INDICADORES TURÍSTICOS 2013 ANO BASE 2012

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1 1 FUNDAÇÃO DE TURISMO DE MATO GROSSO DO SUL FUNDTUR/MS INDICADORES TURÍSTICOS 2013 ANO BASE 2012 A Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul para acompanhar o andamento da atividade e sua contribuição para o desenvolvimento do Estado considera como relevantes os indicadores apresentados com base na Lei nº de 17 de setembro de 2008: Artigo 2º - Para os fins desta Lei, considera-se turismo as atividades realizadas por pessoas físicas durante viagens e estadas em lugares diferentes do seu entorno habitual, por um período inferior a 1 (um) ano, com finalidade de lazer, negócios ou outras. Parágrafo Único - As viagens e estadas de que trata o caput deste artigo devem gerar movimentação econômica, trabalho, emprego, renda e receitas públicas, constituindo-se instrumento de desenvolvimento econômico e social, promoção e diversidade cultural e preservação da biodiversidade. Guia de Leitura

2 2 SÍNTESE MATO GROSSO DO SUL Contém dados consolidados do período relativo ao Fluxo de Passageiros por transporte rodoviário e aéreo, Turismo Receptivo Internacional com as Chegadas-Saídas de turistas estrangeiros pelos portões de acesso ao Brasil pelo Mato Grosso do Sul e a Ocupação Hoteleira com os Indicadores Básicos refrentes a entradas de hóspedes, pernoites gerados, permanência média e taxa de ocupação das unidades habitacionais disponíveis em cada ano. 1. Fluxo de Passageiros Refere-se ao movimento de desembarque e embarque de passageiros no Estado de Mato Grosso do Sul, seja entre os municípios, provenientes de outros estados e países: 1.1. Rodoviário Intermunicipal: Sistema de Transporte Rodoviário Intermunicipal de Passageiros Sistema TRIP, passageiros transportados por empresas permissionárias e autorizatárias no Estado com origem e destino intermunicipal; Fretamento Turístico Eventual: passageiros transportados por empresas registradas na Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de MS - AGEPAN - para operação nos segmentos com origem e destino intermunicipal; 1.2. Rodoviário Interestadual e 1.3. Rodoviário Internacional: Movimentação de passageiros em rodoviárias de Mato Grosso do Sul; 1.4. Aéreo Regional, interestadual e internacional: Aeroportos da Rede Infraero - Campo Grande, Corumbá e Ponta Porã: movimento de passageiros transportados nas linhas regulares no trafego doméstico e internacional, demais passageiros transportados em voos não regulares: charters, táxis aéreos e aeronaves particulares; Aeroportos Regionais - Bonito e Dourados - movimentação de passageiros nas linhas regulares no tráfego doméstico no território brasileiro. 2. Turismo Receptivo Internacional Reúne dados relativos ao fluxo de chegadas de turistas ao Brasil desagregados por países de residência permanente e tendo o Estado de Mato Grosso do Sul como via de acesso (terrestre) - localizado na fronteira com o Paraguai e a Bolívia tem como portal de entrada de turistas estrangeiros os municípios de Corumbá e Ponta Porã; Campo Grande, a capital do Estado, com linhas regulares de transporte rodoviário de passageiros com Assunción e Concepcion. 3. Ocupação Hoteleira Refere-se à movimentação nos meios de hospedagem com a entrada, tempo de permanência, pernoites gerados pelos hóspedes; indicação da taxa média de ocupação das unidades habitacionais considerando a capacidade de alojamento dos estabelecimentos hoteleiros no Estado. 4. CADASTUR Equipamentos e prestadores de serviços turísticos cadastrados no Ministério do Turismo Compila dados do número de equipamentos e prestadores de serviços turísticos - agências de turismo, meios de hospedagem (hotéis, flats, apart-hotel e condotel), parques temáticos, transportadoras turísticas, organizadores de eventos (congressos, convenções e congêneres), organizadores de feiras, exposições e congêneres, prestadoras de serviços especializados para organização de eventos, instituições de ensino, bacharéis em turismo, guias de turismo e cursos de guias de turismo. 5. Pesquisa Perfil do Turista 5.1. Demanda internacional: Perfil do turista estrangeiro que visitou o MS em 2007, 2008, 2009, 2010, 2011 e 2012 desagregados por motivo da viagem. Os portais Corumbá e Ponta Porã estão entre os vinte e quatro pontos de aplicação da Pesquisa: Caracterização e Dimensionamento do Turismo Internacional do Brasil realizada da pela FIPE Mtur; 5.2. Demanda doméstica: Perfil do turista brasileiro para o MS, segundo principais Unidades da Federação emissoras em Nº de turistas e em valores dos gastos para cada um dos Estados das regiões do País em 2012.

3 3 INDICADORES TURÍSTICOS 2013 ANO BASE 2012 SÍNTESE - MATO GROSSO DO SUL VARIÁVEIS Fluxo de Passageiros Rodoviário Intermunicipal Sistema TRIP Fretamento: Turístico Eventual Rodoviário Interestadual Rodoviário Internacional Aéreo: Aeroportos Rede Infraero Aéreo: Aeroportos Regionais Turismo Receptivo Internacional Chegadas de Estrangeiros Ocupação Hoteleira MS 3.1. Entradas Hóspedes Permanência Média/dia 2,4 2,7 2,6 2,2 2,2 2, Gerados Taxa Ocupação UH s ( % ) 38,5 40,4 39,2 43,0 48,3 51,4 1. Fluxo de Passageiros 1.1.Movimentação intermunicipal de passageiros em rodoviárias do Mato Grosso do Sul, por ano,segundo itinerários Sistema TRIP Passageiros Transportados Deslocamento Campo Grande - interior Interior - Campo Grande Interior - Interior Total Fretamento Total Fonte: Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de MS - AGEPAN.

4 Movimentação interestadual de passageiros em rodoviárias do Mato Grosso do Sul, por ano, segundo deslocamento de Ida e Volta Deslocamento Passageiros de Ida (¹) Passageiros de volta (²) Total Nota: (¹) Segundo a ANTT: Passageiros de Ida referem-se aos passageiros embarcados no ponto de origem da linha do ônibus; (²) Passageiros de Volta referem-se aos passageiros embarcados no ponto de destino da linha de ônibus. Fonte: Agência Nacional de Transporte Terrestre ANTT / Anuário Estatístico - Ministério do Turismo 1.3. Movimentação internacional de passageiros em rodoviárias do Mato Grosso do Sul, por ano, segundo deslocamento de Ida e Volta Deslocamento Passageiros de Ida (¹) Passageiros de volta (²) Total Nota: (¹) Segundo a ANTT: Passageiros de Ida referem-se aos passageiros embarcados no ponto de origem da linha do ônibus; (²) Passageiros de Volta referem-se aos passageiros embarcados no ponto de destino da linha de ônibus Fonte: Agência Nacional de Transporte Terrestre ANTT / Anuário Estatístico - Ministério do Turismo 1.4.Movimento de desembarques e embarques doméstico de passageiros, em aeroportos da Rede Infraero no Mato Grosso do Sul, segundo municípios Município Campo Grande Corumbá Ponta Porã TOTAL Nota: Os dados incluem passageiros voos regulares e não regulares, residentes e não residentes no Brasil e em MS Fonte: Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária INFRAERO / Anuário Estatístico - Ministério do Turismo Movimento de desembarques e embarques internacional de passageiros, em aeroportos da Rede Infraero no Mato Grosso do Sul, segundo municípios Município Campo Grande Corumbá Ponta Porã TOTAL Nota: Os dados incluem passageiros de voos regulares e não regulares, de residentes e não residentes no Brasil e em MS. Fonte: Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária - INFRAERO/ Anuário Estatístico - Ministério do Turismo 1.5. Embarques e desembarques de passageiros em aeroportos regionais no Mato Grosso do Sul, segundo municípios Município Bonito Dourados TOTAL Fonte: Bonito: Dados Voos charters semanais; a partir de Linha Regular com voos semanais - TRIP Linhas Aéreas. Administração do Aeroporto Municipal de Dourados - Prefeitura Municipal de Dourados.

5 5 2. Turismo Receptivo Internacional 2.1. Chegadas de turistas ao Brasil segundo via de acesso Vias de acesso Aérea Terrestre Mato Grosso do Sul Marítima Fluvial Total Fonte: Departamento de Polícia Federal / Anuário Estatístico - Ministério do Turismo 2.2. Chegadas de Turistas ao Brasil, por via terrestre, segundo Unidades da Federação Estados Total Brasil Paraná Rio Grande do Sul Mato Grosso do Sul Santa Catarina Amazonas Outros Estados Fonte: Departamento de Polícia Federal / Anuário Estatístico - Ministério do Turismo 2.3. Chegadas de turistas ao MS, por via terrestre, segundo país de residência permanente PAÍS Bolívia Paraguai Peru Inglaterra Alemanha Austrália Estados Unidos Argentina Espanha Bélgica Canadá França Holanda Israel Nova Zelândia Irlanda Suíça Chile Colômbia África do Sul Equador Índia Uruguai Itália Rússia Fonte: Departamento de Polícia Federal / Anuário Estatístico - Ministério do Turismo

6 6 3.4 Chegadas de turistas ao MS, por via terrestre, segundo continentes e país de residência permanente. Continentes Países África África do Sul Angola - - * Nigéria Cabo Verde Outros 32 3 * América Norte Estados Unidos Canadá México América Central Outros Cuba - 5 * Costa Rica/Panamá/Porto Rico América Sul Bolívia Paraguai Peru Argentina Chile Uruguai Colômbia Equador Venezuela Guiana Francesa Rep. da Guiana/Suriname - 1 * Europa Inglaterra Alemanha Espanha Bélgica França Holanda Suíça Irlanda Suécia Dinamarca Itália Portugal * Finlândia Polônia * Noruega - 7 * Áustria Grécia - 17 * Hungria - 4 * Rep. Tcheca Rússia 14 * Outros Oceania Austrália Nova Zelândia Ásia 357 (1) China 92 1 * Japão Coréia Índia Israel Outros - 40 * Países não Especificados Mato Grosso do Sul Fonte: Departamento de Polícia Federal / Anuário Estatístico - Ministério do Turismo

7 7 Gráfico 1. Chegadas de Turistas ao Brasil, por via terrestre, segundo Unidades da Federação Paraná Rio Grande do Sul Mato Grosso do Sul Santa Catarina Amazonas Outras Unidades Gráfico 2. Chegada mensal de turistas ao Brasil via terrestre, por MS Nota: Refere - se à somatória das chegadas por mês. Gráficos elaborados pelo Sistema de Informações e Estatística - FUNDTUR MS.

8 8 3. Ocupação Hoteleira - Mato Grosso do Sul 2006 ¹ Disponiveis ² Ocupadas Hóspedes³ Gerados4 Taxa Ocupação (UH) 5 Permanência Média em Dias 6 Relação Hospede / UH Ocupada 7 MS , (*) Taxa Permanência Relação Hóspedes Ocupação Média em Hospede / UH Disponiveis Ocupadas Gerados (UH) Dias Ocupada MS ,5 Capital , ,4 Interior , Disponiveis Ocupadas Hóspedes Gerados Taxa Ocupação (UH) Permanência Média em Dias Relação Hospede / UH Ocupada MS ,6 Capital ,4 Interior , Disponiveis Ocupadas Hóspedes Gerados Taxa Ocupação (UH) Permanência Média em Dias Hospede / UH Ocupada MS , ,9 Capital , ,5 Interior , , Disponiveis Ocupadas Hóspedes Gerados Taxa Ocupação (UH) Permanência Média em Dias Hospede / UH Ocupada MS ,6 2,2 1,6 Capital ,7 1,9 1,5 Interior ,3 2,3 1, Disponiveis Ocupadas Hóspedes Gerados Taxa Ocupação (UH) Permanência Média em Dias Hospede / UH Ocupada MS ,3 2,2 1,6 Capital ,8 1,6 1,4 Interior ,51 2,5 1, Disponiveis Ocupadas Hóspedes Gerados Taxa Ocupação (UH) Permanência Média em Dias Hospede / UH Ocupada MS ,4 2,3 1,6 Capital ,0 1,7 1,4 Interior ,9 2,5 1,7 Fonte: Indicadores Básicos de Ocupação Hoteleira - DEPES - Ministério do Turismo; FUNDTUR- Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul/FUNDTUR. Nota: UH s ¹ disponíveis: Total de unidades habitacionais que podiam ser utilizadas no período nos estabelecimentos hoteleiros em funcionamento; UH s² Ocupadas: unidades habitacionais utilizadas por viajantes que se hospedaram no período; Hóspedes ³ : Quantidade de visitantes que deram entrada nos empreendimentos no período; Hospedados 4: gerados por todos aqueles que pernoitaram durante um ou mais dias consecutivos no mesmo empreendimento; Taxa de ocupação 5: Relação percentual entre o total de pernoites e de unidades habitacionais pelos dias referentes aos pernoites; Permanência média em dias 6: Razão entre o total de pernoites e o número de viajantes; Relação Hóspedes/UH s Ocupadas 7: Número médio de hospedados por unidade habitacional. Entrada de Hóspedes nos Meios de Hospedagem: Adotado como Indicador do Fluxo de Turistas no MS.

9 9 Gráfico 3. Indicadores Básicos de Ocupação Hoteleira - MS Permanencia Média(em dias) Entrada de Hospedes(em Milhão) Entrada de Hospedes(em Milhão) Gerados(em Milhões) Permanencia Média(em dias) ,61 3,69 2, ,58 3,47 2, ,43 3,13 2, ,17 3,07 2, ,04 2,75 2, ,00 2,35 2,3 Gráfico 4. Taxa Média Ocupação UH s - MS Interior Capital MS 0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00% 60,00% 70,00% MS Capital Interior ,40% 60,00% 48,91% ,30% 64,89% 43,51% ,60% 61,70% 38,37% ,20% 50,20% 33,90% ,40% 53,70% 34,20% ,50% 54,60% 31,80% Gráfico 5. Sazonalidade: Movimentação de entrada mensal nos empreendimentos hoteleiros - MS Entradas 0 Nota: Com base na Movimentação Hoteleira de Campo Grande, Bonito, Dourados e Três Lagoas. Gráficos elaborados pelo Sistema de Informações e Estatística - FUNDTUR/MS

10 10 4. CADASTUR Equipamentos, prestadores de serviços e profissionais da área de turismo cadastrados no Ministério do Turismo pelo Mato Grosso do Sul Tipo de atividade Agências de turismo Meios de Hospedagem Unidades Habitacionais Leitos Acampamentos Restaurantes, bares e similares Parques temáticos Transportadoras turísticas Locadoras de veículos Organizadoras de eventos (congressos/congêneres) Prestadoras de serviços de infraestrutura p /eventos Bacharéis em turismo Guias de turismo TOTAL Fonte: Gestão Qualificação Serviços Turísticos/FUNDTUR: Ano 2006 e 2007; Anuário Estatístico de Turismo/Mtur: Posição: 31 de dezembro de cada ano no período Notas: 1. Número de estabelecimentos regularmente cadastrados no Sistema de Cadastro dos Empreendimentos, Equipamentos e Profissionais da Área de Turismo (CADASTUR), 2. A Lei /08 institui o cadastro obrigatório dos prestadores de serviços turísticos junto ao Ministério do Turismo; Dados de 2009/2010/2011 foram revisados. Gráfico 6. Evolução do número de prestadores de serviços turísticos cadastrados, MS CADASTUR Elaboração Sistema de Informações Estatísticas - FUNDTUR - MS

11 11 5. Pesquisa - Perfil do Turista 5.1. Demanda internacional Característica da viagem (%) Procedência (%) Destinos mais visitados (%) Organização da Viagem (%) Perfil Sócio econômico (%) Internacional Motivo da viagem Lazer 53,9 33,3 29,6 33,2 41,8 34,5 Negócios, eventos e convenções 12,7 9,8 13,8 6,8 5,3 13,3 Outros motivos 33,4 56,9 56,6 60,0 52,9 52,2 Motivo da viagem a Lazer Natureza, ecoturismo ou aventura 80,9 75,6 79,6 81,1 92,9 86,4 Outros 19,1 24,4 20,4 18,9 7,10 13,6 Tipo de alojamento utilizado Hotel, flat ou pousada. 54,9 27,5 37,5 31,4 33,3 26,8 Casa de amigos e parentes 31,5 56,6 50,6 57,2 46,3 56,4 Outros 13,6 15,9 11,9 11,4 20,4 16,8 Composição do grupo turístico Sozinho 29,5 41,5 49,2 37,1 37,2 40,6 Família 14,6 21,7 24,8 33,2 23,9 29,3 Casal sem filhos 11,4 21,3 12,9 15,0 20,0 19,2 Amigos 10,0 12,3 10,1 11,9 15,6 7,2 Outros 34,5 3,2 3,0 2,8 3,3 3,7 País de Residência Paraguai 42,4 33,3 35,5 39,9 29,0 22,9 Estados Unidos 4,6 6,5 7,9 9,3 10,9 11,0 Argentina 3,9 4,1 3,1 3,6 7,8 9,0 Bolívia 7,7 6,0 7,9 4,3 0,6 5,9 Alemanha 2,5 3,9 4,5 4,1 5,2 5,7 Portugal 6,8 8,4 5,8 4,6 5,9 5,5 Inglaterra 3,5 4,3 1,0 4,6 2,9 5,5 Espanha 3,9 2,8 4,6 4,0 6,0 4,9 França 0,6 3,6 1,2 4,2 0,7 4,3 Itália 4,3 6,7 2,1 2,2 1,7 4,2 Lazer Bonito - MS 26,5 52,3 56,4 57,0 57,2 61,8 Campo Grande - MS 34,6 45,8 49,4 45,3 45,5 48,6 Negócios, eventos e convenções. Campo Grande - MS 56,1 66,8 54,0 62,1 53,7 69,9 Três Lagoas - MS 3,2 4,7 9,8 7,0 17,3 - Bonito - MS 8,7 4,2 21,4 10,1 10,1 16,5 Outros motivos Campo Grande - MS 49,8 54,7 63,6 57,9 68,9 65,9 Dourados - MS 9,6 17,9 14,0 10,9 15,1 - Bonito - MS 16,6 13,0 11,9 9,1 14,9 20,0 Fonte de informação Internet 9,0 27,1 15,6 17,6 40,3 26,2 Amigos e parentes 36,1 49,6 54,3 63,2 39,5 51,1 Guias turísticos impressos 6,4 9,0 10,8 10,2 10,2 8,2 Outros 48,5 14,3 19, ,0 14,5 Utilização de agência de viagem Pacote 3,9 4,6 2,7 3,0 4,7 2,4 Serviços avulsos 13,7 18,7 15,7 18,3 21,0 19,2 Não utilizou 82,4 76,7 81,6 78,7 74,3 78,4 Gênero Masculino 72,3 60,1 52,5 49,0 49,7 51,2 Feminino 27,7 39,9 47,5 51,0 50,3 48,8 Grupo de idade 18 a 24 anos 10,3 15,1 12,9 24,9 19,3 13,1 25 a 31 anos 12,2 23,0 29,8 27,2 23,9 27,8 32 a 40 anos 18,6 23,9 20,2 19,1 26,3 27,5 41 a 50 anos 12,3 17,3 19,5 17,1 15,1 21,3 51 a 59 anos 42,0 13,4 11,8 5,1 11,9 5,5 60 anos ou mais 4,6 7,3 5,8 6,6 3,5 4,8 Grau de instrução Fundamental 7,6 19,4 15,9 10,1 6,9 9,8 Médio 59,0 31,6 40,0 40,8 40,3 38,2 Superior 22,3 33,0 33,8 32,7 38,5 24,7 Pós-graduação 10,3 13,9 9,9 14,1 14,3 24,2 Renda média mensal - (US$) Familiar 2.871, , , , , ,68 Individual 2.123, , , , , ,85 Fonte: Estudo da Demanda Turística Internacional Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas FIPE/Ministério do Turismo-Mtur.

12 Demanda doméstica Perfil Socioeconômico Chefes de famílias 63,0 % Gênero Masculino 39,1% Gênero Feminino 60,9% Idade média 47,4 anos Renda familiar média R$ 2.394,63 Os parâmetros médios indicam as principais características dos entrevistados em alguns de seus aspectos, sejam eles viajantes ou não Principais Emissores em Nº de Turistas Para Mato Grosso do Sul (%) São Paulo 34,1 Mato Grosso do Sul 32,0 Paraná 8,5 Mato Grosso 6,7 Goiás 5,3 Rio Grande do Sul 2,2 Santa Catarina 2,1 Rio de Janeiro 1,8 Maranhão 1,4 Distrito Federal 1,2 Outros 4,8 Principais Geradores de Receitas Em Valores dos Gastos (%) São Paulo 35,4 Mato Grosso do Sul 21,5 Paraná 10,1 Mato Grosso 7,7 Rio de Janeiro 6,2 Goiás 3,8 Rio Grande do Sul 3,3 Distrito Federal 2,5 Santa Catarina 1,9 Espírito Santo 1,6 Outros 5,6 Nota: As principais Unidades da Federação emissoras em Nº de turistas e em valores dos gastos para cada um dos Estados das regiões do País. Os dados referem-se a todas as viagens domésticas e não estão inclusos nesses números e valores as viagens rotineiras, que possuem um perfil diferente e são tratadas separadamente. Meios de Hospedagens Utilizados na Principal Viagem Doméstica, por Renda Tipo de Hospedagem De 0 a 4 SM De 4 a 15 SM Acima de 15 SM Total Hotel, Pousada, Resort 14,2 29,3 46,2 23,0 Casa de amigos e parentes 74,1 56,8 40,3 64,2 Imóvel próprio ou alugado 6,4 10,3 10,7 8,3 Outros(Colônia de Férias, Camping, Albergue, Motel, Pensão, Outros 5,3 3,6 2,8 4,5 Gasto Médio na Principal Viagem Doméstica, por Renda, segundo UF de Destino UF de Destino De 0 a 4 SM De 4 a 15 SM Acima de 15 SM Média Brasil Mato Grosso do Sul 681, , , ,38 Média Brasil 712, , , ,32 Utilização de Agência na Principal Viagem, por Renda Aquisição algum serviço De 0 a 4 SM De 4 a 15 SM Acima de 15 SM Total Pacote 2,2 5,8 10,3 4,4 Serviços avulsos 1,4 2,0 1,9 1,7 Nenhum serviço 96,4 92,3 87,9 94,0 Fonte: Estudo de Demanda Turística Doméstica - MTur e Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas - FIPE

13 13 EXPEDIENTE André Puccinelli - Governador do Estado de Mato Grosso do Sul Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias - Secretária de Estado de Desenvolvimento Agrário, da Produção, da Indústria, do Comércio e do Turismo. Nilde Clara de Souza Benites Brun - Diretora-Presidente da Fundação de Turismo de Mato Grosso do Sul Fernando Jorge Pereira Nantes - Diretor de Desenvolvimento Institucional Maria Helena Martins Alves - Gerente de Administração e Finanças Daniel Costa Real - Diretor de Desenvolvimento do Turismo e Mercado Karla Martins Cavalcanti - Gerente de Mercado Silvio Carlos Pereira - Gerente de Estruturação e Desenvolvimento do Turismo Elaboração: Sistema de Informações e Estatística Técnicos: Ivone Hermenegildo / Demar Augusto Ferreira Apoio: Alice Correia Colaboração: Neiva Duarte - Coordenadora Geral de Estudos e Pesquisa/SNPT/Mtur Eliandres Pereira Saldanha - Coordenador de Apoio Estratégico Situacional/SUPLAN/SEMAC Campo Grande, MS, 2013.

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