PREFEITURA MUNICIPAL DE CAMPINAS

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1 1. Quais os casos passíveis de licenciamento ambiental junto ao setor Anexo III Áreas Verdes do (DLA), visando a Autorização Ambiental Municipal? São passíveis de licenciamento ambiental pelo Anexo III: I - Supressão de árvores nativas isoladas em área urbana, vinculada a Deliberação Normativa do CONSEMA nº 01, de 23 de abril de 2014, observado o disposto na legislação vigente, cujos impactos ambientais diretos não ultrapassem o território do município; II- Supressão de árvores nativas isoladas em área urbana, desvinculada da Deliberação Normativa do CONSEMA nº 01, de 23 de abril de 2014, fora de Áreas de Preservação Permanente (APP) e/ou fora de Unidades de Conservação, exceto Áreas de Proteção Ambiental (APA), observado o disposto na legislação vigente, cujos impactos ambientais diretos não ultrapassem o território do município; III - Supressão de árvores exóticas isoladas em área urbana, vinculada a Deliberação Normativa do CONSEMA nº 01, de 23 de abril de 2014, observado o disposto na legislação vigente, cujos impactos ambientais diretos não ultrapassem o território do município; IV - Supressão de árvores exóticas isoladas em área urbana, desvinculada da Deliberação Normativa do CONSEMA nº 01, de 23 de abril de 2014, fora de Área de Preservação Permanente (APP) e/ou fora de Unidades de Conservação, exceto Áreas de Proteção Ambiental (APA), observado o disposto na legislação vigente, cujos impactos ambientais diretos não ultrapassem o território do município; V - Intervenção em Área de Preservação Permanente (APP), em área urbana, vinculada a Deliberação Normativa do CONSEMA nº 01, de 23 de abril de 2014, quando a área apresentarse sem vegetação, ou com árvores isoladas ou com vegetação do bioma Mata Atlântica em estágio pioneiro de regeneração, observado o disposto na legislação vigente, cujos impactos ambientais diretos não ultrapassem o território do município; VI - Intervenção em Área de Preservação Permanente (APP), em área urbana, vinculada a Deliberação Normativa do CONSEMA nº 01, de 23 de abril de 2014, quando a área apresentarse com vegetação do bioma Mata Atlântica em estágio inicial de regeneração, mediante anuência prévia da CETESB; VII - Supressão de vegetação secundária do bioma Mata Atlântica, em estágio inicial e médio de regeneração, em área urbana, fora de Área de Preservação Permanente (APP), vinculada a Deliberação Normativa do CONSEMA nº 01, de 23 de abril de 2014, mediante prévia anuência da CETESB; VIII - Supressão de Bosque de espécies exóticas; IX - Supressão de árvores situadas no passeio ou área pública, quando se tratar de empreendimentos e atividades em fase de licenciamento ambiental; X- Transplantio de árvores, quando se tratar de empreendimentos e atividades em fase de licenciamento ambiental. 2. Quais os principais documentos emitidos pelo Anexo III Áreas Verdes do Departamento de Licenciamento Ambiental? Parecer Técnico Ambiental (PTA): parecer elaborado pela Secretaria do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SVDS), contemplando a análise técnica do pedido de licenciamento, devendo ser conclusivo e recomendar a emissão de determinado ato administrativo cabível, seja autorização ambiental, licença ambiental ou indeferimento, podendo também exigir a complementação ou adequação dos estudos ambientais e projetos do empreendimento para continuidade do processo de licenciamento;

2 Termo de Compromisso Ambiental (TCA): termo através do qual o interessado se compromete a realizar a compensação ambiental pela vegetação a ser suprimida e/ou Área de Preservação Permanente a ser intervinda. Autorização Ambiental (ATZ): permite ao interessado, mediante o preenchimento de exigências técnicas e legais e a critério da Secretaria do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SVDS), supressão de vegetação, transplantio e intervenção em Área de Preservação Permanente (APP). Exame Técnico Municipal (ETM): documento contendo a manifestação do município em relação aos aspectos legais e técnicos a serem observados pelo órgão licenciador estadual ou federal. Termo de Indeferimento (TI): emitido devido a inviabilidade ambiental ou quando os documentos obrigatórios não forem apresentados ou forem apresentados fora do prazo concedido. 3. É necessário solicitar Exame Técnico Municipal ao Anexo III para intervenção em Área de Preservação Permanente e/ou supressão de fragmento de vegetação? A intervenção em Área de Preservação Permanente e/ou supressão de fragmento de vegetação não associada a Deliberação CONSEMA 01/2014 deve ser solicitada diretamente ao órgão licenciador estadual (CETESB), sem a necessidade de Exame Técnico Municipal para tanto. 4. Como realizar a solicitação de corte de árvores isoladas? No caso de área particular, cabe a Secretaria do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SVDS) a Autorização. Neste caso, o interessado deverá efetuar a sua solicitação através do site do Licenciamento Ambiental Online (LAO), no endereço eletrônico: lao.campinas.sp.gov.br. Neste mesmo site poderá ser visualizada a listagem da documentação necessária para esta solicitação e a legislação vigente. Basta entrar no endereço e clicar no item Áreas Verdes - Anexo III. Nos casos de supressão em áreas públicas, cabe a Secretaria de Serviços Públicos (SMSP) a Autorização. Neste caso, o interessado deverá solicitá-la através do telefone 156 ou através do site: 5. É necessário pagar alguma taxa para a análise ambiental na SVDS? Sim. Após o preenchimento da solicitação e anexação da documentação mínima necessária, o protocolo deverá ser finalizado e neste momento, um boleto referente a taxa de análise será gerado. O protocolo só estará apto para análise técnica após a compensação do boleto. A taxa poderá ser reduzida pela metade quando se tratar de licenciamento ambiental simplificado (veja pergunta 6). Para os casos em que o interessado apresentar declaração de pobreza (de acordo com o modelo disponível na aba Pedido de isenção ), não será gerada taxa de análise. 6. O que é o licenciamento ambiental simplificado? Trata-se de uma simplificação de documentação e procedimentos para o licenciamento nos casos de supressão de até 10 árvores isoladas ou supressão de qualquer número de árvores isoladas exóticas invasoras quando estas solicitações estiverem desvinculadas do licenciamento ambiental. Não há um campo específico no LAO para acessar esta simplificação, pois esta se dá simplesmente pela dispensa da obrigatoriedade de apresentação de Laudo de Caracterização de Vegetação e Planta Urbanística Ambiental. Além disso, neste caso, o Termo

3 de Compromisso Ambiental e a Autorização Ambiental são emitidos previamente à análise pelo Conselho Municipal do Meio Ambiente (COMDEMA) e Conselhos das Unidades de Conservação. 7. Como será o procedimento de análise para autorização de corte de árvores pelo (DLA/SVDS)? Após o pagamento do boleto o processo ficará apto para a análise de documentação, ocasião em que o técnico poderá, se necessário, solicitar complementação de documentos e/ou esclarecimentos. Se a documentação estiver de acordo, será efetuada a análise técnica com emissão de Parecer Técnico Ambiental (PTA), a ser encaminhado aos Conselhos Municipais para controle social e, quando for o caso, Órgãos Gestores das Unidades de Conservação. Após esta consulta o protocolo retorna ao DLA para a emissão do Termo de Compromisso Ambiental (TCA), o qual, após assinado pelo interessado e com firma reconhecida em cartório, deverá ser entregue no DLA para posterior liberação de Autorização Ambiental (ATZ) para a supressão solicitada. 8. A autorização para corte implica em alguma compensação ambiental? A autorização (ATZ) para supressão arbórea implica na prévia assinatura de um Termo de Compromisso Ambiental (TCA), no qual ficam estabelecidas as medidas de compensação que deverão ser cumpridas pelo interessado. O plantio compensatório varia de acordo com a classificação da espécie da árvore a ser suprimida, nativa ou exótica, estabelecidas em legislação específica. Maiores informações a este respeito podem ser obtidas em: 9. Onde devo compensar? A compensação ambiental, na impossibilidade de que a mesma seja realizada na mesma propriedade onde ocorrerá a supressão, poderá ocorrer em área particular a ser indicada pelo próprio interessado ou em área pública ou particular a ser determinada pela Secretaria do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (SVDS). Para ambos os casos, o acompanhamento do cumprimento do Termo de Compromisso Ambiental (TCA) se dará pelo setor de Banco de Áreas Verdes (BAV), do Departamento do Verde e do Desenvolvimento Sustentável (DVDS). Maiores informações a este respeito podem ser obtidas em: 10. O procedimento para corte de árvores é diferente na Área de Proteção Ambiental (APA) de Campinas? A solicitação para o corte deverá ser feita normalmente através do Licenciamento Ambiental OnLine. A diferença é que na região da APA de Campinas, de acordo com a Lei Municipal /2001, o plantio compensatório deverá ocorrer antes da supressão. 11. Existe diferença na solicitação de corte de árvores isoladas em condomínios e loteamentos? Sim. Para condomínio, enquanto área particular, a solicitação de corte de árvores deve ser solicitada à SVDS. Quando se tratar de loteamento (independentemente de ser aberto ou fechado) o corte dentro do terreno deverá ser solicitado à SVDS, entretanto, se a árvore

4 estiver localizada nas vias de circulação (passeio, canteiros) ou nas praças internas a solicitação de corte deverá ser dirigida ao Departamento de Parques e Jardins (DPJ) por se tratarem de áreas públicas. A informação se a área em questão trata-se de condomínio ou de loteamento pode ser encontrada na matrícula do imóvel. 12. A poda de árvore requer autorização? A autorização para poda de árvores em áreas públicas, segundo a Lei Municipal /03, deverá ser solicitada ao Departamento de Parques e Jardins, da Secretaria Municipal de Serviços Públicos, através do telefone 156, do site ou junto ao Protocolo Geral locado na Prefeitura. No caso de poda em áreas particulares o serviço deverá ser contratado pelo munícipe. A lista de empresas cadastradas que realizam este tipo de serviço pode ser encontrada em: 13. É preciso contratar uma consultoria para solicitar o corte de árvores? Não é obrigatória a contratação de consultoria ambiental para a obtenção de autorização para a supressão de vegetação e, nos casos em que isso ocorrer, não implicará em alteração nos prazos de análise da solicitação. 14. Como proceder em caso de risco iminente de queda? Em caso de emergência, ocorrendo risco iminente de queda que afete diretamente edificações ou coloquem em risco a população, o munícipe poderá entrar em contato com a Defesa Civil através do número 199. Após a remoção da árvore, o interessado deverá informar a supressão arbórea realizada, através do Licenciamento Ambiental Online (LAO), com a documentação do Anexo III A constante no Decreto Municipal nº /2015, exceto o Laudo de Caracterização de Vegetação, acrescida de um dos seguintes documentos (que atestem a queda ou risco de queda com possibilidade de afetar diretamente edificações, ou coloquem em risco a população): - Laudo de profissional habilitado ou profissional de segurança de trabalho (este último quando se tratar de pessoa jurídica), acompanhado da respectiva Anotação de Responsabilidade Técnica ART; - Vistoria da Defesa Civil ou Relatório do Corpo de Bombeiros. 15. Qual o procedimento a adotar quando a árvore estiver caída? De acordo com o Decreto , de 17 de abril de 2015, em seu Art. 34, parágrafo 2, não se faz necessário a solicitação de autorização ambiental para remoção de árvores caídas devido a causas naturais. Sua remoção poderá ser solicitada a uma empresa especializada no caso de área particular. As mesmas encontram-se cadastradas no site do DPJ Quando se tratar de área pública, o Departamento de Parques e Jardins é o responsável por essa remoção. 16. Se tiver uma árvore morta na minha casa, preciso de autorização para supressão? Sim, o procedimento é o mesmo para solicitação de autorização para o corte de árvores vivas. 17. A qual Secretaria devo solicitar o transplantio de árvores isoladas?

5 Se a solicitação de transplantio estiver associada ao licenciamento ambiental de empreendimentos, obras e/ou atividades, a solicitação deverá ser realizada de forma conjunta no pedido de licenciamento e a respectiva autorização será emitida pela Secretaria do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável. Caso contrário, se o transplantio não estiver associado ao licenciamento ambiental municipal, deverá ser solicitado à Secretaria de Serviços Públicos. 18. O que devo fazer quando a árvore do meu vizinho está invadindo o meu quintal? Nos casos em que esta situação não for resolvida através de poda, a autorização para o corte, quando justificável, deverá a princípio ser realizada pelo proprietário do imóvel ou terreno onde a árvore está localizada, ou então deverá ser solicitada a anuência do mesmo. Como toda supressão arbórea implica em uma compensação ambiental, o solicitante deverá deixar evidente no Licenciamento Ambiental Online (LAO) quem será responsável por firmar o Termo de Compromisso Ambiental (TCA). 19. Como solicitar uma intervenção na vegetação e/ou em Área de Preservação Permanente (APP) quando associada ao licenciamento de empreendimentos, obras ou atividades? Nestes casos, deve ser realizada solicitação conjunta ao licenciamento ambiental dos empreendimentos, obras ou atividades no LAO. 20. Quais as principais referências legais sobre supressão de vegetação e/ou intervenção em Área de Preservação Permanente (APP)? Deliberação CONSEMA Normativa nº 01/2014 Fixa tipologia para o exercício da competência municipal, no âmbito do licenciamento ambiental, dos empreendimentos e atividades de potencial impacto local, nos termos do art. 9º, inciso xiv, alínea a, da lei complementar federal 140/2011. Link: Decreto Municipal nº /2015 Regulamenta os procedimentos de licenciamento e controle ambiental de empreendimentos e atividades de impacto local pela Secretaria Municipal do Verde, Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Campinas de que trata a Lei Complementar nº 49, de 20 de dezembro de Link: https://bibliotecajuridica.campinas.sp.gov.br/index/visualizaroriginal/id/ Lei Municipal nº /2001 Cria a Área de Proteção Ambiental APA do município de Campinas, regulamenta o uso e ocupação do solo e o exercício de atividades pelo setor público e privado. Link: Decreto Municipal nº /2010 Dispõe sobre a criação do Banco de Áreas Verdes do Município de Campinas, no âmbito da Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Campinas e altera o Decreto nº , de 03 de julho de Link: https://bibliotecajuridica.campinas.sp.gov.br/index/visualizaratualizada/id/92824 Lei Municipal nº /2003 Disciplina o plantio, o replantio, a poda, a supressão e o uso adequado e planejado da arborização urbana e dá outras providências. Link: https://bibliotecajuridica.campinas.sp.gov.br/index/visualizaratualizada/id/91404

6 Outras informações podem ser obtidas através do link: ou contato telefônico com o (DLA/SVDS): /

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