INOVAÇÃO EM UMA PRÁTICA DOCENTE: CONSIDERAÇÕES ACERCA DA ATUAL FORMAÇÃO INICIAL

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1 INOVAÇÃO EM UMA PRÁTICA DOCENTE: CONSIDERAÇÕES ACERCA DA ATUAL FORMAÇÃO INICIAL Resumo Luana Priscila Wunsch 1 - UNINTER Fernanda Aparecida Greboge 2 - UNINTER Felipe Ferreira Alves 3 - UNINTER Caio Sergio da Silva Barbosa 4 - UNINTER Eixo Formação de Professores Agência Financiadora: Projeto de Iniciação Científica Centro Universitário A prática docente está envolta de grandes mudanças no cenário social, mudanças estas que interferem de maneira significativa em seu exercício pleno, implicando então em sua constante renovação. Sob tal perspectiva, considerando-se o uso de diferentes tecnologias em sala de aula um forte traço destas mudanças sociais e a partir do momento em que a inserção delas na educação se torna fenômeno não tão novo é de extrema importância refletir, pensando nesta como ferramenta para que busquemos respostas para uma melhor eficiência, sobre a formação do docente que trabalhará com os alunos do século XXI. Este estudo, de cunho qualitativo, situa-se na problemática sobre o que e como os professores devem aprender para trabalhar com processos pedagógicos inovadores para que se construa uma ação educativa mais dinâmica e efetivamente contextualizada com a realidade de seus discentes. Para tal, foram organizados os seguintes passos metodológicos: (i) revisão bibliográfica, (ii) elaboração e aplicação de questionário para alunos de Pedagogia. Durante a análise dos resultados, ao fim deste artigo, são descritas formas eficazes para o engajamento do professor em prol da melhoria da qualidade da aprendizagem do aluno, pois percebeu-se que ser um professor inovador é ser, certamente, um professor organizado, dentre tantos, nos seguintes aspectos: filtragem de informações, as quais chegam de forma avassaladora de todos os meios; estabelecimento de regras, as quais são cobradas nas avaliações e sendo as mesmas progressivas, exigem muita atenção e concentração; classificação dos materiais, os quais devem ser adequados e motivadores em cada etapa da aprendizagem. 1 Doutora em Educação pela Universidade de Lisboa. Professora no Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Educação Mestrado: Educação e Novas Tecnologia (UNINTER). 2 Graduanda em Pedagogia: Centro Universitário Internacional (UNINTER) Curitiba. Pesquisadora no Projeto de Iniciação Cientifica (UNINTER). 3 Graduando em Pedagogia: Centro Universitário Internacional (UNINTER) Curitiba. Pesquisador no Projeto de Iniciação Cientifica (UNINTER). 4 Graduando em Pedagogia: Centro Universitário Internacional (UNINTER) Curitiba. Pesquisador no Projeto de Iniciação Cientifica (UNINTER). Estagiário no Colégio Internacional de Curitiba Curitiba. ISSN

2 23269 Palavras-chave: Formação inicial docente. Inovação. Educação superior. Introdução A utilização das tecnologias modifica, de maneira intensa, o panorama da educação e, em especial, o da Educação Básica. Afinal, parece consensual que atualmente para considerar a ideia da educação com qualidade é fundamental pensar na capacidade de inovar e criar meios de apoio para que alunos e professores tornem-se mais criativos e críticos. Deste modo, o que mudou a partir dos pilares apontados por Delors (1999) para o século XXI, o aprender a conhecer, a fazer, a aprender junto e a ser? Independentemente das alterações e mudanças havidas, percebe-se a emergência de uma nova fase: já não basta aprender a conhecer, aprender a fazer, aprender a viver juntos e aprender a ser; é necessário aprender bem (DEMO, 2009) para saber conhecer, fazer e interagir com qualidade. Assim, são as práticas educativas que, em si mesmas, necessitam serem revistas nos aspectos das suas abordagens didáticas, epistemológicas e curriculares. Nesta linha, pode-se utilizar o conceito de nativos digitais trazido por Prensky (2001), afinal, grande parcela da atual geração de alunos da Educação Básica está grandemente envolvida com as tecnologias apontadas, antes mesmo da entrada para a escola, vivendo em sistemas de atividades distintas e não tem que reaprender nada para viver vidas de imersão digital, afinal começaram a aprender nesta linguagem e só conhecem o mundo informatizado (PALFREY, GASSER, 2011, p.14). Portanto, como os professores podem desenvolver a capacidade de atuar neste século XXI? Perante tal questionamento, o presente estudo tem como objetivo analisar um fragmento dos dados coletados em uma pesquisa do grupo de pesquisa sobre Novas Tecnologias de Ensino e Aprendizagem sobre como os professores devem aprender para trabalhar com processos pedagógicos inovadores, em acordo com as caraterísticas da realidade onde atuam. Para tanto, toma-se como base as indicações das tendências educacionais relatadas, dentre outros estudos, pelo report Innovating Language Education (ADAMS BECKER, RODRIGUEZ, ESTRADA, 2016), o qual indica que é preciso pensar em abordagens para atender às demandas da aprendizagem do nativo digital, discorrer-se-á sobre as perspectivas dos alunos de um curso de licenciatura, ou seja, futuros professores, a respeito do objetivo proposto.

3 23270 Base inovadora na Formação Inicial Docente Segundo Barreto (2014), a educação como um todo, em especial o trabalho docente, este em constante reconfiguração, rompendo com sua forma histórica tradicional e fazendo frente a novos desafios. Neste movimento, a utilização de recursos tecnológicos tem sido apontada como elemento definidor dos atuais discursos na Educação Superior, ganhando formação em cursos de formação do profissional que pensa a Educação, ou seja, nas Licenciaturas. Surge, assim, a necessidade de se pensar em um novo paradigma na educação, mudanças que possam provocar transformações de atitudes, de práticas e de contextos. É importante ressaltar, portanto, que na atualidade exige-se que as instituições educacionais desenvolvam um conjunto de atividades que venham a apoiar o desenvolvimento de habilidades diferentes das enfatizadas na pedagogia no século passado, as de reprodução. Hoje, a questão da qualidade está bastante atrelada ao destaque que tais cursos dão para o protagonismo dos alunos, futuros professores, das suas capacidades para enfrentar os desafios, assumido os elementos práticos e teóricos e entendendo que, apesar dos aspectos de ordem técnica não serem desconsiderados, dinamizar uma atividade pode ser pensar um espaço de produção de saberes, de educar por meio dos saberes das novas gerações. Assim, as características sociais aqui relatadas impulsionam o surgimento de mudanças no panorama da formação do professor de forma a tentar garantir a qualidade da prática pedagógica na Educação Superior, para esta nova realidade que floresce, alterando a relação entre o professor em formação e o seu futuro trabalho na escola (TARDIF, 2011). Ao falar de inovação no panorama de formação de professor dentro de um curso de Licenciatura, deve pensar-se que a mesma visa à otimização na articulação dos fatores como colaboração, autonomia, interatividade, reflexividade e contextualização perante uma realidade que implica (DONDI, 2003): (a) o aumento da população de alunos jovens e de adultos neste nível de ensino; (b) a questão social e cultural diferenciada; (c) as mudanças de modelos de aprendizagem; (d) as atitudes face às tecnologias, as novas formas e modelos de comunicação e as redes interorganizativas. É preciso investir, principalmente, na apropriação de conhecimentos, linguagens e tecnologias pelos professores no sentido de que estes possam utilizar novas estruturas de acordo com o desenvolvimento de novas habilidades dos alunos (BRITO, 2011).

4 23271 No entanto, é importante definir os princípios básicos que devem orientar o uso das tecnologias no ensino, chamando a atenção para a transformação da educação, envolvendo a rápida evolução de ambientes de aprendizagem para repensar quais habilidades e competências são necessárias desenvolver para os professores em uma sociedade do conhecimento interativo e cada dia mais complexo. Perante a formação do docente que vai atuar na Educação Básica, torna-se ainda mais necessária a reflexão sobre a proximidade das experiências que servem como referências para os programas formativos a ponto de ser relacionada com a medição desse processo como garantia de uma boa orientação de projetos inovadores (NETO, TREVISANI, 2015). Design Metodológico O tema do estudo surgiu durante as discussões de um grupo de pesquisa a cunho de Iniciação Cientifica de um Centro Universitário no Paraná, nas quais percebeu-se que os professores sabem usar o computador, mas que ainda existe uma lacuna em saber usá-lo em sala de aula, com os alunos, de forma pedagógica. E apesar das leituras realizadas indicarem que os alunos da educação básica podem aprender mais e de forma mais intensa e contextualizada com abordagens inovadoras, ainda restou uma pergunta: o que e como os professores devem aprender para trabalhar com processos pedagógicos inovadores? Neste sentido, com uma abordagem qualitativa de investigação, foi organizado um estudo com o objetivo de analisar as perspectivas de 20 alunos de um curso de Licenciatura Pedagogia no período do ano letivo de 2016, referentemente a tal nova abordagem no ensino, seguindo os seguintes passos metodológicos: (i) (re) visita bibliográfica sobre o conceito da aplicação pedagógica das TIC, voltando às atenções para a mesma em contexto da formação inicial dos professores; (ii) elaboração de aplicação de atividades inovadoras durante as aulas da Disciplina de Ciência, Educação e Tecnologia do curso de Pedagogia; (iii) após a atividade, elaboração de entrevistas individuais com dez questões semiestruturadas sobre o que acreditam ser mesmo importante nos quesitos inovação, tecnologia e prática docente.

5 23272 Apresentação e análise dos resultados Durante a pesquisa ficou destacada a perspectiva sobre o que é o inovar para os participantes da pesquisa. Para eles, é extremamente relevante que o planejamento docente leve em consideração as situações que possa facilitar o aprender dos alunos. E se inovar é a melhoria da qualidade das nossas atividades diárias, inovar na educação pode ser considerada a retomada abordagens buscando promover uma abertura para quatro ações específicas: a dinamização, a superação, a colaboração e a organização, bases estas que servem para a pesquisa e a reflexão conectadas ao conhecimento científico, atitudes e convicções, conforme descrito na figura1. Figura 1. Categorias dos três passos metodológicos DinamizAÇÃO SuperAÇÃO AÇÃO ColaboraçAÇÃO OrganizaçÃO Fonte: Os autores. E como essas quatro ações podem suportar como base uma inovação pedagógica durante as atividades formativas dos novos professores? O planejamento, segundo os participantes, é o centro da inovação em prol de uma ação contextualizada, do que e como deve ser ensinado é fundamentalmente o primeiro passo para que se haja uma concreta construção de conhecimentos, sendo tal fato considerado por dinamização, agora mais coerente com as especificidades dos alunos e professores. O prévio preparo é o meio norteador da prática do professor, onde o docente poderá se basear, construir seus objetivos, auto avaliar os processos e resultados. Afinal, os conteúdos não valem por si só, isolados de um contexto de sentido e de um sujeito que os apreende (NÓVOA, 2007, p. 30). Entende-se então que o pensar sobre o que deve ser ensinado deve estar

6 23273 envolto na atualidade e contextualizado com o cotidiano, para que o estudo se resulte em uma aprendizagem reflexiva. Durante a revisão de literatura expressões como: motivação, desafios, estratégias, raciocínio e soluções de problemas apareceram com bastante constância, fazendo parecer que seria até divertido constituir a aplicação de conteúdos com a abordagem tão inovadora como inserção de robôs e games (participante 2). Contudo, logo após o início do segundo passo do estudo, chega-se à conclusão que o termo que deve ser incluído é: organização. Na fase das entrevistas, percebeu-se que ser um professor inovador é ser, certamente, um professor organizado, dentre tantos, nos seguintes aspectos: filtragem de informações, as quais chegam de forma avassaladora de todos os meios; estabelecimento de regras, as quais são cobradas nas avaliações e sendo as mesmas progressivas, exigem muita atenção e concentração; classificação dos materiais, os quais devem ser adequados e motivadores em cada etapa da aprendizagem, ou seja, do jogo. Contudo, a grande vantagem desta organização foi vista durante a análise dos questionários aplicados aos futuros licenciados. Os mesmos acreditam que trabalhar de forma inovadora não é mais fácil como se parece, mas é mais compensador, pois pode-se ver o conteúdo de forma mais detalhada, a compreensão do aluno pode ser mais profunda (participante 3). Afinal, mesmos acreditam que tudo que vemos, que fazemos pode ser ver numa visão de jogo, afinal sempre tentamos superar limites, resolver problemas e, por que não, ganhar algo (participante 9). O fato curioso é que os futuros licenciados consideram que é relevante a bibliografia sobre a temática, na sua maior parte, ter sido escrita por investigadores das áreas de Design ou Tecnologia da Informação/Computação, os alunos de Pedagogia não pareceram intimidados com as questões técnicas: seria perfeito, em um mundo ideal que soubéssemos trabalhar com programação, eu quero aprender, mas se não conseguir, podemos trabalhar colaborativamente com um programador, com um engenheiro, com um designer, não é proposta do século XXI trabalharmos em conjunto? (participante 8). Neste sentido, também teve a perspectiva de inovação não só com o uso de tecnologias digitais, mas também com o uso de materiais reciclados ou dos já existentes na escola, se eu não conseguir programar, eu gamifico com materiais reciclados, como garrafas, questões de livros, grandes desenhos com giz no pátio da escola (participante 7). Sobre as áreas do conhecimento que podem ter apresentação de conteúdos com tais atividades, as perspectivas não estão sobre uma específica, citações como equações do 2º grau,

7 23274 histórias infantis, cadeia alimentar foram citadas como exemplos que todas as áreas podem, porque a preocupação é como a informação será ofertada para o aluno, de forma organizada e motivadora e que desperte a criatividade, o raciocínio lógico, a colaboração, transformando-a em conhecimento. Considerações Por meio deste procedimento de investigação foi possível confirmar que a perspectiva de aplicação de propostas que visem a interatividade, a sustentabilidade, a colaboração e o protagonismo em ambiente de formação de professores pode atuar como um elemento inspirador, pois sua utilização pode contribuir na criação de um ambiente ímpar de aprendizagem, com a eficácia na diminuição da retenção de atenção do formando. Estes ambientes interagem com emoções e desejos dos usuários (neste caso, os alunos), e assim, tornam-se eficazes para o engajamento do indivíduo, pois pode ser possível alinhar os objetivos dos conteúdos propostos pelos professores com as motivações dos alunos. Por meio dos dados descritos e analisados, foi possível perceber um processo inovador, tomando como exemplo a gamificação na perspectiva educacional, demonstrado na figura 2. Notou-se, entre vários aspectos, o incentivo às práticas educacionais que promovam a utilização de tecnologias educacionais e recursos pedagógicos apropriados ao processo de aprendizagem, podendo considerar como uma base de apoio perante o que e como os professores devem aprender para trabalhar de forma inovadora, vislumbrando uma aprendizagem mais reflexiva, contextualizada e significativa. Figura 2. Possibilidade de processo inovador Fonte: Os autores.

8 23275 Neste cenário exposto, portanto, pode afirmar que a formação inicial de professores deve e pode ser um ambiente para e com reflexão, com recursos que apoiem a realização de um confronto com situações de indecisão e superação da mesma, singularidade e conflito e com o apoio de um formador não só programador, mas que entenda e consiga passar a necessidade de uma relação mediada pelo diálogo. Trata-se de um percurso de aprendizagem. Entretanto, o objetivo na sociedade do conhecimento é, certamente, estimular o pensamento crítico, permitindo a superação do discurso singular, respeitando o seu contexto de vivência e suas experiências anteriores para estimular a reflexão em prol da orientação em busca do desenvolvimento de soluções para dilemas concretos por meio de exercícios de argumentação e reflexão crítica. REFERÊNCIAS ADAMS BECKER, Samantha, RODRIGUEZ, Jose, ESTRADA, Veronica. Innovating language education: an NMC horizon project strategic brief. Volume 3.1, February Austin, Texas: The New Media Consortium, ALVES, Maria Aparecida Oliveira; SOUSA, Edilândia Carvalho. A Dinâmica da avaliação escolar na construção de novos encaminhamentos metodológicos para a promoção da aprendizagem. Id on Line Revista de Psicologia, v. 9, n. 28, p , BARRETO, Raquel. Tecnologia e educação: trabalho e formação docente. Revista Educação e Sociedade, Campinas, v. 25, n. 89, p , DELORS, Jacques. Um tesouro a descobrir. UNESCO. São Paulo: Cortez Editora, DEMO, Pedro. Educação hoje: novas tecnologias, pressões e oportunidades. São Paulo: ATLAS, DONDI, Claudio. La introducción de la enseñanza abierta y a distancia y de los entornos virtuales de aprendizaje en el contexto de la universidad convencional: una perspectiva institucional. Em: FRUTOS, Mario Barajas (org.). La tecnologia educativa em la enseñanza superior. España: McGrawHill, NETO, Amaury, SILVA, Alan Pedro, BITTECONCOURT, Ig Ibert. Uma análise da utilização de técnicas de gamificação como estratégia didática no aprendizado dos alunos. CBIE- LACLO. Anais do XXVI Simpósio Brasileiro de Informática na Educação. SBIE, NÓVOA, António. O regresso dos professores. Em: Conferência desenvolvimento profissional de professores para a qualidade e para a equidade da aprendizagem ao longo da vida. Lisboa, 2007.

9 23276 PALFREY, John, GASSER, Urs. Nascidos na era digital: entendendo a primeira geração dos nativos digitais. Porto Alegre: Artmed, PRENSKY, Mark. Digital natives, digital immigrants. MCB University Press (5). Disponível em: < Acesso em: 25 mar TARDIF, Maurice. Saberes docentes e formação profissional. 12 ed. Petropolis: Vozes, 2011.

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