Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE /00-59.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Relatório da. Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE-0227729/00-59."

Transcrição

1 Relatório da Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE /00-59 Resumo Novembro de 2009

2 Avaliação intercalar da execução do Plano de Acção da UE para as Florestas Contrato de Serviço N.º 30-CE /00-59 Resumo Objectivos da avaliação intercalar do plano de acção da UE para as florestas A avaliação intercalar do plano de acção da União Europeia para as florestas para o período destina-se a verificar se o processo de execução avança de acordo com o previsto para cumprir os objectivos do plano, se estes objectivos foram cumpridos até ao momento, se o plano de acção produziu alguns efeitos colaterais e se os instrumentos utilizados são pertinentes, eficazes e eficientes. Principais resultados e recomendações da avaliação intercalar A execução do plano de acção da UE para as florestas teve início de acordo com a planificação do Programa de Trabalho para e tem decorrido de forma eficaz. Não se pode esperar que os resultados do plano de acção para as florestas comparativamente aos seus objectivos específicos, ou seja, a melhoria da competitividade a longo prazo, a melhoria e protecção do ambiente e a contribuição para uma melhor qualidade de vida sejam visíveis passados apenas dois anos de execução. No entanto, com base nos resultados dos estudos da avaliação intercalar pode afirmar-se que o plano de acção decorre normalmente e são de salientar os progressos notáveis no que se refere à coordenação entre os diferentes domínios, à coerência das acções no âmbito da Comissão, ao empenho dos Estados-Membros na sua execução e à sensibilização para as diferentes situações e questões relacionadas com as florestas e o desenvolvimento do sector florestal nas diferentes regiões da UE. Mesmo que estes progressos não representem grandes alterações na prática, o plano de acção contribui para uma abordagem mais coordenada das acções relativas às florestas na UE. Tema de avaliação 1: melhorar a competitividade a longo prazo Os grupos de trabalho ad hoc do Comité Permanente Florestal (CPF), bem como os estudos realizados no quadro do plano de acção permitiram, de forma eficaz e eficiente,

3 Resumo 2 mobilizar competências para apoiar a execução do plano. Além disso, é previsível um impacto indirecto na competitividade, nomeadamente graças aos conhecimentos adquiridos através dos estudos, a uma melhor definição das prioridades, ao aumento dos recursos do Sétimo Programa-quadro de Investigação para a investigação no sector florestal na UE, bem como ao apoio prestado no quadro da política de desenvolvimento rural. Vários Estados-Membros sublinharam os resultados, nos seus programas nacionais, decorrentes da importância dada no plano de acção, por exemplo, à bioenergia, aos bens e serviços não lenhosos e às dotações para a investigação. Não estão previstos recursos financeiros para a execução do plano de acção, mas os Estados-Membros salientam que são utilizados fundos nacionais, bem como fundos da UE, para reforçar a competitividade do sector florestal. O plano de acção da UE para as florestas abrange os principais decisores políticos e as partes interessadas, na medida em que estes já estão envolvidos no CPF, no grupo consultivo «Florestas e Cortiça», assim como no grupo inter-serviços da Comissão especializado em florestas. O método de trabalho dos grupos de trabalho ad hoc do CPF veio reforçar o diálogo, e a abordagem participativa adoptada deverá contribuir para um melhor arranque das realizações do plano de acção. Nesta fase da avaliação intercalar, é difícil provar que esta influência se deva especificamente às acções desencadeadas pelo plano de acção. As acções-chave do Tema 1 tratam da dimensão económica da gestão sustentável das florestas e têm como objectivo promover a competitividade do sector. A viabilidade económica é um elemento fundamental da gestão sustentável das florestas e de crucial importância para a manutenção das florestas e dos seus múltiplos benefícios para a sociedade. A melhoria da competitividade do sector florestal a longo prazo é, por conseguinte, um objectivo importante a nível da UE. O plano de acção será mais eficiente e eficaz se for mais amplamente divulgado junto dos grupos exteriores às organizações responsáveis pela sua execução, pelo que as suas realizações deveriam ser divulgadas junto dos principais decisores políticos e das partes interessadas em sectores paralelos (energia, ambiente e agricultura, por exemplo). Principais recomendações para o Tema 1: Proceder ao acompanhamento das actividades já realizadas no quadro do objectivo 1 do plano de acção, durante o período , evidenciando a forma como as realizações do plano contribuíram para a sua execução a nível nacional e da UE. Tornar o plano de acção mais conhecido, aumentando a sua visibilidade e realizações no âmbito do sector florestal e entre os decisores políticos e as partes interessadas dos sectores paralelos. Avaliação do Tema 2: melhorar e proteger o ambiente As actividades para melhorar e proteger o ambiente incluem a troca de informações relativas aos compromissos internacionais assumidos no quadro da Convenção-quadro das Nações Unidas sobre as alterações climáticas (CQNUAC) e do Protocolo de Quioto,

4 Resumo 3 a contribuição para os objectivos em matéria de biodiversidade, assim como o desenvolvimento do sistema de acompanhamento das florestas na UE. Por enquanto, o plano de acção da UE para as florestas proporcionou uma plataforma de entendimento com os representantes do CPF dos Estados-Membros e os representantes do grupo consultivo «Florestas e Cortiça» das partes interessadas, mas não é contemplado directamente nos processos de tomada de decisão da UE. Prevê-se que a troca de informações deva ter um impacto indirecto, nomeadamente pelo facto de aumentar a tomada de consciência de diferentes perspectivas em relação a questões ligadas ao sector florestal, bem como a compreensão das diferentes necessidades no domínio das florestas e das obrigações da UE e do seu impacto, devido à troca de experiências entre os Estados-Membros sobre o cumprimento destas obrigações a nível nacional. Sem uma melhor cobertura das informações relativas às actividades realizadas nos Estados-Membros, o plano de acção não poderá apoiar eficazmente a contribuição da UE para os processos internacionais no domínio das florestas, incluindo a notificação da conformidade da UE com os compromissos internacionais. A questão das alterações climáticas assumiu importância nos debates políticos, e isso é visível na execução do plano de acção. O grupo de trabalho ad hoc sobre Alterações Climáticas e Florestas do CPF iniciou a sua actividade em 2009 e é considerado um meio eficaz para lançar o diálogo e construir consensos entre as diferentes partes interessadas. Actualmente, o programa de trabalho do CPF não desempenha explicitamente o papel de mediador entre o plano de acção e os debates no Conselho. A eficácia do plano de acção poderia ser aumentada no que diz respeito à melhoria e à protecção do ambiente, se fosse fortalecida a ligação entre o plano de acção e as deliberações a nível nacional e da UE. A monitorização das florestas faz parte integrante da política de reforço da protecção do ambiente. Desde que o Regulamento «Forest Focus» caducou em 2006, não existem meios financeiros que permitam assegurar a monitorização contínua das florestas, já que o instrumento financeiro LIFE + funciona no âmbito de projectos. O Centro Europeu de Dados sobre as Florestas (EFDAC) e o Sistema Europeu de Informação sobre Incêndios Florestais (EFFIS) desenvolveram-se com o plano de acção da UE para as florestas e são considerados instrumentos eficazes, mas o impacto do plano de acção na elaboração de um sistema de monitorização das florestas é modesto. O Livro Branco da Comissão - Adaptação às alterações climáticas: para um quadro de acção europeu (COM (2009) 147) propõe o lançamento do debate a nível da UE sobre as opções de abordagem da protecção das florestas e dos sistemas de informação florestal, incluindo questões como monitorização, aspectos relacionados com o clima, a biodiversidade e as funções de protecção das florestas da UE. O plano de acção para as florestas pode apoiar este processo. Principais recomendações para o Tema 2: Reforço da ligação entre o plano de acção da UE e as deliberações a nível nacional e da UE. A troca de informações sobre a execução do plano nos Estados-Membros deve ser melhorada através da criação de um processo de comunicação mais estruturado junto do CPF.

5 Resumo 4 Embora o plano de acção para as florestas não esteja directamente ligado ao processo de tomada de decisão da UE, pode promover o trabalho já realizado para o desenvolvimento de um sistema de monitorização das florestas europeias e utilizar o CPF e o Grupo consultivo, «Florestas e Cortiça» para debater o tema da protecção das florestas e do sistema de informação florestal. Além disso, a Comissão e os Estados-Membros devem ocupar-se do financiamento a longo prazo de um sistema europeu de monitorização das florestas. Avaliação do Tema 3: contribuir para a qualidade de vida A importância do objectivo 3 do plano de acção da UE para as florestas, a contribuição para a qualidade de vida, transparece nas opiniões recolhidas durante os inquéritos de avaliação intercalar. A execução das actividades a nível da UE teve início em Na avaliação intercalar, os Estados-Membros referem actividades e programas nacionais cujos objectivos são o reforço da educação em matéria de ambiente, a intensificação do papel protector das florestas e a exploração do potencial das florestas urbanas e suburbanas. Estas actividades reflectem-se também nos programas de desenvolvimento rural dos Estados-Membros. Muitas actividades relacionadas com o objectivo 3 do plano de acção nos Estados-Membros são realizadas a nível subnacional com o financiamento, por exemplo, de programas de desenvolvimento rural a título do Fundo Europeu Agrícola de Desenvolvimento Rural (FEADER), de programas de desenvolvimento regional a título do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional (FEDER) e de programas de educação e formação. Principais recomendações para o Tema 3: Para realçar as três dimensões da sustentabilidade e o papel multifuncional das florestas, é importante executar também as três acções-chave do objectivo 3 do plano de acção e mostrar concretamente como as florestas contribuem para a qualidade de vida. O CPF deverá analisar a forma como o Objectivo 3 será executado e, se necessário, estabelecer as prioridades das acções-chave para o restante período de execução No âmbito do CPF, poderia ser organizada a troca de informações sobre os instrumentos de financiamento específicos que os Estados-Membros mobilizaram para apoiar o plano de acção em geral e o Objectivo 3 em particular. Avaliação do Tema 4: melhorar a coordenação, a coerência e a comunicação do sector florestal Há que reconhecer a eficácia do plano de acção da UE na organização e estruturação do trabalho do CPF. O efeito a nível da elaboração de políticas é indirecto. Com base nas opiniões recolhidas durante a avaliação intercalar, o CPF tem sido útil, embora só em certa medida, na coordenação e comunicação entre as acções da Comunidade e as políticas florestais dos Estados-Membros. No entanto, será necessário mais do que os dois anos decorridos no momento da avaliação intercalar para apresentar acções

6 Resumo 5 concretas nos Estados-Membros, ou acções da Comunidade, desencadeadas pela execução do plano de acção. Vários países declararam ter utilizado o plano de acção para desenvolverem os seus programas florestais nacionais, por exemplo, para controlar o programa e as prioridades nacionais. Para melhorar a sua eficácia, seria importante dar maior visibilidade à ligação entre os programas florestais nacionais e o plano de acção para as florestas e promover a troca de experiências entre os Estados-Membros relativamente aos programas nacionais (ou seus equivalentes). As partes interessadas realçam a necessidade de promover a troca de informações a nível da UE entre os Estados-Membros e as próprias partes interessadas. O plano de acção da UE para as florestas tem sido eficiente e eficaz relativamente à melhoria da partilha mútua de informações entre os serviços da Comissão ligados à problemática das florestas, contribuindo assim para melhorar a coordenação a nível da Comissão e promover a coerência entre as diferentes acções da Comunidade. A coordenação desenvolvida com o plano de acção também garantiu o intercâmbio estruturado de informações com o CPF e o grupo consultivo «Florestas e Cortiça». Contudo, persiste a necessidade de uma abordagem coerente e pró-activa para o sector florestal: muitas iniciativas relacionadas com o sector florestal são preparadas em processos paralelos em vários domínios. Os processos internacionais, nomeadamente os que se referem às alterações climáticas, aumentaram a necessidade de melhorar a coordenação e a coerência, e de rever a coordenação, no âmbito da Comissão, das questões relacionadas com as florestas. Principais recomendações para o Tema 4: Relativamente ao funcionamento do CPF são postas à consideração para o restante período de execução do plano de acção as seguintes medidas: - Prosseguimento dos programas de trabalho anuais do Comité Permanente Florestal (CPF), dos pareceres do CPF, dos grupos de trabalho ad hoc do CPF e dos estudos realizados sobre as questões do plano de acção para as florestas; - Participação mais activa dos Estados-Membros no processo de elaboração do programa de trabalho anual do CPF; - Maior estruturação da apresentação dos relatórios das actividades dos Estados-Membros ao CPF; - Aumento dos recursos para o acompanhamento e a melhoria da visibilidade da utilização dos resultados do plano de acção nas instituições da UE e nos Estados-Membros; - Organização de reuniões conjuntas entre o CPF, o Comité Consultivo da Política Comunitária para o Sector das Madeiras e o grupo consultivo «Floresta e Cortiça» numa base ad hoc, para tratar de eventuais problemas emergentes, se necessário; - Divulgação, pela Comissão, dos pareceres do CPF no sítio da Internet da Comissão destinado à gestão das florestas, a fim de permitir a sua maior difusão.

7 Resumo 6 A Comissão deve rever as funções dos dois grupos de inter-serviços especializados em florestas para procurar melhorar a sua coordenação no âmbito da execução do plano de acção. Avaliação do tema 5: divulgar as melhores práticas e melhorar a visibilidade do sector O Grupo de Trabalho ad hoc do CPF sobre concursos públicos no sector da madeira e os produtos derivados da madeira iniciou a sua actividade em 2009, quando vários Estados-Membros planeavam ou preparavam novos procedimentos, ou reviam procedimentos existentes, relativos ao regime de concursos públicos para o sector da madeira. Tratava-se da oportunidade perfeita para a divulgação de boas práticas eficientes e eficazes. O objectivo do plano de acção para as florestas, a promoção da utilização da madeira, podia ser prejudicado pelos diferentes critérios de sustentabilidade definidos noutros domínios da UE, por exemplo, a energia ou os concursos públicos. Os critérios de sustentabilidade dos produtos florestais devem ser racionalizados a fim de evitar requisitos divergentes no que diz respeito às práticas de gestão em função da utilização final. Embora o plano de acção da UE para as florestas estabeleça como objectivo o reforço do perfil da UE nos processos internacionais no domínio das florestas, os problemas florestais internacionais não são directamente abrangidos pelo âmbito do plano de acção. Os resultados da avaliação intercalar revelam uma certa expectativa criada em torno de uma abordagem e apresentação mais coordenada do sector florestal europeu no âmbito das negociações em matéria de alterações climáticas. O plano de acção tem sido um meio eficiente de troca de informações e de aproximação dos representantes do CPF do grupo consultivo «Floresta e Cortiça» e do grupo inter-serviços especializado em florestas, mas o efeito nos processos florestais internacionais é indirecto. A globalização crescente e os desafios a nível mundial (por exemplo, as alterações climáticas) exigem uma maior integração no plano de acção dos processos e das iniciativas internacionais ligadas à floresta. As medidas adoptadas para melhorar a disponibilidade de informação e comunicação sobre as florestas incluem, por exemplo, a plataforma europeia de informação e de comunicação sobre as florestas, que criou um sítio Internet dedicado à gestão das florestas, e um estudo de opinião pública. Para melhorar a eficiência e a eficácia do plano de acção é crucial promover a sua divulgação junto de um maior grupo de intervenientes no sector florestal e noutros sectores, como o de energia, do ambiente e da agricultura. Actualmente, o valor acrescentado a nível da UE permanece muito aquém do previsto: são muitas as actividades e os eventos paralelos em matéria de comunicação e informação sobre a floresta (como o dia da floresta, as semanas da floresta, as actividades e as campanhas das partes interessadas em prol das florestas e da gestão sustentável das florestas), mas são desenvolvidas à margem do plano de acção e dos objectivos definidos a nível da UE. Há que utilizar melhor os canais de divulgação disponíveis para promover a divulgação das realizações do plano de acção, em especial junto das instâncias de decisão a todos os níveis, mas também das principais partes

8 Resumo 7 interessadas e do público em geral, a fim de contribuir também para o lançamento adequado das actividades a nível nacional, regional e local. Principais recomendações para o Tema 5: Promoção do debate, pelo CPF, dos desafios colocados pelos diversos critérios de sustentabilidade definidos nos diferentes domínios (energia, concursos públicos, etc.) e pelas práticas de gestão sustentável das florestas. Necessidade de maior integração das questões florestais à escala internacional e da UE. O CPF deve promover e coordenar o debate entre os Estados-Membros sobre o futuro do plano de acção depois de 2011, incluindo a validade da estratégia florestal da UE (Resolução do Conselho de 15 de Dezembro de 1998) em relação aos desafios globais e aos processos em curso neste domínio. Melhoria da comunicação e informação relativa ao plano de acção da UE para as florestas, em especial: - A Comissão deve considerar os meios disponíveis para tornar o plano de acção mais conhecido e visível na comunicação da UE; - Os Estados-Membros devem considerar a forma de relacionar as actividades em curso e as medidas no domínio da informação e da comunicação a nível nacional e subnacional com o plano de acção; - Os Estados-Membros e a Comissão devem definir o melhor meio de utilizar, no quadro do plano de acção, a rede de informação constituída pelos especialistas em comunicação no domínio das florestas; - A Comissão e o CPF, em sintonia com o Grupo Consultivo «Floresta e Cortiça», devem analisar a melhor forma de utilizar os próximos eventos que terão lugar entre (nomeadamente o Ano Internacional da Floresta, em 2011) para dar maior visibilidade à acção da UE em prol da gestão sustentável das florestas e sensibilizar o público para os benefícios da floresta e a sua gestão sustentável. Avaliação do Tema 6: pertinência do plano de acção da UE para as florestas A necessidade definida pelo Conselho de «reforçar a coerência entre as políticas e as iniciativas da UE em matéria de florestas e melhorar a coordenação no âmbito da Comissão e entre a Comissão e os Estados-Membros» não mudou substancialmente durante os dois primeiros anos de execução do plano de acção. Os objectivos específicos, as acções-chave e as actividades continuam pertinentes para o restante período de execução, , e a avaliação intercalar dá aos Estados-Membros e à Comissão uma oportunidade para reexaminar a adequação dos objectivos para os próximos dois anos. O plano de acção da UE para as florestas respeita o princípio da subsidiariedade e o conceito de partilha de responsabilidade. A política florestal é da competência dos Estados-Membros, mas a UE pode contribuir para o desenvolvimento de uma gestão sustentável das florestas através de acções comuns. A estrutura organizacional do plano de acção é adequada para o restante período de execução, , mas há que analisar os meios para melhorar a utilização das estruturas já existentes. Ao mesmo tempo, também convém iniciar um debate sobre o acompanhamento do plano de acção depois de 2011.

9 Resumo 8 Principais recomendações para o Tema 6: Debater a melhor forma de utilização das estruturas já existentes (o CPF, o grupo consultivo «Floresta e Cortiça» e os grupos inter-serviços da Comissão) e reforçar a ligação entre o plano de acção e as declarações e decisões políticas a nível da UE e a nível nacional. Ao mesmo tempo, importa lançar o debate sobre o acompanhamento do plano de acção da UE para as florestas depois de 2011, nomeadamente no que se refere aos principais elementos, medidas, instrumentos financeiros potenciais e estrutura organizacional da acção depois do plano de acção. Reforçar a informação e a comunicação para aumentar a influência do plano de acção. Principais recomendações para o plano de acção da UE para as florestas no seu conjunto: As principais recomendações da avaliação intercalar do plano de acção são as seguintes: I. Organizar o controlo e o acompanhamento das actividades para mostrar os resultados das actividades já realizadas no quadro do plano de acção da UE para as florestas e a contribuição do plano de acção para a competitividade a longo prazo do sector florestal, a melhoria e protecção do ambiente e a qualidade de vida, bem como a forma como os resultados do plano de acção são concretizados através de medidas introduzidas pelas instituições da UE, os Estados-Membros e as demais partes interessadas. O acompanhamento pode ser efectuado através de eventos já existentes, nomeadamente reuniões conjuntas entre os directores responsáveis pela natureza e pelas florestas, reuniões de grupos de trabalho ou de grupos de peritos, mas também de actividades das partes interessadas, actividades subnacionais (redes e actividades de cooperação territorial) ou redes de investigação (Cooperação Europeia em Ciência e Tecnologia (COST) ou outras acções ou redes). Desta forma, os resultados do plano de acção (sítio Internet sobre as florestas, estudos, relatórios, recomendações, pareceres do CPF) podem ser mais amplamente comunicados e divulgados junto das principais instâncias de decisão política e das partes interessadas, para além dos grupos que participam directamente na execução do plano de acção. II. Reforçar as ligações entre o plano de acção da UE para as florestas e os programas florestais nacionais (ou equivalentes) nos Estados-Membros. Através de melhor cobertura da informação sobre as actividades realizadas nos Estados-Membros, o plano de acção pode apoiar mais eficazmente a contribuição da UE para os processos internacionais no domínio das florestas, incluindo a notificação da conformidade da UE com os compromissos internacionais. O CPF deve assumir um papel activo na promoção de debates sobre o desenvolvimento de opções concretas para uma abordagem coerente e integrada no domínio da gestão sustentável das florestas, nomeadamente a protecção das florestas e a informação sobre o sector florestal.

10 Resumo 9 III. Incentivar abordagens regionais e parcerias de colaboração (científicapolítica-prática) para enfrentar os desafios regionais a nível da competitividade no sector florestal, da melhoria e protecção das florestas e da contribuição das florestas para a qualidade de vida, o que permitirá ensaiar boas práticas, promover a inovação e garantir a subsidiariedade. Além disso, pode ser organizada a troca de informações no âmbito do CPF relativamente aos instrumentos de financiamento específicos mobilizados pelos Estados-Membros para apoiar o plano de acção. IV. Lançar o debate sobre o acompanhamento do plano de acção depois de e a estratégia florestal da UE - no quadro do plano de acção da UE para as florestas (ou seja, com o CPF, o grupo consultivo «Floresta e Cortiça» e os grupos inter-serviços da Comissão). Com base nas opiniões recolhidas durante a avaliação intercalar, foram levantadas as seguintes questões que devem ser consideradas no debate: - Adopção de uma abordagem mais holística para a problemática do sector florestal, reforçando as suas ligações aos sectores paralelos e às políticas ambientais, económicas e sociais; - Integração das questões florestais internacionais na acção da UE nesse domínio; - Apoio ao papel da UE nos processos internacionais ligados às florestas; - Actualização da estratégia florestal da UE em função dos problemas e novos desafios emergentes; - Reforço do triângulo ciência-política-prática através de uma melhor coordenação do trabalho científico e da utilização dos recursos financeiros (QP7, COST, nacional); - Preparação de instrumentos financeiros pós-2003.

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que:

(2006/C 297/02) considerando o seguinte: constatando que: C 297/6 Resolução do Conselho e dos Representantes Governos dos Estados-Membros, reunidos no Conselho, relativa à realização dos objectivos comuns em matéria de participação e informação dos jovens para

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Projecto IMCHE/2/CP2 1 ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 8.10.2007 SEC(2007)907 DOCUMENTO DE TRABALHO DOS SERVIÇOS DA COMISSÃO documento de acompanhamento da Comunicação da Comissão sobre um programa para ajudar as

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE

ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE ALIANÇA ESTRATÉGICA DA SAÚDE E AMBIENTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO DA DECLARAÇÃO DE LIBREVILLE Adoptada pelos Ministros da Saúde e Ministros do Ambiente na Segunda Conferência Interministerial sobre Saúde e

Leia mais

A REFORMA DA PAC E O APOIO À ACTIVIDADE DE RESINAGEM. Francisco Avillez (Prof. Emérito do Isa/UTL e Coordenador Científico da AGROGES)

A REFORMA DA PAC E O APOIO À ACTIVIDADE DE RESINAGEM. Francisco Avillez (Prof. Emérito do Isa/UTL e Coordenador Científico da AGROGES) A REFORMA DA PAC E O APOIO À ACTIVIDADE DE RESINAGEM Francisco Avillez (Prof. Emérito do Isa/UTL e Coordenador Científico da AGROGES) Esquema da apresentação: Objectivos da PAC pós-2013 Orientações propostas

Leia mais

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844

Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844 SA11715 AFRICAN UNION UNION AFRICAINE UNIÃO AFRICANA Addis Ababa, ETHIOPIA P. O. Box 3243 Telephone 517 Fax: 517844 MECANISMO REVISTO DE ACOMPANHAMENTO DA IMPLEMENTAÇÃO, MONITORIZAÇÃO E AVALIAÇÃO DO PLANO

Leia mais

Fundos Comunitários. geridos pela Comissão Europeia. M. Patrão Neves. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.

Fundos Comunitários. geridos pela Comissão Europeia. M. Patrão Neves. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves.pt. www.mpatraoneves. Fundos Comunitários geridos pela Comissão Europeia M. Patrão Neves Fundos comunitários: no passado Dependemos, de forma vital, dos fundos comunitários, sobretudo porque somos um dos países da coesão (e

Leia mais

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO

(Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO 19.12.2007 C 308/1 I (Resoluções, recomendações e pareceres) RESOLUÇÕES CONSELHO RESOLUÇÃO DO CONSELHO de 5 de Dezembro de 2007 sobre o seguimento do Ano Europeu da Igualdade de Oportunidades para Todos

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União Europeia no domínio da

Leia mais

Assegurar que o Progress produz resultados

Assegurar que o Progress produz resultados Assegurar que o Progress produz resultados Quadro estratégico para a execução do Progress, programa comunitário para o emprego e a solidariedade social (2007 2013) Comissão Europeia Assegurar que o Progress

Leia mais

Visualização. O questionário só pode ser preenchido em linha.

Visualização. O questionário só pode ser preenchido em linha. Visualização. O questionário só pode ser preenchido em linha. Questionário «Para uma avaliação intercalar da Estratégia Europa 2020 do ponto de vista dos municípios e regiões da UE» Contexto A revisão

Leia mais

Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08)

Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08) 20.12.2011 Jornal Oficial da União Europeia C 372/31 Conclusões do Conselho sobre o critério de referência da mobilidade para a aprendizagem (2011/C 372/08) O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, TENDO EM CONTA

Leia mais

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva

Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Implementação do Processo de Avaliação Inclusiva Na parte final da fase 1 do projecto Processo de Avaliação em Contextos Inclusivos foi discutido o conceito processo de avaliação inclusiva e prepararam-se

Leia mais

Documento em construção. Declaração de Aichi-Nagoya

Documento em construção. Declaração de Aichi-Nagoya Documento em construção Declaração de Aichi-Nagoya Declaração da Educação para o Desenvolvimento Sustentável Nós, os participantes da Conferência Mundial da UNESCO para a Educação para o Desenvolvimento

Leia mais

ESPECIAL PMEs. Volume III Fundos europeus 2ª parte. um Guia de O Portal de Negócios. www.oportaldenegocios.com. Março / Abril de 2011

ESPECIAL PMEs. Volume III Fundos europeus 2ª parte. um Guia de O Portal de Negócios. www.oportaldenegocios.com. Março / Abril de 2011 ESPECIAL PMEs Volume III Fundos europeus 2ª parte O Portal de Negócios Rua Campos Júnior, 11 A 1070-138 Lisboa Tel. 213 822 110 Fax.213 822 218 geral@oportaldenegocios.com Copyright O Portal de Negócios,

Leia mais

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa.

em nada nem constitui um aviso de qualquer posição da Comissão sobre as questões em causa. DOCUMENTO DE CONSULTA: COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EUROPEIA SOBRE OS DIREITOS DA CRIANÇA (2011-2014) 1 Direitos da Criança Em conformidade com o artigo 3.º do Tratado da União Europeia, a União promoverá os

Leia mais

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO

DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO DIÁLOGO SOCIAL EUROPEU: PROJECTO DE ORIENTAÇÕES MULTISSECTORIAIS PARA O COMBATE DA VIOLÊNCIA E ASSÉDIO DE TERCEIROS RELACIONADOS COM O TRABALHO EPSU, UNI Europa, ETUCE, HOSPEEM, CEMR, EFEE, EuroCommerce,

Leia mais

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS

CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS CARTA EUROPEIA DAS PEQUENAS EMPRESAS As pequenas empresas são a espinha dorsal da economia europeia, constituindo uma fonte significativa de emprego e um terreno fértil para o surgimento de ideias empreendedoras.

Leia mais

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO::

::ENQUADRAMENTO ::ENQUADRAMENTO:: ::ENQUADRAMENTO:: :: ENQUADRAMENTO :: O actual ambiente de negócios caracteriza-se por rápidas mudanças que envolvem a esfera politica, económica, social e cultural das sociedades. A capacidade de se adaptar

Leia mais

Política de Responsabilidade Corporativa. Março 2013

Política de Responsabilidade Corporativa. Março 2013 Política de Responsabilidade Corporativa Março 2013 Ao serviço do cliente Dedicamos os nossos esforços a conhecer e satisfazer as necessidades dos nossos clientes. Queremos ter a capacidade de dar uma

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 8.12.2008 COM(2008) 819 final COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO Plano de acção no domínio da dádiva e transplantação de órgãos (2009-2015): Reforçar a cooperação entre

Leia mais

Plano de Atividades 2014. www.andonicanela.com

Plano de Atividades 2014. www.andonicanela.com Plano de Atividades 2014 (Revisão) www.andonicanela.com PROGRAMA DE ACTIVIDADES 2014 REVISTO INTRODUÇÃO e VERTENTE ESTRATÉGICA A LPN como a mais antiga e mais consistente organização não governamental

Leia mais

22.1.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 17/43

22.1.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 17/43 22.1.2010 Jornal Oficial da União Europeia L 17/43 IV (Actos adoptados, antes de 1 de Dezembro de 2009, em aplicação do Tratado CE, do Tratado da UE e do Tratado Euratom) DECISÃO DO CONSELHO de 27 de Novembro

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 22 de Julho de 2004 (08.11) (OR. en) 11636/04 Dossier interinstitucional: 2004/0165 COD

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 22 de Julho de 2004 (08.11) (OR. en) 11636/04 Dossier interinstitucional: 2004/0165 COD CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 22 de Julho de 2004 (08.11) (OR. en) 11636/04 Dossier interinstitucional: 2004/0165 COD FSTR 17 SOC 367 CADREFIN 22 PROPOSTA Origem: Comissão Europeia Data: 16 de Julho

Leia mais

Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos

Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos Carta do Conselho da Europa sobre a Educação para a Cidadania Democrática e a Educação para os Direitos Humanos Introdução A educação desempenha um papel essencial na promoção dos valores fundamentais

Leia mais

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA

EFIÊNCIA DOS RECURSOS E ESTRATÉGIA ENERGIA E CLIMA INTRODUÇÃO Gostaria de começar por agradecer o amável convite para participar neste debate e felicitar os organizadores pela importância desta iniciativa. Na minha apresentação irei falar brevemente da

Leia mais

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/28031 Relatório preliminar da CAE (Poli) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora:

Leia mais

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados;

Permanente actualização tecnológica e de Recursos Humanos qualificados e motivados; VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos e electrónicos, oferecendo

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 3.8.2005 COM(2005) 361 final 2005/0147 (COD) Proposta de DIRECTIVA DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que revoga a Directiva 90/544/CEE do Conselho relativa

Leia mais

Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs

Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs Integração de uma abordagem de género na gestão de recursos hídricos e fundiários Documento de Posição de organizações e redes dos PALOPs Isabel Dinis, ACTUAR Lisboa, 3 de Junho de 2010 ACTUAR - ASSOCIAÇÃO

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO

PARLAMENTO EUROPEU. Documento de sessão 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO PARLAMENTO EUROPEU 2004 Documento de sessão 2009 30.11.2007 B6-0000/2007 PROPOSTA DE RESOLUÇÃO apresentada na sequência da pergunta com pedido de resposta oral B6-0000/2007 nos termos do nº 5 do artigo

Leia mais

World Disaster Reduction Campaign 2010-2011 Making Cities Resilient: Amadora is Getting Ready!

World Disaster Reduction Campaign 2010-2011 Making Cities Resilient: Amadora is Getting Ready! Parceiros: Câmara Municipal da Amadora Serviço Municipal de Protecção Civil Tel. +351 21 434 90 15 Tel. +351 21 494 86 38 Telm. +351 96 834 04 68 Fax. +351 21 494 64 51 www.cm-amadora.pt www.facebook.com/amadora.resiliente

Leia mais

Responsabilidade Social das Empresas

Responsabilidade Social das Empresas Responsabilidade Social das Empresas A responsabilidade social das empresas, também designada por cidadania empresarial, começa a assumir um relevo crescente. É uma área que interliga as acções e os objectivos

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 179.

O PARLAMENTO EUROPEU E O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, nomeadamente o artigo 179. REGULAMENTO (CE) N.º 806/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 21 de Abril de 2004 relativo à promoção da igualdade entre homens e mulheres na cooperação para o desenvolvimento O PARLAMENTO EUROPEU

Leia mais

Desenvolvimentos da Estratégia Europeia para a Deficiência

Desenvolvimentos da Estratégia Europeia para a Deficiência Desenvolvimentos da Estratégia Europeia para a Deficiência Sofia Lourenço Unidade "Direitos das pessoas com deficiência" Comissão Europeia 2 Dezembro 2014 Palácio da Cidadela de Cascais Políticas Europeias

Leia mais

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm

Para informação adicional sobre os diversos países consultar: http://europa.eu.int/information_society/help/links/index_en.htm Anexo C: Súmula das principais iniciativas desenvolvidas na Europa na área da Sociedade de Informação e da mobilização do acesso à Internet em banda larga Para informação adicional sobre os diversos países

Leia mais

MINISTÉRIO DO AMBIENTE

MINISTÉRIO DO AMBIENTE REPÚBLICA DE ANGOLA MINISTÉRIO DO AMBIENTE O Ministério do Ambiente tem o prazer de convidar V. Exa. para o Seminário sobre Novos Hábitos Sustentáveis, inserido na Semana Nacional do Ambiente que terá

Leia mais

Desenvolvimento Local nos Territórios Rurais: desafios para 2014-2020

Desenvolvimento Local nos Territórios Rurais: desafios para 2014-2020 Desenvolvimento Local nos Territórios Rurais: desafios para 2014-2020 Seminário Turismo Sustentável no Espaço Rural: Experiências de Sucesso em Portugal e na Europa Castro Verde - 06 de Março 2013 Joaquim

Leia mais

REGULAMENTO SANITÁRIO INTERNACIONAL (2005) Relatório do Director Regional RESUMO

REGULAMENTO SANITÁRIO INTERNACIONAL (2005) Relatório do Director Regional RESUMO 15 de Junho de 2006 COMITÉ REGIONAL AFRICANO ORIGINAL: FRANCÊS Quinquagésima-sexta sessão Addis Abeba, Etiópia, 28 de Agosto - 1 de Setembro de 2006 REGULAMENTO SANITÁRIO INTERNACIONAL (2005) Relatório

Leia mais

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA

MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA MISSÃO, VISÃO, VALORES E POLÍTICA VISÃO Ser a empresa líder e o fornecedor de referência do mercado nacional (na área da transmissão de potência e controlo de movimento) de sistemas de accionamento electromecânicos

Leia mais

O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, I. INTRODUÇÃO

O CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA E OS REPRESENTANTES DOS GOVERNOS DOS ESTADOS-MEMBROS, I. INTRODUÇÃO 14.6.2014 PT Jornal Oficial da União Europeia C 183/5 Resolução do Conselho e dos Representantes dos Governos dos Estados Membros, reunidos no Conselho, de 20 de maio de 2014, sobre um Plano de Trabalho

Leia mais

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020

Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Programa de Desenvolvimento Rural do Continente para 2014-2020 Medida 1 INOVAÇÃO Ação 1.1 GRUPOS OPERACIONAIS Enquadramento Regulamentar Artigos do Regulamento (UE) n.º 1305/2013, do Conselho e do Parlamento

Leia mais

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 25 de Maio de 2007 (04.06) (OR. en) 10037/07 RECH 153 COMPET 165 ENV 292 COSDP 443 TRANS 185

CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA. Bruxelas, 25 de Maio de 2007 (04.06) (OR. en) 10037/07 RECH 153 COMPET 165 ENV 292 COSDP 443 TRANS 185 CONSELHO DA UNIÃO EUROPEIA Bruxelas, 25 de Maio de 2007 (04.06) (OR. en) 10037/07 RECH 153 COMPET 165 ENV 292 COSDP 443 TRANS 185 NOTA de: Secretariado-Geral n.º doc. Com.: 9052/07 RECH 115 COMPET 115

Leia mais

Orientação de Gestão nº 06/POFC/2008

Orientação de Gestão nº 06/POFC/2008 Orientação de Gestão nº 06/POFC/2008 Enquadramento no Sistema de Apoio às Entidades do Sistema Científico e Tecnológico Nacional (SAESCTN) de Projectos de IC&DT em todos os domínios científicos Projectos

Leia mais

ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS

ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS ESPOSENDE PACTO DE AUTARCAS Novembro de 2010 CÂMARA MUNICIPAL DE ESPOSENDE ESPOSENDE AMBIENTE, EEM OBJECTIVOS DE COMBATE ÀS ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS Até ao ano de 2020, Aumentar em 20% a eficiência energética

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE Local de trabalho: Maputo, Moçambique Duração do contrato: Três (3) meses: Novembro 2011

Leia mais

de 24 de Outubro de 2006 que estabelece um Programa Comunitário para o Emprego e a Solidariedade Social Progress

de 24 de Outubro de 2006 que estabelece um Programa Comunitário para o Emprego e a Solidariedade Social Progress 15.11.2006 PT Jornal Oficial da União Europeia L 315/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) DECISÃO N. o 1672/2006/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 24 de Outubro de 2006

Leia mais

7º PROGRAMA-QUADRO de I&DT. Oportunidades para Cooperação Empresas Sistema Científico. Virgínia Corrêa. www.gppq.mctes.pt

7º PROGRAMA-QUADRO de I&DT. Oportunidades para Cooperação Empresas Sistema Científico. Virgínia Corrêa. www.gppq.mctes.pt 7º PROGRAMA-QUADRO de I&DT Oportunidades para Cooperação Empresas Sistema Científico Virgínia Corrêa Gabinete de Promoção do 7º Programa-Quadro de IDT www.gppq.mctes.pt Estratégia de Lisboa Conselho Europeu

Leia mais

PROJETO de Documento síntese

PROJETO de Documento síntese O Provedor de Justiça INSERIR LOGOS DE OUTRAS ORGANIZAÇÔES Alto Comissariado Direitos Humanos das Nações Unidas (ACNUDH) Provedor de Justiça de Portugal Ministério dos Negócios Estrangeiros de Portugal

Leia mais

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade)

Jornal Oficial da União Europeia. (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) 18.3.2004 L 80/1 I (Actos cuja publicação é uma condição da sua aplicabilidade) REGULAMENTO (CE) N. o 491/2004 DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 10 de Março de 2004 que estabelece um programa de assistência

Leia mais

Termos de Referência

Termos de Referência MAPEAMENTO DE PARTES INTERESSADAS (PARCEIROS E DOADORES) Termos de Referência 1. Contexto O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) tem vindo a trabalhar em Moçambique desde os meados dos anos 90 em áreas-chave

Leia mais

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes

12. Da discussão e dos seminários, surgiu um consenso sobre as ideias seguintes Conclusões «Inovação e sustentabilidade ambiental. A inovação e a tecnologia como motor do desenvolvimento sustentável e da coesão social. Uma perspectiva dos governos locais». 1. O Fórum irá estudar,

Leia mais

O Quadro Nacional de Qualificações e a sua articulação com o Quadro Europeu de Qualificações

O Quadro Nacional de Qualificações e a sua articulação com o Quadro Europeu de Qualificações O Quadro Nacional de Qualificações e a sua articulação com o Quadro Europeu de Qualificações CENFIC 13 de Novembro de 2009 Elsa Caramujo Agência Nacional para a Qualificação 1 Quadro Europeu de Qualificações

Leia mais

MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS

MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS MARKT/2094/01 PT Orig. EN COMÉRCIO ELECTRÓNICO E SERVIÇOS FINANCEIROS Objectivo do presente documento O presente documento descreve a actual situação no que se refere ao comércio electrónico e serviços

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008

PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 PLANO DE ACÇÃO E ORÇAMENTO PARA 2008 O ano de 2008 é marcado, em termos internacionais, pela comemoração dos vinte anos do Movimento Internacional de Cidades Saudáveis. Esta efeméride terá lugar em Zagreb,

Leia mais

ÍNDICE APRESENTAÇÃO 02 HISTÓRIA 02 OBJECTIVOS 02 CURSOS 04 CONSULTORIA 06 I&D 07 DOCENTES 08 FUNDEC & IST 09 ASSOCIADOS 10 PARCERIAS 12 NÚMEROS 13

ÍNDICE APRESENTAÇÃO 02 HISTÓRIA 02 OBJECTIVOS 02 CURSOS 04 CONSULTORIA 06 I&D 07 DOCENTES 08 FUNDEC & IST 09 ASSOCIADOS 10 PARCERIAS 12 NÚMEROS 13 ÍNDICE APRESENTAÇÃO 02 HISTÓRIA 02 OBJECTIVOS 02 CURSOS 04 CONSULTORIA 06 I&D 07 DOCENTES 08 FUNDEC & IST 09 ASSOCIADOS 10 PARCERIAS 12 NÚMEROS 13 QUEM SOMOS FUNDEC APRESENTAÇÃO HISTÓRIA OBJECTIVOS A

Leia mais

CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM

CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM CENTRO DE INFORMAÇÃO EUROPE DIRECT DE SANTARÉM Assembleia de Parceiros 17 de Janeiro 2014 Prioridades de Comunicação 2014 Eleições para o Parlamento Europeu 2014 Recuperação económica e financeira - Estratégia

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU PROJECTO DE PARECER. Comissão dos Orçamentos PROVISÓRIO 2002/0211(COD) 13 de Janeiro de 2003. da Comissão dos Orçamentos

PARLAMENTO EUROPEU PROJECTO DE PARECER. Comissão dos Orçamentos PROVISÓRIO 2002/0211(COD) 13 de Janeiro de 2003. da Comissão dos Orçamentos PARLAMENTO EUROPEU 1999 Comissão dos Orçamentos 2004 PROVISÓRIO 2002/0211(COD) 13 de Janeiro de 2003 PROJECTO DE PARECER da Comissão dos Orçamentos destinado à Comissão da Indústria, do Comércio Externo,

Leia mais

1) Breve apresentação do AEV 2011

1) Breve apresentação do AEV 2011 1) Breve apresentação do AEV 2011 O Ano Europeu do Voluntariado 2011 constitui, ao mesmo tempo, uma celebração e um desafio: É uma celebração do compromisso de 94 milhões de voluntários europeus que, nos

Leia mais

aumento da população mundial aumento da produtividade, sustentabilidade dos recursos e segurança alimentar Necessidades:

aumento da população mundial aumento da produtividade, sustentabilidade dos recursos e segurança alimentar Necessidades: Enquadramento Desafios: aumento da população mundial aumento da produtividade, sustentabilidade dos recursos e segurança alimentar Necessidades: eficiência dos sistemas agrícolas e florestais gestão sustentável

Leia mais

Plano tecnológico? Ou nem tanto?

Plano tecnológico? Ou nem tanto? Plano tecnológico? Ou nem tanto? WEB: ÉDEN?APOCALIPSE? OU NEM TANTO? Plano Tecnológico Mas, Senhor Presidente, Senhoras e Senhores Deputados, além deste Contrato, o Novo Contrato para a Confiança, o nosso

Leia mais

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020

POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 INSTRUMENTOS FINANCEIROS NA POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 POLÍTICA DE COESÃO 2014-2020 A Comissão Europeia aprovou propostas legislativas no âmbito da política de coesão para 2014-2020 em outubro de 2011

Leia mais

RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES

RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 20.5.2014 COM(2014) 284 final RELATÓRIO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES sobre a governação das estratégias

Leia mais

Índice Descrição Valor

Índice Descrição Valor 504448064 Índice Descrição Valor 1 Missão, Objectivos e Princípios Gerais de Actuação 11 Cumprir a missão e os objectivos que lhes tenham sido determinados de forma económica, financeira, social e ambientalmente

Leia mais

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA

POLÍTICA DE AMBIENTE, QUALIDADE E SEGURANÇA HOMOLOGAÇÃO: José Eduardo Carvalho 14-03- Pág. 2 de 5 A Tagusgás subscreve a Política AQS da Galp Energia. A Política AQS da Tagusgás foi definida tendo em consideração os Objectivos Estratégicos do Grupo

Leia mais

Redução da Dependência Energética de Portugal Principal Desafio:

Redução da Dependência Energética de Portugal Principal Desafio: Redução da Dependência Energética de Portugal Principal Desafio: Mudança de paradigma energético em Portugal, com um implícito Desenvolvimento Sustentável suportado no seu crescimento económico, justiça

Leia mais

Evaluación del Plan de Comunicación del Programa Operativo de Cooperación Territorial del Sudoeste Europeo (SUDOE) 2007 2013

Evaluación del Plan de Comunicación del Programa Operativo de Cooperación Territorial del Sudoeste Europeo (SUDOE) 2007 2013 Evaluación del Plan de Comunicación del Programa Operativo de Cooperación Territorial del Sudoeste Europeo (SUDOE) 2007 2013 UNIÓN EUROPEA 1 de junio de 2011 3. SUMÁRIO EXECUTIVO A avaliação do Plano de

Leia mais

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008

Factores Determinantes para o Empreendedorismo. Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 Factores Determinantes para o Empreendedorismo Encontro Empreender Almada 26 de Junho de 2008 IAPMEI Instituto de Apoio às PME e à Inovação Principal instrumento das políticas económicas para Micro e Pequenas

Leia mais

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES

Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Capítulo 10 ABORDAGEM INTEGRADA DO PLANEJAMENTO E DO GERENCIAMENTO DOS RECURSOS TERRESTRES Introdução 10.1. A terra costuma ser definida como uma entidade física, em termos de sua topografia e sua natureza

Leia mais

Promoção da actividade resineira em Portugal no âmbito da PAC pós 2013

Promoção da actividade resineira em Portugal no âmbito da PAC pós 2013 Promoção da actividade resineira em Portugal no âmbito da PAC pós 2013 Francisco Avillez (Professor Emérito do ISA, UTL e coordenado científico da AGR.GES) 16 de Abril de 2013 1. Evolução do pinheiro bravo

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

Convenção Europeia da Paisagem Florença 20.X.2000

Convenção Europeia da Paisagem Florença 20.X.2000 Convenção Europeia da Paisagem Florença 20.X.2000 Preâmbulo Os membros do Conselho da Europa signatários da presente Convenção, Considerando que o objectivo do Conselho da Europa é alcançar uma maior unidade

Leia mais

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO

COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS. Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS Bruxelas, 18.10.2007 COM(2007) 619 final 2007/0216 (COD) Proposta de REGULAMENTO DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO que altera o Regulamento (CE) n. 2252/2004 do Conselho

Leia mais

Código de Conduta do Voluntariado para a Cooperação

Código de Conduta do Voluntariado para a Cooperação Código de Conduta do Voluntariado para a Cooperação Preâmbulo Com o objectivo de unir os esforços das Organizações Não Governamentais para o Desenvolvimento (ONGD) associadas da Plataforma Portuguesa das

Leia mais

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO

APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO APÊNDICE C DIRETRIZES VOLUNTÁRIAS PARA A INTEGRAÇÃO DA BIODIVERSIDADE NAS POLÍTICAS, PROGRAMAS E PLANOS DE AÇÃO NACIONAIS E REGIONAIS DE NUTRIÇÃO Objetivo O objetivo das Diretrizes é apoiar os países a

Leia mais

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Transportes e do Turismo PROJECTO DE RELATÓRIO

PARLAMENTO EUROPEU. Comissão dos Transportes e do Turismo PROJECTO DE RELATÓRIO PARLAMENTO EUROPEU 2004 2009 Comissão dos Transportes e do Turismo 2008/2136(INI) 1.12.2008 PROJECTO DE RELATÓRIO sobre o desenvolvimento de um Espaço de Aviação Comum com Israel (2008/2136(INI)) Comissão

Leia mais

Regulamento do Centro de Ciências Matemáticas

Regulamento do Centro de Ciências Matemáticas Centro de Ciências Matemáticas Campus Universitário da Penteada P 9000-390 Funchal Tel + 351 291 705181 /Fax+ 351 291 705189 ccm@uma.pt Regulamento do Centro de Ciências Matemáticas I Disposições gerais

Leia mais

Enquadramento Turismo Rural

Enquadramento Turismo Rural Enquadramento Turismo Rural Portugal é um País onde os meios rurais apresentam elevada atratividade quer pelas paisagens agrícolas, quer pela biodiversidade quer pelo património histórico construído o

Leia mais

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS

CARTA DAS ONGD EUROPEIAS CARTA DAS ONGD EUROPEIAS Princípios Básicos do Desenvolvimento e da Ajuda Humanitária das ONGD da União Europeia O Comité de Liaison das ONG de Desenvolvimento da UE O Comité de Liaison ONGD-UE representa,

Leia mais

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)?

O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? O Que São os Serviços de Psicologia e Orientação (SPO)? São unidades especializadas de apoio educativo multidisciplinares que asseguram o acompanhamento do aluno, individualmente ou em grupo, ao longo

Leia mais

Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa

Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa Estratégia Europeia para o Emprego Promover a melhoria do emprego na Europa Comissão Europeia O que é a Estratégia Europeia para o Emprego? Toda a gente precisa de um emprego. Todos temos necessidade de

Leia mais

Código de Ética da Parpública. Ética - Princípios e valores fundamentais. Âmbito de aplicação

Código de Ética da Parpública. Ética - Princípios e valores fundamentais. Âmbito de aplicação Código de Ética da Parpública Âmbito de aplicação Aplica-se a todos os colaboradores da Parpública sem prejuízo de outras disposições legais ou regulamentares aplicáveis ou a que por inerência do exercício

Leia mais

Projecto Igreja Solidária Proposta de Comunicação. Lisboa, 8 de Julho de 2009

Projecto Igreja Solidária Proposta de Comunicação. Lisboa, 8 de Julho de 2009 Projecto Igreja Solidária Proposta de Comunicação Lisboa, 8 de Julho de 2009 Índice 1. Enquadramento 2. Proposta O Projecto Missão e Princípios Fases do Projecto O Nosso Desafio A Nossa Resposta O Conceito

Leia mais

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO

LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO LISTA DE COMPETÊNCIAS TÉCNICO SUPERIOR E TÉCNICO N.º ORIENTAÇÃO PARA RESULTADOS: Capacidade para concretizar eficiência os objectivos do serviço e as tarefas e que lhe são solicitadas. com eficácia e 1

Leia mais

Case study. Aumentar o conhecimento, informar a decisão ÍNDICE E.VALUE ENERGIA E CO2 EM PORTUGAL EMPRESA

Case study. Aumentar o conhecimento, informar a decisão ÍNDICE E.VALUE ENERGIA E CO2 EM PORTUGAL EMPRESA Case study 2010 Aumentar o conhecimento, informar a decisão ÍNDICE E.VALUE ENERGIA E CO2 EM PORTUGAL EMPRESA A E.Value S.A. é uma empresa de consultoria e desenvolvimento, com competências nos domínios

Leia mais

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento

CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento CEF/0910/26436 Relatório final da CAE (Univ) - Ciclo de estudos em funcionamento Caracterização do ciclo de estudos Perguntas A.1 a A.9 A.1. Instituição de ensino superior / Entidade instituidora: Universidade

Leia mais

Regulamento do Concurso para Pontos de Contacto Nacionais do 7º Programa-Quadro de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico da União Europeia

Regulamento do Concurso para Pontos de Contacto Nacionais do 7º Programa-Quadro de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico da União Europeia Regulamento do Concurso para Pontos de Contacto Nacionais do 7º Programa-Quadro de Investigação e Desenvolvimento Tecnológico da União Europeia O Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES)

Leia mais

CONTEXTO: Avanços importantes: - Planificação anual conjunta das actividades do sector; -Relatório anual comum de actividades integradas.

CONTEXTO: Avanços importantes: - Planificação anual conjunta das actividades do sector; -Relatório anual comum de actividades integradas. PLANO ESTRATÉGICO INTEGRADO DE ENSINO TÉCNICO, PROFISSIONAL E EMPREGO CONTEXTO: O Governo de Cabo Verde (CV) começou a trabalhar ao longo desta última legislatura na integração dos sectores da formação

Leia mais

Cooperação Territorial Transnacional: Irlanda - Espanha - França - Portugal - Reino Unido

Cooperação Territorial Transnacional: Irlanda - Espanha - França - Portugal - Reino Unido MEMO/08/79 Bruxelas, 8 de Fevereiro de 2008 Cooperação Territorial Transnacional: Irlanda - Espanha - França - Portugal - Reino Unido 1. O Programa Operacional de Cooperação Transnacional Espaço Atlântico

Leia mais

Pensar o futuro da educação. Aprender e inovar com a tecnologia multimedia. Comissão Europeia

Pensar o futuro da educação. Aprender e inovar com a tecnologia multimedia. Comissão Europeia Pensar o futuro da educação Aprender e inovar com a tecnologia multimedia Comissão Europeia O impacto da tecnologia da informação e da comunicação está a provocar alterações graduais mas muitas vezes radicais

Leia mais

COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES

COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES Bruxelas, 6.4.2005 COM(2005) 115 final 2005/0042(COD) COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES Cidadãos mais saudáveis, mais

Leia mais

ANEXO COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES

ANEXO COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES COMISSÃO EUROPEIA Bruxelas, 2.12. COM() 614 final ANNEX 1 ANEXO da COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO AO PARLAMENTO EUROPEU, AO CONSELHO, AO COMITÉ ECONÓMICO E SOCIAL EUROPEU E AO COMITÉ DAS REGIÕES Fechar o ciclo

Leia mais

Principais diferenças entre 2007-2013 / 2014-2020

Principais diferenças entre 2007-2013 / 2014-2020 Principais diferenças entre 2007-2013 / 2014-2020 Fundos 2 Objetivos 2 Etapas formais de programação 2 Abordagem estratégica 2 Âmbito Geográfico 3 Concentração Temática 4 Condicionalidades Ex ante 5 Adicionalidade

Leia mais

adaptados às características e expectativas dos nossos Clientes, de modo a oferecer soluções adequadas às suas necessidades.

adaptados às características e expectativas dos nossos Clientes, de modo a oferecer soluções adequadas às suas necessidades. A Protteja Seguros surge da vontade de contribuir para o crescimento do mercado segurador nacional, através da inovação, da melhoria da qualidade de serviço e de uma política de crescimento sustentável.

Leia mais

Estratégia de parceria global da IBIS 2012. Estratégia de parceria global da IBIS

Estratégia de parceria global da IBIS 2012. Estratégia de parceria global da IBIS Estratégia de parceria global da IBIS Aprovada pelo conselho da IBIS, Agosto de 2008 1 Introdução A Visão da IBIS 2012 realça a importância de estabelecer parcerias com diferentes tipos de organizações

Leia mais

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030.

Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. Uma agenda para a mudança: conseguir acesso universal à água, ao saneamento e à higiene (WASH) até 2030. O acordo sobre uma meta do Objectivo de Desenvolvimento Sustentável relativamente ao acesso universal

Leia mais