PLANO DE AÇÃO ESCOLAS PRIORITÁRIAS

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1 DOCUMENTO ORIENTADOR CGEB Nº 02 DE 2014 COORDENADORIA DE GESTÃO DA EDUCAÇÃO BÁSICA PLANO DE AÇÃO ESCOLAS PRIORITÁRIAS SÃO PAULO MARÇO DE 2014

2 Governador Geraldo Alckmin Vice-Governador Guilherme Afif Domingos Secretário da Educação Herman Voorwald Secretária Adjunta Cleide Eid Bauab Bochixio Chefe de Gabinete Fernando Padula Novaes Coordenadora de Gestão da Educação Básica Maria Elizabete da Costa Organizadores Adriane Elisa de Oliveira Santos - ASTEP Geni Delmiro Galdino Soares - DEGEB Isaque Mitsuo Kobayashi - DEGEB Joicy Fernandes Romano - DEGEB Selma Denise Gaspar DEGEB Diagramação Uiara Maria Pereira de Araújo

3 Página 3 de 15

4 Sumário Sumário... 4 Introdução Objetivos Gerais do Plano de Ação CGEB Aspectos Metodológicos Ações Centralizadas Ações descentralizadas Avaliação Atribuições dos Envolvidos com o Programa Escolas Prioritárias Página 4 de 15

5 Introdução Considerando o preceito constitucional de educação escolar como um dos direitos sociais, a responsabilidade do Estado em relação à garantia desse direito, as avaliações externas e internas deste sistema de ensino e as políticas educacionais empreendidas pela atual administração da Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (SEE), a Coordenadoria de Gestão da Educação Básica (CGEB) organizou um plano preliminar de ação a ser desenvolvido junto às Diretorias de Ensino, com foco no trabalho destas, por sua vez, junto às escolas prioritárias sob sua jurisdição. Este Plano apresenta introdução, justificativa, objetivos e ações centralizadas e descentralizadas de acompanhamento do planejamento, desenvolvimento, monitoramento e avaliação dos Planos de Ação desenvolvidos nas Diretorias de Ensino junto às Escolas Prioritárias sob sua jurisdição. Dando continuidade às atividades realizadas em 2011 e primeiro semestre de 2012, com foco no instrumento que orientou a elaboração do Plano de cada escola, o Plano de Ação Participativa (PAP), e ao trabalho realizado desde o 2º semestre de 2012 até o fim de 2013, sob a coordenação do então Secretário Adjunto Prof. João Cardoso Palma Filho, que priorizou a intensificação de ações gestoras e curriculares focadas nas especificidades locais por meio de reuniões de trabalho e acompanhamento presencial junto a 44 Diretorias de Ensino que concentravam, sob sua jurisdição, 10 ou mais escolas prioritárias, além de ações envolvendo todas as Diretorias de Ensino; o Plano de Ação CGEB, para 2014 propõe como ponto de partida do Programa Escolas Prioritárias, instituir uma equipe responsável pela Coordenação Regional do Programa Escolas Prioritárias, composta por 2 (dois) supervisores de ensino, 1 (um) Diretor de Núcleo Pedagógico, 2 (dois) PCNP e 1(um) Executivo Público, que atuarão na conformidade de suas atribuições, cabendo: Coordenar e acompanhar a elaboração e execução de todas as ações a serem desenvolvidas no Plano de Ação específico às Escolas Prioritárias, que comporá o Plano de Ação das DER bem como fornecer apoio técnico-pedagógico aos profissionais envolvidos na gestão dessas ações; Página 5 de 15

6 Acompanhar, via sistema computacional, a execução dos Planos de Ação Participativa (PAP) das Escolas Prioritárias, assessorar e orientar os supervisores de ensino a respeito das intervenções necessárias, encaminhando à Equipe Central do Programa, questões que fujam à sua governabilidade; Orientar a equipe supervisora e gestora quanto à elaboração e execução do PAP das escolas prioritárias novas; Participar da elaboração e desenvolvimento dos Planos de Formação Continuada e das Orientações Técnicas das DER oferecidos aos professores e a equipe gestora das escolas prioritárias, em especial a formação do Professor Coordenador de Apoio à Gestão Pedagógica; Articular-se com os Programas e Projetos de Apoio à Aprendizagem integrando-os às reais necessidades e especificidades das escolas consideradas prioritárias; Articular-se com a Equipe Central do Programa, fornecendo informações sistemáticas sobre as principais dificuldades enfrentadas pelos gestores escolares em relação às demandas das escolas prioritárias. A constituição da equipe responsável pela Coordenação Regional do Programa Escolas Prioritárias ficará a critério do Dirigente Regional de Ensino, que poderá ser a mesma equipe responsável pela Coordenação Regional de Estágio Supervisionado do Programa Residência Educacional. O Plano de Ação específico da Diretoria de Ensino em relação às Escolas Prioritárias, instrumento que servirá como referência para o trabalho junto à equipe central do Programa no decorrer deste ano, permitirá a esta, a partir do acompanhamento do planejamento e desenvolvimento deste Plano, realizar seu papel de orientação e suporte técnico às Diretorias de Ensino, bem como de equipe articuladora entre as diversas áreas e equipes da Secretaria de Educação. Acredita-se que, com integração de esforços, instrumentos técnicos e pedagógicos adequados e autonomia para gerenciar ações que incidam sobre seu contexto específico, as Diretorias de Ensino e suas escolas serão capazes de promover as mudanças necessárias a fim de superar gradualmente seus principais pontos frágeis. Página 6 de 15

7 Dentre essas mudanças, está a possibilidade de consolidação de uma cultura de avaliação, análise de dados e intervenção pedagógica, no intuito de melhorar a aprendizagem dos alunos. Este Plano envolve estudos dos campos teóricos e análises dos contextos das Escolas, das Diretorias de Ensino e dos Órgãos Centrais da SEE; configura-se em articulação entre ações centralizadas e descentralizadas, tendo como pressuposto o compromisso de todos os envolvidos nos processos educativos nas escolas e nas Diretorias de Ensino. Página 7 de 15

8 1 Objetivos Gerais do Plano de Ação CGEB 1. Orientar as Diretorias de Ensino no aprimoramento do plano de ação voltado às escolas que se encontram em condições mais adversas, nomeadas como Escolas Prioritárias; 2. Desenvolver uma metodologia de trabalho que possibilite a identificação de entraves às práticas educativas, a análise e reflexão dessas práticas e a proposição de ações integradas, que contribuam para uma organização didáticopedagógica direcionada à melhoria do ensino e da aprendizagem; 3. Consolidar ações de acompanhamento e de avaliação dos impactos das ações de apoio à aprendizagem nas escolas prioritárias; 4. Subsidiar a articulação entre as Diretorias de Ensino e escolas prioritárias para garantir a implementação dos programas e projetos da SEE e as ações de fortalecimento da participação da comunidade; 5. Fornecer informações ao Sistema de Ensino sobre as principais dificuldades enfrentadas pelos gestores escolares, contempladas ou não no Plano de Ação da Escola (PAP ou outro instrumento que a escolar utilize), para articulação e consolidação de ações político/pedagógicas de todos os envolvidos no processo de melhoria da qualidade de ensino nas escolas públicas estaduais de São Paulo. Página 8 de 15

9 2 Aspectos Metodológicos Considerando as diretrizes e os objetivos deste Plano de Ação nível central e regional, entende-se mais adequada uma metodologia de acompanhamento e monitoramento, questão nuclear das ações propostas, que priorize o movimento de identificação e análise de ações de gestão e curriculares vigentes nas Diretorias de Ensino e Escolas e de proposição de uma organização didático pedagógica das Escolas com foco na aprendizagem do aluno. Essa metodologia consistirá na correlação entre a organização pedagógicoadministrativa das escolas e as práticas de professores e gestores, envolvendo ações direcionadas à organização pedagógica da CGEB, das Diretorias de Ensino e Escolas Prioritárias, sob a forma de ações centralizadas e descentralizadas. O acompanhamento constitui uma dimensão das ações centralizadas e descentralizadas, pois estas têm como objetivo de apreender e discutir o Plano de Ação das Diretorias de Ensino junto às Escolas Prioritárias. As ações previstas e desenvolvidas terão como foco o currículo e a gestão educacional, em especial a gestão escolar. Página 9 de 15

10 3 - Ações Centralizadas a) Acompanhamento do Comitê das Escolas Prioritárias, com a participação dos seguintes órgãos centrais da administração direta e indireta: Coordenadoria de Orçamento e Finanças (COFI); Coordenadoria de Informação, Monitoramento e Avaliação Educacional (CIMA); Coordenadoria de Infraestrutura e Serviços Escolares (CISE); Coordenadoria de Gestão de Recursos Humanos (CGRH); Assessoria Técnica de Planejamento (ASTEP); Escola de Formação e Aperfeiçoamento de Professores (EFAP); Fundação para o Desenvolvimento da Educação (FDE). b) Constituição de Grupos de Trabalho na CGEB, que serão compostos por representantes dos vários Centros e do Gabinete; c) Agrupamentos e distribuição das Escolas Prioritárias com base nos critérios que orientaram a seleção das Escolas Prioritárias: Porcentagem de alunos abaixo do Básico em Língua Portuguesa e Matemática na Avaliação do SARESP 2011: Etapas Língua Portuguesa Matemática Anos Iniciais do Ensino Fundamental Anos Finais do Ensino Fundamental >= 40% >= 50% >= 37% >=46% Ensino Médio >=54% >=74% Página 10 de 15

11 d) Orientações às Diretorias de Ensino / Escolas na organização e desenvolvimento de ações de apoio à aprendizagem dos alunos, voltadas às Escolas Prioritárias; e) Acompanhamento dos Planos de Formação Continuada, desenvolvidos ou em desenvolvimento no âmbito das Diretorias de Ensino, no intuito de fortalecer a atuação das equipes gestoras e professores das escolas prioritárias; f) Acompanhamento da organização do trabalho colaborativo entre, Dirigente Regional de Ensino, Supervisor de Ensino, Diretor do Núcleo Pedagógico; g) Realização de pesquisas e análises quantitativas e evolutivas dos indicadores SARESP referentes às Escolas Prioritárias, quadros comparativos que evidenciem as séries/anos com defasagens de aprendizagem, agrupamentos e distribuição das Escolas Prioritárias com base nos dados; h) Análise dos resultados SARESP/IDESP para compreensão dos possíveis fatores de vulnerabilidade educacional nas Escolas Prioritárias; i) Acompanhamento dos mecanismos de apoio que subsidiam a atuação do professor nas suas atribuições de organização, desenvolvimento, acompanhamento e avaliação do ensino e aprendizagem do aluno: Professor Auxiliar, Residentes, Bolsistas PIBID, Recuperação e Reforço; j) Acompanhamento via sistema computacional da execução do PAP; Página 11 de 15

12 k) Potencialização do papel do PCAGP nas Escolas Prioritárias; l) Articulação com os programas e projetos da SEE desenvolvidos pelas escolas prioritárias e verificação de seus impactos na aprendizagem dos alunos. Página 12 de 15

13 4 Ações descentralizadas 1. Reuniões de Trabalho em 9 (nove) Polos das 24 Diretorias de Ensino que possuem 20 (vinte ou mais) escolas prioritárias, para: Apresentação das proposições da CGEB; Apresentação do mapeamento de recursos e sua articulação com o Plano de Ação Diretoria de Ensino/ Escolas Prioritárias; Diretrizes do Programa Escolas Prioritárias. 2. Coleta de informações e materiais junto às Coordenadorias e Diretorias de Ensino pertinentes ao Plano de Ação das Diretorias de Ensino junto às Escolas Prioritárias. Página 13 de 15

14 5 Avaliação As ações serão avaliadas pelos Departamentos, Centros ou Núcleos de forma processual, por meio de acompanhamento realizado em parceria com a CIMA, utilizando instrumentos próprios. Os dados coletados pela CIMA serão amplamente discutidos mensalmente com os envolvidos nas ações. Os resultados do SARESP subsidiarão a avaliação da eficácia das ações desenvolvidas nas escolas prioritárias. Os registros dos Planos de Ação Participativos - PAP, implantados no sistema, serão analisados por todos os envolvidos: Escolas, Diretorias, Órgãos Centrais. Tais registros subsidiarão as Diretorias em ações na área de sua governabilidade, bem como, nas demandas que farão às instâncias superiores e externas. No âmbito central, os dados serão analisados periódica e sistematicamente para acompanhamento e melhoramento dos processos em busca das metas propostas. Página 14 de 15

15 6 - Atribuições dos Envolvidos com o Programa Escolas Prioritárias Em Nível Central: A equipe gestora do Programa Escolas Prioritárias na CGEB faz o acompanhamento do planejamento e desenvolvimento dos Planos de Ação das Diretorias de Ensino acompanha como cada Diretoria se propõe a trabalhar com as suas escolas prioritárias, realiza análises de dados, orienta quanto a possíveis intervenções, faz a articulação entre as áreas da Secretaria responsáveis pelas respectivas demandas ou necessidades ou problemas observados, dá suporte técnico às Diretorias para que estas, por sua vez, o façam com suas escolas. Em Nível Regional: A equipe responsável pela Coordenação Regional do Programa Escolas Prioritárias acompanha o desenvolvimento do Plano de Ação específico para as Escolas Prioritárias, que contempla todas as ações já previstas, pela DER, para estas escolas, bem como acompanha, via sistema computacional, a execução dos Planos de Ação Participativa das Escolas Prioritárias, fornecendo apoio técnico-pedagógico aos profissionais envolvidos nas ações voltadas às Escolas Prioritárias; fornece informações sistemáticas a Equipe Central do Programa. Em Nível Local: Para a execução do Plano de Ação Participativa é necessário uma ação conjunta de todos os profissionais da Escola para alcançar um objetivo comum: a aprendizagem do aluno. Para isso é preciso definir coletivamente quais as ações são prioritárias na unidade, as metas, responsáveis, prazos, indicadores de processo que permitam o acompanhamento da execução da ação, definição de prazos para o alcance dos resultados da aprendizagem dos alunos. Cabe ao PCAGP se comprometer com o acompanhamento das ações definidas e garantir que as estratégias de intervenção sejam concretizadas nos tempos e espaços definidos pela Equipe da Escola e registradas no Plano de Ação Participativa, bem como acompanhar as atividades constantes nos Planos de Atividades dos Estagiários Residentes, observando que o estágio visa ao atendimento às necessidades de aprendizagem dos alunos das escolas prioritárias. Página 15 de 15

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