Poluição de corpos d água

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1 Poluição de corpos d água Introdução Você sabe o que é poluição? Você já se perguntou como ainda existe vida em rios e lagos, mesmo depois de as cidades passarem tanto tempo despejando esgoto neles? Você consegue imaginar até quando o meio ambiente vai aguentar esta situação? Estes conteúdos serão discutidos ao longo desta leitura, e você ainda será capaz de compreender como são autorizados os lançamentos de efluentes em corpos hídricos e como ocorrem os processos naturais de equilíbrio do meio ambiente para assimilar estes despejos. Ao final desta aula, você será capaz de: identificar os tipos de poluição presentes nos corpos d água, avaliando o despejo lançado no ambiente; reconhecer a autodepuração de um corpo d água, inferindo a capacidade de estabilização dos despejos mediante ações naturais. Tipos de poluição A Política Nacional de Meio Ambiente, instituída pela Lei nº (BRASIL, 1981), estabeleceu o conceito de degradação da qualidade ambiental como uma alteração adversa das características do meio ambiente, sendo que a definição de poluição é dada como a degradação da qualidade ambiental resultante de atividades que: prejudicam a biota, a saúde, a segurança e/ou o bem-estar da população; criam condições adversas às atividades sociais e econômicas; ou afetam as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; e, lançam matérias ou energia em desacordo com os padrões ambientais estabelecidos. O terceiro tipo de poluição citado menciona o termo padrões ambientais estabelecidos, no entanto, estes padrões foram primeiramente expressos para a qualidade da água dos rios e, posteriormente, para os lançamentos. Neste contexto, a Política Nacional de Recursos Hídricos (BRASIL, 1997) estabeleceu o instrumento do enquadramento dos corpos hídricos, visando assegurar a qualidade das águas e diminuir os custos de combate à poluição. Em suma, este enquadramento é a definição da qualidade da água por meio de classes, indicando os limites máximos e/ou mínimos para os parâmetros físicos, químicos e biológicos

2 FIQUE ATENTO A organização jurídica brasileira possui estrutura piramidal, cuja respectiva ordem de relevância é: Constituição Federal; Leis Complementares; Leis; Decretos; e, Normas, Resoluções, Instruções Normativas e demais documentos oficiais. Quanto mais próximo da Constituição, mais ampla a legislação, e mais demorado o processo de alteração. Como os parâmetros ambientais evoluem muito rápido, eles precisam ser estabelecidos no âmbito de Resoluções, para ganhar agilidade nas atualizações. Atualmente, o instrumento legal que regulamenta as classes dos rios é a Resolução Conama nº 357/2005, que também estabelecia as diretrizes para o lançamento de efluentes nos corpos hídricos, até a publicação da Resolução Conama nº 430/2011. Causas frequentes Quando o ser humano faz uso da água para qualquer que seja a finalidade, ele acabada deteriorando a qualidade original e causando limitações nos seus usos (SARDINHA et al., 2008). A seguir, foram elencadas algumas das principais fontes de poluição dos corpos hídricos. Lançamento de efluentes Os efluentes são todos os despejos líquidos resultantes das atividades humanas. Neste sentido, quando falamos de esgoto doméstico, podemos pensar no despejo líquido que contém detergentes (surfactantes), óleos, graxas, gorduras, excretas humanas etc. Quando pensamos em efluentes industriais, podemos associar os componentes do esgoto doméstico acrescidos ainda de metais pesados, substâncias perigosas e demais agentes físicos, químicos e biológicos envolvidos nas atividades de cada indústria. FIQUE ATENTO Existem indústrias que utilizam a água apenas para realizar processos de resfriamento de equipamentos e caldeiras, porém, mesmo que a água não tenha sofrido transformações por processos químicos, a legislação impede que ela seja devolvida ao meio ambiente com uma temperatura que tenha uma diferença maior que 3 C em relação à temperatura atual do corpo receptor. A figura a seguir ilustra o lançamento de efluentes como um gerador de poluição

3 Figura 1 - Lançamento de efluentes como geradores de poluição Fonte: Elaborado pelo autor, Para prevenir a poluição dos corpos hídricos devido ao lançamento de efluentes, é necessário realizar estudos frequentes do corpo receptor, determinando a sua capacidade de recebimento. É preciso, também, tratar sempre os despejos antes de seu lançamento. Drenagem urbana Em um contexto geral, a drenagem urbana de águas pluviais deveria apenas encaminhar as águas das chuvas até os cursos naturais de água, como os rios. O aumento das áreas impermeáveis das cidades, o desmatamento, as atividades agropecuárias e a remoção da vegetação superficial, contudo, acabam impactando diretamente na quantidade e na qualidade da água das chuvas que são conduzidas

4 SAIBA MAIS Existem diversos municípios brasileiros que ainda não possuem sistemas de coleta e tratamento coletivos de esgoto por não possuírem recursos para implantá-los. Entretanto, possuem um sistema de drenagem urbana instalado nas vias. Neste cenário, existem soluções de sistemas públicos compartilhados que realizam o tratamento do esgoto e da drenagem conjuntamente, você pode verificar alguns destes sistemas neste link: /gesta.v1i Durante os períodos secos nas regiões urbanas, várias impurezas se acumulam na superfície do solo e, quando ocorrem as chuvas, estes materiais são transportados pela água, contaminando os rios. Figura 2 - Contaminação de rios pela drenagem urbana Fonte: Elaborado pelo autor, Ressalta-se que o maior impacto sofrido pelo ambiente ocorre nos primeiros minutos de precipitação, quando a chuva lava a maior parte dos poluentes, que chegam em elevada concentração. Autodepuração Essencialmente a autodepuração é um processo natural que existe em corpos hídricos, visando restabelecer o equilíbrio ecológico, ocorrendo principalmente por meio de microrganismos aeróbios que buscam a estabilidade das condições de vida no local (SARDINHA et al., 2008). Deste modo, cabe ressaltar que cada corpo hídrico poderá apresentar capacidades diferentes de autodepuração, que variam de acordo com a vazão do rio, velocidade, inclinação, formação geológica, presença de rochas e cachoeiras etc. Quanto maior for a área de contato da água com o ar, e quanto mais turbulências o rio apresentar em seu trajeto, mais oxigênio será absorvido pela água para facilitar o processo de autodepuração

5 Figura 3 - Base do processo de autodepuração Fonte: Elaborado pelo autor, Diante do exposto, considerando que a autodepuração consiste basicamente na decomposição e na degradação de compostos orgânicos até atingir a estabilização do meio, este processo está diretamente relacionado com a presença de microrganismos que necessitam de oxigênio para sobreviver, desta forma, é possível utilizar o parâmetro de oxigênio dissolvido para determinar o grau de poluição ou de autodepuração de um corpo hídrico (COSTA; TEIXEIRA, 2015). Soluções propostas As propostas seguintes foram dividas em soluções preventivas e corretivas, que poderão ser adotadas antes da implantação de um empreendimento ou visando recuperar os prejuízos causados por um. Soluções preventivas O licenciamento ambiental é, sem dúvida, uma das maiores garantias de preservação do meio ambiente diante da implantação de um empreendimento, visto que são analisados os impactos socioambientais que serão causados e estipuladas condicionantes de vigência da licença, que pode ser suspensa diante do descumprimento das metas e do posterior monitoramento ambiental. Neste sentido, qualquer atividade potencialmente poluidora deve ser tratada para que a água possa retornar aos corpos hídricos. Soluções corretivas Para empreendimentos que operam sem licenciamento ambiental, são aplicadas multas e penalidades judiciais para os responsáveis, podendo levar à reclusão. A atividade geralmente é interrompida até que a situação esteja regularizada, permitindo que o meio ambiente inicie seus processos naturais para restaurar seu equilíbrio

6 EXEMPLO O rio Sena, que cruza a cidade de Paris (França), havia sido considerado como biologicamente morto nos anos Felizmente este cenário foi revertido e, após 50 anos de investimentos em medidas de descontaminação e em leis de proteção ambiental, várias espécies de peixes e seres aquáticos voltaram a habitar as suas águas. Com investimentos em medidas mitigadoras geralmente é possível recuperar parte dos prejuízos ambientais causados. Fechamento Agora que você já sabe como é importante evitar que poluentes cheguem aos cursos d água sem o tratamento adequado, você poderá conscientizar outras pessoas sobre os benefícios dos investimentos em saneamento. Nesta aula, você teve a oportunidade de: identificar os tipos de poluição e suas principais fontes; conhecer o processo de autodepuração; identificar fatores que influenciam na capacidade de estabilização do meio ambiente. Referências BRASIL. Lei nº 6.938, de 31 de agosto de Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 2 set Disponível em: < Acesso em: 12/12/2017. BRASIL. Lei nº 9.433, de 8 de janeiro de Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos, cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos, regulamenta o inciso XIX do art. 21 da Constituição Federal, e altera o art. 1º da Lei nº 8.001, de 13 de março de 1990, que modificou a Lei nº 7.990, de 28 de dezembro de Diário Oficial da União, Brasília, DF, 9 jan Disponível em: < /leis/l9433.htm>. Acesso em: 12/12/2017. COSTA, D. J. L.; TEIXEIRA, D. Aplicação de modelo de autodepuração para avaliação da qualidade da água do Ribeirão do Ouro, Araraquara-SP Revista Brasileira Multidisciplinar ReBraM, v. 13, n. 1, p , jan./jun. SARDINHA, D. de S. et al. Avaliação da qualidade da água e autodepuração do Ribeirão do Meio, Leme (SP). Engenharia Sanitária e Ambiental, v. 13, n. 3, p , jul./set SOUZA, V. C. B. de. Gestão da drenagem urbana no Brasil: desafios para a sustentabilidade. Revista Eletrônica de Gestão e Tecnologias Ambientais, v. 1, n. 1, p ,

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