Laboratório de Análise e Tratamento de Imagens de Satélites LATIS (*)

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1 Laboratório de Análise e Tratamento de Imagens de Satélites LATIS (*) RELATÓRIO SOBRE O MAPEAMENTO ADICIONAL DE AGROPECUÁRIA ÁREA COMPREENDIDA POR 18 MUNICÍPIOS DA ÁREA LIVRE DE AFTOSA DO PARÁ REALIZADO EM 2011 COM REFERÊNCIA A 2010 Demanda do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Brasília, DF Agosto de 2011 (*) Eixo Monumental, Via S1 Campus do INMET, Edifício Sampaio Ferraz Brasília DF Tel: (061) Responsabilidade técnica

2 O mapeamento de áreas de agropecuária está sob a responsabilidade do Laboratório de Análise e Tratamento de Imagens de Satélites LATIS com recursos humanos, materiais e financeiros da Companhia Nacional de Abastecimento Conab, do Instituto Nacional de Meteorologia INMET e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - MAPA. Fontes: Fundação Nacional do Índio FUNAI Mapas de Terras Indígenas (2009) Ministério do Meio Ambiente MMA Mapas de Unidades de Conservação (2011) Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística IBGE Dados de produção (2010) e mapas de municípios (2007) Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais INPE Imagens de satélites (2010)

3 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO OBJETIVO LOCALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA MONITORADA Bioma Amazônia O Estado do Pará Área Mapeada em 2011 com referência a METODOLOGIA RESULTADOS Anapu Brejo Grande do Araguaia Canaã dos Carajás Curionópolis Itupiranga Novo Repartimento Pacajá Palestina do Pará Parauapebas Piçarra São Domingos do Araguaia São Geraldo do Araguaia São João do Araguaia Sapucaia Senador José Porfírio Tucuruí Vitória do Xingu Xinguara CONSIDERAÇÕES FINAIS BIBLIOGRAFIA Anexo Tabela completa dos 33 município mapeados até 2010.

4 1. INTRODUÇÃO Dando continuidade ao Programa Boi Guardião criado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), o LATIS tem realizado avaliações e acompanhamentos de ocupação da pecuária no estado do Pará. O presente relatório apresenta os resultados de uma nova área mapeada no primeiro semestre de 2011 contendo 18 municípios: Anapu, Brejo Grande do Araguaia, Canaã dos Carajás, Curionópolis, Itupiranga, Novo Repartimento, Pacajá, Palestina do Pará, Sapucaia, Parauapebas, Piçarra, São Domingos do Araguaia, São Geraldo do Araguaia, São João do Araguaia, Senador José Porfírio, Tucuruí, Vitória do Xingu e Xinguara. 2. OBJETIVO O principal objetivo é retratar a ocupação atual e monitorar anualmente, por meio de mapeamentos, os avanços de áreas de pastagens propiciando um melhor direcionamento nas auditorias dos órgãos competentes nas áreas mais críticas em termos de expansão das áreas de pecuária. 3. LOCALIZAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DA ÁREA MONITORADA 3.1 Bioma Amazônia A área mapeada está situada no bioma Amazônia, mais precisamente nas mesorregiões Sudeste e Sudoeste do Pará (IBGE, 2007) (Figura 1). O bioma amazônico abrange uma área de Km 2, ocupando a totalidade de cinco unidades da federação (Acre, Amapá, Amazonas, Pará e Roraima), grande parte de Rondônia (98,8%), mais da metade de Mato Grosso (54%), além de parte de Maranhão (34%) e Tocantins (9%) (IBGE, 2004). Nesse Bioma vive uma população de aproximadamente 20 milhões de habitantes, dos quais 60% vivem em áreas urbanas. É composto por grandes extensões de florestas ombrófilas densa e aberta, capinaranas, zonas de contato e savanas (MMA, 2007). A área mapeada neste presente relatório está localizada no leste do Bioma Amazônia onde 6 municípios são banhados pelo Rio Araguaia e 3 são banhados pelo rio Xingu. 1

5 Figura 1 - Bioma Amazônia e a área mapeada no primeiro semestre de 2011 com referência a O Estado do Pará O estado do Pará ocupa Km 2, o que representa 14,65% do território brasileiro (IBGE, 2009), onde vivem cerca de 7,6 milhões de habitantes (IBGE, 2010). A economia do Pará tem como base o extrativismo mineral (ferro, bauxita, manganês, calcário, ouro, estanho), vegetal (madeira), a agricultura, a pecuária, a indústria e o turismo (Portal do Governo do Estado do Pará, 2009). A mineração é atividade preponderante na região sudeste do estado, sendo Parauapebas o principal município produtor. A pecuária conta com um rebanho calculado em mais de 14 milhões de cabeças de bovinos e está presente principalmente no sudeste do estado, sendo que a agricultura é mais intensa na região nordeste (Portal do Governo do Estado do Pará, 2009). A atividade industrial concentra-se na região metropolitana de Belém, encabeçada pelos distritos industriais de Icoaraci e Ananindeua, e nos municípios de Marabá e Barcarena. Além disso, a indústria madeireira destaca-se como forte ramo da economia paraense (Portal do Governo do Estado do Pará, 2009) Área Mapeada em 2011 com referência a 2010 Os 18 municípios que compõem a área mapeada (Figura 2) abrangem hectares sendo que o rebanho na região atinge, aproximadamente, cabeças (IBGE, 2009). Os municípios mapeados estão dentro da área livre de aftosa, constituída de 44 municípios, segundo a Agência de Defesa Agropecuária do Pará (ADEPARA). 2

6 Figura 2 Localização da área mapeada no primeiro semestre de 2011 com referência a METODOLOGIA A primeira etapa do trabalho foi a obtenção de imagens de satélites (INPE, 2010) em períodos de pouca cobertura de nuvens e de boa qualidade. Foram utilizadas 10 imagens do satélite Landsat5 (TM) do período de julho a outubro de 2010 (223/64 e /65; 224/62, 63, 64 e /65; 225/62, 63 e 64; 226/62), exceção para as cenas 225/62, 63 e 226/62 que são de 2008 porque no banco de imagens do INPE não foram encontradas essas imagens sem nuvens em 2010 e em Após a montagem do acervo das imagens as mesmas foram processadas a fim de ajustá-las de modo que ficassem corretamente posicionadas em relação aos municípios. Foi adotada como base territorial a malha municipal do IBGE de A segunda etapa consistiu no processamento das imagens com a utilização da técnica de segmentação, que consiste em dividir a imagem em regiões de interesse que dizem respeito ao mesmo conteúdo e aplicação. Nesse caso, isolou-se os pixeis que representavam as pastagens. Esse processamento foi a metodologia mais rápida encontrada para agilizar o trabalho de mapeamento das pastagens. Após essa fase os polígonos foram refinados, com a edição dos mesmos, utilizando a interpretação visual das imagens. Esses polígonos foram editados nas áreas de pasto que não foram detectadas pela segmentação ou onde a segmentação delimitou áreas de florestas. Os 3

7 polígonos permitem calcular a área em qualquer unidade territorial: por estado, por município e mesmo para regiões de menor extensão. O mapeamento foi executado na escala de 1: que possibilita a identificação de áreas de agropecuária a partir de 1 hectare. Os mapas e imagens foram trabalhados e gerados no Sistema de Coordenadas Geográficas e Datum WGS84. Os resultados foram produzidos em forma de mapas e tabelas. O material produzido deverá ser repassado, pelo MAPA ao Governo do Pará, que deverá realizar a verificação, in loco, a fim de decidir sobre a liberação da Guia de Trânsito de Animais (GTA). 5. RESULTADOS Os principais produtos gerados no presente mapeamento foram: a) mapa com dados gerais dos municípios; b) mapas municipais com a delimitação poligonal de todas as áreas de agropecuária em 2010; c) tabelas de dados gerais dos municípios e de áreas de pecuária em 2010, também por município. Os mapas, os relatórios, e as tabelas encontram-se disponíveis em formatos digitais: KML (GoogleEarth), editor de texto, e planilhas. O formato KML tem por finalidade auxiliar na identificação e chegada às áreas ocupadas em 2010 utilizando os recursos do Google Earth (Figura 3). Os arquivos KML disponibilizam, para cada município, os dados relativos à área territorial, à área total de agropecuária em 2010 e à área não ocupada. O trabalho foi segmentado por município cujos resultados são mostrados a seguir. Figura 3 Mapas em formato KML visualizados sobre o GoogleEarth. 4

8 5.1. Anapu O município abrange uma extensão territorial de hectares, sendo que ha estavam ocupados com agropecuária até o segundo semestre de % desta área são de uso agrícola e 96 % são pastagens. (Figura 4). Figura 4 - Área de agropecuária em 2010 no município de Anapu 5

9 5.2. Brejo Grande do Araguaia O município tem uma extensão territorial de hectares dos quais ha estavam ocupados com agropecuária até o segundo semestre de Desses apenas 2,3% são utilizados para fins agrícolas e 97,7 % para pastagens. (Figura 5). Figura 5 - Área de agropecuária em 2010 no município de Brejo Grande do Araguaia 6

10 5.3. Canaã dos Carajás O município abrange uma extensão territorial de hectares, sendo que ha estavam ocupados com agropecuária até o segundo semestre de Desta área apenas 2 % são de uso agrícola e 98 % são pastagens. (Figura 6). Figura 6 - Área de agropecuária em 2010 no município de Canaã dos Carajás 7

11 5.4. Curionópolis Com uma extensão territorial de hectares, até o segundo semestre de 2010 estavam ocupados ha com agropecuária. Desses, 1,6 % são empregados para fins agrícolas e 98,4% para pastos. (Figura 7). Figura 7 - Área de agropecuária em 2010 no município de Curionópolis 8

12 5.5. Itupiranga O município ocupa hectares em extensão territorial. Uma área de ha, até o segundo semestre de 2010, estavam sendo usados com agropecuária. Desta área 8,6% estão sendo utilizados para agricultura e 91,4% para pastagem. (Figura 8). Figura 8 - Área de agropecuária em 2010 no município de Itupiranga 9

13 5.6. Novo Repartimento Apresentando uma extensão territorial de hectares, Novo Repartimento ocupava com agropecuária uma área de ha. Dos quais 5,6% são de uso agrícola e 94,4% são de pastos. (Figura 9). Figura 9 - Área de agropecuária em 2010 no município de Novo Repartimento 10

14 5.7. Pacajá Com uma extensão territorial de hectares dos quais ha estavam ocupados com agropecuária até segundo semestre de Sendo que 4,8% são utilizados para fins agrícolas e 95,2% são áreas de pastagens. (Figura 10). Figura 10 - Área de agropecuária em 2010 no município de Pacajá 11

15 5.8. Palestina do Pará Palestina do Pará apresenta uma extensão territorial de hectares dos quais ha estavam ocupados com agropecuária até segundo semestre de Desses 3,1% são utilizados para fins agrícolas e 96,9% são áreas de pastagens. (Figura 11). Figura 11 - Área de agropecuária em 2010 no município de Palestina do Pará 12

16 5.9. Parauapebas Apresentando uma extensão territorial de hectares, Parauapebas ocupava com agropecuária, até o segundo semestre de 2010, uma área de ha. Dos quais 12,8% são de uso agrícola e 87,2% são de pastos. (Figura 12). Figura 12 - Área de agropecuária em 2010 no município de Parauapebas 13

17 5.10. Piçarra Com uma extensão territorial de hectares dos quais ha estavam ocupados com agropecuária até segundo semestre de Desses apenas 1,8% são utilizados para fins agrícolas e 98,2% são áreas de pastagens. (Figura 13). Figura 13 - Área de agropecuária em 2010 no município de Piçarra 14

18 5.11. São Domingos do Araguaia O município abrange uma extensão territorial de hectares, sendo que ha estavam ocupados com agropecuária até o segundo semestre de Desta área 8,1% são aproveitados para agricultura e 91,9% para pastagens. (Figura 14) Figura 14 - Área de agropecuária em 2010 no município de São Domingos do Araguaia 15

19 5.12. São Geraldo do Araguaia Com uma extensão territorial de hectares, até o segundo semestre de 2010, ha estavam ocupados com agropecuária. Desses, 5,2% são empregados para fins agrícolas e 94,8% para pastos. (Figura 15). Figura 15 - Área de agropecuária em 2010 no município de São Geraldo do Araguaia 16

20 5.13. São João do Araguaia O município ocupa hectares de extensão territorial, sendo que ha, até o segundo semestre de 2010, estavam sendo usados com agropecuária. Desta área 10,3% estão sendo utilizados para agricultura e 89,7% para pastagem. (Figura 16). Figura 16 - Área de agropecuária em 2010 no município de São João do Araguaia 17

21 5.14. Sapucaia Apresentando uma extensão territorial de hectares, até o segundo semestre de 2010, Sapucaia ocupava uma área de ha com agropecuária, dos quais só 0,9% é aproveitado para agricultura e 99,1% para pastos. (Figura 17). Figura 17 - Área de agropecuária em 2010 no município de Sapucaia 18

22 5.15. Senador José Porfírio Com uma extensão territorial de hectares, até o segundo semestre de 2010, ha estavam ocupados com agropecuária. Desses, 10,2 % são empregados para fins agrícolas e 89,8% para pastos (Figura 18). Figura 18 - Área de agropecuária em 2010 no município de Senador José Porfírio 19

23 5.16. Tucuruí O município abrange uma extensão territorial de hectares, sendo que ha estavam ocupados com agropecuária até o segundo semestre de Desta área 26,8% são utilizados para agricultura e 73,2% para pastagens (Figura 19). Figura 19 - Área de agropecuária em 2010 no município de Tucuruí 20

24 5.17. Vitória do Xingu Vitória do Xingu ocupa hectares de extensão territorial, sendo que ha, até o segundo semestre de 2010, estavam sendo usados com agropecuária, dos quais 4,4% estão sendo utilizado para agricultura e 95,6% para pastagem (Figura 20). Figura 20 - Área de agropecuária em 2010 no município de Vitória do Xingu 21

25 5.18. Xinguara Apresentando uma extensão territorial de hectares, Xinguara ocupava com agropecuária uma área de ha até o segundo semestre de 2010, dos quais apenas 1% é aproveitado para agricultura e 99% para pastos (Figura 21). Figura 21 - Área de agropecuária em 2010 no município de Xinguara 22

26 6. CONSIDERAÇÕES FINAIS A região mapeada, composta pelos 18 municípios, possui uma área territorial total de ha, desta área ha estavam ocupados com agropecuária em 2010, correspondendo a 29,4% de ocupação. A quase totalidade desta área é ocupada por pastagens, 95% são pastos e apenas 5% são de culturas (Tabela 1), tais como: milho, arroz, feijão, mandioca, canade-açúcar, cacau, banana, abacaxi, coco, café e pimenta do reino. Os 15 municípios mapeados em 2009 e 2010 possuem uma área territorial total de ha, ha estavam ocupados pela agropecuária, representando 29,3% de ocupação. Destes, 98% eram pastos e apenas 2% eram culturas agrícolas (LATIS, 2009; 2010). Comparando os números observa-se que, em termos relativos, 3% a menos de pastagens foram encontrados nos 18 municípios mapeados neste ano. Devido à metodologia utilizada, não foi possível separar áreas de agricultura de áreas de pastagens. Assim, para estimativa da área de pecuária optou-se por diminuir da área mapeada como agropecuária, as áreas de cultivos das principais culturas segundo dados do IBGE relativos à produção municipal de A densidade de bovinos na região é relativamente baixa: 0,70 cabeça/hectare (Tabela 2). Na área mapeada existem expressivas áreas especiais compostas de terras indígenas e de unidades de conservação. Com base em dados da FUNAI, as terras indígenas ocupam ha (Tabela 3) correspondendo a 22,2% de todo o território da área mapeada. Com base em informações do MMA (2011), as unidades de conservação ocupam ha (Tabela 3) entre áreas de proteção integral e áreas de uso sustentável, correspondendo a 8,5% da área mapeada. Tabela 1- Áreas de território, de culturas e de pecuária na área mapeada. 23

27 Tabela 2 - Densidade de bovinos. Tabela 3 Unidades de Conservação 24

28 A partir de agosto de 2011 será realizado o monitoramento nos 33 municípios mapeados até o momento. São os 15 municípios mapeados e monitorados em 2010 (LATIS, 2009; 2010) e os 18 municípios objeto do presente relatório. O monitoramento identificará as áreas onde tenha ocorrido avanço das áreas de agropecuária em 2011 comparadas ao mapeamento referente a Caso o Programa venha ter continuidade a partir de 2012, ele será executado por meio de dois segmentos: a) Mapeamentos novos em regiões ainda não monitoradas; b) Monitoramentos anuais para detecção de áreas de expansão de pastagens com base no mapeamento de novas áreas e no monitoramento do ano anterior. Para melhor aproveitamento da mão-de-obra e recursos computacionais do LATIS, estes dois segmentos devem ser executados em períodos distintos da seguinte forma: No período de janeiro a julho de cada ano, são realizados mapeamentos em regiões ainda não monitoradas, (segmento a), utilizando-se sempre imagens dos meses de maio a setembro do ano anterior. No período de agosto a dezembro de cada ano, são realizados os monitoramentos nas regiões já mapeadas para detecção de áreas de expansão, (segmento b), a partir de imagens coletadas de julho a outubro do ano corrente. A seqüência das atividades pertinentes a estes dois segmentos constam no cronograma a seguir. 25

29 7. BIBLIOGRAFIA INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Contagem da população Disponível em: < Acesso em 09 dez INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Malha Municipal Digital do Brasil Disponível em: < Acesso em 10 out INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Mapas de biomas do Brasil INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA (IBGE). Pecuária. Lavoura Permanente. Lavoura Temporária. IBGE, Disponível em: < Acesso em 25 jul INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS (INPE). Imagens do satélite Landsat 5. Disponível em: INPE, Acessos no 1º semestre de LABORATÓRIO DE ANÁLISE E TRATAMENTO DE IMAGENS DE SATÉLITES (LATIS). Relatório sobre o Mapeamento de Pastagens no Sudeste do Pará - Etapa 1 - Área Piloto de 6 Municípios. LATIS, LABORATÓRIO DE ANÁLISE E TRATAMENTO DE IMAGENS DE SATÉLITES (LATIS). Relatório sobre o Mapeamento de Pastagens no Sudeste do Pará - Etapa 2 - Área Complementar de 9 Municípios. LATIS, MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE (MMA). Unidades de Conservação. Disponível em: Acesso em 03 ago MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE (MMA). Uso e cobertura da terra na floresta amazônica: relatório final. MMA, Subprojeto 106/2004 do PROBIO. Disponível em: < Acesso em 15 nov PORTAL DO GOVERNO DO ESTADO DO PARÁ. Economia Disponível em: < Acesso em 15 de novembro de

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