Art rol de legitimados. Partilha Provisória dos bens do ausente. Com procurador - 3 anos contados do desaparecimento

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1 Turma e Ano: Flex A (2014) Matéria / Aula: Direito Civil (Parte Geral) / Aula 05 Professor: Rafael da Motta Mendonça Conteúdo: II) Ausência: Sucessão Definitiva. III)Capacidade: Espécies de Capacidade - de direito e de fato; Capacidade do Índio; Comoriência; Emancipação - Voluntária, Judicial e Legal. II) AUSÊNCIA: Curadoria dos bens do ausente Qualquer interessado Declaração de ausência Curador (art. 25 / Poderes - art. 24) Prazo mínimo: 1 ano (sem procurador) Sucessão Provisória Art rol de legitimados Partilha Provisória dos bens do ausente Com procurador - 3 anos contados do desaparecimento Declaração da ausência na fase da sucessão provisória (não é necessária a fase de curadoria dos bens do ausente) Imissão na Posse (art. 30) - desde que prestem garantias (pessoal ou real). Exceção: herdeiros necessários (não necessitam prestar garantia Se o ausente retornar terá direito a reaver os bens no estado em que os deixou Frutos e Rendimentos (art. 33) - herdeiros necessários Sucessão Definitiva Qualquer interessado Partilha definitiva Prazo: 10 anos (art. 39) Se o ausente retornar na sucessão definitiva, ou algum de seus descendentes ou ascendentes, poderá reaver os seus bens no estado em que se encontram ou aqueles que foram sub-rogados em seu lugar (art. 39). Se nenhum interessado requerer a sucessão definitiva, os bens arrecadados passarão ao domínio do Município, DF ou União (art. 39, p. único) Declaração de morte presumida ocorre no momento da abertura da sucessão definitiva

2 tem acesso aos frutos e rendimentos e os demais herdeiros deverão capitalizar 50% dos rendimentos. O ausente terá direito a levantar 50% dos rendimentos desde que prove ter sido a ausência justificada e involuntária. Por outro lado, se a ausência for voluntária e injustificada, ele perderá sua parte nos frutos e rendimentos (art. 33, p. único). Confirmação da morte - automaticamente abre-se a sucessão definitiva Produção de efeitos: 180 dias após a sentença de sucessão provisória Prazo mínimo da sucessão provisória: 10 anos contados do término dos 180 dias (art. 28) Art. 38: 80 anos - 5 anos sem notícias - poderá requerer de pronto a sucessão definitiva (não há necessidade de cumprir o prazo de 10 anos) Prazo Mínimo de Duração do Processo de Ausência: Ausente Sem procurador - 1 ano dias + 10 anos + 10 anos = 21 anos e 180 dias Com procurador - 3 anos dias + 10 anos + 10 anos = 23 anos e 180 dias

3 Em que momento do processo de ausência ocorre a declaração de morte presumida? Declaração de morte presumida no momento da abertura da sucessão definitiva - Art. 6º CC. Ausência - Ainda cai muito em provas da FCC! III) CAPACIDADE: 1. Espécies de Capacidade: a) Capacidade de direito (genérica ou jurídica) se confunde com o conceito de personalidade (art. 1º CC): capacidade (de direito) de adquirir direitos e deveres na ordem civil. A única diferença é que a capacidade de direito pode sofrer limitação, enquanto a personalidade não. # Legitimação - é a possibilidade que a pessoa tem de integrar determinada relação jurídica. b) Capacidade de fato (exercício) é a aptidão que a pessoa tem para praticar pessoalmente atos jurídicos. Incapacidade Absoluta x Relativa: O incapaz não tem capacidade de fato. A lei é que define as hipóteses de incapacidade, não sendo necessária decisão judicial. A incapacidade poderá ser: absoluta (art. 3º) ou relativa (art. 4º)

4 Qual a consequência dos pequenos negócios jurídicos celebrados por menor de 16 anos (absolutamente incapaz)? Os pequenos negócios jurídicos de natureza patrimonial praticados por menor de 16 anos serão válidos, pois são considerados atos fatos jurídicos (entendimento majoritário) - fato jurídico humano que produz efeitos independentemente da vontade de quem os pratica. Enunciado 138 CJF: Art. 3º: A vontade dos absolutamente incapazes, na hipótese do inc. I do art. 3o, é juridicamente relevante na concretização de situações existenciais a eles concernentes, desde que demonstrem discernimento bastante para tanto. Obs1: Art. 4º, I CC - Atos que o menor entre 16 e 18 anos (relativamente incapaz) pode praticar sem assistência: Relativamente Incapaz sem assistência: Celebrar testamento (art. 1860, parágrafo único CC) Depor como testemunha (art. 228, I CC) Servir às Forças Armadas (art. 73 da Lei 4375/64) Votar Ser mandatário (art. 666 CC) (# Para ser mandante - deverá ser plenamente capaz) Obs2: Pródigos (relativamente incapaz) - só não podem praticar pessoalmente atos de natureza patrimonial, já que estes dependerão de assistência. 2. Capacidade do Índio (art. 4º, parágrafo único CC): Legislação Especial - Lei 6001/73 Índio é absolutamente incapaz, salvo os já integrados a nossa civilização. O índio absolutamente incapaz será representado pela FUNAI (capacidade postulatória - pessoa jurídica de direito público interno - representados pelos Procuradores Federais).

5 3. Comoriência: Comoriência é a presunção de morte simultânea entre pessoas reciprocamente herdeiras. A consequência da comoriência é que não haverá sucessão entre os comorientes (art. 8º CC) Não é necessário que a morte ocorra no mesmo evento, mas tão somente que sejam simultâneas. 4. Emancipação - hipóteses de antecipação da capacidade plena do menor (art. 5º, parágrafo único CC): a) Emancipação Voluntária (I, 1ª parte) b) Emancipação Judicial (I, 2ª parte) c) Emancipação Legal (II, III, IV, V) Enunciado 3 CJF: Art. 5º: a redução do limite etário para a definição da capacidade civil aos 18 anos não altera o disposto no art. 16, I, da Lei n /91, que regula específica situação de dependência econômica para fins previdenciários e outras situações similares de proteção, previstas em legislação especial. Enunciado 397 CJF: Art. 5º. A emancipação por concessão dos pais ou por sentença do juiz está sujeita a desconstituição por vício de vontade. a) Emancipação Voluntária (art. 5º, I, 1ª parte): É aquela que decorre da vontade dos pais. Requisitos: Menor com no mínimo 16 anos Vontade de ambos os pais Instrumento público Obs1: Quando um dos pais não autoriza a emancipação, o menor, representado por aquele que concorda com a emancipação, poderá propor a ação de suprimento judicial de vontades. No entanto, ainda que haja suprimento da vontade de um dos

6 pais por decisão judicial, a emancipação continuará sendo voluntária. Ademais, se um dos pais perdeu o poder familiar sobre o filho não será necessária a sua autorização para a emancipação voluntária. Obs2: Emancipação voluntária por instrumento particular será nula (art. 166, IV CC). b) Emancipação Judicial (I, 2ª parte): É aquela que decorre de decisão judicial. Quando um tutor quiser emancipar seu tutelado é imprescindível a decisão judicial. c) Emancipação Legal (II, III, IV, V): Casamento Idade núbil a partir dos 16 anos - necessária a autorização dos pais para o casamento (# autorização emancipação). Obs1: A ausência de autorização dos pais para o casamento poderá ser suprida por decisão judicial - ação de suprimento judicial de vontades. Obs2: Menor com idade inferior a 16 anos poderá casar apenas na hipótese de gravidez. Exercício de emprego público efetivo Colação de grau em ensino superior Economia própria - dependerá de análise objetiva no caso concreto. Obs1: O consentimento do menor é relevante na emancipação (Enunciado 138 CJF). Obs2: Casamento putativo - nulo ou anulável celebrado de boa fé. Os efeitos da decisão de nulidade do casamento de boa fé não retroagem, inclusive a emancipação.

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