necessidades, proteger-se contra a hostilidade do ambiente físico e biológico e trabalhar em conjunto, de modo mais ou menos ordenado e pacífico. Como o conjunto dessas técnicas se chama cultura, uma sociedade humana não pode sobreviver se sua cultura não é transmitida de geração para geração; as modalidades ou formas de realizar ou garantir essa transmissão chamam-se educação. (ABBAGNANO, 2007, p. 305). Ainda de acordo com Abbagnano (2007), esse é o conceito generalizado de educação, o qual se tornou indispensável graças à consideração do fenômeno não só nas sociedades chamadas civilizadas, como também nas sociedades primitivas. As formas de educação nesses dois tipos de sociedade não apresentam diferenças de desenvolvimento ou grau (como geralmente se crê), mas de atitude ou orientação. Neste sentido: A sociedade primitiva caracteriza-se pelo fato de que nela a educação visa garantir a imutabilidade das técnicas de que dispõe; por isso tende a atribuir caráter sacro a tais técnicas, o que leva a proibir como sacrílega qualquer inovação ou correção. Uma sociedade civilizada está, acima de tudo, aparelhada para enfrentar situações novas ou em mudança; logo, tende a tornar flexíveis e corrigíveis as técnicas de que dispõe e a confiar à educação a tarefa não só de transmiti-las, mas também de corrigi-las e aperfeiçoá-las. Sem dúvida, essas duas orientações nunca se acham em estado puro: não existem sociedades absolutamente primitivas, que não permitam ainda que sub-repticiamente correções ou modificações lenta em suas técnicas, assim como não existem sociedades absolutamente

20 17 civilizadas que permitam a rápida e incessante correção das técnicas mais delicadas, que não são as técnicas de uso e produção de objetos, mas as que controlam a conduta dos indivíduos e seus comportamentos recíprocos. (ABBAGNANO, 2007, p. 306). Nestes termos, distinguem-se duas formas fundamentais de educação: a que simplesmente se propõe transmitir as técnicas de trabalho e de comportamento que já estão em poder do grupo social e garantir a sua relativa imutabilidade; e a que, através da transmissão das técnicas já em poder da sociedade, se propõe formar nos indivíduos a capacidade de corrigir e aperfeiçoar essas mesmas técnicas. O primeiro conceito de educação, como salientado, é posto em prática pelas sociedades primitivas e também, parcialmente, nas sociedades secundárias, sobretudo no que tange à educação moral e religiosa. (ABBAGNANO, 2007, p. 306). Deste modo, continua Abbagnano (2007) salientando que a educação: Consiste na transmissão pura e simples das técnicas consideradas válidas e na transmissão simultânea da crença no caráter sagrado, portanto imutável, de tais técnicas. Na tradição pedagógica do Ocidente, esse conceito de educação, por motivos óbvios, foi formulado e defendido poucas vezes. [...] Nesse aspecto, a educação é definida não do ponto de vista da sociedade, mas do ponto de vista do indivíduo: a formação do indivíduo, sua cultura, tornam-se o fim da educação. A definição de educação na tradição pedagógica do Ocidente obedece inteiramente a essa exigência. A educação é definida como formação do homem, amadurecimento do indivíduo, consecução da sua forma completa ou perfeita: portanto, como passagem gradual semelhante à de uma planta, mas livre da potência ao ato dessa forma realizada. Esses conceitos repetem-se com tal uniformidade na tradição pedagógica que não chegam a constituir novidade do ponto de vista filosófico. (ABBAGNANO, 2007, p. 306). Assim, é de se salientar que o termo educação não se limita ao científico, ao acadêmico, mas sim a um caminho na busca pelo amadurecimento por intermédio da experiência, por aquilo que é fruto da vida, ou seja, o mesmo está ligado à dignidade do humano, ao respeito, ao desenvolvimento, sendo a educação, nos dizeres de István Mészáros (2008), um processo que deve perdurar por toda a vida de um indivíduo. A palavra educação é normalmente empregada com um sentido amplo, englobando diversos pontos que podem ser distintos, sem ter necessariamente características comuns. Assim, parece normal pensá-la através da influência das coisas sobre o homem e entre os homens. Seguindo essa esteira filosófica, muitos pensadores tentaram definir a palavra educação, moldando e especificando o termo a partir de suas análises e experiências. Este tema sempre foi de constante interesse entre os mesmos, de tal

21 18 forma que se pode facilmente remeter o tema ao filósofo grego Sócrates ( a.c.), que ficou conhecido por exercitar seus ensinamentos em praça pública (ágora), marco divisório da filosofia ocidental e constante interessado na educação como fator de desenvolvimento pessoal e social. Para Sócrates a educação deveria fazer brotar em seus discípulos as virtudes que já estavam dentro de cada um, para isso o mesmo utilizava um procedimento denominado de método maiêutico, que significa técnica de trazer à luz, o qual se dividia em duas fases: ironia e a maiêutica. Num primeiro passo far-se-ia uma contradição aos postulados de um tema (ironia), após isso as ideias eram concebidas, dadas à luz, daí o termo maiêutica, que em grego significa parto, dar à luz. Como cediço, da Grécia surgiram diversos pilares estruturantes da civilização ocidental, dentre eles o setor educacional. Nesse sentido: Situada entre as mais desenvolvidas civilizações da Antiguidade, a Grécia possuía, como suporte deste desenvolvimento, um notável acúmulo de saber, guardado na mente dos homens de sua sociedade. Todo este acúmulo de conhecimentos humanos, que é a base do progresso social, estaria destinado a um rápido desaparecimento se não fosse preservado ao longo dos anos, transmitido de geração em geração, através do processo educacional. (COTRIM; PARISI, 1984, p. 100). Dentro do pensamento grego, outros filósofos também se interessaram pelo tema educação, principalmente Platão ( ou 347 a.c.) e Aristóteles ( a.c.). Para Platão, a educação possuía um papel fundamental na reorganização da sociedade, devendo o governo ser controlado por filósofos, os únicos capazes de solucionar os problemas sociais com sabedoria e justiça, tendo em vista Platão acreditar que somente os mesmos possuíam a visão da verdade. Sócrates e Platão afirmavam que o principal objetivo da atividade educacional era despertar nos indivíduos as ideias que os mesmos já possuíam dentro de si. Contrário a tais postulados, Aristóteles afirmava que nada vinha à mente sem antes ter passado pelos sentidos, ou seja, para o Estagirita 2 nenhum conhecimento seria inato ao homem. Outro pensador que dedicou sua filosofia ao tema foi Georg Wilhelm Friedrich Hegel ( ), o qual desempenhou funções educacionais. Para ele a educação seria expressão da razão, a base da sociedade, defendendo a ideia da 2 Como também é conhecido Aristóteles, tendo em vista ter o mesmo nascido em Estagira na Macedônia.

22 19 centralidade do conteúdo, o qual sendo um direito e uma necessidade torna o homem mais livre e racional, desonerando-se de uma escravatura da ignorância. Outro teórico novecentista que abordou o tema educação foi o filósofo inglês John Stuart Mill ( ), o qual assim a definiu: Tudo aquilo que fazemos por nós mesmos, e tudo aquilo que os outros intentam fazer com o fim de aproximar-nos da perfeição de nossa natureza. Em sua mais larga acepção, compreende mesmo os efeitos indiretos, produzidos sobre o caráter e sobre as faculdades do homem, por coisas e instituições cujo fim próprio é inteiramente outro: pelas leis, formas de governo, pelas artes industriais, ou ainda, por fatos físicos independentes da vontade do homem, tais como o clima, o solo, a posição geográfica. (MILL apud DURKHEIM, 1955, p. 26). Considerando as palavras de Stuart Mill, educação se caracteriza como sendo toda a ação que tem por objetivo último a perfeição. Também para Immanuel Kant ( ), a ideia de perfeição está arraigada ao termo, assim, para ele, o fim da educação seria desenvolver, em cada indivíduo, toda a perfeição de que ele seja capaz. Por sua vez, o historiador e filósofo escocês James Mill ( ) entende a educação como tendo o objetivo de fazer do indivíduo um instrumento de felicidade, para si mesmo e para os seus semelhantes. Com tais considerações, verifica-se que o termo em si e seu objetivo variam quanto ao tempo, ao espaço e a pessoa que o define. O que se caracterizava como sendo uma simples atividade em uma dada época, pode tornar-se uma necessidade em um momento seguinte ou um direito no futuro, já que os objetivos vão sendo modificados ao longo da história. Assim, ao remeter-se à história na intenção de melhor entender o tema, verifica-se que nas cidades gregas e latinas, a educação não era concebida como meio formador de um indivíduo, mas de um ser fruto da coletividade. Na cidade de Atenas, o objetivo era formar um homem sensível e com a capacidade de usufruir daquilo que era belo, como também conferir-lhe o poder da especulação, ou seja, a educação visava ao aprimoramento da razão. Em Esparta a sensibilidade ficava de lado, o que se buscava era a instrução militar dos jovens e até mesmo das crianças, não havia a preocupação de instruí-los no que concerne à arte, as crianças aprendiam que o mais importante era a ação. A educação para os romanos se dirigia à integração do indivíduo à vida social, as virtudes do cidadão eram

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