Síntese e Resultados. III Conferência das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres Março de 2015, Sendai, Japão

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1 Síntese e Resultados III Conferência das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres Março de 2015, Sendai, Japão

2 Resultados & Avanços

3 Resultados Implementaçao de Hyogo revista e avaliada* Experiência considerável adquirida por meio de planos, estratégias e instituições nacionais e regionais Adoção do Marco de Sendai para a Redução do Risco de Desastres acordado pela Declaração de Sendai Identificação de modalidades de cooperação baseada nos compromissos Determinação das ferramentas de revisão periódica da implementação * Marco de Aççao de Hyogo:

4 185 NÚMEROS CHAVE Estados Membros 50,000 6,000 Visitantes no Fórum Público Delegados registrados Sessões Oficiais Chefes de Estado e Governo & Vice Presidentes 340 Eventos paralelos 350+ Reuniões bilaterais 49 OIGs 300+ Empresas 280+ Local Governments 38 órgãos da ONU 780 Repórteres 188 ONGs Equipe local e voluntários 325,000 tweets 3,000+ usuários da caixa virtal da conferência, salvando documentos equivalentes e 124 árvores

5 Eu estive em muitas reuniões internacionais, mas esta é a mais acessível entre aquelas que não têm como público especifico pessoas portadoras de deficiências - Sonia Margarita Villacres, Federação Mundial de Surdo-Mudos

6 Marco de Sendai para a Redução do Risco de Desastres

7 Marco de SENDAI Escopo e Objetivo 7 Metas Globais 4 Prioridades de Ação 1 Resultado 1 Objetivo Esperado 13 Princípios Orientadores 4 em níveis Local, Nacional, Regional e Global Papel das Partes Interessadas Cooperação Internacional e Parcerias Globais

8 Inovações Mudança de foco: reduzir riscos de desastres e não mais perdas por desastres Da gestão de desastre para gestão do risco de desastre Mudança de o que fazer? para como fazer? Foco em abordagem de RRD centrada nas pessoas Responsabilidade primordial dos Estados para a RRD Responsabilidade para a RRD compartilhada com partes interessadas Escopo inclui ameaças extensivas, tecnológicas e biológicas Conjunto de metas globais Conjunto de princípios orientadores

9 Inovações Articulação de governança para gerir risco de desastre, inclusive o papel das plataformas nacionais; Compreender e abordar fatores criadores de risco; Preparação para reconstruir melhor ; Prestação de contas para a gestão do risco fortalecida; Reconhecimento das partes interessadas e seus papéis; Mobilização de investimentos sensíveis ao risco; Resiliência dos sistemas de saúde, patrimônios culturais e lugares de trabalho

10 Escopo Inclui ameaças de pequena escala, biológicas e tecnológicas (criadas pelo homem) ao escopo do Marco O presente marco se aplica aos riscos de pequena e grande escala, frequentes e infrequentes, súbitos e lentos, de causa natural ou humana, bem como aos riscos e perigos ambientais, tecnológicos e biológicos. Ele tem como objetivo orientar a gestão do risco de desastres para vários perigos no desenvolvimento em todos os níveis, nos âmbitos intra- e interssetorial. (paragráfo 15)

11 Escopo (continuação) Aumenta o escopo da ação sobre a recuperação, rehabilitação e reconstrução Enquanto a prioridade de Ação 5 do Marco de Ação de Hyogo demandava Fortalecer a preparação em desastres para uma resposta eficaz em todos os níveis O Marco de Sendai foca em Melhorar a preparação para desastres a fim de providenciar uma resposta eficaz e para Reconstruir Melhor em recuperação, reabilitação e reconstrução

12 Resultado Esperado Foco no risco de desastres além do foco do MAH em perdas relacionadas aos desastres Foco nos meios de vida, saúde e bens físicos e culturais, além da proteção da vida e bens sociais econômicos e ambientais Redução substancial nos riscos de desastres e nas perdas de vidas, meios de subsistência e saúde, bem como de ativos econômicos, físicos, sociais, culturais e ambientais de pessoas, empresas, comunidades e países (paragráfo 16)

13 Objetivo Foco na prevenção de novos riscos, reduzindo os existentes ao mesmo tempo fortalecendo a resiliência Clama por medidas diversas no sentido de prevenir e reduzir a exposição a ameaças e vulnerabilidades, aumentar a preparação e a recuperação Prevenir novos riscos e reduzir o risco de desastres existente, implementando medidas econômicas, estruturais, jurídicas, sociais, de saúde, culturais, educacionais, ambientais, tecnológicas, políticas e institucionais integradas e inclusivas que previnam e reduzam a exposição a perigos e a vulnerabilidade a desastres, aumentar a preparação para resposta e recuperação, e, assim, aumentar a resiliência (paragráfo 17)

14 Reduzir Aumentar 7 METAS GLOBAIS Mortalidade/ população global média de << media Pessoas afetadas/ população global média de << media Países com estratégias nacionais e locais de RRD Número 2020 >> Número 2015 Cooperação Internacional Perdas econômicas/ para países em desenvolvimento PIB global Disponibilidade e acesso Resultado 2030 << Resultado 2015 Danos à infraestrutura crítica & interrupção de serviços básicos Valores 2030 << Valores 2015 Valores de 2030 >> Valores de 2015 a sistemas de alerta precoce multiameaças & informação e avaliações sobre risco de desastre Valores de 2030 >> Valores de 2015

15 13 PRINCÍPIOS ORIENTADORES Responsabilidade pela RRD Responsabilidade primordial dos Estados Responsabilidade compartilhada com demais atores Engajamento Toda a sociedade Todas as instituições estatais Empoderamento dos governos locais Abordagem Atenção aos Direitos Humanos Relacionamento entre RRD e Desenvolvimento Multiriscos e inclusiva Expressão local dos riscos Ação pós-desatre e abordagem dos fatores subjacentes do risco Reconstruir melhor Parcerias Cooperação Internacional e parcerias globais Apoio aos países em desenvolvimento

16 Princípios Orientadores destacados Responsabilidade primordial dos Etados para prevenir e reduzir o risco de desastre, inclusive por meio da cooperação; Responsabilidade compartilhada entre autoridades, setores e partes interessadas centrais e locais; Proteção de pessoas e seus bens enquanto promove e protégé Direitos Humanos inclusive o direito ao desenvolvimento; Engajamento de toda a sociedade; Pleno engajamento de todas as instituições estatais do Executivo e do Legislativo, em âmbito nacional e local; Coerência de políticas, planos, práticas e mecanismos entre os diferentes setres e agendas;

17 Prioridade 2 Fortalecimento da governança para gerenciar o risco de desastres Governança do risco de desastre em âmbito nacional, regional e global é de grande importância para uma gestão do risco eficiente e efetiva Prioridade 3 Investir na redução do risco de desastres para a resiliência O investimento público e privado na prevenção e na redução de riscos de desastres é essencial para melhorar a resiliência econômica, social, cultural e de saúde de pessoas, comunidades, países e ativos, bem como do meio ambiente. Prioridade 4 Melhorar a preparação a fim de ter uma resposta eficaz e Reconstruir Melhor em recuperação, reabilitação e reconstrução Fortalecer e preparação para a resposta, recuperação, rehabilitação e reconstrução é fator crucial para reconstrir melhor Dimensão regional e global As políticas e práticas para a gestão do risco de desastres devem ser baseadas em uma compreensão clara do risco em todas as suas dimensões de vulnerabilidade, capacidade, exposição de pessoas e bens, características dos perigos e meio ambiente Dimensão nacional e local 4 PRIORIDADES DE AÇÃO Prioridade 1 Compreensão do risco de desastres

18 Papel das partes interessadas Mudança de foco: partes interessadas deixam de ser consideradas vítimas e vulneráveis e passam a ser vistas como agentes de mudança com foco no seu empoderamento e inclusão Inclui engajamento e compromissos voluntários de povos indígenas e populações tradicionais Foco específico em: Sociedade civil, voluntários e organizações comunitárias Academia, redes e instituições científica e de pesquisa Empresas, associações profissionais e instituições de financiamento privado Mídia Parlamentares

19 Meios de implementação Acesso dos países em desenvolvimento a financiamento, inovação, conhecimento e compartilhamento de informação Compartilhar know-how, pesquisa e inovação Inclusão da RRD na assistência bilateral e multilateral Mobilizar as Nações Unidas, o Banco Mundial e o UNISDR Engajamento & apoio do Pacto Global, da União Parlamentar Internacional e da organização Cidades Unidas e Governos Locais ICLEI Aumentar financiamento da ONU Grupo de trabalho contínuo sobre indicadores para também revisar e atualizar terminologia de RRD Mecanismos de monitoramento global, por meio de contribuições das Plataformas regionais e Global

20 MONITORAMENTO Global Regional Revisão global alinhada ao ECOSOC, Forum Politico de Alto Nível & Revisão Quadrienal de Revisão por Plataformas Políticas Grupo de Trabalho intergovernmental para desenvolver indicadores globais Nacional Local UNISDR deve medir linha de base das metas globais regionais, sub-regionais & Global Relatórios nacionais e locais a serem revistos pelas plataformas regionais, sub-regionais & Global debates públicos sobre progresso de planos nacional e locais Compromissos Voluntários UNISDR deve atualizar monitoramento do MAH Planos e estratégias nacionais de RRD com metas, indicadores Implementação dos compromissos a ser monitorada nacionalmente & por plataformas regional, sub-regional & Global Partes interessadas apresentam declaração de compromissos & implementação UNISDR mantém registro de compromissos

21 Acompanhamento

22 Pela Assembleia Geral da ONU Endosso do Marco de Sendai Estabelecimento de grupo de trabalho inter-governmental para desenvolver indicadores e terminologia (maio 2015) Iniciar trabalho do grupo de trabalho inter-governmental para desenvolver indicadores e terminologia (Setembro 2015) Definir revisão periódica do Marco de Sendai periodic review alinhada ao ECOSOC e demais reuniões e contribuir com trabalho das Plataformas regionais e Global (Dezembro 2015)

23 Pelos Estados Indicar pontos focais nacionais Nomear especialistas para grupo de trabalho para desenvolver indicadores e terminologia Atualizar informação de riscos para ameaças biológicas e tecnológicas Atualizar planos e estratégias de RRD nacional e locais Reportar estado de implementação dos planos Identificar linhas de base e determiner metas para riscos e ações de RRD Revisar e atalizar legislação nacional relevante Promover plataformas locais de RRD Promover coerência entre acordos

24 Pelas partes interessadas Apoiar desenvolvimento de guia de implementação Implementar os mais de 200 compromissos realizados Integrar Marco em seu trabalho Apoiar Estados na sua implementação Apoiar processo inter-governamental para atualizar terminologia de RRD Promover coerência através da participação em conferências Preparar para a Plataforma Global e Regional de 2017

25 Pela ONU Atualizar o Plano de Ação das Nações para RRD e Resiliência Promover coerência através de acordos e conferências (ex. Financamento para o Desenvolvimento; reunião de Cúpua sobre agenda de desenvolvimento pós-2015; UNFCCC COP21, Cúpula Mundial Humanitária, & Habitat 3) Apoiar os Estados na implementação por meio do seus respectivs mandatos e escopos

26 Pelo UNISDR Implementar atividades conforme estabelecido no Marco de Sendai Participar do trabalho do grupo de especialistas em indcadores de desenvolvimento sustentável Liderar revisão do Plano de Ação das Nações Unidas para a RRD e a Resiliência Atualizar Sistema de monitoramento do MAH Manter inventório de compromissos Preparar próximo ciclo de Plataformas regionais e global Definir estratégia de cinco anos e plano de trabalho de dois anos

27

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